Como lidar com a solidão pastoral? – BTPapo 081
16/05/2025
Como lidar com a solidão pastoral? – BTPapo 081
A solidão pastoral é uma realidade profunda e, muitas vezes, silenciosa. Apesar de estarem constantemente cercados por pessoas — liderando, aconselhando, servindo — muitos pastores vivem um vazio interior, sentem-se incompreendidos, emocionalmente esgotados e sem alguém com quem verdadeiramente possam contar. Como é possível sentir-se sozinho mesmo rodeado por uma comunidade? Quem cuida de quem cuida de todos? Por que tantos pastores têm medo de demonstrar fragilidade? É possível servir com sinceridade e ainda assim sentir-se invisível? Nesse BTPapo, Bibo e Cacau conversam sobre a solidão pastoral.
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Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Tu acha que a gente mantém uma essência meio que pro resto da vida assim, cara, e poucas coisas vão mudando ao longo do tempo assim, cara, a gente vai entrar em temas muito complicados aqui, mas eu acho sim, mas beleza. É que eu tô eu tô bebendo a minha água com gás, aí eu fico filosófico. Água com gás, fique atento, galera. Água com gás nada. Água com gás, ó. Ó, tá aqui, ó. Até vou fazer propaganda. É prata, água mineral natural. E eu juro para vocês que é a água que tá aqui dentro, não igual professor de de geografia lá no Martins Zeras. Um abraço, professor. Aquele cafezão lá era top, hein? Ele tomava café batizado. [ __ ] rapaz. Disse as boas línguas que, rapaz, na minha escola não pode nem levar café para dentro da aula mais. E você não sabe por quê? Por quê? Porque os alunos reclamaram que o professor bebia café na Não era eu no caso, algum professor que nem tá mais na escola. E as mães acharam ruim assim, tipo, fica. E daí? Tipo assim, professor dando 12 aulas no dia. Car, é, às vezes era o café do meu professor de geografia, entendeu? Não, não era. Não tem nem como. Lá na escola você não tinha jeito. Era um cafezinho vai ser reforçado. Bons tempos, cara. Naquela meu professor de química, meu professor de química, ele pegava as meninas da escola, velho. Naquela época eu podia. Meu Deus, que loucura. É, mas eu tive, eu, eu, eu estudei numa escola que isso acontecia também, cara. Essas escolas assim, ensino médio prévestibular. É. eram meio, eles eram meio como se fossem estrelas assim, né? Não aconteceu muito, mas eu soube de dois casos. Um eu sei que é comprovado, o outro eu não sei, então não vou nem dar nome nem nada, mas eh também tinha o lance era assim em termos da legislação não era crime, né? Mas a legislação a gente sabe que é que a idade é muito baixa, né? É, mano, imagina minhas amigas tinham o que, mas é crime do ponto de vista da autoridade, né? Porque a sede tal, o professor é uma autoridade, então é crime. Mas na época, se eu não me engano, não deu nada para eles, não. Nem sei se isso aí depois virou alguma coisa, mas eu era aluno e eu lembro dessas histórias aí. Hoje em dia ninguém se mete, até onde eu sei, ninguém se mete com isso. A não ser que saiba que está fazendo alguma coisa errada, né? Exato. É, se cara quer, tipo, ele tá cometendo um crime, ele sabe que tá aí, tipo, não sei se era o caso desses caras. Exato. Mas vamos lá, vamos falar, vamos voltar a falar sério. Que se cara, eu quero, quero recomendar um filme aqui. O pessoal adora que a gente recomenda filme. Adora. É, eu, gente, eu só não recomendo mais porque o Cacau fica falando que a gente fala muito de cultura pop aqui. Aí eu eu corto esse assunto. Mas eu adoro. Não, não é. Deixa, deixa eu me explicar. Deixa eu me explicar. Não tem problema de falar de cultura pop, pessoal. é que é o seguinte, se deixar todos os aleatórios vão ser sobre isso, porque o Bibo gosta de falar dessas coisas, entendeu? Então eu fico tentando variar um pouco o tema. Eu, o cacau tá certo. E outra, cara, eu tô nos últimos um mês e meio, eu não tô vendo nada, nada, porque eu tô tão tão a tão, primeiro, eu tô indo dormir cedo como velho, como um bom velho, eu tô indo dormir cedo e eu não tô tendo tempo, cara, de assistir nada, tá ligado? Assim, eu, olha, tem umas séries boas que eu tô querendo assistir, que a galera tá falando bem e tal, eu e eu não tô conseguindo, cara. Olha, de vez em quando eu tô indo no cinema, eu fui ver a Thunderbolts, por exemplo, e tal, mas aí é cara, eu que eu tô conseguindo assistir, tá ligado? E aí você paga dois ingressos, um para assistir a primeira metade do filme e o outro outro dia para assistir a segunda metade. Você não assiste filme inteiro, eu não durmo. É um safado, né, cara? Ele assiste filme como se fosse série, né? Série? Não sei, acho que ele pega uma temporada, vai o ano inteiro. Ele nem sente falta da próxima temporada que demora um ano. Mas então, o lance é o seguinte, tem um filme muito legal que eu amo, só que é bem diferentão. Não sei se se você já assistiu, capaz de você já ter visto. Wakinge. Já assistiu Waking Life? Não. Dirigido pelo Richard Link Later, que é um baita de um diretor também. Muito bom. Richard Link Later é o diretor do Escola do Rock. Bom, Escola do Rock é bom, mas Escola do Rock é o filme mais diferente do que ele tem feito ultimamente. Ele dirigiu Boyhood, né, que eu ainda não assisti, preciso ver. Não vi também. Eu é uma vida. E ele dirigiu a trilogia antes, sabe aquela trilogia antes? Ah, antes, antes do nascer do sol, antes do pôr do sol e antes da meia-noite. Antes da meia-noite. Sim. Diz que é bonita essa trilogia, cara. Com Rock, não é? É com o James Mar ou com R? Não, Itan Rock. Não, Itan Rock e Julie Delpi. Julie Delpi, aquela atriz francesa, muito boa atriz também. E mas esse filme teu só tem nome em então, Waking Life. Não, não, o título não foi traduzido, até onde eu sei. Olha aí, ele tem um subtítulo em português, eu não me lembro o subtítulo, mas Waking Life, né? A vida desperta, despertando, despertando a vida, sei lá como é que acordando pra vida. Despertar da vida. O despertar da vida deve ser. Tá. O, esse filme é o filme todo filosófico, mano. E ele é feito com aquela técnica que o Richard Link Later usou num outro num outro filme também de um, cara, acho que é com Keno Reeves. Ai, cara, esqueci o nome do filme. Esse filme foi menos conhecido ainda. Não, não, não, não, não é nem esse, nem aquele que ele tem que entrar dentro do computador. É, nem aquele que ele tem que matar o diabo ou nenhum desse. Esse é o melhor, eu amo. Mas enfim, tem um filme que ele é tipo um investigador, um agente assim. Ah, o nome agente duplo, sei lá. Não sei, rapaz. Bom, de qualquer forma, esse filme Wake Life, ele é basicamente um filme sobre filosofia, eh, em que um menino tá tendo uma experiência assim, só que ele é feito com aquela técnica, ah, qual que é o nome da técnica mesmo? Em que eles desenham, eles desenham em cima do filmado, tá ligado? Hum. O homem duplo é o com com o que eu falei com o Ken Nossa, com o Jake Dilenh Ken Reves. Não, não é com homem não. Esse aí de Lenh é o homem duplicado, que é uma adaptação de um livro do Saramágua inclusive. Não, o homem duplo que é um filme é um filme legal, mas assim, tipo, é mais uma experiência estética, não achei assim tão tudo isso, mas o Waking Life tem um roteiro todo sobre filosofia e ele tem essa pergunta: o que sobra de nós quando tudo de nós já foi renovado? Ele ele chega na hora do negócio do navio de Tezeu. Ele tem aquela ideia de que se de cada em cada 7 anos todas as células do seu corpo se renovam. Mentira isso aí. Até onde eu sei, tá? Não sei se é verdade, mas ele tem essa essa discussão, entendeu? Quem sou eu afinal de contas, né? O que que tem de essencial de mim? É só um dos pontos do filme. O filme todo é uma viagem filosófica, tal, mas é muito legal, cara. Waking Life. Ol tos ama esse livro também, nesse filme. Quer dizer, e tudo isso para dizer o seguinte, não. Hum. Hã? Onde cara? Tava antigamente. Deixa eu ver. Antigamente tava walking. Qual é Walking? É, não tá waking. É igual walking, só que tirando L. Waking Life. É na Prime Vídeo, mas é, não tá mesmo. Não tá. Mas tem o trailer legendado, se você quiser. Tem na tela sim. Você deve conseguir comprar no Google. No Google filmes deve dar para comprar. Mas e aí, Cacau, você acha que tem uma essência nossa aqui na muda? Cara, primeiro, eu eu já sou daquela teoria de que a mente não existe, né? A mente de a mente ela é um ela, como é que eu vou explicar isso? Nossa, a mente mente não existe em nós o hardware e o software, tá ligado? É isso que eu quero dizer, entendeu? Tá. Então, a separação corpo e espírito tu não faz. Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não vem com essa não, porque essa é a sua teologia, não é a minha. Eu eu sou eu acredito na parte material e imaterial do ser humano. O que eu tô falando é que não existe mente. Calma, calma, calma, calma, calma. Uma coisa, uma coisa é a questão fisiológica, física, biológica, outra coisa é a questão espiritual. Não tem nenhuma parte de você que contenha o espírito, certo? Não. O espírito é espírito, o espírito é uma dimensão da nossa existência, tá ligado? Essa que é o lance, tá? Então o tô falando do espírito do homem, não do espírito, tá? É que tu não é que tu diz que não tem raiva. O que eu não acredito é que assim, que você consiga, por exemplo, tirar da cabeça do cara a mente dele e botar num outro lugar, entendeu? Hum. Tá. Tipo Robocópio, alguma coisa assim. Ainda é o cara. A mente tá no cérebro, não tem como, entendeu? Ela tá no cérebro, sacou? Ou seja, na estrutura física ali. É porque o que que, por exemplo, as minhas memórias, que que são as minhas memórias? É um caminho elétrico que se faz entre os meus neurônios. Então, se eu não tenho esse caminho elétrico, não tem, entendeu? Tem gente, é, não dá para fazer igual o Capitão América Soldado Invernal, né? Que eles pegam a memó a o cérebro do Zola e põe nos computadores lá. Ele que vai criando a Hidra ao longo dos anos e tal. É, então acho que se fosse fazer isso, você teria que replicar o cérebro inteiro igualzinho, entendeu? Entendi. Entendi. Não sei se daria. Não sei se daria. Não sei se seria possível, mas tipo, teria que seria alguma coisa assim. Essa é isso que eu entendo. Não sei se é verdade. É isso. A gente entra na neurociência que não é a nossa pegada, né? Não é nossa, né? Nem na. Então assim, o que de certa forma eu só sou o que sou porque de alguma maneira foi cumulativamente desde que eu nasci dessa maneira, entendeu? Uhum. Ao mesmo tempo cumulativamente, mas transformativamente também. Então, tipo, não faz muito sentido. Uhum. Tem uma essência intransformada, não. Mas a própria transformação faz parte da essência. Sei lá. A transformação faz parte da essência. É tipo aquele lance de que nem sempre o nosso caráter precisa ser o nosso destino, né? Ou a nossa essência precisa ser o nosso destino. Ela pode ser transformada. Ainda mais nós que acreditamos na transformação do evangelho, né? Exatamente. Ainda mais nós que acreditamos nessa parada aí. Mas assim, às vezes pensando, cara, eu me vejo assim, às vezes eu eu descubro algumas coisas minhas ou descubro não, né? Me dou conta, mano, eu era assim já, tipo, eu não mudei algumas coisas, sabe? Tipo, entendi. Mas a sua pergunta, na verdade, era o contrário, não era se alguma coisa permanece, se é possível mudar alguma coisa. É exato. Se é possível mudar, elas mudam, elas ganham novos contornos muitas vezes, né? Só que às vezes, cara, é o que a gente é mesmo assim, sabe? E por mais que você até trabalhe, né, você tem uma força cultural e a cultura te molda, né? Você é moldado pela cultura e tal. Eh, tem um núcleo ali que ele tu acaba voltando um pouco para ele assim, sabe? É isso às vezes é meio complicado. Eu acho até que é mais que isso, mano. Eu acho que a gente muda muda a gente a gente a gente que tá num barbendo realmente uma coisinha legal agora, tipo um suco de uva, porque você pedir algo. Eu acho que a gente muda, cara, mas a gente muda com o entorno que muda, entendeu? Acho até que é possível você ressignificar seu entorno, ao invés de ter uma relação com o entorno que seja uma relação de reafirmação, seja de contrariedade. Acho até que é possível isso, mas acho que é muito mais difícil. Acho que a gente muda junto com quem muda com a gente, entendeu? Uhum. Acho que vai muito por aí. É, todos nós somos um pouco Maria vai com as outras, então não é porque não existe existência isolada, né? Você tá com todo mundo, então Uhum. entendeu? É. É tipo assim, mano, foi influenciado muito pelo meio. Por exemplo, se você mudar a peça de um quebra-cabeça, Uhum. ele não pertence mais à aquele quebra-cabeça, certo? Então ele deixa de ser uma peça daquele quebra-cabeça você mudar o formato dele. Aham. Agora, se você, para ele continuar sendo aquela peça daquele quebra-cabeça, ao mudar o formato, todas as peças ao redor tem que mudar também, entendeu? Eu acho que a nossa vida é muito emaranhada assim, o nosso formato ele é ele ele se encaixa na existência que a gente tem, entendeu? Então muda os encaixes também, cara. Uhum. Uhum. Faz sentido. Faz sentido. Olha que papo, hein, gente. Que papo. Olha, com se entendeu pesado. Mas vamos indicar então uma sériezinha final. Menos, pelo menos não ficou triste, né, mano? Pelo menos não ficou triste. Poderia ter ficado triste, né? Exato. Exato. Vamos indicar um filminho então pro final de semana. Vai lá, ó. Não assistam flow. Flow. Tu assistiu flow, cara? Por que não assiste flow, cara? Para com isso, porque a gente a gente tá vindo de um papo maió assim, maó pesado. Aí a gente vai indicar Flow, pessoal. Ah, triste. Não assisti. Eu não assisti. Mas é porque Flow é o é o primeiro Oscar da Letônia. Os meus irmãos da Letônia ali que descendentes dos dos letos aí da da minha cidade, pô. Olha, inclusive, né, que que gerou a igre. Se não houvesse imigração da Letônia, não haveria minha igreja, cara, que é filha de uma igreja que foi fundada pelos letões. E nem aquele artista muito bom que só faz filme ruim. Não sei quem. Jaré de Leto. Ai ele só faz ruim. Ele fez Troia, né? Troia ele fez. É, ele era o Patrclo. Não era ele. Era ele sim. É, é Orlando Bloom, cara. Orlando Bloom e o Não, o Orlando Bloom é o Paris. O Eric B é o Heitor. O Patrocl. O Patrc do Brad Pitt, o primo dele que se finge que se finge s do caraca. que é o Jaré dileto. Eu não acredito. É, inclusive você sabe que pode ser o Jaré dileto. Não pode ser o Jaré. Impossível. Não, acho que não é ele não. Não é ele não. Esse filme é muito antigo, cara. Não é ele não, mano. É o Garret. Isso é. Eu ia. Não pode ser. É muito, é muito velho esse filme não. Pera aí. Vamos ver. Patroclu Troia. Ator. É, não é ele mesmo, não. Por que que eu achava que era ele, mano? Mano, porque é o GT Headl. Quem que é esse G? Tô achando o Patrcula aqui, velho. Eu nem achei o Pátlo aqui no no casing de tão insignificante que esse cara é. É, ó, Aquiles, Brad Pitt, Peris, Odisseu, Brizes, Agamenon, Mendela Patroclu. Ah, não é o Garretund, nem sei quem fal. É, acabei de falar também. Não sei quem é. Não é um ator norte-americano. Exato. Whatever. Vamos lá, Cacau. Eh, indica aí um um filminho. Não, Flow, gente, é o seguinte, vamos lá. Eu assisti Flow. Não, não, não dá spoiler que eu não assisti ainda. Onde você assistiu? Onde você assistiu Flow? Cara, eu aluguei ele num, eu tava viajando, aluguei ele e assistir porque falaram bem para caramba e tal. Daí eu assisti ele, não dormi o filme inteiro. Uhum. Mas cara, é o seguinte, é um filme bonito, é um filme sobre ajuda, tem