Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: A figueira seca | Dilean & Carol
17/05/2025
Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: A figueira seca | Dilean & Carol
A reflexão profunda apresentada neste vídeo nos convida a repensarem sua jornada espiritual à luz da mente de Cristo, conforme descrito em Filipenses 2:5-11. O narrador conduz o público por uma análise teológica e emocional do sofrimento, serviço e alegria, demonstrando como essas dimensões coexistem na caminhada cristã. Através do exemplo supremo de Jesus — que sendo Deus, esvaziou-se e tornou-se servo — revela-se que a verdadeira glória está na obediência, humildade e entrega.
Partindo do contexto histórico da carta aos Filipenses, escrita por Paulo durante sua prisão, a mensagem mostra como a alegria no sofrimento se torna possível quando compreendemos que seguimos um Messias crucificado. Paulo não apenas reconhece seu próprio sofrimento como parte do plano divino, mas o assume com gratidão, ao entender que sua prisão é uma forma de anunciar o evangelho.
O vídeo oferece um convite desafiador: viver em unidade, com santidade, e permitir que a mente de Cristo transforme nossa forma de pensar, agir e se relacionar. Essa transformação nos chama a participar da missão de Deus no mundo, sendo sinais visíveis do Reino em meio à dor e à esperança.
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Fonte: Com IBNU
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Olá para vocês que agora estão ouvindo a gente com a voz normal, nada mais aquela voz robótica, aquela voz saúde, recuperados, recuperados, saúde é o que interessa. O resto não tem pressa. Vamos que vamos, vamos que vamos. tema, sim, a gente falar um pouquinho sobre o Ministério Integre, que é o Ministério de Jovens aqui da Ibenuto, eu e a Carol aqui, para falarmos sobre aquilo que a gente tem falado ao longo desses últimos tempos. Eu nem lembro agora qual que é o nosso vídeo, no vídeo cinco, seis, não sei, não lembro mais. Sim, já falamos muito, já falamos muito, já sobre parábolas e atos parabólicos, ações parabólicas. E aqui a gente vai falar hoje sobre mais uma, hein? Hoje não é parábola. Hoje é sobre uma dessas ações parabólicas e vale a pena a gente colocar de novo, se você ainda não tá acompanhando. Esse aqui é o livro, galera. Olha, é o livro Ah, as Ações parabólicas de Jesus no Evangelho de Marcos. O autor é o Clyon Kunz. Ele esteve com a gente no primeiro vídeo, foi uma entrevista com ele falando um pouquinho sobre o que o que significa, qual é a ideia dessa coisa de ações parabólicas. Sim. E e só pra gente relembrar aqui, Carol, relembra pra gente assim rapidinho o que que é uma ação parabólica. Dil, a gente tá acostumado com parábolas, a gente tá acostumado com as histórias que Jesus conta, né? Com Jesus falando coisas. A gente até repete essas histórias, mas a gente não presta muita atenção nas coisas que Jesus faz. Uhum. Parece que às vezes passa despercebido, né? Ou ou a gente lê e não entende muito. Esse foi um desafio para mim dessa figueira estéril. Por quê? Porque essa essa ação parabólica, né, esse esse ensino de Jesus disfarçado de teatro, né, de alguma coisa que ele mostra, eh às vezes a gente ou não entende ou passa despercebido, é uma coisa muito curtinha que acontece, que que a gente pula logo o texto porque a gente quer saber o que que Jesus vai falar sobre. Então é muito legal porque o Clyon ele ele sublinhou pra gente, parece que ele colocou diante da gente uma novidade, né? Falou: "Olha, prestem atenção também nas coisas além do que Jesus fala, nas coisas que Jesus faz". Isso por porque aquilo que Jesus faz também ensina tal qual aquilo que ele fala, as ações del apresenta uma verdade, né? Apresenta uma verdade. Exato. As ações deles não são isoladas, né? Não são ações simplesmente tipo, ah, eu tava aqui sem fazer nada, né? Então, sei lá, já que eu tava sem fazer nada, vou pegar essa criança aqui no colo e vou colocar aqui na frente dos discípulos. Ah, já que eu tava sem fazer nada mesmo, hoje