# 22 Pilares da Fé Reformada – Expiação limitada | Rev. Rubens Cirqueira
05/06/2025
# 22 Pilares da Fé Reformada – Expiação limitada | Rev. Rubens Cirqueira
Link para acessar slides – https://drive.google.com/drive/folders/1ZeSQ-PRU1DcgKxoMbYLUXhsqCtjHoahP?usp=sharing
PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos
O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:
“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.
Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:
“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO
SE INSCREVA NO NOSSO CANAL. CURTA OS VÍDEOS. COMPARTILHE
Website: http://www.pipg.org
Cultos e pregações: http://www.youtube.com/pipgyn
Facebook: http://www.facebook.com/pipgo
Instagram: http://www.instagram.com/pipg.oficial
TikTok: http://www.tiktok.com/@pipg.oficial
Twitter: http://www.twitter.com/pipg1
TV UCP: http://www.youtube.com/pipgkids
Legendas automáticas:
Meus irmãos, boa noite. Nós vamos iniciar o nosso estudo nessa noite, agradecendo ao Senhor, porque nós temos sempre o privilégio e a liberdade de estarmos juntos aqui como igreja do Senhor e aprendendo um pouco mais a respeito daquilo que a palavra de Deus nos diz. E e a nossa proposta sempre é entender um pouco melhor a teologia reformada, do qual nós nós somos herdeiros, né, de onde nós eh a igreja presbiteriana ela eh foi, na verdade fundada. Então essa é a nossa caminhada de entender alguns desses pilares da nossa da nossa fé. E nós vamos orar nesse instante e nós vamos iniciar eh mais uma vez e continuando a nossa trajetória aqui eh falando a respeito da dos canones de Dort, né? Então que é também um dos pilares dessas doutrinas da graça. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos te agradecer, ó Deus, pelo dia que nós tivemos. Te agradecemos, ó Pai, pelas tuas bênçãos. Reconhecemos no Senhor, ó Deus, a tua soberania sobre todas as coisas. E rogamos, ó Pai, que o Senhor nos ajude a aquiietar o nosso coração, a nossa mente no Senhor em face de toda e qualquer circunstância, ó Deus, que cerca a nossa vida, onde muitas vezes nós ficamos ansiosos, ficamos muitas vezes alarmados. Ó Deus, nos ajude a olhar pro alto. Ó Deus, nos ajude a colocar em prática aquilo que nós já sabemos com a mente de confiar, ó Deus, plenamente que o Senhor continua governando sobre todas as coisas. Nos abençoe, abençoe a todos que estão aqui presentes, aqueles que nos acompanham também à distância. Que seja pelo poder do mesmo Espírito Santo que o Senhor age, ó Deus, na vida de cada um, para que, eh, acima de tudo, ó Deus, nós possamos ao conhecer o Senhor, nós possamos amá-lo, ó Deus, cada vez mais. Nos abençoe a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Amém. Meus irmãos, nós estamos aqui no terceiro passo, naquilo que nós chamamos os cânones de dorte, né? Então, nós vimos a primeira exposição que era a condição do homem, né, do homem após o pecado. E aquilo que a palavra de Deus nos mostra que esse pecado eh o pecado original, ele atingiu a toda a natureza do homem, portanto, tirando do ser humano toda capacidade do bem, toda capacidade de eh de escolher o bem, né? e, portanto, tendo a natureza inclinada a toda sorte de males, né? Então, a o pecado fez isso e a palavra de Deus, ela vem eh desde o início, quando a gente olha Gênesis, né, a partir da queda, nós vemos que logo a seguir, quando chega por o no capítulo de número seis de Gênesis, já começa a relatar que a corrupção na Terra, ela tinha atingido eh medidas eh que Deus não estava não suportando, né? Eh, e aí a palavra de Deus começa a relatar aquilo que aconteceu. Mas tudo isso falando a respeito do dilúvio, da morte daquela geração, eh, em todos esses aspectos, a palavra de Deus, ela tá caminhando para mostrar que, eh, também a extinção da raça humana não seria a solução pro problema do pecado. Ali, eh, já se mostra aspectos redentivos, né? Quando a gente olha a narrativa das eh da arca e da história de Noé, nós vamos perceber em todos os elementos uma perspectiva redentiva e daquilo que Deus tinha proposto fazer. Então, não é que Deus está fazendo arranjos na história, né? Mas ele está eh conduzindo toda essa história e aquilo também já dentro dos seus planos. Nós vimos também, né, depois de falar sobre a depravação total, nós falamos a respeito eh da eleição, então que segue eh então logicamente que se nós não temos capacidade de fazer nada antes, alguma coisa que possa agradar a Deus, portanto, a nós vamos entender que a eleição ela é incondicional, ou seja, ela não reside em nós. né? Ou não teve algo em nós que que pudesse fazer com que Deus mudasse de ideia ou nos escolhesse depois? Porque nós vamos perceber que a palavra de Deus mostra exatamente a a nossa condição. E assim, eh, ao longo da história também do povo de Israel, que serve como esse primeiro pano de fundo, eh, a gente vai perceber que Deus está mostrando eh a respeito disso. Deus está falando a respeito eh desse ato dele de amor, que a escolha sempre foi por amor, né? em todos os momentos, lembrando aqui alguns eventos de Israel, quando Deus preserva o povo de Israel, alguns outros são eh morrem ali no deserto, a gente vai perceber que não houve do grupo que sobrevive alguma coisa que pudesse olhar, falar: "Não, esses aqui são melhores do que os outros." Não, não dá para saber. Quando eh nós olhamos para eh quando o povo de Israel inúmeros faz aquela sedições e murmura contra Deus e Deus vem extermina o povo, eh não há uma forma da gente falar: "Não, essa parte morreu porque era pior do que essa outra parte ou aquela parte sobreviveu porque era melhor do que os outros". Então, foi também eh por uma eh ação livre de Deus, tá? Que Deus preserva esse povo. Quando nós chegamos na expiação limitada, nós chegamos com muito temor e tremor diante de Deus. Quando nós falamos a respeito dessa doutrina, nós não podemos falar dela eh de forma arrogante e de maneira nenhuma. Eh, a arrogância não cabe aqui, que muitas vezes eh domina talvez os círculos, né, de debates. Quando se debate a respeito de teologia, normalmente as pessoas se se enchem de uma arrogância, né, para falar a respeito da expiação limitada e e isso não, na verdade não deve passar por nós, porque se a gente já entendeu que não havia nada em nós, então é só a gratidão a Deus e a e se prostrar diante de Deus, falar: "Senhor, obrigado porque me escolheu sem que nada houvesse". Mas Deus não nos dá e nem a palavra de Deus não nos dá a condição de a gente julgar alguém que talvez não tenha sido eleito, um réprobo e muito menos se alegrar com a morte do ímpio. Tá? Aqui nós precisamos compreender o que muitas vezes se passa do ponto e a gente vê em vários ciclos, eh, principalmente de debates de da teologia reformada. é que as pessoas elas eh se colocam na condição de eleito de Deus e, portanto, eh de forma muitas vezes até debochada com respeito a falar a respeito daqueles que são eh réprobos, né? Então, eleitos e não eleitos, tá? Eh, palavra de Deus não nos dá essa permissão que a gente aja dessa forma. Portanto, nós nos chegamos para falar dessa doutrina com muito temor e tremor diante de Deus, por saber que, eh, ao mesmo tempo que é uma questão lógica, muitas vezes também de fato eh algumas partes fogem aqui a nossa a nossa compreensão. Mas vamos lá. Eh, eu não vou me aprofundar em linhas aqui porque eu acho que poderia causar confusões, algumas confusões aqui, fazendo distinções eh de uma teologia mais eh muitas vezes rebuscada. Eu só quero que a gente compreenda que há duas vias, né, principais, ou seja, eh, a via da expiação limitada ou a via eh que é a maioria, majoritariamente o evangelicalismo brasileiro ou mundial, ele eh por não perceber algumas nuances, ele vai advogar um universalismo, mesmo que isso isso eh vá contra a lógica bíblica, tá? Eh, mesmo que não consiga eh eh provar isso à luz daquilo que a que é a progressão da revelação bíblica. Então, algumas questões que a gente precisa, sentenças que nós precisamos eh lembrar quando nós falamos a respeito da expiação limitada. A primeira, Cristo morreu não apenas para possibilitar a nossa salvação, mas para nos salvar. Lembre-se disso, tá? Uma coisa é falar que Cristo morreu para nos salvar, a outra coisa é falar que Deus, que Cristo morreu para possibilitar a salvação, tá? Isso dá abertura para outras coisas. Então, lembre-se, Cristo Jesus, ele não morreu apenas para isso, para possibilitar a salvação. Ele morreu de forma eh eh planejada na eternidade, de forma bem tenscional, como a palavra de Deus nos mostra. Não foi apenas um eh algo aleatório, tá? Porque poderia ser a aplicação se a gente entender que Cristo morreu apenas para possibilitar que fôssemos salvos. Essa é a primeira coisa que a gente precisa entender. Segunda coisa, a sua morte foi vicária, ou seja, substitutiva. Ele morreu em nosso lugar, em nosso favor, como nosso representante fiador. Isso é algo que a palavra de Deus mostra e é categórico em falar a respeito de Cristo Jesus. Ou seja, ele morreu no nosso lugar, certo? a morte dele é vicária, tá? E aqui a gente eh quando nós falamos a respeito disso, ou seja, ele é ele foi um substituto e a gente sabe disso, que era para que a gente estivesse lá sendo condenado à morte. Jesus pega e vai, leva a culpa sobre ele. Como a palavra de Deus diz, o escrito de dívida que era contra nós, né, ele levou e foi encravado na cruz. Então, o escrito de dívida é uma linguagem da do sistema prisional da época, tá? Que era o preso que cumprisse a na cela tinha a lista do dos crimes dele e no dia que ele cumprisse a sentença, era lhe dado aquilo lá que ele poderia rasgar. Então, paguei minha dívida. Paguei minha dívida. Então aquilo que a palavra de Deus diz é que esse escrito da dívida, ou