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A fé vem pelo ouvir

Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: Casa na Rocha ou na Areia? | Dilean & Carol

Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: Casa na Rocha ou na Areia? | Dilean & Carol

Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: Casa na Rocha ou na Areia? | Dilean & Carol

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Olá para você, para mais um sábado aqui
com o Ministério Integre, que é o
Ministério de Jovens da IBNU e o nosso
assunto do mês ou menos do sei lá, já
estamos dois meses, não lembro agora nas
últimas semanas. É o nosso assunto do
momento, vamos dizer assim, vai jovial,
né? O nosso assunto da vez é parábolas e
ações parabólicas de Jesus. E para esse
bate-papo aqui comigo, tá a minha fiel
escudeira Carol Lima para trocar essa
ideia e compartilharmos um pouquinho
daquilo que a gente aprende sobre a
palavra de Deus. E aí, Carol, você tá
bem? Todo sábado, Dil, estamos aí nesse
ping-pong, batebola, como a gente quiser
chamar, que é sempre muito bom, sempre
me acrescenta muito, sempre eh eu saio
dessa nossa conversa assim inundada, né,
de coisas que eh a gente viu Jesus
dizer, que viu Jesus fazer. E hoje, a
parábola de hoje me chamou muito
atenção, porque eh a gente Jesus tá
falando sobre todas essas coisas que a
gente ouve, mas que agora a gente
precisa colocar em prática. Então,
calhou muito bem, né, da gente falar
sobre essa parábola assim mais para para
pra frente, né, das nossas semanas de
conversa, porque a gente precisa colocar
em prática, né, a famosa parábola dos
dois construtores, da casa na areia, da
casa na rocha, né? E tem música também
com isso, né? Passei minha infância
cantando. Não, não construa sua casa na
areia. Uh, não, não construa na beira do
mar,
mesmo que pareça chique.
Muito bom. Então, essa parábola assim é
uma parábola muito querida, né? Uma
coisa que que Jesus alerta a gente. Mas
sobre isso, sobre além de ouvir todas as
coisas que Jesus fala, elas precisam ser
colocadas em prática.
Exatamente. Bom, pessoal, a essa
parábola é contada em dois dos nossos
quatro evangelhos, tá? Você encontra ela
no texto de Mateus, capítulo 7,
finalizando inclusive um um um um
período, né, uma uma questão muito
importante dentro do livro de Mateus,
que é o famoso sermão do monte. E você
também encontra ela em Lucas, capítulo
6, também finalizando ali o sermão.
Então, assim, são dois momentos muito
especiais onde Jesus está tratando sobre
esse tema. Se você de repente caiu aqui
de para-queda, não sabe exatamente o que
que é a parábola, vou te contar bem
rapidinho. Basicamente a questão é a
seguinte: ah, você tem duas, dois
construtores que vão construir uma casa.
Um constrói a casa em cima da areia e o
outro constrói a sua casa em cima da
rocha. E aí é óbvio que o que vai
acontecer é que as tempestades da vida
aparecem, as tempestades do local, a a
água vem, a chuva, aquela coisa toda. E
aquela casa que foi construída na areia,
ela não conseguiu permanecer de pé
porque essas questões aconteceram. Me
lembra um pouquinho de uma fábula que a
gente conta e que a gente conhece bem,
que é chamada da fábula dos três
porquinhos ali, aonde você também tem
construído uma outra parábola, né? Uma
outra parábola. Mas sabe o que chama
atenção a ó Carol? É o fato de que nesse
universo ah popular, é óbvio que a
parábola tem ali a parábola não, a
história dos três porquinhos tem outro
objetivo de você chegar com a criança,
né? Sim. Ah, mas é interessante que essa
analogia de como as coisas ah vão
envolver algum nível de proteção, de
cuidado, sabe? Algum tipo de segurança,
porque de certa forma a gente transfere
isso também, né? Porque afinal de contas
a casa construída na areia ela não
subsiste e ela tira. Ou seja, quando vem
a tempestade, a casa que deveria ser o
ambiente para você ser protegido dela,
ela não aguenta e ela também se
desfalece. E Dil é uma é uma analogia
legal. É, é uma analogia legal mesmo,
Dil. E assim, eu vou falar uma coisa que
acho que poucas pessoas sabem, né? A
galera me conhece aí do dos outros
vídeos como comissária, né? Tô sempre no
CEL por aí, mas a minha formação é
arquitetura. Então, coisas que são
construídas, construções, modos
construtivos, materiais, eh, falam muito
também, me soam muito familiar, né? E a
gente aprende em arquitetura que uma das
principais questões do ser humano é
procurar abrigo. Então, a gente precisa,
todo mundo precisa desse abrigo, né? E
aí, como a gente vai construir? Que que
maneira? Então, quando quando Jesus traz
essa parábola, eh, ele fala sobre um
tema que é universal e é para todas as
pessoas em todos os tempos. A gente
procura abrigo desde que é homem das
cavernas, porque a gente se escondia nas
cavernas.
