Culto Sábado – 19/04/2025 – Pr. Jefferson Barbosa
20/04/2025
Culto Sábado – 19/04/2025 – Pr. Jefferson Barbosa
Instagram – @iasdvilaolimpia
Fonte: IASD Vila Olímpia
Legendas automáticas:
[Música] Feliz sábado. Feliz sábado. Tudo bem com vocês? Fiquei com a responsabilidade hoje de falar, ó, tá vestido também. Fiquei com a responsabilidade de hoje de falar os nossos próximos passos aqui na igreja. Trilhas da Vila. Amanhã, essa já é a segunda trilhas da Vila do ano, amanhã nós faremos uma trilha de 6 km em Paraná Piacaba. Os que já estão inscritos, parabéns. Os que não estão, infelizmente, as inscrições se encerraram. Mas fique de olho nesses anúncios que vocês podem se inscrever para as próximas trilhas. É uma iniciativa do Ministério Jovem da gente promover atividades físicas entre a gente aqui eh em comunidade, né? Quem for já se inscreveu, a gente tá com os nomes aqui, a gente já contratou o seguro, tá tudo certo. Única informação é que no final da trilha tem uma cachoeira. Então levem roupa de banho. Lembrem que cachoeira é bem gelado, né? Mas levem roupas de banho para os que quiserem entrar na cachoeira, tá bom? Toalhas, enfim. Além disso, nós iniciaremos uma série chamada Logo, não pulei, foi mal, volta. Hoje à tarde nós temos, desculpa, não. Ah, tá sim. É que me mexeram ali em cima. Eh, hoje nós temos um encontro de gratidão às 16 horas sobre o jejum de Daniel, que foi uma programação muito especial, onde nós buscamos ter uma alimentação mais saudável, baseada na dieta de Daniel. Lá no, quando a gente lê o livro de Daniel, a gente encontra quando eles foram levados cativos na Babilônia, capítulo 1 e 2 ali de Daniel. Eh, enfim, estejam aqui às 16 horas aqui na igreja para conversarmos sobre as mudanças que tivemos na vida. Pessoal da Lapa vem também, né, Débora? Novo Tempo espaço Novo Tempo. Isso, pessoal do Espaço Novo Tempo vem aqui para participar com a gente dessa programação bem maravilhosa. Estejam aqui. Além disso, o mês que se inicia, nós iniciaremos uma série chamada Logos. É isso mesmo, o que cremos e por quê? a partir do sábado, então, dia a partir do próximo sábado, né, dia 26 de 4 e durante todo o mês de maio, nós entenderemos o que que é esse logos, por que nós acreditamos nesse logos e por cremos nesse logos, se ele é uma pessoa ou se não é, qual que é a origem do verbo que tá lá no no em João 1, né? Enfim, baseado nisso, nós entenderemos o que é e por cremos nisso. Então, venha para cá a partir do sábado que vem e durante todos os sábados do próximo mês, tá bom? Que mais temos hoje? É isso, foi um prazer tê-los aqui e agora é com o Guilherme. Obrigado, John. Bom dia. Bom dia e bom sábado, meus queridos. Hoje é um dia especial, um dia bem abençoado, onde comemoramos o final da semana santa. E esse é o momento na nossa comunidade de adorar a Deus, reconhecendo as bênçãos que ele derrama na vida de cada um aqui. É adoração através dos dízimos e ofertas. E a gente tá numa série sobre bênçãos, onde a gente tá estudando textos da Bíblia que fala sobre bênçãos. E eu quero convidá-lo aqui pro texto de hoje, bem rápido, bem direto. Semana passada a gente falou sobre a bênção que os os sacerdotes davam sobre Israel. Lembra? Que o Senhor te abençoe e te que ele faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti. Que sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. Paz. Essa bênção diariamente os sacerdotes dava para Israel. Mas agora eu quero ir para texto de Jeremias. Jeremias 178. Se você não tá com a sua Bíblia, pode acessar lá no seu app. Se você estiver com ela, pode abri-la. Vamos ler juntos. Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Guilherme, onde tá falando de bênção aqui? Eu vou ler de novo. Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é no Senhor. Sabe o que quer dizer bendito? bendito é abençoado. Quando a gente recebe a bênção diária de Deus, o que cabe a nossa parte é confiar em Deus e ter a nossa esperança nele. E a gente é abençoado. Abençoado é o homem que confia no Senhor e cuja esperança, sua esperança tem que estar no dinheiro, no seu trabalho, tem que estar em um bom cargo, tem que estar numa boa posição social. Sim ou não? Não, não. Onde tem que tá sua confiança, sua esperança? No Senhor. E aí você é abençoado. Porque, desculpa, a inflação pode correr seus bens materiais. A traça, a ferrugem consome em tudo. Mas se você tem a confiança no Senhor, você será igual a Jó. Jó perdeu tudo. Não, o tudo dele era o Senhor. Amém. Porque quem confia no Senhor, aí começa o verso oito, é como uma árvore plantada junto às águas que estende as suas raízes para o ribeiro. E não recebia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde e no ano de sequidão não se perturba, nem deixa de dar fruto. Quando você confia no Senhor, a bênção é tão grande que as suas raízes estão conectadas no ribeiro, que é ele. Você se tornam oases no deserto e você não deixa de dar frutos. Só que a gente sempre entende que frutos são materiais, que as bênçãos são materiais. Não, a bênção é o próprio Senhor. Ele não falta. E é ele que você não deixa de dar frutos aos demais. Você se torna bênção. E se for necessário, até material. Se for necessário, o Senhor pode dar tudo. Esse é o momento que a gente reconhece quem é a nossa, em quem nós colocamos a nossa confiança e a nossa esperança. As salvas vão passar e a gente demonstra essa confiança e essa esperança demonstrando obediência através dos dízimos e demonstrando gratidão através das ofertas. Vamos juntos adorar ao Senhor agora. Amém. Amém. [Música] Senhor, aqui está perente tiivos as salvas fazidos até pelos discípulos hoje. John Fúvio, que Deus abençoe a sua família e seus lares e abençoa a igreja da Vila Olímpica. Amém. Vamos agora juntos orar a esse Deus maravilhoso curvando as nossas frontes, falando com ele. Pai amoroso Deus, estamos na tua casa. Estamos aqui na comunidade da Vila Olímpia em uma comemoração, uma cerimônia muito especial e nesse momento reconhecendo o Senhor como dono de todas as coisas. E aquele, ó Pai, que confia em ti, entrega a sua vida e a sua esperança no Senhor, é como uma árvore que mesmo na seca, não deixa de ter a sua folha verde, não deixa de dar o seu fruto, o fruto que é o próprio Senhor. abençoa a tua comunidade que reconhece através da dízima a obediência ao Senhor e através das ofertas a gratidão que o Senhor derrama sobre cada lar aqui. Isso tudo, Pai, entregamos em Teu altar, não porque há mérito em nós, mas unicamente no mérito maravilhoso de Cristo Jesus, do teu filho, que demos o seu sangue na cruz para nos salvar. É nesse nome que agora oramos. Nome de Cristo. Amém. [Música] Perfeito. Eu quero convidar a Débora e a Cíntia e vamos dar sequência ao nosso culto de adoração. [Música] Adoremos. Eh, bom sábado a todos. Bom sábado. Bom sábado. Bom sábado. Estamos felizes eh por estarmos aqui, né, Dé, amiga Débora aqui, companheira. Eh, nós estamos aqui hoje felizes porque essa semana nós tivemos uma visita aqui em nosso meio, na nossa comunidade, que eu fui o pastor Jeferson, que nos abençoou aqui com com com a palavra, né? Foi muito abençoado aqui a nossa semana. Nós gostaríos de chamar o pastor aqui à frente agora pra gente poder dar o nosso muito obrigado a ele, materializar aí como nós estamos felizes com ele. Lá família, né? Eu quero agradecer ao pastor que desde o ano passado já tinha escolhido o senhor para ministrar ali a semana santa e foi uma bção, tem sido uma bênção e que ele continue lhe usando e só para só para ser mais claro que o senhor já faz parte da família, né? A gente ama muito você muito obrigada pastor por ter vindo. Mas sal de palmas é o pastor, né? Muito obrigada. Ah ó, ele vai ficar mais feliz agora porque assim aqui nós da vila, nós somos assim um pouco meio diferente da do normal, né? Então quando tem uma semana de oração, é claro que você já deve ter ganho gravata, camisa. Aí nós falou: "Puxa, nós vamos temos que dar algo diferente pro pastor." Irmã, irmãos, vocês compraram PlayStation 5 para vir? PlayStation? Play não, calma, calma. Só nós só não compramos. Nós só não compramos porque o Yúrio não pode vir aqui. O Yúrio não pode vir aqui entregar. Então nós não compramos. Mas nós compramos uma coisa que eu fiquei sabendo que você gosta muito, né? Pega ali, amiga. Dé paraa família inteira, tá? É, a esposa vai curtir, você assim com essa silueta vai curtir. Olha lá, tá pesado. Olha só. Olha só. Tem aqui a caneca da vila, tá, pastor? Você já faz parte aqui da vila. Tem até um monte de coisa, pastor. Um monte de coisa. Se você quiser convidar algum irmão