OS THUNDERBOLTS* são a ESPERANÇA (pelo menos é o que a emoção diz) | CONTEMPORAMA #092
16/05/2025
OS THUNDERBOLTS* são a ESPERANÇA (pelo menos é o que a emoção diz) | CONTEMPORAMA #092
É isto! Matheus, o Japa e Guilherme Iamarino se reúnem para falar do mais recente filme da Marvel que tem recebido boas críticas e, novamente, o carinho dos fãs. Será que agora sim o MCU encontra novamente se lugar nos cinemas e no coração dos Nerds?
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Contemporama é um podcast sobre cultura pop, filmes, séries e HQs, onde dois pastores e um seminarista se reúnem para discutir o que há de melhor (e pior) do universo cultural!
Este é um podcast produzido por: Dois dedos de teologia
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Macho, a gente foi naquela livraria que dizem que inspirou a a JK Rowing para fazer primeiro. Primeiro chegaram a gente assim, ó, foram gravados cenas de Harry Potter aqui. É, quando a gente foi pesquisar, na verdade, acredita-se, a Rolling nunca falou português, ele tem uma um dom para isso, né? É, é hipérboles. É. E aí ela ela morou no Porto, deu aula de inglês no Porto por 10 anos e ela frequentava a livraria, né? E aí, mas assim, a livraria lembra muito muito do estilo de Harry reporter mesmo, cara. A gente achou que era uma tourist trap assim, ah, vamos aqui, paga pagava 15 € maluco para entrar e mas abatia do preço de um livro, né? Aí disse: "Ah, não, vamos lá e tal, não sei o quê". Aí eu tentei pagar, não consegui, que por algum motivo o meu cartão do Itaú não aprovou e aí o não, a gente paga aqui, tal, não sei o quê. Aí a gente entrou achando que ia ser maior armadilha de turista. Quando eu japa de demo para dentro, não vem maluco, bem louco. A gente ficou chocado, chocado assim, lindo, lindo, lindo. Nunca viu coisa, nunca vi nada parecido com isso na minha vida. Lindo demais, cara. Quem vier no Porto agora papo de babaca assim, né? Se você estiver passando por Portugal, pela região norte, no Porto, é, vale muito a pena. Ah, livraria, como que é o nome? Belo acho que é Léelo. Lelo. Lelo. Lelo. É Lelo o nome é uma livraria muito famosa, cara. É, é bem famoso. The most beautiful bookstore. The most beautiful bookstore in the world. Bem bonito. Vale a pena. Vale a pena. Jak Rolling não tava lá. Jak R não tava lá. Paguei 15€ o Jack R não tava lá. Pô, por 15€ tinha que ter a JK Rome lá fazendo a campanha antitran. Sei lá. Com grandes poderes vem grandes responsabilidades. Poderes cósmicos, terabites infinitos, dobras temporais, velas aromáticas e jantares românticos. Tudo o que o nerd sempre desejou em um só lugar. Junte seus neurônios, pegue seus son de ouvido, mantenha as mãos e pés dentro do veículo e se preparem para nunca mais pensar da mesma forma, porque é isso que acontece quando dois pastores e um seminarista se reúnem para discutir cinema, séries e cultura volta. Você está ouvindo? Contemporama. Este programa é uma produção, dois dedos de teologia. É isso, estamos começando mais um contemporama nessa semana para falarmos de Thunderbolts, o novo filme Thunderbolts. Asterisco, hein? Thunderbolts. Ó, ó. Leia as notas de rodapé, o novo filme da Marvel e um filme que tem gerado muito, muito, muitas críticas calorosas, pelo menos. Eu sou Mateus Japa e estou aqui com Guilherme Amarino. Os raios. Raios. Os raios. É porque está, é porque Bols é raios, sei lá. É, é verdade. Raios do trovão. Os relâmpagos, sei lá, cara. Muito assim os relâmpagos marquinhos. Os relâmpagos marquinhos da Marvel. Cara, vamos lá. Esse episódio ele tá cheio de spoiler, tá? Então a gente vai já falar o que a gente achou do filme. O filme já tá aí tem que umas duas semanas e você daqui a pouco já tá disponível nos filmes também. Então episódio cheio de spoilers, o que nós achamos, enfim. E tudo isso aqui neste episódio. Se você não assistiu e não gosta, espera aí que a gente, né, assiste e a gente na outra semana vem falar sobre outro assunto. Mas, Gui, vamos lá. Fazia tempo que eu não me sentia tão empolgado, ou pelo menos que eu não saía do cinema tão feliz com o filme da Marvel. Fazia tempo que eu não me emocionava num filme da Marvel. Que isso? Chorou faz. Pelo amor de Deus. Esse filme eu acho que ele tem três camadas. Ele tem a camada pro fã da Marvel de quadrinho, que para mim é muito claro assim como vários filmes da Marvel tem. E é o que a gente cobrava eles de não ter. Ele tem uma camada de metaarrativa profunda assim, psicológica, etc. Porque trata sobre coisas da nossa mente humana, da psiquê e tudo mais. Eh, aquela a temática da depressão principalmente. Sim, sim. Eh, mas esse filme também é uma meta narrativa sobre a própria Marvel, não é mesmo? É, eu acho que eles eles tiveram e pelo menos é o que eles fizeram, eles trabalharam um tema e o tema não era o universo de superheróis necessariamente. Então isso para mim foi um grande uma grande coisa. Havia um tema e um subtexto muito claro e específico que era uma personagem que é a personagem da Florence Pew e ela lidando com algo dentro desse universo de superheróis. Então ela lidando com as maluquíes desse universo e como ela foi criada, etc. e outros personagens também lidando com tédio. Então você tem, por exemplo, o personagem do do Capitão América fake que o o trauma que ele o John Walker, o o trauma que ele sente, as dores que ele luta, que enfrentam são dores que são ocasionadas pela realidade do mundo de superheróis que ele vive. Então, esse esse tratar de um tema que não necessariamente, olha só, nós temos aqui a Capitã Marvel e uma adolescente, a Mister, sei lá, e elas estão lutando contra um alienígena e vai ser muito legal, pô. Isso não tem, eles trabalham o tema. Isso é muito É. E o tema E o tema é assim: "Olha, eu sou Capitão América, mas as pessoas estão dizendo que eu não sou o Capitão América que eles conhecem. Eu sou a viva negra, mas eu não sou a viva negra que eles conhecem. Eu sou tipo, é isso. Eu eu estou fazendo o papel de um superherói, mas as pessoas estão dizendo que eu não sou um superherói e eu não me sinto um superherói, eu me sinto entediado. Tipo aquele assim, o filme abre, o filme abre e fecha do mesmo jeito, né? Ele abre e fecha com a cara da Florence, com a Clara, com a cara da Helena, eh, que é a nova, a viúva negra ou uma outra viúva negra. Eh, e ele assim, o primeiro, a primeira cena do filme, esse primeiro monólogo do filme, eu queria, eu queria ter, eu tipo, procurei também porque o filme não saiu no stream ainda, então não tem como eu ver de novo e não tem gente que pegou e digitou isso, não consegui procurar, mas assim, o primeiro monólogo do filme, ele é assim 100%, ele é 10 de 10. Sim, ele parece uma carta ao fã da Marvel que parece que a Florence Pug ela tá atuando e falando aquilo lá enquanto aquela cena da Yelena em cima do prédio antes dela cair. Parece que assim aquilo está falando com a gente. É o Kevin Feig, é os Russo, é o o diretor desse filme e trazendo como é que é o nome do diretor mesmo que é o Jacker. Scher. É, J, ele trazendo uma um recado. E é um recado não apenas a quem acompanhou a trajetória da Vi Negra, das últimas séries, a Capitão América e o Soldado Invernal, ou Falcão e Soldado Invernal, ou o filme do Capitão América Novo, eh, ou a Marvel mais recente. tá falando com todo mundo que acompanhou a Marvel desde o Primeiro Vingador, desde o Homem de Ferro, desde tudo aquilo. Ele está falando com essa galera. Fala assim: "Olha, parece que entrou num momento de tédio. Eu tô fazendo as coisas só para fazer. Eu não não consigo me reconhecer do jeito que antes era. E aí eu tô fazendo as coisas e o que eu quero parece que eu estou num grande void ou vazio, né, que é que é, cara. E eu achei isso muito legal, isso é muito doido. Essa, vamos entrar nesse subtexto que você tá discutindo, que eu acho que é uma das camadas apresentadas, que é o sentinela. É isso, né? O sentinela, ao mesmo tempo que ele é a representação do maior e mais poderoso de tudo, do do brilhante, da do glorioso, etc., Ele mesmo torna-se a sua própria escuridão. Então, tipo, é a mesma representação da Marvel, né, que foi responsável por fazer grandiosidades no universo cinematográfico de heróis. também é responsável pela que trouxe o grande vácuo nisso, assim, porque ela mesmo foi o seu Nêmesis, assim, porque a DC não chegou a ser o Nêmesis, outras indústrias não chegaram assim, ela mesmo foi. E cara, que ela ela mesmo foi o seu próprio vilão nesse sentido. Então, quem julgava um filme, por exemplo, quando saiu o Doutor Estranho, o Universo da Loucura, Multiverso da Loucura, quando saía esses novos filmes, inclusive o Capitão América, a Brave New World, né, que tem, que é o mais recente, eh, as pessoas julgando aquilo lá e e trazendo aquele aquela discussão tipo, a Marvel não é mais a mesma. E quantas vezes a gente disse isso, né, quando a gente viu Thor, a e a divisão de mentes, assim, gente gostando, elogiando e querendo assim, não, eu gosto da Marvel, eu gosto da Marvel, é isso. E a gente ao mesmo tempo falando assim: "Não, mas isso aqui não tá exatamente bom", sabe? Eu sou fã da Marvel, eu gosto do quadrinho, tá parecendo coisa legal, mas pera aí. vi o trailer Thunder Bols e eu não comprei assim, eu comprei zero. A gente tem que comprou nem eu não falei: "Meu, vai ser ruim". A gente já tava desacreditado, sabe? Não esperava, não esperava nada realmente assim. E eu acho que esse não esperar nada e vou dizer, tá? Eu arrisco a dizer isso e e se envelhecer mal também, não tem problema, mas eu arrisco dizer que teoricamente o filme ele não é tão espetacular assim e que ele consegue suprir uma grande carência que a gente tava tendo do da boa utilização do cenário dos superheróis. Essa é uma uma uma visão que eu tenho. Não não critico o filme nesse sentido, mas eu acho que se comparado com outros grandes filmes, ele não é um filme espetacular. Mas isso era isso. Mas é exatamente isso. Porque não precisava ser espetacular. A gente não precisava de grandes manobras, de herói novo aparecendo o tempo todo. A gente não precisava de câmio atrás de câmio ó. Esse filme ele não tem câmbio secreto. Não, não tem. Não tem entendeu? de outros heróis, de outros detalhes, de várias citações. Não, ele ele se cita dentro e situa-se dentro da história da Marvel até agora e pega um grupo de heróis e trabalha com eles. E esse grupo de heróis aí sim depois acho que a gente entra numa segunda fase da discussão que o grupo de heróis em si, ele tem um dilema e ele tem tudo que é necessário para fazer um grupo de heróis. E a estrutura narrativa, ela é estrutura narrativa do Vingadores. Ela é mesma estrutura narrativa do Vingadores com outros elementos, obviamente. O que faz muito sentido, uma vez que no final a gente descobre que eles serão os novos Vingadores. Que eu disse isso. Lembramos que quando a gente viu o trailer, aquele episódio dos dos trailers do Super Ball, eu disse isso. Olha, se a Marvel não fazer esses caras serem os novos vingadores, algo está muito errado. A minha suspeita, quando eles botaram o Thunder Boats e um asterisco, eu falei assim: "Caraca, vai mudar o nome dessa equipe para novos vingadores". Não, beleza. E realmente aconteceu tanto que teve