Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: Casa na Rocha ou na Areia? | Dilean & Carol
14/06/2025
Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: Casa na Rocha ou na Areia? | Dilean & Carol
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Olá para você, para mais um sábado aqui com o Ministério Integre, que é o Ministério de Jovens da IBNU e o nosso assunto do mês ou menos do sei lá, já estamos dois meses, não lembro agora nas últimas semanas. É o nosso assunto do momento, vamos dizer assim, vai jovial, né? O nosso assunto da vez é parábolas e ações parabólicas de Jesus. E para esse bate-papo aqui comigo, tá a minha fiel escudeira Carol Lima para trocar essa ideia e compartilharmos um pouquinho daquilo que a gente aprende sobre a palavra de Deus. E aí, Carol, você tá bem? Todo sábado, Dil, estamos aí nesse ping-pong, batebola, como a gente quiser chamar, que é sempre muito bom, sempre me acrescenta muito, sempre eh eu saio dessa nossa conversa assim inundada, né, de coisas que eh a gente viu Jesus dizer, que viu Jesus fazer. E hoje, a parábola de hoje me chamou muito atenção, porque eh a gente Jesus tá falando sobre todas essas coisas que a gente ouve, mas que agora a gente precisa colocar em prática. Então, calhou muito bem, né, da gente falar sobre essa parábola assim mais para para pra frente, né, das nossas semanas de conversa, porque a gente precisa colocar em prática, né, a famosa parábola dos dois construtores, da casa na areia, da casa na rocha, né? E tem música também com isso, né? Passei minha infância cantando. Não, não construa sua casa na areia. Uh, não, não construa na beira do mar, mesmo que pareça chique. Muito bom. Então, essa parábola assim é uma parábola muito querida, né? Uma coisa que que Jesus alerta a gente. Mas sobre isso, sobre além de ouvir todas as coisas que Jesus fala, elas precisam ser colocadas em prática. Exatamente. Bom, pessoal, a essa parábola é contada em dois dos nossos quatro evangelhos, tá? Você encontra ela no texto de Mateus, capítulo 7, finalizando inclusive um um um um período, né, uma uma questão muito importante dentro do livro de Mateus, que é o famoso sermão do monte. E você também encontra ela em Lucas, capítulo 6, também finalizando ali o sermão. Então, assim, são dois momentos muito especiais onde Jesus está tratando sobre esse tema. Se você de repente caiu aqui de para-queda, não sabe exatamente o que que é a parábola, vou te contar bem rapidinho. Basicamente a questão é a seguinte: ah, você tem duas, dois construtores que vão construir uma casa. Um constrói a casa em cima da areia e o outro constrói a sua casa em cima da rocha. E aí é óbvio que o que vai acontecer é que as tempestades da vida aparecem, as tempestades do local, a a água vem, a chuva, aquela coisa toda. E aquela casa que foi construída na areia, ela não conseguiu permanecer de pé porque essas questões aconteceram. Me lembra um pouquinho de uma fábula que a gente conta e que a gente conhece bem, que é chamada da fábula dos três porquinhos ali, aonde você também tem construído uma outra parábola, né? Uma outra parábola. Mas sabe o que chama atenção a ó Carol? É o fato de que nesse universo ah popular, é óbvio que a parábola tem ali a parábola não, a história dos três porquinhos tem outro objetivo de você chegar com a criança, né? Sim. Ah, mas é interessante que essa analogia de como as coisas ah vão envolver algum nível de proteção, de cuidado, sabe? Algum tipo de segurança, porque de certa forma a gente transfere isso também, né? Porque afinal de contas a casa construída na areia ela não subsiste e ela tira. Ou seja, quando vem a tempestade, a casa que deveria ser o ambiente para você ser protegido dela, ela não aguenta e ela também se desfalece. E Dil é uma é uma analogia legal. É, é uma analogia legal mesmo, Dil. E assim, eu vou falar uma coisa que acho que poucas pessoas sabem, né? A galera me conhece aí do dos outros vídeos como comissária, né? Tô sempre no CEL por aí, mas a minha formação é arquitetura. Então, coisas que são construídas, construções, modos construtivos, materiais, eh, falam muito também, me soam muito familiar, né? E a gente aprende em arquitetura que uma das principais questões do ser humano é procurar abrigo. Então, a gente precisa, todo mundo precisa desse abrigo, né? E aí, como a gente vai construir? Que que maneira? Então, quando quando Jesus traz essa parábola, eh, ele fala sobre um tema que é universal e é para todas as pessoas em todos os tempos. A gente procura abrigo desde que é homem das cavernas, porque a gente se escondia nas cavernas. Então, então e a e a caverna, a rocha, né, é um abrigo firme. Então você vê só, diferente de você se esconder debaixo de uma árvore quando tá chovendo, se você procurar uma caverna, né, na no meio do mato, qualquer coisa assim, é um abrigo muito mais eh consistente. Então essa figura, ela fala muito profundamente, né, até a pessoas que não estavam necessariamente lá no contexto da ouvindo aquilo que Jesus estava falando. Mas uma coisa me chamou atenção, D, nessa, né, nesse começo quando eu tava lendo, eh, a gente pode escolher, Jesus dá essa opção pra gente. A gente pode escolher que estilo de vida a gente quer e que coisas a gente faz com as com o que Jesus ensina. Uhum. Então Jesus não fala assim, eh, ele não dá uma opção só, fala: "Construam sua casa na rocha, ele fala: "Você pode ser como alguém que constrói na areia, mas se você quiser também pode ser como alguém que constrói na rocha. Então, tá na minha mão, tá na sua mão, tá na nossa mão saber o que fazer com aquilo que Jesus ensina. Eu vou eu vou pegar esse teu gancho porque foi eu também selecionei aqui algumas algumas lições que eu aprendi. Uma, e a primeira delas tem a ver com essa questão da tomada de decisões e dos valores pessoais que a gente tem, porque afinal de contas construir a rocha, a casa na rocha, não é simplesmente ele ele tá usando a analogia, né, da e da da construção, mas a ideia é exatamente como que a gente vai que decisões a gente vai tomar. Você tá olhando ali. Aham. E a musiquinha já fala, né, como a gente cantou. Ah, pode, a, apesar de parecer chique construir na beira da praia, né, na beira da da areia, que era a ideia aqui, ah, é, você precisa tomar decisões que sejam decisões sólidas. E aí isso envolve, poxa vida, a gente se conhecer, a gente entender a nossa as nossas emoções, sabe aquela coisa? E e é interessante como esses esses essas coisas são assim tão práticas, né? Já viu, por exemplo, aquelas pessoas que falam assim: "Olha, a melhor coisa para você ir no mercado é não ir pro mercado com fome". Por quê? Porque as decisões que você vai tomar não vão ser decisões sábias em relação ao que você precisa comprar, mas em relação ao que você tá sentindo naquele momento. Sim. E e então assim, tudo isso tudo isso tá meio que permeado, sabe? Essa essa sabedoria popular aqui é uma sabedoria bíblica de você tomar decisões que são decisões sábias primeiro. Então você tem que saber quais são os valores pessoais que você quer ter paraa sua vida. Sim. Você precisa conhecer bem esses valores pessoais e compreendê-los dentro da dinâmica de como eles se relacionam com você, com o próximo e com a comunidade em qual na qual você está inserido. E aí então tomar essas decisões porque provavelmente provavelmente não, mesmo que você construa na rocha ou que você construa na areia, a grande questão é tempestades virão. Eu super, eu super escrevi isso aqui no meu bloquinho que adoraçõ tempestad, exatamente, tempestades virão e não tem, não tem para onde fugir dessa realidade, né? Sim. E outra questão que envolve nisso é que a parábola não diz que quem construiu na areia e quem construiu na rocha construiu casas diferentes. Como é como é a a a lição dos porquinhos, né? Porque um construiu de palha, outro construiu de madeira e outro construiu de avvenaria. Aqui não, a gente não tem essa e essa noção. Pode ser até mesmo que as duas construções sejam exatamente as mesmas. O problema aqui não é a construção, o problema é onde você construiu, é o fundamento de onde você tá. E isso talvez é é uma lição que para mim que eu falei que eu ia puxar essa questão da tomada da decisão que você trouxe com a outra realidade. Às vezes as ações podem até ser as mesmas, mas se o fundamento não for o mesmo também os resultados não vão ser os mesmos. Veja que interessante, porque às vezes a gente fala sobre essa questão, né? Poxa, você fazer a mesma coisa sabendo que vai dar ruim, poxa, não é uma coisa muito inteligente, né? Nossa, de você trouxe essa questão de do da casa poder ser parecida, mas o fundamento é que faz com que ela seja sólida ou não, né? E as tempestades realmente vem para todo mundo. Muitas coisas eh vieram na minha mente agora, né? Eh, com relação a isso da gente eh parecer aí a parábola do trigo do joio, né, que a gente estudou semana passada, eh coisas eh diferentes que se parecem, né, que depois é que amadurece a gente vê o resultado. Eh, eu posso eh me deparar com duas pessoas muito generosas, mas a motivação do coração pode ser diferente. Alguém pode ser muito generoso porque quer algo em troca. Uhum. Porque o fundamento dele tá na areia. O fundamento dele não tá naquilo que Jesus ensina, que é o verdadeiro altruísmo, que é fazer sem olhar para quem, sem medir esforços, fazer porque Deus me deu e eu vou eh espalhar aquilo que Deus me deu, né? Então, duas pessoas generosas, elas podem estar fundamentadas em bases diferentes. E aí, se alguém generoso fundamentado eh nas próprias convicções, eh, ou de maneira egoísta ou porque quer receber reconhecimento, isso é areia. E quando vier a tempestade, toda essa generosidade da pessoa vai desmanchar. Exato. Porque tá fundamentado no lugar errado, né? E aí a gente a gente começa a compreender porque a gente precisa absorver o ensino de Jesus e colocar em prática. É muito é muito no dia a dia mesmo, é muito eu fazer. Então aí eu fiquei pensando em vários exemplos, né? E e às vezes essa questão de lidar com dinheiro é uma coisa muito do dia a dia nosso, né? Então a gente eh, por exemplo, não adianta eu dizer paraas pessoas que eh é errado você ter dívida, que que Jesus fala que a gente tem que ser, né, precavido, que a gente tem que a Bíblia como um todo fala muito sobre dinheiro, né? Mas se eu devo alguém e não pago, então o que eu tô falando é vazio. Então eu tô, a minha o meu discurso todo tá fundamentado na areia. Eu não tô vivendo, a minha vida não tá sendo construída na rocha porque eu não tô botando em prática, né? Eu não tô de fato vivendo aquilo que Jesus ensina que eu deveria. E e eu vejo também que a somado a isso, construir na areia, tomar as decisões, que a gente tá falando sobre essa questão de tomadas de decisões, né? Tomadas de decisões, elas muitas vezes elas têm a ver com, por exemplo, o que que é momentaneamente mais fácil para mim? Tipo assim, agora eu tenho isso aqui e isso aqui para decidir qual deles vai ser mais rápido, qual del qual deles vai me livrar mais fácil de repente naquele momento de de repente alguma situação que eu não queira passar. Porém, às vezes, isso se desdobra numa complicação futura que era uma situação muito pior do que naquele momento passar por aquela questão e e de repente enfrentar aquilo. Olha, envolve questões de popularidade, gratificação imediata, a, enfim, várias coisas aí que a gente pode pensar que são decisões tomadas na areia e não necessariamente numa base sólida. Porque essa a base sólida, pessoal, ela vai envolver realidades como, por exemplo, perdão. Ela vai envolver realidades como aceitação do próximo, ela vai envolver realidades como negar a mim mesmo, entender que o outro é superior a mim. Nesse sentido, tô pensando aqui em em propostas bíblicas daquilo que envolve esses relacionamentos, né? Então, assim, a gente precisa lidar com essas questões. Por quê? porque senão a gente fica construindo sempre a nossa casa na na areia. E eu eu penso que inclusive e é lógico, a gente tem gente de todas as idades que assistem os nossos vídeos, que tá aqui no YouTube, tá aberto para todo mundo. Em alguns momentos da vida, essas coisas parece que pegam mais, né? Por exemplo, às vezes a necessidade de ser aceito num grupo faz com que algumas coisas a alguns valores que eu tenho sejam deixados de lado. Às vezes a e e gente e é real, né? Por exemplo, às vezes a necessidade financeira, pô, entende? Tipo assim, eu eu preciso desse trabalho a qualquer custo. Ah, eu comprometo meu meus princípios, né? Exatamente. E tudo isso são construções, são construções da areia. São construções. Por quê? Porque no final a gente sabe, pessoal, que quem sustenta a gente é o é é Deus. Ele que é o a que é o nosso Senhor. E a gente, e é interessante que tudo isso começa, né? A gente falou que tá finalizando o sermão do monte. E o sermão do monte ele vai ter inclusive no capítulo seis, por exemplo, as preocupações da vida. Então veja como tudo isso tá interligado e e é tão atual, entende? Porque as preocupações da vida, Jesus vai falar assim: "Você tá preocupado com o quê? Olha, olha os lírios do campo. Olha as flores como elas são lindas e belas. Olha os passarinhos. Olha os passarinhos. Eles nem plantam nem colhem. E tem o alimento das provções. Mas aí a gente vai colocando essas questões. Não, eu preciso me segurar, eu preciso disso, eu preciso daquilo. E essas realidades vão distorcendo. Sim. a a a rocha transformando ela em areia da nossa vida. Então assim, e Dil, construir na areia parece mais fácil, porque a areia é macia, areia é mole, eu consigo colocar uma estaca com muito mais facilidade, né? Parece mais rápido, né? E aí a gente acha que construindo na areia não vai ter problema, a gente vai conseguir acelerar o nosso processo, né? fazer as coisas de de maneira mais rápida e eficiente. Construir na rocha dá um pouco mais de trabalho, porque a rocha é dura, a rocha você tem que cavar um pouco mais fundo até você conseguir colocar a fundação lá. Mas uma coisa muito interessante, quando a gente eh se deixa ser trabalhado por Deus, né? quando a gente permite eh ter esse tempo de e de eh leitura da palavra, de oração com Deus, deixar Deus falar as coisas do nosso coração, de deixar essa essas palavras de Deus entrarem, né, de fato, pra gente modificar o nosso jeito de ser. Quando a gente tem essa paciência e a gente faz essa construção em cima da rocha, eh, uma coisa que eu costumava pensar, né, que foi construído na no meu comecinho da juventude, eh, é que se eu fizesse tudo certo, a vida ia dar certa, mas isso não é verdade. Então, ainda que eu eh dedique tempo, que eu busque a Deus, que eu eh construa a minha vidaem sobre a rocha, a tempestade vai chegar, que foi isso que você falou no começo, né? Então, ainda que eh eu faça o que é certo, ainda que eu faça tudo certo, com a motivação certa, que eu construo a minha casa sobre a rocha, eh não tem garantia nenhuma de que o meu contexto vai me favorecer, de que as pessoas à minha volta vão me ajudar. de que as coisas vão ser fáceis para mim. A gente não tem garantia nenhuma, mas estando estabelecido sobre a rocha, vai vir, vai vir enchente, vai vir chuva, vai vir ventania, o que quer que venha, a gente tá firme e a gente vai ser sustentado por Deus, né? E no meio do que do que tiver que vir, isso é um consolo muito grande. Isso isso alivia meu coração. Exato. E e indo além, a eu eu pensei em duas questões que são bastante eu acho que são bastante relevantes, né? Porque construir a base na rocha, é óbvio que a gente tá falando aqui, principalmente das questões de obedecer aquilo que Jesus ensinou. Mas vamos colocar assim, de uma forma mais prática, mais do nosso dia a dia, né? Eu creio que construir a base da rocha envolve, em primeiro lugar você conhecer a você mesmo com base naquilo que Jesus estabelece. Porque ah, tem muita gente, por exemplo, e aqui eu não quero fazer uma crítica necessariamente, mas eu quero fazer uma reflexão com você que tá com aquela questão da, vamos dizer assim, da autoestima abaixa, né? E é lógico que a gente passa por esses momentos das tempestades que deixam a gente cabes baixo, deixam a gente mal. Mas quando a gente tem a nossa essência, quem nós somos, a nossa identidade na rocha, então a gente tem as compreensões a respeito do amor de Deus por nós. A gente tem a compreensão do perdão de Deus sobre a nossa vida. A gente tem a compreensão do cuidado divino sobre nós. Nós temos a compreensão da comunidade ao cristã, do corpo de Cristo, do qual nós estamos ligados e que nos sustenta, que nos apoia e que caminha junto. Veja só quantas coisas a gente lidando com essa questão. primeiro da identidade pessoal que envolve ter uma identidade pessoal baseada na rocha e também dos nossos relacionamentos. Gente, construir as amizades baseadas na rocha é em outra é uma outra figura. A gente tem até algumas coisas interessantes. Nós já falamos, por exemplo, sobre a parábola dos dois filhos, né, do do que a gente chamada do filho pródigo, né, onde um deles dispensa tudo em amizades errôneas e que depois na hora do sufoco, ele ficou sozinho. Fica sozinho. Fica sozinho. Exatamente. Então assim, construir, poxa vida, construir a a ideia do futuro, seja a dois, né, com o seu com com o parceiro, com a parceira, mas das amizades mesmo em geral também não significa, como você falou, que ah, o fato de que eu tô buscando uma pessoa na igreja, então tudo vai dar certo. Não, lindo, mas que pelo menos o padrão deveria ser esse de construir a coisa baseada nessa rocha que é Jesus e que vai dar essa segurança para aquilo. Paulo vai dizer lá na no na sua carta a Timóteo para ele, ele diz assim, ó: "Fuja das paixões e da mocidade e segue a fé, a justiça e o amor com aqueles que de coração puro invocam o Senhor." É muito bonito esse texto de de Paulo, porque ele evoca essa realidade de poxa vida, como que eu vou construir os meus relacionamentos? Primeiro, eu sou alguém que está buscando a fé, a justiça e o amor? Se sim, eu vou buscar essas pessoas que também tm esse mesmo valor. E aí a gente vai construir junto essa realidade. É bem. E aí a gente vai construir um condomínio inteiro na rocha, né, de não só a nossa casa, mas um condomínio inteiro, uma vizinhança inteira na rocha. É muito legal isso que você tá trazendo, porque quando a gente tem a visão correta a nosso respeito, quando a gente ajusta esse foco, né, e a gente se enxerga da maneira como Deus nos vê, né, com essa identidade no lugar, sabendo quais são os nossos dons, os nossos talentos, os nossos limites, né, entendendo eh eh que emoções eu tenho diante das circunstâncias, quando a gente tem esse olhar, né, para dentro, correto, com com o foco ajustado, a gente também enxerga o outro da maneira correta, porque no fundo é, a gente às vezes passa, né, ouve algumas coisas, passa por algumas coisas, eu vejo as pessoas falando assim: "Ah, porque fulano é muito mal encarado". Quando na verdade a própria pessoa é mal encarada, então ela projeta no outro aquilo que ela é, a gente faz isso, né? a gente projeta no outro aquilo que a gente enxerga dentro da gente. Então, quando quando a gente se conecta com Deus, se relaciona com Deus, né, dessa maneira saudável, e Deus mostra pra gente quem a gente é, a gente constrói essa identidade na rocha e a gente se conecta com pessoas que também fazem isso. E aí fica uma vizinhança inteira que se ajuda, né, uma comunidade que se que se conecta, que se ajuda nessa sustentação. um ajuda o outro a construir a sua casa na rocha e a gente pode tomar decisões com mais firmeza, né? Porque tá todo mundo na mesma rocha. Muito b. Eu ia falar, eu ia falar no mesmo barco, mas nesse caso é, eu eu pensei a em relação a isso ainda, dois dois outros elementos que para mim essa parábola da Casa da Rocha e Casa da Areia, elas trazem. Primeiro lugar, pessoal, para nós que inclusive somos jovens, a gente pode pensar numa realidade de futuro que essa que essa parábola nos nos traz de lição. Você que de repente ainda tá na época de vestibular, na época de faculdade, na época de de repente a estabelecer uma carreira, cara, ah, essa parábola nos ensina que a nossa construção precisa ser uma construção na rocha. É óbvio que toda a nossa realidade tem a ver com questões espirituais. Não não nega isso. Porém, a espiritualidade ela se manifesta nas coisas do nosso dia a dia. Sim. Então você que tá estudando, você precisa estudar e e tá, o que que você precisa fazer? Ser um estudante dedicado. Agora não é hora de pensar em outras coisas. Uhum. E e não significa que você não pode se divertir. Pelo contrário, inclusive a diversão faz parte do estudo. Tu refrescar a cabeça, sabe? te dá aquela aliviada e tudo, porque é a o cérebro é um músculo que se cansa e precisa disso tudo. Você no mercado de trabalho você precisa construir o seu nome não baseado somente no seu nome nesse sentido, sabe? Não, eu preciso ter o meu nome como Não, você precisa construir a o seu a sua carreira profissional baseada na rocha, ou seja, ter fundamentos, porque tem pessoas que pra questão de construir, porque quer construir o seu nome, para isso maltratam outras pessoas, subjulgam, pisa, né? Pisa nos outros para subir. E não, e isso não tem nada a ver. Uhum. Perceba que então essa ideia de construir a casa da rocha, construir a casa da areia, ter segurança, ter estabilidade, ter uma vida correta. Tudo isso faz parte dessas decisões do nosso dia a dia que impactam a nossa vida nas coisas do cotidiano, no seu estudo, no seu trabalho, na sua família, nos seus relacionamentos. Tudo isso faz parte dessas decisões sábias de como construir. E é claro que também se aplica à fé e a espiritualidade. É óbvio que que isso não poderia ficar de fora. Agora, como que isso se aplica? Lembrando que construir a sua espiritualidade, a sua vida espiritual, não está ligado a frequentar uma igreja, não está ligado a ouvir mensagens no YouTube, nem a praticar, né, praticar os religiosos, primeiros rituais. fazer rituais também não tem a ver com isso. Como a gente colocou, as duas casas podem ser a mesma. O grande ponto é o sol, o sol onde ela tá construída, entendeu? Então eu posso aqui fazer algo e outra pessoa vir fazer exatamente a mesma coisa, mas a o meu sólido ser areia, o meu solo ser areia. E aí toda essa ação que parece, é interessante que no próprio texto de Mateus, Jesus vai falar enquanto a fazer o sermão do monte, ele vai dizer assim, ó: "Naquele dia muitos dirão: "Senhor, Senhor, em teu nome eu fiz um monte de coisa. Sim, e eu vou dizer: "Apartai-vos de mim, você con entende?" Então, é isso que a gente tá falando, é essa construção do sólido tem a ver com minha meu dia a dia, a forma como eu lido com a minha faculdade, a forma como eu lido com o meu trabalho, a forma como eu lido com o meu namoro, com o meu relacionamento, a forma como eu lido com a minha família. E tem a ver com a forma como eu lido com a minha espiritualidade interna. Sim. Se não é um sólido, um solo rochoso de verdade, um solo forte e que te dá segurança. E esse sólido, o único é Jesus, cara, tudo o resto é uma vida vai desmoronar, vai desmoronar. E Dil, eh, assim, já caminhando pro nosso finalzinho, eh, quando Jesus termina de contar essa parábola, né, que aí ele ele diz que se se as pessoas usarem as palavras dele apenas para fazer, a mensagem falou um negócio interessante, ó, se vocês usarem as minhas palavras apenas para fazer estudo bíblico, sem nunca aplicá-las à própria vida, não passarão de pedreiros tolos. Achei muito interessante. E aí quando Jesus no nos versículos 28 e 29, né, fala que quando ele conclui o discurso, a multidão aplaudiu. Eles nunca tinham ouvido um ensino assim. Era óbvio que ele vivia o que pregava em contraste com os líderes religiosos do povo. Era o que Jesus fazia. Por que que em algumas outras versões fala que Jesus falava com autoridade? O que que é falar com autoridade? é você eh as pessoas confiarem naquilo que você fala, por você faz também, porque você mostra com a sua vida que aquilo que você fala você pratica. Então isso é ter consistência, né? Como a gente como é bom quando a gente convive com pessoas que a gente sabe que são confiáveis, porque ela fala que vai fazer, ela vai fazer, né? A aquilo que a pessoa eh mostra e fala é a mesma coisa. Então isso isso é consistência e era exatamente como Jesus era, né? Tinha autoridade porque era consistente, pregava uma coisa e vivia aquilo que ele falava. Então é o ensino máximo. Joia. E você tava falando da gente caminhar pro final e eu acho que a gente realmente precisa, estamos aí batendo um papo há um tempo, mas eu queria a falar sobre a última a última lição daquilo que eu pensei penshando a parábola. A gente falou muito sobre aquilo que a gente faz, a gente tomar decisões sábias, porque as as nossas decisões, a as nossas ações, se não estiverem debaixo a sob um um terreno sólido, elas podem até ser boas, mas elas não se perduram, elas não vão se segurar por muito tempo. E isso me fez pensar nessa última lição, que a grande questão é que essa parábola também fala muito sobre como nós passamos ou enfrentamos as adversidades da vida, sejam as decepções, as perdas, as pressões do dia a dia, talvez até os fracassos que a gente acaba tendo que enfrentar no dia a dia. Gente, uma casa construída na rocha não significa que ela não possa ter problemas no sentido de até mesmo perdas temporárias. Imagina, por exemplo, aqui, é lógico, a parábola não lida com isso. Eu só tô fazendo um esticolando. Vamos só pra gente pensar, a gente tá batendo um papo, né? Mas, por exemplo, você pode construir obviamente uma um E eu imagino que a casa de cada um de nós aqui tem um fundamento, né? Tem a pessoa coloca, faz aquela faz aquele negócio de concreto, ferro e tal. Só que de repente vem aí de uma um uma chuva ou sei lá, cai uma árvore, alguma coisa e um pedaço da casa ele é desfeito. Então, lidando com essa questão dos fracassos. O fato de você ter a sua construção na rocha não significa que em alguns momentos, sei lá, na tempestade cai um raio, entende? e e quebre um pedaço. O que nós estamos falando é que nós conseguimos enfrentar as tempestades porque apesar de de repente um telhado voar com o vento, sabe? Um pedaço do da casa se destelhar ou ou até mesmo você sabe na sua casa, de repente um dia teve uma infiltração de alguma coisa, quebrou um cano, os próprios materiais se deterioram, né, Dil? É, mas aação dela tá sólida, ela ela não, ela ela não vai, você vai lá e e ajusta aquilo, arruma e você pode até expandir a casa com com um alicerce sólido, mas os fracassos, as decepções, as pressões podem até machucar a casa em algum momento. Porém, se a se o solo realmente é sólido, é firme, ela ela permite até que seja reconstruída, ela permite que seja exatamente, ela não é derrubada por completo, né? A gente passou, a gente sabe que passou todo começo do ano no Brasil, a gente enfrenta problemas de chuvas e de tempestades e casas são levadas às vezes. E aí quando você chega nesses lugares, o que que sobra? Somente aquela parte no chão, a la a lá, né, concreto, né? o que era concreto, o concreto tá ali, a base tá ali e aquilo pode ser novamente reconstruído. Isso envolve os nossos relacionamentos, envolve as nossas amizades, envolve os nossos padrões. Tudo pode ser reconstruído se a base ela é sólida, se o terreno, a pressão vem, a tempestade vem, às vezes até dá uma danificada na casa, mas o sólido ro o o solo rochoso, que é firme e forte permite a reconstrução boa. Eil, eu sei que já, eu sei que a gente já tem que acabar, mas você me fez lembrar de uma outra coisa, porque o papo tá bom. Eh, falando é falando sobre essas coisas de, né, falou de construção, eu tô tô no meu ambiente também. Eh, a gente constrói sobre a rocha, né? a gente tem esse esse fundamento firme, a gente pode escolher, decidir, construir sobre a rocha, mas vamos ser sinceros, toda casa precisa de manutenção. Isso que você trouxe, por vai acontecer aí, às vezes cai um raio e os materiais se deterioram e às vezes começa uma goteira lá em casa, não é porque dá uma chuva forte, mas é porque eu não consegui, não tava mantendo o telhado como eu deveria. Então, a nossa manutenção na palavra de Deus, no relacionamento com Deus, na oração, na comunhão com as pessoas que, né, que que fortalece a gente na fé, então a manutenção da nossa construção também é muito importante. Acho que era isso que me lembrei agora, queria deixar e vou ficar com isso. Quanta coisa legal, uma parábola tão conhecida, mas quanta coisa gostosa da gente aprender. Eu quero finalizar esse vídeo hoje. Aqui a gente tá no dia 14 de junho. E pessoal, se você tá aqui em São Paulo, eu quero convidar você porque hoje às 19 horas, ó, agora são 9 horas da manhã, quem está soltando ainda dá tempo de chegar, hein? se prepare. 19 horas nós vamos ter um evento muito especial, presidencial aqui na IBU, liderado pelo Ministério de Jovens, o Ministério Integre, onde nós vamos receber o Cacau Marx para trabalhar um pouquinho sobre a nossa identidade no século XX, falar um pouquinho sobre ser cristão relevante no meio da comunidade onde nós estamos inseridos, seja ela do trabalho, da faculdade. E é um tempo gostoso porque você vai poder fazer as suas perguntas. Então vem com a Tianguá número 25. Hoje 19 horas nós teremos esse nosso bate-papo hoje 14 de junho de 2025 porque pode ser que tenha pessoas que vejam esse vídeo depois. Então assim, sinto muito, o evento foi hoje e você, infelizmente, perdeu. Mas que que você precisa fazer? Se você não se inscreveu ainda no canal, se inscreve, porque daí você fica sabendo das nossas novidades. E também aproveite para seguir a gente nas outras redes sociais. Nós temos o nosso Instagram, temos o Facebook e aí você fica sabendo daquilo que tá acontecendo com antecedência para se planejar para estar com a gente. Mas uma coisa é certa, domingo e todo domingo às 9:30 da manhã nós temos o nosso a nossa celebração online aqui no canal do YouTube que você pode assistir de qualquer lugar. Mas nós temos também presencial na rua Tianguá número 25, bem pertinho do aeroporto de Congonhas, o nosso culto e depois às 11:15 a nossa celebração. Então você tem duas oportunidades todo domingo de estar com a gente presencial, da gente se conhecer e da gente poder caminhar juntos nessa vida cristã, certo, Carol? Isso aí. Bora. Vamos todo mundo junto. É isso aí, pessoal. Abraço. Um abraço para todo mundo. E Carol, mais uma vez muito obrigado pela parceria. até até semana que vem com mais bate-papo. Abração. Tchau, galera. [Música]