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A fé vem pelo ouvir

Quartas de Oração – Profª Ana Paula Rodrigues (14/05/2025)

Quartas de Oração – Profª Ana Paula Rodrigues (14/05/2025)

Quartas de Oração – Profª Ana Paula Rodrigues (14/05/2025)

Instagram – @iasdvilaolimpia

Legendas automáticas:

que tanto aguardavam está voltando.
Agora vou pedir para que você cante com
muito entusiasmo a música Verei Jesus.
[Música]
Não vejo o dia em que
[Música]
verei uma pequena luz do
céu e essa luz
[Música]
aumentará. Milhares de anjos
surgirão. Eu creio
sim que ele virá.
E muito em
breve eu
subirei para um novo
lar, um novo
céu. Para sempre eu
estarei. Feliz eu
viverei. Verei Jesus.
A voz de Deus irá
sorar e as nuvens sua glória surgirá.
E gerações se
[Música]
encontrarão e para sempre
louvarão. Eu creio
sim que ele me
virá e muito em
breve eu
subirei para um novo lar.
Um novo
céu. Para sempre eu
estarei. Feliz eu
viverei. Verei
[Música]
Jesus. Eu creio
sim que ele
virá e muito em breve.
Eu
subirei para um novo
lar, um novo
céu. Para sempre eu
estarei. Feliz eu
viverei. Eu creio
sim que ele virá.
E muito em
breve
subirei para um novo
lar, um novo
céu. Para sempre eu
estarei. Feliz eu
viverei. Verei Jesus.
[Música]
[Aplausos]
Boa noite, queridos. Espero que todos
estejam bem. Que bênção, né? Eh, nessa
quarta-feira à noite nós podermos estar
aqui reunidos, mesmo que distante, mas
com os corações unidos para entregarmos
a Deus eh as nossas vidas, os nossos
pedidos, também os nossos
agradecimentos, não é mesmo? E hoje nós
temos muitos motivos para agradecer e
também alguns pedidos. Eh, eu vou
começar então lendo aqui alguns
agradecimentos e alguns pedidos que nós
temos hoje. Primeiro agradecimento é
pelo milagre da compra da casa da nossa
irmã Carla Pinheiros. Ela agradece muito
por essa bênção, né? E pede para que a
gente continue orando, para que Deus
possa continuar conduzindo todo o
processo, né? Cada detalhe.
A Helen e a sua família também agradecem
muito porque ela e o esposo estão
empregados, então eles agradecem por
esta bênção. Nós estamos muito
felizes. A Débora continua pedindo pelo
seu irmão, que tem algumas questões de
saúde e também a questão de um emprego.
Então vamos orar pelo irmão da Débora.
Eh, pedimos também pela Bianca, a filha
da Sueli, que ela está em busca de um
emprego. Eh, pedimos também pela Alice,
né, a netinha da nossa irmã Marquete,
ela está com algumas questões ali com
convênio, estão precisando de algumas
liberações, então vamos orar por isso.
Eh, e também a Irmã Marquete está com
uma alergia bem forte nos olhos. Ela
pede oração. Vamos continuar orando pelo
pai da Fernanda Olson, que ele está se
recuperando da cirurgia, né? Ainda está
um pouco
depressivo. Eh, eh, o seu processo de
recuperação ali está um pouquinho
difícil, ainda está debilitado, então
ela pede por ele e também pela família
para que possa ter forças nesse momento,
né? Eh, o Vanderson, ele pede oração
para que consiga um
emprego. A Lucineade, ela pede por seu
esposo, que está se recuperando de uma
cirurgia, mas ainda vai ter que passar
por alguns processos delicados e está
enfrentando algumas dificuldades também
nessa eh recuperação. Então, vamos orar
por ele. Vamos orar também para que o
Senhor abençoe o Thago da J para que ele
possa conseguir um trabalho que lhe dê
realização pessoal. E a Cene também pede
oração por sua colega de trabalho, a
Tânia, porque o pai está com leucemia,
não está respondendo bem ao tratamento.
Então que Deus possa estar com o papai
dela, também com a família nesse
momento, para que possa dar forças, né,
para que eles possam enfrentar juntos
esse momento. Hoje nós vamos orar por
todos esses pedidos e vamos orar também
especialmente pelas famílias da nossa
igreja, né? Eh, faz alguns dias que eu
li duas frases de Helen White que
ficaram falando bastante na minha mente
e no meu coração que eu queria
compartilhar rapidamente com vocês. Uma
diz assim: "Muito mais poderosa do que
qualquer sermão pregado é a influência
de um verdadeiro lar no
coração eh e da família." E a outra
frase diz: "Deus deseja que nossas
famílias sejam um símbolo da família do
céu". Depois que eu li essas duas
frases, eu fiquei pedindo para Deus:
"Senhor, por favor, que a minha família
possa ser uma influência poderosa do teu
reino, tanto paraa minha família quanto
paraas famílias que estão em volta,
paraas pessoas que estão em volta, né? E
que a minha família possa ser um símbolo
da família do céu, que as nossas
famílias, né, possam ser uma influência
poderosa do céu e também um símbolo da
família do céu. E aí quando eu pedi isso
para Deus, ele me respondeu com um texto
bíblico, com texto de Salmos
127:1, que diz: "Se o Senhor não
edificar a casa, em vão trabalham os que
edificam". Então ele falou assim para
mim: "Olha, se você quer que a sua
família eh seja uma influência poderosa
pro reino dos céus, que a sua família
seja um símbolo da família dos céus,
então deixa que eu edifique a sua casa,
né?" E hoje Deus tá falando isso para
cada um de nós, para as nossas famílias,
desde que eu edifique a sua casa. Então,
esse é o momento que nós vamos entregar
as nossas famílias nas mãos de Deus para
que ele possa então edificar a nossa
casa, a nossa família, o nosso lar e que
assim cada lar da Vila Olímpia possa ser
um pedacinho do céu, um
representante das famílias, da família
do céu aqui na terra, assim a gente
possa eh ser uma testemunha viva de
Jesus aqui na terra. Então eu queria que
nesse momento nós pudéssemos curvar a
nossa fronte para nós orarmos a
Jesus. Querido Deus, Pai amado, nós
louvamos o seu nome porque o Senhor tem
cuidado de nós. Temos muitos motivos,
Pai, para agradecer. Muitas são as
bênçãos que o Senhor tem derramado sobre
as nossas vidas, sobre cada membro da
nossa comunidade e também sobre as
nossas famílias. e louvamos o teu nome.
