Makários | Aula 21 | A missão é de Deus ou da igreja? | Módulo 1 | Jeferson Chagas
14/05/2025
Makários | Aula 21 | A missão é de Deus ou da igreja? | Módulo 1 | Jeferson Chagas
Aula 21 | Módulo 1
Curso de Teologia Makários
A missão é de Deus ou da igreja? (Teologia da Missão)
Missiologia
Contribua para os projetos IBNU:
Chave PIX (CNPJ): 08.802.770/0001-60
Banco Bradesco
Ag. 1445-1
CC. 35400-7
Conheça mais:
contato@ibnu.com.br
Siga-nos:
/ ibnusaopaulo
/ ibnusp
🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4511161695600640
Fonte: Com IBNU
Legendas automáticas:
[Música] Muito boa noite pro pessoal que já está acompanhando aqui mais uma aula do nosso curso Macá. a nossa 21ª aula já chegando aí no no nos últimos momentos desse primeiro módulo. A gente vai ter um total de 26 aulas nesse primeiro módulo. E a gente então já conversou sobre vários temas da teologia e hoje é um capítulo muito especial. Eu até expliquei, viu, Jeferson, quando anunciei essa aula aqui paraa nossa comunidade, que missiologia é um dos temas que eu pouco tinha ouvido falar até entrar na faculdade de teologia e ao mesmo tempo é um dos capítulos mais instigantes do estudo da teologia. E para isso a gente trouxe um professor muito muito capacitado, muito experiente nessa área, que é o Jeferson Chagas. O Jeferson, ele é um estudioso, tem doutorado nessa área de missologia, ele é membro aqui da nossa igreja, da Igreja Batista Nações Unidas, e tem trabalhado com vários grupos missionários diferentes, eh, a partir de uma missão que está sediada nos Estados Unidos. Então, ele tá falando de lá, mas muito conectado também à realidade do Brasil e de vários outros países que atuam na evangelização eh de diferentes culturas. Eh, para que vocês possam conhecer um pouquinho melhor, eu pedi pro Jeferson se apresentar, apresentar um pouquinho aí das missões que ele tem atuado. E aí você vai também poder, eh, se situar um pouquinho melhor porque a gente chamou o Jeferson para dar essa aula de missologia. Boa noite, Jeferson. Boa noite. Você você me ouve bem? Tudo certinho aí? Ótimo. Então, podemos começar. Então, hã, primeiro agradecer a IBNU pelo convite, agradecer a a Deus em primeiro lugar, claro, mas agradecer a IBNU pelo convite e também pela parceria já de muitos e muitos anos, né, quando nós estávamos em outro campo missionário, eh, mais especificamente na China, nós já tínhamos aí uma parceria estabelecida efetivamente, um bom um relacionamento com o pastor Luisaião e com toda a igreja e BNU. Então, eh, é um amor muito grande que nós sentimos pela igreja e nos sentimos muito à vontade. E então assim, eh, eh, eu louvo a Deus, louvo a Deus por cada um da IBNU, para cada irmão e você também que tá aqui, né, hoje também para assistir, pra gente aprender juntos, pra gente falar um pouco sobre missões. E antes da gente falar, apresentar, porque nós temos uma pergunta de 1 milhão de dólares aí, né? A missão é da igreja ou de Deus? Antes da gente seguir aqui nos PowerPoints, nas minhas notas de aula, eu queria primeiro falar um pouquinho, né, por que a gente eh compartilha, ensina essa essa parte de uma igreja, uma igreja missional, né? Então isso isso já começa já desde a minha conversão no final dos anos 80, aonde eu sou discipulado. Na minha conversão, eu já sou discipulado por um missionário que servia na na Argentina. E todas as lições, todo o meu processo de discipulado, ele já nasce já com essa ideia de missões locais e também missões globais. Então, desde o meu primeiro início de caminhada na fé, a gente já tem essa experiência, né, de de de entender em que nós precisamos ser uma igreja local, nós precisamos fazer a diferença localmente e globalmente, né? E hoje quando a gente olha e e quando eu vejo essa trajetória, né, de servir a Deus em locais bem diferentes, né, a gente quando eu olho para trás, eu fico olhando e falo: "Meu Deus do céu, eh Deus já me levou para uns lugares tão assim interessantes, né? e sair de um contexto de pesquisador, de engenheiro, né, de de com doutorado em engenharia e você sair desse contexto, Deus orientando todo esse processo e você sai e vai para um contexto de África, que de África do Oeste, lá no Senegal, aonde a gente trabalhou com o povo Olof, povo de maioria muçulmana e o povo serê. são etnias ali dentro do Senegal, o primeiro campo missionário, as primeiras experiências, erros, acertos e aprendizados e e depois você servir num ambiente muçulmano também, porém no Oriente Médio, no Iraque. Quer dizer, você sai de um mundo muçulmano não árabe e vai pro muçulano, um um povo muçulmano, né, árabe. Então, muitas diferenças ali. Então, mais ali, mais um aprendizado. E aí você vai caminhando, né? Deus leva a gente paraa China. Ficamos ali na China um bom tempo ali, 10 anos servindo ali na China e também focando na na com povos com povos muçulmanos. Interessante a gente ver a como a igreja ela tá caminhando, né? É tão legal a gente ver como Deus tá usando os nossos irmãos no Senegal, lá no Iraque, lá na China, eh, outras viagens que a gente fez e caminhadas e treinamento. E a gente vê a igreja do Senhor Jesus, mesmo debaixo de perseguição nesses países aonde eu mencionei, com dificuldade os nossos irmãos servirem a Cristo, nós observamos a Deus movimentando eh todo esse tabuleiro, né? Eh, e hoje eu tava comentando com o ATLA, antes da gente entrar aqui ao vivo, eu estava falando do eh da igreja chinesa, né? na igreja chinesa com regras bem rígidas, piorou bastante nos últimos anos para servir ali os próprios irmãos chineses. E a igreja continua crescendo, a igreja nas casas continuam crescendo. E agora eles têm centros de treinamento, eles estão enviando missionários, eles estão eh abrindo centros de treinamento em países próximo a à China e ali dando treinamentos. E a gente tem hoje chineses servindo em locais difíceis de servir, né, na Arábia Saudita, no mundo, nesse mundo fechado, Coreia do Norte. E a gente tem visto a igreja do Senhor caminhando. Então o que eu tenho visto é primeiro, né, agradecer, eu agradeço a Deus por fazer parte desse movimento de Estou baseado aqui nos Estados Unidos, mas conectado com a missão global, trabalhando com os refugiados, os os imigrantes, né, aqui nos Estados Unidos. Eu tava falando que no sul de Houston, na na grande existe uma uma quantidade asiática aí de mais de 800.000 1 asiáticos, né, de mundo hindu, de mundo budista, mundo muçulmano, povo sique também. E então é interessante a gente ver a igreja global envolvida, né? A gente tem visto o Senhor Jesus, ele eh eh eu tenho certeza que tem a mão dele, mas as pessoas estão se deslocando de todos os lugares para todos os lugares. Então, quando a gente fala da missão da igreja, da missão de Deus, da missão da igreja, do nosso papel como povo de Deus, é, a gente tem que estar exatamente com os olhos abertos, né? Você, não sei se você já ouviu algo, alguma coisa louca como essa aqui, precisamos de chineses, precisamos de missionários para servir entre os chineses e Moçambique. Quer dizer, pera aí, não é China não. Essa movimentação toda, o próprio comércio, a ida de mão de obra da China pro para pra África, eles invadiram toda a África. Os nossos irmãos africanos, eles têm dificuldade de compreender a cabeça de um chinês, a dificuldade que tem. Então, a necessidade de uma cooperação global, né? Então, a gente vê essa essa visão, essa essa mentalidade glal. Eu preciso pensar localmente, mas aquilo que eu estou fazendo localmente conecta com o globo. Nós trocamos experiências, nós aprendemos um uns com os outros, né? Essa troca ela é muito interessante. Então, é um pouco disso que a gente vai falar. Qual é o nosso eh como povo de Deus? qual tem sido a nossa o nosso papel, o que que nós temos que pensar, o que que nós precisamos alinhar, eh, pra gente poder entender e responder eh eh, e responder essa pergunta, né? A missão é da igreja ou de Deus? Esses dias mesmo, antes de caminhar, senão tem que caminhar, porque senão a gente fica contando histórias aqui e vai embora, que tá fica 3 horas falando. Mas recentemente nós batizamos uma moça da Jordânia, uma muçulmana que se converteu ao Senhor Jesus. Veio ela, o filhinho veio paraa igreja feliz com Jesus, os o menino participando da escola bíblica, eh, eh, do do da do VBS aqui da das férias, né, quando tem os programas de criança e e ela participando todo domingo da Escola Bíblica Dominical, dos cultos, e Deus tá trazendo, chegou uma moça, eh, nós temos hoje uma amiga tailandesa e que você pergunta para ela sobre a crença dela, ela crê em tudo, ela não tá clara para ela as coisas. ela ela acha que conhece a Cristo, né? E então a gente hoje tivemos com ela hoje pela manhã e então a gente tem visto que toda essa movimentação ao redor do mundo, a igreja, a nossa igreja, a igreja global, nós precisamos estar com os olhos abertos, porque não precisamos somente ter uma movimentação e e cruzar os oceanos ao nosso na nossa no nosso quintal, né, a nossa vizinhança, na nossa região, na nossa área, nós já temos povos de todas as tribos. línguas. Nós, quando nós falamos de missão transcultural, por exemplo, eu não tô falando de outro país, não. Tô falando que às vezes tem uma comunidade aqui, principalmente a 55 minutos aqui da minha casa, tem uma comunidade asiática de 800.000 pessoas, né? Então, né? Eu não tô falando de coisa distante, nós não estamos cruzando oceano. Então agora nós precisamos nos equipar, nós precisamos compreender o nosso papel como povo de Deus, aonde nós entramos nessa n na nessa movimentação divina, né? O que que eh o que que nós podemos, né? eh eh compreendendo o que que nós podemos corrigir, o que que nós podemos nos adaptar, alguns conceitos às vezes que nós aprendemos errado. Então, esse o objetivo da nossa conversa hoje é exatamente isso, a gente apresentar alguns PowerPoints, a gente comentar sobre algumas afirmações e a gente poder eh depois assim voltar e responder essa pergunta e outras mais que vocês podem estar levantando aí. Bom, ah, eu poderia apresentar para vocês vários livros, vários materiais. Existem materiais muito bons sobre a teologia bíblica da missão. Eu particularmente gosto muito da maneira como Christopher Wg, missão do povo de Deus, né? Uma teologia bíblica da missão da igreja. Eu gosto muito da forma como ele, como ele escreve a as aulas dele do YouTube. Ah, eu já tive oportunidade de ter uma palestra com ele há algum tempo atrás e realmente eu gosto muito da forma como ele apresenta esse assunto. Então eu peguei alguns pontos desse livro e a gente vai conversar um pouquinho sobre ele. Bom, primeira, o primeiro ponto que eu coloco aqui, eh, a gente precisa entender que a missão ela não começa com a gente, mas ela começa com o próprio Deus. Eh, esta é a chamada, que nós chamamos isso, que é de missione dayi, significa a missão de Deus. Então, quando nós falamos de missão, a gente não tá só falando de uma tarefa pra igreja, pra igreja realizar. a gente tá falando de algo muito mais muito mais profundo. Nós estamos falando do próprio caráter e obra de Deus. A Bíblia, ela não é somente um manual de instruções, né, que eh ou uma coleção de histórias isoladas, né? Ela é muito mais que isso. Então, a Bíblia ela é uma narrativa, uma narrativa que ela é coerente, contínua sobre o plano redentor de Deus para toda a criação. E é interessante que esse plano ele abrange desde o Gênesis até o Apocalipse, né? A Bíblia ela tem uma linda história para contar, né? A história do Deus que se revela, um Deus que vem ao nosso encontro. é um Deus que convida a gente para uma conversa e para um encontro. E esse encontro parte dele, né? Parte dele. Então aí nós podemos ver aí a graça de Deus, o amor de Deus e isso é muito lindo. Então quando a gente pensa nessa grande história de Gênesis até Apocalipse, a gente vê essa história revelando um Deus que está em constante movimento para o quê? para restaurar, para reconciliar o mundo consigo mesmo. Vamos pensar um pouquinho na história lá de Gênesis. Lá em Gênesis 12, a gente vê que quando Deus chama eh quando Deus chama o Abraão, ele não é apenas não é apenas uma um ato paraa salvação pessoal de Abraão. Esse chamado, ele inclui uma missão. A gente vê no capítulo 12 que o texto diz lá num dos versos: "Em ti serão benditas todas as famílias da terra". Então, desde o princípio, a gente já vê que o plano de Deus tem um alcance global, visando não algumas nações ou alguns povos, mas todas as nações. E esta perspectiva, ela transforma a maneira como nós compreendemos o que significa ser o povo de Deus. Então essa é uma questão importante pra gente pensar aqui nesse primeiro slide. Nós não fomos escolhidos por próprio mérito, mas fomos escolhidos pela graça e tem um propósito. E esse propósito, ele é um propósito missional. Propósito missional. A nossa eleição não é um privilégio paraa gente desfrutar egoísticamente, mas uma responsabilidade que nos convida a participar da obra redentora de Deus eh no mundo. Um aspecto importante pra gente destacar aqui é que a missão de Deus ela é abrangente. A missão de Deus ela não se limita à salvação individual das almas. Essa missão, ela a missão de Deus, a missão divina, ela inclui eh, a transformação de toda a criação. Então, os profetas, como Isaías, por exemplo, eles nos dão esses vislumbres dessa nova criação, aonde justiça e paz prevalecem. A nossa participação na missão, ela deve refletir essa visão ampla, abrangendo a justiça social, o cuidado com a criação e a reconciliação. Quando a gente olha ali no Novo Testamento, a gente vê que Jesus ele surge com o cumprimento da missão, dessa missão divina. Ele não apenas proclama o reino de Deus, mas ele inaugura. E aí a gente vai ver que a sua vida, a sua morte e ressurreição são, na verdade, o ponto culminante da história redentora, dessa história redentora de Deus. E quando nós seguimos a Cristo, nós somos então convidados a continuar a sua missão, vivendo e proclamando as boas novas do reino. Então, é muito importante a gente entender qual é o nosso papel como povo de Deus. Eu queria aqui desafiar você a repensar a nossa visão, então, a nossa visão de missão. Ah, muitas vezes nós reduzimos a missão a alguns programas ou algumas atividades específicas, mas a gente sabe muito bem que a missão é algo muito mais profundo. A missão, ela é parte de nossa identidade como povo de Deus. Vou repetir, a missão, ela é parte da nossa identidade como povo de Deus. Não é apenas algo que nós fazemos ocasionalmente, eh, mas algo que nós somos chamados a viver diariamente. Não é algo como trabalhar num laboratório de química, aonde eu coloco o meu jaleco, o meu uniforme e ao final do dia eu tiro aquele uniforme, eu levo para lavar, eu deixo ali para amanhã cedo pegar de volta. é muito mais que isso. Nós somos chamados a viver eh essa vida com Cristo, como povo de Deus, diariamente. Algum, quero deixar aqui uma pergunta paraa nossa reflexão, tá? Como seria a nossa igreja, a nossa comunidade, se nós realmente entendêsemos que somos chamados a participar da missão de Deus em todos os aspectos da vida? Uma outra pergunta pra gente refletir aqui. Como que seria viver com a consciência de que não estamos aqui por acaso? Mas nós fomos escolhidos para ser bênção. Nós fomos escolhidos para ser luz, para ser agentes da restauração de Deus no mundo. Então, o que a gente aprende é que a missão de Deus, ela é o coração da narrativa bíblica. E nós como o povo de Deus e nós como seu povo, nós temos então esse privilégio de fazer parte dessa história contínua, essa história contínua de redenção e de restauração. Então você pense, né, nessa é um primeiro ponto que eu queria aqui destacar pra gente poder pensar dessa importância de entendermos o que significa ser o povo de Deus. Um outro ponto aqui que eu selecionei, eh, é a gente poder, eh, entender que a Bíblia, eh, ela não é simplesmente eh como eu disse anteriormente, não é simplesmente um manual cheio de instruções e coisas isoladas. Eh, ela é muito mais, né? A gente entende que a Bíblia é uma narrativa. E o que eu acho interessante é que quando nós falamos de narrativa, a gente precisa entender que mais de 95% da população do Globo, nós estamos falando aí vai de basicamente de se a gente for trabalhar com uma geografia, o continente asiático africano e América Latina e algumas iles do Pacífico, a gente vai ver que as pessoas que vivem nesses nessa área do mundo, ou seja, a maior parte da população e as pessoas que saíram dessas terras e migraram para a Europa e migraram para os Estados Unidos, elas preferem comunicar através de narrativas, através de histórias. Olha que interessante. Então, a Bíblia é uma fonte rica para nós já sabermos a evangelizar, a abrir conexão, a criar pontes para o evangelismo, ao discipulado, ao ensino da Escola Bíblica Dominical, no discipulado ou num treinamento teológico. Essa parte do mundo aonde onde está a maior parte da população, eles preferem narrativas. Então, quando nós apresentamos a Bíblia nessa visão de narrativa, faz muito sentido para eles, para eles, né? Bom, uma história, a gente sabe muito bem que eh essa narrativa, ela ela ela começa com a criação, ela passa pela queda da humanidade, o chamado de Abraão, a formação do povo do povo de Israel. Aí você tem lá o êxodo, o reino, o exílio, a vinda de Jesus e a gente vê ali que culina na visão de uma nova criação lá em Apocalipse. É uma linda história para se contar para aqueles que nunca ouviram falar do Jesus Cristo, que o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, né? A coisa começar lá no Éden, a coisa, né? A história linda para nós, ela começa, ela ela vem da eternidade, né? Mas assim, mas essa história nossa como humanidade, a gente já vê ali o próprio Deus indo até o Éden. Eh, até porque quando Adão e Eva eles pecam, eles tentam resolver as coisas por si só. Árvores, folhas de árvores resolve o nosso problema, né? Aí Deus chega e fala: "Não, não resolve não. Ação humana não resolve esse problema do pecado". Então, a gente vê aí que o próprio Deus, ele sacrifica um animal e usa a pele para cobrir a vergonha do casal, né? É muito interessante ver a importância da gente entender a ação divina. Então, nós vamos ver nessa história de Gênesis Apocalipse o próprio Deus interessado em nós, o próprio Deus, ele inicia esse encontro, né? Então, é muito interessante a gente observar. Bom, o autor desse livro do W, né, que eu falei para vocês, eu recomendo vocês terem ele aí, ele enfatiza algo muito interessante. Ele diz assim que para cumprir a nossa missão como povo de Deus, nós precisamos entender onde estamos posicionados na história de Deus. Aonde nós estamos na história de Deus. É muito claro, gente, que nós não somos mero espectadores dessa dessa linda narrativa. Nós somos participante ativos. Nós fomos convidados a fazer parte dessa narrativa. Então, a nossa vida e a nossa missão, quando eu penso assim, ela ganha muito mais significado quando a gente reconhece que que nós encaixamos nessa nessa história grande, nessa história maior. Agora, um dos riscos que nós enfrentamos hoje é justamente desconectar a missão de Deus de sua narrativa histórica. Então, quando nós quando tratamos a Bíblia apenas como um conjunto, como um conjunto de regras ou verdades descontexualizadas, nós perdemos essa profundidade e a coerência do que Deus está fazendo no mundo. Então, a missão ela se torna eh eh, infelizmente, a missão ela se torna fragmentada, reduzida a tarefas isoladas, sem a visão desse panorama. completo. E aí a gente precisa lembrar que a narrativa bíblica, ela não é uma história estreitinha, uma história limitada a um pequeno grupo de pessoas. Mais uma vez, é uma história universal que abrange toda a humanidade e toda a criação. Ela começa lá no Gênesis. No princípio, Deus criou os céus e a terra e culina com a redenção de todas as coisas. Então, o nosso papel na missão de Deus faz parte desse plano universal de restauração. Olha que privilégio nosso de estar nessa posição. E a gente sabe que no centro dessa dessa grandiosa narrativa está Jesus Cristo, né? Na verdade, ele é a chave que une todas as partes da história, né? O cumprimento das promessas feitas a Israel, né? E então a gente vê Jesus sendo, é muito interessante. Recentemente eu dei um treinamento, um um curso de 6 meses, eh, todas as quartas-feiras sobre Cristo no Antigo Testamento. E é coisa linda, coisa maravilhosa a gente observar isso. É interessante também que eh eu me converti em 1987 e uma das um dos textos bíblicos que mais mexeu comigo e que abriu as portas para eu poder entender um pouco mais sobre a pessoa, eu já nasci num num lar cristão, porém católico, e então eu havia muitas muitas coisas assim distorcidas ou nubladas, né? E quando eu entendo que Cristo é suficiente para mim, quando eu entendo que eh 700 anos, lá lendo no livro de Isaías, você vê ali que sete séculos já estava falando do Jesus, da morte de Jesus. Quando eu vejo o Salmo 22 dando exemplos claros, mostrando sobre a crucificação de Jesus, se mexeu muito comigo. Como é que pode algo? Você fizeram uma previsão de algo de sete séculos, né? Aí você vai começando a entender eh eh o Cristo pré-encarnado. Eu é uma área que eu sou apaixonado. Até recomendo vocês a poder estudar, ler algumas coisas. Você que quiser e depois algumas orientações e alguns livros você pode escrever pra gente. A gente pode estar dando algumas há um livro novo que vai sair agora, muito bom, que eu uso aqui em inglês, mas parece que vai sair em português sobre esse assunto aí. Então, gente, a nossa missão deve, portanto, ser centrada em Cristo, refletindo sua vida e sua obra no mundo. Então, eh, a uma coisa que a gente precisa pensar, né, eh, é que uma pergunta, né, que eu queria deixar para vocês aqui, eh, como que a nossa própria vida se encaixa na narrativa de Deus? as nossas prioridades, as nossas escolhas e ações diárias, elas estão alinhadas com essa história maior que a gente acabou de falar aqui. Ah, nós estamos vivendo como personagens conscientes do desse enredo divino divino ou nós estamos tentando escrever a nossa própria história de forma independente? Então, viver como parte da missão de Deus, gente, significa reconhecer que nós somos parte de algo muito maior que nós mesmos. Significa a gente entender eh que as nossas vidas individuais e comunitárias, elas ganham um outro sentido quando nós participamos do que Deus está fazendo para redimir e para restaurar o mundo. Então esse é o nosso papel, esse é um privilégio que nós temos. Então, quando eu olho hoje, né, nos tempos de hoje, eh, nesses tempos de individualismo extremo, né, a gente vê que essa perspectiva ela é revolucionária, né? Eh, nós não estamos aqui apenas paraa gente buscar a nossa própria felicidade ou sucesso. Nós estamos aqui como participantes de uma história cósmica de redenção. Nós somos chamados pra gente poder refletir a glória de Deus e poder promover a sua justiça em todas as partes, em todas as esferas da vida. Eu contando há pouco tempo atrás, conversando com um amigo eh não cristão de um contexto eh eh eh budista, eh a gente começou a conversar sobre esse sobre essa questão, né, do Deus que nos chama, do amor de Deus, de nós fazendo parte do povo de Deus, falando um pouco para ele sobre o conceito do reino de Deus. E a pergunta que eu fiz para ele é, eh, você conhece, eh, uma história como essa, né? E ele ficou parado assim, falei assim: "Puxa, eu nunca, primeiro, eu nunca ouvi sobre isso que você tá falando". Isso, isso nos assusta bastante, sabe? Porque quando a gente pensa que ao redor do mundo e na nossa vizinhança, como eu disse para vocês, né? as pessoas estão se deslocando de todos os lugares para todos os lugares. A gente vai ver pessoas que nunca ouviu essa história. Só que ao nosso lado também nós vamos ouvir pessoas que elas ouviram essa história, mas um pouquinho diferente, que foi manchada com outras coisas e com distorções. Então, o nosso papel como povo de Deus, entender esse nosso papel é de apresentar o verdadeiro Cristo, né, a essas pessoas, elas entenderem que nós não temos condições de nós mesmos, né, de eh eh eh de resolver o problema do pecado, né, nós precisamos da graça e da misericórdia, do amor de Deus para que isso eh seja resolvido. Não há nesse, não, não há como nós como humano. Então, eh, o conselho que eu queria deixar aqui, uma sugestão, é você pensar, pensar, por exemplo, numa história bíblica que você possa contar e que a pessoa possa entender quem é Jesus, né? recentemente eu tava conversando com uma pessoa e tive a oportunidade de compartilhar um pouquinho do meu testemunho. E quando eu terminei meu testemunho, eu cheguei para ele e para as pessoas falei assim: "Você entendeu que a minha história, que a pessoa mais importante da minha história não sou eu, que a pessoa mais importante da minha história é Jesus." E e aí continuei falando com ele. E e é interessante que quando eu falo de Jesus me vem um monte de história linda, porque essa história que você ouviu da minha vida é o que ele fez na minha vida. Só que ele tá fazendo isso também e fez isso na vida de um monte de gente. Eu lembrei de uma história aqui muito interessante. Se tiver tempo para contar, eu posso contar. E comecei a contar. Aí contei para ele assim, né, uma forma bem simples, né, mas e disse para ele certa, uma vez Jesus estava no foi para uma cidade e nessa cidade tinha, ele foi para falar com um monte de gente, um monte de gente chegou na casa, a casa tava cheia e e aí fica um paralítico ficou sabendo que Jesus estava na cidade e uns amigos desse paralítico levou esse paralítico lá, chegou lá, tava muito cheio, eles não tinham como entrar. Eles arrumaram um jeito e desceram paralíticos, fizeram um buraco no teto, desceram paralíticos. E quando ele desce, é muito interessante que Jesus, ele olha para para aquele paralítico e fala: "Olha, a sua fé salvou, seus pecados estão perdoados". Só que nessa reunião haviam alguns estudiosos da lei judaica e talvez estavam ali para questionar ou para ver o que Jesus estava fazendo. A fama dele já tava correndo. E eles só pensaram quem ele pensa que ele é. Ele acha que ele é Deus que perdoa pecado. Que blasfêmia é essa? O interessante é que Jesus, ele ouviu o pensamento deles e e olhou para eles, falou assim: "Uá, que vocês estão pensando? Vocês acham que é mais fácil o quê? Dizer pro paralítico: "O seus pecados estão perdoados ou levanta e anda agora?" E aí Jesus chega e mostra para eles, olha, para que vocês saibam que eu tenho poder para perdoar pecados, aí Jesus olha pro paralítico e fala: "Levanta e anda". E naquele mesmo momento, o paralítico levantou, pegou aquela caminha de lá, maquinha, a maca, e saiu. Todo mundo ficou de boca aberta e a notícia se espalhou. E eu contei essa história para eles, para esse meu amigo. E contando essa história, eu disse para ele, você percebeu que o que o que o que Deus quer fazer, exatamente isso, ele quer entrar na nossa vida. Ele quer trazer uma nova história. Ele quer, ele quer trazer coisa nova, coisa boa e que, que, e, que a salvação da nossa alma, né, da nossa vida. E, e eu falei para ele, tem muitas histórias e assim e ele também ele tá disposto a entrar na sua, mas é uma coisa que depende de você. Então, pensa nisso. Eu tava já, já era hora de sair, né? E então eu falei, pensa nisso então eh eh são formas que nós podemos entender que nós precisamos ser intencionais e apresentar as boas novas. E pode ser feito isso com amor, com compaixão, com estratégia, com sabedoria, usando pontes de comunicação. E mas essa intencionalidade é nosso papel como povo de Deus. Então aqui nesse PowerPoint 2, né, que o texto diz: "A missão do povo de Deus ganha significado e direção quando nós reconhecemos que somos participantes ativos nessa grande e linda narrativa bíblica. Então nós fazemos parte, então nós somos seguidores de Jesus. Então, a grande comissão faz sentido. Os exemplos que deixou, que Jesus deixou eh caminhando com os discípulos faz muito sentido para nós como povo de Deus, né? Então, continuando aqui, eh, um outro ponto importante aqui pra gente explorar, eh, é que, eh, eh, o, o autor, o Wght, ele também ele ele fala sobre, eh, sobre esse ponto, né, de pessoas que conhecem o Deus que adoram. H e o autor, ele apresenta uma verdade muito fundamental. Eh, ele diz que conhecer a Deus é o objetivo final da existência humana. Não se trata eh eh na verdade o que ele quer dizer que não se trata apenas de saber sobre Deus. Muita gente quer saber sobre Deus, mas nós estamos falando de conhecê-lo intimamente. Então, há pessoas que conhecem o Deus que adoram. Então, nós estamos falando de um relacionamento. Não é só conhecer. Nós sabemos que na época da Semana Santa, na época de Natal, a as televisões ficam cheias de de filmes muito legais, de de de filmes bíblicos e tal. Eh, mas é muito mais que isso. Nós estamos falando de relacionamento, né? Então, vamos pensar pensando em Êxodo, lá em Êxodo 34. H, quando Deus ele a gente quando Deus ele proclama o seu nome a Moisés, né, o texto, uma parte do texto diz assim: "O Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e fidelidade." Então, esse é um momento crucial de uma autorrevelação, é uma autorrevelação divina nessa experiência que Moisés está tendo. E e esse conhecimento de Deus, ele não é meramente intelectual, ele é relacional, ele é experiencial, né? Ele é um encontro que vai gerar o quê? Transformação verdadeira. E e a resposta natural a esse conhecimento é a adoração. Adoração ela vai muito além de rituais ou experiências emocionais. É muito mais profundo que isso. A verdadeira a verdadeira adoração eh é uma expressão de quem Deus é. No Antigo Testamento, a gente vê como que os profetas, eles frequentemente eles criticavam as formas vazias de culto que não refleti o caráter de Deus. Eles denunciavam rituais religiosos desconectados da justiça e da retidão. Eh, o que a gente entende é que a verdadeira adoração, adoração autêntica, ela deve refletir a santidade, deve refletir a justiça, a misericórdia e a fidelidade do próprio Deus. A gente destaca aqui, eu gostaria de destacar aqui que a adoração ela também, ela é uma declaração de lealdade. É uma forma que nós declaramos a nossa lealdade. E nesse mundo cheio de ídolos, de falsos deuses, o povo de Deus, ele é chamado para uma devoção exclusiva, mas exclusiva ao único Deus verdadeiro. E essa lealdade que a gente tá falando aqui não é apenas um ato pessoal de fé, mas um poderoso testemunho ao mundo, à pessoas, sobre essa singularidade e o poder redentor de Deus. é poder apresentar para as pessoas, é poder experimentar e poder e poder reproduzir esse sentimento nosso e poder compartilhar essas narrativas bíblicas, aquilo que nós estamos aprendendo, que nós estamos sentindo em caminhar com Jesus no sentido de experiência com Deus, de relacionamento com Deus. E a gente sabe que a idolatria ela distorce o nosso conhecimento de Deus. Então, quando a gente substitui o Criador por qualquer outra coisa, né, seja um objeto físico, seja um sistema de pensamento ou até mesmo os nossos próprios desejos, o que que a gente faz? a gente tá corrompendo o nosso a nossa relação com Deus e automaticamente a nossa missão, a nossa missão no mundo, né? A bússola quebrou, a gente fica desorientado. A adoração verdadeira, ela nos restaura a nossa, ela restaura essa nossa relação correta com o criador. Eh, o Novo Testamento, por exemplo, mostra como o conhecimento de Deus está intrinsecamente ligado à pessoa de Jesus Cristo. Jesus, ele é, sabemos muito bem que Jesus, mas muitos não sabem que Jesus é a revelação, ele é a revelação completa de Deus. E ele mesmo disse, né? Quem me vê vê o Pai. Então, em Cristo, Deus se revela plenamente. E conhecer a Deus agora significa o quê? significa conhecer a Cristo. Então, quando nós vemos ali a grande comissão de fazei discípulo de todos os povos, de ir e pregai a o evangelho a todas as pessoas, a todas as nações, a todas as etnias, e é isso que a gente tá falando, né, e dessa forma de adoração. Então, eh, a adoração, a nossa adoração, a adoração cristã verdadeira, ela é centrada em Cristo. Ele é simultaneamente o objeto, mas ele também é o mediador da nossa adoração. Então, um dos pontos eh para mim, um dos pontos mais importantes desse, desse assunto aqui que nós estamos falando é a profunda conexão entre adoração e a missão. Eh, a adoração ela é esse fundamento. Para mim, a adoração é o fundamento da missão. É no contexto da adoração que a gente consegue reconhecer quem Deus é nos comprometemos com sua obra redentora no mundo, né? Como eu falei para você e vocês lá em Mateus 28, né? Na grande comissão, ela começa com os discípulos adorando a Jesus, o Cristo ressurreto. E dessa adoração flui naturalmente a missão de fazer discípulos de todas as nações. Então, gente, a missão ela não é uma atividade separada da adoração. Vocês estão percebendo como que é importante a gente, talvez você que tá vendo aqui, assistindo a gente aí, o que que é importante a gente dar uma uma revisitada nesses conceitos, a gente dar uma ajustar o nosso óculos para fazer para nós lermos a Bíblia numa com outro com outro ajuste, né, uma outra leitura. Eh, a missão ela é uma atividade que tá vinculada à adoração. Então, quando nós convidamos outros a conhecerem e seguirem a Jesus, nós estamos essencialmente convidando as pessoas para se juntarem a nós na adoração ao único Deus verdadeiro. A nossa missão no mundo é, na verdade, esse transbordamento da nossa adoração a Deus. E essa adoração, ela molda a nossa identidade como povo de Deus. O que nós adoramos determina quem nós somos. Então, o que eh eh a as nossas as nossas prioridades, os nossos valores, a visão do mundo, elas são formadas por aquilo que nós adoramos, com aquilo que nós veneramos. Quando a nossa adoração é verdadeiramente centrada no caráter e nas promessas de Deus, aí sim nós somos transformados em agentes da sua missão no mundo. Então o que eu quero dizer aqui é que não existe uma Liga da Justiça que somente alguns podem entrar, só os superheróis. Quem é mais antigo sabe disso, dos desenhos do Superhomem, do Batman, do Robin, o Homem-Aranha. Tinha lá a Liga da Justiça. Não, a a igreja do Senhor Jesus não é não é disso que a gente tá falando. Não existem pessoas especiais que só elas vão fazer. Nós temos um grupo na igreja e esse grupo é o grupo que vai fazer missões, é o grupo que vai evangelizar. E cabe a mim orar e talvez assinar um chequezinho para suport, para dar o suporte. É muito mais que isso. Nós estamos dizendo que como povo de Deus, nós somos chamados para convidar as pessoas de todos os povos, línguas para eles se juntarem a nós, para nós adorarmos o único Deus, o único Deus verdadeiro. Então aqui nesse PowerPoint 3 fala exatamente sobre isso, que a adoração autêntica baseada no conhecimento relacional e transformador de Deus revelado plenamente em Cristo, é o fundamento da identidade do povo de Deus e é o motor da missão, da nossa missão no mundo. Então, eh tá bem claro isso. A Bíblia deixou muito claro para nós. Então, eh eh todos nós fomos chamados para sermos cristãos missionais. Não tô falando missionário, não tô falando meu chamado para ir pra Índia, paraa China, para trabalhar com você. Não é isso que eu tô falando. Eu tô falando que o nosso papel é de como povo de Deus, nós somos chamados para apresentar o evangelho para todas as pessoas. Isso não é algo que você tem que orar para ver se Deus quer isso de você. Nós já fomos chamados, sabemos que existem chamados diferentes, sabemos que isso não é questão, mas é muito importante nós não nos escondermos, nós não ficarmos sentados no no sofá eh eh do conforto, né? Aquela coisa ali e fingir que não é comigo. Todos nós fomos chamados. Então, pense nessa igreja, como que nós seríamos como igreja com muito mais força se nós pensássemos dessa forma, todos envolvidos em convidar outros e compartilhar a experiência, o relacionamento que eu tenho com Deus, eu quero que outros também eles eles tenham, né? Bom, ouvir a palavra de Deus é uma é uma característica que define a gente como povo de Deus ao longo de toda a história bíblica, né? Eh, e e ele nos remete eh ao isso isso remete ao Chemá lá em Deuteronômio, no capítulo 6, o verso 4, né? Que começa com as palavras, né? Ouve, ó Israel, né? É um chamado que ecoa através das gerações como uma convocação a atenção e resposta. Mas o que que significa realmente, né, ouvir? O que que significa ouvir a palavra de Deus, né? A gente sabe muito bem que, eh, no sentido bíblico implica em prestar atenção, em compreender, né, e e responder à voz de Deus. É um ouvir não passivo, é um ouvir ativo que naturalmente conduz, que leva a gente à obediência. E essa disposição de ouvir e obedecer é o que distingue o povo de Deus das outras nações. E isso demonstra a sua a nossa lealdade. A nossa lealdade ao Senhor. Então, é importante entender que a obediência à palavra de Deus não é um legalismo vazio ou uma conformidade mecânica e e a regrinhas, né? Eh, mas é uma resposta relacional. A gente obedece porque nós amamos a Deus, porque nós confiamos nele, porque nós reconhecemos a sua autoridade nas nossas vidas. A palavra de Deus, ela revela quem ele é e como ele deseja que a gente viva um relacionamento com ele, né? E mais que isso, e como ele deseja que vivamos, né? E como ele deseja que a gente também eh eh não só viver, né, com ele, mas como também nós podemos eh eh compartilhar essa experiência com outros, né? Eh, pensando no pensando nos 10 mandamentos e também nos ensinamentos dos profetas, é interessante, né? Porque não são apenas regulamentações arbitrárias, mas são revelações do caráter de Deus e também convite pra gente poder refletir esse caráter em na nossa vida, né? E poder também compartilhá-la. E quando a gente obedece a palavra de Deus, a gente manifesta algo do próprio Deus ao mundo, né? Então isso é muito interessante a gente pensar nisso. E o o W, ele ele ele também ele ele aborda que a ele ele fala sobre a tensão a entre ouvir e não obedecer, né? E ele ele examina que ele examina os momentos em que Israel ele ouviu a voz de Deus, mas falhou em obedecer. E qual foi o resultado? O resultado foi foi devastador, né? Consequências devastadoras. Hã, se a gente lembrar aqui o que o W falou, ah, no Monte Sinai, no Monte Sinai, por exemplo, o povo ele prometeu obediência, mas logo se voltou paraa idolatria. Quando a gente vê na na nos ensinamentos dos profetas, os profetas, eles repetiram incansavelmente a palavra de Deus, mas muitas das vezes ele foi, foram totalmente foram totalmente ignorados, né? E então quando a gente quando a gente duvida da bondade ou da sabedoria de Deus, a gente tende a seguir os nossos próprios caminhos, a gente passa a ser dono da gente mesmo. E, né, o que eu tenho aprendido nesses anos e é uma lição aí pro para todos os dias, né, é que a verdadeira obediência ela brota da fé, da convicção de que o caminho de Deus ele é confiável e ele é bom. Então, um dos pontos mais fascinantes que que eu vejo, né, eh eh é ver, né, eh é quando a gente quando a gente vê a relação entre a obediência e a missão. Então a missão do povo de Deus, ela está intrinsecamente ligada à sua disposição de viver segundo a palavra de Deus. Lá em Deuteronômio, no capítulo 4, do verso 5 ao verso 8, a gente vê que Moisés, ele declara que a obediência de Israel às leis à leis divinas seria um testemunho para as nações ao redor. Então, quando quando o povo de Deus vive de acordo com os seus mandamentos, torna-se uma vitrine. Nós nos tornamos uma vitrine da justiça, da misericórdia e da santidade de Deus no mundo. Então, pensa nisso. O Novo Testamento, por exemplo, Jesus ele emerge como o cumprimento perfeito da palavra de Deus. Ele não apenas ensina a palavra, mas ele ele a encarna completamente. Eh, no sermão da montanha, por exemplo, Jesus ele aprofunda a compreensão da lei, chamando os seguidores a uma obediência que vai além das aparências externas para uma transformação verdadeira do coração, né? E é importante a gente lembrar que a obediência cristã, ela não é alcançada por esforço humano, mas pela graça de Deus e pelo poder do Espírito Santo. É Deus quem nos capacita a viver segundo a sua palavra, transformando-nos dentro de daqui, de dentro para fora. Então a pergunta é: qual que é o papel então das escrituras, da palavra de Deus na nossa vida hoje? Então aqui uma sugestão, né, é que a gente nós precisamos nós devemos nos engajar ativamente com a palavra de Deus, permitindo que a palavra molde a nossa visão de mundo, as nossas prioridades, as nossas ações e que ela ajuste o conceito de ser missional, o papel nosso de povo de Deus. E mais uma vez não tratar a palavra de Deus como um manuel um manual de regras ou uma coleção de histórias totalmente desconexas, mas uma narrativa unificada e uma narrativa, né? uma narrativa unificada que mostra a missão de Deus, mas também mostra o nosso lugar nessa missão. Então, gente, viver como ouvintes obedientes a essa palavra, a palavra de Deus, eh, não é um fardo, pelo contrário, é um privilégio, é uma alegria, né? é uma expressão do nosso amor por Deus e a nossa participação nessa missão linda, nessa missão redentora. Então, quando eh nós ouvimos e nós obedecemos a palavra de Deus, a gente se torna a luz. Vocês entendem? Nós nos tornamos luz para as nações. A gente aponta o caminho da vida e da esperança que só Deus oferece pro mundo. Então, como é que tá a nossa obediência hoje? Será que a nossa vida ela tá refletindo a palavra que nós temos ouvido? Então, eh eh eu antes de seguir aqui, eu queria até orar rapidinho aqui, pedindo a Deus que ele nos corrija o nosso astigmatismo espiritual, hipermetropia e a gente precisa ajustar essa visão, né, Senhor? Nós te agradecemos pela tua palavra, nós te agradecemos pelo teu amor. Nós te agradecemos pela tua graça, eh, e tudo aquilo que o Senhor tem feito, Senhor, em prol de nós. Obrigado, Senhor Deus, por pelo seu amor. Obrigado por Senhor ter me encontrado, ter encontrado tanta gente no decorrer da história e aqueles que o Senhor vai encontrar também. Obrigado pela igreja. Obrigado, Senhor Deus, pela a igreja global. E o nosso pedido, Senhor, é que o Senhor nos ajude a gente poder ajustar a nossa visão, aquilo que nós temos falado sobre o nosso papel. Nós sabemos que a missão é sua e nós louvamos a Deus porque nós fazemos parte dela. E que o Senhor nos ajude a entender, que o Senhor nos ajude nesse processo, que a igreja global que ela possa realmente eh abrir os olhos, ter a sua visão ajustada pra gente poder entender realmente o nosso papel reconciliador aqui na terra, Senhor. Amém. Vamos, seguindo aqui. Um outro ponto também que eu queria destacar é sobre andar no caminho de Deus, né? É claro, gente, só para a gente lembrar aqui que eh eh a gente eu usei, né, a o livro do WR, mas eh selecionei alguns pontos pra gente poder estar conversando. Alguns desses pontos nós podemos também eh eh falar aqueles pontos que nós não formos tratar aqui. quinta-feira nós estamos de volta e nós podemos juntar com a pergunta da quinta-feira e a gente poder trazer essa continuidade. Então, eh é muito interessante esse assunto de falar sobre a teologia, a teologia bíblica da missão e como qual é o nosso papel nesse nessa caminhada como seguidor de Jesus. Eu eu acho muito interessante que às vezes eh eu já parei para pensar nisso, alguém levantou isso para mim uma vez e e falou o seguinte: "Puxa, se nas nossas igrejas quando as pessoas se convertem, é uma oportunidade que nós temos de já ajudar logo nos primeiros segundos para que ela seja um discípulo de Jesus e não somente um membro da igreja. igreja. E eu fiquei pensando nisso, sabe? Ser membro de igreja, claro que é importante a questão de organização, a questão de sentir, de saber que eu faço parte do grupo, em que eu faço parte do corpo de Cristo, aquele grupo que eu tô frequentando nos dias de semana, no fim de semana, é ali que eu vou aprender, é ali que eu vou ter experiências com Deus, é ali que muita coisa vai acontecer. E mais essa proposta de nós sermos discípulos de Jesus, entender o nosso papel. Então, quando eu o Aquila ele comentou sobre essa questão da teologia e que a gente não aborda muito nos estudos teológicos essa parte missional, eu não tô falando missionária, não tô falando essa parte missional. Eu tenho visto eh a importância da teologia caminhar junto com a missologia. Eu tenho dado mentoria para várias pessoas através da missão cristar, uma missão que já existe há mais de 115 anos, mas o escritório tá em Belo Horizonte há 5 anos. É uma missão que sede aqui nos Estados Unidos. O foco da missão cristal é o po entre servir entre povos não alcançados, os povos budistas, hindus, eh muçulmanos e outros povos não alcançados. E o nosso, o meu papel nesse projeto, eu sou coordenador de treinamento pré-campo. Então nós temos todo o processo da seleção daquelas pessoas que querem servir a Deus em povos não alcançados. Toda essa questão a gente caminha com eles, né? E o que eu acho interessante eh eh eh é quanto quando nós vamos conversar o quanto de distorção com relação a ser missional eh eh a gente encontra nessas conversas. Então, eh eh e talvez eh a falta dessa dessa desse dessa ação eh sinergística entre a teologia e a missologia, né? Quando a gente vai pro campo missionário, a importância de nós estudarmos a palavra de Deus, não somente as ferramentas de antropologia, de fenômenos religiosos, religiões mundiais, como alcançar a B, C, mas essa esse essa ideia de você conhecer a Deus, conhecer a Deus, seja formalmente, eu louvo a Deus pelo pelo pelo Macários, por esse curso teologia, sabe por quê? Porque quando eu vejo a a profundidade das aulas e também a maneira como eu tenho visto os professores trazer para uma forma para que todos possam compreender, isso atende para mim ser missional. Isso atende essa ideia de eu conhecer a Deus para fazê-lo também conhecido. Eu conheço ele e também vou fazer com que outros também conheçam, seja na rua da minha casa, seja na esquina, na esquina, seja onde for. E e então eu louvo a Deus pelo Macários. Eu louvo a Deus porque a estrutura eh da da só desse módulo, imagina os outros que virão pela frente, espero que venham. h, o quanto que a gente tem crescido na fé, na maturidade, com essas discussões que a gente tem tido, como essa de hoje aqui também, né? Agora, o que que significa então andar no caminho de Deus, né? Então isso é importante a gente pensar. Eh, pra gente poder ilustrar esse princípio, é importante a gente pensar na no contraste, né, entre Abraão e Sodoma, né, narrativa que essa narrativa ela revela dinâmicas essenciais da obediência e também eh da desobediência, né, justiça e injustiça. Então, só paraa gente lembrar, a gente vê ali que naquela passagem ali de Sodoma, Gomorra, Abraão, eh Sodoma, ele Sodoma emerge nessa narrativa como o símbolo da desobediência. Então, é um retrato vivido, eh, do desse caos, do caos moral, do caos espiritual, que resulta quando a sociedade ela abandona completamente os princípios de Deus, né? quando ela abandona os princípios divinos. A cidade ela representa a antítese da justiça de Deus, né? Um lugar marcado por egoísmo, por exploração e também mostra ali uma uma profunda desconexão do propósito criador de Deus, do propósito de Deus. Então a gente vê que essa história que eu tô falando aqui de lá de Sodoma, ela é um alerta porque ela revela as consequências inevitáveis de quando nós rejeitamos o caminho do Senhor. Mas ao mesmo tempo, né, eh, mas em contraste, quando a gente vê Abraão, a gente vê que Abraão ele ele ele é apresentado como um modelo do que significa participar ativamente da missão de Deus. Então, pela fé e pela obediência de de Abraão, a gente vê que ele se torna um instrumento na nessa grande história da redenção divina. Então, a promessa que Deus fez a Abraão de ser uma bênção para todas as nações, ela não é uma uma mensagem, uma uma mensaginha de esperança, mas é um chamado, gente, é um chamado à ação. E essa promessa, ela requer uma resposta que envolve não apenas acreditar nas promessas de Deus, não é só acreditar, mas caminhar em obediência à vontade de Deus. E uma coisa que eu queria destacar aqui, eh, é, e é é como o eh que o povo de Deus, né, é importante a gente ter isso em mente, que o povo de Deus ele eh eh ele é chamado para ensinar, para praticar os caminhos do Senhor e o que significa viver uma vida de justiça e de retidão. Então, eh, essa dimensão, essa dimensão ética, ela não é um complemento opcional à fé. Ela é central na missão, na nossa missão como povo de Deus. A justiça não é uma uma virtude individual, mas é uma característica comunitária. Então, o testemunho o testemunho do povo de Deus eh eh tá tá diretamente ligado à forma como nós vivemos juntos, como essa comunidade. Uma lógica, uma lógica missional clara, ela permeia esse assunto que a gente tá falando. A missão de Deus não é a missão de Deus no mundo, ela não é apenas sobre proclamar, mas sobre encarnar. A obediência do povo de Deus aos seus caminhos torna-se um testemunho vivo para todas as nações. Então, quando nós, como povo de Deus, nós vivemos em fidelidade, ele se transforma numa janela através da qual outros podem vislumbrar a bondade e a justiça de Deus. Então, da mesma forma como Abraão foi chamado, não apenas para receber as bênçãos, mas para compartilhá-las, a missão nossa, como povo de Deus é ser uma expressão visível do caráter divino. E assim nós demonstramos através da sua vida comunitária a realidade do reino, a realidade do reino de Deus. Então, a gente precisa pensar nisso, né? O julgamento de Sodoma, eh, não é um fim em si mesmo, mas é parte do propósito redentor de Deus. Então, ele serve como um meio de restauração, de é um meio de é um meio de restauração, eh, que revela, que mostra a seriedade do pecado enquanto aponta para justiça e misericórdias divinas. O Abraão, né, em contraste com esse cenário de Sodoma, ele exemplifica como Deus deseja que o seu povo viva de maneira totalmente contrária à corrupção, ao egoísmo, né, tornando-se um modelo de justiça que vai o quê? Refletir o caráter de Deus do próprio Deus. Então, quando nós falamos em ser missional, é isso, né? O caminho do Senhor, ele é muito mais que um conjunto de regras. É uma visão abrangente de vida que integra a fé, ação e relacionamento pessoal com Deus. E seguir esse caminho não é apenas uma questão de moralidade pessoal, mas é um compromisso com a transformação do mundo à luz da justiça, à luz de Deus, à luz da justiça divina. Então, gente, a missão de Deus ela ela inclui não apenas essa salvação individual, mas a restauração de toda a criação, como eu já disse anteriormente. E quando eu penso na promessa de Deus a Abraão, né, que todas as nações seriam abençoadas por meio dele, eh, a gente vê, né, essa essa linda parte da narrativa bíblica e a gente vê um modelo para nós como povo de Deus, pra gente seguir, né, a a nessa passagem, né, a gente vê que a bênção de Deus, ela nunca é destinada apenas aqueles que a recebem, ela deve ser compartilhada. Isso mostra mais uma vez o nosso papel como o povo, como o povo de Deus. A redenção, ela não é apenas um evento pontual na nossa vida, mas ela traz pra gente a nossa identidade como povo de Deus, né? Então, a gente pode ver isso eh lá no livro de Êxodo, né? Eh, quando quando Deus ele liberta, libertou o povo de Israel lá do Egito, da escravidão, a gente vê lá que ele fez muito mais do que um resgate físico, foi muito mais que isso. Então, aquele aquele ato histórico definiu a relação de Deus com o seu povo. E a gente vê no decorrer da história que estabeleceu um modelo para toda a missão, toda a missão futura. Deus, ele não libertou Israel apenas para que fossem livres, mas para que vivessem com um propósito de refletir a justiça, a santidade e o amor de Deus naquele mundo, naquela época, ao redor daquelas nações, né, para todas aquelas nações. E essa, para mim, essa é a ideia central, né? A redenção de Deus nunca é um fim em si mesmo. Então, repetindo, a redenção de Deus nunca é um fim em si mesmo. Ela é sempre direcionada por uma transformação que vai capacitar, que vai nos capacitar a ser agentes da redenção para os outros, né? Então, o povo de Deus, nós somos chamados para incorporar o estilo de vida redentor de Deus. E assim nós seremos o quê? Nós seremos instrumentos dessa transformação nas comunidades onde nós estamos. Importante ver aqui como que a cruz de Cristo ela aprofunda o conceito de redenção apresentado no Êxodo, né? Na cruz. Deus não apenas liberta seu povo do pecado e da morte, mas ele derrota todas as forças que oprimem a criação. A cruz representa a vitória definitiva de Deus sobre o mal e inaugura nova criação e chamando os redimidos a viverem de acordo com essa nova realidade. Então essa percepção, essa essa perspectiva, ela muda, ela expande a nossa compreensão de ser missional, né? Então ser redimido significa viver em resposta à graça de Deus de uma maneira prática e intencional. Prática e intencional. E essa redenção, ela afeta todas as áreas da nossa vida, né? E essa redenção, ela ela não é apenas um tema espiritual ou teológico, ela tem implicações concretas paraa forma como que nós relacionamos com o mundo ao nosso redor, né? né? Então, a gente precisa refletir sobre isso. A a redenção, ela não é apenas uma libertação do sofrimento, mas ela mais que isso, ela é uma entrada numa nova realidade marcada pela celebração da bondade de Deus. E essa alegria, quando nós passamos a ser povo de Deus, essa alegria não é algo superficial, mas ela tá enraizada profundamente na compreensão de que Deus está restaurando todas as coisas. Essa alegria, ela se torna testemunho poderoso do que Deus está fazendo, da obra redentora e também uma forma de atrair os outros para essa experiência pessoal, né, essa experiência pessoal de redenção. E e como povo redimido, nós somos chamados pra gente poder refletir o caráter de Deus. eh eh nas nossas vidas e também em relação eh em relação aos outros, né? Eh, essa prática que ela é importante, não é tão simples, né? Mas é algo que nós precisamos compreender. Nós precisamos eh eh eh eh intencionalmente pedir a Deus e de de praticar, né, de compreender essa esses conceitos, né, eh essa ideia, né, de nós sermos imitadores de Cristo, né, não é uma não é só uma não é uma questão ética, eh é uma expressão do nosso chamado missional como povo de Deus. Viver esse estilo de vida redentor não é fácil, a gente sabe que é complicado. Eh, a gente enfrenta desafios constantes, né, quando a gente tenta viver de acordo com os princípios da redenção, né, e nesse mundo que é complicado, pecado, injustiça. Mas é importante a gente entender que nós dependemos da graça de Deus e do apoio da comunidade da fé, da nossa comunidade, a qual a gente tá junto ali, pra gente poder perseverar nessa missão, não caminhar sozinho nessa caminhada, né? Eh, aí que tá o papel para mim da igreja, né? Um dos papéis da igreja é aí que mostra para mim também como que não dá pra gente ter um modelo de igreja virtual. A gente pode ter estudos bíblicos, nós podemos ter usar como ferramentas. Eu tenho usado muito inteligência artificial, machine learning, tô estudando deep learning, criando modelos específicos para ajudar numa coisa ou na outra, para acelerar o processo de aprendizado de língua ou de um aprendizado do hebraico, de uma exegese ou de uma Mas eh isso nunca, porque nunca a gente nunca vai ter essa experiência da comunidade da fé. né? Eh, de forma de forma virtual. Eh, então, nesse PowerPoint 6 aqui, a gente diz aqui que a redenção não é apenas um evento de libertação pessoal, mas um chamado transformador para que o povo de Deus viva como agente de redenção no mundo, refletindo a justiça. É refletir. Nós estamos falando de refletir, refletir Cristo, refletir Deus, refletir o seu caráter, né? a sua justiça, compaixão e a alegria do Deus, que a sua natureza é de libertar, é de salvar, é de vir ao encontro. Uma das coisas lindas do evangelho é quando nós lemos que nós aprendemos que, ao contrário de outras religiões, o nosso Deus, ele é um Deus que ele é transcendente, é um Deus todo-pereroso, sentado no trono, mas ao mesmo tempo ele é um Deus que ele é imanente, ele é Emanuel, né? Ele é Deus conosco. É muito interessante que na caminhada com Deus nós entendemos que independente das coisas que nós temos nesse mundo, do pecado original que gerou toda uma complicação pros dias de hoje, as doenças, os sofrimentos, aquilo, é interessante a gente observar que a importância de que nós, como povo de Deus, nós não estamos sozinhos. Quando nós olhamos no decorrer da história, a gente observa que o povo tava ali escravo no Egito, mas olha o plano de Deus pro povo, a libertação, a libertação física e espiritual, né? Então, olha como é interessante nós observarmos no decorrer da história e e isso mostra para mim também que quando nós entendemos o que é ser um um cristão missional, também nos ajuda a protegermos das heresias que nós temos visto em muitas igrejas, algumas até denominadas igrejas evangélicas, como a própria teologia da prosperidade, trabalhado de várias formas, algumas vezes bem claras, outras vezes bem sutil. Mas quando nós entendemos exatamente essa narrativa, né, de Gênesis Apocalipse, nós podemos compreender o Cristo, a história do Antigo Testamento, né, o Novo Testamento. Nós não temos as uma, nós não temos dois livros, nós temos um livro só, né, uma narrativa só. Isso muda a maneira da gente, isso ajusta, isso protege a gente de de falsos ensinos, né, de entrar em qualquer em qualquer ensino, qualquer evento diferente. Bom, eu vou fazer então mais uma eh eu vou apresentar aqui mais uma ideia e a gente fecha aqui e abre para algumas perguntas pra gente poder eh na quinta-feira eu volto, a gente vai tá falando de um assunto ligado a esse assunto, então a gente tem aqui essa essa continuidade, tá bom? Eh, oi, Aquila. Oi, Jeferson. Bom, retomando aqui, então, vou até remover o slide da tela. Se você também quiser voltar aqui para a tela principal, a gente vai poder ver alguns dos comentários, em especial as perguntas que o pessoal tá colocando aqui, várias pessoas. Ótimo, ótimo, ótimo, ótimo. Como a gente tem uma continuidade quinta, então a gente pode conversar um pouco sobre isso. Exatamente. A gente tem algumas pessoas eh colocando alguns comentários sobre o conteúdo que você colocou. Esse livro em especial que você citou é muito eh muito pertinente para essa nossa conversa aqui sobre missiologia. Sim. Então, o pessoal que viu aí, você já citou várias vezes, mas se quem quiser ler alguma coisa do Christopher Wght, realmente é uma excelente indicação. Eu gosto muito dele. Bom, ah, tem uma pergunta bem prática aqui da Ana. Tenho lido a palavra com duas mulheres budistas que desejam conhecer a Jesus Cristo e se encantam com a sua sabedoria, porém resistem a reconhecê-lo como único Deus e Salvador. Algo teria a me sugerir? Oi, Ana, obrigado, viu, por essa por essa pergunta bem pertinente e diria para você, Ana, que eu estou passando exatamente essa situação, né? Como eu disse no início da minha fala, nós temos uma amiga, que que que acontece, né? Nós temos uma amiga que ela participa, nós temos aqui na igreja que eu que eu vou aqui, nós temos aqui um curso de inglês para estrangeiros, que é uma é uma é uma oportunidade que nós temos de ensinar inglês, né, e também poder fazer conexões. Eh, e pessoas vêm de várias nacionalidades. Nós temos japoneses, nós temos eh eh tailandeses, especificamente essa moça da Tailândia. nós eh amanhã, por exemplo, a minha esposa vai almoçar com ela na casa dela. Ela vai fazer uma um prato tailandês em que a gente gosta bastante, que é um arroz frito, que ele é feito dentro do abacaxi. E então, eh, a gente a gente cria todas essas formas, né, de criar uma amizade verdadeira, mas também uma oportunidade da gente apresentar Cristo. Então, assim, algumas coisas que a gente tá pensar quando nós eh apresentamos, quando nós observamos a o mundo budista, a gente observa algumas coisas interessantes. a gente entende que eh em que quando nós apresentamos Cristo ou quando eles ouviram falar de Cristo, nós eh nós temos que tomar um cuidado de não apresentá-lo, ele somente como um grande sábio, que é a compreensão que eles têm ser um grande sábio. Mas é interessante a gente pensar que na cultura budista as pessoas que vem dessa cultura, principalmente, né, eh são pessoas que de um de um que são comunicadores orais eh ou até brasileiros que que passaram a ser budista também e tal. Então é muito importante a gente entender que o que faz a diferença é quando nós apresentamos essa sabedoria de de Deus. né? Então, a partir do momento que eu digo que Jesus é sábio, eh, eu preciso trazer essa palavra fora do contexto budista, mas dentro de um contexto cristão. Então, quando ela entende que Jesus é um sábio, e é difícil eles entenderem como Jesus que ele é mais que um sábio, né, que ele é Senhor e Salvador, primeiro a gente precisa entender que isso não é uma ciência, é algo que nós dependemos do Espírito Santo, mas também como nós falamos hoje, como povo de Deus, nós somos chamados para compartilharmos as boas novas. E quando nós compartilhamos as boas novas através de uma eh respeitando o contexto dessas pessoas, né, da crença delas, ajuda muito mais essa comunicação. A gente reduz o ruído da comunicação. Então, eu sugeriria você a você buscar textos do da Bíblia e você trabalhar de uma forma, por exemplo, você vai convidar para comer, você vai estar junto e sempre você vai est falando sobre isso, porque é é falando sobre Deus na perspectiva bíblica, porque ela precisa identificar você como uma mulher de Deus, embora ela sabe que você é cristã, talvez ela saiba das diferenças principais, mas é muito Importante não ficar se não ficar concentrando em temas teológicos nesse início, mas você ter a oportunidade de compartilhar a palavra de Deus, que ela é poderosa, né? O Espírito Santo convence o homem do pecado, da justiça e do juízo. Então, a experiência que eu tenho tido com budistas tem sido essa de falar das coisas de Deus, de ouvir a crença. Quando eu ouço a crença, eu tenho oportunidade de compartilhar também a minha. Mas sempre quando eu tô conversando, eu sempre coloco que eu tô orando pela pessoa, em que eu preciso mostrar para as pessoas de forma verdadeira que eu sou uma pessoa que gosta de orar, que eu vou orar por ela, que eu vou orar por outras pessoas, que eu faço meu devocional. É muito importante ela saber isso, sabe? Então você poder chegar, quando ela contar alguma coisa, quando ela começar a abrir algumas coisas, você chegar e falar assim: "Poxa, você falou de tal coisa. Eu lembrei de uma história que uma vez Jesus, ele tava fazendo isso, isso, aquilo, ele aconteceu. Isso é muito importante. Eh, essa é uma maneira natural de nós podermos apresentar a palavra de Deus e deixar com que o Espírito Santo ele entre nas frestas da crença dessas pessoas. Não importa se são se são frestas, se são trincas micros. O Espírito Santo, ele é poderoso para entrar nessas estruturas e a gente orar por essa pessoa, colocar essa pessoa, que outras pessoas orem por ela e gerar outras conversas. Então, a experiência que eu tenho tido nesses anos, vivendo nesses mundos, eh, essas pessoas elas chegam para perguntar lá na frente, elas começam a entender você que você é uma pessoa que ora, ela vai começar a trazer coisas para você, para você orar por ela, né? Então isso é muito importante e algumas questões teológicas complexas no início de uma conversa, geralmente a gente deixa isso para uma outra caminhada, já num nível de confiabilidade eh maior, né? Por quê? Porque às vezes as pessoas elas fazem perguntas teológicas querendo eh tumultuar a conversa e quando e nós dependemos do Espírito Santo quando nós apresentamos a palavra de Deus. Então, quando a gente observa que tem alguma coisa estranha, a gente não entra nessa conversa, a gente não entra nessa discussão, porque é uma discussão que não vai levar lugar nenhum, né? Então, é uma, é algo que eu tenho feito e tenho visto, porque também quando nós falamos de de comunicar o evangelho, nós não podemos tirar da equação a batalha espiritual, né? Sabemos que o diabo vem para roubar, matar e destruir. Então, a gente tem que tomar cuidado com isso também, né? não levar pros extremos, a gente entender. Então, eh, não sei se eu respondi, não é uma resposta exata para te dar, mas é algo que eu diria para você. Explore as as histórias de Jesus, estude as histórias, conte, prepare histórias que sejam pequenas, fácil de contar, facinho dela lembrar. Eh, histórias que essa é a melhor maneira de trabalhar entre budistas, sabe? você pegar, por exemplo, histórias que eh fica fácil para ela entender, sem aquele crentez que nós usamos, mas porque a gente vive na igreja sábado, domingo, dom de semana, a gente usa tirar o crentez de uma forma que a pessoa possa entender que você tá falando de alguém que é sábio, você tá falando de alguém que é um guru, né, que aum coloca isso, né, em algum mundo um hindu, por exemplo, mas ele Cristo é muito mais que isso. Então, mostrar que mostrar que ele é poderoso suficiente nesse mundo budista e nesse mundo hindu, por exemplo, aonde magias, histórias, né, tem várias histórias ligadas ao sobrenatural, mostrar eh que Jesus ele é superior, ele não é igual aos outros aos outros gurus, aos outros eh sábios. Ele é superior, não precisa de mais nada. O mundo budista vive cheio de coisas que você tem que fazer para você proteger sobre o proteger o seu corpo da da da do mal que pode assombrar você ou da outra vida que pode acabar com você, né? Você uma vida que vai piorar a situação, que você tem que pagar pelo que você fez de mal. Então, mostrar que Cristo ele tira a gente desse dessa roda, não é? Ele ele é superior a tudo isso. Então isso você conta não através de uma aula de teologia, mas contando uma história, sabe? De uma forma leve, suave. O que que você achou dessa história? Interessante, né? Eh, isso faz muito sentido para para quem quem quem é budista, até porque se ele se essa pessoa que você tá falando