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A fé vem pelo ouvir

O culto que glorifica a Deus – Augustus Nicodemus (#EnsinoFiel Ep.118)

O culto que glorifica a Deus – Augustus Nicodemus (#EnsinoFiel Ep.118)

O culto que glorifica a Deus – Augustus Nicodemus (#EnsinoFiel Ep.118)

Deus deseja habitar conosco eternamente, e uma das formas de experimentarmos desde já deste relacionamento é por meio do culto solene, quando os crentes se reúnem para adorá-lo e ouvirem sua voz por meio da Palavra. Todavia, por causa dos nossos pecados, tendemos a desvirtuar e profanar este precioso ato solene. O Rev. Augustus Nicodemus , por meio de uma exposição em Malaquias, nos instrui sobre como devemos cultuar a Deus da maneira como ele mesmo prescreve em sua Palavra.

Esta é uma palestra da Conferência Fiel Pastores e Líderes 2016. Para conferir os demais ensinos desta conferência e diversos outros conteúdos como ebooks, cursos e reprises de nossas conferências, acesse FielDigital.com.br

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Legendas automáticas:

Seja bem-vindo a mais um episódio do
nosso ensino
fiel. Deus deseja habitar conosco
eternamente. E uma das formas de
experimentarmos desde já deste
relacionamento sublime é por meio do
culto solene, quando os crentes se
reúnem para adorá-lo e ouvirem sua voz
por meio da palavra. Todavia, por causa
dos nossos pecados, tendemos a
desvirtuar e profanar este precioso ato
solemne. No episódio de hoje, o
reverendo Augustos Nicodemos, por meio
de uma exposição em Malaquias, nos
instrui sobre como devemos cultuar a
Deus da maneira como ele mesmo prescreve
em sua palavra.
Não esqueça de curtir e compartilhar
este episódio para que os nossos
conteúdos sempre sejam recomendados a
você e também para que mais e mais
pessoas possam ser edificadas por meio
do nosso
trabalho. Ensino fiel, episódio 118, o
culto que glorifica a Deus com reverendo
Augustos Nicodemos, palestra de nossa
conferência fiel pastores e líderes
2016, a qual está disponível na íntegra
em nossa plataforma fiel digital, onde
você encontra reprises de nossas
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Falando de consagração total da vida.
Ele fala de ministério dos líderes, do
ministério dos líderes. Ele fala sobre
casamento misto de crente com descrente.
Ele fala de divórcio. Ele fala da vinda
de Cristo e do juízo final. Ele fala de
dízimos e ofertas. Isso aí todo mundo
sabe, só conhece Malaquias por conta
dessa passagem.
Ele fala de teodisseia, que é o problema
de da prosperidade dos dos ímpios e da
desgraça que às vezes acontece com os
justos, a problema do mal. Ele fala da
aliança de Deus com seu povo, ele fala
da aliança de Deus com Levi, da aliança
do casamento. São muitos temas dentro do
livro de Malaquias, mas todos esses
temas estão relacionados com uma
preocupação central do profeta, que é o
culto a Deus.
Esse livro foi escrito depois que o povo
havia voltado do cativeiro, havia se
restabelecido na terra
prometida, começada a reconstrução do
templo, a reconstrução da cidade e dos
muros e a vida nacional outra vez e a
vida religiosa. O tempo havia passado e
a expectativa do cumprimento daquelas
promessas feitas por Ezequiel, Isaías,
Jeremias e outros profetas, de que a
restauração de Israel seria gloriosa,
essas promessas pareciam não se cumprir.
O templo que foi reconstruído era menor
do que o templo de Salomão. Eles ainda
estavam debaixo do domínio de impérios
estrangeiros. Havia problemas e
dificuldades financeiras. Eles ainda
tinham que pagar tributo a essas
potências estrangeiras. ainda não tinha
a sua liberdade e aquele período áurrio
que foi profetizado parecia não ter
chegado
ainda. Então o povo começou a desanimar
e esse desânimo se reflete ou se
refletia em primeiro lugar no culto que
era prestado a Deus, como até o dia de
hoje. Assim também acontece. O primeiro
reflexo, o primeiro sinal de que a
pessoa dá, de que ela está desanimada, é
que ela para de ir pra igreja, não é?
Ela para de ir pra igreja. Então, o povo
estava desanimado. E não somente isso,
os sacerdotes estavam desanimados e não
estavam fazendo a obra que deveriam
fazer corretamente. Muitos deles eram
corruptos, ineptos, descuidados e
estavam enfadados com as coisas de Deus.
O povo estava começando a questionar a
Deus se valia a pena servir a Deus,
porque eles não estavam vendo a
diferença entre quem servia a Deus e
quem não servia. Isso se refletia nas
ofertas que eles traziam pro templo.
Estavam trazendo animais defeituosos,
estavam retendo os dízimos e a oferta,
as ofertas. E, é claro, o impacto na
vida do povo era óbvia. Eles começaram a
viver de maneira irregular, com
casamentos mistos e também com
imoralidade e divórcio não autorizado. O
profeta Malaquias foi levantado por Deus
para chamar o povo a retornar a Deus, a
retornar o culto verdadeiro a Deus,
chamar o povo a restaurar o culto a
Deus.
E ele faz
isso de uma forma que torna o livro de
Malaquias diferente do livro dos livros
dos outros profetas.
O Malaquias registra aqui na forma de
diálogo entre Deus e o povo sete
situações. O livro é construído em cima
disso. É mais ou menos assim: Deus faz
uma declaração, geralmente uma crítica
ou uma queixa ou uma cobrança com
relação ao povo. O povo responde
cinicamente:
"Eu Deus então diz: "É isso mesmo." e
explica porque é que ele fez aquela
cobrança e o ou está fazendo aquela
queixa. São sete diálogos desse tipo. O
livro é construído em cima deles. Ah, na
verdade tem um ou dois que não aparecem
sobre a forma de diágono, mas ainda
estão dentro desse padrão aqui. São
eles. Primeiro, Deus diz: "Eu tenho
amado vocês". E o povo pergunta: "Em que
o Senhor nos amou?" Nós estamos sofrendo
como sempre sofremos. Capítulo 1 de 1 a
5. Deus diz: "Vocês estão profanando o
culto, trazendo animais defeituosos. Nós
fazendo isso? Sim, responde Deus,
capítulo 2 de 1 a 9. Eu não aceito o
culto de vocês, diz Deus ao povo. Mas
por que que você não aceita nosso culto?
O povo pergunta a Deus, capítulo 2 de 10
a 16. O culto de você está me enfadando,
diz Deus. Capítulo 2 17 a 3:5. E o povo
pergunta: "Mas em que que nós estamos
enfadando o Senhor?" No capítulo 3, Deus
diz: "Vocês têm que se voltar para mim".
E o povo diz: "Mas voltar como?" Aí Deus
disse: "Vou só dar um exemplo. Vocês
estão me roubando nos dízimos e nas
ofertas. Eu é a pergunta do povo, né? Tá
no capítulo 3 de 6 a 12. Vocês estão
falando mal contra mim", diz Deus.
Capítulo 3 de 3 a 18. E o povo mais uma
vez, que que nós estamos falando mal do
Senhor? O senhor é muito desconfiado. E
no fim já não é mais diálogo. Deus então
anuncia o dia da salvação em que ele
finalmente vai receber a glória e a
honra que lhe são devidos. Então esse é
o livro de Malaquias. Eu queria ver com
vocês os princípios que estão refletidos
aqui, se o tempo der, nesses sete
diálogos. Vamos começar então capítulo 1
de 1 a
5. Aqui o primeiro ponto que nós
aprendemos com Malaquias a respeito do
culto é que nós temos que cultuar a Deus
porque ele nos ama. E esse amor não é
medido por bênçãos materiais e sim pela
eleição. Deus declara aqui no início do
livro, verso 2, vos tenho amado, diz o
Senhor. Aí o povo pergunta: "Em que nos
tem amado?" Como se dissesse assim: "O
Senhor tá dizendo que nos ama, mas nós
continuamos escravos. A restauração não
aconteceu. Nós pagamos tributos. Ah, nós
estamos passando por crise financeira e
os nossos adversários prosperam mais do
que nós." Resposta de Deus. Não foi Esaú
irmão de
Jacó. Contudo, amei Jacó e aborreci
Esaú. A prova do meu amor é que eu elegi
vocês. Eu predestinei vocês para ser o
meu povo. E essa é a razão pela qual
vocês deviam me cultuar e não porque
vocês estão recebendo prosperidade
material.
Então, essa é o primeiro princípio que o
livro nos ensina, que nós temos que amar
a Deus, porque ele primeiro nos amou e
nos amou e odiou Isaú e nos escolheu de
entre todos os povos para sermos o seu
povo. E é isso, esse amor pactual que
nos leva a adorar a Deus.
Segunda coisa que nós, isso aqui tá aí
no capítulo um de 1 a 5. O segundo
princípio nós encontramos ainda no
capítulo 1 de 6 a 14, que é esse aqui.
Nós temos que cultuar a Deus da maneira
como Deus quer e não da maneira como nós
imaginamos. Toda essa passagem é uma
queixa de Deus, porque o povo estava
trazendo para o culto aquilo que a lei
de Moisés proibia. Ou seja, o povo
estava trazendo e os sacerdotes estavam
aceitando. Eles que eram responsáveis
para fiscalizar o andamento do culto.
Pão imundo. Veja aí o capítulo 1, verso
7. Animal cego, animal coxo, animal
doente, animal dilacerado. Capítulo 1,
versos 8 e 13. E Deus
considerava isso como sendo a os termos
que ele usa profanação do culto e
desprezo pelo seu nome. Aí do verso 6 ao
verso 8. a ponto de Deus dizer assim, ó,
como é que ele começa essa sessão. Verso
seis. O filho honra o pai e o servo ao
seu senhor. Se eu sou o pai, onde está a
minha honra? E se eu sou senhor, onde
está o respeito para comigo, diz o
Senhor dos exércitos a vós, outros
sacerdotes, que desprezais o meu nome? E
vós dizeis: Em que desprezamos o teu
nome? Oferecei sobre o meu pão, sobre o
meu altar, pão imundo, e ainda
perguntais: "Em que te havemos
profanado?" Veja o verso oito. Quando
trazeis animal cego para sacrificar, não
é isso mal? E quando trazeis o coxa
enfermo, não é isso mal?
Então, essa era a queixa de Deus pro
povo. O povo estava querendo cultuar a
Deus de maneira diferente daquela que
Deus havia estabelecido. E Deus não
aceitava o culto fora do padrão. Ele não
aceitava invenção no culto. Ele queria
ser adorado. Exatinho do jeito que ele
disse. O animal tem que ter um ano, tem
que ser puro, não pode ter defeito. Ah,
Deus, mas é o ceguinho. Eu não vou
conseguir. O que é que eu vou fazer com
bodinho cego, né? Não consigo vender,
não consigo fazer nada. Então é o melhor
que eu tenho, Deus. É com toda a
sinceridade que eu tô trazendo.
No
não. No culto não basta só
sinceridade. Nós temos que cultuar a
Deus da maneira como ele nos revelou.
Senão, ó o que que ele diz aqui no verso
10. Ele diz assim, ó. Tomara que
houvesse entre vós, tá falando pro
sacerdote, quem feche as portas para que
não acendesses debalde o fogo do meu
altar. Eu não tenho prazer em vós. Deus
tá dizendo aqui, eu queria que tivesse
aí um
sacerdote, não é, que dissesse: "Gente,
vamos embora. Acabou. Deus não tá
aceitando mesmo. O último que sair
apagar a luz". É isso que ele tá dizendo
aqui. É porque ele não aceita. Se não
for conforme ele disse, ele não vai
aceitar o culto. Nós não podemos
inventar maneira de adorar Deus. Nós não
podemos inventar maneira de adorar a
Deus. Nós temos que procurar na Bíblia o
culto que ele revelou, os princípios que
estão no Antigo Testamento repetidos e
aprovados do novo. Esse é o culto que
agrada a Deus. Só sinceridade não vai
resolver. Terceiro princípio. Aqui nós
chegamos no capítulo 2 de 1 a 9.
O culto deve ser conduzido por homens
capazes, comprometidos e hábeis naquilo
que eles fazem. Aqui
no aqui nessa passagem de 1 a 9,
capítulo 2, Deus se queixa dos
sacerdotes que não estavam dando honra
ao seu nome. Veja aí o verso 1 e dois,
não é? Ele diz: "Ó sacerdotes, é para
vós agora esse mandamento. Se vocês não
ouvirem e se não propuserem no seu
coração dar honra ao meu nome, eu vou
fazer isso." E ele lista então três
castigos que ele queria dar aos
sacerdotes por isso. Qual era o problema
dos sacerdotes? Que eram responsáveis no
Antigo Testamento para
eh conduzir o culto a Deus? Primeiro,
eles não estavam examinando os animais
que eram trazidos pelo povo e que
deveriam ser sacrificados. Era função
deles. O povo trazia os animais, o
sacerdote examinava se estava de acordo
com os padrões de Deus. E então o animal
era oferecido, abatido, segundo o ritual
da lei de Moisés, exatamente como Deus
havia feito. Os sacerdotes estavam
recebendo o que vinha, não é? E
oferecendo em cima do altar de Deus. Por
isso Deus estava dizendo, estão
profanando o meu culto e o meu nome.
Eles também estavam enfadados com a
rotina. Isso ficou aqui no capítulo 1,
verso 13, quando Deus diz assim: "E
vocês ainda dizem: "Que canseira, que
canseira! todo dia mata bicho, limpa
bicho, eh, limpa o altar, traz oferta,
não traz oferta, queima incenso, eu tô
cansado dessa rotina, já não tenho mais
prazer nesse trabalho. Os sacerdotes
estavam dizendo
isso, já tinham perdido o interesse.
Aqui eles faziam como de forma mecânica
aquilo. Eu falei sacerdote, mas, né,
quem o sacerdote matava, mas quem eh
fazia todo o trabalho mais difícil era
os levitas, não é? Os levitas é que
desembuxavam, tiravam a parte que era
para eh assar, a parte que era para
levar para fora. Depois o levita vinha e
limpava o altar e limpava o sangue, né?
Pegava carneirada e conduzia para fora
para ser morta no dia seguinte. E quando
tinha tempo, o levita
tocava, né? Então eu fico assim
impressionado com o fato de que na
igreja hoje o cara sabe cantar um
pouquinho e sabe tocar violão, é levita.
Se levita, então tem que deixar ele
limpar a
igreja, botar para fora os bêbados e os
cachorros, dar chupeta na boca do menino
quando tá chorando, fazer todo o
trabalho, porque é isso que o levita
fazia. Desculpa o parágrafo, não
resisti. Vamos continuar aqui.
Bom, então tem que ser conduzido por
homens capazes e hábeis. Gente, ó. E e o
pior dos sacerdotes é que eles não
estavam instruindo o povo na lei como
era a obrigação dele. Eu eu por por
conta do muito material e pouco tempo,
eu tô destacando só algumas versículos
da passagem. Mas aqui nesse bloco, veja
comigo o verso 6 e 7, quando Deus está
dizendo por é que ele está rejeitando o
trabalho daqueles sacerdotes? Porque
eles não estavam fazendo a coisa direito
em termos de examinar os animais.
estavam enfadados daquilo ali. Mas o
mais importante, ele falando aqui a
respeito de Levi, de onde vinha o
sacerdócio, ele diz: "A verdadeira
instrução esteve na sua boca de Levi, e
a injustiça não se achou nos seus
lábios. Andou comigo em paz e em
retidão, e da iniquidade apartou a
muitos. Porque os lábios do sacerdote
devem guardar o conhecimento e da sua
boca devem os homens procurar instrução,
porque ele é mensageiro do Senhor dos
Exércitos. Essa era a função principal
do sacerdote. Ele não somente oferecia
os sacrifícios, mas ele explicava ao
povo o que que aqueles sacrifícios
representavam. Era dele e por ele que
Deus falava regularmente. O profeta só
era levantado quando o sacerdote
falhava, mas a instrução regular do povo
de Deus cabia ao sacerdote. Era da boca
do sacerdote que o povo ia buscar a
instrução de Deus. Mas olha o verso
verso oito. Mas vós vos tendes desviado
do caminho e por vossa instrução tendes
feito tropeçar a muitos.
O culto tem que ser guiado e dirigido
por homens fiéis que sejam porta-vozes
de Deus, que ensinem a palavra de Deus
ao povo, que o façam de todo coração,
que conduzam o povo em adoração, que
instruam o povo na palavra de Deus. Sabe
o que é que Deus diz que ia fazer com
aquele sacerdote? Vamos voltar aqui no
verso três. Ele diz três coisas, não é?
Que vai amaldiçoar as bênçãos, reprovar
a descendência. verso 3. E atirarei
excremento ao vosso
rosto, excremento dos vossos sacrifícios
e para junto destes sereis
levados. A Bíblia sempre usa assim umas
palavras suaves, não é? Quando a gente
sabe que no hebraico é bem mais forte,
né? Então o que é que qual era o
problema do do do excremento? Quando o
bicho era aberto, né? O excremento junto
com outras coisas era tirado e levado
para fora. Porque a lei de Moisés dizia
que se alguém tocar em excremento de
animal, ele ficava imundo. Então o
imundo não podia entrar no templo. Então
o excremento era levado para fora. O que
que Deus tá dizendo aqui? Tá dizendo o
seguinte: "Sabe o que que eu vou fazer
com vocês? Ó, passar na cara.
E aí vocês vão ficar imundos e aí vocês
têm que ser expulsos do templo. Vocês
vão para lá onde está o excremento. É
isso que Deus é a linguagem que Deus
usa. Como é que ele vai tratar a a
liderança que não faz o que devia fazer
e não assume a responsabilidade que
devia assumir quando foram convocados
por Deus para presidir o culto de Deus.
Tal é a maneira como Deus se preocupa
com o seu culto. Quarto
lugar, o culto só vai ser aceito se foi
expressão de uma vida santa. Capítulo 2,
de 10 a 16. Aqui Deus declara que não
vai aceitar o culto, os sacrifícios, as
ofertas e as lágrimas e orações. Veja
aqui o verso 13. Olha, ainda fazeis
isso, cobris o altar do Senhor de
lágrimas, de choro, de gemidos, de sorte
que ele já não olha paraa oferta, nem
aceita com prazer da vossa mão. A minha
tradução tem de sorte que, mas a NVI,
por exemplo, já diz por, né? Em vez de
dizer de sorte que, e já introduz a
razão. Então, seria vocês estão cobrindo
o altar de Deus com lágrimas de choro e
de gemido. Imagina a situação lá, o povo
judeu, né? Ele vinha naquela situação,
vinha pro culto, aí ficava lá chorando.
Ó Deus, por que que o Senhor não tá
ouvindo nossa oração gemendo e tudo
mais? E Deus diz que ele não responde
porque já não olha para a oferta e nem
aceita com prazer a oferta da mão do
povo. Agora, o que que o povo tinha
feito para que Deus não aceitasse a
oferta? Primeiro Deus reclama que eles
não trazem. Quando eles trazem, Deus diz
que não aceita. Então, qual era o
problema? Olha a resposta de Deus do
verso 10 até o verso 12. A, o profeta tá
explicando da parte de Deus que o
desprazer de Deus era porque o povo
estava profanando a casa do Senhor,
trazendo adoradora de Deus estranho para
dentro do templo que era
proibido. Através dos casamentos mistos,
o povo de Deus estava casando com gente
que tinha outros deuses, com gente que
professus e não faltavam deuses ali
naquela terra, deuses pagãos. Eles
estavam cercados pelos amonitas,
moabitas, filisteus, os sírios, toda
aquela turma estava por ali, fenícios. E
cada um deles tinha um panteão de
deuses. E esse truque era velho. Eles
tinham sido levados pro cativeiro alguns
anos antes. Exatamente por isso, porque
eles começaram a se misturar com esses
povos e trouxeram para dentro de Israel
os seus deuses. E uma da uma das
maneiras de se misturar era através do
casamento. Não foi exatamente essa arma
de Balaão contra o povo de Deus.
Exatamente isso. Então eles estavam
repetindo isso. E aí o resultado,
olha, verso 11, olha a queixa de Deus.
Judá tem sido desleal e a abominação se
tem cometido em Israel e em Jerusalém.
Porque Judá profanou o santuário do
Senhor, onde o culto era oferecido, o
qual ele ama, e se casou com a adoradora
de Deus
estranho. Então, aí o pessoal ia lá,
chorava, clamava, levantava um clamor,
não é, a Deus? Então, Deus, não vou
responder não. Ué, por que o senhor não
tá aceitando o nosso culto, Deus? Porque
vocês não estão mostrando coerência na
vida de vocês. Vocês dizem que me
adoram, que me amam, que eu sou o único
Deus de vocês, mas eu estou introduzindo
no meio de vocês outros deuses. Mas não
era
só. Depois de dizer Deus no verso 13 que
ele não ia aceitar, no verso 14, o povo
pergunta: "Por que o Senhor não tá
aceitando o nosso culto, o nosso gemido
e as nossas lágrimas?" E a resposta de
Deus que vai do verso 14 ao verso 16,
basicamente é o seguinte: porque vocês
estão sendo desleais com a mulher da sua
mocidade, ou seja, vocês estão cometendo
adultério e vocês estão se separando e
repudiando as mulheres de vocês sem
motivo
nenhum. Tá aí no verso 14. Porque o
Senhor foi testemunha da aliança entre
ti e a mulher da tua mocidade, com a
qual tu fostes desleal.
E aí no verso final do verso 15, Deus
diz: "Portanto, cuidai de vós mesmos e
ninguém seja infiel com a mulher da sua
mocidade". E no verso 16, porque o
Senhor Deus de Israel diz que odeia o
repúdio e também aquele que cobre de
violência suas
vestes. Essa é a razão pela qual Deus
não estava aceitando o culto, porque o
povo dizia uma coisa, mas vivia outra.
Ou seja, aqui nós vemos a conexão entre
a nossa vida e o culto. Pastor, mas isso
é coisa do Antigo Testamento. Será? O
que que Jesus disse que nós devíos fazer
ao trazermos diante do altar a oferta e
lembrarmos que o irmão tem alguma coisa
contra nós? O que que ele mandou a gente
fazer? O que que o apóstolo Paulo
ensinou sobre aqueles que se aproximam
da ceia do Senhor e que não são dignos
de participar da ceia do Senhor, que não
estão preparados para participar da ceia
do Senhor? Será que a relação entre vida
e culto é só no Antigo Testamento? É
claro que não. No Novo Testamento
também. O nosso culto a Deus, ele tem
que refletir santidade de vida que nós
andamos com Deus. Ele tem que ser uma
expressão daquilo que nós somos. Senão
nós vamos receber de Deus exatamente a
mesma coisa. Você pode gritar, você pode
chorar, cobrir de de gemido, orar no
monte e fazer fazer campanha, fazer o
que quiser, mas se não colocar a vida em
ordem diante de Deus, ele não vai
aceitar
não. Esse é um princípio em toda a
escritura, não é só no Antigo
Testamento, não.
Quinto, precisamos de purificação,
então, para cultuar a Deus.
capítulo 2, 17 até o capítulo 3, verso
5. Olha a queixa de Deus aí no verso 17.
Deus tá dizendo assim: "Infadais o
Senhor com vossas
palavras." Ou seja, Deus dizendo
assim: "Eu tô aqui no culto com vocês,
mas eu estou enfadado." Geralmente é o
contrário, né? É o povo que fica assim,
ó, pastor pregando e o
povo enfadado, né? Agora imagina o
contrário. O os israelitas lá fazendo o
culto e Deus,
ó, não é isso aqui. Vocês estão me
enfadando. Eu estou enfadado com o culto
de vocês. Quando é que vai terminar, por
favor? O que que levou Deus a ficar O
que que leva Deus a ficar enfadado com o
culto? Aqui no caso é por conta da
atitude do povo. O povo estava
questionando a Deus do tipo assim, ó. Tá
no verso 17. O povo pergunta: "Em que
nós estamos enfadando o Senhor?"
Resposta de Deus: "Nisso que vocês estão
pensando. Qualquer que faz o mal passa
por boa aos olhos do Senhor e desses é
que ele se agrada." Ou onde está o Deus
do juízo? O povo tava todo na igreja
para adorar a Deus, mas no coração ele
estava dizendo
assim: "Onde está o Deus da justiça?
Olha os amonitas, olha os samaritanos ao
nosso redor, prosperando, a nação se
expandindo, estão ganhando as guerras. É
um povo livre e soberano e eles não
servem a Deus.
Mesma coisa. Os filisteus estão aqui ao
nosso redor ali os amonitas, aquele povo
ali, ó, adora falsos deuses, adora Baal,
Astarote, Renfã, todos esses deuses, mas
estão
prosperando. E nós que servimos ao Deus
verdadeiro, estamos aqui. Somos vassalos
do império, pagamos tributo, situação
financeira apertada, coisa tá difícil.
Cadê o Deus da justiça? Por que que Deus
não destrói esses povos e nos faz
prosperar e nos exalta? Então, o povo
tava ali no culto, mas o coração do povo
tava nisso, questionando a justiça de
Deus. Olha a resposta de Deus. Tá
bem. Vocês querem
justiça? Eu vou fazer, mas eu vou
começar com vocês, tá? Então, olha aqui
o que que eu vou fazer. Resposta de
Deus. Primeiro, verso, capítulo 3, verso
1. Eu vou mandar o meu mensageiro diante
de mim que ele vai preparar o caminho.
Ele tava falando de João Batista. Eu vou
mandar um mensageiro que vai preparar o
caminho. Segundo, ainda no verso
primeiro. E de repente virá o templo o
Senhor a quem vós buscais. Vocês não
estão dizendo: "Cadê o o Deus da
justiça?" Tudo bem, de repente eu virei
ao templo. Não é isso que vocês estão
querendo? O anjo da aliança, quem vós
desejais? Eis que ele vem, diz o Senhor.
Vocês não querem, vocês não estão
perguntando cadê o Deus da justiça? Tá
bem. Eu vou mandar um mensageiro na
minha frente e depois eu vou
pessoalmente. Mas verso dois, quem
poderá suportar o dia da sua
vinda? Quando eu chegar
aí, quem é que vai suportar a minha
vinda? Quem poderá subsistir quando ele
aparecer? Porque ele é como fogo do
ourívis e como a potaça dos lavandeiros.
O que que ele vai fazer primeiro? Cuidar
dos amonitas, dos filisteus, dos
moabitas? Não, não. Verso três. Ele vai
se assentar como derretedor e
purificador de prata. Purificará quem
primeiro lugar? Os filhos de Levi.
Espero que você desista de ser levita
depois dessa passagem que é o primeiro
da
lista. Primeiro da
lista. Vocês querem? Cadê o Deus de
justiça? Por que que não tem justiça no
mundo? Não é porque o ímpio prospera?
Por que que o justo sofre? Ah, vocês
querem justiça. Tá bem, eu vou fazer
justiça, mas eu tenho que começar com a
casa de Deus. E eu vou começar com os
sacerdotes, vou começar com os levitas,
começar com os pastores, começar com os
líderes para que eu tenha um culto que
seja digno de mim. Eu vou começar com
quem é encarregado dele. Aí diz no final
do verso 3, que depois de Deus os
refinar, eles trarão ao Senhor justas
ofertas. Agora sim, justas ofertas. um
culto agradável a Deus. E aí, a partir
disso, verso 4, então a oferta de Judá e
de Jerusalém, de todo o povo agora, será
agradável ao Senhor como nos dias
antigos e como nos primeiros anos.
Verso 5. Chegarei a a vós outros para
juízo. Chegarei contra vocês, meu povo,
para juízo. Serei testemunha veloz
contra os feiticeiros, adúlteros, os que
juram falsamente, os que defraudam o
salário do jornaleiro, oprimem o a viúva
e o ofam e trocam e torcem o direito do
estrangeiro em nome tem do Senhor dos
Exércitos. De que que ele tá falando? De
gente assim no meio do povo de Deus. Não
tá falando do mundo, não. Vocês querem
justiça? OK, tô
chegando. Ele tá falando aqui de João
Batista, é claro, não é? E João Batista
preparou o caminho pro anjo da aliança
que veio ao templo. E ele com seu sangue
precioso purificou os filhos de Levi e o
povo de Deus. E agora, pelo sangue de
Jesus, nós podemos oferecer a ele
sacrifícios agradáveis. É disso que
Malaquias estava falando, de um novo
sacerdócio, de uma mudança, porque a lei
não podia aperfeiçoar nada, mas introduz
uma nova lei pelo sangue de Jesus, uma
nova aliança pela qual nós podemos
oferecer a Deus sacrifícios eh o o fruto
dos nossos lábios como sacrifício de
louvor. E é pelo sangue do Senhor que
nós somos purificados, pastores e
líderes e também todo o povo para agora
oferecer a Deus aquele culto que ele
deseja. E o princípio então é esse. Nós
precisamos ser purificados para poder
oferecer culto a Deus, senão não será
aceitável a
ele. Não será aceitável a ele. Vamos pro
sexto
princípio. O culto deve ser uma
expressão de nossa total consagração a
Deus. Isso daí, capítulo 3, de 6 a 12.
Olha o apelo de Deus aí no verso 7. Eu
quero chamar sua atenção para aqui
porque isso vai nos ajudar a entender
aquela questão do dízimos e ofertas. No
verso 7, Deus diz assim: "Desde os dias
de vossos pais os desviastes dos meus
estatutos e não os
guardastes. Tornai para mim e eu me
tornarei para vós outros", diz o Senhor
dos Exércitos. Então, o primeiro apelo
de Deus aqui, primeiro ele, ele denuncia
o povo. Vocês sempre foram
rebeldes, como os pais de vocês, vocês
também. Mas então, voltem para mim,
tornem para mim. Aí o povo pergunta no
final do verso 7: "E que havemos de
tornar? Tornar pro Senhor, mas eu não
pensei que tava tudo bem entre nós e o
Senhor. O Senhor tá falando como se a
gente tivesse se desviado." E Deus
disse: "É assim, vocês estão desviados
mesmo. Vou dar só um exemplo. Por
exemplo, vocês acham que um homem pode
roubar a
Deus? Roubará o homem a Deus?" No verso
oito. Aí o povo e Deus diz: "Todavia,
vocês estão me roubando?"
uma expressão ou um exemplo de que vocês
se desviaram de mim, é que vocês estão
me roubando. O povo pergunta, mas
roubando, né, no verso oito, vós me
roubais e dizeis, em que te roubamos?
Resposta de Deus, nos dízimos e nas
ofertas. A queixa de Deus, porque o povo
estava roubando nos dízimos e nas
ofertas, não é por causa dos dízimos e
das ofertas, mas que o roubo nos dízimos
e nas ofertas representava esse desvio
de Deus. Deus não tá preocupado com 10%,
com dinheiro disso ou daquilo, mas
quando isso se torna uma expressão do
desvio do nosso
coração, que a primeira questão dele é:
vocês vocês têm que voltar para mim.
Voltar, nós estamos desviados, então
sim, mas em que Deus vou dar só um
exemplo. Vocês acham que um homem pode
roubar Deus? Não, mas vocês estão me
roubando, roubando nós sim, sim. Nos
dízimos e nas ofertas. Não é que eu tô,
não preciso do dinheiro de
vocês, mas é que o órgão mais sensível
do homem e mais difícil de se converter
é o bolso. E quando o bolso é
convertido, significa que tudo mais já
se converteu.
Então, por isso que na Bíblia, com
frequência o trazer, a generosidade, o
dar, o contribuir, inclusive com os
dízimos, isso é uma expressão não de uma
transação com Deus. você me dá tanto, eu
devolvo tanto. Mas uma expressão de que
você retornou a Deus, que você está
reconciliado com Deus, é uma expressão
do seu amor e da sua gratidão a Deus. É
isso que a gente tem que entender quando
a gente ensina dízimo e oferta na
igreja. Não estamos fazendo a transação
com Deus. Deus não precisa disso, mas é
uma expressão da consagração do nosso
coração. Tornai para mim, diz o Senhor.
E uma das expressões de que nós tornamos
é exatamente se nós somos capazes de
meter a mão no bolso. Não é Zaqueu que o
diga. Zaqueu que o diga se isso não é
verdade. Agora vamos pro sétimo ponto,
capítulo 3, de 13 a 18.
Deus aqui se
queixa de que o povo tá se queixando.
Olha aqui, ó, capítulo
3, a partir do verso 13. As vossas
palavras foram duras para mim, diz o
Senhor. Povo lá cultuando a Deus, não é?
E Deus dizendo: "Olha, as palavras que
vocês estão dizendo e pensando, elas são
duras contra mim". Aí o povo, no verso
13 ainda diz: "O que o que que nós temos
falado contra o Senhor? Aí no verso 14,
Deus responde: "Vocês, vós
dizeis: inútil é servir a Deus. Em que
nos aproveitou termos cuidado em guardar
os teus preceitos e andarmos de luto
diante do Senhor dos exércitos? Ora,
pois, nós reputamos por felizes os
soberbos. Também os que cometem
impiedade prosperam. Sim, eles tentam o
Senhor e escapam. O povo tava dizendo:
"Eu não sei o que que eu tô fazendo aqui
no templo. Porque ele que que adianta
servir a Deus?
Esse pessoal que não serve a Deus tá
prosperando. E eu que tô aqui aos
termos. Eu tenho cuidado em dar nos teus
preceitos, Deus. Tô andando de luto, né?
Fustigando minha alma com jejum e
oração. Mas é inútil servir a Deus
porque não tô vendo nenhuma vantagem
financeira, não tô vendo nenhuma
expressão material de que servir a Deus
é diferente de não servir a Deus. É
inútil servir a Deus.
Na verdade, a gente fica até olhando aí,
verso 15, né? Os soberbos, os que
cometem piedade, eles sim estão
prosperando, mas e
nós? Olha a resposta de Deus do verso 16
ao verso 18. E aqui a resposta da
teodisseia, que é a questão do mal e do
sofrimento do justo aqui nesse mundo e a
prosperidade dos dos ímpios.
Os que temiam a Deus, verso 16, falavam
uns pros outros, o Senhor atentava e
havia um memorial escrito diante dele
para os que temem ao Senhor e para os
que se lembram do seu nome. Havia um
remanescente fiel lá no meio do povo de
Israel. E Deus estava escutando a
conversa deles e Deus estava guardando
aquilo no iPad, o memorial dele, né? e
diz: "Estes serão para mim um particular
tesouro naquele dia que preparei". Essa
é a resposta de Deus pro problema do
mal. Há um dia que ele
preparou. E naquele dia, verso 17,
poupalzei como o homem poupa seu filho.
Então vereis a diferença entre o justo e
o perverso, entre o que serve a Deus e o
que não serve. O que Deus diz é o
seguinte: "Não vai ser aqui que você vai
ver a diferença entre quem serve a Deus
e quem não serve a Deus tão claramente".
Mas eu tenho um dia preparado em que
essa diferença vai ser
cristalina e até que esse dia venha,
você deve me cultuar, não por aquilo que
eu lhe dou, mas por aquilo que eu sou, o
Deus que lhe amou, em vez de lhe odiar
ou de desprezar ou de não eleger os
outros. O Deus da aliança, o Deus que
lhe oferece perdão, o Deus que lhe
oferece acesso e o privilégio de você
chegar à sua presença e servir-lo e
adorá-lo. A esperança aqui é
escatológica. O profeta aponta para
aquele grande dia. E aqui no capítulo 4
de 1 a 6 ele termina falando quando esse
dia vai chegar. Eis que vem o dia. Verso
primeiro, arde como fornalha.
Todos os soberbos e todos os que cometem
perversidade serão como restolho. O dia
que vem os abrasará, diz o Senhor dos
Exércitos, de sorte que não lhes deixará
nem raiz nem ramo. Essa é a resposta de
Deus pro questionamento do povo. Eu tô
vendo os ímpios prosperando, mas a
prosperidade deles é ilusória, é
temporária, é passageira, porque eis que
vem o dia em que eles arderão como a
relva do
campo. Mas para vós outros que temeis o
meu
nome, nascerá o sol da justiça, trazendo
salvação nas suas
asas, saireis e saltareis como bezerros
soltos na estrebaria. E nesse dia eu vou
virar
pentecostal, saltar. Tá feito bezerro,
né?
Pisarei os
perversos, porque se farão cinza debaixo
das plantas de vossos pés naquele dia
que preparei, diz o Senhor dos
Exércitos. Ou seja, a resposta de Deus
para aqueles que dizem: "Vale a pena
cultuar a Deus hoje, vale a pena ir pra
igreja, dar dízimo e oferta, me
consagrar a Deus, viver uma vida santa,
viver uma vida reta. Se aqui eu eu perco
meu emprego, eu fico doente, eu passo
por dificuldade e esses ímpios aí, esse
pessoal corrupto, prosperando, tem
saúde, tem felicidade, será que vale a
pena cultuar a Deus? A resposta de Deus
é o seguinte: vai chegar o dia em que
você vai ver que valeu a pena, onde vai
ficar claro a diferença entre quem serve
a Deus e quem não serve. E naquele dia
vai nascer o sol da justiça, trazendo
salvação nas suas asas.
E você vai pular de felicidade como um
bezerro quando ela é solto lá do curral.
E você vai louvar a Deus eternamente. E
você vai ver a justiça de Deus contra os
ímpios. E você vai dizer: "O Senhor é
justo, verdadeiro e bom." E vai dar a
ele o culto verdadeiro, eternidade aa. O
livro
termina do verso 4 a 6. Malaquias
dizendo pro povo, lembra do que Moisés
escreveu?
E diz também no verso 5: "Eu vou mandar
o profeta Elias, que é o mensageiro,
aquele que ele falou, João Batista,
antes que venha o grande e terrível dia
do Senhor, que foi inaugurado com a
vinda do Senhor
Jesus, e ele converterá o coração dos
pais aos filhos e o coração dos filhos a
seus pais para que eu não venha e fir a
terra com maldição."
Esse é o último livro do Antigo
Testamento e com ele encerra todo o
sistema levítico, toda aquela lei
cerimonial que não podia aperfeiçoar,
purificar,
transformar por si só, mas eram sombras,
eram tipos figuras, apontando pra
chegada do anjo da aliança, que vinha
purificar o povo de Deus com seu sangue,
para que Deus tivesse um povo que o
adorasse em espírito, em verdade, como o
próprio Jesus disse que era
intenção. E agora, pelo sangue precioso
do Senhor, nós podemos cultuá-lo. E esse
culto, então, ele tem
que seguir os princípios que nós ouvimos
aqui, porque é o mesmo Deus. E eu quero
fazer algumas aplicações desses
princípios para o nosso meio hoje.
Queridos, nós temos entre nós cultos que
são inteiramente voltados paraa
prosperidade, onde as pessoas são
motivadas a cultuar a Deus.
para que recebam de Deus algum tipo de
benefício material, desde prosperidade
financeira até libertação de males
temporais, um casamento, um negócio, um
apartamento, um carro, alguma coisa.
Como é que essas coisas elas elas são
proibidas ou ruins para o cristão? Mas
esse não é o alvo pelo qual nós
cultuamos a Deus. Não é para recebermos
dele esse tipo de coisa. A resposta de
Deus, quando o povo perguntou: "Em que o
Senhor nos ama?" A resposta de Deus foi:
"Porque eu elegi vocês e não o irmão de
vocês. Eu amei Jacó, mas não amei Isaú".
A resposta de Deus foi a eleição, foi a
redenção, foi o perdão de pecados
prometido e oferecido antes da fundação
do mundo, concretizado na plenitude dos
tempos com a vinda do cordeiro de Deus.
Essa é a razão pela qual nós vamos
cultuar. Cultos voltado para
prosperidade ou solução de problemas
materiais é um desvio do padrão que Deus
nos revela na escritura. E se você faz
parte de uma igreja onde isso acontece,
eu queria que você reconsiderasse
participação nessa igreja.
reconsiderasse. Ou se você está aqui e é
um pastor que promove esse tipo de coisa
pensando encher a igreja e atrair atrair
novos membros com isso, eu queria que
você pensasse no que você ouviu nessa
noite. O que é que a palavra de Deus nos
diz a respeito da evidência do amor
dele? Não é prosperidade financeira.
Deus pode nos dar isso, mas não
significa evidência do favor dele.
Segunda coisa, segunda aplicação do
livro do profeta Malaquias, é para
aqueles cultos onde são introduzidos
elementos e formas de adoração
completamente estranhos à palavra de
Deus. Gente, às vezes eu não acredito
que eu vejo no YouTube. Eu talvez devia
parar de ver essas coisas porque eu fico
nervoso com esse tipo de coisa.
Mas é é cada coisa que é
feita em em nome de Deus. Eu fico
pensando, por exemplo, na introdução de
elementos judaicos no culto evangélico.
Nós acabamos de ver aqui a o a
decretação da falência do sistema
véotestamentário. É isso que o livro de
Malaquias tá dizendo. Não, não, não
funciona. E aponta para uma nova
realidade que está chegando. É assim que
fecha o Novo Testamento, o Antigo
Testamento. E no Novo Testamento, os
escritores bíblicos, os apóstolos
particularmente, eles nos ensinaram
isso, que todo o sistema levítico de
culto do Antigo Testamento no templo era
sombra, era simbólico, era profético,
apontava para Jesus Cristo. Então, por
que que eu vejo hoje nas igrejas
evangélicas, pessoal trazendo a arca da
aliança, pastor
usando chapeuzinho de judeu, estola de
judeu com menor lá na aquele candelabro
lá na na mesa, não é? Dizendo que Jesus
tem que ser chamado de Yesua, senão que
ninguém sabe o nome dele. A reintrodução
das festas judaicas. Por que que eu vejo
isso?
caravanas para Israel para ser batizado
no rio Jordão, porque lá
equivale unção com óleo que foi tirado
do monte das oliveiras, esse é o
poderoso. Oração feita no alto do monte
Sinai, essa é que tem
eficácia.
Eu não vejo nada disso no Novo
Testamento, mas esses elementos
estranhos são
introduzidos e outros elementos são
introduzidos, sim, em nome do
pragmatismo, daquilo que funciona, fazer
coisas para atrair o povo para Deus. Mas
a pergunta é, a pergunta não é a Bíblia
proíbe isso? Não, a pergunta é: a Bíblia
manda
isso? Essa foi a grande disputa na época
da reforma, não foi?
Exato. Especialmente entre puritanos e
outros grupos que outros grupos queriam
manter certas coisas no culto,
perguntando assim: "Onde é que tá
proibido na Bíblia você usar vela no
culto?" Resposta dos puritanos, onde é
que tá
ordenado? Então, essa é a pergunta. Deus
mandou. É assim que Deus deseja o culto?
Podemos apresentar argumentos
suficientes e bíblicos para que esses
elementos estejam presentes no culto?
senão nós vamos estar introduzindo
coisas estranhas ao que Deus mandou e
vamos cair no mesmo caso aqui do povo de
Israel que queria oferecer o o o adorar
a Deus do jeito que eles entendiam que
era o
melhor. O livro também nos ensina que,
terceiro lugar, terceira
aplicação, que Deus busca o coração do
seu povo. Ele não tava preocupado com
essa questão formal dos dízimos e
ofertas, por exemplo. Ele queria que o
povo voltasse para ele, porque o bolso
vai onde tá o coração. Se o coração é
totalmente de Deus, você não vai
encontrar
dificuldade. Ou seja, no final, Deus não
somente está preocupado que o culto seja
feito de acordo de sua vontade revelada,
mas que seja feito também do fundo do
nosso coração. Que nós o adoremos pelo
que ele é, partindo da nossa alma.
Também aqui nós aprendemos mais uma
coisa, eu quero terminar com isso. Os
cultos não são apenas para celebração,
festa,
alegria, são também para isso. Mas os
cultos eles devem ser um reflexo daquilo
que Deus deseja de nós, que é uma vida
reta. Há lugar no culto para exortação.
Há lugar no culto para repreensão. Há
lugar no culto para orientação, para
dizer ao povo: "Isso aqui não pode, isso
aqui está errado." Tem hora que a gente
tem que trocar alegria pelo luto, tem
que trocar os gritos de festa pelos
gemidos de arrependimento. Tá lá em
Tiago capítulo 4, quando Tiago diz que
nós, há situações em que a gente tem que
purificar as mãos, nós temos que
transformar a nossa alegria em tristeza
e nós temos que transformar nosso júbilo
em lágrimas diante de Deus por conta dos
nossos pecados. Infelizmente, em muitos
meios hoje se olha pro culto como se
fosse apenas uma grande celebração, mas
instrução bíblica, instrução que fere a
consciência, que move a a vontade, que
promove diferença, isso falta. E eu
tenho certeza, e eu sei que vocês
concordam comigo, que uma das causas da
fraqueza do movimento evangélico no
Brasil, por maior que ele seja, é
exatamente a falta de pregação bíblica
que fira a consciência, que seja
corajosa e denuncie o que que está sendo
feito e apresente, claro, a solução que
é a purificação do sangue de Jesus
mediante arrependimento e confissão e
conserto de vida. Isso o profeta
Malaquias também nos deixa muito claro.
Queira Deus, meus irmãos, conceder que
nós ofereçamos a ele aqui no Brasil um
culto que lhe seja
agradável, que nós não estejamos tão
preocupados com o crescimento da igreja,
que não vejamos esses princípios
simples, mas também tão claros expressos
em toda a Bíblia. Que ele nos dê graça
para que nós possamos, como ele deseja,
adorá-lo em espírito, em verdade, agora
e sempre. Amém. Oremos.
[Aplausos]
Nosso Deus, nós pedimos que tu nos faças
adoradores
verdadeiros, que o nosso culto expresse
o desejo que o Senhor tem de um povo
purificado, de um povo santo, um povo
desejoso,
disposto. Nós pedimos, ó Deus, que tu
nos ajudes pela tua palavra a entender
de que maneira tu desejas ser adorado,
para que nós não inventemos maneiras de
culto, para que não introduzamos fogo
estranho no teu altar, mas somente
aquilo que foi ordenado por ti. Purifica
a igreja brasileira, Senhor. É o que nós
te pedimos em nome de Jesus. Amém.
Obrigado por ter nos acompanhado em mais
um episódio do Ensino Fiel. Não se
esqueça de avaliar ou curtir este
episódio e de compartilhar também com
outros irmãos. Até a próxima. Que Deus
te abençoe.

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