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A fé vem pelo ouvir

Matrix – Vaidade de Vaidades | 02 – A Desilusão da vida | Josemar Bessa

Matrix – Vaidade de Vaidades | 02 – A Desilusão da vida  | Josemar Bessa

Matrix – Vaidade de Vaidades | 02 – A Desilusão da vida | Josemar Bessa

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Legendas automáticas:

Queridos, estamos de volta. Preparem-se
para enfrentar um vazio tão vasto que
faz as torres de energia da Matrix
parecerem meros grãos de areia numa
tempestade digital. Estamos em mais uma
etapa da nossa peregrinação filosófica
pelo deserto abrasador de Eclesiastes,
guiado pela trilogia Matrix, um épico
cyberpunk que não apenas reflete a
futilidade da vida debaixo do sol, mas
nos lança num campo de batalha onde as
ilusões humanas colidem com a verdade
que transcende o código. que o coelet,
nosso professor de filosofia, ergue sua
voz como um trovão contra a resposta
existencialista. Aquela proclamação
heróica quebrada, a vida é sem sentido,
mas eu serei nobre. Que o universo seja
cruel, eu serei compassivo. Que o abismo
me engula, eu cuspirei em seu olho com
coragem. Com um riso que ressoa como o
eco de monitores piscando na sala do
arquiteto, o Calette sentencia em
Eclesiastes 1:17.
Então me apliquei a entender a sabedoria
e também a loucura e a insensatez, mas
aprendi que isso também é uma corrida
atrás do vento. Como arquiteto em Matrix
Reloaded, com a sua lógica fria e olhos
que medem séculos, declara anel: "Você é
uma anomalia, mas irrelevante. O sistema
é perfeito e sua rebelião é apenas parte
do código. Essa é a ilusão
existencialista. E Matrix é a arena onde
ela é desmascarada. Da sala estéreo do
arquiteto às ruas encharcadas onde Nel
enfrenta o agente Smith, do grito de
coragem humana a glória do Logos que
redefine o absurdo. Imaginemos a
existência humana como uma simulação
quebrada, um loop infinito na Matrix,
onde cada tentativa de heroísmo é apenas
uma linha de código reciclada, como os
ciclos de Zion, que se repetem sem fim.
Nelo, agora o escolhido, mas ainda
carregando as dúvidas de Thomas
Anderson, é nossa imagem. Um homem que
enfrenta o vazio de um universo que
parece indiferente, como o Calette
enfrentou a loucura e a insensatez. Em
Matrix Reloaded, Nell entra na sala do
arquiteto um espaço branco cercado por
monitores que mostram suas próprias
escolhas, suas próprias rebeliões, todas
previstas pelo sistema. O arquiteto, com
sua voz monocórdica proclama: "A função
de Zion é ser destruída. Você é o sexto
e sua coragem é apenas uma variável que
equilibra a equação." O Qual e essa
verdade cruel em Eclesiastes 1, 9 e 10.
O que foi tornará a ser. O que foi feito
se fará novamente. Não há nada novo
debaixo do sol. Em o estrangeiro,
Alberto Cami escreve através de Mersou:
"Olhei para as estrelas que não me
diziam nada e me perguntei se valia a
pena gritar contra o silêncio que me
engolia. O existencialista grita como
Nel grita contra o arquiteto. Mas
Quellet pergunta: "De onde vem sua
coragem? Como você ousa chamar o
universo de injusto sem um padrão que
transcenda o código? Pense na Matrix
como o mundo debaixo do sol de
Eclesiastes. Um sistema que absorve até
os atos mais nobres, transformando-os em
combustível para as máquinas. O
existencialista, como o Don Quichot, o
homem de la Mancha, proclama: "Não há
cavaleheiros, não há justiça, mas
viverei como se houvesse. Serei louco,
porque a loucura é minha rebelião contra
o absurdo." O Calet olha para esse
cavaleiro com piedade, porque ele sabe
que a loucura sem Deus é apenas mais uma
vaidade. Em Eclesiastes 1:17, ele
confessa: "Tentei a sabedoria e até
tentei ser louco, mas isso também é uma
corrida atrás do vento." Em Matrix
Revolutions, Néo enfrenta o agente Smith
numa chuva torrencial. Cada golpe, um
ato de coragem contra um vírus que
representa o absurdo. Smith ri
multiplicando-se. Porque você persiste,
Senr. Anderson, porque é humano e os
humanos são tolos. O Qual concorda, mas
como a ressalva? A coragem humana é tola
sem um logos que a sustente. Como Nel é
tolo sem a fé que o oráculo planta em
seu coração. Essa crítica é uma lâmina
que corta até o cerne, porque o qual
sabe que o existencialismo é uma
contradição. Como pode o homem julgar o
universo como injusto, sem apelar a um
padrão de justiça que vem de além do
sol?
