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A fé vem pelo ouvir

Página Virada | Cap 4 | Estudo do livro "Você é aquilo que ama"

Página Virada | Cap 4 | Estudo do livro "Você é aquilo que ama"

Página Virada | Cap 4 | Estudo do livro "Você é aquilo que ama"

No episódio de hoje do Página Virada, transmitido pelo canal da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia (PIPG), mergulhamos no coração da formação espiritual proposta por James K. A. Smith no livro Você é Aquilo que Ama.

O que você vai descobrir neste programa?

➡️A imaginação como fundamento da fé
“O culto forma nossa visão de mundo no pré-consciente.”
Como a liturgia molda não apenas nossa mente, mas nossa identidade mais profunda.

➡️A estética da adoração
“Somos criaturas estéticas, não apenas racionais.”
Por que corpo, sentidos e arte são essenciais para um culto que transforma desejos.

➡️O enredo do culto
“Reunir, Ouvir, Comungar, Ser Enviado.”
Como essa sequência narrativa reconstrói nossa identidade cristã, passo a passo.

➡️A prática além da teoria
“O culto não se aprende só lendo sobre ele.”
Por que participar ativamente da liturgia é um treino espiritual – mesmo quando não “sentimos vontade”.

➡️Confissão e libertação
“As pessoas querem confessar — mesmo sem saber.”
O poder evangelístico e curador de reconhecer nossa fragilidade.

➡️Culto como discipulado contínuo
“Quem adoramos molda o que desejamos.”
Como o culto semanal recalibra nosso coração para o Reino de Deus.

➡️Pergunta final para reflexão:
“O culto que você vive está moldando seu coração para amar o Reino… ou para amar outra coisa?”

Não perca este debate urgente sobre como nossas práticas de adoração podem nos transformar – ou nos desviar.

Assista, compartilhe e reflita conosco!
📺 Ao vivo no canal da PIPG
⏰ Hoje, às 20h

#PáginaVirada #PIPG #VocêÉAquiloQueAma #Culto #FormaçãoEspiritual #Liturgia

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Legendas automáticas:

uma edição do Página Virada, esse
programa que tem a oportunidade de nos
levar a boas reflexões e pensar muito
sobre a vida hoje aqui ao lado de André,
Leolair e Gustavo, o time completo,
gente. Essa cena aqui tá ficando rara no
nosso programa, mas é um prazer estar
com todos aqui novamente e ter mais uma
roda de conversa sobre esse livro que tá
virando a nossa cabeça. Posso falar só
por mim, gente? Não, tá saindo fumaça.
Tá sendo um desafio e tanto e vou falar,
viu? A galerinha aqui tem estudado para
não deixar ninguém na mão e não deixar
aí o povo perdido pelos cantos, porque
tem sido um grande desafio, mas tem
mexido muito e tem sido um prazer, né,
caminhar na leitura deste livro. Não
concordamos absolutamente com tudo, já
vamos já deixar de cara, mas com certeza
isso tem rendido muitas conversas
valiosas, sim, e tem feito a gente
pensar muito, né, sobre si. Então vamos
logo dar início. Se você tá aqui pela
primeira vez, vou te dar oportunidade
de, né, não ficar perdido. Você é aquilo
que ama. Livro do James Smith. André.
fala aí pra gente em pouquíssimas
palavras chatb que consiste esse livro.
Bom, esse livro, como todo mundo
esperaria pelo título, né, ele vai falar
sobre
idolatria, só que a abordagem dele é um
pouco diferente dos demais livros de
idolatria. Os demais livros de idolatria
vão levar uma
reflexão eh de coisas que você tem de
idolatria na sua vida, trabalho, o
casamento, profissão, o esporte, o
namoro, essas coisas. E aqui ele ele
leva por um lado que aquilo que você ama
é aquilo que você se move na
direção, que aquilo que você ama é
aquilo que você pratica no seu dia a
dia. Então ele vai falar sobre mudanças
de hábitos, hábitos ritualísticos da
nossa vida. Eh, quais os rituais, que
também podemos usar o termo liturgia tem
influenciado a nossa vida?
e nos fazendo caminhar numa direção que
não seria a direção correta pro cristão.
O cristão tem que caminhar numa direção
que apontando para Deus. Ele usa a
figura da bússola. A nossa bússola tem
que tá apontando para Deus. E dependendo
das influências que nós recebemos no
nosso dia a dia, essa bússola começa a
desviar e começa a apontar numa direção
errada. E aqui nesse livro a gente vai
aprender e ele vai esmilçando os
conceitos pra gente aprender a como
redirecionar a nossa bússola no sentido
correto. Uhum. E hoje nós vamos entrar
numa área que ele vai dar assim uma
assim uma apertadazinha na na parte de
culto, de pregação, né, nosso culto a
Deus, vamos dizer assim, dominicalmente.
Não tô nem falando do nosso dia a dia,
dominicalmente. Mas até uma coisa
importante a gente pontuar antes, né, de
seguir com a nossa conversa. Ah, eu eu
creio em Deus. Vamos supor que seja o
seu caso. Eu creio em Deus, mas eu não
sou de nenhuma igreja. Eh, nem considero
que eu tenho uma religião específica. Eu
creio em Deus, né? Me considero uma
pessoa temente a Deus. Então, isso aí
não vai servir para mim, porque vocês
estão falando aí de culto, eu nem
frequento igreja, né? Que diferença faz,
né? Uma coisa muito importante é que
esse livro ele aborda a questão de
princípios e mostra que de fato o nosso
coração ele só tem descanso e ele só
encontra essa plenitude do alvo que é a
vida de todo ser humano, que que é
alcançar felicidade e realização se ele
estiver
calibrado naquilo para o qual ele foi
programado, né? A gente é fácil a gente
entender a questão de programação nos
dias de hoje, né? Eu fui programado para
determinado fim. Então, se o ser humano
foi criado, e nós acreditamos nisso, a
Bíblia nos fala, né, que o ser humano é
criatura de Deus e foi criado para
desfrutar e contemplar eternamente a
esse Deus. E é nisso que ele encontra
prazer, né, nesse relacionamento. Então,
o Gustavo falou, considerando o fato que
o livro pode, a gente pode tá tendo
nesse programa uma audiência que não
seja cristã, que não tem aquele aquela
questão que fala, Gustavo, da virtude,
né, da das virtudes e daquilo que eh o
que é bom, o que ético, o que é virtude,
né? Lembra daquela dos vícios e
virtudes, vícios, vícios, as coisas que
se tornam virtudes nas nossas vidas. Aí
é uma coisa que quando você tem adquire
uma virtude que ela é boa, ela ela vale
tanto pro, vamos como pro cristão como
não cristão. E ela é duradora, né? Ela
não é passageira. E tanto é esse fato de
que nós somos seres criados para
adoração, que todo mundo adora alguma
coisa. E ele deixa isso muito claro. Se
eu não for adorar aquilo para o qual eu
fui projetado, é difícil a gente
absorver essa palavra de adoração. Mas
adoração no sentido de você amar com
todo o seu coração e de aquilo ser o
centro do que tem mais valor para você.
O seu telos, né? O seu telos é o seu
telos. Te moves. Nós estamos usando as
expressões que ele usa na vida. É,
inevitavelmente nós vamos direcionar o
nosso coração para alguma coisa, ele vai
ser calibrado. E aí ele nos mostra isso
como uma forma até de fazer um
diagnóstico, né? E também f, olha, isso
não é uma coisa assim apenas natural. A
gente falou isso também em alguns
programas. Ai, mas é, eu não posso negar
o meu próprio coração porque não é o que
eu sinto. Uhum.
Esse sentir de amar, de valorizar, de
dar amor, eh, eh, não é só uma coisa que
vem naturalmente, senão a gente jamais
amaria comer salada, né? É algo que pra
gente adquirir e desenvolver as virtudes
eternas que de fato vão nos trazer essa
plenitude, isso precisa ser treinado.
Sim, que é o que ele coloca aqui da
prática, né? Aí, voltando a que o André
falou, nós hoje vamos falar de culto.
Ixe, mas por que falar de culto se eu
nem participo de culto? É, eu eu acho eu
concordo com o que vocês falaram, mas
assim, esse nós estamos no capítulo
quatro que fala da história em que você
está inserido. E eu eu senti, né, posso
estar talvez complementando o
conhecimento aqui, que o capítulo um, o
dois, o três, ele foi construindo esse
esse raciocínio. E esse capítulo quatro
para mim ele é o mais importante, porque
ele traz a tal da narrativa onde nós
estamos inseridos e que muitas vezes
não, como vocês estão falando da
adoração, não faz sentido para uma
pessoa que não tem a mesma narrativa que
a nossa, o telos direcionado para o
Senhor ou a visão da boa vida que a
gente quer, né? Aquela visão da vida em
Deus. Uhum. E aí as narrativ do faz
sentido, por exemplo, a gente tá nessa
com essa narrativa para uma pessoa que
não considera como virtude, você acabou
de falar a humildade do Senhor, a como
virtude a sua mansidão, muito pelo
contrário, né? Então essa essa
construção que ele foi fazendo nesses
capítulos anteriores, eles são é muito
importante para chegar justamente neste
capítulo em que essa narrativa vai fazer
sentido dentro da adoração. E aí é o
todo, não só o culto, mas a sua vida
como adorador. E aí ele ele vai
apresentar no capítulo quatro eh quatro
quatro. Nossa, eu falei quatro no
capítulo quatro, o culto como sendo o
centro dessa narrativa e onde a coisa
acontece, né? Porque ele fala, ele deixa
claro que como o o discipulado mesmo ali
da o discipulado do coração, né? E o
culto coletivo, detalhe, o culto
coletivo. E aí eu acho acho legal assim
a gente retomar o finalzinho do capítulo
três, quando ele faz uma definição do
que que é culto. Uhum. que tantas vezes
a gente não para para pensar ou mesmo
tem uma visão equivocada, né? Aí ele até
fala assim, muitas das vezes as pessoas
enxergam a qual o que que é a adoração?
A adoração é o momento durante uma
celebração religiosa em que você vai
cantar músicas. A adoração é aquilo ali.
Ele fala: "Não, pera aí, não é, não é
isso não. Se for evoluir um pouquinho
mais, alguns vão conseguir definir. Não,
a adoração e o culto é aquilo que eu
