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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Vespertino | 08/06/2025 | 18h – Rev. Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 08/06/2025 | 18h – Rev. Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 08/06/2025 | 18h – Rev. Lucas Previde

A alegria que nos conduz (Filipenses 2.12-18) – Rev. Lucas Previde

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

เฮ
[Música]
[Aplausos]
[Música]
เฮ
[Música]
[Aplausos]
[Música]
Meus irmãos, sejam bem-vindos a este
local de louvor e de adoração ao nosso
Deus. Sejamos convidados a adorá-lo por
meio das palavras de João quando escreve
em
Apocalipse: "Depois destas coisas vi e
eis grande multidão que ninguém podia
contar. de todas as nações, tribos,
povos e línguas, em pé diante do trono e
diante do cordeiro, vestidos de vestes
brancas, com ramos de palmeiras nas
mãos, e clamavam com voz forte, dizendo:
"Ao nosso Deus, que está sentado no
trono e ao cordeiro pertence à salvação.
Todos os anjos estavam em pé, rodeando o
trono. os anciãos e os quatro seres
viventes. E diante do trono se
prostraram sobre o seu rosto e adoraram
a Deus, dizendo: amém. O louvor, a
glória, a sabedoria, as ações de graças,
a honra, o poder e a força sejam ao
nosso Deus para todo sempre. Amém.
Essa é a adoração que, de acordo com
João, foi feita diante do trono do
cordeiro. E é a mesma adoração que nós
devemos ao nosso Deus. E é pensando
nisso e nos lembrando de como o nosso
Deus é bom, poderoso, maravilhoso, como
este Deus nos salvou, nos deu a vida,
nos deu a salvação, que eu queria
convidar esta igreja se colocar de pé e
adorá-lo no mesmo espírito. Nos
coloquemos de pé e adoremos ao nosso
Senhor nessa
[Música]
noite. Desde os confins da terra. Desde
os confins da terra. mais
profundo, o mais profundo, mais nas
alturas do céu, nas alturas do céu,
louvado és
dentro dos corações, dentro dos
corações, em meio a um clamor, em meio a
um clamor, nasce esta canção, nasce esta
canção.
E os
povos
cantam por toda a eternidade.
Tu serás
adorado
grande
Deus exaltado nas
nações. Senhor da
criação,
grande Deus seja louvado.
Desde os
comra os
[Música]
confra mais profundo mais. As alturas do
céu, as alturas do céu
dentro dos corações, dentro dos
[Música]
corações, em meio a
nós, nasce essa
[Música]
canção cantar.
Por
toda serás
adorado,
grande
[Música]
[Aplausos]
Deus exaltado nas
ações, Senhor da
criação,
grande Deus seja louvado.
Desde os confins da terra, desde os
confins da terra. Mais
profundo, o mais profundo, mar. Nas
alturas dos céus, nas alturas dos céus.
[Música]
Vouar. Oremos.
Pai amado, seja entronizado o teu
nome. Que o Senhor seja adorado em nosso
meio, que nos lembremos aqui da tua
grandeza, da tua força e
majestade. Pai amado, tu és o nosso
criador, o nosso
mantenedor. Se não fosse por ti, Pai,
nós jamais estaríamos aqui. O Senhor foi
aquele que nos criou, é aquele que
sustenta a nossa vida, a nossa
existência. E é por isso, Pai, que o
nosso coração se enche de louvor e de
alegria quando nos encontramos aqui como
igreja, pessoas que foram compradas, que
foram remidas pelo sangue do cordeiro
para adorá-lo. Queremos agradecer ao
Senhor imensamente porque Tu és bom, tu
és gracioso, Tu és
misericordioso. Apesar de seres tão
grande, tão poderoso, tão maior do que
nós, ainda assim tu te preocupas
conosco. Tu olhas para nós, cuida de
nós, tu nos amas. Pai amado. Nós não
merecemos isso. E por essas razões, Pai,
nós queremos nesta noite oferecer a Ti
nosso culto, o nosso louvor. Pedimos a
ti tão somente, Pai, que o Senhor nos
ajudes a fazer o nosso melhor. Que tudo
que nós fizermos nessa noite, Pai, seja
em louvor, seja em palavras ditas, seja
em orações feitas, seja em nosso
pensamento, tudo esteja voltado para ti.
Tudo que nós fizermos aqui nesta noite
seja de louvor, honra e glória ao
Senhor. Dessa maneira, nós rogamos que o
Senhor aceite o nosso louvor, que o
Senhor
seja de maneira mais profunda possível
do nosso coração, que o Senhor seja ah
agraciado por tudo aquilo que nós temos.
E pedimos ao Senhor também que o Senhor,
pela tua graça, molde os nossos
corações, que o Senhor fale conosco, nos
mostre a verdade, nos ensine, Pai, por
meio deste culto, para que nós sejamos
cada vez mais parecidos com Cristo. É a
nossa oração. Gratos ao Senhor por tudo,
no nome do Senhor Jesus. Amém. A igreja
pode se
assentar. Meus irmãos, parte da nossa
rica comunhão com Deus nos obriga à
prática da confissão de pecados. Afinal
de contas, nós somos seres pequenos,
limitados, imperfeitos, que se
relacionam com o criador soberano, santo
e justo. Fazemos então as nossas
confissões para que a nossa comunhão com
Deus seja preservada, embora saibamos
que a nossa comunhão com Deus é
legítima, válida, em função daquilo que
Jesus é e daquilo que Jesus fez. Temos
Cristo, temos o mediador que intercede
por nós. O apóstolo João nos lembra
disso escrevendo na sua primeira
epístola, capítulo 2, dizendo: "Meus
filhinhos, escrevo-lhes estas coisas
para que vocês não pequem.
Mas se alguém pecar, temos advogado
junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo. E
ele é a propiciação pelos nossos
pecados. E não somente pelos pelos
nossos próprios, mas também pelos do
mundo inteiro. E nisto sabemos que o
temos conhecido se guardamos os seus
mandamentos. Aquele que diz: "Eu o
conheço, mas não guarda os seus
mandamentos, esse é mentiroso e a
verdade não está nele. Mas quem guarda a
sua palavra, nele verdadeiramente tem
sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto
sabemos que estamos nele. Quem diz que
permanece nele, esse deve também andar
assim como ele andou." Vamos ter alguns
momentos, irmãos, de oração silenciosa.
Vamos confessar os nossos pecados a Deus
e vamos pedir que ele nos permita andar
à semelhança de seu filho Jesus Cristo.
Oremos.
Ó Senhor, nós somos tão
falhos. Os mandamentos que nós
gostaríamos de guardar, por vezes não
guardamos. Os pensamentos que as
escrituras sagradas dizem que nós
devemos cultivar, por vezes não
cultivamos.