uma vibe meio as aventuras de pi, tá ligado? Só que assim, mano, não assista se você tiver passando por uma coisa ruim na sua vida, entendeu? Assim, se você já tá numa bad vibe e tal, pô, a vida tá muito difícil, não recomendo. Vai assistir o Rei do Show. O Rei do Show é maravilhoso, é good vibe, autoastral, entendeu? Musical com Hug Jackman. Maravilhoso. Nossa, o que tu não gosta do Não tá nem no meu, tu não tá nem no meu top 10 melhores musicais. Nossa, não, eu não, eu só assisti esse musical, é o único que eu gosto, man. É maravilhoso. O rei do show é good vibe. É, pô, é filme alto astral, entendeu? Vibe quer um filme Good Vibe. Quer um filme Vibe? Quer não é Flow. Flow não é esse filme Good vibe. Não, não assisti Flow, pô. É, mas é bonito. Vai gostar. Tu que é triste. Vai gostar. Se você é uma pessoa que gosta de Beatles, se você não é, não adianta. Mas se você gosta de Beatles, Yesterday. Eu não nem sei quem é Beatles, mas eu amei esse filme Yesterday, cara. Muito legal. Lindo, mano. Lindinho. É muito bonito Yesterday, cara. É good vibe total. Yesterday. bem feitinho. Eu não sou fã de Beatlos, eu só sei que eles cantam aquela Yellow Submarine, é a única música que eu conheço deles. E obviamente, né, sei que tem a faixa de pedestre lá na na em Londres e tal, mas eu não sou fã de Beatles, só sei que eles cantam essa música e tem a faixa de pedestre, mas esse filme SD eu gostei, cara. Eu gostei e achei uma boa forma de apresentar a banda para uma nova geração e tal. Achei, achei. Vamos lá, só filmes good vibes, então. Vai lá. Rei do show e Evidências do Amor. Evidências do amor. Filme ruim, cara. É bom demais. Você não assistiu? Você assistiu? Ah, larguei na metade. Ruim você. Ah, cara, você, cara, sério, você é uma pessoa que nem a Sand, nem a Sandy salva esse filme. E olha que eu sou da Sandy Júnior. Cara, na verdade, a Sandy é a pior coisa desse filme. Não por causa dela, não por causa dela. O problema é que o papel que escreveram para ela, escreveram ela, né? Ficou muito Isso aí. Não precisava, dava para ter mudado um pouco. Eu tenho uma ideia que ia ficar bem melhor. Mas, cara, o filme é bom demais, cara. Você tá maluco. É que você já veio com preconceito. Você é cheio de preconceito, cara. Você é cheio de preconceito. Filme brasileiro, filme com o Porchá. Você já não gosta do Porchá? Filme com a Sandi. Por engraçado, cara. Não, Sandi, eu sou fã do Sand Júnior. Ó, filmezinho de viagem no tempo que é bom é questão de tempo, cara. About time. Ai, meu Deus. Crich, você falou good vibe que questão de tempo. Você chora para caramba, mano. É, mas el Mas ele termina bem, não termina. Agora não lembro. Agora termina, termina bem. Quer dizer, depende, depende do que você queria que acontecesse. Vi, põe você nos comentários aí, ó, galera indica só filminho good vibe pra galera que tá meio borocooch v ver nesse nessa sexta e nesse final de semana. Vai lá, já indicamos o rei do show que é bom, só o cacau não gosta. Evidências do amor que eu não gosto, mas o cacau gosta. Que mais? TIF é muito legalzinho com o cara que ele ele tem ele abre uma cozinha móvel assim. Bem legal, chefe. Chefe, chefe chefe com diretor de Homem de Ferro. esqueci o nome dele. Bem legalzinho esse filme. Gosto. Chefe é bem good vibe. Que mais? Esse é bem good vibe mesmo. Chefe é bem de boa. É. Chefe é bem good vibe. Bem legal. Bem legal de assistir. Pode assistir. Bem bacana. Tem uma sériezinha na Netflix que estreou agora quatro citações que o pessoal tá dizendo que é bem bacana com o Steve Carrell. Não, se a gente não viu, não vamos recomendar. Vai que a gente Eu não vi, eu não vi, eu não vi. Fala. Ah, tem a série do tem a série lá do do rabino lá. É legal. Ele é good vibe, cara. Ninguém quer. Nobody Wants. É isso. É. Quem quer serinha? Comédia romântica daquelas antigas, daquela boa, mas eu diria que é o tá a série Good vibe. Bom demais. Boa demais. Boa demais. Boa demais. Marvelous Miss Masel. Cara, eu não consegui ver três episódios dessa série, mas é porque eu devo estar errado. É, você tá muito errado. Eu tô porque Mas são cinco temporadas, né? Eu gosto muito. Não, é, fala. Não é que eu ia dizer assim, quando assim eu tenho dificuldade de engatar numa série que já acabou e tem cinco temporadas, seis temporadas, falei: "Pô, mano, você acha muito? Seis temporadas você acha muito?" Não, cara, sabe o que que é? É porque com certeza vai ter alguma temporada ali que é ruim. Toda série longa tem temporada ruim, cara. Você o jeito que você se aproxima, porque quando você tá assistindo sem ter lançado também vai ter temporada ruim, mano. Mas você tá vivendo a jornada, Cacau. Vou te dar um exemplo clar. Ah, que vivendo na Não existe mais isso. Vocês que assistiram Lost acha que tudo é uma jornada que se vive coletivamente. Não existe mais. Isso aí foi no Lost e acabou. Não tem mais. Não é? Eu sei, eu sei, cara. Olha só. Game of Thrones foi a última vez que aconteceu isso. Não berra, não berra comigo, não. Fiquei nervoso. Game of Thrones foi a última vez que aconteceu isso. Foi fenômeno. Casa do dragão já não tá acontecendo. É ruim. É. É. Entendeu? Ruptura que foi um fenômeno não tá acontecendo. Não tem nem teoria. Ninguém tá jogando teoria em lugar nenhum. Exato. Não, tu sabe que esse é um lance, né? É, eu sou um cara que eu gosto de citar cultura pop nos meus livros e tal, só que assim, esse meu tipo de escrita também. no Beval também não. Isso aí tá com os dias contados, cara, porque hoje a cultura pop tá, né? Tem tanta, tem tanta variedade, tem tanta coisa que de fato Game of Thrones foi o último fenômeno mundial, tá ligado? Até que assim, por exemplo, tem muita gente que não sabe o que que é Game of Thrones, mas conhece um outro ator, conhece o trono e tal, é Star Wars, mas a galera não sabe de Star Wars, mas sabe que tem o Dart Vader, que tem os cara de branco, entendeu? E aquilo ali é Star Wars. Ele não sabe falar Storb Trooper, mas ele sabe que é Star Wars. Cara, isso um pouco meio que acabou assim hoje em dia de tanta coisa que tem. Mas que eu quero dizer o seguinte, quando eu quero falar de jornada, Cacau, deixa eu falar de jornada, mano. Por exemplo, assim, eu amo a série SUTS, eu gostei de todas as temporadas assim, aliás, eu gostei da maioria das temporadas. SS é good vibe. SS é good vibe para car muito, cara. É muito good vibe. Mas não teve um final feliz, né, que foi o casamento da menina com Exato. Sacanagem. Então, por exemplo, mas a sexta temporada de Sultim. Só que é o seguinte, eu fui descobrir que a sexta temporada de Sultimendo a jornada, entendeu? Quando terminou a sexta temporada de Sutos, eu falei: "Mano, que temporada inútil, mas daí a sétima e oitava mais legalzinha e tal". Mas entendeu? Aí quando eu vejo assim sopranos, né, que é um clássico da TV, The Wire, clássico da TV, pô mano, sete temporadas, seis, falei: "Mano, vai ter temporada ruim aí, mano? Eu não, não, não, não. Aí eu eu tenho que tem a ver uma coisa. Ainda não entendi a diferença, cara. A diferença é que você você vai est vivendo a jornada do mesmo jeito, que é para você. É a primeira vez que você tá vendo. É igual The Americans. Amei a primeira temporada. São quatro temporadas, mas disseram que, mas me disseram que não termina tão bem e tal. Daí falei: "Ah, mano, então já nem vou m Eu acho que você precisa se desvencilhar desses conceitos, cara. Eu preciso. Vamos lá. Mas vamos lá, Cacau. Indica coisinha boa. Vai lá no Já indiquei. Marvel Miss Masel. Bom demais prime, inclusive é escrito pela Sherman Paladino lá que é que escreveu o Gilmore Girls, que é uma série muito subestimada, que é uma série muito muito boa, com diálogos muitíssimos inteligentes, muitíssimo inteligentes. Gilmore Girl, Gilmore Girl fez fez sucesso