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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Vespertino | 25/05/2025 | 18h – Rev.Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 25/05/2025 | 18h – Rev.Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 25/05/2025 | 18h – Rev.Lucas Previde

Humildade: uma demonstração da alegria (Filipenses 2.1-11) – Rev. Lucas Previde

Mídias Sociais: https://linktr.ee/ipsantoamaro
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[Música]
Amados irmãos, nós vivemos e existimos
para o louvor e para a glória de Deus.
Quando contemplamos ao Senhor, nos
deparamos com um grande contraste.
Estamos diante daquele que nos criou,
daquele que nos sustenta. E é por isso
que nele o nosso coração
descansa. Diz aqui o Salmo
146, que do verso 1 a 4. Aleluia. Louve,
ó minha alma, o Senhor. Louvarei o
Senhor durante a minha vida. Cantarei
louvores ao meu Deus enquanto eu viver.
Não confiem em príncipes, nem nos filhos
dos homens, em quem não há salvação.
Sai-lhes o Espírito e eles voltam ao pó.
Nesse mesmo dia acabam todos os seus
planos. Portanto, meus irmãos, diante
desse Deus grandioso, majestoso, nós
somos convocados a louvar. Vamos nesse
instante nos colocar de pé e vamos
entoar louvores ao Senhor porque
dependemos inteiramente dele.
[Música]
Louvai a Deus
soberano, Senhor do que é feito.
Louvai o de vossa
mão, perfeito.
Deus
cantar e com
[Música]
reoi. Amor e
[Música]
desito. Louai a Deus que vos faz confiar
dia a
[Música]
dia e com amor você
abençoa
por lembrai
também do
poderoso
[Música]
poder companhia.
[Música]
Senhor Deus, nós te louvamos porque a
tua graça é melhor do que a vida, porque
o Senhor nos trouxe salvação, porque o
Senhor nos traz esperança eh futura e
porque o Senhor tem cuidado de nós e das
nossas demandas no presente momento.
Louvamos o Senhor porque podemos contar
também com a tua companhia. O Senhor tem
estado conosco nos mais diversos
momentos de lutas, de fraquezas. O
Senhor tem sido o nosso baloarte, tem
sido o nosso sustentador, o fundamento
que traz para nós a condição de
permanecermos firmes. E agora, ó Deus,
nesse momento de culto, queremos
suplicar que o Senhor receba, receba, ó
Deus, o louvor, a adoração que é feita
pelo teu povo, em nome do teu filho
Jesus Cristo, o nosso mediador, o nosso
intercessor, o nosso advogado, aquele
que entregou a sua vida para que nós
pudéssemos agora nos reunir aqui como
família, para que nós agora, ó Deus,
pudéssemos buscar os mesmos propósitos,
seguindo os mesmos caminhos santos.
apontados pela tua palavra. Que o Senhor
nos una, que o Senhor nos guie, nos
direcione pelo Teu Santo Espírito. Ó
Pai, nós te pedimos isso. Pedimos isso
sabendo que o Senhor haverá de nos ouvir
e haverá de nos atender. Mesmo pequenos
como somos, pecadores como somos,
olhamos para o Senhor sabendo que o
Senhor haverá de estar conosco. Não
confiamos em príncipes e não confiamos
nos poderosos desse mundo. Louvamos a
ti, porque para isso fomos criados e o
nosso coração em ti encontra o
verdadeiro sossego, o verdadeiro
descanso, a verdadeira paz. Nós oramos
em nome de Jesus. Amém.
Os irmãos podem se assentar.
Queridos, no mesmo salmo, o salmista
continuou dizendo o
seguinte: "Bem-aventurado aquele que tem
o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja
esperança está no Senhor, seu Deus, que
fez os céus e a terra, o mar e tudo que
neles há, e mantém para sempre a sua
fidelidade, que faz justiça aos
oprimidos e dá pão aos que têm fome. O
Senhor liberta os encarcerados. O Senhor
abre os olhos aos cegos. O Senhor
levanta os abatidos. O Senhor ama os
justos. O Senhor guarda o estrangeiro.
Ampara o órfão e a viúva. Porém
transtorna o caminho dos ímpios. O
Senhor reina para sempre. O seu Deus, ó
Sião, reina de geração em geração.
Aleluia.
Nós louvamos a Deus, dizemos aleluia,
louvado seja o Senhor, porque nós
percebemos tudo isso que ele fez. Essa
libertação que veio do Senhor alegra o
nosso coração. Quando nós lemos um texto
assim, nos lembramos que, de fato, Deus
nos libertou. nos libertou do império
das trevas, nos libertou do julgo do
pecado, nos libertou de tudo aquilo que
nos aprisionava em uma vida longe dele.
E isso é graça do Senhor atuando em
nossas vidas. E a grande verdade é que
mesmo assim, por muitas vezes, mesmo
sendo libertos, mesmo com tudo isso que
ele faz por nós, nós ainda assim
escolhemos pecar contra
ele. Mesmo tendo tudo quanto recebemos,
ainda assim, por muitas vezes, nós
escolhemos pecar contra ele. E é
pensando nisso que eu queria convidar a
igreja a se colocar diante dele, pedindo
perdão pelos seus pecados, pedindo
perdão pelas vezes que escolheram o
próprio desejo ao invés de escolher a
vontade de Deus. Sabendo que nós hoje
temos a condição de não vivermos para o
pecado porque fomos libertos. Roguemos a
Deus para que nos perdoe e nos capacite
a isso. Vamos orar. Convido a igreja
silenciosa a colocar-se diante de Deus.
Pai amado, nós acabamos de ler como
igreja que o Senhor é aquele que liberta
os encarcerados, é aquele que abre os
olhos aqueles que estão cegos, que
levanta os abatidos. Pai amado, quando
nós lemos isso, nós nos lembramos que
tudo isso foi feito em nossa vida. O
Senhor nos abriu os olhos para
compreendermos as verdades da tua
palavra. O Senhor nos libertou do
império das trevas e do julgo do pecado.
O Senhor nos levantou enquanto ainda
abatidos por todo o mal que existe nesse
mundo. O Senhor também é aquele que nos
alimenta com a tua palavra, Pai amado.
São tantas bênçãos que vêm de ti e na
verdade há ainda muitas, Pai. Se nós as
contássemos, não conseguiríamos. O
Senhor é gracioso demais para conosco. E
quando pensamos em tantas graças, tantas
bênçãos derramada sobre nós e
comparamos, Pai, com a nossa vida, nós
percebemos que há algo de errado. A
nossa vida não corresponde a tanta graça
que o Senhor derramou sobre nós. Nós
ainda não o honramos como deveríamos
honrar. Não o obedecemos como deveríamos
obedecer. Não o glorificamos como
deveríamos glorificar. Pai amado, nós
ainda estamos longe de fazer tudo aquilo
quanto o Senhor merece, por tudo aquilo
que o Senhor nos concedeu. Por isso,
Pai, nós queremos pedir ao Senhor neste
momento, perdoa-nos, Pai.
Perdoa-nos por nossas faltas, por nossa
falha contra o
Senhor. Perdoa-nos mais uma vez, Pai,
porque nós somos de fato pecadores e
precisamos de ti. Pedimos, Pai, mais uma
vez a tua graça atuando sobre nós. Nós
já fomos, é verdade, libertos de maneira
absoluta do pecado, mas este pecado
ainda nos influencia. Por isso, Pai,
rogamos a ti que o Senhor nos liberte a
cada dia, que o Senhor nos limpe a cada
dia, que o Senhor nos capacite, Pai, em
todo o tempo a termos uma vida santa
diante do Senhor. limpa, Pai, e purifica
o nosso coração, a nossa mente, a nossa
vida, para que dessa maneira, Pai, tudo
que nós fizermos, pensarmos, sentirmos,
tudo aquilo, Pai, todo o nosso
procedimento seja um procedimento de
louvor e honra ao teu nome. Nós rogamos
a ti, Pai, por tua ajuda, porque sabemos
que sozinhos nós nada podemos. Nós
queremos louvá-lo por isso, Pai.
louvá-lo porque o Senhor nos liberta,
porque o Senhor a cada dia nos auxilias.
E queremos pedir ao Senhor que
continues, Pai, aumentar em nós a
esperança e a confiança em ti, Pai,
sabendo que o que há de mais importante
ainda haveremos de receber. Essa vida é
muito boa que o Senhor nos deu, mas nós
temos a plena certeza de que nós teremos
ainda uma vida ainda superior. Nós
teremos ainda uma existência ao teu lado
eternamente. E isso, Pai, alegra o nosso
coração. Pedimos, Pai, aviva em nós
essas verdades, para que dessa maneira
agrademos o teu nome, Pai, de maneira
plena. que as pessoas ao redor percebam
que nós somos teus e dessa maneira
também que nós sejamos utilizados por ti
para trazer muitas pessoas ao teu reino.
É a nossa oração, Pai. Gratos ao Senhor
por tudo que o Senhor já fez, está
fazendo e ainda fará. No nome do Senhor
Jesus. Amém. Meus irmãos, nós fomos
perdoados, nós fomos escolhidos, nós
fomos colocados no reino do filho do
amor de Deus. E é por isso que nós o
louvamos. Eu os convido aos a se
colocarem de pé para que possamos
louvá-lo de maneira plena. Faça isso com
tudo que você tem, sabendo que você de
fato foi perdoado e recebeu tantas
graças. Se coloquem de pé agora, meus
irmãos, e louvem ao
Senhor. Deus atrás. Me
alto na
tempestade me
encontrou. Fou meus
pés seu
forte
chão. O Deus é minha
salvação. Se ves por mecar.
O seu poder de
escapar, sol
trará minha
escuridão. Meu Deus é minha salvação.
Nem é Deus como o
Senhor
Salvador e a luz.
Não há em mim mais
connação. Deus é minha
salvação. Esperança coloquei.
E a
palavra
encontrei
[Música]
meu sua
forte
voz. O Deus é minha
salvação. Dias
de na dor da pé do tron.
Se olha a
seu se
renovará. O Deus é minha
[Música]
salvação. Quem é Deus como o Senhor?
Salvador
pelo amor não há em mim, mas
comentação é minha salvação.
[Música]
Quando
est na morte não me deixará.
Com ele
irei a ter.
Meu Deus é minha
salvação. É Deus como o
Senhor
Salvador
em amor. Não há em mim as conver.
Meu Deus é a minha
salvação. Glória a Deus
Deus
filho. Glória seja Deus o pai.
[Música]
Seja Deus do
espírito. Eu a minha
[Música]
salvação.
Deus. Glória seja
Deus pai.
[Música]
Glória seja Deus do
espírito. Meu Deus, a minha
[Música]
salvação. Meu Deus é minha
salvação. Eu a minha salvação.
[Música]
E minha alma se desfaz.
[Música]
Semur e domina me o
temor, em silêncio vou a
ti. Eu confio em ti,
Senhor. A palavra que
susti, minha
salvação e fortaleça.
Deus e ro eterna. Minha alma, ó Deus,
esperará por
ti. Os
remos quando a
veu mesmo em sua força
aos como ela passará.
[Música]
está
satanás me
tornará minha
salvação e
fortalejo o meu e
ro esperará
[Música]
Meu
és
tua minha mã Deus
esperará tua
vida. O amor puro e
fiel ninguém
pode explicar.
O teu filho morto à
cruz
concedeu-me plena
paz. A batalha
fest. Não há
mais
em
destruir minha
salvação e fortaleza.
Refúgio meu e rocha eterna. Minha alma
Deus
esperará
[Música]
por
é meu fundamento.
Minha alma Deus
esperará por ti.
[Música]
entrego.
Confiare em ti,
sacerdote, meu re
forte,
confiarei em ti.
Tudo a Cristo
a
tio,
confiarei em
ti,
[Música]
sacerdote, meu rei
forte, confia.
em
[Música]
ti ainda de ainda de pé, irmãos, nós não
confiamos nesse Cristo sem
razão. A Bíblia nos mostra a trajetória
de Cristo rumo à
humilhação. E o catecismo maior de
Westminster faz assim que te pergunta:
"Qual foi o estado da humilhação de
Cristo?" Eu queria que nós pudéssemos
ler juntos a resposta que será
projetada. Então, vamos ler isso como um
testemunho juntos com séculos de igrejas
reformadas têm repetido isso, que nós
também possamos ser lembrados disso.
Vamos ler juntos. O estado da humilhação
de Cristo foi
aquela
baixa. Despindo-se de sua glória, ele
tomou a forma de servo em sua concepção
e nascimento, em sua vida, em sua morte
e depois até a ressurreição.
Ó Deus, é por isso que nós te adoramos.
Teu filho Jesus se fez homem, se
humilhou, humilhou até a cruz, até a
morte, até a ressurreição. Mas hoje, ó
Deus, ele nos dá a vida e nos dá também
a condições necessárias para sermos
instruídos em momentos assim, por meio
da do louvor e agora pela pregação.
Agradecemos-te e em nome dele oramos.
Amém. Os irmãos podem se assentar.
Convido
você, convido você a abrir a sua Bíblia
na carta de Paulo aos Filipenses para
darmos continuidade à nossa série
chamada A alegria da Cruz.
