As Doutrinas da Graça na Terra Média | 03 – A eficácia do Sangue | Josemar Bessa
17/05/2025
As Doutrinas da Graça na Terra Média | 03 – A eficácia do Sangue | Josemar Bessa
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Fonte: Josemar Bessa
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Estamos de volta. Vamos continuar nossa aventura na Terra Média em direção à uma visão clara e arrebatadora da graça soberana que nos salva. Preparem-se para subir a uma cordileira que se ergue antes do amanhecer do tempo, onde o ar é rare efeito e cada passo ressoa com o peso do destino eterno. Estamos em mais uma etapa da nossa jornada pelo evangelho de João e agora o terreno é sublime, como a casa de Euronde em Rivendell, onde o concílio decide o futuro da terra média em Senhor dos Anéis, a sociedade do anel. Aqui João nos leva ao coração da doutrina da eleição incondicional, as escolhas soberanas de Deus que arranca pecadores do abismo do caos. Não por mérito, não por força, mas por uma graça que brilha como a luz de Galadriel nas trevas mais profundas. A trilogia de O Senhor dos Anéis, dirigida por Peter Jackson, é nosso mapa com Frodo do Bolseiro como o pecador eleito, um hobbit frágil escolhido no conselho de Auronde, não por sua espada, mas por um decreto que ecoa antes das estrelas. Como disse Elond, com uma voz que carrega séculos de sabedoria, este é o destino do anel e Frodo deve carregá-lo. Assim é a eleição. E João 6:37 troveja: "Todo aquele que o Pai me der virá a mim." Como cantou Florence de Machine em No Light, no Light, você é meu amor, meu destino, uma luz que não posso apagar, mesmo quando o céu desaba sobre mim. Essa luz é a graça soberana e o Senhor dos Anéis é o hino que a faz suar. Imaginemos o universo como uma tapeçaria cósmica esticada antes da criação. Seus fios dourados traçados por mãos que não trem. Cada fio é um nome, cada trama um destino. E Deus, o tecelão, escolhe os seus como a precisão que corta o caos como a espada de Aragón. Frodo, no conselho de Auronde, não levanta a mão por bravura. Ele hesita, seus olhos cheios de medo, mas diz: "Eu levarei o anel, embora não saiba o caminho." Por quê? Porque ele foi escolhido como os eleitos são chamados antes do tempo, antes do condado, antes de Sauron. Em Mabd, Herman Melville escreve: "O mar reflete o coração do homem perseguido por um Leviatã que não podemos matar, mas guiado por uma mão que não vemos. Essa mão é a eleição incondicional e João a proclama com uma clareza que é ao mesmo tempo terror e esperança. Deus escolhe não por nossas obras, mas por sua vontade, como escolhe o Frudo, não por força, mas por um propósito que transcende o visível. Essa doutrina não é para os confortáveis, meus amigos. É uma guerra como a carga dos Roirim no abismo de Helme, onde a esperança enfrenta o impossível. É uma escalada como Frodo subindo à montanha da perdição. Cada passo sustentado por San, guiado por Gandalf, protegido por Aragorn. Em 2001, Modiciano Espaço, David Balman, sussurra, algo me escolheu antes que o tempo tivesse um nome e agora estou aqui diante do infinito. João nos confronta com o Deus que escolhe, não porque merecemos, mas porque ele é soberano como destino que coloca o anel nas mãos de Frodo. Vamos explorar cada faceta dessa eleição, porque ela é o fundamento da graça, o cume, onde vemos a glória de um Deus que nos chama do abismo eterno. Primeiro, a escolha eterna. Que decreto é esse que ressoa antes das estrelas? Imaginem o concelho de Auronde, em a sociedade do anel, onde líderes de homens, elfos e anões debatem o destino do anel. Frodo, pequeno e silencioso, é escolhido não por mérito, mas por um plano maior. João 6:37 proclama: "Todo aquele que o Pai me der virá a mim". Efésios 1:4 ecoa. Pois Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e repreensíveis em sua presença. Antes do condado, antes de Sauron, antes do primeiro raio de luz, Deus viu Frodo, como viu os eleitos. Em 2001, como disse no espaço, o monolito aparece um símbolo de um propósito que transcende o tempo. Algo nos escolheu e não sabemos porquê, mas sabemos que fomos marcados. Calvino escreve: "A eleição é o decreto eterno pelo qual Deus determinou aqueles que ele quis