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A fé vem pelo ouvir

As Doutrinas da Graça na Terra Média | 03 – A eficácia do Sangue | Josemar Bessa

As Doutrinas da Graça na Terra Média |  03 – A eficácia do Sangue  | Josemar Bessa

As Doutrinas da Graça na Terra Média | 03 – A eficácia do Sangue | Josemar Bessa

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Legendas automáticas:

Estamos de volta. Vamos continuar nossa
aventura na Terra Média em direção à uma
visão clara e arrebatadora da graça
soberana que nos salva. Preparem-se para
subir a uma cordileira que se ergue
antes do amanhecer do tempo, onde o ar é
rare efeito e cada passo ressoa com o
peso do destino eterno. Estamos em mais
uma etapa da nossa jornada pelo
evangelho de João e agora o terreno é
sublime, como a casa de Euronde em
Rivendell, onde o concílio decide o
futuro da terra média em Senhor dos
Anéis, a sociedade do anel. Aqui João
nos leva ao coração da doutrina da
eleição incondicional, as escolhas
soberanas de Deus que arranca pecadores
do abismo do caos. Não por mérito, não
por força, mas por uma graça que brilha
como a luz de Galadriel nas trevas mais
profundas.
A trilogia de O Senhor dos Anéis,
dirigida por Peter Jackson, é nosso mapa
com Frodo do Bolseiro como o pecador
eleito, um hobbit frágil escolhido no
conselho de Auronde, não por sua espada,
mas por um decreto que ecoa antes das
estrelas. Como disse Elond, com uma voz
que carrega séculos de sabedoria, este é
o destino do anel e Frodo deve
carregá-lo. Assim é a eleição. E João
6:37 troveja: "Todo aquele que o Pai me
der virá a mim." Como cantou Florence de
Machine em No Light, no Light, você é
meu amor, meu destino, uma luz que não
posso apagar, mesmo quando o céu desaba
sobre mim. Essa luz é a graça soberana e
o Senhor dos Anéis é o hino que a faz
suar. Imaginemos o universo como uma
tapeçaria cósmica esticada antes da
criação. Seus fios dourados traçados por
mãos que não trem. Cada fio é um nome,
cada trama um destino. E Deus, o
tecelão, escolhe os seus como a precisão
que corta o caos como a espada de
Aragón. Frodo, no conselho de Auronde,
não levanta a mão por bravura. Ele
hesita, seus olhos cheios de medo, mas
diz: "Eu levarei o anel, embora não
saiba o caminho." Por quê? Porque ele
foi escolhido como os eleitos são
chamados antes do tempo, antes do
condado, antes de Sauron. Em Mabd,
Herman Melville escreve: "O mar reflete
o coração do homem perseguido por um
Leviatã que não podemos matar, mas
guiado por uma mão que não vemos. Essa
mão é a eleição incondicional e João a
proclama com uma clareza que é ao mesmo
tempo terror e esperança. Deus escolhe
não por nossas obras, mas por sua
vontade, como escolhe o Frudo, não por
força, mas por um propósito que
transcende o
visível. Essa doutrina não é para os
confortáveis, meus amigos. É uma guerra
como a carga dos Roirim no abismo de
Helme, onde a esperança enfrenta o
impossível. É uma escalada como Frodo
subindo à montanha da perdição. Cada
passo sustentado por San, guiado por
Gandalf, protegido por Aragorn. Em 2001,
Modiciano Espaço, David Balman,
sussurra, algo me escolheu antes que o
tempo tivesse um nome e agora estou aqui
diante do infinito. João nos confronta
com o Deus que escolhe, não porque
merecemos, mas porque ele é soberano
como destino que coloca o anel nas mãos
de Frodo. Vamos explorar cada faceta
dessa eleição, porque ela é o fundamento
da graça, o cume, onde vemos a glória de
um Deus que nos chama do abismo eterno.
Primeiro, a escolha eterna. Que decreto
é esse que ressoa antes das estrelas?
Imaginem o concelho de Auronde, em a
sociedade do anel, onde líderes de
homens, elfos e anões debatem o destino
do anel. Frodo, pequeno e silencioso, é
escolhido não por mérito, mas por um
plano maior. João 6:37 proclama: "Todo
aquele que o Pai me der virá a mim".