oferto a Deus".
E ele vai desconstruir até isso. Leir,
explica um pouco mais qual que é a
definição dele de culto. Eu posso ler
aqui um pedacinho que ele fala assim:
"Olha, quando você, porém, vê o culto
como um convite para um encontro de cima
para baixo, no qual Deus remolda os
nossos hábitos mais profundos, então a
repetição parece totalmente diferente. É
assim, Deus muda os nossos hábitos".
Então, na verdade, é um convite de cima
para baixo e não a gente chega lá eh a
gente ir na presença do rei e porque ele
nos chamou para estar na presença dele,
não? E como se Deus precisasse da gente
ofertar alguma coisa para ele, né? Na
verdade, eu gosto muito da ilustração de
enxergar o culto como um banquete. Sim.
E nós somos convidados para esse
banquete. É só que aí de duas formas.
Eh, eu não sou convidado como um mero
eh, receptor. Eu não sou receptor. Eu
não sou receptor. Eu tô ali para ser
servido, né?
Mas também eh eu vem dele, o culto é
dele para ele, mas eu não sou passivo
nesse processo, eu sou um agente ativo.
E e fantástico quando ele ele explica
que ao convidar a gente para participar
do culto, nós entramos no culto, nós
cultuamos e o espírito nos alcança.
Isso, ele nos habilita e ele opera
sobrenaturalmente. Se o culto for
acontecer da forma como tem que
acontecer, né? Isso. Impele, nos impele
a a ir a congregar a cultuar, né? Nos
congregar para cultuar. Aham. E aí ele
age em nós, ele nos abastece, ele nos
molda, ele nos transforma. É uma um
elemento usado por Deus, não só paraa
glória dele, mas também para nos tornar
mais próximos e parecidos com ele. Eu
fiz uma nos alimentar, né? Nos
alimentar, recalibrar. Eu fiz uma
anotação dentro dessa dessa dessa
temática da liturgia, né? Eu eu notei o
seguinte aqui. Não seria a prática
litúrgica em comunidade uma forma de
tornar nossas cosmovisões mais bíblicas?
O que ele fala aqui no começo do
capítulo 4 é que quando você se insere
num ambiente eh de culto congregacional,
reunindo as pessoas, você tá ali se
alimentando da palavra de Deus, você
começa a ter visões do que ocorre fora
do âmbito ali do culto. Tô falando nosso
dia a dia, nossas decisões, a as
atitudes que você vê pessoas ao seu lado
no trabalho, na escola, tomando a as
atitudes que políticos, que
juízes, universo no geral, né? você
começa a enxergar aquelas atitudes de
uma forma mais crítica, mas através de
um olhar cristão, ele coloca isso como
um dos méritos de nós nos
congregarmos, né, em culto. Isso, isso
também eh traz esse tipo de de de
alteração na nossa visão. É, interfere
no nosso imaginário, né? nosso
imaginário, você começa a enxergar mais,
é, você começa a ver mais aquilo que
você que você, vamos dizer assim, que
você eh exerce durante o culto. Em
termos práticos, como que vocês acham
que o culto pode, a liturgia do culto
pode moldar os nossos
hábitos dessa forma, mudando cosmovisão?
Isso foi uma coisa que ele colocou
assim, coisa que vocês já
experimentaram, entendeu? De o culto
moldar os nossos aros. Quando começar
dificuldade assim, né, gente? A gente
vai a gente vai entrar num momento que a
gente não concorda assim 100% com o
livro. É, não que ele esteja errado, mas
tem coisa que não tá dentro da nossa
prática, né? Mas eu vou falar um ponto
que é muito importante. Ele fala no
início do nosso do capítulo quatro, que
é bom a gente lembrar e que ele repete
ao longo de todos os capítulos: você não
será liberto da
deformação, né, da do do que externas,
do que direciona o nosso agir,
movimentar, desejar e amar. Eu não vou
ser liberta da deformação por novas
informações. Sim, Deus não nos livra do
poder deformador de formação de hábitos
exercido por liturgias rivais fáteis,
apenas nos dando um livro. Senão ele
lava a Bíblia já li acabou. É, gente,
como é frustrante, eu vou confessar a
vocês. Olha, é igual é acho que é onde
eu me frustro mais é na leitura de
livros de criação de filhos.
Confesso, porque na hora que você tá
lendo faz tanto sentido e você se
enxerga, você se arrepende, você se
propõe a fazer diferente, você vê seu
filho descrito ali, não é isso aqui
mesmo, é isso aqui mesmo. Você termina o
livro pensando assim, agora vai, né? E
aí passa e parece que a coisa não vai,
que é o que ele sustenta. Não é
conhecimento e informação que muda a
nossa maneira de pensar, nos leva a
reflexão. Sim. é um ponto
importantíssimo de partida. O que ele
argumenta que eu entendi aqui, quer
dizer, não entendi, tô tentando
entender, é que rituais litúrgicos
moldam os nossos hábitos. Sim. Como eu
não sei explicar is
não é só hábito não, mas também a noção
de si. E a cosmovisão também ela mostra
na narrativa, no hábitos. Como que
modela hábitos? É como que a liturgia, o
ritual religioso moldam os meus hábitos
e por isso é importante ter bons rituais
religiosos, não é? Porque ele age no
coração, como a B acabou de falar,
porque vai lá e muda o seu coração, que
é o centro daquilo que você é, sua
natureza. Tanta gente praticando
rituais, tem
frios, religiosos, que não muda nada,
não muda absolutamente nada. Isso é
muito comum, por exemplo, para deformar
mais no catolicismo romano, eles têm
muitos rituais.
A gente não tem tantos rituais, a gente
tem alguns Eu acho que esse capítulo ele
causou mais ou menos isso, porque até
quando a gente falava que as práticas
diárias, as coisas que nós fazemos no
dia a dia, vão moldando o nosso caráter,
vão moldando aquilo que a gente busca.
Sim. Então vamos lá. Se você busca muito
uma coisa, seu coração tá naquela coisa.
Então, se a gente cria hábitos que sejam
mais voltados para a reflexão, para
adoração a Deus, você vai mudar todas
suas coisas que você vai no seu dia a
dia. Mas o que o Gustavo tá falando é
uma coisa que tá, a gente a gente tá
tendo
dificuldade de entender esse rito dentro
de uma liturgia e isso causar uma
mudança da minha minha bússola. É, é
porque assim, eu penso que a adoração
cristã é uma adoração do véu rasgado.
Uhum. Uhum. Para minha chegar até Deus,
eu simplesmente chego. Uhum. Eu não
preciso ficar criando rituais para E eu
não adoro só do culto coletivo. Não, mas
assim, no culto coletiva de adoração. Eu
não preciso de rituais como era feito no
Antigo Testamento. Então, por que que
Deus deu os rituais? Quais rituais?
Todos que estiveram no Antigo Testamento
e e a Santa Ceia e o batismo que são os
nossos rituais hoentações do
tabernáculo. No Antigo Testamento, os
rituais tinham uma finalidade
ilustrativa de apontar para algo muito
maior, algo muito que é espiritual. Isso
sim.
Mas com o vel rasgado, eles perderam
totalmente o sentido que completou na na
encarnação de Cristo. O vel rasgado
liberou o acesso mas não eliminou a
necessidade de eu me me preparar, de eu
me purificar, de eu me apresentar do
mesmo jeito, eh adequadamente. São
rituais espirituais. São rituais
espirituais. Eu não chego de qualquer
jeito para prestar culto a Deus, né? Por
isso que muitos foram fuzilados ali,
porque estavam negligenciando a
santidade de Deus. E a gente faz isso
nos cultos hoje também. Com certeza a
gente faz isso quando a gente trata de
qualquer jeito, quando a gente aceita
esse convite, mas não se apresenta
adequadamente do vé rasgado é você se
apresentar de qualquer jeito. É
liberdade total, né? Aham. Liberdade
total. Faço do meu jeito porque eu sou
livre, né? É. Ah, que que diferença faz,
né? O que importa é o que tá dentro do
coração, né? Mas a gente vê que a nossa
prática habitual, ela reflete coração.
Ele coloca aqui, talvez eu esteja
avançando um pouquinho, com certeza eu
tô avançando um pouquinho no capítulo,
mas ele coloca lá na frente, ele fala do
conceito de ex excorporificação. É, tem
ele critica, ele faz lá na frente. Foi
lá na frente. Mas é porque tem a ver com
o Gustavo falou, ele pela primeira vez,
eu nunca tinha visto ninguém fazer uma
crítica a à reforma protestante como
falhas que ficou. Ele colocou isso como
uma crítica. Aí quando eu fui ler, não
sei se é exatamente uma crítica, que ele
ele fala que a o culto depois da reforma
protestante eles enxugaram ao máximo
todos os rituais que tinham dentro da
Igreja Católica, porque por causa
daquilo que o Gustavo falou, às vezes de
um excesso de ritos que eram praticados
de forma mecânica e fria. E aí ele
coloca isso como um ponto negativo. Pois
é, mas assim, a o ponto do
protestantismo é que a igreja primitiva
era uma igreja singela, de intimidade
com Deus, simples e não ritualística.
Rituais foram adendos, acrescentados
depois. E o que a reforma foi fez foi
tirar esses adendos que não são
bíblicos. Eu eu não discordo de você,
Gustavo, mas ele propõe um resgate de
certa liturgia essencial num culto, não?
Essa a gente tem. Essa a gente tem. que
ele aborda aqui. Sim. Eu acho que um um
problema que talvez seja um problema às
vezes cultural. Nós somos brasileiros,
nós somos de um país de cultura e
tradição católica. Uhum. E nós somos os
protestantes no meio, né? Agora estamos
crescendo, mas assim, nós éramos um
grupinho isolado ali protestante. E pra
gente sempre foi muito estranho uma uma
missa. Não tô falando eh eh de
desmerecendo a missa, não. E eu estudei
em colégios católicos, né? Eh, geridos
por padre duas vezes, freira uma vez.
Então eu participava das missas, né? A
gente tinha que sair da sala e para
missa. E sempre a liturgia do missa
sempre foi muito estranho pra gente,
muito diferente da nossa rotina, né?
Então, quando ele ele começa a a colocar
essas
rotinas de um culto que se assemelha
mais com uma missa e tem motivo, porque
o motivo para ele falar isso é porque
ele tem eh a gente não acha muito sobre
ele, mas a gente vai descobrindo que ele
tem uma que ele é de uma uma linha
anglicana ou eh
como
fala, né? que que é uma coisa que dentro
do Brasil não é muito presente. Nós não
temos esse costume. Então, pra gente a
gente vê com estranheza, eh essa esse
esse ritual. Por exemplo, aqui no Brasil
é muito comum você vai entrar nas
igrejas, você vai ver nas laterais das
igrejas eh os passo a passo do processo
de crucificação. Jesus ali com os os
centuriões, com os soldados romanos,
depois na frente de Ponos Pilatos,
carregando a cruz. Se a gente sair daqui
paraa Trindade, a gente vai ver as
paradinhas que eles colocam aquilo. Eu
posso estar enganado falando errado, mas
eu acho que eles colocam como mistérios,
que na verdade são até aquelas últimas
contozinhos que tem do
do como é que chama aquele negócio de
fazer oração? Do terço. Terço. Do terço.
É que cada cada conto é uma oração, um
pai nosso, uma Ave Maria. E o cinco é
você lembrar, é você lembrar cinco
mistérios desses que aconteceu. Então é
uma coisa muito ritualística, católica,
que nós acostumamos a ver isso no Brasil
e não nos habituáos, não relacionamos
isso com a nossa tradição protestante de
culto, de liturgia de culto. Então, pra
gente ficou meio estranho ele usar a
esses rituais, né? E mais para frente
vai falar até de um entrar segurando uma
vela. Uhum. Mas para que fala isso que
para mim também ficou estranho. Não, eu
acho uma coisa que eu que eu achei muito
interessante assim foi ele falar da
importância tanto o batismo, mas da
Santa Ceia no culto. E eu acho que é
muito porque ele fala: "Olha, toda vez
que a gente repete, isso ficou muito
legal na hora que ele fala da questão do
culto, porque a gente repete essa eh o
sorriso de Deus encarnado para nós, que
é Jesus. Ele, então você repete aquilo
ali, não é só pensando na vida passada,
o que ele fez, o que ele tá fazendo em
nós hoje quando a gente tá tomando a
ceia e o futuro. Aí ele fala muito
daquela da visão que a gente tem quando
você tá, ele lembra de novo Esuperri,
né, de você convidar as pessoas não para
construir um navio, se ele nunca viu o
mar, ele não vai sonhar. Então, no culto
a gente consegue com essa repetição, a
gente tá sempre olhando esse passado,
mas o futuro da nossa vida com Deus.
Então acho que isso daí, independente
dos rituais que ele possa citar aqui,
fala tudo que é como a gente consegue
recalibrar o nosso a gente não, Deus
recalibra o nosso coração com o culto,
com a adoração. E e aí tem um, só me
permita aqui, tem gente, a gente já
jogou por água baixo o seu roteiro,
Bianca? Ah, parece já foi. Aqui ele fala
assim, ó. O culto que nos restaura é
aquele que nos dá uma nova história.
Todo culto vai nos dar essa nova
história. Se eu sou relembrado, né? E se
eu repito esse processo, por exemplo, aí
eu mudo meu hábito, eu mudo meu telos,
entendeu? Sim. Eu vou falar uma coisa
meio simples que é cultural, mas até,
por exemplo, o rito de um casamento, né?
Quem entra primeiro? a entrada da noiva.
Então, é, pode parecer assim, e tem
gente que quer de toda forma possível
quebrar com essa tradição, né, do
casamento, mas tem muito aquela figura
ali do homem, né, à espera da sua noiva
e ela, né, com todo esse tratamento
especial, o pai entregando, isso vai
comunicando
para mim uma história e uma mensagem dos
papéis que que são exercidos ali e o
significado daquele rito de passagem.
Agora, nós estamos falando de algo que
alguns poderiam argumentar, nós não
vamos entrar nesse mérito. Ah, isso é
cultural, é da cultura ocidental, não
vamos entrar nesse mérito neste momento.
Mas ele tá defendendo aqui e explicando
o que que seria uma liturgia. Tudo bem
que tem esses essas práticas que ele
recomenda, né, que ele sugere, que são
simbólicas que talvez não façam sentido
paraa nossa realidade, mas em termos de
essência de culto, ele fala de de ele
acho que ele fala de capítulos, né? É é
capítulo. Ele não fala capítulo, mas são
assim etapas quatro é quatro capítulos.
Enviar, não começa em baixo, reunir-se,
ouvir, comungar e enviar. É isso. Mas
até antes ele fala que é o momento, né,
as fases, é a adoração,
né, que é quando eu eh entro nesse
convite, né, e eu reconheço
a santidade e quem quem eu sou diante
dele. Isso aí é na hora que ao
reconhecer a santidade, eu aceito eu eu
olho eu de volta para mim e percebo que
eu sou o quê? Eu não sou nada, né? Eu
sou pecador. Então é o momento no culto
que eu faço confissão de pecados. E aí
eu confesso diante de Deus. Uhum. Mas
graciosamente a essa narrativa que se
repete do evangelho, eu não fico
massacrado no chão. Não. Ele te levanta.
Ele te me dizendo que existe graça e
perdão. Uhum. E aí eu de novo recebo o
quê? Depois de receber esse perdão, eu
recebo o quê? A lei. Mas não é a lei de
peso, é a lei que me abastece e
recalibra o meu coração. Sim. Sim. E me
remodela. Eu acho isso muito legal. E
assim, enquanto ela falava, tava
querendo falar e você entrou no assunto,
porque do que ele colocou ali como uma
liturgia desse culto aí, né? Uhum. Eu
acho o que o que mais se aproxima com o
que nós temos assim na nossa rotina e na
maioria das igrejas no Brasil é a
pregação que nos arrebas abastece e o
momento de oração silenciosa, que é o
momento que você pede perdão,
reconhece, você faz a confissão,
reconhece seu pecado, sua condição
perante Deus e ali você pede perdão.
Essa prática, sim, eu acho que essa
prática, Gustavo, ela é formadora. o o
ato de você durante o culto ali
reconhecer. Sim, eu acho muito
equilibrado, por exemplo, a nossa
liturgia, né? Eu acho que o culto tem
que ser litúrgico. Uhum. Ele tem que ser
um curtoiro.
A gente não pode dispensar aquilo que
não é dispensável. Isso, né? Não pode
