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A fé vem pelo ouvir

A Minha Humilhação – Daniel Santos

A Minha Humilhação – Daniel Santos

A Minha Humilhação – Daniel Santos

Descubra nesta pregação duma análise profunda do Salmo 44, que reflete sobre uma questão tão presente na vida cristã: Por que Deus, às vezes, parece não responder às nossas orações? Com base nas Escrituras, o sermão explora o contexto histórico e espiritual deste salmo, destacando ensinamentos sobre fé, perseverança e o propósito de Deus mesmo em tempos de silêncio.

INFORMAÇÕES:
Pastor: Daniel Santos
Passagem: Salmo 44
Série: Lamento que produz esperança
Pregação número: 3 de 16

#ipsantoamaro #presbiteriana #humilhação #humilhacao #danielsantos

CAPÍTULOS:
00:00 – Abertura
05:30 – Oração
06:10 – Introdução
09:18 – Contexto
17:30 – Deus se agradou deles
28:35 – O que escolhemos pedir a Deus
33:55 – Por que Deus não age como no passado
38:33 – Sofrimento vicário de Cristo
40:31 – O que Deus fará com a nossa geração
45:39 – Oração

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

Nós vamos abrir, irmãos, as escrituras
no Salmo
44. Seguindo a nossa sequência,
hoje é o terceiro
salmo
dessa sessão que nós chamamos
o segundo livro dos Salmos. Nós vimos já
o Salmo 42, 43 e
hoje é o 44.
Salmo 44 diz assim: "A palavra de
Deus é é um salmo atribuído, né, aos
filhos de Coré e é também é um salmo
categorizado como sendo um salmo
didático.
Eh, não há muito, não é muito claro o
que significa ser um salmo didático,
porque em tese todos os salmos deveriam
ser didáticos, mas essa expressão salmo
didático, eh, ela aparece no cabeçalho
dos salmos porque há uma pequena
expressão que é difícil de entender qual
é o significado dela. E algumas versões
ah colocam essa expressão salmo
didático, mas ela poderia ser
simplesmente ah sabedoria, é uma palavra
só, tá? Mas então é
convencionado eh chamá-los de salmo
didático, tá? Mas mais uma vez não é
algo que descreve o salmo, mas diz assim
a palavra de Deus. Agora, ó Deus, nós
temos ouvido com os nossos próprios
ouvidos, nossos pais nos contaram o que
fizestes outrora em seus dias, como a
tua mão expuseste as expulsaste as
nações e
estabeleceste os nossos pais, afligiste
os povos e ampliaste o território de
nossos pais. Pois não foi a por sua
espada que eles conquistaram a terra,
nem foi o seu braço que lhes deu a
vitória, e sim a tua mão poderosa e o
teu braço, e a luz do teu rosto, porque
te agradaste deles. Tu és, ó meu rei, ó
Deus, ordena a vitória de Jacó.
Com o teu auxílio vencemos os nossos
inimigos. Em teu nome pisamos sobre os
que se levantam contra nós. Não confio
no meu arco e não é a minha espada que
me salva. Pois tu nos salvaste dos
nossos inimigos e cobriste de vergonha
os que nos odeiam. Em Deus, nós temos
gloriado continuamente e para sempre
louvaremos o teu nome. Agora, porém, tu
rejeitaste e nos expulsaste, expuseste à
vergonha e já não acompanhas os nossos
exércitos. Tu nos fazes bater em
retirada diante de nossos inimigos, e os
que nos odeiam nos tomam por seu
despojo. Entregaste-nos como ovelhas
para o matadouro e nos espalhaste entre
as
nações. Vendes por nada o teu povo e não
tens lucro com a venda.
Tu nos fazes objeto de deboche para os
nossos vizinhos, de escárnio e de
zombaria aos que nos rodeiam. Tu fazes
de nós provérbio, entre as nações, os
povos nos vêm e balançam a
cabeça. A minha humilhação está sempre
diante de mim. O meu rosto se cobre de
vergonha ante os gritos do que afronta e
blasfema. à vista do inimigo e do
vingador. Tudo isso nos sobreveio.
Entretanto, não nos esquecemos de ti,
nem fomos infiéis à tua aliança. O nosso
coração não voltou atrás, e nem os
nossos passos se desviaram dos teus
caminhos, para nos esmagares onde vivem
os chacais e nos envolveres com as
sombras da morte. Se tivéssemos
esquecido do o nome do Senhor nosso
Deus, ou tivéssemos estendido as mãos a
um Deus estranho, será que Deus não
teria descoberto isso? Ele que conhece o
segredo dos
corações, mas por amor a ti, somos
entregues à morte continuamente. Somos
considerados como ovelhas para o
matador. Desperta porque dormes, Senhor.
Desperta.