até um um bom marketing que eles fizeram uma parede assim e aí no final eles só arrancaram o o Thunder Bolts e deixaram novos zingadores. Cara, eu achei isso muito legal, muito. E o ponto que eu acho que é o filme nesse sentido e eu acho excelente por isso, um filme bem escrito, bem dirigido. Então você tem equipes que participaram principalmente em roteiro, em séries como Deber. da gente dessa textas boas. É isso. Então você tem até o até o alívio cômico, tipo até o alívio cômico, até até as piadas, etc. Você você tá entrando, por exemplo, você olha a primeira sequência de cenas do filme, que é a cena da Helena no no prédio ali e tal, depois desse monólogo e ela entra e tudo mais. E aí você tem uma uma cena de ação que lembra muito a mesma lógica da cena de ação do Capitão América 2, que é o Capitão América estudado invernal. E aí você tem uma quebra nessa cena mais séria, mais ah pesada, com um alívio cômico dela, com um carinha ali ao melhor estilo da Marvel, entendeu? A Marvel não tendo mais vergonha de fazer esse tipo de coisa, tão pouco medo de fazer esse tipo de coisa e fazendo bem feito. E é assim, aquela risadinha de canto de boca, não é? Você não vai cair na gargalhada e tudo mais, mas aquele alívio cômico que você começa a entrar na história e coloca-se dilemas pessoais dos personagens também com os alívios cômicos. Aí quando o David Harbor entra e cena guardião vermelho, cara, isso é maravilhoso, que também é uma meta narrativa, porque ele tá ali, ele a e Helena fazendo todas as coisas que ela faz para a Defontain, pr pra Valéria, né? É Valentina. Valentina Defontain, ela também é é uma mercenária, etc, etc. Assim como todos os outros, que também é um plot genial. Mas daí o David Harbor, ele no personagem dele, do Guardião Vermelho, fala assim: "Não, eu tô bem, tô tranquilo". Ai, tudo que eu queria era trabalhar com ela, sabe? Tipo, ou seja, que que é mais ou menos todo mundo que a gente tá orbitando em volta desse universo Marvel, atores, roteiristas, eh gente que que faz eh direção, diretores, etc., todo mundo critica e fala: "Não, tô tudo bem, tá ótimo, mas tudo que a gente quer é isso, sabe?" Então, cara, é coisinhas. B, esse esse subtexto, esse subtexto eu acho que da própria Marvel fazer dela e etc. E até mesmo, por exemplo, a Helena chegando no final pra Valentina e falando assim: "Você tá nas nossas mãos", tipo assim, a gente é quem vai mandar agora, a gente é quem vai fazer as coisas do nosso jeito agora, entendeu? Isso é óbvio que tem esse esse tonzinho, é legal e tal. E cara, eu acho que é um ponto muito legal desse dessa narrativa e o que você falou é legal da dos do humor Marvel clássico, ele estar a serviço do roteiro e ele te dá informação sobre os personagens, sobre o estado dos personagens. Então você tem quando, cara, essa cena eu ri no trailer e eu ri no cinema, eu tava achando calí assim, eu rachava o bico de de bom, que é a cena que é a primeira o diálogo dele com a Helena na casa, né? E ela, cara, você tá are you fulfilled? Aí ele, yeah, so full, so field, so f, cara, é muito bom assim, é um negócio muito besto, mas eu acho que ao mesmo tempo explicam um estado que é nenhum daqueles personagens no no momento em que eles estavam como heróis que eram, eles se sentiam plenos, sentiam completo porque eles não sentiam estar realizando o que eles queriam estar realizando. Talvez até num subtexo exagerado, pode ser a própria equipe da da trabalha nos filmes da equipe de roteirista, os caras com Kevin Fig, entendeu? Você tá feliz, tipo assim, você consegue estar feliz fazendo isso aí os caras, não, não, a gente tá estamos trabalhando na Mas ao mesmo tempo não, porque não estamos fazendo filmes legais. Às vezes a gente tá fazendo filmes que são para agradar executivo, para vender boneco, para isso, para aquilo, e não estamos contando uma história e para apenas continuar sem propósito num vazio. Olha só. Ex. E aqui, cara, eles pegam personagens completamente secundários. A gente tem a Helena, que até então era plano B, assim, todas as aparições dela até agora não eram úteis. O o Walker, que na série do do invernal e do do Águia lá, ele é ele é o agente americano, ele é tipo um segundo Capitão América. Um Capitão América assim, sabe? Mas que na série você sai desgostando dele. Exatamente. Você acha ele um babaca, você acha ele horroroso. Então você tem personagens que são secundários, que ninguém liga, que pelo contrário, a gente já tem um pé atrás e que aqui são colocados fantasma, que é de um filme ruim e ela é vilã, que é do filme do ela é vilã do do Homem Formiga e Vespa. Homemiga. Horrível. Horrível. já não gosto do homem formiga. E aí sim você tem esses personagens secundários sendo colocados aqui e eles não têm nada. Então, uma cena que eu acho muito boa é quando a a Valentina prende eles no bunker e eles precisam fugir, só que nenhum deles voa, nenhum deles consegue ir para cima, nada. E aí eles E aí eles se juntam do jeito mais ridículo do mundo para conseguir fugir. E cara, isso é assim, isso e e é um momento cômico, mas ao mesmo tempo isso tá servindo a história. Está mostrando, ó, esses caras eles não têm super poderes muito absurdos, eles não são, nossa, vamos voar e vamos resolver. Não, não, a gente tem super, não, não, a gente não tem nada. E a gente vai tentar fazer essa parada, a gente vai tentar escalar a nossa posição aqui. Isso é, isso é muito bom. Eu eu vou te dizer que isso é Marvel em seu em seu e núcleo. Isso é Marvel. Isso já aconteceu em outro momento na história, antes de filmes, antes de nada, nos quadrinhos. Então, por exemplo, quando você passa a era de ouro, a era de prata e você tem ali a Capitão América, Thor, Homem de Ferro, a o desgaste da imagem deles e eles inventam um negócio que se chama Vingadores da Costa Oeste. E aí começa os quadrinhos do Vingadores da Costa Oeste com e Máquina de Guerra, Visão e agente americano, feiticeiro escarlate e é um time total eh magnum, totalmente B. Um time, um time assim que não faz sentido. Cadê o Hank Pin? Cadê a Vespa? Cadê o Alwen de Ferro? Cadê o Thor? Eles estão em outras histórias, tá em outra fase, desgastou e a Marvel tá tentando emplacar uma outra equipe. Isso tô falando assim muito antes de novos Vingadores existirem com novos Vingadores com eh P de Ferro, Luke Cage, Homem-Aranha, Wolverine, etc. Esses novos Vingadores mais modernos, né? que é quando começou de fato o New Avengers, depois Vingadores à Queda. Agora, eh, essa parte começa também a pegar personagens que ninguém dava bola. O agente americano nos quadrinhos, ele era não só o anti ant anti Capitão América nesse sentido, mas ele era um cara babaca, chato, eh, roteiro, o roteiro dele, as falas dele, ninguém, ele era impresso para ser isso. E agora a Marvel tem que fazer ele o Capitão América do da nova equipe, entendeu? Tem que pegar um personagem, fazer o cartão. Exatamente isso. Eu termino o filme. Eu termino o filme querendo ver mais dele, porque ao mesmo tempo que você vê que ele foi um babaca anteriormente por algo que ele fez e etc, a a consequência dos atos dele amadurece ele de tal forma que você consegue perceber agora um posicionamento em prol do time, em prol da da segurança das pessoas, em prol do outro e não dele mesmo. E ele consegue entregar isso, cara. E ele é um um bom, tipo assim, ao ao dar mais alguns passos, se tornará um bom Capitão América. Cara, isso é um ouro no fil no filme. Isso é ouro. Ouro. Tem uma diferença, tem uma diferença crucial em relação à equipe de Thunderbolts original dos quadrinhos, o que no começo eu fiquei meio assim e tudo mais, mas depois eu fui comprando tanto a ideia que eu acho que foi melhor mesmo, porque a equipe dos quadrinhos do Thunderbolts, ela é uma equipe como esquadrão suicida, é a mesma lógica, sabe? são vilões que vão ser reformados. E aí tem todo um projeto do governo. O Thunderbolts, no quadrinho, ele é criado pelo Norman Osman, que na época ele tá como o diretor ali da segurança nacional dos Estados Unidos, o diretor ele muda a Shield para Hammer e etc, etc, etc. Ele cria a equipe de Thunder Bolts para caçar outros heróis, para ser o o os eh Black Ops assim do governo. Agora, esse Thunderbolts não são antiheróis, eles são heróis quebrados, por mais que, por exemplo, a fantasma, ela começa como vilã e etc. E a o personagem Fantasmas, né, ele tem no Thunderbolts original, inclusive é um dos personagens mais interessantes do quadrinhos do Thunderbolts como um todo, assim, muito interessante mesmo. Mas assim, a o roteiro, as linhas de diálogo, o intercurso, a disposição, né, o que que os personagens estão querendo fazendo, quais são as atitudes que eles tomam, são atitudes de heróis, mas são heróis quebrados. E eles falam isso, a gente não serve para nada, a gente só perde, tal. Um dos momentos que eu me emocionei muito, embora não seja o momento emocionante do filme, foi quando eles saíram da primeira derrota que eles tiveram juntos, quando o sentinela dá um couro neles, eles saem do prédio ali, todo mundo derrotado, fal assim: "A gente não presta para nada, a gente não faz nada, a gente não consegue nada". Olha só, o cara deu um couro na gente, uma coça na gente, o meu escudo virou um taco, sabe? Tipo, mano, e isso, isso assim, eh, foi bom para Marvel como um todo, porque trouxe assim muito muito, eu acho que trouxe sensatez, lucidez, assim e e e eu acho que o a aclamação do público também dá a segurança de que fazer esse tipo de coisa também é bom, sabe? também é funciona. E aí, cara, eu acho que para mim um dos ao mesmo tempo que foi muito bom, óbvio que e aí eu vou vou falar mal primeiro que eu acho que é melhor, mas é que assim, eu achei a solução final como um todo simplista demais. É, eu também achei um pouco isso, a facilidade de solução final do roteiro, o exm. Então, eu eu então porque foi tipo sentinela, meu Deus, é a coisa mais absurda do mundo, não tem como vencê-lo. Aí, beleza, aí vem o Void. E aí Void é uma nova coisa. E aí eu achei muito massa assim toda o rolê do Void e tal, mas no fim resolveram com um abraço. É que é uma solução de quadrinhos, tá? Convenhamos que é uma solução bem comum nos quadrinhos. A batalha externa está muito difícil, você vence essa grande força com a batalha interna. Quantas e quantas vezes? Por exemplo, Massacre nos X-Men foi algumas vezes vencido desse jeito. A Jim Grey no X-Men com Fênix, etc. algumas vezes foi vencida desse jeito. Então, tipo, é uma solução que vira e mexe aparece. Eu acho uma solução boa, não, eu acho uma solução assim simplista demais, mas ela não é incomum. Eu não, eu não fiquei chocado. O que eu fiquei mais incomodado não foi nem essa solução de todo mundo vai abraçar o cara lá e tudo mais, que ela comunica um pouco. Depois eu quero falar sobre o personagem do L Puman, que é o o sentinelo, o Bob. Queria, quero falar sobre ele e sobre o peso que ele carrega pro roteiro, mas eh a solução de todo mundo abraçá-lo, etc., ela é uma solução eh psicológica nesse sentido. Ela ela mexe com o problema em sua psiquê, né? Mas o que eu fiquei incomodado foi o destaque para Helena, tá? Entendeu? A a Vamos vamos entrar nisso porque eu eu não sei se eu concordo. O roteiro ele ele dá forçada pra Helena, sabe? Às vezes você não achou não, pô? Eu não achei, eu não achei. Eu achei a ênfase a Helena e e tudo voltando ao redor dela. Eu achei bom, eu achei ela um bom fio condutor assim para isso, sabe? Porque parece que ela liga todos os pontos. Então na no na rivalidade dela com o Walker, é ela também quem conecta os dois nos seus passados, né? Na na sua evolução, na na proximidade dela com o Bob. Ela também quem quem liga aquilo. Então eu acho muito bom. é ela também quem é o eh por onde vem um alívio cômico, que é o o David Harbor. Enfim, eu acho que ela funciona como uma boa liga ali no centro e eu acho que principalmente em questão de atuação, ela manda muito bem e é um ponto positivaço de todo o filme. A atuação de todos tá excelente assim, então tem um casting de atuação muito boa. sobre o o a solução final do filme, cara, tem esse ponto, eu achei OK, simplista demais, mas ao mesmo tempo eu acho que elenca boas discussões, eu acho que elenca eh eh bons bons temas, assim, então você tem o personagem do Sentinela, esse aqui é Fladeiro, mas eu dou uma introduzida aqui, você tem o personagem do Sentinela, que falando do filme, um personagem que também é rejeitado, menosprezado, é um personagem que é colocado para baixo e não só, né, publicamente, como sei lá, os outros, mas como pessoas dentro da própria casa. Então, quando a gente volta pro passado dele, vê lá, você vê que ele era colocado para baixo, traumas internos e tal, os traumas internos e passa por um procedimento, por uns testes e consegue poderes, se torna, então, um herói super poderoso, super absurdo. E assim, ele é absurdo. Ah, sim. muito, eu gostei muito, achei muito maneiro. E o ator de mil sóis e tudo mais, o ator consegue muito bem sair da posição do medrosinho, cara, todo estranho. E cara, primeira vez que ele aparece sentinela, embora esteja ainda brega, porque ele tem que pintar o cabelo meio que para ficar igual aos quadrinhos, uma brincadeira assim, genial. O autor também muda de posicionamento, cara. Ele lutando contra o Thunderbolt. Cara, é outra atuação, é outra manutenção de pé. Isso que é legal, cara. Porque, por exemplo, quando escalaram o L Spuman, né, que é o nome do cara, escalaram ele para ser, muita gente criticou, falou assim: "Não, esse cara não é o sentinela". E o pessoal até falou assim: "Não, quem tem que ser o sentinela é o Anthony Stark, que é o Homelander, por exemplo, é esse cara, não sei que lá". E todo mundo olhando pro Sentinela. só olhavam pro sentinela quanto sentinela. Só que agora o personagem em si, ele traz o vácuo com ele. Então o personagem, na verdade são três tipos de personagens que o Bob tem que ser. Então o ator ele tem que saber interpretar três tipos de coisa. Um superherói desse jeito, o cara que ele é muito bom e etc. Dois, o vácuo, que ele é um vilão totalmente ali encoberto pelas suas trevas, e um cara meio X, que é o Bob, entendeu? Não, e todo aquele lance. E eu acho que é isso assim, essa resolução, embora ruim do personagem, assim, nos termos de, pô, você espera um grande embate, você espera, eu acho que a discussão ela é muito bem feita e muito bem trabalhada assim. Então você tem um um uma parada que eu achei muito massa, que eu até conversei com a Liv quando terminou, é de que o grande vilão e e o a a grande o grande mal a ser combatido em toda a extensão do filme nesse sentido, não é uma uma um adversário externo, né? Então você não estamos lidando com trevas externas que tentam oprimir o mundo e que tentam dominar toda a realidade aqui. Não, não. Os personagens aí, principalmente é o tema do filme, é lidar com as trevas internas e as trevas internas de cada um, com as coisas que oprimem cada um individualmente. Então a gente tem, e aí quando cada um é sugado pelo vácuo individualmente, uma discussão que você pode pensar e discutir, que é, por exemplo, muito mais que é a discussão de como cada um individualmente mesmo junto tá se sentindo sozinho e de que como cada um hoje em dia, nesse grande mundo que nós vivemos, sozinho, individualizado, isolado, vive em sua própria escuridão. E aí, cara, pr mim, a discussão nesse sentido, ela ganha uma camada legal, que é quando os Thunderbolts se unem e eles abraçam. Aí para mim é talvez seja uma grande mensagem que o filme tenta passar, é de que a solução nem sempre é você espancar o o vácuo que há dentro de você, se revoltar em raiva com aquilo que tá acontecendo e culpar todas as outras coisas, mas é estar com o outro, porque o maior problema é e tampou pouco é abraçar o vácuo, né, que é uma solução também. Abraça o seu vácuo, entre pais consigo mesmo, etc. Não, a solução não é essa. A solução é você precisa de um outro. Isso é isso achei maravilhoso, cara. É isso, sabe? Eu achei muito bom. Olha só a capa do do universo tu abraça o outro. Isso aqui acho que ilustra um pouco. É, essa capa aqui é do Paul Jenkins, a série, a primeira série que aparece o Sentinelo. Então é uma run de quadrinhos, acho que são seis ou sete, tá? edições. E aí essa é anos 2000, isso 2000, 2001. E o Sentinela, ele aparece como um personagem e e essa série, essa run, ela vai discutir a questão da depressão dele, que é bem importante e acho que carrega também a metáfora principal e a meta narrativa principal do filme do Thunderbow, que é justamente isso, cara. Ele é um cara que a memória dele é muito ruim, ele não lembra direito das coisas, só que ele é extremamente depressivo. E esse esse vácuo interno dele é é uma luta do Robert, do Bob. Só que para ilustrar essa luta, você tem dois personagens super poderosos, o vácuo e o sentinela. O sentinela realiza boas ações, o vácuo realiza más ações para compensar. Então essa essa é a grande história, só que ele é um personagem que, pera aí, ele é um grande personagem de quadrinhos, um grande herói, etc. Mas ninguém lembra dele direito, nem o próprio Bob. Então, nessa aí vai gente descobrindo, descobre que apagam a memória dele, que apagam ele da memória de todo mundo, então tem ajuda doutor fantástico, doutor estranho, etc, etc, etc. No quadrinho aqui no filme você tem é a mesma meta narrativa. Pera aí, eu sou muito poderoso. Então é um cara que ele tem ao mesmo tempo que síndrome de grandeza, como fala no filme, né? E a gente vê o diálogo dele com a Valen, cara. O diálogo dele com a Val fala assim: "Cara, por que que eu sou um deus e eu tenho que obedecer você?" E o cara todo cheio de si, sabe? Uhum. Aí começa falar, não, porque só que ao mesmo tempo inseguranças internas dele, ah, mas o pessoal falou mal do meu cabelo, sabe? Tipo, mano, que que é isso? E lidar com esse tipo de coisa. E isso no roteiro, embora funcionando para que a história tenha lá o seu plot eh virado para de fato aparecer o vácuo e etc, isso acaba acontecendo com a gente. Sim. Entendeu? Isso é um dilema humano. Isso é um dilema muito próximo de nós, assim, o dilema que o personagem do John Walker tem. Ah, eu sou o cara da família, eu sou o cara que vai, eu sou o Capitão América e tudo mais. E ele fala: "Não, eu amo minha esposa, eu amo meus filhos, eu tô me entregando por eles, etc." E aí vem a cena que o vácuo eh toca a mão dele e ele faz se lembrar a cena da criança no berço e ele lá no celular lendo sobre ele mesmo. Uhum. Sabe? Tipo isso, cara, isso acontece. Mas isso é isso, é isso. É o é é o é o isolamento aqui. E um isolamento não só físico, é quase que um isolamento mais profundo, é meio que um algo ontológico assim. Eh, não é que a solidão te prende porque você está sozinho, mas é é que você está incomunicável. Você não se comunica com o outro, então o outro está ali, você tá com o próximo, mas é inacessível. Sim. Então você tem duas pessoas, mas que não se conversam, que não se comunicam, que não estão juntas. Então o isolamento nesse sentido é interno, é é mais profundo e todos eles de alguma forma tão nisso. Então quando a Helena fala por exemplo, com o pai dela que, cara, essa cena é muito boa, acabam de apanhar do do sentinela, estão fugindo e ela sai andando e ela fala: "Pô, quando a minha irmã morre, você não estava lá e eu queria ter falado com você". E ele fala: "Não, mas eu não sabia. Mas eu queria." Exato. Então ele como pai, ele não esteve presente para ela e caiu essa cena. Essa cena eu me emocionei. Essa cena foi a única do É. É que eu chorei. Ali eu parei falei: "Não tá". É. E são dois dilemas atuais assim da nossa sociedade, né? Você tem um dilema ah de dissolução de verdade e a gente vira e mexe fala sobre isso e tudo mais. Ah, e a verdade cada um e ninguém sabe o que que é verdadeiro mais. é tudo relativo nesse sentido e é um grande problema da sociedade pra gente falar qualquer tipo de coisa, eh, inclusive gerando brigas e brigas e brigas, polarizações, etc. Mas um outro grande dilema da, da atualidade é o dilema da diferença. Então, a gente é tão individualizado, tão internalizado, tão preso em nossos próprios problemas e tal, que cada vez mais a gente tá mais afastado uns dos outros. E isso, embora vendam pra gente que é uma coisa boa, ah, escolha o seu perfil do Netflix, escolha as suas coisas, porque vai ser as suas recomendações, porque vai ser a sua experiência e e tudo em UX é tudo muito individualizado. A gente não tá percebendo o quanto isso tá nos afastando uns dos outros, porque no final o que a gente quer de verdade é proximidade. O que a gente quer de verdade é contato. O que a gente quer de verdade é que a gente seja abraçado por alguém, sabe? E e isso para esse filme trazer como solução a uma situação de depressão do próprio Bob e de todos os outros, porque o time só se comporta com o time quando todos eles abraçam o problema de uma outra pessoa que se torna do time também, sabe? Tipo, isso é é muito assim, cara. Eh, eh, é essa a solução, porque enquanto o meu coração ele se envaidecer e a minha mente se obscurecer e a realidade for mudada pela vaidade dos meus próprios pensamentos, ou seja, é isso que é o vácuo. O vácuo ele vai sugando tudo para uma posição tão internalizada que tudo vira uma grande escuridão. Então, a demonstração do vácuo ocupando Nova York lá ali a partir da Torre dos Vingadores, que inclusive vira Watch Tower, que é a torre, eh, isso é uma boa referência quadrinhos, inclusive você vai gerando vácuo e as pessoas vão virando sombras, né? É, cara, muito maneiro isso. Muito. É assim, é porque é exatamente, quanto mais internalizado eu sou, mais prejudico o exterior, sabe? tem consequências. Sim. E a mensagem é exatamente essa, porque tá todo mundo individualmente tentando lidar com seus próprios problemas internos. Então, tá todo mundo tentando rememorar as coisas. ão a cena da Helena indo lá no passado e ela tentando fechar o olho dela criança ou até mesmo do próprio vácuo, cara, tentando não ouvir as coisas que ele ouvia dos pais, etc. É todo mundo tentando resolver seus traumas do passado de maneira isolada, sozinho, só por si só. E no fim, o que isso leva é você tá parado no sót enquanto se esconde do do do que pode acontecer com você. Porque no fim o nosso isolamento, a nossa solidão é é fruto de uma outra grande separação, que é a nossa separação com Deus, do nosso afastamento de Deus, da nossa do nosso desvínculo com E aí eu acho que óbvio que o filme não estica nesse ponto, mas ele estabelece essa discussão que é importante, que é a solução para alguém isolado é união. E a proposta que o evangelho nesse sentido também nos fornece é de que a Exatamente. O oposto é união com Cristo. E na união com Cristo também temos união com o outro. E, cara, quando a gente entra nesse ponto, cara, a gente, eu acho que a mensagem do filme, nesse sentido, ela é perfeita assim, porque ela é muito boa. O filme não tenta fazer um clichê básico de, cara, problemas psicológicos, a gente se resolve igual você falou, né, abraçando, lidando com o nosso passado, resolvendo ele ou até mesmo encontrando exatamente os pontos que foram cruciais. Aqui está o problema. Isso não resolve. O o o o que resolve são soluções psicológicas já demonstradas no cinema. O filme da Barbie teve essa solução. Com certeza. Ah, vai. Você decide quem você é, você decide como você vai. Tipo, vários outros filmes, inclusive filmes da Marvel, já tiveram esse tipo de solução. Não, você tem que ser feliz do seu jeito, tal, tal. Agora, a a eu acho que isso assim para um cristão vendo esse filme e falando assim: "Cara, é isso." Tudo bem que eles não chegaram nessa nessa conversa que nós estamos tendo ainda e nem espero chegar. Sim, sim. Mas assim, eu sei que o tipo de problema apontado já está levantando uma grande luz sobre a aquilo que é o real problema, que é, pera aí, a gente quis tanto fazer as nossas próprias coisas que a gente esqueceu de andar junto. E a proposta do evangelho é exatamente essa. Não se pode ser sem ninguém. Então você não consegue ser você por você mesmo, você precisa de um outro, tá? Aí a solução para isso pode ser eh super brega também nesse sentido, mas é é um é um apontar para um tipo de pera aí e a a aquilo que Agostinho fala, né? Eu lá fora a procurar, mas você habitava dentro de mim, sabe? Eu tava procurando várias outras coisas, mas sabe esse negócio de olha, enquanto eu procurar outras soluções, eu tenho que encontrar de fato aquilo que é importante ser encontrado e eu não vou conseguir encontrar em mim mesmo, com as minhas próprias forças, nem com a minha própria procura. Seja eu procurando várias coisas, seja eu tentando achar a solução está num outro. Obviamente nós sabemos que a solução verdadeira para toda a dramática da nossa redenção está em Cristo Jesus e em Cristo Jesus apenas. Mas é isso que Cristo faz. É o outro. O outro é o próprio Deus, né? É. O outro não é o meu amigo, meu pai, meu irmão, etc. O outro tem que ser Deus. Não, é o é o é o totalmente outro, meu irmão. É o é o completamente outro. É isso. É ao mesmo tempo. Totalmente outro. Gu, tá tudo se tá tudo se ligando, Guiando. É, Gui, as coisas são as coisas. É, é isso aí. Esse é um bom exemplo de um filme que, que dá para fazer muito diálogo assim e dá para fazer em várias aplicações. Dá fazer palestras, palestras de cosmovisão e cultura podem usar Thunderbolts agora porque é um bom filme. O único comentário que eu tenho é o fechamento do filme, que para mim também é um fechamento clássico de filmes da Marvel. Lembrou muito o final do Homem de Ferro um quando tem uma apresentação de anjo do público. Lembrou muito o Guerra Civil, lembrou muito os filmes do Homem-Aranha com com uma apresentação de do público, etc. E aí você tem algo que acontece frequentemente nos quadrinhos, que é a apresentação de uma nova equipe. Isso acontece o tempo todo. E aí, cara, assim, eu não esperava isso e para mim, eu não esperava essa cena final. E aí, tipo, quando você vê os caras indo indo atrás da Val e a Val assim, ah, não, pera aí, calma aí, tal. Tipo, e é uma cena que é muito cômica que eu falei assim, cara, por que que eles estão colocando essa cena cômica eh nessa hora do filme? Tem que acabar o filme, calma aí. E aí ela vem e aí tem uma comitiva de imprensa toda preparada e ela enfileira eles ali da eu falei assim: "Putz, genial, genial". E aí ela apresenta a equipe dos Vingadores, todos aplaudem, novos Vingadores e etc. E aí a chave de ouro. E aí eu acho que o roteiro foi muito bem em fazer isso, porque como eu disse no início, ele começa com a Helena, com a cara dela decepcionada, tipo, nada vale a pena, etc. E agora ela vai, fecha na cara da Helena também. E agora a cara da Helena é: "Meu, eu sou uma vingadora nesse sentido e agora o que eu faço também foi a minha cara". Tu falou assim: "Meu, isso aqui voltou, sabe? A assim, Marvel voltou". Para mim é essa definição. Tipo, Marvel voltou, Vingadores voltou. Pr mim, para mim, irmão, Marvel voltou na cena pós crédito. Eu vou falar. É isso. É isso que eu quero falar. É esse r ali eu levantei da cadeira. Eu levantei da cadeira. Eu tava do lado da livi da cadeira. É que tem duas, né? Mas a segunda, eu tô falando da segunda. Tô falando da segunda. A segunda é que a primeira é mais uma cena cômica. É mais uma comédia. Mas cara, a segunda cena pós créditos, ela ela é toda engraçada. Ela tem o lance que aí você descobre que o Gavião também tá fazendo lá o seu o seu Avengers e eles são os verdadeiros Avengers. meio que o público prefere eles, etc. Aí o o o David Harbor lá fala: "Não, não, mas a gente vai ser o Avengers". Aí tem um e um Z assim que esse aí não tá com direitos autorais e tal, tudo muito legal. Mas, cara, quando eles falam: "Não, não, teve invasão eh no espaço multidimensional, multidimensional". Aí você vê a nave e aí a nave vira e aí você vê o logo do quarto. Irmão, eu faleu, eu eu arrepiei, cara. Eu levantei no cinema e eu fiquei assim, tipo, tá ligado? Tipo assim, cara, essa foi sensação Marvel e Marvel sabe brincar de novo, tá