SOBRE A LIBERDADE: HOMENAGEM A PEPE MUJICA
14/05/2025
SOBRE A LIBERDADE: HOMENAGEM A PEPE MUJICA
Pix: [email protected]
Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Ola, minha gente, tudo bem? Eu espero, desejo que sim, do fundo no meu coração. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas e muito bem-vindos ao nosso canalzinho. E eu gostaria hoje de fazer um pequena homenagem e reflexão a partir da vida do Pepe Murrica e o tanto que ele impactou a minha trajetória. Então, eu sou sou e serei eternamente grato à passagem desse cara pela terra por ter contribuído tanto com a luta popular, com a nossa compreensão de mundo e com algo que para mim é fundamental, que é o exemplo, a conduta. Alguém pode falar umas palavras muito bonitas, fazer belas construções poéticas, narrativas, argumentativas e nos fazer refletir e pensar muito sobre a realidade de maneiras. Mas pessoalmente, né, para mim o que vale é o exemplo, o que vale é a conduta. Eu acho que ela dá conteúdo pras palavras, ela dá conteúdo para para aquilo que é dito. Sem uma trajetória em que o que você faz, como você age, como você atua, esteja conectado com aquilo que você acredita, com aquilo que você professa, né? sem essa conexão. Para mim, as palavras perdem muito do sentido, muito do valor e é algo que para mim é muito importante. Falar é uma ação. Falar é algo eh que não é desconectado das outras atividades que nós fazemos. A crítica ao demagogo, aquele que fala, que performa, né, diz algo, eh, que pode ser bonito, pode ser interessante, mas que não tem conteúdo, não tem substância, não tem vida para ser apresentada naquela palavra, tá? Tem sua raiz nessa desconexão dessas duas ações, né, de um modo de conduzir, de atuar com as mãos, com a vida, com o corpo, com as relações e outra que é atuar com a fala, né? eh o grande, a grande crise que tem entre o papel do ator, né, se ele está ou não falando a verdade e várias reflexões que nós podemos trazer aí do âmbito da arte, do âmbito da dramaturgia, da poesia, das músicas e pra conduta de vida e como e das relações, né, entre o autor e a sua obra. E no caso de uma pessoa que tem uma atuação política nas vidas das na vida comunitária coletiva, como Pep Murrica tinha, a conexão entre o autor e a obra não é uma questão daquilo que ele diz ou daquilo que ele produz em sua poesia, em sua música, em sua arte e o modo como ele conduz a vida. Porque a vida, na verdade, ela tá imediatamente conectada com aquilo que ele tá falando em público, como ele atua, como ele age, como ele executa sua função de poder na posição que ele tem. Então, acho que isso é muito interessante da gente considerar e da gente refletir um pouco sobre, né? E no caso o Murrica, ele teve um impacto muito grande na minha vida, no modo como eu compreendo o mundo. Eu acho que ele foi uma das peças fundamentais, assim na minha virada de radicalização ou no início dela, né? Eh, foi no começo da minha juventude ali com 19 anos, mais ou menos, hoje com 35. Eu tenho muita clareza disso. E ontem quando eu fiquei recebendo da notícia dele, do falecimento dele, da passagem dele, eu eu não tive muito tempo que eu tava trabalhando de parar para refletir. Eu e aí no caminho de eu volta para casa, eu comecei a fazer algumas reflexões, comecei a pensar um pouco do tanto que ele teve impacto na minha trajetória, do tanto que ele me ensinou, especialmente quando ele falava sobre liberdade. E pra mim foi muito importante ouvir ele falando sobre liberdade, porque era algo muito material, muito vivo e que tinha sentido, me colocava com o pé no chão e que se conectava também com coisas que eu aprendi na minha vida, né? Então fazia todo todo sentido e e como ele conduzia a vida dele de um modo coerente, né? Então ele falava sobre liberdade de um de uma determinada maneira e vivia de maneira adequada. você fala: "Pô, tem