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A QUESTÃO DA LIBERDADE: LENDO O MANIFESTO COMUNISTA – Parte 13

A QUESTÃO DA LIBERDADE: LENDO O MANIFESTO COMUNISTA – Parte 13

A QUESTÃO DA LIBERDADE: LENDO O MANIFESTO COMUNISTA – Parte 13

Pix: bruno@reikdal.net

Legendas automáticas:

Fala minha gente, tudo bem? Bá para mais
um conteúdo totalmente excelente aqui no
nosso canalzinho. Desta vez a
continuação da nossa leitura linha a
linha comentada do manifesto comunista.
Sim, esse texto tão mal tratado, tão mal
cuidado, tão mal interpretado e em torno
do qual são criados infinitos
espantalhos e fantasmas para desviar a
atenção da classe trabalhadora e
distanciar de uma análise cuidadosa da
realidade social, além de promover aí um
grau de consciência de classe, ainda que
você não concorde com que tá no
livrinho. O importante é a gente se
apropriar, se aproximar, discutir e
ainda que para criticar, que seja de
maneira qualificada e não sacando o
texto fora de contexto para ser pretexto
para qualquer coisa que você goste aí de
fazer ou para criar pânico moral em
torno da galera. Beleza? Dito isso, não
esquece de curtir esse vídeo, comentar
para já, espalhar a palavra por aí, dar
uma olhadinha na descrição, porque lá
tem a chave do Pix vai que tá sobrando
uma aí para você poder apoiar o meu
trabalho, além de considerar ser membro,
membra, membre, membrezinha aqui do
nosso Clazinho, porque temos conteúdos
exclusivos para você semanalmente, além
dos cursos que eu tenho ofertado e
disponibilizado para a membresia do
canal. E eu acho que você vai gostar
bastante. Beleza? Dá uma olhadinha,
considera aí, não esquece de se
inscrever caso você goste desse tipo de
conteúdo. E eu acho que essa leitura tem
sido muito proveitosa, muito bacana. E
nós vamos dar continuidade no nosso
último encontro de
leitura. Nós falamos um tanto sobre o
papel que é desempenhado desde a
sociedade capitalista, sobre esse modo
de produção capitalista numa sociedade
burguesa. Como dentro desta reprodução
social o capital passa a desempenhar um
papel de
sujeito e nós acabamos nos convertendo
em objetos em suas mãos. Há uma inversão
desta relação na qual ele acaba
decidindo sobre as nossas vidas. E o
capitalista, aquele que é dono do meio
de produção, acaba ocupando um papel
central na manutenção dessa bagaça.
Afinal, ele ocupa a posição de
coordenador da Divisão Social do
Trabalho à medida que decide os rumos
dos investimentos e
da dos produtos que são efeitos de uma
produção, de uma organização social.
Então, há um produto social desenvolvido
sobre a combinação social de trabalho,
né? vários trabalhinhos combinados,
organizados, interdependentes, cujo
resultado será consumido socialmente.
Contudo, as decisões sobre quais os
rumos desses produtos, dos
investimentos, da inovação e tudo mais,
são decididas não socialmente, senão de
acordo com os interesses de um indivíduo
em busca de lucro e não necessariamente
de garantias de condições de produção e
reprodução da vida no dia seguinte, o
que seria propriamente uma organização
econômica que pensa de maneira
sustentável a própria reprodução social.
Então nós vamos continuar a partir desse
ponto e vamos ver aqui a questão do quê?
a questão da liberdade, porque ao
criticarmos a dinâmica sobre a qual essa
sociedade burguesa se mantém e reproduz
o modo de produção capitalista, somos
acusados de estarmos contra a liberdade.
