PASTORES ABUSIVOS E A ESTRUTURA DE PODER NAS IGREJAS: O PROBLEMA É A MEMBRESIA?
25/04/2025
PASTORES ABUSIVOS E A ESTRUTURA DE PODER NAS IGREJAS: O PROBLEMA É A MEMBRESIA?
Nesse vídeo, reagimos ao pastor Rodrigo Mocellin falando sobre o livro "Uma igreja chamada TOV" e problematizando a questão do abuso espiritual.
Pix: [email protected]
Música está nesse vídeo aqui: https://youtu.be/igt2R_orOB0?si=3A4dGbmi5IbFy10u
Nosso react ao Mocellin falando sobre Marxismo: https://youtu.be/hQDBRxawLV4?si=1vU37Saaz-4YChsZ
Nossa playlist de leitura comentada do Manifesto: https://www.youtube.com/watch?v=Q3DjcvNQWWM&list=PLThmuqf63MGgZdCebCVubvM_meSU99do1&pp=gAQB
Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Olá, minha gente, tudo bem? Bora lá para mais um de conteúdo totalmente sant dessa vez pastor Rodrigo Mocelin falando sobre abuso espiritual. Bora ver, a gente vai parar. O livro uma igreja chamada Touve fala de uma cultura de bondade que deve ser criada na igreja. E o foco do livro, como lemos na introdução, é promover uma cultura eclesiástica marcada pela bondade. Ou seja, o foco do livro são os pastores. Mas para que haja uma cultura de bondade na igreja, é fundamental que os membros também sejam partes integrantes nesse processo. Pois assim como existem pastores que se comportam de modo inadequado e trazem sofrimento aos irmãos, também há irmãos que trazem sofrimento aos pastores e assim também a toda a igreja. Assim, é que existe uma pequena diferença, pastor, entre quem ocupa uma posição, um cargo de execução do poder dentro da estrutura institucional de alguma organização, não só a igreja, pensemos qualquer organização, e das pessoas que não ocupam o cargo, né, uma posição de execução de poder. Elas participam na legitimação desse poder, mas elas não têm a postura, a possibilidade de executá-lo. Diferente do pastor, ele tem uma posição, um cargo institucional específico que o permite executar uma determinada função que altera a estrutura institucional da igreja. Afinal, ele é uma liderança, então ele tem um papel a ser desempenhado. Se é para criar uma cultura dentro de um determinado ambiente, a instituição deve trabalhar para promover essa cultura. Por isso, necessário uma liderança responsável, qualificada que saiba executar a sua função. Contudo, no caso de igrejas e de pastores, esse cargo que é uma posição política específica dentro de uma organização, uma associação qualquer, no caso da igreja, mas com algo especial que é autoridade espiritual, ou seja, se confunde o âmbito da voz do pastor como liderança institucional com a voz do pastor como líder espiritual, aquele que tem acesso privilegiado a Deus, a tradição, a teologia, as respostas para o mundo e para todos, e que então guia as suas ovelhas e tudo Mas essa essa essa confusão, essa coisa dá um grau um pouquinho pior, porque a voz do pastor não tá muito clara se é dele, se é de Deus ou se é do cargo que ele ocupa. E essa mistura aí dá uma margem para, qual vai ser a palavra que eu vou utilizar? É abuso mesmo para abusos que é impressionante. Então, não sei qual o problema de se criticar por um livro, lideranças e estruturas institucionais que acobertam abusos com frequência. Ou seja, o que que a gente vai fazer, né? Melhor seria então a gente não fazer nada ou não escrever o livro ou qual será que tem o problema do livro fazer isso? Não entendi. A gente vai equiparar, né? É que a membresia também tem que ser cobrada. Ela é cobrada diariamente, inclusive em valores financeiros. Assim como o livro Tve trata de casos de líderes que abusaram de mulheres, também há casos de falsas denúncias. Violência sexual tem o poder de destruir vidas. Agora, falsas denúncias também. Então, neste vídeo, vamos falar do outro lado da moeda, daquilo que, cara, você tá colocando no mesmo peso, equilibrando um caso de abuso, que agora nem é só sexual, pelo que você nem é só espiritual, pelo que você comentou, é sexual, ou seja, algo seríssimo, com uma hipotética, talvez, quem sabe acontecida, falsa denúncia, você tá equiparando essas paradas. Você tem noção que o o grau do negócio é completamente distinto, né? Você tá maluco. Por que que você tá fazendo isso, Rodrigo? que o livro Touve não fala de congregações tóxicas, de presbitérios demoníacos e de falsas acusações. Curta, comente, se inscreva e bora para mais um vídeo. Muitas vezes podemos tratar a realidade com aquele olhar marxista de sempre, que divide o mundo em classes, em opressores e oprimidos, em mocinho e vilão. E a primeira estrutura marxista é o burguês é sempre opressor e o operário é sempre vítima. Para você não cair nesse tipo de lorota de gargantada do Rodrigo Mocelin, nós temos aqui a nossa leitura