CRÍTICA AO ISLAMISMO? LIVROS PARA CRISTÃOS DE ESQUERDA? RESPONDENDO PERGUNTAS
15/05/2025
CRÍTICA AO ISLAMISMO? LIVROS PARA CRISTÃOS DE ESQUERDA? RESPONDENDO PERGUNTAS
Pix: [email protected]
Playlist Manifesto Comunista: https://www.youtube.com/watch?v=Q3DjcvNQWWM&list=PLThmuqf63MGgZdCebCVubvM_meSU99do1
Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Fala minha gente, tudo bem? Bora lá para mais um conteúdo totalmente ciente aqui no nosso canalzinho. Desta vez respondendo perguntas. Sim, semanalmente eu faço um post aqui na nossa comunidade, faço uma boa pergunta, vocês fazem excelentes perguntas e eu busco uma resposta. E por quem vocês gostariam de saber a minha opinião sobre um determinado tema que não necessariamente eu tenho domínio? Eu não faço a mínima ideia e você deveria rever os seus conceitos. Contudo, nós estamos fazendo a prática da opinologiaógica generalizada, tal qual os pastores fazem. com tudo, porém entretanto, todavia, no meu caso, eu sou diplomado. Meu nome é Bruno Requidal, sou doutor em economia política mundial, mestre em filosofia, graduada em filosofia, formada em teologia, além de profissional da educação, educador popular, pesquisador, pai de uma criança incrível, companheiro de uma mulher maravilhosa, editor da revista Zelota e militante da unidade popular pelo socialismo. E cá estamos nas horas vagas produzindo um conteudinho para o nosso canalzinho do YouTube. E como um não diplomado, vamos praticar a tudologia opnológica generalizada aqui, respondendo perguntas. E a primeira questão, Bruno, qual o próximo livro você vai ler com a gente? Essa pergunta totalmente excelente vem com uma oportunidade de fazer o merchan. Nós estamos fazendo a leitura linha a linha comentada do Manifesto Comunista. Sim, esse texto tão maltratado, tão mal interpretado, em torno do qual são criados infinitos espantalhos e fantasmas aí para distanciar você da classe trabalhadora de uma mínima posição crítica diante aí da realidade social. Então, pra gente evitar que o texto seja tirado de contexto como pretexto pro pessoal falar qualquer grosélia, nós estamos fazendo a leitura linha a linha comentada aí do manifesto comunista. E eu vou deixar a playlist para você acompanhar aqui na descrição do vídeo. Depois que nós terminarmos o manifesto comunista, nos foi proposto por enquanto o texto do socialismo utópico ou socialismo científico de Engels. Porém, contudo, entretanto, todavia, estou aberto aí também a outras sugestões. E aí, se você tem outra sugestão, coloca aí na descrição desse vídeo um comentário dizendo: "Gostaria de que você lê tal livro com a gente". Linha linha comentado. Tenha bom senso de saber que linha a linha demora para caramba. Então tem que ser um livro que não pode ser muito muito longo, né? Então fica aí a dica, mas eu peço que você contribua com a sua ideia. Além disso, não esquece de curtir esse vídeo, comentar para já espalhar a palavra por aí, dar uma olhadinha na descrição para você ver a chave do Pix, porque vai que tá sobrando uma merreca aí, você pode apoiar o meu trabalho além da playlist que a gente tá falando aqui da leitura linha a linha comentária do Manifesto Comunista. E para finalizar, gostaria de ser membro, membra, membro e membrozinha aqui do nosso canalzinho, porque nós temos cursos exclusivos para você e conteúdos semanais especiais. Beleza? Próximo curso que tá saindo aí é de teologia da libertação. Tá bem bala. A gente já disponibilizou três aulas de esquenta para esse curso, que é um curso, um pré-curso. Olha que negócio bonito, com quase 6 horas de conteúdo para você poder acompanhar do ponto de vista histórico, as origens da teologia da libertação. E tá bem bacana. Então só ser membro, membro, a membre aí para você ter acesso a esse conteúdo. Mas o livrinho tá aberto. Qual o próximo que a gente vai ler? E você pode dar uma força aí dando uma sugestão. Firmão. Segunda questão. Os pentecostais, por conta do bolsonarismo, ainda tem uma certa unidade, porém já é visível um conflito de interesse e disputa por recrutamento de abre aspas, novos convertidos, fecha aspas. Isso ficou muito evidente na postura de Malafaia em relação ao pastor Mirim e aos legendários. Já podemos vislumbrar um racha dessa unidade e um enfraquecimento num futuro próximo com o declínio do bolsonarismo? São muitas questões e muito complexa, mas eu agradeço, camarada. Porém, contudo, entretanto, todavia, eu tenho aqui alguns comentários a fazer a própria pergunta pra gente corrigir umas paradas. Primeiro, Malafrário, também conhecido como Malafa nunca foi muito afeito de fazer alianças, ao contrário, ele faz carreira solo e busca aí seu pequeno império, como trata, por exemplo, um podcast do ICL, Instituto Conhecimento Liberta. Recentemente aí tem um podcast investigativo e o primeiro tópico tratado foi o império de Silas Malafaia. nosso querido Malafrário aí tem umas questões financeiras aí a compartilhar conosco, já que é de interesse público a gente saber o que que ele tem feito e como ele tem se engajado aí eh financiando certas manifestações políticas que aparentemente não tem a ver com a sua igreja. E a gente não sabe mais se esse recurso utilizado para financiar a manifestação tá vindo de onde, quem tá fazendo o quê? Os dinheiros dos fiéis estão indo aí para fazer gadaiada. Fica questionamento. De todo modo, há alinhamentos e há agrupamentos de lideranças evangélicas por interesses, sim, ideológicos, afinidades, dentro de um mesmo projeto político. Mas essas críticas que no caso Malafa faz a outros movimentos, como o menino lá, o profeta mir do click de pleca pleca, the king of the power, the best, não sei o que lá. Eh, que eu já ri bastante, mas já, né, extrapolou um pouquinho. Eu não aguento mais ouvir as piadas do moleque. E os legendários, essa galera toda. Inclusive, cor estranha de camisa que eu escolhi para esse vídeo. Eh, é uma disputa por mercado que outros também fazem. E, aliás, muitas vezes, dado o modo como funciona a dinâmica do movimento evangélico dentro de uma relação de mercado, as disputas doutrinárias e teológicas, as caças, as heresias e essa coisa, ganha o caráter, ainda que sem a intenção dos agentes e dos sujeitos envolvidos, de disputa por nicho de mercado. E aí um progressista tentando buscar o seu espaço dentro dos 30% de crente progressista, digamos assim, que existam, ele disputa o mercado com outros progressistas e com os conservadores, tentando trazer aí seus novos clientes. Os conservadores brigam entre si, ainda que no momento da manifestação, da passeata e do não sei o que, estejam junto ou da eleição fazendo propaganda pro mesmo candidato, mas estão disputando os mesmos nichos de mercado. Então, há um alinhamento num determinado movimento político, mas isso não significa que há unidade do movimento, ao contrário, tá? Acho que entre as membresias pode ser até mais fácil da gente encontrar afinidades, unidades, o pessoal que se relaciona no dia a dia, mas entre as lideranças organizando suas instituições para se colocar no mundo, para poder realizar o seu poder e sua posição e sua atuação, né? E eu quero destacar aqui a palavra poder sem sentido pejorativo. Temos vídeos aí a respeito disso. Eh, eh, é um uma disputa pelo nicho de mercado, pelos clientes, pelos fiéis que vão estar ali dentro do seu guarda-chuva, dentro da sua igreja, dentro de sua casinha, entendeu? Então, pode ter uma aparente unidade programática, mas isso não significa que seja uma unidade do movimento. Esses líderes estão disputando e seguirão