A alegria que é experimentada por todos
aqueles que são alcançados pela cruz de
Cristo. Nesta noite nós nos ateremos ao
capítulo 2, verso de 1 a
11. Tema intitulado humildade, a
demonstração da
alegria. Filipenses capítulo 2, versos
de 1 a 11.
Assim diz a palavra do nosso Deus.
Portanto, se existe alguma exortação em
Cristo, alguma consolação de amor,
alguma comunhão do Espírito, se
aprofundo afeto e sentimento de
compaixão, então completem a minha
alegria, tendo o mesmo modo de pensar,
tendo o mesmo amor e sendo unidos de
alma e mente. Não façam nada por
interesse pessoal ou vaidade, mas por
humildade, cada um considerando os
outros superiores a si mesmo, não tendo
em vista somente os seus próprios
interesses, mas também o dos outros.
Tenham entre vocês o mesmo modo de
pensar de Cristo Jesus, que mesmo
existindo na forma de Deus, não
considerou o ser igual a Deus algo que
deveria ser retido a qualquer custo.
Pelo contrário, ele se esvaziou,
assumindo a forma de servo, tornando-se
semelhante aos seres humanos. E
reconhecido em figura humana, ele se
humilhou, tornando-se obediente até a
morte e morte de cruz. Por isso, também
Deus o exaltou sobre maneira e lhe deu o
nome que está acima de todo nome, para
que o nome de Jesus se dobre todo joelho
nos céus, na terra e debaixo da terra. E
toda a língua confesse que Jesus Cristo
é Senhor para a glória de Deus Pai. Até
aqui a palavra do nosso Deus. Vamos
orar. Senhor, diante de ti nos colocamos
certos, ó Pai, de nossa incapacidade, ó
Deus, de compreendermos aquilo que o
Senhor tem para nos dar pela nossa
própria força ou intelecto. Por isso,
Senhor, confiamos que Teu Santo Espírito
nos conduz a isso e por isso, nesta
noite, pedimos que o Teu Santo Espírito
assim faça. O Senhor conhece cada
particularidade de nossa vida. O Senhor
sabe exatamente do que precisamos. Por
isso, pedimos que o Senhor nos dê por
meio da tua palavra. Oramos em nome de
Jesus.
Amém. Como nós temos estudado, a carta
de Paulo aos Filipenses, é uma carta que
transmite profunda
alegria vinda da parte de Paulo por
aquilo que ele ouve da igreja de
Filipos.
Muitas coisas boas chegaram ao
conhecimento do apóstolo Paulo. O que
fizeram ele escrever esta carta de
dentro da prisão. Nós já vimos isso. ah,
de certa forma, encorajando os irmãos da
cidade de Filipos, os Filipenses, a
continuarem, a continuarem essa
caminhada, se
alegrando com um sentimento de alegria,
de gratidão, de contentamento naquilo
que Cristo havia feito na vida de cada
um deles. Paulo exorta os filipenses,
por exemplo, a viverem de modo digno do
evangelho. Nós vimos isso na série, na
nossa série, na última exposição a
respeito dessa carta. Paulo dizendo no
verso 27, acima de tudo, vivam de modo
digno do evangelho de Cristo. Acima de
qualquer coisa, acima de qualquer
circunstância, não importa o que você
faça, que você possa ser encontrado
digno do evangelho a qual você segue. E
nesse caso específico, na nossa última
exposição, nós vimos que Paulo diz que
os crentes de Filipos precisavam
conquistar ou precisavam fortalecer,
buscar, desejar e defender a
unidade que eles tinham em Cristo Jesus
para combater aqueles que atacavam o
evangelho. Eles deveriam permanecer
firmes, unânimes na defesa do evangelho.
Eles não deveriam temer aqueles que
atacavam o evangelho. não deviam
debandar, é o termo que Paulo utiliza.
Vocês não devem fugir, se espantar, se
se sentirem ah oprimidos. Não tenham a
alegria por participarem do sofrimento
de Cristo. Paulo diz: "Defendam essa
unidade. Confirmem a salvação de vocês,
estando
unidos para defender o evangelho
daqueles que o atacam."
Mas a vida digna do evangelho não se
refere só à unidade da igreja para
combater ou se defender a daqueles que o
atacam
externamente, mas também a dignidade, ou
seja, viver de forma digna do
evangelho, nos é dada para vivermos em
comunhão uns com os outros. E é isto que
o apóstolo Paulo irá tratar aqui. O
apóstolo Paulo está preocupado com a
propensão dos
cristãos da falta de cuidado ou da falta
de interesse pela comunhão uns com os
outros. Sim, a nossa propensão a não nos
importarmos com os nossos, a nossa
propensão a cedermos os nossos desejos,
vontades e gozos. A quem? daqueles que
caminham conosco a caminhada cristã, a
propção de não debandarem para fora da
igreja, mas debandarem dentro da igreja,
um separativismo completo dentro da
igreja. Paulo lembra e compreende
disso. Vejam que na carta nós vimos um
pouco disso na pregação
anterior. A igreja de Filipos era uma
igreja muito elogiada por Paulo, mas
parece que ela tinha esse problema de
relacionamento. O texto que nós lemos
aqui, nós vimos isso, a questão de não
fazer coisas pela vontade própria, de se
esvaziar. No capítulo 4ro, nós ainda
veremos um pouco mais para a à frente.
No verso 2, Paulo diz de duas mulheres
que eram
extremamente ah ativas na vida da
igreja, Evodia e Cintic. Mulheres que
trabalhavam para o evangelho, mulheres
que eram comprometidas, mas parece que
de alguma forma não se
bicavam, que tinham problemas de
relacionamento, ao ponto de Paulo dizer:
"Ó, peço a Evódia e peço a Ctic, que que
no Senhor tenha o mesmo modo de pensar".
Então, parecia que alguma coisa em
Filipos ainda estava preocupando o
apóstolo Paulo e, principalmente o
relacionamento entre os
irmãos. E este é o contexto dessa
passagem. Essa passagem se trata ou
apresenta-nos que quando se trata da
igreja de Cristo, tudo que está bom pode
melhorar.
Quando se trata da igreja de Cristo, há
sempre algo que pode ser melhorado,
aperfeiçoado. O apóstolo Paulo nos
provoca, então, a uma autoavaliação a
partir da resposta em relação daquilo
que conduz os nossos relacionamentos.
Paulo, de certa forma, faz uma pergunta
retórica ou
perspicaz a partir do verso um, dizendo:
"Se
existe, portanto, se existe." E aí cada
um de nós precisaremos responder se
existe isso em nossa condução de nossos
relacionamentos. Se existe alguma
exortação em Cristo, se existe alguma
consolação de amor, se existe alguma
comunhão do espírito, se há profundo
afeto e sentimento de compaixão.
E existe isso dentro de
nós. Se a nossa exortação ao nosso irmão
é uma exortação em
Cristo. Se o nosso consolo ao próximo é
um consolo carregado de amor, se a
comunhão que exercitamos é uma comunhão,
comunhão no
espírito, se temos profundo
afeto, se temos o sentimento de
compaixão. E aqui, por compaixão, eu não
quero dizer empatia. Há uma grande
diferença entre compaixão e empatia.
Compaixão é identificar a necessidade e
se preocupar em atendê-la. Empatia é
simplesmente ter alguma afinidade ou
simplesmente querer sofrer a dor do
outro. compaixão, profundo
afeto. Os nossos relacionamentos como
corpo de Cristo estão pautados em
sentimentos a quem da
superficialidade, a quem das poucas
horas do domingo pela manhã ou do
domingo pela
noite, ou como temos lidado com as
controvérsias dentro da igreja ou do
corpo a qual fazemos parte. Esses são
sentimentos que deveriam ser
verificáveis no nosso relacionamento
como irmãos. Exortação em Cristo,
consolação em amor, comunhão no
espírito. Por isso, o primeiro ponto
dessa noite é: a vida de modo digno do
evangelho também está nos
relacionamentos enquanto membros do
corpo de
Cristo. A nossa vida de forma digna do
evangelho também está presente na forma
com que nos relacionamos. uns com os
outros como parte do corpo de
Cristo. Presumindo que seja essa a base
para a comunhão do corpo de Cristo,
Paulo afirma ser lógico esperar frutos
específicos.
É o que ele demonstra aqui. Se há todos
esses sentimentos, verso 2, então,
completem a minha
alegria. Completem a minha alegria.
Frutos específicos são esperados do
relacionamento do corpo de Cristo. E
quais são esses
frutos? O primeiro é tendo o mesmo modo
de pensar.
E vejam, termo modo de pensar. Nós já
falamos um pouco sobre isso na última
pregação. Não se trata de pensar igual
sobre todas as coisas, pois isso é
impossível. Não se trata de afinidades,
não se trata de concordar em todas as
coisas. Sabemos que isso é muito
difícil. Numa família de quatro, de
cinco, isso é quase Nília de dois,
marido e mulher somente já é difícil
concordar em tudo. Imagina numa família
de quase 1000 pessoas.
Não se trata de concordar em todas as
coisas, mas da realidade de que temos
verdadeiramente um objetivo em comum que
nos
une. Saber que estamos conduzindo a
nossa vida enquanto corpo pelo mesmo
objetivo, pelo mesmo
sentido. Ter o mesmo modo de pensar. Nós
vimos isso na pregação passada, mas é
estarmos caminhando como família, como
corpo no mesmo
objetivo. Ter o mesmo modo de
pensar, ter o mesmo modo de pensar,
caminhar no mesmo objetivo em comum como
família. O mesmo amor, Paulo diz, tem o
mesmo modo de pensar. O mesmo amor é a
disposição de amar e deixarmos ser
amados, não somente por aqueles que
nutrimos afinidade, mas por toda a
família. Por toda a
família é buscar amar aqueles que não
temos tanta afinidade simplesmente pelo
fato deles serem comprados pelo mesmo
sangue que eu fui
comprado. É se esforçar em sair da
bolha.
é em se esforçar, em se preocupar com o
que está acontecendo na vida da sua
comunidade, da sua igreja.
Tenham, tenham o mesmo
amor, um amor que não espera nada em
troca, mas que
dá um amor atento, um amor
genuíno. Unidos de alma e mente. O
apóstolo Paulo ainda completa é atingir
harmonia além das
aparências, alma e mente ou espírito, um
só espírito, como Paulo diz ah um pouco
antes, né? Sejam firmes em um só
espírito. No verso 27. E agora tenho a
mesma alma e mente. Significa que tudo
isso deve ser
conduzido no coração. Tudo isso deve
brotar genuinamente da sua compreensão
de quem você é dentro do
corpo e do que significa fazer parte
desse corpo. é ter dentro do coração
algo sendo criado, alimentado, crescendo
de amar o próximo, aquele que está
caminhando a sua caminhada cristã junto
com você. Uma só alma em sua mente não
significa somente achar que a vida do
corpo de Cristo é vivida aos
domingos, mas é compreender que fomos
comprados, é compreender que fomos
feitos filhos do mesmo pai, pertencentes
à mesma família, ao mesmo corpo,
membros e que juntos caminhamos sob o
mesmo
objetivo. Isso permitirá o combate
contra aqueles que nos atacam de fora,
mas principalmente
guardará e fortalecerá a comunhão de
dentro.
Sim, não fazer nada por interesse ou
vaidade. O apóstolo Paulo diz aqui: "Não
façam nada por interesse pessoal ou
vaidade". Porque Paulo sabia que é que
essa semente
constantemente tenta brotar no meio do
corpo de
Cristo. Interesses
particulares,
vaidade. Querer ganhar a discussão
simplesmente por
ganhar, querer que seja feita do seu
jeito simplesmente para se sentir o
vencedor na
discussão. não abrir mão em prol do
irmão mais
fraco, mas continuar querendo colocar um
peso que ele não consegue
suportar, não fazer nada por interesse
ou
vaidade, não nos colocarmos em posição
de superioridade em relação aos outros.
Vejam, não façam nada por interesse
pessoal ou vaidade, mas por humildade,
cada um considerando os outros
superiores a si mesmo. Paulo sabia da
propensão desses irmãos e de
nós, de querermos nos colocar em posição
elevada diante dos outros que estão
conosco. mesmo de
forma
subliminar, mesmo na hora de fazermos
divisões de cargos na
igreja, de escolher quem vai liderar
determinado grupo,
programação. Paulo sabe que a semente, a
semente do egoísmo, da prepotência, da
arrogância sonda a igreja.
E ele está preocupado com isso. E ele
diz: "Olha, se vocês nutrem, se existe
realmente algum sentimento no coração de
vocês, se existe, se está sendo plantado
pelo Espírito Santo, se está sendo
alimentado pelo Espírito Santo, se vocês
amam a igreja que vocês fazem
parte, então frutos específicos são
esperados e não são frutos conduzidos
por vaidade, por interesse particular.
Mas por aqueles que se preocupam uns com
os
outros. O verso quarto, não tendo em
vista somente os seus próprios
interesses, mas também o dos outros. A
analogia do corpo é
perfeita. O corpo precisa estar
saudável. Todos os membros precisam
estar saudáveis.
O nosso cuidado deve ser uns com os
outros, tendo os outros
além ou acima de nós. Isso é termos
nossos relacionamentos conduzidos pelo
nosso
autoesvaziamento e, em outras palavras,
pela humildade. E aqui eu gostaria de
definir esse termo humildade para que
nós tivéssemos um pouco mais de
compreensão do que o apóstolo Paulo está
falando ou se referindo por humildade.