Efésios 1:4 ecoa. Pois Deus nos escolheu
nele antes da criação do mundo, para
sermos santos e repreensíveis em sua
presença. Antes do condado, antes de
Sauron, antes do primeiro raio de luz,
Deus viu Frodo, como viu os eleitos. Em
2001, como disse no espaço, o monolito
aparece um símbolo de um propósito que
transcende o tempo. Algo nos escolheu e
não sabemos porquê, mas sabemos que
fomos marcados. Calvino escreve: "A
eleição é o decreto eterno pelo qual
Deus determinou aqueles que ele quis
salvar." Um velho puritano reforça:
Antes que o mundo fosse, Deus já havia
escolhido os seus. Frodo não se
voluntaria. Ele é chamado como os
eleitos são chamados antes do tempo. Em
interestelar, Cup reflete: "Nós fomos
guiados não por acaso, mas por algo
maior que nos viu antes de nascermos.
Vocês já sentiram um chamado que nos
explica como Frodo olhando o anel,
sabendo que seu destino não é seu?"
Em o livro do desassossego de Fernando
Pessoa, o narrador murmura: "Fui escrito
antes de nascer e cada passo que dou é
uma página que não escolhi". João diz:
"Esse chamado é eterno. Como El Rond
declarando, o anel deve ir com frudo".
Vamos segurar essa verdade, porque o
plano de Deus é mais antigo que as
montanhas. Agora, a escolha preciosa.
Que amor é esse que conhece pelo nome?
Imaginem Gandalf guiando Frodo em a
sociedade do anel, seus olhos gentis
vendo o Robbit como mais que um portador
do anel. João 10:3 diz: "Ele chama as
suas ovelhas pelo nome e as conduz para
fora." Isaías 43:1 ressoa: "Eu chamei
pelo nome, você é meu." Frodo é precioso
para Gandalf, como cada eleito é para
Deus. Em the chosen, Jesus olha para
Mateus e diz: "Eu te vi, Mateus, antes
que você me visse." Um grande puritano
escreve: "Cada ovelha é conhecida,
amada, chamada pelo nome. Frodo não é um
número na multidão. Ele é o portador do
anel, marcado por um amor que não
explica." Em Outlander, Jamie diz a
Claire: "Você é minha e eu darei a minha
vida para te guiar através do fogo".
Vocês já sentiram um amor que não
merecem? como um frudo sustentado por
Sean. Em a casa do lago, Kate escreve:
"Você me viu antes que eu soubesse quem
eu era e agora não posso ser outra
coisa". João diz: "Somos ovelhas
preciosas, chamadas por um pastor que
nos conhece. Em o Senhor dos Anéis, as
duas torres, S diz: "Há algo de bom
neste mundo, Senhor Frodo, e vale a pena
lutar por isso. Esse algo é o amor
soberano que nos escolhe e vamos lutar
por essa verdade que ecoa em toda a
Bíblia. Agora, a escolha distinta, que
unidade é essa que não falha?" Imaginem
Aragorn e Gandalf protegendo Frodo em o
retorno do rei. Suas ações alinhadas
como uma dança perfeita. João 13:18 diz:
"Eu conheço aqueles que escolhi".
Romanos 8:29 30 traça a corrente
dourada, pois aqueles que Deus de
antemão conheceu também os predestinou.
Pai e filho escolhem juntos como Gandalf
e Aragorne guiam frudo. In the crown,
Elizabeth reflete: "Somos um!"
E aqueles que ele me deu, eu guardo. A
eleição é um ato conjunto do Pai e do
Filho, uma unidade que não pode ser
quebrada. Frodo é protegido por
Aragorne, como os eleitos são guardados
por Cristo. Em Duna, Paul Atrades diz:
"Meu destino foi traçado por mãos que
não vejo, mas confio nelas. Vocês já
confiaram em algo maior, mesmo sem
entender?