Porque a liberdade, no caso, é a
liberdade de um indivíduo apropriar-se
do produto, do dos meios de produção e
decidir sobre os rumos da produção e
sobre os produtos, como eles serão
feitos, realizados, concretizados na
nossa história. Então a gente vai ver
que ao criticar isso vão dizer: "Você
está contra o livre comércio, você está
contra a liberdade, você está contra
aquela discurseira que a gente ouve todo
dia". Mas vamos lá.
Na sociedade burgua, o passado domina o
presente. Na sociedade comunista é o
presente que domina o passado. Na
sociedade burguesa, o capital é
independente e pessoal, ao passo que o
indivíduo trabalha e é dependente e
impessoal, que é o que eu acabei de
comentar, a inversão, o capital se torna
sujeito e as pessoas que são sujeitos da
economia se tornam objetos, dependentes,
entregues ao capital.
É a supressão dessa situação que a
burguesia chama de supressão da
individualidade e da
liberdade. Superar, ir além desse tipo
de relação que é estabelecido pela forma
social burguesa e o modo de produção
capitalista, do ponto de vista do
burguês, seria atacar a individualidade
e a liberdade. Afinal, este, dentro
desse aparato jurídico, o indivíduo que
é dono do meio de produção, de maneira
privada e que aliena todos os demais da
produção que é social e decide sobre
isso, ele vai defender a liberdade, a a
esse tipo de individualidade abstrata e
de liberdade dele fazer o que ele quiser
em detrimento dos outros, exatamente
pela posição privilegiada que ele ocupa
dentro dessa reprodução social. Então,
mudar essa estrutura social para ele é
um perigo. Você tá atacando a liberdade
e a
individualidade. E aí dentro dessa
malandragem ele esquece de avisar que no
caso os trabalhadores e as trabalhadoras
que não têm outra opção a não ser vender
o seu próprio corpo e o tempo de sua
vida em forma de salário, que é o preço
pago pela mercadoria força de trabalho,
que é você gastando aí sua
vidinha, nós não temos essa liberdade.
Não temos esta liberdade. Não temos
liberdade. A gente não tem escolha.
Nós estamos rendidos a esse processo,
não temos participação nele, ainda que
é, quer dizer, participação de decisão,
né? Ainda que enquanto eh objetos desse
negócio, somos determinados e somos
decididos do que devemos ou como devemos
fazer dentro desse mercado capitalista e
tal. E individualmente o que fazemos é
competir uns com os outros trabalhadores
para ver quem consegue algum cargo que
garanta um salário que garanta, em
teoria a sua subsistência de sua
família.
Então tem um probleminha aí nessa
organização de defesa da individualidade
da liberdade,
certo? E qual razão?
Porque se trata efetivamente de abolir a
individualidade burguesa e a
independência burguesa, a liberdade
burguesa. O adjetivo ele é sempre muito
importante. E a gente já falou desde o
primeiro vídeo aqui o que significa
burguês proletário. E aí, se você não
acompanha, eu recomendo que você olhe a
descrição do vídeo, porque além da chave
do Pix, que você pode dar uma força aí,
se tiver sobrando na berreca, vê a
playlist inteira desde o
início em que nós trabalhamos o conceito
de burguesia. O que que isso significa?
Quem é o burguês? De onde vem a palavra
burguês, né? Então fica aí a dica de
você
acompanhar. Por liberdade nas atuais
relações burguesas de produção,
compreende-se a liberdade de comércio.
Liberdade de comprar e vender. É isso.
Eles chamam de liberdade comprar e
vender. Eu poder escolher. Como diria?