aqui também, que eu acho que vai dar. Tá bom. Na próxima, na próxima eu convido, viu, irmãos? Muito obrigado, tá? Ela falou: "Nada a ver, irmãos. Eu não entendi porque eu gosto tanto. Gosto de comida, irmãos. Adoro, viu? Essas coisas nada de almoço, não sei o quê. Adoro essas coisas, viu? Muito obrigado, tá? Eu fico muito feliz. Eu agradeço muito pela minha família. Hoje a Cris a não vieram, mas tá aqui o Leozinho, né, representando, né? E a gente o que a Débora falou, né, para nós é recíproca verdadeira, né? Eh, a gente também ama a igreja aqui. E quando eu falo ama a igreja, ah, pastor, mas você nem nos conhece pessoalmente. Alguns eu conheço, mas eu amo a igreja. É todo mundo, sabe? Eu olho para todo mundo aqui, eu vejo um amigo, alguém que que tá comigo, a gente tá junto caminhando para essas coisas, irmãos, para a volta de Jesus. Isso é maravilhoso. Isso é um milagre. É um milagre, irmãos, essa união toda. Então, agradeço muito de coração. Não, pior que eu tô malhando mesmo. Não parece. Não parece, mas eu tô meu. Dá dá. E e eu acabei de falar ali para uma irmã, né, que eu descobri que uma colherzinha dessa Nutella aqui tem 550 calorias. Vocês me deram a Nutella. Tá escondida aqui, viu? Não era para vocês ver, mas tá aqui, ó. Tem uma Nutella láó. Tô vendo. Hã, tem Damasco. Então, a Cris adora essas coisas. É, ela vai. É, muito obrigada. Eu gostaria de chamar o nosso pastor aqui para poder fazer uma oração aqui pro nosso, pra nossa família pastoral. Tá aqui o Léo. Léo melhorou. Tava com febre, né, Léo? Tá melhorzinho. Tá. Não, mas vai vai melhorar, né? Vai melhorar. Então, tá bom. Vamos orar. Nosso Deus e Pai, te louvamos por todas as tuas bênçãos, pela alegria de estarmos aqui reunidos e agradecemos em especial os momentos que passamos na companhia do pastor Jefferson e os ensinamentos que o Senhor nos apresentou através da tua palavra ministrada por ele. Amém. Pedimos que o Senhor continue abençoando a ele, a sua família, ao seu ministério e que juntos possamos permanecer firmes na fé, na esperança e, finalmente, quando Jesus voltar juntos, podermos ir para o céu e nunca mais nos separarmos. Amém. Pedimos que o teu espírito continue entre nós atuando e o teu nome continue sendo louvado em nome de Jesus. Amém. Amém. Obrigado. [Música] Bom dia a todos. Bom dia. Bom dia, igreja. Bom dia. Bom dia. Estamos felizes por mais um sábado. Mais um sábado chegou. Amém. Que gostoso, que maravilha estar na casa do nosso Senhor Deus, principalmente nessa semana tão significativa para nós, tão significativa esse sacrifício que foi feito por cada um de nós. Então, nós iremos convidá-los agora a cantar conosco. Nós vamos fazer aquele combinado. Vamos ficar em pé e sentar só quando terminar o louvor. Vamos. Acho que o nosso Deus merece, né? Então vamos lá. Vamos levantar pra gente poder oferecer esse louvor e que o Senhor Deus aceite este nosso humilde louvor. Por favor, Senhor. de cruzigiu dela o dia fugiu em sinal de vergonha e de Mas eu amo essa cruz sobre a qual meu Jesus deu vida por mim pecador. Sim, eu amo a mensagem da cruz para morrer eu a vou proclamar. Levarei eu também minha cruz é por uma coroa troncar. Eu aqui com Jesus a vergonha da cruz. Quero sempre levar e sofrer. Ele vem me buscar e com ele no [Música] lar na glória de Deus. Se eu amo a mensagem da [Música] cruz para morrer, eu a vou proclamar. Levarei eu também minha cruz. [Música] É por uma coroa se eu amo a mensagem da cru é teu proclamar. [Aplausos] Levarei eu também minha cruz. Eu [Música] [Aplausos] [Música] coroa coroa trocar. [Música] Amém. Amém. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho para morrer no meu e no seu lugar. E ao olhar para essa cruz, eu só posso perceber o grande amor de Deus. Então, vamos louvar juntos a olhar pra cruz. Amém. [Música] Nesse momento, medite, olhe para a cruz, faça uma reflexão de tudo que foi feito por você e por mim. [Música] Também [Música] cego sem rumo certo, buscando a paz e [Música] descanso. Eu procurei por tantos meios justificar meus erros. mais al [Música] clama. Meus olhos abri ao olhar pra cruz, eu entendo o amor derramado ali por mim. Sacrifício de sangue por um pecador. Não sou merecedor. Tua graça me alcançou. [Música] [Aplausos] [Música] Ao ver tua glória, naquele dia, me alegrarei em gratidão. Tocarei as marcas, marcas de vitória. [Música] é o [Aplausos] pecado perante [Aplausos] ti me [Música] prostrarei e amor cruz eu entrei Por mim sacrifício de sangue por um pecador. Não sou merecedor. Tua graça me alcançou. [Música] Vamos, igreja. Vamos lá. Amém. [Aplausos] [Música] merecedor. E ao cruz eu entre o amor derramado ali por mim. [Música] Sacrifício de sorte por [Aplausos] pecador. Eu sou merecedor. Não sou perecedor. Tua graça me alcançou. Oh. [Música] A graça do Senhor nos alcança a todo instante. E eu quero estender o meu bom dia para você que veio até aqui hoje nessa igreja da Vila Olímpia. Bom dia. E também para você que nos assiste pelas redes sociais, o meu bom dia. E para todos agora eu estendo o meu feliz sábado. Feliz sábado. Conforme as roupas, né, irmãos? Melhor o Shabat Shalom, né, Shabat? Estamos num grande chen aqui, não é? Um grande de chosen. Alguém entrou na porta lá. Um dos meus irmãos. Olha lá, né? Quem que é o Jesus, né? A gente já tem o nome dele, né? O Delmiro, né? Parece um in Cristo, né? Não, entre nós, né? Tá lá nosso pastor. Tá, irmãos, mais uma vez de coração, muito obrigado. Muito obrigado. Eh, até mesmo porque encaixou tão perfeitamente paraa semana ser nossa, né? Eh, que eu até comentei com a Débora, como na minha, no meu distrito tá tendo Semana Santa, inclusive tivemos batismos, irmãos. E olha que legal, né? A a bênção trocada, né? Aqui foi muito gostoso para mim. Lá foi uma bênção pra igreja também. E hoje à tarde nós teremos um programa que eu quero convidar você lá no CT de Cotia. Eu não sei se eu vou atrapalhar algum programa da igreja, não sei. Mas lá no CT de Cotia, a partir das 16 horas, a gente vai ter o Luís Gonçalves, evangelista, né, grande Luiz Gonçalves. E vamos ter o quarteto Atos, para quem é antigo, dessas coisas de igreja adventista, né? Eles estarão lá cantando e e nós vamos ter uma gama de batismos lá também, graças a Deus, né? E aí eu vou ficar com vocês até quando eu puder aqui e vou sair voando para lá, né? porque a gente tem esse programa lá também. Então tá todo mundo convidado, quem puder, tá bom? A gente vai ter esse programa lá. Então, deu tudo certo, porque foi bem na data que eu poderia, né? E aí isso para mim foi uma bênção também, tá? E de poder conhecer mais das famílias aqui da Vila Olímpia, né? De vocês que assistem ou de vocês que vieram, tá? Deus seja louvado porque você veio, ouviu das mensagens e assim como cada mensagem que eu falo vem do coração, vocês perceberam, né, irmãos? Eu é difícil eu eu segurar assim quando eu tenho que falar assim, é do meu coração, eu falo, né? Mas é porque são coisas que eu vivo, irmão, sabe, irmã? Eu não tento ser aqui uma coisa, tá? falando. Então, como a minha irmã Cíntia falou, né, a comunidade da Vila Olímpia, ela é diferente, né? Ela não é tão convencional. Você também percebeu que o pastor não é tão convencional, não é? Tem gente que E eu gosto muito também dos pastores, aqueles pastores, irmãos, que eles chegam assim e eles olham pra gente assim, eles falam: "A paz do Senhor Jesus a todo varão e varoa, né? Você já viu isso? Eu adoro. Adoro aquele pastor Neumel Stino, irmãos, né? Uma voz grossa assim. Querida, igreja, que Deus você, eu acho tão bonito, mas eu não consigo ser assim. Não dá, é, não tem como, né? Eu sou um outro jeitão, um jeitão. E Deus é tão bom que ele ele alcança com um e alcança com outro. Ele alcança com uma igreja lá, a Vargem Grande Paulista lá, o meu distrito, tal. e alcança com a comunidade da Vila Olímpia. Amém. Ele trabalha, irmãos, e a mensagem da palavra, o que faz diferente não é a gente. Esse é o problema quando a gente coloca a gente, né? Então eu eu sou muito esquisitão, né? Estranhão. Se eu olhasse por mim, irmãos, eu nem ia ser pastor adventista, porque pastor adventista é assim também, né? É como eu falo, eu adoro meu amigo, meu irmão Del Miro, né? É um exemplão. Para mim, ele é um pastorzão, irmãos, brancão, grandão, lemãozão, né? Até tava comentando, né? Minha esposa, ela é, né? A Lemoa, né? Lá do Sul, já falei para vocês, né? É Veiand o sobrenome dela. Eu devia ter pego esse sobrenome bonito, né? Veiand, né? Vou loucar. Bran, olho claro, cabelão, tal. Eu, irmãos, você olha assim, você fala: "É obreiro?" Isso aí, quem que é esse? Não