dispensar aquilo que é indispensável.
Deu na mesma, né? O que eu falei? São
elementos que devem e esses elementos
básicos. E a gente vê desde quando Deus
instruiu o seu povo, nó agora haverá um
lugar para adoração, onde eu me farei
presente. Mas ele estabeleceu, ele
estabeleceu os ritos, é, que deveriam
ser cumpridos e até a ordem em que eles
aconteciam, não foi? E muito detalhado,
muito detalhado. Ah, mas aqu lá não se
aplica mais pros nossos dias, não. A
gente não precisa usar aquelas vestes
sacerdotais com sininhos.
e com todo aquele glamur. Mas qual que é
o princípio ali? É que a apresentação
não é de qualquer jeito. Isso. E tem que
ser com vestes puras, limpas diante de
Deus. Bianca, eu acho que eu vou fazer
uma uma tarefa para mim. Eu vou procurar
um culto episcopal para eu
assistir, porque no capítulo seguinte,
ois pula, não pula, não se antecipa,
pula. Mas ele descreve, parece-me que há
uma
entrada eh da das pessoas que
participaram do culto lá na de forma
assim bem eh bem católica, como se fosse
o padreo, uma pessoa atrás carregando
uma cruz. Então assim, eu acho que tem
essas coisas que nós não estamos
habituados, nós nem conhecemos alguma
alguns ritos mais simbólicos, mais
simbólicos nós nem conhecemos que ele
cita e e mais pro final desse capítulo,
não tô saindo. Uhum. E foi uma coisa que
acho que nós conversamos ontem, né?
Aham. é que ele dá de entender que esse
tipo de liturgia é necessária. É
necessária. E com o com a crescente
deteriorização da sociedade, em breve as
pessoas buscarão esse tipo de rotina.
Ah, tá. Entendi. É, ele crê que as
pessoas buscaram esse tipo de liturgia.
Palpite assim o argumento católico, com
aquelas igrejas, com todos aqueles
vitrais. é que as pessoas elas não
sabiam ler, precisava de de ilustrações
para entender, né, o evangelho. Entendi.
Faz sentido. É, então cria-se aquele
ambiente, cria-se aquele ambiente
visual, porque naquela época a maioria
era analfabeta, né? Aham. E o acesso que
eles tinham ao evangelho seria através
da arquitetura da igreja. Uhum. E
tradição oral, né? E a tradição oral, de
fato. Uhum. Eh, mas uma coisa aqui que é
muito importante é como ele, por que que
ele tá falando, né, dessa, dessa
liturgia e desse desse processo, né, do
culto e o que que isso tem a ver com a
vida prática extra, né? Uhum. Eh, a
questão da forma da prática em si. Ah,
por que que ela é relevante? Porque ela
repete uma narrativa. Sim. Uhum. Só que
ele defende uma coisa que ele já
argumentou e meio que provou, né?
A forma da prática em si já vem
carregada com um modo de interpretar o
mundo. Uhum. E ele nos chama a atenção
para tomar cuidado, para não olhar e
falar assim: "Nossa, mas essas igrejas
muito tradicionais, elas estão assim,
elas estão no século
passado". Quando você vai naquele culto
ali, que coisa mais nada a ver com a
nossa realidade de hoje. Aí o que que
muitas igrejas têm tentado fazer?
buscar uma forma de culto mais
contemporâneo. E aí cai num erro do
egocentrismo ao invés do teocentrismo ou
de trazer telos que são que não são de
culto, são de shopping, são de mercado,
de consumismo, porque eu tô eu tô ali
configurando, né, de uma forma que eu vá
moldar aquele culto para aí, nossa, eu
lembrei demais do negócio que eu anotei
aqui. Eu configuro o culto e se você
tiver noções de marketing, ah, você faz
você faz miséria. Sim. Aham. Porque você
configura a forma daquele culto para ela
atingir o resultado que você tá
esperando. Isso. O clássico é a
musiquinha, né? como se o culto fosse eu
que produzisse. Eu não produzo o culto,
não. O culto que é devido a Deus não sou
eu que produzo. Mas isso é uma coisa
interessante que realmente as pessoas
estão querendo algo mais
tradicional. Existe essa, a gente vê
esse movimento no Brasil e a nossa
igreja no meio evangélico é uma igreja
vista como tradicional. Apesar da gente
não ter todos esses esses situais que
eles citam, mas nós somos encarados com
uma igreja tradicional. Uhum.
Conservadora, igreja que tem uma
liturgia, que tem uma ordem, né? Eu já
escutei, eu já li coisas na internet
falando sobre nossa igreja que eu fiquei
admirado. Falou que nossa igreja não se
levanta para cantar os cânticos. É fria,
né?
Ah, mas eu deixa eu falar uma coisa.
Teve uma discussão recente na nossa
igreja, inclusive, sobre devemos ou não,
aonde que tá na Bíblia que você precisa
ficar de pé para poder cantar e e falar
com vontade, com sentido, né? Não tem
nada que determina isso. Só que aí ele
fala isso no no capítulo quatro, a
experiência de culto, ela é
corpo corpo o quê? Corpórea.
Corporificada.
Acho que é, não sei se é exatamente essa
palavra, mas assim, ela vem pelo corpo.
Uhum. Então, como que o meu corpo vai
refletir, sabe, esse essa entrega e e
esse até mover do espírito em mim? Se eu
tô, tudo bem, às vezes eu tô com a
mobilidade comprometida, né? Fisicamente
estou debilitada, mas se eu estou em meu
estado natural de alegria e se a gente
crê que de fato existe uma ação do
espírito ali, gente, não dá não dá para
conceber um culto que eu tô sentado o
tempo inteiro ali e aquilo não, até
porque quando a gente tá animado diante
de alguma coisa, você cai da janela,
dorme e cai da janela, né?
Não, se você vai numa coisa pela qual
você espera muito, você tá num, sei lá,
um show de um artista que você gosta
muito, não, gente, se ele faz algo ali,
você vai levantar. Ele fala assim,
justamente isso daí, ele fala das
perguntas difíceis, três perguntas
difíceis que ele fala, o seguinte,
refletir, né? É para refletir sobre o
culto que você participa hoje, né? Se
ele não reflete aquilo que a gente viu
lá atrás, né, de reunir-se, ouvir,
comungar e enviar, e todo culto vai
repetir isso, ele fala a primeira coisa,
olhe com mais atenção. Às vezes você tá
só criticando e não é e não é bem assim.
Ele ele fala dessa pergunta, né? Então,
onde você tá congregando, onde você está
adorando hoje? Olhe com mais atenção.
Primeira pergunta.
Segunda, tente ser parte da solução para
ter um retorno ao culto que Deus quer.
Em terceiro lugar, se por fim, se não
tiver jeito de renovar, né? Eh, então
você tem que tomar uma decisão difícil
de não adorar mais ali. Uhum. De não
fazer mais parte daquele. E eu acho que
isso é muito interessante porque você
começa a olhar o culto, não do seu ponto
de vista, a gente falou isso já, dos
seus gostos.
É, se me agrada ou deixa de agradar, mas
é onde que eu sei que aqui a coisa tá
acontecendo, né? Exatamente. Então acho
que isso é é importante porque hoje a o
cardápio quer dizer é o que faz as
pessoas escolherem. Não é o não é o o o
Deus que a gente tá adorando, mas é o
que é oferecido, o que que vem a mais
naquele cardápio pro meu pro meu gosto,
minha é e não para que Deus seja
adorado. serve também como uma reflexão,
porque se a gente tiver até planejando
uma cerimônia, né, ou aquele encontro
culto, né, definindo o horário, a
pregação, o tema da pregação, as músicas
que vão ser cantadas, eh as leituras
bíblicas que serão feitas durante aquele
culto, eh o coral, enfim, os bancos. Se
as nossas escolhas estiverem
direcionadas para pensar assim: "Ah,
não, mas isso aqui, né, isso aqui o povo
vai ficar desanimado, né? Se eu tiver
pensando em como que aquilo vai levar as
pessoas a se interessarem mais ou menos.
Ah, não, mas isso aqui se tiver um
visitante não, não vai dar certo não.
Vamos deixar isso aqui fora para um
outro, vamos fazer isso em outro
momento, né? Falar sobre pecado. É, não,
pecado. Por isso que tem gente que
isola, né? Eu vou ser crente lá na minha
casa. Ser crente de YouTube. É, u
preciso estar lá, né? Não precisa. E tem
um monte de gente hipócrita lá. Por que
que eu vou? É assim, já que nós entramos
no no assunto falando do do assunto que
até o final do capítulo, né, que são uma
parte mais prática. Se você eh eu achei
muito interessante uma colocação que uma
uma pessoa na escola dominical na sala
do Gustavo colocou.
Eh, como a gente vive dentro de uma
igreja que que tem uma visão de um
culto, culto a Deus, nós estamos, nós
viemos aqui para cultuar a Deus. E essa
pessoa chegou nessa igreja, frequentava
outra igreja. E ela sentiu um bac muito
grande quando chegou nessa igreja e uma
dificuldade até para se acostumar,
porque a rotina da vida dela era ir para
a
igreja para chegar lá ela ser exaltada.
Você vai conseguir porque Deus te ama,
Deus é isso e você vai
descer. E quando chegou aqui era nossa
igreja chegou, não, não. Aqui você veio
para prestar um culto
adoração a ele, porque ele te convocou,
né? Não é para você vir escutar palavras
de afirmação para você, como Deus
tivesse fazendo afirmações para você.
Ele até faz algumas afirmações que são
as promessas dele. Uhum. Mas este
momento aqui é um momento de culto. Sim.
É você adorando, né? É. Agora eu, gente,
isso se você for ver, você tá repleto de
igrejas. Então assim, eu vi um um uma
experiência da de uma colega de de de
faculdade que a minha esposa começou a
fazer uma época que ela falou assim: "Eu
gosto de tal igreja, não vou citar
igreja não, porque lá ninguém aponta o
meu pecado. Ah, fing para mim, eu saí de
lá animada. Uhum. Entendeu? aquela
narrativa que ele fala, em que história
você tá inserido. Uhum. Depende da
história, onde você tá. E aí você se
enxergar dentro da história que Deus
escreveu para nós é muito diferente. É.
E como que a prática ela configura a
nossa noção de nós de si? A configura no
ser humano a noção de si. Essa prática
regular? Porque aí o Gustavo tava até
questionando, né? Como é que a prática
dos ritos vai mudar os meus hábitos? que
eu tô entendendo no livro aqui.
Ele tá criticando o nosso modelo
protestante do do culto muito
espiritual. É, eu não vejo isso não. Ah,
eu eu leio
aqui próximo. Que é um clube de livro.
É, eu vi protestante foi o
desencantamento do mundo. Críticos com
um entendimento
sacramental encantado do mundo, se
transformar em mera superstição. Os
reformadores do passado enfatizavam a
simples audição da palavra, a mensagem
do evangelho e a simplicidade árida do
culto. Porque, por exemplo, Swingle, a
igreja dele era
branca, era uma sala dessa aqui branca,
não tinha absolutamente nada. E o que
ele tá criticando aqui é isso. Não, ele
não tá criticando.
Que que ele vai chamar aí de
escarnação,
descorporificação da fé cristã. Isso
entendi assim também, né? Eu entendi
assim. O que quer trazer de volta são
aqueles elementos medievais. É isso que
eu tô entendendo aqui. Concord é por um
lado assim. Aí agora eu vou fazer o a
mediação aqui entre os pontos. Eu eu eu
não entendi eu acho que ele tá falando
de um
momento início de reforma. Isso. De
abandono de práticas e estruturas que
tinham substituído
o foco do culto, né? Então, por exemplo,
ah, você falou do pastor que tinha
igreja de um ambiente absolutamente de
branco. Por quê? O negócio era retirar
aquela parafernália toda que tinha se
tornado objeto culto. Isso. É, pois é.
É,
entendendo que ele acha que aquilo lá é
importante. Eu também, eu também não
entendi. Aquilo é importante.
É, mas eu também acho
que foi levado para um extremo que se
tornou objeto de culto e acabou virando
esse ritual vazio e até
perigoso. Mas nem tudo daquilo era ruim.
Aquelas simbologias elas cumpriam seu
papel também. A verão protestante que o
culto deve ser em espírito e em verdade.
Uhum. Que que é espírito e
verdade? Tanto faz a discussão lá no na
com a mulher samaritana é se eu devo
adorar aqui no monte de Eisim ou tem que
ser lá no monte Jerusalém, no monte
Moriá. Aham. E o que Cristo tá querendo
dizer para ela, que isso não faz a menor
diferença. O importante é o momento do
de adoração. Uhum. São pessoas reunidas
paraa adoração. Uhum. E
isso, essa é a visão de que o culto
cristão é o culto
realmente simples. O que importa é a o
momento. Uhum. E não o lugar. Não tem
uma condição mínima de estrutura, mas
existem princípios vela, incenso. Sim.
Sim. Entendeu? Você tem razão. Porque
não é tão sensorial, é mais espiritual.
Uhum. Uhum. Porque aquelas aquelas
experiências sensoriais que eram
praticadas no Velho Testamento, que Deus
deixou como um rito a ser cumprido, elas
eram simbologias que nos
apontavam para um formato e modelo de
tem coisas sensoriais, como por exemplo
a Santa Ce e o batismo, que são coisas
simples, mas são sensoriais, né? A
própria música. A música sem música.
Exatamente.
Mas não naquele sentido, mas que eu acho
que ele tá querendo desses objetos, né?
Acho que é só isso não, porque ele fala
da imaginação. Muito claro que ele acha
importante um culto
comia, entrada de vela de Vou te passar
uma entrevista dele. Eu vou te passar a
entrevista. Você vai, você vai mudar seu
pensamento a respeito. É, é, mas assim,
pode mudar, mas ele escreveu aqui, eu
fico com compreensão ele se ele mandou
alguma coisa na entrevista, não, uma
entrevista que ele deu pra editora fiel.
É muito legal. É, talvez ele coloca isso
como uma sugestão. Conteúdo, hein?
Eu compartilhei, mas vocês não viram.
Mas deixa eu, deixa eu retomar então, já
que assim para muita gente está meio
assim fora da realidade, deixa eu
retomar essa questão do da prática em si
carrega, né, a sua forma de de
interpretar o mundo. Hum. Não sei se
vocês importam de eu trazer um um
exemplo prático que não tem nada a ver,
mas do mundo da influência podemos?
Pode. Claro. Semana passada tem gente
que vai pegar no meu pé que fala assim:
"Não, você é fã dessa pessoa". a gente,
é porque eu falo muito, não é porque eu
sou fã dessa pessoa, eu explico essa
pessoa e eu percebo muitas nuances da
nossa cultura digital impressas demais
no no que diz respeito não vou falar o
nome dela não, mas é uma influenciadora
muito famosa. O nome dela apareceu
demais na semana passada, até para quem
não acompanha, porque ela foi depor na
CPI das Bets. Ah, eu vi a foto, mas não
sei quem é. Não sabe quem é? você não
perde muita coisa não. Mas assim, ela
ela influencia muito boa parte desse
país, acho que mais da metade desse
país, eu diria. E foi muito curioso, eu
achei emblemático, porque essa é uma
pessoa que ela passa 24, 24 não, porque
ela dorme, mas ela passa a maior parte
do dia dela com essa transmissão online
de tudo que ela faz, da banalidade do
seu cotidiano. as coisas
extraordinárias, é as coisas
extraordinárias também que ela vive. E
esses dias eu tava até comentando, eu
acho que ela é uma pessoa que aquilo já
configurou tanto a forma dela estar no
mundo, que alguns podem falar assim:
"Ah, ela precisa desse aplauso o tempo
todo sim, já virou uma segunda natureza.
Eu não vou nem dizer, não vou nem entrar
no mérito de a egocentrismo, porque é
uma pessoa que é muito centrada em si.
Tem isso também, mas é mais
profundo, que eu acho que ela não
conseguiria passar, sei lá, 48 horas
sim, sem ter essa projeção de si pelo
aparelho, essa
transmissão. E ela está
repetindo essa apresentação da sua vida,
o essa transmissão online da sua vida
todos os dias, repetidamente, na mesma
forma.
E também ela é apresentadora de um
programa de televisão. Assim, a TV foi
muito esperta porque, tipo, ela já faz
isso naturalmente com as banalidades que
dirá se a gente der um script para ela,
né? E tem uma audiência assim estupenda.
OK. Dito isso, ela é ela ela se coloca
no mundo apresentando o tempo todo. Ela
chegou para Se você fosse prestado
depoimento na CPI, de que forma que