Também temos muitos pedidos para colocar
no teu altar, Senhor, e humildemente
pedimos que o Senhor possa cumprir a tua
vontade em cada pedido que foi
mencionado aqui e também em cada pedido
que está no nosso coração. E em especial
hoje, Pai, queremos entregar as famílias
da Vila Olímpia nas tuas mãos, Pai.
pedir que o Senhor possa edificar cada
uma das famílias, cada um, cada um dos
lares aqui representados, Pai, para que
os nossos lares possam ser um pedacinho
do céu aqui na terra e para que assim,
Pai, nós possamos ser grandes
testemunhas do seu amor, da sua salvação
e da tua volta, Pai. Tudo isso nós te
pedimos humildemente, não porque nós
merecemos. Pedimos também agora que o
Senhor esteja com a professora Ana
Paula, que o seu Santo Espírito possa
ungi-la e que ela possa falar at eh
falar da tua mensagem, falar inspirada
por ti, Senhor. E que nós possamos
receber essa mensagem e colocar em
prática nas nossas vidas, nos nossos
lares. Tudo isso nós te pedimos em nome
de Jesus. Amém.
E hoje nós temos a honra de ter aqui com
a gente a professora Ana Paula.
Professora Ana Paula Rodrigues, ela é
nossa líder do Ministério da Criança e
do
Adolescente da nossa associação
paulistana. Ela tem feito um trabalho
muito lindo, muito especial. Que Deus
possa abençoá-la e usá-la nesse momento.
Professora.
Olá, gente. Boa noite. Que alegria estar
aqui com os irmãos de maneira online,
né? Não presente, mas eh presente
através desse desse mecanismo que nós
usamos hoje para nos encontrarmos e
conectarmos uns com os outros e também
com Deus. É um prazer muito grande estar
com vocês, eh, receber esse convite
especial e que aqui seja pregado, como a
Mariana falou, a palavra do Senhor e que
a mensagem aqui seja paraa edificação
das nossas vidas. É uma bção estar aqui.
Confesso para vocês que já usei esse
mecanismo para dar aulas muitas vezes e
o Zoom foi meu companheiro por muito
tempo na pandemia e agora eh usar para
pregar eh tem sido assim também uma
bênção. Como é importante, né, eh ter
essas estratégias para que a palavra
sejam chegada também nos nossos lares.
Eu gostaria de compartilhar com vocês
uma tela para que a gente possa fazer
ali as aqui uma
reflexão sobre eh a mensagem desta desta
noite, né? Acredito que todos consigam
ver.
Eh, eu coloquei, fiquei buscando para
falar sobre reforma, né, e sobre
reavivamento, procurando um tema que a
gente pudesse abordar eh falar sobre
família. E ao ouvir a Mariana fazer essa
oração sobre nós sermos como família
representantes de Deus aqui na Terra,
né, eu fiquei pensando como Deus é
bondoso, né, ele conduz as coisas.
Porque a mensagem que nós vamos falar
nessa noite tem a ver com família, tem a
ver com essa base, eh, e esse altar que
Deus estabeleceu, eh, em cada ser
humano, né? E eu coloquei aqui um título
de reféns digitais. Nós vamos educar ou
vamos entreter?
Bom, para iniciarmos, eu gostaria de ler
com vocês na palavra de Deus eh
Filipenses 4. E eu queria que você aí na
sua casa, mesmo estando online, eu
gostaria que você abrisse a palavra para
que a gente possa eh estudarmos juntos,
né, o que diz a palavra de Deus.
E diz assim: "Finalmente, irmãos, tudo
que for verdadeiro, tudo que for nobre,
tudo o que for correto, tudo que for
puro, tudo que for amável, tudo que for
de boa fama, se houver
algum, alguma virtude excelente ou digno
de louvor, pense nessas coisas. Tudo que
vocês aprenderam, receberam, ouviram
sobre mim, ponham em prática e o Deus da
paz estará com você. Eu gosto muito
desse texto. Eh, e eu não tô conseguindo
mexer aqui a tela. Deixa eu ver se eu
consigo minimizar. Bom, eu gosto muito
desse texto
porque ele fala, ele afirma o que nós
devemos fazer para ter uma mente boa e
edificada em Cristo. E aqui vem falando,
olha, que o nosso pensamento tem que ser
ocupado por tudo que for correto, tudo
que for puro, tudo que for amável, tudo
que for de boa fama. Mas nós temos
vivendo tempos, nós estamos vivendo
tempos difíceis onde eh os nossos
pensamentos têm sido levados e
influenciados por várias situações. Por
exemplo, o uso doméstico dos
dispositivos, as telas, né, ele aumentou
acentuadamente nas famílias, nas
escolas. E tudo isso
eh parece que tem tornado impossível
gerenciar de forma
saudável. E a o uso das telas em casa,
ele tem se tornado um vício tão grande e
de enfrentamento disfuncional familiar.
É normal hoje vemos as pessoas usar as
telas não só como uma ferramenta para
chegarmos de informação eh boa e de
qualidade para ensinamento, mas nós
vemos os vícios através das telas sendo
usados para entreter e ensinar e cuidar
de seres tão pequenos, por exemplo, como
crianças, né? O problema, na verdade não
estão nas crianças, né? O problema estão
nos sistemas que cercam as crianças.
Muitas vezes a gente vê as pessoas
falando assim: "Olha, as telas tpalhado
muito. Nossa, as crianças elas não
conseguem ficar longe das telas, mas a
criança em si não nasce grudada na tela.
O problema está nos sistemas que
acercam, né?
Eu lendo alguns livros e nós vamos
mostrar alguns para vocês dessa noite,
me deparei com o Nicolas Car, que ele
escreveu num livro que ele foi falando o
que que a internet tem feito com os
nossos cérebros. E eu fiquei
impressionado com o relato dele, né, ele
falando assim: "Olha, a minha mente não
está indo embora, pelo menos não que eu
saiba, mas ela está mudando".
Eh, não estou pensando do mesmo modo que
eu costumava pensar. E eu sinto isso
mais agudamente quando eu estou lendo.
Eu costumava mergulhar num livro
extenso. A minha mente era capturada
pela narrativa, pelas revirvoltas dessa
narrativa, as mudanças do argumento. E
eu passava horas lendo aqueles trechos.
Mas agora raramente isso acontece. Ele
fala assim: "Olha, a minha concentração
parece extraviar depois de uma ou duas
páginas. Eu fico ali lendo, mas eu perco
o fio e eu começo logo a procurar alguma
coisa a mais para fazer. Eu sinto como
eh o meu cérebro está arrasando,
buscando, arrastando ele para voltar o
texto". Mas na verdade agora não se
torna uma leitura profunda, se torna
agora uma batalha. Eu arrasto o meu
cérebro paraa leitura, mas parece que o
meu cérebro tá querendo fazer outra
coisa. Não consigo mais me concentrar.
Essa é a narrativa de Nicolas G. E no
livro dele, ele também relata assim a os
problemas que o mau uso das
telas, enfim, quais problemas têm
causado na população e os efeitos deles.
E ali ele cita vários deficiências
físicas, ele fala sobre o sedentarismo,
ele fala sobre os danos cerebrais
causados, né, os distúrbios de
aprendizagens, privação de sono, doença
mental, dependência, depressão, risco de
suicídio, enfim, ele aborda vários
riscos e problemas causados pelo mau uso
da internet e das telas. Ele também fala
sobre o baixo desempenho acadêmico.
Interessante que ele fala também do
absenteísmo escolar, que é aquela
questão de que a criança ou adolescente
ou até mesmo o adulto, né, que frequenta
uma escola, enfim, eh, ele usa tanto as
telas e pode ficar cansado e no outro
dia ele não quer ir na escola mais.
relações sociais precárias. A gente
consegue ver também o agravo de doenças
como o autismo, fobia social e a
pornografia e perversões sexuais estão
apenas a um clique da do uso das
pessoas. Outro livro que eu li e gostei
muito de ter lido foi do esse esse
neurocientista o Michel Desmug. Ele no
seu livro A Fábrica de cretinos
digitais, ele fala assim, ó, que quanto
mais os alunos assistem televisão, jogam
videogames, estão ali a
mercis, as suas notas
despencam. Mesmo os computadores que as
as potências eh educativas, né, para
para ajudar nisso, elas não exercem
nenhuma ação ou performance, nada na
performance escolar das pessoas. Quanto
mais os estados investem nessas
tecnologias, mais a o desempenho dos
alunos cai. É isso que ele coloca ali. E
mais outras coisas que ele fala sobre o
uso da internet. Para ele, o contato com
as telas paraas paraas seguintes idades,
ele coloca assim: "Olha, antes dos 6
anos nunca deveria ter esse contato com
as telas, ficar ali sobre o contato das
telas de 6 a 12 anos, no máximo de 30
minutos. Além dos oanos, no máximo 60
minutos por dia. E isso com relação a
todas as
telas, envolvendo de videogame,
celulares, enfim, todas as telas. Mas
ele foi muito criticado. Imagina, nós
estamos na geração da tecnologia, no na
geração da dos digitais e ele foi muito
criticado por ter escrito esse livro.
Mas aí, pensando numa solução, ele criou
esse outro livro. que mais fantástico
ainda. E o o Fábrica de Cretinos tá lá
no escritório, mas o Façaos Ler eu
trouxe aqui para casa porque eu falei:
"Esse livro é fantástico". Ele colocou
assim: "Olha que a leitura, vocês não
querem criar um uma fábrica de cretinos
digitais?" Então ele dá a solução. Ele
fala: "Olha, a leitura é a solução para
evitar esse tipo de fábrica". Ele fala
que a leitura aumenta a inteligência,
enriquece a linguagem, acumula
conhecimento, estimula a criatividade,
desenvolve habilidades socioemocionais e
é um poderoso remédio contra o fracasso
escolar. Ele escreveu esse livro em
resposta à crítica que ele recebeu. Um
outro livro, e esse livro me eh chamou
atenção pela capa. Eu olhei a capa e
você vê ali, olha, os pais parecendo
numa janelinha, a filhinha do outro
lado, né? Esses dois autores, ele fala,
eles falam dos riscos, dos usos das
telas, né, das mídias sociais para
crianças e adolescentes. E eles dizem
assim, olha que as telas geram uma
dependência
química e os aplicativos eles só
liberados no mercado depois que nos
primeiros 3 minutos eles dilatam a
pupila, aumentam a pressão sanguínea, o
açúcar no sangue, gerando ali um grau de
dopamina muito
alto. a ponto de que nada mais vai
conseguir competir com aquilo. Ou seja,
a criança ela não vai querer mais
brincar nem com uma bola, nem com um
lego, nem com a boneca, porque isso não
gera um prazer tão alto e tão relevante
como esse prazer rápido que as telas
causam nas pessoas.
Já o Dr. Dimitri é um pediatra
especializado, ele diz assim: "Olha, que
a cada uma hora de desenho ou filmes
infantis assistidos antes dos 3 anos,
acontece 10% de chance da criança ter
déficit de atenção."
