Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Matrix – Vaidade de Vaidades | 01 – Humanismo Secular | Josemar Bessa

Matrix – Vaidade de Vaidades | 01 – Humanismo Secular  | Josemar Bessa

Matrix – Vaidade de Vaidades | 01 – Humanismo Secular | Josemar Bessa

QUERO SER MANTENEDOR DESTE MINISTÉRIO:

Pix 21 999811424
Pix [email protected]
Pix 011.737.737.62

PayPal – [email protected]

Caixa Econômica Federal
Agência 4087
Operação 013
Conta 51850-3

Banco Inter ( Beleto bancário )
Agência 0001
C/ C 60240490
CPF 011.737.737.62
Claudia Vidal Bessa

Banco do Brasil
Agência 4315-x
Conta poupança 14957-8
Operação 051
Claudia Vidal Bessa

REDES SOCIAIS:

💻 Site: http://www.josemarbessa.com/
🐦 Twitter: https://twitter.com/JosemarBessa
📷 Instagram: http://www.instagram.com/josemarbessa
💎 Facebook: https://www.facebook.com/josemarbessa
💎 Facebook Page: https://www.facebook.com/pastorjosemarbessa
💌 Email: [email protected]
🎬 Youtube – Josemar Bessa – https://www.youtube.com/user/JosemarBessa
🎬 Youtube – ReformedSound – https://www.youtube.com/user/reformedSound
🎬 Youtube – SpurgeonTv – https://www.youtube.com/user/spurgeontv

Legendas automáticas:

Queridos, se preparem para descer ao
coração de um labirinto digital, onde as
sombras dançam em telas pretas com
letras verdes e as perguntas ecoam como
rugido de máquinas. Hoje não estamos
apenas abrindo as páginas de
Eclesiastes, estamos plugando nossos
cabos na Matrix, a trilogia Cyberpunk,
um universo de ilusão, onde a realidade
é um código traiçoeiro e a vida, uma
mentira que pisca em neon.
Esta não é apenas uma saga de hackers,
agentes e revoluções. É um mapa
filosófico de Colef, o professor de
filosofia que em Eclesiastes 12 clama
com uma voz que corta o véu da
existência. Vaidade, vaidade, tudo é
vaidade. Como Morfeus, com seus óculos
escuros, refletindo o deserto do real,
declara em Matrix diante de Néo, um
homem perdido na escuridão. Você já teve
um sonho, Né, que parecia real? E se
você não pudesse despertar, como saberia
a diferença entre o sonho e a realidade?
Esse sonho é a vida debaixo do sol. E a
trilogia Matrix é nossa bússola,
guiando-nos do caos de uma ilusão
programada até a glória do Logos. O
verbo encarnado de João 11, que ilumina
as trevas e faz tudo significar tudo.
Imaginemos, se me permitem, as
escrituras como um vasto minframe
cósmico, uma rede de verdades que pulsa
com a energia do divino, conectando o pó
da terra ao trono do céu. Há circuitos
menores, é verdade, como os profetas do
Antigo Testamento, cujas vozes roucas
ecoam como sináis fracos de um modem
antigo, prometendo um escolhido que
romperá os fariuols do pecado. Os salmos
são pulsos melódicos, como as canções de
Zion em Matrix Reloadedad, vibrando com
esperança em meio à guerra. Mas
Eclesiastes, Eclesiastes é um erro no
sistema, um glitch que faz a tela
tremer, um código que não roda como
esperado. É o Colet, o professor de
filosofia, sentado em sua cadeira como
oráculo em Matrix, com um olhar que
perfura a alma, perguntando: "O que
ganha o homem com todo o seu trabalho
debaixo do sol?" Eclesiastes 1:3. Ele
não prega respostas. Ele lança perguntas
com granadas, explodindo as ilusões do
humanismo secular, do hedonismo e do
existencialismo, forçando-nos a encarar
o vazio de uma vida sem Deus, como Nel
ainda Thomas Anderson encarando o vazio
do seu cubículo em uma cidade de neon
que nunca dormiu. Pense na Matrix como o
mundo debaixo do sol. Uma simulação que
aprisiona a humanidade em ciclos de
trabalho inútil, prazeres falsos e
heroísmos vazios. Em Matrix, as torres
de energia, com suas cápsulas, onde
humanos sonham vidas que nunca viveram,
são retrato da condição humana. Nascemos
em correntes digitais, alimentando um
sistema que nos consome, como pecado
consome a alma. Thomas Anderson, um
hacker perdido é nossa imagem. Um homem
que sente o peso de algo errado, como
Frodo sentia o um anel, mas não sabe
nomear o vazio que o engole. Em 1984,
George Owell escreve com a clareza que
gela: "A liberdade é dizer que 2 + 2 são
quatro, mas às vezes a mentira é mais
doce e obedecemos ao que nos controla".