Em Matrix Heload, Nel escolhe salvar
Trinity em vez de reiniciar Zion,
desafiando a lógica do arquiteto. Ele
grita contra o absurdo, como o
existencialista, mas sua escolha só
ganha sentido quando ele abraça seu
papel como escolhido. Uma sombra do
Logos de João 11. Em onde os fracos não
tem vez, então Schigard reflete com
frieza. Você acha que o destino é uma
moeda que você joga, mas ela já caiu
antes de você nascer. O Calette
desmascara essa visão perguntando: "De
onde vem sua ideia de justiça? De seu
cérebro, um campo eletroquímico? De sua
alma que você nega existir?"
Em Eclesiastes 1:15, ele sentencia: "O
que é torto não pode ser endireitado, o
que falta não pode ser contado. Sem
Deus, a coragem é apenas loucura, como a
luta de Nel seria loucura sem a verdade
que Morfeus lhe revelou". Vocês já
sentiram esse impulso, não é? Como Nel,
já quiseram desafiar o vazio, viver com
integridade, mesmo que o mundo seja
cruel? Em Matrix, Morfeus diz anel, há
uma diferença entre conhecer o caminho e
trilhá-lo. O existencialista conhece o
vazio, mas trilha um caminho sem
destino, como um cavaleiro lutando
contra moins de vento. O Colet nos
confronta com a fragilidade dessa luta,
como o oráculo confronta Nel em Matrix
Revolutions. Você já fez a escolha,
agora precisa entendê-la. Em o nome do
vento, Patrick Rufus escreve: "Eu vi a
música do mundo, mas meu coração era uma
pedra que não vibrava". O
existencialismo é essa pedra e o Coret a
despedaça, mostrando que a justiça só
faz sentido se houver um céu acima do
sol, como Romanos 1: 21 e 22 sugere.
Embora a conhecessem a Deus, não
glorificaram e sua mente insensata se
obscureceu. Essa verdade é uma guerra,
meus amigos, como a batalha final de Nel
contra Smith, onde cada golpe é um
desafio ao caos. O Colete não nos deixa
no absurdo, como o arquiteto deixaria
Nel preso em sua equação. Ele nos aponta
para o logos, como Morfeus aponta para
esperança. Eu acredito que você é o
escolhido. Mais uma vez citamos um verso
da música Aleluia. Leonardo Cen canta.
Há um acorde secreto que Davi tocava e
ele agradava ao Senhor. Meu aleluia é
quebrado, mas é teu. O coalete nos chama
a tocar esse acorde não com a loucura do
existencialista, mas com a fé que Né
encontra quando Trinity o ressuscita. Em
árvore da vida, Terence Melic sussurra.
A luz brilha na escuridão e a escuridão
não a compreendeu. Mas aqueles que a
receberam foram feitos novos. O
existencialismo é a escuridão, mas o
quet nos guia à luz, onde João 1:14
promete: "O verbo se fez carne e habitou
entre nós." Não é um grito contra o
absurdo que nos salva, mas um sussurdo
logos que nos chama pelo nome, nos
erguendo das ruínas da Matrix para a
glória de um novo céu. Matrix não apenas
reflete a vaidade da vida debaixo do
sol, mas nos catapulta para um horizonte
onde o logos encarnado ilumina cada
sombra, transformando a futilidade em
esplendor eterno. Aqui o Coelete, nosso
professor de filosofia, conclui seu
diálogo socrático, não com respostas
humanas, mas com um dedo apontado para o
céu, onde João 1:14 proclama: "No
princípio era o verbo, e o verbo estava
com Deus, e o verbo era Deus. O verbo se
fez carne e habitou entre nós e vimos a
sua glória. Como Morfeus em Matrix, com
sua capa negra, esvoaçante e olhos que
brilham com fé, declara Nel: "Você o
escolhido, aquele que trará equilíbrio
ao sistema". Nel ressuscitado por
Trinity, derrotando agente Smith e
trazendo paz a Zion, é uma sombra desse
logos. E Matrix é o hino que canta sua
vitória do cubículo claustrofóbico de
Thomas Anderson ao céu aberto de Machine
Siri, da vaidade de Eclesiastes a glória
que faz tudo significar tudo. Como
Eclesiastes nos mostra e como vimos, a
existência humana é como uma simulação
fragmentada, um inframe de Matrix, onde
cada alma é um prisioneiro, correndo em
loops de trabalho, prazer e coragem,
como os rios que correm para o mar, mas
o mar nunca se enche. Ecclesiastes 17.
Thomas Anderson, o hacker perdido, era
nossa imagem na escuridão, digitando
códigos em um monitor que piscava como
as gerações que vêm vão, mas a terra
permanece para sempre. Elesiastes 14. O
coelete nos levou por esse deserto,
desmascarando o humanismo, o hedonismo e
o existencialismo como corridas atrás do
vento. Elesiastes 1:14. Mas agora ele
ergue os olhos como o oráculo em Matrix
Revolutions, sentada em sua cozinha com
biscoitos quentes murmurando: "Tudo que
tem um começo tem um fim, mas o sentido
está no que você escolhe. Essa escolha é
Cristo, o logos que João 13 proclama:
"Todas as coisas foram feitas por
intermédio dele. Sem ele, nada do que
existe teria sido feito." Em Matrix,
Néo, ressuscitado pelo amor de Trinity,
enfrenta o agente Smith, seus punhos
cortando o ar como relâmpagos e destrói
o vírus que representa o pecado, eando a
vitória do verbo sobre as trevas. Em os
miseráveis, Vittor Hugo escreve: "O
maior amor não é aquele que salva por
piedade, mas aquele que salva para
mostrar a beleza de quem o oferece". O
Logos é esse amor e Matrix é o palco
onde sua beleza brilha. Pense na Matrix
como o mundo debaixo do sol, uma ilusão
que aprisiona a humanidade em ciclos de
vaidade, onde não há nada novo.