salvar." Um velho puritano reforça: Antes que o mundo fosse, Deus já havia escolhido os seus. Frodo não se voluntaria. Ele é chamado como os eleitos são chamados antes do tempo. Em interestelar, Cup reflete: "Nós fomos guiados não por acaso, mas por algo maior que nos viu antes de nascermos. Vocês já sentiram um chamado que nos explica como Frodo olhando o anel, sabendo que seu destino não é seu?" Em o livro do desassossego de Fernando Pessoa, o narrador murmura: "Fui escrito antes de nascer e cada passo que dou é uma página que não escolhi". João diz: "Esse chamado é eterno. Como El Rond declarando, o anel deve ir com frudo". Vamos segurar essa verdade, porque o plano de Deus é mais antigo que as montanhas. Agora, a escolha preciosa. Que amor é esse que conhece pelo nome? Imaginem Gandalf guiando Frodo em a sociedade do anel, seus olhos gentis vendo o Robbit como mais que um portador do anel. João 10:3 diz: "Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as conduz para fora." Isaías 43:1 ressoa: "Eu chamei pelo nome, você é meu." Frodo é precioso para Gandalf, como cada eleito é para Deus. Em the chosen, Jesus olha para Mateus e diz: "Eu te vi, Mateus, antes que você me visse." Um grande puritano escreve: "Cada ovelha é conhecida, amada, chamada pelo nome. Frodo não é um número na multidão. Ele é o portador do anel, marcado por um amor que não explica." Em Outlander, Jamie diz a Claire: "Você é minha e eu darei a minha vida para te guiar através do fogo". Vocês já sentiram um amor que não merecem? como um frudo sustentado por Sean. Em a casa do lago, Kate escreve: "Você me viu antes que eu soubesse quem eu era e agora não posso ser outra coisa". João diz: "Somos ovelhas preciosas, chamadas por um pastor que nos conhece. Em o Senhor dos Anéis, as duas torres, S diz: "Há algo de bom neste mundo, Senhor Frodo, e vale a pena lutar por isso. Esse algo é o amor soberano que nos escolhe e vamos lutar por essa verdade que ecoa em toda a Bíblia. Agora, a escolha distinta, que unidade é essa que não falha?" Imaginem Aragorn e Gandalf protegendo Frodo em o retorno do rei. Suas ações alinhadas como uma dança perfeita. João 13:18 diz: "Eu conheço aqueles que escolhi". Romanos 8:29 30 traça a corrente dourada, pois aqueles que Deus de antemão conheceu também os predestinou. Pai e filho escolhem juntos como Gandalf e Aragorne guiam frudo. In the crown, Elizabeth reflete: "Somos um!" E aqueles que ele me deu, eu guardo. A eleição é um ato conjunto do Pai e do Filho, uma unidade que não pode ser quebrada. Frodo é protegido por Aragorne, como os eleitos são guardados por Cristo. Em Duna, Paul Atrades diz: "Meu destino foi traçado por mãos que não vejo, mas confio nelas. Vocês já confiaram em algo maior, mesmo sem entender? Em o leão a feiticeira e o guarda-roupa, Aslan Ruge. Eles são meus e ninguém os tirará de mim. João diz: "A escolha é distinta, uma unidade que sustenta, como Aragorne liderando Gondor. Vamos confiar nessa unidade porque ela é mais forte que as muralhas de Minas Tiras. Agora a escolha divina, que poder é esse que planta a fé no coração soberanamente? Imagina em Frodo aceitando o anel. Não por sua força, mas por um chamado que o arrasta. João 15:16 proclama: "Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi." Deuteronômio 76 a 8 explica: "O Senhor os escolheu por amor, não por serem grandes." Frodo não é um herói, ele é o escolhido, como a fé é plantada por Deus. Em Lost, Lock diz: "Eu estava esperando por você, porque fui feito para isso." Calvino escreve: "A fé é um dom, não uma conquista. Deus a planta onde quer." Frodo resiste ao anel porque Gandalf o guia como o espírito nos guia. Esse é o poder que nos fez crer e nos faz perseverar até o fim, mesmo no mundo sombrio, como Mordor. In the Truman Show, Truman descobre, minha vida não era minha. Alguém escreveu e agora eu sigo o roteiro. Vocês já sentiram uma fé que não explica como o Frodo carregando o anel? Em o Alquimista, Paulo Coelho escreve estando desconectado da realidade, mas bem de acordo com a nossa cultura. Quando você quer algo, o universo conspira para que você consiga. João diz: "Não o universo, é Deus e ele escolhe como Elond escolhe Frodo. Vamos