TUDO DE ERRADO COM THE LAST OF US – TEMPORADA 2 | CONTEMPORAMA #093
29/05/2025
TUDO DE ERRADO COM THE LAST OF US – TEMPORADA 2 | CONTEMPORAMA #093
É ISTO! Matheus, o Japa, Guilherme Iamarino, Yago Martins e Raphael Xavier se reúnem para conversar sobre a segunda temporada de The Last of Us! Realmente foi tudo muito ruim? Há coisas boas? Por que as pessoas não gostaram?
Tudo isso e muito mais neste episódio
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
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Com grandes poderes vem grandes responsabilidades. Poderes cósmicos, terabites infinitos, dobras temporais, velas aromáticas e jantares românticos. Tudo o que o nerd sempre desejou em um só lugar. Junte seus neurônios, pegue seus son de ouvido, mantenha as mãos e pés dentro do veículo e se prepare para nunca mais pensar da mesma forma, porque é isso que acontece quando dois pastores e um seminarista se reúnem para discutir cinema, séries e cultura. Você está ouvindo? Contemporama. Este programa é uma produção, dois dedos de teologia. É isso. Estamos mais uma vez nessa semana do Contemporama falando da segunda temporada de The Last of Us. Olha só, chegamos, chegamos à segunda temporada. Eu sou Mateus o Japa aqui comista ócando a música. Ten que falar bastante porque minhas filhas estão dormindo. Eu não posso tocar. Tinha vontade de tocar música. Se apresenta aqui, por favor. Meu nome é Guilherme. Muito prazer. É isso. É isso. E também um fã. Um fã que tem se mostrado muito fã. que é impossível de desgostar das coisas que vê ele. I believe in Bella Hams supremacy. Ah, não. Já comecei a ficar estressado já com gravação. Briga. Excelente atriz. Excelente atriz. Casting maravilhoso. Bella Ramsy. Nossa, Casting é muito gole. Um brinde. Um brinde de Monster prata. E de novamente com a gente, mais uma vez completando a mesa para falarmos de The Last of diretamente de Terraistas. Ele, cara, eu aqui que venho representar a nação PlayStation e dizer que o que fizeram na segunda temporada é um crime, tá bom? É um crime. Não tem outra palavra para definir isso aí, não. Já começamos, já começamos. chegaria desde o começo. Já começando. Deixar claro que não fui eu que escolhi o convidado, não fui eu. Eu queria chamar uma outra pessoa que odiou muito, que odiou mais ainda. Podia podia podia ter um vídeo do Rafa contra 25 pessoas que gostaram de L. Cara, vamos, vamos fazer acontecer. Olha, olha. Eu não sei se tem 25 pessoas que gostaram de Legend Plus. Vamos convidar aí, tá? Muito mais fácil colocar Iago contra 25 pessoas que não gostaram. Tem que ser eu contra 25. Exato. Eu acho que esse aqui vai ser não. Eu acho que esse podcast vai ser eu contra três que não gost possivelmente. Ó, vamos lá. Só para deixar claro aos ouvintes, já tem spoiler desde o início, então se você não assistiu a segunda temporada, você vai lá assistir. Nós também já fizemos outro episódio falando só do jogo, então tem aí outras coisas para você conversa sobre a série. Mas aqui foi spoilers, neste canal, neste canal 2Dologia, temos análise episódio a episódio de todos os episódios. Verade, dizem as má línguas que as análises são melhores com os episódios, certo? Então, pô, disparado aqui, eu faço a defesa do advogado do diabo aqui. Disparado. Tá bom, tranquilo. Aí, então, não assista a série, assista a análise, você vai sair, ó, abençoado, abençoado. Mas é isso, galera. Vamos começar. Vamos começar, tá? Segunda temporada de Last of Avance, adaptando o segundo jogo. É, muitas expectativas, a gente falou também disso no último episódio sobre como a gente imaginava que algumas coisas poderiam ser, etc, etc. E vamos lá. assim, falando por mim, começa excelente, tá? Eu acho que começa bem assim a série. Eu tava tava feliz ali e sinto que as coisas desandam mais pro meio. Que que vocês sentiram da temporada como um todo, vou começar, já que eu sou o único que vai falar bem. Deixa eu começar aqui. Eu acho que a primeira temporada ela é mais consistente. Eu acho que existe consistência maior. Eu gosto do termo que o nosso querido Gerandi usa. Infelizmente ele usa num contexto que vai esculhambar a segunda temporada, mas ele fala que a primeira temporada flerta com a perfeição, não é? Ah, eu vou concordar. Eu acho que a primeira temporada ela é muito boa, tem uma história muito coesa, ah, e os episódios são muito consistentes assim na sua qualidade. Esse, essa segunda temporada, na minha leitura, é mais inconsistente. Você tem momentos, para mim melhores do que momentos da primeira temporada. Então, para mim, episódio dois, por exemplo, é Supremacy. Segundo episódio, ele inteiro, inteiro, inteiro. Não, de novo, vou falar aqui uma declaração, uma coach muito forte, tá? uma aspas muito severa. Mas o segundo episódio dessa segunda temporada é talvez um dos melhores episódios de qualquer coisa que exista em termos de episódio de seriado. Não, a tá cara, tá no nível para mim batalha, bro. Cara, esse esse energético tá batizado. Esse energético tá batizado. Emocionado. Cara, o segundo episódio é maravilhoso, cara. É incrível. O segundo episódio não é bom. Bom, não é bom. Tá maluco, cara. É bom, cara. O roteiro é excelente. Aquela invasão de Jackson é é aquilo é cinema, pô. Aquilo ali é batalha dos bastardos, pô. Tá nível batalha dos bastardos para mim. Jones excelente. A história, o tempo me dará razão. Ó, vamos lá. Vamos lá. Eu preciso de alguém. Eu precisava de alguém para me ajudar nesse episódio. Estou sozinho. Uma ovelha. Muda o matadouro. É fato o quê? É fato. Eu entendo, eu entendo o que você falou, mas eu não concordo. Mas assim, é fato seria a única pessoa racional nesse seriado, nesse nesse eles eles tentaram e fizeram um bom trabalho assim, cara. Eu eu nesse sentido você ouve até os making offs depois eles estavam falando de não pela escala, por tudo que a gente queria fazer. Não, incrível. A invasão de Jackson é perfeito aquilo ali, cara. Incrível. É realmente muito legal e não tem no jogo, né? Inclusive isso é um negócio legal de falar. Você ouve falar, mas não não aparece. Exato. É total uma construção que eles deixaram na série, o que eu achei que foi muito bem colocada. Eu acho que o Tomy, nesse sentido, como o personagem dentro de Jackson, ali, ganha uma camada que no jogo ela não é tão explorada assim e todas aquelas relações ali dentro acabam criando mais vida nesse sentido, porque o jogo para quem não sabe só focar mais na L mesmo e nessa busca dela e e aí então não mostra esses outros personagens. Isso para mim foi um um grande assim uma grande inclusão na na nesse episódio. E aí fica esse o tempo inteiro, né? O Joel de um lado, atenção ali e a tensão em Jackson e os dois in os dois in. Cara, isso foi realmente muito bom. Eu não chego cara, a ironia dramática, a ironia dramática do episódio é muito poderosa também, não é? que você sabe do perigu que tá vindo, os atores lá não sabem e essa tensão cada vez mais crescente e o payback no final da morte do Joel, cara, aquilo ali é visceral, é bem feito, é bem adaptado, bem atuado, é é incrível. E eles, nossa cara, não aquilo ali não tem como não, aquilo ali é muito bom melhor episódio da temporada e para mim o episódio famoso, o querido episódio do flashback, não é? em que eles voltam com o Joel, voltam com a L, mostram esse progresso, essa essa contagem regressiva da derrocada desse relacionamento também. É um episódio muito bonito, muito bonito, muito poderoso, ah, muito tocante, assim, claro, quando quando o nosso querido Pascal Pascalzito entra em cena, o cara é um desbun de atuação, né? O cara é gênio. É gênio, muito bom. E a L atua muito bem também, porque a L, a L criança é para mim é o melhor que a que a Bela Ramos tem para dar ali. Ela é muito boa nesse processo. Essa da rocada é muito ela mais infantilizada, né? Ela mais infantil, assim, ela. Eu acho que são os dois melhores episódios da temporada de longe. Ah, o primeiro episódio é um episódio de setup ali, ele é um pouco mais lento, mas ele tem um um poder narrativo ali de beleza, vamos lá. Eu acho que essa dobradinha primeiro e segundo episódio, é é perfeito assim para mim. Ah, quando chega quando a gente chega nesse finalzinho que a gente tem, eu não, eu teria que olhar agora o meu erro não ter o o qual é o episódio do flashback é qual? O sexto. É o sexto. Beleza, beleza. Não, não. Acho quando a gente tem o sexto. É o sexto. Só tem sete episódios. É o penúltimo, né? É o penúltimo. Isso. Beleza. O, eu acho que a dobradinha também quinto e sexto episódio são episódios muito bons quando tem a tortura da nora, ah, esse episódio de flashback. Eu acho que último episódio também é episódio bom, apesar de ter umas coisas dele que eu não gosto, acho que tem um problema de montagem nele que me irrita um pouco. Ah, mas também são três episódios muito bons. Eu acho que a série cai muito no terceiro e no quarto. O terceiro e quarto são muito ruins, assim, muitos são episódios muito lentos, fracos, tem uns problemas de desenvolvimento que a história não avança muito bem. E aí eu