Diria o canal do Milton Friedman. Free
to choose, livre para escolher. Escolher
uma gravata vermelha ou uma gravata
azul, mas jamais escolher ou participar
da decisão de para onde vão os
investimentos sociais, para onde vai o
fruto desta relação social que valoriza
o valor, o
capital. Para onde vai a nossa
reprodução social? Essa decisão sobre o
produto social e sobre a coordenação da
divisão social do trabalho não pode ser
decidida de maneira individual, de
acordo com os interesses e
egoístas próprios de um camaradinha que
quer obter lucro. E não pode nem ser
decidido só por questão do lucro, porque
pelo lucro que nós estamos fazendo é
reproduzir capital dentro dos mercados
pelo próprio capital e não para melhorar
a sociedade como um todo. Não há um
mínimo planejamento social dos rumos da
produção para onde nós vamos. E o efeito
disso é que sob essa dinâmica, nós
destruímos as condições de reprodução da
vida como um todo, achando que estamos
mandando bem, porque estamos em busca do
lucro, que é o objetivo dado dentro das
relações de mercado, como está
estabelecido no mercado capitalista.
Então é bom a gente perceber que
liberdade aqui é liberdade de comprar e
vender. Só que no nosso caso, nós
compramos determinados bens para
consumo e ponto para nossa subsistência.
Enquanto o camaradinha que é dono do
meio de produção, que tem capital
acumulado, que decide os rumos da
produção, ele não compra só para
consumo, ele compra força de trabalho,
que somos nós, unidades aqui produtivas.
Ele compra e utiliza do capital para
fazer inovação dos meios de produção
quando lhe interessa. E ao desenvolver
esses meios de produção, ao acumular
ainda mais capital, então não é só que
ele tá só consumindo, ele está
consumindo de maneira produtiva,
decidindo os rumos da produção. tem uma
posição muito privilegiada e ainda pode
no desenvolvimento do capital financeiro
começar a brincar de fazer dinheiro que
não tem nenhuma consistência produtiva,
que não que não tem materialidade
efetiva no sentido de não dá para pegar,
não dá para produto, tá fazendo nada, só
tá trocando valores em cima de valores,
que a tal da especulação financeira,
completamente improdutivo, um capital
que não produz nada e ainda enriquece o
camarada porque tá dentro dessa lógica
desse sistema burguês.
Então vamos lá, vamos entendendo o que
que funciona aqui. Quem realmente tem
pode brincar no mercado, quem tem
capital e quem não tem, se vende. É
isso. Vende o seu próprio corpinho, sua
pele ao preço de salário. Mas se o
tráfego desaparece, desaparecerá também
a liberdade de traficar ou do caso do
comércio, da troca e tal.
Toda a frase sobre livre comércio, bem
como todas as
bravatas de nossa burguesia sobre
liberdade, só tem sentido quando se
referem ao comércio constrangido e ao
burguês oprimido da Idade Média. Nenhum
sentido tem quando se trata da supressão
comunista do tráfico, das relações
burguesas de produção e da própria
burguesia.
Veja, quando o burguês defende a
liberdade, individualidade sob sua
forma, ele está fazendo em relação ao
modo de produção feudal servil anterior.
No caso, Marx está explicitamente
tratando da Europa e nós falamos isso no
primeiro vídeo, explicitando de que
ponto, de que posição, quem é o
interlocutor do manifesto comunista. e
para o interlocutor do manifesto
comunista, que são os trabalhadores e as
trabalhadoras da Europa Central em
especial, o seu passado é definido por
essa tal da idade média da modo feudal
de produção, modo servil. E tem sentido
esse discurso sobre
liberdade dentro do comércio, sobre
individualidade na forma burguesa em
relação à Idade Média, em relação a esse
outro modo de organizar a vida, mas não
em relação à superação dessas relações
burguesas, que é o que o comunista
propõe, que como nós vimos
anteriormente, propõe um tipo de
liberdade que não é uma liberdade
abstrata e só formal, senão real e que
requere e garante condições de
participação dos trabalhadores das
trabalhadoras no processo de produção e
reprodução. ção social do qual eles são
partes, não como objetos, mas como
sujeitos. Porque nós não somos objetos e
meros objetos, nós também e efetivamente
somos os sujeitos. Sujeitos vivos que
dão as condições para a produção, que
realizam a produção e que consomem de
maneira produtiva e reprodutiva a
própria reprodução social, porque a
economia está a serviço dos seres
humanos e não os seres humanos a serviço
da economia. Contudo, no capitalismo, na
forma social burguesa, é o contrário que
acontece. E é por isso que quando nós
falamos sobre liberdade, sobre
individualidade, sobre esse ponto de
negócio, não dá para desconsiderar a
partir de qual mundo, de qual realidade,
de qual modo de produção nós estamos
tratando. Porque o que dá conteúdo, o
que dá consistência às palavras, não são
elas por elas
mesmas, senão as relações nas quais ou
estão envolvidas e das quais são fruto.