também. Fez um sucessinho. Fez um sucessinho girl. a nossa série aqui que foi um um do um dos acertos da minha esposa em escolher série, porque ela erra muito, mas esse aí ela acertou. Sim, nesse ela é nesse Ah, mas que que pode tem que ser good vibe, não pode ser uma coisa menos good vibe, não. Então vai lá, o que que você indicaria pro final ou esse cara, tem uma série, tem uma miniérie que eu sempre indico, hum, que é We Crash Amo, amo essa série. Muito boa, né? Ela não chega a ser bad vibe, mas ela não é good vibe também. Ela é só uma loucura, cara. Mano, eu vou te dizer, eu diria que ela não é dá um prazerzinho ver vendo milionário se ferrando. Dá um prazerzinho. Não dá. É bom, cara. É bom, é bom. Não, mas cara, eu vou te dizer, a história do Adam Nilman, ela é eu acho assim, para quem é empreendedor tem que assistir, tem que assistir, quem lida com empreendedorismo, tem que assistir, que é a criação do Will Worker, né, um dos maiores rede de coworkings do mundo e tal. Isso. E o Adanilma ele é uma máquina, cara. Ele é uma máquina. Eu acho que quemo fazer uma máquina de fazer caca. Exato. Mas tu viu que o cara já tá de novo, né, com startup gigante e tal. O bicho é uma máquina, cara. Ele já tá de novo. É maluco, mano. Pr Cara, sabe como é que eu defino essa série? Essa série é o seguinte. É o que aconteceria se o Michael Scott tivesse todo o dinheiro que ele queria para investir nos seus sonhos? É tipo isso, cara. We are, como é que ele fala? We are Orker, né? É isso? Não, esqueci o nome agora do lá. Mano, é maluco. Não. E detalhe, cara, olha só. Nway n J. Ô, um bom um bom um bom papel do Jardileto aí, cara. É um bom papel do Jaré de Leto, cara. Não, ele fez aquele clube de compras Dallas que acho que até de bosta para ele. Sim, mas dizem que é bom, né? É. Entendeu? Só que depois ele fez outros bichos ruim lá, outros filmes ruim. Cara, essa série é muito boa. Crash, cara. O Crash. Na verdade, eu poderia indicar várias séries boas da Apple TV para vocês aqui, que eu gosto da das séries da Apple. Indica. Ah, o a uma série Good Vibe. Série Good Vibe. O shrinking lá. Nossa, muito boando real. Falando real. Falando real. Muito boa. Ô, chorei horrores na segunda temporada, mano. Falando a real. Good vibe demais. Muito boa. Good vibe demais. Falando a real. Té de laço. Té de laço. A rainha. A rainha. Té de laço. Acabou. Té de laço. Não tem mais. Té de laço. Acabou. Fechamos. Fechamos com Ted laço. Fechou. Pronto. Fechou. Ó, vamos que o Cacau tem que dar aula daqui a pouco. Roda vinheta. Good vibe também é. É, não, a gente começou mais cedo, vai dar tempo. Good vibe também é o betapo. É betpapo. Inclusive, deixa eu dizer uma coisa sobre betepo ser good vibe. Hum. Estive esse fim de semana com os jovens da Igreja Batista Urbana lá do nosso amigo Isaac Sikuxu e ele não estava baita conferência, hein? Vai ter uma baita conferência. Vai ter uma baita conferência. A gente é inclusive é novembro, outubro, outubro, se eu não me engano. É outubro. Outubro. É isso aí. E estive lá com com os jovens lá. O o Daniel me convidou, tava lá com ele, tava com a Jaque, nossa amiga Jaque, Gustavo, o Eric, a Paloma, todo mundo lá já, grande Eric, o pastor Bruno também que também é da outra parte da juventude. E aí, pastor Bruno, grande pastor Bruno, não sei quem é. E aí, cara? E aí, mano, sabe o que que aconteceu? A galera veio fala: "Cara, muito legal, tal, muito legal o betpapo, tal". E sabe qual foi o episódio que foi mais citado? Não. Como secar as mãos? Deixa eu te falar como isso é profético. Cacau. Você lembra disso ou você não lembra? Porque eu não lembrava que episódio era esse. Eu tive que ouvir de novo. Que eu não lembrava. Eu não só lembro como hoje eu apliquei a tua técnica no aeroporto. Falei: "Caramba, o cacau que ensinou aí. É verdade mesmo. Pega uma folha, enso essa folha, é, enso ela o máximo. É, depois tu vai usar só mais uma para terminar de secar. Sensacional. episódio aí salvando árvores. Eu lembrei. Então assim, é good vibe. Good vibe aqui, ó. É isso aqui, ó. O betapo é isso aí. Salvando nações quase. Isso aí. Inclusive vocês podem ver que o que o vocês podem, desculpa, de interromper a vinheta de novo. Vocês podem ver que o bíbo tá de cenário novo. Por quê? Porque ai porque tem a ver com Olha só, tu tu tá falando aí de salvar a natureza. Eu tô aqui em São José dos Campos, Cacau, num numa iniciativa da Iris Brasil, que tem uma parceria aí com Semadém e tal. E é, ou seja, apresentando para os evangélicos, líderes evangélicos e influencers sobre a importância de cuidado com o meio ambiente, as tecnologias que o Brasil tem de prevenção de catástrofes. Vamos, vai ser bem legal. Víor Fontana vai chegar aqui daqui a pouco também. Então eu tô aqui, ó, pensando aí na questão de tu nunca veio aqui, Cacau? Tem conseguir para tu vir aqui passar do dias. Nunca fi, nunca fui. Fui convidado, mas eu não podia ir. Ah, então é porque eu já eu te convidei a primeira vez que eu vim ele: "Ô, cara, indica pessoas". Obviamente que eu indiquei você, o Víor e toda a galera e tal. Então eu tô aqui, olha. falou em secando, usando pouco papel para secar as mãos. Estamos aqui para pensar e ver o que que o Brasil tem feito para cuidar da natureza, do meio ambiente. Bem legal, bem legal mesmo. Ó, depois no no canal eu trago, no próximo papo eu trago novidades. Novidades. Rodavinha tá rápido. Vivo Talka apresenta BT Papo, uma conversa regada, bíblia, teologia e risadas. Muito bem, muito bem, muito bem. Começa mais um BTPo de número 81, a idade de Cristo. Eu sou Rodrigo Bibo. Estou aqui com Cacau Marques. Caca Marques. Eu eu estou aqui. Oxe, você está aqui, apesar de estar só com um lado iluminado. Estou aqui sozinho. Estou aqui sozinho. Por quê? Porque eu estou sozinho. A Net em São Paulo trabalhando aí. Não, porque qual que é o tema hoje? Qual que é o tema hoje? Ah, o tema é o tema é solidão pastoral. Eu ia dizer isso, Cacau, que o tema hoje, o tema hoje te toca, Cacau. O tema hoje te toca, toca mim. O, o legal de você gravar com esse microfone é que você pode ficar andando pelo quarto aí, né, cara? Exato. Inclusive, vai falando aí, Cacau. Vai falando aí, Cacau. Eu acho que eu vou gravar comigo. Ó, o o Sabe o que que tá acontecendo? Tem um pessoal que não conhece o betpapo e aí eles ficam achando, eles vêm pelo tema e eles acham que a gente vai fazer, sabe, um Não fala que eu te escuto sobre o tema. Fala que eu discuto, não sei que discutia tema, era 25, 25ª hora, que era os pastores da Universal discutindo tema. E aí, cara, esses dias eu tava vendo um comentário de um cara assim: "O tema durou só 12 minutos em 50 minutos de vídeo". Nossa, mano, sério. Mas, ó, esse dia a gente respondeu duas perguntas, 12 minutos foi uma. A outra pergunta a gente gastou mais tempo. Aí teve a introdução, as piadinhas no meio. Pois é, cara. aquilo que eu já falei, as pessoas elas acham que a gente vai ter aqui, sabe? Elas levam muito a sério essas coisas, cara. Leva tão a sério não, galera. Ó, não pode, não pode. Ó, vocês querem um tema que ele é destrinchado? É o BTC. O BTC ele começa e vai até o final num tema só. O betpapo é isso. O TDH vence às vezes, cara. Mas vamos lá. Ô, Cacau. Ô, Cacau, vamos lá. Hoje o Essa veio da minha caixinha, essa pergunta, hein? Veio da minha caixinha. Isso. Aliás, tem boas perguntas na tua caixinha. A gente podia fazer vários batos só com que aparece lá. Tá, Ca? Não, hoje o assunto te toca porque é solidão pastoral. E a pergunta que nós vamos responder, qual que é, Cacau? Diga aí para o Rafa colocar na tela. Como lidar com a solidão pastoral? Como lidar com a solidão pastoral? Calma, não saia desse vídeo porque você pensou agora: "Meu, eu não sou pastor". Então assim, sinceramente, não me interessa. Se