🔴 Culto Vespertino | 25/05/2025 | 18h – Rev.Lucas Previde
26/05/2025
🔴 Culto Vespertino | 25/05/2025 | 18h – Rev.Lucas Previde
Humildade: uma demonstração da alegria (Filipenses 2.1-11) – Rev. Lucas Previde
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
[Música] Amados irmãos, nós vivemos e existimos para o louvor e para a glória de Deus. Quando contemplamos ao Senhor, nos deparamos com um grande contraste. Estamos diante daquele que nos criou, daquele que nos sustenta. E é por isso que nele o nosso coração descansa. Diz aqui o Salmo 146, que do verso 1 a 4. Aleluia. Louve, ó minha alma, o Senhor. Louvarei o Senhor durante a minha vida. Cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu viver. Não confiem em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o Espírito e eles voltam ao pó. Nesse mesmo dia acabam todos os seus planos. Portanto, meus irmãos, diante desse Deus grandioso, majestoso, nós somos convocados a louvar. Vamos nesse instante nos colocar de pé e vamos entoar louvores ao Senhor porque dependemos inteiramente dele. [Música] Louvai a Deus soberano, Senhor do que é feito. Louvai o de vossa mão, perfeito. Deus cantar e com [Música] reoi. Amor e [Música] desito. Louai a Deus que vos faz confiar dia a [Música] dia e com amor você abençoa por lembrai também do poderoso [Música] poder companhia. [Música] Senhor Deus, nós te louvamos porque a tua graça é melhor do que a vida, porque o Senhor nos trouxe salvação, porque o Senhor nos traz esperança eh futura e porque o Senhor tem cuidado de nós e das nossas demandas no presente momento. Louvamos o Senhor porque podemos contar também com a tua companhia. O Senhor tem estado conosco nos mais diversos momentos de lutas, de fraquezas. O Senhor tem sido o nosso baloarte, tem sido o nosso sustentador, o fundamento que traz para nós a condição de permanecermos firmes. E agora, ó Deus, nesse momento de culto, queremos suplicar que o Senhor receba, receba, ó Deus, o louvor, a adoração que é feita pelo teu povo, em nome do teu filho Jesus Cristo, o nosso mediador, o nosso intercessor, o nosso advogado, aquele que entregou a sua vida para que nós pudéssemos agora nos reunir aqui como família, para que nós agora, ó Deus, pudéssemos buscar os mesmos propósitos, seguindo os mesmos caminhos santos. apontados pela tua palavra. Que o Senhor nos una, que o Senhor nos guie, nos direcione pelo Teu Santo Espírito. Ó Pai, nós te pedimos isso. Pedimos isso sabendo que o Senhor haverá de nos ouvir e haverá de nos atender. Mesmo pequenos como somos, pecadores como somos, olhamos para o Senhor sabendo que o Senhor haverá de estar conosco. Não confiamos em príncipes e não confiamos nos poderosos desse mundo. Louvamos a ti, porque para isso fomos criados e o nosso coração em ti encontra o verdadeiro sossego, o verdadeiro descanso, a verdadeira paz. Nós oramos em nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem se assentar. Queridos, no mesmo salmo, o salmista continuou dizendo o seguinte: "Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no Senhor, seu Deus, que fez os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e mantém para sempre a sua fidelidade, que faz justiça aos oprimidos e dá pão aos que têm fome. O Senhor liberta os encarcerados. O Senhor abre os olhos aos cegos. O Senhor levanta os abatidos. O Senhor ama os justos. O Senhor guarda o estrangeiro. Ampara o órfão e a viúva. Porém transtorna o caminho dos ímpios. O Senhor reina para sempre. O seu Deus, ó Sião, reina de geração em geração. Aleluia. Nós louvamos a Deus, dizemos aleluia, louvado seja o Senhor, porque nós percebemos tudo isso que ele fez. Essa libertação que veio do Senhor alegra o nosso coração. Quando nós lemos um texto assim, nos lembramos que, de fato, Deus nos libertou. nos libertou do império das trevas, nos libertou do julgo do pecado, nos libertou de tudo aquilo que nos aprisionava em uma vida longe dele. E isso é graça do Senhor atuando em nossas vidas. E a grande verdade é que mesmo assim, por muitas vezes, mesmo sendo libertos, mesmo com tudo isso que ele faz por nós, nós ainda assim escolhemos pecar contra ele. Mesmo tendo tudo quanto recebemos, ainda assim, por muitas vezes, nós escolhemos pecar contra ele. E é pensando nisso que eu queria convidar a igreja a se colocar diante dele, pedindo perdão pelos seus pecados, pedindo perdão pelas vezes que escolheram o próprio desejo ao invés de escolher a vontade de Deus. Sabendo que nós hoje temos a condição de não vivermos para o pecado porque fomos libertos. Roguemos a Deus para que nos perdoe e nos capacite a isso. Vamos orar. Convido a igreja silenciosa a colocar-se diante de Deus. Pai amado, nós acabamos de ler como igreja que o Senhor é aquele que liberta os encarcerados, é aquele que abre os olhos aqueles que estão cegos, que levanta os abatidos. Pai amado, quando nós lemos isso, nós nos lembramos que tudo isso foi feito em nossa vida. O Senhor nos abriu os olhos para compreendermos as verdades da tua palavra. O Senhor nos libertou do império das trevas e do julgo do pecado. O Senhor nos levantou enquanto ainda abatidos por todo o mal que existe nesse mundo. O Senhor também é aquele que nos alimenta com a tua palavra, Pai amado. São tantas bênçãos que vêm de ti e na verdade há ainda muitas, Pai. Se nós as contássemos, não conseguiríamos. O Senhor é gracioso demais para conosco. E quando pensamos em tantas graças, tantas bênçãos derramada sobre nós e comparamos, Pai, com a nossa vida, nós percebemos que há algo de errado. A nossa vida não corresponde a tanta graça que o Senhor derramou sobre nós. Nós ainda não o honramos como deveríamos honrar. Não o obedecemos como deveríamos obedecer. Não o glorificamos como deveríamos glorificar. Pai amado, nós ainda estamos longe de fazer tudo aquilo quanto o Senhor