Em o leão a feiticeira e o guarda-roupa,
Aslan Ruge. Eles são meus e ninguém os
tirará de mim. João diz: "A escolha é
distinta, uma unidade que sustenta, como
Aragorne liderando Gondor. Vamos confiar
nessa unidade porque ela é mais forte
que as muralhas de Minas Tiras. Agora a
escolha divina, que poder é esse que
planta a fé no coração
soberanamente? Imagina em Frodo
aceitando o anel. Não por sua força, mas
por um chamado que o arrasta. João 15:16
proclama: "Vocês não me escolheram, mas
eu os escolhi." Deuteronômio 76 a 8
explica: "O Senhor os escolheu por amor,
não por serem grandes." Frodo não é um
herói, ele é o escolhido, como a fé é
plantada por Deus. Em Lost, Lock diz:
"Eu estava esperando por você, porque
fui feito para isso." Calvino escreve:
"A fé é um dom, não uma conquista. Deus
a planta onde quer." Frodo resiste ao
anel porque Gandalf o guia como o
espírito nos guia. Esse é o poder que
nos fez crer e nos faz perseverar até o
fim, mesmo no mundo sombrio, como
Mordor. In the Truman Show, Truman
descobre, minha vida não era minha.
Alguém escreveu e agora eu sigo o
roteiro. Vocês já sentiram uma fé que
não explica como o Frodo carregando o
anel? Em o Alquimista, Paulo Coelho
escreve estando desconectado da
realidade, mas bem de acordo com a nossa
cultura. Quando você quer algo, o
universo conspira para que você consiga.
João diz: "Não o universo, é Deus e ele
escolhe como Elond escolhe Frodo. Vamos
seguir esse chamado porque a fé é um
presente mais brilhante que o anel.
Agora, a escolha seletiva. Que linha é
essa que separa os eleitos? Imaginem a
batalha do abismo de Helme, onde os
eleitos de Ram enfrentam o ódio dos
Huracai? João 15:19 diz: "Se vocês
pertencessem ao mundo, ele os amaria,
mas eu os escolhi e por isso o mundo os
odeia." Mateus 22:14 corta: "Muitos são
chamados, mas poucos são escolhidos. O
chamado geral é para todos, mas o
chamado eficaz é para os escolhidos do
Deus soberano. Frodo é odiado por
carregar o anel, como os eleitos são
odiados pelo chamado de Cristo. Em the
in the castle, Smith reflete. Somos um
espinho em seu lado, uma luz que eles
não podem apagar. A eleição separa como
uma espada de vi carne de osso. Frodo é
separado como os eleitos são marcados.
Em gladiador Máximus grita: "O que
fazemos na vida ecoa na eternidade".
Vocês já sentiram o peso de ser
diferente como frodo entre orques? In
the outsider de Albert Camir? Mers diz:
"Eu era um estranho e o mundo me odiava
por isso." João diz: "A escolha é
seletiva e o ódio do mundo é a prova".
Vamos abraçar essa separação como Frodo
abraça o anel porque ela nos leva à
glória. Finalmente a escolha possessiva.
Que amor é esse que nos reclama?
Imaginem Aragorne coroado em o retorno
do rei declarando: "Este dia pertence a
todos que lutam pela luz". João 17:9
diz: "Eu não rogo pelo mundo, eu rogo
por aqueles que me deste, pois são
teus." Salmos 103 proclama: "Nós somos o
seu povo, as ovelhas do seu pasto."
Frodo pertence a Gandalf, como os
eleitos pertencem a Deus. In the Last
Kindle, Utred proclama: "Eu sou dele,
mesmo que o sangue diga o contrário." Os
eleitos são propriedade de Deus,
marcados por seu amor. Frodo é guardado
por Aragorne, como somos guardados por
Cristo. Em interestelar Cuper diz: "Nós
pertencemos a algo maior e isso nos
mantém juntos". Vocês já sentiram que
pertencem como Frodo protegido pela
sociedade? Em o Senhor dos Anéis, o
retorno do rei Sen diz: "Nós somos parte
de algo maior, senhor Frodo, e isso nos
carrega." João diz: "Somos de Deus e
nada nos arrancará de suas mãos. Vamos
descansar nesse amor, porque ele é mais
forte que o olho de Sauron." O evangelho
de João nos leva ao cume da eleição
incondicional, onde vemos Frodo
escolhido no concílio de Auronde, guiado
por Gandalf, protegido por Aragorne,
sustentado por Sem. Em the chosen, Jesus
diz: "Eu os vi antes que o mundo
existisse e vocês são meus". Em um
pequeno príncipe, o principezinho diz:
"Você se torna responsável por aquilo
que cativa. Deus nos cativou como Elon
cativa Frodo. E o Senhor dos anéis é o
hino dessa escolha. Deus é responsável
por aquilo que cativou os eleitos
soberanamente por ele. E esse Deus não
falha, é onipotente, onisciente,
onipresente. Ele terminará a obra que
começou em cada um deles. Eles falham e
são fracos, como Frodo, que não
conseguiu jogar o anel no fogo da
montanha da perdição. Claro que são. Mas
como a providência fez um inimigo como
Golam cooperar para o bem final de
Frodo, nosso Deus faz tudo cooperar para
o bem daqueles que ele chamou
soberanamente. Pense na coroação de
Aragorne, quando a Terra média é
restaurada e a luz vence as sombras.