tem tanto cara de pastor adventista, mas Deus usa. É um negócio incrível. Ele fala aí, ele vai lá e coloca você numa experiência. Aí ele faz você viver aquela experiência para você poder contar. E foi maravilhoso essa semana, porque alguns me procuraram e falaram assim: "Pá, pastor, essa história que você contou, mas tá acontecendo comigo. Mas essa coisa ali, ó, ó, é exatamente o que que eu tô vivendo. Uma coisa incrível. E eu louvo a Deus, irmãos, porque ele não olha pra nossa aparência, né? Ele não olha para onde a gente veio, sabe? Não olha lá pro o que eu falei ontem, assim, nosso passado, nossas nossos traumas. Ele não tá olhando assim, sabe, para essas coisas que a gente dá tanta importância ou que os outros dão tanta importância e aí a gente acha que é importante também. Não é o nosso Deus isso. O nosso Deus é aquele que fala: "Ó, venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei." Esse é o nosso Deus. Ele não quer deixar você mais pesado. Ele não quer dar mais fardo para você. Ele não quer te dar mais carga. Ele quer aliviar o peso que você tem sobre os ombros, irmãos. E quando a gente entende isso, a coisa fica mais leve. Quando a gente entende isso, aí a gente vem pra igreja mesmo. Não importa quem tá junto com a gente. Ah, mas eu não gosto desse ou daquela. Não, você tá indo para adorar a Deus. Ó, é muito legal, né, essa coisa da Páscoa, porque todo mundo fica mais aberto à religiosidade, certo? ontem, então, andando por cotia, as coisas todas fechando, né? E eu também correndo, fui correndo porque ontem eu comentei, agora eu coloquei, mas se você percebeu, acho que você viu, eu cortei o meu cabelo, não é? Aí eu fui no, fui procurar um cabeleireiro e tudo fechado. Aí eu achei um aberto. Aí comecei a conversar com ele, um rapazão muito louco, era o Igor, né? A gente começou a conversar tal ano, nem falei que eu era adventista, já falei para vocês. Para mim às vezes fecha mais porta dizer que é pastor do que abre, porque tem muita gente que tem muito preconceito, né? Então eu cheguei, eu fui falando de Deus, a gente foi trocando uma ideia, foi muito bacana, muito bom. Eu saí na rua, aí eu fui pro mercado, aí a caixa tava conversando com uma cliente e falando, sabe? Ó, eu vou pra igreja, principalmente nessas épocas, ó, o pessoal tá ligado, eles sabem a importância. Eu vou paraa igreja. E é o negócio é não ficar olhando não. Se tem alguém que fala mal, se tem alguém que tá fazendo errado, se tem alguém que que não tá conforme o que eu acho que tá certo, eu vou lá para adorar a Deus. Eu chego lá, eu penso no meu Senhor, eu eu falo com ele, ele fala comigo, depois eu falo com o pessoal, dou um oi, beleza, muito bom. Mas primariamente, primeiro lugar, eu venho à casa de Deus para adorar a quem? A Deus. E aí eu percebi, sabe? As pessoas elas precisavam ouvir mais disso e falar mais sobre isso. E e a minha cabeça, irmãos, é uma loucura. Eu devo ter algum problema. Quem é psicólogo aqui? Tem algum psicólogo? Psicólogos estão escondidos, viajaram. Ou minha irmã, você é psicólogo? Você atenderia um pastor assim em busca de identidade? Algum problema eu tenho, irmão. Eu não sei qual é, mas eu vou achar, né? E e a minha cabeça pensa muitas coisas, tal, mas principalmente essas questões de relacionamento, porque para mim religiosidade ela ela gira em torno de relacionamento. E o próprio Jesus ele nos mostrou isso. É mais do que o pé da letra, irmão. Sabe, no domingo eu vim aqui, eu falei algumas coisas até que nem tava programado e aí tinha um amigo e ele falou: "Jefão, a gente tem que conversar mais sobre isso, porque você falou algumas coisas ali, cara, e a minha cabeça fez assim". E a gente precisa falar mais sobre essas coisas, costumes e etc, né? Mais do que o que eu sou, né? A gente fala mais em parecer, né? Então nós hoje vivemos às vezes uma religiosidade, irmãos, que até tá lá em contato com Deus, mas muito pobre no horizontal, né? contato com o meu irmão, muito pobre às vezes na no relacionamento que eu tenho com o meu irmão de igreja, eu já falei para vocês aqui, a gente já ganhou, irmãos, a gente ganha um terreno tão grande porque a gente já tá no mesmo lugar, com a mesma crença, acreditando nas mesmas coisas. E muitas vezes eu venho aqui e aí eu olho para, né, religiosidade, uma boa banda, música de Deus, não sei o quê, uma cruz bonita. Mas aí, mas aí eu olho pro lado, aí eu falo: "Ah, não acredito, né? Veio e sentou bem perto de mim ainda. Odeio essa cobra, né? Fofoqueiro, né? Uma língua. Odeio essa pessoa. Às vezes você nem conhece direito, né? Aí você começa a olhar pro lado, tal, e criticar. E muito me deixa entristecido, né? Quando eu mesmo tenho essa atitude ou eu vejo de alguém, né? E eu medito e medito e medito e medito sobre a questão do amor, né? O título de hoje, irmãos, eu vou pedir pro pessoal colocar lá, ó, tá lá e eu quero que você veja, tá? A mensagem de hoje, ela tem um texto, né? Até até antes de de até falar, né, da mensagem de hoje. Semana passada, a semana ela tem um tema marcas de Cristo. E eu falei de uma personagem, qual foi o homem que eu comentei na semana passada? Qual foi? Sábado. Ah, Abraão, você lembra? E a gente viu as marcas de Cristo na história de Abraão. Aí depois, domingo, mais uma história da Bíblia. Dessa vez não foi só um homem, foram três. No domingo foi marcas de Cristo. E a história foi sobre quem, irmãos? Hã, lá não lembra mais não. Domingo. Domingo, sábado foi Abraão. Sadraque, Mesacque, Abede, Nego. Esses foram os homens que a gente comentou, né? E a gente falou sobre a questão de ser fiel a Deus, né? Mesmo e meia aprovação, tentação, tal, tal. E aí ontem eu vim até aqui, o tema foi marcas de Cristo e eu contei a história do quê, irmãos? Vocês lembram? Da morte de Jesus, a grande marca, né? A marca de Cristo. E ontem nós saímos de daqui um pouquinho mais leves, né? Porque a gente escreveu e colocou aos pés da cruz toda a nossa vida pregressa, tudo que nos afasta do Senhor. E hoje somos nova criatura. Amém. cada um de nós. E agora para terminar essa semana santa, Marcos de Cristo, o título é aquele lá, ó, tá? Vai ser um pouquinho mais longo. Em caso de saudade, quebre o vidro. Muito bem. Então, por que que eu coloquei esse tempo? Porque eu achei legal a frase, né? Eu achei bonita, né? Eu tava em algum lugar de São Paulo procurando algumas coisas, tal, e aí eu encontrei esse portaato aí. Em casa de saudade quebra o vidro, irmãos. na hora e por vários motivos. Um deles, quando eu olhei, eu chorei assim e eu vou contar para você o porquê, mas quando eu olhei também o um dos motivos foi o preço, é é alto. Chorei na hora, mas eu falei, eu preciso comprar isso e eu comprei, né? E eu vou te mostrar, você tá vendo até ali, né? Eh, esse porta-retrato e eu já pensei numa mensagem, já vem na minha cabecinha, porque a minha cabeça é diferente e eu já pensei em alguma coisa. E aí eu comecei a pensar e refletir naquilo que eu já vinha pensando muito tempo sobre a questão do amor, irmãos. O amor, né? O amor, ai a gente gosta tanto dessa palavra, né? Tá tão em moda, todo mundo fala, todo mundo usa, eu te amo e tal e etc. E eu reflito muito sobre isso porque como eu te falei, para mim o âmago, né, o centro, né, dessas coisas que a gente prega tá nessa palavra, um amor, porque o nosso Deus ele é a amor. Então, se o meu Deus é amor, então a mensagem tem que est implícita. E aí eu vou lá em João, abre a tua Bíblia lá em João, primeira João, lá aqueles aqueles aquelas cartas, né, que o apóstolo escreveu lá no finzinho da Bíblia, Primeira João. E ali em Primeira João, e ele é até chamado de apóstolo do amor, porque você veja que era um homem que era chamado de filho do trovão, ele e o irmão dele. Eles eram bravos, irmão. Eu sei que tem alguém aqui que é brabo, né? Faca na bota. É como falam lá no Sul, né? É o camarada que anda com a peixeira, né? Se alguém olhar torto, não vem não, né? É aquela frase que a gente escuta sempre assim: "É, eu sou crente, mas eu não sou". Ah, aí cada um fala uma, né? Eu ouvi besta, ouvi trouxa, né? Assim, sou crente, mas não pisa no meu calo, né? Senão eu rodo. Tem alguém da Bahia aqui? Eu eu falo assim porque minha mãe ali, né? Era da Bahia. E uma vez, irmã, você é da Bahia também? É, então a gente sai da Bahia, mas a Bahia não sai de nós, né, ó? Comer uma farofa, né, um biju, né? Um licuri. Adoro licuri. Um peixinho chupa pedra, né? Essa época da Páscoa faz um sucesso. E aí a minha mãe, fomos morar no Sul, no Paraná, ela muito de trabalho e lá lidando tal, pregador e e obreiros. E aí um obreiro ela por algum motivo que