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A fé vem pelo ouvir

GREGÓRIO DUVIVIER PREGOU O EVANGELHO PRA FILHA DELE SEM SABER

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Legendas automáticas:

Seja muitíssimo bem-vindo a essa
sexta-feira de teólogos do Twitter, o
programa onde a gente xáfurda juntos na
lama da internet, naquilo que tá
viralizando sobre Deus, a fim de trazer
questionamentos, respostas, edificação,
instrução, às vezes até um pouco de
risada e às vezes um senso profundamente
primitivo e ancestral de desespero
cósmico. Eu sou o pastor Iago Martins e
você está comigo no Dois Dedos de
Teologia. seu canal, seu, talvez o seu
quarto ou quinto canal de teologia
favorito aqui do YouTube. Se você gosta
dos materiais que a gente tem produzido
aqui, a gente sempre pede para você se
inscrever no canal e assinar as
notificações para ficar sabendo sempre
que houver vídeo novo. Dito tudo isso,
lembre que é a GRF Suplementos que
patrocina esse canal e que nos ajuda a
manter a teologia viva aqui no YouTube.
Se você quiser nos ajudar, você pode
usar o cupom Jesus lá na Grove e com
isso cuidar da sua saúde pra glória de
Deus e também continuar financiando o
dois dedos de teologia. Lá na Grove tem
tudo que você precisa de roupa de
treino, Waypro, tem pré-treino, tem
creatina, tem tudo lá. Então não perde
essa oportunidade de usar o nosso cupom
Jesus e contar pro pessoal da Grove que
você tá cuidando da sua saúde pra glória
do Deus vivo. Dito tudo isso, simbora
pro que o pessoal separou aqui para mim,
para que eu reaja hoje. Já começa com o
negócio do porta dos fundos aqui, hein?
Ei, ei, vamos ver, bora sembora. Outra
coisa que eu enferno, essa ideia que
falam pra criança quando a pessoa morre,
papai do céu,
levou. Que filho da que tira às vezes o
pai de uma criança. É para você odiar
para sempre, papai do céu. Assim, eu
viraria uma hora teu do mundo. Se me
falasse que é a sua avó foi papai do céu
que levou, ele gostava tanto dela que
levou para ficar com ela. Tirou do neto.
Eu também gostava. Gostava. Então, qual
é a alternativa, senor Gregório do
Viver? A alternativa é que a morte não
tem nada a ver com Deus. Então, quando
morrer alguém, você diz assim: "Ó, Deus
tinha nada a ver com isso. Deus não
conseguiu evitar. Deus foi incapaz. Essa
morte agora que nos entristece, essa
perda terrível que agora acomete a nossa
família, ela existe a parte de qualquer
vontade ou ação divina. Isso te traria
mais paz? Porque não me traria? Eu sinto
muito mais paz em saber que o Deus bom e
glorioso que guia a história com sua boa
vontade é o Deus que está por trás até
mesmo dos momentos de dor e de
sofrimento e que pela fé eu acredito que
ele tem guiado a história por um bom
lugar do que acreditar que o mal que me
acomete acomete porque Deus falhou. Cá
entre nós, eu não tenho muita predileção
a me sentir em paz diante das ações de
um Deus fraco, de um Deus onde o mal que
entra no mundo entra por incapacidade
dele de me proteger. Prefiro acreditar
que é um Deus que me protege e ele me
protegendo. Quando o mal me alcança, eu
sei, eu sei que recebi esse mal porque
ele intentou que esse mal me alcançasse.
Isso me dá paz. É a paz que Jó
encontrou. Quando Jó perdeu seus 10
filhos, o que trouxe paz para Jó foi
dizer que olha, quando Deus me deu o
bem, eu recebi. Como é que eu não vou
receber o mal que vem de Deus? A grande
questão é vem de Deus. E se vem de Deus
é o bastante. Agora, claro, quando a
gente não tem fé nem confiança no
Senhor, o mal que nos acomete a os
momentos difíceis e dolorosos são
momentos que a gente vai dizer que Deus
é mal por nos colocar em situações
difíceis. Esse Deus é uma pessoa mata
terrível, cruel. Esse Deus é, sabe,
ficarei ateu pelo sentimento do mal.