disputando, fagocitando uns aos outros e querendo seu espacinho dentro desse mercado. Então, as alianças serão alianças por interesses e não por doutrinas ou mesmo por questão política, ainda que ideologicamente haja uma hegemonia. Acho que essa é a minha percepção e eu espero ter contribuído aí com a pergunta, camarada. Terceira questão. Bruno, oi. Que dia você vai subir a montanha dos legendários? K k k No dia em que alguém pagar e quitar o financiamento do meu apartamento. Se isso acontecer até o final desse ano, eu me comprometo pelo entretenimento das pessoas que seguem esse canal. a subir a montanha. Já tô até de laranja, mas aí tem que quitar o meu financiamento aqui do apartamento. Então fica a dica, não é tão caro, é minha casa, minha vida. Já estamos aí há uns anos tentando terminar essa bagaça, mas ela ainda tem muitas décadas pela frente para ser quitada. Portanto, caso alguém queira adiantar minha vida, aí eu tô aceitando. Não sei qual questão. Você faz alguma crítica à religião islâmica? Também não, porque eu não sou muçulmano, eu não faço parte dessa tradição. Então eu não tenho que ficar metendo bedelho na vida alheia. O tipo de crítica que eu faria a qualquer movimento, seja ele social, religioso, de caráter proeminentemente político, sei lá, seriam por critérios com pretensão de universalidade, que são seriam critérios materiais de se as ações e o modo de atuar garantem as condições de produção e reprodução da vida humana e comunidade. Dito isso, esses critérios com pretensão de universal, esse critério básico não implica em eu ficar cagando regra na cabeça dos outros, ainda mais na religião e na vida alia. E eu tenho muito problema para resolver no meu arraial para ficar olhando pr os outros. Então, primeiro a gente tem que arrumar nossa casa se a gente quiser começar aí a querer ajudar os outros nas reformas que eles precisam fazer. Fica a dica aí, inclusive para pastores e teólogos, teólogas, influencers e aleatórios que ficam dando dois pitaco, dois dedos de pitaco em tudo quanto é lugar, sobre tudo quanto é gente, sobre tudo quanto é tipo, né? Acho que tem muita roupa suja para lavar, para ficar se preocupando com a roupa dos outros. Falando nisso, querido Iago Martins, que por alguma razão encasquetou com o comentário que eu fiz ao vídeo do Thiago Santinelli e o Abner Henrique. Legal. Tem um cara de esquerda aqui, o tal de o Bruno Headidal, é um comunista cristão. O cara gosta, o cara prefere dar força e apoio a um monte de ateu xingando a igreja, xingando as visões dele sobre Jesus, simplesmente porque me critica. É muito legal, é é muito doido como esses discrentes se unem em torno, né, do ódio aos cristãos. Thiago Santinelli e o Abner Henrique. Abraço camaradas, que fizeram ali aquele escrcho, né, de humor um pouco mais pesado diante de falas suas e conteúdos seus e por alguma razão que eu ainda não sei explicar, ficou um pouco chateado porque eu dei para eles e não para você. O apoio, claro, obviamente, força e apoio. E aí eu queria encarecidamente dizer para você que eu estou aqui disposto a te dar uma força e um apoio. Vai aí a força, vai aí o apoio. Espero que agora você esteja mais tranquilo, que isso satisfça a necessidade de força e de apoio de minha parte. Receba com carinho. Fui conversar com o evangélico sobre o mundo e sobre o mundo e pode acontecer. Ah, pera aí, pera, perdão, perdão. Fale aqui no no leitor. Fui conversar com o evangélico sobre o que pode acontecer no mundo com as mudanças climáticas e tal. Aí me falaram que está tudo bem, já que tem um plano de vida em andamento e é só esperar. O que fazer numa situação dessas? É, teríos que sacrificar, não tirando essa piada, essa brincadeira. Se essas pessoas tiveram acesso ao plano divino, eu gostaria