às vezes acontece, você tem um atrito, né? Quando dava trita uma faísca, né, irmãos? E deu uma briguinha lá. Aí depois esse obreiro ele foi. Ah, tá. Desculpa, né? Tô falando da minha mãe. Ela tá aqui, gente. Olha que coisa, tal. Minha mãe tá ali. Fica em pé, mãe, por favor, só para o pessoal te ver. Aquela é minha mãe. Pode ficar em pé mesmo. Eu não passo vergonha sozinho. É isso mesmo. Lá, ó. Aquela é minha mãe. É do lado dela tá o meu irmão. Fica em pé, Júnior. Exatamente. Pode ficar em pé. Exatamente, meu irmão. Ó lá. Tá. E do lado dele tá o meu pai. Aquele é o meu pai. Alguns já viram, ouviram a história dele, né? Esse é o meu pai, né? Minha mãe muito trabalhadora, sempre deu exemplo, deu esse atrito e o rapaz depois foi pedir perdão para ela, porque não era culpa dela, tá, irmãos? Não era culpa dela. Me perdoe, irmã, brigamos tal, né? Mas, ó, você vai ter que me entender, porque aqui, ó, nas minhas veias corre o sangue do alemão. E alemão é meio esquentado, né? Tem algum alemão aí? O pastor, né? de Miram, né? Star forte, né? É meio esquentado, irmã. Então você vai ter que me perdoar. Daí minha mãe falou assim: "Ô, meu irmão, a gente tem o sangue de Cristo, né? Eu te perdoo sim, mas eu também só quero te avisar, né? Eu não tenho sangue de alemão, mas é sangue de baiano. Se você me zoar, eu rodo a baiana aqui. Ah, você viu? A gente a gente tem essa coisa, né? Não vem brincar comigo, não, né? É, quem é esquentadinho é assim. O João era desse jeito, mas passou a ser conhecido como apóstolo do amor. Aí você vai lá no nesse evangelho, o primeiro que ele escreve desde o início, irmãos, eu me dei o trabalho de contar, tá? E principalmente nessa perícope, nessa parte, se pegar de João 4, né? 4ro a partir do verso 7. Mas se você olhar no capítulo três, o capítulo 2, né, também você começa a contar quantas vezes a palavra amor aparece. Ela aparece mais de 37 vezes, irmãos. Amor, amar. Amados, amemo-nos. Ele escreve de amor o tempo todo. Aqui no, a partir do verso 7, ó. Todo aquele que crê em que Jesus é o Cristo e nascido de Deus, todo e todo aquele que ama o Pai ama também o que dele foi gerado. E assim sabemos que amamos os filhos de Deus, amando a Deus e obedecendo os seus mandamentos, porque nisso consiste o amor a Deus em obedecer os seus mandamentos e os seus mandamentos não são pesados. E aí ele vai continuar tal lá no finalzinho, eu vou já partir pro final, tá? No verso 11. Esse é o testemunho. Deus nos deu a vida eterna e essa vida está em seu filho. Quem tem o filho tem a vida. Quem não tem o filho de Deus não tem a vida. E eu queria parar por aqui. Mas você continuar, você vai contar e vai ver quantas vezes ele fala de amor. Isso ficou na minha mente e tal. E aí vamos partir de você já vai entender a coisa do porta-retrato. Pode passar para mim aí, meu irmão, que eu tô sem o passador. Você puder apertar aí. Aí essa foto aqui vocês conhecem? Todo mundo conhece? Já viu essa foto? Essa foto aqui é muito famosa, tá? Ela ganhou prêmio, tal, né? Pessoal que foi no encontro de anciãos aqui no começo do ano viu. E quando eu vi essa foto, eu já conhecia a foto, você vê um garoto, né, que tá ali sendo observado por um urubu, né, uma butre. E essa foto é fica evidente, né? O rapazinho sem forças e o Abutre esperando o seu momento. E como eu falei, é uma foto muito conhecida e muito premiada, mas foi dito lá no concílio e eu fiquei daí, né, irmãos? É aí, irmã, é algum problema mesmo, porque aí continua falando e eu fico: "Meu Deus, mas e a história? Que que tem atrás isso aqui, né? Quem foi que tirou e tal?" E aí eu fui atrás dessa história, tá certo? Você conhece a história dessa foto? Você conhece toda aí ela que eu quero te mostrar. Passa para mim lá, meu irmão, por favor, mais uma vez. Ó lá, tem um rapaz que vai aparecer na tela aí. Você você já viu esse rapaz? O nome dele é Kevin Carter. Esse é o homem por trás daquela foto. Foi ele quem tirou aquela foto, tá? E aí eu fui ler, eu falei: "Nossa, então quero ver a história desse homem", né? que a gente sabe da foto, a gente sabe o que aconteceu depois, mas a gente não sabe da história dele, o que que o que que levou esse homem até aquele momento, né? E o que aconteceu com ele depois, tá certo? Então, veja só, o Kevin, ele nasceu na África do Sul naquele período que a gente conhece, aparide, né? cresceu num bairro de classe média, homem branco, na minoria branca da época, na África do Sul, cresceu num bairro de classe média, filho de católicos, crentes cristãos, certo, lá na África do Sul, mas via constantemente aquela aquela violência contra os negros, certo? E ele, uma criancinha, ficava se perguntando isso, a história fala aqui, né? Ó, filho de pais, católicos e liberais. Mas na cabeça dele ele ficava pensando, por que meus pais que falam que amam a Deus, que vão à igreja e etc, tal, não fazem nada quando vem uma injustiça dessa? Olha só, hein, irmão. Ah, papai e mamãe, eles estão nos olhando. Essas crianças sabem mais do que você imagina. Às vezes a gente quer parecer, né, mas eles sabem quem a gente é. Ele se perguntava: "Mas por que não fazem nada? É injusto. Por que que eles não tão fazendo conforme aquilo que eles falam?" Essa era a indagação dele. Bom, esse menino foi crescendo, foi pro exército. No exército, ele testemunhou uma cena. Os rapazes, né, brancos do exército, eles estavam eh debochando e aí começaram a agredir um garçom também do exército, mas que era negro. E ele se levantou com aquele senso de criança, né? Preciso fazer alguma coisa. E aí o que que aconteceu com ele? Que que aconteceu? Tomou a surra junto. Junto. E aqui é um paradigma grande, né? Poxa, por que que eu sofro tentando fazer o bem? Por que que eu sofro? Por que que eu sei o que é certo? Aí quando eu tento fazer o que é certo, as pessoas acham que eu tô errado e aí eu sofro com isso. Segunda situação, acompanha comigo, tá? Tá comigo, né? Vai vendo, tá certo? Então esse menino ele decidiu, o Kevin decidiu sair do exército e aí ele se tornou um fotojornalista. O que que ele queria fazer? Expor a brutalidade do apartide. Tava no caminho certo, tá vendo? E aí ele foi o primeiro a fotografar, irmãos, uma execução chamada neclacing, que é uma uma execução e uma tortura que praticava. Era assim, ó. Eh, eh, então ele, ele foi o primeiro a fotografar uma pessoa que foi eh condenada a morrer dessa forma. Colocaram um pneu, é igual aqui no Rio eles fazem a criminalidade, né? Já chamam de de for, como é microondas, né? Colocam o pneu em volta da vítima. Só que lá na África era assim, colocavam um pneu, enchiam de gasolina e aí tacavam fogo na vítima ali. E ele ele foi lá e ele tirou foto disso aí. E aí, ele queria mostrar pro mundo a injustiça que era. E essa foto, essas fotos, elas levantaram muita polêmica, né? Porque tem gente que olha e fala assim: "Realmente, meu Deus, o que que tá acontecendo, né? O povo tá maluco, tão matando aos outros, estão colocando fogo, não é? Nossa, você não põe a culpa no fotógrafo, mas outros não. Pô, por que que você tá tirando foto disso? Você tá louco? Que que você fez além de tirar foto para ajudar?" E começaram a bater nele. E ele foi sentindo essa carga. Mas o Kevin, além de sentir a carga, ele também sentiu um prazerzinho, um gostinho, né, que essas coisas polêmicas trazem. Falou: "As pessoas estão me notando, beleza? Tão comentando bem, tão comentando mal, mas estão comentando." E aí ele pensou assim: "Talvez não seja tão errado eu só tirar foto, porque eu já tô expondo. É uma coisa boa, é ou não é?" Então, já tô tirando a foto. Beleza, os outros façam o que eles têm que fazer. O Kevin, então, olha só, você foi contando comigo toda a trajetória desde criança até esse momento, lá em 93, né? Até, deixa eu comentar o que ele falou sobre essas fotos que ele fazia daquelas execuções, ó. Fiquei chocado com o que eles estavam fazendo. Eu estava chocado com o que eu estava fazendo, tirando fotos. Mas em seguida as pessoas começaram a falar sobre as fotos. Então eu senti que talvez minhas ações não tinham sido de todo ruins. Ser testemunha de algo tão horrível não era necessariamente uma coisa ruim a se fazer. Olha como a opinião foi mudando. E aí em 93, então ele foi ao Sudão. Aí a história aqui dessa foto, lá no Sudão, enfrentando uma crise terrível e guerra e fome. O Kevin, ele se depara com essa criança que tinha o nome Kong. Ele se preparando para tirar fotos, viu a família do Kong chegando a um posto da ONU para pegar a comida. tava chegando, não tava perto. A família conseguiu ir, mas o menino não. E ele tava ali. Quando ele viu a veu o