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O CAPITALISTA E A PROPRIEDADE PRIVADA: LENDO O MANIFESTO COMUNISTA – Parte 11

O CAPITALISTA E A PROPRIEDADE PRIVADA: LENDO O MANIFESTO COMUNISTA – Parte 11

O CAPITALISTA E A PROPRIEDADE PRIVADA: LENDO O MANIFESTO COMUNISTA – Parte 11

Nesse vídeo, damos sequência à nossa leitura comentada de O Manifesto Comunista
Pix: [email protected]

Legendas automáticas:

Fala minha gente, tudo bem? Bora lá para
mais um conteúdo totalmente exente aqui
no nosso canalzinho. Dessa vez a 11ª
parte da nossa leitura de O Manifesto
Comunista. Sim, nós estamos trabalhando
linha a linha de maneira comentada esse
texto que é tão mal interpretado, tão
mal utilizado ou muitas vezes em torno
do qual são criados fantasmas e
espantalhos para desviar a atenção da
classe trabalhadora e para deixar você
com medo, pânico moral, para não tomar
consciência a respeito do funcionamento
da sociedade ou mesmo consciência de
classe, qual a sua posição dentro da
reprodução social, dentro da divisão
social do trabalho. Beleza? Então nós
seguiremos aqui nesse papo. Se você
gosta desse tipo de conteúdo, não
esquece de curtir esse vídeo, comentar
para que deixar espalhar a palavra por
aí, divulgar para que as pessoas possam
ler ou ter acesso a esse conteúdo do
Manifesto Comunista, nem que seja de
maneira comentada, linha a linha. E dá
uma olhadinha também no na chave aqui do
do Pix que tá na descrição do vídeo e
considere ser membro, membra, membre,
membrezia aqui do nosso canalzinho, que
somos um grupo pequeno SL e resistente
com conteúdos exclusivos semanais para
você, beleza? quer dizer, você e todo
mundo que faz parte do grupo, então é
coletivo. Eu espero que vocês estejam
acompanhando essa série. E na última nós
começamos a falar sobre a tal da
propriedade ou na verdade da necessidade
de superar a propriedade burguesa, né?
Existe uma forma de propriedade ou de
apropriação do produto social específica
no modo de produção capitalista sob.
Então nós construímos como Marx critica
isso e como Marx explicitamente diz:
"Isso significa que você não pode ter
coisas, ter posses?" Não, animal. O que
significa é que você tem que saber
distinguir a forma, a forma de
propriedade, de apropriação do produto
social específica e tentar superá-la.
Afinal, afinal, como ele mesmo indica e
como é muito perceptível, a forma de
apropriação do produto social, do
produto do trabalho social numa
sociedade feudal, por exemplo, é
completamente distinta da forma de
apropriação desse produto numa sociedade
capitalista, na forma social burguesa ou
mesmo numa comunidade, numa estrutura de
vida comunal ali, numa propriedade
comunal, em outra maneira de organizar a
vida.
humana, né? Então, diferentes maneiras
de produzir e de organizar essa
produção. Existem diferentes formas
sociais, diferentes maneiras de
apropriar-se do produto total. Então, a
crítica à propriedade vem disso, da
crítica da forma de apropriar-se, de
apropriação, de ter propriedade sobre
dentro do modo de produção capitalista,
da forma social burguesa. E no caso, nós
vimos e trabalhamos esse tema e
percebemos que eh na análise de Marx
haveria um antagonismo próprio dessa
forma de apropriação, que é a
apropriação pelo capital e a apropriação
pelo
trabalho. coisas
distintas. Uma coisa, a forma de de
apropriar-se, de ter propriedade
privada, orientada, dirigida e decidida
pelo capital, outra seria pelo
trabalho. E aí, nisso a gente parou
nessa parte que eu vou começar a ler
aqui, em que indica que ser capitalista
não é só uma questão de uma posição
pessoal. Ah, eu sou um capitalista.
Então, você identifica aí a sua
existência com o
capitalista, pessoal. Não é uma questão
de uma posição também social e nós vamos
retomar a partir desse ponto. Então,
sigamos a nossa leitura.
Ser capitalista significa ocupar não
somente uma posição pessoal, mas também
uma posição social na produção. O
capitalista é caracterizado, não só
porque eu sou um capitalista, não, não é
uma questão pessoal, é uma posição
social, uma posição e uma função
específica dentro da coordenação da
divisão social do
trabalho. Qual é o caráter específico
desse capitalista em sua posição social?
como ele
detém, é dono, é proprietário privado
sobre a forma de propriedade burguesa
que aliena todos os demais, do meio de
produção necessário para realizar o
produto social que mobiliza e garante as
condições de reprodução dessa própria
sociedade. Ou seja, como ele é dono,
como ele se apropria, como ele cerca
este meio de produção que é
social, que é realizado
socialmente, que é produzido,
reproduzido, mantido socialmente, que
depende da combinação do trabalho
social, mas que por ser dono ele dentro
desta forma de apropriação específica do
capital, colhe os frutos desse trabalho
social de maneira
privada. E
mais, na produção e reprodução ampliada
de capital, ele decide os rumos dos
investimentos socialmente produzidos.
