Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot
15/06/2025
Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot
O Amigas da SAF é um clube do livro com reflexão bíblica sob a perspectiva reformada e acolhe mulheres de todas as idades!
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É o projeto da SAF, amigas. da SAF Clube do Livro. É um prazer ter todos vocês conosco mensalmente também hoje, nesta manhã, nosso último encontro deste semestre, quando terminaremos o livro proposto na temporada 2025. sobre a temporada, sobre o segundo semestre do livro da temporada. Mais adiante falaremos a respeito. Nós somos muito gratas a Deus pelo privilégio, pela oportunidade que ele nos concede nos de nos reunirmos neste clube do livro, confraternizarmos, estudarmos, refletirmos, aprendermos e aplicarmos tudo na nossa vida. Momentos preciosos de reflexão. Agradecemos a Deus e a vocês que nos acompanham. Eu gostaria de falar a todos que na o Clube do Livro tem um grupo no WhatsApp. Esse grupo é fechado, só as administradoras publicam. Vocês podem entrar através do link ou pedirem para serem adicionados. tanto vocês presencialmente como aqueles também que estão nos acompanhando pela transmissão. Esse grupo eh é abastecido semanalmente com incentivos para leitura. Que que são esses incentivos? São eh textos que a professora Regina e as coordenadoras postam para nos auxiliar na nossa reflexão, no nosso estudo, para nós aproveitarmos mais. Então, fiquem à vontade para integrarem o nosso eh WhatsApp do Clube do Livro. Eu vou pedir a Leulair, que é uma das coordenadoras, para vir aqui orar, agradecendo a Deus esse privilégio e pedindo a ele que nos dê entendimento, compreensão, que nós possamos nesta manhã eh ser abastecidas e alimentadas com a palavra para as nossas vidas. Bom dia, irmãs. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós te agradecemos pelo privilégio que temos de poder reunir aqui para refletir em torno dos da tua palavra, usando esse livro como instrumento, como apoio para aprendermos mais do Senhor mesmo. Te agradecemos, ó Pai, pelas pessoas que o Senhor tem colocado à frente deste clube, do livro, porque é uma forma de nos ensinar, de nos exortar. de fazer com que nós, a nossa fé se fortaleça no Senhor. Te pedimos, Senhor, que o Teu nome seja aqui glorificado nessa manhã. Que cada uma, cada um de nós saia daqui sabendo mais a respeito do Senhor, mais prontos a te servir, mais prontos, ó Pai, a entregarmos a nossa vida para ser usados por ti, onde quer que formos. Nós te agradecemos, Senhor Deus, e te pedimos que o Senhor esteja com todas as pessoas aqui presentes e aquelas que estão à distância. Que o Senhor mesmo nos abençoe e nos visite, Senhor Deus, para que o Teu nome seja sempre glorificado. Te louvamos no nome do Senhor Jesus. Amém. Nós temos falado em todos os nossos encontros de um assunto muito importante para a primeira igreja e para as mulheres da primeira igreja. Não poderia ser diferente nesse encontro. Nós temos que falar porque a data se aproxima e nós temos o prazer de ter conosco o nosso pastor efetivo, que tanto tem nos apoiado, nos assistido e tem caminhado conosco, reverendo Ruben Cirqueira, a quem eu peço que venha aqui e ponha a arte aí da do que ele vai falar. Após a fala do pastor Rubens, a nossa professora Regina nos conduzirá doavante. Bom dia mais uma vez. Bom dia. Eh, para relembrar e eu sei que toda conferência que nós fazemos, eh, nós só teremos êxito se nós mesmos estivermos engajados na eh nessa ideia e lembrando de convidar outras pessoas para que possam comparecer, né? Como vocês sabem, nós faremos as duas conferências, né? a fé reformada, eh, junto, né, com a conferência também para as mulheres. Mas lembrando aqui, eh, nós teremos a conferência da Fé Reformada e esse é um evento também comemorativo dos 90 anos, né, da nossa igreja também até eh como presente paraas nossas vidas. Essa semana passada, eh, o Ronaldo Lidório, ele eh confirmou que ele vai ficar no domingo, né? No domingo é o da semana aqui da Fé Reformada, que ele ficaria só até o sábado, né? Mas ele ficará domingo pela manhã para trazer uma mensagem, né? Especialmente pra igreja, tá? Nós teremos o Paulo César do Logos fazendo a música e na sexta e sábado, se me falha a memória, mas na abertura nós teremos um grande coro da nossa igreja. Vai ser uma grande festa, né, também comemorativa do do aniversário da igreja. Então o nosso tema é esse, meios ordinários, fins extraordinários, palavra sacramento e a grande comissão. Vamos estar aí Elias Medeiros, Ronaldo Lidório, Robson Grangeiro e o reverendo Roberto Brasileiro serão os palestrantes nesse dia, tá? Então nós contamos com o apoio e a ajuda de cada um, fazendo a sua inscrição, eh porque isso nos ajuda muito na logística, né? A logística é grande, né? aqui para pra gente fazer. Então, eh quanto mais rápido você fizer a inscrição também nos ajuda nesses aspectos. Como nós falamos da primeira conferência reformada PIPG Mulheres, ela acontecerá à tarde. Então, lembre-se que se você fizer inscrição paraa primeira conferência, eh, aqui você já tá inscrito também. Automaticamente, eh, você já estará inscrita na conferência. para mulheres. O tema também é próximo, é teologia, a grande comissão e a igreja local, tá? Nós teremos aqui a Bet Pavão, Elen Vaão e a Rosana Rossana, né, Lidório, que também estará conosco nesses dias, tá? Da mesma maneira, então, eh, faça as suas inscrições e fale com as pessoas que você conhece de outras igrejas. Nós temos algumas eh pessoas que têm entrado em contato e que disse eh tem falado que vem, né, de algumas cidades, né, já algumas cidades de Minas, mas Cuiabá entrou em contato, disse que algumas mulheres estão vindo, eh, e assim de pouco em pouco, mas depende da nossa divulgação, tá? Então, é uma oportunidade única pra gente, para que nós possamos, além de comemorar, né, o nosso aniversário, eh também nós estaremos eh aprendendo um pouco mais da palavra de Deus. E eu quero também dar já mais um spoiler. Nós eh esse ano nós estamos lançando um programa paraa igreja. Como aniversário da igreja é comemorado também no ano, no mês do aniversário da nossa cidade de Goiânia. E nós temos quase a idade de Goiânia também. Nós pensamos em alguma coisa que a igreja pudesse fazer pra cidade, um presente paraa cidade, né? Esse ano vai ser a primeira vez. Nós teremos um grande concerto no teatro ali, o Brasileu França. Já está agendado no dia 31 de outubro, aliás vai ser no dia 30, mas é em comemoração à reforma. Serão peças voltadas paraa reforma protestante de música clássica, né? e nós eh estaremos divulgando na cidade. A ideia é que isso entre no roteiro cultural da cidade e que seja um programa da PPG oferecendo à cidade eh um presente, tá? Então esse ano vai ser a primeira vez. Ore em favor disso. Graças a Deus o teatro já está reservado, já foi oferecido. A orquestra também já foi também eh reservada para isso, né? Então, Deus tem nos abençoado nesse sentido. Orem e divulguem, né? Que Deus nos abençoe. Bom dia a todos nessa manhã tão festiva, eh onde o nosso coração eh se alegra eh pelas boas notícias. Boas notícias que envolvem o reino, que envolve o reino, principalmente esta que o pastor Rumes nos trouxe de oferecer à cidade, o nosso papel social, né? A nossa fé reformada envolve isso. Eh, quero cumprimentar também aquelas pessoas que nos assistem pelo YouTube. Muito obrigada. por nos acompanhar até hoje. Hoje que nós estamos fechando o semestre e terminando a a leitura, a reflexão, o compartilhamento deste livro, uma vida de obediência. Uma vida de obediência. Nós até agora podemos afirmar que nós já aprendemos. Passou na nossa mente e desceu ao nosso coração. O quê? Esse ensino que a autora desde o início nos passa. Todo cristão é chamado a ter uma vida de obediência. Todo cristão é chamado ter uma vida de obediência. E a obediência, segundo ensino, e a obediência não passa por sentimentos e sim pela disciplina. A partir daí, dessas duas afirmações, a autora começa a apresentar quais sejam nesse momento, ela encerra dizendo: "Existem outras propostas, existem outras disciplinas, mas ela apresenta sete que compreende eh o subtítulo do livro, sete disciplinas que a partir delas eu eh obedeço. São essas disciplinas que vão permitir a minha vão me conduzir, vão me levar a uma vida de obediência. E quais sejam então, ela coloca no subtítulo sete disciplinas para a vida do cristão. Sete disciplinas para a vida do cristão. E a primeira apresentada é a disciplina do corpo. Por que que ela faz isso? Porque nós exercitamos a nossa fé no corpo. Em a disciplina da mente, ela nos apresenta a beleza de uma mente ordenada. e limpa. Caminhando, ela considerou acerca do dever, da honra, do respeito. E aí ela nos apresenta então a disciplina da posição. Nessa disciplina da posição, ela nos diz o que me atingiu, vou compartilhar, que todo cristão deve ter um senso, deve saber o seu lugar, um senso de posição. Como quem é essa pessoa e quem sou eu em relação a ela? Porque somos todos pessoas que estão debaixo de autoridade a todo momento. Então aí ela apresenta essa terceira disciplina. Na disciplina do tempo, ela nos confronta com uma pergunta: Como devo dar conta do meu tempo ao meu mestre? E aí ela apresenta também, eh, gostei muito, eh, quando ela faz, eh, essa explanação na disciplina do tempo que o Senhor nos deu sinais de pontuação do tempo, quer seja manhã, noite, a alvorada, o amanhecer, o anoitecer, o pôr do sol, eh os dias um após o outro, semanas, os meses um após o outro, as estações, inclusive nós apresentamos um vídeo de um filme, o Um violinista no telhado, o Ovilionista no telhado, que ele tem essa música, está no YouTube, Sun Sun Sunrise. Scique, estações vão, estações vem, que a nossa vida ela é composta de estações que vêm, estações que vão, onde eu me alegro e em outras eu posso ter tristeza, posso ter lágrima. Daí o nome da música. E aí também ela comenta na disciplina do tempo o tempo de Deus, o quão tranquilizador, o quão estabilizador, o quão calmante é recordar as grandes histórias bíblicas e ver o tempo de Deus, que é no tempo de Deus que as coisas acontecem de acordo com o seu conselho. de acordo com essa préciência. E aí nós vimos no nosso último encontro também a disciplina das posses, onde ela considerou eh coisas materiais, que as coisas nos são dadas por Deus, nós recebemos e devemos ser gratos e elas são dadas para o nosso aprasimento, para o nosso prazer. Mas as coisas elas não são eternas, elas são temporais. E falamos também de ser acumulador ou acumuladora. E hoje nós vamos então refletir das duas últimas disciplinas, a disciplina do trabalho e a disciplina dos sentimentos. Eh, na disciplina do trabalho, antes de retomar agora, então vamos, eu fiz uma breve introdução retomando todas elas já vistas desde março. Agora, então, nós vamos lá na disciplina do trabalho e quero deixá-las à vontade para se colocar, para compartilhar algo que eu não tenha dito e que atingiu eh a mente, o coração de vocês ou por outro lado, que seja realmente importante e que não foi eh levantado por mim. Então, vejamos lá na página 159, a disciplina do trabalho. A autona nos diz que o trabalho cristão é qualquer tipo de trabalho, desde limpar um esgoto até pregar um sermão que é feito por um cristão e oferecido a Deus. Então, trabalho cristão é qualquer tipo de trabalho e acrescenta que um cristão ele encontra realização não num tipo particular de trabalho que faz, mas na forma como faz, pois esse é um serviço, esse é um trabalho para ele. Na nossa sociedade contemporânea, acho que acho uns 30 anos atrás, veio essa distinção. Serviço e trabalho. Serviço sempre tem. Agora, o trabalho formal é nem sempre. Mas aí ela nos diz, eh, se considerarmos o Senhor do céu pegando uma toalha e lavando os pés, esta pergunta, será que Deus me pede ou nos pede para fazer o que está abaixo de nós? Não, eu tenho uma determinada formação, eu não posso fazer esse tipo de trabalho. Mas quando eu trago a mente o Senhor com uma toalha lavando os pés, esta questão ela não me incomoda mais. Nós temos que lembrar que nós estamos aqui a serviço. A serviço, não, como ela iniciou, é qualquer tipo de serviço que é feito pelo cristão e oferecido ao Senhor. Agora, durante o nosso trabalho, ela nos chama atenção. Nós devemos estar atenta, atentos. Nós nos devemos ater. O inimigo tem muitos meios de entorpecer o brilho ou nos distraindo, nos deixando entediados com o que nos é dado para realizar, fazendo com que pareça que não tem valor. Nós temos que lembrar que todo trabalho que Deus nos dá, ele tem, existe um caráter espiritual. Potestades e forças espirituais estão contra nós para nos arrastar para baixo, para nos desencorajar. Então, a nossa oração durante o nosso serviço deve ser Salmo 90 17. Seja sobre nós a graça do Senhor nosso Deus. Confirma sobre nós as obras das nossas mãos. Sim. Confirma a obra das nossas mãos. Então, nós podemos escrever livro, cozinhar uma refeição, vender a pollice, o que quer que seja, mas haverá dias em que o faremos sem entusiasmo e eh outros dias nós faremos desanimadamente. Mas aí ela diz, eh, se o trabalho estiver eh ensopado, ela fala, ou revestido eh de oração, tô tentando aqui que eu sublinhei essa parte. E quem encontrar pode falar em que página que está, que se o trabalho estiver enopado de oração, a beleza estará lá, o trabalho será estabelecido. Alguém encontrou 16 69. Obrigada, Leir. Muito obrigada. Muito obrigada. Eh, avançando, ela nos diz que o trabalho é uma bênção. O trabalho é uma bênção. Deus arranjou o mundo de tal forma que o trabalho seja necessário e ele nos dá mãos, ele nos dá força para fazê-lo. E é a alegria do trabalho bem feito que nos permite desfrutar do descanso. E ainda nós estamos na página 171, avançando, ela diz do valor terapêutico do trabalho. E nesse ponto ela dá uma ilustração da própria vida. Nós já sabemos que a nossa autora, missionária, eh, trabalhou junto aos índios na floresta amazônica do lado do Equador. O seu marido, junto com outros quatro missionários, na década de 50, foram eh massacrados por índios canibais. E ela, naquela ocasião tinha uma menininha de 10 meses, Valery, que também já escreveu vários livros. E ela diz que se viu numa situação eh com o nenê para cuidar, com as meninas que elas ela estava alfabetizando, com as tradução, ela tava tradução para primeiro para o espanhol, depois eh para os índios quich ela trabalhava. Então, eh, ela teve que aprender o espanhol, depois ela teve que a língua dos quichuas, então, e aí tinha também um motor que tinha um óleo diesel, porque a luz era assim, nesse momento aonde ela estava, nessa parte da selva, coisas que o marido dela fazia, ela tinha as atribuições e o marido dela também. E aí quando ela dis que se viu com as dela e a do marido e o marido massacrado daquela forma, eh quando ela eh lembrava de olhar para cima, ao invés de olhar ao redor essa situação que eu descrevi, quando ela erguia os olhos ao céu e via o seu amado Senhor junto a Deus Pai, intercedendo. Veja a importância de nós sabermos a palavra de Deus, a doutrina, isso a fortalecia. Então, eh, o trabalho, como ela disse, eh, foi mais fácil e mais agradável. Aí ela diz que oferecia, ela recebia aquele trabalho. Eu recebo esse trabalho. Ele não é um trabalho. Ele tem que passar pela cruz particular dela, né? Mas eu recebo e eu ofereço a ti, Senhor. E aí ela lembra também um outro episódio da vida dela, do segundo marido, com um evento de câncer, que ela tinha que preparar o alimento, cuidar da roupa e quando ela se deparava com a roupa para ser lavada, a comida para ser feita, a inapetência do marido, os pratos que ela tinha que pensar, o que que eu vou fazer hoje para que ele possa comer? E quando ela se via nessa situação, novamente também, né? Eh, nós estamos no na parte que diz: "O trabalho é uma bênção." Quando ela se deparava com a roupa a ser lavada, a comida ser feita, a casa organizar, ela dizem que que bom, que bom que eu tenho que botar a mão nisso, que esse trabalho ele era terapêutico, tirava ela um pouco daquele clima e aquela ordem que exige um trabalho doméstico, tem que ter uma ordem e aquele resultado de ter feito aquela organização doméstica, aquela roupa lavada, aquilo, ela assim, eu fiz alguma coisa, ela se sentia tão bem. Então, o trabalho é uma bênção, nós vimos na primeira parte e agora ela levanta. O trabalho ele é terapêutico, o valor terapêutico do trabalho. E aí também ela coloca para nós que a atitude do cristão em relação ao trabalho, esse trabalho, esse serviço, eh ele não é feito para os homens, ele é feito para o Senhor. E isto é revolucionário. trabalho cristão, quer seja em o ambiente que eu estiver, doméstico, eh, ou no trabalho formal, esse trabalho é para o Senhor. Então, essa atitude eu estou fazendo para o Senhor, então eu faço o meu melhor. Então, essa colocação que ela traz, eu acredito que algumas de vocês já devem ter experimentado, porque caso contrário, eu me sinto lesada, eh, amargurada, ressentida com aquele tipo de trabalho que eu estou fazendo. E por fim, ela diz: "Um cristão é caracterizado por uma vontade de trabalhar." E Paulo fala em Tessalonicenses, eh, aquele que não trabalha que não coma, né? Então, nós estamos na página 178. E encerrando essa parte, a disciplina do trabalho, ela diz assim: eh, não só uma bênção, não só um valor terapêutico, o trabalho, essa capacidade de trabalhar, ela é um dom. Existem bênçãos que nós tomamos como garantidas, nossas pernas de ir da cozinha para o quarto, da cozinha para a lavanderia, a nossas pernas para sair de casa e para um trabalho formal, a nossas pernas para nos movimentarmos, irmos eh se embora perto de uma padaria, irmos a pé a uma padaria, as nossas mãos de pegar um aspirador, uma vassour eh os nossos dedos. Então, nós temos como que garantido essas bênçãos, essas habilidades eh que temos que consistem em um dom, esta habilidade, porque eh também algumas de nós aqui já experimentou eh que algumas vezes sentamos, já temos dificuldade para nos levantar. Não é tão fácil nos levantarmos de uma cadeira à medida que os anos vão passando, que as nossas pernas vão perdendo a força. Então, eh ver que essa capacidade de trabalhar é um dom. É um dom. Eh, fazer tudo que tiver as mãos, porque vai chegar uma hora que nós não vamos fazer. Então, nós não temos que murmurar, reclamar. E podemos passar agora pra nossa segunda disciplina. Alguém gostaria de colocar alguma contribuição? A Leulair gostaria de falar. A Tânia tá levando para Leolair o microfone para ficar audível a questão. Primeiro corrigir que o a aquela frase, o trabalho que estiverado de oração, tá na página 170, no finalzinho da página. Ah, 170. Obrigada. A outra, a outra coisa é que duas, duas questões me chamaram muita atenção nesse capítulo. Um foi ela falar a respeito de Estevã. E Estevon, ela assim me chamou muita atenção essa questão da disciplina do trabalho. Ele ele foi tão obediente e assim o trabalho dele tinha para quem ele tava fazendo, que era servir as mesas. E o trabalho era dedicado ao Senhor, que ele foi obediente até a morte, né? Isso. E e Estevão, ela mesmo fala, ele podia ter aspirado outras coisas ali, mas ele tá fazendo um trabalho para o Senhor. E isso me levou pra disciplina da posição, porque ele não julgou ser humilhante, servir as mesas. E como assim? os apóstolos também não. Então eu acho que isso foi assim, foi me chamou muita atenção neste capítulo quando ela dá o testemunho da vida de Estevão e e o outra desculpa falar a respeito disso, mas esse capítulo ele é um tapa na minha cara. Por isso que eu acho, porque assim, hoje, no mundo de hoje, o trabalho tá muito associado à posição que você quer ocupar na sociedade. E aí você passa a ter coisas e não a ser e servir ao Senhor com seu trabalho, né, com a posição que ele te dá. Acho que esse é muito bonito nesse capítulo. Obrigada, Leolair. Muito importante essa participação. Eh, quando tu traz um registro dela de Estevão, ele não eh ele não achou humilhante. Ele ele poderia aspirar a ser mais. E a mim também chamou atenção quando assim, ele poderia ter aspirado ser ou fazer milagres ou fazer dar uma palavra. E se nós formos, eu, é um incentivo voltar lá no livro de Atos e ler o capítulo 7, a palavra, o conhecimento que Estevan tinha, ele poderia assim, ele volta, vai lá em Moisés, ele pega toda a história do Antigo Testamento, ele coloca, eu acho que em quantos e é um capítulo, né? em um capítulo ele consegue e em acho que em 30, 40 versículos, ele isso, ele mostra quem ele era, o conhecimento que ele tinha da história de Deus agindo no povo. Então, eu acredito que não eram todos que tinham essa capacidade, essa habilidade. que ele falou ali, o sermão dele, não é? Então assim, mas agora então eu vou parar, eu poderia estar falando, eu falo muito bem, eu vou servir mesas, as mesas agora não. Obrigada, Lelair, por nos trazer isso. Pode falar. Eh, eu achei interessante porque na parte que fala eh das pessoas que não querem fazer um trabalho que não está à altura dela, né? Isso. E isso me tocou muito porque semana passada eu participei de um grupo, nós fomos fazer limpeza na casa de um irmão e tinha pessoas de várias classes sociais ali, né? Pastor, advogada, né? eh eh universitárias e aposentadas como eu, né? Então, eh eu vi como é a diferença do cristão, né? Isso paraas pessoas do mundo, porque para nós realmente não tem que ter essa diferença do, né, de um trabalho melhor do que o outro, né? qualquer trabalho é digno e e ainda mais a gente fazendo com amor, servindo um irmão, né, que foi muito bom e foi muito gratificante. Parece que nem cansou, nem cansou. Foi muito bom porque nós somos servi um irmão, porque nós somos cristã e temos esse privilégio de servir o irmão, né? Foi isso que me tocou assim, essa parte da gente não fazer diferença como cristão. Muito obrigada. Novamente essa participação importante porque traz uma ilustração da afirmativa. O trabalho cristão é revolucionário. Tu demonstraste com essa experiência que tu tiveste junto com outras pessoas cristãos ou não. é é revolucionário como é visto e como ela mesmo disse e foi mais fácil e realizar o trabalho na selva. Foi mais depois que ela ergueu aos olhos aos céus, eh, ou mesmo com a na situação com o marido dela doente, foi é mais fácil. Mas como é que vai ser mais fácil? Mudou alguma coisa? Não mudou nada, mas é a forma, como a autora fala, não é o tipo de trabalho, é a forma. É a forma com que o trabalho é feito. Como que eu limpo uma pia, como que eu torço um pano, é a forma como eu faço com amor. É a forma, é para para quem que eu estou fazendo? para o Senhor. O meu Senhor está com os olhos em mim e isso me consola, me anima, me leva. Então, e assim chegamos na disciplina dos sentimentos. Na disciplina dos sentimentos, ela novamente nos diz algo que nos impacta. Ninguém cuja primeira preocupação está no final da primeira do capítulo 13, o último parágrafo. Ninguém cuja primeira preocupação é sentir-se bem pode ser um discípulo. Não, eu não me sinto bem. Não, eu não, eu eu não tô confortável em fazer isso. Ninguém ninguém cuja primeira preocupação é sentir-se bem pode ser um discípulos. Nós somos chamados a carregar uma cruz e a glorificar a Deus. Eh, a religião, eh, muita da religião popular eh tem uma fraqueza, eh, cujo fim principal de Deus, o entendimento, cujo 10 do que eu estou falando religião popular, muita religião popular tem esse entendimento. O fim principal de Deus é glorificar o homem. Muita religião acredita, pensa, vive assim que o fim principal de Deus é glorificar o homem. E ainda o eu creio, ele é substituído por eu sinto. Não, eu não sinto, não, eu não me sinto bem, não. Eu sinto que não é assim. Não, nós não somos chamados a ser a sentir. É, eu creio, é, eu creio que nos deve levar adiante. E nesse sentido, aí eu lendo essa parte, eu lembrei e de um livro do Jonath Edward, um puritano 1700 e pouco, considerado um dos maiores teólogos da América e inclusive filósofos. Eh, ele foi também reitor da Universidade de Princeton um tempo. Aí depois ele foi trabalhar com os índios. Foi trabalhar com os índios e ele eh escreveu um clássico, um vários vários livros, mas um deles é esse, pecadores nas mãos de um Deus irado. Pecadores nas mãos de um Deus irado. Que hoje não é assim. O eu creio se mudou por eu sinto. O que vale eu sinto. E aqui alguém fez uma um trocadilho e disse Deus hoje Deus Deus nas mãos de pecadores irados. Deus que tá na mão hoje na nossa sociedade contemporânea de pecadores que estão irados e estão dizendo, ordenando para Deus fazer isso e aquilo e não pecadores, que é o que nós somos nas mãos de um Deus eh irado. Eh, aí ela diz o seguinte, que a história de Daniel nos dá uma lição onde mostra a vitória de uma vontade dirigida por Deus sobre as suas emoções. Quando Daniel teve a sua visão, ele aí ela ela descreve aqui no na página 184, ela retoma o texto bíblico e aí ele teve emoções como ficou alarmado, ficou perturbado, amedrontado, enfraquecido, inclusive doente, enfermo. Tudo isso tá lá no texto bíblico por ocasião dessa visão. Mas tudo isso não venceu. A vitória que ele teve era de uma determinação, uma vontade dirigida por Deus. Então, a nossa fé não é um humor, a nossa fé não é um sentimento, muito menos isso, eu achei importante, muito menos um estado de espírito religioso. Ai, eu me sinto tão bem, é tão calmo. A nossa fé não é isso. Eu gosto tanto de ouvir, tanto de estar no meio cristão. Eu me sinto é é um um estado de espírito religioso. Mas a nossa fé não é isso. A nossa fé reformada é obediência, prática, é determinação. E muitas vezes aí me atingiu. É, é tão bom esse livro, ele nos confronta e aí a gente identifica. Muitas vezes envolve sacrifícios de seus apegos pessoais. Eu até sublinhei, apegos pessoais e de seus valores naturais. Não que estejam eh maus, que estejam eticamente errados, moralmente, não, não estão. Mas vejam, eh, aí ela dá um exemplo. O que que ela tá querendo dizer que envolve sacrifício a disciplina dos sentimentos que envolve sacrifícios dos seus apegos pessoais e dos seus valores naturais, tais como, aí ela cita eh pela leitura, eu acredito que era a esposa de um dos missionários que também foi massacrado. E aí ela traz essa ilustração dessa amiga pessoal dela, que ela não se preocupava em consultar seus sentimentos sobre o assunto. Que assunto? Ela gostava muito da sua privacidade e do seu sossego. É um traço da pessoa. Ela gosta do sossego, ela gosta da sua vida, da sua privacidade. Então aí ela diz, eh, essa amiga, ela não estava preocupada em consultar seus sentimentos sobre o assunto. E é nesse sentido que ela diz que envolve sacrifícios. Eh, ainda ela nos diz, o trabalho eh real para Deus são realizados por pessoas reais, pessoas que têm sentimentos, tais como aí ela lembra a ira de Neemias quando estavam reconstruindo os muros. O que ele falou para o povo? Não, ela nos lembra também Paulo lá em Atos, em Listra, quando eh queriam adorá-los, oferecer sacrifício por eles terem curado um alejado. Lá no capítulo 3, dizendo que ele e Pedro eram eh Mercúrio, Júpiter, eram deuses. Paulo gritou. Então, pessoas que realizam o trabalho para Deus são pessoas que têm sentimentos reais. Elias era um homem também de sentimentos. A Bíblia fala como nós e ele orou e não choveu. E vimos também, sabemos de um evento da vida dele, do temor, do medo que ele sentiu. Então, eh, ela coloca uma pergunta e nos confronta. Devemos ser meras vítimas dos nossos sentimentos. Ira, medo, eh, amargura, ressentimento, sermos como barcos a deriva, sem leme ou âncora. Quem encontrar onde está esse questionamento que ela nos levanta, pode falar que eu vou continuando que eu acho importante vocês que estão com o livro eh podem eh marcar. Então, ela continua as perguntas. Essa é a primeira. Se nos sentimos bem, nós fazemos. Se não, nós não fazemos. Aí ela pergunta: "É assim que o discípulo está destinado a viver? Faço se eu me sinto bem. Não faço se eu não me sinto bem. Ai, eu não me sinto bem, eu não vou fazer. É assim que o discípulo está destinado a viver? Aí ela é certeira. Isso é disciplina. Isso é disciplina. viver as custas, as expensas dos seus sentimentos. E aí ela vai novamente para a palavra na carta de Judas, uma página ou na na minha é meia e meia, tá virada uma página, uma página e meia, dependendo do tamanho da Bíblia. Lá Judas fala de pessoas, Judas, irmão de Jesus, fala de pessoas que vivem de acordo com os seus sentimentos. Assim como eu trouxe o Salmo 9017 da oração que deve acompanhar o nosso trabalho, eu gostaria também de reforçar eh e ler, voltar a ler as palavras de Estevão lá no capítulo 7. E agora são trechos da palavra só, mas que nos fazem eh tão bem, não só para o nosso coração, para aquecer, mas para nos dar norte, para nos mostrar que o que tá aqui é para exemplo de vida para nós. Então, eh Judas, o que ela ela relembra de pessoas que vivem de acordo com seus sentimentos, transformaram a libertinagem eh em libertinagem a graça do nosso Deus. Lá ela fala de pessoas que vivem de fantasias e do apetite, que vivem por instinto como bestas irracionais, como nuvens impulsionadas. Mas é tão bom ficar olhando assim. Tenho certeza que vocês já ficaram olhando o céu e as nuvens voando, as nuvens impulsionadas por um vento. Pessoas que são assim impuls como nuvens impulsionadas pelo vento ou como ondas furiosas num mar bravil ou como estrelas que não obedecem nenhuma órbita. Então, em suma, minha vontade, minha vontade versus vontade de Deus. E a mente moderna, ela confunde facilmente emoções e fatos. Se trouxer uma sensação boa, faça. Se for vontade de Deus, nós nos sentiremos bem. Não, eu tô me sentindo bem. É a vontade de Deus por eu me sentir bem. Então é a vontade de Deus. O mundo diz: "Siga seus sentimentos. Seja honesto. A Bíblia diz: "Siga os seus sentimentos e morra". Então aí ela faz outra pergunta também que nos confronta. Que tipo de coisas caracterizará a vida de quem obedece o espírito? Tá claro? Paulo já tinha dito nas obras do espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. E aí ela lembra domínio próprio. Aqui aquela doutrina que nós falamos lá nos primeiros capítulos, soberania de Deus e responsabilidade humana, domínio próprio estão envolvidos. É o fruto do espírito, mas a participação do homem. Muito bem. Aí ela termina perguntando. Vamos a ver essa pergunta aqui. Aonde que está? Eh, aliás, eu que transformei em pergunta, tá? Na página 193, é o segundo parágrafo. Em suma, de tudo que foi dito, o que deve lidar com os sentimentos? Tá bom, eu tenho esses sentimentos. raiva, ira, amargura, ressentimento. O que que deve lidar com esses meus sentimentos? Que que eu faço com o que que é? Aí ela responde na 193, o segundo parágrafo. É a vontade que deve lidar com os sentimentos. Como? Continuando, a vontade deve triunfar sobre eles. Aí el, mas como é que a minha vontade? Ah, eu não quero mais isso. A minha vontade, eu não quero mais. Mas como que eu vou fazer isso? vírgula, ela diz, mas somente a vontade que se rende a Cristo é capaz de fazer isso. Só quem entregou se rendeu a Cristo a sua vontade. A minha vontade não é mais a minha, é a dele. Então essa vontade consegue lidar com esses sentimentos. Aí ela continua, conta a história também que ela se depois de um trabalho de um que ela foi fazer uma palestra que uma senhora perguntou: "Mas como é que eu faço para me livrar desses sentimentos?" E ela responde: "Não se trata de se livrar dos sentimentos e sim de colocá-lo sob controle. Sob controle. O nosso amor a Deus será demonstrado pela obediência, não pelo quanto nos sentimos bem sobre Deus. Eu me sinto tão bem sobre Deus em um dado momento. O meu amor a ele não não é isso. Eu me sentir bem com relação a Deus num dado momento. É obediência. O meu amor ele é demonstrado pela obediência. Então aí ela continua dizendo na página 196, temos a opção dia após dia. Tão bom um novo dia. Se ontem eu fiz de uma forma que não foi de acordo com a palavra, hoje eu tô tendo a oportunidade. Então ela diz, temos a opção, dia após dia de escolher o bem e recusar o mal. E a escolha, na maioria das vezes, será entre o princípio. Eu sei como deve ser, entre o princípio, eu vou ter que escolher entre o princípio e entre o impulso. Vou ter que escolher. Eh, gosto muito também. O apóstolo Paulo lá em Romanos, ele fala: "O bem que eu quero, o bem que eu quero, esse eu não faço. O mal que eu não quero, o mal que eu não quero, esse eu faço essa luta." Então, é o princípio e é o impulso e reconhecer os seus sentimentos. Ela termina esse capítulo dizendo: "Os sentimentos não são só sentimentos." Ela colocou em itálico só. As nossas emoções, os nossos sentimentos nos foram dados por Deus. A ira ela, vimos Jesus com em algum momento com ira, uma ira justa. Mas não se deixe agora, com relação a nós homens, não se deixe a sua ira, o sol se pôr sobre a sua ira. Podemos nos irar, podemos nos indignar por um momento, mas é momento, é o impulso. É o impulso ou o princípio. Eh, e aí ela diz: "Reconhecer os seus sentimentos". Eu estou amargurada. e rejeitá-los. Eu estou irada. Reconhecer, reconhecer, confessá-los e rejeitá-los quando errados. E aí vamos lá na 199 no último parágrafo, quando ela diz: "Que poético!", Vejam que poético. Eh, ela é uma mulher tão incisiva. Ela tem uma, primeiro, uma percepção, a nossa autora, muito grande. Ela escreve muito bem, ela descreve muito bem, mas ela tem horas que ela é tão dura, mas olha, vejam que poesia, que que forma linda que ela diz. Eh, a rápida, último parágrafo, quando diante da poderosa tentação de fazer o mal, houver a rápida e dura renúncia, eu não vou, ela será seguida pela súbita perda dos laços do eu. Laços do eu, pelo sim a Deus. O sim a Deus, que deixe entrar a luz do sol e que nos põe a cantar e que coloca todos os sinos da liberdade ressoando da alegria. Muitas vezes o ressentimento, amargura, a tristeza, o desânimo parece como que um quarto escuro com cortinas pesadas, eu imagino assim, cortinas de veludo cerradas, aquele quarto, aquela sala escura empoeirada. E aí, então, vejam, eh, é o, isso são os laços do eu, como ela coloca. E quando eu digo sim a Deus, quando eu recuso eh a quando eu renuncio ao eu, a perda dos laços do eu é seguido pela luz de Deus, a luz do sol, a liberdade, o ar fresco que entra, as cortinas são abertas, aquela sala empoerada, entra aquele ar fresco e a alegria. E assim ela termina então as sete disciplinas, corpo, mas eu não vou falar porque agora nós vamos paraa última parte, eh, onde ela diz: "Troca minha vida pela dele". Que o objetivo de todo verdadeiro discípulo é agradar a Deus. Na página 204. E a Bíblia, ela é o nosso guia. Como agradar a Deus? Aqui ela mostra-nos a Bíblia como fazer isso. Tome a palavra de Cristo como certa. Jesus ainda chama fielmente a vida para a vida para dar felicidade aqueles que seguirem seu caminho. É verdade. Ela fala esse caminho é o caminho da cruz. Ela não ilude. Esse caminho é o caminho da cruz, mas somente esse caminho leva à ressurreição. Somente esse caminho leva à ressurreição. E terminamos ela dizendo, eh, fazendo uma afirmação e uma pergunta. Ele oferece uma troca. O Senhor Jesus oferece uma troca. a vida dele pela nossa, ele nos oferece amor, aceitação, perdão, um peso de glória e plenitude de alegria. E aí a pergunta final que nos confronta: é tão difícil oferecer de volta os presentes que, em primeiro lugar vieram das mãos feridas? Nós ganhamos presentes das mãos feridas, perdão, aceitação, peso de glória. E é tão difícil oferecer de volta os presentes. Que presentes, que presentes, que presentes? corpo, mente, posição, posses, sentimentos, trabalho. É tão difícil oferecer essas sete disciplinas, essas sete coisas que nós recebemos do Senhor. É tão difícil. E essa lista, ela diz de de dessas coisas que devem ser rendidas, que que eu devo render ao meu Senhor, é uma mostra como forma de ajudar. Por que que ela fez isso? Então, ela quis nos ajudar a perceber o princípio da autoferta. Se sofrermos com Cristo, reinaremos com ele. Se um grão de trigo morre, ele produz frutos. Isso está lá em Coríntios, Paulo explicando acerca da ressurreição. Se renunciarmos, acho que segundo Coríntios, se renunciarmos ao nosso luto, experiência que ela teve, Deus nos dá uma veste de louvor. Se trouxermos nossos pecados, ele os substitui por um manto de justiça. A alegria não vem apesar da tristeza, mas por causa dela que nós temos. E encerrando, passando um pouquinho da nossa hora, da nossa programação, ela diz quando na última página, último parágrafo, quando a disciplina se torna uma rendição alegre, quando eu exerço disciplina nessas áreas que ela falou, corpo, mente, sentimentos se torna uma rendição alegre pelo sofrimento, nosso corpo continua a participar da morte de Jesus, para que a vida de Jesus também se manifeste em nosso corpo. Segundo Coríntios 4:10. A nossa autora, ela é essencialmente, ela é puramente bíblica. Ela não falou ideias dela, não. O que ela compartilhou foi a palavra, foi a palavra de Deus. Terminamos a nossa primeira parte aqui da nossa programação. Acho que passamos 5 minutinhos. Deixa eu olhar aqui para nós seguirmos. Eh, se alguém tiver alguma contribuição, a Sara quer falar. Sara vai repetir porque ela vai trazer o microfone para ti a pessoa. Porque a Bíblia fala muitas vezes o caminho parece o caminho agradável e muit e muitas vezes leva a morte. Leva leva a morte, entendeu? Muitas vezes leva a morte em tristeza. Aparentemente é uma alegria aparente. Aparente. Depois vai trazer tristeza. amargura, entendeu? Às vezes a pessoa entra num lamaçal e só Deus pode tirar dali. E outra coisa, lá em lembrar que nós devemos pôr isso na nossa mente, que eh Romanos 12:2 fala assim: "A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Porque quando fazemos vontade de Deus, ele automaticamente teremos alegria, porque ela é boa, perfeita e agradável. Entendeu? Muito e outra coisa, muito bom, Sara. E quando faz, ah, difícil fazer que que a Bíblia fala o Espírito Santo e tanto querer, ele ele realiza tanto querer quanto efetivar. E quando colocamos na mão de Deus, o Espírito Santo vai realizar tanto que nós queremos fazer e e é o Espírito Santo que vai realizar e fazer. Obrigada, Sara, pela tua participação, trazendo eh mais uma vez a a Bíblia, né, a verdade. Eh, aqui então agora na nossa programação da nossa manhã, eh primeiro semestre, uma vida com obediência. E agora em três minutinhos quero falar do livro do segundo semestre. Esse livro e o título dele é sem igual e tem como subtítulo 31 meditações sobre pode passar o outro. Isso. Obrigada. 31 meditações sobre o caráter e os atributos de Deus. O autor é Joel Bic e é uma publicação da editora Éden de 2024. Eh, quem é Joel Bick? Joel Bic é pastor, professor e presidente do seminário teológico puritano reformado em Michigan e nos Estados Unidos. autor e co-autor de mais de 100 livros, como espiritualidade reformada, pregação reformada, vivendo para glória de Deus. E ele é o pai da nossa autora que nós o ano passado transformadas que nós lemos, o Joel B, que é pai da Ester Engerman. Isso. Obrigada. E qual é rapidamente o que que é o autor nos diz? Qual é o objetivo do livro? orientar cristãos genuínos a meditar no caráter, nos atributos, nas perfeições de Deus. Para que meditar eh nos atributos de Deus para que a sua mente seje transformada, seus afetos aquecidos e a sua fé nutrida por sua graça? O Charles Espojan, príncipe dos pregadores, nos diz em um dos seus sermãos, em 1855 acerca, o objetivo do livro é esse. Agora eu quero falar o que que ele, o Spuran, falou acerca do valor. Qual é o valor de se estudar o conhecimento de Deus? E o que o Spor disse? O assunto humilha a mente e também a desenvolve. ao mesmo tempo que humilha a mente, esse assunto é eminentemente consolador. E o Esporjan nos diz: "Eu não conheço algo que possa confortar tanto a alma, acalmar as ondas de tristeza e dor, trazer paz para os ventos de provação como uma meditação piedosa sobre a divindade. meditação piedosa. E é essa a nossa proposta, meditar na perfeições de Deus. Então esse é o nosso convite para gosto. Disponha a sua mente, o seu coração para mais uma jornada do clube do livro do Amigas da SAF, espalhando a leitura, o gosto pela leitura com livros de perspectiva reformada, bíblicos, teocêntricos, sinceros, cativantes e práticos. E aguardamos vocês então em 15 de agosto, tá aí a data 9:30, de uma forma presencial, como agora online também no YouTube. Então vamos nos preparar e ler do capítulo um até o capítulo 7. Muito bem. E quero agora então passar a palavra pra Ângela. Vimos aqui que o segundo semestre nós vamos ter momentos igualmente preciosos e valiosos, né, através do estudo. E eu queria eu quero eh falar sobre um outro projeto da SAF da nossa igreja, é a nossa oficina Dorcas. que realiza dois bazares anuais. As nossas artesãs são todos eh todas as peças produzidas por elas. E esses bazares, nós convidamos todos os irmãos da igreja, nossos amigos, vocês nos ajudem a divulgar. E qual o objetivo do bazar? O objetivo do bazar é mostrar o trabalho, o que as nossas artesãs durante o semestre fizeram e também eh a renda do bazar, ela é revestida exclusivamente para trabalhos sociais, eh atender missões, missionários e trabalhos sociais desenvolvidos pela SAF e ajudar a igreja também. Então, o nosso bazar tem data, 28 de junho, a das 9 às 17 horas aqui no IP Centro. Todos estão convidados, nos ajudem a divulgar e que nós possamos realizar esse trabalho e ajudar o nosso próximo. Muito obrigada. [Música] ação. Então, aproveitando agora, pessoal, vamos agradecer a todas que estão aqui presentes e aquelas que estão aqui no chat, né? Eh, um abraço especial para SAF, lá em de Palmas da igreja Betel. A Patrícia não pode estar presente, mas tá aqui a Ana Lúcia e a Vanilda que são lá de Tocantins também. Eh, nós recebemos aqui um abraço da Lúcia, Lúcia Adre Rocha, da Federação da da das senhoras da SAF lá de Alagoas. E as notas das nossas irmãs que têm estado presente durante o semestre, porém hoje elas não estão aqui. A Zeni, a Ana Lúcia, não é a Ana Lúcia aqui, é outra Ana Lúcia. Lúcia Costa, eh, e a Miriam, que falaram aqui também no chat, que estão à distância. Tem outras, eu não vou citar todas, inclusive assim uma colocação que a Miriam fez é que se a gente for refém dos nossos sentimentos, estado de humor, a gente corre risco até de perder a o foco no autor e consumador da nossa fé, né? que aí a gente fica olhando pro umbigo. Eh, e tem aqui também um um uma fala da Soraia que fala que o livro é extraordinário e muito aprendizado. Aliás, esse é o o geral aqui, todos falaram, inclusive o Carioca colocou aqui também, ele tá à distância e ele manda um abraço e graça e paz a todos. OK. Qu? Ah, muito bem. Então, terminamos eh este encontro e encerramos o nosso ser mestre e agradeço muito a atenção, o carinho, o fato de caminharmos juntos nesse eh aprendizado, nesse aprendizado eh da palavra e dos ensinos. Um grande abraço e até agosto, esperamos. E fiquem atentos lá no grupo, no Zap. Nós vamos continuar nos comunicando semanalmente. Toda sexta nós vamos colocar eh uma um incentivo, uma comunicação, um norte paraa nossa caminhada. Um bom dia a todos. Então vamos orar, tá bom? O pastor vai nos despedir em oração. Vamos ficar em pé e vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos bendizer o teu nome nessa manhã, agradecer ao Senhor, ó Deus, por todas as tuas bênçãos, mas queremos, ó Deus, em especial te agradecer porque o Senhor, ó Deus, se revelou a nós, ó Deus, e a tua palavra nos salva, ó Deus, de nós mesmos. Portanto, ó Pai, nos ajude a confiar plenamente no Senhor e não em nossas sensações, sentimentos, emoções, mas, ó Deus, que nós possamos compreender sempre, ó Deus, que a tua palavra de fato é aquilo que deve ser autoridade sobre a nossa vida. Nos abençoe, ó Deus, no restante desse dia. Que o Senhor, ó Deus, aplique a tua palavra em nós. É a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Amém.