🔴 Culto Matutino | 25/05/2025 | 9h – Rev. Filipe Fontes
26/05/2025
🔴 Culto Matutino | 25/05/2025 | 9h – Rev. Filipe Fontes
Forte ou Fraqueza? (Gênesis 34) – Rev. Filipe Fontes
MAIS INFORMAÇÕES
Mídias Sociais: https://linktr.ee/ipsantoamaro
Website: http://www.ipsantoamaro.com.br
Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
[Música] Bom dia, meus irmãos. Sejam bem-vindos a mais um culto. Eh, é sempre bom a gente lembrar, né, irmãos, quando toca essa música inicial, a expectativa é que nós pudéssemos estar eh de forma mais contrita, tá? A mente humana ela leva um tempo. Alguns passa o culto inteirinho e a mente não chegou ainda, ela está vagando, tá? É assim mesmo, a mente humana ela tá sempre ativa. Então o pedido nosso como equipe pastoral é que quando a gente ouvir a música de entrada, né, a medida do possível, eu sei que nós temos várias coisas, criança e tantas coisas, né, mas tente o máximo que você puder é aquiietar-se, porque se você não está quieto, a sua mente não vai estar de jeito nenhum, tá bom? Nós vamos começar hoje eh aprendendo uma nova música. Ah, nós vamos ouvi-la, né, como parte dessa introdução e aí na sequência, no culto, nós vamos cantar novamente. Então, ouça essa que será uma nova canção que nós vamos aprender esse semestre, a fim de podermos louvar o nosso Senhor. [Música] de Deus a graça me alcançou. Na tempestade me encontrou. Os meus pés em seu forte chão. Meu Deus é minha salvação. Seu escuro me secar. O seu poder de [Música] escapar, Deus voltará minha escuridão. O Deus é minha salvação. Quem é Deus como o Senhor? Salvador emor, não há em mim mais [Música] congenação. Deus é minha [Aplausos] [Música] salvação. Me dá esperança. Por quê? Fiel palavra encontrei. Quendeu sua forte mão. Seu Deus é minha salvação. Maus e [Aplausos] nação. Perdo pro povo só gra seu ser se renovará. O Deus é minha [Aplausos] salvação. Quem é Deus como Senhor Salvador eo em amor não há em mim mais contenação. Meu Deus é minha [Música] [Aplausos] salvação. E quando de fim chegar, na morte não me deixará. Com ele irei ao lar. Meu Deus, minha fé. [Música] Salvação. Quem é Deus como o Senhor [Aplausos] Salvador em amor? Não há em mim mais convelação. Meu Deus, a minha [Aplausos] salvação. Vai a ser meu [Música] [Aplausos] confido. Corações a Deus do mar. Glória seja Deus [Música] espírito, meu Deus da minha salvação. Glória a Deus [Música] [Aplausos] eu glória seja o pai. Coração de Deus, o espírito, meu Deus, a minha salvação. Meu Deus, a minha salvação. Eu de a minha [Música] salvação. Meu Deus, é a minha salvação. Muito comum no Antigo Testamento. As pessoas, mesmo não tendo o privilégio de entrar dentro do templo ou dentro do tabernáculo, isso não acontecia nunca, mas eles tinham essa expectativa de que estar no templo, estar nos tabernáculos de Deus era um local seguro. Vejam só as palavras do salmista no Salmo 27, ele diz: "O Senhor é a minha luz e a minha salvação. De quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida. A quem temerei? Quando os malfeitores me sobrevém para me destruir? Os meus opressores e inimigos, ele é que eles é quem tropeçam e caem. Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração. E se estourar contra mim uma guerra, ainda assim terei confiança. Uma coisa peço ao Senhor e a buscarei. Que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo. Pois no dia da adversidade ele me ocultará no seu abrigo, no interior do seu tabernáculo me acolherá. Ele me porá no alto de uma rocha. Agora será exaltada a minha cabeça. Acima dos inimigos que me cercam. No seu tabernáculo oferecerei sacrifícios de júbilo e cantarei e salmodiarei ao Senhor. Nós já estamos então dentro da casa do Senhor. Coloquemo-nos de pé, então, e louvemos esse Deus que nos recebe e que nos protege e tem sido, de fato a nossa salvação. Ah. [Música] [Aplausos] Louvai a Deus, Senhor, porque é feitos. Tomai o fim de vossa alma que o perdendo a cantar e com tributar muito amor e respeito. [Música] [Aplausos] [Música] Louvai a Deus que nos faz prosperar dia a dia. [Aplausos] com amor de abençoar [Aplausos] por também que o poderoso nos [Música] é companhar [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Oremos. Santo, poderoso e majestoso Deus, o teu povo reunido em tua casa louva o teu nome, por quem tu és, pelas maravilhas que tem feito na vida do teu povo. Obrigado, Senhor, por tanto amor. Obrigado, Senhor, pelo cuidado. Obrigado, Senhor, pela obra de Cristo Jesus em nossa vida. Obrigado que agora, Senhor, em uma nova vida, o Espírito Santo habita em nós. Sim, Senhor, há muitos, muitos motivos para cantarmos, para louvarmos, para engrandecermos o teu nome. É isso que queremos, Senhor, nesta manhã, trazidos por ti, trabalhados por ti, mantidos por ti, Senhor. O teu povo louva o teu nome. Este é o nosso louvor. Esta é a nossa adoração, essa é a nossa gratidão por sermos povo teu. Assim oramos em nome de Jesus. Amém. A igreja pode se assentar. Tantos descaminhos e tantos abandonos. Nós somos lembrados pelo salmista que escreve o Salmo 27, que no Senhor nós encontramos refúgio, no Senhor nós encontramos abrigo, estamos com ele em segurança. E mesmo quando os pais abandonam os filhos, eles podem encontrar em Deus um pai celestial perfeito. Portanto, aqui nós temos alguns dizeres muito interessantes para nós, povo do Senhor. No Salmo 27, a partir do verso 7, "Ouve, Senhor, a minha voz, eu clamo: "Tem compaixão de mim e responde-me. Ao meu coração me ocorre. Busquem a minha presença. Buscarei, pois, Senhor, a tua presença. Não me escondas, Senhor, a tua face. Não rejeites com ira o teu servo. Tu és o meu auxílio. Não me deixes, nem me abandones, ó Deus, da minha salvação. Porque se o meu pai e a minha mãe me abandonarem, o Senhor me acolherá. Ensina-me, Senhor, o teu caminho e guia-me por vereda plana por causa dos meus inimigos. Não me entregues à vontade dos meus adversários, pois contra mim se levantam falsas testemunhas e os que só respiram crueldade. Eu creio que verei a bondade do Senhor na terra dos viventes. Espere no Senhor, anime-se e fortifique-se o seu coração. Espere pois no Senhor. Vamos desfrutar de alguns momentos de oração silenciosa e vamos aproveitar esse instante para confessar os nossos pecados e suplicar pela misericórdia de Deus. Oremos. Ó Senhor nosso Deus, agora nesse momento, diante de ti, do teu povo, publicamente reconhecemos que somos pecadores. Reconhecemos, ó Deus, as nossas limitações, mas fazemos isso com esperança no nosso coração, porque somos informados diversas vezes na tua própria palavra, que o Senhor é bom e compassivo, que o Senhor olha para nós e estende a sua mão com graça. Nós somos lembrados, ó Deus, como no texto