linha a linha do Manifesto Comunista, que eu vou deixar aqui na descrição do vídeo e você vai ver que na primeira, no primeiro vídeo, provavelmente a gente já desmonta essa grosélia que ele tá comentando. Senão e se você assistir todos os que nós estamos construindo, então aí já era. Mas eu acho curioso como o perigo aí do marxismo, hein? Marxismo cultural ataca novamente essa ideia de considerar o pastor alguém que executa poder e que, portanto, tem um privilégio nesta posição. E quem não tem, incapaz de executar o poder, isso é coisa de marxista, que vai colocar o pastor como do mal e a membresia como o pessoal do bem. Isso aí é marxista, que não tem nada a ver. Mas tudo bem, porque o Rodrigo também tá acostumado a fazer isso. A gente tem um react aqui no canal, se eu lembrar eu coloco na descrição em que a gente comenta o o fala do Rodrigo sobre marxismo cultural e que ele cita o manifesto comunista e a gente abre daí os trechos que ele cita no manifesto e lê o texto, né, pra gente não ficar com o texto fora de contexto, que é pretexto para falar qualquer grosélia e percebe que a capacidade de interpretação é bem limitada. Então eu vou aqui ser muito condescendente com o nosso querido pastor para também não ser uma muito tóxico em relação ao que ele tá falando. Você aqui condente, ele, né, tem alguma dificuldade ali em ler o texto, então ele teve travou um pouquinho na interpretação, mas a gente ajudou, a gente leu, abriu o texto, lemos e aí facilita. Tirando essa parte, tem até preocupação agora pensando que talvez nesse vídeo ele faça a mesma coisa com esse outro livro que ele citou, né? que já diz que o livro não é legal, porque o livro fala só do pastor, ele não fala aí das ovelhas, ele não cobra das ovelhas que elas façam algo, hein? Aí esse livrinho, talvez ele comece a citar textos do livro fora de contexto, né? E aí soltar para poder dizer que que então não vamos levar a sério essas denúncias e essas críticas aos pastores. Provavelmente, né? Vai acabar, pode ser que passe por isso, imaginando o que ele fez com manifesto, o que que ele não vai fazer com to. Mas beleza, beleza, beleza. Dito isso, eu vou tentar fazer aqui daqui paraa frente. Tudo que ele falar, eu não vou trazer a tradição marxista. Serei weberiano para analisar a igreja. E vamos ver se dá certo, porque posição de dominação, Rodrigo, quem discute é Webber, por exemplo. Não tem nada de marxista, né? E quais são as tipos de dominação legítima, como elas funcionam, como elas se organizam. E dentro de um papo institucional sobre a igreja, pode ser muito legal da gente analisar aqui. Se você gosta desse tipo de conteúdo, não esquece de curtir esse vídeo, comentar para que já espalhar a palavra por aí, dar uma olhadinha na descrição, porque lá tem a chave do Pix e também considere ser membro, membro, membro e membresia aqui do nosso canalzinho, que é um grupo pequeno, mas ser e resistente, mas que tem conteúdos exclusivos exclusivos para você, além dos cursos que a gente tem ofertado e disponibilizado para o nosso grupinho, beleza? Que qualifica, né, análise da realidade social, mas vamos lá, vamos acompanhar o pastor. Paciência. Depois aplica-se isso a tudo. O homem é sempre o opressor da mulher e de modo que a mulher é sempre a vítima. O branco é sempre opressor e o negro é sempre a vítima. E o pastor é sempre opressor. E os irmãos são sempre lindos, maravilhosos, os ursinhos carinhosos. É aquela caricatura tosca infantil, né, para dizer que é isso que se fala. Mas que esperar também. Vamos imaginar sem Marx, tá? exclusivamente sobre Weber. A palavra dominação em Weber, por exemplo, não tem um sentido negativo. Ela explicita ou explica um tipo de relação específica existente para o funcionamento da coordenação das ações sociais. Os sujeitos, né, os agentes, os atores sociais orientam suas ações para determinadas lugares, querem realizar certos sucessos na sua vida, mas eles não estão sozinhos, né? Existe uma ou a relação com outros sujeitos, outros atores, outras pessoas. E nessas relações criam-se relações de quem coordena e de quem é coordenado, de quem toma decisões, de quem não toma de maneiras distintas. E nessa posição de quem vai coordenar, quem será coordenado de maneira legítima, afinal todo mundo pactua de certa maneira com isso, você tem uma relação de dominação, dominação legítima. Então, dominação aqui a gente não tá falando de termo sentido negativo. Nós estamos falando especificamente desse tipo de relação em que a ação do sujeito, uma estrutura dentro da qual ele age e há aí um tipo de submissão a uma determinada ordem para que as coisas funcionem. Weber, quem senta na posição de execução do poder, a liderança que tá ali