merece, por tudo aquilo que o Senhor nos concedeu. Por isso, Pai, nós queremos pedir ao Senhor neste momento, perdoa-nos, Pai. Perdoa-nos por nossas faltas, por nossa falha contra o Senhor. Perdoa-nos mais uma vez, Pai, porque nós somos de fato pecadores e precisamos de ti. Pedimos, Pai, mais uma vez a tua graça atuando sobre nós. Nós já fomos, é verdade, libertos de maneira absoluta do pecado, mas este pecado ainda nos influencia. Por isso, Pai, rogamos a ti que o Senhor nos liberte a cada dia, que o Senhor nos limpe a cada dia, que o Senhor nos capacite, Pai, em todo o tempo a termos uma vida santa diante do Senhor. limpa, Pai, e purifica o nosso coração, a nossa mente, a nossa vida, para que dessa maneira, Pai, tudo que nós fizermos, pensarmos, sentirmos, tudo aquilo, Pai, todo o nosso procedimento seja um procedimento de louvor e honra ao teu nome. Nós rogamos a ti, Pai, por tua ajuda, porque sabemos que sozinhos nós nada podemos. Nós queremos louvá-lo por isso, Pai. louvá-lo porque o Senhor nos liberta, porque o Senhor a cada dia nos auxilias. E queremos pedir ao Senhor que continues, Pai, aumentar em nós a esperança e a confiança em ti, Pai, sabendo que o que há de mais importante ainda haveremos de receber. Essa vida é muito boa que o Senhor nos deu, mas nós temos a plena certeza de que nós teremos ainda uma vida ainda superior. Nós teremos ainda uma existência ao teu lado eternamente. E isso, Pai, alegra o nosso coração. Pedimos, Pai, aviva em nós essas verdades, para que dessa maneira agrademos o teu nome, Pai, de maneira plena. que as pessoas ao redor percebam que nós somos teus e dessa maneira também que nós sejamos utilizados por ti para trazer muitas pessoas ao teu reino. É a nossa oração, Pai. Gratos ao Senhor por tudo que o Senhor já fez, está fazendo e ainda fará. No nome do Senhor Jesus. Amém. Meus irmãos, nós fomos perdoados, nós fomos escolhidos, nós fomos colocados no reino do filho do amor de Deus. E é por isso que nós o louvamos. Eu os convido aos a se colocarem de pé para que possamos louvá-lo de maneira plena. Faça isso com tudo que você tem, sabendo que você de fato foi perdoado e recebeu tantas graças. Se coloquem de pé agora, meus irmãos, e louvem ao Senhor. Deus atrás. Me alto na tempestade me encontrou. Fou meus pés seu forte chão. O Deus é minha salvação. Se ves por mecar. O seu poder de escapar, sol trará minha escuridão. Meu Deus é minha salvação. Nem é Deus como o Senhor Salvador e a luz. Não há em mim mais connação. Deus é minha salvação. Esperança coloquei. E a palavra encontrei [Música] meu sua forte voz. O Deus é minha salvação. Dias de na dor da pé do tron. Se olha a seu se renovará. O Deus é minha [Música] salvação. Quem é Deus como o Senhor? Salvador pelo amor não há em mim, mas comentação é minha salvação. [Música] Quando est na morte não me deixará. Com ele irei a ter. Meu Deus é minha salvação. É Deus como o Senhor Salvador em amor. Não há em mim as conver. Meu Deus é a minha salvação. Glória a Deus Deus filho. Glória seja Deus o pai. [Música] Seja Deus do espírito. Eu a minha [Música] salvação. Deus. Glória seja Deus pai. [Música] Glória seja Deus do espírito. Meu Deus, a minha [Música] salvação. Meu Deus é minha salvação. Eu a minha salvação. [Música] E minha alma se desfaz. [Música] Semur e domina me o temor, em silêncio vou a ti. Eu confio em ti, Senhor. A palavra que susti, minha salvação e fortaleça. Deus e ro eterna. Minha alma, ó Deus, esperará por ti. Os remos quando a veu mesmo em sua força aos como ela passará. [Música] está satanás me tornará minha salvação e fortalejo o meu e ro esperará [Música] Meu és tua minha mã Deus esperará tua vida. O amor puro e fiel ninguém pode explicar. O teu filho morto à cruz concedeu-me plena paz. A batalha fest. Não há mais em destruir minha salvação e fortaleza. Refúgio meu e rocha eterna. Minha alma Deus esperará [Música] por é meu fundamento. Minha alma Deus esperará por ti. [Música] entrego. Confiare em ti, sacerdote, meu re forte, confiarei em ti. Tudo a Cristo a tio, confiarei em ti, [Música] sacerdote, meu rei forte, confia. em [Música] ti ainda de ainda de pé, irmãos, nós não confiamos nesse Cristo sem razão. A Bíblia nos mostra a trajetória de Cristo rumo à humilhação. E o catecismo maior de Westminster faz assim que te pergunta: "Qual foi o estado da humilhação de Cristo?" Eu queria que nós pudéssemos ler juntos a resposta que será projetada. Então, vamos ler isso como um testemunho juntos com séculos de igrejas reformadas têm repetido isso, que nós também possamos ser lembrados disso. Vamos ler juntos. O estado da humilhação de Cristo foi aquela baixa. Despindo-se de sua glória, ele tomou a forma de servo em sua concepção e nascimento, em sua vida, em sua morte e depois até a ressurreição. Ó Deus, é por isso que nós te adoramos. Teu filho Jesus se fez homem, se humilhou, humilhou até a cruz, até a morte, até a ressurreição. Mas hoje, ó Deus, ele nos dá a vida e nos dá também a condições necessárias para sermos instruídos em momentos assim, por meio da do louvor e agora pela pregação. Agradecemos-te e em nome dele oramos. Amém. Os irmãos podem se assentar. Convido você, convido você a abrir a sua Bíblia na carta de Paulo aos Filipenses para darmos continuidade à nossa série chamada A alegria da Cruz. A alegria que é experimentada por todos aqueles que são alcançados pela cruz de Cristo. Nesta noite nós nos ateremos ao capítulo 2, verso de 1 a 11. Tema intitulado humildade, a demonstração da alegria. Filipenses capítulo 2, versos de 1 a 11. Assim diz a palavra do nosso Deus. Portanto, se existe alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se aprofundo afeto e sentimento de compaixão, então completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor e sendo unidos de alma e mente. Não façam nada por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo, não tendo em vista somente os seus próprios interesses, mas também o dos outros. Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus, que mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. Pelo contrário, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos. E reconhecido em figura humana, ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou sobre maneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que o nome de Jesus se dobre todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra. E toda a língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai. Até aqui a palavra do nosso Deus. Vamos orar. Senhor, diante de ti nos colocamos certos, ó Pai, de nossa incapacidade, ó Deus, de compreendermos aquilo que o Senhor tem para nos dar pela nossa própria força ou intelecto. Por isso, Senhor, confiamos que Teu Santo Espírito nos conduz a isso e por isso, nesta noite, pedimos que o Teu Santo Espírito assim faça. O Senhor conhece cada particularidade de nossa vida. O Senhor sabe exatamente do que precisamos. Por isso, pedimos que o Senhor nos dê por meio da tua palavra. Oramos em nome de Jesus. Amém. Como nós temos estudado, a carta de Paulo aos Filipenses, é uma carta que transmite profunda alegria vinda da parte de Paulo por aquilo que ele ouve da igreja de Filipos. Muitas coisas boas chegaram ao conhecimento do apóstolo Paulo. O que fizeram ele escrever esta carta de dentro da prisão. Nós já vimos isso. ah, de certa forma, encorajando os irmãos da cidade de Filipos, os Filipenses, a continuarem, a continuarem essa caminhada, se alegrando com um sentimento de alegria, de gratidão, de contentamento naquilo que Cristo havia feito na vida de cada um deles. Paulo exorta os filipenses, por exemplo, a viverem de modo digno do evangelho. Nós vimos isso na série, na nossa série, na última exposição a respeito dessa carta. Paulo dizendo no verso 27, acima de tudo, vivam de modo digno do evangelho de Cristo. Acima de qualquer coisa, acima de qualquer circunstância, não importa o que você faça, que você possa ser encontrado digno do evangelho a qual você segue. E nesse caso específico, na nossa última exposição, nós vimos que Paulo diz que os crentes de Filipos precisavam conquistar ou precisavam fortalecer, buscar, desejar e defender a unidade que eles tinham em Cristo Jesus para combater aqueles que atacavam o evangelho. Eles deveriam permanecer firmes, unânimes na defesa do evangelho. Eles não deveriam temer aqueles que atacavam o evangelho. não deviam debandar, é o termo que Paulo utiliza. Vocês não devem fugir, se espantar, se se sentirem ah oprimidos. Não tenham a alegria por participarem do sofrimento de Cristo. Paulo diz: "Defendam essa unidade. Confirmem a salvação de vocês, estando unidos para defender o evangelho daqueles que o atacam." Mas a vida digna do evangelho não se refere só à unidade da igreja para combater ou se defender a daqueles que o atacam externamente, mas também a dignidade, ou seja, viver de forma digna do evangelho, nos é dada para vivermos em comunhão uns com os outros. E é isto que o apóstolo Paulo irá tratar aqui. O apóstolo Paulo está preocupado com a propensão dos cristãos da falta de cuidado ou da falta de interesse pela comunhão uns com os outros. Sim, a nossa propensão a não nos importarmos com os nossos, a nossa propensão a cedermos os nossos desejos, vontades e gozos. A quem? daqueles que caminham conosco a caminhada cristã, a propção de não debandarem para fora da igreja, mas debandarem dentro da igreja, um separativismo completo dentro da igreja. Paulo lembra e compreende disso. Vejam que na carta nós vimos um pouco disso na pregação anterior. A igreja de Filipos era uma igreja muito elogiada por Paulo, mas parece que ela tinha esse problema de relacionamento. O texto que nós lemos aqui, nós vimos isso, a questão de não fazer coisas pela vontade própria, de se esvaziar. No capítulo 4ro, nós ainda veremos um pouco mais para a à frente. No verso 2, Paulo diz de duas mulheres que eram extremamente ah ativas na vida da igreja, Evodia e Cintic. Mulheres que trabalhavam para o evangelho, mulheres que eram comprometidas, mas parece que de alguma forma não se bicavam, que tinham problemas de relacionamento, ao ponto de Paulo dizer: "Ó, peço a Evódia e peço a Ctic, que que no Senhor tenha o mesmo modo de pensar". Então, parecia que alguma coisa em Filipos ainda estava preocupando o apóstolo Paulo e, principalmente o relacionamento entre os irmãos. E este é o contexto dessa passagem. Essa passagem se trata ou apresenta-nos que quando se trata da igreja de Cristo, tudo que está bom pode melhorar. Quando se trata da igreja de Cristo, há sempre algo que pode ser melhorado, aperfeiçoado. O apóstolo Paulo nos provoca, então, a uma autoavaliação a partir da resposta em relação daquilo que conduz os nossos relacionamentos. Paulo, de certa forma, faz uma pergunta retórica ou perspicaz a partir do verso um, dizendo: "Se existe, portanto, se existe." E aí cada um de nós precisaremos responder se existe isso em nossa condução de nossos relacionamentos. Se existe alguma exortação em Cristo, se existe alguma consolação de amor, se existe alguma comunhão do espírito, se há profundo afeto e sentimento de compaixão. E existe isso dentro de nós. Se a nossa exortação ao nosso irmão é uma exortação em Cristo. Se o nosso consolo ao próximo é um consolo carregado de amor, se a comunhão que exercitamos é uma comunhão, comunhão no espírito, se temos profundo afeto, se temos o sentimento de compaixão. E aqui, por compaixão, eu não quero dizer empatia. Há uma grande diferença entre compaixão e empatia. Compaixão é identificar a necessidade e se preocupar em atendê-la. Empatia é simplesmente ter alguma afinidade ou simplesmente querer sofrer a dor do outro. compaixão, profundo afeto. Os nossos relacionamentos como corpo de Cristo estão pautados em sentimentos a quem da superficialidade, a quem das poucas horas do domingo pela manhã ou do domingo pela noite, ou como temos lidado com as controvérsias dentro da igreja ou do corpo a qual fazemos parte. Esses são sentimentos que deveriam ser verificáveis no nosso relacionamento como irmãos. Exortação em Cristo, consolação em amor, comunhão no espírito. Por isso, o primeiro ponto dessa noite é: a vida de modo digno do evangelho também está nos relacionamentos enquanto membros do corpo de Cristo. A nossa vida de forma digna do evangelho também está presente na forma com que nos relacionamos. uns com os outros como parte do corpo de Cristo. Presumindo que seja essa a base para a comunhão do corpo de Cristo, Paulo afirma ser lógico esperar frutos específicos. É o que ele demonstra aqui. Se há todos esses sentimentos, verso 2, então, completem a minha alegria. Completem a minha alegria. Frutos específicos são esperados do relacionamento do corpo de Cristo. E quais são esses frutos? O primeiro é tendo o mesmo modo de pensar. E vejam, termo modo de pensar. Nós já falamos um pouco sobre isso na última pregação. Não se trata de pensar igual sobre todas as coisas, pois isso é impossível. Não se trata de afinidades, não se trata de concordar em todas as coisas. Sabemos que isso é muito difícil. Numa família de quatro, de cinco, isso é quase Nília de dois, marido e mulher somente já é difícil concordar em tudo. Imagina numa família de quase 1000 pessoas. Não se trata de concordar em todas as coisas, mas da realidade de que temos verdadeiramente um objetivo em comum que nos une. Saber que estamos conduzindo a nossa vida enquanto corpo pelo mesmo objetivo, pelo mesmo sentido. Ter o mesmo modo de pensar. Nós vimos isso na pregação passada, mas é estarmos caminhando como família, como corpo no mesmo objetivo. Ter o mesmo modo de pensar, ter o mesmo modo de pensar, caminhar no mesmo objetivo em comum como família. O mesmo amor, Paulo diz, tem o mesmo modo de pensar. O mesmo amor é a disposição de amar e deixarmos ser amados, não somente por aqueles que nutrimos afinidade, mas por toda a família. Por toda a família é buscar amar aqueles que não temos tanta afinidade simplesmente pelo fato deles serem comprados pelo mesmo sangue que eu fui comprado. É se esforçar em sair da bolha. é em se esforçar, em se preocupar com o que está acontecendo na vida da sua comunidade, da sua igreja. Tenham, tenham o mesmo amor, um amor que não espera nada em troca, mas que dá um amor atento, um amor genuíno. Unidos de alma e mente. O apóstolo Paulo ainda completa é atingir harmonia além das aparências, alma e mente ou espírito, um só espírito, como Paulo diz ah um pouco antes, né? Sejam firmes em um só espírito. No verso 27. E agora tenho a mesma alma e mente. Significa que tudo isso deve ser conduzido no coração. Tudo isso deve brotar genuinamente da sua compreensão de quem você é dentro do corpo e do que significa fazer parte desse corpo. é ter dentro do coração algo sendo criado, alimentado, crescendo de amar o próximo, aquele que está caminhando a sua caminhada cristã junto com você. Uma só alma em sua mente não significa somente achar que a vida do corpo de Cristo é vivida aos domingos, mas é compreender que fomos comprados, é compreender que fomos feitos filhos do mesmo pai, pertencentes à mesma família, ao mesmo corpo, membros e que juntos caminhamos sob o mesmo objetivo. Isso permitirá o combate contra aqueles que nos atacam de fora, mas principalmente guardará e fortalecerá a comunhão de dentro. Sim, não fazer nada por interesse ou vaidade. O apóstolo Paulo diz aqui: "Não façam nada por interesse pessoal ou vaidade". Porque Paulo sabia que é que essa semente constantemente tenta brotar no meio do corpo de Cristo. Interesses particulares, vaidade. Querer ganhar a discussão simplesmente por ganhar, querer que seja feita do seu jeito simplesmente para se sentir o vencedor na discussão. não abrir mão em prol do irmão mais fraco, mas continuar querendo colocar um peso que ele não consegue suportar, não fazer nada por interesse ou vaidade, não nos colocarmos em posição de superioridade em relação aos outros. Vejam, não façam nada por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo. Paulo sabia da propensão desses irmãos e de nós, de querermos nos colocar em posição elevada diante dos outros que estão conosco. mesmo de forma subliminar, mesmo na hora de fazermos divisões de cargos na igreja, de escolher quem vai liderar determinado grupo, programação. Paulo sabe que a semente, a semente do egoísmo, da prepotência, da arrogância sonda a igreja. E ele está preocupado com isso. E ele diz: "Olha, se vocês nutrem, se existe realmente algum sentimento no coração de vocês, se existe, se está sendo plantado pelo Espírito Santo, se está sendo alimentado pelo Espírito Santo, se vocês amam a igreja que vocês fazem parte, então frutos específicos são esperados e não são frutos conduzidos por vaidade, por interesse particular. Mas por aqueles que se preocupam uns com os outros. O verso quarto, não tendo em vista somente os seus próprios interesses, mas também o dos outros. A analogia do corpo é perfeita. O corpo precisa estar saudável. Todos os membros precisam estar saudáveis. O nosso cuidado deve ser uns com os outros, tendo os outros além ou acima de nós. Isso é termos nossos relacionamentos conduzidos pelo nosso autoesvaziamento e, em outras palavras, pela humildade. E aqui eu gostaria de definir esse termo humildade para que nós tivéssemos um pouco mais de compreensão do que o apóstolo Paulo está falando ou se referindo por humildade. Humildade não se trata de simplicidade. Sabe quando você vai se referir a alguém, e normalmente é quando a gente quer a falar da casa de alguma coisa, você fala: "Ah, aquela pessoa, ela é simples a tem uma casa simples". Em vez de falar isso, você fala humilde, porque dentro de nós está enraizado que humildade está atrelado com simplicidade. Mas pelo contrário, há muitas pessoas simples que não conseguem desenvolver a humildade. Humildade é o esvaziamento de quem nós somos. Humildade é a compreensão de quem nós somos a despeito do que temos, do que conquistamos ou de como outros nos enxergam. É não se importar com isso, porque compreendemos quem realmente somos diante de Deus. Então, não se trata de simplicidade, não se trata de ignorância ou falta de conhecimento. Ah, sabe aquele rapazinho, aquele senhor é mais humilde? Não existem muitas pessoas iletradas que não conseguem esvaziar de si mesmo, que dão vazão à arrogância, à prepotência, a vaidade. Humildade não se trata de uma inferioridade imposta pelos outros. Aquela pessoa é humilde, coitada, todo mundo se sobrepõe a ela. Não. Esvaziamento. Humildade é esvaziar-se. É compreender quem somos à luz daquele que nos fez. Sim, se refere a uma prática de vida a partir da compreensão de quem somos em relação a Deus e ao nosso próximo. O exercício da humildade é compreender quem nós somos diante de Deus e diante do próximo e neste caso específico dos nossos irmãos na fé. Por isso, o apóstolo Paulo nos lembra como recebemos a capacidade para isso. Não conseguimos, não conseguimos atingir esta humildade ou não conseguimos praticar esse esvaziamento pelas nossas próprias capacidades. É impossível. A nossa propensão à vaidade não nos permite isso. Por isso, se o primeiro ponto foi que a vida digna do evangelho é vivida em nossos relacionamentos como irmãos, o segundo ponto que o apóstolo Paulo nos traz é que nossos relacionamentos enquanto membros do corpo de Cristo devem ser conduzidos à semelhança daquele que é o cabeça do corpo. E é por isso que o apóstolo Paulo então coloca a partir do verso 5, "Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus". Paulo deixa claro ao que ele se referiu quando disse no verso do para que os seus irmãos tivessem o mesmo modo ah de pensar. Ele se referia a construir aquele objetivo em comum. Lembram? Mesmo modo de pensar é ter um objetivo em comum entre os irmãos à luz da pessoa de Cristo. Quem define esse objetivo em comum não somos nós, mas esse é um objetivo já definido por aquele que é o cabeça do corpo. Por isso o apóstolo Paulo diz: "Tem o mesmo modo de pensar entre vocês e que esse mesmo modo de pensar seja o modo de pensar de Cristo Jesus. tem o mesmo modo de pensar de Cristo. Ou seja, tenham como objetivo em comum viver igual a Cristo, viver semelhante àele que os comprou, aquele que os fez membros desse corpo. Mas o que a pessoa de Cristo e sua obra nos ensinam a respeito dos nossos relacionamentos como irmãos de fé? O apóstolo Paulo então irá discorrer num daqueles resumos da obra de Cristos mais belos do Novo Testamento. Muitos chamam esta passagem do verso 5 ao 11 de o hino de Cristo. Nós temos músicas que falam a respeito disso. Então o apóstolo Paulo irá discorrer e explanar como a pessoa e obra de Cristo nos ensina a respeito dos nossos relacionamentos. Primeiro ponto que ele nos ensina é que mesmo sendo Deus desde a eternidade, Cristo não considerou esta realidade, a sua existência em determinado momento para expressar o seu amor para conosco. Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus, que mesmo existindo na forma de Deus, não considerou ser igual a Deus algo de que deveria ser retido a qualquer custo. Antes da encarnação, Cristo já existia como Deus. Aqui a palavra forma é utilizada também para natureza. Não é simplesmente algo externo, mas natureza. antes da encarnação, desde a eternidade, Cristo é Deus. Mas isso não o impediu de abrir mão de certos privilégios. Nós iremos ver. Cristo não se apegou a quem ele é ou a sua existência ao custo de não fazer a vontade do Pai. A vontade do Pai é que o seu filho encarnasse como homem sofresse, morresse. Cristo não se apegou ao qualquer custo à sua existência, mas a sua alegria era fazer a vontade do Pai. A minha alegria é a fazer a vontade do meu pai, estar convicto em um só pensamento com o Pai. Sim, ele tinha o mesmo modo de pensar do pai. O nosso Senhor Jesus Cristo, Deus desde a eternidade, não se apegou à sua existência eterna, mas fez a vontade do Pai. Ele se esvaziou. Cristo não deixou de ser Deus. Preste atenção. Cristo nunca deixou de ser Deus. Ele não se esvaziou da sua natureza divina, mas renunciou à sua glória eterna, a glória que tinha com o Pai em favor daqueles que o Pai o deu. O nosso Senhor Jesus Cristo, Deus desde a eternidade se esvaziou de sua glória para que nós pudéssemos ser chamados povo de Deus. se esvaziou da sua glória para que nós pudéssemos ser introduzidos à família da aliança. Cristo abdicou de privilégios que lhe eram assegurados. Cristo, porque em todas as coisas foram feitas, se fez criatura. Cristo, por meio de que tudo veio a existir, se fez criatura, se esvaziou assumindo a forma de servo semelhante aos seres humanos. O apóstolo Paulo nos lembra, Cristo assumindo a forma ou natureza de servo, recebendo em si a natureza humana, sem deixar a natureza divina, plenamente Deus, plenamente homem, acatando assim a vontade do Pai, recebendo em si todos os efeitos do pecado, não a causa do pecado. se fez pecador sem ter pecado. Se humilhou, se humilhou o Deus encarnado se humilhou, tornando-se obediente até a morte, morte de cruz. se submeteu a todas as leis, se submeteu ao juízo das leis, foi humilhado por homens para que nós pudéssemos ser feitos povo de Deus. O objetivo de Cristo sempre foi cumprir a vontade do Pai, mesmo que isso significasse a mais profunda humilhação, a morte de cruz. Eu não sei o quanto você reflete a respeito disso, a sua relação com Deus e o que Cristo precisou fazer para que você tivesse essa relação com Deus. É algo que costuma passar por sua mente e o seu coração, compreender aquilo que Cristo fez. Em sua humelhação, aprendemos sobre o amor que deveria nos constranger. O apóstolo Paulo fala isso em sua carta aos Coríntios, um amor que constrange, mas não é um constrangimento que nos distancia, é um constrangimento que nos traz para perto. Este é o argumento de Paulo. Vejam, Cristo renunciou à sua glória e, semelhante a um homem se esvaziou e a si mesmo se humilhou e como filho, obedeceu até a morte, a morte de cruz. Eu não sei se vem à somente um cântico que nós cantamos. Paulo diz: "Essa é a obra de Cristo". E aí ele está dizendo, não com essas palavras, mas inferindo. E vocês acham que temos o direito de recusarnos esvaziar em favor do próximo? Olhando para o que Cristo fez por você, você acha que você pode se recusar a ser humilde e a viver em prol do seu irmão? É isso que fazemos. Preferimos muitas vezes nos apegar a preferências e opiniões particulares. Não conseguimos engolir o orgulho para nos reconciliar uns com os outros. Preferimos alimentar o distanciamento do que a união. Ou pior, fomentamos discórdias entre nós, burburinhos, fofoca, maledicências. E aonde está aquele que renunciou à sua glória? se esvaziou, se humilhou, sendo experimentado na relação entre nós. Vivemos buscando ou defendendo uma posição elevada diante dos outros. Não nos preocupamos verdadeiramente, porque o apóstolo Paulo está falando, olha, se há profundo afeto, se há comunhão no espírito, se há algo dentro de você que faz você dizer que faz parte do povo de Deus, isso tem que ser experimentado na vida cotidiana entre irmãos. E quantas vezes não somos pegos reclamando de um irmão que fez isso ou aquilo ou que não devia ser desse jeito. Vejam, ninguém tropeça em pedra grande. Nós tropeçamos em pedras pequenas continuamente. uma reclamação aqui, uma reclamação ali, uma opinião a respeito de alguém dada a outra pessoa e não aquela pessoa, uma virada de nariz quando alguém diz algo que você não gosta, ou deixar de ir numa programação porque tal pessoa vai estar lá, ou porque tal pessoa está liderando aquele estudo, ou não querer assistir a aula de um professor e ficar andando pela igreja porque você não gosta daquele professor. Ninguém tropeça em pedra grande. São as pequenas coisas que alimentam a nossa vaidade, o nosso orgulho e que fazem mal ao corpo de Cristo. Não é esse o fruto que a cruz de Cristo produz naqueles que por ela são alcançados. Tenham o mesmo modo de pensar daquele que os chamou para fazer parte da sua família. Ele não só nos chamou, mas pagou o preço para que pudéssemos fazer parte da sua família, deste corpo a qual ele é o cabeça. Nosso Senhor Jesus Cristo nos lembra que assim como ele fez a vontade do Pai, nós devemos buscar a sua vontade. E por diversas vezes ele diz qual é a sua vontade para o corpo. Em João capítulo 14, no verso 26, o nosso Senhor nos lembra: "Se alguém me ama, guardará as minhas palavras e o meu Pai o amará e viviremos nele." Somos templo do Espírito do Senhor, conquistados para viver de uma forma diferente, para com os de fora e principalmente para com os de principalmente para com os de família. Não se trata das suas qualidades, não se trata de quem eu sou, do que eu conquistei, pois elas são como trapos de imundícia diante de Deus. Não se trata de quem você é, não se trata do que você tem, não se trata do que você sabe fazer. Isso tudo é trapo de imundícia diante do Senhor. Se trata do que recebemos por meio daquele que foi humilhado e glorificado por nós. Sim, Cristo se humilhou e por conta da sua humilhação em fazer a vontade do Pai, ele foi glorificado. aquele que não somente foi ressuscitado dentre os mortos, mas também recebeu a posição mais elevada que possa existir. Ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, a morte de cruz. Por isso, por conta da sua humilhação, por conta de abrir mão da sua glória, por conta de fazer a vontade do Pai, de amar o seu povo, de morrer à morte que deveríamos morrer, ele foi glorificado. Por isso também Deus o exaltou sobre maneira e lhe deu o nome que está acima de todo o nome. nome que está acima de todo nome, para que o nome de Jesus se dobre, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho nos céus e na terra e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é Senhor. E este Senhor, traduzido para o grego, advém da palavra utilizada para Yahé. Porque este Senhor que se humilhou, que se fez carne, continua sendo Deus. E por continuar sendo Deus, nós podemos continuar sendo povo de Deus, vivendo em harmonia, vivendo em reconciliação, vivendo em esvaziamento em favor do próximo. Não porque somos bons, mas porque ele é bom. Não porque temos méritos, mas porque ele nos deu os méritos e nos fez um feitos um em Cristo, unidos por algo que ninguém pode separar, guerra, fome, intriga. Sim, ele foi glorificado. O nosso Senhor Jesus Cristo em sua oração em João 17 nos lembra a respeito disso, no verso 4 e 5. Eu te glorifiquei na terra realizando a obra que me deste a fazer. Que obra é esta? Somos nós. Qual foi a obra que o Pai deu ao Filho se não redimir um povo que havia escolhido? E agora, ó Pai, glorifica-me contigo mesmo com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo. Abriu mão de sua glória por nós. Essa é a humilhação que se requer daqueles que foram alcançados pela humilhação de Cristo. Nos esvaziarmos de nós mesmos para sermos preenchidos pela glória de Deus. Veja, nos esvaziar. para sermos preenchidos pela glória de Cristo em nós e experimentarmos isso na comunhão entre irmãos. Os nossos relacionamentos foram dados por Deus para experimentarmos da glória de Cristo em nossa vida, nos esvaziando, compreendendo quem somos diante de Deus e para com o próximo. Em sua humilhação, na humilhação de Cristo, aprendemos a nos humilhar para que em sua exaltação sejamos exaltados como rebanho do seu pastoreio. O quanto você aprende ou aprendeu ou vai aprender com a humilhação de Cristo no seu relacionamento com o seu irmão na fé? O quanto isso faz sentido para você, que a forma com que você conduz os seus relacionamentos dentro do corpo de Cristo está estritamente ligada à humilhação de Cristo na cruz por você. Devemos viver em genuína comunhão, não apenas para manter o vínculo da paz, mas porque isso ou nisso Deus é glorificado para a glória de Deus Pai. Os nossos relacionamentos como corpo, como membros do mesmo corpo, também são frutos de louvor e de glória a Deus Pai, a forma com que conduzimos os nossos relacionamentos. Vejam que essa humildade ou esse esvaziamento deveria ser algo que prezamos, que desejamos, que nos alegramos em experimentar, pois é a alegria que advém da cruz. Portanto, como conclusão, o hino de Cristo, este hino de Cristo, um dos resumos bíblicos mais belos sobre a obra de Cristo, nos foi dado para nos ensinar sobre o valor da unidade do corpo. Eu espero que a próxima vez que você cantar aquela música sobre o esvaziamento de Cristo, sobre sua humilhação, você se lembre que ela também exerce efeitos em seu relacionamento dentro do corpo, para que a todo nome se dobre o joelho, que cantemos que Jesus é o rei da glória, está completamente ligado ao nosso relacionamento como corpo. Segundo, Cristo sempre foi Deus. E ao realizar seu ato de amor e obediência ao Pai em favor dos seus, ele nos ensina como isso deve ser algo somente feito por parte do seu corpo. Ou seja, Deus sempre foi Deus e na sua obediência a Deus Pai, nós recebemos o privilégio de também sermos obedientes ao nosso Deus ao fazer isso. Terceiro, sermos conduzidos pelo alto, o autoesvaziamento em nossos relacionamentos como igreja é uma expressão de termos alcançado a alegria comum da cruz de Cristo. Fazer isso com alegria no coração significa que você compreendeu realmente o que Cristo fez por você. desejar, se esforçar, se dedicar, não somente pela paz comum, mas realmente pelo profundo afeto, pela união de espírito, é poder experimentar a alegria da cruz. E por último, ao conduzirmos nossos relacionamentos sobes princípios, podemos desfrutar da mesma alegria completa que o apóstolo Paulo se referiu. A alegria completa de experimentar o que Deus nos dá na cruz de Cristo, seja para a defesa do evangelho ou para a vida comum do lar. E este lar é a família de Deus Pai. Vamos orar. Senhor, obrigado por tamanho amor, por tamanha misericórdia. Obrigado porque o Senhor cuida e como cuida da sua igreja. Obrigado porque o Senhor nos ensina quem nós somos. O Senhor nos apresenta pela tua palavra a nossa fragilidade, a nossa propensão. E ao fazer isso, o Senhor também nos dá o antídoto, o remédio, que é confiarmos na obra de Cristo. Obrigado pelo que o Senhor tem feito na vida desta igreja. Obrigado, porque o Senhor nos ensina que a sua igreja sempre permanecerá e o Senhor garante isso. Senhor, nos traga à mente a tua palavra quando circunstâncias adversas ou controvérsias, ó Pai, começarem a brotar no meio de nós. quando intrigas ou quando o nosso próprio coração começar a alimentar vaidade, amargura, traga-nos, Senhor, a tua palavra à mente para lembrarmos, Senhor, o que Cristo fez, a sua humilhação, a sua exaltação e como isso, Senhor, é derramado sobre nós para que possamos viver de forma semelhante entre nós. Obrigado mais uma vez pelo que o Senhor tem feito em nossa vida. Não nos deixe, Senhor, não nos deixe esquecer disso. Exorta-nos, disciplina-nos, se assim for necessário, para continuarmos vivendo como igreja, dando glória a ti como Deus Pai. Oramos em nome do nosso Senhor Jesus Cristo, que reina para hoje e sempre. Amém. convido a igreja a se colocar de pé para louvarmos ao nosso Senhor. E este é um momento aonde também expressamos a nossa gratidão, a nossa confiança e a nossa alegria no Senhor por meio dos dízimos. A fidelidade nos dízimos e a generosidade da oferta também é algo que o Senhor nos dá para experimentarmos aquilo que ele tem feito na igreja que pertence a ele. Façamos isso com alegria no coração. Teu santo filho sem regar. foi enviado para levar um peso que era todo meu se cordeiro de Deus. O seu presente de amor foi rejeitado pelo Deus. O humilde rei na luz. E assim se fez de [Música] Deus. O Deus não curo de te adorar e te salvar com sangue de lavar teu. Tu és cordeiro de Deus. Estava sem saber, mas traí ser. E onde estou o seu para que eu posso viver? de Deus procuro é por te adorar e te [Música] salvar. Eu sou Jesus. [Música] Ora de Deus tão glorar, vou te adorar e te exaltar. Buscar bem e lavar teu [Música] Jesus. O sangue vem lavar meus Jesus. Tu és cordeiro de Deus. Vamos orar, irmãos. Ó Deus, receba as ofertas de nossas mãos. A tua palavra nos diz que é o Senhor mesmo quem nos dá. E que ironia, ó Deus, devolver a ti aquilo que o Senhor mesmo nos deu. Mas ao fazer isso, deixamos o testemunho da nossa generosidade e da nossa fidelidade. Sabemos e cremos que é o Senhor quem dá. Essa é a razão porque damos, porque cremos que o Senhor é providente, o Senhor conhece as nossas necessidades. E deixamos, ó Deus, aqui a a nossa oferta para que o Senhor use para a manutenção da tua casa, a expansão do teu reino. Oramos para que as mãos que irão administrar esses recursos possam também, ó Deus, trazer glória para o Teu nome. Sabemos, ó Deus, que o Senhor faz coisas muito maiores do que somos capazes de ah antever e sustentar com os nossos recursos. Da mesma maneira que o Senhor multiplicou de maneira milagrosa aqueles pães e os peixes, pedimos que o Senhor também multiplique estes