Não nos rejeites para sempre, porque
escondes o rosto e te esqueces da nossa
miséria e da nossa
opressão. Pois a nossa alma está abatida
até o pó e o nosso corpo está como que
pegado ao chão. Levanta-te para
socorrer-nos. Resgate-nos por amor da
tua bondade. Até aqui a leitura da
palavra de Deus. Vamos orar mais uma
vez. A Deus, ajude-nos, ó Pai, a
entender a tua palavra. Não somos
capazes, por natureza, de entendê-la.
Precisamos que o Teu Espírito, o mesmo
que inspirou esta palavra, possa nos
ajudar a
entendê-la. Prepare o nosso coração e a
nossa mente para ouvi-la como palavra
tua e recebê-la, ó Deus, de modo que ela
possa transformar-nos, moldar-nos a
semelhança do Teu filho Jesus. Essa é a
nossa oração que fazemos em nome dele
mesmo. Amém.
Meus irmãos, aqui estamos já no Salmo
44. Como nós vimos, o Salmo 42 começou
com um tom bastante sombrio. O salmista
se descreve como que uma corça sedenta
pelas correntes das águas. Ele se vê
bastante já
aflito e angustiado porque Deus não lhe
respondia. Esse foi o tema do Salmo 42,
que abre esse segundo livro dos Salmos.
O Salmo seguinte, o Salmo 43, nós vimos
que depois de tudo o que o salmista fez
e falou e o quanto ele esperou no Salmo
43, Deus ainda não havia respondido o
salmista. E o salmista, ele se cansa de
esperar. E aquilo que ele estava
apresentando a Deus em forma de oração,
agora ele apresenta na forma de uma
queixa. Ele apresenta a sua súplica a
Deus em forma de uma queixa e exige que
Deus julgue a sua causa. Essas são as
palavras do Salmo 43. Julgue, ó Deus, a
minha queixa. Então, nós já vimos que o
tom mudou e mudou porque Deus ainda não
respondeu. A razão porque Deus não
respondeu não é clara. O salmista não
foi informado do motivo porque Deus
ainda não respondeu. E hoje estamos no
Salmo 44. E pasmem, Deus ainda não
respondeu. Agora, o que mais o salmista
vai falar? É importante, irmãos, que
vocês se lembrem, não sei quantos já
pensaram nisso, mas o livro dos Salmos é
um livro eh composto de várias obras
individuais.
alguém além e depois dos
salmistas, ah, foram foi alguém que
organizou os salmos numa sequência que
possa fazer o sentido que hoje nós
estamos vendo de o salmo refletindo e
meditando na aflição de alguém e Deus
não respondendo. Mas chega um ponto
então que fica meio
angustiante a perceber que Deus de fato
ele não está respondendo. Nós não
entendemos por ele não está respondendo.
E como nós vamos ver hoje, ah, Deus faz
isso por razões específicas. Eu tenho
notado que, ah, eu comentei isso com
alguém essa semana, quando nós pastores
a preparamos um texto, estudamos, ele já
está na nossa mente de maneira tão
clara, a gente se torna quase que a
parte do texto que a gente estuda. E eu
sei que durante um sermão não tem como
eu fazer com que vocês tenham a mesma
familiaridade que eu tenho contexto. É
impossível. O tempo não dá. E também,
obviamente, a preparação que um pastor
já tem na forma teológica para entender
um texto não tem como preencher em meia
hora, 40 minutos do sermão. Hoje eu
gostaria então de eh experimentar algo
que é uma maneira de ajudá-los a ver o
texto da maneira que eu vejo, como uma
tentativa de auxiliá-los a a entender o
que a gente chama eh do contexto. Então,
veja só, aí está uma imagem do Salmo
44. Eh, pode colocar esse Salmo 44.
Então, se a gente passar uma linha lá
embaixo, é a primeira divisão que você
vê, é o que a gente chama aí a primeira
parte do salmo. Então, nesse nessa
primeira parte você tem aí a uma um
texto ou um trecho que descreve o que os
nossos pais nos contaram. Então eu vou
circular aí essa expressão nossos pais
nos contaram. Então esse primeiro bloco
é um bloco que fala sobre isso. Conta o
que é que os pais contaram ao
salmista. E dentro desse desse bloco,
você vê então que há um pedido que ele
faz no versículo 4, vou circular de
azul. Então esse é o pedido. Então esse
é um pedido e é o primeiro pedido que
ele faz. Ah, então dentro desse bloco
tem então o que ele falou, que é o que
os pais contaram e com base naquilo que
os pais contaram, ele faz um primeiro
pedido. Então, basicamente é isso que
esse bloco contém, tá? Se você seguir
então ah um pouquinho descendo mais aí,
você vai ver que a divisão do salmo, né?
Por que que eu fiz essa divisão aí no
versículo 8ito? Por causa dessa
expressão agora, porém, tá vendo aí?