sentadinha, ela domina, ela coordena, ela tem o papel social de coordenar essa instituição e os demais são coordenados. Beleza? Até o momento, é claro que a confiança desses grupos, dessas pessoas que estão sendo coordenadas, começa a diminuir em relação ao tipo de dominação específica e daí elas não creem mais na legitimidade disso e podem contestar, que eu acho que é o que acontece quando alguém percebe uma situação de abuso e que é institucionalmente a igreja acoberta abusos e a pessoa fala: "Poxis tá errado". E aí sabe o que ela faz? Questiona a ordem. Aí a ordem vigente pode transformar, mudar, criar novos mecanismos ou continuar acobertando e culpabilizar o pessoal que tá embaixo, né? Culpa a vítima de ser vitimada. Mas a Bíblia declara que não há mocinhos e vilões. Somos todos vilões, todos sujeitos ao pecado. De modo que pastores podem fazer irmãos sofrerem e irmãos também podem fazer seus pastores sofrerem. Digamos que todos sejamos iguais, todos somos do mal. Olha, se todos somos vilões, seu vilão, sua vilã, pessoal do mal, todo mundo é do mal, inclusive o Rodrigo é do mal. E aí, já que todo mundo é do mal, todos somos vilões. Então, a gente não precisa discutir as estruturas institucionais que reproduzem relações de abuso e que acobertam abuso, porque é todo mundo mal. Aí a gente para de falar sobre as estruturas e fala o quê? Sobre a subjetividade, a genética maléfica dos seres humanos, né? E pronto. Então, já que todo mundo é do mal, a gente vai acobertar aí as estruturas que garantem proteção paraa canálha. Parabéns, Rudri. A escritura tem várias advertências contra líderes que oprimiam o povo. Ezequiel criticou os pastores que apacentavam a si mesmos. Miqueias fala dos líderes de Israel como pessoas que arrancavam a pele do povo, tipo um açogueiro mesmo. Jesus criticou os fariseus porque roubavam viúvas. É uma impiedade monstruosa. Pensando no fato de que muitas vezes a viúva costumava viver em uma situação muito difícil, era de uma desumanidade sem tamanho o que aqueles fariseus, aqueles líderes judeus faziam. Porém, vemos também, ao que não é muito popular, inúmeras advertências bíblicas contra o povo. Não é muito popular, meu amigo pastor dia também tá no púlpito culpabilizando as pessoas pelas ações que elas fazem e exigindo submissão. Mas é claro, é claro, é, tá só sendo bíblico. E assim, fazer o cherry picking bíblico de situações para poder justificar tua fala, eu acho muito a canalice, porque o que a gente tem que discutir é a estrutura institucional da igreja, como ela garante e reproduz determinadas relações de abuso. A gente não pode permanecer isso. É simples sim. é uma questão de cargos e de posições, de estrutura e não de indivíduos isolados ou de histórias marcantes e tal, mas é muito mais fácil a gente criar aqui essa dinâmica de ir para narrativas, das histórias, de umas metáforas que exigem interpretação e não falar objetivamente das relações de poder existentes e melhor ainda, as relações de execução de poder existentes e muitas vezes Deus até punindo o povo com líderes ruins, ou seja, os líderes ruins Muitas vezes eram o juízo de Deus sobre uma nação, sobre um povo, sobre ovelhas, sobre membros daquela comunidade que eram pecadores. É, você viu, ó? Se você tem um líder merda, a culpa é tua. Se o pastor da tua igreja é um lixo, a culpa é sua. Moisés, por exemplo, dirigiu uma congregação terrível. Eles o resistiam o tempo todo. Samuel era um ótimo líder. Mesmo assim, o povo não quis mais. Ele, o povo queria um rei. E Deus disse, olha que a rejeição a Samuel ocultava uma rejeição a Deus. Ô criatura, você consegue faz, parar de fazer paralelos bíblicos e uso completamente equivocado do texto e discutir objetivamente o que a gente quer falar? Ou você vai se esconder atrás do texto e dizer que essa interpretação como autoridade espiritual é suficiente para justificar a gente parar de criticar os pastores e começar a olhar e criticar membresia, membresia aí que não tem a capacidade de executar poder. Hum. Eh, pois é, eu acho que é muito fácil espaço, por exemplo, usar Samuel para não discutir como é uma mudança de estrutura institucional dentro do povo e não uma questão de uma pessoa para outra, né? Eles querem um rei, não mais um juiz. Esse é o ponto. Mas aí o samba lelê aí é só para tentar, né, fazer o a pessoa que tá ouvindo ficar, meu Deus, realmente o Senhor também está contra nós, o povo de Deus. Paulo lidou com uma igreja que ele fundou, a igreja de Corinto, que era extremamente complicada e fez Paulo sofrer. Eles chegaram a pedir carta de recomendação para Paulo. Pelo amor de Deus, Paulo os evangelizou. Eles se converteram graças ao trabalho de Deus feito por meio do apóstolo