menino começou a se preparar e o abutre, e é um abutre de capuz aquele ali, né? O abutre pousou e aí ele pegou o ângulo legal, tirou a foto, pá, e levou embora. Tá certo? Esse Kevin foi muito criticado por não ter ajudado o garotinho. Por quê, irmãos? Porque lá em 94 essa foto ficou famosa, ganhou o Ócar da fotografia, o prêmio Pulitzer, né? Então ganhou esse ócar, tal, e todo mundo começou a comentar, mas começaram a perguntar também o que que você fez pelo garoto? E de primeira o Kevin falou assim: "Não, eu tava lá só para tirar foto." Eu bati a foto e, né, fui. Mas as pessoas começaram a criticar. Daí ele começou, não, não, eu, aí eu avisei, né, alguém e tal, tal, mas de fato não fez nada, nada para ajudar. E aí começou a levar a carga de críticas e críticas e críticas. Junto veio a fama, a fama, a fama. Mas naquele mesmo ano de 94, que essa fotografia ganhava o Oscar da fotografia, esse menino em 27 de julho foi dirigindo até um córrego perto da casa dele na África do Sul. Ele colocou uma mangueira no escapamento do carro, deixou o carro ligado, a outra parte da mangueira ele colocou dentro do carro e lá ele aspirou o gás tóxico do carro até morrer. Ele morreu no mesmo ano da fotografia, certo? E essa é verdade essa história. Foi isso realmente que aconteceu. É o que todos nós já conhecíamos até. Só que o que me intrigou, então, ele tinha 33 anos de idade, tá, irmãos? quando ele quando ele faleceu. O que me intrigou, então, foi a trajetória de quando uma pessoa observa algo que é injusto, quando uma pessoa observa alguém sendo maltratado e acha aquilo fora do normal, fora do padrão, totalmente errado, até passar um padrão onde ela perde a sensibilidade. Você entendeu? Chegou aí comigo? Você chegou nesse ponto, você entendeu como que alguém que é criado cristão, valores, ética, moral, tal, chega um momento que o outro para ele não faz diferença nenhuma. Porque nós estamos num ambiente, meu irmão, que é muito propício isso acontecer, a gente servir a causa desse Deus, mas a gente não servir ao Deus dessa causa. A gente servir a missão de Deus, mas a gente não serve o Deus da missão. E aí a coisa para nós fica até um pouco, isso é uma crítica também, mas é construtiva, não tô falando mal, mas com a a nossa cultura religiosa brasileira, católica, que é aquela coisa. Eh, bom, meu pai tá aqui, eu posso falar dele, né? Antes ser adventista, ele tinha uma religião, ele era católico, né? Toda vez que tinha trabalho de escola, qual a religião do seu pai? Ah, ele é católico, mas ele pediu para colocar assim. Você lembra, pai? Católico, apostólico, romano e o final, o como que é? Não, não praticante. É tipo eu, eu sou um vegetariano não praticante. Adoro tal, pratic. Dá para ser uma coisa que você não pratica? Sim ou não? Não tem como. Só que a gente transfere isso paraa religião. E a gente tem um monte de coisa que a Bíblia fala, fala, fala, fala, mas a gente acaba fazendo tudo errado, tudo errado. E até amar a gente ama errado, porque quando a gente ama, ó, ó, a nossa ideia é assim, pastor, é muito difícil amar. Pode passar o próximo slide, viu, irmão, desculpa aí. É muito difícil amar o próximo. Porque? Porque como é que eu vou tratar bem aquele? Eu odeio. Ah, eu odeio ele. Eu não posso ser falso, pastor. Isso também é pecado. É ou não é, irmãos? Né? Ser falso. Mas é porque a gente pensa que amor é o quê, irmãos? Que que você pensa que é amor? É aquele camarada que é teu melhor amigo, tua melhor amiga. As mulheres chegam na umas das outras, né? Elas olham assim: "Ai, amiga, irmãos, eu odeio isso, sabia? Eu acho muito falso, irmãos. Para com isso, ô louco. Bom, as mulheres fazem tal, tudo bem, mas eu não gosto. É, tem gente que chega assim em mim e fala assim: "Eh, olá, amigo. Eu não gosto de chamo de amigo, eu não gosto de chamo de jovem. Ô, jovemdeio. Eh, que mais que chama? Vaso, vaso do Ah, sai fora. Eu gosto, me chama de Jefe, me chama de Jefão, me chama até de pastor também, mas se me chamar pelo meu nome, meu irmão, já tá me mostrando um respeito tão grande, já gostei da pessoa, tá ótimo. Precisa amigo, porque é aquela coisa, né? Uma hora tá lá, eu tenho uns caras que chega assim: "E aí, pastor, pá, dá uns tapão, opa, irmão, tudo bom, né?" Mas depois adora servir um pastorzinho assado no sábado, né, irmão, no rolete, né? com a maçãzona na boca. É, é horroroso esse irmão. Isso não é amor, não é a forma como você trata. Tá entendendo? Amor tem um princípio muito bacana pra gente seguir, é o do respeito. Eu faço pro outro o que eu quero que façam comigo. Se você gosta de ser tratado um, vai, então faça isso. Agora se você gosta que te tratem com respeito e para você já é amor, tá bacana. Faça isso por outro. Amar também é não fazer com o outro aquilo que você não gostaria que fizessem com você. Pronto, tá ótimo. Certo. E a ordem de Cristo foi amar uns aos outros, irmãos, né? Ó, tá o próximo slide ali, ó. Ele tem um um verso da Bíblia. Vou ler para você aqui, ó. Assim como Deus enviou o seu filho ao mundo, Jesus nos envia ao mundo. Tá lá em João 17:18. João 17 é uma oração de Jesus tão bonita, onde ele fala pra gente assim, ó, eh, Senhor, eu eu tô indo, mas eu quero que eles fiquem com o meu espírito e eu quero que eles tenham entendido tudo que eu falei, porque se eles entenderem, eles vão se amar. E se eles se amarem, a missão tá completa. E eu ouço toda aquela oração, eu leio aquilo, eu acho aquilo tão fantástico, irmãos. Mas eu ainda percebo gente que dentro da comunidade cristã quer causar a divisão e não a união. E lá Jesus fala toda hora que eles sejam unidos, que eles se amem, que eles não se deixem para trás, que eles não se agridam, que eles não eles não se prejudiquem. E nossa mensagem só vai surtir efeito se estivermos unidos em Cristo e no seu amor. Irmãos, não dá para eu falar que eu tô cheio do Espírito Santo, mas eu vivi na treta. Não dá, irmão. Eu tô cheio do espírito. Aquela coisa, né? Eu boto no meu carro lá adesivão, né? Foi Deus que me deu, né? Já viu isso aí? Presente de Deus, né? Tem uns é assim, ó. É guiado pelo espírito, né? Tem uns que colocam assim: "Cuidado, né? Risco de é os pentecostal, né? Risco de arrebatamento secreto, né? Tem uns que parece que arrebatou mesmo, que a batida é tão feia, o cara faz um negócio, parece não tem ninguém dirigidi, né? Vai lá, toma uma fechada, xinga, vai jogar uma bola, não aguenta, tem que dar porrada. Uma toalha em cima da mesa molhada. Não tô falando de mim, viu? Não faço isso. Mas já é o motivo para a briga, né? Ah, comprou, não me falou outra briga, irmão. Irmã, que tipo de amor a gente tá vivendo? Quando a gente podia se aproveitar um ao outro, sabendo, sabe que hoje, meu amigo, pode ser o último sábado que eu tô nesse lugar aqui. Pode ser o último sábado que quem tá do teu lado aí, ó, vai tá aí do seu lado. Mas a gente perde essas oportunidades por bobagem, cara. Passa mais um slide para mim, por favor. Mano, o motivo, o motivo de eu ter comprado porta retato, tá? Então, para quem conheceu, se é o pastor Stevan Sheffield, né? E a filha dele, a Sofia. Então, há dois meses atrás, irmãos, a gente uma quinta-feira lá, a gente recebeu a notícia assim que deixou quem é pastor, principalmente assim, irmãos, a a empatia ela vai se aproximando quando você tem mais proximidade, né? E quando você tem mais ponto em comum. Então, recebemos a notícia pelo WhatsApp, pastor Estevão tava levando a filha 15 anos para Santa Catarina. É difícil ainda falar, né, irmão? Então, levando a filha, se acidentaram ali perto de Curitiba e ele e a esposa, graças a Deus, estão bem, mas a filha de 15 anos ali mesmo ela morreu, a Sofia. Quem viu esse caso aí? Quem conheceu isso aí? Vocês viram? Muito triste para nós eu ter uma filha de 11 anos. Para quem é pai é terrível. Aí, João, essa é a nossa deixa. Quem tem uma filha nessa idade assim, você não consegue se colocar, não tem como sentir a dor do irmãos, ó, vamos parar com essa bobagem assim de falar: "Ah, a empatia, sentir a dor do outro, você não vai nunca, porque a dor do outro não é a tua". Quando eu era líder de comportagem, uma vez um comportor chegou assim com a cara de morto falando: "Jefão, você tem que me levar no médico". Eu falei: "Por qu? O que que tá acontecendo?" Aí ele tava assim, ó, segurando o dedo dele. Sabe quando você segura o dedo fica vermelho assim, ó? E uma gotinha de sangue assim, irmãos. Ele falou: "Chefão, eu tô morrendo com cortinho, mas era a dor dele. Eu vou saber como que é isso aí para ele?" Não dá. Não se sente dor do outro. Você imagina, irmãos, imaginando a dor do meu amigo pastor, é