você pensou isso, eu quero dizer agora, arrependa-se enquanto a tempo seu coração de pedra. Porque se você é crente, você deve ter um pastor ou uma pastora. E abre um parênteses. Se você vier comentar não existe pastora, não, eu vou te bloquear desse canal. Ninguém ia comentar isso. Você falou agora vão comentar. Não, não. Sempre tem Cacau. Uma, sempre tem um, uma palavra. Não ia comentar só por você falar uma palavra assim. Duvido. Nossa audiência é qualificada, rapaz. Não, Cacau. É, não. Acho que com um pouco a gente espurgou um pouco chato, mas sempre que eu tô gravando o vídeo, eu falo: "Ó, inclusive o seu pastor, a sua pastora, eu menciono porque existem mulheres pastor". Sempre vem comentário, cara. Sempre tem um. É muito legal o vídeo. Só não entendi o pastora. É, meu irmão, eu não tô perguntando se você concorda ou não com o ministério. Eu tô dizendo para você que existem mulheres que são pastoras e concorde você ou não? E eu tô falando com o público geral da igreja. Enfim, fechou o parêntese. Então assim, se você pensou, esse assunto não me interessa porque eu não sou pastor, você precisa se converter porque você tem um pastor ou uma pastora, você tem um líder aí na sua comunidade, tá? Então assim, esse assunto é para você, sim. Esse assunto é para você. É importante, sim. É importante. Mas, Cacau, vamos lá. Primeiro eu queria, né, essa pergunta ela surge, né, como lidar com a solidão pastoral? Já parte de um pressuposto, meio que na pergunta tem uma afirmação, mas existe mesmo afirma eh existe uma solidão pastoral? Eh, vocês vocês eh passam por isso? É uma conversa nas rodas de pastores acerca da solidão pastoral? Pois é. Então, eh, a solidão pastoral é definida assim, ela faz parte de uma Ela não entend suspense. Hã, não entendesse suspense. É porque é um tema complicado, né, assim. Ah, entendi. Entendi. Eu acho que se você conversar com qualquer pastor e perguntar sobre essa realidade, ele vai dizer que de fato existe, né? Existe essa solidão pastoral. Ah, e existe por uma razão, na minha opinião, tá? Hum. É porque a igreja ela é um ambiente de muitos relacionamentos, certo? Certo. E pro pastor ali é um ambiente eclesiástico, mas também é o ambiente do seu trabalho. OK? Exatamente. Tá bom? Então, eh, um dos círculos de relacionamento que nós temos, que é o círculo do trabalho, do pastor está, eh, como é que chama? Eh, colapsado num ambiente só, certo? Ah, só que nesse ambiente que o pastor está, ele não está na na relação totalmente horizontal. Você vai ficar andando com esse negóci. Eu vou pegar um chocolate, tá? Incluso na minha diária. Pô, cara, eu tenho chocolate aqui, mas eu não tô comendo chocolate. Tô tentando mais. Qual, mano que eu pego? Qual o talento que eu pego? Hum, vermelho. Avelan. É. Ah, eu peguei o avelã mesmo sem querer, mas eu gosto muito de passas. Eu como avelão. Eu odeio passas. Eu detesto nossa, eu adoro. Menos o arroz, cara. Menos o arroz. Passas. É exatamente o que seria cocô de árvore se árvores tivessem trato [Risadas] digestivo. Eu não vou dar corda esse pensamento, cara. Continua. Não, deixa, deixa. No Natal vocês lembram disso. No Natal vocês lembram dessa história? É porque depois eu assisto muito Senhor dos Anéis, né? E aí, pô, sempre vejo os entes lá, tá ligado? Eu vou achar agora que passa. É verdade. Mas vamos lá. Mas então a solidão que o que que acontece, como as as relações não são totalmente horizontais, porque existe uma figura ali, existe uma questão, ao mesmo tempo que o pastor é incentivado pela escritura a ser bastante familiar e e pessoal, quando Paulo fala a Timóteo, olha, trate as mulheres mais velhas como sua mãe, as mulheres mais jovens como suas irmãs, os homens mais velhos como seus pais. Então tem um estímulo a sermos pessoais no nosso relacionamento. Então o pastor lida com eh com relações pessoais frequentemente, mas em que há um componente de desequilíbrio, entendeu? E isso não significa, gente, por favor, isso não significa essas relações são ruins. Não é isso. Não é isso. O único problema é quando essa é todo tipo de relação que o pastor tem. Ele pode amar muito mais pessoas nesse tipo de relacionamento do que ele tem com amigos dele, que são amigos mais em relações mais horizontais, em outros círculos, em outros ambientes, mas que ele não tem esse interesse tão profundo, ele não tem essa relação tão profunda, pode ser muito mais profunda na igreja. Tudo bem. A questão é que se todo relacionamento pastoral é esse, ele não vai ter relações eh eh que cumprem esse outro lado da horizontalidade, sacou? É só essa questão. Essas relações não são ruins, elas não fazem mal, podem fazer mal também, mas qualquer relação pode, né? Elas não são insuficientes, nada disso. Elas só não são todos os tipos de relação. Igual uma pessoa que não tem família, você fala: "Ah, não tem problema. Você não tem família, mas você tem um monte de amigo". Legal. os amigos vão ajudar num monte de coisa, mas não resolve o fato de que ele não tem família, entendeu? São coisas diferentes, certo? É só isso. É só isso. Só que o pastor acaba confundindo a coisa com a outra, porque ele acaba eh criando e tendo uma confusão que o próprio Timerler falava quando ele era vivo, né? Ele falava que o pastor tem uma tendência de confundir o ministério com a vida. E aí é o problema, porque ele não é alguém que desempenha o ministério pastoral, ele é o pastor. Aí tudo que ele tem, ele é o pastor. Em todo lugar que ele é, ele é o pastor. Todas as relações dele, ele é o pastor. Entendeu? E aí é o problema, porque você acaba criando uma dissociação da sua identidade. Diga, Cacal. É que aí é que não é o tema desse betpapo, né? Mas eu me interessaria muito em ouvir mais sobre isso assim, eh, o ser pastor e o estar pastor. Então, há uma diferença aqui, porque porque sabe o que que é, mano? E, mano, como é, por isso que eu não sou pastor, né? por uma série de problemas que eu tenho, mas e é porque eu não daria conta mesmo. Mas olha só, porque vocês, cara, eu não sei nem como fazer essa pergunta, porque assim, tu é um cristão que desempenha um trabalho pastoral, mas cara, isso não é a tua identidade também em última análise, cara. explica um pouquinho mais essa essa parada que o Tin Keller falou assim, porque é porque que o que o Tin Keller fala é que quando as pessoas fazem do é quando as pessoas fazem do ministério uma maneira de ser no mundo, hum, elas meio que justificam qualquer aspecto da sua existência a partir dessa. [Risadas] Oi, fala que que que você derrubou aí? Não, fui pegar uma aguinha. Foi aguinha. Vai lá, vai lá. Desculpa. Desc. Quando as pessoas usam o ministério para justificar todos os aspectos da sua existência, elas acabam usando o ministério e elas não podem lidar, por exemplo, com críticas ao ministério, porque é críticas a ela. Ela, se o ministério acaba, acaba a vida dela. Se não tem um sucesso, ela é que é mal sucedida. Entendeu? Esse tipo de confusão. Quando, na verdade, isso não acontece ou não deveria acontecer em outros ramos. É claro que tem um tipo de intercâmbio, né? Eh, em em vários aqui, por exemplo, e eu acho que em Joinville não é muito diferente, se as pessoas perguntam o que que você é, você fala: "Sou profissão, né?" Então, tem isso, é o ideal? Acho que não. Inclusive, assim, não foi sempre assim na história da humanidade, mas de qualquer forma faz parte em qualquer profissão. Mas no caso pastoral, eh, muitas vezes ele acaba tomando isso como se fosse na vida toda, em todos os momentos, e não a a função que ele tá cumprindo no corpo de Cristo. E isso faz com que até as relações entre pastores fiquem complicadas. Por quê? Porque às vezes a gente acha que pastor vai aliviar essa questão tendo amizade com outros pastores, só