Paulo. Como um filho pode pedir ao pai uma carta de recomendação? Um negócio absurdo. Mas tudo isso tinha lá na igreja de Corinto. Paulo. E que que isso tem a ver com o abuso? Nada. Paulo teve que se explicar em relação ao salário, ao direito de receber salário. Por quê? Porque estavam acusando Paulo de ser avarento. Sendo que, na realidade, os avarentos eram os membros, eram as ovelhas, era a igreja. O livro trata de pastores que não aceitam disciplina. E isso tá correto, é um ponto louvável do livro. Então vamos parar o vídeo agora e seguir. Não pera aí, não vamos culpar só o pastor não, porque se a gente começar a falar para mim brezia que ela pode achar que o pastor tá errado, imagina, né? Ela tem que olhar para ela mesma e se considerar errada antes de qualquer coisa. Pra gente reproduzir essa dinâmica aí de você se tolir enquanto membresia na hora de criticar o pastor. Você interromper o seu passo crítico, interromper a sua relação crítica diante da igreja, né? Vamos parar agora. Imagina se as pessoas começam a ser críticas, é o tipo de relação existente, começa a denunciar a estrutura que mantém, preserva e reproduz abusos. Nossa, seria terrível, né? Que mundo terrível. Os pastores iam ter que ficar mais atentos, mais preocupados. As igrejas i vão ter começar a colocar as coisas que estão escondidas ali nos gabinetes em público. Pô, problemão, hein? Vamos criar aí o medo entre a membresia de ser crítica contra a estrutura existente. Agora, o que é muito comum também são irmãos que não aceitam disciplina, que nunca aceitam serem corrigidos e vem qualquer tipo de autoridade como opressão. Por exemplo, no capítulo dois do livro, eles falam sobre o poder da intimidação, que seria algo tóxico. Mas o que seria esse poder de intimidação? Segundo os autores, eles dizem que uma igreja chamada Harvest Bible Cap gravou um vídeo difamando dois ex-presbíteros depois que eles, abre aspas persistiram em questionar decisões tomadas pelo conselho da igreja. E o livro só fala isso, não dá um contexto da história. Agora, vamos lá, isso aqui é muito errado. A escritura ordena obedecer os vossos guias na fé. Se o conselho tinha tomado uma decisão sobre algo, os irmãos deveriam se submeter. Se a igreja, se o povo considerou que a decisão é injusta, poderiam pedir uma revisão. Mas se mesmo assim o conselho mantivesse a decisão e os irmãos continuassem a questionar, isso é o quê? Isso não é desobediência, isso não é rebeldia. Então tá justificada a difamação. Eu não sei se você percebeu o que você disse. Preste atenção. Mece suas palavras. Eles foram difamados. Ou seja, pelo fato dos caras persistirem em criticar uma tomada de decisão, tá legitimada e justificada a difamação. É isso, minha gente. Assim, a gente pode acobertar as ações que forem abusivas do ponto de vista da estrutura institucional. Pode famar, pode mentir, pode, né? Vou assim, eu já tá complicado para mim porque liga gatilho da comunidade que eu vim que sim me difamaram, por exemplo, me difamaram absurdamente pelas minhas posições críticas diante da igreja, inclusive depois que eu saí, eu saí, ou seja, não é que eu fiquei lá enchendo o saco das pessoas, não, jamais. bateu o limite, saí e continuei sendo difamado e utilizar o meu nome para uma série de tomadas de decisão e para conversa em determinadas reuniões que não tinha nada a ver e nem pastor eu era e nem influência eu tinha. Mas por alguma razão isso aí foi valeu, né? Ai pastor, difamação não tá liberado, tá? Assim, continua bem errado. E esse é o ponto, porque como que a gente cria uma cultura de bondade? Beleza? E eles não precisariam ser repreendidos. Pense nesse exemplo. O presbitério da igreja decidiu comprar um terreno para expandir a igreja. Quando se fala o presbitério decidiu, é óbvio que isso não significa dizer que todos, sem exceção, foram a favor. Na maioria das vezes, sempre há alguém que votou de modo contrário. Mas a partir do momento que o presbitério decidiu, cabe a todos, até aqueles que não votaram a favor, serem a favor. Exemplo, a minha igreja decidiu comprar uma propriedade muito cara para fazer evangelismo. Eu achava que a gente poderia fazer o evangelismo de outro modo e eu fui voto vencido. Mas agora a decisão é minha também e estamos juntos. E se der errado, eu não vou falar um dia, é, tá vendo? Eu falei que não era para cobrar, não. Que que é isso? Não, isso aí é ser desonesto. Isso. E a difamação entra onde agora? É ser um traíra. Viver em comunidade significa isso. Muitas vezes embarcamos numa direção ali que a gente nem é tão favorável. Mas a gente vai lá e ainda faz o melhor. Se depois de uma decisão os irmãos persistem em questionar a decisão, falam mal, essas pessoas devem