Os sentimentos, as motivações que temos
dentro de nós, por vezes, não são as
melhores, não são as mais justas e não
glorificam o teu nome. As boas obras que
nós praticamos, praticamos talvez, ó
Deus, por motivos interesseiros e por
razões que não dignificam a nossa
condição como crentes. E por isso, ó
Deus, mesmo quando fazemos o bem,
podemos estar em pecado. Queremos pedir
ao Senhor que sonde o nosso coração, a
nossa mente e nos purifique. Queremos
pedir ao Senhor que tenha misericórdia
de nós e trate conosco para nos
quebrantar. Que o Senhor quebrante o
nosso coração endurecido. Que o Senhor
nos dê não apenas a compreensão daquilo
que nós devemos praticar como crentes,
mas nos dê, ó Pai, o entendimento e a
aceitação, a aceitação de quem nós
somos, da nossa condição. E também, ó
Pai, nos faça entender aquilo que Cristo
fez por nós, morrendo na cruz do
Calvário, permitindo um acesso livre à
tua presença. Nós, logo nós, ó Deus, que
somos tão pequenos, mas diante do teu
trono de graça nos encontramos. Diante
da tua igreja também estamos para
declarar que só o Senhor é grande. Nós
nada temos em nós mesmos e nada podemos
oferecer. Mas o Senhor nos trouxe para
perto de si mesmo. O Senhor regenerou o
nosso coração. O Senhor nos deu novidade
de vida que agora, ó Deus, podemos
também testificar das grandes coisas que
o Senhor tem feito por nós. Sem dúvida,
a maior de todas as bênçãos, o maior de
todos os privilégios, nós fomos
perdoados e nós fomos aceitos, inseridos
na tua família. Por isso, nós louvamos e
bendizemos o Senhor, mas confessamos
aqui as nossas faltas, pedindo ao Senhor
que caminhe conosco e que nos ajude a
caminhar eh segundo o Senhor Jesus
Cristo nos ensinou. E é em nome dele, em
nome do Senhor Jesus, que nós também
oramos.
Amém. Vamos nos colocar de pé, meus
irmãos. Cantemos ao
[Música]
Senhor. Cheio bom amigo Jesus, o
Salvador dos milhares. Escolhido para
mim.
Ele é a luz do mundo, o forte mediador
que me purifica e guarda até o
fim.
Consolador amado, meu protetor do mal,
ele pode dar alío ao meu pesar.
[Música]
Ele é a luz do mundo, a estrela da
manhã, dos milhares escolhido para mim.
[Música]
Levou-me as dores, todas as mágoas
entreguei. Ele tem um filho amigo em
tentação. Deixei por ele todos os que
ele fez-me puro e santo
coração. O mundo me abandone e persiga o
tentador. Meu Jesus me guarda da vida ao
fim. Ele é a luz do mundo, a estrela da
manhã, os milhares escolhido para
[Música]
mim. Jamais me
desamparará, nem me
abandonará, se fiel e obediente a que
viver.
está sempre ao meu lado e me
protegerá até quando face a fácil possa
ver. Então, ao sol vindo na glória, eu
viverei com Jesus, meu Salvador, morando
em fim.
Ele é a luz do mundo, a estrela da
manhã, dos milhares escolhido para mim.
[Música]
Se
minha vida.
Ó Deus de
poder, que eu
nunca peca a
visão do teu
ser. Se é noite ou
dia, tu és
minha luz.
Tua
presença, meus passos
[Música]
Sem
minha
fonte de
todos saber.
[Música]
Pois a
verdade eu
[Música]
desejo
aprender. Eu sou teu filho,
ó pai sem
igual. Em
minha
vida, Senhor divina.
[Música]
Ah.
Soberano por um reino
eternal de chegará.
A
vitória
final
seu
primeiro do meu coração.
[Música]
É
minha vida.
Se minha visão.
[Aplausos]
[Música]
Veio do meu
coração. Se minha
vida, minha
[Música]
visão. A igreja pode se assentar.
Convido você a abrir a sua Bíblia na
carta de Paulo aos Filipenses. Nós
daremos
continuidade à nossa série de
exposições a respeito da carta de Paulo
ao aos
Filipenses, na nossa série intitulada A
alegria da
Cruz, aonde temos visto como a alegria
da cruz pode ser experimentada e
apresentada pela vida cristã.
Convido você a abrir a sua Bíblia e ler
comigo. Filipenses capítulo 2, versos de
12 a
18. Filipenses 2 de 12 a
18. Assim diz a palavra do nosso Deus.
Assim, meus amados, como vocês sempre
obedeceram, não só na minha presença,
porém muito mais agora na minha
ausência, desenvolvam a sua salvação com
temor e tremor, porque Deus é quem
efetua em vocês tanto querer como
realizar, segundo a sua boa vontade.
Façam tudo sem murmurações nem
discussões, para que sejam
irrepreensíveis e puros, filhos de Deus
inculpáveis no meio de uma geração
pervertida e corrupta, na qual vocês
brilham como lzeiros no mundo,
preservando a palavra da vida. Assim, no
dia de Cristo, poderei me gloriar de que
não corri em vão, nem me esforcei
inutilmente. Entretanto, mesmo que eu
seja oferecido como libação sobre o
sacrifício e serviço da fé que vocês
têm, fico contente e me alegro com todos
vocês. Assim também vocês, pela mesma
razão, fiquem contentes e se alegrem
comigo. Essa é a palavra do nosso Deus.
Vamos orar.
Ó Senhor, obrigado, ó Deus, por tamanho
amor manifesto na obra de Cristo Jesus
em nossa vida. E obrigado porque o
Senhor se revelou por meio da sua
palavra, ensinando-nos, ó Pai, quem tu
és, quem nós somos e como essa
maravilhosa graça na obra de Cristo
Jesus nos traz para perto de ti como
povo
seu. Pedimos, Senhor, que o seu Santo
Espírito nos
ilumine e nos conduza à tua verdade para
nossa vida. Oramos em nome de Jesus.
Amém.
Nós temos visto que, apesar da igreja de
Filipos ser uma igreja muito
elogiada pela carta que Paulo escreve
aos seus
irmãos, nós vimos que, por determinados
momentos, Paulo vai demonstrando que
haviam problemas a serem tratados na
igreja de Filipos. no capítulo 2 verso 3
e 4 ou depois no capítulo 4 verso 2. Nós
vimos durante as outras pregações que
haviam
sinais de que a igreja de Filipos estava
passando por problemas de
relacionamentos internos. Por diversas
vezes Paulo fala: "Não façam nada por
interesse, por partidarismo, por
vaidade, tenha o outro acima de ti." Ele
fala para Evodia e Cint que no capítulo
4: "Olha, vocês trabalham muito para o
evangelho, mas parecem que não se
entendem entre vocês. Tenham um único
modo de pensar".
Paulo exorta por diversas vezes estes
irmãos e ele mostra que uma vida digna
do evangelho, ele vai citar disso, vivam
conforme o evangelho, vivam uma vida
digna do evangelho a ser experimentada
também, inclusive e obrigatoriamente no
meio de
vocês. para a defesa do evangelho. Ele
vai falar no capítulo 1 verso 22 que a
vida digna do evangelho em comunidade,
em comunhão do corpo de Cristo,
fortalecerá cada um a defesa do
evangelho para aqueles que o atacam.
No capítulo dois, no início, nós vimos
que essa tratativa do serviço ao
próximo, uns aos outros, sem interesses
próprios, sem vaidade, mas em
humildade, apontam para a obra de Cristo
e a sua humilhação por nós. Ou seja,
assim como Jesus Cristo se humilhou, se
esvaziando, isso deve ser experimentado
na vida cristã,
dentro da comunhão dos santos.