Assim é a eleição. Um decreto eterno, um
amor precioso, uma unidade distinta, uma
fé divina como um dom soberano, uma
separação seletiva, uma posse eterna. Em
aleluia, Leonardo Cen canta a um acorde
secreta que Davi tocava e ele agradava
ao Senhor. Meu aleluia é quebrado, mas é
teu. João nos chama a cantar esse
aleluia, não por nossa força, mas pela
graça que nos escolheu. Como Frodo foi
escolhido, como Aragorne reina. Vamos
subir, porque o cume da graça soberana
nos espera e o caminho guiado por
Gandalf é glorioso lá em cima. Agora
segurem firme, porque estamos no coração
de uma batalha que decide o destino
eterno, onde o sangue derramado é mais
precioso que todos os tesouros da Terra
Média. Estamos em mais uma etapa da
nossa escalada pelo evangelho de João. E
o terreno é sagrado como o abismo de Mia
em O senhor dos Anéis, a sociedade do
anel, onde Gandalf, o cinzento, enfrenta
o Baurog, um demônio do fogo e sombra,
sacrificando-se para salvar a sociedade
do anel. Aqui João nos leva à doutrina
da expiação limitada, a verdade gloriosa
de que o sacrifício de Cristo na cruz
não foi um gesto vago ao vento, mas uma
obra intencional, eficaz e exclusiva
para os eleitos. Um fogo que consome o
pecado e define o rebanho que ele
redime. A trilogia do Senhor dos Anéis,
dirigida por Pir Jackson, tem sido nosso
mapa, nossa parábola. Com Gandalf como
Cristo caindo no abismo para salvar seus
escolhidos e Frodo como rebanho portando
um anel, mas protegido por um sacrifício
que não falha. Como Gandalf grita com a
voz que corta o rugido do Baurogue, você
não passará assim a cruz e João 10:15
troveja: "Eu dou a minha vida pelas
minhas ovelhas." Como cantou Johnny Cash
em Mind Black, com uma voz que carrega o
peso do mundo, eu carrego a dor dos
outros, visto preto por aqueles que
nunca leram a verdade até que a luz os
alcance. Essa luz é a expiação limitada.
E o Senhor dos Anéis é o hino que a faz
ressoar. Imaginemos a cruz como uma
ponte estreita sobre um abismo sem
fundo, construída com o sangue de
Cristo, forte o suficiente para carregar
todos os eleitos sem nenhum deixar de
passar, pois foi projetada apenas para
eles. Gladiador Máximus declara: "O que
fazemos na vida ecoa na eternidade". O
sacrifício de Cristo não é um eco
perdido, não é um eco tentando a sorte e
torcendo por probabilidades. É uma nota
precisa tocada para as ovelhas que ele
chama pelo nome. Como Gandalf chama
Afrodo, como Aragorne lidera seus
guerreiros no abismo de Helme em as duas
torres. O mundo grita que a cruz é para
todos um presente universal. Mas João
nos confronta com a verdade que corta
como andúrio. Cristo morreu pelos seus.