recursos para que o Senhor faça coisas grandiosas, maiores do que somos capazes de imaginar e muito maiores do que merecemos. Mas faça isso a Deus para a tua própria glória. Oramos em nome de Jesus. Amém. E agora, irmãos, que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus o Pai e a comunhão bendita do Espírito Santo repouse sobre cada um de nós e para todo sempre. Amém. Os irmãos podem se assentar. Nós temos algumas pessoas que estão nos visitando hoje e eu peço a atenção de vocês para nós temos aqui eh o Davi Gonçalves Firmino, ele é seminarista da Igreja Presbiteriana de Barretos. E onde está você, Davi? David. Ah, está ali. Sai no JMC. Ah, ok. Então, é aluno do JMC e tá com o Vinícius Cavale Seabra. Tá junto com ele. Ah, ok. Também são seminaristas. Seminarista também. OK. Não tem aula comigo ainda não, né? É, tá certo. A hora que eles começarem a ter, eles não vão vir mais, né? Sejam bem-vindos. Deus abençoe a vida de vocês. Eh, e também ah, está conosco o Agnaldo, ele é da Assembleia de Deus do Capão Redondo. Onde está o Agnaldo? Ah, está aí. Seja bem-vindo, Agnaldo. Deus abençoe a sua vida. Ah, após o final aqui, nós teremos um caldo quente que vai ser servido. É, para os visitantes, a igreja, se quiser acompanhar, tá bom? pode acompanhar, mas vocês são bem-vindos e é uma maneira que nós temos de poder a ter o tempo para conhecê-los mais. Então, não saia sem cumprimentarme. Eu queria ter o prazer de cumprimentá-lo pessoalmente, vocês três que estão aqui, tá bom? Deus abençoe. Alguns avisos, irmãos. Day camp. Então, nós já falamos de manhã, esse é uma um evento organizado pelos pequenos grupos, mas é aberto a toda a igreja, tá certo? Será no dia 7, isso é um sábado, já é o sábado, não é o sábado que vem, é o outro ainda, das 9 até às 5 da tarde será, nós alugamos esse local lá em Parelheiros. Então, ah, inscreva-se, tá? De manhã, nós já passamos o link nas plataformas de WhatsApp nosso, então você tem a informação necessária, mas se você ainda não recebeu, você gostaria de receber, pastor Gabriel tá aqui e ele pode dar todas as informações que você precisar sobre isso. Tem um custo aí, vocês viram, né? a R$ 20 por pessoa, a R$ 50 por famílias que têm a mais de três. Se tiver três é 50. Tinha gente perguntando isso aí, Gabriel. Não, isso mesmo. É só para deixar muito claro assim, eh, a ideia aqui é ajudar, tá bom? Então, a nosso nosso nossa nosso desejo é que todos possam ir. Por isso essa ideia do valor. Se alguém tiver dificuldade ainda, pode falar conosco pra gente tentar fazer alguma coisa para você consiga estar conosco, tá? Esse valor é bem baixo, o que significa? A gente tá tentando pagar aqui o local, a parte da comida, só para que os irmãos saibam qual que vai ser a nossa ideia, vai ser para que cada irmão, cada família leve algo e a gente possa dividir com os irmãos lá, ok? a igreja pagar uma parte, vai ter uma parte que vai ser da igreja dada para nós, mas o o restante, a parte do almoço, né, a parte durante tarde, tudo isso a gente queria dividir com os irmãos. Então, cada família levará um prato, um pouquinho mais do que vai comer e a gente vai dividir lá para ter esse momento de confraternização, o que é mais ou menos também o nosso espírito nos PGs, tá? Eh, a gente sempre faz isso em cada reunião, cada um leva um pouquinho e a gente divide, tá? Então essa é a nossa ideia. Mas eh nós queremos que todos possam participar, então se tiver alguma dificuldade podem falar conosco. OK. Próximo. Uma cidade, né, está organizando essa ação social. No dia 15 ah, de junho, eles vão almoçar aqui e nesse mesmo dia eles vão levar esses a o que for arrecadado aí. Então isso já deve estar no grupo da mocidade, né? Mas se você que não é da mocidade quiser participar eh contribuindo, aliás, eh mocidade tá organizando, é a igreja que tem que contribuir, tá bom? Então essa é a razão de estar aqui anunciado para toda a igreja. Nós falamos de manhã, hoje foi o último dia, né, para servidores. Será o último dia, se você quiser ainda ajudar na EBF, que vai acontecer de 3 a 5 de julho, essa essa divulgação é apenas para eh recrutar eh voluntários, tá certo? Então, inscreva-se. Isso aí tem também nos nossos meios de comunicação. E o jantar dos namorados, verendo Guilherme. Isso. Eh, será no dia 14 de junho, irmãos jantados, Namorados. tá intitulado assim porque é justamente naquele período do calendário em que se tem o dia dos namorados, mas é aberto a todos os casais, obviamente os noivos, os casados, enfim, todas as faixas etárias. O custo tá está posto, o horário é às 18:30 e nós temos aí uma equipe de irmãos que estão colaborando com muitas coisas, cuidando da decoração, cuidando do cardápio. Eh, fique bem tranquilo e anime-se a participar para prestigiar também nesse sentido. Eh, se alguém tiver alguma dificuldade com os custos, por favor, nos procurem. Procurem qualquer irmão que trabalha com o ministério de casais aqui da igreja, com o Coisa Nossa. E também se você tiver alguma dificuldade em função de seus filhos serem pequenos e precisarem aí ser deixados sob, procurem também ah um de nós, porque solução para isso está sendo buscada e considerada para que todos participem, tá bom? E na sequência também o encontro de casais tradicional aqui já da igreja, eh, que vai acontecer nesse ano, entre os dias 28 e 31 de agosto, lá em Serra Negra. Você tem as informações aí no cartaz, pode nos procurar também para saber mais a respeito. O tema é o que você esperava. Eh, e os e o a inscrição também pode ser feita pelo app da igreja. Obrigado, Guilherme. Mais alguma coisa? Não, irmãos. Então, tenhamos todos uma boa semana e vamos agora a desfrutar do nosso caldo quente. Aí era para estar bem frio hoje, mas a temperatura melhorou, mas o caldo permaneceu. Tá bom? Tenha todos uma boa semana na paz do Senhor.