Nós temos aprendido que a vida cristã
não é uma vida a ser tratada na sua
individualidade, mas principalmente
dentro do
coletivo. Humildade essa expressa no
chamado o hino de Cristo, que nós vimos
na nossa última exposição, no capítulo 2
verso 5 até o verso 11. O hino de
Cristo, a sua humilhação. Uma das
passagens mais profundas a respeito da
encarnação de Cristo Jesus, sendo
aplicada no contexto da comunidade, do
povo de
Deus. E eu entendo que Paulo continua na
passagem que nós lemos falando a
respeito disso, sobre a respeito de como
nós
experimentamos a nossa vida cristã no
meio do povo de Deus e como ela é feita.
Para isso da mesma forma, o texto que
nós lemos começam com a expressão
assim, dando a entender que Paulo está
continuando aquilo que falou
anteriormente, aprofundando ou trazendo
novas perspectivas a respeito do que ele
está tratando. E ao usar a expressão
assim, Paulo dá continuidade a esse
tema, demonstrando a relevância, a
relevância da comunhão dos santos para a
nossa vida.
como cristãos ou para o exercício da
salvação. Por isso, eu gostaria que nós
pensássemos em quatro tópicos nesta
noite, que a obra de Cristo em nossa
vida nos conduz a sermos aquilo para o
que fomos conquistados. A obra de Cristo
em nossa vida nos conduz ao
desenvolvimento de nossa salvação
enquanto parte do corpo de Cristo. A
obra de Cristo nos conduz à aprovação
diante de Deus.
E por último, a obra de Cristo nos
conduz como representantes do Senhor
diante desse mundo caído. Portanto, o
primeiro ponto desta noite é que a obra
de Cristo nos conduz a sermos aquilo
para o que fomos transformados.
Essa conjunção
assim nos une à passagem anterior,
demonstrando que da mesma forma com que
Cristo
obedeceu ao Pai, exercendo a aquilo que
lhe fora proposto, da mesma forma nós
devemos trazer para nossa vida uma vida
de obediência que corresponda à aquilo
em que fomos transformados.
É esperado da vida cristã que ela
corresponda à aquilo que ela significa
para aquele que a concedeu a
nós. O Senhor tem um propósito para o
seu povo. Esse propósito é claro e
definido nas suas escrituras.
E assim como o Senhor cumpriu o seu
papel diante do Pai, obedecendo, se
humilhando, assim Paulo diz: "Meus
amados irmãos, como vocês sempre
obedeceram, não só na minha presença,
porém muito mais agora na minha
ausência, obediência."
Paulo demonstra que este assunto não se
trata apenas de ordenanças baseadas na
sua própria autoridade, mas que os
irmãos de Filipos devem continuar
obedecendo aquele evangelho que ele
pregou a estes irmãos, que converteu-os
a Cristo
Jesus e que o que ele está falando
continua vindo da parte de Deus e merece
a mesma obediência.
Meus amados, Paulo demonstra que ele não
está preocupado simplesmente em pror
regras.
Essa é uma expressão muito utilizada
pelo apóstolo Paulo em suas cartas, com
com a qual ele quer dizer, olha, não é
simplesmente Deus, ou não apenas Deus se
importa e cuida de vocês, mas tudo que
eu estou fazendo visa esse propósito,
porque assim também eu os
amo. Quando Paulo diz aos Filipenses que
eles sempre obedeceram, ele está
trazendo à memória que a mesma
obediência do evangelho que trouxe eles
à
salvação também pode conduzi-los a
continuar experimentando daquilo que
Deus fez por
eles. O Senhor nos
conduz, o Senhor nos conduz a sermos
aquilo para o que fomos conquistados. E
qual é a ordem de Paulo expressa aqui?
Desenvolvam a vossa salvação ou
desenvolvam a sua salvação. Neste
contexto, Paulo não está se referindo à
nossa condição eterna. Paulo não está
tratando daquilo que define a nossa
condição eterna diante do Senhor. Eu
creio que não, mas desenvolvendo a
salvação que já nos foi concedida em
Cristo Jesus. Não se trata do esforço
para absolvição em relação à condenação
eterna, não, mas no
avanço sob as
consequências daquilo que já recebemos.
Em outras palavras, sejam aquilo que
vocês já foram
transformados ou desenvolvam aquilo que
vocês já receberam.
O verbo traduzido aqui por desenvolvam
neste contexto dá o sentido de trabalhar
até que algo se conclua.
Não é um desenvolvimento aleatório, mas
é um desenvolvimento que visa algo a ser
concluído, podendo ser traduzido em
outras versões mais próximo ao original,
como
operando aquilo que vai chegar a um
final determinado ou alcançando algo
pelo meio do seu
esforço. Além disso, esse verbo, na sua
forma em que está conjugado no original,
demonstra que aquele que está
agindo durante o ato está
sendo atingido ou recebendo os efeitos
daquilo que está
fazendo. É como se Paulo estivesse
dizendo: "Desenvolvam a sua salvação,
pois no desenvolvimento da vossa
salvação vocês são impactados por este
processo."
Sim, em outras palavras, embora a
salvação em relação à nossa condição
eterna seja única e exclusiva,
definitiva e satisfatoriamente pela obra
de Cristo
Jesus, a partir disso, somos conduzidos
a um contínuo desenvolvimento daquilo
que recebemos na obra de
Cristo. Uma vez salvos e agora prontos
para
experimentarmos a
multivariedade de bênçãos provenientes
desta
salvação. Eu confesso para vocês que eu
tenho uma série de dificuldade com
equipamentos eletrônicos.
Ah, para mim os eletrônicos deveriam
cumprir um único propósito, mas
normalmente eles cumprem o propósito e
mais 50 opções. Você compra um carro,
não só um carro, mas ele tem ah
altofalante, GPS, enfim. E eu tenho essa
dificuldade porque me dá às vezes agonia
porque eu não consigo desenvolver tudo
aquilo que o equipamento que eu comprei
serve. O celular devia só ligar e
receber, mas ele hoje faz tudo e eu
tenho dificuldades ou ou de certa forma
agonia porque eu não consigo pegar um
manual e olhar tudo que aquilo pode
fazer. Algumas vezes a a minha esposa
fica brava comigo quando nós
compramos um carro ou temos algum
equipamento que faz diversas coisas. Eu
vou lá só ligo e desligo. Mas ele faz
isso, faz aquilo e eu não consigo. Isso
me dá agonia. Eu não consigo. É a velha
batalha de funcionalidades dos
eletrônicos versus a disposição e
capacidade de aprender. Mas a questão
que Paulo está dizendo aqui é que a
nossa salvação já concedida em Cristo
Jesus vem consigo repletas bênçãos a ser
experimentadas, aproveitadas,
aprofundadas. Uma vez salvo, sempre
salvo. Uma vez salvo em Cristo Jesus,
eternamente salvo por Cristo Jesus e
constantemente experimentando a salvação
em Cristo Jesus. Aqueles que têm um
pouco mais de caminhada na vida cristã
ou alguns anos de EBF, escola bíblica de
férias, dela veem lembrar daquele
cântico que nós cant cantávamos para as
crianças. Eu até perguntei pra minha
esposa se eu deveria cantar hoje. Ela
disse: "Não, melhor não. Não, não faça
isso com a igreja". Mas você deve ouvir
ele diz: "Pouco a pouco a cada dia,
pouco a pouco enquanto me guia. Cristo,
transforma-me desde que a meia volta eu
dei. Cresço na graça do meu rei. Cristo,
transforma-me. Transforma-me, querido
Cristo. Já não sou mais o que eu fui
antes. E vendo à mudança, tenho
confiança que um dia perfeito eu serei
ou no céu
morarei. Lembrou da música? Depois você
me diz e tenta cantar para mim, tá? Mas
o que eu estou querendo dizer é que o
fato de o crente não perder a sua
salvação não significa que a vida cristã
é uma vida estática.
O fato de nós termos certeza da nossa
salvação não significa agora podemos
dormir em berço
esplêndido. Não. Em termos práticos,
muitos se satisfazem apenas em afirmar
que vão para o
céu, mas não experimentam dos
desdobramentos que esta afirmação traz
para sua vida.
não experimentam a multiforma das
bênçãos contidas em nossa
salvação. E o resultado disso é uma vida
mesquinha, centrada apenas nos nossos
próprios
interesses. Muitos se satisfazem em
serem cristãos nominais ou não
praticantes. Outros contentam-se em
cumprirem certos rituais e
penitências que lhes tragam certo
alívio na sua consciência em relação ao
que são ou em relação ao que Deus diz
que devem ser. Aqueles que buscam as
mais variadas frentes e denominações
evangélicas para comprar, adquirir o
sentimento de que são bem-vindos na
presença de Deus. Outros procuram
lugares que transmitam emoções
satisfatórias para determinado momento,
mas quando saem daquele ambiente, quando
as luzes se acendem, quando a música
acaba e quando vão para casa, não
conseguem
experimentar do que esta salvação lhes
proporciona ou deveria proporcionar.
Por último, não menos preocupante,
aqueles que refutam tudo
isso e se apegam a linhas mais
conservadoras,
tradicionais, se valem de estudos
teológicos, da busca pelo intelecto, mas
da mesma forma não tem o coração
transformado e aberto para esta
realidade. Uma vez salvo, sempre salvo
para continuamente e
progressivamente experimentar desta
salvação na vida prática.
Mas há aqueles que se contentam apenas
com a declaração de que vão para o céu e
não se
preocupam em experimentar da real
salvação em sua vida, em experimentar
aquilo que é o propósito ou proposto no
dia da sua conversão até o dia que você
irá se encontrar com Cristo. Você já
parou para pensar nisso? O que você tem
feito?
Desde o dia em que você encontrou Cristo
em sua vida até o dia que você
encontrará o Senhor Jesus Cristo face a
face. Isso é o que nós chamamos de vida
cristã. Eu já utilizei essa expressão
algumas vezes e utilizarei em outras
oportunidades. Vida cristã é o que você
faz desde o dia em que o Senhor abriu
seus olhos para a obra de Cristo até o
dia em que você irá se encontrar com
ele. O apóstolo Paulo se recusava
veementemente a admitir a possibilidade
de uma vida cristã estagnada.
Ainda escrevendo aos Filipenses, no
capítulo 3, nós veremos mais
detalhadamente no verso 12 e 14, Paulo
diz: "Não que eu já tenha recebido isso
ou já tenha obtido a
perfeição, mas prossigo para conquistar
aquilo para o que também fui conquistado
por Cristo Jesus". Paulo não está
falando da salvação para a vida eterna
ou a falta dela para a condenação, mas
partindo do pressuposto que ele já havia
tido
essa regeneração, esse encontro com
Cristo, ele diz: "Prossigo para
conquistar aquilo para o que eu também
fui conquistado por Cristo Jesus".
Irmãos, quanto a mim, não julgo haver-lo
alcançado, mas uma coisa faço,
esquecendo-me das coisas que ficam para
trás e avançando para os que estão
diante de mim, prossigo para o alvo,
para o prêmio da soberana vocação de
Deus em Cristo Jesus. Isso não me parece
uma atitude de alguém que não
compreendeu o significado da obra de
Cristo ou de alguém que acha que
constantemente está perdendo a salvação
e precisa recuperá-la. perde, ganha,
perde, ganha. Não, mas de alguém que
compreendeu os
desdobramentos de sua salvação desde o
tempo em que lhe fora revelada e agora
prossegue até o dia em que o Senhor
voltará. Portanto, a obra de Cristo em
nossa salvação nos conduz
continuamente a
experimentarmos a cada dia aquilo que
fomos
transformados, uma vez salvos em Cristo
Jesus, eternamente salvos por Cristo
Jesus, para o constante experimentar
dessa obra em nossa vida.
Esta é a realidade contida em nossa
salvação. O desenvolvimento daquilo que
já recebemos no dia a dia, na
segunda-feira pela manhã, na
quarta-feira à tarde, no trabalho, em
casa, na escola, na
faculdade. E agora o nosso segundo ponto
dentro do corpo de
Cristo. A obra de Cristo nos conduz ao
desenvolvimento de nossa salvação
enquanto parte do seu corpo. Enquanto
parte do seu corpo. E um bom motivo para
afirmarmos isso está na análise do
contexto em que essa ordem está sendo
dada por Paulo. Paulo acaba, como nós
vimos no começo do nosso sermão, Paulo
acaba de encerrar falando a respeito da
necessidade da humildade, da humilhação,
do serviço ao próximo, no sentido do
serviço ao
irmão, de não ter
vaidade, de colocar o outro acima de si,
a semelhança de Cristo. Paulo demonstra
que o seu intuito nesta passagem de 5 a
11 é o bem-estar do corpo de Cristo. E o
que me parece pouco provável que agora
ele vai mudar e vai falar apenas da
nossa salvação no âmbito individual. Eu
creio que Paulo dá continuidade. Parece
que Paulo está reforçando a necessidade
de que este desenvolvimento
obrigatoriamente, preste atenção, o
desenvolvimento da nossa salvação
obrigatoriamente deve ser experimentado
dentro do corpo de
Cristo obrigatoriamente, ou seja, na
comunhão dos santos na igreja.
Esta é uma realidade que deveria ser
encarada com seriedade pelos irmãos de
Filipos, assim como por nós. Paulo diz:
"Desenvolvam esta salvação com temor e
tremor." Vimos que o desenvolvimento da
salvação não se refere à nossa salvação
em relação à condição eterna.
E embora a expressão tremor e temor seja
utilizada para designar a nossa, o nosso
sentimento ou a nossa condição diante do
Senhor, por diversas vezes no Antigo
Testamento isso é apresentado. Eu
acredito que Paulo está utilizando essa
expressão temor e tremor vinculada à sua
ordem de desenvolver a salvação. Ou
seja, prestem atenção ou demonstrem a
seriedade com que isso está sendo
tratado por
vocês. O desenvolver a salvação, a
experimentar as bênçãos adivindas da
salvação. Buscar um trabalho com
objetivo, se esforçar para experimentar
aquilo que vocês já receberam deve ser
tratado com muita seriedade, com temor e
tremor. A ênfase é como devemos
considerar o mandamento do Senhor.