que nós lemos, que podemos recorrer ao Senhor em oração com humildade, sabendo que nada somos e nada podemos fazer, mas cremos em um Deus grandioso que tudo pode e que nos acolheu e que nos chamou e que nos escolheu antes da fundação do mundo, e que nos amou com amor eterno e que enviou o seu filho a este mundo para tomar o nosso lugar e sofrer a penalidade, o castigo e o juízo que estava reservado a nós. E isso, ó Deus, nos justifica. Obrigado, ó Pai, porque somos em Cristo justificados. Nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus, como cantamos também agora a pouco. Estas promessas, essas palavras do Senhor trazem alento para cada um de nós. Então, ó Deus, nesse instante queremos simplesmente pedir que o Senhor nos perdoe, que mais uma vez, ó Deus, nós tenhamos a consciência, a noção e a experiência do teu perdão. Que o nosso coração seja purificado, que as nossas palavras, ó Pai, sejam coerentes com aquilo que nós cremos. Que os nossos pensamentos reflitam o temor do Senhor, que certamente existe em nós. Tenha misericórdia de nós. Fala conosco, trata conosco. Eh, sara o nosso coração, ó Deus. Nós te pedimos mais uma vez e faz isso pelos meios de graça. Faz isso pela tua palavra. Faz isso, ó Deus, nesse ambiente, nessa atmosfera de comunhão e de culto. Nós confiamos no Senhor. Nós esperamos no Senhor. Só em ti nós esperamos. Oramos em nome do Senhor Jesus. Amém. Confiados, irmãos, nestas coisas, coloquemo-nos de pé e agora continuemos a entoar louvores ao nosso Deus. Deus a graça me alcançou. Na tempestade me [Música] encontrou, firmou meus pés em seu forte chão. Meu Deus é minha salvação. Se o valoro me cercar. O seu poder em te escapar, soltar trará minha escuridão. Deus é minha [Música] salvação. Ele é Deus como o Senhor salva. pleno emor não há em mim mas [Música] condenção. O Deus é minha salvação. A esperança que fiel palavra encontrei. Estendeu sua forte mão. O Deus é minha salvação. as mãos e nação na dor da provação. Sua graça se renovará. [Aplausos] Meu Deus é minha salvação. Quem é Deus como o Senhor Salvador? Quando em amor não há em mim mais [Música] connação. Deus é minha salvação. E quando de fim [Música] chegar, na morte não me deixará. Com ele irei ao eterno lar, meu Deus da minha salvação. [Música] Quem é Deus como o Senhor Salvador em a não há em mim mais condenação. Meu Deus é a minha salvação. Glória a Deus. Filhos, glória seja Deus o Pai. Glória sempre a Deus do espírito, meu Deus salvação. Glória seja Deus filho. Glória seja Deus o Pai. Glória seja Deus. O espírito, meu Deus, a minha [Música] salvação. Meu Deus, é a minha salvação. Meu Deus é minha salvação. Ah. [Música] Meu Jesus, a ti Te achego com temor no coração. És o meu maior anseho, rei da minha salvação. Pai, a ti eu agradeço por tão infinito amor que recebe com carinho este pobre pecador. Oh. Qu é tua vontade de um onice Deus? Que meus planos sempre estejam conectados com os meus. Ó perdoa os meus pecados, ven a me disciplinar. A pureza de tua glória venha em minha vit. [Música] Santo imagoso Deus, exaltado é o Senhor, sobre a terra em tua glória e é todo e a honra pelo [Música] [Aplausos] [Música] sjas o meu pensamento. [Música] Ao dormir eu acordar. Dai-me sede da palavra, sempre nela meditar. de mim, pequeno Cristo, digno de ser filho teu, anunciando as boas novas. Salvação que vem de Deus. Santo e majestoso Deus, exaltado é Senhor, coroado sobre a terra e sua glória e eu domino. Honra me cumprir pelos séculos do [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] século. Te a honra e a glória para sempre. Amém. [Música] Podem assentar, irmãos. Abra a sua Bíblia em Gênesis, capítulo 34. Esta é a penúltima mensagem da nossa série A graça sempre vence. Na história de Jacó, Gênesis capítulo 34, eu farei a leitura da palavra do Senhor. Peço que você acompanhe silenciosamente, atentamente, receba com fé esta que é a palavra do Senhor. Ela diz assim: "Ora, Diná, a filha que Lia teve com Jacó, saiu para ver as filhas da terra. Quem a viu foi Siquém, filho do Eveu Amor, que era príncipe daquela terra. Tomando-a, ele teve relações com ela e assim a humilhou. Se quem se apegou a Diná, filha de Jacó, amou a jovem e lhe falou ao coração. Então, Si quem disse a seu pai, amor, consiga-me esta jovem para que seja a minha esposa? Quando Jacó ficou sabendo que Diná, sua filha havia sido deshonrada por Siquem, os seus filhos estavam no campo com o gado. Por isso, calou-se e esperou até que eles voltassem. Então, Amor, o pai de Siquem saiu para falar com Jacó. Quando os filhos de Jacó vieram do campo e ouviram o que havia acontecido, indignaram-se e ficaram muito irados, pois se quem havia praticado uma fronta em Israel violentando a filha de Jacó, que era algo que não se devia fazer. Mas Amor falou com eles, dizendo: "Meu filho Siquem está profundamente apaixonado pela filha de vocês. Peço que ela lhe seja dada por esposa. Tornem-se nossos parentes. Deem as filhas de vocês para nós e vocês tomem as nossas filhas. Vocês habitarão em nosso meio. A terra estará a seu dispor. Morem nela, negociem e adquiram propriedades." E o próprio Siquem disse ao Pai e aos irmãos de Diná: "Que eu obtenha este favor diante de vocês e lhes darei o que me pedirem. Aumentem em muito o dote de casamento e as dádivas, e darei o que me pedirem. Dei-me, porém, a moça por esposa. Então, os filhos de Jacó, por haverse quem deshonrado Diná, a irmã deles, responderam com astúcia a Siquem e a seu pai amor, e lhes disseram: "Não podemos fazer isso, dar a nossa irmã a um homem que ainda não foi circuncidado, porque isso seria uma vergonha para nós. Sob única condição, permitiremos que vocês se tornem como nós, circuncidando todos os do sexo masculino. Então, lhes daremos as nossas filhas, tomaremos para nós as filhas de vocês, habitaremos no meio de vocês e seremos um só povo. Se, porém, não ouvirem e não quiserem ser circuncidados, tomaremos a nossa filha e iremos embora. Tais palavras agradaram amor e sequer em seu filho. O jovem não tardou em fazer o que foi solicitado, porque amava a filha de Jacó e era o mais honrado de toda a casa de seu pai. Assim, Amor e Siquem seu filho, vieram ao portão da cidade e falaram aos homens da cidade: "Esses homens são pacíficos em relação a nós. Portanto, deixem que morem na terra e negociem nela. A terra é bastante espaçosa para contê-los. Vamos tomar as filhas deles por esposas e dar também as nossas filhas a eles. Mas eles só concordarão em morar conosco, tornando-nos um só povo, se todos os homens em nosso meio se deixarem circuncidar como eles são circuncidados. Não é verdade que o gado, os bens e todos os animais deles serão nossos? Portanto, vamos concordar e eles ficarão morando entre nós. E todos os que saíam do portão da cidade deram ouvidos a Amor e a Siquem seu filho. E todos os do sexo masculino foram circuncidados. Todos os que saíam pelo portão da cidade. No terceiro dia, quando os homens sentiam mais forte a dor, dois filhos de Jacó, Simão e Levi, irmãos de Diná, pegaram cada um a sua espada. Entraram inesperadamente na cidade e mataram todos os homens. Passaram também ao fio da espada Amor e seu filho Siquém. Tiraram de nada a casa de Siquém e saíram. Os filhos de Jacó vieram, passaram por cima dos cadáveres e saquearam a cidade, porque a irmã deles havia sido deshonrada. Levaram deles os rebanhos, os bois, os jumentos e o que havia na cidade no campo. Pegaram todos os bens, levaram cativas as mulheres e todas as crianças e saquearam tudo o que havia nas casas. Então, Jacó disse a Simeão e a Levi: "Vocês me criaram um problema e me fizeram odioso entre os moradores desta terra, entre os cananeus e os ferus. Como somos pouca gente, eles se reunirão contra mim e serei destruído eu e a minha casa. Eles responderam: "E que direito ele tinha de tratar a nossa irmã como se fosse prostituta?" Vamos orar. Senhor, nosso Deus e Pai, estamos mais uma vez diante da tua palavra, desta vez diante de um texto difícil de compreender e queremos contar com tua graça e misericórdia, como temos contado mesmo quando nós lidamos com textos mais simples, agradáveis, mais fáceis para nós, porque nós sabemos que a menos que o espírito do Senhor nos ajudar, nós jamais conseguiremos compreender a tua palavra. palavra e ainda mais importante, nós jamais conseguiremos colocar em prática a tua palavra. Portanto, nossa oração nos nesta manhã é usa esta passagem bíblica para mostrar a a nós a beleza do teu filho Jesus Cristo nesta manhã. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Se você precisava de uma passagem bíblica para ter certeza de que a Bíblia não é o livro de autoajuda que muita gente pensa que é, não precisa mais. Aqui está ela. Essa não é uma passagem estimulante e animadora. Em certo sentido, ela é o contrário. Ela é anticlímax. Afinal de contas, depois de uma jornada de humilhação que durou 20 anos, Jacó vinha trilhando um caminho ascendente. Ele tinha sobrepujado o Labão, tinha prevalecido na luta com Deus e tinha se reconciliado com o seu irmão. Tudo apontava para um final tranquilo. Quando então Gênesis 34, os acontecimentos narrados nesta passagem, irmãos, são sombrios. E para garantir que todos tenhamos entendido, nós vamos passar rapidamente pelo que aconteceu antes de destacar aquilo que eu acredito esta passagem tem a nos ensinar. O texto começa com Diná, a única filha de Jacó mencionada até então, saindo para ver as filhas da terra. Essa expressão ver as filhas da terra denota mais do que simplesmente curiosidade, denota interesse. Parece que a filha de Jacó estava de alguma maneira seduzida pela maneira como viviam as cananitas. Mas ao invés de ver as filhas da terra, o texto diz que ela terminou sendo visto por um filho da terra que a tomou, diz o verso dois, teve relações com ela e a humilhou. A a semelhança de linguagem com Gênesis 3, olha os verbos. Viu, tomou, não é mera coincidência. Algo grave estava acontecendo aqui, como na relação dos nossos primeiros pais com o fruto proibido. Alguns estudiosos entendem que Diná foi seduzida por Siquem e que a deshonra mencionada no versículo 5 ou a violência mencionada no versículo 6 teria sido essa sedução e sexo consentido antes do casamento. Sim, é deste modo que a Bíblia lida com este assunto. A Bíblia não lida com sexo antes do casamento como se fosse uma coisa normal e corriqueira. A Bíblia lida com sexo antes de casamento como um pecado, como um atentado contra a honra e a glória de Deus e um atentado contra a pureza do outro. Se você está brincando com isso, eu quero que você saiba, você está roubando a glória de Deus e você está roubando a pureza de outra pessoa. Outros estudiosos, porém, entendem que o que aconteceu aqui foi mais grave. Sequestro seguido de estupro. E me parece que isso é mais provável por aquilo que a narrativa sugere depois. Mas o que eu quero que você perceba é que seja como for, o texto diz que se quem ficou atraído por Diná, versículo 3, e que ele pediu a seu pai que lhe conseguisse a moça para ser sua esposa. Naquela época, casamentos não eram apenas decisões dos dois nobens. Casamentos eram decisões das duas famílias, especialmente do chefe do clã. E a cultura do antigo Oriente próximo não era muito favorável às mulheres. As mulheres eram frequentemente tratadas naquele contexto cultural como mercadorias. Elas não eram tratadas como pessoas. De modo que, por mais estranho que nos pareça, a proposta de Siquem indicava o desejo dele de reparar o erro que ele tinha cometido, fazendo com que Diná voltasse a se tornar uma mulher, digamos, respeitável. É mais ou menos aquilo que acontece na nossa cultura quando um casal de namorados engravida. Eles correm para casar como se isso fosse resolver o problema. É isso que tá acontecendo aqui. Eh, se quem percebeu que cometeu um erro, um pecado, um uma falha e agora está de alguma maneira desejoso de dar a Adiná algum tipo de honra e torná-la uma mulher novamente respeitável. Esse gesto disse quem? acentua a passividade de Jacó no versículo 5, que tendo recebido a notícia de que a sua filha tinha sido vítima de um sequestro, de um rapto e de um estupro, diz o texto, ficou calado até que seus filhos voltassem ao campo. Quem sai para falar com Jacó já depois que os meninos tinham chegado do campo? É amor. O pai de Siquem e Siquem junto com ele. Diz o versículo 11. E eles têm uma proposta a fazer. Na nossa cultura, nós diríamos fazer do limão uma limonada, aproveitar essa situação drástica, envolvendo quem diná para unir as duas famílias e fazer delas uma única comunidade, tornar os israelitas e os cananitas participantes de um destino comum. E eles tinham argumentos atraentes, sobretudo para um pai que parecia não se importar muito com o destino da filha. Veja o versículo 10. Vocês habitarão em nosso meio, a terra estará ao seu dispor. Morem nela, negociem e adquiram propriedades. Jacó poderia até ter pensado, não era o que Deus tinha prometido? Dar a Abraão a terra de Canaã como propriedade perpétua. Até a palavra que Siquem e Amor usam é a mesma que Deus usa em Gênesis 17:8 na promessa feita a Abraão. Quem sabe Deus não nos dará a terra de Canaã como propriedade perpétua através da mistura com os cananitas. Eles tinham também uma boa estratégia de aproximação, muito parecida com aquela que tinha sido usada por Jacó para se aproximar de Esaú. Vejam o versículo 12. Aumentem em muito o dote de casamento e as dádivas, e darei o que me pedirem. Dei-me, porém, a moça por esposa. Fazer do limão uma limonada é o que amor e se quem desejo. Eles só não contavam com o fato de que os filhos de Jacó, treinados no contexto dos embates do pai, tivessem aprendido tão bem esse negócio de estratégia. Diferente de Jacó, eles não receberam com indiferença a informação de que se quem tinha feito algo muito ruim com Diná. O verso 7 diz que eles se indignaram e eles ficaram muito irados. E o versículo 13 diz que eles responderam com astúcia. irmãos, a julgar pelo que esses meninos fizeram aqui nessa ocasião, nós podemos dizer que José teve muita sorte de ser apenas vendido por eles como um escravo para o Egito, porque eles eram capazes de coisa muito pior. Veja, eles disfarçaram a ira, hipócritas, agiram dissimuladamente, como se estivessem dispostos a negociar. Vamos fazer do limão uma limonada. E então fizeram uma contraproposta, estabelecendo uma condição aparentemente legítima da perspectiva daquele que é povo da aliança. Tá aí nos versículos 15 a 17. A condição é circuncisão. Tipo aquela moça ou rapaz cristão que começa a namorar alguém que não é crente e aí olha e diz assim: "Eu só posso casar com você se você batizar na igreja". Já viu essa história aí? Aí o outro pensa assim: "Que que vai me fazer mal jogar uma aguinha na cabeça?" Não é isso? Esse é o tipo de coisa que tá acontecendo aqui. Ou você se circuncida ou então a gente não pode ser uma única família. Eu digo que essa era uma condição aparentemente legítima, porque a circuncisão era apenas o sinal exterior de algo que na verdade deveria acontecer internamente. Circuncisão e batismo não mudam a vida de ninguém. O que muda a vida das pessoas é um encontro real e verdadeiro com Jesus Cristo por intermédio da ação do Espírito Santo. E amor e sequem aceitaram imediatamente e convenceram os demais homens da cidade a que fizessem o mesmo. Afinal de contas, como eu disse, ah, que mal teria em fingir ser algum deles para se beneficiar daquilo que eles tinham. Mas no terceiro dia, diz o texto, quando os habitantes de Siqué experimentavam o maior desconforto da prática da circuncisão, os filhos de Jacó conheciam esse negócio de circuncidar gente adulta e sabiam quando é que a dor chegava de maneira mais intensa. Dois deles, Simão e Levi, invadiram a cidade, mataram os homens, inclusive Amor Quem, e recuperaram Dinai. Por isso que eu disse que o rapto parece ser algo mais propício para a interpretação do que aconteceu aqui, abrindo o caminho para que os demais irmãos entrassem na cidade, saqueassem a cidade e levassem cativas. mulheres e crianças cananitas. Perceberam a moralidade seletiva deles? Na teoria, eles estavam fazendo justiça ao que se quem havia feito com diná, mas na prática eles estavam fazendo coisa pior. Quer dizer a mesma coisa, mas multiplicada. Eles estavam matando uma comunidade em virtude do mal feito em relação a uma pessoa. Só então, depois disso tudo acontecer, é que Jacó fala depois de permanecer o texto inteiro em silêncio. Mas curiosamente, o que sai da boca de Jacó não é uma palavra de indignação moral. Ele não tá indignado contra aquilo que está acontecendo dentro da sua casa. Veja a pérola que Jacó profere. Ele diz: "Vocês me criaram um problema e me fizeram odioso entre os moradores desta terra, entre os cananeus e os ferus. Como somos pouca gente, eles se reunirão contra mim, eu serei destruído e a minha casa será destruída." Percebe a pérola? Jacó tem uma filha raptada. abusada sexualmente por um homem que é de outra região, vê os seus filhos invadir em uma comunidade, tirar a vida de todo mundo e fazer algo semelhante àquilo que foi feito com as suas filhas, levar as cananitas cativas. E com que ele está preocupado? Ele não está preocupado com o pecado dos seus filhos ou dos outros diante de Deus. Ele está preocupado com os efeitos negativos. que os atos dos seus filhos trarão sobre ele. Ele tá preocupado com os prejuízos que aquilo acarretaria diante dos homens, diante das pessoas paraa sua imagem naquela ocasião. E você se atentou para os pronomes o tempo inteiro. mim, eu, minha. Ele é um homem absolutamente preocupado consigo mesmo. E o relato termina com a resposta dos filhos de Jacó, que parece mal educada e de fato é, mas levanta a questão moral que para ele parecia não ter importância. O texto termina com a pergunta: "E que direito ele tinha de tratar a nossa irmã como uma prostituta? Uma pergunta obviamente difícil, cuja resposta era óbvia, nenhum. Ele não tinha absolutamente nenhum direito de ter feito isso, mas que talvez devesse ser seguida de outra. E que direito vocês tinham de punir o pecado de um homem exterminando uma comunidade inteira? No entanto, Jacó não continua o diálogo. Talvez porque ele soubesse que estava comprometido. Primeiro pela maneira passiva com que ele reagiu a toda essa situação. Mas aqui, meus irmãos, nós chegamos ao ponto central do texto, mas principalmente porque ele tinha tomado uma decisão anterior que tinha contribuído para que tudo aquilo acontecesse. Vamos relembrar a história. quando estava fugindo de Esaú, ainda no começo da sua jornada descendente, Jacó teve um encontro marcante com Deus em um lugar chamado Betel. Deus fez algumas promessas a ele e ele respondeu ao Senhor com um voto. Ele disse: "Se Deus for comigo e me guardar nesta jornada que empreendo e me der pão para comer e roupa para vestir, de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então o Senhor será o meu Deus, e a pedra que pusá a casa de Deus, e de tudo o que me concederes, certamente te darei." O dízimo, percebeu o voto? Ele tá saindo e ele diz: "Essa será a casa de Deus. E se Deus cumprir as suas promessas para comigo, o dia que eu voltar, eu virei para Betel e eu vou entregar o dízimo ao Senhor daquilo que Deus me ofereceu. 20 anos depois, quando Jacó deixou a casa de Labão, começando agora o seu caminho ascendente, Deus fala com Jacó de novo e ele diz: "Eu sou o Deus de Betel, onde você ungiu uma coluna, onde me fez um voto. Levante-se agora, saia dessa terra e volte para a terra de sua parentela. Quando nós lemos o capítulo 33, que nós expusemos na última mensagem, e somos informados da reconciliação de Jacó com Esaú, nós tendemos a imaginar que o problema foi resolvido e que a história de Jacó então agora terminou. Mas sabe por que que a gente tende a ler a história assim, irmãos? É porque nós temos uma perspectiva horizontal e não vertical dos fatos. Sim, da perspectiva da relação de Jacó com Esaú, a coisa terminou no capítulo 33, mas da perspectiva da relação de Jacó com Deus, a coisa ainda não está terminada. Jacó tinha algo a fazer, retornar primeiro a Betel e depois a Hebron, onde estava o seu pai, conforme o voto que ele havia feito e aquilo que Deus o havia chamado para fazer. O que eu quero que você perceba é que Jacó parou antes da hora e se instalou em Sucote e depois em Siquem. Ele até ergueu um altar, um altar de nome absolutamente revelador. Lembra? Deus, o Deus de Israel. Não agora o Deus de Abraão, não agora o Deus de Isaque, mas o meu Deus. Talvez Jacó imaginasse que ele pudesse convencer Deus mudando um pouquinho as coisas, se ele fizesse um altar em outro lugar e não voltasse aquele onde Deus o havia ordenado adorar. Mas Jacó se esqueceu de que, eis a lição desta manhã, pega isso. A irmã da adoração é a obediência. Jacó se esqueceu disso, que a irmã da adoração é a obediência. Irmãos, o que eu quero que vocês percebam é que a tragédia de Gênesis 34 não começou com Dinás saindo para ver as filhas das dos cananitas naquela ocasião. A tragédia de Gênesis 34 começou com a obediência parcial de Jacó. começou com a acomodação de Jacó, que pode ter algumas razões possíveis e que talvez nós nunca saberemos qual é a principal. Talvez Jacó tivesse se encantado com a sua nova condição espiritual. Agora ele era um amigo de Deus. E quem sabe Deus não resolveria tratar agora com a condescendência maior aquele que ele chama de amigo. Eu comecei a andar com ele. Agora ele não vai ficar tão bravo comigo se eu resolver fazer umas coisinhas que ele não queria que eu fizesse. Talvez Jacó tivesse se encantado com a sua nova condição material. Ele agora era rico, ele tinha muitos animais e sucote era um lugar espaçoso suficiente para criar gado e mantê-los. Se quem tinha um povo rico perto era um lugar apropriado para trocas comerciais, para ampliação de riquezas, talvez ele tivesse se encantado com a sua nova condição. Ou talvez simplesmente Jacó estivesse cansado. Lembra? 20 anos servindo um homem chamado Labão. E agora quando ele entra na terra, ele se esquece do que Deus o havia pedido. Porque, afinal de contas, depois de 20 anos de dureza, é hora de aposentar, não é verdade? É hora de descansar um pouquinho, esquecer as batalhas e dizer: "Deixa eu curtir um pouquinho a minha vida". Nós não sabemos exatamente porque Jacó se acomodou, mas uma coisa é fato, a acomodação de Jacó aconteceu e ela contribuiu para que toda aquela tragédia acontecesse. Quando você percebe isso, você então entende o que é que esse relato está fazendo aqui. Por que Moisés resolveu registrar esse texto tão tétrico, esse texto tão sombrio? Lembre-se, esse texto foi escrito inicialmente para aquela geração de descendentes de Jacó, que estava sendo conduzida por Moisés pelo deserto do Sinai. Atenção. E estava prestes a entrar na terra prometida. Era um alerta. É como se Moisés estivesse dizendo assim: "Vocês estão lutando há 40 anos no deserto, estão andando por caminhos difíceis através dos quais Deus permitiu ou ou prometeu abençoar vocês mais um pouco e vocês estarão lá em condições bem melhores do que aquelas em que vocês estão hoje." Quando vocês estiverem lá, vocês serão tentados a imaginar que a jornada terminou e vocês serão tentados a imaginar que agora é hora de relaxar, agora é hora de descansar. Lembrem-se do vosso pai Jacó e não façam isso. Cuidado, não baixem a guarda, porque a relação de Deus com vocês está boa agora. Não baixem a guarda porque a relação dos outros com você está boa agora. Não baixe a guarda porque a sua relação com o mundo está boa agora. Porque o pecado é incansável e o pecado abate os filhos de Deus, mesmo quando eles estão em suas melhores condições. E esse é o alerta que nos é feito hoje através desta passagem. Irmãos, não existe descanso espiritual para nós nesse mundo. Eu sei que você é louco para chegar o dia em que você diz: "Eu quero descansar e esse dia vai chegar, mas ele não chega aqui. Enquanto vivemos nesta terra, a nossa vida precisa ser marcada por uma caminhada atenta, por uma caminhada vigilante. Nós nunca podemos imaginar que nós terminamos a jornada e então agora é hora de estabelecer e nos acomodar. Nós precisamos estar continuamente pressionados a uma obediência. total e completa. Essa é a lição dessa passagem para nós. Nós precisamos viver a vida cristã o tempo inteiro, ciente de que é nosso dever, é nossa tarefa obedecer plenamente ao Senhor, não para sermos salvos, porque como vocês sabem, nós somos salvos pela obediência perfeita. de Jesus Cristo. Nós não temos obediência perfeita que nos recomende diante do Senhor, mas para expressarmos gratidão pela maneira graciosa como nós fomos salvos por ele, que é o único que sabe resolver o problema do pecado. Irmãos, como é que esse problema do pecado pode ser resolvido? Essa é a pergunta sem resposta no final de Gênesis 34. Nem Jacó, nem os filhos de Jacó tem uma solução para esse negócio chamada pecado. Deixa eu mostrar para você. E eu quero mostrar para você porque ele tem muito a ver conosco, especialmente pela maneira como politicamente nós queremos lidar com a presença do mal no mundo. O jeito de Jacó é o jeito dos liberais, certo? Como é que os liberais querem lidar com o pecado? Silêncio. Certo. Você conhece a história dele? você falar alguma coisa daquilo que ele fez. Você precisa entender as dificuldades pelas quais ele passou ao longo da vida. Os pais dele eram cananeus, não eram? O que que você acha que poderia esperar de um homem cananeu como esse aí? É isso que os liberais querem fazer com o pecado. Desculpar o pecado se calando diante de atos terríveis. O jeito dos filhos de Jacó é o jeito dos moralistas. É a vingança. É preciso ser duro com o crime. Então, que morram todos pelo pecado de um. É, é, é uma busca por justiça, mas que nunca estabelece a paz duradora. reprime o pecador, mas não resolve o problema do pecado no nível mais profundo. Irmãos, o essa pergunta final nos ensina que o problema do pecado não pode ser solucionado por nenhuma dessas duas formas de ver o problema. nem liberais, nem moralistas podem resolver o problema do pecado. O primeiro desconsidera a gravidade do pecado. O segundo só promove a condenação, nunca a redenção do pecador. Mas a pergunta é: haveria como tratar o pecado com a seriedade que ele merece e ainda assim redimir o pecador ao mesmo tempo? A resposta é sim, um sacrifício de expiação. E é o que Jacó fará no capítulo seguinte em Betel, para onde o Senhor o levará. Tomará um cordeiro e o oferecerá pelos seus pecados. em um sacrifício que ao mesmo tempo lembra o seu pai, lembra de Isaque que foi colocado em um altar e teve o cutelo estendido sobre ele quando Deus disse: "Abraão, Abraão, eu providencio um cordeiro que substitui o seu filho Isaque". ao mesmo tempo em que aponta para o sacrifício de Jesus Cristo. Em vez de silêncio, punição, mas ao invés de muitos mortos pelo pecado de um, um morto pelo pecado de muitos. Essa é a resposta de Deus. A pergunta sem resposta no final da passagem. Só existe um jeito de resolver o problema do pecado. E o problema ou o jeito é o sacrifício do cordeiro de Deus Jesus Cristo. Nós amamos ser perdoados, não é verdade? Amamos nos lembrar que essa é a resposta de Deus ao nosso pecado. Nós deveríamos ter sido mortos, mas o cordeiro foi morto em nosso lugar. Você gosta disso? Gosta de lembrar disso? Então eu quero que você vá para casa lembrando que a sua resposta a isso tem que ser trilhar, ainda que imperfeitamente o caminho da obediência. plena e perfeita que um dia te alcançou. Como é que você diz? Eu fui alcançado por essa graça. Quando você não para no meio do caminho, quando você não se acomoda, quando você não fica clamando o tempo inteiro por um momento de que hora que vai chegar essa hora de ter que ficar lutando na minha santificação contra esse negócio de pecado a vida inteira até que você entre em Betel, para onde Deus vai levar você e a mim, como conduziu Jacó no capítulo seguinte. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós nos curvamos diante de ti com o coração quebrantado pelo que ouvimos em tua palavra nesta manhã, Senhor. Nós reconhecemos que muitas vezes somos como Jacó. Começamos bem, mas nos acomodamos no meio do caminho. Armamos a nossa tenda nos lugares mais confortáveis para nós, quando deveríamos continuar caminhando em fidelidade. Perdoa-nos, Senhor, pelas vezes em que te adoramos, mas deixamos de te obedecer. pelas vezes em que nos calamos quando deveríamos ter falado e pelas vezes em que reagimos com ira e não com justiça. Pelas vezes em que nós confiamos em nossas estratégias e não em teu bendito Espírito Santo. Deus, nós sabemos que a nossa obediência parcial traz prejuízos para nós, pros nossos filhos, pra nossa igreja. Por isso, nós te pedimos, Deus, livra-nos de uma fé acomodada. Dá-nos uma consciência vigilante, um coração sensível à tua voz e uma disposição renovada para continuar contigo até o fim do nosso caminho. Mas acima de tudo, Senhor, nós te agradecemos porque em Jesus nós encontramos uma resposta perfeita para o pecado. Obrigado por Jesus, o cordeiro que foi morto pelos pecados de muitos. Obrigado porque ele não se acomodou, mas obedeceu até a morte de cruz. E o nosso pedido final, Senhor, é: leva-nos de volta a Betel, purifica-nos, renova-nos e ensina-nos a andar no caminho da obediência, não para merecer a tua graça, mas para demonstrar a gratidão de quem um dia foi alcançado por ela. Nós oramos em nome de Jesus, o cordeiro de Deus, motivo da nossa única confiança. Amém. Vamos ficar em pé. Vamos louvar ao Senhor respondendo a mensagem desta manhã. Faremos isso também depositando no gasofilácio nossos dízimos e ofertas e nos preparando para a ministração da ceia do Senhor para o que eu já convido os presbíteros que durante o cântico tomem aqui à frente conosco para essa ministração. [Música] Só em Jesus. [Aplausos] Confiarei é minha força luz canção. É angular que me sustém na tempestade ou sequidão. Com grande amor, profunda paz. Em meio à luta em horas. Consolador é tudo em mim. Firmado estou em seu amor. Só se encantou. Po de Deus serado pelo ser, mas se agradou. [Música] Nada tudo o próprio Deus. A sua ira [Música] [Aplausos] [Música] satisfeu que estou. [Música] [Aplausos] Foi sepultada nossa luz, tragada pela escuridão. [Música] Glorioso dia então ressuscitou o meu Senhor de vitória o teu pecado me santo [Música] de viver. [Música] [Aplausos] de Cristo em mim. [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Jesus de Cristo até o fim. E sua mão me arrancar até com ele me encontrar. No seu poder eu [Música] viverei. Vamos orar a Deus. Senhor, receba os nossos dízimos e nossas ofertas trazidos, crendo que o Senhor é capaz de fazer muito mais com tão pouco que trazemos. A tua obra vale muito mais. A tua obra, ó Deus, vai muito além do que nós individualmente e até como igreja local conseguimos a manter. Mas pela tua bondade, pelo teu poder, o Senhor faz, ó Deus, com que as ofertas multipliquem em bênção sem medidas. Assim como o Senhor multiplicou os pães e os peixes para alimentar uma multidão, o Senhor também pode, ó Deus, transformar em bênçãos sem medida, até mesmo as que não conseguimos enxergar. Portanto, receba agora, ó Deus, as nossas ofertas, testemunho da nossa generosidade e também os nossos dízimos, testemunho da nossa fidelidade. E use-os, ó Deus, para a tua glória. Oramos em nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem se assentar. Eu queria convidá-los a abrir no texto do profeta Isaías, no capítulo 53. Preparando-nos para a ceia. Acho que foi, acho que foi ano passado, eh, o nosso filho teve oportunidade de visitar o local do holocausto lá na Alemanha. E uma das coisas que ele me disse, ele falando, pai, interessante quando a gente anda ali entre aqueles monumentos e os ambientes onde aconteceu o holocausto, ninguém tira foto. É uma, é um ambiente tão sombrio e tão triste que as pessoas se sentem até meio que constrangidas de ficar tirando foto, tir fazendo selfie. Não tem. E olha que era um grupo de jovens. Semelhantemente eu penso a respeito, irmãos, de Isaías 53, que está projetado aí. Esse texto descreve uma cena sombria, uma cena de muita violência. Eu não sei se vocês já observaram desse dessa perspectiva. Olha só o que o texto diz. Ele tá dizendo que certamente ele, ou seja, a o Messias, o Senhor Jesus Cristo, tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores ele levou sobre si e nós o considerávamos como aflito ferido de Deus. e oprimido. Se você tiver com uma caneta aí, sublinha essa expressão, ferido de Deus. Versículo 5 é dito que ele foi trpassado. Traspassado que significa alguém com uma espada atravessar o seu corpo. Não é simplesmente como Jesus na cruz. cortaram o lado dele com a lança para ver se ele ainda estava vivo. Não é isso? Essa imagem ela é bem mais gráfica, não aconteceu exatamente o que aconteceu na cruz, mas ela mostra a violência do pecado contra a o ser humano e contra Deus. Então ele foi traspassado como se alguém com a lança passasse no meio do seu coração. Foi traspassado por causa das nossas transgressões. E o que é pior, diz o texto que ele foi também esmagado. Isso é um ato adicional de crueldade. Se já foi traspassado, para que esmagar uma pessoa? Esmagar significa pisar com os pés. Em algumas ocasiões, no mundo antigo, algumas nações, como era o caso da Síria, os imperadores faziam com que se fosse colocados os prisioneiros de guerras já mortos, para que ele passasse com a carruagem por cima desses que já estavam mortos. Então ele foi esmagado por causa das nossas iniquidades. Mas o texto diz que tudo isso aconteceu por causa de uma coisa. Diz o texto, versículo 5, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas feridas. Quais feridas? O ser transpassado, o ser esmagado, é por causa dessas feridas que nós fomos sarados. Você pode perguntar: "Pastor, mas que crueldade! Que crueldade. Quem teria coragem de fazer isso com o nosso Senhor Jesus Cristo? Quem teria coragem de vazá-lo, de traspassá-lo com uma espada e depois esmagá-lo? Quem faria isso? Olhe na sua Bíblia aí, anote isso. Versículo 10. Olha quem que esmagou. Olha aí na sua Bíblia. Versículo 10 diz: "Todavia, ao Senhor agradou esmagá-lo, fazendo sofrer." O que é mais dolorido, irmãos, e o mais triste nisso tudo não é somente que Cristo, o filho, ele foi trpassado e esmagado, mas ele teve que ser transpassado e esmagado pelo próprio pai. E sabendo que aquele que recebia aquele golpe não era a pessoa que deveria estar ali. A quem deveria estar ali para receber aquele golpe seria eu, você, cada um de nós. Então, quando Jesus ele teve o cuidado de deixar uma celebração que fosse memorial, para que nós, a semelhança do que nós lemos aqui na cabeceira dessa mesa, lembrássemos dele, que fosse em memória dele, é para que nós jamais nos esquecêssemos da violência que o pecado causa em Deus. O nosso pecado levou com que Deus vazasse o seu próprio filho, esmagasse o seu próprio filho, para que eu e você pudéssemos ter paz com ele. Então isso, irmãos, não é apenas justiça, é também, mas isso é sobretudo um grande gesto de amor. De amor. Porque se Deus pedisse um filho de qualquer um de nós aqui, talvez nós não daríamos especialmente para justificar e para resolver o pecado de pessoas que mereciam morrer. Essas pessoas somos nós. Então, queria convidar todos vocês que são pecadores, pessoas por quem nosso Senhor Jesus Cristo foi vazado e esmagado. pessoas que acreditam que esse sacrifício nos traz a paz. Eu queria que você então participasse lembrando dessas coisas. A escritura nos diz que todos são bem-vindos a participar, mas é importante que nós ah entendamos o que estamos fazendo. Por isso, eu queria dar a você agora a oportunidade de você curvar a sua fronte, confessar a Deus o seu pecado e então participasse do pão e do cálice. Vamos orar. Ó Deus, quanta dor e quanto sofrimento. Porém, na cena completa, conseguimos ver mais do que isso. Conseguimos ver quanto amor e quanta paz o Senhor conseguiu realizar por meio deste sacrifício. E hoje, ó Deus, quando nos aproximamos da tua mesa, ajude-nos a entender a gravidade daquilo que o nosso pecado causou. agido-nos entender, ó Deus, o preço que precisou ser pago para que hoje pudéssemos ter paz contigo. Ajude-nos, ó Deus, a jamais nos esquecermos daquilo que acabamos de ler. permita que lembrando-nos disso, estejamos sempre prontos a participar, a fazer parte desta comunhão, pois sabemos que por meio do teu filho Jesus, nós temos paz contigo, somos parte do corpo dele. E é por isso que nós ousamos a participar desta mesa e o fazemos em nome de Jesus. Amém. Queria convidar então a todos os que são membros desta igreja ou de qualquer igreja evangélica e que esteja em plena comunhão com ela, que participe do pão e depois do cálice. Aguardemos juntos para depois participar ah uns com os outros. [Música] Ah. [Música] É, guarda. Ja. [Música] Os presbíteros já estão concluindo. Se você foi involuntariamente omitido na distribuição, queira manifestar-se, levantando uma de suas mãos, será prontamente atendido. [Música] A noite em que o Senhor Jesus foi traído, a Bíblia diz que ele tomou um pão e tendo partido, disse: "Este é o meu corpo partido por vós. Comei dele todos. Comamos irmãos, em memórias do Senhor. Por semelhante modo, depois de haver enciado, também tomou o cálice, dizendo: "Este cálice é o cálice da nova aliança no meu sangue. Bebei dele todos. Bebamos em memória do Senhor. Coloquem-nos de pé mais uma vez. Vamos louvar a Deus com mais esse cântico. [Música] Que dom Deus, Jesus, meu filho amado. Nada mais há que o céu me possa dar. Minhação, justiça e liberdade. Esse aqui é com defeito. Depois amor fiel, profundo eterna paz. Segurou o Cristo minha vida. [Música] que glorioso mistério é cantar. Tudo é meu. Não sou eu, mas [Música] Jesus. Terra. Mas Cristo está comigo. Quem ao meu lado Salvador está? Eu vivi com toda a alegria, pois na fraqueza a sua forte está. Eu sou pastor, refúgio e defesa. Eu vale me conduzirá. Ele as trevas venceu e vitória de não sou eu, mas Jesus. [Música] Eu sei perdoar. O meu futuro garantido está. Jesus correu por minha paz. Mas e a parte queou seguro estou, foi morto o meu [Música] pecado. Eu adoro te intercessor. [Música] quebrou e não sou [Música] Jesus. [Música] Eu seguirei a Cristo, pois prometeu que al me levará. A cada dia ele me renova e o trofear. [Música] Espero só em Cristo. Toda glória eu darei quando eu [Aplausos] [Música] teor Jesus. [Música] Eu declarar, mas Jesus não fui eu, mas Jesus em mim. Não fui eu, mas Jesus em mim. [Música] Vamos orar. Ó Deus, que verdade acabamos de cantar. Não fui eu, não é por minha causa e não sou só eu quem sou beneficiado por aquilo que o teu filho fez. E ó Deus, ao encerrar neste momento de culto público, participando, ó Deus, da ceia, ajuda-nos a sairmos daqui e não nos esquecermos disso. A nossa mente se esquece das coisas com muita rapidez. A nossa lida diária também se incumbe de nos fazer pensar em tantas outras coisas. Mas, Senhor, ajude-nos a colocar em perspectiva aquilo que fazemos, as muitas coisas com as quais temos que nos envolver ao longo da semana. Ajuda-nos a ver todas essas coisas à luz daquilo que ouvimos, daquilo que cantamos e daquilo que participamos neste culto de adoração. Oramos pedindo isso a Deus porque sabemos que sem ti nós nada podemos fazer. E agora, irmãos, que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o Pai e a comunhão bendita do Espírito Santo sejam sobre cada um de vós hoje e para todo sempre. Amém. Os irmãos podem se assentar. Nós queremos eh anunciar antes de dos avisos, mas a a faleceu ontem a dona a irmã Maria Valdena, ela é mãe, ela é mãe da nossa irmã Jerusa, então ela faleceu ontem e ela está sendo sepultada hoje em Tabuão da Serra, tá? Acho que ela não era membro da igreja, né? A Jerusa que é membro, né? Isso mesmo. Mas oremos pela família da da Jerusa. E é uma irmã que já tem passado por diversas dificuldades. Vamos orar então pela vida dela. Ó Deus, pedimos que o Senhor, por meio do Teu Espírito, que é o consolador, possa trazer o consolo que nós, seres humanos, não damos conta de fazer. Permito, ó Deus, que a tua boa mão visite a família, familiares, amigos da Jerusa, a fim de que possam receber de ti a o consolo que vem do alto. Oramos pedindo isso em nome de Jesus. Amém. Algumas pessoas eh nos visitam hoje e foi me informado aqui a a Lívia junto com a sua irmã Micaele. Estão conosco hoje aqui. Onde estão vocês? Lívia Micael. estão aqui na frente. Sejam bem-vindas. Eu vou pedir paraa Ana e a Lídia cumprimentar aqui. Ai, e dá um abraço nelas. Tem outra aqui, ó, a de blusa verde também, a blusa preta. Sejam bem-vindas a Lívia e Micaele também. A Lindalva, ela está com o marido Edmar. Onde estão vocês, Lindalva e Edmar? Ah, estão lá atrás, ó. Sejam bem-vindos. Quem está aí do lado, o David vai cumprimentá-los em meu nome. Presbítero Well Eduardo também. Sejam bem-vindos a Lindalva e o o Edmar. E também tem o Kauan Gonçalves. Onde está você, Kauan, entre nós. Alguém tá vendo ele com a mão levantada aí? Não, então ele não deve estar aqui ou às vezes ele está lá atrás, né, na na área da livraria. Mas se você estiver aí atrás, Kauan, seja bem-vindo. Deus abençoe a sua vida. Se tiver alguém aí do seu lado, por favor, um membro da igreja, cumprimente ele aí, né, lá na área da livraria. Alguns avisos, irmãos. Bom, hoje a sala, as salas, né, de escola dominical funcionam. Se você está nos visitando, nós temos eh várias salas que acontecem, tá? E hoje pela manhã aqui onde no templo acontece uma sala de doutrina, ah, ali na no salão social, uma sala de Bíblia. E aí, saindo aqui à sua direita, você tem no segundo andar várias salas, né? No segundo andar, no primeiro andar nós temos as salas para crianças, tá? Então, eh, se você tem filhos e está nos visitando hoje, eh, ao chegar no primeiro andar, você vai encontrar pessoas que podem dar todas as informações que você precisa para enviar o seu filho para o local correto. Irmãos, nós estamos eh essa é uma celebração, né, dos PGs. Os PGs reúnem a os membros da igreja nos lares durante a semana, mas uma vez por ano a gente tenta reunir toda a igreja. Essa é uma programação ah do dos pequenos grupos, mas é extensiva a toda a igreja, tá? Nós vamos nós alugamos lá esse sítio lá em Parelheiros e o acesso é bom, é fácil e vai ser um day camp. Então, durante todo dia nós teremos aí atividades e é um momento de a comunhão com toda a igreja. Então, os que já participam dos PGs estão praticamente intimados. Os que nunca foram em nenhum PG é uma excelente oportunidade para você conhecer como funciona. Mas será um dia, é um dia de celebração, um dia de comunhão com todos os membros da igreja, tá bom? Repito, não é só cão quem vai no PG, né? Eh, quem vai no PG vai organizar isso, mas é um convite a toda a igreja, tá? E tem aí um valor, né? De R$ 20 para por pessoas ou R$ 50 por família, né? Famílias acima de três pessoas, crianças até 5 anos não pagam, tá certo? Então o, ah, ele já desceu, mas o, o presbítero Márcio tá me dizendo que eh já tem um link sendo enviado para o WhatsApp da igreja com as informações e um link para você fazer inscrição. É isso mesmo, né, Márcia? É, já tô vendo aqui. Então, sintam-se convidados no dia 7 de junho. Já é o sábado que vem. Não, não. Ah, o outro ainda, né? Tá bom? Então, duas semanas sem ser o sábado que vem, o próximo, a UMP, né, ela está já fazendo isso já alguns alguns finais de semanas, então lembrando-nos, né, que eles estão levantando aí bens para essa ação social, arrecadação de itens de higiene. Ah, então se você gostaria de participar, de colaborar, então procure, né, a a mocidade e eles estão organizando isso. encontro. Eles vão levar isso no dia 15 de junho, tá? Então, 15 de junho, eh, volto lá, é um almoço aqui na IPSA. Vai ser lá esse almoço, tá? Vai ser aqui na igreja. Aí depois eles vão para lá, tá certo? Então, dia 15 é o dia que eles vão levar essas arrecadações para lá, tá bom? Eh, só lembrando, né, nós, a nossa EBF ainda, esse tá valendo ainda, Felipe, tá, hoje é o último dia para você se inscrever como voluntário ah para ajudar na IBF. Ela vai acontecer dos dias 3 a 5 de julho. Então, a ano passado nós tivemos centenas de pessoas aqui ajudando, tá bom? Então, não pode ser diferente. Então, voluntarice para ajudar. Eh, tem espaço para todo mundo, tá? todo mundo. Se você quiser voluntariar para ficar olhando, acho que tem um espaço também, né? Olhando se nada dá errado. Mas ajuda, irmãos. É uma oportunidade de nós abençoarmos eh pessoas geralmente visitantes vem na igreja nessa ocasião e por meio dos seus filhos, os pais acabam vindo paraa igreja. Então, voluntarice, reverendo Guilherme vai dar esse aviso. Meus irmãos, nossos comunicados aqui são breves, mas importantes, sobretudo porque estamos nos aproximando do jantar de casais que está programado para o dia 14 de junho e e é para todas as faixas etárias, OK? E independente do fato de se tratarem de namorados ou noivos ou pessoas já casadas, todos estão nesse sentido também convidados. Eh, nós temos uma arte autoexlicativa, já tem bastante coisa aqui básica, eu só quero reforçar, será às 18:30, R$ 160 por casal e a inscrição pode ser feita pelo app da nossa própria igreja. Com um detalhe, se você tiver algum tipo de dificuldade com o valor da inscrição, pode procurar qualquer um dos nossos irmãos da diretoria do Coisa Nossa. a uma equipe de irmãos que apoiam eh esse ministério, essas atividades e esses irmãos estão à disposição de vocês, assim como também podem contar conosco, especialmente com as nossas irmãs Lia, Tainá e Edlane, para fazer as inscrições presenciais, se assim você desejar, aqui na igreja, após a nossa escola dominical, essas irmãs sempre dão um apoio, um suporte para que você seja devidamente eh inscrito. Um outro detalhe é que algumas pessoas nos procuraram no sentido de buscar uma ajuda, um apoio em relação a seus filhos pequenos. São pais que desejam participar, casais que desejam participar, mas tem as crianças e não tem uma rede de apoio. Procure qualquer um desses irmãos, as irmãs que eu mencionei e outros irmãos também, o presbítero Junqueira, nosso diácono Wesley, nosso irmão Thales ou a mim mesmo, enfim, para que possamos dar providência em relação a isso. E o aviso da sequência que é o encontro de casais, é programado para acontecer em Serra Negra no dia entre os dias 28 de agosto a 31 de agosto. Os valores estão ali também, R$.500 por casal. Ah, o tema é o que você esperava. Então, vai ser mais uma oportunidade para que os casais estejam ali em comunhão e possam aprender e serem edificados. H, quanto à relação conjugal, a fim de que nós promovamos famílias paraa glória de Deus. Esse é o objetivo. Pastor Previde dará continuidade, né, a sua série, né, humildade, uma demonstração da alegria. Então, tenhamos todos, irmãos, uma boa escola dominical.