eu acordei e o céu tá meio nublado, então acho que sei lá, vou mal a figueira aqui, não tem nada. Não, cada ação de Jesus que ficou registrada nos evangelhos, ela tem em si ensino que também tá por trás. Ele tava, de certa forma algumas vezes, ilustrando alguma coisa para que os discípulos até mesmo entendessem melhor a lição daquilo que ele iria falar. E é por isso que casar, vamos dizer assim, acompanhar aquilo que ele fala com aquilo que ele faz tá sendo para mim extremamente gostoso e proveitoso. Muito, muito, muito mesmo. Sensacional, sensacional entrar nesses atos parabólicos, né? além de ouvir, ver o que Jesus está fazendo. E esse não não é diferente. Até mesmo porque, galera, quando a gente olha pra figueira estére, o texto é o texto de Marcos, capítulo 11, ele tá inserido no meio inclusive de atos e e e falas de Jesus. E ele até mesmo funciona quase que como um sanduíche, né? Porque a Jesus faz alguma coisa, depois tem algumas coisas que também Jesus faz e fala e depois ele aparece de novo ali no no no contexto, né? Então e ele de certa forma tá inserido nisso tudo. E quando a gente desassocia uma coisa da outra, a gente fala assim: "Caramba, mano, que que Jesus parece que não tem nada? Jesus tava doidão, né, mano? Tipo, o que foi, cara? Sei lá, acordou, deve ter dormido de de lado assim. Acordou com torce polo e tava tava meio chateado da vida. Não sei. A a a a o caldo de feijão da noite anterior não fez bem. Que que que raio que foi que aconteceu, né? E a gente vai ver que não é isso. Na verdade, tem realmente um ensino, uma ação parabólica muito interessante daquilo que envolve esse texto da figueira estéril. E como que o texto começa? texto começa e acho que vale a pena a gente falar um pouquinho sobre o contexto geral, né, Carol, para todo mundo mergulhar um pouquinho aqui, né? O que eu precisei de eu precisei de contexto. Eu precisei lá por procurar porque eu falei, gente, o que que tá acontecendo aqui? Jesus primeiro, antes da da figueira, né, antes de ele chega em Jerusalém, tem aquela entrada tribunal, aí ele vai visitar o templo, Marcos, Marcos lá, né? Ele vai até o templo, olha e volta e sai. O que que isso tem a ver? Por que que ele faz isso? E aí conta, tem essa história da figueira. E aí depois da história da figueira, aí Marcos separa, né, entre uma coisa e outra, entre a Jesus falando com a figueira e depois a figueira seca, tem a questão toda que ele volta lá no templo e faz a purificação do templo. Que que tá acontecendo aqui? Então eu precisei de contexto, Dil. Olha só. Tá vendo? E agora você já deu o contexto, nem preciso mais explicar. Tudo bom. O bom é assim que pelo menos já tá tudo falado, já não tem mais agora dúvida para ti. Mas exatamente isso, galera. Então o que que a gente inclusive precisa conectar com tudo isso? Toda a expectativa daquilo que tá rolando, porque vocês lembram da a entrada triunfal de Jesus, como ela é conhecida, né? Que a galera tá lá gritando: "Hosana, ao que vem em nome de Davi e pá pá pá, em nome do Senhor, na verdade, né? Pá, aquela coisa pá, aquela e o pessoal todo animado, tal". Exato. E ele vem entrando, vem entrando na jumentinha que tá cumprindo ali o o a profecia bíblica lá do Antigo Testamento. E o povo tá naquela aquele alvoroço, aquela festa e e Jesus entra realmente saudado como como o rei, como foi colocado. E a expectativa do povo, sem sombra de dúvida, era essa. O rei chegou, poxa vida. Ah, e eles estavam de Roma. Finalmente a gente vai ficar livre de Roma, né? A coisa agora virou ao nosso favor, né? a gente agora tem essa realidade e a gente percebe isso até em outros momentos, né? A a expectativa dessa salvação era muito grande. Eu me lembro, por exemplo, né, pensando aqui, lógico, a gente tá fazendo um outro contexto, mas ah, quando você tem um anúncio do nascimento de Jesus lá no livro de Lucas registrado, e aí então você vai ter Zacarias tendo toda aquela questão, ele ficando mudo e depois ele aí quando ele descobre, vai lá e e volta a falar, né? É, porque o nené nasce, o João, ele vai falar: "Caramba, Deus nos visitou com a sua salvação. Existe essa expectativa no povo? Não, não dá para negar essa essa realidade forte que tá lá. Poxa, a gente a gente precisa se livrar dessa coisa que tá acontecendo." E agora entra esse cara que é o rei, né? que que vem sendo saudado como um rei, mas que a gente também sabe que a liderança religiosa e a liderança ali a que envolvia tava ali com aquela aquele olhar complicado, né, que não não queria muito bem a ele e os ensinamentos dele, não tava muito satisfeito, né, pesso não tava nada satisfeita com toda aquela coisa, né? E como a a Carol colocou, Lucas faz questão de colocar esse adendo muito bonito dentro do texto, né, que é Lucas 11, o versículo 11. Marcos é Marcos, é Marcos, perdão, perdão, verdade. Marcos 11:11, ele vai dizer: "Jesus entrou em Jerusalém, foi até o templo, observou tudo e saiu fora, né? E foi pra Betânia na casa daquele amigo deles, né? daqueles da do Lázaro, do da Marta, da Maria, tal, tal, que era a os seus amigos íntimos. E aí então ele passa a noite lá com com seus amigos, logicamente também com seus discípulos. No dia seguinte ele sai de Betânia para ir a Jerusalém. E parece que Jesus tá realmente ali já com o foco daquilo que ele vai fazer, porque afinal de contas ele foi no templo no dia anterior e viu a bagunça que tava, viu a desordem que tava, mas não agiu naquele momento, deixou pro dia seguinte. E nessa caminhada com os seus 12, com os seus discípulos, tem essa história bonita e ao mesmo tempo meio macabra, né? Vamos dizer assim, diferentona, né? Diferentona. Exatamente, né? Aqui é sabe, a gente ouvindo essa, lendo esse texto, vem aquela a aquela musiquinha, né, de filme de terror. Uh, aquela cena, né, ou aquele silêncio, né, que a cena que você tá esperando alguma coisa falar, ah, e chega. Por quê? Porque ele vai, o texto vai dizer que ele teve fome, vê uma figueira, vai até a figueira, chegando nela, ela não tem fruto e Jesus dá assim uma pancada na figueira, né? A é assim uma um é é é um Mike Tyson lutando contra o sei lá, contra o frangote contra eu. Tomou a gente fica até com dó. A gente fica até com dó de da Figueira, porque o que que tá aí? O que que tá acontecendo? Eu eu aí eu falei, gente, mas por que, né, Jesus faria isso, né? Não foi ele que criou todas as coisas, porque que ele tá agora, né, fazendo isso com a pobre da figueira? Mas aí no o próprio Clyon explica no livro e aí as os comentários, né, algumas bíblias comentadas, eh os discípulos teriam entendido isso muito bem, porque a figueira ela era a representação do povo de Israel. A gente já viu isso no no nos profetas, nos livros anteriores, né, do Antigo Testamento. Então, existe todo toda uma figura de representação que a figueira sempre foi eh como Israel. Então, sempre que se usou essa essa figura da árvore da figueira, eu não sei quantas pessoas conhecem uma figueira, eu já tive a oportunidade de ficar debaixo de uma figueira, uma árvore grande, cheia de folhas, com uma sombra deliciosa. E a Israel é a a figueira é a representação do povo de Israel. Então, quando Jesus faz essa eh digamos assim, essa cena, né, ele tá se referindo justamente ao povo de Israel. E uma árvore frondosa significa justamente essa questão de eh esse sanduíche do templo é muito interessante. Por quê? Porque o templo, até os próprios discípulos já tinham mostrado para Jesus isso, né? fala: "Olha, Senhor, olha o nosso templo, olha como ele é vistoso, né? Olha como ele é bonito." E aí Jesus falou: "É, mas não tá valendo muita coisa e se eu quiser posso derrubar e e reerguer em três dias". Ele tá falando dele mesmo, né? nesse sentido que era mais importante que o templo. Então aquilo, o templo era uma representação importante dentro de Israel, era tinha um significado. E Jesus com essa representação, com a figura da figueira, a gente hoje não entende muito bem, porque talvez a gente não tenha, eu não sei se existe alguma representação do Brasil, talvez um pau Brasil, talvez a gente tem alguma representação da nossa nação, mas a essa figueira, ela era uma figura muito importante representando Israel. E quando Jesus se aproxima e ele mostra que a figueira só tem folhas e não tem frutos, era exatamente o que deveria estar acontecendo com Israel e com o templo. Então isso é uma coisa muito interessante que me chamou muito atenção, né? Quando eu fui fui buscar o contexto, eu falei: "Ai, agora tudo faz sentido agora dá para entender muito bem porque que Jesus foi no templo primeiro, deu aquela olhada. Aí quando ele passou na figueira, isso representa o que é o que tá acontecendo com Israel agora, porque é uma árvore cheia de folhas. Existe uma expectativa em cima dessa figueira, porque apesar do do texto falar na que não era época de frutos, quando a figueira tá cheia de folhas, ela começa a apontar, né? E parece que começam a surgir algumas uns frutinhos menores que começam a apontar uma possibilidade de frutificar. Então, e nem isso, nem isso foi encontrado nessa figueira. Então, é uma coisa, é uma coisa que é eh por fora bela viola, por dentro pão bolorento. Uhum. Eh, eu achei muito interessante isso, Di. É interessante mesmo, porque a Antigo Testamento, algumas coisas bem tradicionais, bem até nem vou dizer tradicional, bem corriqueira da vida, foram usadas para fazer uma representação daquilo que envolvia o povo e a religiosidade. A religiosidade aqui, pessoal, não é a religião, mas é é exatamente o relacionamento com Deus. Nesse ponto, a figueira era usada, a videira também é usada algumas vezes. Por quê? Porque são árvores que eles viam ali do seu dia a dia, era aquilo que eles tinham de coisa comum e que eles podiam, ah, então, relacionar de uma forma muito tranquila e fácil com o dia a dia. E e apesar realmente, como você colocou, de não ser época, a é interessante, né? O Citon mesmo coloca também essa questão de como funciona. Você tem época e os frutos fora de época inclusive que eram usados para coisas diferentes, né? Alguns para alimentação, outros mais para fazer aquele implastro, né? Aquela comida, né? Então assim, a comer direto como fruta ou comer com tipo sera ou alguma outra coisa. Então assim, você tinha o o você tinha a época do fruto para comer, mas você tinha outras épocas que ela dava também para outras realidades também que envolviam ali a a o uso normal da da fruta, né? Mas o que não dá para pra gente desassociar é exatamente disso, da ação que Jesus faz com a figueira como uma ilustração, porque Jesus, ele já sabia obviamente não só daquilo que ele faria com a figueira, mas ele sabia do que ele faria logo em seguida com o templo e ele já sabia do que que aconteceria no dia seguinte com os seus discípulos. E Jesus, então, ele já prepara uma sala de aula incrível. pros seus discípulos. E eu acho que e isso para mim é uma das coisas que me chamou demais a atenção, porque olha só que interessante tudo isso. Jesus, ele não simplesmente pegou e pá, deu uma lição. Ó, tá aqui, galera. O que vocês precisam aprender é o seguinte, ó. É o seguinte. Existem líderes religiosos que são maus, que estão desencaminhando o povo. Vocês precisam se ligar nisso, vocês precisam estar firme na fé de fato. E pá, soltou aquele aquele verbo todo. Ele preparou. É, é, é. literalmente, sabe? Sabe a eu lendo a coisa e aí pensando sobre a nossa coisa que eu pensei, eu eu sou pastor de adolescentes da BNU também, né? de jovens e o de adolescentes. Com os jovens geralmente a gente tem uma coisa um pouco mais livre, mais natural, mas pros adolescentes, e eu vejo muitas vezes também contato com quem trabalha com a turma das nações, o nível de preparo para a lição é extremamente maior. Porque nos jovens você geralmente lança um tema, o pessoal debate, a gente conversa, troca ideia e tal. É uma coisa um pouco flui, né? Mas com o adolescente, principalmente com a criança, você literalmente prepara tudo. Você já pensa de animão detalhezinho daquilo que você vai fazer ao longo do tempo que você vai estar com ele, ó. Então, nos primeiros mes falar isso. Então, eu preciso ter aqui a arvorezinha pronta. Ah, como ela