Bom, e quando a gente fala do uso da
tela antes dos 3 anos, a gente tá
falando de todos os conteúdos, inclusive
se eles forem tão educativos, tá bom?
Tudo isso, meus queridos, tem sido eh
meios de formação da nossa nova geração,
onde como família a gente tem deixado o
acesso na mão dos nossos das nossas
crianças, dos nossos adolescentes e até
nós adultos. Quanto tempo nós passamos
usando as telas? acontece que o córtex
pré-frontal, eu não sou uma
neurocientista e nem especialista, mas a
gente estuda para entender um pouco
sobre o assunto, eh esse que é
responsável pela nossa tomada de
decisão, controle de impulsos, ele na
criança, eu ele só vai desenvolver o ser
humano ali a partir dos 25 anos de
idade. Então, toda essa parte de
desenvolvimento de moralidade e das
partes executivas, das nossas ações, do
nosso corpo, que é desenvolvido só ali a
partir dos 25 anos, ele tá recebendo
toda a influência midiática e tudo que a
tela traz para o
desenvolvimento. Então, olha só,
regulação emocional, planejamento,
raciocínio flexível, toda essa parte
executiva em que uma criança não tem
desenvolvida, tá sendo influenciada
também pelas mídias sociais. Um outro
autor que eu me apaixonei pelo livro,
né, o Jonathan Heid, ele é um psicólogo
renomado. E nesse livro dele de Geração
Ansiosa, ele fala do problema dessa nova
geração ser hiperconectada.
E nesse livro ele até sugere paraas
professores, paraa escola, para empresas
de tecnologia, pros governos, né, quais
ações deveriam ser tomadas para evitar
que o os problemas sejam mais profundos
do que nós vemos hoje. E ele fala que se
nós fizéssemos um trabalho em conjunto,
a gente veria resultados positivos antes
de 2 anos, né? Mas olha só o que ele
cite algumas partes do livro dele, né?
que as crianças e os adolescentes estão
em perigo desde dos anos 2010, que as
taxas de depressões, ansiedade,
transtornos mentais têm crescido
vertiginosamente entre esses grupos. E
quatro prejuízos fundamentais têm
acontecido. A privação social, a gente
vê que hoje as pessoas preferem muitas
vezes se socializar pelas telas do que
pessoalmente.
Privacer um hábito para dormir, algo
muito necessário no desenvolvimento de
um ser humano, né? ação fragmentada.
Bom, eu nem posso falar muito sobre isso
porque eh quando você usa bastante as
telas, parece que a nossa atenção, assim
como nós lemos ali a informação dos
outros autores, parece que a nossa
atenção fica fragmentada, pequena.
Antigamente, eu não sei se eh eu falo
antigamente, dá até uma dor no coração,
porque eu não sou tão antiga, né? Mas a
gente usa essa fala. Antigamente eh eu
lembro que a quando a minha família
falava assim, minha mãe, né? Olha, vai
na no mercado, compra para mim 1 kg de
sal, eh traz também 1 L de leite. Às
vezes a gente nem anotava a listinha,
era assim que fazia, um sou do interior.
E a gente ia lá, comprava o que a mãe
tava falando. Hoje dentro de casa, eu
tenho três filhos na idade de
adolescência. E às vezes você dá com
simples e a criança tem assim uma
atenção fragmentada. Parece que ela não
consegue responder a comandos simples. E
nós também, adultos, quantas vezes a
gente não consegue eh guardar
informação para poder executar no minuto
seguinte? Às vezes a nossa tensão parece
fragmentada, além do vício que as telas
também elas podem causar, né?
Ainda no livro do Jonathan Heide, ele
diz assim que a vida baseada no celular
afeta as pessoas
espiritualmente, inibindo ou
neutralizando situações espirituais,
sacralidade
compartilhada, corporeidade, admiração
profunda da natureza. E ele afirma, olha
o que ele afirma, irmãos. Há um prejuízo
eh espiritual mesmo para aqueles adultos
e adolescentes, hein, que acreditam
gozar de uma boa saúde mental. Há um
prejuízo
espiritual. No livro que mais me chamou
atenção de Jonathan Heid, ele diz assim,
ó, que há um buraco no ser humano na
forma de Deus. Há um buraco em todo o
coração humano vazio, que tem exatamente
o espaço de Deus. E se nós não
preenchermos esse
buraco com algo que seja elevado, a
sociedade moderna o encherá de lixo.
Essas são frases retiradas desse livro
Jonathan
Heid. Bom, gente, olha mais o que ele
diz, né? Aquilo que nós expomos, aquilo
a que nós nos expomos, importa. Nós
somos exatamente aquilo que nós
pensamos. Tudo que somos surge de como
nós pensamos, de como nossos pensamentos
pensam, né? Aquilo que você pensa
determina a qualidade do que está lá na
sua mente, na sua alma. E ao ler essa
frase, eu lembrei do texto de
Provérbios. Porque como imagine sua
alma, assim ele é.
Bom, Elen White, ela já à frente do seu
tempo, ela já falava sobre qual seria o
método correto para ensinarmos as nossas
crianças, termos ali na nossa família o
ensinamento apropriado para condução da
nossa família, né? E e ela falava sobre
a importância de colocar as nossas
crianças sobre a influência de situações
simples,
tranquila. Quanto mais livre de
estimulação artificial, quanto mais em
harmonia com a natureza, mais seria
favorável para o desenvolvimento da
criança, o seu vigor físico, mental e
espiritual, a robustez espiritual.
E nós precisamos recuperar o controle da
nossa vida. Sabe da onde eu tirei essa
frase? Era uma frase que, claro, a gente
quando analisa todas essas situações, a
gente pensa, precisamos ser tomado o
controle da nossa vida. Mas Jonathan
Heide tinha seu livro que diz:
"Precisamos recuperar o controle da
nossa vida.