seguir esse chamado porque a fé é um presente mais brilhante que o anel. Agora, a escolha seletiva. Que linha é essa que separa os eleitos? Imaginem a batalha do abismo de Helme, onde os eleitos de Ram enfrentam o ódio dos Huracai? João 15:19 diz: "Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria, mas eu os escolhi e por isso o mundo os odeia." Mateus 22:14 corta: "Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos. O chamado geral é para todos, mas o chamado eficaz é para os escolhidos do Deus soberano. Frodo é odiado por carregar o anel, como os eleitos são odiados pelo chamado de Cristo. Em the in the castle, Smith reflete. Somos um espinho em seu lado, uma luz que eles não podem apagar. A eleição separa como uma espada de vi carne de osso. Frodo é separado como os eleitos são marcados. Em gladiador Máximus grita: "O que fazemos na vida ecoa na eternidade". Vocês já sentiram o peso de ser diferente como frodo entre orques? In the outsider de Albert Camir? Mers diz: "Eu era um estranho e o mundo me odiava por isso." João diz: "A escolha é seletiva e o ódio do mundo é a prova". Vamos abraçar essa separação como Frodo abraça o anel porque ela nos leva à glória. Finalmente a escolha possessiva. Que amor é esse que nos reclama? Imaginem Aragorne coroado em o retorno do rei declarando: "Este dia pertence a todos que lutam pela luz". João 17:9 diz: "Eu não rogo pelo mundo, eu rogo por aqueles que me deste, pois são teus." Salmos 103 proclama: "Nós somos o seu povo, as ovelhas do seu pasto." Frodo pertence a Gandalf, como os eleitos pertencem a Deus. In the Last Kindle, Utred proclama: "Eu sou dele, mesmo que o sangue diga o contrário." Os eleitos são propriedade de Deus, marcados por seu amor. Frodo é guardado por Aragorne, como somos guardados por Cristo. Em interestelar Cuper diz: "Nós pertencemos a algo maior e isso nos mantém juntos". Vocês já sentiram que pertencem como Frodo protegido pela sociedade? Em o Senhor dos Anéis, o retorno do rei Sen diz: "Nós somos parte de algo maior, senhor Frodo, e isso nos carrega." João diz: "Somos de Deus e nada nos arrancará de suas mãos. Vamos descansar nesse amor, porque ele é mais forte que o olho de Sauron." O evangelho de João nos leva ao cume da eleição incondicional, onde vemos Frodo escolhido no concílio de Auronde, guiado por Gandalf, protegido por Aragorne, sustentado por Sem. Em the chosen, Jesus diz: "Eu os vi antes que o mundo existisse e vocês são meus". Em um pequeno príncipe, o principezinho diz: "Você se torna responsável por aquilo que cativa. Deus nos cativou como Elon cativa Frodo. E o Senhor dos anéis é o hino dessa escolha. Deus é responsável por aquilo que cativou os eleitos soberanamente por ele. E esse Deus não falha, é onipotente, onisciente, onipresente. Ele terminará a obra que começou em cada um deles. Eles falham e são fracos, como Frodo, que não conseguiu jogar o anel no fogo da montanha da perdição. Claro que são. Mas como a providência fez um inimigo como Golam cooperar para o bem final de Frodo, nosso Deus faz tudo cooperar para o bem daqueles que ele chamou soberanamente. Pense na coroação de Aragorne, quando a Terra média é restaurada e a luz vence as sombras. Assim é a eleição. Um decreto eterno, um amor precioso, uma unidade distinta, uma fé divina como um dom soberano, uma separação seletiva, uma posse eterna. Em aleluia, Leonardo Cen canta a um acorde secreta que Davi tocava e ele agradava ao Senhor. Meu aleluia é quebrado, mas é teu. João nos chama a cantar esse aleluia, não por nossa força, mas pela graça que nos escolheu. Como Frodo foi escolhido, como Aragorne reina. Vamos subir, porque o cume da graça soberana nos espera e o caminho guiado por Gandalf é glorioso lá em cima. Agora segurem firme, porque estamos no coração de uma batalha que decide o destino eterno, onde o sangue derramado é mais precioso que todos os tesouros da Terra Média. Estamos em mais uma etapa da nossa escalada pelo evangelho de João. E o terreno é sagrado como o abismo de Mia em O senhor dos Anéis, a sociedade do anel, onde Gandalf, o cinzento, enfrenta o Baurog, um demônio do fogo e sombra, sacrificando-se para salvar a sociedade do anel. Aqui João nos leva à