que elas compartilhassem com a gente. Não sei se foi enviado por zap, por e-mail, foi um post em alguma rede social que o divino fez, mas não tem isso muito claro em lugar nenhum. E se essas pessoas têm filhos e filhas, eu gostaria de indicar também que essas crias que elas têm, elas precisam de condições para poder viver, se reproduzir, desenvolver a vida humana, tá felizes e desfrutar aí de um futuro possível. Se a gente ficar soltando na banguela, a gente vai destruir as condições de produção, reprodução da vida dos nossos filhos, das nossas filhas, do futuro aí possível pra nossa história. Se a gente acha que o grande plano divino é destruir a gente pelas ações do que a gente mesmo faz e a gente então aceita que nós somos suicidas potenciais de maneira coletiva, eu acho que o nosso circuito cerebral tá um pouquinho equivocado. Fransen que Lambert chama de suicídio coletivo, né, que é esta racionalidade e ele não fala sobre religião, ele tá falando sobre como funciona o próprio sistema capitalista e a racionalidade de coordenação de meios para obter um fim, eh, que interrompe esse cálculo básico sobre garantir as condições de produção e reprodução da vida. Isso é uma irracionalidade, é um pensamento sacrificial propriamente dito, que a gente se sacrifica ou sacrifica o futuro em nome de um determinado bem que a gente considera funcional. No caso, a própria racionalidade de coordenação de meio para obter fim sem outro critério que não seja eficiência, competitividade no mercado, obtenção de lucro. E no caso do pensamento religioso, quando coloca esse plano divino, n soltar na banguela e tal, não sei o que lá e ter uma total irresponsabilidade diante da vida e diante de outras pessoas e da vida das outras pessoas, né? Então a gente pode aceitar de do deixar os outros morrer. A gente pode aceitar que a gente destrói as condições pra gente viver. Então nós somos potenciais suicidas coletivos, né? O suicídio coletivo sendo praticado e justificado nesse caso, não racionalmente, mas religiosamente. E que aí a gente lava as mãos, põe na conta de Deus e não precisamos fazer nada, solta na bangela. Eu acho que isso não está muito adequado, seja de um ponto de vista religioso ou de um ponto de vista racional, e que daí essas pessoas precisam de uma certa correção aí. do pensamento. Obviamente é disso que eu estou falando, mas é complicado, cara. É um papo que tem que ser desenrolado porque não tem a ver com a justificativa doutrinária, entendeu? Porque se você for pegando texto fora de contexto, reprodução de doutrina, dá para acontecer um monte de fala e de atropelo que não não dá conta, fica daí sem critérios e balizas para que a gente possa compartilhar um espaço comum. Vou dar um exemplo. Quando eu devia ter uns 14 anos, eu tava num encontro de jovens adolescentes, era jovens, na verdade, eu era mais um dos mais novos. E um pastor foi pregar, um pastor calvinista, bem tradicional, conservador. E na fala dele, ele trouxe exatamente isso, né, que tá tudo determinado, o mundo vai entrar em degeneração e corrupção total mesmo. Então é só a gente esperar, porque isso faz parte desse plano divino. Então a gente não tem que cuidar da natureza, não tem que se preocupar com garantir equilíbrio, sustentabilidade, mudar, é só você aceitar uma ideologia perfeita paraa manutenção do modo de produção capitalista, pra exploração do trabalho e pra gente cagar pro mundo, né? E ele falou isso e por alguma razão, eu não sei qual esse homem, na pregação dele deu a oportunidade de se alguém gostaria de fazer um comentário. E eu tinha 14 anos, faz já mais de 20 anos. E eu vai fazer 22 anos inclusive. E aí eu levantei a mão e falei: "Pô, eu queria falar um negócio aí, ó". E aí eu fiquei de pé e enfrentei o que ele tinha