seja, do nosso crime, do nosso pecado, Cristo Jesus foi lá e tirou e e o pregou na cruz, certo? Então, eh aí que a gente vai entender várias relações que a palavra de Deus fala a respeito dos eleitos. Quem tentará a acusação contra os eleitos? É Deus quem o justifica. Tudo isso está dentro aqui dessa doutrina, mostrando que eh essa morte de Cristo, ela foi suficiente para pagar pelos nossos pecados, tá? Então, quando nós falamos dessa questão vicária, isso é muito importante para nós, porque a gente tem uma outra vertente da, principalmente da Igreja Católica, que os irmãos sabem que a palavra vicário, daí vem o vigário, né? Vigário de Deus na terra. Em, é, na primeira instância lá é o papa, certo? Ou seja, ele se coloca como substituto e no sentido a eh eh como derivação. O padre em cada paróquia, ele é o vigário daquela paróquia. Por isso que as pessoas confessam o pecado para ele e ele pode perdoar pecados, impor a pena, ouvir a a confissão e e perdoar ou ou não, entendeu? E aí, eh, aqui a gente começa a perceber que a, a igreja reformada, ela se distanciou assim a anos luz, né, da teologia católica, porque a gente vai entender que o único que pode perdoar pecados foi Cristo Jesus e ele o fez na cruz. Por isso que nós temos culto, nós não temos missa. A missa seria você eh fazer com que Cristo Jesus morresse de novo. A cada vez que você se reúne, ele está morrendo de novo. Nós não. Nós celebramos no primeiro dia da semana, dia do Senhor, e celebramos a vitória dele na cruz, né, e a sua ressurreição. Então, completamente oposto, tá? também ele deu sua vida pelas suas ovelhas, pela sua igreja e pela sua noiva, né? Aquilo que João 6 nos mostra, né, que a morte de Cristo foi exatamente para isso, ou seja, ele morreu exatamente pelas suas ovelhas, pela sua igreja, né, que é chamado, né, de sua noiva. E assim todo aquele porem Cristo morreu, teve na cruz sua dívida paga, seus pecados foram cancelados. Como eu já disse aqui também na visão reformada, a eficácia da morte de Cristo é limitada em seu alcance, tá? E ilimitada em sua eficácia, tá? Entenderam bem? A morte, então a morte de Cristo, ela é limitada em seu alcance. Ou seja, eh, Cristo Jesus morreu por um alvo certo, certo? A sua eficácia é limitada. Tá? Eh, mas aqui o o seu alcance ele é limitado. Questão lógica, tá bom? Enquanto na visão arminiana é limitada quanto a sua eficácia e ilimitada em seu alcance, tá? É o oposto, é o inverso de tudo isso, tá? Eh, então assim, na maior parte da das igrejas evangélicas do Brasil, eles vão exposar a segunda visão aqui, né, de que quanto a sua eficácia, ela é limitada quanto a sua eficácia e limitada quanto ao seu alcance. E aí eles vão advogar, no fim das contas, o universalismo. Mas a gente vai ver que depois eh nem mesmo Charles Finen, que é o precursor do pentecostalismo eh no mundo, ele conseguiu eh assinar embaixo, tá? eh lá no final da sua vida, ele ele fica meio pesaro com isso, mas ele fala: "Não tem como eh falar que Cristo Jesus morreu para salvar todo mundo, né? Se se Cristo Jesus morresse para salvar toda a humanidade, ele fala: "Nem todos estão sendo salvos". Então Deus não poderia ameaçar ninguém com o inferno, certo? Não poderia. Se todos nos fim das contas vão ser salvos. O universalismo prega isso. Por que que Deus ameaça? Porque que Deus fala a respeito do inferno? E porque Deus fala que pessoas estão sendo lançadas? A palavra de Deus nos mostra isso, tá? Segundo a visão reformada, todo aquele a quem o Pai escolheu na eternidade, por esse Cristo morreu na cruz. Eh, lá em Apocalipse 5:9 fala assim, eh, nem uma gota de sangue, aliás, eh, o texto depois falando em partes, assim, nenhuma gota de sangue de Jesus foi desperdiçada. Ele morreu para comprar para Deus aqueles que procedem de toda tribo, língua, povo e nação, tá? A última parte aí de Apocalipse 59, tá? Então, a visão reformada é essa, né, que eh o pai escolheu na eternidade, foi por esse que em Cristo morreu. Simples assim, tá? Por isso que normalmente isso causa um desconforto enorme nas pessoas, na humanidade, para falar assim: "Mas como assim Deus não é amor?" Só que às vezes a gente não pensa, a humanidade não para para pensar que os seus pecados ofendem a santidade de Deus e Deus poderia na sua eh soberania e santidade exterminar todos. Lembra que eu falei que as histórias do Antigo Testamento servem como esse corto? Não tinha ali nada que eles pudessem falar: "Não, Deus nos escolheu por causa disso, né? Não foi porque Deus escolheu, ele amou, escolheu antes da fundação do mundo e, portanto, ele elegeu, né? E foi por esses que Cristo morreu. Vamos ver alguns textos aqui. Isaías 53 do verso 11 e 12 fala assim: "Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito. O meu servo, justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si. Por isso eu lhes darei muitos com como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo. Porquanto derramou a sua alma na morte, foi contado com os transgressores, contudo levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu. Deixa eu chamar a atenção para vocês por umas palavras aqui. É, normalmente o universalismo ele vai pegar a palavra eh mundo e todos e para falar a respeito da advogar que que eh Cristo Jesus morreu para salvar todo todas as pessoas, certo? Se fosse assim, a palavra de Deus, ela também não usaria em vários outros desse texto a categoria universal. E aqui, exatamente aqui no texto, quando ele fala assim, eh, ele verá o fruto do seu trabalho, ficará satisfeito. Aí ele fala, justificará a muitos. Por que que o texto não fala justificará a todos ou justificará o mundo todo? Porque ele repete. Ele fala, vai ter muitos, mas ele vai repetindo. Ele nunca coloca e os textos não colocam de forma fechada, eh, numa categoria eh universal. colocando todos, né? Ele coloca muitos e muitos são os eleitos, né, durante toda a história, né? Mas a palavra de Deus não coloca no texto eh que seriam todos ou que seria o mundo, como eh pega alguns textos que a gente vai ver depois. Eh, e aí tenta fazer uma teologia com base eh numa palavra que a gente vai perceber que tem outras aplicações. Mateus 26:28 diz: "Porque isso é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados." De novo, a o texto ele quando fala a respeito da seia e da nova aliança, ele também não coloca numa categoria fechada de todos. Ele fala de muitos, mas não falam eh de todos. João 3:16, aqui está um dos textos, eh fala: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna". Fala: "Porquanto Deus enviou o seu filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele". Então diz: "Quem nele crê não é julgado. O que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito filho de Deus." Uma das coisas que a gente já faz por interpretação é que com base no texto nós vamos saber que nem todos serão salvos. Quem não crê já está julgado, tá? Quem não crê já está julgado. Portanto, nem todos. E a gente vai perceber que também na linguagem de João, quando ele usa mundo, nem por usar mundo ele está falando a respeito de todas as pessoas eh nesse mundo. O mundo é usado como terra, é sinônimo de terra, né, de toda a terra ou de parte. Eh, mas eh a gente não pode pegar esse texto como a base para falar que eh quando fala que Deus amou o mundo, né, para que deu seu filho unigênito para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. No próprio texto também, uma das sentenças, ela já coloca essa indefinição, tá? Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Ou seja, o texto já mostra sim e já aponta para partes de que de fato não creriam, né, e que não creem exatamente em Cristo Jesus. João 10 11 a 15 fala assim: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá vida pelas ovelhas. O mercenário que não é pastor, a quem não pertence as ovelhas, vê vira o lobo, abandona as ovelhas e foge. Então o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário foge porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim. E eu conheço o Pai e dou a vida, dou a minha vida pelas ovelhas. Eh, capítulo 10 de de João, ele é bem emblemático em mostrar essas questões todas de fazer distinção também de grupos, aqueles que não ouvem e que, portanto, não são. Ou seja, existem ovelhas e existe aqueles que não são, tá? Então, eh, em momento algum a palavra de Deus aponta para para algo universal. João 17 ainda diz: "É por eles que eu rogo, não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me destes, porque são teus. Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim por intermédio da sua palavra". Tá? É um dos textos bem contudentes falando a respeito disso. Jesus falando é que não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me de porque são teus. Tá? Atos 18 9 a 10 fala: "Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: "Não temas, pelo contrário, fala e não te cales, porque eu estou contigo. Ninguém osará fazer-te mal, pois tenho muito povo nesta cidade". Tá? A direção é exatamente isso. Dentro ali daquela cidade Deus tinha pessoas que ele tinha escolhido, tá? Mas de novo, o texto não fecha falando: "Eu tenho toda essa cidade". Ele tinha muito povo dentro dessa cidade, tá? Dentro de uma visão geral, então, da expiação limitada, Deus prometeu estabelecer uma nova aliança mediante o sangue de seu filho Jesus Cristo. Essa é a única aliança pela qual os pecados são perdoados. sobre esse solene acordo, Deus prometeu tirar os pecados eh de seu povo. Então, a visão aqui da dessa expiação limitada, ela tem essas eh aplicações. E uma delas é a seguinte, e é o primeiro a morte específica. Eh, depois de Adão, que Adão pecou no jardim, Deus pronunciou suas maldiçõ maldições sobre todos os participantes. Começou com a serpente, mas essa maldição continua uma clara alusão a uma expiação definida que diz: "Porrei inimizado entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela, este lhe ferirá a cabeça e você lhe ferirá o calcanhar." Tá? também aponta para uma substituição específica que no jardim Deus também ofereceu um quadro simbólico da futura morte de Cristo por seus escolhidos. Por iniciativa soberano, ele fez coberturas para a nudez do primeiro casal, né? Lá em Gênesis 3:21 fala: "O Senhor, eh, Deus fez roupas de pele, com elas vestiu Adão e sua mulher". Esse ato aqui, James Boys, escrevendo a respeito disso, ele escreve algumas coisas interessantes. Ele fala assim: "Olha, para fazer roupas de pele, Deus teve de matar animais. Foi a primeira morte que Adão e Eva testemunharam. Eh, quanto podemos saber, deve ter-lhes parecido horrível, causado uma impressão indelével. Então, a morte é isso, é isso que o pecado causa, né? como se fosse eh eles eh olhando para tudo isso. Eles devem ter exclamado, mas ainda mais importante, a morte dos animais deve ter-lhes ensinado o princípio da substituição. O inocente morrendo pelo culpado, exatamente como o inocente filho de Deus morreria um dia pelos pecados daqueles que Deus lhe deu. E quando Deus vestiu os nossos primeiros pais com peles de animais, Adão e Eva devem ter tido eh ao menos um tênueo e vislumbre da doutrina da justiça imputada. Ou seja, Deus salvou Adão e Eva dos seus pecados, vestindo-os com a justiça celestial de Jesus Cristo, que ele simbolizou, vestindo-os com peles de animais. todos esses atos no desde o início aponta para isso. E a gente começa a perceber Gênesis e fazendo uma abertura e da humanidade mostrando aqueles que adoravam a Deus e aqueles que não adoravam a Deus, né? Ele vai fazendo essa essa abertura ali. E aqui desde o início, nós vamos percebendo esses atos de Deus, né? indo eh em direção. Isso tudo diz respeito a a essa expiação que era que é limitada. Sacrifício específico também Adão e Eva conceberam, tiveram dois filhos, Caim e Abel. Lá em Gênesis 4:1 e 2 fala isso. Quando chegou a hora de eles trazerem oferendas ao Senhor, nunca dois sacrifícios foram mais opostos um ao outro. Deus rejeitou o sacrifício de Caim, mas aceitou o de Abel. No meio dessas histórias, às vezes a gente pensa que é apenas histórias, né? Tá se contando história, mas tudo isso é o eh eh dentro das narrativas, apontando para esse plano da redenção. Todo plano de redenção, a gente se pergunta qual a razão de Deus rejeitar a oferta de Caim, tá? Qual é a razão de tudo isso? Se a gente for aplicar os conceitos do nosso tempo de uma bondade de Deus que aceita qualquer coisa do ser humano, tudo que oferecer, Deus Deus tem que aceitar ou ele vai aceitar, eh, a gente normalmente entra em parafuso aqui nesse texto. Eu começo a inventar coisas, falar: "Ah, porque Caino eh fez isso, aquilo outro, né, tal? Não, porque o que apontava eh aquilo que Caim está colocando é que há uma possibilidade de eh aplacar a ira de Deus eh sem que isso derrame sangue, tá? Eh, basicamente é o que está apontando. Caim está nessa linhagem. Ah, para que isso? Para que tudo isso, né? Eh, e ele vai lá e oferece lá das primícias da terra. Só que aquilo que já estava prefigurando era outra coisa, né? Fala Abel, por sua vez, trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho. E o Senhor eh aceitou com agrado eh Abel e sua oferta. Lá em Gênesis 4:4 diz: "Então Mateuen quando ele comenta esse texto, ele fala: "Abel trouxe o sacrifício de expiação cujo sangue foi derramado para remissão com isso, assumindo que era pecador, suplicando misericórdia pela ira, a ira de Deus e implorando o seu favor com o eh com o mediador. Esse sacrifício cruento era exclusivo para o que crê." Aqui já há uma distinção. A pergunta é: quem que fez Abel compreender a perspectiva redentiva de que era necessário um derramamento de sangue para que isso apontasse pro mediador que viria para que ele fosse aceito na presença de um Deus que não receberia outra coisa a não ser o seu próprio filho. Foi o próprio Deus. somente por ele, para que Abel compreendesse essa perspectiva e Caim não. Então assim, às vezes nós olhamos para texto assim na justiça própria do ser humano, fala: "Não, mas não pode ser assim". Sim, é assim. Deus se revela a uns e a outros não. Isso a palavra de Deus está repleta de de texto e apontamentos. O problema é que na nossa autonomia nós falamos: "Não, isso não é possível. Deus não pode fazer algo assim". Mas é isso, né? Abel, ele já traz algo que que está eh dentro desse plano e daquilo que apontaria pro sangue de Cristo. Lembra-se? sem derramamento de sangue, não havia expiação. A ideia geral, então, do ser humano percebe então que a ideia de Caim é o imaginário do ser humano à parte de Deus. Ele inventa uma alguma coisa lá que ele vai aplacar a ira dos deuses, certo? Isso em diversas religiões. Vai fazer uma oferenda aí. Já percebeu que você pergunta qual o critério para escolher a oferenda? O critério de alguém que inventou, né? Fala assim: "Não, aqui a a o meu Deus, ele gosta de eh como vamos pôr no nosso contexto brasileiro, né? Ele fala: "Ah, farofa de frango, eh, jogar flor no mar, eh, que que qual o que que vai aplacar essa ira e o que que vai me trazer favor? O que que pode me favorecer?" Mas já percebeu que a lógica é de baixo para como se fosse para cima, né? Vamos pôr aqui os deuses para cima. Mas é que o ser humano inventa a forma de expiação. Ele bola o seu próprio plano de expiação. Ele cria os seus deuses para receber essa expiação e ele faz tudo isso como uma rebeldia contra Deus. É Caim na sua essência. Caim na sua essência. Da onde Caim tirou que era para pegar os frutos da terra e levar diante de Deus? Como que isso aponta paraa redenção? Não aponta para lugar nenhum. Mas a pergunta é: quem faz com que Abel agrade do Senhor? Pode ser ele mesmo, ao próprio Deus para se revelar a Abel, para que ele fizesse o sacrifício. Paulo asseverou que todos os crentes foram destinados a obter a salvação eterna, sendo libertados da ira de Deus. Esta salvação eh aqui é é realizada por meio da morte de Cristo Jesus Cristo. Faltando um assento aí. Primeira Tessalonicenses fala: "Porque Deus não nos destinou para ira, mas para recebermos a salvação por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele morreu por nós para que, quer estejamos acordados, quer dormindo, vivamos unidos a ele." Ainda a salvação específica e de um livro do Boys James Boys e do Heiken, né? Isso. Esse mesmo. Eh, Jesus não veio meramente para tornar a salvação possível. Ele morreu para salvar seu povo, tá? É diferente. Não é que ele veio somente para que fosse, lembra da primeira máxima lá que nós vimos? Eh, ele não veio para tornar a redenção possível. Ele morreu para redimir seu povo. Ele não veio para tornar a propiciação possível. Ele pôs de lado para sempre a ira de Deus para cada um dos eleitos. Ele não veio para tornar possível a reconciliação de Deus com o homem. Ele realmente reconciliou com Deus todos aqueles que o Pai lhe havia dado. Ele não veio meramente para tornar possível a expiação pelos pecados, mas de fato espiou os pecados em favor dos pecadores. Para que a gente advogue o universalismo, nós temos que diminuir a obra de Cristo Jesus. Nós temos que diminuir essa eficácia da obra da morte de Cristo Jesus. por nós e de tudo aquilo que aconteceu. Nós temos que ao mesmo tempo também colocar Deus como um semisobberano, porque na se ele, como Sprul diz, se houver um grão de areia em alguma praia que tenha vontade própria, né, que possa fazer alguma coisa à parte da vontade de Deus, Deus não é soberano. Deus não é soberano. Portanto, se há seres humanos pela face da terra para quem Deus morreu e falar: "Eu quero salvar esse". E eles não e atenderem a isso ou não quiserem, portanto Deus se tornaria frustrado no seu plano. Porque nem todos a quem ele quis salvar eh foram salvos porque houve uma resistência de alguém. Ainda eh, a obra de Cristo na cruz não foi uma obra hipotética para crentes hipotéticos, mas uma real e definida salvação para os escolhidos de Deus. Uma redenção que não redime, uma propiciação que não propicia, uma reconciliação que não reconcilia e uma expiação que não espia os pecados, não pode ajudar ninguém. Gente, naquele ato que desde o Antigo Testamento é feito, né, na tampa da arca ali que estavam lá os querubins, vinha o sumo sacerdote uma vez por ano, aspergi o sangue na tampa da arca, que era o propiciatório, chamado propiciatório. Ali já estava apontando e simbolizando esse ato de Deus de reconciliar o homem com Deus, mas reconciliar aqueles a quem Deus escolheu com ele. Aí Paulo quando fala em Romanos falando a respeito disso, fala que Deus é justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus. Lá em Romanos, no capítulo de número três, né? Então ele fala a respeito disso, que ele é, né, justo e o justificador. Ele providencia essa justificação e ele mesmo era essa a tampa do propiciatório onde isso aconteceu, essa reconciliação, tudo por obra de Deus. Portanto, quando nós falamos a respeito disso, nós precisamos ter em mente que ao longo do tempo e das eras, muitas pessoas elas foram eh elas eh foram condenadas e a gente tem que eh compreender isso. Portanto, não tem como a gente advogar que Cristo ele morreu por todo mundo. Se ele morreu por todo mundo e alguém for condenado, o sacrifício de Cristo Jesus não é eficaz, tá? Não seria eficaz. Amor específico. Paulo salientou que o Pai amou os seus eleitos com amor especial. Ele deu seu filho por eles e para dar-lhes eterna salvação e consolação eterna. lá em segundo Tessalonicenses 2 16 17 fala que o próprio Senhor Jesus Cristo e Deus nosso Pai que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança pela graça, eh, deem ânimo ao coração de vocês e os fortaleçam para fazerem sempre o bem, tanto em atos como em palavras. Perceba no texto algumas coisas aqui, ó. aquele que nos amou e nos deu, né? Todos os dois estão aqui na língua grega, no particípio auristo. Auroristo é o é como se fosse o nosso passado aqui, certo? Jogação do verbo do passado. Só que o aoristo no grego e o grego coinê, ele tem uma eh ele tem algo maior do que o nosso. Quando você coloca um verbo no aurista, ele tem uma ação no passado com consequências pro futuro, certo? Passado apontando pro futuro. Aconteceu no passado e continua acontecendo, né? Fosse uma questão de um gerúndio, né? acontecendo eh no no nosso na nossa língua, talvez a gente não consiga abarcar isso, mas eh exatamente os verbos que são colocados nesse texto. Então, com quanto se possa ver o Aurício como simplesmente declarando um fato sumário, mas provavelmente ele aponta para acontecimentos específicos, algo específico, aquelas manifestações históricas com as quais o evangelho se originou. Então ele fala, nos amou quando que ele nos amou? Ele nos escolheu. Ele nos amou, nos escolheu e nos deu. Tá, tá apontando para algo, né? Eh, aqui declarando um fato sumário. Então, a suprema manifestação do amor do Pai foi feita na cruz. E com base nesse acontecimento, os seus dons foram outorgados eh nos objetos nominais do amor divino. Significa tanto os escritores como seus leitores, como também todo o povo de Deus. Se Paulo estivesse pensando meramente nos acontecimentos havidos em Tessalônica, que ele está escrevendo a igreja de Tessalônica, ligados à sua missão naquela localidade, ele teria escrevido, escrito, né, eh, vos e não nos, tá? Seria a escrita do texto, certo? caminhando para algumas conclusões aqui, primeiro para algumas aplicações e conclusão no argumento importante aqui, John Owen, eh, John Owen tem um, eh, um livro que eu sempre cito aqui, se você um dia tiver a oportunidade de ler, leia esse livro que você vai compreender melhor essa questão redentiva de Deus. É a morte da morte na morte de Cristo, tá? Ele foi relançado há pouco tempo atrás, tá? Então é a morte da morte na morte de Cristo. Então assim, no argumento importante, John mostra que se Cristo morreu como uma satisfação penal por todos os pecados de toda a humanidade, como os armenianos concebem, ele morreu por todos os pecados de incredulidade. OK? Se é assim, então Deus não pode condenar ao inferno de maneira justa os incrédulos, visto que Cristo pagou satisfação por essa incredulidade que é mais uma entre outros pecados. Entendeu? Pecado da incredulidade. Se Cristo Jesus morreu para pagar por todos os nossos pecados, a incredulidade estava junto desses pecados. E a incredulidade de um ser humano de não crer em Deus e eh mesmo diante das suas manifestações, é exatamente o caminho da sua condenação. Se Cristo morreu por pecados de todo mundo, a incredulidade está dentro. Então todos teriam que ser salvos no fim das contas. Só que nem mesmo paraas correntes, como eu falei, Charles Finen, quando alguns colocavam ele contra a parede, falava: "Não, eu não posso entender dessa maneira, não tem como, tá?" Eh, um livro importante para se ler também sobre isso é soberania banida, né, do McGregor. Eh, ele vem citando muito John O nesse eh, nessa obra também. A morte de Cristo é a manifestação da justiça e do amor. A justiça deve ser necessariamente eh deve necessariamente ser satisfeita e o amor deve se limitar a um objeto conhecido. Mas se a justiça é satisfeita uma vez, ela não pode ser exigida novamente do mesmo pecador, mesmo que ele permaneça em incredulidade, tá? E ainda muitas pessoas irão pagar poros seus pecados no inferno. Palavra de Deus nos fala do inferno. Os irmãos estão lembrados disso, né? Ali haverá choro, rangeiro de dentes. Lembra que a palavra de Deus fala do dia do juízo, que todos estarão diante do cordeiro, todos declararão, né? Todo da boca confessará que Cristo Jesus é Senhor. Só que uns vão logo após a confissão, esquerda, direita. Lembra disso também que a palavra de Deus fala, né? Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno. Parece que a gente esquece desses textos aí. Fala assim: "Não, mas não vai acontecer isso." Palavra de Deus está falando que vai haver uma distinção lado, né? Pro lado. Aí falar: "Vinde bendito do meu pai, entrai para a posse do reino". E a outros dirá, né? que plud Deus falando a respeito do inferno e da condenação. Então, não tem como biblicamente advogar o universalismo. Se nem todos são salvos. Então, a lógica é, Cristo não morreu para salvar todo mundo. Ele morreu especificamente para os eleitos, para aqueles a quem Deus já tinha escolhido, a quem Deus faz com que abra os olhos, a quem Deus dá o entendimento, faz dele uma nova criatura para que ele compreenda, né? Traz ele da morte para a vida, para que ele compreenda a verdade e, portanto, se renda ao senhorio de Cristo Jesus. É esse amor do Pai primeiro, como a palavra de Deus diz, que nós os amamos porque ele nos amou primeiro. E ainda lá no naquele livro Doutrinas da Maravilhosa Graça do Michael Horton, ele fala assim: "Eles necessariamente afastam-se completamente de uma expiação substitutiva. Cristo não morreu no lugar do pecador. para suportar suas penalidades e eh comprar-lhe a vida eterna. Antes ele morreu para fazer com que a salvação de pecadores fosse possível, para abrir o caminho da salvação aos pecadores, para remover todos os obstáculos do caminho da salvação. Mas que obstáculo se encontra no caminho da salvação além do pecado do pecador? E se este obstáculo, seus pecados for removidos, eles não são salvos? Essa é a pergunta. Portanto, irmãos, quando nós falamos a respeito da expiação limitada, ela caminha nessa ordem lógica das escrituras e aquilo que a palavra de Deus vem mostrando desde o início, tá? Em todas as narrativas, a gente vai vendo que a a graça ela vai ela vai atingindo de vez em quando outros povos, tá? emblemáticos, né? Eh, Raab é uma história, né, Rut, eh, chega até ali, a gente vai vendo, eh, partes, né, desse pessoal sendo incorporado ao povo da da aliança, tá? Então, eh, e tudo isso depois a palavra de Deus mostrando que depois isso se ampliaria não apenas para a questão étnica, mas para a aqueles a quem eh Cristo Jesus eh se manifestasse e, portanto, eh cresce em Cristo Jesus, então de todos os povos, línguas e nações, tá? E e ao olhar para tudo isso, nós vamos perceber esse agir de Deus, né, de forma bem específica e bem clara, mostrando ao longo das escrituras. Portanto, irmãos, nós não temos como chegar no final e falar assim: "Olha, no fim das contas todo mundo vai ser salvo, porque a Bíblia não diz isso. E se todo mundo não vai ser salvo, Cristo Jesus então não morreu por todo mundo, porque o sacrifício dele é eficaz. Ou seja, eh, o o alcance dele, o poder da morte de Cristo poderia sim salvar ou abarcar todo mundo, mas não foi isso que aconteceu. Cristo Jesus veio para os que era seu, para aqueles que Deus tinha escolhido, tá? E ele morreu por eles, tá? Então, o sacrifício e a morte de Cristo não pode ser frustrada. né? E não podemos falar: "Olha, ah, Cristo morreu, eu queria te salvar, morri por você, mas você não quis." Seria frustrado o plano de Deus, né? Seria completamente frustrado. E Deus, que é um Deus soberano, né? E que ninguém pode ser o seu conselheiro, ele não pode ser frustrado todos os seus atos. eh se realiza. Que Deus nos ajude a compreender. Mas eu volto a frisar, essa doutrina não é algo que a gente possa eh nós nos alegramos internamente falar: "Senhor, obrigado que mas isso não deve servir para que eu eu me alegre achando que eh outros eh não foram". Fal assim: "Ah, só lamento, né?" ou levar com deboche tudo isso. Por isso que eu falo sempre de maneira prática. Quanto mais a gente entende a palavra de Deus, a gente vai se diferenciando do mundo. Por pior que seja o pecador e tenha feito a pior barbaridade do mundo, eh, se Deus não tem prazer na morte dele, nós também não podemos. Também não podemos. Não podemos ficar ness às vezes nessas brincadeiras falando: "Olha, mais um CPF cancelado ou aquilo outro por causa de de uma série de coisas". Não, não foi dado a nós isso se nem Deus se alegra com a morte do ímpio. Por que que nós vamos fazer isso? Por que que nós vamos chegar assim? Se o ato de Deus ter escolhido a gente não foi porque a gente fez nada. Não foi porque a gente fez nada, foi porque ele fez tudo. Então, qual que é a diferença nossa pro ímpio, aquele que morre e vai pro inferno? O ato soberano de Deus de ter escolhido a mim e a vocês. Só não foi nada daquilo que havia em nós, senão todos estaríamos condenados. Deixa eu só fechar aqui porque senão não sai na transmissão. Tá bom? Nós vamos orar e nós vamos encerrar. Também se tiver alguma pergunta podem fazê-la. Senhor nosso Deus, nós queremos nessa noite agradecer ao Senhor por tão grande salvação. Obrigado, ó Deus, porque ao estudar a tua palavra, nós compreendemos que se não fosse o Senhor ter vindo em nossa direção, transformado a nossa vida, nos escolhido antes da fundação do mundo, nós não desejaríamos o Senhor. Portanto, ó Deus, nós te agradecemos, te louvamos, ó Deus, por tão grande salvação. Obrigado, ó Deus, pelo teu grande amor e nos ajude, ó Deus, como igreja do Senhor, a entender em todos esses aspectos a o a nossa adoração, a nossa vida ao Senhor, ó Deus, a pregação do evangelho, ó Deus, porque é essa é a nossa missão para que mais pessoas o conheçam e o adorem, Senhor. Portanto, ó Deus, que o Senhor é nos ajude, ó Pai, na aplicação dessas doutrinas e gere em nós, ó Deus, a piedade sempre ao Senhor. É a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Amém. M.