Hoje para essa geração, os emojis eles
têm sido mais influenciadores entre os
as nossas crianças e adolescentes do que
os conceitos que eles recebem de pais,
professores. Parece que os likes define
quem realmente tem voz.
É muito mais fácil ver essa nova geração
seguindo a qualquer seguidor,
influenciador por aí, porque os likes
vai determinar que aqui ele é um bom
lugar, que ele é um bom conselho, aquela
é uma boa pessoa que eu posso seguir e
receber delas influências. Os rios
vazios têm moldado a nova geração porque
eles confiam e admiram os
influenciadores, porque eles buscam
coerência. E querendo ou
não, nos influenciadores, eles vêm ali
no mundo irreal que eles têm uma
coerência do que eles estão falando.
Imagine uma criança pode ver um jogo lá,
a pessoa tá ensinando como ele vai
jogar, quais são as fases que ela tem
que passar, quais são as dicas de
esperteza, ele tá vendo o influenciador
e falando falando ali para ele e ele vai
seguir aquilo, ele vê uma coerência
naquilo porque eles buscam
pertencimento. As meninas quando assiste
uma influência dizendo: "Arrume-se
comigo". Ainda que quando as câmeras se
fecham e ali não se tem a realidade,
elas acreditam naquilo. Os adolescentes,
as crianças buscam pertencimento e eles
têm encontrado nesse lugar cheio de
vazio, mas que estão ali
presente, entregando esse pertencimento
e moldando as novas
gerações. Quando a gente deixa o
vazio
desocupado, nós estamos omitindo e
deixando esse espaço para outro
ocupar. E esse espaço será ocupado mesmo
por alguém que não esteja preparado para
ocupar esse
espaço. E precisamos ter então
autoridade como pai, como mãe, como
família. Eu coloquei aqui algumas coisas
que nós precisamos ter. Coloquei falar
com
clareza, ter diálogo, ter uma escuta
ativa,
princípios, direção versus protagonismo.
Hoje é muito comum escutar: "Ah, temos
que deixar a nova geração no
protagonismo". Nós não devemos deixar a
nova geração no protagonismo. Nós
precisamos direcionar para que eles
possam protagonizar.
E eles não fazem o protagonismo sozinho,
eles têm a direção. Eles precisam de uma
direção. Quando eu falo sobre falar com
autoridade, como pais, muitas vezes nos
vemos eh deixando os nossos filhos
liderar
situações, porque eles falamos, olha,
eles têm uma
personalidade, eles têm espaço, eles
precisam ter o espaço. É verdade, mas
como pai, como mãe, nós precisamos
direcionar para que eles tenham esse
espaço, falar com
clareza, ter uma escuta ativa. Quanto,
quantas vezes a gente para para ouvir os
nossos filhos ativamente? ou estamos ali
apenas de corpo presente, mas a nossa
cabeça ausente às vezes respondendo ou
simplesmente falando: "Aham, entendi".
Mas não estamos aliativamente entendendo
os problemas. Falar ensinando
princípios.
Quantas vezes nós deixamos de valorizar
princípios básicos de família e deixamos
nossos filhos aprender nas redes sociais
com seus influenciadores sobre isso.
Falar com
coerência. Quantas vezes nós falamos:
"Olha, é preciso dormir cedo". Mas nós
mesmos não dormir cedo. Querido, larga o
celular, mas nós mesmos temos ali horas
e horas de consumo no celular.
A nova geração quer ver coerência. Nós
precisamos falar e ensinar com
autoridade. Não é sobre ego isso. Não é
falar aqui quem manda sou eu. É sobre um
legado. Porque nós estamos ensinando a
essa geração e as gerações futuras que
nossos filhos reproduzirão os nossos
ensinos. Eu gosto muito de quando eu
estudo Mateus e eu vejo ali quando
Cristo falava sobre as bem-aventuranças,
ensinava ali o sermão da
montanha, como Cristo falava com
autoridade. Depois de ensinar ali sobre
as bem-aventuranças, Cristo fala, falou
sobre como cuidar do ser humano, como
não julgar um ao outro, sobre a porta
larga, a porta estreita. Ele falou sobre
o homicídio, como se cumprir a lei. E
Jesus quando ensinava na palavra,
falando sobre isso, ele falava como quem
tem autoridade, porque ele vivia aquilo
que ele pregava.
E esse texto de Mateus que eu coloquei
aqui, Mateus 7:28, diz assim, olha, que
quando Cristo, vou ler na minha Bíblia,
quando Jesus acabou de ensinar todas
essas coisas, coisas que eu citei sobre
adultério, divórcio, sobre a vingança,
sobre o amor aos inimigos, quando Cristo
acabou de fazer ensinar todas essas
coisas, as multidões estavam
maravilhadas com seu ensino, porque eles
a ensinava como quem tem autoridade e
não como os mestres da lei, porque ele
tinha autoridade, ele vivia o que ele
pregava. Queridos, a gente precisa
avaliar quais têm sido as nossas ações
familiares. Eh, eu falo de uma casa que
tem três
adolescentes e
constantemente eh minha casa tem o teto
de vidro. constantemente nós precisamos
avaliar quais têm sido as nossas ações,
quais têm sido as nossas eh
decisões, criamos ou educamos. Há uma
diferença nisso. Quando a gente fala
sobre criar, é você proporcionar pro seu
filho eh situações de cuidado. Ah, ele
tem comida, ele tem roupa, ele tem uma
boa escola, ele tem uma boa eh educação
formativa. Isso é criar. Mas quando nós
falamos de educar, isso dá um senso de
presença e não terceirizar. E não
terceirizar.
Por isso, nós precisamos falar sobre
culto
familiar. Nós só
conseguiremos reerguer o altar da nossa
família e desenvolver em nossas famílias
reformas consistentes quando nós
erguermos o altar da família,
estabelecermos o culto familiar. Eu sei
que nós vivemos em momentos muito
corridos. Eh, levantamos já apressados
pro trabalho, voltamos às vezes tarde da
noite, vivemos numa correria de uma
cidade que não para
nunca, mas há um milagre
especial para todas as famílias que
buscam de joelho e adorem seus lares e
ensinam paraos seus filhos como adorar
aquele que fez todas as coisas. Culto
familiar.
É preciso reerguer esse momento em casa,
contato com a
natureza. Quantos de nós temos levado os
nossos filhos ou como família nos
dirigido a lugares de paz, lugares para
observarmos, extrairmos da natureza,
lições profundas.
Eh, outro dia levando um grupo de
crianças para conhecer eh o Museu de
Arqueologia Bíblica lá em Engenheiro
Coelho, vive uma situação muito
interessante. Ah, eu cheguei lá, é um
lugar que tem muito verde, muita grama e
eu falei: "Olha, vou tirar o tênis, vou
pisar na grama". E tirei o tênis e uma
criança chegou perto de mim e falou:
"Tia, você vai tirar o tênis, mas a
grama não vai te espetar?" Eu falei:
"Não". Falei: "Você já pisou na grama?"
Ela não, eu nunca era uma criança de 8
anos, gente. A mãe tava junto, eu falei:
"Então tira para você sentir, veja a
sensação que é". Aí eu não sei, não é
ruim. Eu falei, você vai precisar sentir
para
perceber. E quando aquela criança tirou
o sapatinho e colocou o pezinho na
grama, irmãos, ela vibrava. Ela, ai, é
gelado, ah, é gostoso. Parece que
espeta, mas parece que não. É macia
também. Quantas sensações aquela criança
sentiu? A mãe filmava aquilo ali e eu no
meu coração, na minha mente eu pensava:
"Como pode uma criança de 8 anos não
pisou na grama? Não sentiu, não teve
essa
sensação?" O olhar no
olho. Quantas vezes nós paramos para
olhar quem está ao nosso redor dentro da
nossa casa? Vivemos numa vida tão
frenética, o nosso ir e vir é tão
corrido que muitas vezes não paramos
para olhar. Os nossos filhos não
conseguem mais identificar em nós olhar
de tristeza, olhar de alegria, olhar de
preocupação. Como eles vão conseguir
aprender sobre sentimentos e situações
como essas se eles não têm visto em nós
situações como essas?
perceber as
feições e entender que que o que que
quer dizer
isso, que que meu pai tá pensando, que
que minha mãe tá pensando. E o nosso
olhar também para entender o que que tá
passando dentro do coração dos nossos
filhos, da mente dos nossos filhos.
Refeições à
mesa. Olha, meus queridos, eu venho de
um lar
simples. A gente não fazia refeições à
mesa. A gente fazia às vezes refeições
no sofá, assistindo televisão ali com a
família. Mas há um outro milagre quando
você faz refeições à mesa com a sua
família, pelo menos uma, escolha uma. Se
for difícil todas, escolha uma.
Há um milagre especial em escutar as
histórias dos seus filhos na escola. E
há um milagre especial quando você é
externa também, que aconteceu com você.
E fora que alimentar juntos. Que
delícia, que delícia. Eu sei que aí na
igreja de Olímpia vocês têm um momento
especial em comunidade e eu já
participei com vocês num sábado, break.
Que fantástico estar ali conversando,
olhando no olho do outro, interagindo,
participando. Agora traga isso para
dentro da sua casa, pelo menos em uma
das
refeições. Como é importante nós
compartilharmos as nossas dificuldades,
os nossos anseios?
Sabe, as crianças elas não, elas
precisam saber, olha, estamos com
problemas financeiros, olha, nós estamos
com problemas emocionais, porque em casa
estamos com tristeza, com angústia, é
necessário partilhar, não para
sobrecarregar a criança, não é sobre
isso, mas para que ela saiba que não nem
tudo são
flores. Vai ter momentos que a criança
não vai ter o brinquedo que ela
quer. Vai ter momentos que ela não vai
poder fazer aquele passeio que ela quer.
Vai ter momentos que o não vai precisar
existir muitas vezes,
principalmente se for envolver o a o
risco da moralidade do desenvolvimento
do seu filho. Por isso é importante
partilhar as
dificuldades, ter momentos de alegria em
família, jogos em famílias. O ser humano
precisa de
gente. Em muitos lugares que eu já falei
sobre o cuidado e o uso das telas aí, o
as dificuldades que isso acarreta,
irmãos, muitas famílias falaram: "Olha,
vou chegar, vou tirar as telas, vou
envolver agora meu filho em várias
atividades extracurriculares, vou
colocar no judô, vou colocar no inglês,
vou colocar noom, vou colocar". e foi
falando, eu falei, mas não é sobre isso,
porque isso ainda é criar, isso não é
educar. O ser humano precisa de gente. E
quando eu falo de gente, eu digo pai e
mãe. Sim, pai e mãe. Conversas em
família. Como é gostoso sentar ao redor,
contar situações, relembrar, ver fotos
antigas, ver vídeos
antigos, exercício da gratidão ou
geração que não sabe agradecer, meus
queridos, geração que não sabe agradecer
por coisas simples que tem. A
importância de não termos telas nos
quartos. E quando eu falo não termos
telas no quarto, eu não tô dizendo
somente das crianças, eu digo do casal
também, porque quão é importante
interagirmos, conversarmos ali com o
nosso cônjuge, falarmos das situações de
alegria, de tristeza, também
compartilharmos. As telas sempre ocupam
um lugar que deveria ser ocupado por
gente. A família precisa viver isso
juntos.
Os pais são representantes de Deus nessa
terra. Quando eu falo de contato com a
natureza, eu lembro do que eu li no
desejado de todas as nações, quando
Cristo, criança, ali no seu
desenvolvimento pleno, ele aprendia as
lições que havia na natureza. Já parou
para pensar nisso?
O próprio Jesus, o criador de todas as
coisas, agora como criança, extraía da
natureza as lições para aprendizado e
desenvolvimento próprio. Quando eu falo
do olhar do pai, da mãe para a criança,
eu lembro também de um texto bíblico lá
em Segunda Crônicas 16:9, diz assim que
o Senhor, quando os olhos dele passam
por por toda a terra, ele olha pro ser
humano, ele sabe das dificuldades do ser
humano, ele reconhece ao olhar o que o
ser humano precisa, os olhos deles nos
dele nos enxerga.
Quando eu digo sobre sentar à mesa,
Jesus se assentou à mesa com os
discípulos. Ele tomou o pão, ele partiu,
deu a eles, ele proferiu bênçãos sobre
as pessoas. O sentar à mesa tem milagre
nisso. Falar das dificuldades
compartilhadas quando Jesus estava lá no
Getsemman, prestes a enfrentar a cruz,
ele compartilhou da sua tristeza
profundamente. Ele disse aos discípulos:
"Olha, eu estou profundamente triste,
uma tristeza mortal. Fiquem aqui, vigiem
comigo. Jesus
partilhou daquele anseio de alma. Quando
eu falo sobre conversas em
família, eu me lembro da conversa que
Jesus teve com a mulher junto ao poço, a
mulher samaritana.
Jesus deu uma escuta ativa àquela mulher
e ele conversou com aquela mulher
sabendo quem ela era e mostrou para ela
que ele era a fonte de água viva. Porque
a conversa era
significativa, era ativa. Foi um diálogo
pensando no outro, cuidando um do
outro. Por que não podemos ter conversas
em família?
Sabe, meus queridos, todos esses autores
que eu citei
aqui, eles não são adventistas. E eu não
tô dizendo aqui que a gente não pode ler
outros autores que não sejam
adventistas, não é
isso. Mas eu vejo hoje em nossa
comunidade cristã
adventista, muitas vezes nós
flertamos com materiais bons que tem por
aí, mas que muitas vezes as suas linhas
ideológicas não condizem com a nossa
cosmovisão adventista.
Nós flertamos com pesso palestrantes,
com pessoas
renomadas que têm ensinamentos muito
bons, direções e orientações muito boas,
mas muitas vezes não condizem com a
linha, com a cosmovisão adventista.
E aí, diante de todas essas
informações, o que eu digo para para
nesse momento de sugestões práticas para
como promovermos essa reforma em nosso
lar, que a palavra do
Senhor, ela é vida digna, a palavra do
Senhor.
White no livro Educação, ela diz o
seguinte, que pesquisando as várias
partes da Bíblia, estudando, estudando
ali as relações de
textos, as faculdades mais elevadas da
mente humana são chamadas a uma intensa
atividade. Ninguém se empenha a esse
estudo deixa de desenvolver um poder
mental.
E diz mais que a mente quando ela
somente usada para coisas comuns, ela se
torna limitada,
enfraquecida e que quando ela não
forçada a compreender coisas grandiosas,
profundas, depois de algum tempo, a
mente perde a capacidade de se
desenvolver.
E como salvaguarda dessa
degeneração, nada se iguala ao estudo da
palavra de Deus. Olha que bênção isso.
Nada se iguala ao estudo da palavra de
Deus.
Irmãos, a mente de um homem, de uma
mulher, ela não decai um dia para outro
da santidade, da pureza para uma
depravação. Leva tempo isso. O ser
humano, ele leva tempo, seja para
elevação ou para degradação, leva tempo.
Mas olha, pela contemplação, isso é lei.
Pela contemplação, nós somos
transformados.
Embora a gente seja formado segundo a
imagem do nosso criador, se a nossa
mente for colocada diante daquilo que é
degradado, com certeza,
consequentemente nossa vida será
transformada e guiada por aquilo que nós
contemplamos.
Por
isso lá no Lar
Adventista diz assim que pais e
mães são os primeiros.
Então, em primeiro lugar, a ensinar os
filhos e a considerar o temor do Senhor
como princípio de sabedoria e a ensinar
os filhos a glorificar a Deus diante de
dos anjos e dos homens e oferecer ao
mundo espetáculo de uma família
dirigida, bem educada, uma família que
ama e obedece a Deus.
contra essa família nada se rebela. Uma
família que envolve assim a sua, os seus
filhos. Olha só, meus queridos, é de lei
intelectual e é natural que pela
contemplação nós somos transformados.
Mente, caráter, personalidade nos diz
isso. Nós nos
identificamos com aquilo que a gente tá
acostumado a amar e a reverenciar.
Mais uma sobre que White nos diz lá no
livro Educação como preparo, como meio
de preparo intelectual. A Bíblia é mais
eficaz do que qualquer outro livro.
Nesse texto aqui, Elen White diz que a
mente, que a Bíblia desperta a mente, as
declarações e a beleza de tudo que a
Bíblia proporciona, ela se dilata para o
conhecimento. Olha só, vocês podem ler o
texto na íntegra, eu não vou ficar lendo
todos os textos, mas ela deixa o nosso
cérebro se expandir e se formar de
maneira especial. Esse é o poder da
palavra de Deus.
A mente e a alma são constituídas por
aquilo que nós
alimentamos hoje. como como líderes,
como família, como pai, como mãe, como
tio, eu não sei se é aqui tem tio, avó,
como
líderes, fica sobre a nossa
responsabilidade, responsabilidade dos
adultos
decidirmos com que a nossa mente vai ser
alimentado e com que deixaremos a mente
dos nossos filhos a serem alimentados.
Qualquer pessoa pode escolher, mas nós
precisamos decidir sobre os assuntos que
ocuparão os pensamentos, que moldarão o
caráter das nossas crianças, dos nossos
filhos e também o nosso, visto que pela
contemplação nós somos transformados.
Meus
irmãos, eu sei que esse assunto sobre
tela é um assunto que hoje a internet
tem voltado e se voltado e falado muitas
vezes, eh, não faz pouco tempo, mas até
o governo tem
pensado em como tem sido uma influência
negativa para a sociedade. Tanto que as
escolas já fizeram aí a aboliram a
questão do uso celular, mas eu não acho
que eu eu acredito em questões por que
foi feito isso, mas nós não vamos falar
sobre isso aqui. Não que eu ache que o
governo esteja preocupado de de fato com
isso. Não é isso que eu penso, tá? Tô
falando sobre as decisões que tem tomado
e como a sociedade tem se envolvido e
preocupado a respeito disso. Mas eu
sempre digo o
seguinte, que é na palavra que nós vamos
encontrar aquilo que de fato precisamos
para ensinar e conduzir a nossa família,
aquilo que de fato vai nos trazer uma
reforma completa e significativa para
assim caminharmos em santidade com o
nosso Deus. E eu não poderia deixar de
terminar essa esse momento aqui com
vocês sem ler sobre esse texto, que é o
que eu digo, que como deveria ser eh o
amuleto de cada família para a condução
dos seus filhos, para a condução da
família. Esse texto dado para Israel lá
no tempo da servidão, onde Jesus, onde
Deus fala para para o povo: "Ouça, ó
Israel, o Senhor, nosso Deus é o
único. Ame o Senhor Deus de todo o seu
coração, de toda a sua alma, de toda a
sua força. Guarde sempre no coração as
palavras que hoje eu lhe dou. Repita com
frequência aos seus filhos.
Conversa a respeito delas quando estiver
em casa, quando estiver caminhando,
quando deitar, quando se levantar,
amarreas as mãos, prenda as a testa como
lembrança, escreva-as no batente das
portas da tua casa e em teus
portões. Meus queridos, há uma
bênção
diferente para aqueles que buscam ao
Senhor e buscam andar em santidade com a
sua família. Deus abençoe a todo mundo,
mas há uma bênção especial para aqueles
que buscam a Deus. Eu sei que nessa
noite eh todos nós procuramos como
podemos fazer uma reforma para que a
nossa igreja seja
reavivada. A nossa reforma ela precisa
ser individual para que isso reflita na
nossa igreja.
a proporção de uma igreja consagrada,
uma igreja amorosa, uma igreja que serve
a Deus, uma uma igreja que seja
missionária, uma igreja que siga os
princípios de Deus, é a mesma proporção
de como eu e você individualmente
fazemos.
Não existe uma igreja
reformada se não existir uma reforma
espiritual individual em cada um de
nós. Que Deus possa abençoar as nossas
famílias.
Deus possa abençoar a nós
individualmente. Nós temos uma tarefa
muito especial como povo do Senhor, de
sermos luz, assim como a Mari falou lá
no início, sermos um ponto de luz, de
salvação. A
Bíblia pregada sem palavra através da
nossa vida vivida aqui nessa terra. Que
o Senhor nos
habilite a ouvirmos a palavra dele,
repetirmos com frequência aos nossos
filhos, vivermos elas e brindarmos as
nossas famílias através da palavra. Que
o Senhor abençoe você, que o Senhor
abençoe a sua casa, que o Senhor abençoe
essa igreja para que a gente possa muito
em breve ver ele voltar e entregar,
devolver diante dele os nossos queridos
filhos, a nossa querida família. Que
Deus abençoe. Amém.
seu
áudio. Você pode orar para nós, por
favor? Sim. Vamos orar.
Grande Deus que estás nos céus, nós
louvamos o teu nome porque a tua palavra
nos ensina a ensinarmos com equilíbrio.
Nós louvamos o teu nome porque o Senhor
deixou escrito tudo aquilo que
precisaríamos saber para caminharmos
rumo ao céu. E o Senhor já proveu tudo
que precisávamos através da morte de
Jesus para nossa salvação. Senhor,
estamos vivendo tempos tão difíceis,
onde somos bombardeados por todos os
lugares, temos influências de tantos
lugares, mas nós queremos nos blindar e
nos escondermos na tua palavra. Abençoe
aqui cada família, Senhor, representada.
abençoe para que essa mensagem seja uma
mensagem vivida, vivenciada por cada um
de nós. E que sejamos luz para as
pessoas que também têm perdido, Senhor,
o rumo, tem perdido como deve fazer para
cuidar da sua família, orientação,
cuidado com a a orientação e o ensino e
educação dos nossos filhos. abençoe,
Senhor, para que a gente possa eh nos
voltarmos para os teus ensinos e assim,
Senhor, cumprirmos e seguirmos aquilo
que o Senhor desejou e o que o Senhor
deseja para nós. Fique com cada um aqui.
Fique com cada um em suas dificuldades.
O Senhor olha para cada um deles e
consegue enxergar o que cada um precisa,
Senhor. Por isso, atenda os desejos, os
pedidos do coração, segundo a tua
vontade. Abençoe, Senhor, mais uma vez a
nossa família. Abençoe essa igreja,
abençoe o pastor dessa igreja e toda a
liderança. Nós oramos e agradecemos em
nome de Jesus. Amém.
Gente, gostaria muito de agradecer a
você, professora Ana Paula, por ter
estado conosco hoje. Essa mensagem foi
uma bênção para nós, que agora como
famílias nós possamos a cada dia colocar
em prática, né? E que essa seja uma
primeira vez de muitas que você estará
conosco, porque foi muito bom, viu? Que
Deus abençoe muito e continue
capacitando, tá bom? E nós esperamos
vocês eh na próxima quarta, né, no mesmo
horário, às 20 horas. Vamos falar agora
sobre reavivamento e missão. Eh, tem
sido uma bênção esses temas para nós,
né? E sábado às 10 nós temos o
Desvendando a Bíblia, Escola Sabatina
Infantil, o nosso culto e todos estão
convidados para estar conosco na rua
Baloarte 654. Deus abençoe a todos. Um
bom restante de semana.

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