pelos eleitos, pelo rebanho que ele
conhece. Em Matrix, Morfeus diz: "Ael,
você não é um acidente, você foi
escolhido e tudo o que aconteceu foi
para trazê-lo até aqui." Assim é a
expiação e João a proclama com a clareza
que é ao mesmo tempo fogo e bálsamo. O
sangue de Cristo é suficiente para
todos, mas eficaz para os eleitos. Como
o sacrifício de Gandalf salva a
sociedade, não os orques. Essa doutrina
não é para os tímidos, meus amigos. É
uma guerra como o abismo de Helme, onde
as muralhas tremem sob o peso dos
inimigos, mas a esperança brilha na
carga dos Ruiin. É um sacrifício como
Gandalf caindo no abismo, seu cajado
brilhando contra o Baurog. Em the last
voz, Joel reflete. Você luta por aqueles
que são seus, não por um mundo que não
te conhece. João nos confronta com o
Cristo que luta, morre e vence pelos
seus, como Aragorne em o retorno do rei,
liderando Gôndor para a vitória. Vamos
explorar cada faceta dessa expiação,
porque ela é o fundamento da redenção, o
fogo que consome o anel e restaura a
terra média da nossa alma. Primeiro
vamos mapear a palavra mundo em João,
porque ela é um labirinto que confunde
os desavisados, como as minas de Moriá,
onde a sociedade se perde sem a luz de
Gandalf. O termo mundo cosmos em João
não é um cheque em branco para todos os
homens. É uma tapeçaria com fios
distintos, cada um brilhando com um
propósito. João joga com a palavra
mundo, como token joga com a terra
média. Um reino vasto com camadas de
significado. Em Duna, Paul Trades diz:
"O deserto não é apenas areia, é um mapa
de destinos e só os que conhecem seus
segredos atravessam. Vamos atravessar
esse deserto com João, guiados pela luz
de Deus, olhando para o Senhor dos Anéis
como uma rica parábola dessa realidade.
Mundo como cosmos." João 1:10 diz: "Ele
estava no mundo e o mundo foi feito por
ele, mas o mundo não o reconheceu. Aqui
mundo é a criação, o cosmos, como a
terra média inteira do condado, as
terras de Baradur. Cristo é o verbo que
canta a criação como iluvatar em o seu
marilon de Token. Em Blade Hunner, K
reflete: "Eu vi o mundo, mas ele não me
viu. Fui feito por algo maior, mas
perdido em suas sombras. O cosmos é de
Cristo, mas não é por ele que ele morre.
A cruz não redime estrelas, mas ovelhas.
Mundo como o reino das trevas. João
12:31 proclama: "Agora é o momento do
julgamento deste mundo. Agora o príncipe
deste mundo será expulso. Aqui mundo é o
domínio de Sauron, o reino das trevas,
onde os nasgu cavalgam." Efésios 2:2
chama Satanás de príncipe da potestade
do ar, o príncipe deste mundo. E o
Senhor dos anéis, a sociedade do anel, o
olho de Sauron varre a terra média,
buscando frodo, como o pecado busca os
homens. Em Matrix, Morfeus alerta: "O
mundo que você vê é uma prisão projetada
para mantê-lo cego. Cristo não morre por
esse reino. Apesar de João usar a mesma
palavra mundo, cosmos. Ele derrota o
mundo, como Aragorne derrota os orques
no portão negro. Você poderia dizer que
Aragorne derrotou todo mundo, mas é
claro que mundo aqui significaria o
mundo das trevas de Sauron e seus
súditos. Eu rogo por eles, os eleitos.
Não pelo mundo cosmos, pois eles eram
teus e tu os destes a mim. Mundo como
eleitos. João 3:17 diz: "Deus enviou seu
filho ao mundo, não para condená-lo, mas
para que o mundo fosse salvo por ele".
Neste verso, o mundo não pode ser todo
mundo, cada homem no mundo, pois isso
seria pregar a heresia do universalismo
para que o mundo fosse salvo por ele.
Aqui mundo são os eleitos, as ovelhas de
todos os povos, como a sociedade do
anel, unida por um propósito. Em João,
um propósito soberano. Primeira João 2:2
esclarece: "Ele é a propiciação pelos
nossos pecados e não somente pelos
nossos, mas também pelos pecados do
mundo inteiro." Cosmos aqui não pode
querer dizer cada pessoa do ou no mundo,
pois propiciação é o sacrifício que tira
definitivamente a ira de Deus que está
sobre alguém. Mas este mundo está sobre
a ira de Deus. Ela se manifesta todo dia
do céu sobre os homens, como diz Romanos
1. E muitos e muitos morreram e morrem
sob a ira de Deus. Isto é perdição
eterna. Se todos tivessem sido
propiciados, ninguém no mundo estaria
debaixo da ira, ninguém estaria perdido.