Então, então e a e a caverna, a rocha,
né, é um abrigo firme. Então você vê só,
diferente de você se esconder debaixo de
uma árvore quando tá chovendo, se você
procurar uma caverna, né, na no meio do
mato, qualquer coisa assim, é um abrigo
muito mais eh consistente. Então essa
figura, ela fala muito profundamente,
né, até a pessoas que não estavam
necessariamente lá no contexto da
ouvindo aquilo que Jesus estava falando.
Mas uma coisa me chamou atenção, D,
nessa, né, nesse começo quando eu tava
lendo, eh,
a gente pode escolher, Jesus dá essa
opção pra gente. A gente pode escolher
que estilo de vida a gente quer e que
coisas a gente faz com as com o que
Jesus ensina. Uhum. Então Jesus não fala
assim, eh, ele não dá uma opção só,
fala: "Construam sua casa na rocha, ele
fala: "Você pode ser como alguém que
constrói na areia, mas se você quiser
também pode ser como alguém que constrói
na rocha. Então, tá na minha mão, tá na
sua mão, tá na nossa mão saber o que
fazer com aquilo que Jesus ensina. Eu
vou eu vou pegar esse teu gancho porque
foi eu também selecionei aqui algumas
algumas lições que eu aprendi. Uma, e a
primeira delas tem a ver com essa
questão da tomada de decisões e dos
valores pessoais que a gente tem, porque
afinal de contas construir a rocha, a
casa na rocha, não é simplesmente ele
ele tá usando a analogia, né, da e da da
construção, mas a ideia é exatamente
como que a gente vai que decisões a
gente vai tomar. Você tá olhando ali.
Aham. E a musiquinha já fala, né, como a
gente cantou. Ah, pode, a, apesar de
parecer chique construir na beira da
praia, né, na beira da da areia, que era
a ideia aqui, ah, é, você precisa tomar
decisões que sejam decisões sólidas. E
aí isso envolve, poxa vida, a gente se
conhecer, a gente entender a nossa as
nossas emoções, sabe aquela coisa? E e é
interessante como esses esses essas
coisas são assim tão práticas, né? Já
viu, por exemplo, aquelas pessoas que
falam assim: "Olha, a melhor coisa para
você ir no mercado é não ir pro mercado
com fome". Por quê? Porque as decisões
que você vai tomar não vão ser decisões
sábias em relação ao que você precisa
comprar, mas em relação ao que você tá
sentindo naquele momento. Sim. E e então
assim, tudo isso tudo isso tá meio que
permeado, sabe? Essa essa sabedoria
popular aqui é uma sabedoria bíblica de
você tomar decisões que são decisões
sábias primeiro. Então você tem que
saber quais são os valores pessoais que
você quer ter paraa sua vida. Sim. Você
precisa conhecer bem esses valores
pessoais e compreendê-los dentro da
dinâmica de como eles se relacionam com
você, com o próximo e com a comunidade
em qual na qual você está inserido. E aí
então tomar essas decisões porque
provavelmente provavelmente não, mesmo
que você construa na rocha ou que você
construa na areia, a grande questão é
tempestades virão. Eu super, eu super
escrevi isso aqui no meu bloquinho que
adoraçõ
tempestad, exatamente, tempestades virão
e não tem, não tem para onde fugir dessa
realidade, né? Sim. E outra questão que
envolve nisso é que a parábola não diz
que quem construiu na areia e quem
construiu na rocha construiu casas
diferentes. Como é como é a a a lição
dos porquinhos, né? Porque um construiu
de palha, outro construiu de madeira e
outro construiu de avvenaria. Aqui não,
a gente não tem essa e essa noção. Pode
ser até mesmo que as duas construções
sejam exatamente as mesmas. O problema
aqui não é a construção, o problema é
onde você construiu, é o fundamento de
onde você tá. E isso talvez é é uma
lição que para mim que eu falei que eu
ia puxar essa questão da tomada da
decisão que você trouxe com a outra
realidade. Às vezes as ações podem até
ser as mesmas, mas se o fundamento não
for o mesmo também os resultados não vão
ser os mesmos. Veja que interessante,
porque às vezes a gente fala sobre essa
questão, né? Poxa, você fazer a mesma
coisa sabendo que vai dar ruim, poxa,
não é uma coisa muito inteligente, né?
