Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: A purificação do templo | Dilean & Carol
24/05/2025
Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: A purificação do templo | Dilean & Carol
Um diálogo vibrante e reflexivo conduz os jovens da IBNU a mergulharem nas ações parabólicas de Jesus, com foco especial na purificação do templo. A narrativa bíblica é cuidadosamente explorada a partir do evangelho de Marcos, revelando como Jesus, ao expulsar os cambistas do templo, não agiu por impulso, mas encenou uma mensagem poderosa sobre a corrupção e o distanciamento do propósito divino original.
A análise revela o "sanduíche literário" formado pela maldição da figueira antes e depois da purificação do templo, destacando como esse formato reforça o ensino de que a fé deve ser frutífera. O templo, antes símbolo da presença de Deus, se transformou em um centro de exploração, o que Jesus denuncia com firmeza e compaixão.
O vídeo ainda traz à tona questões atuais: a responsabilidade pessoal na vida espiritual, o papel do cristão como templo vivo do Espírito, e o perigo de terceirizar a fé a líderes ou estruturas religiosas. Movidos por amor e não por fúria, os seguidores de Cristo são chamados a ser luz em meio às trevas e a denunciar o mal com atitudes alinhadas à justiça e à misericórdia do Reino.
Uma conversa leve, profunda e cheia de espiritualidade, que inspira jovens e adultos a viverem uma fé autêntica e comprometida.
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Fonte: Com IBNU
Legendas automáticas:
Olá, como você está? Bem-vindo para mais um sábado animado. Ótimo. Sábado animado parece coisa da do SBT aí, né? Parece coisa de desenho animado, né, Dil? Mas tudo bem. Nós estamos aqui no sábado e estamos animados. Vai, bem-vindo. A gente vai ter mais um vídeo aqui do Integre. O Integre é o Ministério de Jovens aqui da IBNU. E você, se não sabe ainda, fica sabendo que todo sábado às 9 horas da manhã a gente lança um vídeo aqui com um bate-papo sobre ou algum livro que a gente tá lendo ou algum texto bíblico que a gente também tá lendo juntos. E nós estamos nesse momento falando sobre parábolas e ações parabólicas de Jesus. Esse é o nosso assunto especial. E para bater o papo comigo aqui, tá sempre a nossa comissária especial, pronta para nos servir o cafezinho espiritual aqui. Isso aí. Seja no céu ou seja na terra, a gente tá junto. Estamos juntos aí para bater esse papo. Foi muito bom. E dessa vez a gente vai fazer uma dobradinha, né, Dil? Igual a gente fez a dobradinha da ovelha perdida, moeda perdida. Na semana seguinte a gente fez o filho perdido. Semana passada para você que acompanhou, galera, que tá junto com a gente aí, a gente falou sobre a ação parabólica da figueira, né, estéreo que quando Jesus fala pra figueira chama os discípulos todos. E hoje a gente vai falar sobre o sanduíche, porque a figueira é o recheio, né, de um sanduíche que é que envolve a purificação do templo, que é uma outra ação parabólica de Jesus. Então, estamos nessa dobradinha aí. Vamos falar de um assunto muito legal. E como é que a gente vai começar? E se você não tá acompanhando, nós estamos lendo o livro do Clyon Cuts, que chama As ações parabólicas de Jesus. E todo o livro está baseado no livro de Marcos, tá? Então, o assunto, né, o texto, inclusive, que nós vamos trabalhar hoje, ah, com esse, com esse, com essa ação parabólica da purificação do templo é o texto de Marcos, capítulo 11, a partir ali do versículo 12, tá? Então, se você também tá aí, de repente tá em casa e fala assim: "Pô, do que que eles estão falando mesmo? Abre aí a sua Bíblia, acompanha com a gente, tá? para você saber um pouquinho do que tá acontecendo. E como a Carol falou na semana passada e até se você de repente tá aí agora em casa, tem um tempinho a mais, pode dar repente um pause aqui nesse vídeo, abre o vídeo da semana passada se você não assistiu, para você ver o que que envolve, né, essa questão desse sanduíche que ela falou, porque Jesus ele faz essa questão da maldição da figueira, daí ele tem a purificação no templo e aí depois ele tem de novo o ensino com os discípulos sobre a figueira. Mas é interessante que é tipo, eu não sei se a gente vai falar que é um Big Mac aqui, eu não sei como, eu não sei que tipo de de sanduíche é esse, porque é é bacana a gente perceber que Marcos, ele vai dizer que Jesus entra em Jerusalém e vai ao templo. Aí ele não faz nada. Aí tem a figueira onde ele amaldiçoa. Aí Jesus vai ao templo paraa purificação do templo. E aí depois ele tem a de novo a questão da figueira. Então você vê que tem templo, templo, figueira e figueira. Aí um aí fazendo um entre tem camadas, tem camadas. É um bolo, é uma torta de aniversário, vai cheio de camadas, tem brigadeiro, tem calda de chocolate, tem um monte de coisa aí. Exatamente. E aí, e aí que é interessante, a gente falou bastante sobre a questão da figueira, falamos sobre o contexto, vimos ali o fato de que a Jesus entra no templo, Jesus vê toda aquela situação daquilo que tá acontecendo no templo e a figueira envolve a a figueira era uma planta que era extremamente bem ela foi muito introduzida no vamos assim, na teologia do Novo Testamento pelo Antigo Testamento. Tanto a figueira quanto a videira eram consideradas árvores símbolos de Israel dentro dessas questões proféticas, dentro da de dessa ilustração que era feita sobre a o povo de Israel, né? E nesse momento Jesus então ele faz ali essa questão de mostrar a o quanto, apesar dela estar ah viçosa, né? Talvez assim, ela estava ali aparente, mas ela estava sem frutos. E esses frutos, então, ah, receberam aí de certa forma essa punição, né, da mesma forma como Jesus agora vai fazer de ao vivo e a cores com o templo em Jerusalém, esse templo que ele entra ali e começa a fazer algumas coisas. O que que de fato Jesus vai fazer ali? Carol, sabe que eu achei muito interessante? Eh, a gente quando é um texto já que muita gente conhece, né? Às vezes até pessoas que não têm o hábito de ler a Bíblia, todo mundo. É uma história muito comum, né, que Jesus entrou no templo e expulsou os vendedores de lá. Isso é uma história muito conhecida. Eh, o que eu nunca tinha associado é que não é só um acontecimento, não era só Jesus com raiva, eh desabafando ou ou mandando aquelas pessoas embora porque estavam eh irritando ele naquele momento. Isso é uma ação parabólica com significado. Tem ela ela é representa alguma coisa. Isso é muito interessante. E aí o fato da gente ter estudado isso na semana passada me ajudou a compreender isso, porque essa essa essa ação de Jesus de chegar no templo e expulsar os vendedores dali não foi um ato de fúria repentino de Jesus, né? Não foi só um momento de raiva, porque a gente viu no contexto e olha como é legal estudar o contexto, né? Olha como é legal a gente pegar os textos um pouquinho antes e um pouquinho depois pra gente entender o que tá acontecendo. Porque no dia anterior Jesus tinha ido ao templo e visto. Uhum. Ele podia ter feito isso naquela hora se fosse um ímpeto, né? Se fosse alguma coisa que ele tava eh só extravazando. Mas ele foi no dia anterior, ele observou como estavam as coisas, ele se recolheu. Aí ele parou para pensar para dar aquela aula, né? Ensenar aquela aula pros discípulos da figueira. E aí ele chega no templo de novo. Então ele tá muito, Jesus tá muito consciente do que ele tá fazendo. E a parábola, a ação parabólica da figueira já mostrou qual é o assunto, qual é o tema que Jesus tá tratando, que é isso é é um lugar que era para ter sido luz. Então o templo ele era, e aí o próprio texto vai falar depois, né, Jesus, depois que que toma essa atitude, que que encena e que mostra eh ensina uma verdade com essa ação, eh Jesus fala, né, minha casa foi designada casa de oração para as nações, mas vocês a transformaram em ponto de encontro de ladrões. Então tem todo um significado nisso que Jesus tá mostrando desde o começo. E aquele lugar ele era para pr para ser um ponto de luz, que é uma coisa que é exigida de nós também, né, Dil? Quando a gente se encontra com Deus, o que a gente precisa ser é um ponto de luz. E aí, como não pode, pode falar, pode ir, pode É. E aí eu eu fiquei pensando nisso, como como aquele ponto de luz foi pervertido, como aquilo que Deus deu para Israel foi se tornou um lugar de ganho pessoal, de exploração, né, das pessoas que estavam ali. Não sei se a gente precisa de talvez um pouco de contexto, porque qual era a importância, o significado daquele templo, né? Era onde as pessoas iam para se encontrar com Deus. E quando ele foi estabelecido lá atrás, que Davi queria, né, o rei Davi queria um templo, aí foi o filho dele que construiu Salomão, né, se o pessoal voltar lá no no texto lá atrás, eh, vai lembrar dessa história. Eh, quando Salomão construiu, ele era para ser um lugar de bênção para todas as nações em volta. E aí o o o povo, né, o os líderes religiosos transformaram aquele lugar num lugar exclusivista. Só a gente pode entrar, só a gente usufrui disso, se transforma num lugar de ganho pessoal. Então, tudo que Deus deu para eles, todas as com toda aquela estrutura, todas as habilidades, todos os dons e talentos que eles deveriam eh fazer com que as pessoas conhecessem a Deus, se transformou num lugar de exclusividade e de exploração. E aí eu fiquei pensando a respeito do quanto a gente é um ponto de luz do das coisas que Deus deu para nós, do quanto Deus deu para nós e do quanto a gente precisa ser esse ponto de iluminação e o quanto a gente tá retendo isso e usando para ganho pessoal e usando às vezes até para explorar as pessoas. Então vale a pena a gente realmente fazer esse, essa era a minha ideia mesmo, a gente que precisa fazer esse esse caminho, né? Ah, o que que é extremamente importante lembrar, pessoal? Que toda a ação de Deus ao longo de toda a história, ah, ela ela demonstra esse desejo de Deus de viver com o povo, de estar com o povo, de estar com as pessoas. a não há dúvida nenhuma de que a história bíblica, quando ela é entendida dentro da teologia bíblica correta, ela demonstra a maior carta de amor já escrita por todos os tempos, né? Então assim, a Bíblia é exatamente essa carta de amor de Deus a todos os homens, a todos nós, a humanidade por completo. E quando a gente então pensa em todo esse relacionamento histórico, isso precisa estar encaixado com a situação daquilo que tá acontecendo naquele momento. Porque senão realmente a gente faz, como a Carol falou, a gente vai tirar, vai pensar simplesmente a situação e a gente vai falar: "Pô, o que Jesus fez foi subir nas tamancas, né? E e não é exatamente esse o ponto. Você lembrar quando Deus ele desde lá de trás, quando Deus liberta o povo, o objetivo principal não era pro povo ir para uma terra simplesmente, não é não é simplesmente porque ah porque eu amo, mas ele ia habitar com esse povo. E e hoje, exatamente essa mesma relação, nós falamos que o Espírito de Deus habita em cada um de nós que somos a que pertencemos a ele, que temos, que entregamos a nossa vida, que entendemos o sacrifício de Jesus por nós na cruz, que entendemos que ele morreu no nosso lugar, que ele perdoou os nossos pecados, que ele pagou o preço da nossa vida, que estava ah cativo em pecado e e com isso condenado a viver. para sempre distante dele. Aquele famoso versículo de Romanos, né, que porque todos pecaram, então eles se afastaram, ficaram destituídos longe da glória de Deus. Tudo isso, toda ação divina, então, é uma ação convergente. É para trazer, ó, conver converter gente, é para trazer gente de volta para esse que é o relacionamento com com Deus. É exatamente isso que é a relação. E quando inclusive todas essas coisas foram feitas, quando o templo foi construído, a a marca principal não era a suntuosidade do templo. Olha só que templo maravilhoso que era agora o que tava na no coração daquelas pessoas naquele momento. Olha que templo grandioso que nós temos e tal, que que que ornamentos, que quant riqueza. Nossa, como nós somos importantes. O templo construído inclusive por Salomão era um templo pequeno, era um templo simples. Mas o que que era realmente a marca do templo? Quando a gente lembra lá, né, da leitura do texto, a glória de Deus desceu e encheu aquele lugar. Esse é o ponto principal do templo. A glória de Deus, a presença de Deus está no meio do povo. E e e ela deve estar ali, porque não é para o povo, o povo X ou o povo Y, é para todos os povos. é o o local onde Deus está para que todos os povos de todas as nações, de todas as etnias, de todas as línguas possam ir e se encontrar com o Deus, que é o Deus soberano, o governante de toda a terra, de todo o universo. Esse é o ponto principal e é isso que aquele templo deveria representar e que aquele povo deveria ser como luz ah para todos os povos, iluminando o caminho para que todos viessem até o templo e ali encontrassem com o Pai, ali encontrassem com o seu Deus, ali tivessem esse momento de de íntima relação com esse Deus amoroso e grandioso. E aí quando a pessoa chegava lá, o que que ela que que ela recebia? Ó, para entrar aqui você tem que pagar tanto. Para fazer isso você tem que apagar aquele negócio. A pomba tá ali, não sei o qu. Pá, pá, pá. E inclusive um monte de de falcatrua, né? Aquela coisinha tipo assim, né? Ó, chega aqui. Não, você fica fica preocupado. Você pagou aqui a a o carneirinho, pode deixar que eu vou, deixa comigo que eu vou fazer o sacrifício lá. Você já veio até aqui, agora vai descansar. pegava aquele carneirinho, vendia pro Zé, pro fulano, pro Beltrano, pro Ziclano, um monte de coisa ali que tava errada, um monte de situação totalmente equivocada, né, em tudo aquilo que estava sendo vivido, até mesmo com aqueles que, mesmo que de uma forma ah, talvez não tão sincera, mas que estavam indo ao templo, que buscavam encontrar com com Deus e chegavam ali e e eram de fato impedidos de poder ter o seu relacionamento com Deus. Sim. E aí a pessoa vai buscando a luz e se encontra com a escuridão, né, de Exato. E a pessoa vai buscando a presençava com pessoas que faziam de tudo para que a pessoa não conseguisse se encontrar com Deus. É muito louco. Merculhavam a pessoa na escuridão como para usar aí a a a metáfora da Carol, o contraste, né? E você trouxe uma história muito legal, Dio, que é se a gente voltar lá na origem do templo, realmente, que é essa questão toda do Salomão e da de tudo que aconteceu e Deus vindo habitar com eles. Olha que coisa maravilhosa. Deus já habitava com eles no tabernáculo, mostrou a presença dele e aí reafirmou essa presença no templo também. E que coisa belíssima foi o começo do reinado de Salomão. Por quê? Porque além de Deus habitar com eles, Deus deu para eles possibilidades e habilidades que mostrassem pros outros povos que Deus estava ali com eles. Salomão foi o rei mais sábio, né? A rainha veio de longe para conhecer essa sabedoria, para saber quem era esse e que realmente confirmava a presença de Deus ali com eles. Então isso era uma coisa extraordinária. A luz de Deus estava ali, a presença de Deus, o reino de Deus estava ali. E era e como isso foi se corrompendo ao longo do tempo. Por quê? Porque o ser humano se afasta de Deus, se afasta dos propósitos de Deus e começa, a gente começa, né, a quando a gente, isso é muito curioso e e triste ao mesmo tempo, porque quando a gente eh tem recebe muitas coisas boas de Deus, o Saião fala isso, né, que o sucesso é perigoso, porque a gente recebe dons, habilidades, talentos, coisas que Deus dá nas nossas mãos para para que as pessoas enxerguem a presença de Deus. Deus, a glória de Deus e a bênção de Deus e venham fazer parte do reino de Deus. E a gente acaba se achando, a gente acaba usando isso eh a nosso favor, como se eu pudesse eh confinar o poder de Deus e e a glória de Deus e a e tudo que Deus me dá. Há há um há um momento, há um espaço em que isso me pertence e que ninguém mais pode se aproximar disso, porque eles faziam isso também, né, de a com essa coisa toda de da questão dos judeus com gentios. Quem não é do povo não pode se aproximar, você não é puro, você não, né? Tem toda uma restrição assim também. Olha como ao longo do tempo como a gente vai se desviando do propósito de Deus. E o que Jesus faz é além dessa dessa ação parabólica eh que mostra que conta essa verdade, Jesus tá denunciando a corrupção. Jesus está mostrando para aquelas pessoas o quanto eles estavam longe do propósito de Deus, o quanto eles estavam longe do propósito daquilo para qual o templo foi criado e que aquilo talvez não tivesse nem mais volta, porque a figueira secou. Então, apesar de ter muitas folhas, não tem fruto. Mas a e a figueira secou. Então, talvez aquele lugar não tivesse eh eh foi eh idealizado para ter sido, para ter servido a um propósito. E olha quanto tempo Deus esperou, Dil, porque olha desde quando esse templo foi construído, aí foi destruído pelos babilônios, aí foi reconstruído de novo. E olha quanto tempo durou essa paciência de Deus com aquelas pessoas, esperando para que elas resgatassem aquilo que Deus tinha dado para elas. mas não tava funcionando. E aí quando Jesus chega lá para denunciar toda essa corrupção, ele fala: "Isso aqui não não eh eh já extrapolou todos os limites". E aí eh os caras, os líderes religiosos já começam a tramar, né, para matar Jesus e toda aquela coisa. E o que eu que eu li nos comentários que eu achei muito interessante é que uma vez que esse templo acaba perdendo a função, porque ele deveria ser essa luz que não é mais, eh, o próprio Deus encarnado em Jesus, ele vem e ele mostra que Jesus vai completar essa missão. Jesus se torna essa isso que o templo deveria ter sido, né? Jesus fala: "Olha, vocês, a gente deu a possibilidade para você, Deus deu a possibilidade, mas vocês não souberam fazer nada com, né, fazer o que deveriam fazer com isso. Então isso aqui vai cair, mas o que Jesus é e o que Jesus veio fazer vai durar para sempre. E a gente tem essa luz hoje. E a gente tem é o espírito de Deus com a gente hoje. E a gente tem essa possibilidade de ser luz, né? De mostrar tudo isso que Deus é, como ele age e da gente tocar a vida das pessoas para abençoar, não mais para explorar ou para ganho pessoal, né? é uma oportunidade, uma responsabilidade muito grande. Uma outra lição para mim também, ah, em tudo isso é que esse texto também nos ensina que você precisa, e que você precisa, eu quero deixar assim bem claro, tá? Você precisa entender a responsabilidade sua pessoal em relação à sua vida espiritual. Hoje você é o templo do Espírito Santo. É assim que o Novo Testamento nos chama. templo do Espírito Santo, né? Então, o templo de Deus, afinal o Espírito Santo é Deus. Então, nós somos hoje o templo de Deus nesse sentido, não feito com mãos humanas, mas o templo de carne. E, e você é responsável por essa a realidade, porque ainda hoje há pessoas que terceirizam a sua a sua responsabilidade espiritual e a sua vida espiritual na mão de cambistas espirituais. Olha só. E isso você não deve fazer. Você deve ser, você desde que o o véu do templo foi rasgado, quando Jesus naquela sexta-feira morreu por nós, querido, você precisa orar. Fecha o seu olho, fala com seu pai. Você precisa sear espiritualmente, abra a Bíblia e fala: "Senhor, eu quero ouvir você. Eu preciso ouvir você. Eu eu eu quero esse relacionamento contigo, né? Não é o de Leã que vai alimentar você espiritualmente. Quem alimenta você espiritualmente é o espírito. É, é ele que aliment é exato. É o próprio Deus. Não, não, não existe homem, não existe o Zé, fulano, Beltrano, não existe. Quem alimenta espiritualmente é o próprio Deus, é o Espírito Santo. Você é o templo do Espírito Santo. Você tem a responsabilidade sobre a sua vida espiritual. Isso. Ah, então quer dizer que então eu não preciso ir na igreja, não. Eu não preciso ouvir o meu pastor. Não, não é isso também que a gente tá falando. Não, não, não é por aí que o que a coisa Calma, calma, pequeno gafanhoto. Calma, calma, pequeno gafanhoto. Mas você não pode terceirizar a sua a a importância da sua vida espiritual. Poxa vida, você tá com uma necessidade, você tá com uma, sei lá, passando por uma coisa. Vem cá, vamos sentar, vamos conversar, vamos orar, vamos inclusive buscar na palavra de Deus o que que a gente pode aprender para ajudar. a a resolver essa situação. A a Bíblia fala que inclusive um dos conselheiros à sabedoria, ó, tem uma mosca aqui. Ah, e mas eu tomei banho. Ah, mas a gente tem essas questões, cont sábado, né? É, exatamente. Ah, mas a gente tem essas questões. Então, tome cuidado com essa questão, querido. Não, não terceirize a sua vida espiritual, não terceirize a sua oração. Não acredite que se você ah, em vez de dar o dízimo esse mês de de 10%, se você der 15, a sua oração vai ficar mais forte. Ela não vai, não adianta, não não existe esse tipo de oração. A gente a gente sempre volta nessa, nessa troca, né? Parece que a gente ainda tem aquele espírito desses cambistas que ficam fazendo negociações e achando que consegue, a gente consegue enrolar, né, que a gente consegue trocar a moeda, o câmbio e falar com Deus de um jeito assim que pode negociar. E que coisa é muito muito curioso, Dil, porque eh aquelas pessoas, principalmente os líderes religiosos, eles estavam presos nessa questão de regras, né? Uhum. E é isso que você tá falando. Então, muitas vezes, trazendo, tentando trazer isso para pr pra gente hoje, eh, parece que a gente acha melhor seguir um rito, a gente acha melhor tá dentro das regras, a gente acha melhor. E aí quando Jesus vem e tenta desmontar todas essas coisas, porque as nossas próprias regras, elas inclusive facilitam a corrupção, né? as nossas próprias, a gente começa a criar tanta coisa que a gente se corrompe e a gente não tá nem percebendo. E aí Jesus vem e derruba com as nossas mesas, derruba, né, com com aquilo que a gente tá tentando criar. E a gente fica chateado, a gente fica bravo, a gente acha que que Jesus tá tá que Deus tá sendo eh reagindo, né, de maneira muito eh over, assim, digamos, né? Nossa, que Jesus fez foi muito over. eh, usando uma linguagem contemporânea e a Bíblia na linguagem de amanhã, né, como disse, exatamente. E na verdade não, na verdade o que Jesus tá fazendo é libertando. Ele tá libertando e ele tá mostrando que ele é o caminho, que ele é a verdade, que ele é a vida, que é através dele, né? e que e que na existe responsabilidade na liberdade, mas o que existe é uma ligação direta com Deus, é uma comunicação direta com Deus. Isso que você trouxe pra gente agora, né? Jesus veio fazer isso, ele veio, ele veio libertar a gente de todas essas amarras, dessas regras e de toda essa corrupção na qual a gente se envolve com muita facilidade, né? Bom, e uma coisa também que eu acho bem interessante da gente ainda também apontar para tudo isso que tá acontecendo, eh, cuidado para você não usar a desculpa de Jesus e fazer indignação indevida. Como a gente colocou aqui, pessoal, Jesus não simplesmente chegou lá e viu uma situação, ah, saiu dando porrada em todo mundo, não foi assim. Veja só o texto de Marcos. Ele foi num dia, viu a situação, voltou para casa, para junto dos seus amigos, junto com seus discípulos. No dia seguinte ele foi lá e aí então ele agiu. Então não foi uma ação por impulso, não foi uma ação desmedida, não foi uma ação impensada, mas foi sim uma ação contra o mal. E nós precisamos aprender com Jesus a não só ver o mal e ficar calados. Nós precisamos aprender a ver o mal e agir contra o mal. A gente não precisa sair chicoteando ninguém, mas também a gente não pode ficar omisso ao mal que a gente tá vendo de fato acontecer. Como a Carol colocou, eu vou usar agora a ilustração dela, vou roubar dela a ilustração. Nós somos luz do mundo e essa luz precisa brilhar. E não há então a a a parábola, né, a que Jesus conta ali é lá em Mateus capítulo 5, não. A luz não foi feita para ser colocada debaixo da cama, né, para ser escondida em algum canto. Ela foi criada para ser colocada no lugar que vai iluminar o ambiente. E é isso que eu e você somos. E nós precisamos ser isso também em relação ao mal e a maldade que existe no mundo, a perversão da coisa. Agora, isso não é desculpa pra gente chegar na voadora em relação a ninguém, tá? Não é para chegar agora. Ah, tem uma um grupo aqui que se reúne na na na rua da minha casa e eu acho que eles são derrubar tudo. Então eu vou chegar lá, vou pegar um taco de beisbol. Não, você tá errado se você tá pensando assim. E se você fizer isso, você tá duplamente errado, tá? A forma como hoje nós temos de fazer a luz brilhar é primeiro denunciar se há alguma coisa errada, mas principalmente viver a coisa certa, fazer a coisa certa. e espelhar, espalhando isso para todos os lugares, mostrando, olha aqui é assim, é o certo a fazer e aqui é o lugar onde nós fazemos desse jeito, da forma como a Bíblia nos ensina. Então, porque geralmente as pessoas, por uma pretensa apologética, a síndrome de que eu tô certo, elas se tornam agressivas, grosseiras, maldizentes. E aí tudo isso é pecado. Aí, então você não tá fazendo, você não tá lutando contra o mal, você tá fazendo o mal paraar. Exatamente. Você tá sendo o mal, porque o essa às vezes a gente realmente tira do contexto, de mas Jesus era sempre movido por amor, compaixão e misericórdia o tempo todo para todas as coisas. Então esse esse é o nosso grande exemplo. Esse é isso que tem que nos mover. Da mesma maneira como Jesus era movido por amor, a gente também tem que ser movido por amor. E algumas vezes o amor ele ele não não eh não consegue ver injustiça e ficar parado. Então o amor move a gente a colocar naquele lugar a justiça do reino de Deus. Mas é movido por amor. 13 vai dizer isso, né? O amor não se alegra com a injustiça. Com injustiça. Exatamente. E que era o que estava acontecendo no templo. Então Jesus denuncia também isso, corrupção e injustiça. Porque o o coitado do peregrino, ele vinha lá de longe, 100 km, como é que ele ia carregar a ovelhinha pro sacrifício? Como é que ele ia trazer as pombas? Como é que ele ia fazer as coisas? Então, não, Jesus não tava necessariamente dizendo que não era eh que não podia ter comércio ali. O que Jesus tava denunciando era a corrupção em cima disso. Então, eh é o que a gente precisa, movidos por amor, denunciar a injustiça, mas sempre o tempo todo amando, com misericórdia, né? Como Deus espera que a gente faça. É Deus em nós sempre. É Deus em nós. Obrigado, Carol. É isso, D. Gostoso. Poxa, foi uma paulada com carinho, né? Essa é. E a gente vai encerrando aqui e convidar convidando vocês já aproveitando nesse ensejo primeiro é se você não é inscrito no canal aqui, poxa vida, se inscreve aí, ativa o sininho. Você já sabe que todo sábado às 9 horas da manhã tem o vídeo do Integre, mas amanhã de manhã às 9:30 tem a nossa celebração online com músicas, com uma uma mensagem especial, enfim, com momento de intercessão, com tanta coisa bacana que vai acontecer. Na segunda-feira tem mensagem, à noite tem o Rota 66 para você poder acompanhar sua leitura bíblica. Terça e quinta-feira tem o curso Macários, curso de teologia da IBNU. Então tem muita coisa que vai acontecer durante a semana. É por isso que você tem que se inscrever no canal e ficar ligado. E se você tá aqui em São Paulo, amanhã 9:30 da manhã temos o nosso culto aqui na rua Tianguá número 25 e 11:15 temos a nossa celebração. Você é convidado a estar com a gente. O café tá pago. Pode vir garantido. Verdade. Dessa vez é você que paga o café em Dio, por favor. Eu paguei o da semana passada. Ele vem dar um abraço na gente galera. A gente tá esperando. É isso aí, Carol. Grande abraço para você também. e se vê sábado que vem. Tchau, galera. [Música]