Olhe de novo, Primeira João 2:2
esclarece: "Ele é a propiciação pelos
nossos pecados e não somente pelos
nossos, mas também pelos pecados do
mundo inteiro." Isso não é
universalismo, é a extensão da graça às
nações, como e Gondor lutando juntos. Em
The Hunger Games, Catnes diz: "Eu luto
por aqueles que escolhi". Não por o
mundo que me rejeita. Cristo morre pelos
seus como Gandalf morre pela sociedade.
No conselho de Auronde, o plano é
traçado. O anel deve ser destruído, mas
só Frudo, o escolhido o carrega. Assim é
a expiação intencional como o cajado de
Gandalf brilhando contra Baurog. Em
Yellston, John Dutton declara: "Eu morro
pelo que é meu e cada golpe é pelos
meus". João nos diz: "A cruz é para os
eleitos". Uma ponte estreita que não
desmorona, construída com o sangue de
Cristo. Agora a palavra a todos. Que
armadilha é essa que parece abrir a cruz
para o mundo, mas aponta para os
eleitos? Imaginem o abismo de Helme,
onde todos os homens de Ran lutam, mas
não os orques de Saruman. João usa todos
como token usa a sociedade, um grupo
definido, não uma multidão sem fim. In
The Avengers, Nick Fury diz: "Eu reuni
todos vocês, não o mundo. Vocês são os
escolhidos para esta luta. Vamos traçar
as linhas de todos em João, guiados pela
batalha de Senhor dos Anéis. Todos como
criação. João 13 diz: "Por meio dele
todas as coisas foram feitas. Sem ele
nada do que existe teria sido feito.
Aqui todos é o cosmos como a terra média
criada por Iluvat." Romanos 11:36 ecoa.
Pois dele, por ele e para ele são todas
as coisas. Cristo é o criador, mas a
cruz não redime o cosmos, ela redime
ovelhas. Em Inception, Cob reflete:
"Tudo o que construí foi para um
propósito, mas nem tudo é meu para
salvar. Todos como nações." João 12:32
proclama: "Eu, quando for levantado da
terra, atrairei todos a mim. Aqui todos
são as nações como Ron, Gondor e os
elfos unidos contra Sauron. Atos 17:30
diz: "Deus ordena que todos em todo
lugar se arrependam. Isso é o chamado
universal. Mas a expiação é para os
eleitos, como Frodo, não os orques." Em
The Hunger Games, Pita diz: "Eu falo por
todos, mas luto por alguns. Nem todos
cruzam a linha. Cristo atrai os eleitos
eficazmente de todas as nações, como
Aragón lidera guerreiros de muitos
povos. Agora a todos como eleitos. João
6:45 diz: "Todos serão ensinados por
Deus. Aqui todos são os eleitos, as
ovelhas que ouvem a voz do pastor.
Isaías 54:13 promete: "Todos os seus
filhos serão ensinados pelo Senhor. Em o
Senhor dos Anéis, as duas torres,
Gandalf retorna como o branco, guiando
apenas a sociedade, não os huracai. Em
espera de um milagre, John Coffrey
murmura: "Eu carrego a dor dos que me
foram dados, não de todos. Cada um tem
seu peso. Cristo ensina seus eleitos
como Gandalf. ensina Frudo. No abismo de
Helm, todos lutam pela luz, mas todos
aqui são apenas os eleitos de Ruan, não
os servos de Sarumã e Sauron. João nos
diz: "A cruz é para todos os eleitos uma
redenção precisa, como o sacrifício de
Gandalf pela sociedade." Finalmente a
pergunta central. Por que em Cristo
morreu? Imagine em Gandalf caindo no
abismo, seu cajado brilhando, sua voz
desafiando o baurog. Você não passará.
Ele morre pela sociedade, não pelos
orques, não por Sauron. João 10 14:15
corta como uma lâmina. Eu sou o bom
pastor. Conheço as minhas ovelhas e elas
me conhecem. Dou a minha vida pelas
ovelhas. Efésios 5:25 reforça: Cristo
amou a igreja e entregou-se por ela.
Isaías 53:5 proclama: "Ele foi
traspassado por nossas transgressões."
Mateus 1:21 é claro, ele salvará o seu
povo dos seus pecados. A cruz é para os
eleitos, como Gandalf é para Afrodo.