Então, sempre que você vir a partículas
como essa, significa que o texto está
transitando para uma nova fase, para um
novo momento. Então, é por isso que eu
fiz essa linha aí. Nessa segunda parte,
então, ah, no versículo 9, claramente
você consegue ver que essa divisão gera
o que nós vamos chamar da primeira parte
e a segunda parte. Então, e o salmo ele
se divide exatamente aí, tá? Eh, no
versículo 9, ele conta uma uma história
que vai começar daí e vai até o final do
do capítulo inteiro. Seguindo adiante,
você vê então que esse bloco do capítulo
9, ele vai até o versículo 16. Eu passar
um risco aí no versículo 16. E essa é
uma divisão um pouquinho menor dentro
dessa sessão. E o que que esse bloco aí
tem?
Que que esses versos de 9 a 16 eles têm?
Ah, olha, novamente, a divisão, ela é
marcada, né, pelo expressão, tá vendo?
Entretanto, que aparece no versículo 17.
E é isso, então, que mostra sempre que
você tem uma palavra, entretanto, você
está vendo que o texto está transitando
para um momento diferente, tá? Nesse
primeiro ah bloco, então, o salmista ele
vai reclamar para Deus de algumas coisas
que Deus tem feito. Ele fala de cinco
coisas. Primeiro, ele diz que Deus havia
rejeitado, né, o povo e exposto a
vergonha. Segundo ele fala que o Senhor
tem feito, né, tu nos fazes bater em
retirada. Então é uma lista de
reclamações. Terceiro lugar, ele fala
que o Senhor tem entregado o povo como
se fosse ovelhas para o
matadouro. Em quarto lugar, ele fala que
Deus tem vendido o seu povo como se
fosse a preço de nada, nem lucro tem com
isso. E em quinto lugar, ele fala que
Deus tem rejeitado ou perdão, faz-nos
como objeto de deboche. Aquilo que
acontece conosco se torna como motivo
das pessoas comentarem a respeito
daquilo que acontece conosco e motivos
de risada, motivos de provérbio, motivos
de deboche, como o texto diz. Então,
esse primeiro bloco é basicamente isso.
Ele é uma descrição das coisas que o
salmista eh tem a liberdade de chegar e
falar para Deus: "Eu não concordo com
isso. Isso está errado. O Senhor tem nos
tratado de maneira que nós não
merecíamos ser tratado." E aí ele faz
essa lista de cinco coisas que Deus tem
feito. subindo mais descendo o texto,
então você vê que ah, nesse próximo
bloco ele também tem uma nova divisão aí
no versículo
22. E essa divisão ela nesse texto, eh,
nesse primeiro bloco de versículo 17 a
22, a o salmista vai descrever aí
algumas coisas que ele acha que Deus
deveria estar olhando e não está. Na
visão do salmista, Deus não está
percebendo algumas coisas que o povo tem
feito. Primeira delas, vocês viram aí,
nós não esquecemos de
ti. O senhor tem observado isso, senhor,
para est no fazendo, nos tratando da
maneira que o Senhor está nos tratando.
Você já observou? Já parou para observar
que nós não nos esquecemos de ti?
Segunda coisa, é dito que nós também não
fomos infiéis. O Senhor tem observado
isso?
para estar nos tratando da maneira que
está. Em terceiro lugar, o nosso coração
não voltou atrás. Senhor, tem observado
isso? Em quarto lugar, nem os nossos
passos se desviaram dos teus caminhos.
Então, por, essa é a grande pergunta do
salmista. Por que o Senhor tem nos
tratado dessa forma? Por que o Senhor
não nos responde?
Então, eh, esse bloco ele trata
basicamente disso. E por
último, nessa última ascensão do Salmo,
no versículo 23 a 26, você tem os
pedidos. Olha só a força dos pedidos que
o salmista faz. Primeiro, ele diz quase
que de maneira e meio que deselegante e
inapropriada para alguém falar com Deus.
Acorda, desperta,
Senhor, por dormes?
Não é uma maneira comum de alguém falar
com Deus. Vocês se lembram de a Elias
quando confrontando a Baal lá naquela
grande batalha e dos profetas de Baal
com o profeta Elias? Essas foram
palavras ditas a Baal, referindo-se a
ele como um Deus que estava dormindo.
Agora veja aqui o profeta falando a
mesma coisa.
O profeta sabe que Deus não dorme. A
escritura já nos ensinou que o nosso
Deus não é um Deus que não cochila e que
não dormita, mas ele guarda-nos sempre.
Por que então o profeta está usando essa
linguagem? É uma linguagem
pesada. Mais adiante, veja, ele tá
falando: "Porque escondes o
rosto?" E em terceiro lugar ele diz:
"Levanta-te para socorrer-nos". Então,
esses são três, ah, é uma, é um pedido
tríplice, né? Um pedido de socorro que
ele faz a dessa forma. Então, irmãos,
eh, diante disso, cabe nos perguntar por
Deus não está respondendo o salmista?
Qual a razão da demora? com a razão dele
não estar eh querendo envolver-se com
aquilo que o salmista está de maneira já
desesperada a apresentando diante de
Deus. Olha, partindo do pressuposto
correto de que esse salmo está aqui nas
escrituras para nos ensinar alguma
coisa, ah, cabe nos perguntar o que Deus
quer que nós aprendamos. E essa é a
pergunta que eu queria fazer hoje pela
manhã. O que Deus quer que eu aprenda
com esses dois pedidos e o modo como
eles foram feitos. Primeiro pedido é que
Deus ordene a vitória e o segundo pedido
é aquela aquele aquela mistura, aquele
pedido tríplice que ele faz no final.
Então, o que que Deus quer que nós
aprendamos com isso? Primeira
coisa, Deus quer que entendamos, irmãos,
aquilo que nossos pais nos contaram.
Deus quer que nós entendamos melhor. E
para fazer isso, a primeira coisa que é
necessária é que nós devemos considerar
o motivo, porque Deus fez o que fez nos
dias dos nossos
pais. Não, não é fácil você ouvir
histórias de pessoas que viveram antes
de nós. É importante que você seja
preparado para entender aquilo que a as
pessoas nos contam. Veja nos versículos,
nos olhe na sua Bíblia, no salmo, no
início do Salmo, nos versículos 2 e 3,
há um relato daquilo que os pais
contaram. Vocês viram aí? Versículos
dois, especialmente, com a tua mão
expulsastes as nações, estabelecestes os
nossos pais e afligistes os povos e
ampliastes o território de nossos pais.
O que que ele está falando aqui? Essa
essa é uma linguagem que descreve o
período nos dias de
Josué, quando eles estavam conquistando
a terra. E isso aqui ele está se
referindo, irmãos, é algo que já tem
pelo menos 500 anos. É muito tempo. E a
minha pergunta e o desafio que eu tento
mostrar para vocês hoje é: será que nós
estamos preparados para ouvir e entender
as histórias que foram contadas pelos
nossos pais?
A história, irmãos, não é algo simples
de se entender. Não é simples entender
aquilo que aconteceu há tanto tempo
assim.
E nós somos naturalmente inclinados a
olhar para a história alheia e ler os
eventos do passado com os nossos
próprios óculos, com a nossa própria
expectativa. Na melhor das hipóteses,
vemos o passado com o entendimento que
temos hoje e tudo o que acumulamos ao
longo dos anos.
Mas não é assim que nós olhamos a
história. Eu queria fazer um teste com
vocês
hoje. Vamos ver como é que está a sua
percepção da
história. Olha essa foto
aqui. Alguém sabe onde é essa
foto? Essa é uma
foto de 1930.
Essa é a Avenida Adolfo
Pinheiro e essa casa do lado é onde hoje
é a estação a Adolf Pinheiro. E esse é
um bonde que ligava o centro de São
Paulo até a cidade de Santo Amaro. Esse
bonde eh foi inaugurado em 1913 e ele
circulou por 50 anos. Foi desativado em
68.
Como é que, como é que você olha para
uma foto dessa e entende? Então nós que
nunca nunca a maioria, alguns sim, mas a
maioria de nós nunca colocou um pé num
bonde desse. A maioria de nós nunca teve
oportunidade de andar numa estrada de
chão como essa, de poeira como
essa. Nós não temos a noção, irmãos, do
que que é vir pra igreja a pé, na
poeira, no sol ou num bonde como esse
aí.
Então veja, olhar. E nós estamos falando
de pouco tempo, nós estamos falando aqui
de 80 anos, de 70
anos. É muito
diferente. A próxima
imagem, esse é o bonde chegando aí no
Largo 13 em Santo Amaro. Essa já é uma
foto de
1960. Muita tem pessoas aqui. Eu
perguntei, o seu João da dona Ana Borges
andou nesse bonde aqui? Muitas. Ele diz
que ele foi trabalhar várias vezes com o
bonde, mas nós que olhamos para uma foto
como essa, eh, às vezes não temos nem
meios de perceber e de nos colocar na
situação que essas pessoas viverem.
Então, veja, olhar para a história não é
a mesma coisa que olhar para fotos. Se
você não participou daquele momento, se
você não fez parte daquele momento, não
tem como você avaliar aquilo que
aconteceu. E é por isso que eu estou
enfatizando. Ah, simplesmente dizer que
aquilo que nossos pais nos contaram não
basta. Agora, olha, agora uma foto pros
mais novos, porque isso aqui é tudo
muito velho, né, gente? Mas pros mais
novos, pros jovens que estão aqui, vocês
conhecem esse shopping aqui? Shopping
Center Sul.
