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A fé vem pelo ouvir

Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: A figueira seca | Dilean & Carol

Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: A figueira seca | Dilean & Carol

Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: A figueira seca | Dilean & Carol

A reflexão profunda apresentada neste vídeo nos convida a repensarem sua jornada espiritual à luz da mente de Cristo, conforme descrito em Filipenses 2:5-11. O narrador conduz o público por uma análise teológica e emocional do sofrimento, serviço e alegria, demonstrando como essas dimensões coexistem na caminhada cristã. Através do exemplo supremo de Jesus — que sendo Deus, esvaziou-se e tornou-se servo — revela-se que a verdadeira glória está na obediência, humildade e entrega.

Partindo do contexto histórico da carta aos Filipenses, escrita por Paulo durante sua prisão, a mensagem mostra como a alegria no sofrimento se torna possível quando compreendemos que seguimos um Messias crucificado. Paulo não apenas reconhece seu próprio sofrimento como parte do plano divino, mas o assume com gratidão, ao entender que sua prisão é uma forma de anunciar o evangelho.

O vídeo oferece um convite desafiador: viver em unidade, com santidade, e permitir que a mente de Cristo transforme nossa forma de pensar, agir e se relacionar. Essa transformação nos chama a participar da missão de Deus no mundo, sendo sinais visíveis do Reino em meio à dor e à esperança.

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Legendas automáticas:

Olá para vocês que agora estão ouvindo a
gente com a voz normal, nada mais aquela
voz robótica, aquela voz saúde,
recuperados, recuperados, saúde é o que
interessa.
O resto não tem pressa. Vamos que vamos,
vamos que vamos. tema, sim, a gente
falar um pouquinho sobre o Ministério
Integre, que é o Ministério de Jovens
aqui da Ibenuto, eu e a Carol aqui, para
falarmos sobre aquilo que a gente tem
falado ao longo desses últimos tempos.
Eu nem lembro agora qual que é o nosso
vídeo, no vídeo cinco, seis, não sei,
não lembro mais. Sim, já falamos muito,
já falamos muito, já sobre parábolas e
atos parabólicos, ações parabólicas. E
aqui a gente vai falar hoje sobre mais
uma, hein? Hoje não é parábola. Hoje é
sobre uma dessas ações parabólicas e
vale a pena a gente colocar de novo, se
você ainda não tá acompanhando. Esse
aqui é o livro, galera. Olha, é o livro
Ah, as Ações parabólicas de Jesus no
Evangelho de Marcos. O autor é o Clyon
Kunz. Ele esteve com a gente no primeiro
vídeo, foi uma entrevista com ele
falando um pouquinho sobre o que o que
significa, qual é a ideia dessa coisa de
ações parabólicas. Sim. E e só pra gente
relembrar aqui, Carol, relembra pra
gente assim rapidinho o que que é uma
ação parabólica. Dil, a gente tá
acostumado com parábolas, a gente tá
acostumado com as histórias que Jesus
conta, né? Com Jesus falando coisas. A
gente até repete essas histórias, mas a
gente não presta muita atenção nas
coisas que Jesus faz. Uhum. Parece que
às vezes passa despercebido, né? Ou ou a
gente lê e não entende muito. Esse foi
um desafio para mim dessa figueira
estéril. Por quê? Porque essa essa ação
parabólica, né, esse esse ensino de
Jesus disfarçado de teatro, né, de
alguma coisa que ele mostra, eh às vezes
a gente ou não entende ou passa
despercebido, é uma coisa muito curtinha
que acontece, que que a gente pula logo
o texto porque a gente quer saber o que
que Jesus vai falar sobre. Então é muito
legal porque o Clyon ele
ele sublinhou pra gente, parece que ele
colocou diante da gente uma novidade,
né? Falou: "Olha, prestem atenção também
nas coisas além do que Jesus fala, nas
coisas que Jesus faz".
Isso por porque aquilo que Jesus faz
também ensina tal qual aquilo que ele
fala, as ações del apresenta uma
verdade, né? Apresenta uma verdade.