que não necessariamente. Tem competição, tem, né, tem o negócio assim, você não é o pastor, você é o pastor da igreja tal, então você representa aquilo. O que a igreja faz o como ela é, fala sobre você diante do outro. Então você não tá tendo uma relação de duas pessoas, você tem uma relação de duas personalidades, entendeu? E aí você vem com essa e eh você tem que ter o tempo. Eu eu digo isso, né? A pastores, para serem amigos, eles têm que ter o tempo para se despir do pastorado, entendeu? No primeiro encontro, vocês são dois pastores e aí você tem que ir caminhando até ser só quem é, porque no final das contas amizade é isso. A amizade é aquela relação no qual você não é mais nada, a não ser quem você é. Nossa. Muito bom. Muito bom. Ou seja, um pastor, antes de ser um pastor, ele é um cristão. Então, é esse o ponto que pega, né? E quer não pastorado é uma função que ele está exercendo enquanto cristão. Exato. É, então é mais ou menos nessa vibe, né, cara? Sensacional. E como cristão é um pecador e como o pecador ele também é ou várias outras coisas na vida dele, né? E várias outras coisas que ele gosta de fazer e tal. Então isso tudo envolve a a a identidade. Então porque já começa por aí? Não, deixa eu deixa eu te cortar, Cacau, já que você já que vocês são solitários, deixa eu te cortar sacanagem. Não, porque aí aí aí pega realmente isso assim, porque na nossa mentalidade nós enquanto membros de uma comunidade, enquanto fiéis, temos muito essa mentalidade medieval, né, do homem de Deus, né, ou da mulher de Deus, enfim, mas o sacerdote, né, do daquela pessoa que está lá ocupando o púlpito. Por exemplo, as pessoas leem o meu livro e elas acham assim que eu vivo tudo aquilo. Eu sempre falo, não, gente, eu escrevi esse livro para mim, né? Eh, eu escrevi esse livro para mim. Quando eu prego, eu reconheço que a que a mensagem que eu prego, ela é ela é muito mais elevada do que a minha vida. Eu prego para mim também, mas as pessoas não, elas e eh elas acreditam. E aí, voltando agora pro ministério pastoral, elas elas de alguma forma santificam. Não, santificar não é bem a palavra, porque eu, né, nós somos santos em Cristo, mas elas, sabe, idealizam demais, né, a figura do pastor. Então, é o homem, sabe? É aquela pessoa iluminada, é a pessoa para a qual eu vou pedir ora por mim, pastor, entende? Eh, então eu acho que e isso seria um dos motivos, seriam essas algumas razões que fortalecem a solidão pastoral. Em que sentido? Porque são poucas as pessoas que o pastor vai conseguir se despedir do se despir do pastorado para poder ser quem ela realmente é, um cristão que tá em fase de santificação. É assim de novo, não é não é que o pastor não é amigo sendo pastor e que então não tem amigos. Tem. E como eu falei, essas relações elas podem ser as melhores que ele tem na vida. Não tem problema. Isso não tem problema. A questão é que se toda vez ele acha que essa relação depende única e exclusivamente da do ministério que ele cumpre, aí ele não consegue ter relação, entendeu? Então ele tem que entender, sim, ele é o pastor dessa pessoa, mas ela também é amiga dele. Então ele sabe que como amigo também tem erro, também tem pisada na bola, também tem as responsabilidades que a gente tem com outra com esse outra esse outro aspecto, entendeu? Eh, quem nunca contratou um amigo para fazer um serviço mesmo sendo amigo? A relação tem a relação da amizade e tem a relação do serviço. E o serviço acontece dentro de um tipo de relação e a amizade acontece também, né? Então, às vezes acaba amizade, hein? Às vezes acaba amizade, às vezes acaba, né? Mas essa aqui é a questão, sabe? Então, serviço, o serviço é ruim. Ai, Jesus. É, às vezes o cara tenta te passar perna, né? Porque ele não sabe ser profissional sem ser alguém que te dá golpe, né? Graças a Deus as minhas experiências sempre forem foram boas, mas histórias não faltam, né? Vamos lá. Próximo. Vamos próximo vamos lá. Continua. Então, que que acontece? Veio uma veio essa pergunta e aí eu dei três dicas lá de como pastores podem lidar com a com a solidão pastoral, né? A primeira delas é voltando-se para Deus, com amizade com Deus, intimidade com Deus. Isso é muito, muito importante, muito importante. Ah, mas isso não tem nada a ver com tá sozinho, porque com Deus a gente sempre tá, ele sabe que tá com Deus. Sim, mas a questão não é essa. A questão é que muitas vezes a gente toma Deus como nosso salvador pessoal, mas aliena muito ele do agir no nosso ministério. A gente acha que o ministério é muito fruto da nossa obra, do que a gente faz. E a gente faz isso porque também é muito bom quando as coisas dão cert, né? Então é muito legal quando isso acontece. Então a gente meio que não quer dividir a honra com Deus nessa hora, mas quando dá ruim, dá ruim pra gente e se arrebenta. E a gente fica morrendo de medo e não consegue ter relacionamentos profundos porque tá sempre nesse tipo de cheque em relação ao outro, tá sempre nesse tipo de dúvida. Puxa, mas o outro ele é meu amigo ou ele é alguém que tá satisfeito com o meu ministério ou não tá satisfeito? Será que a nossa amizade está sendo o tempo todo avaliada de acordo com o sucesso ou insucesso do meu ministério? Saca? Então, se você não consegue lembrar que Deus é o Senhor e você é só um servo dele, ou como o o Ranierei lá lá na na igreja, ele na pregação uns dois ou três domingos atrás, ele citou uma fala do Bregantimor é só um cachorro que late. Eu achei tão legal isso, porque o supremo pastor é Jesus e o pastor humano, ele é o cachorro que ajuda só no pastoreio, mas o pastor mesmo é Jesus, né? Então, achei legal isso aí, né? Late, mas não morde, viu, gente? Só late para as ovelhinhas ficar no caminho. Não pode morder. Então, se você não tem essa consciência, eu se tá bem latido de cachorro, sabia? Eu tenho É verdade, você tem essa habilidade, né? Eu tenho, cara, eu faço um ótimo latilijo de cachorro. De vez em quando lá no X tem o dia do e dia do pet e aí a galera leva os cachorros pro escritório, entendeu? É, o X é um coworking pet friendly. E, mano, e às vezes eu começo a dar uns latidos lá, a galera acha que é cachorro real mesmo. É. E e você eh já aí eu já tenho um pouco de ministério pastoral já. A parte do lati eu tô eu tô a parte de lati tá tudo bem. Eh, então essa é essa é uma questão assim, se você não sustenta a sua vocação em Deus, cara, fica impossível, porque não tem como você dar conta de todas as as expectativas, sabe? Então essa é a primeira coisa. A segunda coisa que eu que eu falei lá, primeiro Cal, vamos lá. resume a primeira coisa numa frase agora. Vamos lá numa frase e meia, né? Vai, vamos lá. É se apegar em Deus porque cresça em intimidade com Deus. Deixa eu abrir aqui. Como é que foi exatamente o jeito que eu coloquei aqui, mano? Aqui, ó. Tá aqui, ó. Opa, o cacau colando dele mesmo aqui. Vamos lá. Eu coloquei assim, ó. Volte sempre ao seu relacionamento com Deus. Uhum. OK. Então, volte sempre seu relacionamento com Deus. Porque que é graça que não depende de você, tem esse né? Graça, intimidade você inútil, você para de ler a Bíblia só para pregar, mano. Me pega. Isso aí me pega, mano. A gente vira profissional da parada, tá ligado? É, então fica com uma familiaridade profissional e não com uma intimidade. Exatamente. E ou ou segundo segunda dica que eu coloquei aqui, seja presente na sua família, porque a sua família é aquele grupo de pessoas que te conhecem antes do seu ministério, sabe? Boa. Então, seja presente na sua família. Isso é uma coisa muito importante, gente. Eh, pastores alienam, alienam-se da sua família. Isso é terrível pra família, é terrível para ele, é terrível pra igreja, é terrível para todo mundo, tá? Então, seja presente na sua família. Quem que é a