Embora temor também significa medo ou
desânimo diante do
perigo, significa admiração e profundo
respeito diante de algo ou de alguém. E
aqui neste caso dos mandamentos ou do
mandamento do Senhor para que
desenvolvamos a nossa
salvação. Sim. desenvolvam a salvação,
compreendendo a importância, a seriedade
e o peso
disso. Paulo é o único escritor no Novo
Testamento a usar essa
expressão e nunca a usa para descrever a
atitude de pessoas para com Deus, mas
sempre na relação entre irmãos. Você
pode anotar ou depois eh buscar Primeira
Coríntios 2 de 3 a 4. Paulo diz: "E foi
em fraqueza, temor e grande tremor que
eu estive entre vocês. A minha palavra e
a minha pregação
não consistiram em linguagem persuasiva
de sabedoria, mas em demonstração do
espírito de poder." Paulo falando aos
Coríntios no capítulo 2, que o seu temor
e tremor havia
conduzido aquilo que ele havia feito. Na
carta de Paulo ao segundo aos Coríntios,
capítulo 7 verso 14, a partir do verso
14, particularmente no verso 15. E o
grande afeto que ele tem por vocês,
falando de Tito, aumenta cada vez mais
quando ele se lembra da obediência de
todos vocês, de como receberam com temor
e tremor. Alegro-me porque em tudo posso
confiar em vocês. E na carta aos
Efésios, capítulo 6, no verso 5, ele
diz: "Quanto a vocês, servos, obedeçam
aos seus senhores aqui na terra com
temor e tremor, com sinceridade de
coração como a Cristo."
Paulo está falando da de como nós
devemos compreender a seriedade do
desenvolvimento da nossa salvação,
inclusive para o bem-estar, para a saúde
do corpo de Cristo. Este desenvolvimento
não pode ser experimentado a parte da
comunhão dos santos. Pelo
contrário, é na igreja o local onde a
nossa santidade deve ser desenvolvida,
alimentada e florescida.
Não há como desenvolver uma vida cristã
saudável à parte do corpo de
Cristo. Não há como desenvolvermos a
nossa salvação, experimentarmos das
bênçãos que o Senhor nos deu e não
estarmos em comunhão com o corpo ao qual
fazemos
parte. Nós vemos isso um pouco mais à
frente quando Paulo fala a Evod e a
Cíntic. Vocês têm trabalhado, vocês têm
se
esforçado, mas não conseguem alinhar o
pensamento, não conseguem ter harmonia
entre
vocês. E o desenvolvimento da nossa
salvação não trata somente da nossa
particularidade com Deus, mas de como
fomos trazidos para dentro do seu povo e
agora fazemos parte dele. E devemos
desenvolver a nossa salvação, as nossas
bênçãos, os nossos dons, o nosso
desejo para que este corpo cresça em
harmonia. Não há como desenvolver a sua
vida cristã à parte do corpo de
Cristo. E eis que o ponto em questão é a
resistência que nós temos
disso. É muito bonito, é muito belo. Nós
nos alimentamos quando pensamos no
desenvolvimento da salvação apenas na
nossa particularidade. Eu vou ler mais a
Bíblia, eu vou orar, eu vou cantar
hinos, eu vou ter essa vida. Mas quando
isso é transportado para a
obrigatoriedade de termos a mesma
prática entre
irmãos, isso parece algo pesado demais,
porque entra o nosso ego, entra os
nossos próprios desejos. Paulo disse
anteriormente, vaidade, interesse
próprio, orgulho, arrogância.
E o que Paulo está nos ensinando é que
isso também deve ser
experimentado. Compreendemos que a vida
em comunhão do corpo de Cristo não é
feito, não é apenas um efeito colateral.
Vejam isso. A comunhão no corpo de
Cristo não é um efeito colateral da
nossa salvação, é
objetivo. Efeito colateral é aquilo que
você recebe quando você não quer. Você
vai buscar algo, um remédio, por
exemplo, e o efeito colateral é o
desdobramento que você não pode evitar.
Comunhão com irmãos não é algo que você
não pode evitar, é algo que você deve
buscar.
Comunhão do corpo de Cristo não é efeito
colateral, é propósito, é
objetivo, é algo pelo qual devemos
trabalhar, desenvolver, alimentar,
fortalecer, porque é para isso que fomos
chamados. Não fomos chamados para sermos
filho
único, mas parte de uma grande família
conquistada em Cristo Jesus.
Isso pode parecer difícil aos nossos
olhos e ouvidos. E Paulo sabe que o
coração humano luta contra isso. E é
nesse fato que ele coloca a interjeção,
por exemplo,
pois façam,
desenvolvam,
porque no verso 13, ou pois é Deus quem
efetua em vocês tanto querer como
realizar. Paulo deixa claro que Deus não
está alheio à nossa dificuldade de
fazermos isso. Deus não está alheio à
nossa dificuldade de desenvolvermos a
nossa salvação para o bem comum do corpo
de
Cristo. Ele não está alheio porque é ele
quem produz isso em nós. É por Deus que
nós podemos fazer. É pela obra de Cristo
Jesus que nós podemos sim baixar a nossa
guarda, lutar contra o nosso
ego, remodelar aquilo que nós achamos
como prioridade nos relacionamentos
entre nós, irmãos.
O verbo traduzido aqui como efetuem vem
da palavra energia. Quando diz que Deus
é quem
efetua, apóstolo Paulo está falando que
Deus é a
fonte para isso. Ele é quem capacita.
Ele é quem dá condições. E não é só a
fonte, como a palavra no original
destaca plenamente que Deus é a fonte
que capacita de forma eficaz.
Deus
garante, Deus garante que o
desenvolvimento da nossa salvação dentro
do corpo produzirá frutos.
A utilização desse verbo é algo típico
do apóstolo Paulo, sendo que das 20
vezes que é encontrada no Novo
Testamento, 18 são utilizadas pelo
apóstolo
Paulo. Gálatas 2, no verso 7, Paulo diz:
"Pois aquele que operou eficazmente em
Pedro para o apostolado da circuncisão,
também operou eficazmente em mim para
com os gentios.
Essa expressão Deus é quem efetua
significa que é Deus quem trabalha no
coração de cada um do seu povo,
proporcionando que isso seja possível
segundo a sua boa
vontade. Mas qual seria essa boa vontade
do
Senhor? Qual seria senão a
harmonia do corpo de Cristo em um único
só pensamento? E nós já vimos isso. Um
único só pensamento é tendo o Cristo
como único
objetivo, sendo conduzidos
verdadeiramente pela obra de Cristo
Jesus em nossa vida em comunhão,
experimentando aquilo que Deus
fez. Façam tudo sem reclamar e discutir.
Verso 14.
Façam tudo sem reclamar e discutir.
Murmuração, queixa, descontentamentos
expressos por sussurros, fofocas,
coxichos, que levam a minar a má vontade
dentro do corpo em vez da boa vontade e
harmonia.
discussões,
devisão, desejo para que a sua vontade
prevaleça, de que a discussão termine
com você saindo com a
razão. Isso não faz parte daquilo que
Deus
desenvolve dentro do
corpo. Os filipenses, talvez instigados
por falsos mestres, nós veremos isso no
capítulo 3, talvez instigados por esses
falsos mestres estavam se envolvendo em
especulações que ah ou discussões que só
poderiam resultar em uma coisa,
divisão, enfraquecimento do corpo.
Portanto, nesse nosso segundo ponto
desta noite, a obra de Cristo Jesus nos
conduz ao desenvolvimento de nossa
salvação para o bem-estar do corpo de
Cristo. Ações como
discussões,
murmurações, amargura não
tratada, ofensas veladas.
Nada disso pertence ao corpo de Cristo.
Deve ser abandonado,
recusado. Outras ações que promovem a
desunião,
enfraquecimento, devem ser identificadas
e combatidas.