Anderson obedece a Matrix até que
Morfeus, com sua capa negra e voz de
trovão, o confronta com a escolha da
pílula vermelha. Você toma a pílula
vermelha e eu te mostro o quão fundo vai
o buraco do coelho. Essa pílula é o
chamado de coalet, um convite a
despertar do sonho, a questionar a
futilidade, a buscar o logos que João 1:
proclama. No princípio era o verbo, e o
verbo estava com Deus e o verbo era
Deus.
Mas não se enganem, meus amigos, essa
não é uma jornada para os fracos de
coração. Eclesiastes é um dojô digital
como o treinamento de Néo em Matrix,
onde Morfeus o desafia a saltar entre
arranhacéus, gritando: "Liberte sua
mente!" O coelete é nosso sensei, não um
pregador de púlpito, mas um mestre
socrático que nos golpeia com perguntas:
"Para que serve sua vida? O que sobra do
seu trabalho? Qual é o lucro? eterno. Em
Matrix Revolutions, o oráculo com sua
sabedoria enigmática murmura anel. Tudo
que tem um começo tem um fim, mas o
sentido está no que você escolhe entre
os dois. Essa escolha é o que
Eclesiastes nos força a enfrentar. Como
Nel enfrenta o agente Smith, um vírus
que representa o caos do pecado,
multiplicando-se em um mundo sem
propósito. Como cantou Bob Dylan, e eu
gosto sempre de citar um dos seus
versos, em Blowing the Wind, ele canta
com aquela voz que carrega o peso do
mundo. Quantas vezes um homem deve olhar
para cima antes que veja o céu? A
resposta, meu amigo, está soprando no
vento. Esse vento é o espírito e Matrix
será a nossa parábola. O palco de onde
ele sopra, do cubículo de Anderson ao
céu de Zon. Da escuridão de Machinis à
luz que n traz. Por que Matrix? Porque
como Eclesiastes, ela não oferece
respostas fáceis. Em Matrix Reloaded, o
arquiteto, com sua lógica fria, revela
Nel que Zion é apenas um ciclo, uma
ilusão dentro de outra, como os ciclos
de gerações que o Kolet descreve.
Gerações vêm e gerações vão, mas a terra
permanece para sempre. Elesiastes 1:4.
Mas onde o arquiteto vê determinismo,
Morfeus vê esperança, como o Calet
aponta para o logos. Em Blad Hunner,
Royberry lamenta com lágrimas na chuva.
Eu vi coisas que vocês, humanos, não
acreditariam, mas tudo se perderá como
lágrimas na chuva. Ecclesiastes ecco
esse lamento, mas não para no desespero.
Ele nos leva a João 1:14. O verbo se fez
carne e habitou entre nós e vimos sua
glória. Nel ressuscitado por Trinity em
Matrix é uma sombra desse logos, um
escolhido que quebra o sistema como
Cristo quebra as correntes do pecado.
Vamos mais fundo, porque isso é só o
aquecimento. A trilogia Matrix é nossa
terra média filosófica, um deserto
digital onde Nel, como pecador tropeça
em busca de sentido. Morfeus é Colet
perguntando o que é real. Trinity é o
amor que sustenta, como em Matrix
Revolution, quando ela pilota o logos,
ironicamente nomeado assim, para salvar
Nel. O oráculo é a providência, guiando
com enigmas, como em Hilodad, quando
diz: "Você já fez a escolha, agora
precisa entendê-la". E o agente Smith,
ele é o pecado, o vazio que consome,
multiplicando-se até que Néo, como
Cristo, o enfrenta na chuva torrencial
de Revolutions. Em um pequeno príncipe,
Antony de St.
Exper: "O que salva é dar um passo e
depois outro, mas o primeiro passo é
dado por uma voz que vem de fora. Essa
voz é o logos e Matrix é o hino que nos
leva do cubículo à glória, do código à
carne, da vaidade à eternidade. Prometo,
cada pedaço dessa jornada nos levará
mais perto da luz, até que vejamos a
glória que Nel vê, que o Colet anseia,
que João proclama, como cantou the
Luminar em Ri, pertenço a você, você
pertence a mim. E nossas palavras são o
laço que nos mantém juntos, mesmo quando
o mundo tenta nos separar. Vamos começar
essa escalada porque o cúm do logos nos
espera e o caminho, embora escuro, é
glorioso. Agora, preparem-se para descer
ao núcleo de um main frame filosófico,
onde os circuitos da alma humana piscam
em desespero e as perguntas de Coelet
cortam como laseres atravessando a
escuridão digital. Estamos na segunda
etapa de nossa escalada pelo abismo de
Eclesiastes, guiados pela trilogia
Matrix, como nossa parábola, um épico
cyberpunk que não apenas reflete a
futilidade da existência debaixo do sol,
mas nos lança ao deserto do real, onde o
sentido da vida é um código a ser
decifrado. Aqui o Colet, como dissemos,
é o professor de filosofia. Não é um
pregador de púlpito, mas um mestre
socrático, um Morfeus de capa negra
sentado em uma cadeira de couro em um
apartamento sombrio com óculos escuros
que refletem o brilho verde do código da
Matrix. Ele não oferece respostas. Ele
dispara perguntas como balas de uma
metralhadora, cada uma perfurando as
ilusões que nos mantém presos. Em
Eclesiastes 13, sua voz ressoa como
trovão que precede uma tempestade. O que
ganha um homem com todo o seu trabalho
com que se esforça debaixo do sol? Como
Morfeus em Matrix confrontando Thomas
Anderson com uma verdade que queima?
Você sente que algo está errado com o
mundo, Nel. Você não sabe o que é, mas
está lá como uma farpa em sua mente te
enlouquecendo. Essa farpa é a pergunta
do Colet e Matrix é o ginásio onde ela
nos treina. Do cubículo claustrofóbico
de Henderson ao horizonte partido de
Zon. do vazio de uma simulação ao logos
que dá sentido a tudo. Imaginemos a
existência humana como uma sala de
servidores, um labirinto de torres de
energia, como as que vemos em Matrix,
onde bilhões de almas jazem em cápsulas,
sonhando vidas que nunca viveram,
trabalhando para um sistema que as
consome. Cada cápsula é um homem ou
mulher correndo em ciclos intermináveis,
como o sol que nace e se põe,
apressando-se a voltar ao lugar de onde
nasce. Ellastes 1:5. Thomas Anderson, um
hacker de olhos cansados, é nossa
imagem. Um pecador preso na Matrix,
digitando códigos em um monitor que
pisca, como os rios que correm para o
mar, mas o mar nunca se enche.
Elesiastes 1:7. Ele trabalha, ele vive,
ele respira. Mas para quê? Em um
apanhador no campo de senteio, Roden
Calfeld confessa com o vazio que coa
Anderson. Eu me sinto como se não
pertencesse a lugar nenhum, como se o
mundo fosse um quarto que não é meu.
Anderson, sente esse vazio. Um peso que
Colet nomeia em Eclesiastes 18. Tudo é
cansativo, mais do que se pode
expressar. Seus olhos, como os de Nel,
nunca se fartam de ver. Seus ouvidos não
se cansam de ouvir, mas o que resta?
Nada além de uma corrida atrás do vento,
um programa que roda sem propósito, um
código que não compila. O coelete é
nosso Morfeus, um guia que não nos
consola com mentiras, mas nos desafia
com a verdade nua. Em Matrix, Morfeus
encontra Anderson em uma noite chuvosa,
as janelas refletindo o brilho
neon e lhe oferece a escolha que muda
tudo. Você toma a pílula azul e a
história termina. Você acorda na sua
cama e acredita no que quiser. Você toma
a pílula vermelha e eu te mostro o quão
fundo vai o buraco do coelho. Essa
pílula vermelha é a pergunta de
Eclesiastes 13. Um convite a despertar
do sonho da Matrix, a questionar o
trabalho, o prazer, a vida debaixo do
sol. O Coelet não é um pregador, como o
texto original nos avisa. Ele é um
professor de filosofia, um líder de
seminário que usa o diálogo socrático
para nos forçar a pensar. Em um clube da
luta, Tyler Durden grita com uma fúria
que ressoa: "Você não é seu emprego.
Você não é sua conta bancária. Você não
é o conteúdo da sua carteira. Desça ao
fundo e você verá quem realmente é." O
Colet nos lança nesse fundo, não para
nos afogar, mas para nos fazer perguntar
qual é o lucro? O que sobra do meu
trabalho? Para que serve minha vida?
Essa pergunta é uma lâmina que corta teu
osso, uma linha de código que trava o
sistema. Em Matrix Reloaded, Nel, já
desperto, caminha pelas ruas, desion,
mas ainda carrega o peso da dúvida. E se
eu não for o escolhido? E se tudo isso
for outra ilusão? O Colette antecipa
essa dúvida, como o texto original
destaca, destruindo respostas prontas
antes que possamos nos agarrar a elas.
Ele pergunta: "Você está tão ocupado
correndo de um lado para o outro, como
Henderson digitando em seu cubículo? Mas
quando tudo estiver dito e feito, o que
terá mostrar por isso? Qual é o ganho
eterno? O lucro que não se apaga como um
arquivo corrompido?"
Em 100 anos de solidão, Gabriel Garcia
Marques descreve como uma melancolia que
pesa. Ele sentiu que seu coração estava
coberto de uma crosta de gelo, um
silêncio que pesava mais que todas as
palavras. Esse silêncio é a vida sem
Deus, o deserto do real que Nel vê
quando desperta da matrix. Um mundo de
ruínas onde o que é torto não pode ser
endireitado, o que falta não pode ser
contado. Elesiastes 1:15.
Mas não se enganem, meus amigos, essa
não é uma pergunta para os covardes. O
coelet é como o oráculo em Matrix
Revolutions, sentado em sua cozinha com
cheiro de biscoitos no ar, mas com olhos
que vem além do código. Ela diz: "Ael,
você já fez a escolha, agora precisa
entendê-la". O Collet nos força a
entender nossa escolha, a encarar a
futilidade de uma vida que roda em
loops, como os ciclos desion que o
arquiteto revela em Reloaded. Sua vida é
a soma de um resto desequilibrado, uma
equação que nunca fecha. Em Eclesiastes
19,10, o coelete reforça essa verdade
implacável. O que foi tornará a ser, o
que foi feito se fará novamente. Não há
nada novo debaixo do sol. Como cantou
Simon e Garfunkel em The Sound of
Silence e no silêncio nu eu ouvir as
palavras de um profeta escritas nas
paredes do metrô e nos corredores das
casas. Essas palavras são as do Coelet,
ecoando nas ruas digitais da Matrix,
onde Nel corre dos agentes, mas não pode
escapar da pergunta: "Para que serve
tudo isso?" A coragem do Colet está em
sua recusa de nos deixar dormir. Em
Matrix, quando Nel é desconectado da
simulação, ele acorda em uma cápsula.
Seu corpo frágil coberto de tubos, os
olhos ardendo com a luz crua do real.
Ele não pediu por isso, mas Morfeus o
arrasta para fora, como Celet nos
arrasta para fora do conforto.
Eclesiastes não é um livro de resposta
simplesmente como os outros livros da
Bíblia. Nisso ele é único. É um livro de
perguntas, um guia de discussão que nos
prepara para o resto da Escritura, que
nos faz pensar em tudo o que a Bíblia
diz. Em a república, Platão descreve
prisioneiros em uma caverna, acreditando
que as sombras na parede são a
realidade. Eles estão lá desde a
infância, com as pernas e os pescoços
presos, de modo que só podem olhar para
a frente. As sombras são tudo o que
conhecem. A Matrix é essa caverna e o
coel é o libertador que nos força a
olhar para a luz mesmo que ela doa. Ele
pergunta: "Você fará essa pergunta sobre
como passar sua terça-feira à tarde, mas
não sobre como está gastando sua vida?"
Em Matrix Revolutions, Trinity, com os
olhos cheios de determinação, diz anel:
"Você não pode voltar agora. Você viu a
verdade. A verdade do coalet é que sem
Deus tudo é vaidade. Uma corrida atrás
do vento. Ellastes 1:14. Essa pergunta
não é apenas filosófica, é uma guerra
espiritual, como a batalha de Néo contra
o agente Smith em Matrix, onde cada
golpe é uma tentativa de romper o
sistema. O coalete nos confronta com a
insignificância de uma vida debaixo do
sol, como o deserto do real, onde não há
memória dos homens de outrora, e mesmo
os que ainda virão, não serão lembrados
por aqueles que vierem depois.
Elesiastes 1:11.
interestelar culpa e reflete com um
assombro que ecoa. Nós fomos puxados por
algo maior, uma força que não vemos, mas
que nos carrega através do vazio. O
Colet aponta para essa força, mas
primeiro nos faz sentir o vazio, como
Nel sente ao ver as ruínas do mundo
real. Parafraseando William Shakespeare
em Macbeth, o homem sem Deus é uma
sombra que se pavoneia por uma hora no
palco e depois não é mais ouvido. O
Quelet é nosso Morfeus, nos desafiando
tomar a pílula vermelha a perguntar:
"Como você sabe que sua vida não é um
desperdício? O que você realmente
realizará?" Vamos pausar por um momento,
porque essa pergunta é um firewall que
não podemos ignorar. Vocês já sentiram
esse vazio? Como olhando para o monitor,
sabendo que algo está errado, mas sem
saber nomear o que é. Já se perguntaram
como Nel não dojô porque estou aqui?
Para que serve meu trabalho? Em Matrix
Reloaded, o Merovision com seu sotaque
francês e um copo de vinho na mão. Zomba
de Nel. Causo e efeito, meu caro. Não há
propósito, apenas o que fazemos. O
coelete ri dessa mentira porque ele sabe
que é um logos, uma razão que transcende
o código. Como disse CS News LS em
cartas de um diabo a seu aprendiz. Os
humanos vivem na ilusão de que são
livres, mas cada escolha os amarra mais,
até que o único som que ouvem é o ranger
de suas próprias cadeias. O coelete
quebra essas cadeias com sua pergunta,
nos forçando a olhar para o céu, onde
João 11 promete. No princípio era o
verbo e o verbo estava com Deus. Essa
não é uma aula para os confortáveis,
meus amigos. É uma batalha com a de Nelu
contra as sentinelas na Machine City em
Revolutions, onde cada movimento é vida
ou morte. É um despertar como Anderson
emergindo da cápsula, os olhos ardendo
com a verdade. O coelete nos chama a
refletir, a pensar, a viver como
humanos, não como animais, seguindo
instintos. Em aleluia, Leonardo Chen
canta com uma voz que atravessa o
coração em um verso que eu gosto sempre
de citar. Ouvi que havia um acorde
secreto que Davi tocava e agradava ao
Senhor, mas meu coração tá quebrado e o
aleluia sai frio. A pergunta do coelete
é esse acorde. E Matrix é a melodia que
nos leva do cubículo à glória, das
vaidades à eternidade. Vamos continuar
essa escalada, porque o deserto do real
é cruel, mas o logos nos espera e o
caminho guiado por Mofeus é glorioso.