falado, né? Falei: "Cara, não concordo, desculpa, tô completamente equivocado." E fiz uma defesa básica de, cara, tem que cuidar do ambiente porque eu pretendo viver, eu pretendo chegar aos 50 anos, eu pretendo estar respirando, eu pretendo que me ter que filho, filha, que a gente possa desfrutar da vida. Eu fui chamado aqui aí doutrinariamente, né, para cuidar desse mundo, não para destroçar com ele, né? Aí começou um debate, começou uma discussão porque ele quis retrucar e começou aquele falação e a galera veio comigo. A galera veio comigo e aí piorou, né? E aí assim era para ser 1 hora 2 horas ali aquele papo, aquela reunião e a gente foi até a hora do almoço, foi estendendo, estendendo, perdeu amanhã que tinha uma manhã lá de atividades esportivas e aí ficou pra tarde. E à tarde, então a gente tinha um jogo de futebol que ia ser entre os mais velhos contra os mais novos. Eu tava entre os mais novos. Os mais velhos, boa parte deles era da liderança. E eu nunca apanhei tanto que nem naquele dia em campo, graças ao pastor Fernando. Um grande abraço aí, pastor Fernando, que se você de alguma maneira estiver assistindo esse vídeo, você lembra de mim. E eu lembro de você. Eu voei muito naquele campo, mas aquela cotoveladinha que eu te dou brincadeira. Eu dei mesmo. Última questão. Que livros você considera fundamentais para um cristão de esquerda? Abre parênteses. Eu sou trabalhista. Fecha parênteses. Ler. Boa questão. Excelente pergunta. E eu não faço ideia, cara. Depende, né? Para mim. que me foram importantes, que foram muito importantes para mim, então, né? Então, porque que que eu acho, cara? Acho que a gente tem que ler de tudo de verdade e conseguir ser crítico e desfrutar de todo quanto é tipo de texto, de conteúdo. O que eu acho que nós não devemos fazer é ficar focados em uma única área, né? Então, por exemplo, o cara vira pastor ou liderança religiosa, teólogo, só lê teologia, só ler bíbl, só ler esses negócios. cara, pelo amor de Deus, vai filosofia, perdão, vai estudar ciências sociais, vai fazer uma parada que seja aí mais eh que seja distinto do que você já tá acostumado a ler, do ambiente do seu conforto, né? Isso é importante para você enriquecer o seu conhecimento, enriquecer sua seu manejo com teorias distintas, com pensamento das ciências sociais, com reflexões mais profundas, compreender melhor a realidade, essa coisa toda, aprender sobre metodologias, né? Então, eh, eu acho que a gente tem que trabalhar de tudo no âmbito da religiosidade. Eu, eu sou muito cuidadoso em não ficar cagando regra. Eh, mas autores e autoras que me influenciam e que eu acho que podem ser úteis, vale a pena compartilhar. Faça esse disclaimer para poder fazer isso, tá? Porque, cara, lê o que você achar que deve ler, que você achar que é interessante, se aprofunda, discute. Eu sou muito influenciado pela teologia da libertação. Então, no âmbito religioso, eu sempre me referencio a autores e autoras dessa linha, dessa dessa caminhada aí. E o primeiro livro que vem na minha cabeça, enquanto eu tô construindo esse arrazoado, é contra toda a condenação da Elsa Tames, que eu gosto demais, me influenciou muito, me impactou muito, muito, muito, muito. É um livro que em português teve uma tiragem pequena, é difícil de achar, deve est custando a fortuna porque teve poucas unidades, né, uma tiragem pequena, mas em espanhol nós temos PDFs e eles e ele cai aí no nos caminhões da vida. E eu, se eu não me engano, o Departamento Ecumênico de Investigações disponibiliza ele gratuito na íntegra, porque eles publicaram o livro originalmente e é muito bom, cara. Contra toda la condena em espanhol, né? Contra toda a condenação, que é o modo como a Elsa Tamers trabalha as cartas de Paulo. E é brilhante, cara. É um