Afinal, ele é o dono do meio de produção
e vai decidir quanto vai paraa inovação,
quanto vai para outro ramo, para criação
de uma nova indústria ou pra especulação
financeira.
Como esse ser humano pode pegar esta
massa de capital produzido no processo e
decidir os rumos? Ele ocupa uma posição
social de coordenação da divisão social
do trabalho. Ele decide sobre os rumos
da
produção, não só dele, da sociedade como
um todo. que o modo de produzir dentro
dessa estrutura industrial moderna
extremamente complexa, de uma divisão
social trabalho extremamente complexa,
de trabalhos combinados de maneira
impressionantemente
ramificada, em que todo mundo depende de
pequenos trabalhos distribuídos em toda
a sociedade.
Esse
humano que tem uma posição específica
decide sobre tudo ou sobre os rumos
desta produção social de acordo com seus
interesses individuais e pessoais,
porque ele tem alguma capacidade mais
elaborada, uma virtude, é mais racional,
alguma coisa do tipo, não é porque ele é
proprietário, privado dos meios de
produção. Só que o trabalho é social.
Só que a racionalização desta economia
como um sistema conectado não pode ser
decidida de acordo com o
indivíduo que sozinho porque tá com
fome, porque tá com sede, no caso não é
nada disso porque não tem necessidades,
né, de já tá satisfeita a fome, já tá
satisfeita a sede, por pura preferência,
porque ele gosta ou não gosta, ele
decide sobre os rumos da economia, ele
decide sobre os rumos da
produção. Beleza?
Ah, não, não, mas ele vai seguir ali o
cálculo racional de coordenação ótima
dos meios para obter um determinado fim.
Ele vai a fazer uma ação racional
formal, uma ração instrumental, né? Uma
racionalidade econômica instrumental.
Ele é um cara ali de ação
econômica. Por isso que ele pode fazer
isso. Ele vai fazer, ele vai fazer nas
regras do mercado, ele vai fazer dentro
dessa
racionalidade. Sim, criatura. Mas dentro
do sistema capitalista, a finalidade já
tá decidida. É como ele vai obter o
máximo de
lucro. Então ele não tem nenhum critério
para planejar esta produção e reprodução
social de modo ordenado e minimamente
sustentável e equilibrado, pensando no
dia seguinte e só pensa no máximo de
taxa de lucro. Então, se o máximo de
taxa de lucro significa transferir toda
a riqueza, todo o capital acumulado para
um setor improdutivo, o camarada faz. Aí
quando ele faz, sabe o que acontece? O
setor produtivo morre, definha. E as
pessoas empregadas nesse setor produtivo
específico vão trabalhar de
quê? Vão ser força de trabalho para
onde?
vai para serviços aleatórios que não
emprega a galera. Extremamente que que
acontece? Ah, Bruno, nada a ver. É só
olhar hoje o
despero de capitalista gringo
estadunidense ao ver que ao
deslocar o capital para o setor
financeiro e transferir os custos de
produção e da indústria para outros
países, agora percebeu que tá numa crise
bizarra, econômica, porque não produz um
palito, uma agulha e não consegue
empregar as pessoas de seu próprio país
E a gente tá vendo essa insanidade se
transbordar para além da decisão de um
capitalista individual em
suas eh megalomanias de lucro. Tá indo
pro âmbito do uso do estado para poder
recuperar esses ganhos, para tentar
alguma estratégia para não se perder no
caminho, para voltar a ter lucro, para
não para voltar a ter conteúdo
substancial em seu processo produtivo,
né, para não morrer na praia, tal. E aí
é isso. Então assim, a gente já tá vendo
esse bagulho acontecer, a gente vê essa
fita, né? E aí você não tem um
planejamento racional da economia, ele é
irracional, sem considerar outro fator
que não entra aqui no caso, mas a gente
pode discutir em outro momento e tem
alguns vídeos aqui no canal que a gente
falou sobre isso, sobre a
irracionalidade de você não ter nenhum
critério além da do ótimo, além da
competitividade, da eficiência, né, de
você atingir o máximo possível na nos
ganhos. Por quê? Porque com esse
critério você pode acabar destruindo as
condições de reprodução da vida do dia
seguinte, mas formalmente tá
racionalmente adequado. Então você foi
economicamente um sucesso do ponto de
vista formal para obter o lucro, mas um
imbecil porque destruiu as condições de
sua própria reprodução de
vida. Tem que tá vivo para poder
continuar fazendo
conta. Beleza? O capitalista é esse
humaninho que tem essa posição social
privilegiada sobre a coordenação da
divisão social do
trabalho. Ele decide os rumos, o futuro,
porque ele é
dono privado sobre a forma social
burguesa de apropriação do produto
social, dos meios de produção. E aí ele
decide os rumos e a gente só vai
seguindo de acordo com os interesses
desta elite canália capitalista. Mas
beleza, vamos lá.