pros que t aqui hoje 18 19 anos, onde
era esse
shopping? Esse shopping aqui é onde hoje
é o o Boa Vista. Ele foi derrubado no
ano de 2000 para a construção do Boa
Vista. E o Boa Vista foi inaugurado em
2005, mas até o ano 2000 esse era o
shopping que estava no local ali. Os que
são mais velhos, como eu devem lembrar
desse shopping, né? Alguém já disse que
era uma muvuca esse shopping, né? pouco
estacionamento, mas é esse era o
shopping que está aqui hoje no Boa
Vista. Quem teve a oportunidade de andar
ainda nesse shopping e de ver as coisas
como era, se lembram, conseguem ah
mensurar um pouco da
história. Mas, irmãos, ver fotos e ouvir
histórias não é a mesma coisa que
entender o que eles passaram ou sentir o
que eles sentiram. E não é esse o
objetivo de ler e conhecer as histórias
da
Bíblia. A grande vantagem então da
história bíblica é que Deus tenta e Deus
mostra-nos o motivo porque ele fez o que
ele fez. E veja no versículo ah três,
olha só, no finalzinho do versículo
três, o Senhor nos diz, ou o salmista
diz, ao ler e ao ver aquilo que os pais
fizeram, eles diz o seguinte: "Olha, e o
Senhor fez todas essas coisas por te
agradaste deles?"
sublinhe essa expressão, por te
agradaste dele. É, essa é a razão porque
Deus fez o que ele fez nos dias de
Josué. Agora,
observe, é, é, é algo estranho quando
nós falamos de por agradastes dele.
Porque se você for lembrar do que
aconteceu nos dias de Josué, meus
irmãos, ah, havia muito mais razões para
Deus não se agradar de ninguém naqueles
dias. E às vezes me pega de surpresa ler
um texto como esse, dizendo que Deus se
agradou daquelas pessoas. Deus se
agradou deles de um modo que ele não se
agradava das pessoas nos dias do
salmista. E essa era a razão porque ele
não estava respondendo. Mas pense
nisso. O que que significa Deus se
agradar daquelas pessoas? Olha, pelo
menos duas coisas.
Primeiro, considerando a situação nos
dias de Josué, eu diria agradar-se de
alguém significa eh não agradar de
todos, mas agradar de alguns
deles. Na época, por exemplo, dos
espias, vocês se lembram disso?
A maioria dos espias voltaram reclamando
daquilo que Deus havia feito. Somente
Josué e Calebe voltaram mais
esperançosos. Então isso nos ensina,
irmãos, que Deus não precisa se agradar
de todos para poder abençoar uma
geração.
Muitos, em muitos dias, muitos nos dias
de Josué se beneficiaram com as vitórias
do Senhor, porque Deus se agradou de
poucos deles, no caso, alguns poucos.
Então, Deus não precisa e ele não vai
agir e ele não vai responder quando toda
a igreja, toda uma geração se tornar eh
um povo agradável ao Senhor. Mas Deus
quer que haja pessoas
fiéis na
grande luta e na grande conversa de Deus
com Abraão antes da destruição de Sodoma
e Gomorra. Vocês se lembram daquele
pequeno ah leilão que Abraão foi fazendo
com Deus? Se tiver ali 50 pessoas, o
Senhor destruiria o justo com o ímpio da
mesma forma? E Deus responde: "Se tiver
50 lá, Abraão, eu não
destruirei." E Abraão pensa, não deve
ter nem 50, mas e se tiver 45? E ele vai
descendo, descendo, descendo, descendo
até chegar no número 10.
E Abraão pergunta: "Se tiver lá 10
pessoas, Senhor, o Senhor destruiria a
cidade, o ímpio, juntamente com o
justo?"
E Deus responde: "Se tiver 10 pessoas
naquela cidade, Abraão, eu não destruo."
Olha só o que Deus tá dizendo. Sodoma e
Gomorra era um local horrível, mas Deus
estaria disposto a manter a cidade do
jeito que era. Se tivesse 10 pessoas
apenas, ele ainda manteria aquela cidade
idólatra, aquela cidade moralmente
decaída por causa de 10 pessoas.
Portanto, quando o texto diz que o
Senhor se agradou deles, eh, não entenda
com isso que o Senhor agradou de todos
eles, mas o Senhor se agradou de alguns
e alguns poucos.
Segunda coisa que agradar
significa, com base nas coisas que o
salmista listou, aquilo que agradava a
Deus era fazer o que Deus havia
ordenado. Nos dias de Josué, agradar a
Deus significava isso. Faça o que eu
estou mandando e aí vocês vão conquistar
a terra diante de vocês. Deus, irmão, se
agradou daquelas daquela geração, de
algumas pessoas, de um modo que ele não
se agradava mais nos dias do salmista.
Portanto, essa é uma boa perspectiva, a
olhar para fotos, a olhar para imagens,
a olhar para situações com as quais nós
não nos relacionamos, como essa foto que
eu mostrei aqui de 1900, que vocês têm
que perguntar é exatamente isso, ah,
quais foram as experiências que essas
pessoas passaram? E essa é uma boa, uma
boa razão para você conversar com os que
são mais idosos e perguntar como era a
luta, como era a aflição, como era a
lida para chegar na igreja, para viver a
vida como nós ah como eles viviam
naquela época.
Uma segunda coisa, irmãos, ainda para
aprendermos a entender o motivo porque
Deus faz as coisas que faz, é que nós
devemos
considerar o que escolhemos pedir dentre
as coisas que Deus fez aos nossos pais.
Olhar para aquilo que Deus fez com os
outros é
complicado. Eh, veja o que o salmista
pede. Vocês viram aí no versículo 4atro,
diante de tudo o que ele fala sobre o
que os pais fizeram, o salmista pede uma
coisa. Senhor,
ordena a vitória de Jacó. É isso que ele
pede. É um pedido
correto. É um pedido correto, irmãos.
salmista aprendeu que a vitória não
depende daquilo que nós fazemos. Se Deus
não ordenar a vitória, se Deus não
ordenar que algumas coisas aconteçam,
não acontecerá nem pela força, nem pela
violência, nem pela arma e nem pelo meu
arco, como o salmista já mostrou aqui.
Então, ele pede: "Senhor, ordena, ordena
a vitória, ordena que algumas coisas
aconteçam, porque do
contrário nada vai acontecer." E e esse
tipo de coisas, irmãos, é importante nós
aprendermos uns com os outros. Você tem
filhos pequenos? Você tem filhos na
faixa aí de 6, 7 anos e acha que ah, não
aguentam mais. Meu Deus do céu, eu vou
pirar essa semana. Converse com quem tem
já filhos maiores, 20 anos, 30 anos.
ganhe um pouco de
perspectiva ou pergunte para as pessoas
que naquela época que tinham bonde, que
tinham como é que eles andavam, como é
que a criança vinha. Imagina uma criança
dentro de um bonde, irmãos, é quase
colocar para o caminho da morte. Imagina
uma criança dentro de um bonde. Bonde
não tinha
porta. E muitos aqui falam que entrava
no bônus sem pagar, saía também pagar. E
era uma, mas mais importante do que
pagar e não pagar é a questão da
segurança. A questão da
segurança. É importante nós nos
lembrarmos disso. Aquilo que nós pedimos
a Deus
hoje é algo que precisa ser olhado à luz
daquilo que os nossos pais nos contaram,
entendendo as experiências
dele. Eu me lembro de uma ocasião e isso
nunca me sai da
cabeça. E foi numa igreja lá em Goiânia
ainda. Eu era
seminarista e a igreja de Goiânia ela
tem uma uma marquisa na frente assim que
dá para que as pessoas quando chegam na
igreja consigam descer rapidamente e
entrar pra igreja. Se tiver chovendo,
mais ou menos dá para não molhar. E
naquele dia tava
chovendo e uma
senhora muito elegante,
muito preocupada com a
aparência.
Eu lembro disso como se fosse hoje. Ela
na correria de colocou um uma bíblia, um
plástico na cabeça assim para sair. E na
hora que ela foi sair do carro, ela acho
que enganchou a meia calça da perna dela
assim no eh no alguma coisa no banco e
deu uma desfiada assim na meia
calça. E ela falou algo que eu fiquei
pensando dela, ela chegou a falar a
palavra
maldito, maldito, né? A essa chuva, né?
que faz com que eu e aí ela falou várias
coisas que não vou falar aqui no púpito,
mas veja só, ela tá chegando na igreja
de carro, ela está andando três passos
para entrar para dentro da
igreja, a meia calça dela
desfiou e ela acha que maldito tudo o
que está
acontecendo. Isso, irmãos, é falta de
perspectiva. É falta de nós sentarmos
para conversar com pessoas
que nem já andaram com meia calça porque
sabe que quem vai pegar um bonde tem que
pular no bonde para pegar ele andando.
Não pode ter nem meia calça e nem sapato
de salto,
não. Então nós
precisamos acomodar e talvez colocar
numa nova moldura aquilo que nós pedimos
a Deus.
Lembre-se disso. Lembre-se de conversar
com as pessoas e não apenas imaginar um
passado como ele foi e daí você criar
várias expectativas do modo como Deus
deveria agir com
você. Mas, infelizmente, mesmo falando
as coisas certas, mesmo falando aquilo
que deveria ser falado, o salmista ainda
não ouviu uma resposta de Deus. Ele
ainda não ouviu o que ele gostaria de
ouvir, que é por que Deus não faz nada.
E aí isso leva-nos inevitavelmente a à
segunda pergunta, né? Deus quer nos
ensinar. Deus quer que nós entendamos
aquilo que os nossos pais contaram, mas
também pode e o ele quer que nós
entendamos porquê. Esse é o ponto.
Porque ele não age da forma como agiu
com os nossos pais. Há um motivo porque
Deus não age da forma como ele agiu com
os nossos
pais. Há muitas coisas que existiam
naquele tempo que não existem mais. Mas
o mais importante, há muitas pessoas que
viveram naquele tempo que não existem
mais.
Irmãos, deixem-me falar uma coisa para
vocês e guardem bem isso. Deus se agrada
de pessoas muito mais do que ele se
agrada de instituições e
edificações. Há momentos em que o
próprio Deus entrega as instituições e
as edificações para serem derrubadas e
instintas, como foi o caso do templo e o
trono de Davi em Jerusalém. Deus gosta
de pessoas. Ele não gosta de
instituições e edificações. Ele preserva
e ele mantém por causa das
pessoas. E esse é um bom lembrete para
que nós também tenhamos esse
olhar. Conforme lemos aí, veja no
versículo 17, eh, na sua Bíblia, o
salmista vê que agora, mesmo ele tendo
feito o que fez, o Senhor parece estar
interessado em humilhar-nos.
Veja no versículo 17. Tudo isso nos
sobreveio. Entretanto, não nos
esquecemos de ti. Fomos não fomos
infiéis a a à tua aliança. O nosso
coração não se voltou atrás, nem os
nossos passos se desviaram. Então ele
faz essa lista
completa, mas no final, o versículo 22,
ele diz: "Mas por amor a ti, nós somos
entregues à morte continuamente. Somos
considerados como ovelhas para o
matador." Então, lendo esse texto,
irmãos, você consegue eh ver a resposta
para a pergunta: por que que Deus não
age mais da forma que ele agiu com os
pais? Você consegue ver a resposta aí
nesse versículo 22? Por que que Deus não
age mais da forma como ele agiu com os
nossos pais?
A resposta aparece inclusive duas vezes
no texto. Primeiro, no versículo 11 é
dito que o Senhor eh nos entregou como
ovelhas para o matador. E aí no
versículo 22 ele volta a falar
nisso. Somos considerados como ovelhas
para o matador. A geração do
salmista é uma geração escolhida por
Deus para experimentar, não para
experimentar as vitórias, mas foi uma
geração escolhida para ilustrar a figura
de uma ovelha sendo levada para o
matador. É, é uma outra
geração. E a geração do salmista foi
escolhida para experimentar um novo tipo
de vitória, um estranho tipo de vitória
que Jesus explicaria mais adiante quando
ele diz: "Porque quem quiser salvar a
sua
vida
perderá. E quem perder a sua vida por
minha causa, esse a achará."
Essa é a razão porque o salmista não
está vendo o Senhor responder, porque o
Senhor quer que aquela geração seja
usada para ilustrar o sofrimento vicário
de Cristo. Essa explicação porque o
Senhor tem tratado o povo como ovelhas
sendo levadas para o matadouro. E essa,
irmãos, é uma perspectiva eh muito
importante, porque Deus não só usa o seu
povo para produzir vitória, mas ele usa
também para ilustrar aquilo que o Senhor
fará. Deus não esconde o seu rosto da
nossa miséria, mas ele olha para a nossa
miséria com o mesmo olhar que ele olhou
para o seu filho Jesus.
Deus não nos rejeita para sempre, mas
ele olha para nossa situação lembrando
daquilo que o seu próprio filho uma vez
pediu. Deus meu, Deus meu, por que me
desamparaste?
Então, quando Deus olha para a nossa
situação, olha para o nosso clamor, ele
se lembra, ele lembra-se também daquilo
que o seu filho Jesus havia
feito. O apóstolo Paulo, ele irá citar,
irmãos, o Salmo
42. E olha só o local onde ele cita.
Abra comigo aí na sua Bíblia, Romanos,
no capítulo 8. É um texto conhecido e
nós vamos caminhando para o fim. Romanos
8, a partir do versículo
31. Olha só o argumento que o apóstolo
Paulo vai construir e ele vai culminar
falando do Salmo 44, que é o que nós
estamos lendo aqui. Ele diz: "Olha, nos
Romanos 8:31, que diremos então à vista
dessas coisas? Se Deus é por nós, quem
será contra
nós? Aquele que não poupou o seu próprio
filho, mas por todos nós o entregou,
será que não nos dará graciosamente com
ele todas as coisas? Quem intentará
acusação contra os eleitos de Deus? É
Deus quem os justifica e quem os
condenará. É Cristo Jesus quem morreu,
ou melhor, quem ressuscitou, o qual está
direito de Deus e também intercede por
nós. Quem nos separará do amor de Cristo
não será tribulação? Esse é um texto bem
conhecido. E aí no versículo 36 ele cita
o Salmo 44, como está
escrito: "Por amor de ti somos entregues
à morte
continuamente. Fomos considerados como
ovelhas para o matadouro. Em todas essas
coisas, porém, somos mais que vencedores
por meio daquele que nos amou". Meus
irmãos, Paulo também foi alguém que Deus
escolheu não para ver
vitórias, mas foi alguém que Deus
escolheu para
tipificar, para ser
aquele entregue como ovelha caminhando
para o
matador.
Conclusão. Nós não sabemos, nós não
sabemos, irmãos, como
Deus tem reservado e tem planejado o que
que ele vai fazer com a nossa geração.
Nós não sabemos se ele nos usará para
demonstrar o seu poder, nos dando a
vitória, ou se ele nos usará para
demonstrar o sofrimento. Não tem como a
gente saber disso. Mas se aprendemos a
ler corretamente aquilo que ele fez aos
nossos
pais no
passado, aprenderemos que Deus alterna
de tempos em tempos o modo de tratar o
seu povo. Nós precisamos entender
isso. Deus não age sempre da mesma
forma, mas ele alterna de tempos em
tempos o modo como ele trata as pessoas.
E nós não deveríamos ficar apegados a
uma imagem do passado que é apenas uma
imagem da nossa mente. Olhar para uma
foto de 1900 não é a mesma coisa que ter
vivido no ano de
1900.
Olha essa
foto. Tem uma coisa muito sinistra sobre
essa foto. Alguém consegue ver o que que
tem de muito sinistro nessa
foto? Tem algo estranho nessa
foto. O que é estranho nessa foto é que
essa menina, na verdade, ela está
morta no século XIX. em 1890, para ser
mais preciso, as pessoas tinham o
costume de tirar fotos com as pessoas já
mortas, colocadas numa posição como se
tivesse
vivas, porque a fotografia não era uma
coisa assim tão comum. Então, para
guardar uma
memória de alguém como ela existiu.
Então, a criança, na verdade, ela está
morta. E essa é uma foto de 1890.
E é é dito que muitos mortos eram
colocados ou sozinho ou juntamente com
um parente, no caso aqui a mãe, para
tirar uma foto e a a criança já está
morta nessa mesma época.
Não lá, isso aí é na Europa, mas o
missionário que trouxe o
presbiterianismo pro Brasil, Ashbell
Green Simonton, fundador da Igreja
Presbiteriana do Brasil, ele enfrentou
também a dor da morte da sua
esposa, Helen
Murdock, apenas ve dias depois de ter
dado a luz à sua filha. E ele também
tirou uma
foto. Essa é uma foto do Simon com a sua
filha, só que ela não tá morta.
Por incrível que pareça, 3 anos depois
da morte da
mãe, o próprio Sarmato também morreu com
malária. Mas o Simonton, na ocasião da
morte da sua esposa, olha só as palavras
que ele diz, isso está registrado no seu
diário. Ele diz: "Deus, tenha piedade de
mim
agora, pois águas profundas rolaram
sobre
mim. Minha querida Helen está estendida
em seu
caixão e na salinha de entrada ela está.
Deus a levou de repente que ando como
quem
sonha, mas graças à aquele que morreu e
ressuscitou por mim."
Esses
sentimentos tão
completamente
avaçaladores não dizem toda a
verdade. Abálsamo mesmo para as feridas
como essas. O céu é o lar do crente, é o
meu lar. Tudo o que eu mais amo está lá.
meu pai, minha mãe, minhas irmãs e minha
esposa. Mas acima de tudo Jesus está
lá. 3 anos depois, então Simon também
morre. Mas ele nos deixa, irmãos, a
perspectiva de alguém que conhece,
conhece a história e sabe o que é que
Deus faz de tempos em tempos.
Não se apegue, não se apegue a coisas
que nós idealizamos do passado. Aprenda
a ver como é que Deus age de tempos em
tempos na vida das pessoas e que ele nos
ajude a ter uma perspectiva
correta, porque às vezes ele nos
responde e porque às vezes ele nos deixa
aguardando. Vamos orar.
Ó Deus
bendito, o Senhor nos criastes limitados
ao tempo e ao
espaço. Não somos capazes de
experimentar as coisas que os nossos
pais
experimentaram. Ouvimos falar o Pai da
aflição
deles. Já vimos algumas fotos do que
eles fizeram.
onde eles
foram, mas não temos como sentir, não
temos como
colocar-nos em seus próprios dias. Por
isso, ó Deus, ajude-nos a entender com
base na tua palavra, com base na
experiência que o Senhor nos faz ter com
a tua palavra, que o Senhor é um Deus
que se agrada de pessoas, de tempos em
tempos. O Senhor se agrada de pessoas.
Ajuda-nos, a Deus a ser homens e
mulheres que agradem a ti. A fim de que
toda uma geração, a fim de que todos os
filhos às vezes que andam de maneira que
desagradam a ti, o Senhor Deus é capaz
de abençoar os nossos filhos por causa
do modo como o Senhor se
agrade, portanto, ajude-nos, ó Deus, a
andar de maneira reta e íntegra em teus
na tua presença. E pedimos isso no nome
de Jesus, o teu filho. Amém.

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