família? A família nuclear, se você a tem, ou a família mais expandida também. Mas seja presente na sua família, tenha esses contatos familiares, cresça nesse tipo de relacionamento familiar, entendeu? Esteja presente, faça questão de estar presente, né? Claro, tem coisa que vai ter conflito e tal, mas seja presente na sua família, porque isso te te te lembra que você não é só seu ministério, tá? E a família é um é um espaço de autenticidade muito privilegiado. Então você não usa máscara. Cacau, eh, eu acho que aí a gente volta para um ponto que tu já falou e a gente consegue ampliar um pouquinho mais a conversa no lance do seguinte, eu acho que a maioria dos pastores se perde nessa. Eles, a vida deles com Deus é o ministério. É, então a vida deles é o ministério, porque essa ideia de que eu estou fazendo para Deus, é, é a minha vida para Deus. Provavelmente quando ele teve o chamado dele, foi esse chamado, entendeu? Para entregar a sua vida para a obra. para o ministério e tal. Então, acho que esse é o erro, assim, é um dos grandes erros. Existem outros, mas eu acho que esse é um dos grandes erros eh de ministros, de pastores e pastoras, é acharem que a sua vida é o ministério. Eu acredito que esse é um grande erro, cara. Um grande erro. É exatamente isso. E assim, eh muitas vezes ele é um cara presente na família em termos de tá ali na família, tá presente, tá encontrando os filhos, né? Só que ele também tem uma relação com a família de submissão da família ao ministério. Também é um problema isso, tá? Eh, é complicado isso também. É, e sobre isso a gente poderia desenrolar, mas a gente tem um um um betc sobre filhos de pastor aqui, um betepo sobre filhos de pastor, um betpo, filho de pastor. Verdade. Verdade. E terceira dica que eu dei foi: tem amigos para os quais você não é só o pastor? Então, tem amigos para os quais você não é só o pastor e amigos para os quais você não é o pastor. De novo, eles não precisam ser seus melhores amigos, certo? Eh, não precisam ser as pessoas com quem você tem mais contato, não. Você não precisa ser mais íntimo dele do que suas ovelhas, mas você precisa ter esses amigos, você precisa disso. Eh, porque senão tudo que você é pastor o tempo todo, né? Então essa é, eu acho que esse é eu acho que esse teu terceiro ponto, Cacau, ele é um alívio, porque de fato algumas pessoas elas não têm mais contato com familiares em última análise, né? Ou são pessoas que cresceram em famílias que não são tão unidas e tal. Enfim, tem várias coisas que podem ter acontecido na vida, mas eu acho que é importante ter esse núcleo, se não dá para ser o familiar, eh, mas ter esse núcleo de amigos que talvez te conheçam mesmo antes do ministério e estão com você já há muito tempo e tal, ou te conhece em outro contexto, né? em outro contexto. Exato. E aí vai vem o lance também, né, Cacau, do do pastor ele entender que existe uma vida para além do ministério. É muito importante o pastor ter essa consciência de que existe vida, frequentar outros ambientes, porque isso, cara, isso vai trazer saúde pro ministério dele. Eu eu não vou citar nome porque eu não pedi autorização dele, ainda que se você segue ele nas redes sociais, isso tudo tá lá. Mas eu acho muito bonito, ah, você mesmo é um cara que tem praticado bit tênis e tal. H, é um cara que trabalha, né, em outro lugar. Então você tem, né, de alguma forma amizades e contatos com pessoas que não são do meio religioso. Ah, e isso inclusive te desafia enquanto um cristão a testemunhar no seu local de trabalho, né, que lá você não é o pastor cacau, né, você é o professor de história e tal, enfim, ainda que eu não sei como é que tu lida com essa identidade de pastor lá e tal, né? Mas eh eu conheço também alguns amigos. Para quem pergunta eu falo, para quem não pergunta eu não falo. Exato. Exato. É, então assim, eh, mas eu acho muito saudável quando eu vejo pastores que tm outras atividades, não profissionais, se der, eu acho que às vezes é uma coisa boa o cara conseguir desenvolver alguma outra coisa, mas assim, eles frequentam outros meios que não são meio religioso, entendeu? Ou o cara pratica um certo esporte, sabe? Ou ele pratica eh ou algum clube de leitura, ou algum clube de pensamento, enfim, sabe? Ou seja, ele sai um pouco do cercado eh religioso. E vou dizer para vocês, galera, eh eu mesmo não sendo pastor, eu por muito tempo eu me fechei muito nisso, né? No universo da teologia, igreja, pregação, podcast, tal, t tal. E, mano, e às vezes isso, mas isso é coisa de Deus, isso é coisa maravilhosa. Só que, mano, a minha vida ela não precisa só disso. Eu posso ter a presença de Deus, eu posso ser um cristão em outros meios, em outros ambientes, que não tenha cheiro de igreja, entendeu? que não tenha cheiro de coisa religiosa, não. A minha vida é cútica, onde eu estiver jogando bit tênis ou se reunindo com alguns amigos para jogar um póker, entendeu? Para quem gosta de fazer trilha, enfim, mas sabe, frequentar ambientes e lugares ou ter algum hobby, por exemplo, que, cara, não envolva igreja, entende? E muitos pastores eles acabam se perdendo porque confundem a sua vida com Deus, com o ministério. Aí a vida da pessoa é só aquilo, é só aquilo. Cara, chega uma hora que você entra no automático e quando você tá sozinho mesmo. Por quê? Porque você é o homem de Deus. É que era o ponto que eu nem coloquei no story lá, mas eu ia dizer aqui que é o descanse, né? Descansa militante. Descansa, igreja militante. É tipo isso. Pô, esse meme morreu, né? Esse meme era muito bom, né, velho? Descansa militante era muito legal. Morreu esse meme. Mes vão e vem, né? É, vão e vem. Eh, mas é é isso, cara. Pastores precisam descansar também, né? É, precisam, cara. Precisam eles. É isso que atividades fora. Lembro um ano. Eu lembro um ano, cara, foi um ano muito tenso assim, cara. Foi pesado para caramba. Um monte de coisa, tal, tal, tal, tal, tal. Aí eu saí de férias, né? E aí eu lembro que eu falei pra Nati assim: "Nati, esse esse ano eu tô saindo de férias sem culpa, porque até então toda vez que eu saía de férias eu me sentia culpada. E cara, eu sou filho de pastor. Meu pai sempre tirou férias. Nunca, sabe? Nunca. Não é que eu na minha cabeça isso era errado. Tinha uma doutrina que falava que era errado. Aprendi que o pastor não tira fé porque o diabo também não tira, né? Nada, nada. Nunca tive esse o ensino errado sobre essa história, mas a dinâmica do ministério te coloca às vezes numa culpa de meus, mas será que estão precisando? Será que sabe esse tipo de coisa? Aí esse ano que eu saí, falei: "Esse ano tô sendo sem culpa nenhuma". E de fato eu tava sem culpa nenhuma, porque eu acho que eu tava perto de um burnout, sei lá. Nossa. E aí, mano, sabe o que que aconteceu desde então? Eu fico eu, porque aí eu depois que eu falei isso, eu falei: "Cara, tem alguma coisa errada na minha, nessa minha fala e desde então eu fico avaliando esse meu sentimento, sabe? Quando eu descanso, se eu se eu tô culpado, sabe? Porque eu não tô descansando de fato, né? E aí quando eu tô culpado, eu lembro que eu só tô culpado porque eu não tô confiando que Deus tá cuidando, entendeu? Que é que é aquela ideia, tem uma ideia judaica muito legal que diz que o sábado é como a morte, né? que no sábado você morre para lembrar que quando você morrer, o mundo vai continuar funcionando, né? Então você não precisa ficar segurando o mundo inteiro, entendeu? Então você descansa como como quem morre, entendeu? Então é isso. Eh eh a gente descansa, a gente lembra que Deus tá cuidando de tudo. Então é importante isso, né? Exato. Exato, cara. E aí aponta para esse lance também, né? A igreja precisa existir sem a sua presença. A igreja precisa existir sem a sua presença. Você precisa