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A fé vem pelo ouvir

TUDO DE ERRADO COM THE LAST OF US – TEMPORADA 2 | CONTEMPORAMA #093

TUDO DE ERRADO COM THE LAST OF US – TEMPORADA 2 | CONTEMPORAMA #093

TUDO DE ERRADO COM THE LAST OF US – TEMPORADA 2 | CONTEMPORAMA #093

É ISTO! Matheus, o Japa, Guilherme Iamarino, Yago Martins e Raphael Xavier se reúnem para conversar sobre a segunda temporada de The Last of Us! Realmente foi tudo muito ruim? Há coisas boas? Por que as pessoas não gostaram?

Tudo isso e muito mais neste episódio

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Legendas automáticas:

Com grandes poderes vem grandes
responsabilidades. Poderes cósmicos,
terabites infinitos, dobras temporais,
velas aromáticas e jantares românticos.
Tudo o que o nerd sempre desejou em um
só lugar. Junte seus neurônios, pegue
seus son de ouvido, mantenha as mãos e
pés dentro do veículo e se prepare para
nunca mais pensar da mesma forma, porque
é isso que acontece quando dois pastores
e um seminarista se reúnem para discutir
cinema, séries e
cultura. Você está ouvindo?
Contemporama. Este programa é uma
produção, dois dedos de
teologia. É isso. Estamos mais uma vez
nessa semana do Contemporama falando da
segunda temporada de The Last of Us.
Olha só, chegamos, chegamos à segunda
temporada. Eu sou Mateus o Japa aqui
comista
ócando a música. Ten que falar bastante
porque minhas filhas estão dormindo. Eu
não posso tocar. Tinha vontade de tocar
música.
Se apresenta aqui, por favor. Meu nome é
Guilherme. Muito prazer.
É isso. É isso. E também um fã. Um fã
que tem se mostrado muito fã. que é
impossível de desgostar das coisas que
vê ele.
I believe in Bella Hams supremacy. Ah,
não. Já comecei a ficar estressado já
com
gravação. Briga.
Excelente atriz. Excelente atriz.
Casting maravilhoso. Bella Ramsy. Nossa,
Casting é muito gole. Um brinde. Um
brinde de Monster prata.
E de novamente com a gente, mais uma vez
completando a mesa para falarmos de The
Last of diretamente de Terraistas. Ele,
cara, eu aqui que venho representar a
nação PlayStation e dizer que o que
fizeram na segunda temporada é um crime,
tá bom? É um crime. Não tem outra
palavra para definir isso aí, não. Já
começamos, já começamos.
chegaria desde o começo.
Já começando. Deixar claro que não fui
eu que escolhi o convidado, não fui eu.
Eu queria chamar uma outra pessoa que
odiou muito, que odiou mais ainda. Podia
podia podia ter um vídeo do Rafa contra
25 pessoas que gostaram de L. Cara,
vamos, vamos fazer acontecer. Olha,
olha. Eu não sei se tem 25 pessoas que
gostaram de Legend Plus. Vamos convidar
aí, tá? Muito mais fácil colocar Iago
contra 25 pessoas que não gostaram. Tem
que ser eu contra 25. Exato. Eu acho que
esse aqui vai ser não. Eu acho que esse
podcast vai ser eu contra três que não
gost
possivelmente. Ó, vamos lá. Só para
deixar claro aos ouvintes, já tem
spoiler desde o início, então se você
não assistiu a segunda temporada, você
vai lá assistir. Nós também já fizemos
outro episódio falando só do jogo, então
tem aí outras coisas para você conversa
sobre a série. Mas aqui foi spoilers,
neste canal, neste canal 2Dologia, temos
análise episódio a episódio de todos os
episódios. Verade, dizem as má línguas
que as análises são melhores com os
episódios, certo? Então, pô, disparado
aqui, eu faço a defesa do advogado do
diabo aqui. Disparado. Tá bom,
tranquilo. Aí, então, não assista a
série, assista a análise, você vai sair,
ó, abençoado, abençoado. Mas é isso,
galera. Vamos começar. Vamos começar,
tá? Segunda temporada de Last of Avance,
adaptando o segundo jogo. É, muitas
expectativas, a gente falou também disso
no último episódio sobre como a gente
imaginava que algumas coisas poderiam
ser, etc, etc. E vamos lá. assim,
falando por mim, começa excelente, tá?
Eu acho que começa bem assim a série. Eu
tava tava feliz ali e sinto que as
coisas desandam mais pro meio. Que que
vocês sentiram da temporada como um
todo, vou começar, já que eu sou o único
que vai falar bem. Deixa eu começar
aqui. Eu acho que a primeira temporada
ela é mais
consistente. Eu acho que existe
consistência maior. Eu gosto do termo
que o nosso querido Gerandi usa.
Infelizmente ele usa num contexto que
vai esculhambar a segunda temporada, mas
ele fala que a primeira temporada flerta
com a perfeição, não é? Ah, eu vou
concordar. Eu acho que a primeira
temporada ela é muito boa, tem uma
história muito coesa, ah, e os episódios
são muito consistentes assim na sua
qualidade. Esse, essa segunda temporada,
na minha leitura, é mais inconsistente.
Você tem momentos, para mim melhores do
que momentos da primeira temporada.
Então, para mim, episódio dois, por
exemplo, é Supremacy. Segundo episódio,
ele inteiro, inteiro, inteiro. Não, de
novo, vou falar aqui uma declaração, uma
coach muito forte, tá? uma aspas muito
severa. Mas o segundo episódio dessa
segunda temporada é talvez um dos
melhores episódios de qualquer coisa que
exista em termos de episódio de seriado.
Não, a tá cara, tá no nível para mim
batalha, bro. Cara, esse esse energético
tá batizado. Esse energético tá
batizado. Emocionado. Cara, o segundo
episódio é maravilhoso, cara. É
incrível. O segundo episódio não é bom.
Bom, não é bom. Tá maluco, cara. É bom,
cara. O roteiro é excelente. Aquela
invasão de Jackson é é aquilo é cinema,
pô. Aquilo ali é batalha dos bastardos,
pô. Tá nível batalha dos bastardos para
mim.
Jones
excelente. A história, o tempo me dará
razão.
Ó, vamos lá. Vamos lá. Eu preciso de
alguém. Eu precisava de alguém para me
ajudar nesse episódio. Estou sozinho.
Uma ovelha. Muda o matadouro. É fato o
quê? É fato. Eu entendo, eu entendo o
que você falou, mas eu não
concordo. Mas
assim, é fato seria a única pessoa
racional nesse seriado, nesse nesse eles
eles tentaram e fizeram um bom trabalho
assim, cara. Eu eu nesse sentido você
ouve até os making offs depois eles
estavam falando de não pela escala, por
tudo que a gente queria fazer. Não,
incrível. A invasão de Jackson é
perfeito aquilo ali, cara. Incrível. É
realmente muito legal e não tem no jogo,
né? Inclusive isso é um negócio legal de
falar. Você ouve falar, mas não não
aparece. Exato. É total uma construção
que eles deixaram na série, o que eu
achei que foi muito bem colocada. Eu
acho que o Tomy, nesse sentido, como o
personagem dentro de Jackson, ali, ganha
uma camada que no jogo ela não é tão
explorada assim e todas aquelas relações
ali dentro acabam criando mais vida
nesse sentido, porque o jogo para quem
não sabe só focar mais na L mesmo e
nessa busca dela e e aí então não mostra
esses outros personagens. Isso para mim
foi um um grande assim uma grande
inclusão na na nesse episódio. E aí fica
esse o tempo inteiro, né? O Joel de um
lado, atenção ali e a tensão em Jackson
e os dois in os dois in. Cara, isso foi
realmente muito bom. Eu não chego cara,
a ironia dramática, a ironia dramática
do episódio é muito poderosa também, não
é? que você sabe do perigu que tá vindo,
os atores lá não sabem e essa tensão
cada vez mais crescente e o payback no
final da morte do Joel, cara, aquilo ali
é visceral, é bem feito, é bem adaptado,
bem atuado, é é incrível. E eles, nossa
cara, não aquilo ali não tem como não,
aquilo ali é muito bom melhor episódio
da temporada e para mim o episódio
famoso, o querido episódio do flashback,
não é? em que eles voltam com o Joel,
voltam com a L, mostram esse progresso,
essa essa contagem regressiva da
derrocada desse relacionamento também. É
um episódio muito bonito, muito bonito,
muito poderoso, ah, muito tocante,
assim, claro, quando quando o nosso
querido Pascal Pascalzito entra em cena,
o cara é um desbun de atuação, né? O
cara é gênio. É gênio, muito bom. E a L
atua muito bem também, porque a L, a L
criança é para mim é o melhor que a que
a Bela Ramos tem para dar ali. Ela é
muito boa nesse processo. Essa da rocada
é muito ela mais infantilizada, né? Ela
mais infantil, assim, ela. Eu acho que
são os dois melhores episódios da
temporada de longe. Ah, o primeiro
episódio é um
episódio de setup ali, ele é um pouco
mais lento, mas ele tem um um poder
narrativo ali de beleza, vamos lá. Eu
acho que essa dobradinha primeiro e
segundo episódio, é é perfeito assim
para mim. Ah, quando chega quando a
gente chega nesse finalzinho que a gente
tem, eu não, eu teria que olhar agora o
meu erro não ter o
o qual é o episódio do flashback é qual?
O sexto. É o sexto. Beleza, beleza. Não,
não. Acho quando a gente tem o sexto. É
o sexto. Só tem sete episódios. É o
penúltimo, né? É o penúltimo. Isso.
Beleza. O, eu acho que a dobradinha
também quinto e sexto episódio são
episódios muito bons quando tem a
tortura da nora, ah, esse episódio de
flashback. Eu acho que último episódio
também é episódio bom, apesar de ter
umas coisas dele que eu não gosto, acho
que tem um problema de montagem nele que
me irrita um pouco. Ah, mas também são
três episódios muito bons. Eu acho que a
série cai muito no terceiro e no quarto.
O terceiro e quarto são muito ruins,
assim, muitos são episódios muito
lentos, fracos, tem uns problemas de
desenvolvimento que a história não
avança muito bem. E aí eu acho que a
história do jogo consegue ser muito
melhor que a história da do seriado
nesses dois episódios aí que dá um um
vácuo de qualidade para mim. Mas os três
episódios para mim são episódios que
avançam muito bem a história ou
aprofundam muito bem os personagens,
apesar de um outro defeito, uma outra
escolha narrativa mais polêmica. Mas aí
a gente tem que avaliar e é o que a
gente vai fazer aqui, né? a avaliar
essas escolhas, os caminhos foram
tomados e o que eu acho que foi que é o
grande problema de L of que é sofrer da
maldição da adaptação, né? É a maldição
da adaptação. Hoje a gente ama Senhor
dos Anéis. Senor dos Anéis foi odiado
por muitos fãs dos livros porque ah,
corromperam a obra do token, né? Nossa,
do nada, do nada.
melhor adapta forçar uma
adaptação é desproporcional isso. Melhor
adaptação de todos os tempos. Foi odiado
por muitos fãs. Foi ou não foi? Eu vejo
até hoje gente falando filmes. Mais
proporcional cara tem estou
estabelecendo aqui um ponto. Famosa
maldição das atratações. Harry Potter
foi odiado. Oiado pelos por muitos fãs e
até agora tem muitos fãs contra a
existência do seriado que nem foi feito
ainda, entendeu? Pô, e que tem o trio. O
trio lançou aí, lançou agora, lançou
agora. Então assim, existe a famosa
maldição da adaptação. Eu acho que Delov
sofre da maldição da adaptação, porque
como eu falei antes da existência da
primeira temporada, The Last of Us para
mim sempre foi uma experiência
inadaptável, porque algumas coisas são
poderosas como são por causa da mídia
que tem. Ok? Então assim, por que é que
Delash of Us 2 é perfeito? Porque você
joga. Uhum. É isso. Para mim é como se
alguém tentasse fazer um live action de
Francio e
Labirinto. Por que que Franço Labirinto
é tão poderoso? Porque audiodrama é um
audiodrama sobre um detetive cego. Então
você tá emulando a experiência de
cegueira porque você não tá vendo. Se
você faz em vídeo, perde todo aquele
processo, você não enxergar nada. Então,
para mim, o que é o que é grandioso da
história de L of não é simplesmente a
história, é o fato de que eu jogo com o
inimigo, que eu entro na pele do
inimigo, que eu controlo o inimigo e eu
com os meus dedinhos tô participando
daquele negócio. Essa é uma experiência
que antes da da antes da primeira
temporada eu já dizia isso é impossível
de adaptar, não tem como. Por isso eu
até achei que eles não iam seguir a
estrutura de dias na segunda temporada
de fazer primeiro a história da L,
depois a história da EB que eles fizeram
e para mim, para mim é a pior decisão
adaptativa possível. Eu acho que eles
tinham que se afastar mais do jogo. Eu
acho que parte da minha do meu problema
do Lash of Us é a tentativa de estar
mais próximo do jogo no que é
inadaptável. Eu acho que faltou coragem
em se afastar um pouco mais. Eu
acho deixa coragem demais. Teve coragem
e pô não tem coragem. Bem, mas coisas
que se afastaram do jogo, mas o
problema, o problema, vamos tirar aqui o
elefante da sala, o problema é a L e é
só isso. O problema é L. Não sei, não
sei. Eu não, eu não calma aí, cal. O
problema é a L, é a personagem principal
que é onde gira o jogo todo. É. É. Não,
mas vê só, a Dina, vamos lá. Para mim a
Dina tá melhor na série. E eu sei que
vou deixar todo mundo falar. Vou deixar
todo mundo falar porque eu sei que você
trucidade desse episódio inteiro. Então
tô vomitando que eu posso no começo.
Mano, eu tô anotando seus pontos para eu
discutir um por um quando chegar a minha
vez aqui. Vai falando tô sentado a mesa
comigo
vai ter réplica. Vai ter tréplica? Vai
dar. Eu vou ficar calado pelos próximos
pelas próximas uma hora, só só sendo
humilhado. Então eu vou vomitar aqui. Tá
bom. A Dina tá melhor na série do que no
jogo. O Jess tá melhor na série do que
no jogo. Muito melhor adaptado. O Isaac
melhor na série que no jogo. A Tes
melhor na séri jogo. Falando em primeira
temporada. Cara, tá, o Joel para mim tá
melhor na série que no jogo. O Joe já
era grande. O Joe já era grandioso, mas
tá muito bem, muito bom. Tá, tá muito
digno. Hum. Todo mundo foi melhor
adaptado. Quem é que gerou uma polêmica
maior? A Bella Romstey. Por uma série de
motivos justos e injustos.
A parte injusta é porque ela é feia,
coitada, parece o Marquito, certo? E aí
de graça, isso é o fator, a gente tá, eu
não graça esse comentário e ele falou no
início do episódio, eu sou da Bella
Ramela. Creio Bella Ram porque, cara,
nós temos excelentes atores que a gente
gosta, que são horrorosos também, são
homens, ninguém se importa, certo? Mas
aí mulherage, um abraço para você. Você
é um bom ator, gostos. Cara do neg, pelo
amor de Deus. O cara parece que apanhou
da mãe, entendeu? Ah, tem um monte de
cara brucutu aí que é feio. Daniel Craig
horroroso, né? Era o 007, pô. Entendeu?
O então assim, a gente tem atores feios
que excelentes atores. Mulheres não tm
esse direito, né? A Bella Ramson não é
bonita, não é, não é uma atriz bonita e
isso importa. O Gaveta fez um vídeo
excelente sobre isso, nosso querido
Gavetinha sobre ela. Ela é atriz feia,
ela não é uma musa, como a gente tá
acostumado a ver nas personagens
femininas. Isso importa em algum
sentido, porque a gente vai pra arte
também em busca de algum tipo de de
padrão de beleza e coisa do tipo. Mas
ela, na minha opinião, é uma excelente
atriz desde o Game of Thrones, desde a
primeira temporada. Ela entrega um
trabalho dramático muito bem feito. E aí
o vídeo do PH Santos, que saiu também
essa semana falando sobre a série
completa, mostra muito isso com
exemplos, não é? dela fazendo uma
excelente atuação como L. O grande
problema é ela foi muito mudada do jogo
pra série. As motivações mudaram, os
processos mudaram. Para mim o problema
é, e aqui vocês vão querer me matar, mas
eu vou dar o braço para vocês já já.
Certo? Então, calma aí.
O arco da L no jogo de ser alguém que
morreu Joel e entra no rampage de
vingança pro fundo é massa. Gosto,
prefiro. Eu até prefiro essa L do que a
L da série, certo? Tô com vocês. Prefiro
essa L do que a L da série. Mas eu acho
que essa L não era uma L boa pra
TV. Não é factível em termos de
assistir. É factível em jogabilidade.
Jogabilidade é legal. Eu tô jogando,
controlando um personagem que tá num
repe de ir a um bezerker do mal. Quando
eu entro no seriado, o que é que o
seriado quis fazer? Um desenvolvimento
dessa L que vai desenvolver isso, que
vai entrar no processo com outros
sentimentos juntos, com outros momentos.
Eu acho que esse processo de adaptativo
era necessário, tinha que ter essa
adaptação de uma hélice. E aí, esse é o
problema. Eu acho que esta L adaptada
tem menos graça, é menos legal, atrai
menos do que a L do Rampage maluco do
jogo. Esse processo de adaptação tinha
que acontecer. Não, não é não. Imagina
seente sai louca, ah, vou sair matando
todo mundo. Você tinha dois episódios e
acabou, entendeu? Você ia ter duas
temporadas, é o fim do jogo, o fim do
seriado, né? Você não tem
desenvolvimento de personagem, ela não
sai do ponto A, ponto B em termos de de
caráter, de de sabe, de progresso. Eu
acho que a ideia foi muito boa. Meu
problema não é com a ideia. Meu problema
com a execução, eu acho que não foi
executado a contento. E aí você pega o
melhor jogo da história e você
transforma numa numa série em que o
personagem principal só é só é OK,
entendeu? E aí tem lá seus conflitos,
suas inconsistências e tal. Para mim
continua sendo uma série muito
excelente, sabe? muito boa, muito boa.
Continuo fã da série, mas eu entendo o
desconforto de alguns fãs em ver essa
adaptação não ser não fazer jus, não é
aquilo que você esperava da L como
personagem principal. Mas aqui, ó, aqui
já coloquei meus minha minha minha
declaração. Agora vou sentar aqui e
apanhar
calado pela próxima hora. Depois desse
paper apresentado, agora nós Estou
maluco. Estou maluco. Estou maluco. Eu
estou maluco. Tá.
Não, não. Marina, me ajuda. Eu acho que
você todo mundo aqui é o que odiou
menos.
É, tem coisas muito boas, mas é assim,
eu não joguei o segundo jogo, então eu
tô falando de uma posição aqui que é um
um só um telespectador assim da coisa. E
a gente veio todo o meu conhecimento
dessa segunda parte da história, ela vem
de eh discussões com vocês, assim, então
eu esperava algumas coisas e, OK, outras
coisas, talvez eu não tinha um apego
muito emocional eh mesmo com a com a L
assim, porque enfim, essa L Rampage,
assim, eu até esperava um pouco porque
vocês diziam isso e ela foi aparecer
muito tardeamente assim nos episódios
assim, muito tardeamente para mim E acho
que foi diluído as coisas. Isso é uma
tática de TV. Eh, comparado à tática,
por exemplo, quando o Michael Scot da
primeira temporada é totalmente
transformado, porque ele vai se tornar
alguém mais friendly para que a pessoa
consiga eh, uma vez que ele foi tornado
mais amigável, mais relacionável, etc.,
para pessoas conseguirem assistir,
porque senão ela se tornaria uma pessoa
muito grotesca. Uma coisa é você tá
jogando ela e você, ela é uma pessoa
grotesca, mas você está jogando nas
decisões ali na em toda a mitonarrativa
do do game, né? Tem um fator luminoso
bem diferente, etc. Outra coisa, você tá
só assistindo porque você não tá fazendo
nenhuma ação. Então aquilo precisa ter
algumas ferramentas de roteiro. Eu acho
que eu compreendo elas para que ela seja
relacionável. Então, até entendo, por
exemplo, o episódio 3, o episódio 4, que
elas entram lá naquele negócio, tem
aquela luta do serafitas com a
WF e aí elas vão fugindo. É um episódio
de uma barriga tremenda assim, apesar de
que tem ação, mas momento, mas é uma
barriga narrativa, mas tem é narrativa é
uma barriga muito legal assim, é, tem
construção, cena, aquela cena de
violência dos caras ali da WF. Nossa, é
muito bom, cara. Cara, eu não sei se é
nesse ou não é no outro que tem o
personagem que faz o Bernard no Westwe.
Nossa,
gente, embaçado aquilo lá. Ele tranca o
carro lá, joga as bombas. Gente, aquilo
lá eu achei massa. Aquilo lá eu achei
legal. E aí você assim, mas eu achei que
eles diluíram muito a o fio narrativo em
outras coisas, talvez compreendendo um
pouco da alimentação da Bella Ron em
relação a essa a ela não ser tão
relacionável com o público e aí talvez
seja a consequência natural. é os outros
atores, os outros personagens, eles
acabam também se destacando e isso é bom
pra série. No sentido amplo, longo
prazo, isso é bom porque você não tem só
uma pessoa que você vai olhar e falar
assim: "Nossa, que personagem legal, me
relaciono com ela." Por que que Game of
Thrones, por exemplo, foi uma série que
durou tanto tempo e você tem uma legião
de fãs ou Harry Potter ou Ser dos Anéis
ou qualquer outra grande série? Porque
você tem muitos personagens que as
pessoas gostam e aí você vai lá e
discute com: "Ah, eu gosto mais". Ah, do
Joe. Ah, eu gosto mais do do irmão do
Joel, eu gosto mais da Dina, eu gosto
mais. E aí cada um do Isaac e tudo mais.
E aí cada um vai ter elementos
narrativos que talvez estão um pouco
para além do jogo que faz essa pessoa se
relacionar com a série. Eu entendo esse
movimento, não gosto muito, mas eu
entendo esse movimento e a a série ela
tenta fazer isso, mas para mim assim,
três, quatro e até o o momento bem
específico do episódio 5, que é quando a
Dina finalmente revela a gravidez dela.
Eu acho que é nesse episódio. A, cara, é
uma barriga muito assim, ficava assim,
cara, vamos lá, sabe? Beleza, porque eu
tô um pouco cansado e de ver é cena de
zumbi, velho. Entendeu? Essas cenas dos
zumbis correndo atrás da pessoa, a
pessoa tendo que correr, etc. Isso era é
muito anos 2000, muito anos 2000. começo
filmes do Resident Evil, começo de de eh
a Guerra Mundial Z, etc. Esse tipo de
coisa para mim já foi, sabe? Eu não
quero ver. E é é legal em algum certo
aspecto. Na primeira temporada a gente
inclusive teve um momento muito legal de
um ataque zumbi. Aí teve nessa temporada
a Jackson, a invasão, etc. E depois teve
mais uma vez, assim, essas vezes elas
acabam ficando meio cansativas, sabe? E
eu sei que é um um elemento ali que foi
colocado para fazer parte da barriga e
ter alguma ação paraa pessoa conseguir
passar e ver os episódios. Então, para
mim a barriga nesse sentido, apesar de
tudo que eu falei, ela acaba
prejudicando muito você continuar
acompanhando a série, porque eu tive
muitas vezes vontade de parar, entendeu?
muitas vezes mesmo assim, apesar de de
falar assim, pô, os meninos falaram que
o final é é assim apoteótico, que vai
chegar num momento fantástico, etc., mas
eu confesso, eu tive muita vontade de
parar até o episódio 5, eh, final desse
episódio, ou seja, para metade pra
frente do da série, eu tive assim pouco
prazer vendo, sabe? vim para esse papo
tentando me desvincilhar do apego ao
jogo que todo mundo tem, né? Acho que só
o Gu não jogou. Eh, então, tipo, meus
argumentos tentando se basear de que eu
estou vendo uma série. E é isso, sabe? E
eu acho que o problema que o Iago e até
o Gui comentou agora sobre o a barriga
do episódio 3 e 4, eu acho que
justamente são esses os episódios que
causam esse sentimento negativo que a
gente tem na temporada como geral. Por
quê? Porque são os episódios que
acontecem logo em seguida a morte do
Joel. E a morte do Joel é o fator que
move as ações da L e que deve mover a
busca de vingança dela. Só que o
episódio 3 e 4 a gente vê a L
constantemente fazendo piada. A gente vê
as interações com a Dina em que a Dina
se sobrestai mais do que a L. A gente vê
a Dina muito mais carismática. A gente,
acho que é no episódio, acho que no
próprio quatro ou no início do cinco, a
gente vê, tipo, a Dina tendo uma
motivação muito maior para buscar
vingança, fazendo com que a Lembre-se
que eu tô numa missão de de vingança. E
por causa disso é que meio que foi me
tirando da série porque eu estava vendo
uma personagem e até o Iago falou, tipo,
é uma L, não é Rampage, ela não tá com
com sangue nos olhos, ela tá se
desenvolvendo. Só que ao mesmo tempo que
esse desenvolvimento que eu percebi que
eles adotaram, vai impactar a mensagem
no final do jogo, porque, pô, o final do
jogo se resume a a L quebrando o ciclo
de ódio e vingança. A gente vai dar
spoiler do futuro também, tá liberado
spoiler do jogo para quem tiver aqui. A
gente tenta segurar. A gente tenta
segurar spoiler do jogo assim e falar.
Acho que é bom segurar de maneira mais
geral. De maneira mais geral. Vamos
falar. É, a gente fala da mensagem, fala
mais ou menos. Quem conhece o jogo vai
saber, quem não conhece não vai
responder. Isso. Perfeito, perfeito.
Boa. Eh, então a mensagem no final das
contas vai ser essa, a libertação dela e
algo que não tá sendo desenvolvido até
agora. É, que não foi desenvolvido até
agora. E eu acho que não vai ter como
ser desenvolvido por temporada 3, Seat
dia 1, visão da EB. E aí a gente vai ver
três, quatro episódios com a EB e a
gente vai ver a EB culminando ali no
momento desenvolvimento da L, né? Tipo,
porque agora vai mostrar a EB e a gente
já vai meio que chegar por uma conclusão
ali do do final assim. Exato. E vai ter
temporada, se eu não me engano, né? É,
então eles falaram o o Craig Mazin falou
que era impossível contar a história de
L of em três temporadas. Ele falou coisa
a culpa é tudo desse Craig aí. Ei,
deixa só o Nil, mano. Deixa só o Nil,
meu. Deixa só. Que agora a próxima é só
2027. É isso aí. É 27. 27 é do anos.
que me eu eu assim nesse sentido, eu
concordo com o Iago e e concordo no
sentido de OK, é uma série de TV, você
precisa ajustar as coisas para funcionar
como uma série de TV para apresentar
para um público novo que vai ver o
episódio um após uma semana e talvez
nunca tenha contado. Eu eu concordo com
isso, mas até mesmo dentro dessa
estrutura eu sinto que há a há coisas
que me fazem me desconectar da Helen
como personagem, sabe? Então você tem a
morte dela no a morte do Joel no dois,
aí você tem ela no três e no quatro com
a Dina. E ela é tipo assim, pô, ela já
tem 19 anos, sabe? Ela já não é aquela
criancinha que tinha 14 quando a gente
via, veio no flashback. Ela já tem 19
anos. Ela está realmente, ela foi para
Seatol outra cidade, tipo assim, lidar
com uma galera, buscar uma vingança. É
uma parada séria. Ela tomou essa decisão
porque ela sabe que é uma parada séria.
Só que ela age como uma bobona assim,
cara. o tempo inteiro. E isso me
incomoda num nível assim, é tipo, ela
vai, sobe no negócio, aí sei lá, derruba
a tampa do do canhão, faz o barulho do
caramba e ela fica tipo olhando assim
pra Dina, tipo, opa, ops, só faltou bad.
Ah, e aí tipo assim, todas as relações e
ela faltou sair uma voz do nada e falar
assim: "Fa vatuca,
que isso?"
Então assim, eh, embora eu entenda que é
o que ela não precise já sair no modo
loucura e matar todo mundo, eu sinto que
me me desconectava muito quando, ok, não
parece a que que realmente quer buscar
vingança, porque para mim parecia assim,
cara, qualquer momento ela vai voltar
para Jackson, assim, ela pode voltar
para Jackson, ela não vai dar sequência
nisso e tá tudo bem. Com isso, eu não tô
querendo dizer que não teve outros
desenvolvimentos, outros acontecimentos
que me foram interessantes. Então, por
exemplo, a cena de perseguição zumbi,
quando ela tá com a com a Dina e aí vem
aqueles bichos correndo atrás dela, etc,
etc, e aí ela se meio que se sacrifica
colocando o braço pro zumbi morder, etc.
Toda essa sequência que é diferente do
jogo, ela é muito maneira. O jogo se
aconar de outra forma. Eu achei muito
bom o o próprio desenvolvimento do Isaac
nesses episódios mais parados, do
diálogo do Isaac com aquele Serafita.
Cara, todas essas coisas, os
espelhamentos do Isaac da L, né, como se
fossem personagens parecidos, né? Muito
legal. É muito bom. É muito bom isso.
Isso são peças que o jogo não nos dava e
que a série agora aprofunda e que, cara,
isso é ouro. É, é absurdo. Bom, eu gosto
disso. Agora me incomoda. Estou com
japa, estou com japa. Faltou trauma. É
isso, é isso, cara. Porque faltou a
gente sentir que realmente ela queria,
tipo assim, cara, eu quero vingança
assim, sabe? Sim. Nesse sentido, a Dina
se sobressaí porque a Dina ela ficou uma
personagem cativante, mais carismática,
etc, etc. Pode falar aqui. É, mas eu
acho que a razão disso é porque algo não
foi diluído ao longo dos outros
episódios que deveria ter sido diluído,
que é um incômodo que eu tive quando
aparece o sexto episódio. E o sexto
episódio ele é muito dramático, uma
carga dramática gigantesca. E ele como
episódio assim, ele é talvez o melhor da
temporada, tá? Eh, é, é bem legal. Só
que eu não gostei de uma coisa. Eu até
falei com o Iago um pouco disso. Embora
ele seja o melhor, eu acho que assim,
para a série como um todo, ele deveria
ter sido diluído ao longo dos outros
episódios e construindo algo ao longo
dos outros episódios. Porque, ó, por
exemplo, o sexto episódio, ele começa
com uma meta narrativa, que é a três
personagens que vão vão capturar do seu
pai algo para si. Então, o pai do Joel
lá na bronca que ele tem que dar pros
filhos dele, pro irmão do Joel que tá
lá, comprou maconha e não sei que lá ele
vai lá e conta que o pai dele batia.
Cara, isso aí é uma uma ó, pais
cristãos, vocês têm que aprender com
isso, porque ele fala assim: "Eu tive
meus erros, ele é um pai que assume as
suas fragilidades e ele fala assim: "Eu
tive meus erros e você vai errar também,
mas eu espero que você erre menos".
Nossa, isso é é pancada. Assim, a a
frases que o pai do Joel fala para ele
que ele assume algumas coisas e fala
assim: "Não, eh, não foi, e as minhas
não faz nem ele, né?
Não era como ele. Eu tô tentando
melhorar. E aí ele ele ele abre o
coração pro Joel o seguinte: "Eu estou
tentando fazer algo certo". Cara, assim,
é difícil você na relação com seus
filhos e a gente, eu tô tô com duas
filhas agora, Iago também, a ali com
seus filhos, assim, a gente é eh é é
difícil você não imprimir e não olhar
pro seu pai para e você colocar no jeito
que você se relaciona com seus filhos
aquilo que o teu pai fez. E aí você vai
fazer uma análise e vê de coisas que seu
pai fez que eram legais, coisas que seu
pai fez que talvez não eram tão legais e
você vai querer melhorar e você ao mesmo
tempo tem um
medo assim
gigantesco de errar, sabe? E essa cena
quando você vai juntando as peças e você
assim, talvez você não entende logo no
começo dessa cena o por que ela tá lá,
mas logo no finalzinho, Aham. quando
você percebe o por que ela está lá. E aí
quando você percebe o Joel imprimindo
essas coisas na relação que ela tem, que
ele tem com a L, uma vez que a filha
dele morreu, eh, cara, é um negócio
muito pesado. E aí você vê o Joel eh a
preparando momentos com a L, o Joel
fazendo violão, o Joel tocando, toda a
relação de aniversário, a relação dele
pegando a Lá com a com a outra menina e
ele ficando bravo, mas ao mesmo tempo
remetendo um pouco do do que o pai dele
ensinou para ele até o momento
apoteótico deles lá naquele museu. Eh,
cara, é uma lição de
paternidade, eh, que também pode ser
aplicada à maternidade, mas é uma é uma
uma lição de como você educar os seus
filhos e uma lição da
fragilidade em você passar a educação,
sabe? em você se admitir vulnerável,
ensinável e ao mesmo tempo você educar
pelo amor e não pela opressão. Nesse
sentido, você romper com ciclos que eram
ruins, mas ao mesmo tempo você
reconhecer que você vai falhar e você
fazer por amor e ao mesmo tempo pela
responsabilidade. Você perceber a
responsabilidade que o Joel tinha em
relação a ele até o momento que assim é
inevitável você cair de lágrimas.
episódio após episódio, em que algo que
não teve antes é revelado quando ele não
consegue mentir para ela mais. Chorou,
chorou, Marina, cara. Nossa, para
caramba.
Esse episódio é disparado o melhor da
temporada. Assim, eu gosto mais dele.
Cara, eu prefiro o segundo ainda, mas
ele é
muito o New J, ele sabe equilibrar muito
bem a a personalidade dos personagens em
cena e conduzir muito bem. Se você vê a
L assim, esse episódio para mim, cara, a
Bella Ramsy, ela ela arrasa em atuação
detonave, ela é muito boa, mas você
percebe, por exemplo, você vai vendo
toda a construção dela mais jovenzinha e
ela crescendo, ela amadurecendo, ela
acontece muda, né, cara? Vai mudando,
vai mudando. Mas cara, quando eu chego
nesse ponto em que ela fala para ele,
tipo assim, não me fala, você fez a
mesma cara que tu fez quando tu me e aí
o Jo Pedro Pascal também desgraçado
atuando. Mas quando ela olha para ele e
fala assim: "Eu não sei se eu consigo te
perdoar. Jamais vou tentar, mas eu vou
tentar a tua cara". Entendeu? Então,
para mim é isso, assim, esse esse
equilíbrio das da das emoções e da
personalidade da L, do mesmo tempo que
ela tem esse potencial de ser o cara um
mega brucutu eh eh grossa com todo
mundo, meio meio bruc machona assim,
doidona, ela também tem um lado muito
sensível que ela assim, cara, ela ama o
Joel também naquele lado. E e eu sinto
que nesse sentido, só depois desse
discurso bonito do K aqui, eu vou voltar
a criticamente, não há esse
equilíbrio, esse equilíbrio muito bem
feito, tá? E, e em outros episódios, né,
que você tá dizendo, em outros
episódios. Em outros episódios. Então,
por exemplo, por isso que eu falei, por
isso que eu falei que talvez isso se
fosse melhor diluído, porque tem muitos
momentos bons nesse episódio seis.
Muitos. Cara, eu não acho, eu não acho
que iso não. Para mim é um episódio. É,
é isso. Eu acho que você teria um
problema de ritmo narrativo muito grande
diluindo isso, sabe? Eu acho que ter
juntado isso ficou muito bom, cara. Sabe
o que que eu acho? Ficou bom para um
episódio. Os outros foram prejudicados.
É isso o
problema. Vou dizer, vou jogar a bomba.
Vou jogar a bomba agora aqui. Para mim,
o erro foi ter sido, foi ter seguido a
estrutura de dias, foi ter foi ter
tentado emular um aspecto que para mim
era um aspecto que só funcionava no
jogo, que é primeiro você ter a história
da L, depois ter a história da EB. Eu
sempre achei que isso era coisa, cara,
eu acho que isso é muito inadaptável
assim, porque isso é muito legal no
jogo, você vê um, depois vê o outro e
tal, você não sabe, se revela posterior,
cara, se tem um pro jogo é perfeito
isso, cara. Eu acho que pra série de TV,
cara, é muito difícil isso funcionar
bem, sabe? Você tem uma temporada, dois
anos, uma, cara, tinha que ser ao mesmo
tempo, tinha que ter criado o núcleo
normal, a história parava na metade de
algum lugar aí e aí eles que estão
ganhando milhões para fazer o roteiro
que se virem. Mas é, mas para mim, cara,
tinha que ter sido tinha que ter sido
paralelo, cara. Você vê um pouco do
núcleo, um pouco do outro núcleo, as
histórias meio que, entendeu? Acho que
porque assim, fizeram a estrutura de
dias, a gente viu que não funcionou
tanto, entendeu? Eu acho que eu discordo
porque a gente tá falando, por exemplo,
do episódio dois e o episódio 6, que
foram os melhores na nossa opinião, e
foram justamente os episódios que mais
se aproximaram no jogo. São justamente
os dois episódios que estão tentando
replicar ou adaptar, mas de maneira mais
fidedigna assim o jogo. E o que o Iago
falou sobre, pô, a minha a o melhor dos
mundos seria se adaptassem uma história
que não fosse a do Jo que expandisse o
mundo, que criasse outra história.
Dizendo, não, não, não tô dizendo isso.
Calma aí. É o você disse anteriormente,
né, tipo que essa história é indaptável.
É porque é porque eu acho que eles
tentaram, eles
tentaram eles, eles se afastaram do jogo
em algumas coisas que era, deveria ser
parecido com o jogo, né? Ah, e tentaram
se aproximar do jogo em coisas que não
precisavam.
Por exemplo, para mim, o pior problema
do último episódio é é tem um problema
de corte, de ritmo. Ela ela vai pro
barco, por exemplo, ah, é montagem é
tudo zoado, cara. É uma cena, é uma cena
muito bonita, visualmente muito bonito.
Mas cara, aquilo ali é videogame, pô.
Aquilo ali é videogame, entendeu? Ela lá
dentro da água e vai, aí anda, aí sobe
no negocinho, aí não sei o quê. Beleza.
No jogo eu tenho esse processo, mas para
que eu tenho essa elipse temporal tão
grande, entendeu? No negócio que eu tô
vendo fica aí tu tem que fazer uma
montagem meio acelerada para não ficar
um negócio tão longo e aí fica
parecendo, entendeu? Uma montagem ruim.
Acho que é porque eh acontece que eu
acho que a montagem de dias funcionaria
para a série. E aqui, como a gente
falou, a gente não vai entrar nos
detalhes do jogo, porque a gente ainda
tem um outro arco para abordar com a EB.
