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A fé vem pelo ouvir

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot

O Amigas da SAF é um clube do livro com reflexão bíblica sob a perspectiva reformada e acolhe mulheres de todas as idades!

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Legendas automáticas:

É o projeto da SAF, amigas.
da SAF Clube do Livro.
É um prazer ter todos vocês conosco
mensalmente também hoje, nesta manhã,
nosso último encontro deste semestre,
quando terminaremos
o livro proposto na temporada 2025.
sobre a temporada, sobre o segundo
semestre do livro da temporada. Mais
adiante falaremos a respeito.
Nós somos muito gratas a Deus pelo
privilégio,
pela oportunidade que ele nos concede
nos de nos reunirmos
neste clube do livro, confraternizarmos,
estudarmos, refletirmos,
aprendermos e aplicarmos
tudo na nossa vida. Momentos preciosos
de reflexão.
Agradecemos a Deus e a vocês que nos
acompanham.
Eu gostaria de falar a todos que na o
Clube do Livro tem um grupo no WhatsApp.
Esse grupo é fechado, só as
administradoras
publicam.
Vocês podem entrar através do link ou
pedirem para serem adicionados. tanto
vocês presencialmente
como aqueles também que estão nos
acompanhando pela transmissão.
Esse grupo eh é abastecido
semanalmente com incentivos para
leitura. Que que são esses incentivos?
São eh textos que a professora Regina e
as coordenadoras postam para nos
auxiliar na nossa reflexão, no nosso
estudo, para nós aproveitarmos mais.
Então, fiquem à vontade para integrarem
o nosso eh WhatsApp do Clube do Livro.
Eu vou pedir a Leulair, que é uma das
coordenadoras, para vir aqui orar,
agradecendo a Deus esse privilégio e
pedindo a ele que nos dê entendimento,
compreensão, que nós possamos nesta
manhã eh ser abastecidas e alimentadas
com a palavra para as nossas vidas.
Bom dia, irmãs. Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós te agradecemos
pelo privilégio que temos de poder
reunir aqui para refletir em torno dos
da tua palavra, usando esse livro como
instrumento, como apoio para aprendermos
mais do Senhor mesmo. Te agradecemos, ó
Pai, pelas pessoas que o Senhor tem
colocado à frente deste clube, do livro,
porque é uma forma de nos ensinar, de
nos exortar.
de fazer com que nós, a nossa fé se
fortaleça no Senhor. Te pedimos, Senhor,
que
o Teu nome seja aqui glorificado nessa
manhã. Que cada uma, cada um de nós saia
daqui sabendo mais a respeito do Senhor,
mais prontos a te servir, mais prontos,
ó Pai, a entregarmos a nossa vida para
ser usados por ti, onde quer que formos.
Nós te agradecemos, Senhor Deus, e te
pedimos que o Senhor esteja com todas as
pessoas aqui presentes e aquelas que
estão à distância. Que o Senhor mesmo
nos abençoe e nos visite, Senhor Deus,
para que o Teu nome seja sempre
glorificado.
Te louvamos no nome do Senhor Jesus.
Amém.
Nós temos falado em todos os nossos
encontros de um assunto muito importante
para a primeira igreja e para as
mulheres da primeira igreja. Não poderia
ser diferente nesse encontro. Nós temos
que falar porque a data se aproxima e
nós temos o prazer de ter conosco o
nosso pastor efetivo, que tanto tem nos
apoiado, nos assistido e tem caminhado
conosco, reverendo Ruben Cirqueira, a
quem eu peço que venha aqui e ponha a
arte aí da do que ele vai falar.
Após a fala do pastor Rubens, a nossa
professora Regina nos conduzirá
doavante.
Bom dia mais uma vez.
Bom dia. Eh, para relembrar e eu sei que
toda conferência que nós fazemos, eh,
nós só teremos êxito se nós mesmos
estivermos engajados na eh nessa ideia e
lembrando de convidar outras pessoas
para que possam comparecer, né? Como
vocês sabem, nós faremos as duas
conferências, né? a fé reformada, eh,
junto, né, com a conferência também para
as mulheres. Mas lembrando aqui, eh, nós
teremos a conferência
da Fé Reformada e esse é um evento
também comemorativo dos 90 anos, né, da
nossa igreja também até eh como presente
paraas nossas vidas. Essa semana
passada, eh, o Ronaldo Lidório, ele eh
confirmou que ele vai ficar no domingo,
né? No domingo é o da semana aqui da Fé
Reformada, que ele ficaria só até o
sábado, né? Mas ele ficará domingo pela
manhã para trazer uma mensagem, né?
Especialmente pra igreja, tá?
Nós teremos o Paulo César do Logos
fazendo a música e na sexta e sábado, se
me falha a memória, mas na abertura nós
teremos um grande coro da nossa igreja.
Vai ser uma grande festa, né, também
comemorativa
do do aniversário da igreja. Então o
nosso tema é esse, meios ordinários,
fins extraordinários,
palavra sacramento e a grande comissão.
Vamos estar aí Elias Medeiros, Ronaldo
Lidório, Robson Grangeiro e o reverendo
Roberto Brasileiro serão os palestrantes
nesse dia, tá? Então nós contamos com o
apoio e a ajuda de cada um, fazendo a
sua inscrição, eh porque isso nos ajuda
muito na logística, né? A logística é
grande, né? aqui para pra gente fazer.
Então, eh quanto mais rápido você fizer
a inscrição também nos ajuda nesses
aspectos. Como nós falamos da primeira
conferência reformada PIPG Mulheres,
ela acontecerá à tarde. Então, lembre-se
que se você fizer inscrição paraa
primeira conferência, eh, aqui você já
tá inscrito também. Automaticamente,
eh, você já estará inscrita na
conferência. para mulheres. O tema
também é próximo, é teologia, a grande
comissão e a igreja local, tá? Nós
teremos aqui
a Bet Pavão, Elen Vaão e a Rosana
Rossana, né, Lidório, que também estará
conosco nesses dias, tá? Da mesma
maneira, então, eh, faça as suas
inscrições e fale com as pessoas que
você conhece de outras igrejas. Nós
temos algumas
eh pessoas que têm entrado em contato e
que disse eh tem falado que vem, né, de
algumas cidades, né, já algumas cidades
de Minas, mas Cuiabá entrou em contato,
disse que algumas mulheres estão vindo,
eh, e assim de pouco em pouco, mas
depende da nossa divulgação,
tá? Então, é uma oportunidade única pra
gente, para que nós possamos, além de
comemorar, né, o nosso aniversário, eh
também nós estaremos eh aprendendo um
pouco mais da palavra de Deus. E eu
quero também dar já mais um spoiler.