mesmo ser repreendidas. Repreendido é uma coisa, difamado é outro. Lindo. Isso não é poder de intimidação, isso é disciplina bíblica, pastor. Difamação é disciplina bíblica. Mas e se a decisão tomada não foi apenas em relação a um terreno, mas a igreja assumiu uma heresia, aí você tem que sair da igreja como Luter fez em outro trecho do livro. Não, aí calma, calma. O livro fala sobre casos de abuso sexual, cara, e sobre relações abusivas em vários âmbitos. A heresia foi você que soltou, sacou? E aí, membresia? Se você não tá contente com a estrutura da igreja, vai embora, pô. Porta da rua, serventinia da casa. Eu ouvi isso, hein? Porta da rua serventia da casa. Partiu, mano. Bate porta aí. Livro Os autores, logo após citar neurocientistas falando que ao colocarem a cabeça de líderes de poderosos e não poderosos numa máquina, eles descobriram que os poderosos têm menos empatia. E aí os autores dizem: "Quando os líderes adquirem poder, o poder em si se torna um agente que, por vezes, reduz a capacidade de empatia e compaixão do líder". Ora, o que é verdade? E nem precisa ser por uma questão de neurociência, tá? Vou nem entrar nisso porque eu não faço ideia. Pegar um outro ponto. O cargo de executor de poder é diferente daquele do cargo ou da posição em que você legitima poder. Para que haja uma estrutura de poder, alguém precisa legitimá-la e alguém precisa executá-la. Poder não é necessariamente ruim. Poder é uma poder poder, né? Poder é realização ou possibilidade de realização de projetos e a sustentação desse projeto por meio de uma comunidade, de uma comunidade de vida, né? comunidade viva que dá legitimidade para estruturas que vão executar o poder das mais diferentes possíveis. E aí a gente pode voltar a ver novamente, né, pessoal? Esse poder, ele pode ser executado e organizado de maneira burocrática, legal, impessoal. Pode ser de maneira tradicional por determinados valores e reprodução desses valores. Pode ser por uma questão carismática, né, de uma liderança carismática que depois tenta inclusive criar mecanismos de sucessão desse carisma. Eh, independe. E tudo isso aqui, ó, esses três tipos, não tem nada de marx aqui, hein, tio. Desses três tipos aqui, dentro dessa estrutura weberiana, a gente pode analisar as igrejas, como elas se coordenam, como elas se organizam, como elas se reproduzem, como elas executam poder. Tudo bem? Contudo, quem executa poder precisa necessariamente eliminar todos os outros projetos e possibilidades possíveis dentro de sua mesa na hora que ele vai tomar uma decisão. E os efeitos dessa decisão afetam todas as pessoas de maneiras distintas e, portanto, podem sim ferir determinadas pessoas, não outras. E nessa dinâmica o cara vai falar: "Perdão, meu lindo, mas é o que eu tinha para fazer". Diminui sim esse grau de empatia. esse grau de e esse laço solidário com o indivíduo, porque tá pensando na execução do todo, faz parte da vida. Tranquilo quanto a isso, mas isso acontece. E aqui eu nem tô culpando, falando que o cara é do mal, o cara é do bem. Aqui eu tô tentando tirar isso. Quem começou dizendo que todo mundo é vilão, então pode fazer tudo foi o Morcelin, não fui eu. O que essa ideia diz é que o poder ele é essencialmente mau. Você imagina, então a gente teria que dizer que Deus é essencialmente mal. Afinal de contas, ele tem todo o poder. E tem mais. A fonte é ridícula, é o mau uso de sempre da neurociência. Como já criticou acertadamente Teodor Rimple, a ideia de que a tecnologia é uma janela direta pra alma do ser humano é ingênua para dizer o mínimo, diz ele. E ele continua. Os médicos passam um scanner na cabeça do paciente até achar alguma coisa e logo supõe, viu? Piscou ali, ohó. Tá vendo? Tá vendo? Piscou de modo normal. Portanto, aqui está a infelicidade ou então a falta de empatia. É um negócio tão simplista, tão ridículo, que no final, é, ainda bem que eu já acabei de fazer uma explicação que elimina todo esse teu papo aí que de fazer a seleção do problema é ter usado a neurociência. Não usei. Ah, pelo amor de Deus, Mocelin. Ele, os vídeos do Mocelin tem esse hábito, né, de criar caricaturas drúchulas assim. E aí ele bate nessas caricaturas, ele cria a caricatura para ele bater e ele faz as seleções de trechos, por exemplo, ele tá fazendo a mesma coisa com do com Tóvio que ele fez com Manifesto e Faria com outros livros, né? ele seleciona aquilo que interessa e aí ele tira de contexto e ele não trabalha o tema. Ele tira e usa esse texto pro que ele bem entender. No caso aqui para fazer uma defesa de estrutura, de manutenção de estruturas de poder dentro da igreja e para tentar culpabilizar a membresia pelos efeitos dos problemas que ela sofre de ter uma liderança