Exato. As ações deles não são isoladas,
né? Não são ações simplesmente tipo, ah,
eu tava aqui sem fazer nada, né? Então,
sei lá, já que eu tava sem fazer nada,
vou pegar essa criança aqui no colo e
vou colocar aqui na frente dos
discípulos. Ah, já que eu tava sem fazer
nada mesmo, hoje eu acordei e o céu tá
meio nublado, então acho que sei lá, vou
mal a figueira aqui, não tem nada. Não,
cada ação de Jesus que ficou registrada
nos evangelhos, ela tem em si ensino que
também tá por trás. Ele tava, de certa
forma algumas vezes, ilustrando alguma
coisa para que os discípulos até mesmo
entendessem melhor a lição daquilo que
ele iria falar. E é por isso que casar,
vamos dizer assim, acompanhar aquilo que
ele fala com aquilo que ele faz tá sendo
para mim extremamente gostoso e
proveitoso. Muito, muito, muito mesmo.
Sensacional, sensacional entrar nesses
atos parabólicos, né?
além de ouvir, ver o que Jesus está
fazendo. E esse não não é diferente. Até
mesmo porque, galera, quando a gente
olha pra figueira estére, o texto é o
texto de Marcos, capítulo 11, ele tá
inserido no meio inclusive de atos e e e
falas de Jesus. E ele até mesmo funciona
quase que como um sanduíche, né? Porque
a Jesus faz alguma coisa, depois tem
algumas coisas que também Jesus faz e
fala e depois ele aparece de novo ali no
no no contexto, né? Então e ele de certa
forma tá inserido nisso tudo. E quando a
gente desassocia uma coisa da outra, a
gente fala assim: "Caramba, mano, que
que Jesus parece que não tem nada? Jesus
tava doidão, né, mano? Tipo, o que foi,
cara? Sei lá, acordou, deve ter dormido
de de lado assim. Acordou com torce polo
e tava tava meio chateado da vida. Não
sei. A a a a o caldo de feijão da noite
anterior não fez bem. Que que que raio
que foi que aconteceu, né? E a gente vai
ver que não é isso. Na verdade, tem
realmente um ensino, uma ação parabólica
muito interessante daquilo que envolve
esse texto da figueira estéril. E como
que o texto começa? texto começa e acho
que vale a pena a gente falar um
pouquinho sobre o contexto geral, né,
Carol, para todo mundo mergulhar um
pouquinho aqui, né? O que eu precisei de
eu precisei de contexto. Eu precisei lá
por procurar porque eu falei, gente, o
que que tá acontecendo aqui? Jesus
primeiro, antes da da figueira, né,
antes de ele chega em Jerusalém, tem
aquela entrada tribunal, aí ele vai
visitar o templo, Marcos, Marcos lá, né?
Ele vai até o templo, olha e volta e
sai. O que que isso tem a ver? Por que
que ele faz isso? E aí conta, tem essa
história da figueira. E aí depois da
história da figueira, aí Marcos separa,
né, entre uma coisa e outra, entre a
Jesus falando com a figueira e depois a
figueira seca, tem a questão toda que
ele volta lá no templo e faz a
purificação do templo. Que que tá
acontecendo aqui? Então eu precisei de
contexto, Dil. Olha só. Tá vendo? E
agora você já deu o contexto, nem
preciso mais explicar.
Tudo bom.
O bom é assim que pelo menos já tá tudo
falado, já não tem mais agora dúvida
para ti. Mas exatamente isso, galera.