Sim, com certeza. Que não dá para
abordar paralelo três arcos ao mesmo
tempo, né? Que seria L, E o terceiro
arco. Exatamente. Lev é um leve é um
problema aí. Leve é um problema
narrativo e que com certeza vai estar na
terceira temporada. Eles não vão cortar
isso. Então, como é que é difícil
cortar? Muito difícil. Como é que eles
iriam abordar simultaneamente três arcos
se a gente já se sentiu desconectado em
muitos momentos com a L, né? É. E olha
que nessa temporada ele parece um pouco
uma estrutura narrativa que o pessoal
não gostou, que é a temporada um de The
Witcher, eh, que embora eu acho que ela
tem muito a oferecer, mas a temporada um
de The Witcher ela segue um um uma linha
temporal distinta, você não consegue,
você vai montando as peças, ela é quase
um quebra-cabeça, como se fosse a
segunda temporada de Westw também, um
pouco da primeira, eh, que é
interessante, mas parece, parece-me que
não é tão popular. E deu muito errado
assim, nesse sentido de ser popular e
ter gosto, conceitual, mas talvez não
funcione muito. Sabe a impressão que me
dá? É que eles tentaram criar um oposto
do que a gente sabe que virá pós EB, não
é? Pós os três dias de EB aí. Ah, porque
o que é que a gente tem no final do
jogo? A gente tem uma estrutura, vamos
dizer assim, a gente tem uma uma dinaina
que tenta segurar a L, digamos, uma Dina
que tenta segurar a L, digamos assim,
para falar de forma um pouco mais
genérica ali, depois fazenda, essas
coisas assim. Aham. Então, a impressão
que me dá é que eles fizeram Andina que
empurra a L, andina que empurra uma L
mais retraída para ver se depois você
tem o espelhamento disso no futuro. Para
mim, conceitualmente faz sentido, mas de
novo, a execução, a execução fica muito
eu acho que o que pega no final das
contas é exatamente essa ideia de
consistência e de coerência, porque em
muitos momentos eu achava que os
episódios eram esquizofrênicos. Tipo,
falando sobre o último episódio
especificamente, a gente tem aquela
aquela discussão entre a L e o Jess, que
tem aquela eh uma discussão muito
poderosa acerca sobre a a dualidade da
moralidade, né? É sobre pô e a minha
comunidade, tá ligado? Aquele discurso é
muito pesado. No entanto, a L não
carregou aquele discurso até aquele
momento. Tipo, ativou uma chavinha
naquele momento de discussão entre o
Jess que ela vem trazer tipo, e a minha
comunidade, mas espera, até agora você
não sofreu pela sua comunidade que você
considera o Joel. Até agora a gente não
viu essa dor e agora você quer mover
céus e terra para buscar essa vingança,
sendo que a gente não tava enxergando
isso. Então era meio que um roteiro
esquizofrênico. E eu concordo quando o
Iago, o Japa e o Gui falam que, pô, a
Bella Ron é uma ótima atriz, ela é
porque ela é entrega. O problema é que
ela foi mal dirigida. O problema é que o
roteiro não ajudou, cara. Quando o cara,
não acho que é direção, acho que é
exclusivamente roteiro. Acho que é o
roteiro, cara. Cara, eu acho que eu acho
que ela entrega muito com o que ela tem.
Eu acho que eu acho que ela foi bem
dirigida. sentido. Ela foi mal
roteirizada, entendeu? Faz sentido. É
porque, por exemplo, no sexto episódio,
a gente tá no sexto episódio que a gente
elogiou tanto, tem eh tem muita coisa no
subtexto, ou seja, que não é dito em
nenhum momento, mas você vê na
interpretação dela. É aquilo dentro da
Apolo X, hein? Pô, você tá maluco.
Aquela cena ali, aquilo me fez chorar de
novo. Eu chorei no jogo, eu chorei na
série, cara.
Imagina eu, imagina eu que fui na Apollo
X com a minha filha. Você tá maluco? E
mostrei 15 dis: "Catarina, Catarina, os
homens foram pra lua nessa nave aqui."
Aí ela: "Papai, eu quero ir pra lua
também. Vamos pra lua". Entendeu? Aí eu,
caraca,
é 11 ou era 15 lá? Acho que era 15, viu?
11. 11. 11. Pousou na Mas acho que no
jogo, mas acho que no jogo era 15. 15 no
jogo. No jogo eu acho que no jogo eles
utilizam a numeração 15. Na minha cabeça
é 15 também. Mas o áudio é a da 11.
Então do A11, né? É, mas então acontece
que nesse episódio é, por mais que tenha
essa cena aí do A Espaço Nave, que eu
acho muito legal, é, eu gostei muito da
ideia de que eles expandiram a história
do Eldin, que no jogo ninguém tá nem aí
pro Eldin, mas aí eles utilizaram desse
personagem na série para justamente ser
o gatilho que faz a L descobrir a
verdade por trás do Joel. E cara, no
momento que a L entrega o Joel pra
esposa do Elda, sei daquele demais,
cara. O quê? E aí ela simplesmente fala
assim: "Você jurou?" E e ela não tava se
referindo ao Eini, ela tava se referindo
a Salt Lake City. E aí é um bom r aí foi
uma boa escrita porque ele fala I
promise, ele fala I promise quando fala
de
mane é muito bom cara aquele ali é muito
bom aquele aquela entrega tudo. Eu vou
dizer aqui, ó. Melhor que no jogo,
cara. Eu acho que eu gosto, eu gosto da
revelação. Eu acho que eu gosto mais da
revelação da série do que no jogo
também. É, a revelação é melhor, é mais
humana, é mais cruel, exatamente porque
no jogo meio que tipo a L volta lá pro
hospital dos Vagalumes e aí meio que
pega, né? É tipo, agora eu entendi a
verdade, mas aqui tipo fica tudo no
subtexto e tipo, no episódio fala: "Eu
já sentia isso, só precisava de uma
confirmação, tipo, não encaixava na
minha cabeça." Ela ensaiando as
perguntas, cara. Achei, achei legal.
Exato, pô. Muito legal. Quem nunca quem
nunca treinou o que ia questionar o pai,
uma namorada, sei lá. O qu Então eu acho
que, tipo, a série tem muitos momentos e
eu acho que é por isso que a gente fica
indignado assim, porque a série tem
momentos brilhantes e dá para você ver
tanto na atuação quanto na lore, na toda
a estrutura. No entanto, eu acho que a
temporada no geral é muito
esquizofrênica, ela não segue uma
consistência. Os diálogos, você vê
personagens que estão em busca de algo,
só que vivem algo completamente oposto.
A gente vê uma uma L que diz buscar
vingança, só que os dois episódios
seguidos ela não toca no momento de
vingança em nenhum momento. Ela não
demonstra isso. A gente vê uma terceiro
episódio. Calma aí, deixa eu vou dar um
pequeno um pequena defesa aqui queção
essa ser de advogado da série que
batendo. Mas no episódio três eu até
senti legal assim o luto, não é? A dor,
o Uhum. Quando aquela cena dela
entrando cheira o casaco, chora
cheirando o casaco e tal. E aí chega a
Dina e aí é aquela cena é muito bem
montada, cara, e muito bem roteirizada
pelo silêncio ali. A Dina pede desculpa,
entrega a comida, ela não diz que
desculpou, mas só pega a comida e
devolve o que dá a ideia de que
desculpou e tal. E aí, cara, assim, eu
achei muito legal ela, o discurso dela
pedindo para E aí quando o pessoal nega,
ela não tá nem aí, vai junta um monte de
arma feita uma maluca, não leva uma um
um arroz, não leva uma barra de cereal,
é só bala feito louca, né? Sem pensar
direito que tá fazendo aí vai ali. Aí,
cara, muito legal. E eu achei muito
legal o arco do CF, né, que vai lá e dá
Sim, sim. Eu acho
que leva o cavalo, troca
armaon como personagem é muito legal na
eu vi a galera chateada assim, ah,
botaram o homofóbico para ajudar ela,
não sei o quê. E eu achei isso bom,
cara. Eu achei isso bom porque o o
Drukman fala isso no making off, eles as
pessoas são complexas. É isso. O mundo é
complexo. O cara quer uma hora chamando
também. É, hora o cara, uma hora tá
chamando de sapatão, a hora o cara que
te defende, entendeu? Isso é legal
assim.
Isso torna a coisa mais mais complexa,
mais bonita assim, vai crescendo em
termos de Eu concordo que no episódio
três é é tem essa parada do luto. É, mas
você espera que o quatro que o quatro
negócio Ai, exato. Comece e assim eu eu
talvez eu não esperava também ver essas
séries, essa L sangue nos olhos na
série, né? Mas ao mesmo tempo eu não
esperava ver uma L tão apática. Tinha
que ter mais é tinha que ter mais dor
pelo menos, né? Tinha. Eh, ela tinha que
carregar porque no final das contas é
isso que tá girando a história, né? O
evento principal é isso, é esse impacto.
Eu concordo. Eu concordo. É, mas eles
fizeram uma coisa de novo, eu acho
conceitualmente poderoso, mas eu acho
que maior executado. Você tem uma
diferença muito grande da L acompanhada
e da L sozinha. Uhum. Então a L
acompanhada, ela tá sempre ali brincando
com a Dina e tal, não sei o quê. Como se
tivesse reprimindo, né? É, mas ela tá
sozinha. Pai. É, vou ser pai.
Ah, e eu a piada é muito ruim, mas eu
dei uma gargalhada, eu não esperava. Eu
dei uma gargalhada sozinha aqui, cara.
Eu bateu aquela vergonha alheia assim.
Não é você ri meio de office assim. Não,
essa cena é e ela é tipo assim
compreens. O Gui talvez não entenda no
jogo talvez como que é isso, porque no
jogo a L ela é assim,
pô, a revelação da gravidez, deixa ela
com raiva. Você virou umo para mim.
Agora já era, cara. É tipo assim, é é um
outro é uma outra relação de assim, é
uma outra L, é uma L que realmente assim
nada pode atrapalhar a minha busca por
vingança e você estar grávida só
dificulta as coisas tipo assim, cara,
que que que vai dar agora? E aí no jogo
é tipo: "Ah, fizemos amor e agora eu vou
ser pai". Aí você fica tipo: "Ai, é, dá
uma frustrada mesmo. Eu concordo, eu
concordo." Mas ok, foi mal. tava
reclamando de novo. Mas você não vão me
convencer de que a série é ruim de novo.
Vou, estou me repetindo já, mas
conceitualmente eu acho legal a ideia de
uma, de uma vingança que progride. Sim.
Mas cara, esse tinha que ter dor. Eu, eu
entendo Aham. Se a alternativa à
vingança fosse sofrimento, fosse trauma.
É, mas aí quando a alternativa vingança,
vamos supor, é um é um, eu vou
internalizar isso. Ah, eu não quero ver.
Eu não eu não entendeu? Eu não quero ver
ela rindo com a Dina, brother. Desculpa
aí. É exato. Enfiaram o taco de beasbol
na na no no na cabeça do caba. Eu não
quero, eu não quero que você repri Ah,
mas é só as fases do luto. Eu não quero
as fases do luto. Eu quero ver eu quero
ver ela batendo na Nora. É isso que eu
quero ver. É porque assim, eu acho que
eh eu não sei se é intencional ou não,
não sei se é percepção, não sei se é
falta de material, é do material
original para dar mais
tridimensionalidade para um personagem
que você joga, que quando você joga é
uma sensação que você mesmo vai dando a
percepção tridimensional com as migalhas
que são dadas. Isso significa que é um
bom jogo. E na maioria dos jogos, quem
lidera essa tridimensionalidade dada a
um personagem que você está controlando
são os NPCs. Então, quando aparece um
NPC, ele vai acrescentando camadas pro
personagem. algumas horas nesses
episódios, nos três, no quatro, até o
seis inclusive e tudo mais, você eh vai
sendo muito guiado por outras narrativas
que não são a própria L, mas que são
pessoas que são tão colocando camadas na
L. Então, como acho que como dar um
destaque muito grande pra Dina e a Dina
ela ela tá assim, tem o questão da
vingança, tem a questão da L, mas ela tá
vivendo o seu próprio drama a da
gravidez. Eh, isso acho que é
prejudicado porque você deixa de ter a L
como uma protagonista de fato que tá ali
comandando a linha narrativa da história
e essa linha narrativa ela começa a
ficar sujeita a personagens secundários.
E isso talvez fez a gente perceber a
barriga e fez a gente perceber essa
diluição da da L que vocês estão
falando. Eu não tinha essa percepção.
Eh, eu nunca vi a essa L que vocês
estavam falando. A única L que eu
conheço é essa L aí, ah, da série que
para mim ficou muito estranha o como ela
passou o luto. Eh, muito estranho,
porque ela passou pelo luto eh entre
raiva e vingança para eu vou fazer piada
e vou eh dizer que eu sou pai e vou
ficar É quase uma jornada de exploração
das cidades, assim, vou ficar feliz com
gravidez. Sim, é, é, é compreensível,
mas parece guiado em em condição da
personagem que ela está junto, que é a
Dina, e não em condição ao luto que ela
passou, que é um baita de um trauma,
sabe? Uhum. Sim. Eh, eu não sei se é
verdade, mas eu ouvi na boca miúda aí de
que opa, o cara da temos o Insider,
uma boca miúdo do Fuxico Gospel
que Fico PS Fico PS de que a série os
produtores da ITBO e principalmente o
Craig Mazin evitavam eh receber opiniões
do New Druckman ao longo da produção da
segunda temporada. Então parece que ao
longo da segunda temporada o Nild
tentava trazer a realidade um pouco mais
pro jogo, enquanto que a HBO e o próprio
Craigmain tentava se afastar, se
descolar do jogo. É, é claro que a gente
vem para essa discussão, eh, e é
impossível se desprender da nossa do
nosso arcabolso do Del Fosse parte dois.
É, é, é um exercício quase que
impossível pra gente. Eh, no entanto, a
gente vê e o que o Iago falou mais cedo
e faz total sentido agora. Parece que a
ITBo e Kergim e os produtores estão
tentando fazer exatamente o oposto do
jogo. Então, se a gente via uma dinaina
que era um peso, a gente vê uma dinaina
que agora motiva a L. Se a gente vê uma
L sangue nos olhos, parece que a gente
tá vendo uma L retraída e que indecisa e
confusa. E isso acaba gerando em nós uma
certa insatisfação. Não tem como você
ficar satisfeito com o que foi
apresentado da L até agora. E na verdade
essa insatisfação, é naturalmente é
frustração, porque a gente sabe que a
Bella Renson é uma boa atriz, a gente
sabe que Delest of F tem uma boa
história, a gente sabe de que tem muito
potencial até mesmo pra próxima
temporada, só que a temporada três já
ficou manchada. Inclusive eu tava vendo
os números, parece que da estreia da
segunda temporada até o último episódio,
a audiência caiu em 50%. E não, mas já
tá, já tá recuperando, já tá, já tá
recuperando. É, o pessoal já tá, foram
só nas primeiras 24 horas, né? Alguma
coisa assim. É, é. E assim, claro que
diminuiu, houve uma queda considerável,
mas ainda tá bem assim, a sério, não tá
mal. Justo. É, não, não vai flopar, mas
provavelmente isso vai se repercutir de
alguma forma na terceira temporada, né?
Ou talvez, ao contrário, né? A gente vai
ter uma temporada com bem menos Bella
Rams, pô. Talvez a galera anime mais,
né? Até porque, cara, essa atriz da EB,
eu assisti um um seriado. Seriado não,
era tipo um, é um seriado, eu acho,
chamado Vinagre de Maçã. Nossa, nunca
falar, maluco, tem nada a ver. É sobre a
mulher que fingia que tinha câncer. É um
negócio meio meio documental assim, meio
e eh como é que é? É constituição. Não
sei como é que eu digo isso. É tipo uma
série que baseada em fatos que tenta
reproduzir como as coisas eram. E ela,
cara, com papel completamente diferente,
era uma atriz muito boa, cara. muito
boa. Mas nessa série aqui ela tá
sensacional também. Ah, é verdade. Eu já
vi essa série. Oxe, cara, eu vi essa
série sem saber que ela ia ser a EB, que
ela tava escalado pra EB. Eu assisti
antes, foi a última coisa que eu vi
antes da LV, cara. E quando ela
apareceu, eu disse, eu não reconheci
porque tava diferente ela, bem outra
atuação e tal. Aí disse Iago, a gente
conhece essa mulher da onde? Eu falei:
"De canto, isso é de canto nenhum não. A
gente nunca nunca viu nada com ela não.
Você não é a mulher lá do câncer lá
não?" Aí eu disse: "Caraca!
ela apat ela aparece, ela aparece no
episódio um e dois ali, dois e no último
e ela em cena é poderosa,
cara. Senti falta do bração. Não sentir
falta do bração. Ela é muito imponente,
cara. Ela, ela apontando a arma pro Tomy
aqui, aquela jaquetinha dela aqui
falando acabou aquela marca de corda no
pescoço. Nossa. E ela
só, ela só aponta, deixei você viver e
você desperdiçou. Ela é muito. E ela
quando levanta ali do do sono dela e sai
andando pelo pô, ela
não imponência. Ela é um ar de poder. E
assim eu eu acho que vale e ressaltar
aqui a e não tem durateston apocalipse
para ela ser daquele tamanho também.
Vamos, vamos combinar aí. Vamos
combinar. Mas eu a nunca bateria as
proteínas necessárias para ter. Jamais,
jamais. A tecnologia maromba.
Cupom Jesus na suplementos. Você apoia o
contemporâia de ressaltar um negócio que
eu achei muito massa assim, que foi o
diálogo do Isaac com o Serafita, que ele
foi tipo nesses episódios ruinzinhos
assim, cara, ele foi um porque é isso,
né? No jogo a gente não tem panela,
muito bom. Putz, muito verdade. Então,
coisa simples assim para esse diálogo
dos dois, porque assim, mostra realmente
a relação entre um grupo, mas seita
religiosa, um grupo ali todo armado e
etc, etc. E aí o Isaac tentando
realmente assim no monstro que ele se
tornou, cara, fazer aquele cara falar
ou, né, vamos aí, cara, vamos. E o
bichão lá quieto assim, sofrendo igual o
maluco. E aquela hora que ele fala
assim: "Meu irmão, todo dia um de vocês
vira um de nós, mas não tem nenhum dia
em que um nosso vai pros seus. Putz!
Quando ele entrega a mão, quando ele
entrega a mão é a outra.
E e aí total aquela representação de
tipo assim, é dar a outra face. Eu me
coliseu. É uma é uma pena que eu aceita
maluca assassina também, né?
Não quero.
Vamos lá com cuidado também. Mas mas
naqueles, naquele microcosmo é muito
poderoso, cara. É muito bom. É muito
bom, cara. Cara, venceu. Entrega. Posso
voltar? Posso voltar no negócio dessa
cena aí que é o começo, que é muito bom.
O discurso da panela é muito bom. Por
que que é bom? Porque ele tá falando e
assim uma série pós-apocalíptica, é
legal você ver o como que as pessoas, eu
pelo menos vejo assim, é legal você ver
como que as pessoas estão lidando com
aquilo. Vou dar alguns exemplos. Quando
você vai ver, eu não vi o Walking Dead
inteiro, mas quando você vai ver o
Walking Dead, desenvolvimentos,
é, inteiro, mas as primeiras duas
temporadas, assim, você vai vendo aquela
coisa assim, é legal, é interessante
você ver como que as pessoas estão
lidando de uma forma ordinária com as
questões de um apocalipse, seja
qualquer, no caso apocalipse zumbi, ou
por exemplo, quando você vê vingadores
ultimato, eles lidando com aquele pós
ali, o Capitão América, conversando com
as pessoas, e tudo mais. Isso para mim
dá uma camada de de fidelidade social
pra coisa, porque ele tá lá falando
assim: "Olha, eu sonhei a minha vida
inteira com essas panelas. Eu eu eu
sonhei em ter e eu nunca poderia ter." E
aí ele fala a marca da panela, fala o
jeito da panela, etc. Da ele fala assim:
"Mas olha só que curioso o apocalipse e
a panela veio para mim de uma outra
forma". E aí você vai pensando assim que
estruturas sociais dentro eh de
compreensões que a gente tem aqui que
são muito eh estabelecidas ou
pré-estabelecidas, a acontecendo alguma
grande tragédia, seja um apocalipse
zumbi ou então uma pandemia ou qualquer
outra coisa, elas se tornam totalmente
abstratas, entendeu? É, isso é legal de
você ver e dar tridimensionalidade para
um apocalipse zumbi de coisas assim,
meu. Sim, sim. É, é, é profundidade para
um personagem como o Isaac. O aqui nessa
nessa temporada ficou assim muito legal
toda a relação dele com a federa e aí
ele tendo aquele aquele movimento de em
busca de uma a uma organização que de
alguma forma seja mais justa e não seja
como a fedra tava sendo. E aí depois
essa construção para o que ele se
tornou. Cara, isso aí é tipo assim, eu
tava até revendo e falando, cara, isso
vale esse episódio. Se você assistir
esse episódio por estas cenas, vale
muito, porque são tudo informações novas
que a gente não tinha, informações que
agregam muito pra própria estrutura
política que a gente vê dentro da da de
Seatol ali mesmo com a WF, o Serafit,
cara, isso é muito, olha, o único
problema é a Bella Ramson não tá
indignada no R. Tirando isso, tirando
isso, tudo é perfeito. É muito bom,
cara. Tirando isso é muito bom. O Jess
ele é muito bom também. O Jess inclusive
eu gosto mais da série do que no jogo. O
Jess no jogo eu acho o Jess no jogo ele
é muito ai good vibes, eu te amo, vamos
lá e tal. E no da série ele fala o que a
gente queira ter falado. O Tome do jogo
é melhor que o da série porque eles
pegam coisa que deveria ser do Tomy e
dão pra Dina também, né? E pro Jess
também. Então eles meio que entrega um
pouco assim. Examente. O o tome da
série. Pô, banana bananão, pô. Ô cara,
não ter aquela cena
não. Tomy é o irmão do do é do Joyo ou
não ter. Olha, eu senti muita falta da
Eu sei que é ridículo ficar querendo
ceninhas, todas as ceninhas que não vai
ter. Todos nós queremos. Ô cara, mas eu
queria aquela cena do dele chegando
atirando assim tal. Muito bom. E também
aquela de que eles chegam quando chegam
na sala e tá um cara lá torturado, aí
quando olham isso é coisa do Tomy, cara.
É muito jeito que ele amarra o cara
assim, né? falta legal. Precisava.
Mas eu entendo também que é muito núcleo
narrativo junto. Mas é exato. Tira, tira
L dizendo que ia ser pai. Que que isso?
E inclusive tem gente, eu tava
conversando com uma galera no Instagram
esses dias aí, depois que terminou a
série, eles falam assim: "Cara, tem um
jeito da
Itbil, ó, conta,
mano, conta a história da EB até o dia 3
e aí quando chegar no teatro faz um
confronto ali entre as duas e aí faz um
time skip e muda as atrizes."
Achei que você ia falar, tem um jeito?
Eu achei que você fala: "Tu jeito de
resolver a L na temporada três. Mata ela
e vamos acompanhar a Dina". Eu achei que
eu pensei que já era terreno comum aqui
de que a Bella Ramson não é uma atriz,
pô. Não tem que mudar a atriz, tem que
mudar o roteirista. Ah, justo. É, tá
bom. É, eu acho que se mudar o
roteirista salva também. Acho que se
mudar o roteirista salva. Salva. Eu acho
que se mudar o roteirista salva bem,
cara. assim, poderia, eu acho que que há
aspectos da personagem da L que, cara,
eu não consigo encontrar a ver na Bela
Ram sem cena. Ah, sim, eu eu acho que
há, mas ainda assim eu acho que ela
entrega e um bom roteiro resolveria
assim completamente isso, porque da
mesma forma até a EB mesmo ela tem
coisas que não correspondem com a do
jogo, tanto fisiologicamente, de
aparência, etc., mas que por causa de um
bom roteiro ou de uma boa atuação ali
consegue ser se ser apresentado. Então,
cara, para mim o a Bella Ram nesse
sentido, supremacy, ela me fez chorar
com microexpressões no rosto ao ver o
dinossauro, sabe? Ela olhando o
dinossauro e falando assim: "Meu Deus, o
eu eu lacrimejei ali." É, cara, é porque
muita gente tá acostumada com overact,
mas você pega prints de momentos
diferentes da atuação dela como no já
ela adulta, já com 19 anos, cara, ela,
as expressões são muito diferentes.
Uhum. Ela é ela faz caras muito
diferentes. Ela é muito boa. Eu acho que
assim, ó, o que é que salvaria para
tornar The Last of Us? Aquilo que The
Last of F merece ser? Não uma boa série
com alguns episódios de barrigas, uns
trechos muito bons, mas uma série
excelente, excepcional que fique pra
história do cinema, que ainda da da TV
que ainda dá ainda dá tempo. Uhum. Mas
eu nunca acredito muito sempre o caminho
é para baixo, raramente para cima. Mas
vamos crer, né? O o que é que faria? Eu
acredito
agora nesse momento, terceira temporada,
não sei se terceira temporada vai ser só
a história da EB. Eu acho bem possível,
porque Leve também é uma história muito
longa. vocês que não assistiram, vai ter
o leve aí tem um personagem que
provavelmente vai ter assim, é uma
história maior. A EB é a personagem
principal do segundo jogo, assim, pior,
muito tempo dela. Então assim, você tem
muito tempo de, provavelmente vai ter só
deve encerrar. Eu acho que seria muito
ruim se a terceira temporada encerrasse
no teatro. Encerrar, não de par. É,
também acho que seria, vai ser mais 4
anos para encerrar aquele negócio. Aí já
é demais. Tem que ter algum
desenvolvimento pós aquilo. Mas aí a a
atriz da EB já vai est bem mais velha.
Eu acho que aí, eu acho que a temporada
vai encerrar na fazenda, mano. Tipo,
porque tem contu minha mente, leu minha
mente. É isso. Encerra na fazenda. Aí
para mim tá top. Para mim encerra bem.
Mas o que é que eu diria?
Eu acho que pós
fazenda tem que ter a bela a a a L que a
gente gostaria, pô. É, é, não tem, é,
não tem jeito. E aí eu acho que vai,
porque assim, terceira temporada vai ser
boa. Ca temporada vai ser ótima. É, vai,
vai ser boa. Eu também acho que vai ser.
Acho que também vai. E aí, quarta
temporada é que deve, é que a gente tem
que encontrar esse rampí. Eu quero ver o
Rambo. Tem que ter o Rambo na quarta
temporada. Terceira temporada tem, tem
que endemoniar essa mulher aí, meão. A
terceira temporada tem o rei dos ratos.
O Gui tem que, o Gui tem que fazer react
do rei dos ratos. Na hora que aparecer o
rei dos ratos, o Gui tem que fazer
react. Sim. Será que vai ter mesmo o rei
dos ratos? Tomara, né? Tem que ter, tem
que ter. Mas é que assim, é muito
infactível, cara.
Falando podcast do jogo, eu não vi. Não
vou contar históri. Pera aí, eu vou. Eu
acho que esse é o spoiler que dá para
dar. Desculpa interromper, japa. Eu sou
grande interrompão. Também todo mundo me
xingando já nesses. Pode ir, pode ir,
pode ir. Mas é porque é uma coisa que me
me interessa muito. Eu sou, tô muito
empolgado. Mas o rei dos ratos é tipo, é
o paciente zero. Você sabe que a galera
vai aprofundando aí no fungo à medida
que, né, vai o tempo passando. O
paciente zero seria o principal bichão.
Então, tem o principal bichão, não é,
cara? É impossível, é impossível a gente
ter uma cena de luta de alguém contra o
rei dos rados, porque assim, então ele
tem que aparecer, seria incrível que ele
aparecesse, mas eu não sei como é que
seria adaptável. Aí, qual é meu medo?
Eles só deram skip nisso aí, não tem o
rei dos ratos. Aí eu vou ficar com
raiva. Hum. Aí eu vou ficar aí. Aí eu
vou jogar bomba na casa do Craig Maisin,
entendeu? Eu quero o rei dos ratos. Acho
eu acho que vai ter. Eu acho que vai
ter. Inclusive, é uma boa forma de
apresentar no trailer e chamar a galera
para assistir. Mas um negócio que também
ficou muito legal na série é a que já
era legal na primeira temporada, porque
os sungos eles funcionam de forma
diferente. Então na série a gente tem
uma um funcionamento ali do do cords de
de maneira funcionando como um negócio
de uma uma um grupo de abelhas assim,
né, que tá tudo interligado, lá blá lá.
Mas o lance da agora, do desenvolvimento
da agora o rolê estar no ar, que no jogo
já estava desde o início, mas agora o
spor, cara, isso é legal. Isso quando
começa a falar e fala a cena da japonesa
lá falando: "Não, não, não". Ele falou
para mim está no ar, pô. Isso é muito
massa. Um detalhezinho
que na série, pra série de televisão,
funciona muito bem. Eu fiquei muito
feliz que eles fizeram dessa forma
assim. Então acho que tem elementos
muito bons. Eles sabem trabalhar muito
as coisas, falham em algumas outras. Mas
e aí? Tô terminando essa esse episódio
aqui quase elogiando e dando.
Eu tô sentindo isso. Eu venci, eu venci.
Eu venci.
Quase terminando e falando: "Ah, daí o 7
passa de an." Que magia foi essa, irmão?
Iago aí dropou umas cartas assim de
jogou aquela carta de inverter do Uno,
sabe? Mas é o coração que ama, é o
coração que quer of mais e mais, que
poderia estar o mais ruim possível, que
se lançasse mais um episódio eu ia ver.
Não importa assim,
uma relação tóxica, né? Eu acho que eu
acho que assim é uma série boa, é legal,
tem muitos bons postivos.
tá saltando aqui, pô. Mas eu não
consegui entender o apego que se tem
assim assim, ó. Eu entendo apego que
você tem do o pessoal que jogou o jogo,
nossa e tal. Agora tem outras, muitas
outras histórias de séries que para mim
são melhores assim, tipo, ela não ela
não tá num nível, tipo, ela não tá no
nível, tipo, sei lá, você pega
Sonark, eh, você pega, eu nem vou falar
das séries mais famosas assim, Son of
Winer, que por exemplo é é melhor, é uma
estrutura melhor assim, o Demolidor novo
da Marvel, melhor. Ô, bom demais, hein?
O que você tá maluco. Bom, bom, bom. Mas
e Mas e você me deixa triste que eu vou
lhe dar
razão. Ah, mas eu, mas esse eu já eu vi
esse bicho vindo, sabe? Eu vi esse bicho
vindo. Ah, para mim é que é inadaptável.
Para mim assim, The Less of F um e dois
como história contínua, é, é para mim
pessoalmente é a melhor experiência de
jogo da minha vida em termos de
narrativa, de jogabilidade. Muito bem. É
o meu jogo favorito e tá ali, né? Top
prateleir, eu não sei se é favorito, mas
acho que é melhor. Porque é jogo. É
porque é jogo, entendeu? É porque não
não para mim isso não dá para transpor
essa experiência. Será que jogos são
inadaptáveis? Será que é
possível? Mas eu acho que este jogo é
inadaptável. Eu vou ter, eu vou ter que
deixar o meu PlayStation com você por
alguns dias para você poder jogar. Eu
aceito. E você? Ah, cara, mas será que a
experiência é igual quando você já sabe
mais ou menos o negócio? Mas o dois não,
né? O dois
não. O dois não, porque eu acho que ele
sabe mais ou menos aí o final das
histórias. Não sabe não?
Ah, experiência de jogar ela a
fazendinha ninguém prever. Nossa, vem é
fazend. Ei, cara, vou dizer da fazenda.
Ah, cara, não vai dizer não. Fazenda em
diante. Eu, cara, quando quando chegou
na fazenda a o fim do jogo. Não, a
Fazenda é embaçado. Fazenda fazenda em
diante quando acabou toda aquela
história. Maluco, eu eu fui dormir
naquele dia. Eu nunca vou esquecer. Eu
fui dormir e eu olhando para cima e diz:
"Ah, tá tudo bem. Isso eu não consigo,
eu dizendo, eu não consigo acreditar
que isso é um videogame. Aham. Que essa
história me foi entregue não por uma
obra literária, um clássico da
literatura ou um clássico do cinema, um
blockbuster que vai ganhar Oscar. Isso
me veio em um joguinho de de videogame,
entendeu? Bonequinho. É inacreditável. É
assim, em termos de experiência, de
jogabilidade é inacreditável, cara. Não
tinha como transpor. Não tinha como
transpor. Sim. Eu acho que vale pro Gui
jogar, porque acontece que nesse momento
tecido que a gente tá comentando, parece
que a narrativa não tem fôlego, mas, pô,
é como se o, sabe como o jogo ele dá um
último suspiro e esse último suspiro que
faz você chegar no final exausto, cara,
é da fazenda até o final. E onde temos a
grande lição, né, onde onde tem a grande
mensagem. Grande mensagem. Tem um
trechinho no último episódio em que a L
e o Jess param ali num negócio de cri de
de criança e tal. Ah, que tem duas
mensagens interessantes. Uma é toda a
história tem uma lição, se você
conseguir pegar uma coisa assim. Aham.
Né? Então já dá essa lição aqui. Pegue a
lição da história. E o livro que ela
escolhe para levar diz: "O monstro está
no final desse livro". Uhum. E meu
patrão
é era era um for shading sobre o próprio
episódio, mas é um for shading sobre o
Mas é pela história toda. É o monstro
está no final desse livro, brother. Dito
isso, você que tem ansiedade, não quer
esperar e quer poder experimentar em
primeira mão essa obra de ar, você pode
jogar, joga, joga a partida de Last of
Us 2, né? Se você não, não quer jogar o
um, etc. que você já viu a primeira
temporada nesse sentido, ela é muito
boa. Tigou dois, eu acredito até o ponto
que seja necessário e você pode jogar a
partir do dois, você não vai se
arrepender. Assim, é absurdo, vale muito
a pena. Eu quero propor uma coisa aqui
no final, meu querido Mateus Japa, meu
querido Marina, eu sei que eu dei uma
monopolizada legal nesse podcast, mas eu
estô muito feliz que eu consegui calar
um pouco o ódio de você.
Desculpem, desculpem, mas nem que vocês
iam me bater mais, mas o quero propor o
seguinte, qual a nota para essa
temporada? Mas precisamos de referência.
Quero referência a C. O que é o nota 10?
O que é o nota 10? Primeira temporada de
WHW.
Nota 10. Primeira temporada de Game of
Thrones,
quinta temporada de Breaking Bad. Qual,
o que é o nota 10 pr gente referência?
Game of Thrones, terceira temporada de
Game of Thrones.
Não, a primeira de Westw ser 10 é para
mim. Primeira de Westw também é 10. É
10. É um 10. É um 10. Estamos aí. O que
é o nota zero? Sei lá. A última de West.
A primeira de A primeira de Theo Office.
A primeira de office em em escala de
temporadas de Westb.
O que é o nota cinco?
É para mim cinco não é tipo, não é na
média, ele é um pouco a menor da média.
Pouca baixa, pouca baixo. Não, se é
baixo também. É baixo também. Ruinzinho.
Ruinzinho. Isso. Sexta temporada de
Walking Dead. É Casa do Dragão, segunda
temporada. Boa. Dragão temporada.
Pronto. É. Pronto. É. Temos. O que é o
nota 7? Muitas perguntas difíceis.
Valores de referência aqui. Segunda.
Segunda temporada do The Office. Nota
sete que começa a construir, certo? Tá.
A terceira já é um ápice. É verdade. É,
exatamente. Segunda temporada The Less
of Us. A gente não, a gente não fez a
primeira, né? A gente deu nota primeira,
nunca deu, né? Não, a gente não comentou
a primeira. Não lembro. A primeira para
mim é 10, pô. Fácil, fácil. Primeira
temporada para mim não. 10 não, mas 93
9. Não, para mim, para mim é um 10. É um
10 assim de boação. 9.75.
9.7. Nove. Nove porque a foi corrido nos
últimos eventos lá, mas nove. Nove
sólidos. É, d dava para ser maior.
Generosa. Eu daria oito. Ai, ai, ai.
Caraca, facada. Que facada no coração.
Poxa, mano, você tá falando 10 é o wid.
Me mandou uma mensagem maió bonita de
tarde que tava orando por mim, que me
amava. Tem um tempo muito bom que junto
para agora meter uma facada dessa no meu
coração, cara. Caraca, que é isso?
Caraca, vou mesmo mear agora. Ela te
gera
vulnerabilidade. Você amigo de alguém,
você tem que estar disposto a essa
pessoa te machucar. Dito isso, eu vou
abrir, eu vou abrir as votações para
essa temporada, segunda temporada de The
Last of Us. A minha nota, considerando
todos aqui os episódios de os que eu
mais gostei, mais ou menos a média,
cara. Vai ficar ali um 7.2,
7.3 tranquilamente. Tá na média. Tá na
média. Passou de ano bem, entendeu? Tá
tranquilo, pô. É que é muito difícil
assim para mim episódios, vou só
repetir, três, qu os cinco bem no final,
eles me cansaram muito, muito. E aí o
seis também, o sete que é o último, não
foi nada legal assim, eu esperava muito
mais. E aí, numa média você tem dois,
três episódios bons, sendo que, sabe,
então, tipo, a média é é muito episódio
ruim para pouco episódio bom, então 7.2
ali tá excelente para mim. E é isso.
Minha minha nota para segunda. Minha
nota. Minha nota. Vou dar um um 8 e5.
Vou dar 8 e5. Nossa, achei o primeiro
episódio bom, segundo a perfeição. Achei
o terceiro honesto. Podia ter sido
melhor, mas foi ok. Não foi, não achei
ruim, nem cansativo, nem nada. Tem uma
carga dramática legal. Quatro, achei o
pior episódio da temporada. O cinco, a
no fim, no fim ele engrena. E aí o seis
é excelente perfeição. O sétimo podia
ser melhor, mas também não achei ruim. 8
e5 é minha nota aí para quer dar a sua,
Rafa? Fácil. Cinco.
A definição que o Gu trouxe que tipo
cinco é a segunda temporada do Casa do
Dragão, eu acho que casou bem, cara. A
segunda temporada do Casa do Dragão, eu
não lembro o que eu vi. E a a segunda
temporada, mas essa aqui você vai
lembrar. Eu vou lembrar do sexto
episódio. Eu vou lembrar do sexto
episód. Você vai lembrar. É isso. Vou
lembrar do sexto episódio. Vai 2 e meio
pro segundo, 2 e me pro sexto. Pronto.
Seis. Seis. Porque ela é tipo, talvez
ela é um um meio um pouco boa. Ela não é
uma série ruim. Eu acho que é seria
injusto. Acho que falar que ela é uma
série eh decepcionante. Seria bem
injusto. Mas ao mesmo tempo, cara, ela a
minha expectativa ela era alta nesse
sentido, que vocês fizeram a minha
expectativa ficar alta.
Eh, e aí, enfim, a minha questão de C6
se é que ela é um pouco melhor do que um
cinco, assim, ela é ela tem coisas boas,
tem coisas que para mim ficaram muito
bem marcadas, assim, por exemplo, eu não
acho que ela é uma série totalmente
esquecível, uma temporada totalmente
esquecível assim, porque tem o episódio
seis, por exemplo, tem o episódio dois,
por exemplo, tem algumas cenas eh
importantes nos episódios, até o
episódio final, inclusive tem alguns
embates legais. Assim, então para mim é
um seis de 6.7 de média final, meu
filho.
Caraca, se passou de ano aonde? Aonde?
Passou de ano? Aonde? Passou de ano
aonde? No meu seminário a média era oito
para passar de ano.
Era sete, eu tava achando alto. Se você,
se eu tirasse, se você tirasse entre 7 e
oito, aí você entre 7 e 7 e5, você podia
fazer a prova final. Você tirasse 6.9
para baixo, era reprovação direta. Sem
direito a prova final.
Deus. Então, dependendo aí, ó,
dependendo do seminário que
avaliar, mas aqui em São Paulo você foi
aprovado, tá nos nossos corações pela
sistema de Parabéns. Parabéns. L passou
do conselho de classe.
Fique agora do vídeo do Marquito tocando
violão.
Você viu esse meme? Esse meme é muito
bom. O Marquito tocando violão. Vou te
mandar. O leme do Marqu tocando violão é
é lendário. Mas é isso, esse foi o nosso
episódio sobre Telestan segunda
temporada, atrancos e barrancos e choros
de tristeza e choros de alegria.
Chegamos ao fim. Ô cara, achei lá pelo
meio, achei achei que a nota ia ser
melhor. Eu achei que eu tinha convencido
vocês mais quando ali no no
Diga aí nos comentários qual a sua nota,
o que você achou e você concorda, não
concorda. Deixa aqui também, se inscreve
no canal, dá o like e nós nos vemos no
próximo episódio do Contemporama. Eu sou
Mateus Jap Guilherme Marino, Iago
Martins e Rafa do meu PS. E estamos
juntos. Nós vemos o próximo abraço.
[Música]

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