acho que a história do jogo consegue ser muito melhor que a história da do seriado nesses dois episódios aí que dá um um vácuo de qualidade para mim. Mas os três episódios para mim são episódios que avançam muito bem a história ou aprofundam muito bem os personagens, apesar de um outro defeito, uma outra escolha narrativa mais polêmica. Mas aí a gente tem que avaliar e é o que a gente vai fazer aqui, né? a avaliar essas escolhas, os caminhos foram tomados e o que eu acho que foi que é o grande problema de L of que é sofrer da maldição da adaptação, né? É a maldição da adaptação. Hoje a gente ama Senhor dos Anéis. Senor dos Anéis foi odiado por muitos fãs dos livros porque ah, corromperam a obra do token, né? Nossa, do nada, do nada. melhor adapta forçar uma adaptação é desproporcional isso. Melhor adaptação de todos os tempos. Foi odiado por muitos fãs. Foi ou não foi? Eu vejo até hoje gente falando filmes. Mais proporcional cara tem estou estabelecendo aqui um ponto. Famosa maldição das atratações. Harry Potter foi odiado. Oiado pelos por muitos fãs e até agora tem muitos fãs contra a existência do seriado que nem foi feito ainda, entendeu? Pô, e que tem o trio. O trio lançou aí, lançou agora, lançou agora. Então assim, existe a famosa maldição da adaptação. Eu acho que Delov sofre da maldição da adaptação, porque como eu falei antes da existência da primeira temporada, The Last of Us para mim sempre foi uma experiência inadaptável, porque algumas coisas são poderosas como são por causa da mídia que tem. Ok? Então assim, por que é que Delash of Us 2 é perfeito? Porque você joga. Uhum. É isso. Para mim é como se alguém tentasse fazer um live action de Francio e Labirinto. Por que que Franço Labirinto é tão poderoso? Porque audiodrama é um audiodrama sobre um detetive cego. Então você tá emulando a experiência de cegueira porque você não tá vendo. Se você faz em vídeo, perde todo aquele processo, você não enxergar nada. Então, para mim, o que é o que é grandioso da história de L of não é simplesmente a história, é o fato de que eu jogo com o inimigo, que eu entro na pele do inimigo, que eu controlo o inimigo e eu com os meus dedinhos tô participando daquele negócio. Essa é uma experiência que antes da da antes da primeira temporada eu já dizia isso é impossível de adaptar, não tem como. Por isso eu até achei que eles não iam seguir a estrutura de dias na segunda temporada de fazer primeiro a história da L, depois a história da EB que eles fizeram e para mim, para mim é a pior decisão adaptativa possível. Eu acho que eles tinham que se afastar mais do jogo. Eu acho que parte da minha do meu problema do Lash of Us é a tentativa de estar mais próximo do jogo no que é inadaptável. Eu acho que faltou coragem em se afastar um pouco mais. Eu acho deixa coragem demais. Teve coragem e pô não tem coragem. Bem, mas coisas que se afastaram do jogo, mas o problema, o problema, vamos tirar aqui o elefante da sala, o problema é a L e é só isso. O problema é L. Não sei, não sei. Eu não, eu não calma aí, cal. O problema é a L, é a personagem principal que é onde gira o jogo todo. É. É. Não, mas vê só, a Dina, vamos lá. Para mim a Dina tá melhor na série. E eu sei que vou deixar todo mundo falar. Vou deixar todo mundo falar porque eu sei que você trucidade desse episódio inteiro. Então tô vomitando que eu posso no começo. Mano, eu tô anotando seus pontos para eu discutir um por um quando chegar a minha vez aqui. Vai falando tô sentado a mesa comigo vai ter réplica. Vai ter tréplica? Vai dar. Eu vou ficar calado pelos próximos pelas próximas uma hora, só só sendo humilhado. Então eu vou vomitar aqui. Tá bom. A Dina tá melhor na série do que no jogo. O Jess tá melhor na série do que no jogo. Muito melhor adaptado. O Isaac melhor na série que no jogo. A Tes melhor na séri jogo. Falando em primeira temporada. Cara, tá, o Joel para mim tá melhor na série que no jogo. O Joe já era grande. O Joe já era grandioso, mas tá muito bem, muito bom. Tá, tá muito digno. Hum. Todo mundo foi melhor adaptado. Quem é que gerou uma polêmica maior? A Bella Romstey. Por uma série de motivos justos e injustos. A parte injusta é porque ela é feia, coitada, parece o Marquito, certo? E aí de graça, isso é o fator, a gente tá, eu não graça esse comentário e ele falou no início do episódio, eu sou da Bella Ramela. Creio Bella Ram porque, cara, nós temos excelentes atores que a gente gosta, que são horrorosos também, são homens, ninguém se importa, certo? Mas aí mulherage, um abraço para você. Você é um bom ator, gostos. Cara do neg, pelo amor de Deus. O cara parece que apanhou da mãe, entendeu? Ah, tem um monte de cara brucutu aí que é feio. Daniel Craig horroroso, né? Era o 007, pô. Entendeu? O então assim, a gente tem atores feios que excelentes atores. Mulheres não tm esse direito, né? A Bella Ramson não é bonita, não é, não é uma atriz bonita e isso importa. O Gaveta fez um vídeo excelente sobre isso, nosso querido Gavetinha sobre ela. Ela é atriz feia, ela não é uma musa, como a gente tá acostumado a ver nas personagens femininas. Isso importa em algum sentido, porque a gente vai pra arte também em busca de algum tipo de de padrão de beleza e coisa do tipo. Mas ela, na minha opinião, é uma excelente atriz desde o Game of Thrones, desde a primeira temporada. Ela entrega um trabalho dramático muito bem feito. E aí o vídeo do PH Santos, que saiu também essa semana falando sobre a série completa, mostra muito isso com exemplos, não é? dela fazendo uma excelente atuação como L. O grande problema é ela foi muito mudada do jogo pra série. As motivações mudaram, os processos mudaram. Para mim o problema é, e aqui vocês vão querer me matar, mas eu vou dar o braço para vocês já já. Certo? Então, calma aí. O arco da L no jogo de ser alguém que morreu Joel e entra no rampage de vingança pro fundo é massa. Gosto, prefiro. Eu até prefiro essa L do que a L da série, certo? Tô com vocês. Prefiro essa L do que a L da série. Mas eu acho que essa L não era uma L boa pra TV. Não é factível em termos de assistir. É factível em jogabilidade. Jogabilidade é legal. Eu tô jogando, controlando um personagem que tá num repe de ir a um bezerker do mal. Quando eu entro no seriado, o que é que o seriado quis fazer? Um desenvolvimento dessa L que vai desenvolver isso, que vai entrar no processo com outros sentimentos juntos, com outros momentos. Eu acho que esse processo de adaptativo era necessário, tinha que ter essa adaptação de uma hélice. E aí, esse é o problema. Eu acho que esta L adaptada tem menos graça, é menos legal, atrai menos do que a L do Rampage maluco do jogo. Esse processo de adaptação tinha que acontecer. Não, não é não. Imagina seente sai louca, ah, vou sair matando todo mundo. Você tinha dois episódios e acabou, entendeu? Você ia ter duas temporadas, é o fim do jogo, o fim do seriado, né? Você não tem desenvolvimento de personagem, ela não sai do ponto A, ponto B em termos de de caráter, de de sabe, de progresso. Eu acho que a ideia foi muito boa. Meu problema não é com a ideia. Meu problema com a execução, eu acho que não foi executado a contento. E aí você pega o melhor jogo da história e você transforma numa numa série em que o personagem principal só é só é OK, entendeu? E aí tem lá seus conflitos, suas inconsistências e tal. Para mim continua sendo uma série muito excelente, sabe? muito boa, muito boa. Continuo fã da série, mas eu entendo o desconforto de alguns fãs em ver essa adaptação não ser não fazer jus, não é aquilo que você esperava da L como personagem principal. Mas aqui, ó, aqui já coloquei meus minha minha minha declaração. Agora vou sentar aqui e apanhar calado pela próxima hora. Depois desse paper apresentado, agora nós Estou maluco. Estou maluco. Estou maluco. Eu estou maluco. Tá. Não, não. Marina, me ajuda. Eu acho que você todo mundo aqui é o que odiou menos. É, tem coisas muito boas, mas é assim, eu não joguei o segundo jogo, então eu tô falando de uma posição aqui que é um um só um telespectador assim da coisa. E a gente veio todo o meu conhecimento dessa segunda parte da história, ela vem de eh discussões com vocês, assim, então eu esperava algumas coisas e, OK, outras coisas, talvez eu não tinha um apego muito emocional eh mesmo com a com a L assim, porque enfim, essa L Rampage, assim, eu até esperava um pouco porque vocês diziam isso e ela foi aparecer muito tardeamente assim nos episódios assim, muito tardeamente para mim E acho que foi diluído as coisas. Isso é uma tática de TV. Eh, comparado à tática, por exemplo, quando o Michael Scot da primeira temporada é totalmente transformado, porque ele vai se tornar alguém mais friendly para que a pessoa consiga eh, uma vez que ele foi tornado mais amigável, mais relacionável, etc., para pessoas conseguirem assistir, porque senão ela se tornaria uma pessoa muito grotesca. Uma coisa é você tá jogando ela e você, ela é uma pessoa grotesca, mas você está jogando nas decisões ali na em toda a mitonarrativa do do game, né? Tem um