isso aqui, ó. Toda vez, toda vez você não consegue pensar que você vai criar teu filho para entregar pra morte com 15 anos de idade. Quem consegue fazer uma coisa dessa aí tem muito problema, viu, irmã? Aí procura a irmã lá, nossa psicóloga, tem um problemão. Você não tem um filho pensando assim: "Bom, pode ser que algum momento da vida ele vai morrer e eu vou ficar aqui". Quem já pensou nisso? Você pensa o contrário. Você pensa, eu vou, meu filho vai crescer, eu quero ver ele, sabe, desenvolver, quero ver estudar e e quando eu tiver mais velho, eu vou morrer e ele vai continuar. É ou não é? É ou não é assim, irmão? A gente pensa assim. Bom, o Estevão passou pela dura dor de ver a filha morrer ali, ó, no asfalto. E eu quando eu entrei naquela loja, aí eu vi esse par retrato aqui, né? Aí, aí eu peguei e falei: "Eu vou eu eu vou comprar pro meu amigo". Se eu não tive coragem ainda, ele não tá assistindo, eu se tá fazendo semana santa, graças a Deus, porque eu vou dar para ele esse porta-retrato. Eu tava procurando uma foto, irmãos, nas redes sociais para poder colocar aqui dentro. Em casa de saudade, quebra o vidro. É, é, é isso mesmo, né? Você põe a foto de quem você ama aqui, aí você vai lá e, tipo, se der saudade, entendeu? Não vai adiantar de nada, né? Mas é bonito, não é bonito? Bonito. Pelo menos eu comprei pro meu irmão, caso saudade. Comecei a procurar lá uma foto que pudesse colocar aqui dentro para entregar pro Stefan. Aí percebi uma coisa muito bonita. Sabe o que eu percebi? O Estevão quebrou o vidro antes da morte da filha. Toda foto, irmãos, que eu encontrava tava lá. Tipo, por exemplo, né, três dias antes dela morrer, foi aniversário de 15 anos dela. Eles estavam lá comemorando, felizes, sabe? Com bolo, com os amigos, tal. quebrou o vidro da saudade. Um pouquinho antes foi ano novo. Tavam juntos, estavam felizes comemorando. Antes foi o Natal, antes foi uma boa nota que tirou, antes foi uma chamada de vídeo, tudo registrado, tudo, sabe? Aí essa foto aqui, ó, foi o primeiro ano que ele levou ela pro internato lá. Ó, o nariz dele tá vermelho, tava chorando também, né? Mas tava lá e falando assim: "Senhor, obrigado porque eu posso, sabe, ter uma filha dessa e colocála num lugar que eu sei que o Senhor vai guiar, tal". Todo momento comemorado, irmão, quebrando o vidro da saudade, sabe? Não esperou acontecer a tragédia, a morte para daí ir lá. E eu contei naquele velório, irmãos, mais de 30 coroas de flor. Uma coroa de flor custa mais ou menos uns R$ 300, R$ 400, onde eu compro. Mais de 30, irmãos. Quando a pessoa já foi, do que que [Música] adianta? Aí eu tô falando aqui pra gente boa, eu tô falando aqui pra gente religiosa. Aí eu tô falando aqui para você que tá entendendo o que eu tô falando. Que às vezes a gente vem para lugar igual a esse aqui, ó. A gente vê o pai da música que toca p maravilhoso. É isso aí, pastor. Os dízimos estão indo bem. Mas quem que chega neles para falar, cara, foi usado por Deus na música que você tocou? Quem que vai lá para alguém que canta aqui, ó, fala assim: "Ô, irmã, hoje você louvou a Deus, aquela música falou aqui, ó. Assim, você nem olha para quem tá lá na porta, [Música] irmão. Aí morre, pô, era tão legal. Todo mundo fica maió legal quando morre. Ai, eu é porque eu não gosto do jeito que se veste. Ai, eu porque eu odeio como fala aí, esse pastor miserável sempre atrasa. Aí depois, ai era tão legal, pastor, é assim, eu gosto de me colocar, irmãos, porque eu, né, eu tô aqui, depois eu vou voltar para pastor é assim, pastor bom é o que tava ou o que vem? O que tá nunca será, jamais será, jamais. Aí a gente espera, né? A gente não vive o presente, cara. Aí tem um monte de gente depressiva porque é excesso de passado. Tá tudo vivendo passado. Aí tem um monte de gente ansiosa porque tá tudo vivendo futuro e ninguém vivendo agora. Aqui, ó, meu irmão, presta atenção no pastor. Deu, tá? Chega. Não mais hoje não. Eu pedi aqui pros meus irmãos e eles fizeram uma bondade. Eles fizeram uns biscoitinhos aqui, ó. Que legal. Hum. Tô com medo de abaixar. Menina, vocês pegam aí, por favor. É, acho que vai cair o negócio da minha cabeça, rapaz. Tá, obrigado, viu, meu? Ó, aí, ó. Pronto. Tá ótimo. Olha só, irmãos, os biscoitinhos aqui, ó. Que coisa mais bonita. Poxa, eles fizeram tão bem. Muito legal. É, é, é estrela. É biscoitinho de estrela. Tá vendo? Lançando uma nova marca, Biscoitos Vila Olímpia, né? Gostosos como uma estrela, né? Né? Feitos para o seu coração, né? Isso aqui é coração. Tá vendo? Agradeço. Ô, Cíntia, quem foi que fez? Muito obrigado. Ô Sara, cadê você? Hã? A Sara, né? Cadê a Sara? Ô Sara, é você que levantou? É você mesma, né? Não. Ou só vai sair? É, Sara, é você? Eu tô sem óc. Valeu, Sara. Obrigado, tá? Deus te abençoe. Tá bom. É, eu eu cadê o meu irmão pastor Delmiro? É, vem cá porque vem cá, Del. Se é você mesmo. Ah, é sim. Ah, lá vem ele. É ele mesmo, irmãos. Pastor Caio [Música] Fábio. Vem cá, Del. Ó. Então, então a coisa é assim, irmãos. Essa, esse biscoito de estrela, ele tem uma mensagem nele, tá? Eu vou pegar uma aqui e eu eu escolho o meu irmão Deumiro, pastorzão demais. Aqui tá escrito assim, ó. Deiro, eu admiro você. Não vou falar de novo não. E nem vou chorar, Deumiro. Tó é para você. Toma. Você sabe. Ah, é verdade, viu? Del toda vida, cara. É verdade. Tá bom. É verdade. E no outro, irmãos, onde tá o coração, pode, Del? É só para falar, tá? Eu admiro muito Del mesmo, irmãos. Ele é um cara, eu falei um dia num culto da quarta-feira, né? Eh, eu cheguei na obra e quando você chega na obra, meu irmão, aí ó, o filho da Cínt chegando, logo logo é um é um de nós, né? Um pastor. Quando você chega assim, ó, os caras são são trator, viu, irmãos? É esse esses velh sabe, ó, paz do Senhor, tal. São os que passam por cima de você, nem fala. O Deiror é um dos mais velhos da associação, irmãos. Ele é, não parece, né? Não parece. Mas, ô, o Delomiro nunca chegou em mim assim e falar assim: "É porque você tem que fazer desse jeito assim, tá fazendo". O Delomiro nunca me deu dedado, irmãos. Assim, ah, tá aprendo a como fazer. Ou você errou, tal. O Delomiro sempre fala assim: "Ô, meu brother, ô Jefão, ô, você fez um negócio lá, que legal. Deu miro, irmãos, em todo aniversário meu e de casamento, ele me manda mensagem para vocês também. Eu vou fazer inveja para vocês. Ele me manda meu particular, tal, que é outra coisa de migrável. O pessoal tem grupo, né? Às vezes a gente fica mandando no grupo lá, ai parabéns. Ai, né? Ai, não tenho tempo de mandar no particular. Vou mandar no grupo lá, né? Eu, eu gosto. Mandou no particular, pô. O cara tirou um tempo para você. Delmiro tirava lá 5 minutos, ele manda podcast, irmãos, ele não manda mensagem. E aí tirou lá para mim mandar uma mensagem, irmão, como é que eu não amo um cara desse? Só que aí esse coração aqui, ó, tá escrito assim, ó: "Você me perdoa? Porque, irmãos, eu falei que eu tenho problema e às vezes eu falo coisas, eu não sei, irmão, se mago alguém e de pô, você sabe, caminhada cristã e às vezes a gente pisa na bola". Não sei se eu já te maguei, cara, mas eu te entrego meu coração, irmão. Você me perdoa, cara? Mais uma vez, Deus abençoe. E e é assim, meus irmãos, tá? Pastor Delomiro vai ganhar, você vai ganhar um desse. Quem vai me ajudar a distribuir aqui? Quem? Vem cá. Todo mundo vai ganhar um desse agora, tá certo? Todo mundo vai ganhar um negócio desse. Vai ter a oportunidade. Olha só, você vai ter três oportunidades, meu irmão. Três corações escrito: "Você me perdoa". Três estrelas escrito: "Eu admiro você". Você vai ter três chances de olhar para alguém aqui hoje, agora você vai olhar para ele e vai falar assim: "Cara, eu admiro tanto você e a gente nunca nem se falou. Você vai poder pegar alguém aqui hoje, vai falar: "Cara, a gente até briga, mas eu brigo com você porque eu gosto de você." Você vai poder olhar para alguém aqui hoje, falar: "Poxa, você é meu melhor amigo, minha melhor amiga. Eu nunca te falei o quanto eu te amo, cara. Você vai poder dar uma estrelinha ou esse biscoito para ele e para ela e você vai falar isso para ele e para ela. Seja didática todo mundo tem que ter três dois pacotinhos. Exatamente. Então, todo mundo vai ganhar um pacotinho com três biscoitos desse aqui, ó, de coração, tá bom? de de estrelinha, tá bom? Mas não é só estrelinha. Você também vai ganhar esse biscoitinho aqui, ó, com o coração. Sabe por quê? Porque você também vai poder hoje encerrar aquilo lá, irmão. Aquela briga velha, aquela briga antiga. Lembra daquela briga? Começou no futebol da igreja, começou