texto assim, nossa, mãe do céu, é muito bom, cara. É muito bom. E aí, nessa mesma linha, eh, a Elsa Tames é de tradição metodista. O Franz Renkelamet, que é de tradição católica, ele tem um texto chamado a em português foi publicado, em espanhol é raío, mas em português foi humdição que pesa sobre a lei. Esse é mais fácil de achar. Tiragem foi boa. Tem bastante livro disponível dessa unidade aí, cara. Esse livro é muito bom. É, tem PDF disponível pelo próprio FR Hink Lamert. Se eu lembrar, eu coloco aqui na descrição. Se eu não lembrar, vocês me lembrem que eu ponho aqui, porque esse livro é muito bom, cara. Esse livro é muito, muito, muito bom e vai desde uma leitura muito crítica dos textos de Paulo até uma reflexão filosófica profunda. O Rinkel Martin ele é economista, ele é filósofo, trabalhou como professor de sociologia no Chile durante os anos 60, começou anos 70, depois é pesquisador eh em economia na Universidade Centro-Americana e professor de economia lá também, assim como na Universidade da Costa Rica aí como professor de tudo, né, porque é filósofo, sociólogo, economista, da aula de ciências sociais no geral. Só que ele trabalhou com o pessoal da teologia da libertação, se aperfeiçoa como um teólogo, se forma como um teólogo dentro dessa linha e ele é um cara que dá contribuições brilhantes para o pensamento crítico latino-americano. E dentre e isso, dentre as suas produções, tá a questão da teologia de maneira muito profunda. E esse texto eu recomendo demais, que é a maldição que pesa sobre a lei em espanhol, acho que foi Raíces del Pensamento Crítico. E aí é muito bom, cara, muito bom. E em e do Ram também tem um outro texto que eu acho que para quem é cristão de esquerda que pode ser muito bacana que é As armas ideológicas da morte. Se eu lembrar também disponibiliz aqui embaixo. Esse livro é muito bom. Ele publica no início dos anos 70 tentando articular a leitura que ele faz do capital com discussões teológicas e municiando os teólogos da libertação para fazer esse tipo de ponte. E é muito, muito, muito bacana. teve produção em português, então eu acho que contribui demais. E deixa eu ver se tem outro que me marca muito. A profecia na igreja do José Comblan, livraço também. José Comblan como padre, né? É um padre que tem um trabalho pastoral e teológico, né? Teórico muito bom. E esse livro também me impactou muito as especialmente as reflexões que ele faz sobre a profecia e a igreja no século XX. Como ele tenta fazer como uma pessoa que viveu o século XX intensamente, como ele tenta compreender o papel da religião no nosso tempo e dos sacerdotes e da profecia e de como a gente vivencia a nossa fé. Acho que é um livro muito legal também que me impactou bastante. E deixa eu ver se tem mais um por trás das palavras do Carlos Masters. Cara, e seja você de esquerda, de direita, do que você queira. Esse livro é bom demais, cara. Bom demais por trás das palavras do Carlos Masters. Se você não for impactado com isso, você não tem coração. Então, eu recomendo que leia esse texto do Carlos. Aí tem muitas outras coisas também que acho que eu poderia buscar, mas acho que já algumas referências que são as primeiras que vem na minha cabeça. E nesse momento, portanto, significa que o meu cérebro está voltado para esses temas e esses textos. Não significa que se eu um dia eu parasse para fazer uma grande lista pensando em alguma estratégia política de influenciar a esquerda crente, eu não escolheria outros completamente distintos. Talvez sim, mas nesse momento é isso que eu vi na minha cabeça. Espero que vocês tenham curtido esse vídeo respondendo as perguntas aqui como não pastor diplomado. E que a gente siga aqui trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. Valeu, minha gente.