Elesiastes 1:9. O qual nos mostrou que
sem Deus tudo é vaidade. Eclesiastes
1:2. Como arquiteto em Matrix Helload
sentencia sua vida e a soma de um resto
desequilibrado, uma equação que nunca
fecha. Mas João 1:14 rompe esse ciclo
como Neo rompe o sistema em Matrix
Revolutions. Voa para Machine City, seu
corpo brilhando contra o céu negro e
negocia a paz entre humanos e máquinas.
Ele não é apenas um hacker, ele é o
escolhido, uma figura do logos que se
fez carne e habitou entre nós. O Calete
nos prepara para essa verdade, como
Morfeus prepara Nel no dojô gritando:
"Liberte sua mente". Um antigo livro não
cristão diz: "Quando o universo quer
algo, ele conspira e nenhuma força pode
deterado." O
CoelTo, numa citação como esta, é, na
verdade o próprio Deus eterno e pessoal.
E o logos é sua conspiração encarnada em
Cristo, que transforma cada momento em
eternidade. Essa verdade é uma
revolução, meus amigos, como a batalha
final em Matrix Revolutions, onde Nel
enfrenta Smith sobre uma chuva
torrencial. Cada golpe, um eco da cruz
que derrota o pecado. O texto original
nos lembra que o logos não é um
princípio abstrato, mas uma pessoa,
Jesus, que conhecemos em relacionamento.
Em Matrix, Trinity, com os olhos cheios
de amor, ressuscita Nel com um beijo,
dizendo: "Você é o escolhido, porque eu
acredito em você". Esse amor é uma
sombra do amor divino que João 11:12
proclama: "A todos quantos o receberam,
deu-lhes o poder de serem feitos filhos
de Deus". O Calet nos desafia a
abandonar as ilusões debaixo do sol, o
cubículo de Anderson, o bife de Cher, a
lógica do arquiteto e abraçar o logos.
Em a mesa em Grace, John Newton canta:
"Fui perdido, mas fui achado, cego, mas
agora vejo. A graça me encontrou e ela
não me deixou ir. Nel foi achado por
Morfeus, como nós somos achados por
Cristo. E Matrix é o hino dessa
redenção. Mas o Qual não para na teoria,
ele nos chama prática. Aos secularistas,
ele diz: "Vocês vivem como se houvesse
um Deus, mas negam sua soberania". Em
Matrix Revolutions, o agente Smith
multiplicando-se como um vírus zomba de
Nel. Por que você persiste? Porque é
humano e os humanos são tolos. O quelet
ecco a Romanos 1:20. As coisas
invisíveis de Deus são claramente
vistas, sendo entendidas pelas coisas
que são feitas. Vocês sabem que há um
Deus como Anderson sentia a farpa em sua
mente, mas precisam se voltar para ele
como Nels volta para a pílula vermelha.
Aos cristãos, o Colet ainda é mais
incisivo. Vocês dizem que acreditam, mas
vivem para pequenos logos, carreira,
aparência, sonhos. Em Matrix Helodat, o
Merovision oferece a Nel prazeres que
desviam sua missão, mas Nel escolhe
Trinity como devemos escolher Cristo.
Faça do logos a prioridade a viver em
comunhão, oração e compromisso. Em o
nome do vento, Pretck Rufus escreve: "O
coração só vê quando o universo fala e o
universo é maior que nossos sonhos". O
logos é esse universo e Matrix nos
mostra como vivê-lo. Nel não vive para
si, mas para Zion, como devemos viver
para Cristo. Interestelar, culpa e
reflete. O amor é a única coisa que
transcende o tempo e o espaço. O amor do
Logos transcende a Matrix, nos chamando
a uma vida onde tudo significa tudo.
Essa não é uma fé para os tímidos, meus
amigos. É uma revolução como a paz que
neonegocia na Machine Siri, onde a luz
corta o seu negro. O Colete nos leva do
cubículo ao trono, como Morfeus leva
anel do sonho à realidade. Em a árvore
da vida, torne-se mélic sussurra. A luz
brilha na escuridão e aqueles que a
receberam foram feitos novos. Essa luz é
Cristo e Matrix é o espelho onde ela
reflete transformando cada conversa no
metrô, cada choro de bebê às 4 da manhã,
cada varrida de chão em um reflexo da
glória divina. Quando vivemos para o
logos, o agora conta para sempre, como
Néo conta para Zion. Em aleluia,
Leonardo Coenc canta: "Meu aleluia é
frio, mas é teu, porque tua glória
brilha através da escuridão." O Calet
nos convida a cantar esse aleluia. Não
com vozes quebradas, mas com corações
incendiados pela glória do Verbo. E
agora, no silêncio que segue a vitória
de Nel, ouçam o sussurro do Logos. Eu te
conheço pelo nome e você é meu. Vamos
responder porque a glória nos chama e a
eternidade já começou.