Como vimos até aqui, o Colet, o
professor de filosofia, desmantela as
ilusões que nos mantém presos. Aqui ele
aponta sua lâmina socrática contra a
resposta humanista secular, aquela voz
otimista que proclama: "O sentido da
vida é tornar o mundo um lugar melhor".
Com um riso que coa como gangor de
máquinas na machine siri, o coelete
declara em Eclesiastes 11:11: "Não há
memória dos homens de outrora e mesmo os
que ainda virão não serão lembrados por
aqueles que vierem depois." Como
arquiteto em Matrix Reload, com sua voz
fria e olhos que calculam séculos,
revela Nel. Sua vida e a de todos os que
vieram antes, é a soma de um resto
desequilibrado, uma equação efêmera que
nunca fecha. Essa equação é a ilusão
humanista e Matrix é o espelho que a
despedaça. Das torres de energia da
simulação ao ciclo condenado de Zion. Do
trabalho inútil de Thomas Anderson à luz
do logos que corta as sombras. Vamos
continuar agora imaginando a humanidade
como prisioneiros em uma vasta rede de
cápsulas, como as torres de energia em
matrix, onde bilhões de almas sonham
vidas que nunca viveram, trabalhando em
cubículos, amando em apartamentos
falsos, lutando por causas que não
existem. Cada prisioneiro acredita que
seu trabalho, um emprego, uma família,
uma revolução, deixará um legado como os
rios que correm para o mar, mas o mar
nunca se enche. Ellastes 17. Thomas
Anderson, antes de ser Nel, é nossa
imagem. Um hacker que digita códigos e
um monitor piscante, sonhando que seus
esforços importam, que suas linhas de
código mudarão o sistema. Mas a Matrix
ri desse sonho, como o Calete ri em
Eclesiastes 14. Gerações vêm e gerações
vão, mas a terra permanece para sempre.
Em os miseráveis, Vittor Hugo captura
essa tragédia através dos estudantes na
barricada cantando com vozes cheias de
fogo. O mundo se lembrará de você quando
você cair? Será que sua morte não
significa nada? O Calete responde com
uma clareza que corta com a espada de
Trinity. Absolutamente. Sua vida é
apenas mais uma mentira. Uma pegada na
areia que a onda apaga antes que o
próximo ciclo comece. Pense na matrix
como mundo debaixo do sol. Uma simulação
que promete significado, mas entrega
vaidade. Em Matrix, as ruas de Neon, com
seus arranhaacéus brilhando sob uma
chuva eterna, são o palco onde a
humanidade dança, acreditando que seus
esforços constróem um futuro melhor. Mas
o coelete nos arrasta para o deserto do
real, como Morfeus Arrasta Nel em
Matrix, mostrando-lhe as ruínas de um
mundo queimado. Bem-vindo ao deserto do
real. Aqui as torres de energia revelam
a verdade cruel. Cada trabalho, cada
sonho, cada luta alimenta as máquinas,
não a humanidade. O Colet aponta para
Eclesiastes 111, onde a memória humana é
um arquivo deletado. Quanto você se
lembra de seus bisavós e eles são sua
carne, seu sangue. Em Gataka, Vincent
Freeman luta contra um sistema que o
condena por seu DNA, gritando: "Eu não
sou o que dizem que sou, mas o Calet o
silencia. Você é pó digital e em poucas
gerações nem seu nome sobreviverá como
um programa que ninguém executa. Mas o
coelet vai mais fundo porque sua crítica
não é apenas histórica, é cósmica. Em
Eclesiastes 1:4, ele nos confronta com a
indiferença do universo. A Terra
permanece para sempre, enquanto gerações
são esquecidas como dados em um disco
subscrito. Em Matrix Reloaded, o
arquiteto sentado em sua sala estéreo
rodeado por monitores que mostram o
ciclo de Zon, explica Nel que a
humanidade é apenas uma variável em um
sistema maior. Função de Zion é ser
destruída, reiniciada, reconstruída.
Você é o sexto e não há nada novo em sua
luta. Essa é a visão debaixo do sol,
onde a história natural reduz a vida a
um piscar de olhos. O Colet, escrevendo
em uma era pré-científica, antecipa a
ciência moderna. E quando o que Calcean
diz em cosmos? Somos poeira estelar, um
instante fugaz na vastidão do tempo
cósmico. Se a vida é apenas debaixo do
sol, se o que o humanismo secular diz é
verdade, só temos o aqui e o agora. E
nós é que criamos o significado de nossa
vida, pois não somos parte de plano
nenhum, que não existe um Deus e tudo
que existe é esse debaixo do sol. Nós
temos visto como o autor de Eclesiaste
resolve pensar na vida assim como um
humanista secular. Então expõe a falácia
cômica dessa filosofia de vida. Se você
não apenas repetir o mantra humanista
secular, mas começar a fazer perguntas,
verá quão patética é toda e cada ideia
do humanismo secular. É isso que o autor
de Eclesiastes está fazendo. Como
falamos, o autor de Eclesiastes, o
filósofo, antecipou a ciência moderna
eando o que Calceegan diz em Cosmos.