Nós eh esse ano nós estamos lançando um
programa paraa igreja.
Como aniversário da igreja é comemorado
também no ano, no mês do aniversário da
nossa cidade de Goiânia. E nós temos
quase a idade de Goiânia também. Nós
pensamos em alguma coisa que a igreja
pudesse fazer pra cidade,
um presente paraa cidade, né? Esse ano
vai ser a primeira vez. Nós teremos um
grande concerto no
teatro ali, o Brasileu França. Já está
agendado no dia 31 de outubro, aliás vai
ser no dia 30, mas é em comemoração à
reforma. Serão peças voltadas paraa
reforma protestante de música clássica,
né? e nós eh estaremos divulgando na
cidade. A ideia é que isso entre no
roteiro cultural da cidade e que seja um
programa da PPG oferecendo à cidade eh
um presente, tá? Então esse ano vai ser
a primeira vez. Ore em favor disso.
Graças a Deus o teatro já está
reservado, já foi oferecido. A orquestra
também já foi também eh reservada para
isso, né? Então, Deus tem nos abençoado
nesse sentido. Orem e divulguem, né? Que
Deus nos abençoe.
Bom dia a todos nessa manhã tão festiva,
eh onde o nosso coração
eh se alegra
eh pelas boas notícias. Boas notícias
que envolvem o reino, que envolve o
reino, principalmente
esta que o pastor Rumes nos trouxe de
oferecer à cidade, o nosso papel social,
né? A nossa fé reformada envolve isso.
Eh, quero cumprimentar também
aquelas pessoas que nos assistem pelo
YouTube. Muito obrigada. por nos
acompanhar até hoje.
Hoje que nós estamos fechando o semestre
e
terminando
a a leitura, a reflexão, o
compartilhamento deste livro, uma vida
de obediência.
Uma vida de obediência.
Nós
até agora podemos
afirmar que nós já aprendemos.
Passou na nossa mente e desceu ao nosso
coração. O quê? Esse ensino que a autora
desde o início nos passa.
Todo cristão
é chamado
a ter uma vida de obediência. Todo
cristão é chamado
ter uma vida de obediência. E a
obediência, segundo ensino, e a
obediência não passa por sentimentos
e sim pela disciplina.
A partir daí, dessas duas afirmações,
a autora começa a apresentar quais sejam
nesse momento, ela encerra dizendo:
"Existem outras
propostas,
existem outras disciplinas, mas ela
apresenta sete que compreende eh o
subtítulo do livro, sete disciplinas que
a partir delas
eu eh obedeço. São essas disciplinas que
vão permitir a minha vão me conduzir,
vão me levar a uma vida de obediência. E
quais sejam então, ela coloca no
subtítulo sete disciplinas
para a vida do cristão. Sete disciplinas
para a vida do cristão. E a primeira
apresentada é a disciplina do corpo. Por
que que ela faz isso? Porque nós
exercitamos a nossa fé no corpo.
Em a disciplina da mente, ela nos
apresenta a beleza de uma mente
ordenada. e limpa.
Caminhando, ela considerou acerca do
dever, da honra, do respeito. E aí ela
nos apresenta então a disciplina da
posição.
Nessa disciplina da posição, ela nos diz
o que me atingiu, vou compartilhar, que
todo cristão deve ter um senso,
deve saber o seu lugar, um senso de
posição. Como quem é essa pessoa
e quem sou eu em relação a ela? Porque
somos todos pessoas que estão debaixo de
autoridade a todo momento.
Então aí ela apresenta essa terceira
disciplina.
Na disciplina do tempo, ela nos
confronta com uma pergunta:
Como devo dar conta do meu tempo
ao meu mestre?
E aí ela apresenta também, eh, gostei
muito, eh,
quando ela faz, eh, essa explanação na
disciplina do tempo
que o Senhor nos deu sinais de pontuação
do tempo, quer seja manhã,
noite,
a alvorada, o amanhecer,
o anoitecer, o pôr do sol,
eh os dias um após o outro, semanas, os
meses um após o outro,
as estações, inclusive nós apresentamos
um vídeo de um filme, o Um violinista no
telhado, o Ovilionista no telhado, que
ele tem essa música, está no YouTube,
Sun Sun Sunrise. Scique, estações vão,
estações vem, que a nossa vida ela é
composta de estações que vêm, estações
que vão, onde eu me alegro e em outras
eu posso ter tristeza, posso ter
lágrima. Daí o nome da música.
E aí também ela comenta na disciplina do
tempo o tempo de Deus, o quão
tranquilizador,
o quão estabilizador, o quão calmante
é recordar as grandes histórias bíblicas
e ver o tempo de Deus, que é no tempo de
Deus
que as coisas acontecem de acordo com o
seu conselho.
de acordo com essa préciência.
E aí
nós vimos no nosso último encontro
também a disciplina das posses, onde ela
considerou eh coisas materiais, que as
coisas nos são dadas por Deus, nós
recebemos
e devemos ser gratos e elas são dadas
para o nosso aprasimento, para o nosso
prazer. Mas as coisas elas não são
eternas, elas são temporais. E falamos
também de ser acumulador
ou acumuladora. E hoje nós vamos então
refletir das duas últimas disciplinas,
a disciplina do trabalho e a disciplina
dos sentimentos.
Eh, na disciplina do trabalho,
antes de retomar agora, então vamos, eu
fiz uma breve introdução retomando todas
elas já vistas desde março. Agora,
então, nós vamos lá na disciplina do
trabalho e quero deixá-las à vontade
para se colocar, para compartilhar
algo que eu não tenha dito e que atingiu
eh a mente, o coração de vocês ou por
outro lado, que seja realmente
importante e que não foi eh levantado
por mim. Então, vejamos
lá na página 159, a disciplina do
trabalho.