ter obreiros que de alguma forma segurem a onda por 10, 15 dias, né? Eh, acho que a pessoal até brinca, né? Qual é o melhor tempo para tirar férias? Não é até 30 dias, que é o tempo de férias, né? O tempo total de férias. Dizem que não é bom, né, cara? Dizem que é bom fatiar as férias, né? Ah, cara, eu não sei. Eu não sei. Eu tiro, eu tiro quanto eu preciso para aquele tempo, depois eu volto. Não quanto eu preciso para descansar, quanto simpel feste. Exato. Enfim, cara, mas você precisa, você precisa de alguma forma preparar a sua igreja para que ela sobreviva sem você, entende? Para que ela consiga existir sem a sua presença, que alguém consiga pregar no domingo se você não puder pregar, porque às vezes é isso, o cara sai de férias, mas fica com o celular, entendeu? toda hora resumindo no pepino. Eu às vezes e se não tiver quem pregue na igreja, às vezes às vezes não tem gente preparada na igreja para pregar. Aí tem, você vai atrás de alguém, chama o irmão, chama um colega aí. Amigos de seminário, do tempo do seminário. É. Não, mas isso aí, cara, eu acho que descansar é um desafio para todo mundo, seja pastor ou não. E precisa, a gente fala sobre isso bastante, né? Inclusive vai ter um livro aí sobre esse assunto. Vai ter um livro, a espiritualidade. Ó, gente, o tema do BTC, né, o tema do do Bibotal ano passado foi dos BTDs, dos BTDs, né? Foi espiritualidade para uma sociedade cansada. Foi no passado ou no retrasado isso. Boa pergunta. Não sei. Acho que foi ano passetado. É, né? Enfim, ano passado a gente teve lá o Paulo para todos. Foi outra pegada, não foi? Verdade. Verdade. Enfim, então tem vários podcasts falando sobre descanso e espiritualidade aqui no nosso site. E eu e o Cacau estamos escrevendo um livro. A gente vai aproveitar um pouco que já já falou e tal, mas vai ter capítulos escritos e tal. E vai ser esse tema, espiritualidade para uma sociedade cansada. Se tudo der certo, em novembro, o lançamento desse livro aí em São Paulo, provavelmente. Enfim, são planos, são planos e planos. Mas é isso, Cacau. Então, o pastor lida com a solidão pastoral dessas três formas que nós falamos aqui neste betpapo. É um desafio, mas eu acho que a principal delas é essa, cara. Você não é o seu ministério. Nossa, mano, acho que os pastores precisam muito ter essa consciência, sabe? Você não é o seu ministério. E gente, isso não é colocar em segundo plano, dar menos importância, não é nada disso. É reconhecer que antes de ser pastor você é um cristão, velho. Em fase uma coisa transformação. Sabe e sabe uma coisa que acontece? Quando a gente confunde essas coisas, a gente não tem mais uma aproximação da Bíblia que não seja profissional. E a gente para de ter prazer. Você para de ter prazer na Bíblia, para de ter prazer na teologia, você para ter prazer nessas coisas, porque toda vez que você chega nela é trabalho. Sabe aquele negócio de trabalho com que ame, você terá que amar outra coisa? É, se você não tem trabalho, eu já eu já, eu já ouvi outra versão. Trabalhe com o que você ama e você nunca amará mais nada. É, então imagina, pensa uma coisa. Olha um cozinheiro, cozinheiro cozinha, certo? Esse é o trabalho dele, certo? Aham. Certo. Nem sempre o cozinheiro vai gostar de cozinhar, mas dificilmente ele vai parar de gostar de comer, entendeu? Hum. Tá. Muitas vezes o pastor confunde a parte do meditação com a parte da formação da da pregação e aí ele acha que toda vez que ele for comer ele precisa cozinhar, entendeu? Então toda vez que ele vai pra Bíblia ele não vai para se alimentar da palavra de Deus, ele vai para preparar um alimento. Entendi. E aí, entendeu, cara? E ele perde esse gosto pela escritura, sabe? Uhum. Acho que a analogia fez sentido, não fez? Acho que fez sentido, né? Fez. que o cozinheiro pode comer sem cozinhar, não precisa trabalhar. Exato. Exatamente. Exatamente. Então, quando o pastor começa a perceber a falta desse, sabe, de desse gostar da palavra, desse gostar de estar com Deus, desse querer conhecer mais a palavra, é um sinal de que talvez sua relação não esteja das melhores. E se sua relação não está das melhores com a Bíblia, certamente não estará com as pessoas, sabe? Não, talvez nem seja pro mal delas, porque você pode ter um tipo de vínculo que faz você pegar todo esse tipo de coisa ruim e jogar em cima de você mesmo, né? Uma autoagressividade, né? Uma autocobrança. Pode ser, pode ser que você não crie nenhuma vítima com essa história. A única vítima vai ser você ou pode ser que você vai se tornar uma pessoa turrona com os outros, que aí é muito pior. Não, não sei se é muito pior, mas que é ruim também, né? É ruim para caramba. Em tudo, em tudo gera morte, né? Tudo gera ruim. Então, então é isso, sabe? É, é, é deleitar-se na palavra. Um pouco do que eu acho que a gente faz aqui é isso, sabe, Bibo, não é sempre, mas não chega a ser raro eu encontrar pessoas que falam: "Puxa, né, vocês reacenderam minha vontade de estudar a palavra de Deus, vocês me aqueceram o coração de novo para pensar nessas coisas e tal". E eu acho que isso, até esse tom de leveza que a gente põe, que as pessoas não gostam, a gente finge que a gente tá bravo, mas a gente não tá bravo com vocês, não. Tá bom, pessoal? Vocês podem não gostar, reclamar, a gente gosta, né? Melhore o SEO aí, fica tranquilo. Então, é, mas é um pouco isso. Essa leveza tem a ver com isso também, sabe, gente? Para Sim. até para nós mesmos que estamos o tempo todo trabalhando com isso, a gente também trata com leveza, porque isso tem a ver com questões muito pessoais, não são só questões ministeriais, né? Então, isso, exato, cara. Muito bom, muito bom. Gente, esse é o betepo. Esse é o betepo. Olha só, se você gosta, compartilha, dê o like, comente. Se você ouve no Spotify, ó, tem até aparece uma galera aí, vem aqui, vem aqui, vem aqui no no YouTube comentar, tá bom? Você que ouve no Spotify, ó, sou do Spotify, mas vem aqui só dar marcar presença. Sério, galera, os comentários ajudam, o like ajuda, tudo isso ajuda. Beleza? E olha só, Cagal, deixa eu aproveitar aqui a audiência do betpapo para dizer que eu estou concorrendo, né, como ministério bibotal, que é o prêmio Ibest. E a categoria que eles me aceitaram lá é a categoria videocast. Olha só que irônico. E a única coisa de videocast que eu faço realmente é o batepo aqui com você. Então assim, mas eu tô nessa categoria de videocast e cara, na data de gravação deste episódio, eu estava em sétimo lugar, sétimo, sexto, sétimo, sexto. Então assim, galera, se quiser votar lá no Bibotalk, o link vai tá aqui. Esse link vai te levar direto pra votação, tá bom? E você pode votar todo dia se você quiser. Então, conto com o seu voto aí para o prêmio Ibest. É isso, Cacau. Ficamos por aqui na paz do Senhor Jesus. Voltamos terça-feira com o BTC e sexta-feira com o BTP. A gente espera vocês. Valeu, galera. Tchau. Tchau. Ficou melhor agora, né? Ficou, ficou. É que eu, as pessoas estão vendo você, elas estão pressupondo que você tem o outro lado da face. É que eu sou uma pessoa complexa, ninguém consegue ter uma visão inteira de mim, assim, só vi uma parte. Cara, tu acha que tu mudou muito assim, desde que tu passou a se entender como gente, assim, tu acha que tu mudou demais ou tu acha que a tua essência meio que é a mesma, gente? Pergunta mais complexa. Ah, pô, tu tava com o Thiago Melo, filosofia, coisa errada. Bicho tá produzindo conteúdo em inglês. Tem cara pior que as minhas conversas com o Thigo são tudo nesse nível mesmo. Não, as do podcast. As do podcast, as do podcast algumas são também, mas quando a gente vai almoçar assim, rapaz, inclusive hoje nós estamos gravando, foi aniversário dele ontem. Você tá assistindo na sexta-feira, segunda-feira foi aniversário do Thago.