veio de mundo de mundo asiático, faz muito mais sentido ainda você trabalhar através de histórias, né? Então, quando você trabalha com budistas, budistas tibetanos, a oralidade, nesses termos faz muito sentido. Se você quiser, eu tenho algumas coisas que podem te ajudar também, eh, indicar dois livros que eu acho muito interessante e depois você pode escrever pro Lle. Ok, pode me passar, eu eu passo para ele, te arruma um jeito de de conectar, tá bom? Com certeza. Ah, vou até aproveitar essa. Deixa aí, Jeferson, para dizer, quem não tá inscrito no curso mesmo, pode se inscrever pelo ensino.ibibnew.com.br. E lá a gente tem canal de comunicação. Você pode fazer comentários na aula, você pode escrever pro nosso e-mail e aí a gente pode encaminhar isso pro Jeferson, é, indicar livros, sabe? Quem quiser aprofundar mais nessa conversa nossa, outros livros da teologia bíblica da Missão, a gente pode também tá ah, né, sugerindo outras leituras. Legal. A gente tá chegando ao fim aqui do nosso tempo de aula, mas eu vou pedir só pra gente responder uma pergunta mais, Jeferson, que é o do Ruben. Oi, Jeferson, em um contexto onde existem pessoas que não conhecem o Deus bíblico, só conhece o conceito a partir da crença animista, como você responderia a pergunta de quem é o nosso Deus? Ótimo, é o Ruben, né? Obrigado, Ruben. Hã, bom, a gente precisa entender eh que o contexto animista, as pessoas que vivem no contexto animista, elas vivem debaixo de uma cultura que prevalece, o medo e o poder. Ou seja, eu preciso sempre estar fazendo algo, porque alguma coisa de mal que eu ouvi dos meus antepassados ou que alguém contou ou que eu ou que eu vi acontecer, eh isso vai destruir a minha vida, isso vai afetar nossa nossa relação na comunidade que a gente vive. E aí você vê que as pessoas sentem uma necessidade muito grande, ô Ruben, de buscar eh essa forma de atrás de de de proteção ou adoração a árvores. Ah, sempre você vai ter no contexto animista, você vai ter o que o o o que nós chamamos de o mundo do meio, né? Quando nós trabalhamos com essa ideia de em contextos animistas, a gente sempre eh os modelos antigos de missões sempre eh deu problema quando a gente ia pregar o evangelho em contexto animista. Por quê? Porque a gente define o mundo de duas formas. Eh, ou o mundo natural e o mundo espiritual. Lá estão os deuses, lá estão os poderes, tal, lá que estão, né, o o Cami lá no Japão e outros em outros contextos, tal. E aí que acontece? Existe um meio entre esse mundo natural e esse mundo transcendente em que esse mundo dos anjos, demônios, seres que vêm e e as pessoas adoram árvores, adoram plantas, adoram alguns animais. Quando a gente vê, por exemplo, eh, as as os locais onde o animismo prevalece, a gente vê muito isso. Então, a gente, quando nós vamos preparar a mensagem do evangelho, nós negligenciamos esse mundo espiritual. a gente não conversa sobre esse esse mundo porque talvez com medo de chegar a situações extremas e tal, mas o que eu tô dizendo que isso é uma realidade. O mundo espiritual é uma realidade. Então essas pessoas do mundo do mundo animista, eles não têm uma referência de algo que vai resolver o problema deles. Então, aquilo que eles protegem, a o corpo, a a a as coisas que eles usam no corpo, a maneira como eles lidam com essa questão eh do mundo do mundo espiritual, eles vivem debaixo de um grande medo. Então, quando nós eh falamos de um contexto animista, nós verificamos que a 99,999% das pessoas que vivem desses contextos também são comunicadores orais. Só que quando nós falamos desse mundo espiritual muito frequente no mundo animista, eh, eu me lembro, eh, só para ir para finalizar essa resposta sua, eu me lembro que eh quando eu servi na África, nós tínhamos eh alguns locais muito animistas e era muito complicado. A gente qualquer coisa que nós fazíamos tinha alguma ligação com o mundo espiritual. Então, por exemplo, nós tínhamos um poço d'água, nós fizemos uma análise da água, foi difícil conseguir fazer análise, que era um poço que tinha um lado sagrado nele lá também. Ele era um pouco água sagrada. E e aí quando a gente lhe viu que essa água tava com muita tava muito contaminado, foi assim algo muito complexo entender e falar para eles em que a gente não tá aqui para desrespeitar a sua água e a sua crença, mas a água ela tá afetando a comunidade das crianças, o crescimento das crianças, a questão nutricional. Então, foi debaixo de muita oração. Eh, e vou contar para você como é que eu que nós que nós conseguimos resolver isso. Eh, eu me lembro que eu voltei, que eu fui um dia na vila, na nessa tribo e eu fui falar com o líder da vila, né? E eu já me conhecia tudo, mas só que ele tava, ele tava na cama. Faz uns dias que ele tava na cama. E aí a gente, eu cheguei para ele e sentei com, eu não falava o dialeto local, falava francês e o rapaz traduzia para mim eh, um irmão nosso lá, e ele traduziu do serê pro do francês pro serê, né, que é a língua local lá. E foi interessante que na hora que a gente terminou de conversar, eu falei para ele: "O senhor acredita que Jesus é poderoso para te curar? Para curar da a cura física, mas cura da alma, tal, tal. E eu falei para ele se eu poderia orar por ele e ele falou que poderia. Ele ele tava deitado, ele pôs a mãozinha aqui no no coração, deitadinho assim, velhinho, mas a autoridade no vilarejo, né? Aí ele chegou para a gente orou, eu orei, mas eu eu confesso para você que eh eu orei mais para terminar a oração, mesmo que não ia acontecer mais nada, sabe? Assim, fui lá orar e levantar para ir embora. E foi, eu fiquei surpreso, sabe? Porque na hora que a gente começou a se preparar, eu não percebi que ele sentou na cama. E ele levantou, eu não sabia que ele tava tantos dias sem andar. E ele levantou da cama e foi para fora da casinha dele. A gente estava sentado na casa dele. E ele chegou com uma melancia bem grande, colocou no chão a um pano, cortou. E ele falou uma coisa para mim que até hoje eu fico lembrando assim, parece que foi ontem. Ele falou assim para mim: "Eh, eu nasci, eu nasci com a minha fé, com a minha crença, porque eles são muçulmanos, mas eles são animistas". É uma mistura que a gente não sabe aonde começa um e termina o outro. E o islã em muitos lugares eles ele chega e ele não pede, ele não limpa para entrar o islamismo, ele chega e mistura, né? A gente chama isso de acomodação. Aí ele chegou e falou assim: "Eu nasci assim, vou morrer assim". Mas eu sei que Jesus ele é poderoso e que você pode contar para todo mundo na minha na vila, ele ele tinha várias esposas, todo mundo, toda criançada lá era filho dele. E foi muito interessante porque toda a nossa conversa, a partir daí nós fizemos o que nós chamamos de encontro de poder. O encontro de poder é quando não tem jeito, nós precisamos selecionar textos da Bíblia, como por exemplo a história de Jesus quando entra em Gadara. É preciso as pessoas saberem que Cristo é todo poderoso. Sabe, eu até falo com alguns amigos, né, que são pentecostais. Eu falo: "Olha, a gente precisa falar do Jesus que chega para com os dois pés na porta, ele vem para expulsar demônio, ele vem para mudar o mundo espiritual. Porque nesses contextos animistas, a gente precisa contar histórias, mas enfatizar o Cristo que ele é suficiente para qualquer coisa. Não precisa mais usar isso. Não precisa mais ter medo da noite. Lá eles tinham o medo da noite. Não precisa mais ter isso. Você não precisa mais porque não precisa porque Cristo, você está em Cristo. Você é a nova criatura. Então, é muito interessante a gente ver esse processo de transformação de povos animistas quando eles começam, eles eles encontram a Jesus e nesse processo discipulado a gente vê essas transformações acontecer, né? Cristo ele é suficiente, não precisa mais de patuá, não precisa mais de grigri, não precisa mais do dos cânticos ou das da dos rituais, não é de ritual que a gente tá falando. É muito interessante, né? Mas isso só vem através de comunicação oral nesses casos e textos selecionados. Nós chamamos isso de terminologias de combate. É o Cristo que combate, né? Então é só para te dar uma ideia. Muito bom. Obrigado, Jeferson. Obrigado aí pelas suas respostas a essas poucas perguntas que a gente pôde colocar hoje, mas reforço que quinta-feira o Jeferson vai estar de volta. A gente até vai tentar separar um tempo maior para conseguir interagir com vocês que estão acompanhando aqui a nossa aula e vai ser a conclusão desse tópico de missiologia. Na quinta-feira o nosso curso Macários, ele precisa às vezes falar de tópicos que são muito grandes em pouco tempo. Então a gente tem duas aulas para missologia, mas dava para fazer facilmente muitos e muitos cursos dentro disso que o Jefferson trouxe hoje aqui. Módulo dois, né, módulo dois. Opa, módulo dois tá vindo aí. com certeza vai ter espaço pra gente falar de muita coisa. Eh, obrigado para todo mundo que acompanhou a gente até o final da aula. A gente vai disponibilizar em breve material complementar para você poder se aprofundar no assunto dessa aula e da aula de quinta. E a gente pede para você então retornar aqui depois de amanhã pro nosso segundo encontro desse mesmo tópico. Jeferson, obrigado mais uma vez. Seu boa noite aí pro pessoal também. Boa noite. Boa noite a todos. Deus abençoe. Lá em na China a gente falava [Música] assim: Deus abençoe vocês. Xandun. Deus abençoe a todos vocês. Amém. Amém. Obrigado, gente. Até o próximo encontro. Ciao. Tchau.