A autona nos diz que o trabalho cristão
é qualquer
tipo de trabalho,
desde limpar um esgoto até pregar um
sermão que é feito por um cristão e
oferecido a Deus. Então, trabalho
cristão é qualquer tipo de trabalho e
acrescenta que um cristão ele encontra
realização não num tipo particular de
trabalho que faz, mas na forma como faz,
pois esse é um serviço, esse é um
trabalho
para ele.
Na nossa sociedade contemporânea, acho
que acho uns
30 anos atrás, veio essa distinção.
Serviço e trabalho. Serviço sempre tem.
Agora, o trabalho formal
é nem sempre. Mas aí ela nos diz,
eh,
se considerarmos
o Senhor do céu pegando uma toalha e
lavando os pés,
esta pergunta, será que Deus me pede ou
nos pede para fazer o que está abaixo de
nós? Não, eu tenho uma determinada
formação, eu não posso fazer esse tipo
de trabalho.
Mas quando eu trago a mente o Senhor
com uma toalha
lavando os pés, esta questão
ela não me incomoda mais.
Nós temos que lembrar que nós estamos
aqui a serviço.
A serviço, não, como ela iniciou, é
qualquer tipo de serviço que é feito
pelo cristão e oferecido ao Senhor.
Agora,
durante o nosso trabalho, ela nos chama
atenção. Nós devemos estar atenta,
atentos. Nós nos devemos ater.
O inimigo tem muitos meios de entorpecer
o brilho ou nos distraindo,
nos deixando entediados com o que nos é
dado para realizar, fazendo com que
pareça que não tem valor. Nós temos que
lembrar que todo trabalho que Deus nos
dá, ele tem, existe um caráter
espiritual.
Potestades e forças
espirituais estão contra nós para nos
arrastar para baixo, para nos
desencorajar.
Então, a nossa oração durante o nosso
serviço deve ser
Salmo 90
17.
Seja sobre nós a graça do Senhor nosso
Deus. Confirma sobre nós as obras
das nossas mãos. Sim. Confirma a obra
das nossas mãos. Então, nós podemos
escrever livro, cozinhar uma refeição,
vender a pollice, o que quer que seja,
mas haverá dias em que o faremos sem
entusiasmo
e
eh outros dias nós faremos
desanimadamente.
Mas aí ela diz, eh,
se o trabalho estiver
eh
ensopado, ela fala, ou revestido
eh
de oração, tô tentando aqui que eu
sublinhei essa parte.
E quem encontrar pode falar em que
página que está, que se o trabalho
estiver enopado de oração,
a beleza estará lá,
o trabalho será estabelecido.
Alguém encontrou
16
69. Obrigada, Leir. Muito obrigada.
Muito obrigada.
Eh, avançando, ela nos diz que o
trabalho
é uma bênção. O trabalho é uma bênção.
Deus arranjou o mundo de tal forma que o
trabalho seja necessário e ele nos dá
mãos, ele nos dá força para fazê-lo. E é
a alegria do trabalho bem feito que nos
permite desfrutar
do descanso. E ainda nós estamos na
página 171,
avançando, ela diz do valor terapêutico
do trabalho. E nesse ponto ela dá uma
ilustração da própria vida.
Nós já sabemos que a nossa autora,
missionária,
eh,
trabalhou junto aos índios na floresta
amazônica do lado do Equador. O seu
marido, junto com outros quatro
missionários, na década de 50, foram eh
massacrados por índios canibais.
E ela, naquela ocasião tinha uma
menininha de 10 meses, Valery, que
também já escreveu vários livros.
E ela diz que se viu numa situação
eh com o nenê para cuidar, com as
meninas que elas ela estava
alfabetizando,
com as tradução, ela tava tradução para
primeiro para o espanhol, depois eh para
os índios quich ela trabalhava. Então,
eh, ela teve que aprender o espanhol,
depois ela teve que a língua dos
quichuas, então, e aí tinha também um
motor que tinha um óleo diesel, porque a
luz era assim, nesse momento aonde ela
estava, nessa parte da selva, coisas que
o marido dela fazia, ela tinha as
atribuições e o marido dela também. E aí
quando ela dis que se viu com as dela e
a do marido e o marido massacrado
daquela forma,
eh quando ela
eh lembrava de olhar para cima, ao invés
de olhar ao redor essa situação que eu
descrevi, quando ela erguia os olhos ao
céu e via o seu amado Senhor junto a
Deus Pai,
intercedendo.
Veja a importância de nós sabermos a
palavra de Deus, a doutrina, isso a
fortalecia.
Então, eh, o trabalho, como ela disse,
eh, foi mais fácil e mais agradável. Aí
ela diz que oferecia, ela recebia aquele
trabalho. Eu recebo esse trabalho. Ele
não é um trabalho. Ele tem que passar
pela cruz
particular dela, né? Mas eu recebo e eu
ofereço a ti, Senhor. E aí ela lembra
também um outro episódio da vida dela,
do segundo marido, com um evento de
câncer, que ela tinha que preparar o
alimento, cuidar da roupa e quando ela
se deparava com a roupa para ser lavada,
a comida para ser feita, a inapetência
do marido, os pratos que ela tinha que
pensar, o que que eu vou fazer hoje para
que ele possa comer?
E quando ela se via nessa situação,
novamente também, né? Eh, nós estamos no
na parte que diz: "O trabalho é uma
bênção."
Quando ela se deparava com a roupa a ser
lavada, a comida ser feita, a casa
organizar,
ela dizem que que bom, que bom que eu
tenho que botar a mão nisso, que esse
trabalho ele era terapêutico,
tirava ela um pouco daquele clima e
aquela ordem que exige um trabalho
doméstico, tem que ter uma ordem
e aquele resultado de ter feito aquela
organização
doméstica, aquela roupa lavada, aquilo,
ela assim, eu fiz alguma coisa, ela se
sentia tão bem. Então, o trabalho é uma
bênção, nós vimos na primeira parte e
agora ela levanta. O trabalho ele é
terapêutico, o valor terapêutico do
trabalho. E aí também ela coloca para
nós que a atitude do cristão em relação
ao trabalho, esse trabalho, esse
serviço,
eh ele não é feito para os homens, ele é
feito para o Senhor. E isto é
revolucionário. trabalho cristão,
quer seja em o ambiente que eu estiver,
doméstico,
eh, ou no trabalho formal, esse trabalho
é para o Senhor.
Então, essa atitude
eu estou fazendo para o Senhor, então eu
faço o meu melhor.