fator luminoso bem diferente, etc. Outra coisa, você tá só assistindo porque você não tá fazendo nenhuma ação. Então aquilo precisa ter algumas ferramentas de roteiro. Eu acho que eu compreendo elas para que ela seja relacionável. Então, até entendo, por exemplo, o episódio 3, o episódio 4, que elas entram lá naquele negócio, tem aquela luta do serafitas com a WF e aí elas vão fugindo. É um episódio de uma barriga tremenda assim, apesar de que tem ação, mas momento, mas é uma barriga narrativa, mas tem é narrativa é uma barriga muito legal assim, é, tem construção, cena, aquela cena de violência dos caras ali da WF. Nossa, é muito bom, cara. Cara, eu não sei se é nesse ou não é no outro que tem o personagem que faz o Bernard no Westwe. Nossa, gente, embaçado aquilo lá. Ele tranca o carro lá, joga as bombas. Gente, aquilo lá eu achei massa. Aquilo lá eu achei legal. E aí você assim, mas eu achei que eles diluíram muito a o fio narrativo em outras coisas, talvez compreendendo um pouco da alimentação da Bella Ron em relação a essa a ela não ser tão relacionável com o público e aí talvez seja a consequência natural. é os outros atores, os outros personagens, eles acabam também se destacando e isso é bom pra série. No sentido amplo, longo prazo, isso é bom porque você não tem só uma pessoa que você vai olhar e falar assim: "Nossa, que personagem legal, me relaciono com ela." Por que que Game of Thrones, por exemplo, foi uma série que durou tanto tempo e você tem uma legião de fãs ou Harry Potter ou Ser dos Anéis ou qualquer outra grande série? Porque você tem muitos personagens que as pessoas gostam e aí você vai lá e discute com: "Ah, eu gosto mais". Ah, do Joe. Ah, eu gosto mais do do irmão do Joel, eu gosto mais da Dina, eu gosto mais. E aí cada um do Isaac e tudo mais. E aí cada um vai ter elementos narrativos que talvez estão um pouco para além do jogo que faz essa pessoa se relacionar com a série. Eu entendo esse movimento, não gosto muito, mas eu entendo esse movimento e a a série ela tenta fazer isso, mas para mim assim, três, quatro e até o o momento bem específico do episódio 5, que é quando a Dina finalmente revela a gravidez dela. Eu acho que é nesse episódio. A, cara, é uma barriga muito assim, ficava assim, cara, vamos lá, sabe? Beleza, porque eu tô um pouco cansado e de ver é cena de zumbi, velho. Entendeu? Essas cenas dos zumbis correndo atrás da pessoa, a pessoa tendo que correr, etc. Isso era é muito anos 2000, muito anos 2000. começo filmes do Resident Evil, começo de de eh a Guerra Mundial Z, etc. Esse tipo de coisa para mim já foi, sabe? Eu não quero ver. E é é legal em algum certo aspecto. Na primeira temporada a gente inclusive teve um momento muito legal de um ataque zumbi. Aí teve nessa temporada a Jackson, a invasão, etc. E depois teve mais uma vez, assim, essas vezes elas acabam ficando meio cansativas, sabe? E eu sei que é um um elemento ali que foi colocado para fazer parte da barriga e ter alguma ação paraa pessoa conseguir passar e ver os episódios. Então, para mim a barriga nesse sentido, apesar de tudo que eu falei, ela acaba prejudicando muito você continuar acompanhando a série, porque eu tive muitas vezes vontade de parar, entendeu? muitas vezes mesmo assim, apesar de de falar assim, pô, os meninos falaram que o final é é assim apoteótico, que vai chegar num momento fantástico, etc., mas eu confesso, eu tive muita vontade de parar até o episódio 5, eh, final desse episódio, ou seja, para metade pra frente do da série, eu tive assim pouco prazer vendo, sabe? vim para esse papo tentando me desvincilhar do apego ao jogo que todo mundo tem, né? Acho que só o Gu não jogou. Eh, então, tipo, meus argumentos tentando se basear de que eu estou vendo uma série. E é isso, sabe? E eu acho que o problema que o Iago e até o Gui comentou agora sobre o a barriga do episódio 3 e 4, eu acho que justamente são esses os episódios que causam esse sentimento negativo que a gente tem na temporada como geral. Por quê? Porque são os episódios que acontecem logo em seguida a morte do Joel. E a morte do Joel é o fator que move as ações da L e que deve mover a busca de vingança dela. Só que o episódio 3 e 4 a gente vê a L constantemente fazendo piada. A gente vê as interações com a Dina em que a Dina se sobrestai mais do que a L. A gente vê a Dina muito mais carismática. A gente, acho que é no episódio, acho que no próprio quatro ou no início do cinco, a gente vê, tipo, a Dina tendo uma motivação muito maior para buscar vingança, fazendo com que a Lembre-se que eu tô numa missão de de vingança. E por causa disso é que meio que foi me tirando da série porque eu estava vendo uma personagem e até o Iago falou, tipo, é uma L, não é Rampage, ela não tá com com sangue nos olhos, ela tá se desenvolvendo. Só que ao mesmo tempo que esse desenvolvimento que eu percebi que eles adotaram, vai impactar a mensagem no final do jogo, porque, pô, o final do jogo se resume a a L quebrando o ciclo de ódio e vingança. A gente vai dar spoiler do futuro também, tá liberado spoiler do jogo para quem tiver aqui. A gente tenta segurar. A gente tenta segurar spoiler do jogo assim e falar. Acho que é bom segurar de maneira mais geral. De maneira mais geral. Vamos falar. É, a gente fala da mensagem, fala mais ou menos. Quem conhece o jogo vai saber, quem não conhece não vai responder. Isso. Perfeito, perfeito. Boa. Eh, então a mensagem no final das contas vai ser essa, a libertação dela e algo que não tá sendo desenvolvido até agora. É, que não foi desenvolvido até agora. E eu acho que não vai ter como ser desenvolvido por temporada 3, Seat dia 1, visão da EB. E aí a gente vai ver três, quatro episódios com a EB e a gente vai ver a EB culminando ali no momento desenvolvimento da L, né? Tipo, porque agora vai mostrar a EB e a gente já vai meio que chegar por uma conclusão ali do do final assim. Exato. E vai ter temporada, se eu não me engano, né? É, então eles falaram o o Craig Mazin falou que era impossível contar a história de L of em três temporadas. Ele falou coisa a culpa é tudo desse Craig aí. Ei, deixa só o Nil, mano. Deixa só o Nil, meu. Deixa só. Que agora a próxima é só 2027. É isso aí. É 27. 27 é do anos. que me eu eu assim nesse sentido, eu concordo com o Iago e e concordo no sentido de OK, é uma série de TV, você precisa ajustar as coisas para funcionar como uma série de TV para apresentar para um público novo que vai ver o episódio um após uma semana e talvez nunca tenha contado. Eu eu concordo com isso, mas até mesmo dentro dessa estrutura eu sinto que há a há coisas que me fazem me desconectar da Helen como personagem, sabe? Então você tem a morte dela no a morte do Joel no dois, aí você tem ela no três e no quatro com a Dina. E ela é tipo assim, pô, ela já tem 19 anos, sabe? Ela já não é aquela criancinha que tinha 14 quando a gente via, veio no flashback. Ela já tem 19 anos. Ela está realmente, ela foi para Seatol outra cidade, tipo assim, lidar com uma galera, buscar uma vingança. É uma parada séria. Ela tomou essa decisão porque ela sabe que é uma parada séria. Só que ela age como uma bobona assim, cara. o tempo inteiro. E isso me incomoda num nível assim, é tipo, ela vai, sobe no negócio, aí sei lá, derruba a tampa do do canhão, faz o barulho do caramba e ela fica tipo olhando assim pra Dina, tipo, opa, ops, só faltou bad. Ah, e aí tipo assim, todas as relações e ela faltou sair uma voz do nada e falar assim: "Fa vatuca, que isso?" Então assim, eh, embora eu entenda que é o que ela não precise já sair no modo loucura e matar todo mundo, eu sinto que me me desconectava muito quando, ok, não parece a que que realmente quer buscar vingança, porque para mim parecia assim, cara, qualquer momento ela vai voltar para Jackson, assim, ela pode voltar para Jackson, ela não vai dar sequência nisso e tá tudo bem. Com isso, eu não tô querendo dizer que não teve outros desenvolvimentos, outros acontecimentos que me foram interessantes. Então, por exemplo, a cena de perseguição zumbi, quando ela tá com a com a Dina e aí vem aqueles bichos correndo atrás dela, etc, etc, e aí ela se meio que se sacrifica colocando o braço pro zumbi morder, etc. Toda essa sequência que é diferente do jogo, ela é muito maneira. O jogo se aconar de outra forma. Eu achei muito bom o o próprio desenvolvimento do Isaac nesses episódios mais parados, do diálogo do Isaac com aquele Serafita. Cara, todas essas coisas, os espelhamentos do Isaac da L, né, como se fossem personagens parecidos, né? Muito legal. É muito bom. É muito bom isso. Isso são peças que o jogo não nos dava e que a série agora aprofunda e que, cara, isso é ouro. É, é absurdo. Bom, eu gosto disso. Agora me incomoda. Estou com japa, estou com japa. Faltou trauma. É isso, é isso, cara. Porque faltou a gente sentir que realmente ela queria, tipo assim, cara, eu quero vingança assim, sabe? Sim. Nesse sentido, a Dina se sobressaí porque a Dina ela ficou uma personagem cativante, mais carismática, etc, etc. Pode falar aqui. É, mas eu acho que a razão disso é porque algo não foi diluído ao longo dos outros episódios que deveria ter sido diluído, que é um incômodo que eu tive quando aparece o sexto episódio. E o sexto episódio ele é muito dramático, uma carga dramática gigantesca. E ele como episódio assim, ele é talvez o melhor da temporada, tá? Eh, é, é bem legal. Só que eu não gostei de uma coisa. Eu até falei com o Iago um pouco disso. Embora ele seja o melhor, eu acho que assim, para a série como um todo, ele deveria ter sido diluído ao longo dos outros episódios e construindo algo ao longo dos outros episódios. Porque, ó, por exemplo, o sexto episódio, ele começa com uma meta narrativa, que é a três personagens que vão vão capturar do seu pai algo para si. Então, o pai do Joel lá na bronca que ele tem que dar pros filhos dele, pro irmão do Joel que tá lá, comprou maconha e não sei que lá ele vai lá e conta que o pai dele batia. Cara, isso aí é uma uma ó, pais cristãos, vocês têm que aprender com isso, porque ele fala assim: "Eu tive meus erros, ele é um pai que assume as suas fragilidades e ele fala assim: "Eu tive meus erros e você vai errar também, mas eu espero que você erre menos". Nossa, isso é é pancada. Assim, a a frases que o pai do Joel fala para ele que ele assume algumas coisas e fala assim: "Não, eh, não foi, e as minhas não faz nem ele, né? Não era como ele. Eu tô tentando melhorar. E aí ele ele ele abre o coração pro Joel o seguinte: "Eu estou tentando fazer algo certo". Cara, assim, é difícil você na relação com seus filhos e a gente, eu tô tô com duas filhas agora, Iago também, a ali com seus filhos, assim, a gente é eh é é difícil você não imprimir e não olhar pro seu pai para e você colocar no jeito que você se relaciona com seus filhos aquilo que o teu pai fez. E aí você vai fazer uma análise e vê de coisas que seu pai fez que eram legais, coisas que seu pai fez que talvez não eram tão legais e você vai querer melhorar e você ao mesmo tempo tem um medo assim gigantesco de errar, sabe? E essa cena quando você vai juntando as peças e você assim, talvez você não entende logo no começo dessa cena o por que ela tá lá, mas logo no finalzinho, Aham. quando você percebe o por que ela está lá. E aí quando você percebe o Joel imprimindo essas coisas na relação que ela tem, que ele tem com a L, uma vez que a filha dele morreu, eh, cara, é um negócio muito pesado. E aí você vê o Joel eh a preparando momentos com a L, o Joel fazendo violão, o Joel tocando, toda a relação de aniversário, a relação dele pegando a Lá com a com a outra menina e ele ficando bravo, mas ao mesmo tempo remetendo um pouco do do que o pai dele ensinou para ele até o momento apoteótico deles lá naquele museu. Eh, cara, é uma lição de paternidade, eh, que também pode ser aplicada à maternidade, mas é uma é uma uma lição de como você educar os seus filhos e uma lição da fragilidade em você passar a educação, sabe? em você se admitir vulnerável, ensinável e ao mesmo tempo você educar pelo amor e não pela opressão. Nesse sentido, você romper com ciclos que eram ruins, mas ao mesmo tempo você reconhecer que você vai falhar e você fazer por amor e ao mesmo tempo pela responsabilidade. Você perceber a responsabilidade que o Joel tinha em relação a ele até o momento que assim é inevitável você cair de lágrimas. episódio após episódio, em que algo que não teve antes é revelado quando ele não consegue mentir para ela mais. Chorou, chorou, Marina, cara. Nossa, para caramba. Esse episódio é disparado o melhor da temporada. Assim, eu gosto mais dele. Cara, eu prefiro o segundo ainda, mas ele é muito o New J, ele sabe equilibrar muito bem a a personalidade dos personagens em cena e conduzir muito bem. Se você vê a L assim, esse episódio para mim, cara, a Bella Ramsy, ela ela arrasa em atuação detonave, ela é muito boa, mas você percebe, por exemplo, você vai vendo toda a construção dela mais jovenzinha e ela crescendo, ela amadurecendo, ela acontece muda, né, cara? Vai mudando, vai mudando. Mas cara, quando eu chego nesse ponto em que ela fala para ele, tipo assim, não me fala, você fez a mesma cara que tu fez quando tu me e aí o Jo Pedro Pascal também desgraçado atuando. Mas quando ela olha para ele e fala assim: "Eu não sei se eu consigo te perdoar. Jamais vou tentar, mas eu vou tentar a tua cara". Entendeu? Então, para mim é isso, assim, esse esse equilíbrio das da das emoções e da personalidade da L, do mesmo tempo que ela tem esse potencial de ser o cara um mega brucutu eh eh grossa com todo mundo, meio meio bruc machona assim, doidona, ela também tem um lado muito sensível que ela assim, cara, ela ama o Joel também naquele lado. E e eu sinto que nesse sentido, só depois desse discurso bonito do K aqui, eu vou voltar a criticamente, não há esse equilíbrio, esse equilíbrio muito bem feito, tá? E, e em outros episódios, né, que você tá dizendo, em outros episódios. Em outros episódios. Então, por exemplo, por isso que eu falei, por isso que eu falei que talvez isso se fosse melhor diluído, porque tem muitos momentos bons nesse episódio seis. Muitos. Cara, eu não acho, eu não acho que iso não. Para mim é um episódio. É, é isso. Eu acho que você teria um problema de ritmo narrativo muito grande diluindo isso, sabe? Eu acho que ter juntado isso ficou muito bom, cara. Sabe o que que eu acho? Ficou bom para um episódio. Os outros foram prejudicados. É isso o problema. Vou dizer, vou jogar a bomba. Vou jogar a bomba agora aqui. Para mim, o erro foi ter sido, foi ter seguido a estrutura de dias, foi ter foi ter tentado emular um aspecto que para mim era um aspecto que só funcionava no jogo, que é primeiro você ter a história da L, depois ter a história da EB. Eu sempre achei que isso era coisa, cara, eu acho que isso é muito inadaptável assim, porque isso é muito legal no jogo, você vê um, depois vê o outro e tal, você não sabe, se revela posterior, cara, se tem um pro jogo é perfeito isso, cara. Eu acho que pra série de TV, cara, é muito difícil isso funcionar bem, sabe? Você tem uma temporada, dois anos, uma, cara, tinha que ser ao mesmo tempo, tinha que ter criado o núcleo normal, a história parava na metade de algum lugar aí e aí eles que estão ganhando milhões para fazer o roteiro que se virem. Mas é, mas para mim, cara, tinha que ter sido tinha que ter sido paralelo, cara. Você vê um pouco do núcleo, um pouco do outro núcleo, as histórias meio que, entendeu? Acho que porque assim, fizeram a estrutura de dias, a gente viu que não funcionou tanto, entendeu? Eu acho que eu discordo porque a gente tá falando, por exemplo, do episódio dois e o episódio 6, que foram os melhores na nossa opinião, e foram justamente os episódios que mais se aproximaram no jogo. São justamente os dois episódios que estão tentando replicar ou adaptar, mas de maneira mais fidedigna assim o jogo. E o que o Iago falou sobre, pô, a minha a o melhor dos mundos seria se adaptassem uma história que não fosse a do Jo que expandisse o mundo, que criasse outra história. Dizendo, não, não, não tô dizendo isso. Calma aí. É o você disse anteriormente, né, tipo que essa história é indaptável. É porque é porque eu acho que eles tentaram, eles tentaram eles, eles se afastaram do jogo em algumas coisas que era, deveria ser parecido com o jogo, né? Ah, e tentaram se aproximar do jogo em coisas que não precisavam. Por exemplo, para mim, o pior problema do último episódio é é tem um problema de corte, de ritmo. Ela ela vai pro barco, por exemplo, ah, é montagem é tudo zoado, cara. É uma cena, é uma cena muito bonita, visualmente muito bonito. Mas cara, aquilo ali é videogame, pô. Aquilo ali é videogame, entendeu? Ela lá dentro da água e vai, aí anda, aí sobe no negocinho, aí não sei o quê. Beleza. No jogo eu tenho esse processo, mas para que eu tenho essa elipse temporal tão grande, entendeu? No negócio que eu tô vendo fica aí tu tem que fazer uma montagem meio acelerada para não ficar um negócio tão longo e aí fica parecendo, entendeu? Uma montagem ruim. Acho que é porque eh acontece que eu acho que a montagem de dias funcionaria para a série. E aqui, como a gente falou, a gente não vai entrar nos detalhes do jogo, porque a gente ainda tem um outro arco para abordar com a EB. Sim, com certeza. Que não dá para abordar paralelo três arcos ao mesmo tempo, né? Que seria L, E o terceiro arco. Exatamente. Lev é um leve é um problema aí. Leve é um problema narrativo e que com certeza vai estar na terceira temporada. Eles não vão cortar isso. Então, como é que é difícil cortar? Muito difícil. Como é que eles iriam abordar simultaneamente três arcos se a gente já se sentiu desconectado em muitos momentos com a L, né? É. E olha que nessa temporada ele parece um pouco uma estrutura narrativa que o pessoal não gostou, que é a temporada um de The Witcher, eh, que embora eu acho que ela tem muito a oferecer, mas a temporada um de The Witcher ela segue um um uma linha temporal distinta, você não consegue, você vai montando as peças, ela é quase um quebra-cabeça, como