ligado? A Marvel sabe o que tem em mão, contou uma boa história, vai contar, eu espero, uma boa história e Corte Fantástico. E aí sim estabeleceu dois dois grupos de personagem. interessante. Exatamente. Acrescentaram ele no universo e aí podem fazer um terceiro filme, um quarto filme que seja, lidando com esses encontros e maravilhoso. E vai ser muito bom. E vai ser muito bom. E apareceu o mesmo texto, capitão. Lembro, eu lembro de assistir tipo o Primeiro Vingador, Capitão América e aí você termina, etc. e com aquela cena dele sendo descongelado. E quem acompanhou o quadrinho sabe o por que ele foi descongelado e aí aparece Capitão América will return. Isso. E aí isso aparece de novo agora e a mesma emoção me desculpa, ô geração alfa, me desculpa e você que não cresceu com isso e você viu o filme dos Vingadores para você é um filme velho. Cara, eu tive a mesma sensação de quando eu vi todos esses filmes no cinema. Eu vi Capitão América, Thor, eh, o os Homens de Ferro e tudo mais. E eu fiquei empolgado. Vingadores, Vingadores, Vingadores. Quando o Vingadores saiu em 2012 e e a gente tava naquele hype, mano, vai sair o filme do Vingadores, vai sair o filme do Vingadores. E você ficava, eu não sei o que vai acontecer, será que vai ser bom? Que personagens vão ter, é, vai ter o como é que vai ser o Hulk e etc, etc, etc? Quem vai ser o vilão? Será que vai aparecer o Thanos já de cara, etc? A gente ficava assim. E eu tô, eu estou te dizendo o mesmo sentimento eu tive. Eu colecionava esses porcarias de copinho. Eu vou voltar a colecionar esse negócio, pelo amor de Deus, sabe? Eh, cara, mais de são 13 anos, é, desde o primeiro Vingadores, sabe? Pô, emocionado. E 2008, né? Desde 2008, desde o primeiro homem de ferro, desde o primeiro homem de ferro. É, exatamente, que ele apresenta o projeto dos Vingadores. Então assim, isso é legal porque começa um, você vê que é a mesma estrutura, é irmão, não são os mesmos personagens, não é o mesmo estilo de história, são outros dilemas, mas funciona tal qual, sabe? Aí você fala, Marvel, ó, parabéns. Não é um filme épico como o Terra Infinita. Não é um filme cheio de camios, cheio de multiverso. É o que precisávamos, meu. É o que precisávamos. Feijão com arroz bem feito, com aquele baconzinho no Sempre cai bem, Gu. Sempre cai bem. Um feijão com arroz bem feito sempre cai bem. Mas agora o que eu digo, minha teoria, tá? Eu só quero fazer uma teoria aqui. Eh, filme do Quarteto Fantástico, um universo. Acontece que acontece lá, eles talvez tenha o seu universo destruído, acontece alguma coisa, eles vêm para este universo, tá? E aí se explica pelo menos a quem vai mandar pro outro universo, provavelmente vai ser o Franklin. Out. É assim, é um desejo meu, tá? Pode ser que isso não aconteça porque é maluco e etc, mas o Frank ele é um mutante e ele tem habilidades eh dimensionais nesse sentido de multido. E aí os mutantes vem aí. É, e eu não sei se é agora, mas abre isso, meu. Eu se eu volto, se eu volto com hype na Marvel, eu já volto falando que eu sempre falei e os mutantes estão chegando. É porque os mutantes estão elencados pro Vingadores Doomsday, né? Isso, isso aconteceu. Elen estão elencados. Tem todos os personagens, inclusive as gravações já estão rolando, se eu não me engano. O Robert Down Junor já foi visto em sete de filmagem já. Sim. Enfim, então tem notícias disso. Mas é isso. É é quase certo que ele apareça no no Quarteto Fantástico, porque quarteto Fantástico a ou uma cena pós crédito alguma coisa, Tordum é uma é um quarteto fantástico que, né? Agora, eu acho que o filme do Quarteto Fantástico com o filme do Thunderbow, eu assistindo o filme do Eu animo ainda mais. Eu não estava tão convencido com o segundo trailer. É, eu também não. Tinha ficado meio assim meio e eu achei que eu iria me empolgar mais. Agora, após ver Thunderbolts, o Hype para Quarteto Fantástico cresceu consideravelmente. Sim, sim. É, então é isso, ó. A gente teve Thunderbolts, a gente teve a nova série do Demonidor, que também está muito boa, a nova temporada, muito boa e teremos não falou dela aqui, mas a gente poderia falar, não falamos, podemos falar que diz aí ouvintes, o que você acha, você quer que nós falemos e a gente pode falar então de toda a série Demoridor, que é excepcional. Tô reassistindo agora e teremos Quarteto Fantástico nos próximos meses. É este, eu fico a pergunta aqui, é este o grande retorno da Marvel nessa próxima década aos cinemas? É o retorno glorioso do MCU. Já tivemos a série do Lock também, que é excelente. E aí, estamos caminhando para isso. Responda aqui embaixo, diga o que você acha. Eu sou Mateus o Jap. Esse aqui é Guilherme Marino. Nós vimos Thunderbolts, estamos completamente comprados, vendidos. Adoramos. Eles tenham até um copo. É esse. É esse o Guilhermeo. Ele voltou, cara. Ele gasta agora com artigos de cinema de filmes de boneco. Não se baratos, pelo amor de Deus, baixem o preço desse negócio. Faz isso ao cinema pelo menos agradável, né? E nós nos vemos. A gente não falou do Buck. O Buck é um personagem legal. É legal. É verdade. Gostei do Buck no no filme. Eu achei que ele ficou um um um bom senior, um veterano para equipe. É um senior side B ali. Não, não, como já teve muito tempo de tela também, não é bem desenvolvido, mas acho que que ajuda ali. Pode ser um bom um bom senhor de idade mandando nos nos espirrars. Mas é isso. Então nós nos vemos daqui duas semanas porque agora o contemporâme é quinzenal. Então, daqui uma quinzena vem um episódio novo do Contemporama. Sou Mus Guilherme e nós nos vemos no próximo episódio. Até breve. Oh.