Nossa, de você trouxe essa questão de do
da casa poder ser parecida, mas o
fundamento é que faz com que ela seja
sólida ou não, né? E as tempestades
realmente vem para todo mundo. Muitas
coisas eh vieram na minha mente agora,
né? Eh, com relação a isso da gente eh
parecer aí a parábola do trigo do joio,
né, que a gente estudou semana passada,
eh coisas eh diferentes que se parecem,
né, que depois é que amadurece a gente
vê o resultado. Eh, eu posso eh me
deparar com duas pessoas muito
generosas,
mas a motivação do coração pode ser
diferente. Alguém pode ser muito
generoso porque quer algo em troca.
Uhum. Porque o fundamento dele tá na
areia. O fundamento dele não tá naquilo
que Jesus ensina, que é o verdadeiro
altruísmo, que é fazer sem olhar para
quem, sem medir esforços, fazer porque
Deus me deu e eu vou eh espalhar aquilo
que Deus me deu, né? Então, duas pessoas
generosas, elas podem estar
fundamentadas em bases diferentes. E aí,
se alguém generoso fundamentado eh nas
próprias convicções, eh, ou de maneira
egoísta ou porque quer receber
reconhecimento, isso é areia. E quando
vier a tempestade, toda essa
generosidade da pessoa vai desmanchar.
Exato. Porque tá fundamentado no lugar
errado, né? E aí a gente a gente começa
a compreender porque a gente precisa
absorver o ensino de Jesus e colocar em
prática. É muito é muito no dia a dia
mesmo, é muito eu fazer. Então aí eu
fiquei pensando em vários exemplos, né?
E e às vezes essa questão de lidar com
dinheiro é uma coisa muito do dia a dia
nosso, né? Então a gente eh, por
exemplo, não adianta eu dizer paraas
pessoas que eh é errado você ter dívida,
que que Jesus fala que a gente tem que
ser, né, precavido, que a gente tem que
a Bíblia como um todo fala muito sobre
dinheiro, né? Mas se eu devo alguém e
não pago, então o que eu tô falando é
vazio. Então eu tô, a minha o meu
discurso todo tá fundamentado na areia.
Eu não tô vivendo, a minha vida não tá
sendo construída na rocha porque eu não
tô botando em prática, né? Eu não tô de
fato vivendo aquilo que Jesus ensina que
eu deveria.
E e eu vejo também que a somado a isso,
construir na areia, tomar as decisões,
que a gente tá falando sobre essa
questão de tomadas de decisões, né?
Tomadas de decisões, elas muitas vezes
elas têm a ver com, por exemplo, o que
que é momentaneamente mais fácil para
mim? Tipo assim, agora eu tenho isso
aqui e isso aqui para decidir qual deles
vai ser mais rápido, qual del qual deles
vai me livrar mais fácil de repente
naquele momento de de repente alguma
situação que eu não queira passar.
Porém, às vezes, isso se desdobra numa
complicação futura que era uma situação
muito pior do que naquele momento passar
por aquela questão e e de repente
enfrentar aquilo. Olha, envolve questões
de popularidade,
gratificação imediata, a, enfim, várias
coisas aí que a gente pode pensar que
são decisões tomadas na areia e não
necessariamente numa base sólida. Porque
essa a base sólida, pessoal, ela vai
envolver realidades como, por exemplo,
perdão. Ela vai envolver realidades como
aceitação do próximo, ela vai envolver
realidades como negar a mim mesmo,
entender que o outro é superior a mim.