Isso é uma bobagem, tá? A gente já
explicou sobre isso no nosso vídeo sobre
o problema do mal. É uma aula inteira,
certo? É uma aula, é uma mastercass aí
para você quiser entender bem problema
do mal de graça. Não lhe vendo nada
nesse vídeo, tá tudo lá de graça para
você na internet a gente explica o
problema do mal para quem não entendeu
ainda. Existir mal no mundo de forma
nenhuma faz Deus ser mal. Pelo
contrário, faz com que Deus seja a
esperança para o fim do mal, o mal que
nós trouxemos pro mundo. Mas vamos
continuar aqui.
Gustav, brinca com ela depois. Deixa eu
me divertir aqui um pouco. Que ideia de
Jirico falar que papai do céu levou. Eu
nunca entendi isso. Que como é que você
diria pra sua filha que alguém morreu?
Cara, não tá mais aqui. Acabou. Não tá
mais aqui. Não tá mais aqui. Que feliz,
hein? Que que legal. Que maravilha. Que
maravilha. Não tá mais aqui. Na cabecita
do Gregorinho do Vivier, eu tive um
amigo que estudou com Gregório. Eu tenho
um amigo que foi colega de sala do
Gregório na na faculdade. Mas isso é
coisa nada a ver. Eu já contei que eu
assisti uma peça do Gregório do Viver.
Um homem na lua. Ou é uma noite na lua?
Uma noite na lua. Um homem na lua. Faz o
fat checking. Aí eu fui com a Isa, a
gente era recém casado, eu acho. E aí
depois foi domingo à noite, depois do
culto, a gente pegou um ônibus, foi pro
Teatro Rioar para assistir um monólogo
de agora do Viv. O texto era de João
Falcão. E ó, foi muito bom, viu? C entre
nós aqui antes de todas as polêmicas
políticas aí que envolvem a o Porto dos
Fundos e o próprio Gregório. Foi foi uma
experiência muito boa, foi um texto
muito bom, emocionante até, viu? Foi bem
legal. Obrigado, Gregório. Mas você tá
completamente errado aqui. A experiência
de dizer para uma criança que a morte é
simplesmente um fim sem propósito, eu
garanto, você não tá criando um ateu,
você tá criando um cristão. Eu lhe
garanto que se você repetir muito isso,
você vai incultir nos seus filhos a
ideia de uma vida vazia e de uma
existência que finda de forma vazia, que
olha para mim, isso vai ser uma pregação
do evangelho para as filhas do Gregório,
tá? A a morte ao lado de alguém que não
tem nenhuma esperança para além da vida
vai só incutir nas pessoas muito jovens
que não existe nenhuma esperança na
existência presente, o que faz com que
haja um senso de busca para
alguê um sentido para além da
existência. Foi assim que eu me
converti. Eu me converti de tanto ter
contato com materiais ateístas,
existencialistas, alguns até inilistas
de foi poesia parnasiana que me
converteu a Jesus Cristo quando eu tinha
14 anos. O Gregório do Viver não sabe,
mas ele tá pregando Jesus pros filhos
dele quando ele consegue apresentar uma
visão tão triste, mesquinha, isolada e
atomista de mundo ao dizer que a morte
representa simplesmente o fim absoluto
da existência. Aí como assim? Mas onde
ela tá? Tá falando de quem? Da de de um
vovô daavó. Depende de quem. Não, parou.
Parou, João. Não, não. Celeste
perguntando. Ah, tá. De uma pessoa que
ela gosta. Então, morreu. Tem que ser
sincero. Morreu, filha, faz parte. As
pessoas vem nessa vida, elas nascem. Uma
hora elas morrem. Mas o que que é
morrer? Morrer é deixar de estar vivo. A
gente tá vivo agora. Uma hora a gente
não vai mais estar. Olha que sorte.
Vamos aproveitar enquanto a gente tá. É,
comamos e bebamos que amanhã morreremos.
Cara, nunca funcionou para mim? Eu tinha
14 anos e não funcionava para mim. Olha
que sorte. Vamos curtir a vida. Por quê?
Porque a vida pode acabar a qualquer
momento. Cara, se pode acabar a qualquer
momento. Como, como é que eu posso
curtir uma existência que há de findar a
qualquer momento? Eu posso ter um
piripacque, um AVC, um infarto, uma bala
perdida. Eu posso tropeçar, eu posso
engasgar, engasgar com o ossinho da
galinha e morrer a qualquer momento. A
única forma de curtir essa vida é no
ennebreamento. É droga, é álcool, é uma
busca hedonista por sexualidade absoluta
para que eu não possa pensar nessa
existência que pode findar a qualquer
segundo. É difícil curtir um filme
quando você sabe que a rede elétrica tá
instável e a qualquer minuto a internet
vai cair, qualquer momento a internet
vai cair, a luz vai cair e você tem que
desconectar com um filme que qualquer
momento pode acabar. E eu não vou poder
ver o resto dessa história. E é muito
triste tentar viver experiências que não
tm significado, sabe? É muito, é uma
vida muito triste. O ateísmo é uma
impossibilidade prática, mas também é um
terror psicológico, emocional e
espiritual. É uma existência muito ruim,
porque é uma existência baseada em uma
busca hedonista pelo nada, em que eu tô
tentando encontrar prazer em coisas que
não tm nenhum significado. Logo, a vida
se reduz a uma tentativa de acúmulo de
prazer tátil. Comidas gostosas, bebidas
gostosas, experiências sexuais, o que
que seja, uma busca por validar alguma
coisa emocional. E aí é só isso. É só
isso. É uma vida muito triste a ser
vivida. Não é uma sorte. Não é uma
sorte. Está existir é um azar imenso. Se
tudo que nós temos em termos de
existência é isso aqui. É uma sorte.
Não, mas eu gostava muito da vovó. Da
vovó não. Da vovó não. Gostava muito da
gente. Ela se mudou. Uma coisa que eu
acho bonito de falar, ela se mudou para
dentro da gente. Isso eu acredito. Ela
não mudou não. Não mudou. Não mudou.
Daí, aí, aí já me deixa com chateado. Já
não mudou para dentro da gente, não
mudou. Ela morreu, a consciência dela
foi se embora. Fica dentro da gente só
memórias. Memórias não são a pessoa, não
é? Se mudou para dentro da gente. Eu
odeio essa linguagem, tá? Sabe qual foi
a parada que que foi cabal para eu me
converter? Foi meu professor de
literatura. O cara era uma caipora.
Fumava feito uma caipora, chegava
fedendo a cigarro na sala de aula, saía
para fumar. Era uma porcaria. O cara era
uma caipora. Aí o cara falava lá dos dos
poetas e dizia assim, ó: "Esse é um
imortal".
Esse é um
imortal, não é? Não é imortal porque ele
morreu. Morreu, morreu. A poesia dele
ficou, ficou, mas ele morreu, entendeu?
E aí, que diabo de imortalidade é essa?
Que a consciência dele não existe mais,
fica só um subproduto de algo para além
dele? Ah, se mudou para dentro da gente.
Seria verdade se fosse um episódio de
Black Mirror em que eu entro dentro da
pessoa e exijo com minha autoconsciência
dentro da pessoa. A pessoa não se mudou,
ela parou de existir, meu brother. Isso,
se você parar para pensar, é um tormento
terrível. A ideia de que a pessoa
simplesmente deixou de existir, ela não
tem mais autoconsciência, acabou, não
mudou para dentro da gente de jeito
nenhum. Fiz uma poesia, eu tinha um
amigo que que fazia poesia comigo no
ensino médio. Ah, Felipe Oliveira, o
nome dele. Não faço menor ideia de onde
é que ele esteja hoje. Foi, foi, eu acho
meu grande amigo do ensino médio. O
poema se chama Sheol, que é a palavra
para morte, sepultura ou inferno no
hebraico. E eu escrevi, eu tinha tinha
16 anos quando eu escrevi essa poesia,
17 anos quando escreve essa poesia.
estava recém-convertido e eu dizia, "Os
poetas já nascem mortos, assim como nós,
suas poesias". Mas quando umas dessas
vidas vazias encontram sentido em nosso
suspiro, toda poética dá um giro e tudo
nada contra corrente. O poeta desce a
sepultura, mas a poesia vive
eternamente. Escrevi isso com 16, 17
anos. Cara, a gente morre, brother.
Morre, sabe? Os poetas são, sabe? Vão
morrer a qualquer momento. Nascem
mortos. As poesias nascem mortas também,
porque vão todos acabar. Mas vê só a
esperança, né? Quando umas dessas vidas
vazias são preenchidas com o nosso
suspiro, que o suspiro da poesia, aí aí
a poética dá um giro e tudo nada contra
corrente, né? O poeta morre, poeta
morre, ele desce sepultura. O que é que
vive eternamente? É só poesia. O poeta
não vive eternamente. Poeta morreu, mas
a poesia vive eternamente, certo? Existe
uma coisa que dura para além, mas se
você levar as últimas consequências, a
poesia também vai morrer quando tudo
isso aqui passar, quando tudo isso aqui
fori embora. E alguém 17 anos não pensou
nisso, mas o de 33 tá pensando, vai
acabar até a poesia vai se embora.
terra, céus e terras passarão. A própria
poesia perde o seu sentido, perde a sua
existência, perde o seu seu dever de
ser. Não existe nenhuma concretude na
existência. Se todas as nossas
consciências vão-se embora daqui a pouco
e podem ir embora a qualquer momento.
Não tá dentro da gente não, Gregório, só
fica a memória. Eles não se mudaram não.
Eles morreram. A pessoa quando morre ela
tá mais presente de lá no gente. Isso é
verdade, cara. Sei lá, eu passei a
pensar mais na minha avó depois que ela
morreu. Ela parece de fato, eu falo
coisas que ela diria, eu lembro dela.
Então isso acho que é uma coisa dá para
dizer. Uhum. Ela se mudou hoje, a gente
precisa lembrar dela para ela existir.
Aquele filme lindo que eu ch Não, não
existe. Não existe. Não existe. Não
existe. Eu sei que essa é uma tentativa
de dar sentido e beleza para uma
existência fria e sem sentido. É só uma
tentativa de fazer, de dar a impressão
de que esta vida fria e vazia tem algum
sentido e alguma beleza através de fazer
um jogo de palavras que tente apresentar
algum tipo de significado para além do
significado que a vida realmente não
tem. É triste, é triste, é triste.
Chorei pr da pizza. Coco. A vida no
Brasil chama viva porque não pode chamar
coco porque vamos pensar em cocô. Chama
viva. Caetano. Caetano deixou meu coco.
Tem o coco do Caetano e tem o coco da
pizza que é lindo. Aí é isso. A pessoa
lindo, né? Um filme com viés religiosos,
né? É lindo. Um filme com viés
religioso, vamos dizer isso, né? Por
isso que é lindo, porque o descrente, o
ateu, precisa tomar de alguma forma
algumas das dos sentimentos da religião
para poder conceder significado paraa
existência, mesmo que ele rejeite, né,
os elementos da religião. Se diz alguma
coisa sobre o sentido da vida, não isso?
A pessoa, ela quando morre, ela está
viva quando a gente lembra dela. Então
diria, vamos lembrar da vovó para tornar
ela viva, porque hoje em dia ela depende
da gente para estar viva. Pronto. Não é
mais bonito do que tá lá, tá olhando pra
gente, tá do lado de Deus, porque Deus
levou ela de tão boa que ela era, que
ele queria ela só para ele. Mas coisa
assim, não, não existe isso não. Ela é
me parece muito mais bonito que entre
nós a ideia de que há um Deus glorioso
que nos deu a vida e que nos deu um
ciclo de existência, né? É o famoso
ciclo sem fim. É o ciclo sem fim que nos
guiará, né? A gente tem um ciclo sem fim
e a e esse ciclo de vivência, né? Uma
hora a gente morre e uma hora Deus nos
recolhe para si, para vivermos com ele,
está ao seu lado. É muito mais bonito do
que a ideia simplesmente uma existência
que desaparece, que eu vou ter que
fingir que existe uma imortalidade
dentro das almas e dos corações. É, é
abraçar a sombra rejeitando a
substância. É tentar se apegar ao
cheiro, abandonando o sabor e a nutrição
da comida. Você tenta se se agarrar ao
lampejo da luz, mas você abandona o
brilho do sol aqui. Ela tá eh viva em
outro plano. Ela tá que plano é esse?
Quero ir. A criança vai querer morrer.
Ela tá lá agora. Ela tá junto com o
vovô, tá junto com, sei lá, começo a
falar de pessoas que morreram, estão lá
nesse lugar incrível. Por que que a
pessoa vai? Então, quero morrer para ir
para lá. É tudo idiota. Tem que lembrar,
não é? Que isso aqui vai acabar e que a
gente tem que aproveitar quando tá aqui.
Faz sentido ou não? Não. Nenhum sentido,
tá, Gregoro do Viver? Porque não é
idiota, Gregório, é a fé que guiou e e
validou a nossa civilização por
milênios, que é revelada pela mensagem
de Jesus Cristo, que morreu numa cruz
para que possamos encontrar vida e vida
em abundância nele, que nos fornece, por
meio da certeza que temos do relato da
sua morte e ressurreição, a segurança de
que ele é o Deus vivo. E sendo o Deus
vivo, nos apresenta na sua mensagem qual
é o caminho da vida e dos céus. Ah,
criança vai querer morrer para ir pro
céu? Não, ela vai querer talvez ir pro
céu, beleza? No tempo de Deus, foi Deus
quem levou a vovó para ele. E no tempo
de Deus, Deus vai nos levar para ele.
Ora, a gente fala sobre os céus, né? O o
meu sogro, o pai da minha esposa é
falecido. Nunca conheci ele. Faleceu.
Minha esposa tinha, sei lá, 14 anos,
alguma coisa assim. Quando eu conheci a
Isa, o pai dela tinha morrido já uns
três, 4, 5 anos, não lembro exatamente.
Minha filha nunca conheceu o avô por
parte de mãe. E a gente fala, ele está
nos céus, não é? Ele era um pastor da
Assembleia de Deus, presbítero da
Assembleia de Deus. Quem diz, ele está
nos céus, está com o Senhor. E a gente
diz: "Não, filha, você um dia vai
conhecer o vovô. Um dia você vai pro
céu, vai conhecer o vovô, vai estar com
Deus. Minha filha nunca quis morrer para
ir pro céu. Ela perguntou para quero ir
pro céu. Como é que eu faço para ir pro
céu? Diz: "Você crê em Jesus? Você ama a
Deus e no tempo de Deus ele há de nos
levar a ele. Papai e mamãe vão pro céu
primeiro. Você vai ficar aqui, vai
cuidar dos seus filhos, apresentar o
caminho do céu para seus filhos. Então
em algum dia você vai pros céus também
para estar unida ao vovô, a vovó, ao
papai, a mamãe dentro da jornada que
Deus preparou para cada um." Isso é
muito mais bonito do que essa conversa
de, "Ah, comamos e bebamos porque amanhã
morreremos", né? A ideia de que existe
uma vida real e genuína que se expressa
e se estabelece em Deus, em Deus, de
forma genuína e real. E aqui, claro, o
Gregório acaba sendo um pouco grosseiro
com os cristãos, né? Ah, isso é idiota,
né? É uma linguagem muito forte para
falar sobre a fé dos outros, né? Isso é
idiota. Ele chama aqui a ideia de um céu
de algo idiota. Tudo bem, não é idiota
não, de jeito nenhum. A acusação poderia
ser a oposta aqui se a gente quisesse
entrar numa numa guerra, né, com o
Gregório do Viver. Eu sei o Gregório não
deve assistir nenhum desses vídeos,
porque no fim das contas devem falar do
Gregório o tempo inteiro e ele deve ter
uma vida muito mais badalada e muito
mais interessante do que ficar vendo
vídeo resposta no YouTube. Eu que sou um
Zé ninguém, eu que sou um Zé ninguém,
não consigo ver todos os vídeos que
fazem sobre mim na internet, quanto mais
um Gregório do Viver da vida, né? Mas se
este vídeo um dia chegar o Gregório do
Viver, o que eu acho muito improvável,
mas sabe se lá o que é que Deus pode
fazer? queria que o Gregório
conseguisse, né, um dia encontrar essa
esperança, porque veja, eu tenho plena
convicção baseada na minha experiência
pastoral, que em algum momento essa esse
niilismo, essa vida sem significado,
essa existência que se baseia unicamente
com isso aqui, vai bater de frente com a
realidade. E o Gregório um dia vai
sentir o frio e gélido vazio desse tipo
de visão de mundo. Não tô desejando isso
como um mal para ele. Tô dizendo que
isso é uma inevitabilidade cósmica, é
uma inevitabilidade existencial. Ninguém
consegue se anestesiar por tanto tempo,
ao ponto de conseguir esconder da
própria mente, do próprio coração, o
vazio que é viver sem nenhum sentido de
eternidade. Até porque eu, como cristão,
acredito no que diz Eclesiastes, que vai
estabelecer de que Deus colocou dentro
de nós um tipo de sentido de eternidade,
um tipo de vontade de eternidade que há
de se expressar de forma mais concreta
quando cremos e seguimos o nosso Cristo
ah que morreu na cruz para nos dar um
caminho de salvação e redenção. Então
espero que no dia que o Gregório sentir
esse toque gélido do niilismo, esse
toque gélido do vazio, que se ele está,
sei lá, se ele já não tiver sentido, né?
Que ele encontre uma forma de encontrar
sentido e esperança em algo para além
dessa vida, que ele possa um dia
encontrar alguém que lhe pregue o
evangelho, lhe apresente Jesus Cristo.
Eu sempre olho para essas pessoas
famosíssimas, não é? riquíssimas que
são, sei lá, o triple A em termos de
fama, em termos de parte de uma elite
cultural e coisas assim. Se tem alguém
que pregue para eles, tem alguém que
apresente o evangelho para eles, ou se
eles estão às vezes condenados a sua
ouvir pregação de igreja coaching, ah,
sei lá, do Neymar falando 100% de Jesus,
ou de David Leonardo falando de
evangelho de autoajuda ou de igreja com
área VIP, sei lá, né? Será que tem
alguém que chega nessas pessoas para
apresentar a eles o evangelho de forma
genuína e fiel? Minha oração é que haja
gente que possa pregar o evangelho, que
seja capacitado para apresentar a obra
perfeita de Cristo Jesus a um Gregório
do Viver da vida. Quando o dia chegar,
quando o toque, quando ele sentir aquela
mão gelada do vazio perto dele, que ele
possa lembrar de alguma pregação que
recebeu na vida dele, não é? Oro, oro
genuinamente que isso possa chegar até
ele, que ele possa encontrar sentido e
significado, não só para si, mas para as
pessoas que ele ama, seja as filhas
dele, seja as pessoas que estão à volta
dele como amigos, como empresários ou o
que é que seja. Bom, esse é o teólogo do
Twitter de hoje. Tem um vídeo só, não é?
Então é uma sexta-feira, o vídeo ficou
um pouco longo. Sempre que falar de uma
coisa só fica um pouco longo, eu
aproveito para fazer um vídeo fechadinho
sobre a única coisa. Se você gosta
também do teólogos do Twitter pegando
uma única, um único tema e trabalhando
ele mais vagorosamente, deixa aqui o seu
gostei, se inscreve no canal, usa o
nosso cupom Jesus lá na Grofo
Suplementos para nos apoiar e eu os
espero no próximo vídeo. Um cheiro no
seu cangote e tchau tchau.

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