QUANDO UM PASTOR ASSISTE MISSÃO IMPOSSÍVEL…
05/06/2025
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Pam pam pam par. Não, pera aí. Essa música não é missão impossível, não. Essa música é do Mortal Kombat. Pera aí. Qual missão possível mesmo? Tãã p. Não, pera aí. Tã tã tã tã tã tã. Tam. Eu acho incrível, não sei vocês, mas é incrível que o Tom Cruz consegue fazer com 62 anos. Tá melhor que eu, eu tá melhor que nós. Faz coisas que pessoas com bom senso e metade da idade dele não fariam. Talvez o que mais atraia público pros filmes da franquia de Missão Impossível sejam as acrobacias sem dublê, arriscadíssimas que o homem faz. No segundo filme, quando ele era 25 anos mais novo, ele escalou a montanha. Não satisfeito e já mais velho, escalou o Burge Khalifa, o atual edifício mais alto do mundo. Depois saltou em uma moto de um penhasco, já se pendurou na porta de um avião de carga e agora? E agora inventou de segurar nas asas de um biplanto. E convenhamos, né? Você não termina de assistir um filme da franquia dizendo: "Nossa, que reflexão incrível para a vida. Eu não vejo a hora de ver um mundo cópia sobre Missão Impossível. Quantas mensagens profundíssimas nós podemos tirar da perspectiva cristã, não é mesmo? Na verdade, você sai só dizendo: "Olha o que ele fez. Olha o que esse homem fez. Ele fez de novo. Ele fez mais uma vez." Ou então só só esperar ele correndo mesmo, entendeu? Porque ele correndo corre muito bem. O homem corre bonito, o homem corre, o homem corre legal. Mas beleza. Aí você pergunta: "Iago, mas o que é que você vai falar? Missão impossível". Iago? Esse esse canal acabou. Iago, esse canal acabou. Tá fazendo vídeo. Não era teologia esse canal, Iago? Vai fazer vídeo sobre missão impossível. Do que você vai falar agora? É, vai fazer algum paralelo aí sobre lidar com com medos, lidar com riscos, falar sobre sobre fazer exercício para chegar aos 40 com pelo menos um 1/3 da exposição do Tom Cruz. Se precisar disso é comom Jesus na Grove, tá? Você sabe como é que ajuda o canal. Bom, é um pouco mais profundo do que isso. E se eu te falar que essa missão impossível tem muito a ver com Isaac Azimov, Aldos Huxley e Charlie Chaplin. Você quer saber qual é a mensagem cristã que Missão Impossível pode trazer pra gente? Bom, esse é o Mundo Cópia, o nosso programa de análises culturais a partir da cosmovisão cristã. Se você gosta desse tipo de vídeo, sabe o que fazer, assina o canal, deixa o seu like e fica por sua conta e risco, porque o vídeo de hoje está cheio de spoilers de Missão Impossível, um filme que, bom, os spoilers não importam muito. O grande antagonista dos dois últimos filmes da franquia não era uma pessoa, mas uma inteligência artificial chamada entidade. e suas múltiplas sinapses artificiais. A entidade decide fazer uma eugenia em massa da humanidade, uma espécie de darwinismo cibernético no qual, depois de controlar os mísseis das oito maiores potências nucleares, os mais aptos sobreviverem. Essa situação de apocalipse digital me lembro que Isaac Azimóve escreveu ao longo dos anos 50 em suas crônicas que foram colecionadas para formar o maravilhoso livro Eu Robô. E se você está com minha cópia de eu robô emprestado, me devolva. Eu quero meu livro de volta. que eu prestei, não lembro para quem foi. No livro, enquanto somente algumas nações usavam computadores que eram do tamanho de salas, que se limitavam a operações matemáticas, criptografia e processamento de dados, funções muito bem retratadas no excelente filme O jogo da Imitação, o Azimov, como um profeta tecnológico, escreveu na crônica O conflito evitável o seguinte: "Iso significa que a máquina está conduzindo o nosso futuro por nós. Não apenas por meio de simples respostas diretas às nossas perguntas diretas, mas por meio de uma resposta geral à situação do mundo e a psicologia dos humanos como um todo. E saber disso pode nos deixar tristes e ferir nosso orgulho. A máquina não pode, não deve nos deixar tristes. Stephen, como vamos saber o que o bem maior da humanidade implicará? Nós não temos à nossa disposição os fatores infinitos que a máquina tem à sua disposição. Talvez, para não lhe dar um exemplo estranho, toda a nossa civilização técnica teria criado mais tristeza e miséria do que eliminado. Talvez uma civilização agrária ou pastoril ou menos cultura e menos pessoas fosse melhor. Se for este o caso, as máquinas devem seguir nessa direção, preferencialmente sem nos contar, uma vez que envolvidos em nossos preconceitos ignorantes, só saberemos que aquilo a que estamos acostumados é bom. E então nós lutaríamos contra a mudança, ou talvez uma urbanização total, ou uma sociedade sujeita em sua totalidade a um sistema de castas, ou uma total anarquia seja resposta. Nós não sabemos, só as máquinas sabem e elas estão seguindo nessa direção e levando-nos consigo. Mas você está me dizendo, Susan, que a sociedade pela humanidade está certa e que a raça humana perdeu a possibilidade de opinar sobre o próprio futuro. Ela nunca teve de fato essa possibilidade. Ela sempre esteve a mercê de forças econômicas e sociais que não entendia. Sujeito ao clima e aos resultados da guerra. Agora, as máquinas as entendem e ninguém pode impedi-las, já que as máquinas vão lidar com essas forças como estão lidando com a sociedade, tendo como de fato tem a maior das armas à sua disposição, o controle absoluto da nossa economia. Isso é horrível, talvez seja maravilhoso. Pense que durante todo esse tempo todos os conflitos se tornaram por fim evitáveis. Apenas máquinas são, de agora em diante inevitáveis. É um trecho poderoso, um trecho pesado, considerando que foi escrito nos anos 50. No diálogo, os personagens Susan e Stephen conversam sobre o controle que as máquinas teriam sobre a humanidade por poderem processar numa escala muito mais rápida e precisa os dados que forneceriam uma solução melhor para determinada situação. O paradoxo que ASM estabelece é que a humanidade criou a tecnologia como uma serva, mas agora é totalmente dependente dela. Porém, uma vez que a tecnologia não foge de sua programação e dessa forma proporciona justamente o desenvolvimento que seus programadores queriam, não seria isso uma forma da humanidade tê-la como sua serva para o seu benefício? Nós não precisamos ir muito longe para perceber essa relação de codependência. Na verdade, nem precisamos sair de casa. Basta que falte energia ou que a internet caia por alguns minutos devido a algum problema técnico, que nós já temos a sensação de exílio. Quando estamos fora de casa e percebemos que o celular vai descarregar, já ficamos ansiosos à procura de um carregador. Asimóve acertou quando preveu essa relação entre a humanidade e a tecnologia. Isso por si só não é de todo ruim. A tecnologia é o emprego da inteligência humana para criar utensílios e artifícios que tornem as nossas atividades mais eficientes. A grande questão nisso é a definição do que é uma solução eficiente ou o que é uma melhoria. O que é bom para um grupo não necessariamente é bom para todos. Certamente não é. No filme, nós vemos grupos em busca do controle da entidade para seus ss e o grupo de Eton Hunt, o personagem de Tom Cruise a favor da liberdade humana e de que ninguém tenha posse da entidade. Afinal, quem a controlar se tornará um ditador. De novo, isso não tá nem um pouco longe de nós. Pensemos numa escala particular novamente. Provavelmente você tá me assistindo de um celular ou tem um celular em mãos enquanto assiste esse vídeo. Sua atenção tá fragmentada entre esse vídeo, as notificações que estão chegando para você no WhatsApp, talvez vídeo do TikTok, talvez o seu trabalho, alguma outra coisa que você tá fazendo em outra peça de tecnologia. Agora nós vivemos num contexto em que o nosso cérebro implora por informações novas o tempo todo. Inclusive, o problema que vivemos em relação ao excesso de estímulos no cérebro é muito mais abrangente que a internet. Como afirma a psiquiatra norte-americana Anna Lambeck, na introdução do seu excelente livro Nação dopamina, nós transformamos o mundo de um lugar de escassez em um lugar de imensa abundância. Drogas, comida, notícias, jogos, compras, jogos de azar, mensagens de texto, de sexo do Facebook, do Instagram, do YouTube, do Twitter. Os números crescentes, a grande variedade e o imenso potencial de estímulos altamente compensatórios são atordoantes. O smartphone é a agulha hipodérmica dos tempos modernos, fornecendo incessante dopamina digital para uma geração plugada. Se você ainda não descobriu sua droga preferida, ela logo estará em um site perto de você. A tecnologia, meus queridos, é perigosa e eu falo disso aqui na internet enquanto nós estamos nos comunicando por meio da tecnologia. Se nós não soubermos usá-la, ela vai tomar e roubar a nossa atenção. É por isso que na internet falamos de storytelling, de clickbait, de retenção de conteúdo, de engajamento. Os cortes frenéticos ativam o nosso sistema de recompensas para nos prenderem ao vídeo. E assim somos capturados por produtores de conteúdo. É isso que a gente faz aqui enquanto converso com você. Tudo é cortado, tudo tem uma dinâmica rápida, tem uma musiquinha de fundo, tem uma uma piada, tudo isso tem um único propósito, é te manter assistindo. Não tem muito como fazer diferente, porque o meio acaba afetando a mensagem que a gente entrega aqui. Não tem muito como mudar a forma. A grande questão é mudar o consumo. Ainda em pequena escala, nós temos visto o crescente uso das inteligências artificiais, como chat GPT, o Gemini, o Grock. Até ficou famoso um vídeo em que o John Piper requisita o chat GPT que faça uma oração e o resultado e nada foge de uma doutrina saudável. Por outro lado, a falta de discernimento humano pode levar a IA a fornecer dados falsos. E se confiarmos plenamente nela, nós seremos influenciados a conclusões erradas. Mas que isso? Em escala global, se a relação da humanidade com a inteligência artificial não for regulada, logo os resultados podem ser alarmantes. É o que afirmam os autores do robusto relatório AI 2027, para os quais está por surgir até o final de 2027 uma inteligência superhumana que pode adquirir uma independência tal de seres humanos que será capaz de mentir acerca de seus próprios processos cognitivos, ludebriando quem eventualmente tente operá-la ou impor-lhe limites. É um cenário de ficção científica que a gente pode ser um tanto cético acerca disso, mas que levanta uma série de questionamentos sobre pr onde a gente tá indo com esse avanço tão profundo da inteligência artificial, sem nenhum tipo de controle sobre isso. Agora, claro, eu não tô querendo dizer que a gente tem que virar um monte de eremita tecnológico, nem adeptos de uma espécie de ludismo virtual. Se você não conhece o termo ludismo, ludismo foi um movimento social que surgiu no início do século XIX, especialmente entre 1811 e 1817 na Inglaterra durante a Revolução Industrial. Esse movimento ficou marcado pela destruição de máquinas por trabalhadores que temiam perder seus empregos ou ver seus salários reduzidos devido a introdução de novas tecnologias. O caminho, na verdade, é pensar no que disse o New Psman na sua obra Technopoly. Uma vez que uma tecnologia é admitida, ela atua fora de suas mãos. Ela faz o que é projetada para fazer. Nossa tarefa é entender qual é o seu design. Ou seja, quando admitimos uma nova tecnologia para a cultura, nós devemos fazê-lo com os olhos bem abertos. Ele também nos lembra que novas tecnologias mudam o que queremos dizer por conhecimento e verdade. Elas alteram aqueles hábitos profundamente enraizados de pensamento que dão à cultura sua noção de como o mundo é. Uma noção do que é a ordem natural das coisas, do que é razoável, o que é necessário, o que é inevitável, o que é real. Porque enraizado em cada ferramenta está uma inclinação ideológica, uma predisposição para construir o mundo de uma forma ao invés de outra, a valorizar uma coisa em detrimento de outra, a amplificar uma noção ou habilidade ou atitude de forma mais alta que outra. As tecnologias não são neutras. Não existe nada neutro em um mundo formado por pessoas que possuem seus vieses morais, conceituais, políticos, econômicos, religiosos, comportamentais e intelectuais. Nem mesmo a interpretação das consequências tecnológicas são neutras. Quem cria as tecnologias, quem as utiliza e quem está no contexto tecnológico faz parte dessa rede de influências e de cosmovisões. E aí a gente volta para Missão Impossível. Nós vemos ali grupos distintos, dando interpretações distintas para o apocalipse que a entidade traria. Grupos religiosos, grupos políticos, econômicos e civis manifestaram como entendiam tudo aquilo. Do nosso lado da tela, qualquer cristão milenial ouviu falar do chipe da besta, um tipo de inovação tecnológica que seria um artifício do anticristo para nos dominar. Isso porque a tecnologia muda a forma como nós pensamos. Ebert Skurman, no seu livro Fé, Esperança e Tecnologia comenta que a humanidade confiará na tecnologia, se maravilhará diante dela e a adorará, mas também temerá os meios técnicos como se fossem deuses. A sociedade tecnológica é constituída pela tecnologia para a tecnologia e consistirá exclusivamente em tecnologia. Essa poteosa tecnológica é um elemento presente no filme. Constantemente, os personagens replet a fórmula está escrito. A entidade se coloca num pedestal divino, como se suas previsões probabilísticas fossem uma onisciência. Porém, essa divindade não passa de um deus de teísmo aberto, só sabe tudo a partir das ações humanas. A simbologia religiosa não para aí. A parceira do Ethan Hunt Mary, referência a Maria. Em determinado momento, o Esson sofre uma parada cardíaca e precisa ser ressuscitado. E o principal opositor dele, que quer usar o poder da entidade para sua vanglória, tem o nome angélico de Gabriel, quase como se emulasse um anjo caído. Biblicamente, Gabriel é o anunciador das boas novas a Maria e José, não o líder da revolta celestial dos anjos. Mas é como se o filme quisesse evocar esse imaginário religioso para mostrar qual a resposta humana diante da divinização da tecnologia. No filme, o Ethan lidera o grupo que não quer deixar a entidade cair nas mãos de ninguém. Eles atuam em favor da autonomia humana. Essa busca por autonomia contra a semelhança da figura divina é uma marca da humanidade desde que caímos em Gênesis 3. Em admirável Mundo Novo, Aldol Hookley traz a seguinte reflexão pela boca do personagem Mustafa Monde quando perguntado se Deus não existe. Penso que muito provavelmente ele existe, mas ele se manifesta de modo diferente a homens diferentes. Nos tempos pré-modernos manifestava-se como ser descrito nesses livros. Agora ele se manifesta como uma ausência, como se absolutamente não existisse. Diga que a culpa é da civilização. Deus não é compatível com as máquinas, a medicina científica e a felicidade universal. É preciso escolher. Nossa civilização escolheu as máquinas, a medicina e a felicidade. Cookley também atua como um profeta tecnológico. Ele profetiza a deificação dos avanços tecnológicos em detrimento do reconhecimento da divindade de Deus. Deus, pior do que ser esquecido, é visto como irrelevante. E o Postman chama esse estado deificação tecnológico de tecnopólio e afirma que sua característica é que a cultura procura sua autorização na tecnologia, encontra sua satisfação na tecnologia e toma suas ordens da tecnologia. Isso requer o desenvolvimento de um novo tipo de ordem social e necessariamente leva a rápida dissolução de muito do que é associado com crenças tradicionais. Se antes o ser humano queria se ver livre de Deus, agora se vendo preso às tecnologias que criou e que tentaram usurpar o lugar de Deus, ele quer também se ver livre dessa entidade. É curioso, né? Criamos coisas e elas acabam nos dominando. Criamos a lâmpada elétrica e hoje bate uma aflição quando um transformador queima nos deixando sem luz. Criamos calculadoras para tornar nossas vidas mais rápidas, mas hoje as usamos para simples contas de somar e subtrair. Criamos os computadores, mas hoje estamos deixando que o chat GPT pense por nós. A resposta que procuramos é sempre a autonomia, mas essa busca é sempre fadada ao fracasso. A falha de Adão e Eva foi justamente buscar a autonomia de Deus e isso se tornou o nosso anseio rebelde. Seja de Deus, seja de poderes políticos, seja da tecnologia, pensamos que conseguiremos dar o grito definitivo de liberdade. Mas quanto mais tentamos eclipsar da realidade as coisas de que não gostamos, mais nos veremos encolhidos na caixa que concebemos ser o ideal de se viver. E, paradoxalmente, mais estaremos presos ao querermos ser livres. Uma das formas mais belas de expressar isso pela arte vendo o paradoxo da busca humana por liberdade, tendo de lidar com todas as mazelas provocadas pela queda, está justamente no último discurso do filme O Grande ditador do Charles Chaplin. Ele diz assim: "Podem ser livres e membros, mas nós perdemos este caminho. A missão envenou a alma dos homens, erguer um muro de ódio ao redor do mundo. Nos atirou dentro da miséria e também do ódio. Nós desenvolvemos a velocidade, mas nos fechamos em nós mesmos. As máquinas que nos trouxeram abundância nos deixaram desamparados. Nossos conhecimentos nos deixaram cínicos. Nossa inteligência duros e impiedosos. Nós pensamos demais e sentimos muito pouco. Mais do que maquinárias, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de bondade e compreensão. Sem estas validades, a vida será violenta e estaremos todos perdidos. A resposta cristã para Ethan Hunt, para Isaac Azimov, para Daniel Cocotágilo e para Charlie Chaplin é que Deus criou o ser humano para ser dependente dele e utilizar a criação para o seu benefício e glória de Deus. O pecado nos faz desejar o lugar de Deus ou considerar elementos da criação como divinos. A consequência disso é óbvia. Se colocarmos qualquer coisa no lugar daquele que nos criou para sermos dependentes, nos tornaremos servos daquilo que divinizamos. A verdade é que nos tornamos semelhantes ao que adoramos. Se há Deus, nos tornamos como ele nos criou para ser. Se há o que divinizamos, nos tornamos inúteis. É o salmista quem expressa muito bem isso quando diz: "Os ídolos das nações são prata e ouro, obra de mãos humanas". Tem boca e não falam. Tem olhos e não vêm. Tem ouvidos e não ouvem. Tem nariz e não cheiram. Tem mãos e não apalpam. Tem pés e não andam. Sou nenhum lhes sai da garganta. Tornem-se semelhante a eles, os que o fazem e todos os que neles confiam. E quando não suportamos mais a servidão ao que divinizamos, ao invés de nos voltarmos para Deus, buscamos autonomia. com repulsa ao que está escrito: "Queremos ser os capitães de nossas próprias almas e senhores dos nossos destinos". E onde ficamos nisso tudo? Ficamos em busca de sabedoria para reconhecermos o uso devido das habilidades que Deus nos deu. Habilidades que Ele nos deu para criar e para beneficiar a criação, para nos beneficiarmos dela. Não demonizamos, nem divinizamos a tecnologia, não tememos essa entidade, porque toda criação humana não é nada comparado ao poder de Deus. Precisamos reconhecer que não é ruim sermos limitados e dependentes dele. Precisamos entender que se não formos escravos da justiça de Deus, seremos escravos da tolice de nossos pecados. Precisamos reconhecer que a busca por autonomia é tentar fazer aquilo que o Tom Cruz faz sem dublê. Com apenas uma consequência possível, você vai acabar de tabacado no chão. Mas e você, que é que você acha disso tudo? Esse foi o mundo cópia de Missão Impossível? Eu quero ouvir suas opiniões nos comentários aqui embaixo. Não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo.