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A fé vem pelo ouvir

Como lidar com a solidão pastoral? – BTPapo 081

Como lidar com a solidão pastoral? – BTPapo 081

Como lidar com a solidão pastoral? – BTPapo 081

A solidão pastoral é uma realidade profunda e, muitas vezes, silenciosa. Apesar de estarem constantemente cercados por pessoas — liderando, aconselhando, servindo — muitos pastores vivem um vazio interior, sentem-se incompreendidos, emocionalmente esgotados e sem alguém com quem verdadeiramente possam contar. Como é possível sentir-se sozinho mesmo rodeado por uma comunidade? Quem cuida de quem cuida de todos? Por que tantos pastores têm medo de demonstrar fragilidade? É possível servir com sinceridade e ainda assim sentir-se invisível? Nesse BTPapo, Bibo e Cacau conversam sobre a solidão pastoral.

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– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9

Legendas automáticas:

Tu acha que a gente mantém uma essência
meio que pro resto da vida assim, cara,
e poucas coisas vão mudando ao longo do
tempo assim, cara, a gente vai entrar em
temas muito complicados aqui, mas eu
acho sim, mas beleza. É que eu tô eu tô
bebendo a minha água com gás, aí eu fico
filosófico. Água com gás, fique atento,
galera. Água com gás nada. Água com gás,
ó. Ó, tá aqui, ó. Até vou fazer
propaganda. É prata, água mineral
natural. E eu juro para vocês que é a
água que tá aqui dentro, não igual
professor de de geografia lá no Martins
Zeras. Um abraço, professor. Aquele
cafezão lá era top, hein? Ele tomava
café batizado. [ __ ] rapaz. Disse as
boas línguas que, rapaz, na minha escola
não pode nem levar café para dentro da
aula mais. E você não sabe por quê? Por
quê? Porque os alunos reclamaram que o
professor bebia café na Não era eu no
caso, algum professor que nem tá mais na
escola.
E as mães acharam ruim assim, tipo,
fica. E daí? Tipo assim, professor dando
12 aulas no dia. Car, é, às vezes era o
café do meu professor de geografia,
entendeu? Não, não era. Não tem nem
como. Lá na escola você não tinha jeito.
Era um cafezinho vai ser reforçado. Bons
tempos, cara.
Naquela meu professor de química, meu
professor de química, ele pegava as
meninas da escola, velho. Naquela época
eu podia. Meu Deus, que loucura. É, mas
eu tive, eu, eu, eu estudei numa escola
que isso acontecia também, cara. Essas
escolas assim, ensino médio
prévestibular. É.
eram meio, eles eram meio como se
fossem estrelas assim, né? Não aconteceu
muito, mas eu soube de dois casos. Um eu
sei que é comprovado, o outro eu não
sei, então não vou nem dar nome nem
nada, mas
eh também tinha o lance era assim em
termos da legislação não era crime, né?
Mas a legislação a gente sabe que é que
a idade é muito baixa, né?
É, mano, imagina minhas amigas tinham o
que, mas é crime do ponto de vista da
autoridade, né? Porque a sede tal, o
professor é uma autoridade, então é
crime. Mas na época, se eu não me
engano, não deu nada para eles, não. Nem
sei se isso aí depois virou alguma
coisa, mas eu era aluno e eu lembro
dessas histórias aí. Hoje em dia ninguém
se mete, até onde eu sei, ninguém se
mete com isso. A não ser que saiba que
está fazendo alguma coisa errada, né?
Exato. É, se cara quer, tipo, ele tá
cometendo um crime, ele sabe que tá aí,
tipo, não sei se era o caso desses
caras. Exato. Mas vamos lá, vamos falar,
vamos voltar a falar sério. Que se cara,
eu quero, quero recomendar um filme
aqui. O pessoal adora que a gente
recomenda filme. Adora. É, eu, gente, eu
só não recomendo mais porque o Cacau
fica falando que a gente fala muito de
cultura pop aqui. Aí eu eu corto esse
assunto. Mas eu adoro. Não, não é.
Deixa, deixa eu me
explicar. Deixa eu me explicar. Não tem
problema de falar de cultura pop,
pessoal. é que é o seguinte, se deixar
todos os aleatórios vão ser sobre isso,
porque o Bibo gosta de falar dessas
coisas, entendeu? Então eu fico tentando
variar um pouco o tema. Eu, o cacau tá
certo. E outra, cara, eu tô nos últimos
um mês e meio, eu não tô vendo nada,
nada, porque eu tô tão tão a tão,
primeiro, eu tô indo dormir cedo como
velho, como um bom velho, eu tô indo
dormir cedo e eu não tô tendo tempo,
cara, de assistir nada, tá ligado?
Assim, eu, olha, tem umas séries boas
que eu tô querendo assistir, que a
galera tá falando bem e tal, eu e eu não
tô conseguindo, cara. Olha, de vez em
quando eu tô indo no cinema, eu fui ver
a Thunderbolts, por exemplo, e tal, mas
aí é cara, eu que eu tô conseguindo
assistir, tá ligado? E aí você paga dois
ingressos, um para assistir a primeira
metade do filme e o outro outro dia para
assistir a segunda metade. Você não
assiste filme inteiro, eu não durmo. É
um safado, né, cara?
Ele assiste filme como se fosse série,
né? Série? Não sei, acho que ele pega
uma temporada, vai o ano inteiro. Ele
nem sente falta da próxima temporada que
demora um ano. Mas então, o lance é o
seguinte, tem um filme muito legal que
eu amo, só que é bem diferentão. Não sei
se se você já assistiu, capaz de você já
ter visto. Wakinge. Já assistiu Waking
Life?
Não. Dirigido pelo Richard Link Later,
que é um baita de um diretor também.
Muito bom. Richard Link Later é o
diretor do Escola do Rock.
Bom, Escola do Rock é bom, mas Escola do
Rock é o filme mais diferente do que ele
tem feito ultimamente. Ele dirigiu
Boyhood, né, que eu ainda não assisti,
preciso ver. Não vi também. Eu é uma
vida. E ele dirigiu a trilogia antes,
sabe aquela trilogia antes? Ah, antes,
antes do nascer do sol, antes do pôr do
sol e antes da meia-noite. Antes da
meia-noite. Sim. Diz que é bonita essa
trilogia, cara. Com Rock, não é?
É com o James Mar ou com R? Não, Itan
Rock. Não, Itan Rock e Julie Delpi.
Julie Delpi, aquela atriz
francesa, muito boa atriz
também. E mas esse filme teu só tem nome
em então, Waking Life. Não, não, o
título não foi traduzido, até onde eu
sei. Olha aí, ele tem um subtítulo em
português, eu não me lembro o subtítulo,
mas Waking Life, né? A vida desperta,
despertando, despertando a vida, sei lá
como é que acordando pra vida. Despertar
da vida. O despertar da vida deve ser.
Tá.
O, esse filme é o filme todo filosófico,
mano. E ele é feito com aquela técnica
que o Richard Link Later usou num outro
num outro filme
também de um, cara, acho que é com Keno
Reeves. Ai, cara, esqueci o nome do
filme. Esse filme foi menos conhecido
ainda. Não, não,
não, não, não é nem esse, nem aquele que
ele tem que entrar dentro do computador.
É, nem aquele que ele tem que matar o
diabo ou nenhum desse. Esse é o melhor,
eu amo. Mas enfim, tem um filme que ele
é tipo um investigador, um agente assim.
Ah, o nome agente duplo, sei lá. Não
sei, rapaz. Bom, de qualquer forma, esse
filme Wake Life, ele é basicamente um
filme sobre
filosofia, eh, em que um
menino tá tendo uma experiência assim,
só que ele é feito com aquela
técnica, ah, qual que é o nome da
técnica mesmo? Em que eles desenham,
eles desenham em cima do filmado, tá
ligado?
Hum.
O homem duplo é o com com o que eu falei
com o Ken Nossa, com o Jake Dilenh Ken
Reves. Não, não é com homem não. Esse aí
de Lenh é o homem duplicado, que é uma
adaptação de um livro do Saramágua
inclusive. Não, o homem duplo que é um
filme é um filme legal, mas assim, tipo,
é mais uma experiência estética, não
achei assim tão tudo isso, mas o Waking
Life tem um roteiro todo sobre filosofia
e ele tem essa pergunta: o que sobra de
nós quando tudo de nós já foi renovado?
Ele ele chega na hora do negócio do
navio de Tezeu. Ele tem aquela ideia de
que se de cada em cada 7 anos todas as
células do seu corpo se renovam. Mentira
isso aí. Até onde eu sei, tá? Não sei se
é verdade, mas ele tem essa essa
discussão, entendeu? Quem sou eu afinal
de contas, né? O que que tem de
essencial de mim? É só um dos pontos do
filme. O filme todo é uma viagem
filosófica, tal, mas é muito legal,
cara. Waking Life. Ol tos ama esse livro
também, nesse filme. Quer dizer, e tudo
isso para dizer o seguinte, não. Hum.
Hã? Onde cara? Tava
antigamente. Deixa eu ver. Antigamente
tava walking. Qual é Walking? É, não tá
waking. É igual walking, só que tirando
L. Waking Life. É na Prime Vídeo, mas é,
não tá mesmo. Não tá. Mas tem o trailer
legendado, se você quiser. Tem na tela
sim. Você deve conseguir comprar no
Google. No Google filmes deve dar para
comprar.
Mas e aí, Cacau, você acha que tem uma
essência nossa aqui na muda? Cara,
primeiro, eu eu já sou daquela teoria de
que a mente não existe, né?
A mente de a mente ela é um
ela, como é que eu vou explicar isso?
Nossa, a mente mente não existe em nós o
hardware e o software, tá ligado? É isso
que eu quero dizer, entendeu? Tá. Então,
a separação corpo e espírito tu não faz.
Não, não, não, não, não, não, não, não,
não, não, não vem com essa não, porque
essa é a sua teologia, não é a minha. Eu
eu sou eu acredito na parte material e
imaterial do ser humano. O que eu tô
falando é que não existe mente. Calma,
calma, calma, calma, calma. Uma coisa,
uma coisa é a questão fisiológica,
física, biológica, outra coisa é a
questão espiritual. Não tem nenhuma
parte de você que contenha o espírito,
certo? Não. O espírito é espírito,
o espírito é uma dimensão da nossa
existência, tá ligado? Essa que é o
lance, tá? Então o tô falando do
espírito do homem, não do espírito, tá?
É que tu não é que tu diz que não tem
raiva. O que eu não acredito é que
assim, que você consiga, por exemplo,
tirar da cabeça do cara a mente dele e
botar num outro lugar, entendeu? Hum.
Tá. Tipo Robocópio, alguma coisa
assim. Ainda é o cara. A mente tá no
cérebro, não tem como, entendeu? Ela tá
no cérebro, sacou? Ou seja, na estrutura
física ali. É porque o que que, por
exemplo, as minhas memórias, que que são
as minhas memórias? É um caminho
elétrico que se faz entre os meus
neurônios. Então, se eu não tenho esse
caminho elétrico, não tem, entendeu? Tem
gente, é, não dá para fazer igual o
Capitão América Soldado Invernal, né?
Que eles pegam a memó a o cérebro do
Zola e põe nos computadores lá. Ele que
vai criando a Hidra ao longo dos anos e
tal. É, então acho que se fosse fazer
isso, você teria que replicar o cérebro
inteiro igualzinho, entendeu? Entendi.
Entendi. Não sei se daria. Não sei se
daria. Não sei se seria possível, mas
tipo, teria que seria alguma coisa
assim. Essa é isso que eu entendo. Não
sei se é verdade. É isso. A gente entra
na neurociência que não é a nossa
pegada, né? Não é nossa, né? Nem na.
Então assim, o que de certa forma eu só
sou o que sou porque de alguma maneira
foi cumulativamente desde que eu nasci
dessa maneira, entendeu? Uhum. Ao mesmo
tempo cumulativamente, mas
transformativamente também. Então, tipo,
não faz muito sentido. Uhum. Tem uma
essência intransformada, não. Mas a
própria transformação faz parte da
essência. Sei lá.
A transformação faz parte da essência. É
tipo aquele lance de que nem sempre o
nosso caráter precisa ser o nosso
destino, né? Ou a nossa essência precisa
ser o nosso destino. Ela pode ser
transformada. Ainda mais nós que
acreditamos na transformação do
evangelho, né? Exatamente. Ainda mais
nós que acreditamos nessa parada aí. Mas
assim, às vezes pensando, cara, eu me
vejo assim, às vezes eu eu descubro
algumas coisas minhas ou descubro não,
né? Me dou
conta, mano, eu era assim já, tipo, eu
não mudei algumas coisas, sabe? Tipo,
entendi. Mas a sua pergunta, na verdade,
era o contrário, não era se alguma coisa
permanece, se é possível mudar alguma
coisa. É exato. Se é possível mudar,
elas mudam, elas ganham novos contornos
muitas vezes, né? Só que às vezes, cara,
é o que a gente é mesmo assim, sabe? E
por mais que você até trabalhe, né, você
tem uma força cultural e a cultura te
molda, né? Você é moldado pela cultura e
tal. Eh, tem um núcleo ali que ele tu
acaba voltando um pouco para ele assim,
sabe? É isso às vezes é meio complicado.
Eu acho até que é mais que isso, mano.
Eu
acho que a gente muda muda a gente a
gente a gente que tá num barbendo
realmente uma coisinha legal agora, tipo
um suco de uva, porque você pedir algo.
Eu acho que a gente muda, cara, mas a
gente muda com o entorno que muda,
entendeu? Acho até que é possível você
ressignificar seu entorno, ao invés de
ter uma relação com o entorno que seja
uma relação de reafirmação, seja de
contrariedade. Acho até que é possível
isso, mas acho que é muito mais difícil.
Acho que a gente muda junto com quem
muda com a gente, entendeu? Uhum. Acho
que vai muito por aí. É, todos nós somos
um pouco Maria vai com as outras, então
não é porque não existe existência
isolada, né? Você tá com todo mundo,
então Uhum. entendeu? É. É tipo assim,
mano, foi influenciado muito pelo meio.
Por exemplo, se você mudar a peça de um
quebra-cabeça,
Uhum. ele não pertence mais à aquele
quebra-cabeça, certo? Então ele deixa de
ser uma peça daquele quebra-cabeça você
mudar o formato dele. Aham. Agora, se
você, para ele continuar sendo aquela
peça daquele quebra-cabeça, ao mudar o
formato, todas as peças ao redor tem que
mudar também, entendeu? Eu acho que a
nossa vida é muito emaranhada assim, o
nosso formato ele é ele ele se encaixa
na existência que a gente tem, entendeu?
Então muda os encaixes também, cara.
Uhum. Uhum. Faz sentido. Faz sentido.
Olha que papo, hein, gente. Que papo.
Olha, com se entendeu pesado. Mas vamos
indicar então uma sériezinha final.
Menos, pelo menos não ficou triste, né,
mano? Pelo menos não ficou triste.
Poderia ter ficado triste, né? Exato.
Exato. Vamos indicar um filminho então
pro final de semana. Vai lá, ó. Não
assistam flow. Flow. Tu assistiu flow,
cara? Por que não assiste flow, cara?
Para com isso, porque a gente a gente tá
vindo de um papo maió assim, maó pesado.
Aí a gente vai indicar Flow, pessoal.
Ah, triste. Não assisti. Eu não assisti.
Mas é porque Flow é o é o primeiro Oscar
da Letônia. Os meus irmãos da Letônia
ali que descendentes dos dos letos aí da
da minha cidade, pô. Olha, inclusive,
né, que que gerou a igre. Se não
houvesse imigração da Letônia, não
haveria minha igreja, cara, que é filha
de uma igreja que foi fundada pelos
letões. E nem aquele artista muito bom
que só faz filme ruim.
Não sei quem. Jaré de Leto. Ai ele só
faz ruim. Ele fez Troia, né?
Troia ele fez. É, ele era o Patrclo.
Não era ele. Era ele sim. É, é Orlando
Bloom, cara. Orlando Bloom e o Não, o
Orlando Bloom é o Paris. O Eric B é o
Heitor. O Patrocl. O Patrc do Brad Pitt,
o primo dele que se finge que se finge s
do caraca. que é o Jaré dileto. Eu não
acredito. É, inclusive você sabe que
pode ser o Jaré dileto. Não pode ser o
Jaré. Impossível. Não, acho que não é
ele não. Não é ele não. Esse filme é
muito antigo, cara. Não é ele não, mano.
É o Garret.
Isso é. Eu ia. Não pode ser. É muito, é
muito velho esse filme não. Pera aí.
Vamos ver. Patroclu Troia.
Ator. É, não é ele mesmo, não. Por que
que eu achava que era ele, mano? Mano,
porque é o GT Headl. Quem que é esse G?
Tô achando o Patrcula aqui,
velho. Eu nem achei o Pátlo aqui no no
casing de tão insignificante que esse
cara é. É, ó, Aquiles, Brad Pitt, Peris,
Odisseu, Brizes, Agamenon, Mendela
Patroclu. Ah, não é o Garretund, nem sei
quem fal. É, acabei de falar também. Não
sei quem é. Não é um ator
norte-americano.
Exato. Whatever. Vamos lá, Cacau. Eh,
indica aí um um filminho. Não, Flow,
gente, é o seguinte, vamos lá. Eu
assisti Flow. Não, não, não dá spoiler
que eu não assisti ainda. Onde você
assistiu? Onde você assistiu Flow? Cara,
eu aluguei ele num, eu tava viajando,
aluguei ele e assistir porque falaram
bem para caramba e tal. Daí eu assisti
ele, não dormi o filme inteiro. Uhum.
Mas cara, é o seguinte, é um filme
bonito, é um filme sobre ajuda, tem uma
vibe meio as aventuras de pi, tá ligado?
Só que assim, mano, não assista se você
tiver passando por uma coisa ruim na sua
vida, entendeu? Assim, se você já tá
numa bad vibe e tal, pô, a vida tá muito
difícil, não recomendo. Vai assistir o
Rei do Show. O Rei do Show é
maravilhoso, é good vibe, autoastral,
entendeu? Musical com Hug Jackman.
Maravilhoso. Nossa, o que tu não gosta
do Não tá nem no meu, tu não tá nem no
meu top 10 melhores musicais. Nossa,
não, eu não, eu só assisti esse musical,
é o único que eu gosto, man. É
maravilhoso. O rei do show é good vibe.
É, pô, é filme alto astral, entendeu?
Vibe quer um filme Good Vibe. Quer um
filme Vibe? Quer não é Flow. Flow não é
esse filme Good vibe. Não, não assisti
Flow, pô. É, mas é bonito. Vai gostar.
Tu que é triste. Vai gostar. Se você é
uma pessoa que gosta de
Beatles, se você não é, não adianta. Mas
se você gosta de Beatles, Yesterday. Eu
não nem sei quem é Beatles, mas eu amei
esse filme Yesterday, cara. Muito legal.
Lindo, mano. Lindinho. É muito bonito
Yesterday, cara. É good vibe total.
Yesterday. bem feitinho. Eu não sou fã
de Beatlos, eu só sei que eles cantam
aquela Yellow Submarine, é a única
música que eu conheço deles. E
obviamente, né, sei que tem a faixa de
pedestre lá na na em Londres e tal, mas
eu não sou fã de Beatles, só sei que
eles cantam essa música e tem a faixa de
pedestre, mas esse filme SD eu gostei,
cara. Eu gostei e achei uma boa forma de
apresentar a banda para uma nova geração
e tal. Achei, achei. Vamos lá, só filmes
good vibes, então. Vai lá. Rei do show e
Evidências do
Amor. Evidências do amor. Filme ruim,
cara. É bom demais. Você não assistiu?
Você assistiu? Ah, larguei na metade.
Ruim você. Ah, cara, você, cara, sério,
você é uma pessoa que nem a Sand, nem a
Sandy salva esse filme. E olha que eu
sou da Sandy Júnior. Cara, na verdade, a
Sandy é a pior coisa desse filme. Não
por causa dela, não por causa
dela. O problema é que o papel que
escreveram para ela, escreveram ela, né?
Ficou muito Isso aí. Não precisava, dava
para ter mudado um pouco. Eu tenho uma
ideia que ia ficar bem melhor. Mas,
cara, o filme é bom demais, cara. Você
tá maluco. É que você já veio com
preconceito. Você é cheio de
preconceito, cara. Você é cheio de
preconceito. Filme brasileiro, filme com
o Porchá. Você já não gosta do Porchá?
Filme com a Sandi. Por engraçado, cara.
Não, Sandi, eu sou fã do Sand Júnior. Ó,
filmezinho de viagem no tempo que é bom
é questão de tempo, cara. About time.
Ai, meu Deus. Crich, você falou good
vibe que questão de tempo. Você chora
para caramba, mano. É, mas el Mas ele
termina bem, não termina. Agora não
lembro. Agora termina, termina bem. Quer
dizer, depende, depende do que você
queria que acontecesse. Vi, põe você nos
comentários aí, ó, galera indica só
filminho good vibe pra galera que tá
meio borocooch v ver nesse nessa sexta e
nesse final de semana. Vai lá, já
indicamos o rei do show que é bom, só o
cacau não gosta. Evidências do amor que
eu não gosto, mas o cacau gosta. Que
mais? TIF é muito legalzinho com o cara
que ele ele tem ele abre uma cozinha
móvel assim. Bem legal, chefe. Chefe,
chefe chefe com diretor de Homem de
Ferro. esqueci o nome dele. Bem
legalzinho esse filme. Gosto. Chefe é
bem good vibe. Que mais? Esse é bem good
vibe mesmo. Chefe é bem de boa. É. Chefe
é bem good vibe. Bem legal. Bem legal de
assistir. Pode assistir. Bem bacana. Tem
uma sériezinha na Netflix que estreou
agora quatro citações que o pessoal tá
dizendo que é bem bacana com o Steve
Carrell. Não, se a gente não viu, não
vamos recomendar. Vai que a gente Eu não
vi, eu não vi, eu não vi. Fala. Ah, tem
a série do tem a série lá do do rabino
lá. É legal. Ele é good vibe, cara.
Ninguém quer. Nobody Wants. É isso. É.
Quem quer serinha? Comédia romântica
daquelas antigas, daquela boa, mas eu
diria que é o tá a série Good vibe. Bom
demais. Boa demais. Boa demais. Boa
demais. Marvelous Miss Masel.
Cara, eu não consegui ver três episódios
dessa série, mas é porque eu devo estar
errado. É, você tá muito errado. Eu tô
porque Mas são cinco temporadas, né? Eu
gosto muito. Não, é, fala. Não é que eu
ia dizer assim, quando assim eu tenho
dificuldade de engatar numa série que já
acabou e tem cinco temporadas, seis
temporadas, falei: "Pô, mano, você acha
muito? Seis temporadas você acha muito?"
Não, cara, sabe o que que é? É porque
com certeza vai ter alguma temporada ali
que é ruim. Toda série longa tem
temporada ruim, cara. Você o jeito que
você se aproxima, porque quando você tá
assistindo sem ter lançado também vai
ter temporada ruim, mano. Mas você tá
vivendo a jornada, Cacau. Vou te dar um
exemplo clar. Ah, que vivendo na Não
existe mais isso. Vocês que assistiram
Lost acha que tudo é uma jornada que se
vive coletivamente. Não existe mais.
Isso aí foi no Lost e acabou. Não tem
mais. Não é? Eu sei, eu sei, cara. Olha
só. Game of Thrones foi a última vez que
aconteceu isso. Não berra, não berra
comigo, não. Fiquei
nervoso. Game of Thrones foi a última
vez que aconteceu isso. Foi fenômeno.
Casa do dragão já não tá acontecendo. É
ruim. É. É. Entendeu? Ruptura que foi um
fenômeno não tá acontecendo. Não tem nem
teoria. Ninguém tá jogando teoria em
lugar nenhum. Exato. Não, tu sabe que
esse é um lance, né? É, eu sou um cara
que eu gosto de citar cultura pop nos
meus livros e tal, só que assim, esse
meu tipo de escrita também.
no Beval também não. Isso aí tá com os
dias contados, cara, porque hoje a
cultura pop tá, né? Tem tanta, tem tanta
variedade, tem tanta coisa que de fato
Game of Thrones foi o último fenômeno
mundial, tá ligado? Até que assim, por
exemplo, tem muita gente que não sabe o
que que é Game of Thrones, mas conhece
um outro ator, conhece o trono e tal, é
Star Wars, mas a galera não sabe de Star
Wars, mas sabe que tem o Dart Vader, que
tem os cara de branco, entendeu? E
aquilo ali é Star Wars. Ele não sabe
falar Storb Trooper, mas ele sabe que é
Star Wars. Cara, isso um pouco meio que
acabou assim hoje em dia de tanta coisa
que tem. Mas que eu quero dizer o
seguinte, quando eu quero falar de
jornada, Cacau, deixa eu falar de
jornada, mano. Por exemplo, assim, eu
amo a série SUTS, eu gostei de todas as
temporadas assim, aliás, eu gostei da
maioria das temporadas. SS é good vibe.
SS é good vibe para car muito, cara. É
muito good vibe. Mas não teve um final
feliz, né, que foi o casamento da menina
com Exato. Sacanagem. Então, por
exemplo, mas a sexta temporada de
Sultim. Só que é o seguinte, eu fui
descobrir que a sexta temporada de
Sultimendo a jornada, entendeu? Quando
terminou a sexta temporada de Sutos, eu
falei: "Mano, que temporada inútil, mas
daí a sétima e oitava mais legalzinha e
tal". Mas entendeu? Aí quando eu vejo
assim sopranos, né, que é um clássico da
TV, The Wire, clássico da TV, pô mano,
sete temporadas, seis, falei: "Mano, vai
ter temporada ruim aí, mano? Eu não,
não, não, não. Aí eu eu tenho que tem a
ver uma coisa. Ainda não entendi a
diferença, cara. A diferença é que você
você vai est vivendo a jornada do mesmo
jeito, que é para você. É a primeira vez
que você tá vendo. É igual The
Americans. Amei a primeira temporada.
São quatro temporadas, mas disseram que,
mas me disseram que não termina tão bem
e tal. Daí falei: "Ah, mano, então já
nem vou m Eu acho que você precisa se
desvencilhar desses conceitos, cara. Eu
preciso. Vamos lá. Mas vamos lá, Cacau.
Indica coisinha boa. Vai lá no Já
indiquei. Marvel Miss Masel.
Bom demais prime, inclusive é escrito
pela Sherman Paladino lá que é que
escreveu o Gilmore Girls, que é uma
série muito subestimada, que é uma série
muito muito boa, com diálogos
muitíssimos inteligentes, muitíssimo
inteligentes. Gilmore Girl, Gilmore Girl
fez fez sucesso também. Fez um
sucessinho. Fez um sucessinho girl. a
nossa série aqui que
foi um um do um dos acertos da minha
esposa em escolher série, porque ela
erra muito, mas esse aí ela acertou.
Sim, nesse ela é nesse Ah, mas que que
pode tem que ser good vibe, não pode ser
uma coisa menos good vibe, não. Então
vai lá, o que que você indicaria pro
final ou esse cara, tem uma série, tem
uma miniérie que eu sempre indico, hum,
que
é We Crash
Amo, amo essa série. Muito boa, né? Ela
não chega a ser bad vibe, mas ela não é
good vibe também. Ela é só uma loucura,
cara. Mano, eu vou te dizer, eu diria
que ela não é dá um prazerzinho ver
vendo milionário se ferrando. Dá um
prazerzinho. Não dá. É bom, cara. É bom,
é bom. Não, mas cara, eu vou te dizer, a
história do Adam Nilman, ela é eu acho
assim, para quem é empreendedor tem que
assistir, tem que assistir, quem lida
com empreendedorismo, tem que assistir,
que é a criação do Will Worker, né, um
dos maiores rede de coworkings do mundo
e tal. Isso. E o Adanilma ele é uma
máquina, cara. Ele é uma máquina. Eu
acho que
quemo fazer uma máquina de fazer caca.
Exato. Mas tu viu que o cara já tá de
novo, né, com startup gigante e tal. O
bicho é uma máquina, cara. Ele já tá de
novo. É maluco, mano. Pr Cara, sabe como
é que eu defino essa série? Essa série é
o seguinte. É o que aconteceria se o
Michael Scott tivesse todo o dinheiro
que ele queria para investir nos seus
sonhos?
É tipo isso, cara. We are, como é que
ele fala? We are Orker, né? É isso? Não,
esqueci o nome agora do lá. Mano, é
maluco. Não. E detalhe, cara, olha só.
Nway n J. Ô, um bom um bom um bom papel
do Jardileto aí, cara. É um bom papel do
Jaré de Leto, cara. Não, ele fez aquele
clube de compras Dallas que acho que até
de bosta para ele. Sim, mas dizem que é
bom, né? É. Entendeu? Só
que depois ele fez outros bichos ruim
lá, outros filmes ruim. Cara, essa série
é muito boa. Crash, cara. O Crash. Na
verdade, eu poderia indicar várias
séries boas da Apple TV para vocês aqui,
que eu gosto da das séries da Apple.
Indica. Ah, o a uma série Good Vibe.
Série Good Vibe. O shrinking lá. Nossa,
muito boando real. Falando real. Falando
real. Muito boa. Ô, chorei horrores na
segunda temporada, mano. Falando a real.
Good vibe demais. Muito boa. Good vibe
demais. Falando a real. Té de laço. Té
de laço. A rainha. A rainha. Té de laço.
Acabou. Té de laço. Não tem mais. Té de
laço. Acabou. Fechamos. Fechamos com Ted
laço. Fechou. Pronto. Fechou. Ó, vamos
que o Cacau tem que dar aula daqui a
pouco. Roda vinheta. Good vibe também é.
É, não, a gente começou mais cedo, vai
dar tempo. Good vibe também é o betapo.
É betpapo. Inclusive, deixa eu dizer uma
coisa sobre betepo ser good vibe. Hum.
Estive esse fim de semana com os jovens
da Igreja Batista Urbana lá do nosso
amigo Isaac Sikuxu e ele não estava
baita conferência, hein? Vai ter uma
baita conferência. Vai ter uma baita
conferência. A gente é inclusive é
novembro, outubro, outubro, se eu não me
engano. É outubro. Outubro. É isso aí. E
estive lá com com os jovens lá. O o
Daniel me convidou, tava lá com ele,
tava com a Jaque, nossa amiga Jaque,
Gustavo, o Eric, a Paloma, todo mundo lá
já, grande Eric, o pastor Bruno também
que também é da outra parte da
juventude. E aí, pastor Bruno, grande
pastor Bruno, não sei quem é. E aí,
cara? E aí, mano, sabe o que que
aconteceu? A galera veio fala: "Cara,
muito legal, tal, muito legal o betpapo,
tal". E sabe qual foi o episódio que foi
mais citado?
Não. Como secar as mãos?
Deixa eu te falar como isso é profético.
Cacau. Você lembra disso ou você não
lembra? Porque eu não lembrava que
episódio era esse. Eu tive que ouvir de
novo. Que eu não lembrava. Eu não só
lembro como hoje eu apliquei a tua
técnica no aeroporto. Falei: "Caramba, o
cacau que ensinou aí. É verdade mesmo.
Pega uma folha, enso essa folha, é, enso
ela o máximo. É, depois tu vai usar só
mais uma para terminar de secar.
Sensacional. episódio aí salvando
árvores. Eu lembrei. Então assim, é good
vibe. Good vibe aqui, ó. É isso aqui, ó.
O betapo é isso aí. Salvando nações
quase. Isso aí. Inclusive vocês podem
ver que o que o vocês podem, desculpa,
de interromper a vinheta de novo. Vocês
podem ver que o bíbo tá de cenário novo.
Por quê? Porque ai porque tem a ver com
Olha só, tu tu tá falando aí de salvar a
natureza. Eu tô aqui em São José dos
Campos, Cacau, num numa iniciativa da
Iris Brasil, que tem uma parceria aí com
Semadém e tal. E é, ou seja,
apresentando para os evangélicos,
líderes evangélicos e
influencers sobre a importância de
cuidado com o meio ambiente, as
tecnologias que o Brasil tem de
prevenção de catástrofes. Vamos, vai ser
bem legal. Víor Fontana vai chegar aqui
daqui a pouco também. Então eu tô aqui,
ó, pensando aí na questão de tu nunca
veio aqui, Cacau? Tem conseguir para tu
vir aqui passar do dias. Nunca fi, nunca
fui. Fui convidado, mas eu não podia ir.
Ah, então é porque eu já eu te convidei
a primeira vez que eu vim ele: "Ô, cara,
indica pessoas". Obviamente que eu
indiquei você, o Víor e toda a galera e
tal. Então eu tô aqui, olha. falou em
secando, usando pouco papel para secar
as mãos. Estamos aqui para pensar e ver
o que que o Brasil tem feito para cuidar
da natureza, do meio ambiente. Bem
legal, bem legal mesmo. Ó, depois no no
canal eu trago, no próximo papo eu trago
novidades. Novidades. Rodavinha tá
rápido.
Vivo Talka apresenta BT Papo, uma
conversa regada, bíblia, teologia e
risadas.
Muito bem, muito bem, muito bem. Começa
mais um BTPo de número 81, a idade de
Cristo. Eu sou Rodrigo Bibo. Estou aqui
com Cacau Marques. Caca Marques. Eu eu
estou aqui. Oxe, você está aqui, apesar
de estar só com um lado iluminado. Estou
aqui sozinho. Estou aqui sozinho. Por
quê? Porque eu estou sozinho. A Net em
São Paulo trabalhando aí. Não, porque
qual que é o tema hoje? Qual que é o
tema hoje? Ah, o tema é o tema é solidão
pastoral. Eu ia dizer isso, Cacau, que o
tema hoje, o tema hoje te toca, Cacau. O
tema hoje te toca, toca mim. O, o legal
de você gravar com esse microfone é que
você pode ficar andando pelo quarto aí,
né, cara? Exato. Inclusive, vai falando
aí, Cacau. Vai falando aí, Cacau.
Eu acho que eu vou gravar comigo. Ó, o o
Sabe o que que tá acontecendo? Tem um
pessoal que não conhece o betpapo e aí
eles ficam achando, eles vêm pelo tema e
eles acham que a gente vai fazer, sabe,
um Não fala que eu te escuto sobre o
tema. Fala que eu discuto, não sei que
discutia tema, era 25, 25ª hora, que era
os pastores da Universal discutindo
tema. E aí, cara, esses dias eu tava
vendo um comentário de um cara assim: "O
tema durou só 12 minutos em 50 minutos
de vídeo".
Nossa, mano, sério. Mas, ó, esse dia a
gente respondeu duas perguntas, 12
minutos foi uma. A outra pergunta a
gente gastou mais tempo. Aí teve a
introdução, as piadinhas no meio. Pois
é, cara. aquilo que eu já falei, as
pessoas elas acham que a gente vai ter
aqui, sabe? Elas levam muito a sério
essas coisas, cara. Leva tão a sério
não, galera. Ó, não pode, não pode. Ó,
vocês querem um tema que ele é
destrinchado? É o BTC. O BTC ele começa
e vai até o final num tema só. O betpapo
é isso. O TDH vence às vezes, cara. Mas
vamos lá. Ô, Cacau. Ô, Cacau, vamos lá.
Hoje o Essa veio da minha caixinha, essa
pergunta, hein? Veio da minha caixinha.
Isso. Aliás, tem boas perguntas na tua
caixinha. A gente podia fazer vários
batos só com que aparece lá. Tá, Ca?
Não, hoje o assunto te toca porque é
solidão pastoral. E a pergunta que nós
vamos responder, qual que é, Cacau? Diga
aí para o Rafa colocar na tela. Como
lidar com a solidão pastoral? Como lidar
com a solidão pastoral? Calma, não saia
desse vídeo porque você pensou agora:
"Meu, eu não sou pastor". Então assim,
sinceramente, não me interessa. Se você
pensou isso, eu quero dizer agora,
arrependa-se enquanto a tempo seu
coração de pedra. Porque se você é
crente, você deve ter um pastor ou uma
pastora. E abre um parênteses. Se você
vier comentar não existe pastora, não,
eu vou te bloquear desse canal. Ninguém
ia comentar isso. Você falou agora vão
comentar. Não, não. Sempre tem Cacau.
Uma, sempre tem um, uma palavra. Não ia
comentar só por você falar uma palavra
assim. Duvido. Nossa audiência é
qualificada, rapaz. Não, Cacau. É, não.
Acho que com um pouco a gente espurgou
um pouco chato, mas sempre que eu tô
gravando o vídeo, eu falo: "Ó, inclusive
o seu pastor, a sua pastora, eu menciono
porque existem mulheres pastor". Sempre
vem comentário, cara. Sempre tem um. É
muito legal o vídeo. Só não entendi o
pastora. É, meu irmão, eu não tô
perguntando se você concorda ou não com
o ministério. Eu tô dizendo para você
que existem mulheres que são pastoras e
concorde você ou não? E eu tô falando
com o público geral da igreja. Enfim,
fechou o parêntese. Então assim, se você
pensou, esse assunto não me interessa
porque eu não sou pastor, você precisa
se converter porque você tem um pastor
ou uma pastora, você tem um líder aí na
sua comunidade, tá? Então assim, esse
assunto é para você, sim. Esse assunto é
para você. É importante, sim. É
importante. Mas, Cacau, vamos lá.
Primeiro eu queria, né, essa pergunta
ela surge, né, como lidar com a solidão
pastoral? Já parte de um pressuposto,
meio que na pergunta tem uma afirmação,
mas existe mesmo afirma eh existe uma
solidão pastoral? Eh, vocês vocês eh
passam por isso? É uma conversa nas
rodas de pastores acerca da solidão
pastoral? Pois é. Então,
eh, a solidão
pastoral é definida assim, ela faz parte
de
uma Ela não entend suspense. Hã, não
entendesse suspense.
É porque é um tema complicado, né,
assim. Ah, entendi. Entendi. Eu acho que
se você conversar com qualquer pastor e
perguntar sobre essa realidade, ele vai
dizer que de fato existe, né? Existe
essa solidão pastoral. Ah, e existe por
uma razão, na minha opinião, tá? Hum. É
porque a igreja ela é um ambiente de
muitos relacionamentos, certo? Certo. E
pro pastor ali é um ambiente
eclesiástico, mas também é o ambiente do
seu trabalho. OK? Exatamente. Tá bom?
Então, eh, um dos círculos de
relacionamento que nós temos, que é o
círculo do trabalho, do pastor está, eh,
como é que chama?
Eh, colapsado num ambiente só, certo?
Ah, só que nesse ambiente que o pastor
está, ele não está na
na
relação totalmente horizontal. Você vai
ficar andando com esse negóci. Eu vou
pegar um chocolate, tá? Incluso na minha
diária. Pô, cara, eu tenho chocolate
aqui, mas eu não tô comendo chocolate.
Tô tentando mais. Qual, mano que eu
pego? Qual o talento que eu pego? Hum,
vermelho. Avelan. É. Ah, eu peguei o
avelã mesmo sem querer, mas eu gosto
muito de passas. Eu como avelão. Eu
odeio passas. Eu detesto nossa, eu
adoro. Menos o arroz, cara. Menos o
arroz. Passas. É exatamente o que seria
cocô de árvore se árvores tivessem trato
[Risadas]
digestivo. Eu não vou dar corda esse
pensamento, cara. Continua. Não, deixa,
deixa. No Natal vocês lembram disso. No
Natal vocês lembram dessa história? É
porque depois eu assisto muito Senhor
dos Anéis, né? E aí, pô, sempre vejo os
entes lá, tá ligado? Eu vou achar agora
que
passa. É verdade. Mas vamos lá. Mas
então a solidão que o que que acontece,
como as as relações não são totalmente
horizontais, porque existe uma figura
ali, existe uma questão, ao mesmo tempo
que o pastor é incentivado pela
escritura a ser bastante familiar e e
pessoal, quando Paulo fala a Timóteo,
olha, trate as mulheres mais velhas como
sua mãe, as mulheres mais jovens como
suas irmãs, os homens mais velhos como
seus pais. Então tem um estímulo a
sermos pessoais no nosso
relacionamento. Então o pastor lida com
eh com relações
pessoais
frequentemente, mas em que há um
componente de
desequilíbrio, entendeu? E isso não
significa, gente, por favor, isso não
significa essas relações são ruins. Não
é isso. Não é
isso. O único problema é quando essa é
todo tipo de relação que o pastor tem.
Ele pode amar muito mais pessoas nesse
tipo de relacionamento do que ele tem
com amigos dele, que são amigos mais em
relações mais horizontais, em outros
círculos, em outros ambientes, mas que
ele não tem esse interesse tão profundo,
ele não tem essa relação tão profunda,
pode ser muito mais profunda na igreja.
Tudo bem. A questão é que se todo
relacionamento pastoral é esse, ele não
vai ter relações eh
eh que cumprem esse outro lado da
horizontalidade, sacou? É só essa
questão. Essas relações não são ruins,
elas não fazem mal, podem fazer mal
também, mas qualquer relação pode, né?
Elas não são insuficientes, nada disso.
Elas só não são todos os tipos de
relação. Igual uma pessoa que não tem
família, você fala: "Ah, não tem
problema. Você não tem família, mas você
tem um monte de amigo". Legal. os amigos
vão ajudar num monte de coisa, mas não
resolve o fato de que ele não tem
família, entendeu? São coisas
diferentes, certo? É só isso. É só isso.
Só que o pastor acaba confundindo a
coisa com a outra, porque ele acaba eh
criando e tendo uma confusão que o
próprio Timerler falava quando ele era
vivo, né? Ele falava que o pastor tem
uma tendência de confundir o ministério
com a vida. E aí é o problema, porque
ele não é alguém que desempenha o
ministério pastoral, ele é o pastor. Aí
tudo que ele tem, ele é o pastor. Em
todo lugar que ele é, ele é o pastor.
Todas as relações dele, ele é o pastor.
Entendeu? E aí é o problema, porque você
acaba criando uma dissociação da sua
identidade. Diga, Cacal. É que aí é que
não é o tema desse betpapo, né? Mas eu
me interessaria muito em ouvir mais
sobre isso assim, eh, o ser pastor e o
estar pastor. Então, há uma diferença
aqui, porque porque sabe o que que é,
mano? E, mano, como é, por isso que eu
não sou pastor, né? por uma série de
problemas que eu tenho, mas e é porque
eu não daria conta mesmo. Mas olha só,
porque
vocês, cara, eu não sei nem como fazer
essa pergunta, porque assim, tu é um
cristão que desempenha um trabalho
pastoral, mas cara, isso não é a tua
identidade também em última análise,
cara. explica um pouquinho mais essa
essa parada que o Tin Keller falou
assim, porque é porque que o que o Tin
Keller fala é que quando as pessoas
fazem do é quando as pessoas fazem do
ministério uma maneira de ser no mundo,
hum, elas meio que justificam qualquer
aspecto da sua existência a partir
dessa.
[Risadas]
Oi, fala que que que você derrubou aí?
Não, fui pegar uma aguinha. Foi aguinha.
Vai lá, vai lá. Desculpa. Desc. Quando
as pessoas usam o ministério para
justificar todos os aspectos da sua
existência, elas acabam usando o
ministério e elas não podem lidar, por
exemplo, com críticas ao ministério,
porque é críticas a ela. Ela, se o
ministério acaba, acaba a vida dela. Se
não tem um sucesso, ela é que é mal
sucedida. Entendeu? Esse tipo de
confusão. Quando, na verdade, isso não
acontece ou não deveria acontecer em
outros ramos. É claro que tem um tipo de
intercâmbio, né?
Eh, em em vários aqui, por exemplo, e eu
acho que em Joinville não é muito
diferente, se as pessoas perguntam o que
que você é, você fala: "Sou profissão,
né?" Então, tem isso, é o ideal? Acho
que não. Inclusive, assim, não foi
sempre assim na história da humanidade,
mas de qualquer forma faz parte em
qualquer profissão. Mas no caso
pastoral, eh, muitas vezes ele acaba
tomando isso como se fosse na vida toda,
em todos os momentos, e não a a função
que ele tá cumprindo no corpo de Cristo.
E isso faz com que até as relações entre
pastores fiquem complicadas. Por quê?
Porque às vezes a gente acha que pastor
vai aliviar essa questão tendo amizade
com outros pastores, só que não
necessariamente. Tem competição, tem,
né, tem o negócio assim, você não é o
pastor, você é o pastor da igreja tal,
então você representa aquilo. O que a
igreja faz o como ela é, fala sobre você
diante do outro. Então você não tá tendo
uma relação de duas pessoas, você tem
uma relação de duas personalidades,
entendeu? E aí você vem com essa e eh
você tem que ter o tempo. Eu eu digo
isso, né? A pastores, para serem amigos,
eles têm que ter o tempo para se despir
do pastorado, entendeu? No primeiro
encontro, vocês são dois pastores e aí
você tem que ir caminhando até ser só
quem é, porque no final das contas
amizade é isso. A amizade é aquela
relação no qual você não é mais nada, a
não ser quem você é. Nossa. Muito bom.
Muito bom. Ou seja, um pastor, antes de
ser um pastor, ele é um cristão. Então,
é esse o ponto que pega, né? E quer não
pastorado é uma função que ele está
exercendo enquanto cristão. Exato. É,
então é mais ou menos nessa vibe, né,
cara? Sensacional. E como cristão é um
pecador e como o pecador ele também é ou
várias outras coisas na vida dele, né? E
várias outras coisas que ele gosta de
fazer e tal. Então isso tudo envolve a a
a identidade. Então porque já começa por
aí? Não, deixa eu deixa eu te cortar,
Cacau, já que você já que vocês são
solitários, deixa eu te cortar
sacanagem. Não, porque aí aí aí pega
realmente isso assim, porque na nossa
mentalidade nós enquanto membros de uma
comunidade, enquanto fiéis, temos muito
essa mentalidade medieval, né, do homem
de Deus, né, ou da mulher de Deus,
enfim, mas o sacerdote, né, do daquela
pessoa que está lá ocupando o púlpito.
Por exemplo, as pessoas leem o meu livro
e elas acham assim que eu vivo tudo
aquilo. Eu sempre falo, não, gente, eu
escrevi esse livro para mim, né? Eh, eu
escrevi esse livro para mim. Quando eu
prego, eu reconheço que a que a mensagem
que eu prego, ela é ela é muito mais
elevada do que a minha vida. Eu prego
para mim também, mas as pessoas não,
elas e eh elas acreditam. E aí, voltando
agora pro ministério pastoral, elas elas
de alguma forma santificam. Não,
santificar não é bem a palavra, porque
eu, né, nós somos santos em Cristo, mas
elas, sabe, idealizam demais, né, a
figura do pastor. Então, é o homem,
sabe? É aquela pessoa iluminada, é a
pessoa para a qual eu vou pedir ora por
mim, pastor, entende? Eh, então eu acho
que e isso seria um dos motivos, seriam
essas algumas razões que fortalecem a
solidão pastoral. Em que sentido? Porque
são poucas as pessoas que o pastor vai
conseguir se despedir do se despir do
pastorado para poder ser quem ela
realmente é, um cristão que tá em fase
de santificação.
É assim de novo, não é não é que o
pastor não é amigo sendo pastor e que
então não tem amigos. Tem. E como eu
falei, essas relações elas podem ser as
melhores que ele tem na vida. Não tem
problema. Isso não tem problema. A
questão é que se toda vez ele acha que
essa relação depende única e
exclusivamente da do ministério que ele
cumpre, aí ele não consegue ter relação,
entendeu? Então ele tem que entender,
sim, ele é o pastor dessa pessoa, mas
ela também é amiga dele. Então ele sabe
que como amigo também tem erro, também
tem pisada na bola, também tem as
responsabilidades que a gente tem com
outra com esse outra esse outro aspecto,
entendeu? Eh, quem nunca contratou um
amigo para fazer um serviço mesmo sendo
amigo? A relação tem a relação da
amizade e tem a relação do serviço. E o
serviço acontece dentro de um tipo de
relação e a amizade acontece também, né?
Então, às vezes acaba amizade, hein? Às
vezes acaba amizade, às vezes acaba, né?
Mas essa aqui é a questão, sabe? Então,
serviço, o serviço é ruim. Ai, Jesus. É,
às vezes o cara tenta te passar perna,
né? Porque ele não sabe ser profissional
sem ser alguém que te dá golpe, né?
Graças a Deus as minhas experiências
sempre forem foram boas, mas histórias
não faltam, né? Vamos lá. Próximo. Vamos
próximo vamos lá. Continua. Então, que
que acontece? Veio uma veio essa
pergunta e aí eu dei três dicas lá de
como pastores podem lidar com a com a
solidão pastoral, né? A primeira delas é
voltando-se para Deus, com amizade com
Deus, intimidade com Deus. Isso é muito,
muito importante, muito importante. Ah,
mas isso não tem nada a ver com tá
sozinho, porque com Deus a gente sempre
tá, ele sabe que tá com Deus. Sim, mas a
questão não é essa. A questão é que
muitas vezes a gente toma Deus como
nosso salvador pessoal, mas aliena muito
ele do agir no nosso ministério. A gente
acha que o ministério é muito fruto da
nossa obra, do que a gente faz. E a
gente faz isso porque também é muito bom
quando as coisas dão cert, né? Então é
muito legal quando isso acontece. Então
a gente meio que não quer dividir a
honra com Deus nessa hora, mas quando dá
ruim, dá ruim pra gente e se arrebenta.
E a gente fica morrendo de medo e não
consegue ter relacionamentos profundos
porque tá sempre nesse tipo de cheque em
relação ao outro, tá sempre nesse tipo
de dúvida. Puxa, mas o outro ele é meu
amigo ou ele é alguém que tá satisfeito
com o meu ministério ou não tá
satisfeito? Será que a nossa amizade
está sendo o tempo todo avaliada de
acordo com o sucesso ou insucesso do meu
ministério? Saca? Então, se você não
consegue lembrar que Deus é o Senhor e
você é só um servo dele, ou como o o
Ranierei lá lá na na igreja, ele na
pregação uns dois ou três domingos
atrás, ele citou uma fala do
Bregantimor é só um cachorro que late.
Eu achei tão legal isso, porque o
supremo pastor é Jesus e o pastor
humano, ele é o cachorro que ajuda só no
pastoreio, mas o pastor mesmo é Jesus,
né? Então, achei legal isso aí, né?
Late, mas não morde, viu, gente? Só late
para as ovelhinhas ficar no caminho. Não
pode morder.
Então, se você não tem essa consciência,
eu se tá bem latido de cachorro, sabia?
Eu tenho É verdade, você tem essa
habilidade, né? Eu tenho, cara, eu faço
um ótimo latilijo de cachorro. De vez em
quando lá no X tem o dia do e dia do pet
e aí a galera leva os cachorros pro
escritório, entendeu? É, o X é um
coworking pet friendly. E, mano, e às
vezes eu começo a dar uns latidos lá, a
galera acha que é cachorro real mesmo.
É.
E e você eh já aí eu já tenho um pouco
de ministério pastoral já. A parte do
lati eu tô eu tô a parte de lati tá tudo
bem. Eh, então essa é essa é uma questão
assim, se você não sustenta a sua
vocação em Deus, cara, fica impossível,
porque não tem como você dar conta de
todas as as expectativas, sabe? Então
essa é a primeira coisa. A segunda coisa
que eu que eu falei lá, primeiro Cal,
vamos lá. resume a primeira coisa numa
frase agora. Vamos
lá numa frase e meia, né? Vai, vamos lá.
É se apegar em Deus porque cresça em
intimidade com Deus. Deixa eu abrir
aqui. Como é que foi exatamente o jeito
que eu coloquei aqui, mano? Aqui, ó. Tá
aqui, ó. Opa, o cacau colando dele mesmo
aqui. Vamos lá. Eu coloquei assim, ó.
Volte sempre ao seu relacionamento com
Deus. Uhum. OK. Então, volte sempre seu
relacionamento com Deus. Porque que é
graça que não depende de você, tem esse
né?
Graça, intimidade você inútil, você para
de ler a Bíblia só para
pregar, mano. Me pega. Isso aí me pega,
mano. A gente vira profissional da
parada, tá ligado? É, então fica com uma
familiaridade profissional e não com uma
intimidade.
Exatamente. E ou ou
segundo segunda dica que eu coloquei
aqui, seja presente na sua
família, porque a sua família é aquele
grupo de pessoas que te conhecem antes
do seu ministério, sabe? Boa. Então,
seja presente na sua família. Isso é uma
coisa muito importante, gente. Eh,
pastores alienam, alienam-se da sua
família. Isso é terrível pra família, é
terrível para ele, é terrível pra
igreja, é terrível para todo mundo, tá?
Então, seja presente na sua família.
Quem que é a família? A família nuclear,
se você a tem, ou a família mais
expandida também. Mas seja presente na
sua família, tenha esses contatos
familiares, cresça nesse tipo de
relacionamento familiar, entendeu?
Esteja presente, faça questão de estar
presente, né? Claro, tem coisa que vai
ter conflito e tal, mas seja presente na
sua família, porque isso te te
te lembra que você não é só seu
ministério, tá? E a família é um é um
espaço de autenticidade muito
privilegiado. Então você não usa
máscara. Cacau, eh, eu acho que aí a
gente volta para um ponto que tu já
falou e a gente consegue ampliar um
pouquinho mais a conversa no lance do
seguinte, eu acho que a maioria dos
pastores se perde nessa. Eles, a vida
deles com Deus é o ministério. É, então
a vida deles é o ministério, porque essa
ideia de que eu estou fazendo para Deus,
é, é a minha vida para Deus.
Provavelmente quando ele teve o chamado
dele, foi esse chamado, entendeu? Para
entregar a sua vida para a obra. para o
ministério e tal. Então, acho que esse é
o erro, assim, é um dos grandes erros.
Existem outros, mas eu acho que esse é
um dos grandes erros eh de ministros, de
pastores e pastoras, é acharem que a sua
vida é o ministério. Eu acredito que
esse é um grande erro, cara. Um grande
erro.
É exatamente isso. E assim,
eh muitas vezes ele é um cara presente
na família em termos de tá ali na
família, tá presente, tá encontrando os
filhos, né? Só que ele também tem uma
relação com a família de submissão da
família ao ministério. Também é um
problema isso, tá? Eh, é complicado isso
também. É, e sobre isso a gente poderia
desenrolar, mas a gente tem um um um
betc sobre filhos de pastor aqui, um
betepo sobre filhos de pastor, um betpo,
filho de pastor. Verdade. Verdade. E
terceira dica que eu dei foi: tem amigos
para os quais você não é só o pastor?
Então, tem amigos para os quais você não
é só o pastor e amigos para os quais
você não é o pastor. De novo, eles não
precisam ser seus melhores amigos,
certo? Eh, não precisam ser as pessoas
com quem você tem mais contato, não.
Você não precisa ser mais íntimo dele do
que suas ovelhas, mas você precisa ter
esses amigos, você precisa disso. Eh,
porque senão tudo que você é pastor o
tempo todo, né? Então essa é, eu acho
que esse é eu acho que esse teu terceiro
ponto, Cacau, ele é um alívio, porque de
fato algumas pessoas elas não têm mais
contato com familiares em última
análise, né? Ou são pessoas que
cresceram em famílias que não são tão
unidas e tal. Enfim, tem várias coisas
que podem ter acontecido na vida, mas eu
acho que é importante ter esse núcleo,
se não dá para ser o familiar, eh, mas
ter esse núcleo de amigos que talvez te
conheçam mesmo antes do ministério e
estão com você já há muito tempo e tal,
ou te conhece em outro contexto, né? em
outro contexto. Exato. E aí vai vem o
lance também, né, Cacau, do do pastor
ele entender que existe uma vida para
além do ministério. É muito importante o
pastor ter essa consciência de que
existe vida, frequentar outros
ambientes, porque isso, cara, isso vai
trazer saúde pro ministério dele. Eu eu
não vou citar nome porque eu não pedi
autorização dele, ainda que se você
segue ele nas redes sociais, isso tudo
tá lá. Mas eu acho muito bonito, ah,
você mesmo é um cara que tem praticado
bit tênis e tal. H, é um cara que
trabalha, né, em outro lugar. Então você
tem, né, de alguma forma amizades e
contatos com pessoas que não são do meio
religioso. Ah, e isso inclusive te
desafia enquanto um cristão a
testemunhar no seu local de trabalho,
né, que lá você não é o pastor cacau,
né, você é o professor de história e
tal, enfim, ainda que eu não sei como é
que tu lida com essa identidade de
pastor lá e tal, né? Mas eh eu conheço
também alguns amigos. Para quem pergunta
eu falo, para quem não pergunta eu não
falo. Exato. Exato. É, então assim, eh,
mas eu acho muito saudável quando eu
vejo pastores que tm outras atividades,
não profissionais, se der, eu acho que
às vezes é uma coisa boa o cara
conseguir desenvolver alguma outra
coisa, mas assim, eles frequentam outros
meios que não são meio religioso,
entendeu? Ou o cara pratica um certo
esporte, sabe? Ou ele pratica eh ou
algum clube de leitura, ou algum clube
de pensamento, enfim, sabe? Ou seja, ele
sai um pouco do cercado eh religioso. E
vou dizer para vocês, galera, eh eu
mesmo não sendo pastor, eu por muito
tempo eu me fechei muito nisso, né? No
universo da teologia, igreja, pregação,
podcast, tal, t tal. E, mano, e às vezes
isso, mas isso é coisa de Deus, isso é
coisa maravilhosa. Só que, mano, a minha
vida ela não precisa só disso. Eu posso
ter a presença de Deus, eu posso ser um
cristão em outros meios, em outros
ambientes, que não tenha cheiro de
igreja, entendeu? que não tenha cheiro
de coisa religiosa, não. A minha vida é
cútica, onde eu estiver jogando bit
tênis ou se reunindo com alguns amigos
para jogar um póker, entendeu? Para quem
gosta de fazer trilha, enfim, mas sabe,
frequentar ambientes e lugares ou ter
algum hobby, por exemplo, que, cara, não
envolva igreja, entende? E muitos
pastores eles acabam se perdendo porque
confundem a sua vida com Deus, com o
ministério. Aí a vida da pessoa é só
aquilo, é só aquilo. Cara, chega uma
hora que você entra no automático e
quando você tá sozinho mesmo. Por quê?
Porque você é o homem de Deus. É que era
o ponto que eu nem coloquei no story lá,
mas eu ia dizer aqui que é o descanse,
né? Descansa militante. Descansa, igreja
militante.
É tipo isso. Pô, esse meme morreu, né?
Esse meme era muito bom, né, velho?
Descansa militante era muito legal.
Morreu esse meme. Mes vão e vem, né? É,
vão e vem. Eh, mas é é isso, cara.
Pastores precisam descansar também, né?
É, precisam, cara. Precisam eles. É isso
que atividades fora. Lembro um ano. Eu
lembro um ano, cara, foi um ano muito
tenso assim, cara. Foi pesado para
caramba. Um monte de coisa, tal, tal,
tal, tal, tal. Aí eu saí de férias, né?
E aí eu lembro que eu falei pra Nati
assim: "Nati, esse esse ano eu tô saindo
de férias sem culpa, porque até então
toda vez que eu saía de férias eu me
sentia culpada. E cara, eu sou filho de
pastor. Meu pai sempre tirou férias.
Nunca, sabe? Nunca. Não é que eu na
minha cabeça isso era errado. Tinha uma
doutrina que falava que era errado.
Aprendi que o pastor não tira fé porque
o diabo também não tira, né? Nada, nada.
Nunca tive esse o ensino errado sobre
essa história, mas a dinâmica do
ministério te coloca às vezes numa culpa
de meus, mas será que estão precisando?
Será que sabe esse tipo de coisa? Aí
esse ano que eu saí, falei: "Esse ano tô
sendo sem culpa nenhuma". E de fato eu
tava sem culpa nenhuma, porque eu acho
que eu tava perto de um burnout, sei lá.
Nossa. E aí, mano, sabe o que que
aconteceu desde então? Eu fico eu,
porque aí eu depois que eu falei isso,
eu falei: "Cara, tem alguma coisa errada
na minha, nessa minha fala e desde então
eu fico avaliando esse meu sentimento,
sabe? Quando eu descanso, se eu se eu tô
culpado, sabe? Porque eu não tô
descansando de fato, né? E aí quando eu
tô culpado, eu lembro que eu só tô
culpado porque eu não tô confiando que
Deus tá cuidando, entendeu? Que é que é
aquela ideia, tem uma ideia judaica
muito legal que diz que o sábado é como
a morte, né?
que no sábado você
morre para lembrar que quando você
morrer, o mundo vai continuar
funcionando, né? Então você não precisa
ficar segurando o mundo inteiro,
entendeu? Então você descansa como como
quem morre, entendeu? Então é isso. Eh
eh a gente descansa, a gente lembra que
Deus tá cuidando de tudo. Então é
importante isso, né? Exato. Exato, cara.
E aí aponta para esse lance também, né?
A igreja precisa existir sem a sua
presença. A igreja precisa existir sem a
sua presença. Você precisa ter obreiros
que de alguma forma segurem a onda por
10, 15 dias, né? Eh, acho que a pessoal
até brinca, né? Qual é o melhor tempo
para tirar férias? Não é até 30 dias,
que é o tempo de férias, né? O tempo
total de férias. Dizem que não é bom,
né, cara? Dizem que é bom fatiar as
férias, né? Ah, cara, eu não sei. Eu não
sei. Eu tiro, eu tiro quanto eu preciso
para aquele tempo, depois eu volto. Não
quanto eu preciso para descansar, quanto
simpel feste. Exato. Enfim, cara, mas
você precisa, você precisa de alguma
forma preparar a sua igreja para que ela
sobreviva sem você, entende? Para que
ela consiga existir sem a sua presença,
que alguém consiga pregar no domingo se
você não puder pregar, porque às vezes é
isso, o cara sai de férias, mas fica com
o celular, entendeu? toda hora resumindo
no pepino. Eu às vezes e se não tiver
quem pregue na igreja, às vezes às vezes
não tem gente preparada na igreja para
pregar. Aí tem, você vai atrás de
alguém, chama o irmão, chama um colega
aí. Amigos de seminário, do tempo do
seminário. É. Não, mas isso aí, cara, eu
acho que descansar é um desafio para
todo mundo, seja pastor ou não. E
precisa, a gente fala sobre isso
bastante, né? Inclusive vai ter um livro
aí sobre esse assunto. Vai ter um livro,
a espiritualidade. Ó, gente, o tema do
BTC, né, o tema do do Bibotal ano
passado foi dos BTDs, dos BTDs, né? Foi
espiritualidade para uma sociedade
cansada. Foi no passado ou no retrasado
isso. Boa pergunta. Não sei. Acho que
foi ano passetado.
É, né? Enfim, ano passado a gente teve
lá o Paulo para todos. Foi outra pegada,
não foi?
Verdade. Verdade. Enfim, então tem
vários podcasts falando sobre descanso e
espiritualidade aqui no nosso site. E eu
e o Cacau estamos escrevendo um livro. A
gente vai aproveitar um pouco que já já
falou e tal, mas vai ter capítulos
escritos e tal. E vai ser esse tema,
espiritualidade para uma sociedade
cansada. Se tudo der certo, em novembro,
o lançamento desse livro aí em São
Paulo, provavelmente. Enfim, são planos,
são planos e planos. Mas é isso, Cacau.
Então, o pastor lida com a solidão
pastoral dessas três formas que nós
falamos aqui neste betpapo. É um
desafio, mas eu acho que a principal
delas é essa, cara. Você não é o seu
ministério. Nossa, mano, acho que os
pastores precisam muito ter essa
consciência, sabe? Você não é o seu
ministério. E gente, isso não é colocar
em segundo plano, dar menos importância,
não é nada disso. É reconhecer que antes
de ser pastor você é um cristão, velho.
Em fase uma coisa transformação. Sabe e
sabe uma coisa que acontece? Quando a
gente confunde essas coisas, a gente não
tem mais uma aproximação da Bíblia que
não seja profissional. E a gente para de
ter prazer. Você para de ter prazer na
Bíblia, para de ter prazer na teologia,
você para ter prazer nessas coisas,
porque toda vez que você chega nela é
trabalho. Sabe aquele negócio de
trabalho com que ame, você terá que amar
outra coisa?
É, se você não tem trabalho, eu já eu
já, eu já ouvi outra versão. Trabalhe
com o que você ama e você nunca amará
mais nada. É, então imagina, pensa uma
coisa. Olha um
cozinheiro, cozinheiro cozinha, certo?
Esse é o trabalho dele, certo? Aham.
Certo. Nem sempre o cozinheiro vai
gostar de
cozinhar, mas dificilmente ele vai parar
de gostar de comer, entendeu? Hum. Tá.
Muitas vezes o pastor confunde a parte
do meditação com a parte da formação da
da pregação e aí ele acha que toda vez
que ele for comer ele precisa cozinhar,
entendeu? Então toda vez que ele vai pra
Bíblia ele não vai para se alimentar da
palavra de Deus, ele vai para preparar
um alimento. Entendi. E aí, entendeu,
cara? E ele perde esse gosto pela
escritura, sabe? Uhum. Acho que a
analogia fez sentido, não fez? Acho que
fez sentido, né? Fez. que o cozinheiro
pode comer sem cozinhar, não precisa
trabalhar. Exato. Exatamente.
Exatamente. Então, quando o pastor
começa a perceber a falta desse, sabe,
de desse gostar da palavra, desse gostar
de estar com Deus, desse querer conhecer
mais a palavra, é um sinal de que talvez
sua relação não esteja das melhores. E
se sua relação não está das melhores com
a Bíblia, certamente não estará com as
pessoas, sabe? Não, talvez nem seja pro
mal delas, porque você pode ter um tipo
de vínculo que faz você pegar todo esse
tipo de coisa ruim e jogar em cima de
você mesmo, né? Uma autoagressividade,
né? Uma autocobrança. Pode ser, pode ser
que você não crie nenhuma vítima com
essa história. A única vítima vai ser
você ou pode ser que você vai se tornar
uma pessoa turrona com os outros, que aí
é muito pior. Não, não sei se é muito
pior, mas que é ruim também, né? É ruim
para caramba. Em tudo, em tudo gera
morte, né? Tudo gera ruim. Então, então
é isso, sabe? É, é, é deleitar-se na
palavra. Um pouco do que eu acho que a
gente faz aqui é isso, sabe,
Bibo, não é sempre, mas não chega a ser
raro eu encontrar pessoas que falam:
"Puxa, né, vocês reacenderam minha
vontade de estudar a palavra de Deus,
vocês me aqueceram o coração de novo
para pensar nessas coisas e tal". E eu
acho que isso, até esse tom de leveza
que a gente põe, que as pessoas não
gostam, a gente finge que a gente tá
bravo, mas a gente não tá bravo com
vocês, não. Tá bom, pessoal? Vocês podem
não gostar, reclamar, a gente gosta, né?
Melhore o SEO aí, fica
tranquilo. Então,
é, mas é um pouco isso. Essa leveza tem
a ver com isso também, sabe, gente? Para
Sim. até para nós mesmos que estamos o
tempo todo trabalhando com isso, a gente
também trata com leveza, porque isso tem
a ver com questões muito pessoais, não
são só questões ministeriais, né? Então,
isso, exato, cara. Muito bom, muito bom.
Gente, esse é o betepo. Esse é o betepo.
Olha só, se você gosta, compartilha, dê
o like, comente. Se você ouve no
Spotify, ó, tem até aparece uma galera
aí, vem aqui, vem aqui, vem aqui no no
YouTube comentar, tá bom? Você que ouve
no Spotify, ó, sou do Spotify, mas vem
aqui só dar marcar presença. Sério,
galera, os comentários ajudam, o like
ajuda, tudo isso ajuda. Beleza? E olha
só, Cagal, deixa eu aproveitar aqui a
audiência do betpapo para dizer que eu
estou concorrendo, né, como ministério
bibotal, que é o prêmio Ibest. E a
categoria que eles me aceitaram lá é a
categoria videocast. Olha só que
irônico. E a única coisa de videocast
que eu faço realmente é o batepo aqui
com você. Então assim, mas eu tô nessa
categoria de videocast e cara, na data
de gravação deste episódio, eu estava em
sétimo lugar, sétimo, sexto, sétimo,
sexto. Então assim, galera, se quiser
votar lá no Bibotalk, o link vai tá
aqui. Esse link vai te levar direto pra
votação, tá bom? E você pode votar todo
dia se você quiser. Então, conto com o
seu voto aí para o prêmio Ibest. É isso,
Cacau. Ficamos por aqui na paz do Senhor
Jesus. Voltamos terça-feira com o BTC e
sexta-feira com o BTP. A gente espera
vocês. Valeu, galera. Tchau. Tchau.
Ficou melhor agora, né? Ficou, ficou. É
que eu, as pessoas estão vendo você,
elas estão pressupondo que você tem o
outro lado da face. É que eu sou uma
pessoa complexa, ninguém consegue ter
uma visão inteira de mim, assim, só vi
uma
parte. Cara, tu acha que tu mudou muito
assim, desde que tu passou a se entender
como gente, assim, tu acha que tu mudou
demais ou tu acha que a tua essência
meio que é a mesma, gente? Pergunta mais
complexa. Ah, pô, tu tava com o Thiago
Melo, filosofia, coisa errada. Bicho tá
produzindo conteúdo em inglês. Tem cara
pior que as minhas conversas com o Thigo
são tudo nesse nível mesmo. Não, as do
podcast. As do podcast, as do podcast
algumas são também, mas quando a gente
vai almoçar assim, rapaz, inclusive hoje
nós estamos gravando, foi aniversário
dele ontem. Você tá assistindo na
sexta-feira, segunda-feira foi
aniversário do Thago.

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