Cristo morre pelo rebanho, não por
lobos. Eu rogo por eles, não rogo pelo
mundo, mas por aqueles que me deste,
porque são teus. E todas as minhas
coisas são tuas, e as tuas coisas são
minhas, e neles sou glorificado. E eu já
não estou mais no mundo, mas eles estão
no mundo. E eu vou para ti, Pai Santo.
Guarda em teu nome aqueles que me deste,
para que sejam um, assim como nós.
Estando eu com eles no mundo,
guardava-os em teu nome. Tem guardado
aqueles que tu me deste e nenhum deles
se perdeu, senão o filho da perdição,
para que a escritura se cumprisse. Mas
agora vou para ti e digo isto no mundo
para que tenham a minha alegria completa
em si mesmos. Dei-lhes a tua palavra e o
mundo os odiou porque não são do mundo,
assim como eu não sou do mundo. Não peço
que os tires do mundo, mas que os livres
do mal. Não são do mundo, como eu do
mundo não sou. Santifica-os na tua
verdade. A tua palavra é a verdade. João
17 9 a 17. Em Yellowston. Dudo ruge. Eu
dou meu sangue pelos meus e cada gota é
por eles. Frodo é salvo pelo sacrifício
de Gandalf, como os eleitos são salvos
pela cruz. Em espera de um milagre, John
Coffrey aceita a morte. Eu carrego a dor
dos que me foram dados e é por eles que
vou. João nos confronta. A expiação é
limitada, não por fraqueza, mas por
propósito soberano, como a ponte que
Gandalf constrói paraa sociedade. Pense
na coração de Aragorne, onde a Terra
Média é restaurada. Assim é a expiação,
um sacrifício que define o rebanho, como
Gandalf define a sociedade. Todos os
povos, anões, elfos e homens. Em um
sonho de liberdade, Endz A esperança é
uma coisa boa e nenhuma coisa boa jamais
morre. A cruz é a esperança dos eleitos
e ela nunca morre. O evangelho de João
nos leva ao fogo da expiação limitada,
onde Gandalf cai pelo rebanho. Frodo é
sustentado por Seam e Aragorne reina em
glória. Em the chosen Jesus diz: "Eu
morri pelos meus e cada gota de sangue
foi por eles." Em o Senhor dos Anéis, o
retorno do rei Sam diz: "Nós somos parte
de algo maior, senhor Frodo, e isso nos
carrega. A expiação é esse algo maior,
uma ponte estreita, um fogo preciso, um
sacrifício que define o rebanho. Pense
na vitória de Gôndor quando as trombetas
soam e Sauron cai. Assim é a cruz
intencional, eficaz, gloriosa. Em
aleluia, Leonardo Coin canta: "Meu
aleluia é quebrado, mas é teu porque tu
me escolheste." João nos chama a cantar
esse aleluia, não por nossa força, mas
pelo sangue que nos comprou. Como
Gandalf comprou a sociedade, como
Aragorne conquistou a Terra Média, vamos
subir porque o rebanho é redimido e o
caminho guiado por Cristo é glorioso.
Que a minha
vida seja um
altar onde teu fogo sempre arde sem
parar.
Que cada
passo revele o teu
ser, Cristo em
mim, meu
viver. Como um
rio que flui sem cessar.
Teu
amor vem me
transformar em cada
escolha, em cada
olhar. Tua
verdade vem me guiar.
Seja em mim,
Senhor, a luz a brilhar. Minha razão,
meu caminho, meu lugar.
Seja em mim o
louvor, a eterna canção. Tua
vontade em meu
coração. Que os meus
dias sejam para
ti e os meus sonhos reflitam o teu agir.
O meu ser em completa
união. Seja um
espelho do teu
perdão. Mesmo nas
lutas, eu sei que estás.
És meu
refúgio, minha
paz, meu
anseio é teu
querer. Cristo, em
mim vem resplandecer.
Seja em mim,
Senhor, a luz a brilhar. Minha razão,
meu caminho, meu lugar.
Seja em mim o
louvor, eterna canção. Tua
vontade em meu
[Música]
coração. Nas
tempestades. Quero
confiar que o teu amor vem me
sustentar. Na tua
graça encontro o
valor de ser um servo para tua glória e
louvor.
[Música]

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