GREGÓRIO DUVIVIER PREGOU O EVANGELHO PRA FILHA DELE SEM SABER
30/05/2025
GREGÓRIO DUVIVIER PREGOU O EVANGELHO PRA FILHA DELE SEM SABER
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
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Seja muitíssimo bem-vindo a essa sexta-feira de teólogos do Twitter, o programa onde a gente xáfurda juntos na lama da internet, naquilo que tá viralizando sobre Deus, a fim de trazer questionamentos, respostas, edificação, instrução, às vezes até um pouco de risada e às vezes um senso profundamente primitivo e ancestral de desespero cósmico. Eu sou o pastor Iago Martins e você está comigo no Dois Dedos de Teologia. seu canal, seu, talvez o seu quarto ou quinto canal de teologia favorito aqui do YouTube. Se você gosta dos materiais que a gente tem produzido aqui, a gente sempre pede para você se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Dito tudo isso, lembre que é a GRF Suplementos que patrocina esse canal e que nos ajuda a manter a teologia viva aqui no YouTube. 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Eu também gostava. Gostava. Então, qual é a alternativa, senor Gregório do Viver? A alternativa é que a morte não tem nada a ver com Deus. Então, quando morrer alguém, você diz assim: "Ó, Deus tinha nada a ver com isso. Deus não conseguiu evitar. Deus foi incapaz. Essa morte agora que nos entristece, essa perda terrível que agora acomete a nossa família, ela existe a parte de qualquer vontade ou ação divina. Isso te traria mais paz? Porque não me traria? Eu sinto muito mais paz em saber que o Deus bom e glorioso que guia a história com sua boa vontade é o Deus que está por trás até mesmo dos momentos de dor e de sofrimento e que pela fé eu acredito que ele tem guiado a história por um bom lugar do que acreditar que o mal que me acomete acomete porque Deus falhou. Cá entre nós, eu não tenho muita predileção a me sentir em paz diante das ações de um Deus fraco, de um Deus onde o mal que entra no mundo entra por incapacidade dele de me proteger. Prefiro acreditar que é um Deus que me protege e ele me protegendo. Quando o mal me alcança, eu sei, eu sei que recebi esse mal porque ele intentou que esse mal me alcançasse. Isso me dá paz. É a paz que Jó encontrou. Quando Jó perdeu seus 10 filhos, o que trouxe paz para Jó foi dizer que olha, quando Deus me deu o bem, eu recebi. Como é que eu não vou receber o mal que vem de Deus? A grande questão é vem de Deus. E se vem de Deus é o bastante. Agora, claro, quando a gente não tem fé nem confiança no Senhor, o mal que nos acomete a os momentos difíceis e dolorosos são momentos que a gente vai dizer que Deus é mal por nos colocar em situações difíceis. Esse Deus é uma pessoa mata terrível, cruel. Esse Deus é, sabe, ficarei ateu pelo sentimento do mal. Isso é uma bobagem, tá? A gente já explicou sobre isso no nosso vídeo sobre o problema do mal. É uma aula inteira, certo? É uma aula, é uma mastercass aí para você quiser entender bem problema do mal de graça. Não lhe vendo nada nesse vídeo, tá tudo lá de graça para você na internet a gente explica o problema do mal para quem não entendeu ainda. Existir mal no mundo de forma nenhuma faz Deus ser mal. Pelo contrário, faz com que Deus seja a esperança para o fim do mal, o mal que nós trouxemos pro mundo. Mas vamos continuar aqui. Gustav, brinca com ela depois. Deixa eu me divertir aqui um pouco. Que ideia de Jirico falar que papai do céu levou. Eu nunca entendi isso. Que como é que você diria pra sua filha que alguém morreu? Cara, não tá mais aqui. Acabou. Não tá mais aqui. Não tá mais aqui. Que feliz, hein? Que que legal. Que maravilha. Que maravilha. Não tá mais aqui. Na cabecita do Gregorinho do Vivier, eu tive um amigo que estudou com Gregório. Eu tenho um amigo que foi colega de sala do Gregório na na faculdade. Mas isso é coisa nada a ver. Eu já contei que eu assisti uma peça do Gregório do Viver. Um homem na lua. Ou é uma noite na lua? Uma noite na lua. Um homem na lua. Faz o fat checking. Aí eu fui com a Isa, a gente era recém casado, eu acho. E aí depois foi domingo à noite, depois do culto, a gente pegou um ônibus, foi pro Teatro Rioar para assistir um monólogo de agora do Viv. O texto era de João Falcão. E ó, foi muito bom, viu? C entre nós aqui antes de todas as polêmicas políticas aí que envolvem a o Porto dos Fundos e o próprio Gregório. Foi foi uma experiência muito boa, foi um texto muito bom, emocionante até, viu? Foi bem legal. Obrigado, Gregório. Mas você tá completamente errado aqui. A experiência de dizer para uma criança que a morte é simplesmente um fim sem propósito, eu garanto, você não tá criando um ateu, você tá criando um cristão. Eu lhe garanto que se você repetir muito isso, você vai incultir nos seus filhos a ideia de uma vida vazia e de uma existência que finda de forma vazia, que olha para mim, isso vai ser uma pregação do evangelho para as filhas do Gregório, tá? A a morte ao lado de alguém que não tem nenhuma esperança para além da vida vai só incutir nas pessoas muito jovens que não existe nenhuma esperança na existência presente, o que faz com que haja um senso de busca para alguê um sentido para além da existência. Foi assim que eu me converti. Eu me converti de tanto ter contato com materiais ateístas, existencialistas, alguns até inilistas de foi poesia parnasiana que me converteu a Jesus Cristo quando eu tinha 14 anos. O Gregório do Viver não sabe, mas ele tá pregando Jesus pros filhos dele quando ele consegue apresentar uma visão tão triste, mesquinha, isolada e atomista de mundo ao dizer que a morte representa simplesmente o fim absoluto da existência. Aí como assim? Mas onde ela tá? Tá falando de quem? Da de de um vovô daavó. Depende de quem. Não, parou. Parou, João. Não, não. Celeste perguntando. Ah, tá. De uma pessoa que ela gosta. Então, morreu. Tem que ser sincero. Morreu, filha, faz parte. As pessoas vem nessa vida, elas nascem. Uma hora elas morrem. Mas o que que é morrer? Morrer é deixar de estar vivo. A gente tá vivo agora. Uma hora a gente não vai mais estar. Olha que sorte. Vamos aproveitar enquanto a gente tá. É, comamos e bebamos que amanhã morreremos. Cara, nunca funcionou para mim? Eu tinha 14 anos e não funcionava para mim. Olha que sorte. Vamos curtir a vida. Por quê? Porque a vida pode acabar a qualquer momento. Cara, se pode acabar a qualquer momento. Como, como é que eu posso curtir uma existência que há de findar a qualquer momento? Eu posso ter um piripacque, um AVC, um infarto, uma bala perdida. Eu posso tropeçar, eu posso engasgar, engasgar com o ossinho da galinha e morrer a qualquer momento. A única forma de curtir essa vida é no ennebreamento. É droga, é álcool, é uma busca hedonista por sexualidade absoluta para que eu não possa pensar nessa existência que pode findar a qualquer segundo. É difícil curtir um filme quando você sabe que a rede elétrica tá instável e a qualquer minuto a internet vai cair, qualquer momento a internet vai cair, a luz vai cair e você tem que desconectar com um filme que qualquer momento pode acabar. E eu não vou poder ver o resto dessa história. E é muito triste tentar viver experiências que não tm significado, sabe? É muito, é uma vida muito triste. O ateísmo é uma impossibilidade prática, mas também é um terror psicológico, emocional e espiritual. É uma existência muito ruim, porque é uma existência baseada em uma busca hedonista pelo nada, em que eu tô tentando encontrar prazer em coisas que não tm nenhum significado. Logo, a vida se reduz a uma tentativa de acúmulo de prazer tátil. Comidas gostosas, bebidas gostosas, experiências sexuais, o que que seja, uma busca por validar alguma coisa emocional. E aí é só isso. É só isso. É uma vida muito triste a ser vivida. Não é uma sorte. Não é uma sorte. Está existir é um azar imenso. Se tudo que nós temos em termos de existência é isso aqui. É uma sorte. Não, mas eu gostava muito da vovó. Da vovó não. Da vovó não. Gostava muito da gente. Ela se mudou. Uma coisa que eu acho bonito de falar, ela se mudou para dentro da gente. Isso eu acredito. Ela não mudou não. Não mudou. Não mudou. Daí, aí, aí já me deixa com chateado. Já não mudou para dentro da gente, não mudou. Ela morreu, a consciência dela foi se embora. Fica dentro da gente só memórias. Memórias não são a pessoa, não é? Se mudou para dentro da gente. Eu odeio essa linguagem, tá? Sabe qual foi a parada que que foi cabal para eu me converter? Foi meu professor de literatura. O cara era uma caipora. Fumava feito uma caipora, chegava fedendo a cigarro na sala de aula, saía para fumar. Era uma porcaria. O cara era uma caipora. Aí o cara falava lá dos dos poetas e dizia assim, ó: "Esse é um imortal". Esse é um imortal, não é? Não é imortal porque ele morreu. Morreu, morreu. A poesia dele ficou, ficou, mas ele morreu, entendeu? E aí, que diabo de imortalidade é essa? Que a consciência dele não existe mais, fica só um subproduto de algo para além dele? Ah, se mudou para dentro da gente. Seria verdade se fosse um episódio de Black Mirror em que eu entro dentro da pessoa e exijo com minha autoconsciência dentro da pessoa. A pessoa não se mudou, ela parou de existir, meu brother. Isso, se você parar para pensar, é um tormento terrível. A ideia de que a pessoa simplesmente deixou de existir, ela não tem mais autoconsciência, acabou, não mudou para dentro da gente de jeito nenhum. Fiz uma poesia, eu tinha um amigo que que fazia poesia comigo no ensino médio. Ah, Felipe Oliveira, o nome dele. Não faço menor ideia de onde é que ele esteja hoje. Foi, foi, eu acho meu grande amigo do ensino médio. O poema se chama Sheol, que é a palavra para morte, sepultura ou inferno no hebraico. E eu escrevi, eu tinha tinha 16 anos quando eu escrevi essa poesia, 17 anos quando escreve essa poesia. estava recém-convertido e eu dizia, "Os poetas já nascem mortos, assim como nós, suas poesias". Mas quando umas dessas vidas vazias encontram sentido em nosso suspiro, toda poética dá um giro e tudo nada contra corrente. O poeta desce a sepultura, mas a poesia vive eternamente. Escrevi isso com 16, 17 anos. Cara, a gente morre, brother. Morre, sabe? Os poetas são, sabe? Vão morrer a qualquer momento. Nascem mortos. As poesias nascem mortas também, porque vão todos acabar. Mas vê só a esperança, né? Quando umas dessas vidas vazias são preenchidas com o nosso suspiro, que o suspiro da poesia, aí aí a poética dá um giro e tudo nada contra corrente, né? O poeta morre, poeta morre, ele desce sepultura. O que é que vive eternamente? É só poesia. O poeta não vive eternamente. Poeta morreu, mas a poesia vive eternamente, certo? Existe uma coisa que dura para além, mas se você levar as últimas consequências, a poesia também vai morrer quando tudo isso aqui passar, quando tudo isso aqui fori embora. E alguém 17 anos não pensou nisso, mas o de 33 tá pensando, vai acabar até a poesia vai se embora. terra, céus e terras passarão. A própria poesia perde o seu sentido, perde a sua existência, perde o seu seu dever de ser. Não existe nenhuma concretude na existência. Se todas as nossas consciências vão-se embora daqui a pouco e podem ir embora a qualquer momento. Não tá dentro da gente não, Gregório, só fica a memória. Eles não se mudaram não. Eles morreram. A pessoa quando morre ela tá mais presente de lá no gente. Isso é verdade, cara. Sei lá, eu passei a pensar mais na minha avó depois que ela morreu. Ela parece de fato, eu falo coisas que ela diria, eu lembro dela. Então isso acho que é uma coisa dá para dizer. Uhum. Ela se mudou hoje, a gente precisa lembrar dela para ela existir. Aquele filme lindo que eu ch Não, não existe. Não existe. Não existe. Não existe. Eu sei que essa é uma tentativa de dar sentido e beleza para uma existência fria e sem sentido. É só uma tentativa de fazer, de dar a impressão de que esta vida fria e vazia tem algum sentido e alguma beleza através de fazer um jogo de palavras que tente apresentar algum tipo de significado para além do significado que a vida realmente não tem. É triste, é triste, é triste. Chorei pr da pizza. Coco. A vida no Brasil chama viva porque não pode chamar coco porque vamos pensar em cocô. Chama viva. Caetano. Caetano deixou meu coco. Tem o coco do Caetano e tem o coco da pizza que é lindo. Aí é isso. A pessoa lindo, né? Um filme com viés religiosos, né? É lindo. Um filme com viés religioso, vamos dizer isso, né? Por isso que é lindo, porque o descrente, o ateu, precisa tomar de alguma forma algumas das dos sentimentos da religião para poder conceder significado paraa existência, mesmo que ele rejeite, né, os elementos da religião. Se diz alguma coisa sobre o sentido da vida, não isso? A pessoa, ela quando morre, ela está viva quando a gente lembra dela. Então diria, vamos lembrar da vovó para tornar ela viva, porque hoje em dia ela depende da gente para estar viva. Pronto. Não é mais bonito do que tá lá, tá olhando pra gente, tá do lado de Deus, porque Deus levou ela de tão boa que ela era, que ele queria ela só para ele. Mas coisa assim, não, não existe isso não. Ela é me parece muito mais bonito que entre nós a ideia de que há um Deus glorioso que nos deu a vida e que nos deu um ciclo de existência, né? É o famoso ciclo sem fim. É o ciclo sem fim que nos guiará, né? A gente tem um ciclo sem fim e a e esse ciclo de vivência, né? Uma hora a gente morre e uma hora Deus nos recolhe para si, para vivermos com ele, está ao seu lado. É muito mais bonito do que a ideia simplesmente uma existência que desaparece, que eu vou ter que fingir que existe uma imortalidade dentro das almas e dos corações. É, é abraçar a sombra rejeitando a substância. É tentar se apegar ao cheiro, abandonando o sabor e a nutrição da comida. Você tenta se se agarrar ao lampejo da luz, mas você abandona o brilho do sol aqui. Ela tá eh viva em outro plano. Ela tá que plano é esse? Quero ir. A criança vai querer morrer. Ela tá lá agora. Ela tá junto com o vovô, tá junto com, sei lá, começo a falar de pessoas que morreram, estão lá nesse lugar incrível. Por que que a pessoa vai? Então, quero morrer para ir para lá. É tudo idiota. Tem que lembrar, não é? Que isso aqui vai acabar e que a gente tem que aproveitar quando tá aqui. Faz sentido ou não? Não. Nenhum sentido, tá, Gregoro do Viver? Porque não é idiota, Gregório, é a fé que guiou e e validou a nossa civilização por milênios, que é revelada pela mensagem de Jesus Cristo, que morreu numa cruz para que possamos encontrar vida e vida em abundância nele, que nos fornece, por meio da certeza que temos do relato da sua morte e ressurreição, a segurança de que ele é o Deus vivo. E sendo o Deus vivo, nos apresenta na sua mensagem qual é o caminho da vida e dos céus. Ah, criança vai querer morrer para ir pro céu? Não, ela vai querer talvez ir pro céu, beleza? No tempo de Deus, foi Deus quem levou a vovó para ele. E no tempo de Deus, Deus vai nos levar para ele. Ora, a gente fala sobre os céus, né? O o meu sogro, o pai da minha esposa é falecido. Nunca conheci ele. Faleceu. Minha esposa tinha, sei lá, 14 anos, alguma coisa assim. Quando eu conheci a Isa, o pai dela tinha morrido já uns três, 4, 5 anos, não lembro exatamente. Minha filha nunca conheceu o avô por parte de mãe. E a gente fala, ele está nos céus, não é? Ele era um pastor da Assembleia de Deus, presbítero da Assembleia de Deus. Quem diz, ele está nos céus, está com o Senhor. E a gente diz: "Não, filha, você um dia vai conhecer o vovô. Um dia você vai pro céu, vai conhecer o vovô, vai estar com Deus. Minha filha nunca quis morrer para ir pro céu. Ela perguntou para quero ir pro céu. Como é que eu faço para ir pro céu? Diz: "Você crê em Jesus? Você ama a Deus e no tempo de Deus ele há de nos levar a ele. Papai e mamãe vão pro céu primeiro. Você vai ficar aqui, vai cuidar dos seus filhos, apresentar o caminho do céu para seus filhos. Então em algum dia você vai pros céus também para estar unida ao vovô, a vovó, ao papai, a mamãe dentro da jornada que Deus preparou para cada um." Isso é muito mais bonito do que essa conversa de, "Ah, comamos e bebamos porque amanhã morreremos", né? A ideia de que existe uma vida real e genuína que se expressa e se estabelece em Deus, em Deus, de forma genuína e real. E aqui, claro, o Gregório acaba sendo um pouco grosseiro com os cristãos, né? Ah, isso é idiota, né? É uma linguagem muito forte para falar sobre a fé dos outros, né? Isso é idiota. Ele chama aqui a ideia de um céu de algo idiota. Tudo bem, não é idiota não, de jeito nenhum. A acusação poderia ser a oposta aqui se a gente quisesse entrar numa numa guerra, né, com o Gregório do Viver. Eu sei o Gregório não deve assistir nenhum desses vídeos, porque no fim das contas devem falar do Gregório o tempo inteiro e ele deve ter uma vida muito mais badalada e muito mais interessante do que ficar vendo vídeo resposta no YouTube. Eu que sou um Zé ninguém, eu que sou um Zé ninguém, não consigo ver todos os vídeos que fazem sobre mim na internet, quanto mais um Gregório do Viver da vida, né? Mas se este vídeo um dia chegar o Gregório do Viver, o que eu acho muito improvável, mas sabe se lá o que é que Deus pode fazer? queria que o Gregório conseguisse, né, um dia encontrar essa esperança, porque veja, eu tenho plena convicção baseada na minha experiência pastoral, que em algum momento essa esse niilismo, essa vida sem significado, essa existência que se baseia unicamente com isso aqui, vai bater de frente com a realidade. E o Gregório um dia vai sentir o frio e gélido vazio desse tipo de visão de mundo. Não tô desejando isso como um mal para ele. Tô dizendo que isso é uma inevitabilidade cósmica, é uma inevitabilidade existencial. Ninguém consegue se anestesiar por tanto tempo, ao ponto de conseguir esconder da própria mente, do próprio coração, o vazio que é viver sem nenhum sentido de eternidade. Até porque eu, como cristão, acredito no que diz Eclesiastes, que vai estabelecer de que Deus colocou dentro de nós um tipo de sentido de eternidade, um tipo de vontade de eternidade que há de se expressar de forma mais concreta quando cremos e seguimos o nosso Cristo ah que morreu na cruz para nos dar um caminho de salvação e redenção. Então espero que no dia que o Gregório sentir esse toque gélido do niilismo, esse toque gélido do vazio, que se ele está, sei lá, se ele já não tiver sentido, né? Que ele encontre uma forma de encontrar sentido e esperança em algo para além dessa vida, que ele possa um dia encontrar alguém que lhe pregue o evangelho, lhe apresente Jesus Cristo. Eu sempre olho para essas pessoas famosíssimas, não é? riquíssimas que são, sei lá, o triple A em termos de fama, em termos de parte de uma elite cultural e coisas assim. Se tem alguém que pregue para eles, tem alguém que apresente o evangelho para eles, ou se eles estão às vezes condenados a sua ouvir pregação de igreja coaching, ah, sei lá, do Neymar falando 100% de Jesus, ou de David Leonardo falando de evangelho de autoajuda ou de igreja com área VIP, sei lá, né? Será que tem alguém que chega nessas pessoas para apresentar a eles o evangelho de forma genuína e fiel? Minha oração é que haja gente que possa pregar o evangelho, que seja capacitado para apresentar a obra perfeita de Cristo Jesus a um Gregório do Viver da vida. Quando o dia chegar, quando o toque, quando ele sentir aquela mão gelada do vazio perto dele, que ele possa lembrar de alguma pregação que recebeu na vida dele, não é? Oro, oro genuinamente que isso possa chegar até ele, que ele possa encontrar sentido e significado, não só para si, mas para as pessoas que ele ama, seja as filhas dele, seja as pessoas que estão à volta dele como amigos, como empresários ou o que é que seja. Bom, esse é o teólogo do Twitter de hoje. Tem um vídeo só, não é? Então é uma sexta-feira, o vídeo ficou um pouco longo. Sempre que falar de uma coisa só fica um pouco longo, eu aproveito para fazer um vídeo fechadinho sobre a única coisa. Se você gosta também do teólogos do Twitter pegando uma única, um único tema e trabalhando ele mais vagorosamente, deixa aqui o seu gostei, se inscreve no canal, usa o nosso cupom Jesus lá na Grofo Suplementos para nos apoiar e eu os espero no próximo vídeo. Um cheiro no seu cangote e tchau tchau.