Humildade não se trata de simplicidade.
Sabe quando você vai se referir a
alguém, e normalmente é quando a gente
quer a falar da casa de alguma coisa,
você fala: "Ah, aquela pessoa, ela é
simples a tem uma casa simples". Em vez
de falar isso, você fala humilde, porque
dentro de nós está enraizado que
humildade está atrelado com
simplicidade. Mas pelo contrário, há
muitas pessoas simples que não conseguem
desenvolver a
humildade. Humildade é o esvaziamento de
quem nós somos.
Humildade é a compreensão de quem nós
somos a despeito do que temos, do que
conquistamos ou de como outros nos
enxergam. É não se importar com isso,
porque compreendemos quem realmente
somos diante de Deus. Então, não se
trata de simplicidade, não se trata de
ignorância ou falta de conhecimento. Ah,
sabe aquele rapazinho, aquele senhor é
mais humilde?
Não existem muitas pessoas iletradas que
não conseguem esvaziar de si
mesmo, que dão vazão à arrogância, à
prepotência, a
vaidade. Humildade não se trata de uma
inferioridade imposta pelos outros.
Aquela pessoa é humilde, coitada, todo
mundo se sobrepõe a ela. Não.
Esvaziamento. Humildade é
esvaziar-se. É compreender quem somos à
luz daquele que nos fez.
Sim, se refere a uma prática de vida a
partir da compreensão de quem somos em
relação a Deus e ao nosso próximo. O
exercício da humildade é compreender
quem nós somos diante de Deus e diante
do próximo e neste caso específico dos
nossos irmãos na fé. Por isso, o
apóstolo Paulo nos lembra como recebemos
a capacidade para isso. Não conseguimos,
não conseguimos atingir esta humildade
ou não conseguimos praticar esse
esvaziamento pelas nossas próprias
capacidades. É impossível.
A nossa propensão à vaidade não nos
permite isso. Por isso, se o primeiro
ponto foi que a vida digna do evangelho
é vivida em nossos relacionamentos como
irmãos, o segundo ponto que o apóstolo
Paulo nos traz é que nossos
relacionamentos enquanto membros do
corpo de Cristo devem ser conduzidos à
semelhança daquele que é o cabeça do
corpo. E é por isso que o apóstolo Paulo
então coloca a partir do verso 5,
"Tenham entre vocês o mesmo modo de
pensar de Cristo Jesus". Paulo deixa
claro ao que ele se referiu quando disse
no verso do para que os seus irmãos
tivessem o mesmo modo ah de pensar. Ele
se referia a construir aquele objetivo
em comum. Lembram? Mesmo modo de pensar
é ter um objetivo em comum entre os
irmãos à luz da pessoa de
Cristo. Quem define esse objetivo em
comum não somos nós, mas esse é um
objetivo já definido por aquele que é o
cabeça do corpo. Por isso o apóstolo
Paulo diz: "Tem o mesmo modo de pensar
entre vocês e que esse mesmo modo de
pensar seja o modo de pensar de Cristo
Jesus. tem o mesmo modo de pensar de
Cristo. Ou seja, tenham como objetivo em
comum viver igual a
Cristo, viver semelhante àele que os
comprou, aquele que os fez membros desse
corpo. Mas o que a pessoa de Cristo e
sua obra nos ensinam a respeito dos
nossos relacionamentos como irmãos de
fé? O apóstolo Paulo então irá discorrer
num daqueles resumos da obra de Cristos
mais belos do Novo Testamento. Muitos
chamam esta passagem do verso 5 ao 11 de
o hino de
Cristo. Nós temos músicas que falam a
respeito
disso. Então o apóstolo Paulo irá
discorrer e explanar como a pessoa e
obra de Cristo nos ensina a respeito dos
nossos relacionamentos.
Primeiro ponto que ele nos ensina é que
mesmo sendo Deus desde a eternidade,
Cristo não considerou esta realidade, a
sua existência em determinado momento
para expressar o seu amor para
conosco. Tenham entre vocês o mesmo modo
de pensar de Cristo Jesus, que mesmo
existindo na forma de Deus, não
considerou ser igual a Deus algo de que
deveria ser retido a qualquer
custo. Antes da encarnação, Cristo já
existia como Deus. Aqui a palavra forma
é utilizada também para natureza. Não é
simplesmente algo externo, mas natureza.
antes da encarnação, desde a eternidade,
Cristo é
Deus. Mas isso não o
impediu de abrir mão de certos
privilégios. Nós iremos ver. Cristo não
se apegou a quem ele é ou a sua
existência ao custo de não fazer a
vontade do Pai.
A vontade do Pai é que o seu filho
encarnasse como homem sofresse,
morresse.
Cristo não se apegou ao qualquer custo à
sua
existência, mas a sua alegria era fazer
a vontade do Pai.
A minha alegria é a fazer a vontade do
meu
pai, estar convicto em um só pensamento
com o Pai. Sim, ele tinha o mesmo modo
de pensar do pai.
O nosso Senhor Jesus Cristo, Deus desde
a
eternidade, não se apegou à sua
existência
eterna, mas fez a vontade do Pai. Ele se
esvaziou. Cristo não deixou de ser Deus.
Preste atenção. Cristo nunca deixou de
ser Deus.
Ele não se esvaziou da sua natureza
divina, mas renunciou à sua glória
eterna, a glória que tinha com o Pai em
favor daqueles que o Pai o
deu. O nosso Senhor Jesus Cristo, Deus
desde a eternidade se esvaziou de sua
glória para que nós pudéssemos ser
chamados povo de Deus.
se esvaziou da sua glória para que nós
pudéssemos ser
introduzidos à família da
aliança. Cristo abdicou de privilégios
que lhe eram
assegurados. Cristo, porque em todas as
coisas foram feitas, se fez criatura.
Cristo, por meio de que tudo veio a
existir, se fez criatura, se esvaziou
assumindo a forma de servo semelhante
aos seres humanos. O apóstolo Paulo nos
lembra, Cristo assumindo a forma ou
natureza de servo, recebendo em si a
natureza humana, sem deixar a natureza
divina, plenamente Deus,
plenamente
homem, acatando assim a vontade do Pai,
recebendo em si todos os efeitos do
pecado, não a causa do pecado. se fez
pecador sem ter
pecado. Se
humilhou, se
humilhou o Deus encarnado se humilhou,
tornando-se obediente até a morte, morte
de cruz. se submeteu a todas as leis, se
submeteu ao juízo das
leis, foi humilhado por
homens para que nós pudéssemos ser
feitos povo de Deus. O objetivo de
Cristo sempre foi cumprir a vontade do
Pai, mesmo que isso significasse a mais
profunda humilhação, a morte de cruz. Eu
não sei o quanto
você reflete a respeito disso, a sua
relação com
Deus e o que Cristo precisou fazer para
que você tivesse essa relação com Deus.