Nesse sentido, tô pensando aqui em em
propostas bíblicas daquilo que envolve
esses relacionamentos, né? Então, assim,
a gente precisa lidar com essas
questões. Por quê? porque senão a gente
fica construindo sempre a nossa casa na
na areia. E eu eu penso que inclusive e
é lógico, a gente tem gente de todas as
idades que assistem os nossos vídeos,
que tá aqui no YouTube, tá aberto para
todo mundo. Em alguns momentos da vida,
essas coisas parece que pegam mais, né?
Por exemplo, às vezes a necessidade de
ser aceito num grupo faz com que algumas
coisas a alguns valores que eu tenho
sejam deixados de lado. Às vezes a e e
gente e é real, né? Por exemplo, às
vezes a necessidade financeira, pô,
entende? Tipo assim, eu eu preciso desse
trabalho a qualquer custo. Ah, eu
comprometo meu meus princípios, né?
Exatamente. E tudo isso são construções,
são construções da areia. São
construções. Por quê? Porque no final a
gente sabe, pessoal, que quem sustenta a
gente é o é é Deus. Ele que é o a que é
o nosso Senhor. E a gente, e é
interessante que tudo isso começa, né? A
gente falou que tá finalizando o sermão
do monte. E o sermão do monte ele vai
ter inclusive no capítulo seis, por
exemplo, as preocupações da vida. Então
veja como tudo isso tá interligado e e é
tão atual, entende? Porque as
preocupações da vida, Jesus vai falar
assim: "Você tá preocupado com o quê?
Olha, olha os lírios do campo. Olha as
flores como elas são lindas e belas.
Olha os passarinhos. Olha os
passarinhos. Eles nem plantam nem
colhem. E tem o alimento das provções.
Mas aí a gente vai colocando essas
questões. Não, eu preciso me segurar, eu
preciso disso, eu preciso daquilo. E
essas realidades vão distorcendo.
Sim. a a a rocha transformando ela em
areia da nossa vida. Então assim, e Dil,
construir na areia parece mais fácil,
porque a areia é macia, areia é mole, eu
consigo colocar uma estaca com muito
mais facilidade, né? Parece mais rápido,
né? E aí a gente acha que construindo na
areia não vai ter problema, a gente vai
conseguir acelerar o nosso processo, né?
fazer as coisas de de maneira mais
rápida e eficiente. Construir na rocha
dá um pouco mais de trabalho, porque a
rocha é dura, a rocha você tem que cavar
um pouco mais fundo até você conseguir
colocar a fundação lá. Mas uma coisa
muito interessante, quando a gente eh se
deixa ser trabalhado por Deus, né?
quando a gente permite eh ter esse tempo
de e de eh leitura da palavra, de oração
com Deus, deixar Deus falar as coisas do
nosso coração, de deixar essa essas
palavras de Deus entrarem, né, de fato,
pra gente modificar o nosso jeito de
ser. Quando a gente tem essa paciência e
a gente faz essa construção em cima da
rocha, eh, uma coisa que eu costumava
pensar, né, que foi construído na no meu
comecinho da juventude,
eh, é que se eu fizesse tudo certo, a
vida ia dar certa, mas isso não é
verdade. Então, ainda que eu eh dedique
tempo, que eu busque a Deus, que eu eh
construa a minha vidaem sobre a rocha, a
tempestade vai chegar, que foi isso que
você falou no começo, né? Então, ainda
que eh eu faça o que é certo, ainda que
eu faça tudo certo, com a motivação
certa, que eu construo a minha casa
sobre a rocha, eh não tem garantia
nenhuma de que o meu contexto vai me
favorecer, de que as pessoas à minha
volta vão me ajudar. de que as coisas
vão ser fáceis para mim. A gente não tem
garantia nenhuma, mas estando
estabelecido sobre a rocha, vai vir, vai
vir enchente, vai vir chuva, vai vir
ventania, o que quer que venha, a gente
tá firme e a gente vai ser sustentado
por Deus, né? E no meio do que do que
tiver que vir, isso é um consolo muito
grande. Isso isso alivia meu coração.
Exato. E e indo além, a eu eu pensei em
duas questões que são bastante eu acho
que são bastante relevantes, né? Porque
construir a base na rocha, é óbvio que a
gente tá falando aqui, principalmente
das questões de obedecer aquilo que
Jesus ensinou.
Mas vamos colocar assim, de uma forma
mais prática, mais do nosso dia a dia,
né? Eu creio que construir a base da
rocha envolve, em primeiro lugar você
conhecer a você mesmo com base naquilo
que Jesus estabelece. Porque ah, tem
muita gente, por exemplo, e aqui eu não
quero fazer uma crítica necessariamente,
mas eu quero fazer uma reflexão com você
que tá com aquela questão da, vamos
dizer assim, da autoestima abaixa, né? E
é lógico que a gente passa por esses
momentos das tempestades que deixam a
gente cabes baixo, deixam a gente mal.
Mas quando a gente tem a nossa essência,
quem nós somos, a nossa identidade na
rocha, então a gente tem as compreensões
a respeito do amor de Deus por nós. A
gente tem a compreensão do perdão de
Deus sobre a nossa vida. A gente tem a
compreensão do cuidado divino sobre nós.
Nós temos a compreensão da comunidade
ao cristã, do corpo de Cristo, do qual
nós estamos ligados e que nos sustenta,
que nos apoia e que caminha junto. Veja
só quantas coisas a gente lidando com
essa questão. primeiro da identidade
pessoal que envolve ter uma identidade
pessoal baseada na rocha e também dos
nossos relacionamentos.
Gente, construir as amizades baseadas na
rocha é em outra é uma outra figura. A
gente tem até algumas coisas
interessantes. Nós já falamos, por
exemplo, sobre a parábola dos dois
filhos, né, do do que a gente chamada do
filho pródigo, né, onde um deles
dispensa tudo em amizades errôneas e que
depois na hora do sufoco, ele ficou
sozinho. Fica sozinho. Fica sozinho.
Exatamente. Então assim, construir, poxa
vida, construir a a ideia do futuro,
seja a dois, né, com o seu com com o
parceiro, com a parceira, mas das
amizades mesmo em geral também não
significa, como você falou, que ah, o
fato de que eu tô buscando uma pessoa na
igreja, então tudo vai dar certo. Não,
lindo, mas que pelo menos o padrão
deveria ser esse de construir a coisa
baseada nessa rocha que é Jesus e que
vai dar essa segurança para aquilo.
Paulo vai dizer lá na no na sua carta a
Timóteo para ele, ele diz assim, ó:
"Fuja das paixões e da mocidade e segue
a fé, a justiça e o amor com aqueles que
de coração puro invocam o Senhor."
É muito bonito esse texto de de Paulo,
porque ele evoca essa realidade de poxa
vida, como que eu vou construir os meus
relacionamentos? Primeiro, eu sou alguém
que está buscando a fé, a justiça e o
amor? Se sim, eu vou buscar essas
pessoas que também tm esse mesmo valor.
E aí a gente vai construir junto essa
realidade. É bem. E aí a gente vai
construir um condomínio inteiro na
rocha, né, de não só a nossa casa, mas
um condomínio inteiro, uma vizinhança
inteira na rocha. É muito legal isso que
você tá trazendo, porque quando a gente
tem a visão correta a nosso respeito,
quando a gente ajusta esse foco, né, e a
gente se enxerga da maneira como Deus
nos vê, né, com essa identidade no
lugar, sabendo quais são os nossos dons,
os nossos talentos, os nossos limites,
né, entendendo eh eh que emoções eu
tenho diante das circunstâncias, quando
a gente tem esse olhar, né, para dentro,
correto, com com o foco ajustado, a
gente também enxerga o outro da maneira
correta, porque no fundo é, a gente às
vezes passa, né, ouve algumas coisas,
passa por algumas coisas, eu vejo as
pessoas falando assim: "Ah, porque
fulano é muito mal encarado". Quando na
verdade a própria pessoa é mal encarada,
então ela projeta no outro aquilo que
ela é, a gente faz isso, né? a gente
projeta no outro aquilo que a gente
enxerga dentro da gente. Então, quando
quando a gente se conecta com Deus, se
relaciona com Deus, né, dessa maneira
saudável, e Deus mostra pra gente quem a
gente é, a gente constrói essa
identidade na rocha e a gente se conecta
com pessoas que também fazem isso. E aí
fica uma vizinhança inteira que se
ajuda, né, uma comunidade que se que se
conecta, que se ajuda nessa sustentação.
um ajuda o outro a construir a sua casa
na rocha e a gente pode tomar decisões
com mais firmeza, né? Porque tá todo
mundo na mesma rocha.
Muito b. Eu ia falar, eu ia falar no
mesmo barco, mas nesse caso
é, eu eu pensei a em relação a isso
ainda, dois dois outros elementos que
para mim essa parábola da Casa da Rocha
e Casa da Areia, elas trazem. Primeiro
lugar, pessoal, para nós que inclusive
somos jovens, a gente pode pensar numa
realidade de futuro que essa que essa
parábola nos nos traz de lição. Você que
de repente ainda tá na época de
vestibular, na época de faculdade, na
época de de repente a estabelecer uma
carreira, cara, ah, essa parábola nos
ensina que a nossa construção precisa
ser uma construção na rocha. É óbvio que
toda a nossa realidade tem a ver com
questões espirituais. Não não nega isso.
Porém, a espiritualidade ela se
manifesta nas coisas do nosso dia a dia.
Sim. Então você que tá estudando, você
precisa estudar e e tá, o que que você
precisa fazer? Ser um estudante
dedicado.
Agora não é hora de pensar em outras
coisas. Uhum. E e não significa que você
não pode se divertir. Pelo contrário,
inclusive a diversão faz parte do
estudo. Tu refrescar a cabeça, sabe? te
dá aquela aliviada e tudo, porque é a o
cérebro é um músculo que se cansa e
precisa disso tudo.
Você no mercado de trabalho você precisa
construir o seu nome não baseado somente
no seu nome nesse sentido, sabe? Não, eu
preciso ter o meu nome como Não, você
precisa construir a o seu a sua carreira
profissional baseada na rocha, ou seja,
ter fundamentos, porque tem pessoas que
pra questão de construir, porque quer
construir o seu nome, para isso
maltratam outras pessoas, subjulgam,
pisa, né? Pisa nos outros para subir. E
não, e isso não tem nada a ver. Uhum.
Perceba que então essa ideia de
construir a casa da rocha, construir a
casa da areia, ter segurança, ter
estabilidade, ter uma vida correta. Tudo
isso faz parte dessas decisões do nosso
dia a dia que impactam a nossa vida nas
coisas do cotidiano, no seu estudo, no
seu trabalho, na sua família, nos seus
relacionamentos.
Tudo isso faz parte dessas decisões
sábias de como construir. E é claro que
também se aplica à fé e a
espiritualidade. É óbvio que que isso
não poderia ficar de fora. Agora, como
que isso se aplica? Lembrando que
construir a sua espiritualidade, a sua
vida espiritual, não está ligado a
frequentar uma igreja, não está ligado a
ouvir mensagens no YouTube, nem a
praticar, né, praticar os religiosos,
primeiros rituais. fazer rituais também
não tem a ver com isso. Como a gente
colocou, as duas casas podem ser a
mesma. O grande ponto é o sol, o sol
onde ela tá construída, entendeu? Então
eu posso aqui fazer algo e outra pessoa
vir fazer exatamente a mesma coisa, mas
a o meu sólido ser areia, o meu solo ser
areia. E aí toda essa ação que parece, é
interessante que no próprio texto de
Mateus, Jesus vai falar enquanto a fazer
o sermão do monte, ele vai dizer assim,
ó: "Naquele dia muitos dirão: "Senhor,
Senhor, em teu nome eu fiz um monte de
coisa. Sim, e eu vou dizer: "Apartai-vos
de mim, você con entende?" Então, é isso
que a gente tá falando, é essa
construção do sólido tem a ver com minha
meu dia a dia, a forma como eu lido com
a minha faculdade, a forma como eu lido
com o meu trabalho, a forma como eu lido
com o meu namoro, com o meu
relacionamento, a forma como eu lido com
a minha família. E tem a ver com a forma
como eu lido com a minha espiritualidade
interna. Sim. Se não é um sólido, um
solo rochoso de verdade, um solo forte e
que te dá segurança. E esse sólido, o
único é Jesus, cara, tudo o resto é uma
vida vai desmoronar, vai desmoronar.
E Dil, eh, assim, já caminhando pro
nosso finalzinho, eh, quando Jesus
termina de contar essa parábola, né, que
aí ele ele diz que se se as pessoas
usarem as palavras dele apenas para
fazer, a mensagem falou um negócio
interessante, ó, se vocês usarem as
minhas palavras apenas para fazer estudo
bíblico, sem nunca aplicá-las à própria
vida, não passarão de pedreiros tolos.
Achei muito interessante. E aí quando
Jesus no nos versículos 28 e 29, né,
fala que quando ele conclui o discurso,
a multidão aplaudiu. Eles nunca tinham
ouvido um ensino assim. Era óbvio que
ele vivia o que pregava em contraste com
os líderes religiosos do povo. Era o que
Jesus fazia. Por que que em algumas
outras versões fala que Jesus falava com
autoridade? O que que é falar com
autoridade? é você eh as pessoas
confiarem naquilo que você fala, por
você faz também, porque você mostra com
a sua vida que aquilo que você fala você
pratica. Então isso é ter consistência,
né? Como a gente como é bom quando a
gente convive com pessoas que a gente
sabe que são confiáveis, porque ela fala
que vai fazer, ela vai fazer, né? A
aquilo que a pessoa eh mostra e fala é a
mesma coisa. Então isso isso é
consistência e era exatamente como Jesus
era, né? Tinha autoridade porque era
consistente, pregava uma coisa e vivia
aquilo que ele falava. Então é o ensino
máximo. Joia. E você tava falando da
gente caminhar pro final e eu acho que a
gente realmente precisa, estamos aí
batendo um papo há um tempo, mas eu
queria a falar sobre a última a última
lição daquilo que eu pensei penshando a
parábola. A gente falou muito sobre
aquilo que a gente faz, a gente tomar
decisões sábias, porque as as nossas
decisões, a as nossas ações, se não
estiverem debaixo a sob um um terreno
sólido, elas podem até ser boas, mas
elas não se perduram, elas não vão se
segurar por muito tempo. E isso me fez
pensar nessa última lição, que a grande
questão é que essa parábola também fala
muito sobre como nós passamos ou
enfrentamos as adversidades da vida,
sejam as decepções, as perdas, as
pressões do dia a dia, talvez até os
fracassos que a gente acaba tendo que
enfrentar no dia a dia. Gente, uma casa
construída na rocha não significa que
ela não possa ter problemas no sentido
de até mesmo perdas temporárias.
Imagina, por exemplo, aqui, é lógico, a
parábola não lida com isso. Eu só tô
fazendo um esticolando. Vamos só pra
gente pensar, a gente tá batendo um
papo, né? Mas, por exemplo, você pode
construir obviamente uma um E eu imagino
que a casa de cada um de nós aqui tem um
fundamento, né? Tem a pessoa coloca, faz
aquela faz aquele negócio de
concreto, ferro e tal.
Só que de repente vem aí de uma um uma
chuva ou sei lá, cai uma árvore, alguma
coisa e um pedaço da casa ele é
desfeito. Então, lidando com essa
questão dos fracassos. O fato de você
ter a sua construção na rocha não
significa que em alguns momentos, sei
lá, na tempestade cai um raio, entende?
e e quebre um pedaço. O que nós estamos
falando é que nós conseguimos enfrentar
as tempestades porque apesar de de
repente um telhado voar com o vento,
sabe? Um pedaço do da casa se destelhar
ou ou até mesmo você sabe na sua casa,
de repente um dia teve uma infiltração
de alguma coisa, quebrou um cano, os
próprios materiais se deterioram, né,
Dil? É, mas aação dela tá sólida, ela
ela não, ela ela não vai, você vai lá e
e ajusta aquilo, arruma e você pode até
expandir a casa com com um alicerce
sólido, mas os fracassos, as decepções,
as pressões podem até machucar a casa em
algum momento. Porém, se a se o solo
realmente é sólido, é firme, ela ela
permite até que seja reconstruída, ela
permite que seja exatamente, ela não é
derrubada por completo, né? A gente
passou, a gente sabe que passou todo
começo do ano no Brasil, a gente
enfrenta problemas de chuvas e de
tempestades e casas
são levadas às vezes. E aí quando você
chega nesses lugares, o que que sobra?
Somente aquela parte no chão, a la a lá,
né, concreto, né? o que era concreto, o
concreto tá ali, a base tá ali e aquilo
pode ser novamente reconstruído. Isso
envolve os nossos relacionamentos,
envolve as nossas amizades, envolve os
nossos padrões. Tudo pode ser
reconstruído se a base ela é sólida, se
o terreno, a pressão vem, a tempestade
vem, às vezes até dá uma danificada na
casa, mas o sólido ro o o solo rochoso,
que é firme e forte permite a
reconstrução boa. Eil, eu sei que já, eu
sei que a gente já tem que acabar, mas
você me fez lembrar de uma outra coisa,
porque o papo tá bom.
Eh, falando é falando sobre essas coisas
de, né, falou de construção, eu tô tô no
meu ambiente também. Eh,
a gente constrói sobre a rocha, né? a
gente tem esse esse fundamento firme, a
gente pode escolher, decidir, construir
sobre a rocha, mas vamos ser sinceros,
toda casa precisa de manutenção.
Isso que você trouxe, por vai acontecer
aí, às vezes cai um raio e
os materiais se deterioram e às vezes
começa uma goteira lá em casa, não é
porque dá uma chuva forte, mas é porque
eu não consegui, não tava mantendo o
telhado como eu deveria.
Então, a nossa manutenção na palavra de
Deus, no relacionamento com Deus, na
oração, na comunhão com as pessoas que,
né, que que fortalece a gente na fé,
então a manutenção da nossa construção
também é muito importante. Acho que era
isso que me lembrei agora, queria deixar
e vou ficar com isso.
Quanta coisa legal, uma parábola tão
conhecida, mas quanta coisa gostosa da
gente aprender. Eu quero finalizar esse
vídeo hoje. Aqui a gente tá no dia 14 de
junho. E pessoal, se você tá aqui em São
Paulo, eu quero convidar você porque
hoje às 19 horas, ó, agora são 9 horas
da manhã, quem está soltando ainda dá
tempo de chegar, hein? se prepare. 19
horas nós vamos ter um evento muito
especial, presidencial aqui na IBU,
liderado pelo Ministério de Jovens, o
Ministério Integre, onde nós vamos
receber o Cacau Marx para trabalhar um
pouquinho sobre a nossa identidade no
século XX, falar um pouquinho sobre ser
cristão relevante no meio da comunidade
onde nós estamos inseridos, seja ela do
trabalho, da faculdade. E é um tempo
gostoso porque você vai poder fazer as
suas perguntas. Então vem com a Tianguá
número 25. Hoje 19 horas nós teremos
esse nosso bate-papo hoje 14 de junho de
2025 porque pode ser que tenha pessoas
que vejam esse vídeo depois. Então
assim, sinto muito, o evento foi hoje e
você, infelizmente, perdeu. Mas que que
você precisa fazer? Se você não se
inscreveu ainda no canal, se inscreve,
porque daí você fica sabendo das nossas
novidades. E também aproveite para
seguir a gente nas outras redes sociais.
Nós temos o nosso Instagram, temos o
Facebook e aí você fica sabendo daquilo
que tá acontecendo com antecedência para
se planejar para estar com a gente. Mas
uma coisa é certa, domingo e todo
domingo às 9:30 da manhã nós temos o
nosso a nossa celebração online aqui no
canal do YouTube que você pode assistir
de qualquer lugar. Mas nós temos também
presencial na rua Tianguá número 25, bem
pertinho do aeroporto de Congonhas, o
nosso culto e depois às 11:15 a nossa
celebração. Então você tem duas
oportunidades todo domingo de estar com
a gente presencial, da gente se conhecer
e da gente poder caminhar juntos nessa
vida cristã, certo, Carol? Isso aí.
Bora. Vamos todo mundo junto. É isso aí,
pessoal. Abraço. Um abraço para todo
mundo. E Carol, mais uma vez muito
obrigado pela parceria. até até semana
que vem com mais bate-papo. Abração.
Tchau, galera.
[Música]

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