Então, essa colocação que ela traz, eu
acredito que algumas de vocês já devem
ter experimentado, porque caso
contrário, eu me sinto lesada,
eh, amargurada, ressentida com aquele
tipo de trabalho que eu estou fazendo. E
por fim, ela diz: "Um cristão é
caracterizado por uma vontade de
trabalhar."
E Paulo fala em Tessalonicenses,
eh, aquele que não trabalha que não
coma, né? Então, nós estamos na página
178.
E
encerrando essa parte, a disciplina do
trabalho, ela diz assim:
eh,
não só uma bênção,
não só um valor terapêutico,
o trabalho,
essa capacidade de trabalhar, ela é um
dom.
Existem bênçãos que nós tomamos como
garantidas, nossas pernas de ir da
cozinha para o quarto, da cozinha para a
lavanderia, a nossas pernas para sair de
casa e para um trabalho formal, a nossas
pernas para nos movimentarmos, irmos eh
se embora perto de uma padaria, irmos a
pé a uma padaria,
as nossas mãos de pegar um aspirador,
uma vassour
eh os nossos dedos.
Então, nós temos como que garantido
essas bênçãos, essas habilidades
eh
que temos que consistem em um dom, esta
habilidade,
porque
eh também algumas de nós aqui já
experimentou eh
que algumas vezes sentamos, já temos
dificuldade para nos levantar. Não é tão
fácil nos levantarmos de uma cadeira à
medida que os anos vão passando, que as
nossas pernas vão perdendo a força.
Então,
eh ver que essa capacidade de trabalhar
é um dom. É um dom.
Eh, fazer tudo que tiver as mãos,
porque vai chegar uma hora que nós não
vamos fazer. Então, nós não temos que
murmurar, reclamar.
E podemos passar agora pra nossa segunda
disciplina. Alguém gostaria de colocar
alguma contribuição?
A Leulair gostaria de falar.
A Tânia tá levando para Leolair o
microfone para ficar audível a questão.
Primeiro corrigir que o a aquela frase,
o trabalho que estiverado de oração, tá
na página 170, no finalzinho da página.
Ah, 170. Obrigada. A outra, a outra
coisa é que duas, duas questões me
chamaram muita atenção nesse capítulo.
Um foi ela falar a respeito de Estevã. E
Estevon, ela assim me chamou muita
atenção essa questão da disciplina do
trabalho. Ele ele foi tão obediente e
assim o trabalho dele tinha para quem
ele tava fazendo, que era servir as
mesas. E o trabalho era dedicado ao
Senhor, que ele foi obediente até a
morte, né? Isso. E e Estevão, ela mesmo
fala, ele podia ter aspirado outras
coisas ali, mas ele tá fazendo um
trabalho para o Senhor. E isso me levou
pra disciplina da posição, porque ele
não julgou ser humilhante, servir as
mesas. E como assim? os apóstolos também
não. Então eu acho que isso foi assim,
foi me chamou muita atenção neste
capítulo quando ela dá o testemunho da
vida de Estevão e e o outra desculpa
falar a respeito disso, mas esse
capítulo ele é um tapa na minha cara.
Por isso que eu acho, porque assim,
hoje, no mundo de hoje, o trabalho tá
muito associado à posição que você quer
ocupar na sociedade. E aí você passa a
ter coisas e não a ser e servir ao
Senhor com seu trabalho, né, com a
posição que ele te dá.
Acho que esse é muito bonito nesse
capítulo.
Obrigada, Leolair. Muito importante essa
participação.
Eh, quando tu traz um registro dela de
Estevão, ele não eh
ele não achou humilhante.
Ele ele poderia aspirar a ser mais.
E a mim também chamou atenção quando
assim, ele poderia ter aspirado ser ou
fazer milagres ou fazer dar uma palavra.
E se nós formos, eu, é um incentivo
voltar lá no livro de Atos e ler o
capítulo 7, a palavra, o conhecimento
que Estevan tinha, ele poderia assim,
ele volta, vai lá em Moisés, ele pega
toda a história do Antigo Testamento,
ele coloca,
eu acho que em quantos e é um capítulo,
né?
em um capítulo ele consegue e em acho
que em 30, 40 versículos, ele
isso, ele mostra quem ele era, o
conhecimento que ele tinha da história
de Deus agindo
no povo.
Então,
eu acredito que não eram todos que
tinham essa capacidade, essa habilidade.
que ele falou ali, o sermão dele, não é?
Então assim, mas agora então eu vou
parar, eu poderia estar falando, eu falo
muito bem, eu vou servir mesas, as mesas
agora não.
Obrigada, Lelair, por nos trazer isso.
Pode falar.
Eh,
eu achei interessante porque na parte
que fala eh das pessoas que não querem
fazer um trabalho que não está à altura
dela, né? Isso. E isso me tocou muito
porque semana passada eu participei de
um grupo, nós fomos fazer limpeza na
casa de um irmão e tinha pessoas de
várias classes sociais ali, né? Pastor,
advogada, né? eh
eh universitárias e aposentadas como eu,
né? Então, eh eu vi como é a diferença
do cristão, né? Isso paraas pessoas do
mundo, porque para nós realmente não tem
que ter essa diferença do, né, de um
trabalho melhor do que o outro, né?
qualquer trabalho é digno e e ainda mais
a gente fazendo com amor, servindo um
irmão, né, que foi muito bom e foi muito
gratificante. Parece que nem cansou, nem
cansou. Foi muito bom porque nós somos
servi um irmão, porque nós somos cristã
e temos esse privilégio de servir o
irmão, né? Foi isso que me tocou assim,
essa parte da gente não fazer diferença
como cristão.
Muito obrigada. Novamente essa
participação importante porque traz uma
ilustração da afirmativa. O trabalho
cristão é revolucionário.
Tu demonstraste com essa experiência que
tu tiveste junto com outras pessoas
cristãos ou não.
é é revolucionário como é visto e como
ela mesmo disse e foi mais fácil
e realizar o trabalho na selva. Foi mais
depois que ela ergueu aos olhos aos
céus, eh, ou mesmo com a na situação com
o marido dela doente, foi é mais fácil.