É algo que costuma passar por sua mente
e o seu
coração, compreender aquilo que Cristo
fez.
Em sua humelhação, aprendemos sobre o
amor que deveria nos
constranger. O apóstolo Paulo fala isso
em sua carta aos Coríntios, um amor que
constrange, mas não é um constrangimento
que nos
distancia, é um constrangimento que nos
traz para
perto. Este é o argumento de Paulo.
Vejam, Cristo renunciou à sua glória e,
semelhante a um homem se esvaziou e a si
mesmo se humilhou e como filho, obedeceu
até a morte, a morte de cruz. Eu não sei
se vem à somente um cântico que nós
cantamos. Paulo diz: "Essa é a obra de
Cristo".
E aí ele está dizendo, não com essas
palavras, mas inferindo. E vocês acham
que temos o direito de recusarnos
esvaziar em favor do
próximo? Olhando para o que Cristo fez
por você, você acha que você pode se
recusar a ser humilde e a viver em prol
do seu
irmão? É isso que fazemos. Preferimos
muitas vezes nos apegar a preferências e
opiniões
particulares. Não conseguimos engolir o
orgulho para nos reconciliar uns com os
outros. Preferimos alimentar o
distanciamento do
que a
união. Ou pior, fomentamos discórdias
entre nós, burburinhos, fofoca,
maledicências. E aonde está aquele que
renunciou à sua glória? se esvaziou, se
humilhou, sendo experimentado na relação
entre
nós. Vivemos buscando ou defendendo uma
posição elevada diante dos outros.
Não nos preocupamos
verdadeiramente, porque o apóstolo Paulo
está falando, olha, se há profundo
afeto, se há comunhão no espírito, se há
algo dentro de
você que faz você dizer que faz parte do
povo de Deus, isso tem que ser
experimentado na vida cotidiana entre
irmãos.
E quantas vezes não somos pegos
reclamando de um irmão que fez isso ou
aquilo ou que não devia ser desse
jeito. Vejam, ninguém tropeça em pedra
grande. Nós tropeçamos em pedras
pequenas
continuamente. uma reclamação aqui, uma
reclamação
ali, uma opinião a respeito de alguém
dada a outra pessoa e não aquela
pessoa, uma virada de nariz quando
alguém diz algo que você não gosta, ou
deixar de ir numa programação porque tal
pessoa vai estar lá, ou porque tal
pessoa está liderando aquele
estudo, ou não querer assistir a aula de
um professor e ficar andando pela igreja
porque você não gosta daquele professor.
Ninguém tropeça em pedra
grande. São as pequenas coisas que
alimentam a nossa
vaidade, o nosso orgulho e que fazem mal
ao corpo de
Cristo. Não é esse o fruto que a cruz de
Cristo produz naqueles que por ela são
alcançados. Tenham o mesmo modo de
pensar daquele que os chamou para fazer
parte da sua família.
Ele não só nos chamou, mas pagou o preço
para que pudéssemos fazer parte da sua
família, deste corpo a qual ele é o
cabeça. Nosso Senhor Jesus Cristo nos
lembra que assim como ele fez a vontade
do Pai, nós devemos buscar a sua
vontade. E por diversas vezes ele diz
qual é a sua vontade para o
corpo. Em João capítulo 14, no verso 26,
o nosso Senhor nos lembra: "Se alguém me
ama, guardará as minhas palavras e o meu
Pai o amará e viviremos nele." Somos
templo do Espírito do Senhor,
conquistados para viver de uma forma
diferente, para com os de fora e
principalmente para com os
de principalmente para com os de
família.
Não se trata das suas qualidades, não se
trata de quem eu sou, do que eu
conquistei, pois elas são como trapos de
imundícia diante de Deus. Não se trata
de quem você é, não se trata do que você
tem, não se trata do que você sabe
fazer. Isso tudo é trapo de imundícia
diante do Senhor. Se trata do que
recebemos por meio daquele que foi
humilhado e
glorificado por nós. Sim, Cristo se
humilhou e por conta da sua humilhação
em fazer a vontade do Pai, ele foi
glorificado. aquele que não somente foi
ressuscitado dentre os mortos, mas
também recebeu a posição mais elevada
que possa existir. Ele se humilhou,
tornando-se obediente até a morte, a
morte de cruz. Por
isso, por conta da sua
humilhação, por conta de abrir mão da
sua glória, por conta de fazer a vontade
do Pai, de amar o seu povo, de morrer à
morte que deveríamos morrer, ele foi
glorificado. Por isso também Deus o
exaltou sobre maneira e lhe deu o nome
que está acima de todo o nome.
nome que está acima de todo nome, para
que o nome de Jesus se dobre, para que
ao nome de Jesus se dobre todo joelho
nos céus e na terra e debaixo da terra,
e toda a língua confesse que Jesus
Cristo é Senhor. E este Senhor,
traduzido para o grego, advém da palavra
utilizada para
Yahé. Porque este Senhor que se
humilhou, que se fez carne, continua
sendo Deus. E por continuar sendo Deus,
nós podemos continuar sendo povo de
Deus, vivendo em
harmonia, vivendo em
reconciliação, vivendo em
esvaziamento em favor do próximo. Não
porque somos bons, mas porque ele é bom.
Não porque temos méritos, mas porque ele
nos deu os
méritos e nos fez
um feitos um em
Cristo, unidos por algo que ninguém pode
separar, guerra, fome, intriga.
Sim, ele foi
glorificado. O nosso Senhor Jesus Cristo
em sua oração em João 17 nos lembra a
respeito disso, no verso 4 e
5. Eu te glorifiquei na terra realizando
a obra que me deste a fazer. Que obra é
esta? Somos
nós. Qual foi a obra que o Pai deu ao
Filho se não redimir um povo que havia
escolhido? E agora, ó Pai, glorifica-me
contigo mesmo com a glória que eu tive
junto de ti, antes que houvesse mundo.
Abriu mão de sua glória por
nós. Essa é a humilhação que se requer
daqueles que foram alcançados pela
humilhação de Cristo. Nos esvaziarmos de
nós mesmos para sermos preenchidos pela
glória de Deus. Veja, nos esvaziar. para
sermos preenchidos pela glória de Cristo
em nós e experimentarmos isso na
comunhão entre irmãos.