O canalia foi meramente por raiva,
porque não precisaria utilizar esse
adjetivo para mostrar que é um sistema
burro. Mas tá, então assim, perdão aí.
O capital é um produto coletivo e só
pode ser posto em movimento pelos
esforços combinados de muitos membros da
sociedade. Em última instância, pelos
esforços combinados de todos os membros
da
sociedade. Isso é óbvio. Ou vocês acham
que vocês estão assistindo esse vídeo
aqui sem depender de uma sequência
bizarra de trabalhadores e trabalhadoras
que criaram determinados sistemas que
estão funcionando e agora nesse exato
momento eles estão apertando algum
botão, fazendo alguma coisa para que a
internet esteja funcionando, para que a
luz não acabe, para que você esteja aí
aproveitando em algum determinado local
sem acesso ao Wi-Fi, o seu 4G, 3G, sei
lá qual G que a gente tem, 5G.
O trabalho ele é combinado. A a nossa
vida social ela depende de uma relação
complexa de esforço combinado de toda a
sociedade. Só que o planejamento e o os
rumos da economia estão sendo decididos
não de acordo com esta sociedade
combinada, não de acordo com os
interesses de lucro individual dos donos
de meio de produção. Então, esta posição
específica na sociedade quebra um ciclo
minimamente equilibrado, quebra a
possibilidade da gente ter um cálculo
mais adequado para a permanência da
sociedade. Mas vamos lá. O capital não
é, portanto, um poder pessoal, é um
poder social. Guarda essa afirmação
importante. O capital não é, portanto, o
poder pessoal, ele é um poder social. O
capital é produto social, por isso tem
que ser socialmente apropriado,
dirigido, coordenado, orientado e
realizado. Assim, quando o capital é
transformado em propriedade comum,
pertence a todos os membros da
sociedade. Pertencente a todos os
membros da sociedade, não é uma
propriedade pessoal que se transforme em
propriedade social. O que se transformou
foi o caráter social da propriedade.
Veja que é uma argumentação filosófica
interessante que estrutura lógica que a
gente precisa entender que é
bacana. Não é que você agora vai
transformar a propriedade pessoal numa
propriedade comum, né? Você não foi ai
porque eu sou bonzinho, então a gente
vai trazer aqui. Você tem que
transformar ou reestruturar a própria
forma de apropriação, o próprio
estatuto, a estrutura desta propriedade
social. Isso que é importante, o caráter
social da propriedade não pode ser
burguês, não pode ser sob a forma desse
tipo específico, porque esse tipo
específico de forma de apropriar-se, de
ter propriedade sobre,
impede esta racionalização do processo,
compreendendo que ele é coletivo,
socialmente combinado e que, portanto,
precisa ser racionalmente estruturado
pela permanência da sociedade de maneira
também coletiva e combinada.
precisa trabalhar
melhor esta
a eh o caráter eh a propriedade, né, ou
a propriedade específica, o caráter
social da propriedade, pede seu caráter
de classe porque deixa de ser burguesa e
passa a ser outro tipo de
propriedade. Vejamos agora o trabalho
assalariado, né? Então aqui a gente tá
inclusive nesse argumentação que mais
para frente a gente vai retomar ela,
inclusive, mas falou sobre o caráter da
do propriedade do capital. Agora vamos
ver do trabalho e do trabalho
assaladeado, como é que funciona essa
brincadeira. Vejamos agora o trabalho
assalariado. O preço médio que se paga
pelo trabalho assalariado é o mínimo de
salário, ou seja, a soma dos meios de
subsistência necessários para que o
operário viva como
operário. Preste atenção.
Preço médio que se paga pelo trabalho
assalariado é um salário
mínimo para que você persista, exista,
subsista, permaneça enquanto operário,
enquanto operária, enquanto trabalhador,
enquanto trabalhadora, enquanto pessoa,
que é força de trabalho necessária para
que toda a maquinaria social que produz
capital
funcione. Então, o salário
mínimo tem como condição ou como caráter
específico a subsistência do
trabalhador, da
trabalhadora. Como é que você diminui
esse salário
mínimo? Hum.
Se tiver muita gente ofertando força de
trabalho, como é uma mercadoria tal qual
outra, a venda e a
disposição, o pessoal vai baixando o
preço, né? A gente tem que baixar o
preço do nosso
trabalho. O uso da disponibilidade de
cargos de trabalho também, né? Quantos
postos de trabalho a gente tem para
ofertar para as pessoas? Vai diminuindo
e subindo salários.