E não só isso, o
desejo é transformado. Nós não só
evitamos aquilo que atrapalha o
crescimento do corpo, como
desejamos desenvolver aquilo que
alimenta o corpo. É tanto Deus que
efetua, ou seja, que age eficazmente no
querer como realizar.
Quantas vezes você já pediu para o
Senhor mudar o seu sentimento ou aquilo
que você tem pelo outro, o irmão a qual
você não consegue se relacionar?
O quanto você confessou já ao Senhor que
é difícil, mas que você deseja a
reconciliação, que você deseja se
aproximar, que você deseja ter
restaurada a sua
comunhão. Isso é o processo de
experimentar o desenvolvimento da sua
salvação dentro do corpo de
Cristo. Isso nos ensina
que tudo que o Senhor nos
dá é aquilo que precisamos para nos
apresentarmos aprovados diante dele.
Esse é o terceiro ponto que nós temos
nessa noite. A obra de Cristo nos conduz
a sermos encontrados aprovados diante do
Senhor, para que sejam irrepreensíveis,
verso 15, irrepreensíveis e puros,
filhos de Deus inculpáveis. Todas as
ordenanças que Paulo dá aos Filipenses
em toda a carta tem um propósito, que
eles possam se tornar cada vez mais
agradáveis diante do Senhor por conta do
que Cristo realizou em suas vidas.
Se eles estavam sendo caracterizados
pela sua presunção, resmungo, vaidade,
discussões, intrigas, Paulo exorta-os a
compreender e a identificar o caminho
para mudar esta situação, o caminho que
passa pela cruz de Cristo e os efeitos
dela na vida prática individual e
principalmente na saúde do
corpo. Isso porque o próprio Senhor é
quem irá fazê-los
irrepreensíveis,
puros,
inculpáveis. É o Senhor quem atua na
igreja. É o Senhor quem transforma os
nossos corações. É o Senhor que amolece
corações
turrões. É o Senhor que traz humildade à
aquele que não engole desaforo. É o
Senhor que quebranta, que redime, que
restaura e que alimenta a sua igreja
para o propósito de que ela se apresente
agradável aos seus
olhos. Porque isso não parte de nós, mas
dos efeitos da obra de Cristo em nossa
vida.
Quando deixamos ser alimentados pela sua
palavra, Paulo aqui está apresentando o
evangelho a estes irmãos e demonstrando
como
vivê-lo. E essa transformação é
experimentada quando há uma resposta
humilde e positiva de
obediência. Obediência.
Em última análise, deveríamos nos tratar
como
irmãos simplesmente pela obediência que
o nosso pai assim
mandou. A obediência alegre por saber
quem somos em Cristo Jesus. O adjetivo
irrepreensível aqui é derivado da culpa.
Ou seja, Paulo está dizendo que em
Cristo Jesus a nossa relação como irmãos
nos torna inculpáveis diante deste
mundo. Puros, sinceros, não por
partidarismo. Cristianismo é algo que
adentra a nossa vida, não pede licença e
transforma.
Quando compreendemos, quando desejamos,
quando buscamos realmente vivermos
aquilo que Deus tem para
nós, passamos a entender a seriedade, a
importância, a beleza e a riqueza do
esforço, do
abdicar-se, do tentar, tentar, tentar e
quando cansarmos, tentarmos novamente.
envolvam, trabalhem, operem,
esforcem-se,
busquem. Mas muitas vezes a nossa
realidade ou a nossa relação com Deus
está muito longe disso,
estática,
estagnada, apenas em breves
confissões que satisfazem o nosso
interior, que
massageiam a nossa vida. simplesmente
para nos sentirmos bem em determinados
momentos, mas no final das contas não
estamos nos apresentando agradáveis
diante do Senhor como filhos do
Senhor. Como filhos. O texto nos deixa
muito claro. Sejam
irrepreensíveis,
inculpáveis, filhos de Deus.
Filhos como luzeiros que
brilham. Assim como nossos irmãos
filipenses, somos conduzidos como povo
de Deus a nos tornarmos verdadeiramente
filhos de Deus.
Experimentarmos o que é ser filho de
Deus. É apresentar-se diante de Deus de
forma agradável, não porque por quem
somos, mas porque compreendemos a sua
vontade e desejamos
cumpri-la. Vejam só a
importância, a singularidade e a beleza
da vida em comunhão com o povo de Deus.
o local onde o Senhor nos permite e nos
conduz a nos apresentarmos a ele de
forma
agradável. E aqui é mais uma resposta de
que você não irá se apresentar de forma
agradável ao Senhor se você não estiver
em comunhão com o corpo de Cristo. Deus
não olha apenas para a particularidade
da nossa vida, porque a vida do corpo de
Cristo faz parte da nossa vida. Muitas
vezes dicotomizamos e separamos como eu
tenho a minha vida particular com Deus e
tenho a minha vida com Deus enquanto eu
estou na igreja.
Não existe
isso. Não existe
isso. O Senhor nos chama para nos
apresentarmos agradáveis diante dele,
principalmente na vida da igreja, porque
isso nos conduz a sermos a luz de Deus
neste
mundo. O quarto ponto desta noite, a
obra de Cristo nos conduz como
representantes de Deus neste mundo
caído. Não somente em nossa
individualidade, mas como corpo, somos
chamados para ser lzeiro no mundo,
preservando a palavra da vida. E é bem
nesse mundo de devastidão, de distorção
da vontade de Deus que os filipenses
foram chamados, assim como nós fomos
chamados.
O desenvolvimento da nossa salvação,
fazendo com que nós experimentemos
aquilo para o que fomos transformados,
chamados e conquistados, é vivido no
meio do povo de Deus para nos tornarmos
agradáveis diante do Senhor, para que
este mundo
veja como Deus é poderoso, soberano e
como pessoas tão ruins, pecadoras, podem
ser
transformadas e podem viver viver de uma
forma que este mundo não entende,
abrindo mão das suas próprias vontades,
servindo ao
outro, amando isso, amando esta
convivência, amando esse relacionamento,
sendo rápidos para resolver problemas,
humilhando-se quando necessário, pedindo
perdão,
perdoando, alegrando-se com que se
alegram, chorando com os que
choram e não novamente, porque somos
bons.
Mas porque fomos conquistados para isso,
a igreja de Cristo é a portadora da vida
no mundo de
mortos. A igreja de Cristo é aquela que
mantém e preserva a palavra da vida em o
mundo de
mortos. Na comunhão dos santos, o Senhor
desenvolve a salvação concedida a cada
um dos seus. E por meio desta comunhão,
sua igreja se desenvolve em pureza e
repreensabilidade, agradando ao Senhor e
testemunhando o nome de Deus a este
mundo caído. Não se trata de massagear o
nosso ego, não se trata apenas de sentir
emoções, não se trata apenas do que você
pode
ganhar, mas daquilo que você pode
conceder enquanto parte do corpo de
Cristo para que o mundo veja.
para que brilhemos a luz do nosso Deus
neste mundo caído, preservando, veja
qual é a forma, preservando a palavra.