Somos poeira estelar, um instante fugaz
na vastidão do tempo cósmico. Se a vida
é apenas debaixo do sol, como a Matrix é
apenas um código, então nada que você
faz importa", proclama o Colet. Porque o
universo continua indiferente como as
máquinas que colhem energia dos
prisioneiros. Essa verdade é um soco no
estômago, meus amigos. Como o momento em
Matrix, quando Nelo, ainda frágil cai no
dojô incapaz de saltar entre
arranhaacéus, enquanto Morfeus o
provoca. Você acha que isso é ar que
você respira? O coelete nos provoca da
mesma forma, perguntando: "Você acha que
seu trabalho é real? que suas causas são
eternas. Como mencionamos em República,
Platão descreve prisioneiros que
confundem sombras com realidade. Eles
tomam as sombras por verdade, porque
nunca viram a luz que as projeta. A
Matrix é essa caverna e o humanismo é a
sombra mais sedutora, prometendo que
podemos melhorar o mundo enquanto
alimentamos o sistema que nos escraviza.
Em Matrix Revolutions, o agente Smith,
multiplicando-se como um vírus ri da
humanidade. Porque vocês persistem,
porque vocês acham que tem um propósito.
O coalet ecou esse riso, mas com um
propósito maior, apontando para o logos
que o humanismo ignora. Vocês já ouviram
essa promessa humanista, não é? Nos
funerais, nas palestras, nas redes
sociais, vozes proclamam: "Ele tornou o
mundo um lugar melhor. Sua vida não foi
em vão. Mas o coalete é como o oráculo
em Matrix, com um sorriso enigmático e
uma verdade que queima. Me poupe. Se a
vida é apenas debaixo do sol, você é uma
pegada na areia apagada pela próxima
onda. Nós podemos parafrasear Leonard
Cohen. Meu aleluia é quebrado porque o
mundo não se lembra do que ofereci. O
Colet nos força a encarar essa quebra
como Nel encara as ruínas do real,
perguntando se ninguém se lembrará de
você em 40 anos ou 400 ou 4.000, qual é
o lucro do seu trabalho? Em Matrix,
Reloaded, o Merovision, com sua
arrogância de programador zomba de Nel.
Vocês humanos acham que suas ações mudam
o destino, mas são apenas causas e
efeitos em um código que escrevi. O
coelete desmascara essa arrogância,
mostrando que sem Deus o que é torto não
pode ser endireitado. Elesiastes 1:15.
Mas não se desesperem, porque o coelete
não nos deixa nas ruínas. Ele é nosso
Morfeus, nos guiando para além da
Matrix, preparando-nos para a resposta
de João 1 1 a 14. Em Matrix Revolutions,
quando Néo enfrenta Smith na chuva
torrencial, ele não luta por um mundo
melhor dentro da simulação, mas por uma
verdade que transcende o código. O Colet
nos chama a essa verdade, nos desafiando
a rejeitar a ilusão humanista e buscar o
logos. Em um retrato de Doran Grey,
Oscar Wild escreve: "A verdade é um
espelho que nos mostra nu e nós a
quebramos porque é insuportavelmente
real. A Matrix é esse espelho e o Qual o
segura diante de nós gritando: Você não
faz diferença na história humana, nem na
história natural, porque sua vida é
vaidade sem o verbo. Como cantou o Bob
Marley em Redemption Song, Emancipem-se
da escravidão mental. Mas como cantar as
canções do Senhor numa terra estranha? O
coelete nos mostra que a terra estranha
é a matrix e a canção é Cristo, o logos
que João 1:14 proclama: "O verbo se fez
carne e habitou entre nós." Essa não a
verdade para os confortáveis que apenas
repetem o que o humanismo secular diz
como mantra, sem nunca pensar e fazer
perguntas que mostra a falência de uma
vida apenas debaixo do sol. É uma guerra
como a batalha de Zion contra as
sentinelas em Matrix Reloaded, onde cada
golpe é uma luta pela verdade. É um
despertar como Nel emergindo da cápsula,
os olhos ardendo com a luz do real. O
coelet nos confronta com a futilidade do
humanismo, como Morfeus confronta anel
com o deserto. Você achou que sua vida
importava, mas era apenas um sonho. Em
No for Old Man, o xerife Bell reflete
com peso que ecoa. O mundo não mudou.
Ele sempre foi assim. E quem escolhe o
mal encontrará seu fim. O Corlet nos diz
que o humanismo secular é esse mal, uma
ilusão que promete eternidade, mas
entrega esquecimento. Vamos continuar
essa escalada, porque o deserto da
Matrix é cruel, mas o logos nos espera e
o caminho guiado por Mofeus é glorioso.