Vou dar um exemplo muito rápido. Vou até
sair aqui, voltar para cá e já volto
para outra tela. Ó, eu gosto muito,
muito, muito de
um uma comédia do Aristofanes, As
Nuvens, né, que faz uma sátira com
Sócrates. Tinho, esse camarada aqui, ó.
Você que aqui é o Tin, meu Sócratinho,
meu
Sócrates. Eh, e o Eropens faz um uma
comédia tirando uma onda com Sócrates e
ele conta a história de um jovem rapaz
que era um adolescente, desobedeceu seu
pai e foi ter aulas com Sócrates. O pai
proibia ele de ter aulas com Sócrates,
mas ele foi, foi, ficou um tempo fora,
voltou para casa, o pai olha para ele,
fala: "Por, que que que você tava
fazendo?" E o moleque aprendeu com
Socrates, que não deve mentir. Então ele
disse: "Eu estava tendo aula com
Socrates. Então o pai vai lá e dá uma
surra no menino. Não deva fazer isso.
Você não pode fazer isso em casa. está
errado. Este pai está completamente
errado. Ele não pode, não pode de
maneira nenhuma agredir qualquer coisa
desse tipo com criança. Isso não é
pedagogia, isso está errado. Está
completamente
equivocado. Ele faz isso de maneira
completamente errada. E o menino olha
pro pai e fala: "Pai, por que que você
me bateu?" E o pai diz pro menino:
"Porque eu te amo muito". E o moleque
olha pro pai e diz: "Pode deixar, pai,
quando eu crescer, eu vou te amar muito
também.
Para esse menino, dentro dessa relação
que ele tem estabelecida com o pai, no
qual o pai bate e diz que bateu porque
ama muito, o menino não vê contradição
entre a palavra amor e a
agressão. A palavra amor não tem sentido
em si só, por si só. São as relações que
condicionam o conteúdo dessas palavras,
assim como liberdade, como
individualidade, como toda a fraseologia
burguesa, ela tem sentido dentro do tipo
de relação e de modo de produção que nós
temos e que estabelece o conteúdo e e a
maneira, o modo como nós vamos trabalhar
e coordenar os nossos valores, as nossas
ações, os nossos princípios, né? Então,
não dá para falar sobre liberdade, sobre
individualidade, sem considerar quais
são as relações nas quais essas palavras
estão envolvidas e quais qual é o modo
de produção que dá consistência para
esse tipo de discussão. Beleza? Então,
vamos manter aqui o foco e voltemos para
a leitura do
manifesto. Olha como é importante a
gente considerar isso, né? Porque senão
fica muito fácil ter um maluco qualquer
que fica gritando aí pela família, pela
pátria e pela liberdade, como os
fascistas faziam século no no início do
século XX, né? E que que significa
pátria? Que significa família? Que que
significa liberdade? Ou por Deus,
pátria, liberdade, qualquer coisa do
tipo. Que significado tem essas
palavras? Depende das relações que estão
estabelecidas, não tem valores em si
mesmas. Tá bom? guarda no seu
coraçãozinho. Horrorizai-vos porque
queremos suprimir a propriedade privada.