numa reunião de comissão, aquela briga que começou na porta ali, você vai pegar um coração e você vai falar assim: "Cara, foi mal, irmão. Me perdoa, cara. Eu não queria ter machucado você. Me perdoa, porque eu sei, eu eu sou eu sou estranho. Ô, ô, Lert Júnior, ele tá aí, pai. Ô, Júnior, cadê meu irmão? Saiu fora? Ele saiu. Tá aí. Vem cá, Júnior, rapidão. Só quero te entregar. Pode, pode entregar, Ad, por favor. Eu vou te entregar o meu coração. Gas. [Música] É só para pedir perdão. Vocês vejam, né, irmãos? Eu sou o pastor chorão demais. Eh, meu irmão, ele, eu contei a história para vocês, é afastar da igreja e tal. E às vezes a gente quer empurrar a religião embaixo da agoela das pessoas. E eu já fiz isso, cara. E não é isso, né? Você sabe, né? Eu te amo demais, cara, para deixar você para trás. É só isso que eu queria. Me perdoa. Mas eu também quero dizer, cara, que eu eu te admiro e aí eu vou entregar dois ainda para você. Você é um baita profissional. Você é um cara aplicado, esforçado demais, né? E a a gente sempre comenta isso. Eu te admiro demais que você é meu irmão mais velho. Ele é mais velho que eu, tá, irmãos? Não vem conhece que ele é mais bonito, não. Ele é mais velho também. Mas porque eu admiro muito você, cara. Deus te ajude, tá? Valeu, irmãos. É isso, tá entendendo? Você levanta da tua cadeira aí, meu irmão. Levanta e anda. Eu não quero você aí parado, pensando, ah, o outro que vi pedir perdão primeiro. Vai até ele lá. Eu não quero você aí parado falando assim: "Ah, eu tô com vergonha de falar que eu gosto dela porque ela se veste tão bem. Eu tô com vergonha de falar que eu gosto dele, porque ele prega ótimo aqui, ó. Tô com vergonha. Não, não tem vergonha agora. Vai nele, vai até ela, minha irmã. Clima diferente. Se levanta, quer vir aqui nos caras do da, ô, vem aqui. Quer subir no cara do som lá, ó? Lá no cara lá da do computador, vai lá. Mas não perde tempo, irmão. Hoje é dia de refazer os nossos laços. Hoje é o dia de amar. Hoje é dia de [Música] perdoar. [Música] Você é maravilhosa. Eu vou te agradecer porque aquele dia eu até pensei, será que eu posso aqui ela? Mas você veio. Obrigado. Tá. Deus abençoe. Ela aceitou comigo. Tá bom. Chegou a hora de refazer o amor aqui dentro. Não importa o que aconteceu, lembre-se, meu irmão, quebre o vidro da saudade agora buscando a paz de Deus. Não espera alguma coisa acontecer. Eu procurei quebra o vento da saudade por tantos meios. Que coisa linda ver gente que talvez não se falava, ver casais, não é, que se amam, né? Se abraçando. Que [Música] maravilhoso. Meus [Aplausos] olhos abrir. Isso só é possível pela cruz. E ao olhar pra cruz eto amor. Deus é maravilhoso, irmãos. Isso é o Espírito Santo trabalhando por mim. A temporada de Páscoa, a temporada de libertação do pecado, no seu coração incomodando. Porque nenhum de nós merece, mas a graça de Deus alcança, irmão. Não fique parado, peça perdão, perdoe. Admira alguém, seja admirado. Muito [Música] obrigado, tua glória naquele [Música] dia. Eu vou te falar uma coisa, meu irmão. Hoje vamos pouquinho da glória daquele dia, viu? as marcas um pouquinho da glória daquele dia. Glória quando ele virar e ele vai te dizer o porquê das cartas dele. Ele também vai te falar, meu irmão. Nesse dia que vai falar para você de [Música] olho. Deus tem louvado por isso. Ol para tu. [Música] sacrifício de sacrificar. [Aplausos] [Música] Que momento, irmãos, que coisa maravilhosa. Cruz, eu entendo o amor, derramado por mim. [Música] Sacrifício de sangue todo as ovelhas [Aplausos] Der sand [Aplausos] Soucou, Senhor, tua [Música] casa eu sou. [Música] Eu entendo amor, [Música] derrama por mim. Sacrifício de sangue por um pecador. Não sou [Música] merecedor. No obedecedor da graça me alcançou. [Música] เฮ เฮ [Música] Eu Eu aguardava, eu aguardava ansiosamente. Eu aguardava ansiosamente, eu aguardava esse momento com vocês. comer essa Páscoa com vocês. Senhor Jesus. Certo, certo? Mestre, por que você tá fazendo isso? Por que que era responsável? Pedro O que eu estou fazendo agora? Você não vai entender, mas depois você vai entender. Jamais vai lavar meus pés. Se eu não não lavar os seus pés, você não tem parte comigo. Você não será meu discípulo. Então, não só os pés, as mãos, a cabeça também. Aquele que se banhou não necessita lavar senão os pés. No mais está todo limpo. Vocês entenderam o que eu fiz? Vocês me chamam o Mestre e o Senhor. E fazeis bem. Vocês estão certos. De fato, eu sou o Senhor e Mestre. E se eu, Senhor e Mestre, lavei os pés de vocês, vocês também devem lavar os pés uns dos outros. E em verdade, em verdade eu digo para vocês, o empregado não é maior do que o seu patrão. O mensageiro não é maior do que aquele que o enviou. E agora que vocês sabem dessas coisas, vocês são felizes e bem-aventurados se praticarem essas coisas. Tendo entendido a lição do mestre e seguindo o exemplo dele, convidamos a todos a descerem para participarmos juntos da cerimônia do lavapés. E após isso, voltamos para participar dos símbolos da Santa Ceia. Ela [Aplausos] [Música] É sim. [Música] [Risadas] [Música] Você que já lavou os pés ou talvez não vai participar, você pode permanecer aqui no auditório em atitudes de adoração, de reverência, de reflexão e logo mais estaremos todos de volta para a entrega dos emblemas. [Música] Obrigado. [Música] เ de vocês não [Música] ser esse só essação só para a cerimônia da humildade. A humildade. Não tem ninguém. É tanto falha ninguém maior que ninguém. palavras. Talvez que vocês entendem isso, vai entender. A gente ficou só nessa. Gente, não tem água. [Música] Aí que acontece aí da só um só agora, agora só entrega [Música] dos lavar os pés. Vocês dois vão lavar. [Música] se quer [Risadas] [Música] Valeu, eterno. Obrigado. [Música] Ô meu lindo. Oi, meu lindo. Vai [Música] cantar. เฮ [Música] Você acha feliz pastor? [Música] Aí não [Música] falou, ele tá falando Eliseu. [Música] Eliseu para sempre. [Música] [Aplausos] [Música] Oh. [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] เฮ เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Hã, eu tiver aí foi lá o teste para né? Vamos ver como tá, né? Tomara que não dever fazer só uma mesma ou uma reação a vacina, né? alguns anos. fazendo uma então no sábado assim, mano. Eu acho bonito, eu acho. Eu acho que eu nasci na época errada, na boa. Verdade. Legal, cara. Eu vi, acho que é os beduínos que ainda usa isso, né? lá em Israel, uma galera que viva que vive distante e tal, eles ainda che também tinha uns futebol, mano. Fala aqui na outra você vê aqueles cara que não pode negoci Ah, mano, eu acho bonito, velho. Eu acho, eu usaria fácil. Ganhou a estrelinha do pastor, hein, mano. Aí sim, hein? Mas sabe o que que agora que tá agora? Velho, esse bicho é falso. Esse bicho é falso. Eu vou falar pastor, tá? aproximadamente que é o acho que é na lembrar, mas a gente aí primeira É o seguinte, ele sempre estava falando para quando trocar logo quando ele caminou uma deixar eu achei V de verdade. Não Uma de bola sempre. que ele falou semana passada. Ai, vamos logo depois [Música] Eu não sei nem o que falar. Tô sem moral nenhuma. [Música] Eu sinto bem. Eu sinto bem. Eu não gosto daquela porque eu não gosto e agora é uma venha pro teu irmão e aí aí eu não aí eu não vi sabe aquela coisa dear namorar essa liberdade esse espaço pros de nesse momento. [Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] É. เฮ [Música] เฮ [Música] Nossa, eu vou trocar esse esse negócio. Negócio inchado. Poxa vida, né? Depois de tantas bênçãos, tantas emoções, né? Poxa vida, nós só temos que bendizer o nome do Senhor Jesus e falar que ele é e sempre será santo para sempre. Vamos cantar. Medite na letra. [Música] Ascas gerações rendidas em louvor, cantando ao cordeiro uma canção. [Aplausos] Os que te ficam e os guiam de crer, cantando ao cordeiro uma canção. Teu nome é o mais alto. Teu nome é maior. Teu nome é sobre todos. [Música] Un sonos e domínios, governos e poderes é sobre todos e os anjos clamam. Santo toda a criação. Santo, exaltado és. Santo, santo para [Música] [Aplausos] [Música] seguir. Perdoado e redimido foi ao poder uma função. que é livre. Leva o seu nome, cante ao cordeiro uma [Música] canção. Cantaremos para sempre. Amém. E os santo, toda crição. Santo, exaltado é santo, santo para mim. O teu pov santo sim ao rei dos santo será santo em mim. Teu nome é mais alto do teu nome. É maior. Teu nome é sobre todos os tronos e domínios e poderes. Teu nome é sobre todos. Teu nome é mais alto. Teu nome é maior. Teu nome é sobre todos. E poderes teu nome é