doutrina da expiação limitada, a verdade gloriosa de que o sacrifício de Cristo na cruz não foi um gesto vago ao vento, mas uma obra intencional, eficaz e exclusiva para os eleitos. Um fogo que consome o pecado e define o rebanho que ele redime. A trilogia do Senhor dos Anéis, dirigida por Pir Jackson, tem sido nosso mapa, nossa parábola. Com Gandalf como Cristo caindo no abismo para salvar seus escolhidos e Frodo como rebanho portando um anel, mas protegido por um sacrifício que não falha. Como Gandalf grita com a voz que corta o rugido do Baurogue, você não passará assim a cruz e João 10:15 troveja: "Eu dou a minha vida pelas minhas ovelhas." Como cantou Johnny Cash em Mind Black, com uma voz que carrega o peso do mundo, eu carrego a dor dos outros, visto preto por aqueles que nunca leram a verdade até que a luz os alcance. Essa luz é a expiação limitada. E o Senhor dos Anéis é o hino que a faz ressoar. Imaginemos a cruz como uma ponte estreita sobre um abismo sem fundo, construída com o sangue de Cristo, forte o suficiente para carregar todos os eleitos sem nenhum deixar de passar, pois foi projetada apenas para eles. Gladiador Máximus declara: "O que fazemos na vida ecoa na eternidade". O sacrifício de Cristo não é um eco perdido, não é um eco tentando a sorte e torcendo por probabilidades. É uma nota precisa tocada para as ovelhas que ele chama pelo nome. Como Gandalf chama Afrodo, como Aragorne lidera seus guerreiros no abismo de Helme em as duas torres. O mundo grita que a cruz é para todos um presente universal. Mas João nos confronta com a verdade que corta como andúrio. Cristo morreu pelos seus. pelos eleitos, pelo rebanho que ele conhece. Em Matrix, Morfeus diz: "Ael, você não é um acidente, você foi escolhido e tudo o que aconteceu foi para trazê-lo até aqui." Assim é a expiação e João a proclama com a clareza que é ao mesmo tempo fogo e bálsamo. O sangue de Cristo é suficiente para todos, mas eficaz para os eleitos. Como o sacrifício de Gandalf salva a sociedade, não os orques. Essa doutrina não é para os tímidos, meus amigos. É uma guerra como o abismo de Helme, onde as muralhas tremem sob o peso dos inimigos, mas a esperança brilha na carga dos Ruiin. É um sacrifício como Gandalf caindo no abismo, seu cajado brilhando contra o Baurog. Em the last voz, Joel reflete. Você luta por aqueles que são seus, não por um mundo que não te conhece. João nos confronta com o Cristo que luta, morre e vence pelos seus, como Aragorne em o retorno do rei, liderando Gôndor para a vitória. Vamos explorar cada faceta dessa expiação, porque ela é o fundamento da redenção, o fogo que consome o anel e restaura a terra média da nossa alma. Primeiro vamos mapear a palavra mundo em João, porque ela é um labirinto que confunde os desavisados, como as minas de Moriá, onde a sociedade se perde sem a luz de Gandalf. O termo mundo cosmos em João não é um cheque em branco para todos os homens. É uma tapeçaria com fios distintos, cada um brilhando com um propósito. João joga com a palavra mundo, como token joga com a terra média. Um reino vasto com camadas de significado. Em Duna, Paul Trades diz: "O deserto não é apenas areia, é um mapa de destinos e só os que conhecem seus segredos atravessam. Vamos atravessar esse deserto com João, guiados pela luz de Deus, olhando para o Senhor dos Anéis como uma rica parábola dessa realidade. Mundo como cosmos." João 1:10 diz: "Ele estava no mundo e o mundo foi feito por ele, mas o mundo não o reconheceu. Aqui mundo é a criação, o cosmos, como a terra média inteira do condado, as terras de Baradur. Cristo é o verbo que canta a criação como iluvatar em o seu marilon de Token. Em Blade Hunner, K reflete: "Eu vi o mundo, mas ele não me viu. Fui feito por algo maior, mas perdido em suas sombras. O cosmos é de Cristo, mas não é por ele que ele morre. A cruz não redime estrelas, mas ovelhas. Mundo como o reino das trevas. João 12:31 proclama: "Agora é o momento do julgamento deste mundo. Agora o príncipe deste mundo será expulso. Aqui mundo é o domínio de Sauron, o reino das trevas, onde os nasgu cavalgam." Efésios 2:2 chama Satanás de príncipe da potestade do ar, o príncipe deste mundo. E o Senhor dos anéis, a sociedade do anel, o olho de Sauron varre a terra média, buscando frodo, como o pecado busca os homens. Em Matrix, Morfeus alerta: "O mundo que você vê é uma prisão projetada para mantê-lo cego. Cristo não morre por esse reino. Apesar de João usar a mesma palavra mundo, cosmos. Ele derrota o mundo, como Aragorne derrota os orques no portão negro. Você poderia dizer que Aragorne derrotou todo mundo, mas é claro que mundo aqui significaria o mundo das trevas de Sauron e seus súditos. Eu rogo por eles, os eleitos. Não pelo mundo cosmos, pois eles eram teus e tu os destes a mim. Mundo como eleitos. João 3:17 diz: "Deus enviou seu filho ao mundo, não para condená-lo, mas para que o mundo fosse salvo por ele". Neste verso, o mundo não pode ser todo mundo, cada homem no mundo, pois isso seria pregar a heresia do universalismo para que o mundo fosse salvo por ele. Aqui mundo são os eleitos, as ovelhas de todos os povos, como a sociedade do anel, unida por um propósito. Em João, um propósito soberano. Primeira João 2:2 esclarece: "Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados do mundo inteiro." Cosmos aqui não pode querer dizer cada pessoa do ou no mundo, pois propiciação é o sacrifício que tira definitivamente a ira de Deus que está sobre alguém. Mas este mundo está sobre a ira de Deus. Ela se manifesta todo dia do céu sobre os homens, como diz Romanos 1. E muitos e muitos morreram e morrem sob a ira de Deus. Isto é perdição eterna. Se todos tivessem sido propiciados, ninguém no mundo estaria debaixo da ira, ninguém estaria perdido. Olhe de novo, Primeira João 2:2 esclarece: "Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados do mundo inteiro." Isso não é universalismo, é a extensão da graça às nações, como e Gondor lutando juntos. Em The Hunger Games, Catnes diz: "Eu luto por aqueles que escolhi". Não por o mundo que me rejeita. Cristo morre pelos seus como Gandalf morre pela sociedade. No conselho de Auronde, o plano é traçado. O anel deve ser destruído, mas só Frudo, o escolhido o carrega. Assim é a expiação intencional como o cajado de Gandalf brilhando contra Baurog. Em Yellston, John Dutton declara: "Eu morro pelo que é meu e cada golpe é pelos meus". João nos diz: "A cruz é para os eleitos". Uma ponte estreita que não desmorona, construída com o sangue de Cristo. Agora a palavra a todos. Que armadilha é essa que parece abrir a cruz para o mundo, mas aponta para os eleitos? Imaginem o abismo de Helme, onde todos os homens de Ran lutam, mas não os orques de Saruman. João usa todos como token usa a sociedade, um grupo definido, não uma multidão sem fim. In The Avengers, Nick Fury diz: "Eu reuni todos vocês, não o mundo. Vocês são os escolhidos para esta luta. Vamos traçar as linhas de todos em João, guiados pela batalha de Senhor dos Anéis. Todos como criação. João 13 diz: "Por meio dele todas as coisas foram feitas. Sem ele nada do que existe teria sido feito. Aqui todos é o cosmos como a terra média criada por Iluvat." Romanos 11:36 ecoa. Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. Cristo é o criador, mas a cruz não redime o cosmos, ela redime ovelhas. Em Inception, Cob reflete: "Tudo o que construí foi para um propósito, mas nem tudo é meu para salvar. Todos como nações." João 12:32 proclama: "Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim. Aqui todos são as nações como Ron, Gondor e os elfos unidos contra Sauron. Atos 17:30 diz: "Deus ordena que todos em todo lugar se arrependam. Isso é o chamado universal. Mas a expiação é para os eleitos, como Frodo, não os orques." Em The Hunger Games, Pita diz: "Eu falo por todos, mas luto por alguns. Nem todos cruzam a linha. Cristo atrai os eleitos eficazmente de todas as nações, como Aragón lidera guerreiros de muitos povos. Agora a todos como eleitos. João 6:45 diz: "Todos serão ensinados por Deus. Aqui todos são os eleitos, as ovelhas que ouvem a voz do pastor. Isaías 54:13 promete: "Todos os seus filhos serão ensinados pelo Senhor. Em o Senhor dos Anéis, as duas torres, Gandalf retorna como o branco, guiando apenas a sociedade, não os huracai. Em espera de um milagre, John Coffrey murmura: "Eu carrego a dor dos que me foram dados, não de todos. Cada um tem seu peso. Cristo ensina seus eleitos como Gandalf. ensina Frudo. No abismo de Helm, todos lutam pela luz, mas todos aqui são apenas os eleitos de Ruan, não os servos de Sarumã e Sauron. João nos diz: "A cruz é para todos os eleitos uma redenção precisa, como o sacrifício de Gandalf pela sociedade." Finalmente a pergunta central. Por que em Cristo morreu? Imagine em Gandalf caindo no abismo, seu cajado brilhando, sua voz desafiando o baurog. Você não passará. Ele morre pela sociedade, não pelos orques, não por Sauron. João 10 14:15 corta como uma lâmina. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem. Dou a minha vida pelas ovelhas. Efésios 5:25 reforça: Cristo amou a igreja e entregou-se por ela. Isaías 53:5 proclama: "Ele foi traspassado por nossas transgressões." Mateus 1:21 é claro, ele salvará o seu povo dos seus pecados. A cruz é para os eleitos, como Gandalf é para Afrodo. Cristo morre pelo rebanho, não por lobos. Eu rogo por eles, não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. E todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas, e neles sou glorificado. E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo. E eu vou para ti, Pai Santo. Guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tem guardado aqueles que tu me deste e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a escritura se cumprisse. Mas agora vou para ti e digo isto no mundo para que tenham a minha alegria completa em si mesmos. Dei-lhes a tua palavra e o mundo os odiou porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na tua verdade. A tua palavra é a verdade. João 17 9 a 17. Em Yellowston. Dudo ruge. Eu dou meu sangue pelos meus e cada gota é por eles. Frodo é salvo pelo sacrifício de Gandalf, como os eleitos são salvos pela cruz. Em espera de um milagre, John Coffrey aceita a morte. Eu carrego a dor dos que me foram dados e é por eles que vou. João nos confronta. A expiação é limitada, não por fraqueza, mas por propósito soberano, como a ponte que Gandalf constrói paraa sociedade. Pense na coração de Aragorne, onde a Terra Média é restaurada. Assim é a expiação, um sacrifício que define o rebanho, como Gandalf define a sociedade. Todos os povos, anões, elfos e homens. Em um sonho de liberdade, Endz A esperança é uma coisa boa e nenhuma coisa boa jamais morre. A cruz é a esperança dos eleitos e ela nunca morre. O evangelho de João nos leva ao fogo da expiação limitada, onde Gandalf cai pelo rebanho. Frodo é sustentado por Seam e Aragorne reina em glória. Em the chosen Jesus diz: "Eu morri pelos meus e cada gota de sangue foi por eles." Em o Senhor dos Anéis, o retorno do rei Sam diz: "Nós somos parte de algo maior, senhor Frodo, e isso nos carrega. A expiação é esse algo maior, uma ponte estreita, um fogo preciso, um sacrifício que define o rebanho. Pense na vitória de Gôndor quando as trombetas soam e Sauron cai. Assim é a cruz intencional, eficaz, gloriosa. Em aleluia, Leonardo Coin canta: "Meu aleluia é quebrado, mas é teu porque tu me escolheste." João nos chama a cantar esse aleluia, não por nossa força, mas pelo sangue que nos comprou. Como Gandalf comprou a sociedade, como Aragorne conquistou a Terra Média, vamos subir porque o rebanho é redimido e o caminho guiado por Cristo é glorioso. Que a minha vida seja um altar onde teu fogo sempre arde sem parar. Que cada passo revele o teu ser, Cristo em mim, meu viver. Como um rio que flui sem cessar. Teu amor vem me transformar em cada escolha, em cada olhar. Tua verdade vem me guiar. Seja em mim, Senhor, a luz a brilhar. Minha razão, meu caminho, meu lugar. Seja em mim o louvor, a eterna canção. Tua vontade em meu coração. Que os meus dias sejam para ti e os meus sonhos reflitam o teu agir. O meu ser em completa união. Seja um espelho do teu perdão. Mesmo nas lutas, eu sei que estás. És meu refúgio, minha paz, meu anseio é teu querer. Cristo, em mim vem resplandecer. Seja em mim, Senhor, a luz a brilhar. Minha razão, meu caminho, meu lugar. Seja em mim o louvor, eterna canção. Tua vontade em meu [Música] coração. Nas tempestades. Quero confiar que o teu amor vem me sustentar. Na tua graça encontro o valor de ser um servo para tua glória e louvor. [Música]