Estamos mergulhando num abismo de
circuitos pulsantes, onde as engrenagens
da alma humana giram em desespero,
trituradas por perguntas que brilham
como relâmpagos numa noite sem estrelas.
Hoje não estamos apenas foliando as
páginas de Eclesiastes, estamos
conectando nossos cabos neurais à
trilogia Matrix. Matrix, um épico
cyberpunk, transcende a mera narrativa
de hackers, agentes e rebeliões para se
tornar um mapa filosófico do lamento do
Colet, o professor de filosofia, que em
Eclesiastes 2:15 geme com uma voz que
ressoa como zumbido de servidores na
escuridão. O destino do tolo também me
alcançará. Que ganho tenho então em ser
sábio? Isso também é vaidade. Como
Morfeus em Matrix, com sua silueta
imponente e óculos escuros capturando o
brilho verde do código digital,
confronta Thomas Anderson. Você sente
que algo está errado com o mundo, Nelo.
Uma farpa em sua mente que te
enlouquece. Essa farpa é a desilução de
Coelete e Matrix é nossa bússola
navegando do cubículo opressivo de
Henderson, onde o trabalho é um ciclo de
vaidade. As planícies libertas de Zion,
onde a graça de Deus asende logos. O
verbo encarnado de João 1:14, que
transfigura o desespero em glória
eterna. Imaginemos as escrituras como um
supercputador divino, uma rede de
verdades que vibra com a energia do
criador, ligando a poeira da terra ao
trono celestial. Há processadores
menores, sem dúvida, como os profetas do
Antigo Testamento, cujos oráculos são
sinais intermitentes de um transmissor
antigo, anunciando um salvador que
hackeará as correntes do pecado. Os
salmos ecoam com os cânticos tribion em
matrix reloadedads, pulsando com
esperança em meio ao glangor da guerra.
Mas Eclesiastes, Eclesiastes é um vírus
no sistema, um erro que faz os monitores
piscarem, um algoritmo que desafia a
lógica terrena do humanismo secular. O
Colette não é um pastor de sermões
suaves. Ele é um mestre socrático, um
Morfeus em um apartamento sombrio, com
paredes rachadas e luzes temeluzentes,
disparando perguntas que cortam como
facas. O que ganha um homem por todo o
trabalho e esforço ansioso debaixo do
sol? Eclesiastes 2:22. Ele não entrega
respostas prontas, como vimos. Ele
conduz um seminário praticando
andragogia, não pedagogia,
instigando-nos a cavar até as fundações
de nossa existência, a questionar cada
baite de nossa vida. Andragogia é a
ciência e arte de ensinar e aprender
para adultos, diferentemente da
pedagogia que se concentra na educação
de crianças e adolescentes, dando
respostas simplesmente. A andragogia
enfatiza a experiência do aluno adulto,
considerando suas necessidades e
experiências de vida, fazendo perguntas
que o fazem raciocinar e ver como suas
crenças são contraditórias quando ele
simplesmente não leva as questões até o
seu fim lógico. Em Mob Dick, Herman
Melvell exalta o mais verdadeiro de
todos os livros Eclesiastes. E em você
não pode voltar para casa. Thomas Wolf
proclama: "Eclesiastes é a mais nobre
expressão da vida humana, a mais alta
flor da verdade. Mas essa flor
desabrocha em terreno estéreo onde o
Colet confessa: "Oiei a vida porque o
trabalho que se faz debaixo do sol me
era penoso". Elesiastes 2:17.
Visualize a matrix como o mundo debaixo
do sol, como se o humanismo secular
fosse verdade, e tudo que existe é
matéria. O que chamamos de alma é apenas
processos químicos no cérebro humano.
Não há nada imaterial ou espiritual.
Debaixo do sol é um mundo sem Deus, só
existindo o aqui e agora de nossa breve
vida, que durará no máximo 100 anos. Foi
por isso que nomeamos 100 anos como um
século, uma geração. E o humanismo
secular e todos os pensamentos e
filosofias que fluem dele é viver a vida
como se somente esse tempo existe para
nós e nada mais. Porque não há ninguém
além de nós, porque não há nenhum plano
e nossa vida não tem sentido. Então
temos que inventar um sentido para ela.
Não ser apenas desespero terminando num
nada. Depois temos que viver a mentira
que inventamos, criando razão para a
nossa existência, mesmo que na verdade
não exista nenhuma razão para nossa
existência. A vida, como a Matrix, é uma
simulação que enjaula a humanidade em
cápsulas de ilusão, onde bilhões sonham
vidas que apenas sustentam as máquinas,
como o trabalho de Coelette sustenta
apenas a vaidade. Thomas Anderson, um
hacker de olhos fundos, é nossa imagem.
Um pecador confinado a um cubículo, seus
dedos dançando sobre um teclado que
vomita códigos tão cíclicos quanto as
gerações de Eclesiastes. O que foi
tornará a ser. Não há nada novo debaixo
do sol. Eclesiastes 1:9. Ele carrega o
peso de uma inquietação sem nome, como o
Calet carrega o fardo da morte que
nivela sábio e tolo. Eclesiastes 2:16.
Em nascido para correr, Bruce Springstin
canta como urgência que ecoa Anderson.
Na escuridão da rodovia, o trovão ressoa
e eu quero correr, mas não sei para
onde. Essa é a voz de Collet,
reverberando nas ruas encharcadas da
Matrix, onde Anderson foge dos agentes,
mas não pode escapar da interrogação.
Qual é o lucro do meu esforço? Morfeus o
intercepta, estendendo duas pílulas.
Você toma a pílula vermelha e eu te
mostro o quão fundo vai o buraco do
coelho. Essa pílula é o desafio de
Colete, um convite a romper a simulação,
a encarar o desespero, a buscar o logos
que João 1:14 revela. O verbo se fez
carne e habitou entre nós e vimos a sua
glória. Não se iludam, meus amigos. Essa
não é uma jornada para os fracos de
espírito. Elesiastes é um campo de
treinamento virtual como dojô onde em
Matrix enfrenta Morfeus que o provoca.
Você acha que isso é ar que você
respira? Liberte sua mente. O Qual é
nosso instrutor, não um pregador, mas um
filósofo que nos golpeia com verdades
cortantes. A morte igual a todos. O
trabalho é perdido. A vida é uma grande
desgraça se ela só existe debaixo do
sol. Ecclesiastes 2:15 a 23.
Ecclesiastes desconcerta, parecendo
contradizer a Bíblia ou suar como o
lamento de um existencialista em um bar
escuro de Greenwich Village. Mas o Colet
não é um nilista. Ele é um profeta
camuflado como o oráculo em Matrix
Revolutions, com biscoitos assando e um
olhar que vê além do código sussurrando:
"Você já fez a escolha, agora precisa
entendê-la". Ele nos força a olhar
debaixo do sol, como o arquiteto expõe
os ciclos de Zion, para então nos guiar
ao céu, onde a graça de Deus oferece
satisfação. Elesiastes 2 24 a 26. Em
crime castigo, Fodor Dostoevsk escreve:
"Ele sentia as correntes que o prendiam,
não de ferro, mas de um peso que nascia
em sua alma. O coelet nos liberta dessas
correntes e Matrix é a narrativa que nos
conduz do desespero de Henderson à
vitória de Nel, da vaidade à eternidade.
Vamos mais fundo, porque isso é apenas o
prólogo de uma revolução. A trilogia
Matrix é nosso deserto filosófico, onde
Nel, como pecador, cambaleia em busca de
sentido, guiado por Mofeus, ancorado por
Trinity, iluminado pelo oráculo. O
Collet convoca a abandonar a ilusão,
como Nel abandona a cápsula, emergindo
para o deserto do real, onde a verdade é
um fogo que queima, mas purifica. Em a
terra desolada, TS Elliot lamenta: "Eu
te mostrarei um medo em um punhado de
pó". O coelete segura esse pó, mas
aponta para o logos. E Matrix é o
espelho que reflete sua luz. Ergam-se,
meus amigos, porque a simulação treme e
o verbo já sussurra, chamando-nos para
hackear as trevas e abraçar a glória que
nos espera além do código. Queridos,
segurem firme, porque agora descemos a
um abismo onde os monitores da Matrix
piscam com um vazio que engole sábios e
tolos, onde um glangor do trabalho
humano ecoua apenas para se perder nas
engrenagens de um sistema que não
perdoa. Estamos em outra etapa de nossa
travessia filosófica pelo deserto
estéreo de Eclesiastes. Guiados pela
trilogia Matrix, uma saga Cyberpunk que
não é apenas um conto de rebelião contra
máquinas, mas um espelho do lamento
visceral do Coelet. O professor de
filosofia que em Eclesiastes 2 15 a 17
clama com uma angústia que corta como um
fio desencapado. O destino do tolo
também me alcançará. Que ganho tenho
então em ser sábio? Odiei a vida porque
o trabalho que se faz debaixo do sol me
era penoso. Tudo é vaidade, uma corrida
atrás do vento. Como arquiteto em Matrix
Heloaded, sentado em sua sala estére,
cercado por monitores que mostram os
ciclos inúteis da humanidade, sentencia
anel com uma voz que gela. Você é uma
anomalia, senor Anderson, mais
irrelevante. Sua vida é a soma de um
resto desequilibrado, uma equação que
nunca fecha. Esse é o desespero de Colet
e Matrix é arena onde ele ressoa do
cubículo opressivo de Thomas Anderson,
onde cada tecla pressionada é vaidade,
às ruínas do deserto do real, onde a
inconsequência da vida debaixo do sol se
revela, apontando para o logos que
redime o que foi perdido. Imaginemos a
existência humana como uma vasta rede de
cápsulas na Matrix, cada uma contendo
uma alma que sonha com significado, mas
acorda para verdade brutal, sábio e
tolo, rico e pobre, todos compartilham o
mesmo fim. Então, mas o hacker de olhos
fundos é nossa imagem. Um pecador preso
em um cubículo cinzento, seus dedos
dançando sobre um teclado que vomita
códigos tão efêmeros quanto as gerações
de Eclesiastes. O que foi tornará a ser.