O salário, esta forma de preço que é
colocada na nossa testa enquanto
mercadoria, quando nos transforma em
mercadoria e que aparentemente paga pelo
nosso tempo de vida, né? Tem aí como
função manter a gente vivo. No caso,
inclusive a gente e a nossa família. Em
teoria.
em teoria, porque eu preciso preparar
também os filhos, as filha, a molecada
para ser a próxima força de trabalho,
né? A renovação da força de trabalho
depende de que os as crianças
sobrevivam, subsistam.
E isso tem implicações interessantes pra
gente analisar como funciona o cálculo
da economia, não de um ponto de vista
individual como famílias, porque nós nos
reproduzimos socialmente em diferentes
configurações familiares, mas enquanto
famílias, algo a se analisar importante,
mas isso também vai voltar em breve.
Afinal, no manifesto comunista também se
fala sobre famílias, não é? Mas isso vem
em outro momento. Por conseguinte, o
operário, o que o operário recebe com
seu trabalho é o estritamente necessário
para a mera conservação e reprodução de
sua
existência. Não pretendemos de modo
algum abolir essa apropriação pessoal
dos produtos do trabalho. Indispensável
a manutenção e à reprodução da vida
humana.
Nós comunistas não
pretendemos abolir a propriedade do
trabalho, a apropriação que o
trabalhador precisa ter sobre aquilo que
é necessário para a reprodução da vida
humana. Você pode ter coisas, você vai
poder consumir, você vai poder viver e
desfrutar da vida, porque isso é como se
apropria do trabalho. A questão é que a
forma de apropriação do trabalho dentro
da sociedade burguesa, ela é a partir da
propriedade privada, individualizada,
específica, que também se versa sobre o
modo de produzir, sobre os meios de
produção e que altera o planejamento da
produção e reprodução social. Então tem
que mudar esta forma de apropriação, tem
que superar esta apropriação voltada
para o capital e torná-la em favor do
trabalho de nós que trabalhamos, que
produzimos, reproduzimos a sociedade,
porque nós somos a própria sociedade em
sua
realização. Só que aí tem um camarada
que é dono de algum bagulho, porque
formalmente foi estabelecido que ele é
dono e aí agora ele decide sobre os
rumos e a vida de todo mundo. Então, se
ele resolver tirar os investimentos de
uma indústria num lugar e levar para
outro, o pessoal que tava nesse nesse
lugar que perdeu a indústria fica sem
emprego. Se ele ficar com se esse pessoa
ficar com fome, não tiver possibilidade
de se reproduzir, de existir, de ter
dignidade, de desfrutar da vida, esse
presente que Deus dá, sabe o que
acontece com esse pessoal? Não é visto
socialmente, é só um acidente quase,
porque afinal a gente se acostumou e
naturalizou a forma de propriedade
burguesa que orienta para o capital toda
essa estrutura
produtiva. E aí o trabalho, a força de
trabalho, os seres humanos pouco
importa para o capital.
Então, superação desse tipo de
propriedade não tem a ver meramente com
ter ou não ter coisas, tem a ver com
esta percepção aqui. Porque, gente, você
vai ter a sua vida, você tem que
desfrutar dela. É para vivermos e
vivermos bem, correto?
Só que como se estrutura a propriedade
dentro da sociedade burguesa desse modo
de produção capitalista, a vida humana é
jogada para merda, marginalizada,
colocada de lado e é só uma peça dentro
desse processo produtivo. E se o cara
decidiu que para ter mais lucro ele vai
mudar, dane-se você, porque você é só
uma pecinha, uma unidade de força de
trabalho que se vende a um preço
específico dentro do
mercado. tem que superar o capitalismo.
Uma apropriação que não deixa nenhum
lucro líquido que confira poder sobre o
trabalho alheio. Queremos apenas
suprimir o caráter miserável desta
apropriação, que faz com que o operário
só viva para aumentar o capital e só
viva na medida em que o exigem os
interesses da classe dominante, os
interesses da classe
dominante, ou seja, da posição
capitalista que coordena a divisão
social do trabalho e decide os rumos
desta sociedade. Tudo bem? Em o próximo
vídeo nós continuaremos o nosso papo e
vai entrar um elemento que eu gosto
muito, que é a tal do trabalho vivo, que
é um tema muito caro para mim
pessoalmente, da tradição que eu venho
de leituras de Marx e que eu acho que
vai ser bastante interessante pro nosso
papo. Beleza? Espero que vocês tenham
curtido esse papo, esse conteúdo. Não
esquece de curtir esse vídeo também,
comentar, espalhar a palavra por aí, dar
aquela força e a gente vai seguir aqui
trazendo a boa nova todo dia útil até a
vitória final. Valeu, minha gente.

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