canália. Parece que é isso aí que tá sendo construído. É só uma maneira pseudocientífica para demonstrar resistência à própria essência da autoridade. Não é pseudocientífica você saltar texto de Samuel para falar sobre a estrutura do poder da igreja. Isso é pseudociência. Na verdade, isso nem passa perto de tentativa de ciência. Você usou de uma autoridade espiritual para texto, né, da tradição do texto e da fé das pessoas no texto para poder justificar o teu argumento. Só, pô, péssima hermenêutica, péssima exergese, péssima teologia, mas o que vale aqui é reforçar a autoridade. E eu aqui sou o resistente à autoridade, porque não tô aceitando essa palavra do pastor, não é? Passaram uma máquina na cabeça dos líderes e descobriram então que eles não têm empatia. É claro que a partir dessa ideia parte-se então do pressuposto de que os líderes são essencialmente abusivos. É o mesmo p esquerda de sempre. Homens são estupradores em potencial. Ah, homens são abusadores potencial. Burgueses são sempre opressores e pastores também são essencialmente ruins. Não, você tá criando essa caricatura. O ponto é como criar uma cultura de bondade. E do ponto de vista institucional, quem tem o a possibilidade de executar poder é quem tá no cargo. Então, como deste cargo de pastor não é uma pessoa, aquele líder, aquele outro, se eu vejo um fenômeno que acontece, se reproduz com frequência, eu falo: "Pô, o problema não é só as pessoas individualmente, é a estrutura. O problema é o cargo, é o modo como está sendo organizada determinada instituição, determinado movimento. Vamos fazer uma crítica a essa estrutura para que nós possamos criar mecanismos que criem uma cultura. No caso do livro chama de bondade, que eu acho até muito fofo, mas como a gente cria mecanismos para que as pessoas não estejam reféns, nem entregues e nem vulneráveis a quem executa poder extremamente legítimo e justo e melhor ainda, é inteligente e racional se eu pretendo uma permanência e persistência de uma instituição de maneira saudável. Eu tô vendo que tá tendo problema. Então o que que a gente faz para resolver? Que que a gente faz para criar uma estrutura institucional que permita isso? Meu meu meu do meu ponto de vista como cientista social, eu olho e falo: "Pô, simplesmente apelar paraa questão de teológica, questão religiosa de fé, não funciona simplesmente isso, não. Isso dá legitimidade, isso tem a ver para as pessoas que têm fé, tem a ver com a gente que acredita e tudo mais. Contudo, do ponto de vista de organização e de realização do projeto, não entra isso. Eu tenho que pensar nesses mecanismos, nas justificativas e na capacidade de interpretar cientificamente o que acontece dentro da estrutura política de uma igreja. Porque aí eu consigo desvincular esse apelo à autoridade espiritual que o pastor parece que tá falando em nome de Deus e em defesa da Bíblia e da tradição. E a bresia que criticar tá criticando não o pastor, não a estrutura institucional, não a política da igreja, a Deus. Porque o pastor tá usando a autoridade da Bíblia para poder justificar seu posto. E aí você faz o quê? [ __ ] mano, como é que eu vou enfrentar? Como é? Aí você tá refém e o que o pastor disser: "Você vai acreditar porque fala em nome de Deus, criatura". E aí essa confusão entre institução, instituição, a liderança e a própria divindade, a tradição, o a fé que nós temos, ela é complicadíssima. Então a gente tem sim que criticar, tem que sim, tem sim que criar mecanismos que separem essas coisas, senão mantém estrutura e uma cultura de abuso. E eu não estou aqui reproduzindo o discurso marxista. É indefinitivo, porque se eu fosse reproduzir, a gente ia para outro papo, que é discutir o papel da igreja dentro da reprodução social burguesa, mas para discutir dentro da igreja, eu não estou fazendo isso nesse momento e nem analisando as classes sociais. existentes da igreja, como elas se distribuem entre cargos de liderança e não. Aí sim eu seria marxista, mas no caso estou fazendo outra parada, mas é o espandalho do marxismo cultural e as caricaturas do celimo. E dessa forma os autores do livro eles acabam por minar própria autoridade, não o mau líder, mas a autoridade em si. E aí todo pastor que repreender o povo, que disciplinar, todo presbitério que repreender o povo, vai ser taxado como, ah, isso aí é sede de poder, quer controlar as nossas vidas, que que é isso? Isso aí não pode. Então, é por isso que eu acho que o livro é bem complicado, pois ele pega exemplos reais de abuso de líderes opressores. E, e tá certo esses exemplos. aqueles líderes foram bem errados mesmo e e vários elementos que estavam ali, que cercavam aqueles líderes, geraram uma cultura que propiciava aquilo. E eu concordo plenamente, a crítica é acertada, mas pega-se isso e fica a impressão que é uma estratégia não para combater as autoridades ruins, mas a autoridade de modo geral, não é? Que se você falou, tem casos reais, tem situações gravíssimas, tem toda uma cultura, tem toda uma estrutura. Quando você viu o desenho, você fala: "Então, gente, não vamos falar sobre isso não". Não, né? Se há uma estrutura que garante com que vários casos aconteçam, o problema tá nessa estrutura, Rodrigo. Pensa criatura. Quer dizer, se é esse o objetivo, né, da gente pensar e resolver o problema, como por exemplo a esquerda fez com o aborto. Eles começaram lá com o aborto por estupro, certo? Que já era um erro. Mas o objetivo final era liberar o aborto de todo jeito. Então, mesmo que você diga que não era a intenção dos autores, do modo que foi escrito, me parece que muitas vezes leva a isso mesmo. Afirmações negativas sobre a autoridade em si, como eu falei lá no primeiro vídeo. Olha a cartada do maluco. Parece o pavanato naquela debate com Gustavo Machado. Só falou grosélia, não tem para onde escapar, viu que não vai dar bom? Pega o bonequinho do feto lá, né? Você mataria bonequinho do feto aqui. Olha aqui o feto. Olha o feto. E o aborto. Aborto. Aborto. Aborto. Aborto. Aí vai ficar ficar reproduzindo. Aborto. Aborto. Aborto. Pra gente não falar de abuso sexual dentro da igreja praticado por pastores, canalhas e uma estrutura que acoberta. Ai, mano, até raiva de apertar play de novo. Ah, vamos lá. Sobre a igreja, a própria igreja em si. A igreja, lembra lá no primeiro vídeo, a igreja, uma pessoa lá e falou assim: "Olha, a igreja é o pior lugar para se encontrar proteção." Não é que ela falou assim, ó, tem muitas igrejas. Não, não, foi pior. A igreja é o pior lugar para se encontrar proteção. Então, com essas afirmações e nenhuma advertência sobre congregações que podem ser terríveis, sobre falsas acusações, fica parecendo sim que o livro é escrito não apenas para condenar os falsos pastores, os pastores opressores, mas a própria autoridade em si. O que ve é que tem uma frase muito importante, Moncelinho. Se a carapuça serviu, se não serviu, fique em paz. Simples assim. A carapuça serviu. A carapuça não serviu. Segue o jogo. Veja bem, eu conheço várias congregações terríveis. Eu conheço vários presbitérios que são terríveis. Fala assim muito de igrejas que têm o pastor como dono, mas eu conheço várias igrejas em que o presbitério eles são alguns presbíteros ali são os donos da igreja e o pastor é um funcionário que tá ali para pregar não a palavra de Deus, mas aquilo que eles permitem. E um é aí o problema institucional e estrutural, tipos diferentes de dominação e de organização da igreja, mas o problema tá em como se reproduz essa dinâmica. Mas novamente, se a carapuça não serviu, lingatilha aqui. Eu era muito crítico da comunidade que eu fazia parte dessa dinâmica do pastor ser dono de igreja. Cara, tá errado, tá errado, errado, errado, errado. E pastor tem todos os poderes, pastor faz o que quer, não tem nenhuma nenhum mecanismo de mediação. E quando tinha problemas e e questões entre membresia e pastorado, sabe o que fazia? Ia para o gabinete pastoral. E a decisão, o perdão ou caminho, encaminhamento é ser tomado entre a entre o membro ou a grupo pequeno de membresia e o pastor ali direto, face a face dentro do gabinete. Quem media essa relação? Quem tá como juiz? Quem consegue criar ali balanços de contrapesos entre a entre a posição da autoridade e os demais? no gabinete pastoral. E eu tô falando de uma igreja que era pretensamente progressista de esquerda bi aí tá barroca rococó liberal, sei lá o quê. Porque é uma questão estrutural, não é uma questão de teologia e de valores, sei lá o que lá. É uma questão de reprodução institucional e estrutural. E a gente tem que criticar e tem que buscar mecanismos para solucionar o problema. Eu tenho mensagens terríveis da liderança que mandou para mim, questionando essa questão de estrutura, de poder, de de como deveria funcionar e tal e de respostas que são ruins, terríveis. E eu vi umas coisas maluca e passei por situações muito desagradáveis nesse trato direto, né, com quem é autoridade e quem não é. Isso é problemático. Então, como a gente altera? Como a gente muda, independentemente aí dos valores X, Y, Z como a estrutura da igreja está organizada. E se a gente conhece tantas igrejas que estão com problema, por que a gente não denuncia? Por que a gente não expõe? Eu falo isso inclusive para mim e tô sendo muito bondoso muitas vezes porque não exponho, não põe para fora, não. Por que que a gente faz isso? Há mecanismos sim que nos prendem, nos amarram e a gente não