Queremos mesmo. Já falamos sobre a
propriedade aqui, tá no na playlist. Mas
em vossa sociedade a propriedade privada
está suprimida para 9 décimos de seus
membros, né? Então no Marx tá dizendo
aqui, só 10% tem acesso aí a essa
propriedade que vocês tanto defendem. Só
10% aí tem acesso ao capital e as
decisões sobre o rumo da produção. No
nosso caso hoje, só menos de 1%. Menos
de 1%
decide. Piorou, né?
Mas tem gente que acha que tá
melhor. E é precisamente porque não
existe para estes 9 démos que ela existe
para vós. Ou seja, só tem 1% se dando
bem porque 99 estão lascado.
Censurai-nos, portanto, por querermos
abolir uma forma de propriedade que
pressupõe como condição necessária que a
imensa maioria da sociedade não possua
propriedade. Ou seja, quer falar que a
gente tá indo contra essa sociedade,
quer nos censurar, porque nós dizemos
que não deveria ser assim. com menos de
1% no nosso caso e 10% no caso do que o
Marx tá dizendo em seu tempo pro com
eh detém e o capital, os meios de
produção e decidem sobre a toda a
divisão social do trabalho, ou seja,
ocupam o cargo de coordenação da divisão
social do trabalho. E por isso você você
quer nos censurar, censure, porque é
isso mesmo que a gente quer. Nós
queremos ir contra esta sociedade que é
injusta, desigual e imbecil do ponto de
vista da própria reprodução social. Aqui
é um discurso, como a gente já comentou
em outros vídeos, tanto moral quanto
científico. Moral é quando a gente fala
sobre injustiça, sobre desigualdade,
sobre esses pontos que t a ver com
certos valores que vão além do cálculo
de coordenação dos meios para obter um
determinado fim. Contudo, do ponto de
vista científico e econômico, impessoal,
também é imbecil a porcaria do
capitalismo. Porque dentro do mercado,
visando lucro, tendo apenas como
valores, eficiência e competitividade, é
capaz de destruir as condições de
produção e reprodução da vida, achando
que tá fazendo uma coisa
inteligentíssima. É só você abrir a joça
da sua janela e ver o que tá acontecendo
hoje no planeta e que nós estamos
sofrendo os efeitos da crise climática,
exatamente porque não existe critério
dentro desse mercado que limite essa
racionalidade
imbecil. O capitalismo exige isso. Ele
tende a um cálculo infinito, como se
fosse possível capital infinito, lucro
infinito, produtividade infinita. E não
tem limites, porque não tem como sujeito
o ser humano, que é um ser vivente, que
produz, realiza sua produção, consome
sua produção e pode planejar o dia
seguinte. Como não é esse o sujeito, o
sujeito é o capital, o sujeito é o
lucro, o sujeito é o objetivo máximo que
tem essa coordenação dessa dessa
sociedade em que o mercado decide sobre
nós, o capital decide sobre nós, o
dinheiro decide sobre nós, nesta
maluquice, nesta
imbecilidade, o infinito faz sentido.
Mas quando a gente coloca essa
materialidade corpórea dos seres humanos
reais, historicamente determinados, não
cabe, não cabe o capital desse sujeito,
não cabe essa infinitude, ela é
imbecil.
Beleza? Numa palavra, numa palavra,
Rogerinho, eu adoro de perdão, quem
chegou aí pela primeira vez, eu sou uma
pessoa fissurada em TV quase, em
especial choque de cultura.
Numa palavra,
Rogerá. Numa palavra, censurai-nos por
querermos abolir a vossa propriedade. De
fato, é isso que queremos. Sim.
Censure-nos por querermos abolir a sua
propriedade
burguês. Beleza? Vamos parar por aqui.
Em breve nós continuamos a nossa leitura
linha a linha comentada aqui do Manifest
como início. Se você não tem
acompanhado, não esqueça de olhar a
descrição do vídeo, porque lá tem a
playlist completa, além da chave do Pix,
porque vai que tá sobrando uma merreca
por aí. Seguimos trazendo a boa nova
todo dia útil até a vitória final.
Valeu, minha gente.

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