vai secar, eu já preciso ter a arrvorezinha seca aqui para mostrar depois. Eu preciso disso, preciso daquilo, tal, tal. Prepara tudo. E foi exatamente o que Jesus fez. Ele preparou a sala de aula paraa lição do dia seguinte que ele daria para os seus discípulos. Gente, isso é muito legal. É claro que no meio disso tudo precisava fazer o quê? Eles precisavam ver com seus próprios olhos toda a maldade que de fato estava acontecendo, todo o desvirtuar da realidade que deveria estar acontecendo, que é o quê? o fato de que o povo, através inclusive dos seus líderes religiosos, tinham se afastado da lei, se afastado de Deus e transformado o templo que era para ser chamado de casa de oração, lugar para todos os povos e aquela coisa toda. Naquilo que Jesus vai dizer, é um covil de ladrões. Covil de ladrões. Eu é muito impressionante porque eh Jesus faz toda essa preparação. Jesus faz com que os discípulos entrem. É como se eles tivessem na história em 3D, né? Os atos, as ações parabólicas de Jesus, eles são a fala, o cenário, né, imerso. Então Jesus mergulha o o os alunos dele, né, nessa nas histórias, como você contou aí. E isso com certeza teria um impacto muito maior. Então eles olhando a aquela figueira, primeiro a representação da figueira que não tem fruto e não tem possibilidade, não tem perspectiva de frutificar. Então para que que serve? E aí eu comecei a pensar sobre isso e tentar aplicar, né, o o ensino de Jesus como se eu tivesse lá, como se eu tivesse dentro do grupo dos discípulos e falado: "Poxa, o que que isso o que que isso representa para mim hoje?" né? Que o que que eu preciso ficar atenta, ao que que eu preciso ficar atenta ao que Jesus está falando? Porque o as parábolas e ações parabólicas de Jesus, elas têm efeito até hoje. Então o essa árvore frondosa que parece que que vai dar alguma coisa, mas quando a gente se aproxima dela não tem nada, não tem fruto. E aí depois Jesus vai no templo e faz toda aquela eh que também é uma ação parabólica, né? E olha, ó, espalho, talvez a gente possa falar disso depois, hein? da purificação do templo. E são dois atos parabólicos que parecem desconexos paraa gente, mas os discípulos teriam correlacionado eles. Sim. E aí, eh, não tem como não falar de fruto e não lembrar de Gálatas. Uhum. Né? de dos do fruto do espírito. E eu fiquei pensando sobre isso, sobre como o que Jesus é, como Jesus olhou para Israel e qual era expectativa, porque a gente falou no começo, o o pessoal, o povo ali tinha uma expectativa com relação a Jesus, mas Jesus também tinha uma expectativa com relação à aquele povo. Jesus também esperava deles que eles produzissem fruto e não tava acontecendo. e todo aquele templo suntuoso, como se fosse uma árvore afrondosa que chama as pessoas para debaixo da sua sombra, todo aquele templo, toda aquela estrutura, todo aquele, né, o o aquela estrutura sacerdotal e de sacrifícios. Para que que serve tudo isso, Dil? O que é que eles estavam fazendo com o que Deus deu para eles, né? Então, o fato de não produzir fruto é uma coisa muito séria, porque Deus dá todas as possibilidades pra gente. Deus caminha com a gente, Deus ensina a gente e aí cabe a gente produzir frutos, cabe a gente se relacionando com Deus. Eh, para que aí eu fiquei pensando para que serve, por exemplo, eh, os nossos grandes eventos eh quando a gente faz alguma coisa, quando a gente quer fazer alguma coisa pro reino, né, que a gente tenta fazer um montar um cenário muito grande, mas será que a gente tá conseguindo eh impactar as pessoas? Será que a gente tá conseguindo atingir o coração das pessoas? Porque o templo não tava mais servindo para isso. O templo, quando Jesus chega lá depois dessa do ato da fegueira, quando Jesus chega lá para purificar o templo, o templo tá servindo só para para uma para ganho pessoal. Aquela estrutura toda tava servindo só para o que eu quero, pros meus propósitos. Uhum. Então eu fiquei, eu fiquei refletindo sobre isso, sobre o que será que Jesus se aproximando de mim e tendo essa expectativa e aí que que você vai fazer com tudo que eu te dei, com os talentos que eu te dei, com as habilidades que eu te dei? Será que será que a gente tá montando uma estrutura muito grande para no fim não impactar a vida de ninguém, não tocar o coração, não, não transformar? E olha só como o próprio Jesus, ele é ele faz o contrário. Jesus não monta cenário nenhum, né? Ele chama pessoas para próximo dele e ele fala com as pessoas, ele impacta a vida das pessoas, ele transforma cada um com a maneira dele ser, com as coisas que ele fala, né? Então é um contraste muito grande. Eu fiquei refletindo sobre isso e sobre como a gente poderia eh eh entender esse ensino de Jesus e e aplicar na nossa vida. E e isso que você tá falando, Carol, tem a ver com o que é ser o integre. O integre é exatamente isso. Você vê que o integre a gente não faz grandes eventos. O que que a gente faz? A gente quer que pessoas impactadas pela mensagem do evangelho sejam bênção na vida de outras pessoas. Ah, e caminhem juntos. A gente tem, eu tenho, por exemplo, toda terça-feira, e fora isso, qualquer outro dia, como pastor de jovens, o tempo dado para que a gente possa ter contato com todos os jovens. Toda terça-feira eu passo o dia inteiro à disposição para ter conversas, para bater papo, pra gente caminhar junto, para fazer várias coisas. E fora isso, o que que o Integre faz? Visita ao PEP, viagem missionária, a visita ao projeto UNA. A a gente caminha num certo objetivo que a questão exatamente é como a gente impacta a vida de pessoas, como a gente relaciona, como a gente usa aquilo que Deus nos deu para exatamente caminhar dentro dessa forma. Inclusive até os gequens. O que que é o geek? É exatamente esse momento de relacionamento, de um ser impacto na vida do outro e com isso o grupo se unir para impactar outras pessoas, para principalmente aqueles que não foram atingidos ainda pela graça de Deus, eles receberem isso. É aí o geek, a função dele é eu encorajar a Carol, a Carol me encorajar, apesar de que a gente não faz parte do mesmo geek, mas é só pra gente, só para entender aqui quem são as pessoas do meu convívio diário que eu posso trazer para o pra graça, para apresentar a graça? Quem são as pessoas que a Carol tem de relacionamento que ela e eu encorajá-la a fazer isso? E isso é exatamente esse processo que vai envolver exatamente essa realidade. A minha casa é o quê? é a casa de oração, ou seja, é a conção entre a pessoa e o seu Deus. Ah, é o relacionamento íntimo ele e é um relacionamento aberto nesse sentido para que todas as pessoas do mundo recebam essa mesma oportunidade. Ou seja, não é o não é a casa de oração minha com o meu Deus, é a casa de oração dos povos para com esse meu Deus, que é o Deus que eu amo, o Deus que eu sirvo, o Deus que eu recebi a sua graça. E é nesse processo que Jesus, inclusive vai agora trazer aqueles alunos pra sala de aula no dia seguinte, porque gente é muito interessante. E eu confesso que eu fiz uma leitura aqui, uma leitura de leanística, né? Então, ah, e você imagina, quando vai acrescenta aí mais um evangelho, acrescenta. Exatamente, né? Então, a aí imagina lá, né? Você tá andando todo fanfarrão e aí chega lá, o pessoal fala assim: "Caramba, Dil, olha lá aquilo que tu falou ontem lá, aconteceu, tá lá, Figueira, vocês estão o quê? Vocês estão duvidando de mim, seus mané? Vocês estão achando que eu sou o quê? E bá, sabe? Tipo, eu eu ali então agora subi em cima da folha de jornal e falar: "Agora vocês vão ouvir meia hora aqui de apresentação pessoal". Cara, a resposta de Jesus é simplesmente uma das coisas mais impressionantes, porque ele tá conectada a ação parabólica e o ensino que ele quis trazer precisam estar conectados. Quando ele segou, secou a figueira, ele preparou a sala de aula para aquilo que ele ele falaria mais na frente comos seus discípulos. E o que ele falou, ele preparou a mente e o coração, né, Dil? Ele abriu. Quando você visualiza alguma coisa, você abre a mente e o coração e fala agora. E agora que significa? A resposta de Jesus foi: "Tenham fé em Deus". Cara, é isso. Doideira. A mensagem de A mensagem fala assim, ó. Jesus foi direto. Assumam de fato o seu compromisso com Deus e nada será difícil para vocês. É confiar, é depositar toda a confiança em Deus e não em si mesmo. Acabou. Acabou. É, é, é, é, é impressionante. Porque então o que que o ato da figueira a seca nos ensina? que a gente tem que ter um compromisso verdadeiro, não um compromisso como os caras do templo que estavam no ambiente religioso, mas sem nenhuma ligação com Deus. Uhum. é um compromisso de fato, um compromisso real, um compromisso verdadeiro com esse Deus que realmente é o Deus impressionante, que seca e que inclusive dá essa e esse esse ensino de Jesus agora falando uma coisa extremamente grandiosa para o pessoal entender. Cara, olha, a verdade é o seguro. Se você tiver esse compromisso, você vai dizer não pra figueira secar. Você vai dizer, ó, ô ô ô mant monte, tire-se no mar. E ele vai, ele, lógico, Jesus não tá falando, cara, sai igual um doido aí mudando a geografia no seu lugar. Não é isso, mas exatamente é é essa relação pessoal, essa fé de que não duvida de que realmente Deus existe, Deus tem um relacionamento comigo, que a existe sim essa conexão entre eu e o meu Deus. Ela é real, ela é verdadeira e com certeza, como a Carol colocou, ela produz frutos. Então, essas relações, ó, faz isso, faz aquilo, faz aquilo, são esses frutos, frutos que e eles são adivindos de uma fé real e que abençoam as pessoas de em vez de explorar as pessoas, como tava acontecendo no templo. Porque olha só que curioso, eh, aqueles líderes religiosos e toda aquela estrutura do templo que foi construída, é, no fim das contas, o quê? Eu confio em mim. Eu confio na minha interpretação das coisas. Eu confio no meu taco. Eu confio naquilo que eu acho que tem que ser feito. E por isso que os caras queriam perseguir Jesus e matar Jesus, né? Porque Jesus estava ainda. Quero vantagens financeiras ainda por cima. E ainda tem o o o bônus, né? Olha, olha o fruto daquilo que é eu confiar em mim mesmo, é explorar os outros. Então Jesus tá invertendo isso, mostrando, contando toda essa eh história, mostrando, né, encando tudo isso. Deus tá mostrando pra gente que a confiança dos caras estava no lugar errado. Quando a gente confia na gente, na nossa interpretação das coisas, no nosso olhar, naquilo que eu quero para mim, o fruto é a exploração, a exploração do outro. Mas quando eu confio em Deus, aí eu me torno uma figueira frondosa que produz frutos deliciosos, né, saborosos. a gente tem sabor. Quando a gente confia, quando a gente bota a nossa confiança em Deus, a gente reconhece quem a gente é, que a gente é frágil, que a gente não tem boas características, né? Que o que a gente precisa é do fruto do espírito, amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, todas aquelas coisas, né? Domínio próprio, mansidão e tudo isso. A gente só consegue produzir isso ligado com Deus. Quando a gente confia em Deus e bota toda a nossa deposita tudo nele, né? a gente não tem capacidade de produzir frutos sozinho. Então, quando a gente confia nele, aí a gente começa a caminhada e começa a perceber quem Deus é, quem eu sou, o meu lugar no mundo e que eu preciso produzir esses frutos exatamente como Jesus esperava da da do povo, dos líderes religiosos e que não aconteceu. Então, que a gente consiga perceber isso e ser diferente e confiar em Deus para conseguir produzir esses frutos que abençoam as pessoas à nossa volta. E galera, se você quer caminhar junto com pessoas que estão nesse propósito, a gente convida. Amanhã, 9:30 da manhã, temos o nosso culto. Às 11:15 temos a nossa celebração. Você é convidado a estar com a gente, a nos conhecer, a bater um papo, a dar um abraço. A gente de repente conversar um pouco mais sobre a figueira. sobre o jovem, sobre aquilo que você quiser. Nós estamos aqui na rua Tianguá, número 25. E se você não está aqui por São Paulo também às 9:30 da manhã nós temos a nossa celebração online. 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