sobre todos e os anjos. É tua criação. Santo, exaltado é santo, santo para sempre. Sim. Se santá. Santo, santo para sempre. Tu sempre serás santo, santo para sempre. [Música] Amém. Podemos nos assentar. A Bíblia em Primeira Coríntios, no capítulo 11. A partir do verso 23, ela fala: "Pois recebi do Senhor o que também entreguei a vocês, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, partiu e disse: "Isto é o meu corpo que é dado em favor de vocês. Façam isto em memória de mim". E para cumprir a ordem do nosso mestre, hoje nós faremos isto. Vamos participar da ceia do Senhor. E aqui é descoberto o pão que representa esse corpo que foi ferido e humilhado por nosso favor. Nesse momento nós nos ajoelhamos e nós vamos orar para pedir a bênção de Deus sobre esta ceia que hoje participamos. Vamos [Música] ajoelhar. Querido Deus, nesse momento, há muito tempo atrás, o Senhor descansava, pois o seu corpo havia sido moído. Pelos nossos pecados e por nossas transgressões. E obrigado, Pai, porque o Senhor carregou o nosso farto. Pai querido, nesse momento em que partilharemos do pão que representa o seu corpo moído na cruz, nós te pedimos a sua bênção sobre nós. Nós te pedimos que o seu Santo Espírito seja derramado sobre a igreja. Nós te pedimos que possamos reconhecer as nossas faltas e não voltar a cometê-las. Obrigado por este pão. Obrigado por este símbolo. Em nome do Senhor Jesus. Amém. E então agora todos que participaram do lavapés e vão participar da ceia, permaneçam em pé. Nós vamos entregar para cada [Música] um. S. Mão que simboliza o corpo do nosso Senhor [Música] Jesus. O Espírito do soberano, o Senhor está sobre mim, porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros. Você, meu irmão e minha irmã, que já recebeu o seu pão, pode se assentar e aguardar enquanto todos vamos participar juntos, tá? da ceia do [Música] Senhor também está sobre mim para proclamar o ano da bondade do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus para consolar todos os que andam tristes e dará todos os que choram em Sião uma bela coroa. coroa invés de cinzas, o óleo da alegria ao invés do pranto e um manto de [Música] louvor do espírito oprimido, o espírito abatido. Eles serão chamados carvalhos de justiça, plantil do Senhor para a manifestação da sua glória. Eles reconstruirão as velhas ruínas, restaurarão os antigos escombros, renovarão as cidades arruinadas que foram devastadas de geração em geração. Porque eu, Senhor, ama a justiça e odeio o roubo e toda maldade. Em minha fidelidade os recompensarei, e com esses farei aliança eterna. Seus descendentes serão conhecidos entre as nações e a sua pró entre os povos. Todos os que virem reconhecerão que eles são um povo abençoado do [Música] Senhor. Nesse instante todos nós, em espírito de oração e gratidão, participemos do pão, representando o corpo do nosso Senhor Jesus Cristo. [Música] E amém. Deus seja louvado por este momento. Da mesma forma, depois da seia, ele tomou o cálice e disse: "Este cálice é a nova aliança no meu sangue. Façam isso sempre que o beberem em memória de mim." [Música] E a semelhança do pão. Neste momento, nós vamos nos ajoelhar e agradecer a Deus porque ele derramou seu sangue por [Música] nós e porque esse sangue lava todas as nossas falhas e os nossos pecados. [Música] Senhor, não cansamos de expressar nossa gratidão pela vida do teu filho amado que foi entregue para nos salvar. sangue que foi derramado, o único que poderia de fato nos lavar, nos purificar e nos tornar dignos de recebermos a coroa da vida eterna. Obrigado, Pai. Louvado seja o teu nome. E agora, ao participarmos deste emblema, que este símbolo represente na vida de cada um de nós um oceano da tua graça, nos purificando de todo pecado. Ainda que nossos pecados sejam em abundância, a tua graça é super abundante e nós te louvamos e ao participarmos neste momento, esta certeza seja confirmada na experiência, na vida de cada um de nós. Oramos agradecidos em nome de Jesus. [Música] Amém. Da mesma maneira eu peço a você que participou do símbolo do pão que permaneça em pé. E o suco da videira vai ser entregue, né? Suco da da uva, né? Fruto da videira vai ser entregue para cada um de vocês. Ao receber você pode se se assentar, tá? Porque nós vamos participar juntos. [Música] Quem creu na nossa mensagem e a quem foi revelado o braço do Senhor, ele cresceu diante dele como um broto tenro e como uma raiz saída de uma terra seca. Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse. Nada havia em sua aparência para que o desejássemos. foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento, como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não o tínhamos em estima. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças. Contudo, nós o consideramos castigado por Deus. por Deus atingido e afligido. Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades. O castigo que nos trouxe paz estava sobre ele e pelas suas feridas fomos curados. Todos nós, todos como ovelhas nos desviamos. Cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho e o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós. Ele foi oprimido e afligido. Contudo, não abriu a sua boca. Como um cordeiro foi levado para o matadouro e como uma ovelha que diante de seus tosqueadores fica calada, ele não abriu a sua [Música] boca. Com julgamento opressivo, ele foi levado. E quem pode falar dos seus descendentes? Pois ele foi eliminado da terra dos viventes. Por causa da transgressão do meu povo, ele foi golpeado. Foi lhe dado túmulo com os ímpios e com os ricos em sua morte, embora não tivesse cometido nenhuma violência, nem houvesse nenhuma mentira em sua boca. Contudo, foi da vontade dos Senhores magá-lo e fazê-lo sofrer. E embora o Senhor tenha feito da vida dele uma oferta pela culpa, ele verá sua próle e prolongará os seus dias, e a vontade do Senhor prosperará em sua mão. E depois do sofrimento da sua alma, ele verá a luz, ficará satisfeito pelo seu conhecimento. Meu servo justo justificará muitos e levará a iniquidade de todos eles. Por isso lhe darei porção entre os grandes. Ele dividirá os despojos com os fortes, porque derramou sua vida até a morte e foi contado entre os transgressores. Pois ele levou o pecado de todos nós e por todos nós transgressores, ele intercedeu. A ele a honra e a [Música] glória. E agora então em espírito de oração e gratidão ao nosso Deus, vamos todos participar do símbolo do suco que representa o sangue de Jesus que nos lava dos pecados. Deus seja [Música] louv. E bendito seja tu, Senhor, nosso Deus, que nos deu o fruto da videira. Amém, irmãos. Porque sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha. E certamente ele vem. Ora vem, Senhor Jesus. E a igreja diz amém. E Deus seja louvado por esse momento. E a Bíblia fala que os discípulos depois da ceia não saíram tristes, não saíram chorando, eles saíram felizes e eles saíram cantando. E agora o nosso grupo de louvor tal vai cantar e você vai cantar junto. E juntos vamos louvar o nosso Deus. Vamos ficar em pé. Vamos lá. Cristo, ele foi ferido por nós. Primeiramente, ele nasceu como eu e você foi ferido e agora ele voltará para nos buscar. Amém, igreja? Amém. Deus seja [Música] louvado. Aleluia. Aleluia! Ele vem, vem me [Aplausos] buscar. Eu quero ir com ele morar. Quanto tempo será? que vai demorar. Ó meu Jesus, como eu quero te [Aplausos] abraçar. Vou andar em ruas de ouro, receber um lindo tesouro. Faça a face. Verei e me prostrarei diante do eterno rei. Santo, santo, santo, santo, para sempre eu cantarei e viverei. Exaltando, adorando, louvando uma nova Jerusalém. [Música] Vamos lá, igreja. Vem me buscar. Eu quero ir. morar. Quanto tempo será que vai demorar? Ó meu Jesus, como eu quero te abraçar. Te abraçar. [Aplausos] Senhor e me prostiante do eterno Deus. Santo, santo, santo, santo. Paz em mim eu cantarei. Adorar a Jerusalém. [Música] Santo, santo, santo, santo. Para sempre eu cantarei agora no Jerusalém. Amém. Deus seja louvado. Toda honra e glória a ele. Nós vamos aproveitar, né, todo esse momento, né, paramentados, tal, e quando havia a reunião no povo de Israel, né, e na peça Páscoa, né, judaica, sempre era feito, né, essa bênção que agora eu ensino para você também. [Música] Que o Senhor te abençoe e te guarde, que o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e que o Senhor tenha piedade de ti. Que o Senhor sobre ti levante o rosto e te dê a paz. Amém. Amém. Amém. E Deus seja louvado, meu irmão. E uma boa Páscoa para todos. E eu vou est na porta lá para te dar um abraço. [Música]