Não há nada novo debaixo do sol.
Eclesiastes 1:9. Ele trabalha, ele vive.
Mas para quê? O Calet olha para ele e
suspira em Eclesiastes 2:16. Pois o
sábio como tolo não será lembrado por
muito tempo. Nos dias que virão, ambos
serão esquecidos. Em Esperando Godô,
Samuel Beckat faz Vladimir murmurar.
Talvez alguém esteja vindo, talvez
alguém nos veja, mas não somos nós que o
chamamos, são eles que decidem aparecer.
Anderson, espera, mas ninguém vem,
porque na Matrix, como na vida debaixo
do sol, a morte é o grande nivelador,
apagando o sábio e o tolo como arquivos
deletados de um disco rígido. O Colete
sente esse peso, confessando: "Como
tolo, o sábio também deve morrer."
Elesiastes 2:16. E seu coração se volta
contra a vida, odiando-a, entrando em
depressão, que é como uma epidemia em
nossa geração. Como Anderson odeio vazio
de sua existência digital. Pense na
Matrix, como o mundo debaixo do sol, uma
simulação que promete recompensas, mas
entrega apenas cinzas. Em Matrix,
Anderson passa suas noites hackeando
sistemas, buscando um propósito que
nunca encontra. Seus olhos ardendo na
luz fria do monitor, como o Colet busca
sabedoria e encontra vaidade. Ele é um
prisioneiro das torres de energia, onde
bilhões de humanos sonham vidas que
alimentam as máquinas. Seus esforços tão
inúteis quanto o trabalho de Colet, que
em Eclesiastes 2 18 a 20 lamenta. Odiei
todas as coisas pelas quais trabalhei
debaixo do sol, porque devo deixá-las
para aquele que vier depois de mim. Meu
coração começou a desesperar por todo o
meu trabalho árduo. Você não se pergunta
porque a nossa geração vive uma epidemia
de depressão? Quem herdará o fruto de
Anderson? Um tolo, um estranho, um
programa que não suou por ele? Como o
Corlet teme que um tolo erde suas obras.
Em a estrada, corart descreve um mundo
cinzento, onde um pai sussurra o filho:
"Carregamos o fogo, mas para quem? O
vento apaga tudo e ninguém se lembrará.
O Calet carrega esse fogo, mas o vento
da morte o extingue. E seu desespero é
um grito que ecoa nas ruas encharcadas
da Matrix, onde Anderson corre
perseguido por agentes que são a própria
sombra da mortalidade. Mas o Calet não
se limita a lamentar. Ele nos confronta
com a inconsequência da vida debaixo do
sol. Como o arquiteto confronta Nel em
Matrix Reloaded, na sala do arquiteto,
monitores mostram as escolhas de Neo,
cada uma prevista, cada uma inútil. A
função de Zion é ser destruída,
reiniciada, reconstruída. Você é o sexto
e sua luta é apenas uma variável. O
coalet ecoa essa verdade em Eclesiastes
2:15. O destino do tolo também me
alcançará. Sábio ou tolo, compassivo ou
cruel, todos são apagados, como os
ciclos de Zion são apagados pelo
sistema. Se a vida é apenas debaixo do
sol, se o humanismo secular é o que
abraçamos com todas as suas teorias
sobre a alma, a vida, a existência, isso
sublinha a visão moderna. Se a vida é
apenas debaixo do sol, como Calseam
proclama em cosmos, o cosmos é tudo o
que é, foi ou será. Então, nenhuma ação
tem significado eterno. Em assim falou o
Zaratustra, Frederich Niet adverte, tudo
vai, tudo volta. A roda do ser gira
eternamente, tudo morre, tudo
refloresce. O ano do ser corre para
sempre. O Colet vê essa roda, mas não se
curva ela. Ele odeia a vida porque ela é
vaidade. Uma corrida atrás do vento que
não leva a lugar nenhum. Essa verdade é
uma lâmina que corta teu osso, meus
amigos. Como o momento em Matrix, quando
o Nelo, desconectado da simulação,
acorda em uma cápsula. Seu corpo frágil
coberto de tubos, os olhos ardendo com a
luz crua do deserto do real. Ele não
pediu por isso, mas Morfeus o arranca da
ilusão, como o Colet nos arranca do
conforto com sua pergunta: "Que ganho
tenho em ser sábio?" Eclesiastes 2:15.
Ele nos força a encarar a morte, o
esquecimento, a perda, como Nel encara
as ruínas de um mundo queimado. Em
sonhos elétricos, Philip Dick questiona:
"Se tudo é pó, porque lutamos? Porque o
pó sonha e o sonho é mais real que a
carne". O que Lot sonha, mas seu sonho é
um pesadelo. Porque debaixo do sol não
há diferença entre o sábio e o tolo,
entre o trabalho e o ócio, entre a vida
e a morte. Ele odeia a vida como
Anderson odeia a Matrix. Mas esse ódio é
o primeiro passo para a verdade. Um
prenúncio do logos que João 1:14
promete. O verbo se fez carne e habitou
entre nós. Vocês já sentiram esse
desespero, não é? Como Anderson, já
olharam para o monitor da vida, sentindo
que cada esforço é um código que trava,
cada sonho um arquivo que se corrompe. O
Colet não nos consola. Ele nos sacode
como Morfeu sacode Nel no dojô. Pare de
tentar me acertar e me acerte. Ele nos
desafia a ver a inconsequência, a morte
que nivela, a herança perdida para que
possamos ansiar por algo maior. Em As
vinhas da ira, John Steinbeck escreve:
"O homem vive em um tremor de poeira,
mas seu coração sonha com estrelas". O
coelete vive nesse tremor, mas aponta
para as estrelas onde a graça de Deus
espera. A Matrix é o pó e o coelete é o
profeta que nos guia para fora, como Nel
é guiado para Zion. Chorem, meus amigos,
porque a vida debaixo do sol é um
deserto de cinzas. Mas ergam os olhos,
porque o logos já brilha e suas estrelas
chamam-nos para casa.
Agora vamos para mais uma etapa, a
futilidade do trabalho. Uma grande
desgraça. Preparem-se para atravessar um
pântano digital, onde cada passo é um
fardo, onde o suor do trabalho humano se
dissolve em pixe fugazes que alimentam
as engrenagens de um sistema implacável.
Essa é a nova etapa de nossa Odisséia
filosófica pelo terreno árido de
Eclesiastes. Guiados pela trilogia
Matrix, essa saga Cyberpunk, que não é
apenas uma narrativa de resistência
contra máquinas, mas um reflexo da
angústia do Calet. O professor de
filosofia, que em Eclesiastes 2 21 a 23
geme com uma voz que ressoa como zumbido
de servidores sobrecarregados. Pois um
homem pode realizar seu trabalho com
sabedoria, conhecimento e habilidade e
então deve deixar tudo que possui para
alguém que não trabalhou por isso. Isso
também é vaidade e uma grande desgraça.
Todos os seus dias, seu trabalho é dor e
tristeza. Mesmo à noite, sua mente não
descansa. Comoer em Matrix, sentado em
um restaurante virtual, cortando um bife
suculento com olhos traiçeiros, confessa
ao agente Smith: "Quero voltar à Matrix,
ser rico e esquecer a verdade. Esse bife
é delicioso, mesmo sendo uma mentira.
Essa é a futilidade do trabalho e Matrix
é o palco onde ela se desvela das torres
de energia que consomem o esforço humano
ao cubículo de Thomas Anderson, onde
cada tecla pressionada é vaidade até o
deserto do real, onde o logos de João
1:14 promete transformar desgraça em
glória. Imaginemos a vida humana como um
ciclo interminável de linhas de código
na Matrix. Cada linha escrita com suor,
sabedoria e habilidade, apenas para ser
apagada por um sistema que não valoriza
o programador. Tomas Anderson, antes de
ser Nelo, é nossa imagem. Um hacker
curvado sobre seu teclado, suas noites
consumidas por trabalho que promete
significado, mas entrega apenas
exaustão. Como que em Eclesiastes 2:22
pergunta: "O que ganha um homem por todo
o trabalho e esforço ansioso com que se
esforça debaixo do sol? Ele trabalha com
maestria, constrói impérios, mas para
quê? Um tolo herdará tudo. Como um
estranho herda o código de Henderson,
talvez para corrompê-lo ou descartá-lo.
Em morte de um cacheiro viajante, Arthur
Milly faz William Lowman lamentar: "Eu
trabalhei uma vida inteira, mas para
quem? Onde está o respeito, o legado que
prometi?"
O Collet ecoa esse lamento, declarando
em Eclesiastes 2:21 que deixar seu
trabalho a outro é uma grande desgraça,
uma ferida que sangra porque o esforço
humano debaixo do sol é um castelo de
dados que desmorona ao primeiro apagão.
Pense na Matrix como o mundo debaixo do
sol, uma simulação onde o trabalho é uma
corrente que prende a humanidade as
torres de energia. Cada gota de suor
convertida em combustível para as
máquinas. Em Matrix, os prisioneiros
sonham com carreiras, famílias,
conquistas, mas seus esforços reais
sustentam o sistema que os escraviza.
Como o trabalho de Quet sustenta apenas
a vaidade. Cherrato dessa desgraça.
Outrora, um rebelde de Zion. Ele trai
Morfeus para um bife virtual,
confessando: "Ignorância é felicidade.
Não quero a verdade, quero o conforto."
O Colet olha para ele com desprezo,
porque Cher escolhe a ilusão do trabalho
recompensado na Matrix, em vez da luta
árdua do real. E quando Eclesiastes
2:23, todos os seus dias, seu trabalho é
dor e tristeza. Mesma à noite, sua mente
não descansa. Em Metrópolis, Fritzlang
retrata trabalhadores esgotados,
alimentando uma cidade máquina. Seus
corpos curvados sob o peso de um sistema
que os consome. O Quellet vê essa
máquina, a matrix da vida debaixo do
sol, onde o trabalho é uma sentença de
dor, sem repouso, sem legado, sem ganho.
Mas o coelet não apenas chora, ele nos
confronta com a brutalidade dessa
desgraça, como o arquiteto confronta Nel
em Matrix Reloads, revelando a
futilidade dos ciclos de Zion. Cada
escolha, cada luta é prevista. Zion será
destruída como sempre foi e seu trabalho
não altera o resultado. O Coelet reforça
essa verdade em Eclesiastes 2:21, onde o
trabalho sábio é perdido para um tolo.
Quem sabe se ele será sábio ou tolo. No
entanto, ele terá controle sobre todo o
trabalho no qual coloquei meu esforço e
habilidade. Essa injustiça é um espinho
na alma, como o espinho que Anderson
sente antes de conhecer Morfeus. Uma
inquietação que podemos comparar ao
agnosticismo otimista que ignora a
pergunta: Para que serve o todo? Em
admirável Mundo Novo, Aldos Hooksley
descreve um mundo onde o trabalho é
anestesiado por prazeres artificiais,
mas o vazio persiste. Todos são felizes,
mas ninguém sabe porquê. Cifer busca
essa felicidade, mas o queret a
desmascara, porque o trabalho na Matrix,
como na vida, debaixo do sol, é uma
desgraça que não repousa. Vocês já
sentiram esse fardo, não é? Como
Anderson, já passaram noites acordados,
o peso do trabalho esmagando o peito,
sabendo que o fruto do seu esforço pode
escapar como dados corrompidos? O Corlet
não oferece consolo fácil. Ele nos
arrasta para o deserto do real, como
Morfeus arrasta nel cápsula,
forçando-nos a ver a verdade. Seu
trabalho é dor, sua herança é vaidade,
sua vida é uma grande desgraça.
Eclesiastes
2:2123. Em 100 anos de solidão, Gabriel
Garcia Marques escreve: "Ele sentiu que
seu coração estava coberto de uma crosta
de gelo, um silêncio que pesava mais que
todas as palavras. O Colet vive nesse
silêncio, mas seu lamento é um farol
apontando para o logos que João 1:14
proclama: "O verbo se fez carne e
habitou entre nós." A matrix é o
pântano. Cher é o traidor, mas o coalet
é o profeta que nos chama a abandonar o
bíf ilusório e buscar a graça que redime
o trabalho. Fechem os olhos, meus
amigos, e ouçam o zumbido da simulação
se desfazer. Porque o logos já sussurra
e sua voz é a promessa de um trabalho
que não perece, uma herança que brilha
além do sol. Vamos parar por aqui hoje e
desplugar da Matrix por um tempo, mas
vamos voltar, pois há muito a ser visto
e aprendido ainda antes que a Matrix
possa ser destruída. Até o próximo
episódio. Que o vento leve o vé do meu
ego e que em cada
passo da tua
luz. Seja em mim o traço puro e
[Música]
sincero, que dissolve a sombra e refaz a
luz.
Que meu riso traga o tom da tua
graça e que o tempo molde em mim tua
estação.
[Música]
Seja seiva que me cura a
alma. Raiz
eterna do meu
coração. Que o vento leve o vé do meu
[Música]
ego e que em cada passo sea a tua luz.
Seja em mim o traço puro e
sincero, que dissolve a sombra e refaz a
luz.
[Música]
Que meu riso traga o tom da tua
graça e que o tempo molde em mim tua
estação.
Eja seiva que me
cura
alma. Raiz
eterna do meu
[Música]
coração. Sopra em mim amor que
acalma seja a chama me
aquecer. Vem regar meu chão de estrada
para em teu solo florescer.
Que o ontem fique preso ao que é
passado. Que o futuro seja em ti
reescrito. Tua palavra é casa e ar
sagrado. O caminho certo entre o não e o
[Música]
infinito. Que eu me renda ao pulso
do teu
ritmo e disfaça os nós que eu mesmo
fiz. Seja o norte em meio ao
labirinto. O farol que insiste em ter
raiz.
Pois não há lugar além da tua
essência. Nada brilha mais que o
teu
querer. Sou um grão perdido na
[Música]
imensidão, mas no teu amor só renascer.
[Música]
Que teu
ser se entregue ao
vento, que te
sopra sobre
[Música]
mim. Cristo seja o
alico. Cristo sempre em mim.
[Música]

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