Agora, ao avançarmos, vemos o Coelet,
nosso professor de filosofia, voltar sua
lâmina socrática contra a resposta
hedonista. Aquela fuga covarde que
sussurra. Se a vida não tem sentido,
aproveite os prazeres do dia. Abrace o
momento, saborei o vinho, dance sobre as
luzes. Com o olhar que perfura, como o
código verde da Matrix, ele proclama em
Eclesiastes 18: "Tudo é cansativo, mais
do que se pode expressar. Os olhos nunca
se fartam de ver, nem os ouvidos se
cansam de ouvir. Como sier em Matrix,
com um bife suculento diante de si, os
olhos brilhando de traição, confessa ao
agente Smith: "Quero ser rico, alguém
importante, um ator. Não quero lembrar
de nada. Apenas me plugue de volta e me
dê esse bife, porque sabe, ele é
delicioso mesmo sendo uma mentira. Essa
é a fuga hedonista e Matrix é o palco
onde ela desmorona. Das mesas opulentas
do Berigion, as ruínas desaiam. do sabor
ilusório de um prato digital, a glória
do Logos, que transforma vaidade em
eternidade. Imaginemos a existência
humana como um banquete virtual, uma
sala de jantar na Matrix, onde pratos
fumegantes são servidos sobres
brilhantes, cada sabor programado para
seduzir, cada nota musical afinada para
encantar. Nesse banquete, a humanidade
se senta como prisioneiros em cápsulas,
sonhando com prazeres que nunca possuem
de fato, como os rios que correm para o
mar, mas o mar nunca se enche.
Eclesiastes 17. Cher, outrora um rebelde
de Zion, é nossa imagem. Um homem que
provou a verdade do deserto do real, mas
escolheu a ilusão, seduzido pelo sabor
de um bife que não existe. Em Matrix,
ele se reclina em um restaurante
virtual, o garfo cortando a carne e
suspira. Ignorância é felicidade. O
Colet olha para ele com desprezo. E
quando Eclesiastes 1:14, vi todas as
coisas que se fazem debaixo do sol,
todas elas são vaidade, uma corrida
atrás do vento. Em um retrato de Dorian
Grey, Oscar Wild captura essa tragédia
com uma clareza que pesa. Cada pecado é
uma corrente que forjamos com prazer,
mas que carregamos com dor. Tyer carrega
essa corrente, preferindo a Matrix, a
verdade, como o hedonista prefere o
prazer fugaz pelo logos. Pense na Matrix
como mundo debaixo do sol. Uma simulação
que oferece um cardápio de delícias
sensoriais. Comida, sexo, poder, música
para apaziguar a alma inquieta. Em
Matrix Reloaded, o Merovision, um
programa hedonista com sutaque francês,
senta-se em seu restaurante Levrai,
saboreando vinho e manipulando desejos.
Ele oferece Anel, Trinity e Morfeus, um
bolo digital que induz êxtase rindo,
causa e efeito. Meus caros, vocês acham
que escolhem, mas é o prazer que os
controla. O coelet desmascara essa
mentira, como faz em Eclesiastes 11 a
16, onde reflete: "Eu, o Mestre, fui rei
sobre Israel em Jerusalém. Dediquei-me a
estudar e a explorar com sabedoria tudo
o que se faz debaixo do sol. Tive todo o
prazer que quis tudo foi uma corrida
atrás do vento. Em crimes e pecados, o
Dialen, através de um personagem
confessa com amargura: "Se não há
sentido, tudo o que resta é aproveitar o
dia. Um poema, um passeio, um abraço,
mas até isso é vazio se você pensar
demais." O Colet nos força a pensar como
Morfeus força anel a treinar no dojô
gritando: "Pare de tentar me acertar e
me acerte". Essa crítica é uma granada
lançada no coração do hedonismo, porque
o coelet sabe que os prazeres são uma
armadilha, como o bife de cifer ou o
bolo do Merovision. Em Matrix, Cheri
Morfeus, negociando a liberdade de Zion
pelo conforto da simulação, dizendo:
"Quero esquecer que sei a verdade, quero
voltar a acreditar na Matrix". O coel o
confronta em Eclesiastes 18, onde os
olhos e ouvidos, famintos por mais nunca
encontram repouso. Tudo é cansativo mais
do que se pode expressar. Matrix é a
terra estranha e o hedonismo é a
escravidão que nos mantém plugados,
sonhando com prazeres que se dissolvem
como dados corrompidos. O Qual nos
desafia. Você abraça uma criança,
escreve um poema, dança na festa de
Zion. Mas se a vida é apenas debaixo do
sol, o que sobra? Nada além de uma
ilusão que pisca e apaga. Mas o quet não
se contenta em nos deixar na superfície.
Ele mergulha mais fundo, como Nel
mergulha no código da Matrix, revelando
que o hedonismo exige um preço terrível,
a morte da humanidade. Em Matrix Helad,
a festa em Zion, com seus tambores
pulsantes e corpos dançando sob luzes
quentes, é uma tentativa de encontrar
sentido no prazer, mas é apenas um
intervalo antes da guerra contra as
sentinelas. O Colet ecou as palavras de
CS News em cartas de um diabo a seu
aprendiz. A única maneira de aproveitar
a música, de amar uma garota, de abraçar
uma criança, é se forçar a parar de
pensar, porque a realidade invade e
destrói o prazer. Leos explica que se a
vida é apenas debaixo do sol, o amor é
apenas fosforescência psíquica. A música
é apenas um conjunto de sonhos
condicionados e a criança é apenas uma
colisão acidental de moléculas. Cifer
escolhe essa cegueira como avestruz que
enterra cabeça na areia, mas o coelete
nos arranca da areia como Morfeus
arranca anel da cápsula gritando: "Você
acha que isso é ar que você respira?
Essa verdade é uma batalha, meus amigos,
como o confronto de Nel com o Moron
Vision, onde cada palavra é um golpe
contra a sedução do prazer. Em
Eclesiastes 1:17, o coelete reflete:
"Então, me apliquei a entender a
sabedoria, mas também a loucura e a
insensatez, e aprendi que isso também é
uma corrida atrás do vento. Ele
experimentou os prazeres como Seifer
experimentou a liberdade, mas ambos
encontraram vazio. Tudo é vaidade é o
autor de Eclesiastes ecuando nas ruas
digitais da Matrix, onde os prazeres
brilham, mas não iluminam. Um velho
livro diz: "Quando o vento sopra, ele
leva o que é velho e traz o que é novo.
Mas sem o coração, o vento é apenas
poeira. O hedonismo é essa poeira. E o
coelete nos chama a buscar o coração, o
logos de João 1:1. Vocês já sentiram
essa tentação, não é? Como cifer já
quiseram o conforto de um bife, o calor
de uma dança, a fuga de um momento em
vez da verdade que dói. Em Matrix
Revolutions, o oráculo com sua sabedoria
enigmática murmura anel. Tudo que tem um
começo tem um fim, mas o sentido está no
que você escolhe. Cher escolheu a
ilusão, mas Nelu escolheu a verdade,
como Coelet nos chama a escolher o
logos. Em os miseráveis, Vittor Hugo
escreve: "Amar outro é ver o rosto de
Deus". Mas buscar apenas prazer é
abraçar sombras. O coelet nos confronta
com essas sombras. Como Morfeus
confronta Anel no dojô. Liberte sua
mente. Ele nos força a ver que o
hedonismo é uma prisão com a cápsula que
mantém plugado e que a verdadeira
liberdade está além da matrix. Onde João
1:14 promete: "O verbo se fez carne e
habitou entre nós e vimos a sua glória".
Essa não é uma fuga para os fracos, meus
amigos. É uma guerra como a de Nel
contra o agente Smith, onde cada golpe é
uma rejeição da ilusão. É um despertar
como Nelu emergindo da cápsula, os olhos
ardendo com a luz do real. O Qualete nos
desafia a abandonar o banquete da
Matrix, como Nel abandona as tentações
do Merovision e a buscar o logos que dá
sentido a tudo. Em mesa em Grace, John
Newton canta: "Fui perdido, mas fui
achado, cego, mas agora vejo". O
hedonismo nos deixa cegos, mas o coalete
abre nossos olhos, nos guiando do bife
de Cher à glória de Zion, da vaidade à
eternidade. Vamos continuar essa
escalada, porque o banquete da Matrix é
sedutor, mas o logos nos espera e o
caminho guiado por Morfeus é redenção
eterna. Vamos parar por aqui hoje, mas
nos encontraremos em breve desplugando a
Matrix com a verdade. Que o vento leve o
véu do meu
ego e que em cada
passo a tua luz.
Seja em mim o traço puro e
sincero, que dissolve a sombra e refaz a
luz.
Que meu riso traga o tom da tua
graça e que o tempo molde em mim tua
estação. Seja a seiva que me cura,
alma, raiz
eterna do meu
coração. Que o vento leve o vé do meu
ego e que em cada passo sea a tua
luz. Seja em mim o traço puro e
sincero que dissolve a sombra e refaz a
luz.
Que meu riso traga o tom da tua
graça e que o tempo molde em mim tua
estação.
Aceiva que me
cura
alma. Raiz
eterna do meu
coração. Sopra em mim amor que
acalma seja a chama me
aquecer. Vem regar meu chão de estrada
para em teu solo florescer.
Que o ontem fique preso ao que é
passado. Que o futuro seja em ti
reescrito. Tua palavra é casa e ar
sagrado. O caminho certo entre o não e o
infinito. Eu me renda ao pulso
do teu
ritmo e disfaça os nós que eu mesmo
fiz. Seja norte em meio ao
labirinto. O farol que insiste em ter
raiz.
Pois não há lugar além da tua
essência. Nada brilha mais que o
teu
querer. Sou um grão perdido na
imensidão, mas no teu amor só renascer.
Que teu
ser se entregue ao
vento, que te
sopra sobre
mim. Cristo sej
alce. Cristo sempre em
mim, sem fim.
So em mim amor que
acalma seja chama me
aquecer. Vem regar meu chão de estrada
para em teu solo
florescer. Que meu ser se entregue ao
vento que te sopra sobre mim. Cristo
seja o alcés.
Cristo sempre em mim sem
fim. Se
fim, sopra em mim, amor que acalma. Você
já chama-me a
crescer. Vem regar meu chão de estrada
para em teu solo
florecer. Que meu ser se entregue ao
vento, que te sopra sobre mim. Cristo
seja o
alic. Cristo sempre em mim, sem fim.
M.

Tags: