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A fé vem pelo ouvir

# 22 Pilares da Fé Reformada – Expiação limitada | Rev. Rubens Cirqueira

# 22 Pilares da Fé Reformada – Expiação limitada | Rev. Rubens Cirqueira

# 22 Pilares da Fé Reformada – Expiação limitada | Rev. Rubens Cirqueira

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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos

O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:

“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.

Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:

“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Meus irmãos, boa
noite. Nós vamos
iniciar o nosso estudo nessa noite,
agradecendo ao Senhor, porque nós temos
sempre o privilégio e a liberdade de
estarmos juntos aqui como igreja do
Senhor e aprendendo um pouco mais a
respeito daquilo que a palavra de Deus
nos diz.
E e a nossa proposta sempre é entender
um pouco
melhor a teologia reformada, do qual nós
nós somos herdeiros, né, de onde nós eh
a igreja presbiteriana ela eh foi, na
verdade fundada. Então essa é a nossa
caminhada de entender alguns desses
pilares da nossa da nossa fé.
E nós vamos orar nesse instante e nós
vamos iniciar eh mais uma vez e
continuando a nossa trajetória aqui eh
falando a respeito da dos canones de
Dort, né? Então que é também um dos
pilares dessas doutrinas da graça. Vamos
orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos te
agradecer, ó Deus, pelo dia que nós
tivemos. Te agradecemos, ó Pai, pelas
tuas bênçãos. Reconhecemos no Senhor, ó
Deus, a tua soberania sobre todas as
coisas. E rogamos, ó Pai, que o Senhor
nos ajude a aquiietar o nosso coração, a
nossa mente no Senhor em face de toda e
qualquer circunstância, ó Deus, que
cerca a nossa vida, onde muitas vezes
nós ficamos ansiosos, ficamos muitas
vezes alarmados.
Ó Deus, nos ajude a olhar pro alto. Ó
Deus, nos ajude a colocar em prática
aquilo que nós já sabemos com a mente de
confiar, ó Deus, plenamente que o Senhor
continua governando sobre todas as
coisas. Nos abençoe, abençoe a todos que
estão aqui presentes, aqueles que nos
acompanham também à distância. Que seja
pelo poder do mesmo Espírito Santo que o
Senhor age, ó Deus, na vida de cada um,
para que, eh, acima de tudo, ó Deus, nós
possamos ao conhecer o Senhor, nós
possamos amá-lo, ó Deus, cada vez mais.
Nos abençoe a nossa oração em nome de
Cristo Jesus. Amém. Meus irmãos, nós
estamos aqui no terceiro passo, naquilo
que nós chamamos os cânones de dorte,
né? Então, nós vimos a primeira
exposição que era a condição do homem,
né, do homem após o pecado. E aquilo que
a palavra de Deus nos mostra que esse
pecado eh o pecado original, ele atingiu
a toda a natureza do homem, portanto,
tirando do ser humano toda capacidade do
bem, toda capacidade de eh de escolher o
bem, né? e, portanto, tendo a natureza
inclinada a toda sorte de males, né?
Então, a o pecado fez isso e a palavra
de Deus, ela vem eh desde o início,
quando a gente olha Gênesis, né, a
partir da queda, nós vemos que logo a
seguir, quando chega por o no capítulo
de número seis de Gênesis, já começa a
relatar que a corrupção na Terra, ela
tinha atingido eh medidas eh que Deus
não estava não suportando, né? Eh, e aí
a palavra de Deus começa a relatar
aquilo que aconteceu. Mas tudo isso
falando a respeito do dilúvio, da morte
daquela geração, eh, em todos esses
aspectos, a palavra de Deus, ela tá
caminhando para mostrar que, eh, também
a extinção da raça humana não seria a
solução pro problema do pecado. Ali, eh,
já se mostra aspectos redentivos, né?
Quando a gente olha a narrativa das eh
da arca e da história de Noé, nós vamos
perceber em todos os elementos uma
perspectiva redentiva e daquilo que Deus
tinha proposto fazer. Então, não é que
Deus está fazendo arranjos na história,
né? Mas ele está eh conduzindo toda essa
história e aquilo também já dentro dos
seus planos. Nós vimos também, né,
depois de falar sobre a depravação
total, nós falamos a respeito eh da
eleição, então que segue eh então
logicamente que se nós não temos
capacidade de fazer nada antes, alguma
coisa que possa agradar a Deus,
portanto, a nós vamos entender que a
eleição ela é incondicional, ou seja,
ela não reside em nós.
né? Ou não teve algo em nós que que
pudesse fazer com que Deus mudasse de
ideia ou nos escolhesse depois? Porque
nós vamos perceber que a palavra de Deus
mostra exatamente a a nossa condição. E
assim, eh, ao longo da história também
do povo de Israel, que serve como esse
primeiro pano de fundo, eh, a gente vai
perceber que Deus está mostrando eh a
respeito disso. Deus está falando a
respeito eh desse ato dele de amor, que
a escolha sempre foi por amor, né? em
todos os momentos, lembrando aqui alguns
eventos de Israel, quando Deus preserva
o povo de Israel, alguns outros são eh
morrem ali no deserto, a gente vai
perceber que não houve do grupo que
sobrevive alguma coisa que pudesse
olhar, falar: "Não, esses aqui são
melhores do que os outros."
Não, não dá para saber. Quando eh nós
olhamos
para eh quando o povo de Israel inúmeros
faz aquela sedições e murmura contra
Deus e Deus vem extermina o povo, eh não
há uma forma da gente falar: "Não, essa
parte morreu porque era pior do que essa
outra parte ou aquela parte sobreviveu
porque era melhor do que os outros".
Então, foi também eh por uma eh ação
livre de Deus, tá? Que Deus preserva
esse povo. Quando nós chegamos na
expiação limitada, nós chegamos com
muito temor e tremor diante de Deus.
Quando nós falamos a respeito dessa
doutrina, nós não podemos falar dela eh
de forma arrogante e de maneira nenhuma.
Eh, a arrogância não cabe aqui, que
muitas vezes eh domina talvez os
círculos, né, de debates. Quando se
debate a respeito de teologia,
normalmente as pessoas se se enchem de
uma arrogância, né, para falar a
respeito da expiação limitada e e isso
não, na verdade não deve passar por nós,
porque se a gente já entendeu que não
havia nada em nós, então é só a gratidão
a Deus e a e se prostrar diante de Deus,
falar: "Senhor, obrigado porque me
escolheu sem que nada houvesse".
Mas Deus não nos dá e nem a palavra de
Deus não nos dá a condição de a gente
julgar alguém que talvez não tenha sido
eleito, um réprobo e muito menos se
alegrar com a morte do ímpio. Tá? Aqui
nós precisamos compreender o que muitas
vezes se passa do ponto e a gente vê em
vários ciclos, eh, principalmente de
debates de da teologia reformada. é que
as pessoas elas eh se colocam na
condição de eleito de Deus e,
portanto, eh de forma muitas vezes até
debochada com respeito a falar a
respeito daqueles que são eh réprobos,
né? Então, eleitos e não eleitos, tá?
Eh, palavra de Deus não nos dá essa
permissão que a gente aja dessa forma.
Portanto, nós nos chegamos para falar
dessa doutrina com muito temor e tremor
diante de Deus, por saber que, eh, ao
mesmo tempo que é uma questão lógica,
muitas vezes também de fato eh algumas
partes fogem aqui a nossa a nossa
compreensão. Mas vamos lá.
Eh, eu não vou me aprofundar em linhas
aqui porque eu acho que poderia causar
confusões, algumas confusões aqui,
fazendo distinções eh de uma teologia
mais eh muitas vezes rebuscada. Eu só
quero que a gente compreenda que há duas
vias, né, principais, ou seja, eh, a via
da expiação limitada ou a via eh que é a
maioria,
majoritariamente o
evangelicalismo brasileiro ou mundial,
ele eh por não perceber algumas nuances,
ele vai advogar um universalismo, mesmo
que isso isso eh vá contra a lógica
bíblica, tá? Eh, mesmo que não
consiga eh eh provar isso à luz daquilo
que a que é a progressão da revelação
bíblica. Então, algumas questões que a
gente
precisa, sentenças que nós precisamos eh
lembrar quando nós falamos a respeito da
expiação limitada. A primeira, Cristo
morreu não apenas para possibilitar a
nossa salvação, mas para nos salvar.
Lembre-se disso, tá? Uma coisa é falar
que Cristo morreu para nos salvar, a
outra coisa é falar que Deus, que Cristo
morreu para
possibilitar a salvação, tá? Isso dá
abertura para outras coisas. Então,
lembre-se, Cristo Jesus, ele não morreu
apenas para isso, para possibilitar a
salvação. Ele morreu de forma eh eh
planejada na eternidade, de forma bem
tenscional, como a palavra de Deus nos
mostra. Não foi apenas um eh algo
aleatório, tá? Porque poderia ser a
aplicação se a gente entender que Cristo
morreu apenas para possibilitar que
fôssemos salvos. Essa é a primeira coisa
que a gente precisa
entender. Segunda coisa, a sua morte foi
vicária, ou seja,
substitutiva. Ele morreu em nosso lugar,
em nosso favor, como nosso representante
fiador. Isso é algo que a palavra de
Deus mostra e é categórico em falar a
respeito de Cristo Jesus. Ou seja, ele
morreu no nosso lugar, certo? a morte
dele é vicária, tá? E aqui a gente eh
quando nós falamos a respeito disso, ou
seja, ele é ele foi um
substituto e a gente sabe disso, que era
para que a gente estivesse lá sendo
condenado à morte. Jesus pega e vai,
leva a culpa sobre ele. Como a palavra
de Deus diz, o escrito de dívida que era
contra nós, né, ele levou e foi
encravado na cruz. Então, o escrito de
dívida é uma linguagem da do sistema
prisional da época, tá? Que era o preso
que cumprisse a na cela tinha a lista do
dos crimes dele e no dia que ele
cumprisse a sentença, era lhe dado
aquilo lá que ele poderia rasgar. Então,
paguei minha dívida. Paguei minha
dívida. Então aquilo que a palavra de
Deus diz é que esse escrito da dívida,
ou seja, do nosso crime, do nosso
pecado, Cristo Jesus foi lá e tirou e e
o pregou na
cruz, certo? Então, eh aí que a gente
vai entender várias relações que a
palavra de Deus fala a respeito dos
eleitos. Quem tentará a acusação contra
os eleitos? É Deus quem o justifica.
Tudo isso está dentro aqui dessa
doutrina, mostrando que eh essa morte de
Cristo, ela foi
suficiente para pagar pelos nossos
pecados, tá? Então, quando nós falamos
dessa questão vicária, isso é muito
importante para nós, porque a gente tem
uma outra vertente da, principalmente da
Igreja Católica, que os irmãos sabem que
a palavra vicário, daí vem o vigário,
né? Vigário de Deus na terra. Em, é, na
primeira instância lá é o papa, certo?
Ou seja, ele se coloca como
substituto e no sentido a eh eh como
derivação. O padre em cada paróquia, ele
é o vigário daquela paróquia. Por isso
que as pessoas confessam o pecado para
ele e ele pode perdoar pecados, impor a
pena, ouvir a a confissão e e perdoar ou
ou não, entendeu? E aí, eh, aqui a gente
começa a perceber que a, a igreja
reformada, ela se distanciou assim a
anos luz, né, da teologia católica,
porque a gente vai entender que o único
que pode perdoar pecados foi Cristo
Jesus e ele o fez na cruz. Por isso que
nós temos culto, nós não temos missa.
A missa seria você eh fazer com que
Cristo Jesus morresse de novo. A cada
vez que você se reúne, ele está morrendo
de novo. Nós não. Nós celebramos no
primeiro dia da semana, dia do Senhor, e
celebramos a vitória dele na cruz, né, e
a sua ressurreição. Então, completamente
oposto, tá?
também ele deu sua vida pelas suas
ovelhas, pela sua igreja e pela sua
noiva, né? Aquilo que João 6 nos mostra,
né, que a morte de Cristo foi exatamente
para isso, ou seja, ele morreu
exatamente pelas suas ovelhas, pela sua
igreja, né, que é chamado, né, de sua
noiva. E assim todo aquele porem Cristo
morreu, teve na cruz sua dívida paga,
seus pecados foram cancelados. Como eu
já disse aqui também na visão reformada,
a eficácia da morte de Cristo é limitada
em seu alcance, tá? E ilimitada em sua
eficácia, tá? Entenderam bem? A morte,
então a morte de Cristo, ela é limitada
em seu alcance. Ou seja, eh, Cristo
Jesus morreu por um alvo
certo, certo? A sua eficácia é limitada.
Tá? Eh, mas aqui o o seu alcance ele é
limitado. Questão lógica, tá bom?
Enquanto na visão arminiana é limitada
quanto a sua eficácia e ilimitada em seu
alcance, tá? É o oposto, é o inverso de
tudo isso, tá? Eh, então assim, na maior
parte da das igrejas evangélicas do
Brasil, eles vão exposar a segunda visão
aqui, né, de que quanto a sua
eficácia, ela é limitada quanto a sua
eficácia e limitada quanto ao seu
alcance. E aí eles vão advogar, no fim
das contas, o universalismo. Mas a gente
vai ver que depois eh nem mesmo Charles
Finen, que é o precursor do
pentecostalismo eh no mundo, ele
conseguiu eh assinar embaixo, tá? eh lá
no final da sua vida, ele ele fica meio
pesaro com isso, mas ele fala: "Não tem
como eh falar que Cristo Jesus morreu
para salvar todo
mundo, né? Se se Cristo Jesus morresse
para salvar toda a humanidade, ele fala:
"Nem todos estão sendo salvos". Então
Deus não poderia ameaçar ninguém com o
inferno, certo? Não poderia. Se todos
nos fim das contas vão ser salvos. O
universalismo prega isso. Por que que
Deus ameaça? Porque que Deus fala a
respeito do inferno? E porque Deus fala
que pessoas estão sendo lançadas? A
palavra de Deus nos mostra isso, tá?
Segundo a visão reformada, todo aquele a
quem o Pai escolheu na eternidade, por
esse Cristo morreu na cruz.
Eh, lá em Apocalipse 5:9 fala assim, eh,
nem uma gota de sangue, aliás, eh, o
texto depois falando em partes, assim,
nenhuma gota de sangue de Jesus foi
desperdiçada. Ele morreu para comprar
para Deus aqueles que procedem de toda
tribo, língua, povo e nação, tá? A
última parte aí de Apocalipse 59, tá?
Então, a visão reformada é essa, né, que
eh o pai escolheu na eternidade, foi por
esse que em Cristo morreu. Simples
assim, tá? Por isso que normalmente isso
causa um desconforto enorme nas pessoas,
na humanidade, para falar assim: "Mas
como assim Deus não é amor?"
Só que às vezes a gente não pensa, a
humanidade não para para pensar que os
seus pecados ofendem a santidade de Deus
e Deus poderia na sua eh soberania e
santidade exterminar
todos. Lembra que eu falei que as
histórias do Antigo Testamento servem
como esse corto? Não tinha ali nada que
eles pudessem falar: "Não, Deus nos
escolheu por causa
disso, né? Não foi porque Deus escolheu,
ele amou, escolheu antes da fundação do
mundo e, portanto, ele
elegeu, né? E foi por esses que Cristo
morreu. Vamos ver alguns textos
aqui. Isaías 53 do verso 11 e 12 fala
assim: "Ele verá o fruto do penoso
trabalho de sua alma e ficará
satisfeito. O meu servo, justo, com o
seu conhecimento, justificará a muitos,
porque as iniquidades deles levará sobre
si. Por isso eu lhes darei muitos com
como a sua parte, e com os poderosos
repartirá ele o despojo. Porquanto
derramou a sua alma na morte, foi
contado com os transgressores, contudo
levou sobre si o pecado de muitos e
pelos transgressores intercedeu. Deixa
eu chamar a atenção para vocês por umas
palavras aqui. É, normalmente o
universalismo ele vai pegar a palavra eh
mundo e todos e para falar a respeito da
advogar que que eh Cristo Jesus morreu
para salvar todo todas as pessoas,
certo? Se fosse assim, a palavra de
Deus, ela também não usaria em vários
outros desse texto a categoria
universal.
E aqui, exatamente aqui no texto, quando
ele fala assim, eh, ele verá o fruto do
seu trabalho, ficará satisfeito. Aí ele
fala, justificará a muitos. Por que que
o texto não fala justificará a todos ou
justificará o mundo
todo? Porque ele repete. Ele fala, vai
ter muitos, mas ele vai repetindo. Ele
nunca coloca e os textos não colocam de
forma fechada, eh, numa categoria eh
universal. colocando
todos, né? Ele coloca muitos e muitos
são os eleitos, né, durante toda a
história, né? Mas a palavra de Deus não
coloca no texto eh que seriam todos ou
que seria o mundo, como eh pega alguns
textos que a gente vai ver depois. Eh, e
aí tenta fazer uma teologia com base eh
numa palavra que a gente vai perceber
que tem outras aplicações. Mateus 26:28
diz: "Porque isso é o meu sangue, o
sangue da nova aliança, derramado em
favor de muitos para remissão de
pecados." De novo, a o texto ele quando
fala a respeito da seia e da nova
aliança, ele também não coloca numa
categoria fechada de todos. Ele fala de
muitos, mas não falam eh de todos. João
3:16, aqui está um dos textos, eh fala:
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira
que deu seu filho unigênito para que
todo aquele que nele crê não pereça, mas
tenha vida eterna". Fala: "Porquanto
Deus enviou o seu filho ao mundo, não
para que julgasse o mundo, mas para que
o mundo fosse salvo por ele".
Então diz: "Quem nele crê não é julgado.
O que não crê já está julgado, porquanto
não crê no nome do unigênito filho de
Deus." Uma das coisas que a gente já faz
por interpretação é que com base no
texto nós vamos saber que nem todos
serão salvos. Quem não crê já está
julgado, tá? Quem não crê já está
julgado. Portanto, nem todos. E a gente
vai perceber que também na linguagem de
João, quando ele usa mundo, nem por usar
mundo ele está falando a respeito de
todas as pessoas eh nesse mundo. O mundo
é usado como terra, é sinônimo de terra,
né, de toda a terra ou de parte. Eh, mas
eh a gente não pode pegar esse texto
como a base para falar que eh quando
fala que Deus amou o mundo, né, para que
deu seu filho unigênito para que todo
que nele crê não pereça, mas tenha a
vida eterna. No próprio texto também,
uma das sentenças, ela já coloca essa
indefinição, tá? Para que todo aquele
que nele crê não pereça, mas tenha a
vida eterna. Ou seja, o texto já mostra
sim e já aponta para partes de que de
fato não creriam, né, e que não creem
exatamente em Cristo Jesus. João 10 11 a
15 fala assim: "Eu sou o bom pastor. O
bom pastor dá vida pelas ovelhas. O
mercenário que não é pastor, a quem não
pertence as ovelhas, vê vira o lobo,
abandona as ovelhas e foge. Então o lobo
as arrebata e dispersa. O mercenário
foge porque é mercenário e não tem
cuidado com as ovelhas. Eu sou o bom
pastor. Conheço as minhas ovelhas e elas
me conhecem a mim, assim como o Pai me
conhece a mim. E eu conheço o Pai e dou
a vida, dou a minha vida pelas
ovelhas. Eh, capítulo 10 de de João, ele
é bem emblemático em mostrar essas
questões todas de fazer distinção também
de grupos, aqueles que não ouvem e que,
portanto, não são. Ou seja, existem
ovelhas e existe aqueles que não
são, tá? Então, eh, em momento algum a
palavra de Deus aponta para para algo
universal. João 17 ainda diz: "É por
eles que eu rogo, não rogo pelo mundo,
mas por aqueles que me destes, porque
são teus. Não rogo somente por estes,
mas também por aqueles que vierem a crer
em mim por intermédio da sua palavra".
Tá? É um dos textos bem contudentes
falando a respeito disso. Jesus falando
é que não rogo pelo mundo, mas por
aqueles que me de porque são teus. Tá?
Atos 18 9 a 10 fala: "Teve Paulo durante
a noite uma visão em que o Senhor lhe
disse: "Não temas, pelo contrário, fala
e não te cales, porque eu estou contigo.
Ninguém osará fazer-te mal, pois tenho
muito povo nesta cidade". Tá? A direção
é exatamente isso. Dentro ali daquela
cidade Deus tinha pessoas que ele tinha
escolhido, tá? Mas de novo, o texto não
fecha falando: "Eu tenho toda essa
cidade". Ele tinha muito povo dentro
dessa cidade, tá? Dentro de uma visão
geral, então, da expiação limitada, Deus
prometeu estabelecer uma nova aliança
mediante o sangue de seu filho Jesus
Cristo. Essa é a única aliança pela qual
os pecados são perdoados. sobre esse
solene acordo, Deus prometeu tirar os
pecados eh de seu povo. Então, a visão
aqui da dessa expiação limitada, ela tem
essas eh aplicações. E uma delas é a
seguinte, e é o primeiro a morte
específica. Eh, depois de Adão, que Adão
pecou no jardim, Deus pronunciou suas
maldiçõ maldições sobre todos os
participantes. Começou com a serpente,
mas essa maldição continua uma clara
alusão a uma expiação definida que diz:
"Porrei inimizado entre você e a mulher,
entre a sua descendência e o descendente
dela, este lhe ferirá a cabeça e você
lhe ferirá o calcanhar." Tá? também
aponta para uma substituição específica
que no jardim Deus também ofereceu um
quadro simbólico da futura morte de
Cristo por seus escolhidos. Por
iniciativa soberano, ele fez coberturas
para a nudez do primeiro casal, né? Lá
em Gênesis 3:21 fala: "O Senhor, eh,
Deus fez roupas de pele, com elas vestiu
Adão e sua mulher".
Esse ato aqui, James Boys, escrevendo a
respeito disso, ele escreve algumas
coisas interessantes. Ele fala assim:
"Olha, para fazer roupas de pele, Deus
teve de matar animais. Foi a primeira
morte que Adão e Eva
testemunharam. Eh, quanto podemos saber,
deve ter-lhes parecido horrível, causado
uma impressão
indelével. Então, a morte é isso, é isso
que o pecado causa, né? como se fosse eh
eles eh olhando para tudo isso. Eles
devem ter exclamado, mas ainda mais
importante, a morte dos animais deve
ter-lhes ensinado o princípio da
substituição. O inocente morrendo pelo
culpado, exatamente como o inocente
filho de Deus morreria um dia pelos
pecados daqueles que Deus lhe deu. E
quando Deus vestiu os nossos primeiros
pais com peles de animais, Adão e Eva
devem ter tido eh ao menos um tênueo e
vislumbre da doutrina da justiça
imputada. Ou seja, Deus salvou Adão e
Eva dos seus pecados, vestindo-os com a
justiça celestial de Jesus Cristo, que
ele simbolizou, vestindo-os com peles de
animais. todos esses atos no desde o
início aponta para isso. E a gente
começa a perceber Gênesis e fazendo uma
abertura e da humanidade mostrando
aqueles que adoravam a Deus e aqueles
que não adoravam a Deus, né? Ele vai
fazendo essa essa abertura ali. E aqui
desde o início, nós vamos percebendo
esses atos de Deus, né? indo eh em
direção. Isso tudo diz respeito a a essa
expiação que era que é limitada.
Sacrifício específico também Adão e Eva
conceberam, tiveram dois filhos, Caim e
Abel. Lá em Gênesis 4:1 e 2 fala isso.
Quando chegou a hora de eles trazerem
oferendas ao Senhor, nunca dois
sacrifícios foram mais opostos um ao
outro. Deus rejeitou o sacrifício de
Caim, mas aceitou o de Abel. No meio
dessas histórias, às vezes a gente pensa
que é apenas histórias, né? Tá se
contando história, mas tudo isso é o eh
eh dentro das narrativas, apontando para
esse plano da redenção. Todo plano de
redenção, a gente se pergunta qual a
razão de Deus rejeitar a oferta de
Caim, tá? Qual é a razão de tudo isso?
Se a gente for aplicar os conceitos do
nosso tempo de uma bondade de Deus que
aceita qualquer coisa do ser humano,
tudo que oferecer, Deus Deus tem que
aceitar ou ele vai aceitar, eh, a gente
normalmente entra em parafuso aqui nesse
texto. Eu começo a inventar coisas,
falar: "Ah, porque Caino eh fez isso,
aquilo outro, né, tal? Não, porque o que
apontava eh aquilo que Caim está
colocando é que há uma
possibilidade de eh aplacar a ira de
Deus eh sem que isso derrame
sangue, tá? Eh, basicamente é o que está
apontando. Caim está nessa linhagem. Ah,
para que isso? Para que tudo isso, né?
Eh, e ele vai lá e oferece lá das
primícias da terra. Só que aquilo que já
estava prefigurando era outra coisa, né?
Fala Abel, por sua vez, trouxe as partes
gordas das primeiras crias do seu
rebanho. E o Senhor eh aceitou com
agrado eh Abel e sua oferta. Lá em
Gênesis 4:4 diz: "Então Mateuen quando
ele comenta esse texto, ele fala: "Abel
trouxe o sacrifício de expiação cujo
sangue foi derramado para remissão com
isso, assumindo que era pecador,
suplicando misericórdia pela ira, a ira
de Deus e implorando o seu favor com o
eh com o mediador. Esse sacrifício
cruento era exclusivo para o que crê."
Aqui já há uma distinção. A pergunta é:
quem que fez Abel compreender a
perspectiva redentiva de que era
necessário um derramamento de sangue
para que isso apontasse pro mediador que
viria para que ele fosse aceito na
presença de um Deus que não receberia
outra coisa a não ser o seu próprio
filho. Foi o próprio Deus.
somente por ele, para que Abel
compreendesse essa perspectiva e Caim
não. Então assim, às vezes nós olhamos
para texto assim na justiça própria do
ser humano, fala: "Não, mas não pode ser
assim". Sim, é assim. Deus se revela a
uns e a outros não. Isso a palavra de
Deus está repleta de de texto e
apontamentos. O problema é que na nossa
autonomia nós falamos: "Não, isso não é
possível. Deus não pode fazer algo
assim". Mas é isso, né? Abel, ele já
traz algo que que está eh dentro desse
plano e daquilo que apontaria pro sangue
de Cristo. Lembra-se? sem derramamento
de sangue, não havia expiação. A ideia
geral, então, do ser humano percebe
então que a ideia de Caim é o imaginário
do ser humano à parte de
Deus. Ele inventa uma alguma coisa lá
que ele vai aplacar a ira dos deuses,
certo? Isso em diversas religiões. Vai
fazer uma oferenda aí.
Já percebeu que você pergunta qual o
critério para
escolher a oferenda? O critério de
alguém que
inventou, né? Fala assim: "Não, aqui a a
o meu Deus, ele gosta
de
eh como vamos pôr no nosso contexto
brasileiro, né? Ele fala: "Ah, farofa de
frango, eh, jogar flor no mar,
eh, que que qual o que que vai aplacar
essa ira e o que que vai me trazer
favor? O que que pode me favorecer?" Mas
já percebeu que a lógica é de baixo para
como se fosse para cima, né? Vamos pôr
aqui os deuses para cima. Mas é que o
ser humano inventa a forma de expiação.
Ele bola o seu próprio plano de
expiação. Ele cria os seus deuses para
receber essa expiação e ele faz tudo
isso como uma rebeldia contra Deus. É
Caim na sua
essência. Caim na sua essência. Da onde
Caim tirou que era para pegar os frutos
da terra e levar diante de Deus? Como
que isso aponta paraa redenção? Não
aponta para lugar nenhum.
Mas a pergunta é: quem faz com que Abel
agrade do
Senhor? Pode ser ele mesmo, ao próprio
Deus para se revelar a Abel, para que
ele fizesse o
sacrifício. Paulo asseverou que todos os
crentes foram destinados a obter a
salvação eterna, sendo libertados da ira
de Deus. Esta salvação
eh aqui
é é realizada por meio da morte de
Cristo Jesus
Cristo. Faltando um assento aí.
Primeira Tessalonicenses fala: "Porque
Deus não nos destinou para ira, mas para
recebermos a salvação por meio de nosso
Senhor Jesus
Cristo. Ele morreu por nós para que,
quer estejamos acordados, quer
dormindo, vivamos unidos a ele."
Ainda a salvação específica e de um
livro do Boys James Boys e
do Heiken, né?
Isso. Esse mesmo. Eh, Jesus não veio
meramente para tornar a salvação
possível. Ele morreu para salvar seu
povo, tá? É diferente. Não é que ele
veio somente para que fosse, lembra da
primeira máxima lá que nós vimos?
Eh, ele não veio para tornar a redenção
possível. Ele morreu para redimir seu
povo. Ele não veio para tornar a
propiciação possível. Ele pôs de lado
para sempre a ira de Deus para cada um
dos
eleitos. Ele não veio para tornar
possível a reconciliação de Deus com o
homem. Ele realmente reconciliou com
Deus todos aqueles que o Pai lhe havia
dado. Ele não veio meramente para tornar
possível a expiação pelos pecados, mas
de fato espiou os pecados em favor dos
pecadores. Para que a gente advogue o
universalismo, nós temos que diminuir a
obra de Cristo Jesus. Nós temos que
diminuir essa eficácia da obra da morte
de Cristo Jesus. por nós e de tudo
aquilo que aconteceu. Nós temos que ao
mesmo tempo também colocar Deus como
um
semisobberano, porque na se ele, como
Sprul diz, se houver um grão de areia em
alguma praia que tenha vontade própria,
né, que possa fazer alguma coisa à parte
da vontade de Deus, Deus não é
soberano. Deus não é soberano. Portanto,
se há seres humanos pela face da terra
para quem Deus morreu e falar: "Eu quero
salvar esse". E eles não e atenderem a
isso ou não quiserem, portanto Deus se
tornaria frustrado no seu plano. Porque
nem todos a quem ele quis salvar eh
foram salvos porque houve uma
resistência de alguém.
Ainda eh, a obra de Cristo na cruz não
foi uma obra hipotética para crentes
hipotéticos, mas uma real e definida
salvação para os escolhidos de Deus. Uma
redenção que não redime, uma propiciação
que não propicia, uma reconciliação que
não reconcilia e uma expiação que não
espia os pecados, não pode ajudar
ninguém. Gente, naquele ato que desde o
Antigo Testamento é feito, né, na tampa
da arca ali que estavam lá os querubins,
vinha o sumo sacerdote uma vez por ano,
aspergi o sangue na tampa da arca, que
era o propiciatório, chamado
propiciatório. Ali já estava apontando e
simbolizando esse ato de Deus de
reconciliar o homem com Deus, mas
reconciliar aqueles a quem Deus escolheu
com ele. Aí Paulo quando fala em Romanos
falando a respeito disso, fala que Deus
é justo e o justificador daquele que tem
fé em Jesus. Lá em Romanos, no capítulo
de número três, né? Então ele fala a
respeito disso, que ele é, né, justo e o
justificador. Ele providencia essa
justificação e ele mesmo era essa a
tampa do propiciatório onde isso
aconteceu, essa reconciliação, tudo por
obra de Deus. Portanto, quando nós
falamos a respeito disso, nós precisamos
ter em mente que ao longo do tempo e das
eras, muitas pessoas elas foram eh elas
eh foram condenadas e a gente tem que eh
compreender isso. Portanto, não tem como
a gente advogar que Cristo ele morreu
por todo mundo. Se ele morreu por todo
mundo e alguém for condenado, o
sacrifício de Cristo Jesus não é
eficaz, tá? Não seria
eficaz. Amor específico. Paulo salientou
que o Pai amou os seus eleitos com amor
especial. Ele deu seu filho por eles e
para dar-lhes eterna salvação e
consolação eterna. lá em segundo
Tessalonicenses 2 16 17 fala que o
próprio Senhor Jesus Cristo e Deus nosso
Pai que nos amou e nos deu eterna
consolação e boa esperança pela graça,
eh, deem ânimo ao coração de vocês e os
fortaleçam para fazerem sempre o bem,
tanto em atos como em palavras. Perceba
no texto algumas coisas aqui, ó.
aquele que nos amou e nos deu, né? Todos
os dois estão aqui na língua grega, no
particípio auristo. Auroristo é o é como
se fosse o nosso passado aqui, certo?
Jogação do verbo do passado. Só que o
aoristo no grego e o grego coinê, ele
tem uma eh ele tem algo maior do que o
nosso. Quando você coloca um verbo no
aurista, ele tem uma ação no passado com
consequências pro futuro, certo? Passado
apontando pro futuro. Aconteceu no
passado e continua acontecendo, né?
Fosse uma questão de um gerúndio, né?
acontecendo eh no no nosso na nossa
língua, talvez a gente não consiga
abarcar isso, mas eh exatamente os
verbos que são colocados nesse texto.
Então, com quanto se possa ver o Aurício
como simplesmente declarando um fato
sumário, mas provavelmente ele aponta
para acontecimentos específicos, algo
específico, aquelas manifestações
históricas com as quais o evangelho se
originou. Então ele fala, nos
amou quando que ele nos
amou? Ele nos
escolheu. Ele nos amou, nos escolheu e
nos deu. Tá, tá apontando para algo, né?
Eh, aqui declarando um fato sumário.
Então, a suprema manifestação do amor do
Pai foi feita na cruz. E com base nesse
acontecimento, os seus dons foram
outorgados eh nos objetos nominais do
amor
divino. Significa tanto os escritores
como seus leitores, como também todo o
povo de Deus. Se Paulo estivesse
pensando meramente nos acontecimentos
havidos em Tessalônica, que ele está
escrevendo a igreja de Tessalônica,
ligados à sua missão naquela localidade,
ele teria escrevido, escrito, né, eh,
vos e não
nos, tá? Seria a escrita do texto,
certo? caminhando para algumas
conclusões aqui,
primeiro para algumas aplicações e
conclusão no argumento importante aqui,
John Owen, eh, John Owen tem um, eh, um
livro que eu sempre cito aqui, se você
um dia tiver a oportunidade de ler, leia
esse livro que você vai compreender
melhor essa questão redentiva de Deus. É
a morte da morte na morte de Cristo, tá?
Ele foi relançado há pouco tempo atrás,
tá? Então é a morte da morte na morte de
Cristo. Então assim, no argumento
importante, John mostra que se Cristo
morreu como uma satisfação penal por
todos os pecados de toda a humanidade,
como os armenianos concebem, ele morreu
por todos os pecados de
incredulidade. OK? Se é assim, então
Deus não pode condenar ao inferno de
maneira justa os incrédulos, visto que
Cristo pagou satisfação por essa
incredulidade que é mais uma entre
outros
pecados. Entendeu? Pecado da
incredulidade. Se Cristo Jesus morreu
para pagar por todos os nossos pecados,
a incredulidade estava junto desses
pecados.
E a incredulidade de um ser humano de
não crer em Deus e eh mesmo diante das
suas manifestações, é exatamente o
caminho da sua
condenação. Se Cristo morreu por pecados
de todo mundo, a incredulidade está
dentro. Então todos teriam que ser
salvos no fim das contas. Só que nem
mesmo paraas correntes, como eu falei,
Charles Finen, quando alguns colocavam
ele contra a parede, falava: "Não, eu
não posso entender dessa
maneira, não tem como, tá?"
Eh, um livro importante para se ler
também sobre isso é soberania banida,
né, do McGregor. Eh, ele vem citando
muito John O nesse eh, nessa
obra também. A morte de Cristo é a
manifestação da justiça e do amor. A
justiça deve ser
necessariamente eh deve necessariamente
ser satisfeita e o amor deve se limitar
a um objeto conhecido. Mas se a justiça
é satisfeita uma vez, ela não pode ser
exigida novamente do mesmo pecador,
mesmo que ele permaneça em
incredulidade, tá?
E ainda muitas pessoas irão pagar poros
seus pecados no inferno. Palavra de Deus
nos fala do inferno. Os irmãos estão
lembrados disso, né? Ali haverá choro,
rangeiro de dentes. Lembra que a palavra
de Deus fala do dia do juízo, que todos
estarão diante do
cordeiro, todos declararão, né? Todo da
boca confessará que Cristo Jesus é
Senhor. Só que uns vão logo após a
confissão, esquerda, direita. Lembra
disso também que a palavra de Deus fala,
né? Apartai-vos de mim, malditos, para o
fogo
eterno. Parece que a gente esquece
desses textos aí. Fala assim: "Não, mas
não vai acontecer isso." Palavra de Deus
está falando que vai haver uma distinção
lado, né? Pro lado. Aí falar: "Vinde
bendito do meu pai, entrai para a posse
do
reino". E a outros
dirá, né? que plud Deus falando a
respeito do inferno e da condenação.
Então, não tem como biblicamente advogar
o
universalismo. Se nem todos são salvos.
Então, a lógica é, Cristo não morreu
para salvar todo mundo. Ele morreu
especificamente para os eleitos, para
aqueles a quem Deus já tinha escolhido,
a quem Deus faz com que abra os olhos, a
quem Deus dá o entendimento, faz dele
uma nova criatura para que ele
compreenda, né? Traz ele da morte para a
vida, para que ele compreenda a verdade
e, portanto, se renda ao senhorio de
Cristo Jesus.
É esse amor do Pai primeiro, como a
palavra de Deus diz, que nós os amamos
porque ele nos amou primeiro. E ainda lá
no naquele livro Doutrinas da
Maravilhosa Graça do Michael Horton, ele
fala
assim: "Eles necessariamente afastam-se
completamente de uma expiação
substitutiva. Cristo não morreu no lugar
do pecador.
para suportar suas penalidades e eh
comprar-lhe a vida eterna. Antes ele
morreu para fazer com que a salvação de
pecadores fosse possível, para abrir o
caminho da salvação aos pecadores, para
remover todos os obstáculos do caminho
da salvação. Mas que obstáculo se
encontra no caminho da salvação além do
pecado do pecador? E se este obstáculo,
seus pecados for
removidos, eles não são salvos?
Essa é a
pergunta. Portanto, irmãos, quando nós
falamos a respeito da expiação limitada,
ela caminha nessa ordem lógica das
escrituras e aquilo que a palavra de
Deus vem mostrando desde o início, tá?
Em todas as narrativas, a gente vai
vendo que a a graça ela vai ela vai
atingindo de vez em quando outros
povos, tá?
emblemáticos, né? Eh, Raab é uma
história, né, Rut, eh, chega até ali, a
gente vai vendo, eh, partes, né, desse
pessoal sendo incorporado ao povo da da
aliança, tá? Então, eh, e tudo isso
depois a palavra de Deus mostrando que
depois isso se ampliaria não apenas para
a questão étnica, mas para a aqueles a
quem eh Cristo Jesus eh se manifestasse
e,
portanto, eh cresce em Cristo Jesus,
então de todos os povos, línguas e
nações, tá? E e ao olhar para tudo isso,
nós vamos perceber esse agir de Deus,
né, de forma bem específica e bem clara,
mostrando ao longo das escrituras.
Portanto, irmãos, nós não temos como
chegar no final e falar assim: "Olha, no
fim das
contas todo mundo vai ser
salvo, porque a Bíblia não diz isso. E
se todo mundo não vai ser
salvo, Cristo Jesus então não morreu por
todo mundo, porque o sacrifício dele é
eficaz.
Ou seja, eh, o
o alcance dele, o poder da morte de
Cristo poderia
sim salvar ou abarcar todo mundo, mas
não foi isso que
aconteceu. Cristo Jesus veio para os que
era seu, para aqueles que Deus tinha
escolhido, tá? E ele morreu por eles,
tá? Então, o sacrifício e a morte de
Cristo não pode ser frustrada.
né? E não podemos falar: "Olha, ah,
Cristo morreu, eu queria te salvar,
morri por você, mas você não
quis." Seria frustrado o plano de Deus,
né? Seria completamente frustrado. E
Deus, que é um Deus soberano, né? E que
ninguém pode ser o seu conselheiro, ele
não pode ser
frustrado todos os seus atos. eh se
realiza. Que Deus nos ajude a
compreender. Mas eu volto a frisar, essa
doutrina não é algo que a gente possa eh
nós nos alegramos internamente falar:
"Senhor,
obrigado que mas isso não deve servir
para que eu eu me
alegre achando que eh outros eh não
foram". Fal assim: "Ah, só lamento, né?"
ou levar com deboche tudo isso. Por isso
que eu falo sempre de maneira prática.
Quanto mais a gente entende a palavra de
Deus, a gente vai se diferenciando do
mundo. Por pior que seja o pecador e
tenha feito a pior barbaridade do
mundo, eh, se Deus não tem prazer na
morte dele, nós também não
podemos. Também não podemos.
Não podemos ficar ness às vezes nessas
brincadeiras falando: "Olha, mais um CPF
cancelado ou aquilo outro por causa de
de uma série de coisas". Não, não foi
dado a nós isso se nem Deus se alegra
com a morte do ímpio. Por que que nós
vamos fazer isso? Por que que nós vamos
chegar assim? Se o ato de Deus ter
escolhido a gente não foi porque a gente
fez nada.
Não foi porque a gente fez nada, foi
porque ele fez tudo. Então, qual que é a
diferença nossa pro ímpio, aquele que
morre e vai pro inferno? O ato soberano
de Deus de ter escolhido a mim e a
vocês. Só não foi nada daquilo que havia
em nós, senão todos estaríamos
condenados. Deixa eu só fechar aqui
porque senão não sai na transmissão. Tá
bom? Nós vamos
orar e nós vamos encerrar. Também se
tiver alguma
pergunta podem fazê-la.
Senhor nosso Deus, nós queremos nessa
noite agradecer ao Senhor por tão grande
salvação. Obrigado, ó Deus, porque ao
estudar a tua palavra, nós compreendemos
que se não fosse o Senhor ter vindo em
nossa direção, transformado a nossa
vida, nos escolhido antes da fundação do
mundo, nós não desejaríamos o
Senhor. Portanto, ó Deus, nós te
agradecemos, te louvamos, ó Deus, por
tão grande salvação. Obrigado, ó Deus,
pelo teu grande amor e nos ajude, ó
Deus, como igreja do Senhor, a entender
em todos esses aspectos a o a nossa
adoração, a nossa vida ao Senhor, ó
Deus, a pregação do evangelho, ó Deus,
porque é essa é a nossa missão para que
mais pessoas o conheçam e o adorem,
Senhor. Portanto, ó Deus, que o Senhor é
nos ajude, ó Pai, na aplicação dessas
doutrinas e gere em nós, ó Deus, a
piedade sempre ao Senhor. É a nossa
oração em nome de Cristo Jesus. Amém. M.

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