Então o que que a gente inclusive
precisa conectar com tudo isso? Toda a
expectativa daquilo que tá rolando,
porque vocês lembram da a entrada
triunfal de Jesus, como ela é conhecida,
né? Que a galera tá lá gritando:
"Hosana, ao que vem em nome de Davi e pá
pá pá, em nome do Senhor, na verdade,
né? Pá, aquela coisa pá, aquela e o
pessoal todo animado, tal". Exato. E ele
vem entrando, vem entrando na jumentinha
que tá cumprindo ali o o a profecia
bíblica lá do Antigo Testamento. E o
povo tá naquela aquele alvoroço, aquela
festa e e Jesus entra realmente saudado
como como o rei, como foi colocado. E a
expectativa do povo, sem sombra de
dúvida, era essa. O rei chegou, poxa
vida. Ah, e eles
estavam de Roma. Finalmente a gente vai
ficar livre de Roma, né? A coisa agora
virou ao nosso favor, né? a gente agora
tem essa realidade e a gente percebe
isso até em outros momentos, né? A a
expectativa dessa salvação era muito
grande. Eu me lembro, por exemplo, né,
pensando aqui, lógico, a gente tá
fazendo um outro contexto, mas ah,
quando você tem um anúncio do nascimento
de Jesus lá no livro de Lucas
registrado, e aí então você vai ter
Zacarias tendo toda aquela questão, ele
ficando mudo e depois ele aí quando ele
descobre, vai lá e e volta a falar, né?
É, porque o nené nasce, o João, ele vai
falar: "Caramba, Deus nos visitou com a
sua salvação. Existe essa expectativa no
povo? Não, não dá para negar essa essa
realidade forte que tá lá. Poxa, a gente
a gente precisa se livrar dessa coisa
que tá acontecendo." E agora entra esse
cara que é o rei, né? que que vem sendo
saudado como um rei, mas que a gente
também sabe que a liderança religiosa e
a liderança ali a que envolvia tava ali
com aquela aquele olhar complicado, né,
que não não queria muito bem a ele e os
ensinamentos dele, não tava muito
satisfeito, né, pesso não tava nada
satisfeita com toda aquela coisa, né? E
como a a Carol colocou, Lucas faz
questão de colocar esse adendo muito
bonito dentro do texto, né, que é Lucas
11, o versículo 11. Marcos é Marcos, é
Marcos, perdão, perdão, verdade. Marcos
11:11, ele vai dizer: "Jesus entrou em
Jerusalém, foi até o templo, observou
tudo e saiu fora, né? E foi pra Betânia
na casa daquele amigo deles, né?
daqueles da do Lázaro, do da Marta, da
Maria, tal, tal, que era a os seus
amigos íntimos. E aí então ele passa a
noite lá com com seus amigos,
logicamente também com seus discípulos.
No dia seguinte ele sai de Betânia para
ir a Jerusalém. E parece que Jesus tá
realmente ali já com o foco daquilo que
ele vai fazer, porque afinal de contas
ele foi no templo no dia anterior e viu
a bagunça que tava, viu a desordem que
tava, mas não agiu naquele momento,
deixou pro dia seguinte. E nessa
caminhada com os seus 12, com os seus
discípulos, tem essa história bonita e
ao mesmo tempo meio macabra, né? Vamos
dizer assim, diferentona, né?
Diferentona. Exatamente, né? Aqui é
sabe, a gente ouvindo essa, lendo esse
texto, vem aquela a aquela musiquinha,
né, de filme de terror. Uh,
aquela cena, né, ou aquele silêncio, né,
que a cena que você tá esperando alguma
coisa falar, ah, e chega. Por quê?
Porque ele vai, o texto vai dizer que
ele teve fome, vê uma figueira, vai até
a figueira, chegando nela, ela não tem
fruto e Jesus dá assim uma pancada na
figueira, né? A é assim uma um é é é um
Mike Tyson lutando contra o sei lá,
contra o frangote contra eu. Tomou a
gente fica até com dó. A gente fica até
com dó de da Figueira, porque o que que
tá aí? O que que tá acontecendo? Eu eu
aí eu falei, gente, mas por que, né,
Jesus faria isso, né? Não foi ele que
criou todas as coisas, porque que ele tá
agora, né, fazendo isso com a pobre da
figueira? Mas aí no o próprio Clyon
explica no livro e aí as os comentários,
né, algumas bíblias comentadas, eh os
discípulos teriam entendido isso muito
bem, porque a figueira ela era a
representação do povo de Israel. A gente
já viu isso no no nos profetas, nos
livros anteriores, né, do Antigo
Testamento. Então, existe todo toda uma
figura de representação que a figueira
sempre foi eh como Israel. Então, sempre
que se usou essa essa figura da árvore
da figueira, eu não sei quantas pessoas
conhecem uma figueira, eu já tive a
oportunidade de ficar debaixo de uma
figueira, uma árvore grande, cheia de
folhas, com uma sombra deliciosa.
E a Israel é a a figueira é a
representação do povo de Israel. Então,
quando Jesus faz
essa eh digamos assim, essa
cena, né, ele tá se referindo justamente
ao povo de Israel. E uma árvore frondosa
significa justamente essa questão de eh
esse sanduíche do templo é muito
interessante. Por quê? Porque o templo,
até os próprios discípulos já tinham
mostrado para Jesus isso, né? fala:
"Olha, Senhor, olha o nosso templo, olha
como ele é vistoso, né? Olha como ele é
bonito." E aí Jesus falou: "É, mas não
tá valendo muita coisa e se eu quiser
posso derrubar e e reerguer em três
dias". Ele tá falando dele mesmo, né?
nesse sentido que era mais importante
que o templo. Então aquilo, o templo era
uma representação importante dentro de
Israel, era tinha um significado. E
Jesus com essa representação, com a
figura da figueira, a gente hoje não
entende muito bem, porque talvez a gente
não tenha, eu não sei se existe alguma
representação do Brasil, talvez um pau
Brasil, talvez a gente tem alguma
representação da nossa nação, mas a essa
figueira, ela era uma figura muito
importante representando Israel. E
quando Jesus se aproxima e ele mostra
que a figueira só tem folhas e não tem
frutos, era exatamente o que deveria
estar acontecendo com Israel e com o
templo. Então isso é uma coisa muito
interessante que me chamou muito
atenção, né? Quando eu fui fui buscar o
contexto, eu falei: "Ai, agora tudo faz
sentido agora dá para entender muito bem
porque que Jesus foi no templo primeiro,
deu aquela olhada. Aí quando ele passou
na figueira, isso representa o que é o
que tá acontecendo com Israel agora,
porque é uma árvore cheia de folhas.
Existe uma expectativa em cima dessa
figueira, porque apesar do do texto
falar na que não era época de frutos,
quando a figueira tá cheia de folhas,
ela começa a apontar, né? E parece que
começam a surgir algumas uns frutinhos
menores que começam a apontar uma
possibilidade de frutificar.
Então, e nem isso, nem isso foi
encontrado nessa figueira. Então, é uma
coisa, é uma coisa que é eh por fora
bela viola, por dentro pão bolorento.
Uhum. Eh, eu achei muito interessante
isso, Di. É interessante mesmo, porque a
Antigo Testamento, algumas coisas bem
tradicionais, bem até nem vou dizer
tradicional, bem corriqueira da vida,
foram usadas para fazer uma
representação daquilo que envolvia o
povo e a religiosidade. A religiosidade
aqui, pessoal, não é a religião, mas é é
exatamente o relacionamento com Deus.
Nesse ponto, a figueira era usada, a
videira também é usada algumas vezes.
Por quê? Porque são árvores que eles
viam ali do seu dia a dia, era aquilo
que eles tinham de coisa comum e que
eles podiam, ah, então, relacionar de
uma forma muito tranquila e fácil com o
dia a dia. E e apesar realmente, como
você colocou, de não ser época, a é
interessante, né? O Citon mesmo coloca
também essa questão de como funciona.
Você tem época e os frutos fora de época
inclusive que eram usados para coisas
diferentes, né? Alguns para alimentação,
outros mais para fazer aquele implastro,
né? Aquela comida, né? Então assim, a
comer direto como fruta ou comer com
tipo sera ou alguma outra coisa. Então
assim, você tinha o o você tinha a época
do fruto para comer, mas você tinha
outras épocas que ela dava também para
outras realidades também que envolviam
ali a a o uso normal da da fruta, né?
Mas o que não dá para pra gente
desassociar é exatamente disso, da ação
que Jesus faz com a figueira como uma
ilustração, porque Jesus, ele já sabia
obviamente não só daquilo que ele faria
com a figueira, mas ele sabia do que ele
faria logo em seguida com o templo e ele
já sabia do que que aconteceria no dia
seguinte com os seus discípulos. E
Jesus, então, ele já prepara uma sala de
aula incrível. pros seus discípulos. E
eu acho que e isso para mim é uma das
coisas que me chamou demais a atenção,
porque olha só que interessante tudo
isso. Jesus, ele não simplesmente pegou
e pá, deu uma lição. Ó, tá aqui, galera.
O que vocês precisam aprender é o
seguinte, ó. É o seguinte. Existem
líderes religiosos que são maus, que
estão desencaminhando o povo. Vocês
precisam se ligar nisso, vocês precisam
estar firme na fé de fato. E pá, soltou
aquele aquele verbo todo. Ele preparou.
É, é, é. literalmente, sabe? Sabe a eu
lendo a coisa e aí pensando sobre a
nossa coisa que eu pensei, eu eu sou
pastor de adolescentes da BNU também,
né? de jovens e o de adolescentes. Com
os jovens geralmente a gente tem uma
coisa um pouco mais livre, mais natural,
mas pros adolescentes, e eu vejo muitas
vezes também contato com quem trabalha
com a turma das nações, o nível de
preparo para a lição é extremamente
maior. Porque nos jovens você geralmente
lança um tema, o pessoal debate, a gente
conversa, troca ideia e tal. É uma coisa
um pouco flui, né? Mas com o
adolescente, principalmente com a
criança, você literalmente prepara tudo.
Você já pensa de
animão detalhezinho daquilo que você vai
fazer ao longo do tempo que você vai
estar com ele, ó. Então, nos primeiros
mes falar isso. Então, eu preciso ter
aqui a arvorezinha pronta. Ah, como ela
vai secar, eu já preciso ter a
arrvorezinha seca aqui para mostrar
depois. Eu preciso disso, preciso
daquilo, tal, tal. Prepara tudo. E foi
exatamente o que Jesus fez. Ele preparou
a sala de aula paraa lição do dia
seguinte que ele daria para os seus
discípulos. Gente, isso é muito legal. É
claro que no meio disso tudo precisava
fazer o quê? Eles precisavam ver com
seus próprios olhos toda a maldade que
de fato estava acontecendo, todo o
desvirtuar da realidade que deveria
estar acontecendo, que é o quê? o fato
de que o povo, através inclusive dos
seus líderes religiosos, tinham se
afastado da lei, se afastado de Deus e
transformado o templo que era para ser
chamado de casa de oração, lugar para
todos os povos e aquela coisa toda.
Naquilo que Jesus vai dizer, é um covil
de ladrões. Covil de ladrões. Eu é muito
impressionante porque eh Jesus faz toda
essa preparação. Jesus faz com que os
discípulos entrem. É como se eles
tivessem na história em 3D, né? Os atos,
as ações parabólicas de Jesus, eles são
a fala, o cenário, né, imerso. Então
Jesus mergulha o o os alunos dele, né,
nessa nas histórias, como você contou
aí.
E isso com certeza teria um impacto
muito maior. Então eles olhando a aquela
figueira, primeiro a representação da
figueira que não tem fruto e não tem
possibilidade, não tem perspectiva de
frutificar. Então para que que serve? E
aí eu comecei a pensar sobre isso e
tentar aplicar, né, o o ensino de Jesus
como se eu tivesse lá, como se eu
tivesse dentro do grupo dos discípulos e
falado: "Poxa, o que que isso o que que
isso representa para mim hoje?" né? Que
o que que eu preciso ficar atenta, ao
que que eu preciso ficar atenta ao que
Jesus está falando? Porque o as
parábolas e ações parabólicas de Jesus,
elas têm efeito até hoje. Então o essa
árvore frondosa que parece que que vai
dar alguma coisa, mas quando a gente se
aproxima dela não tem nada, não tem
fruto. E aí depois Jesus vai no templo e
faz toda aquela eh que também é uma ação
parabólica, né? E olha, ó, espalho,
talvez a gente possa falar disso depois,
hein? da purificação do templo. E são
dois atos parabólicos que parecem
desconexos paraa gente, mas os
discípulos teriam correlacionado eles.
Sim. E aí, eh, não tem como não falar de
fruto e não lembrar de Gálatas. Uhum.
Né? de dos do fruto do espírito. E eu
fiquei pensando sobre isso, sobre como o
que Jesus é, como Jesus olhou para
Israel e qual era expectativa, porque a
gente falou no começo, o o pessoal, o
povo ali tinha uma expectativa com
relação a Jesus, mas Jesus também tinha
uma expectativa com relação à aquele
povo. Jesus também esperava deles que
eles produzissem fruto e não tava
acontecendo. e todo aquele templo
suntuoso, como se fosse uma árvore
afrondosa que chama as pessoas para
debaixo da sua sombra, todo aquele
templo, toda aquela estrutura, todo
aquele, né, o o aquela estrutura
sacerdotal e de sacrifícios. Para que
que serve tudo isso, Dil? O que é que
eles estavam fazendo com o que Deus deu
para eles, né? Então, o fato de não
produzir fruto é uma coisa muito séria,
porque Deus dá todas as possibilidades
pra gente. Deus caminha com a gente,
Deus ensina a gente e aí cabe a gente
produzir frutos, cabe a gente se
relacionando com Deus. Eh, para que aí
eu fiquei pensando para que serve, por
exemplo, eh, os nossos grandes eventos
eh quando a gente faz alguma coisa,
quando a gente quer fazer alguma coisa
pro reino, né, que a gente tenta fazer
um montar um cenário muito grande, mas
será que a gente tá conseguindo eh
impactar as pessoas? Será que a gente tá
conseguindo atingir o coração das
pessoas? Porque o templo não tava mais
servindo para isso. O templo, quando
Jesus chega lá depois dessa do ato da
fegueira, quando Jesus chega lá para
purificar o templo, o templo tá servindo
só para para uma para ganho
pessoal. Aquela estrutura toda tava
servindo só para o que eu quero, pros
meus propósitos. Uhum. Então eu fiquei,
eu fiquei refletindo sobre isso, sobre o
que será
que Jesus se aproximando de mim e tendo
essa expectativa e aí que que você vai
fazer com tudo que eu te dei, com os
talentos que eu te dei, com as
habilidades que eu te dei? Será que será
que a gente tá montando uma estrutura
muito grande para no fim não impactar a
vida de ninguém, não tocar o coração,
não, não transformar? E olha só como o
próprio Jesus, ele é ele faz o
contrário. Jesus não monta cenário
nenhum, né? Ele chama pessoas para
próximo dele e ele fala com as pessoas,
ele impacta a vida das pessoas, ele
transforma cada um com a maneira dele
ser, com as coisas que ele fala, né?
Então é um contraste muito grande. Eu
fiquei refletindo sobre isso e sobre
como a gente poderia eh eh entender esse
ensino de Jesus e e aplicar na nossa
vida. E e isso que você tá falando,
Carol, tem a ver com o que é ser o
integre. O integre é exatamente isso.
Você vê que o integre a gente não faz
grandes eventos. O que que a gente faz?
A gente quer que pessoas impactadas pela
mensagem do evangelho sejam bênção na
vida de outras pessoas. Ah, e caminhem
juntos. A gente tem, eu tenho, por
exemplo, toda terça-feira, e fora isso,
qualquer outro dia, como pastor de
jovens, o tempo dado para que a gente
possa ter contato com todos os jovens.
Toda terça-feira eu passo o dia inteiro
à disposição para ter conversas, para
bater papo, pra gente caminhar junto,
para fazer várias coisas. E fora isso, o
que que o Integre faz? Visita ao PEP,
viagem
missionária, a visita ao projeto UNA. A
a gente caminha num certo objetivo que a
questão exatamente é como a gente
impacta a vida de pessoas, como a gente
relaciona, como a gente usa aquilo que
Deus nos deu para exatamente caminhar
dentro dessa forma. Inclusive até os
gequens. O que que é o geek? É
exatamente esse momento de
relacionamento, de um ser impacto na
vida do outro e com isso o grupo se unir
para impactar outras pessoas, para
principalmente aqueles que não foram
atingidos ainda pela graça de Deus, eles
receberem isso. É aí o geek, a função
dele é eu encorajar a Carol, a Carol me
encorajar, apesar de que a gente não faz
parte do mesmo geek, mas é só pra gente,
só para entender aqui quem são as
pessoas do meu convívio diário que eu
posso trazer para o pra graça, para
apresentar a graça? Quem são as pessoas
que a Carol tem de relacionamento que
ela e eu encorajá-la a fazer isso? E
isso é exatamente esse processo que vai
envolver exatamente essa realidade. A
minha casa é o quê? é a casa de
oração, ou seja, é a conção entre a
pessoa e o seu Deus.
Ah, é o relacionamento íntimo ele e é um
relacionamento aberto nesse sentido para
que todas as pessoas do mundo recebam
essa mesma oportunidade. Ou seja, não é
o não é a casa de oração minha com o meu
Deus, é a casa de oração dos povos para
com esse meu Deus, que é o Deus que eu
amo, o Deus que eu sirvo, o Deus que eu
recebi a sua graça. E é nesse processo
que Jesus, inclusive vai agora trazer
aqueles alunos pra sala de aula no dia
seguinte, porque gente é muito
interessante. E eu confesso que eu fiz
uma leitura aqui, uma leitura de
leanística, né? Então, ah, e você
imagina, quando vai acrescenta aí mais
um evangelho, acrescenta. Exatamente,
né?
Então, a aí imagina lá, né? Você tá
andando todo fanfarrão e aí chega lá, o
pessoal fala assim: "Caramba, Dil, olha
lá aquilo que tu falou ontem lá,
aconteceu, tá lá, Figueira, vocês estão
o quê? Vocês estão duvidando de mim,
seus mané? Vocês estão achando que eu
sou o quê? E bá, sabe? Tipo, eu eu ali
então agora subi em cima da folha de
jornal e falar: "Agora vocês vão ouvir
meia hora aqui de apresentação pessoal".
Cara, a resposta de Jesus é simplesmente
uma das coisas mais impressionantes,
porque ele tá conectada a ação
parabólica e o ensino que ele quis
trazer precisam estar conectados. Quando
ele segou, secou a figueira, ele
preparou a sala de aula para aquilo que
ele ele falaria mais na frente comos
seus discípulos. E o que ele falou, ele
preparou a mente e o coração, né, Dil?
Ele abriu. Quando você visualiza alguma
coisa, você abre a mente e o coração e
fala agora. E agora que significa? A
resposta de Jesus foi: "Tenham fé em
Deus". Cara,
é isso. Doideira. A mensagem de A
mensagem fala assim, ó. Jesus foi
direto. Assumam de fato o seu
compromisso com Deus e nada será difícil
para vocês. É confiar, é depositar toda
a confiança em Deus e não em si mesmo.
Acabou. Acabou. É, é, é, é, é
impressionante. Porque então o que que o
ato da figueira a seca nos ensina? que a
gente tem que ter um compromisso
verdadeiro, não um compromisso como os
caras do templo que estavam no ambiente
religioso, mas sem nenhuma ligação com
Deus. Uhum. é um compromisso de fato, um
compromisso real, um compromisso
verdadeiro com esse Deus que realmente é
o Deus impressionante, que seca e que
inclusive dá essa e esse esse ensino de
Jesus agora falando uma coisa
extremamente grandiosa para o pessoal
entender. Cara, olha, a verdade é o
seguro. Se você tiver esse compromisso,
você vai dizer não pra figueira secar.
Você vai dizer, ó, ô ô ô mant monte,
tire-se no mar. E ele vai, ele, lógico,
Jesus não tá falando, cara, sai igual um
doido aí mudando a geografia no seu
lugar. Não é isso, mas exatamente é é
essa relação pessoal, essa fé de que não
duvida de que realmente Deus existe,
Deus tem um relacionamento comigo, que a
existe sim essa conexão entre eu e o meu
Deus. Ela é real, ela é verdadeira e com
certeza, como a Carol colocou, ela
produz frutos. Então, essas relações, ó,
faz isso, faz aquilo, faz aquilo, são
esses frutos, frutos que e eles são
adivindos de uma fé real e que abençoam
as pessoas de em vez de explorar as
pessoas, como tava acontecendo no
templo. Porque olha só que curioso, eh,
aqueles líderes religiosos e toda aquela
estrutura do templo que foi construída,
é, no fim das contas, o quê? Eu confio
em mim. Eu confio na minha interpretação
das coisas. Eu confio no meu taco. Eu
confio naquilo que eu acho que tem que
ser feito. E por isso que os caras
queriam perseguir Jesus e matar Jesus,
né? Porque Jesus estava ainda. Quero
vantagens financeiras ainda por cima. E
ainda tem o o o bônus, né? Olha, olha o
fruto daquilo que é eu confiar em mim
mesmo, é explorar os outros.
Então Jesus tá invertendo isso,
mostrando, contando toda essa eh
história, mostrando, né, encando tudo
isso. Deus tá mostrando pra gente que a
confiança dos caras estava no lugar
errado. Quando a gente confia na gente,
na nossa interpretação das coisas, no
nosso olhar, naquilo que eu quero para
mim, o fruto é a exploração, a
exploração do outro. Mas quando eu
confio em Deus, aí eu me torno uma
figueira frondosa que produz frutos
deliciosos, né, saborosos. a gente tem
sabor. Quando a gente confia, quando a
gente bota a nossa confiança em Deus, a
gente reconhece quem a gente é, que a
gente é frágil, que a gente não tem boas
características, né? Que o que a gente
precisa é do fruto do espírito, amor,
alegria, paz, longanimidade,
benignidade, todas aquelas coisas, né?
Domínio próprio, mansidão e tudo isso. A
gente só consegue produzir isso ligado
com Deus. Quando a gente confia em Deus
e bota toda a nossa deposita tudo nele,
né? a gente não tem capacidade de
produzir frutos sozinho. Então, quando a
gente confia nele, aí a gente começa a
caminhada e começa a perceber quem Deus
é, quem eu sou, o meu lugar no mundo e
que eu preciso produzir esses frutos
exatamente como Jesus esperava da da do
povo, dos líderes religiosos e que não
aconteceu. Então, que a gente consiga
perceber isso e ser diferente e confiar
em Deus para conseguir produzir esses
frutos que abençoam as pessoas à nossa
volta.
E galera, se você quer caminhar junto
com pessoas que estão nesse propósito, a
gente convida. Amanhã, 9:30 da manhã,
temos o nosso culto. Às 11:15 temos a
nossa
celebração. Você é convidado a estar com
a gente, a nos conhecer, a bater um
papo, a dar um abraço. A gente de
repente conversar um pouco mais sobre a
figueira. sobre o jovem, sobre aquilo
que você quiser. Nós estamos aqui na rua
Tianguá, número 25. E se você não está
aqui por São Paulo também às 9:30 da
manhã nós temos a nossa celebração
online. Sai um vai sair aqui um uma
mensagem especial para você aqui no
canal do YouTube da IB. E se você ainda
não é inscrito nesse canal, se inscreve
aí, cara. É grátis. Pode deixar que a
Carol pagou a sua inscrição. Pode ficar
com você se inscreve, tá de boa, tá bom?
Se inscreve aí, acompanha porque sai
vídeo novo quase todo dia aqui na IBNU.
Nós temos a mensagens, temos aula de
teologia, temos live sobre assuntos
diversos, temos muita coisa gostosa para
abençoar a sua vida. Então isso aí, o
importante é a gente tá junto e caminhar
junto. Ob. É isso aí. E sábado que vem
temos mais um vídeo. Você é nosso
convidado a acompanhar mais uma
parábola. Grande abraço, Carol. Deus
abençoe. Grande abraço. Tchau.
[Música]

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