Os nossos
relacionamentos foram dados por Deus
para experimentarmos da glória de Cristo
em nossa
vida, nos
esvaziando, compreendendo quem somos
diante de Deus e para com o próximo. Em
sua humilhação, na humilhação de Cristo,
aprendemos a nos humilhar para que em
sua exaltação sejamos exaltados como
rebanho do seu
pastoreio. O quanto você aprende ou
aprendeu ou vai
aprender com a humilhação de
Cristo no seu relacionamento com o seu
irmão na fé?
O quanto isso faz sentido para você, que
a forma com que você conduz os seus
relacionamentos dentro do corpo de
Cristo está estritamente ligada à
humilhação de Cristo na cruz por você.
Devemos viver em genuína comunhão, não
apenas para manter o vínculo da paz, mas
porque isso ou nisso Deus é
glorificado para a glória de Deus Pai.
Os nossos relacionamentos como corpo,
como membros do mesmo
corpo, também são frutos de louvor e de
glória a Deus Pai, a forma com que
conduzimos os nossos relacionamentos.
Vejam que essa
humildade ou esse esvaziamento deveria
ser algo que prezamos, que desejamos,
que nos
alegramos em experimentar, pois é a
alegria que advém da cruz.
Portanto, como
conclusão, o hino de Cristo, este hino
de Cristo, um dos resumos bíblicos mais
belos sobre a obra de Cristo, nos foi
dado para nos ensinar sobre o valor da
unidade do corpo. Eu espero que a
próxima vez que você cantar aquela
música sobre o esvaziamento de Cristo,
sobre sua humilhação, você se lembre que
ela também exerce efeitos em seu
relacionamento dentro do
corpo, para que a todo nome se dobre o
joelho, que cantemos que Jesus é o rei
da glória, está completamente ligado ao
nosso relacionamento como corpo.
Segundo, Cristo sempre foi Deus. E ao
realizar seu ato de amor e obediência ao
Pai em favor dos seus, ele nos ensina
como isso deve ser algo
somente feito por parte do seu corpo. Ou
seja, Deus sempre foi Deus e na sua
obediência a Deus Pai, nós recebemos o
privilégio de também sermos obedientes
ao nosso Deus ao fazer
isso. Terceiro, sermos conduzidos pelo
alto, o
autoesvaziamento em nossos
relacionamentos como igreja é uma
expressão de termos alcançado a
alegria comum da cruz de Cristo. Fazer
isso com alegria no coração significa
que você
compreendeu realmente o que Cristo fez
por você.
desejar, se
esforçar, se dedicar, não somente pela
paz comum, mas realmente pelo profundo
afeto, pela união de espírito, é poder
experimentar a alegria da cruz. E por
último, ao conduzirmos nossos
relacionamentos sobes princípios,
podemos desfrutar da mesma alegria
completa que o
apóstolo Paulo se
referiu. A alegria completa de
experimentar o que Deus nos dá na cruz
de Cristo, seja para a defesa do
evangelho ou para a vida comum do lar. E
este lar é a família de Deus Pai. Vamos
orar.
Senhor,
obrigado por tamanho
amor, por tamanha
misericórdia. Obrigado porque o Senhor
cuida e como cuida da sua
igreja. Obrigado porque o
Senhor nos ensina quem nós somos. O
Senhor nos apresenta pela tua palavra a
nossa fragilidade, a nossa
propensão. E ao fazer isso, o Senhor
também nos dá o antídoto, o remédio, que
é confiarmos na obra de
Cristo. Obrigado pelo que o Senhor tem
feito na vida desta igreja.
Obrigado, porque o Senhor nos ensina que
a sua igreja sempre permanecerá e o
Senhor garante
isso. Senhor, nos traga à mente a tua
palavra quando circunstâncias adversas
ou controvérsias, ó
Pai, começarem a brotar no meio de nós.
quando intrigas ou quando o nosso
próprio coração começar a alimentar
vaidade,
amargura, traga-nos, Senhor, a tua
palavra à
mente para lembrarmos, Senhor, o que
Cristo fez, a sua humilhação, a sua
exaltação e como isso, Senhor, é
derramado sobre nós para que
possamos viver de forma semelhante entre
nós. Obrigado mais uma vez pelo que o
Senhor tem feito em nossa vida. Não nos
deixe, Senhor, não nos deixe esquecer
disso. Exorta-nos, disciplina-nos, se
assim for necessário, para continuarmos
vivendo como igreja, dando glória a ti
como Deus Pai. Oramos em nome do nosso
Senhor Jesus Cristo, que reina para hoje
e sempre. Amém.
convido a igreja a se colocar de pé para
louvarmos ao nosso Senhor. E este é um
momento aonde também expressamos a nossa
gratidão, a nossa confiança e a nossa
alegria no Senhor por meio dos dízimos.
A fidelidade nos dízimos e a
generosidade da oferta também é algo que
o Senhor nos dá para experimentarmos
aquilo que ele tem feito na igreja que
pertence a ele. Façamos isso com alegria
no
coração. Teu santo
filho sem regar.
foi
enviado para
levar um peso que
era todo
meu se
cordeiro de
Deus. O seu
presente de
amor foi
rejeitado pelo Deus.
O humilde rei na luz. E assim se
fez de
[Música]
Deus. O Deus não
curo de te
adorar e te
salvar com sangue de lavar teu.
Tu és
cordeiro de
Deus.
Estava sem
saber, mas
traí ser. E onde estou o
seu para que eu
posso viver?
de Deus procuro é por te
adorar e te
[Música]
salvar. Eu sou Jesus.
[Música]
Ora de Deus tão
glorar, vou te
adorar e te
exaltar. Buscar bem e lavar
teu
[Música]
Jesus. O sangue vem lavar
meus Jesus. Tu és
cordeiro de Deus.
Vamos orar, irmãos.
Ó Deus,
receba as ofertas de nossas
mãos. A tua palavra nos diz que é o
Senhor mesmo quem nos dá. E que ironia,
ó Deus, devolver a ti aquilo que o
Senhor mesmo nos
deu. Mas ao fazer isso, deixamos o
testemunho da nossa generosidade e da
nossa
fidelidade. Sabemos e cremos que é o
Senhor quem dá. Essa é a razão porque
damos, porque cremos que o Senhor é
providente, o Senhor conhece as nossas
necessidades. E deixamos, ó Deus,
aqui a a nossa oferta para que o Senhor
use para a manutenção da tua casa, a
expansão do teu reino. Oramos para que
as mãos que irão administrar esses
recursos possam também, ó Deus, trazer
glória para o Teu nome. Sabemos, ó Deus,
que o Senhor faz coisas muito maiores do
que somos capazes de ah antever e
sustentar com os nossos recursos. Da
mesma maneira que o Senhor multiplicou
de maneira milagrosa aqueles pães e os
peixes, pedimos que o Senhor também
multiplique estes recursos para que o
Senhor faça coisas grandiosas, maiores
do que somos capazes de imaginar e muito
maiores do que merecemos. Mas faça isso
a Deus para a tua própria glória. Oramos
em nome de Jesus. Amém. E agora, irmãos,
que a graça do nosso Senhor Jesus
Cristo, o amor de Deus o Pai e a
comunhão bendita do Espírito Santo
repouse sobre cada um de nós e para todo
sempre. Amém. Os irmãos podem se
assentar.
Nós
temos algumas pessoas que estão nos
visitando hoje e eu peço a atenção de
vocês
para nós temos
aqui eh
o Davi Gonçalves
Firmino, ele é seminarista da Igreja
Presbiteriana de Barretos. E onde está
você, Davi? David. Ah, está ali. Sai no
JMC. Ah, ok. Então, é aluno do
JMC e tá com o Vinícius Cavale Seabra.
Tá junto com ele. Ah, ok. Também são
seminaristas. Seminarista
também. OK. Não tem aula comigo ainda
não, né? É, tá certo. A hora que eles
começarem a ter, eles não vão vir mais,
né? Sejam bem-vindos. Deus abençoe a
vida de
vocês. Eh, e também ah, está conosco o
Agnaldo, ele é da Assembleia de Deus do
Capão Redondo. Onde está o
Agnaldo? Ah, está aí. Seja bem-vindo,
Agnaldo. Deus abençoe a sua vida. Ah,
após o final
aqui, nós
teremos um caldo quente que vai ser
servido. É, para os visitantes, a
igreja, se quiser acompanhar, tá bom?
pode acompanhar, mas vocês são
bem-vindos e é uma maneira que nós temos
de poder a ter o tempo para conhecê-los
mais. Então, não saia sem
cumprimentarme. Eu queria ter o prazer
de cumprimentá-lo pessoalmente, vocês
três que estão aqui, tá bom? Deus
abençoe. Alguns avisos,
irmãos. Day camp. Então, nós já falamos
de manhã, esse é uma um evento
organizado pelos pequenos grupos, mas é
aberto a toda a igreja, tá certo? Será
no dia 7, isso é um sábado, já é o
sábado, não é o sábado que vem, é o
outro ainda, das 9 até às 5 da tarde
será, nós alugamos esse local lá em
Parelheiros. Então, ah, inscreva-se, tá?
De manhã, nós já passamos o link nas
plataformas de WhatsApp nosso, então
você tem a informação necessária, mas se
você ainda não recebeu, você gostaria de
receber, pastor Gabriel tá aqui e ele
pode dar todas as informações que você
precisar sobre isso. Tem um custo aí,
vocês viram, né? a R$ 20 por pessoa, a
R$ 50 por famílias que têm a mais de
três. Se tiver três é
50. Tinha gente perguntando isso aí,
Gabriel. Não, isso mesmo. É só para
deixar muito claro assim, eh, a ideia
aqui é ajudar, tá bom? Então, a nosso
nosso nossa nosso desejo é que todos
possam ir. Por isso essa ideia do valor.
Se alguém tiver dificuldade ainda, pode
falar conosco pra gente tentar fazer
alguma coisa para você consiga estar
conosco, tá? Esse valor é bem baixo, o
que significa? A gente tá tentando pagar
aqui o local, a parte da comida, só para
que os irmãos saibam qual que vai ser a
nossa ideia, vai ser para que cada
irmão, cada família leve algo e a gente
possa dividir com os irmãos lá, ok? a
igreja pagar uma parte, vai ter uma
parte que vai ser da igreja dada para
nós, mas o o restante, a parte do
almoço, né, a parte durante tarde, tudo
isso a gente queria dividir com os
irmãos. Então, cada família levará um
prato, um pouquinho mais do que vai
comer e a gente vai dividir lá para ter
esse momento de confraternização, o que
é mais ou menos também o nosso espírito
nos PGs, tá? Eh, a gente sempre faz isso
em cada reunião, cada um leva um
pouquinho e a gente divide, tá? Então
essa é a nossa ideia. Mas eh nós
queremos que todos possam participar,
então se tiver alguma dificuldade podem
falar conosco.
OK.
Próximo. Uma cidade, né, está
organizando essa ação social. No dia 15
ah, de junho, eles vão almoçar aqui e
nesse mesmo dia eles vão levar esses a o
que for arrecadado aí. Então isso já
deve estar no grupo da mocidade, né? Mas
se você que não é da mocidade quiser
participar eh contribuindo, aliás, eh
mocidade tá organizando, é a igreja que
tem que contribuir, tá bom? Então essa é
a razão de estar aqui anunciado para
toda a igreja.
Nós falamos de manhã, hoje foi o último
dia, né, para servidores. Será o último
dia, se você quiser ainda ajudar na EBF,
que vai acontecer de 3 a 5 de julho,
essa essa divulgação é apenas para eh
recrutar eh voluntários, tá certo?
Então, inscreva-se. Isso aí tem também
nos nossos meios de
comunicação. E o jantar dos namorados,
verendo Guilherme. Isso. Eh, será no dia
14 de junho, irmãos jantados, Namorados.
tá intitulado assim porque é justamente
naquele período do calendário em que se
tem o dia dos namorados, mas é aberto a
todos os casais, obviamente os noivos,
os casados, enfim, todas as faixas
etárias.
O custo tá está posto, o horário é às
18:30 e nós temos aí uma equipe de
irmãos que estão colaborando com muitas
coisas, cuidando da decoração, cuidando
do cardápio. Eh, fique bem tranquilo e
anime-se a participar para prestigiar
também nesse sentido. Eh, se alguém
tiver alguma dificuldade com os custos,
por favor, nos procurem. Procurem
qualquer irmão que trabalha com o
ministério de casais aqui da igreja, com
o Coisa Nossa. E também se você tiver
alguma dificuldade em função de seus
filhos serem pequenos e precisarem aí
ser deixados sob, procurem também ah um
de nós, porque solução para isso está
sendo buscada e considerada para que
todos participem, tá bom? E na sequência
também o encontro de casais tradicional
aqui já da igreja, eh, que vai acontecer
nesse ano, entre os dias 28 e 31 de
agosto, lá em Serra Negra. Você tem as
informações aí no cartaz, pode nos
procurar também para saber mais a
respeito. O tema é o que você esperava.
Eh, e os e o a inscrição também pode ser
feita pelo app da igreja.
Obrigado,
Guilherme. Mais alguma coisa? Não,
irmãos. Então, tenhamos todos uma boa
semana e vamos agora a desfrutar do
nosso caldo quente. Aí era para estar
bem frio hoje, mas a temperatura
melhorou, mas o caldo permaneceu. Tá
bom? Tenha todos uma boa semana na paz
do Senhor.

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