se fosse a segunda temporada de Westw também, um pouco da primeira, eh, que é interessante, mas parece, parece-me que não é tão popular. E deu muito errado assim, nesse sentido de ser popular e ter gosto, conceitual, mas talvez não funcione muito. Sabe a impressão que me dá? É que eles tentaram criar um oposto do que a gente sabe que virá pós EB, não é? Pós os três dias de EB aí. Ah, porque o que é que a gente tem no final do jogo? A gente tem uma estrutura, vamos dizer assim, a gente tem uma uma dinaina que tenta segurar a L, digamos, uma Dina que tenta segurar a L, digamos assim, para falar de forma um pouco mais genérica ali, depois fazenda, essas coisas assim. Aham. Então, a impressão que me dá é que eles fizeram Andina que empurra a L, andina que empurra uma L mais retraída para ver se depois você tem o espelhamento disso no futuro. Para mim, conceitualmente faz sentido, mas de novo, a execução, a execução fica muito eu acho que o que pega no final das contas é exatamente essa ideia de consistência e de coerência, porque em muitos momentos eu achava que os episódios eram esquizofrênicos. Tipo, falando sobre o último episódio especificamente, a gente tem aquela aquela discussão entre a L e o Jess, que tem aquela eh uma discussão muito poderosa acerca sobre a a dualidade da moralidade, né? É sobre pô e a minha comunidade, tá ligado? Aquele discurso é muito pesado. No entanto, a L não carregou aquele discurso até aquele momento. Tipo, ativou uma chavinha naquele momento de discussão entre o Jess que ela vem trazer tipo, e a minha comunidade, mas espera, até agora você não sofreu pela sua comunidade que você considera o Joel. Até agora a gente não viu essa dor e agora você quer mover céus e terra para buscar essa vingança, sendo que a gente não tava enxergando isso. Então era meio que um roteiro esquizofrênico. E eu concordo quando o Iago, o Japa e o Gui falam que, pô, a Bella Ron é uma ótima atriz, ela é porque ela é entrega. O problema é que ela foi mal dirigida. O problema é que o roteiro não ajudou, cara. Quando o cara, não acho que é direção, acho que é exclusivamente roteiro. Acho que é o roteiro, cara. Cara, eu acho que eu acho que ela entrega muito com o que ela tem. Eu acho que eu acho que ela foi bem dirigida. sentido. Ela foi mal roteirizada, entendeu? Faz sentido. É porque, por exemplo, no sexto episódio, a gente tá no sexto episódio que a gente elogiou tanto, tem eh tem muita coisa no subtexto, ou seja, que não é dito em nenhum momento, mas você vê na interpretação dela. É aquilo dentro da Apolo X, hein? Pô, você tá maluco. Aquela cena ali, aquilo me fez chorar de novo. Eu chorei no jogo, eu chorei na série, cara. Imagina eu, imagina eu que fui na Apollo X com a minha filha. Você tá maluco? E mostrei 15 dis: "Catarina, Catarina, os homens foram pra lua nessa nave aqui." Aí ela: "Papai, eu quero ir pra lua também. Vamos pra lua". Entendeu? Aí eu, caraca, é 11 ou era 15 lá? Acho que era 15, viu? 11. 11. 11. Pousou na Mas acho que no jogo, mas acho que no jogo era 15. 15 no jogo. No jogo eu acho que no jogo eles utilizam a numeração 15. Na minha cabeça é 15 também. Mas o áudio é a da 11. Então do A11, né? É, mas então acontece que nesse episódio é, por mais que tenha essa cena aí do A Espaço Nave, que eu acho muito legal, é, eu gostei muito da ideia de que eles expandiram a história do Eldin, que no jogo ninguém tá nem aí pro Eldin, mas aí eles utilizaram desse personagem na série para justamente ser o gatilho que faz a L descobrir a verdade por trás do Joel. E cara, no momento que a L entrega o Joel pra esposa do Elda, sei daquele demais, cara. O quê? E aí ela simplesmente fala assim: "Você jurou?" E e ela não tava se referindo ao Eini, ela tava se referindo a Salt Lake City. E aí é um bom r aí foi uma boa escrita porque ele fala I promise, ele fala I promise quando fala de mane é muito bom cara aquele ali é muito bom aquele aquela entrega tudo. Eu vou dizer aqui, ó. Melhor que no jogo, cara. Eu acho que eu gosto, eu gosto da revelação. Eu acho que eu gosto mais da revelação da série do que no jogo também. É, a revelação é melhor, é mais humana, é mais cruel, exatamente porque no jogo meio que tipo a L volta lá pro hospital dos Vagalumes e aí meio que pega, né? É tipo, agora eu entendi a verdade, mas aqui tipo fica tudo no subtexto e tipo, no episódio fala: "Eu já sentia isso, só precisava de uma confirmação, tipo, não encaixava na minha cabeça." Ela ensaiando as perguntas, cara. Achei, achei legal. Exato, pô. Muito legal. Quem nunca quem nunca treinou o que ia questionar o pai, uma namorada, sei lá. O qu Então eu acho que, tipo, a série tem muitos momentos e eu acho que é por isso que a gente fica indignado assim, porque a série tem momentos brilhantes e dá para você ver tanto na atuação quanto na lore, na toda a estrutura. No entanto, eu acho que a temporada no geral é muito esquizofrênica, ela não segue uma consistência. Os diálogos, você vê personagens que estão em busca de algo, só que vivem algo completamente oposto. A gente vê uma uma L que diz buscar vingança, só que os dois episódios seguidos ela não toca no momento de vingança em nenhum momento. Ela não demonstra isso. A gente vê uma terceiro episódio. Calma aí, deixa eu vou dar um pequeno um pequena defesa aqui queção essa ser de advogado da série que batendo. Mas no episódio três eu até senti legal assim o luto, não é? A dor, o Uhum. Quando aquela cena dela entrando cheira o casaco, chora cheirando o casaco e tal. E aí chega a Dina e aí é aquela cena é muito bem montada, cara, e muito bem roteirizada pelo silêncio ali. A Dina pede desculpa, entrega a comida, ela não diz que desculpou, mas só pega a comida e devolve o que dá a ideia de que desculpou e tal. E aí, cara, assim, eu achei muito legal ela, o discurso dela pedindo para E aí quando o pessoal nega, ela não tá nem aí, vai junta um monte de arma feita uma maluca, não leva uma um um arroz, não leva uma barra de cereal, é só bala feito louca, né? Sem pensar direito que tá fazendo aí vai ali. Aí, cara, muito legal. E eu achei muito legal o arco do CF, né, que vai lá e dá Sim, sim. Eu acho que leva o cavalo, troca armaon como personagem é muito legal na eu vi a galera chateada assim, ah, botaram o homofóbico para ajudar ela, não sei o quê. E eu achei isso bom, cara. Eu achei isso bom porque o o Drukman fala isso no making off, eles as pessoas são complexas. É isso. O mundo é complexo. O cara quer uma hora chamando também. É, hora o cara, uma hora tá chamando de sapatão, a hora o cara que te defende, entendeu? Isso é legal assim. Isso torna a coisa mais mais complexa, mais bonita assim, vai crescendo em termos de Eu concordo que no episódio três é é tem essa parada do luto. É, mas você espera que o quatro que o quatro negócio Ai, exato. Comece e assim eu eu talvez eu não esperava também ver essas séries, essa L sangue nos olhos na série, né? Mas ao mesmo tempo eu não esperava ver uma L tão apática. Tinha que ter mais é tinha que ter mais dor pelo menos, né? Tinha. Eh, ela tinha que carregar porque no final das contas é isso que tá girando a história, né? O evento principal é isso, é esse impacto. Eu concordo. Eu concordo. É, mas eles fizeram uma coisa de novo, eu acho conceitualmente poderoso, mas eu acho que maior executado. Você tem uma diferença muito grande da L acompanhada e da L sozinha. Uhum. Então a L acompanhada, ela tá sempre ali brincando com a Dina e tal, não sei o quê. Como se tivesse reprimindo, né? É, mas ela tá sozinha. Pai. É, vou ser pai. Ah, e eu a piada é muito ruim, mas eu dei uma gargalhada, eu não esperava. Eu dei uma gargalhada sozinha aqui, cara. Eu bateu aquela vergonha alheia assim. Não é você ri meio de office assim. Não, essa cena é e ela é tipo assim compreens. O Gui talvez não entenda no jogo talvez como que é isso, porque no jogo a L ela é assim, pô, a revelação da gravidez, deixa ela com raiva. Você virou umo para mim. Agora já era, cara. É tipo assim, é é um outro é uma outra relação de assim, é uma outra L, é uma L que realmente assim nada pode atrapalhar a minha busca por vingança e você estar grávida só dificulta as coisas tipo assim, cara, que que que vai dar agora? E aí no jogo é tipo: "Ah, fizemos amor e agora eu vou ser pai". Aí você fica tipo: "Ai, é, dá uma frustrada mesmo. Eu concordo, eu concordo." Mas ok, foi mal. tava reclamando de novo. Mas você não vão me convencer de que a série é ruim de novo. Vou, estou me repetindo já, mas conceitualmente eu acho legal a ideia de uma, de uma vingança que progride. Sim. Mas cara, esse tinha que ter dor. Eu, eu entendo Aham. Se a alternativa à vingança fosse sofrimento, fosse trauma. É, mas aí quando a alternativa vingança, vamos supor, é um é um, eu vou internalizar isso. Ah, eu não quero ver. Eu não eu não entendeu? Eu não quero ver ela rindo com a Dina, brother. Desculpa aí. É exato. Enfiaram o taco de beasbol na na no no na cabeça do caba. Eu não quero, eu não quero que você repri Ah, mas é só as fases do luto. Eu não quero as fases do luto. Eu quero ver eu quero ver ela batendo na Nora. É isso que eu quero ver. É porque assim, eu acho que eh eu não sei se é intencional ou não, não sei se é percepção, não sei se é falta de material, é do material original para dar mais tridimensionalidade para um personagem que você joga, que quando você joga é uma sensação que você mesmo vai dando a percepção tridimensional com as migalhas que são dadas. Isso significa que é um bom jogo. E na maioria dos jogos, quem lidera essa tridimensionalidade dada a um personagem que você está controlando são os NPCs. Então, quando aparece um NPC, ele vai acrescentando camadas pro personagem. algumas horas nesses episódios, nos três, no quatro, até o seis inclusive e tudo mais, você eh vai sendo muito guiado por outras narrativas que não são a própria L, mas que são pessoas que são tão colocando camadas na L. Então, como acho que como dar um destaque muito grande pra Dina e a Dina ela ela tá assim, tem o questão da vingança, tem a questão da L, mas ela tá vivendo o seu próprio drama a da gravidez. Eh, isso acho que é prejudicado porque você deixa de ter a L como uma protagonista de fato que tá ali comandando a linha narrativa da história e essa linha narrativa ela começa a ficar sujeita a personagens secundários. E isso talvez fez a gente perceber a barriga e fez a gente perceber essa diluição da da L que vocês estão falando. Eu não tinha essa percepção. Eh, eu nunca vi a essa L que vocês estavam falando. A única L que eu conheço é essa L aí, ah, da série que para mim ficou muito estranha o como ela passou o luto. Eh, muito estranho, porque ela passou pelo luto eh entre raiva e vingança para eu vou fazer piada e vou eh dizer que eu sou pai e vou ficar É quase uma jornada de exploração das cidades, assim, vou ficar feliz com gravidez. Sim, é, é, é compreensível, mas parece guiado em em condição da personagem que ela está junto, que é a Dina, e não em condição ao luto que ela passou, que é um baita de um trauma, sabe? Uhum. Sim. Eh, eu não sei se é verdade, mas eu ouvi na boca miúda aí de que opa, o cara da temos o Insider, uma boca miúdo do Fuxico Gospel que Fico PS Fico PS de que a série os produtores da ITBO e principalmente o Craig Mazin evitavam eh receber opiniões do New Druckman ao longo da produção da segunda temporada. Então parece que ao longo da segunda temporada o Nild tentava trazer a realidade um pouco mais pro jogo, enquanto que a HBO e o próprio Craigmain tentava se afastar, se descolar do jogo. É, é claro que a gente vem para essa discussão, eh, e é impossível se desprender da nossa do nosso arcabolso do Del Fosse parte dois. É, é, é um exercício quase que impossível pra gente. Eh, no entanto, a gente vê e o que o Iago falou mais cedo e faz total sentido agora. Parece que a ITBo e Kergim e os produtores estão tentando fazer exatamente o oposto do jogo. Então, se a gente via uma dinaina que era um peso, a gente vê uma dinaina que agora motiva a L. Se a gente vê uma L sangue nos olhos, parece que a gente tá vendo uma L retraída e que indecisa e confusa. E isso acaba gerando em nós uma certa insatisfação. Não tem como você ficar satisfeito com o que foi apresentado da L até agora. E na verdade essa insatisfação, é naturalmente é frustração, porque a gente sabe que a Bella Renson é uma boa atriz, a gente sabe que Delest of F tem uma boa história, a gente sabe de que tem muito potencial até mesmo pra próxima temporada, só que a temporada três já ficou manchada. Inclusive eu tava vendo os números, parece que da estreia da segunda temporada até o último episódio, a audiência caiu em 50%. E não, mas já tá, já tá recuperando, já tá, já tá recuperando. É, o pessoal já tá, foram só nas primeiras 24 horas, né? Alguma coisa assim. É, é. E assim, claro que diminuiu, houve uma queda considerável, mas ainda tá bem assim, a sério, não tá mal. Justo. É, não, não vai flopar, mas provavelmente isso vai se repercutir de alguma forma na terceira temporada, né? Ou talvez, ao contrário, né? A gente vai ter uma temporada com bem menos Bella Rams, pô. Talvez a galera anime mais, né? Até porque, cara, essa atriz da EB, eu assisti um um seriado. Seriado não, era tipo um, é um seriado, eu acho, chamado Vinagre de Maçã. Nossa, nunca falar, maluco, tem nada a ver. É sobre a mulher que fingia que tinha câncer. É um negócio meio meio documental assim, meio e eh como é que é? É constituição. Não sei como é que eu digo isso. É tipo uma série que baseada em fatos que tenta reproduzir como as coisas eram. E ela, cara, com papel completamente diferente, era uma atriz muito boa, cara. muito boa. Mas nessa série aqui ela tá sensacional também. Ah, é verdade. Eu já vi essa série. Oxe, cara, eu vi essa série sem saber que ela ia ser a EB, que ela tava escalado pra EB. Eu assisti antes, foi a última coisa que eu vi antes da LV, cara. E quando ela apareceu, eu disse, eu não reconheci porque tava diferente ela, bem outra atuação e tal. Aí disse Iago, a gente conhece essa mulher da onde? Eu falei: "De canto, isso é de canto nenhum não. A gente nunca nunca viu nada com ela não. Você não é a mulher lá do câncer lá não?" Aí eu disse: "Caraca! ela apat ela aparece, ela aparece no episódio um e dois ali, dois e no último e ela em cena é poderosa, cara. Senti falta do bração. Não sentir falta do bração. Ela é muito imponente, cara. Ela, ela apontando a arma pro Tomy aqui, aquela jaquetinha dela aqui falando acabou aquela marca de corda no pescoço. Nossa. E ela só, ela só aponta, deixei você viver e você desperdiçou. Ela é muito. E ela quando levanta ali do do sono dela e sai andando pelo pô, ela não imponência. Ela é um ar de poder. E assim eu eu acho que vale e ressaltar aqui a e não tem durateston apocalipse para ela ser daquele tamanho também. Vamos, vamos combinar aí. Vamos combinar. Mas eu a nunca bateria as proteínas necessárias para ter. Jamais, jamais. A tecnologia maromba. Cupom Jesus na suplementos. Você apoia o contemporâia de ressaltar um negócio que eu achei muito massa assim, que foi o diálogo do Isaac com o Serafita, que ele foi tipo nesses episódios ruinzinhos assim, cara, ele foi um porque é isso, né? No jogo a gente não tem panela, muito bom. Putz, muito verdade. Então, coisa simples assim para esse diálogo dos dois, porque assim, mostra realmente a relação entre um grupo, mas seita religiosa, um grupo ali todo armado e etc, etc. E aí o Isaac tentando realmente assim no monstro que ele se tornou, cara, fazer aquele cara falar ou, né, vamos aí, cara, vamos. E o bichão lá quieto assim, sofrendo igual o maluco. E aquela hora que ele fala assim: "Meu irmão, todo dia um de vocês vira um de nós, mas não tem nenhum dia em que um nosso vai pros seus. Putz! Quando ele entrega a mão, quando ele entrega a mão é a outra. E e aí total aquela representação de tipo assim, é dar a outra face. Eu me coliseu. É uma é uma pena que eu aceita maluca assassina também, né? Não quero. Vamos lá com cuidado também. Mas mas naqueles, naquele microcosmo é muito poderoso, cara. É muito bom. É muito bom, cara. Cara, venceu. Entrega. Posso voltar? Posso voltar no negócio dessa cena aí que é o começo, que é muito bom. O discurso da panela é muito bom. Por que que é bom? Porque ele tá falando e assim uma série pós-apocalíptica, é legal você ver o como que as pessoas, eu pelo menos vejo assim, é legal você ver como que as pessoas estão lidando com aquilo. Vou dar alguns exemplos. Quando você vai ver, eu não vi o Walking Dead inteiro, mas quando você vai ver o Walking Dead, desenvolvimentos, é, inteiro, mas as primeiras duas temporadas, assim, você vai vendo aquela coisa assim, é legal, é interessante você ver como que as pessoas estão lidando de uma forma ordinária com as questões de um apocalipse, seja qualquer, no caso apocalipse zumbi, ou por exemplo, quando você vê vingadores ultimato, eles lidando com aquele pós ali, o Capitão América, conversando com as pessoas, e tudo mais. Isso para mim dá uma camada de de fidelidade social pra coisa, porque ele tá lá falando assim: "Olha, eu sonhei a minha vida inteira com essas panelas. Eu eu eu sonhei em ter e eu nunca poderia ter." E aí ele fala a marca da panela, fala o jeito da panela, etc. Da ele fala assim: "Mas olha só que curioso o apocalipse e a panela veio para mim de uma outra forma". E aí você vai pensando assim que estruturas sociais dentro eh de compreensões que a gente tem aqui que são muito eh estabelecidas ou pré-estabelecidas, a acontecendo alguma grande tragédia, seja um apocalipse zumbi ou então uma pandemia ou qualquer outra coisa, elas se tornam totalmente abstratas, entendeu? É, isso é legal de você ver e dar tridimensionalidade para um apocalipse zumbi de coisas assim, meu. Sim, sim. É, é, é profundidade para um personagem como o Isaac. O aqui nessa nessa temporada ficou assim muito legal toda a relação dele com a federa e aí ele tendo aquele aquele movimento de em busca de uma a uma organização que de alguma forma seja mais justa e não seja como a fedra tava sendo. E aí depois essa construção para o que ele se tornou. Cara, isso aí é tipo assim, eu tava até revendo e falando, cara, isso vale esse episódio. Se você assistir esse episódio por estas cenas, vale muito, porque são tudo informações novas que a gente não tinha, informações que agregam muito pra própria estrutura política que a gente vê dentro da da de Seatol ali mesmo com a WF, o Serafit, cara, isso é muito, olha, o único problema é a Bella Ramson não tá indignada no R. Tirando isso, tirando isso, tudo é perfeito. É muito bom, cara. Tirando isso é muito bom. O Jess ele é muito bom também. O Jess inclusive eu gosto mais da série do que no jogo. O Jess no jogo eu acho o Jess no jogo ele é muito ai good vibes, eu te amo, vamos lá e tal. E no da série ele fala o que a gente queira ter falado. O Tome do jogo é melhor que o da série porque eles pegam coisa que deveria ser do Tomy e dão pra Dina também, né? E pro Jess também. Então eles meio que entrega um pouco assim. Examente. O o tome da série. Pô, banana bananão, pô. Ô cara, não ter aquela cena não. Tomy é o irmão do do é do Joyo ou não ter. Olha, eu senti muita falta da Eu sei que é ridículo ficar querendo ceninhas, todas as ceninhas que não vai ter. Todos nós queremos. Ô cara, mas eu queria aquela cena do dele chegando atirando assim tal. Muito bom. E também aquela de que eles chegam quando chegam na sala e tá um cara lá torturado, aí quando olham isso é coisa do Tomy, cara. É muito jeito que ele amarra o cara assim, né? falta legal. Precisava. Mas eu entendo também que é muito núcleo narrativo junto. Mas é exato. Tira, tira L dizendo que ia ser pai. Que que isso? E inclusive tem gente, eu tava conversando com uma galera no Instagram esses dias aí, depois que terminou a série, eles falam assim: "Cara, tem um jeito da Itbil, ó, conta, mano, conta a história da EB até o dia 3 e aí quando chegar no teatro faz um confronto ali entre as duas e aí faz um time skip e muda as atrizes." Achei que você ia falar, tem um jeito? Eu achei que você fala: "Tu jeito de resolver a L na temporada três. Mata ela e vamos acompanhar a Dina". Eu achei que eu pensei que já era terreno comum aqui de que a Bella Ramson não é uma atriz, pô. Não tem que mudar a atriz, tem que mudar o roteirista. Ah, justo. É, tá bom. É, eu acho que se mudar o roteirista salva também. Acho que se mudar o roteirista salva. Salva. Eu acho que se mudar o roteirista salva bem, cara. assim, poderia, eu acho que que há aspectos da personagem da L que, cara, eu não consigo encontrar a ver na Bela Ram sem cena. Ah, sim, eu eu acho que há, mas ainda assim eu acho que ela entrega e um bom roteiro resolveria assim completamente isso, porque da mesma forma até a EB mesmo ela tem coisas que não correspondem com a do jogo, tanto fisiologicamente, de aparência, etc., mas que por causa de um bom roteiro ou de uma boa atuação ali consegue ser se ser apresentado. Então, cara, para mim o a Bella Ram nesse sentido, supremacy, ela me fez chorar com microexpressões no rosto ao ver o dinossauro, sabe? Ela olhando o dinossauro e falando assim: "Meu Deus, o eu eu lacrimejei ali." É, cara, é porque muita gente tá acostumada com overact, mas você pega prints de momentos diferentes da atuação dela como no já ela adulta, já com 19 anos, cara, ela, as expressões são muito diferentes. Uhum. Ela é ela faz caras muito diferentes. Ela é muito boa. Eu acho que assim, ó, o que é que salvaria para tornar The Last of Us? Aquilo que The Last of F merece ser? Não uma boa série com alguns episódios de barrigas, uns trechos muito bons, mas uma série excelente, excepcional que fique pra história do cinema, que ainda da da TV que ainda dá ainda dá tempo. Uhum. Mas eu nunca acredito muito sempre o caminho é para baixo, raramente para cima. Mas vamos crer, né? O o que é que faria? Eu acredito agora nesse momento, terceira temporada, não sei se terceira temporada vai ser só a história da EB. Eu acho bem possível, porque Leve também é uma história muito longa. vocês que não assistiram, vai ter o leve aí tem um personagem que provavelmente vai ter assim, é uma história maior. A EB é a personagem principal do segundo jogo, assim, pior, muito tempo dela. Então assim, você tem muito tempo de, provavelmente vai ter só deve encerrar. Eu acho que seria muito ruim se a terceira temporada encerrasse no teatro. Encerrar, não de par. É, também acho que seria, vai ser mais 4 anos para encerrar aquele negócio. Aí já é demais. Tem que ter algum desenvolvimento pós aquilo. Mas aí a a atriz da EB já vai est bem mais velha. Eu acho que aí, eu acho que a temporada vai encerrar na fazenda, mano. Tipo, porque tem contu minha mente, leu minha mente. É isso. Encerra na fazenda. Aí para mim tá top. Para mim encerra bem. Mas o que é que eu diria? Eu acho que pós fazenda tem que ter a bela a a a L que a gente gostaria, pô. É, é, não tem, é, não tem jeito. E aí eu acho que vai, porque assim, terceira temporada vai ser boa. Ca temporada vai ser ótima. É, vai, vai ser boa. Eu também acho que vai ser. Acho que também vai. E aí, quarta temporada é que deve, é que a gente tem que encontrar esse rampí. Eu quero ver o Rambo. Tem que ter o Rambo na quarta temporada. Terceira temporada tem, tem que endemoniar essa mulher aí, meão. A terceira temporada tem o rei dos ratos. O Gui tem que, o Gui tem que fazer react do rei dos ratos. Na hora que aparecer o rei dos ratos, o Gui tem que fazer react. Sim. Será que vai ter mesmo o rei dos ratos? Tomara, né? Tem que ter, tem que ter. Mas é que assim, é muito infactível, cara. Falando podcast do jogo, eu não vi. Não vou contar históri. Pera aí, eu vou. Eu acho que esse é o spoiler que dá para dar. Desculpa interromper, japa. Eu sou grande interrompão. Também todo mundo me xingando já nesses. Pode ir, pode ir, pode ir. Mas é porque é uma coisa que me me interessa muito. Eu sou, tô muito empolgado. Mas o rei dos ratos é tipo, é o paciente zero. Você sabe que a galera vai aprofundando aí no fungo à medida que, né, vai o tempo passando. O paciente zero seria o principal bichão. Então, tem o principal bichão, não é, cara? É impossível, é impossível a gente ter uma cena de luta de alguém contra o rei dos rados, porque assim, então ele tem que aparecer, seria incrível que ele aparecesse, mas eu não sei como é que seria adaptável. Aí, qual é meu medo? Eles só deram skip nisso aí, não tem o rei dos ratos. Aí eu vou ficar com raiva. Hum. Aí eu vou ficar aí. Aí eu vou jogar bomba na casa do Craig Maisin, entendeu? Eu quero o rei dos ratos. Acho eu acho que vai ter. Eu acho que vai ter. Inclusive, é uma boa forma de apresentar no trailer e chamar a galera para assistir. Mas um negócio que também ficou muito legal na série é a que já era legal na primeira temporada, porque os sungos eles funcionam de forma diferente. Então na série a gente tem uma um funcionamento ali do do cords de de maneira funcionando como um negócio de uma uma um grupo de abelhas assim, né, que tá tudo interligado, lá blá lá. Mas o lance da agora, do desenvolvimento da agora o rolê estar no ar, que no jogo já estava desde o início, mas agora o spor, cara, isso é legal. Isso quando começa a falar e fala a cena da japonesa lá falando: "Não, não, não". Ele falou para mim está no ar, pô. Isso é muito massa. Um detalhezinho que na série, pra série de televisão, funciona muito bem. Eu fiquei muito feliz que eles fizeram dessa forma assim. Então acho que tem elementos muito bons. Eles sabem trabalhar muito as coisas, falham em algumas outras. Mas e aí? Tô terminando essa esse episódio aqui quase elogiando e dando. Eu tô sentindo isso. Eu venci, eu venci. Eu venci. Quase terminando e falando: "Ah, daí o 7 passa de an." Que magia foi essa, irmão? Iago aí dropou umas cartas assim de jogou aquela carta de inverter do Uno, sabe? Mas é o coração que ama, é o coração que quer of mais e mais, que poderia estar o mais ruim possível, que se lançasse mais um episódio eu ia ver. Não importa assim, uma relação tóxica, né? Eu acho que eu acho que assim é uma série boa, é legal, tem muitos bons postivos. tá saltando aqui, pô. Mas eu não consegui entender o apego que se tem assim assim, ó. Eu entendo apego que você tem do o pessoal que jogou o jogo, nossa e tal. Agora tem outras, muitas outras histórias de séries que para mim são melhores assim, tipo, ela não ela não tá num nível, tipo, ela não tá no nível, tipo, sei lá, você pega Sonark, eh, você pega, eu nem vou falar das séries mais famosas assim, Son of Winer, que por exemplo é é melhor, é uma estrutura melhor assim, o Demolidor novo da Marvel, melhor. Ô, bom demais, hein? O que você tá maluco. Bom, bom, bom. Mas e Mas e você me deixa triste que eu vou lhe dar razão. Ah, mas eu, mas esse eu já eu vi esse bicho vindo, sabe? Eu vi esse bicho vindo. Ah, para mim é que é inadaptável. Para mim assim, The Less of F um e dois como história contínua, é, é para mim pessoalmente é a melhor experiência de jogo da minha vida em termos de narrativa, de jogabilidade. Muito bem. É o meu jogo favorito e tá ali, né? Top