coerência, tem coerência prática entre o ato da fala e o ato das relações humanas e o modo como ele tá organizando ali o sua posição no mundo. E isso para mim foi muito marcante. Ele foi muito marcante e segue sendo." Eu comecei a ler Marx de outra maneira depois do Murrica, porque com muita simplicidade, muita objetividade e de maneira muito sintética, ele conseguia reduzir pensamentos muito complexos que a gente tem na nossa teoria para compreender esse mundo, porque esse mundo é complexo e não adianta eu simplesmente fazer frases soltas e simples. Mas se você tem esse essa bagagem desse conhecimento mais complexo e alguém chega com uma frase de maneira sintética, de maneira clara, te apresenta aquilo ali condensado, né? Que nem quando você faz, vai fazer por um perfume, vai produzir um ou algum produto cosmético, você precisa daquele elemento concentrado, né, numa essência, tá chamando das essências. Se você pegar aquele perfume, aquele cheiro, aquele aquele elemento e condensar ele e usar uma gotinha daquilo ali dentro de uma série de outras coisas, faz aquele o ar todo ser permeado por aquilo, o ambiente todo ser tocado, né, de alguma maneira por essa pequena gotinha. E o e o o Mjica tinha esse dom, né, de pegar coisas extremamente complexas e lindas e tal e transformar nessa gota que é essencial. E quando ela encosta nas demais coisas eh que compõe esse perfume, no caso, uma reflexão sobre a vida, uma reflexão sobre liberdade, uma reflexão sobre o trabalho, a própria teoria e o pensamento crítico da realidade social faz as coisas ficarem muito bonitas, né? E com sentido, né? com sentido. O Murrica dava sentido pelo exemplo e por aquilo que ele falava e como ele agia e as coisas estavam conectadas e coerentes. E para mim isso é algo muito muito muito importante. Mas diretamente ao ponto e sobre essa reflexão de liberdade que me impactou muito, foi uma vez que o Murrica disse o seguinte: "Liberdade é ter tempo para fazer o que te motiva." Liberdade é você ter tempo para poder fazer aquilo que te motiva. Eu vou falar uma última vez que é para adentrarmos nessa profundidade. Liberdade é ter tempo para fazer aquilo que te motiva. Parks na ideologia alemã, quando ele escreve junto com Engels esse texto, que é uma passada limpa com a filosofia alemã, com a tradição da filosofia alemã, do idealismo alemão, de maneira muito crítica. lá no meio, ele, aliás, bem, na verdade, nem no meio, acho que é bem no começo, inclusive, ele fala assim, eh, que que seria esse sonho, né, de você ter uma outra sociedade, um outro mundo. Quando ele faz esses pequenos devaneios, ele fala: "Cara, ter tempo de manhã ir pescar, trabalhar à tarde ali umas horas, fazer não sei o quê na na hora da eh passear no campo, ir no parque depois no fim do dia e chegar em casa e discutir metafísica no jantar. Você trabalha, você realiza suas funções, mas você tem tempo, tem tempo para fazer aquilo que te motiva, aquilo que te anima, aquilo que você gosta, seja caminhada, seja pesca, seja ali você poder discutir metafísica no jantar. Então essa esse conjunto de frases, né, que estão no meio do do processo de maneira muito poética nessa nesse texto de Marx e Engels, dá um toquinho do que que é isso, né, de liberdade ter tempo para fazer aquilo que te motiva. Mas a gente vai mais do que isso. No mesmo livro da ideologia alemã, Marx e Engels dizem assim: "Para fazer a história, o ser humano precisa estar em condições de fazer a história. E para mim esta frase resume o que é uma crítica materialista decente, tá? ou pelo menos a porta de entrada para você começar a perceber o mundo de modo materialista, para você poder fazer a história, para você realizar aquilo que você acredita, para você poder praticar seu culto, para você poder cantar sua música, ir num show, fazer um uma poesia, viver da arte ou curtir arte, assistir um filme, qualquer coisa que você for fazer que te motive e que realizar a história, construir a história, você ter a sua história, você ter a sua trajetória, você precisa estar em condições de fazer isso. Sem essas condições não há história. O ser humano precisa de condições para poder realizá-la. Então, para eu poder pensar o mundo, primeiro tem que ver quais são as condições que nós temos para poder viver e viver bem, desfrutar, construir história. E a liberdade entra nesse bolo, porque a liberdade, a vivência da liberdade, ela não é feita no nada. Ela não é pelo que eu acredito, pelas minhas intenções, pelo que eu gosto, quais são as condições que me dão para poder ser livre. E no caso para eu poder fazer aquilo que me motiva, aquilo que me anima, aquilo que me dá tesão de apegar nessa vida e falar: "Eu quero vivê-la". Como diria Emanuel Levinas, uma frase muito bonita dele, é morder a vida com todos os dentes. É isso, entendeu? Liberdade como você dar uma dentada nessa vida com todos os dentes e com toda aquela vontade, tá? Eu lembro de de moleque, a gente subia para pegar manga e a gente subia, pegava manga, tal, descia assim e molecem, né? E a gente descascava com dente ali mesmo e dava aquela dentada, mordia aquela manga boa numa tarde quente e você, pô, que da hora tal. liberdade, mas a ideologia que justifica, mantém, reproduz esse modo de produção, faz com que a gente se submeta a ele com muita facilidade, reduz liberdade a você fazer o que você quer, como você quer falar, qualquer grosélia que você queira, né? simplesmente o que eu acho ter liberdade de sair falando qualquer grosélia, eh, eu poder comprar e vender, é eu viver dentro desse mercado em que eu não tenho necessariamente condições de viver e fazer aquilo que me motiva. E aí essa discurso de liberdade esvaziada, sem muito conteúdo, ele também se alinha a uma manutenção de exploração do trabalho, do seu tempo, do meu tempo. Qual o meu tempo de vida? Qual o seu tempo de vida? Quanto tempo você tem para poder fazer aquilo que te motiva? Quanto tempo você tem para poder desfrutar da vida? Não para você comprar. E aí é uma outra coisa que o Mica sempre dizia, não dá para ir no mercado e comprar tempo de vida. Não tá disponível ali uns minutos. Tempo de vida a gente não compra, ele vai embora. E boa parte da nossa vida está sendo consumida no trabalho e não trabalho como realizar aquilo que cria condições para a reprodução da nossa vida. Trabalhar é isso, é utilizar um projeto, os meios disponíveis, os insumos que nós temos para produzir aquilo que é necessário para produção e reprodução da nossa vida. Isso é trabalho. Trabalhar pra gente poder ter condições de viver. Só que esse trabalho para ter condições de viver, ele não exige 12 horas do meu dia, 16 horas do meu dia. Quem exige isso é o trabalho social, socialmente combinado, dentro de um determinado modo de produção específico. E não seria necessário tanto tempo de trabalho, jamais. E aí que tá o ponto, o trabalho necessário para manutenção, reprodução e mesmo desenvolvimento da vida em sociedade, ele exige muito menos horas. e ser tão produtivo quanto e realizar tanta atividade quanto e poder empregar mais mão de obra disponível e a gente poder ter uma maior circulação de pessoas trabalhando empregadas ocupadas. Uma coisa é ocupação e o trabalho que eu realizo para produção social, que nós chamamos chamamos de emprego. Outra coisa é o trabalho que eu realizo para produzir e reproduzir a vida e para viver bem. E aí, nesse nessas compreensão da distinção que é o trabalho necessário para a produção social e o que é o trabalho necessário para que nós possamos viver e reproduzir a nossa vida e desfrutá-la e morder a vida com todos os dentes, a gente vai conseguir perceber o que é essa tal dessa liberdade que o Mugica chama atenção para dizer ser livre é ter tempo para fazer aquilo que te motiva. Sabe quando dizem assim, se você trabalha, né, se a sua profissão é no no lugar que você gosta, fazendo aquilo que você gosta, você nem trabalha, nem sente isso. Cara, a ilusão dessa frase ou a ilusão dessa compreensão é porque não distingue o que é a função social do que é o o o trabalho fazendo aquilo que você gosta, aquilo que te motiva, que garante a reprodução de vida. Eu adoro dar aula. Adoro dar aula. Adoro, adoro ser professor, adoro poder contribuir com a formação das pessoas. Mas quando isso se converte em emprego para produção social e dentro da reprodução social, sem clareza do que tá acontecendo, em que eu sou super explorado enquanto profissional da educação, o tesão por dar aula vai lá embaixo. E eu poderia fazer qualquer outra coisa, trabalhar 4, 6 horas por dia, trabalhando como profissional de qualquer outra coisa, mas eu tendo tempo para poder dar participar com como educador popular, tendo tempo para poder dar as aulas que eu gosto, sem necessariamente receber por isso. Não, trabalho, recebo meu salário, contribuo socialmente paraa produção e manutenção desse sistema social que a gente poderia viver e tal. e dou aula, dou educação popular, participo na igreja, formo o pessoal na igreja, tenho tempo para tá brincar com a minha filha, chegar em casa e ter tempo para me assentar, estou em casa. Pronto, agora vamos viver aqui a nossa vida doméstica, nosso cuidado, nosso carinho, um amar o outro, tem tempo para assistir filme, para assistir série ou para escrever uma música, para cantar, para desfrutar e aproveitar essas potencialidades que a gente tem de querer fazer um monte de coisa. Nós gostamos de viver, a gente gostaria de viver. Só que esse gostar de viver esse esse apego pela vida vai sendo destroçado à medida em que a exploração do trabalho aumenta cada vez mais e não é de um trabalho que seja produtivo e reprodutivo de vida, senão um trabalho socialmente determinado dentro do modo de produção capitalista que trata você como uma mercadoria que se vende, que rouba e explora o seu tempo de vida para fazer capital e não necessariamente para garantir condições para que nós possamos fazer a história com relativo autonomia. Então, ter tempo para fazer aquilo que motiva, como essa frase do Mugica, alterou completamente a minha percepção sobre a realidade. E era engraçado porque o pessoal dizia que ele era um cara pobre, né? Ah, o Mujica é o presidente mais pobre do mundo e ele: "Eu não sou pobre". Falou: "Cara, eu vivo numa casa simples, trabalho e faço aquilo que eu gosto também. Tenho tempo para cuidar do campo, dou minhas aulas, fico com a minha companheira, faço minhas poesias, escrevo meu meu meus livros de poesia, contribuo de alguma maneira, eu faço o que eu gosto, faço o que eu amo e a gente também tem esse trabalho, essa função social. E eu não preciso de muito mais que isso. Eu eu consigo viver bem, eu estou desfrutando da vida, fazendo aquilo que me motiva. Nem tudo é uma questão de troca, de venda, de consumo, de mercadorias. Jamais. Esse não é um mundo de liberdade em definitivo. E eu não sei se vocês perceberam, eu falei muito sobre liberdade, sobre trabalho e sobre tempo. E aí eu vou querer queria ler com vocês. Isso aqui é a minha tese de minha dissertação de mestrado e virou livrinho, né? Então, fundamento da corrupção. E aí na dedicatória, eu fiz uma dedicatória que no dia da da da defesa, na banca final, uma avaliadora falou: "Olha, eu eh já gostei desde da dedicatória, já me ganhou para ler essa tese e ela falou: "Uma dedicatória que mostra que marxistas também amam e que dá para falar de amor com teoria marxista". E essa dedicatória aqui, ela surge exatamente porque eu li um pelo impacto do Mugica na minha vida e de como entender o que significa trabalho dentro dessa outra percepção da realidade mesmo. E aí eu escrevi o seguinte, eu compartilho com vocês porque isso é fruto desse impacto. O trabalho que gera vida é trabalho que produz excedente, um produto que garanta não apenas a subistência de um indivíduo, mas que traga consigo frutos capazes de alimentar toda a comunidade próxima, interdependente. Trabalho que gera vida é trabalho para alguém. O fruto do meu trabalho é de quem tornou esse para alguém em uma experiência determinada com sentido, fonte de significado, um destino. O fruto do meu trabalho é para a magrinha mais linda desse mundo. Minha fonte de vida, Bruna. Farei de tudo para que viva, que é a minha companheira, Bruna. Trabalho para alguém, cara, mas não como mercadoria pro meu patrão e pelo meu chefe, pra comunidade, para relações próximas, pra vida, fazendo o que me motiva, para quem me motiva, para que a gente possa viver e desfrutar da vida de verdade. É isso, poder fazer coisas que não é para poder ter dinheiro para comprar alguma parada. Apesar desse mundo nos obrigar a fazer assim e viver assim, mas é entender que é há algo para além do emprego, há algo para além do dinheiro. Eu não sou uma mercadoria e eu gostaria de viver nesse mundo tendo tempo para fazer aquilo que me motiva, mas cada vez mais eu tenho menos tempo, porque cada vez mais nós somos mais explorados, estamos mais condicionados. E até quando nós estamos nos entretendo, por exemplo, assistindo um vídeo aqui no YouTube, somos tratados como alguém que é fonte de renda. para uma empresa e dentro da tal da economia da atenção, fazendo com que até o nosso momento de entretenimento e de paz se torne algo de exploração de dinheiro, de exploração de riqueza, de exploração do nosso tempo de vida e que rouba o nosso tempo de vida. No doutorado, esse ainda não virou livro, tá? Envias da em nome de Jesus. Amém. escrevi o seguinte: "Haz sentido no trabalho quando este garante a reprodução das condições de manutenção e desenvolvimento da vida. Hoje meu trabalho tem sentido por estar ligado à sua vida. Esse trabalho e tudo que tornou possível tem sentido por você, Luna, minha filhinha. Farei de tudo para que você viva. Eu quero ter tempo e liberdade para que a minha filha possa viver e ter condições de realizar história. Eu quero ter tempo para fazer o que me motiva cuidando da minha filha. E que esse tempo de cuidado seja um tempo que me motiva também. E eu acho que vocês também gostariam disso, que as nossas relações fossem tempos produtivos e reprodutivos, bons, que a gente se sentisse livre. Isso não é uma responsabilidade individual, minha ou sua. Ela é nossa enquanto comunidade, enquanto sociedade, enquanto trabalhadores e trabalhadoras que são interdependentes e que cada vez mais precisam tomar as rédias da história para que a gente garanta tempo de qualidade para fazer aquilo que motiva a gente e as próximas gerações. Isso é muito importante, muito, muito importante. E eu agradeço muito, muito Pepe Bugica por sua vida, por ter sido um testemunho, né, viver por aquilo que acredita efetivamente, pela conduta, por dar sentido para aquilo que diz, não só pelo que diz, mas como vive. E isso ensina, inspira, motiva, é exemplo e acho que traz conteúdo pra gente também poder alterar as nossas condutas, nossa maneira de viver, de perceber a vida e saber pelo que para quem lutar. Beleza? Espero que vocês tenham curtido esse conteúdo aí. Eu esqueci de falar isso, nem era para falar também, porque isso aqui é uma homenagem, mas curte aí, comenta, espalha a palavra, divulga por aí. Quem puder dar uma comentada aqui para para para dar aquela engajada, olha também aí a chave do Pix às vezes tá perdida na descrição. E além disso, e tem os cursos que a gente tá lançando aí pro pessoal que é da membresia aqui do canal, tá bom? Espero que vocês tenham curtido. Fiquem bem e a gente segue se falando ainda que a distância e por meio de vídeos no YouTube. Valeu, minha gente.