Mas como é que vai ser mais fácil? Mudou
alguma coisa? Não mudou nada, mas é a
forma, como a autora fala, não é o tipo
de trabalho, é a forma. É a forma com
que o trabalho é feito. Como que eu
limpo uma pia, como que eu torço um
pano, é a forma como eu faço
com amor. É a forma, é para para quem
que eu estou fazendo? para o Senhor.
O meu Senhor está com os olhos em mim e
isso me consola, me anima, me leva.
Então, e assim chegamos na disciplina
dos sentimentos.
Na disciplina dos sentimentos,
ela novamente nos diz algo que nos
impacta.
Ninguém
cuja primeira preocupação
está no final da primeira do capítulo
13, o último parágrafo. Ninguém cuja
primeira preocupação é sentir-se bem
pode ser um discípulo. Não, eu não me
sinto bem. Não, eu não, eu eu não tô
confortável em fazer isso.
Ninguém
ninguém cuja primeira preocupação é
sentir-se bem
pode ser um discípulos. Nós somos
chamados a carregar uma cruz e a
glorificar a Deus.
Eh, a religião, eh,
muita da religião popular
eh
tem
uma fraqueza,
eh,
cujo fim principal de Deus, o
entendimento,
cujo 10 do que eu estou falando religião
popular, muita religião popular tem esse
entendimento.
O fim principal de Deus
é glorificar o homem.
Muita religião
acredita, pensa, vive assim
que o fim principal de Deus é glorificar
o homem.
E ainda o eu creio,
ele é substituído por eu sinto. Não, eu
não sinto, não, eu não me sinto bem,
não. Eu sinto que não é assim. Não, nós
não somos chamados a ser a sentir.
É, eu creio, é, eu creio que nos deve
levar adiante. E nesse sentido, aí eu
lendo essa parte, eu lembrei e de um
livro do Jonath Edward, um puritano 1700
e pouco, considerado um dos maiores
teólogos da América e inclusive
filósofos.
Eh,
ele foi também reitor da Universidade de
Princeton um tempo. Aí depois ele foi
trabalhar com os índios. Foi trabalhar
com os índios e ele eh
escreveu um clássico, um vários vários
livros, mas um deles é esse, pecadores
nas mãos de um Deus irado. Pecadores nas
mãos de um Deus irado. Que hoje não é
assim.
O eu creio se mudou por eu sinto. O que
vale eu sinto. E aqui alguém fez uma um
trocadilho e disse Deus hoje Deus
Deus nas mãos
de pecadores irados.
Deus que tá na mão hoje na nossa
sociedade contemporânea de pecadores que
estão irados e estão dizendo, ordenando
para Deus fazer isso e aquilo e não
pecadores,
que é o que nós somos nas mãos de um
Deus eh irado.
Eh, aí ela diz o seguinte,
que a história de Daniel nos dá uma
lição
onde mostra a vitória de uma vontade
dirigida por Deus sobre as suas emoções.
Quando Daniel teve a sua visão, ele aí
ela ela descreve aqui no na página 184,
ela retoma o texto bíblico e aí ele teve
emoções como ficou alarmado, ficou
perturbado, amedrontado, enfraquecido,
inclusive doente, enfermo. Tudo isso tá
lá no texto bíblico por ocasião dessa
visão. Mas tudo isso não venceu.
A vitória que ele teve era de uma
determinação, uma vontade dirigida por
Deus. Então, a nossa fé não é um humor,
a nossa fé não é um sentimento, muito
menos isso, eu achei importante, muito
menos um estado de espírito religioso.
Ai, eu me sinto tão bem, é tão calmo. A
nossa fé não é isso. Eu gosto tanto de
ouvir, tanto de estar no meio cristão.
Eu me sinto é é um um estado de espírito
religioso.
Mas a nossa fé não é isso. A nossa fé
reformada é obediência, prática, é
determinação.
E muitas vezes aí me atingiu.
É, é tão bom esse livro, ele nos
confronta e aí a gente identifica.
Muitas vezes envolve
sacrifícios de seus apegos pessoais. Eu
até sublinhei, apegos pessoais e de seus
valores naturais. Não que estejam eh
maus, que estejam eticamente errados,
moralmente, não, não estão. Mas vejam,
eh,
aí ela dá um exemplo. O que que ela tá
querendo dizer que envolve sacrifício
a disciplina dos sentimentos que envolve
sacrifícios dos seus apegos pessoais e
dos seus valores naturais, tais como, aí
ela cita
eh pela leitura, eu acredito que era a
esposa de um dos missionários que também
foi massacrado. E aí ela traz essa
ilustração dessa amiga
pessoal dela, que ela
não se preocupava em consultar seus
sentimentos sobre o assunto. Que
assunto? Ela gostava muito da sua
privacidade e do seu sossego. É um traço
da pessoa. Ela gosta do sossego, ela
gosta da sua vida, da sua privacidade.
Então aí ela diz, eh, essa amiga, ela
não estava preocupada em consultar seus
sentimentos sobre o assunto.
E é nesse sentido que ela diz que
envolve sacrifícios.
Eh, ainda ela nos diz, o trabalho
eh
real para Deus
são
realizados por pessoas reais, pessoas
que têm sentimentos,
tais como aí ela lembra a ira de Neemias
quando estavam reconstruindo os muros. O
que ele falou para o povo? Não,
ela nos lembra também Paulo lá em Atos,
em Listra, quando eh
queriam adorá-los, oferecer sacrifício
por eles terem curado um alejado. Lá no
capítulo 3, dizendo que ele e Pedro eram
eh Mercúrio, Júpiter, eram deuses.
Paulo gritou.
Então, pessoas que realizam o trabalho
para Deus são pessoas que têm
sentimentos reais. Elias era um homem
também de sentimentos. A Bíblia fala
como nós
e ele orou e não choveu. E vimos também,
sabemos de um evento da vida dele, do
temor, do medo que ele sentiu. Então,
eh, ela coloca uma pergunta e nos
confronta. Devemos ser meras vítimas dos
nossos sentimentos. Ira, medo, eh,
amargura, ressentimento,
sermos como barcos a deriva, sem leme ou
âncora.
Quem encontrar onde está esse
questionamento que ela nos levanta, pode
falar que eu vou continuando que eu acho
importante vocês que estão com o livro
eh
podem eh marcar. Então, ela continua as
perguntas. Essa é a primeira.
Se nos sentimos bem, nós fazemos.
Se não, nós não fazemos.
Aí ela pergunta: "É assim que o
discípulo está destinado a viver?
Faço se eu me sinto bem. Não faço se eu
não me sinto bem. Ai, eu não me sinto
bem, eu não vou fazer.
É assim que o discípulo está destinado a
viver?
Aí ela
é certeira.
Isso é disciplina.
Isso é disciplina. viver as custas, as
expensas dos seus sentimentos.
E aí ela vai novamente para a palavra na
carta de Judas, uma página
ou na na minha é meia e meia, tá virada
uma página, uma página e meia,
dependendo do tamanho da Bíblia. Lá
Judas fala de pessoas, Judas, irmão de
Jesus, fala de pessoas que vivem de
acordo com os seus sentimentos.
Assim como eu trouxe o Salmo 9017
da oração que deve acompanhar o nosso
trabalho, eu gostaria também de reforçar
eh e ler, voltar a ler as palavras de
Estevão lá no capítulo 7. E agora são
trechos da palavra só, mas que nos fazem
eh tão bem, não só para o nosso coração,
para aquecer, mas para nos dar norte,
para nos mostrar que o que tá aqui é
para exemplo de vida para nós. Então, eh
Judas, o que ela ela relembra de pessoas
que vivem de acordo com seus
sentimentos,
transformaram a libertinagem
eh em libertinagem a graça do nosso
Deus. Lá ela fala de pessoas que vivem
de fantasias
e do apetite, que vivem por instinto
como bestas irracionais, como nuvens
impulsionadas. Mas é tão bom ficar
olhando assim. Tenho certeza que vocês
já ficaram olhando o céu e as nuvens
voando, as nuvens impulsionadas
por um vento. Pessoas que são assim
impuls como nuvens impulsionadas pelo
vento ou como ondas furiosas num mar
bravil ou como estrelas que não obedecem
nenhuma órbita. Então, em suma,
minha vontade, minha vontade versus
vontade de Deus.
E a mente moderna, ela confunde
facilmente emoções e fatos. Se trouxer
uma sensação boa,
faça.
Se for vontade de Deus, nós nos
sentiremos bem. Não, eu tô me sentindo
bem. É a vontade de Deus
por eu me sentir bem. Então é a vontade
de Deus.
O mundo diz: "Siga seus sentimentos.
Seja honesto.
A Bíblia diz: "Siga os seus sentimentos
e morra".
Então aí ela faz outra pergunta também
que nos confronta. Que tipo de coisas
caracterizará
a vida de quem obedece o espírito? Tá
claro? Paulo já tinha dito nas obras do
espírito: amor, alegria,
paz, longanimidade, benignidade,
bondade,
fidelidade,
mansidão, domínio próprio. E aí ela
lembra domínio próprio.
Aqui aquela doutrina que nós falamos lá
nos primeiros capítulos, soberania de
Deus e responsabilidade humana, domínio
próprio estão envolvidos.
É o fruto do espírito, mas a
participação do homem.
Muito bem. Aí ela termina perguntando.
Vamos a ver essa pergunta aqui. Aonde
que está?
Eh, aliás, eu que transformei em
pergunta, tá? Na página 193, é o segundo
parágrafo.
Em suma, de tudo que foi dito, o que
deve lidar
com os sentimentos? Tá bom, eu tenho
esses sentimentos.
raiva, ira,
amargura, ressentimento.
O que que deve lidar com esses meus
sentimentos? Que que eu faço com o que
que é? Aí ela responde na 193, o segundo
parágrafo.
É a vontade que deve lidar com os
sentimentos.
Como? Continuando, a vontade
deve triunfar sobre eles.
Aí el, mas como é que a minha vontade?
Ah, eu não quero mais isso. A minha
vontade, eu não quero mais. Mas como que
eu vou fazer isso? vírgula, ela diz, mas
somente a vontade que se rende a Cristo
é capaz de fazer isso.
Só quem entregou se rendeu a Cristo a
sua vontade. A minha vontade não é mais
a minha, é a dele. Então essa vontade
consegue lidar com esses sentimentos.
Aí ela continua, conta a história também
que ela se depois de um trabalho de um
que ela foi fazer uma palestra que uma
senhora perguntou: "Mas como é que eu
faço para me livrar desses sentimentos?"
E ela responde: "Não se trata de se
livrar dos sentimentos
e sim
de colocá-lo sob controle.
Sob controle. O nosso amor a Deus será
demonstrado pela obediência, não pelo
quanto nos sentimos bem sobre Deus. Eu
me sinto tão bem sobre Deus em um dado
momento. O meu amor a ele não não é
isso. Eu me sentir bem com relação a
Deus num dado momento.
É obediência. O meu amor ele é
demonstrado pela obediência. Então aí
ela continua dizendo na página 196,
temos a opção dia após dia. Tão bom um
novo dia. Se ontem eu fiz de uma forma
que não foi de acordo com a palavra,
hoje eu tô tendo a oportunidade. Então
ela diz, temos a opção, dia após dia de
escolher o bem e recusar o mal.
E a escolha, na maioria das vezes, será
entre o princípio. Eu sei como deve ser,
entre o princípio, eu vou ter que
escolher entre o princípio e entre o
impulso. Vou ter que escolher.
Eh,
gosto muito também. O apóstolo Paulo lá
em Romanos, ele fala:
"O bem que eu quero, o bem que eu quero,
esse eu não faço. O mal que eu não
quero, o mal que eu não quero, esse eu
faço essa luta." Então, é o princípio
e é o impulso
e reconhecer os seus sentimentos. Ela
termina esse capítulo dizendo: "Os
sentimentos não são só sentimentos." Ela
colocou em itálico só. As nossas
emoções, os nossos sentimentos nos foram
dados por Deus.
A ira ela, vimos Jesus com em algum
momento com ira, uma ira justa.
Mas não se deixe agora, com relação a
nós homens, não se deixe a sua ira, o
sol se pôr sobre a sua ira. Podemos nos
irar, podemos nos indignar por um
momento, mas é momento, é o impulso. É o
impulso ou o princípio.
Eh, e aí ela diz: "Reconhecer os seus
sentimentos". Eu estou amargurada.
e rejeitá-los.
Eu estou irada.
Reconhecer,
reconhecer, confessá-los
e rejeitá-los quando errados. E aí vamos
lá na 199
no último parágrafo, quando ela diz:
"Que poético!", Vejam que poético.
Eh, ela é uma mulher tão
incisiva.
Ela tem uma, primeiro, uma percepção, a
nossa autora, muito grande. Ela escreve
muito bem, ela descreve muito bem, mas
ela tem horas que ela é tão dura, mas
olha, vejam que poesia, que que forma
linda que ela diz.
Eh,
a rápida,
último parágrafo,
quando diante da poderosa tentação de
fazer o mal,
houver a rápida e dura renúncia, eu não
vou,
ela
será seguida pela súbita
perda dos laços do eu.
Laços do eu,
pelo sim a Deus.
O sim a Deus,
que deixe entrar a luz do sol e que nos
põe a cantar e que coloca todos os sinos
da liberdade ressoando da alegria.
Muitas vezes o ressentimento, amargura,
a tristeza, o desânimo parece como que
um quarto escuro com cortinas pesadas,
eu imagino assim, cortinas de veludo
cerradas,
aquele quarto, aquela sala escura
empoeirada.
E aí, então, vejam, eh, é o, isso são os
laços do eu, como ela coloca. E quando
eu digo sim a Deus, quando eu recuso
eh
a quando eu renuncio ao eu, a perda dos
laços do eu é seguido pela luz de Deus,
a luz do sol, a liberdade,
o ar fresco que entra, as cortinas são
abertas, aquela sala empoerada, entra
aquele ar fresco e a alegria.
E assim ela termina então as sete
disciplinas, corpo, mas eu não vou falar
porque agora nós vamos paraa última
parte, eh, onde ela diz:
"Troca minha vida pela dele".
Que o objetivo de todo verdadeiro
discípulo é agradar a Deus. Na página
204.
E a Bíblia, ela é o nosso guia.
Como agradar a Deus?
Aqui ela mostra-nos a Bíblia como fazer
isso. Tome a palavra
de Cristo
como certa. Jesus ainda chama fielmente
a vida para a vida para dar felicidade
aqueles que seguirem seu caminho. É
verdade. Ela fala esse caminho é o
caminho da cruz. Ela não ilude. Esse
caminho é o caminho da cruz, mas somente
esse caminho leva à ressurreição.
Somente esse caminho leva à
ressurreição. E terminamos ela dizendo,
eh, fazendo uma afirmação e uma
pergunta.
Ele oferece uma troca. O Senhor Jesus
oferece uma troca. a vida dele pela
nossa, ele nos oferece amor, aceitação,
perdão, um peso de glória e plenitude de
alegria. E aí a pergunta final que nos
confronta: é tão difícil
oferecer de volta
os presentes
que, em primeiro lugar vieram das mãos
feridas? Nós ganhamos presentes das mãos
feridas, perdão, aceitação, peso de
glória. E é tão difícil oferecer de
volta os presentes. Que presentes, que
presentes, que presentes?
corpo, mente,
posição, posses, sentimentos,
trabalho.
É tão difícil oferecer
essas sete disciplinas, essas sete
coisas que nós recebemos do Senhor. É
tão difícil. E essa lista, ela diz de de
dessas coisas que devem ser rendidas,
que que eu devo render ao meu Senhor, é
uma mostra como forma de ajudar. Por que
que ela fez isso? Então, ela quis nos
ajudar a perceber o princípio da
autoferta.
Se sofrermos com Cristo, reinaremos com
ele. Se um grão de trigo morre, ele
produz frutos. Isso está lá em
Coríntios, Paulo explicando acerca da
ressurreição. Se renunciarmos, acho que
segundo Coríntios,
se renunciarmos ao nosso luto,
experiência que ela teve, Deus nos dá
uma veste de louvor. Se trouxermos
nossos pecados, ele os substitui por um
manto de justiça. A alegria não vem
apesar da tristeza, mas por causa dela
que nós temos. E encerrando, passando um
pouquinho da nossa hora, da nossa
programação,
ela diz quando na última página, último
parágrafo,
quando a disciplina se torna uma
rendição alegre, quando eu exerço
disciplina nessas áreas que ela falou,
corpo, mente, sentimentos se torna uma
rendição alegre
pelo sofrimento,
nosso corpo continua a participar da
morte de Jesus, para que a vida de Jesus
também se manifeste em nosso corpo.
Segundo Coríntios 4:10.
A nossa autora, ela é essencialmente,
ela é puramente bíblica.
Ela não falou ideias dela, não. O que
ela compartilhou foi a palavra, foi a
palavra de Deus.
Terminamos a nossa primeira parte aqui
da nossa programação. Acho que passamos
5 minutinhos.
Deixa eu olhar aqui
para nós seguirmos.
Eh, se alguém tiver alguma contribuição,
a Sara quer falar.
Sara vai repetir porque ela vai trazer o
microfone para ti a pessoa. Porque a
Bíblia fala muitas vezes o caminho
parece o caminho agradável e muit e
muitas vezes leva a morte.
Leva leva a morte, entendeu? Muitas
vezes leva a morte em tristeza.
Aparentemente é uma alegria aparente.
Aparente.
Depois vai trazer tristeza. amargura,
entendeu? Às vezes a pessoa entra num
lamaçal e só Deus pode tirar dali. E
outra coisa, lá em lembrar que nós
devemos pôr isso na nossa mente, que eh
Romanos 12:2 fala assim: "A vontade de
Deus é boa, perfeita e agradável. Porque
quando fazemos vontade de Deus, ele
automaticamente teremos alegria, porque
ela é boa, perfeita e agradável.
Entendeu? Muito e outra coisa, muito
bom, Sara. E quando faz, ah, difícil
fazer que que a Bíblia fala o Espírito
Santo e tanto querer, ele ele realiza
tanto querer quanto efetivar. E quando
colocamos na mão de Deus, o Espírito
Santo vai realizar tanto que nós
queremos fazer e e é o Espírito Santo
que vai realizar e fazer. Obrigada,
Sara, pela tua participação,
trazendo eh mais uma vez a a Bíblia, né,
a verdade.
Eh, aqui então agora na nossa
programação da nossa manhã,
eh
primeiro semestre, uma vida com
obediência. E agora em três minutinhos
quero falar do livro do segundo
semestre.
Esse livro e o título dele é sem igual
e tem como subtítulo 31 meditações
sobre pode passar o outro.
Isso. Obrigada. 31 meditações sobre o
caráter
e os atributos de Deus. O autor é Joel
Bic e é uma publicação da editora Éden
de 2024.
Eh,
quem é Joel Bick? Joel Bic é pastor,
professor e presidente do seminário
teológico puritano reformado em Michigan
e nos Estados Unidos. autor e co-autor
de mais de 100 livros, como
espiritualidade reformada, pregação
reformada, vivendo para glória de Deus.
E ele é o pai da nossa autora que nós o
ano passado transformadas que nós lemos,
o Joel B, que é pai da Ester
Engerman. Isso. Obrigada. E qual é
rapidamente o que que é o autor nos diz?
Qual é o objetivo do livro? orientar
cristãos genuínos a meditar no caráter,
nos atributos, nas perfeições de Deus.
Para que meditar
eh nos atributos de Deus para que a sua
mente seje transformada,
seus afetos aquecidos e a sua fé nutrida
por sua graça? O Charles Espojan,
príncipe dos pregadores, nos diz em um
dos seus sermãos, em 1855
acerca, o objetivo do livro é esse.
Agora eu quero falar o que que ele, o
Spuran, falou acerca do valor. Qual é o
valor de se estudar
o conhecimento de Deus? E o que o Spor
disse? O assunto humilha a mente e
também a desenvolve. ao mesmo tempo que
humilha a mente, esse assunto é
eminentemente consolador. E o Esporjan
nos diz: "Eu não conheço algo que possa
confortar tanto a alma, acalmar as ondas
de tristeza e dor,
trazer paz para os ventos de provação
como uma meditação
piedosa
sobre a divindade.
meditação piedosa. E é essa a nossa
proposta, meditar
na
perfeições de Deus. Então esse é o nosso
convite para gosto. Disponha a sua
mente, o seu coração para mais uma
jornada do clube do livro do Amigas da
SAF, espalhando a leitura, o gosto pela
leitura com livros de perspectiva
reformada, bíblicos, teocêntricos,
sinceros, cativantes e práticos. E
aguardamos vocês então em 15 de agosto,
tá aí a data 9:30,
de uma forma presencial, como agora
online também no YouTube. Então vamos
nos preparar e ler do capítulo um até o
capítulo 7. Muito bem. E quero agora
então passar a palavra pra Ângela.
Vimos aqui que o segundo semestre nós
vamos ter momentos igualmente preciosos
e valiosos, né, através do estudo. E eu
queria eu quero eh falar sobre um outro
projeto da SAF da nossa igreja, é a
nossa oficina Dorcas. que realiza dois
bazares anuais.
As nossas artesãs são todos eh todas as
peças produzidas por elas. E esses
bazares,
nós convidamos todos os irmãos da
igreja, nossos amigos, vocês nos ajudem
a divulgar. E qual o objetivo do bazar?
O objetivo do bazar é mostrar o
trabalho, o que as nossas artesãs
durante o semestre fizeram e também eh a
renda do bazar,
ela é revestida exclusivamente para
trabalhos sociais,
eh atender missões, missionários
e trabalhos sociais desenvolvidos pela
SAF e ajudar a igreja também. Então, o
nosso bazar tem data, 28 de junho, a das
9 às 17 horas aqui no IP Centro. Todos
estão convidados, nos ajudem a divulgar
e que nós possamos realizar esse
trabalho e ajudar o nosso próximo. Muito
obrigada.
[Música]
ação.
Então, aproveitando agora, pessoal,
vamos agradecer a todas que estão aqui
presentes e aquelas que estão aqui no
chat, né? Eh, um abraço especial para
SAF, lá em de Palmas da igreja Betel. A
Patrícia não pode estar presente, mas tá
aqui a Ana Lúcia e a Vanilda que são lá
de Tocantins também. Eh, nós recebemos
aqui um abraço da Lúcia, Lúcia Adre
Rocha, da Federação da da das senhoras
da SAF lá de Alagoas. E as notas das
nossas irmãs que têm estado presente
durante o semestre, porém hoje elas não
estão aqui. A Zeni, a Ana Lúcia, não é a
Ana Lúcia aqui, é outra Ana Lúcia. Lúcia
Costa, eh, e a Miriam, que falaram aqui
também no chat, que estão à distância.
Tem outras, eu não vou citar todas,
inclusive assim uma colocação que a
Miriam fez é que se a gente for refém
dos nossos sentimentos, estado de humor,
a gente corre risco até de perder a o
foco no autor e consumador da nossa fé,
né? que aí a gente fica olhando pro
umbigo. Eh, e tem aqui também um um
uma fala da Soraia que fala que o livro
é extraordinário e muito aprendizado.
Aliás, esse é o o geral aqui, todos
falaram, inclusive o Carioca colocou
aqui também, ele tá à distância e ele
manda um abraço e graça e paz a todos.
OK. Qu?
Ah,
muito bem. Então, terminamos
eh este encontro e encerramos o nosso
ser mestre e agradeço muito a atenção, o
carinho, o fato de caminharmos juntos
nesse eh aprendizado,
nesse aprendizado
eh da palavra e dos ensinos. Um grande
abraço e até agosto, esperamos. E fiquem
atentos lá no grupo, no Zap. Nós vamos
continuar nos comunicando semanalmente.
Toda sexta nós vamos colocar eh uma um
incentivo, uma comunicação, um norte
paraa nossa caminhada. Um bom dia a
todos. Então
vamos orar,
tá bom? O pastor vai nos despedir em
oração.
Vamos ficar em pé e vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos bendizer
o teu nome nessa manhã, agradecer ao
Senhor, ó Deus, por todas as tuas
bênçãos, mas queremos, ó Deus, em
especial te agradecer porque o Senhor, ó
Deus, se revelou a nós, ó Deus, e a tua
palavra nos salva, ó Deus, de nós
mesmos. Portanto, ó Pai, nos ajude a
confiar plenamente no Senhor e não em
nossas sensações, sentimentos, emoções,
mas, ó Deus, que nós possamos
compreender sempre, ó Deus, que a tua
palavra de fato é aquilo que deve ser
autoridade sobre a nossa vida. Nos
abençoe, ó Deus, no restante desse dia.
Que o Senhor, ó Deus, aplique a tua
palavra em nós. É a nossa oração em nome
de Cristo Jesus. Amém.

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