prateleir, eu não sei se é favorito, mas acho que é melhor. Porque é jogo. É porque é jogo, entendeu? É porque não não para mim isso não dá para transpor essa experiência. Será que jogos são inadaptáveis? Será que é possível? Mas eu acho que este jogo é inadaptável. Eu vou ter, eu vou ter que deixar o meu PlayStation com você por alguns dias para você poder jogar. Eu aceito. E você? Ah, cara, mas será que a experiência é igual quando você já sabe mais ou menos o negócio? Mas o dois não, né? O dois não. O dois não, porque eu acho que ele sabe mais ou menos aí o final das histórias. Não sabe não? Ah, experiência de jogar ela a fazendinha ninguém prever. Nossa, vem é fazend. Ei, cara, vou dizer da fazenda. Ah, cara, não vai dizer não. Fazenda em diante. Eu, cara, quando quando chegou na fazenda a o fim do jogo. Não, a Fazenda é embaçado. Fazenda fazenda em diante quando acabou toda aquela história. Maluco, eu eu fui dormir naquele dia. Eu nunca vou esquecer. Eu fui dormir e eu olhando para cima e diz: "Ah, tá tudo bem. Isso eu não consigo, eu dizendo, eu não consigo acreditar que isso é um videogame. Aham. Que essa história me foi entregue não por uma obra literária, um clássico da literatura ou um clássico do cinema, um blockbuster que vai ganhar Oscar. Isso me veio em um joguinho de de videogame, entendeu? Bonequinho. É inacreditável. É assim, em termos de experiência, de jogabilidade é inacreditável, cara. Não tinha como transpor. Não tinha como transpor. Sim. Eu acho que vale pro Gui jogar, porque acontece que nesse momento tecido que a gente tá comentando, parece que a narrativa não tem fôlego, mas, pô, é como se o, sabe como o jogo ele dá um último suspiro e esse último suspiro que faz você chegar no final exausto, cara, é da fazenda até o final. E onde temos a grande lição, né, onde onde tem a grande mensagem. Grande mensagem. Tem um trechinho no último episódio em que a L e o Jess param ali num negócio de cri de de criança e tal. Ah, que tem duas mensagens interessantes. Uma é toda a história tem uma lição, se você conseguir pegar uma coisa assim. Aham. Né? Então já dá essa lição aqui. Pegue a lição da história. E o livro que ela escolhe para levar diz: "O monstro está no final desse livro". Uhum. E meu patrão é era era um for shading sobre o próprio episódio, mas é um for shading sobre o Mas é pela história toda. É o monstro está no final desse livro, brother. Dito isso, você que tem ansiedade, não quer esperar e quer poder experimentar em primeira mão essa obra de ar, você pode jogar, joga, joga a partida de Last of Us 2, né? Se você não, não quer jogar o um, etc. que você já viu a primeira temporada nesse sentido, ela é muito boa. Tigou dois, eu acredito até o ponto que seja necessário e você pode jogar a partir do dois, você não vai se arrepender. Assim, é absurdo, vale muito a pena. Eu quero propor uma coisa aqui no final, meu querido Mateus Japa, meu querido Marina, eu sei que eu dei uma monopolizada legal nesse podcast, mas eu estô muito feliz que eu consegui calar um pouco o ódio de você. Desculpem, desculpem, mas nem que vocês iam me bater mais, mas o quero propor o seguinte, qual a nota para essa temporada? Mas precisamos de referência. Quero referência a C. O que é o nota 10? O que é o nota 10? Primeira temporada de WHW. Nota 10. Primeira temporada de Game of Thrones, quinta temporada de Breaking Bad. Qual, o que é o nota 10 pr gente referência? Game of Thrones, terceira temporada de Game of Thrones. Não, a primeira de Westw ser 10 é para mim. Primeira de Westw também é 10. É 10. É um 10. É um 10. Estamos aí. O que é o nota zero? Sei lá. A última de West. A primeira de A primeira de Theo Office. A primeira de office em em escala de temporadas de Westb. O que é o nota cinco? É para mim cinco não é tipo, não é na média, ele é um pouco a menor da média. Pouca baixa, pouca baixo. Não, se é baixo também. É baixo também. Ruinzinho. Ruinzinho. Isso. Sexta temporada de Walking Dead. É Casa do Dragão, segunda temporada. Boa. Dragão temporada. Pronto. É. Pronto. É. Temos. O que é o nota 7? Muitas perguntas difíceis. Valores de referência aqui. Segunda. Segunda temporada do The Office. Nota sete que começa a construir, certo? Tá. A terceira já é um ápice. É verdade. É, exatamente. Segunda temporada The Less of Us. A gente não, a gente não fez a primeira, né? A gente deu nota primeira, nunca deu, né? Não, a gente não comentou a primeira. Não lembro. A primeira para mim é 10, pô. Fácil, fácil. Primeira temporada para mim não. 10 não, mas 93 9. Não, para mim, para mim é um 10. É um 10 assim de boação. 9.75. 9.7. Nove. Nove porque a foi corrido nos últimos eventos lá, mas nove. Nove sólidos. É, d dava para ser maior. Generosa. Eu daria oito. Ai, ai, ai. Caraca, facada. Que facada no coração. Poxa, mano, você tá falando 10 é o wid. Me mandou uma mensagem maió bonita de tarde que tava orando por mim, que me amava. Tem um tempo muito bom que junto para agora meter uma facada dessa no meu coração, cara. Caraca, que é isso? Caraca, vou mesmo mear agora. Ela te gera vulnerabilidade. Você amigo de alguém, você tem que estar disposto a essa pessoa te machucar. Dito isso, eu vou abrir, eu vou abrir as votações para essa temporada, segunda temporada de The Last of Us. A minha nota, considerando todos aqui os episódios de os que eu mais gostei, mais ou menos a média, cara. Vai ficar ali um 7.2, 7.3 tranquilamente. Tá na média. Tá na média. Passou de ano bem, entendeu? Tá tranquilo, pô. É que é muito difícil assim para mim episódios, vou só repetir, três, qu os cinco bem no final, eles me cansaram muito, muito. E aí o seis também, o sete que é o último, não foi nada legal assim, eu esperava muito mais. E aí, numa média você tem dois, três episódios bons, sendo que, sabe, então, tipo, a média é é muito episódio ruim para pouco episódio bom, então 7.2 ali tá excelente para mim. E é isso. Minha minha nota para segunda. Minha nota. Minha nota. Vou dar um um 8 e5. Vou dar 8 e5. Nossa, achei o primeiro episódio bom, segundo a perfeição. Achei o terceiro honesto. Podia ter sido melhor, mas foi ok. Não foi, não achei ruim, nem cansativo, nem nada. Tem uma carga dramática legal. Quatro, achei o pior episódio da temporada. O cinco, a no fim, no fim ele engrena. E aí o seis é excelente perfeição. O sétimo podia ser melhor, mas também não achei ruim. 8 e5 é minha nota aí para quer dar a sua, Rafa? Fácil. Cinco. A definição que o Gu trouxe que tipo cinco é a segunda temporada do Casa do Dragão, eu acho que casou bem, cara. A segunda temporada do Casa do Dragão, eu não lembro o que eu vi. E a a segunda temporada, mas essa aqui você vai lembrar. Eu vou lembrar do sexto episódio. Eu vou lembrar do sexto episód. Você vai lembrar. É isso. Vou lembrar do sexto episódio. Vai 2 e meio pro segundo, 2 e me pro sexto. Pronto. Seis. Seis. Porque ela é tipo, talvez ela é um um meio um pouco boa. Ela não é uma série ruim. Eu acho que é seria injusto. Acho que falar que ela é uma série eh decepcionante. Seria bem injusto. Mas ao mesmo tempo, cara, ela a minha expectativa ela era alta nesse sentido, que vocês fizeram a minha expectativa ficar alta. Eh, e aí, enfim, a minha questão de C6 se é que ela é um pouco melhor do que um cinco, assim, ela é ela tem coisas boas, tem coisas que para mim ficaram muito bem marcadas, assim, por exemplo, eu não acho que ela é uma série totalmente esquecível, uma temporada totalmente esquecível assim, porque tem o episódio seis, por exemplo, tem o episódio dois, por exemplo, tem algumas cenas eh importantes nos episódios, até o episódio final, inclusive tem alguns embates legais. Assim, então para mim é um seis de 6.7 de média final, meu filho. Caraca, se passou de ano aonde? Aonde? Passou de ano? Aonde? Passou de ano aonde? No meu seminário a média era oito para passar de ano. Era sete, eu tava achando alto. Se você, se eu tirasse, se você tirasse entre 7 e oito, aí você entre 7 e 7 e5, você podia fazer a prova final. Você tirasse 6.9 para baixo, era reprovação direta. Sem direito a prova final. Deus. Então, dependendo aí, ó, dependendo do seminário que avaliar, mas aqui em São Paulo você foi aprovado, tá nos nossos corações pela sistema de Parabéns. Parabéns. L passou do conselho de classe. Fique agora do vídeo do Marquito tocando violão. Você viu esse meme? Esse meme é muito bom. O Marquito tocando violão. Vou te mandar. O leme do Marqu tocando violão é é lendário. Mas é isso, esse foi o nosso episódio sobre Telestan segunda temporada, atrancos e barrancos e choros de tristeza e choros de alegria. Chegamos ao fim. Ô cara, achei lá pelo meio, achei achei que a nota ia ser melhor. Eu achei que eu tinha convencido vocês mais quando ali no no Diga aí nos comentários qual a sua nota, o que você achou e você concorda, não concorda. Deixa aqui também, se inscreve no canal, dá o like e nós nos vemos no próximo episódio do Contemporama. Eu sou Mateus Jap Guilherme Marino, Iago Martins e Rafa do meu PS. E estamos juntos. Nós vemos o próximo abraço. [Música]