pode deixar isso acontecer. Isso não é saudável, isso faz muito mal. Um outro ponto muito importante, o livro não menciona nenhuma vez as falsas acusações. Porque se a gente pensa em uma cultura eclesiástica de bondade, uma liderança saudável, também é necessário tocar nesse ponto. Afinal de contas, temos que ser justos também com os pastores e protegê-los também. Assim como temos que proteger as pessoas, também temos que proteger os pastores, porque também são seres humanos. Parabéns aí. Só que quantos casos e quantas situações há um acobertamento ou uma situação de falsa acusação e sei lá o que lá. Agora, quantos casos há acobertamento de abuso real de diversos tipos? A estrutura da igreja é problemática e ela tem que ser criticada. E a questão é o cargo. O pastor não é a identidade da pessoa, é o cargo que ela ocupa, a posição de execução de poder. É isso que tá em jogo. E a falsa acusação é algo que tem o poder de arruinar não apenas o pastor, como a igreja inteira. E hoje, mais do que nunca, esse tema deve ser falado, porque desde José que mulheres fazem falsas acusações. Mas hoje o ordenamento jurídico tomado pela esquerda fez explodir as falsas acusações. Um amigo foi falsamente acusado de importunar uma mulher no trabalho. Câmeras mostraram que as acusações eram falsas. A moça queria apenas tomar o lugar dele no serviço. Mesmo assim, o patrão o despediu. O caso hipotético do amigo empregado em algumas serviços que aconteceu isso daí. Você vai colocar isso aí no mesmo pé do pastor que é autoridade, que executa poder e que tá protegido pela estrutura institucional e espiritual e tudo demais e que utiliza desta posição para se aproveitar das pessoas que estão ali abaixo. Você vai comparar esses dois casos, Rudri. Sério mesmo? Por que esse desespero? Por que a necessidade de fazer isso? É inconcebível e incomparável. uma coisa com a outra. É inconcebível e incomparável a gente observar que existem casos recorrentes de uma estrutura de igreja que protege, protege as lideranças. E você dizer, ó, isso aqui tá no mesmo pé de igualdade de alguém que fez uma falsa denúncia hipotética aqui no trabalho de uma pessoa que eu conheci de um amigo meu que quase perdeu emprego. Ah, tá de sacanagem. Ah, careca brilha mesmo, né? Ohô Jesus. Cristo, eu óleo de perba até umas horas. Hum. Mas chega que dá play de novo. Isso aqui eu acho que eu tenho um treco. Infelizmente, infelizmente nós seguiremos aqui trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final e tendo que enfrentar esse tipo de conteúdo. Mas ó, tá errado. Tem muita coisa errada, cara. E não dá para equipar uma coisa com a outra. E o TOV aqui, o livro foi utilizado exclusivamente como um pretexto para tentar reforçar a posição de autoridade da igreja, do do do ao pastor, né, da autoridade da igreja e culpabilizar ou colocar desconfiança na cabeça de membresia. Parabéns, é muito saudável isso, né? Muito tranquilo também. E a gente não tem que daí que discutir as estruturas institucionais vigentes. A gente vai criar como casos isolados, casos específicos, né? É a maldade daquele humaninho, apesar de que somos todos vilões, né? Mas aquele ali em específico. Ah, mano, é muito Tudo bem, seguendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. E em breve voltamos e agora eu acho que vou precisar fazer alguma coisa aí para dar uma desengatilhada. Valeu. Não estamos fazendo nada demais, apenas pregamos a palavra Abraã. Temos autoridade espiritual. Foi Deus que nos deu esse [Música] poder. Pastores do mundo, vamos nos unir. Vamos nos unir. Vamos nos unir. O inimigo liberal quer nos destruir. Livro criticando nossa atuação. modo que praticamos a doutrinação. Chamam de abuso nossa experiência. Escondemos sobre a fé toda essa violência. Falamos em nome da boa religião, mas praticamos injustiça, poder e dominação. Santidade é a capa que colocamos sobre nós. Sobre nós. Exigimos submissão e silenciamos toda a voz. Quem os pensar será um traidor para nós, mas diremos que é contra o Senhor. Ei, pastor, abuso não é fé. Não se aproveite de seu posto. Levantaremos a cabeça e estaremos de pé contra todo tipo de controle opressão, mesmo que se [ __ ] com terno e erga a Bíblia com a mão no gabinete pastoral. A armadilha do mal, autoridade contra o fiel feita em nome do céu. A ovelha é vitimada e ainda se sente culpada. Não existe pior mal do que o abuso [Música] espiritual. Ungidos com medo de perder o poder. Até nem porque não sabem viver. Não sabem viver sem manipular, sem esconder. Que a luz revela o que fingeem proteger. Esse grito não é contra a fé, é contra quem a usa para aprender. Sim, cremos e por isso o nosso grito. Em nome da vítima, em nome de Cristo. [Música]