seria vestido? Terno. Hum.
arrumadinho para quê? Tá gravata, né?
Uai, porque eu acho que um local que a a
roupa é apropriada para isso
é come aquela roupa apropriada. E que
tipo de impressão que você tá querendo
causar? A de seriedade, né? Ou se você é
suspeito de mesmo que você não seja,
gente, passou uma blitz na sua frente,
você você nossa, olha, minha carteira tá
aqui, você já se sente culpado na hora,
né? Como é que essa pessoa foi? Não não
vi. Nem imagino. Ela foi vestida com a
camiseta da filha que faz mais sucesso
na internet ainda, toda despojada. Ela
chegou, ela saiu dando tchauzinho para
todo mundo. Era como se ela estivesse
sendo recebida num programa de
televisão. Durante a o depoimento dela,
chegou num momento que ela foi terminar
uma resposta e aí ela falou assim: "Não,
então é isso, não sei o que e tal". E
por isso eu queria agradecer a todos que
vieram pela oportun e foi assim, eu
olhei aquilo e assim meus olhos
saltaram, sabe? Assim, tem gente que
fala assim: "Nossa, que pessoa sem
noção". E na hora, né? Ela foi, não, não
acabou não. Ela recebeu esse essa
chamada. Ah, não, não acabou não. Mas
nem ela tem noção de que ela tava se
comportando como uma apresentadora. Ela
tava se despedindo do público numa ceria
dela, né? A liturgia dela. A liturgia
dela. Então é uma coisa assim que ah,
mas aí é marketing, ela usou aquela
camiseta de propósito, não sei o quê.
Sim, tem isso também, mas entra dentro
dos ossos, né, que mas é da natureza.
Ela ela não tem o mesmo discernimento
que nós aqui teríamos, porque a gente
não tá imerso nessa liturgia
que definiu a maneira dela se enxergar
no mundo de enxergar os outros. Ela
prestar depoimento na CP era como se ela
tivesse participando de um podcast.
Entendi. Entendeu? É muito louco isso. E
as pessoas estavam discutindo sobre ela
centrada, a camiseta que ela escolheu,
gente. É mais do que isso. Ver. Então,
Gustavo, então aí que falando é só a
gente vivendo esse tipo de liturgia que
ele prega pra gente saber se isso vai
mudar alguma coisa no nosso mindset
cristão. É, seria isso desde que o que
ele propõe, né? É porque a vida é minha
do Gustavo, né? É se isso se isso exerce
algum algum efeito nem combinamos essa
dúvida, não. Se isso exerce algum
efeito, é isso. Se isso exerce algum
efeito, mediante o que ela tá colocando
aqui, pode ser que isso surta algum
efeito, mas a gente teria que vivenciar
isso desde igreja católica ou observar
um católico, porque eles têm essas
coisas que ele tá falando aqui,
entendeu? Desde que eu seja ativo nessa
experiência.
Sim, porque, por exemplo, essa pessoa de
quem eu tô falando, ela passa o dia
inteiro fazendo essa apresentação e
reproduzindo esses esses essas
liturgias, mas não é uma coisa que ela
decora e executa todo dia decorado,
entendeu? Ela tem a espontaneidade no
cumprimento daquela forma. Mas será que
não vira uma coisa automática? Me vira,
vira, mas sem o espírito. Mas deixa eu
te explicar uma coisa. Nós protestantes,
nós temos o nosso jeito de ser. Temos
sim. pode ser influenciado pela nossa
liturgia, o modo como nós cultuamos. Não
sei, o presbiteriano tem um jeito de
ser, o assembleiante tem um jeito de
ser, mas faz efeito, gente, faz
efeito. Quando você vai em outro tipo de
culto. Sim, quando você vai em outro
tipo de culto, não é a mesma coisa. É,
foi o que eu falei que pra nossa
cultura, que a gente vê isso eh como uma
coisa que a gente não quer fazer, porque
a gente sempre quis ser diferente do
catolicismo, que fica estranho para mim,
fica estranho pro Gustavo, mas não é só
dentro do catolicismo. Sim, não é só
dentro da catolica, mas tô falando
assim, esse tipo, esse tipo de culta,
esse tipo de culto que ele ritualístico,
mas é porque a gente, é porque esse
ritualístico ele é mais fácil de ser
identificado como algo muito fora da
realidade, porque ele tem práticas eh eh
muito antigas. Uhum. Mas você tem um
ritualismo moderno que você não enxerga
como sendo o ritualismo, que tem
símbolos ali também. Por exemplo, uma
igreja cujo palco onde tá a banda
tocando, né, no momento da adoração é lá
no meio. Isso. Isso aí ex fumacinha, né?
Coisa escura, se a mesa da Santa Seia
está na frente do púlpito ou está ao
lado do púlpito.
Isso. Uhum. tipo de iluminação, tudo
isso é, todos esses são elementos que a
gente não tá percebendo. Sabe por quê?
Porque isso tá imerso na nossa cultura,
nas casas de show, na na nas
performances de entretenimento. Então
isso não soa pra gente como estranho,
mas tá tá carregado também. E isso
exerce efeito em nós. Sim. Exerce na
maneira como eu me vejo, na maneira como
eu percebo o outro, né? e o e o lugar
que Deus ocupa ali. Isso eu acho que
talvez é talvez ele esteja propondo esse
resgate dessas práticas justamente como
uma
contracultura a essa formatação de culto
aos moldes mercadológicos. Realmente ele
fala no livro, ele colé,
eu acho que eu anotei aqui a minha
notação, mas não vou procurar agora não,
mas e fala que isso é uma forma de você
desviar a liturgia externa que te
influencia. coloca isso que você falou,
que esse culto ritualístico aqui, ele
tem a função de reorientar sua bússola
que tá sendo desviada pelas
contraculturas, pelas liturgias do
shopping, liturgia do consumismo e a
liturgia do shopping tá presente em
várias igrejas, é em várias igrejas. Eu
acho que a gente precisa chegar num
ponto de equilíbrio, não só às vezes não
só durante o culto, até mesmo pode
acontecer dentro da nossa igreja, não
necessariamente num momento de culto,
mas em programações, porque a gente
configura aquela programação todinha com
propósito, com essa com essa viés,
entendeu? A
a L tá tá doida para para discordar
discordar discordar assim eu acho muito
confuso assim o jeito que ele se
expressam nossa entend não é porque ele
é filósofo, né gente assim a entender o
diferente mas isso eu acho que isso tem
uma beleza nisso, né? É, o nosso
programa é ótimo que a gente tem que
debater mesmo. Isso. É, não precisa
fechar num senso quando ele fala desses
rituais que vocês estão falando porque
ele tá levando pro passado. Não, mas eu
acho que ele tá querendo falar daquela
que eu no começo eu achei estranho ele
falar da imaginação, que o culto tem
imaginação, mas eu compreendi depois que
essa imaginação é muito a
nossa e todo o todo o sentido
sinestésico que a gente tem no culto.
Então assim, é tudo, todo nossa meet com
o o que a gente eh como a gente adora,
como a gente percebe Deus, a nossa
confissão, a necessidade que a gente tem
de confessar pecados. E isso aí é um
jeito da de nós nos aproximarmos de
Deus, né? Então essa isso tudo, esse
ritual eu acho que é para construir esse
cenário, a poesia, a música, como que a
gente vai ter um culto se não tem tudo
isso, né? Então assim, eu eu eu discordo
do que vocês estavam falando, porque tá
chamando para isso? Não acho. Eu não
acho. E eu vou te passar a a entrevista
porque eu eu entendo que é isso. Então
vou discordar de você porque você acabou
de ser vó novamente. Discord não
discorda, né? E tem coisas que às vezes
a gente não tem consciência, mas exerce
esse efeito. Vou dar outro exemplo
prático para hoje. Por último, é um é um
relato é um relato de uma mãe
compartilhando uma uma experiência que
ela viveu com filho recente agora essa
semana. E ela todos os dias quando vai
arrumar o lanche do filho, ela coloca um
bilhetinho, né? A mãe te ama e tal,
recadinhos, tá? Fato. E e o pai assim é
uma coisa comum, mas que ela nem
percebe. Isso acontece. Tem coisas que a
gente repete todos os dias que a gente
nem para lembrar isoladamente o que
aquilo acontece, assim, faz parte do do
natural, né? Igual acordar e escovar os
dentes, né? você sabe que você faz isso,
mas você não pensa sobre aquilo. E o pai
leva todos os dias para ela, quando eles
vão dormir, ele leva a garrafa da de
água para ela, né? Então são duas coisas
que acontecem. Aí ela disse que o pai
viajou e ele deixou um recado pro filho,
cuida da mamãe. Aí ela à noite quando
foi dormir eh tava a garrafa dela de
água do lado da cama e um bilhetinho
dele pra mãe, dizendo que é amava e tal.
E aí ela percebeu nisso, né? Ela até
compartilhou dizendo que percebia o amor
de Deus sendo comunicado a ela pela
atitude do filho, mas que sem eles
ensinarem nada para ele, ele vendo essa
repetição de coisas que os pais faziam
todos os dias, atitudes simples, mais
carregadas de simbologias e de elementos
concretos, ele entendeu que o cuidar da
mãe seria levar a água para ela antes de
dormir.
É que era assim, ele enxergava aquilo
como sendo um dos meios pelos quais o
pai cuidava da mãe, né? Então, trazer
essas, eu acho que ele propõe esse
resgate de certas, certos símbolos e
certas práticas concretas
que ele sentiu que talvez ali na reforma
tirou um pouco do concreto. Sim. Então,
de trazer de volta algumas experiências
concretas e corporificadas,
entendendo que elas exercem efeito.
Legal.
Nosso horário tá vencendo. Zé
Fini, tô por encerrado. Pronto. Eu acho
que nós conseguimos varrer todo o
capítulo quatro, né? Oxe, a gente vai É.
E de novo eu
não, não. Eu acho que a construção do
conhecimento para chegar no capítulo 4
acho que foi muito importante. Gostou
disso? Eu gostei de ver isso assim. Para
mim, esse capítulo é um dos mais
importantes no livro, porque tudo que
ele falou nos anteriores, do coração, da
nossa bússola, a necessidade de
recalibrar, ele vem agora para esse
momento do culto, sabe? É a hora que
você tá inserido na narrativa, na
história que Deus tem, entendeu? Esse
foi meu capítulo quatro foi o capítulo
que eu mais entrei em embaixo dele.
Bom, é, cada um tem um jeito, né?
Impressionante isso. É melhor ficar
discutindo essas coisas. É. Mas é bom
porque eu acho que antes dele entrar de
questões práticas também de como que eu
vou inserir hábitos no meu dia a dia
para recalibrar o meu coração, eu não
posso negligenciar que o instrumento
mais forte de produzir esse tipo de
reforma é o próprio culto. Sim. E aí ele
explica o que que é culto e como que
acontece, etc., né? E o culto não é só
na igreja, né, gente? Não é só na
igreja. a adoração, né? É, ela a gente é
enviado. Ele fala disso. Tem uma coisa
que ele fala que é interessante, talvez
para encerrar, que nós fomos criados
para adoração. Ele usa um exemplo de
você espetar um marshmallow numa flauta
para para esquentar o marshmallow e não
vai funcionar, obviamente.
E aí o que que você faz? Não, não presta
e joga fora. Ela não presta para
esquentar marshmallow, mas ela presta
para com outra finalidade. E foi para
isso que ela foi criada. Então é, eu
entendi com com esse exemplo dele que
nós na igreja cultuando a Deus, nós
estamos exercendo a a finalidade pelo
qual nós fomos criados. Uhum. E quando
nós desviamos dessa finalidade com as
liturgias do mundo, Uhum. A gente vai,
não vai p marshmallow na flshmallow na
flauta. É marshmallow na flauta. Talvez
isso que ele quer dizer que poderia nos
recalibrar
pro tê-los,
entendeu? Momento do culto te
recalibrar, porque é para isso que nós
fomos criados. É, não adianta falar:
"Ah, mas marshmallow é mais
gostoso, não, não é o lugar dele ali,
né?" É, não é na flauta. Então é isso,
gente. Obrigado, né? O próximo dia 6/6
importante a gente falar nosso próximo
encontro dia 6. Compartilha gente esse
essa conversa, né? Né polêmica,
embaraçada, mas a gente assim se alisou
porque o livro embaraçado,
mas é bom, mas assim não é para os
fracos, não é para esse não é um livro
para os fracos, tá? Mas a gente cresce e
a gente gera boas discussões. Promete o
próximo ser mais light. promete o
próximo ser mais light, mas assim a
gente vai fechar também de uma forma que
eu acho que tá muito bom dentro da
complexidade do raciocínio a gente
conseguiu passar, eu acho, né? Vamos ver
esse ver se a gente conseguiu passar pro
pessoal que não vocês também querem
entender por que a gente fica tão doido
para discutir essas coisas? Não deixe de
adquirir o livro se você ainda não tem.
Você é aquilo que ama. Tem na nossa
livraria aqui da igreja para quem é de
Goiânia, tá? No melhor preço possível.
Uhum. Mas você também encontra na
internet, caso você não seja da nossa
cidade e e vem aí propor outras
discussões também. Pode fazer perguntas
cabeludas e polêmicas. Estamos no nosso
Instagram, né, que é página página
virada. Ele nós ainda estamos
estamosando, mas vocês podem sugerir
literaturas ali também. Sim, sim. Vamos
entrar nessa nessa fase, tá bom? Próximo
encontro, dia 6. Um prazer estar com
todos. Tenham uma ótima noite, um ótimo
fim de semana, desfrutando de bons
rituais. Amém. Bons hábitos que vão
realmente transformar aí a nossa rotina
de uma forma mais leve. Que que é que a
J falou? J qu fal página é página
virada. É página PIPG. Página PIPG é o
endereço no Instagram. Página ponto.
PIPIPG. PIPG. Sem página PIPG. Gente,
PIPG é primeira igreja preseriana. de
Goiânia. E se quiser ver os programas
anteriores, não só da dos capítulos que
a gente já discutiu ou até mesmo do
livro anterior, que foi bem mais light,
é só entrar no no canal, já tá no canal
da da igreja, né? E na playlist página
virada, lá você acessa todos os os
programas que já colocamos. Temos a
reclamação que não lemos nada que tá no
chat e tem uma pessoa importante para
você que falou no chat. Para mim fala
não é importante para você. Essa pessoa
pode ler deve ser meu digníssimo. Claro,
né? Da outra vez ele foi ignorado,
coitado. Os rituais também não poderiam
ser práticas espirituais. Ele tá
perguntando ou tá afirmando. Ó, boa
noite. Os rituais também não poderiam
ser práticas espirituais diárias como
oração, devocional, pessoal, ouvir
músicas cristãs saudáveis, etc. Eu acho
que é uma pergunta, né? São práticas são
práticas diárias, mas não que estão no
culto, como vi a música.
É porque ele tava falando de é nesse
específico, ele tava falando da dos
rituais falar das liturgias do lar, dos
rituais do culto coletivo que são o
centro da adoração, da vida, da vida
adoração cristã. Se sim, isso não seria
uma via de mão dupla entre nós e Deus em
que Deus nos capacita e nós o buscamos e
assim vamos aumentando a nossa
intimidade com ele. Sim, né? A a vida de
adoração, ela não se limita, muito pelo
contrário, ela não se limita ao momento
do culto coletivo. Eh, o
nosso estar no mundo é uma vida de
adoração que implica em rituais diários.
Ele tem toda a razão nisso aqui. É o que
muda nossa nossa bússola. Vai mudar
nossa bússola e o nosso dia a dia vai
ficar totalmente orientado por essa
búsula. Não adianta nada a gente achar
que eu levo a minha rotina aí com as
minhas é atividades seculares, não
existe, né? Que não existe. Essa
dicotomia, ele vem para falar isso, que
é para quebrar a dicotomia entre o que é
sagrado e o que é secular, né? E eu vou
ter essas experiências de recalibrar
reforma, etc. Só no culto coletivo. Não,
eu tenho os rituais diários, que é o que
ele colocou. Meu marido assim é um é
fantástico, né?
Gente, obrigada pela participação de
todos. Eu não ali não. A todos que
colocar o colocou episódio show e botou
uns foguinho aqui. Pegou fogo.
Nos vemos daqui a duas semanas e boa
noite a todos. Obrigada também Diego e
Jose aqui na retaguarda e que tá lá,
papai novo de resguardo se recuperando.
Se recuperando.
Isso aí. Ne.

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