Por isso que uma das marcas de uma
igreja verdadeira é a fidelidade às
escrituras. Nós sempre falamos isso em
nossas aulas de catecúminos. A marca de
uma igreja verdadeira é o quanto ela
preserva a palavra da vida, seja
apresentando Cristo Jesus como a
plenitude da palavra ou como todos os
mandamentos que advém
disso, preservando a palavra, tendo os
nossos relacionamentos conduzidos pela
palavra, tendo as nossas intrigas,
discussões sendo resolvidas pela
palavra, sabendo como exortar uns aos
outros pela palavra.
sabendo como disciplinar uns aos outros
por meio da
palavra. Permaneçam, preservem a palavra
e serão lzeiro neste mundo
caído. Esta é a luz que deve brilhar a
partir de nós na comunhão dos santos.
Este mundo conhece ao Deus que servimos
e aquilo que ele faz em nossa vida e no
meio de nós.
Sim, o mundo conhece ao Deus que
servimos quando apresentamos o que ele
faz em nossa vida e no meio de nós.
Portanto, o apóstolo Paulo exorta os
seus
irmãos na cidade de Filipos em um grande
bloco, a partir do capítulo 1, verso 27
até o verso 18, em como podemos
experimentar a obra de Cristo em nossa
vida para o aperfeiçoamento da nossa
própria condição diante de Deus, mas
principalmente para o bem-estar, para o
crescimento e o fortalecimento do corpo
de Cristo. Eu não sei o quanto você
compreende o seu lugar dentro do corpo
de Cristo. Eu não sei o quanto você
compreende a seriedade, a profundidade
de ser o membro do corpo de Cristo. Mas
a palavra de Deus nos diz que isso está
estritamente
ligado à obra de Cristo em sua vida. Faz
parte. Não é um efeito colateral, é um
propósito. Que o Senhor traga alegria ao
nosso coração por fazermos parte do seu
povo. Que o Senhor nos
lembre desenvolvendo, nos esforçando,
desejando, buscando ardentemente
experimentar dos efeitos da salvação em
nossa vida, principalmente no meio do
povo que fazemos parte. Que Deus nos
abençoe. Vamos orar.
Ó Senhor, obrigado porque o
Senhor sabe o quanto somos
falhos, o
quanto não merecemos, ó Pai, estarmos
diante de
ti. Obrigado porque o Senhor nos revela
esta realidade, ao mesmo tempo nos
permite, ó Pai, nos aproximarmos de ti,
porque Cristo Jesus nos conquistou para
isso. Aprendemos que a alegria do
apóstolo Paulo era compreender esta
verdade e ensinar aos seus irmãos que no
dia de Cristo, no dia que
encontraremos com nosso Senhor e
Redentor, poderemos, Senhor, não
descobrir se somos salvos ou não, mas
compreender o quanto, ó Pai, conseguimos
ser mordomos ou experimentarmos daquilo
que recebemos.
Esta é a alegria do nosso irmão apóstolo
Paulo. Mesmo preso,
sofrendo, partilhava disso com seus
irmãos, que da mesma forma se alegravam.
Senhor, dê-nos esta
alegria. Dê-nos a alegria, Senhor, de
experimentarmos dos efeitos, dos
desdobramentos da tua obra em nossa vida
e principalmente, Senhor, em
compreendermos que a nossa família em
Cristo Jesus é local para
isso. Mude o nosso desejo, mude a nossa
vontade. Conduza-nos, Senhor para a sua
boa
vontade. Alimente-nos, Senhor, de todo o
afeto. Alimente-nos, Senhor, de toda a
humildade
necessária para que a tua casa, para que
o teu povo, ó
Pai, seja realmente luz neste
mundo. Trabalha o nosso coração, ó Deus.
Obrigado. Obrigado, porque em Cristo
Jesus recebemos o perdão, a qual devemos
conceder uns aos
outros e lembrarmos, Senhor, do que está
nos proposto, sermos filhos, filhos
teus. Obrigado por tamanha alegria que o
Senhor nos concede em Cristo Jesus. E
obrigado porque pela obra de Cristo
Jesus o Senhor nos conduz a esta
realidade. Louvamos, pedimos e cremos no
teu poder em nossa vida. No nome do
Senhor Jesus Cristo oramos. Amém.
Meus irmãos, queremos convidar para que
venha à frente entre nós nosso irmão
Artur
Ribeiro de Moura
Júnior, um irmão já conhecido da igreja,
mas que recentemente compareceu a uma
das nossas reuniões no conselho,
manifestando o desejo então de
formalizar
a sua convicção de fé. fé e se tornar
membro da Igreja Presbiteriana de Santo
Amaro. Esse é um momento marcante, é um
momento singular para ele, para sua
vida, mas é um momento também que nos
traz algumas lições preciosas para nós
como povo de Deus. O catecismo maior de
Westminster, na sua pergunta
165, responde: "O que é batismo? Batismo
é um sacramento no Novo Testamento, no
qual Jesus Cristo ordenou a lavagem com
água em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo, para ser um sinal e um
selo de nos unir a si mesmo da remissão
de pecados pelo seu sangue e da
regeneração pelo Espírito, da adoção e
da ressurreição para a vida eterna. E
por ele os batizandos são então
solenemente admitidos à igreja visível e
entram em um comprometimento público,
professando pertencer inteira e
unicamente ao Senhor. Então, se trata
exatamente disso. Jesus Cristo nos
ensina no Evangelho segundo Mateus, todo
aquele que me confessar diante dos
homens, eu também o confessarei diante
do meu Pai que está nos céus. E todo
aquele que me negar diante dos homens,
eu também o negarei diante do meu Pai
que está nos céus. O apóstolo Paulo,
escrevendo também aos Romanos, explica
que com o coração se crê para justiça e
com a boca se confessa a respeito da
salvação. Um dos momentos mais
emblemáticos em que nós temos então a
oportunidade de confessar a Cristo
diante dos homens é justamente o momento
em que nós professamos a nossa fé e
somos acolhidos no seio de uma igreja
visível. Então, por este ato, o nosso
irmão Júnior vai estar declarando aqui
diante de nós: "Eu creio em Jesus
Cristo. Eu sirvo a Deus de todo o meu
coração. Eu aceito e me submeto à Igreja
Presbiteriana de Santo Amaro, ao seu
governo. Então esse é um momento que
representa uma transformação de vida, de
perspectiva, de cosmovisão, que é o que
acontece quando o Senhor Jesus trata o
nosso ser interior. Então eu gostaria,
Júnior, de fazer algumas perguntas e
peço que o irmão responda com toda
honestidade, com toda
integridade. Você crê, meu irmão, em um
só Deus que subsiste em três pessoas, o
pai, o criador de todas as coisas
visíveis e invisíveis, o Filho que foi
concebido por obra do Espírito Santo e
que nasceu da Virgem Maria, que morreu
pelos nossos pecados, que ressuscitou
para a nossa justificação. E o Espírito
Santo, que é o santificador das nossas
almas e o doador da vida, crê? Você crê,
Júnior, que as escrituras sagradas do
Antigo e do Novo Testamento são a
palavra de Deus e a única regra de fé e
de prática por ele dada à sua igreja e
que, portanto, são falsas e são
perigosas todas as doutrinas e todas as
cerimônias contrárias a essa palavra,
assim como também todos os usos e
costumes que são acrescentados ao
Evangelho puro e simples do nosso Senhor
Jesus Cristo.
Sim, meu irmão. Você confessa que foi
concebido em pecado, que por natureza
você se vê incapaz de cumprir plenamente
a lei de Deus, antes é inclinado a amar
e a fazer o que a lei de Deus condena,
tendo pecado muitas vezes por
pensamentos, palavras e por obras. Você
crê, Júnior, firmemente, que o sangue de
Jesus Cristo nos purifica de todo pecado
e que não há outro meio de alcançar o
perdão e o poder santificador senão pela
graça do nosso Senhor Jesus Cristo e
pela obra do Espírito Santo que Jesus dá
a todo aquele que lhe
pede. Você está agora também, meu irmão,
sinceramente arrependido do mal que tem
feito diante de Deus e honestamente
resolvido a fazer uso diligente de todos
os meios de graça por ele ordenados para
o bem do seu povo, como também a seguir
os preceitos da sua lei, deixando de
fazer tudo aquilo que ele proíbe na sua
palavra e fazendo a sua vontade
auxiliado por sua
graça. E você promete, por fim, que como
membro dessa igreja, você vai se
sujeitar sempre à sua disciplina e as
autoridades nela constituídas para o seu
próprio bem, para o seu ensino,
correção, para eh diante do governo da
igreja e enquanto ah estas autoridades
forem fiéis às Sagradas Escrituras. Sim.
OK. Então, eu vou pedir para que os
irmãos se coloquem de pé.
Vamos fazer um uma oração pela vida do
nosso irmão e na sequência celebraremos
o batismo propriamente dito. Senhor
Deus, amado e querido Pai, agradecemos a
ti por esta vida que o Senhor redimiu,
que o Senhor salvou, pelo sangue de
Jesus Cristo derramado em nosso lugar na
cruz do Calvário. Sangue regenerador,
sangue que nos purifica, que nos limpa,
sangue que nos dá o entendimento do que
é o amor verdadeiro, do que é uma vida
de santidade, que oferece um sacrifício
perfeito, que é aceito diante do trono
sagrado. Agora, ó Deus, nós queremos
pedir que o Senhor abençoe ricamente a
vida desse nosso irmão, que venha à
frente diante do teu povo para fazer
votos solenes, juramentos, promessas que
ele não é capaz de cumprir sozinho. Ele
precisa da tua graça, precisa do teu
poder constante, precisa do teu braço
estendido. Então, pedimos ao Senhor que
me de misericordiosa, como o Senhor
começou esta grandiosa obra no coração
dele, que o Senhor o ajude, ó Deus, para
que ele consiga cumprir os votos que ele
fez, dando um fiel testemunho daquilo
que o Senhor mesmo tem operado no seu
coração, conforme ouvimos nesta noite,
que ele, ó Pai, tendo recebido a
salvação através do Senhor Jesus,
desenvolva esta salvação e que o Senhor
lhe conceda então as oportunidades
próprias para que isto se concretize.
Nós sabemos que a salvação é uma dádiva
que vem do Senhor e ao mesmo tempo
sabemos que o Senhor nos responsabiliza
diante destas coisas. Agora, ó Deus,
consagre a vida dele, consagre o seu
coração, esteja ao lado dele em todos os
momentos de tristeza para alegrá-lo, de
eh vitórias e conquistas para fazê-lo
reconhecer que tudo vem do Senhor, que a
sua própria existência se deve ao
Senhor. abençoe esse momento solene e a
tua igreja, ó Deus, para que estas
evidências de que o Senhor continua
transformando vidas aqui e no mundo
inteiro, anim o teu povo na obra que o
teu povo ainda tem a realizar. Abençoe,
ó Deus, o sacramento agora que será
ministrado em teu nome e para a glória
do Senhor. Pedimos isso em nome do
Senhor Jesus. Amém. Meu irmão
Júnior, pela graça de Jesus, como
ministro do Evangelho, eu te batizo em
nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo. Senhor Deus, mais uma
vez invocamos o teu nome e reconhecemos
o nosso pecado e as nossas limitações.
Damos-te graça pela tua grandeza,
eleição, justificação, providência,
santificação, pela convicção da
glorificação final, esta obra redentora,
esta obra de salvação que começa aqui e
que ecoa na
eternidade. Reconhecemos, ó Deus, que
este é um filho teu.
Sabemos, ó Pai, que este testemunho que
ele deu com os seus lábios é algo que
reproduz aquilo que o Senhor já operou
no seu coração. Essa é a nossa
esperança. E é por isso, ó Deus, que nós
louvamos e agradecemos ao Senhor por
este pecador, mais um pecador
arrependido que comparece diante de ti e
que agora faz parte da tua igreja
visível, tendo sido eleito pelo Senhor
na eternidade, em Cristo Jesus, nosso
Salvador. Amém.
Deus abençoe, meu
irmão. Vamos cantar ao Senhor. Enquanto
cantamos, aqueles que estão preparados e
que desejam poderão trazer os seus
dízimos e as suas ofertas,
depositando-os no
[Música]
casilácio. Deus a graça me alcançou.
Na
tempestade que
[Música]
encontrou, firmou meus pés em seu
forte
chão. Meu Deus é minha
[Música]
salvação. Se o
vescuro me cercar.
[Aplausos]
Por seu poder e te escapar.
Seu soltar
trará minha
escuridão. Meu Deus é minha salvação.
Quem é Deus como o
Senhor
Salvador
em amor?
Não há em mim mais
[Música]
connação. Deus é minha salvação.
[Música]
E a
esperança
que é a
palavra
encontrei e
estendeu sua
forte mão. Meu Deus é minha salvação.
[Música]
as
[Música]
inção da
[Música]
perroção. Sua graça eu sei se
renovará. Meu Deus é minha
salvação. Quem é Deus? Como o
Senhor
Salvador em amor não há em mim
asações. O Deus é minha salvação.
[Música]
Quando de fim
[Música]
chegar, na morte não me
deixará. Com ele
irei ao
eterno lar.
Meu Deus é minha
[Música]
salvação.
V Deus como o
Senhor
Salvador, o
rei amor.
Ar em mim
[Música]
asaçõ a
salvação. Glória seja
[Música]
Deus. Glória seja
Deus. Glória seja Deus.
Espírito a minha
[Música]
salvação. Seja
Deus
filho. Glória seja Deus o
Pai. Glória seja Deus.
a minha
salvação. Eu a minha
salvação. Eu Deus é minha
[Música]
salvação. Vamos orar agradecendo a Deus
pelos dízimos e ofertas. Ó Deus, receba
de nossas mãos ofertas, ó Pai, que
simbolizam a nossa gratidão e a nossa
fidelidade. O Senhor é um Deus bondoso,
poderoso, capaz de fazer muito com o
pouco que depositamos aqui. E graças, ó
Deus, a ti nós podemos ter a nossa vida
guardada por ti em todo tempo. Obrigado
pelo trabalho que o Senhor nos dá, a fim
de que possamos ah te honrar com os
nossos bens e também a guardar, ó Pai, a
nossa vida com a provisão necessária.
Receba esses recursos. Use-os, ó Deus,
para a tua glória. Abençoe as mãos e as
mentes que irão
administrá-lo. E agora, irmãos, que a
graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o
amor de Deus, o Pai e a comunhão bendita
do Espírito Santo repouse sobre cada um
de vós hoje e para todo sempre. Amém. Os
irmãos podem se
assentar.
Nós queremos agradecer as pessoas que
nos ah visitam. Temos aqui uma lista
grande de pessoas entre nós aqui. Sei se
vieram para o batismo do Júnior, mas
enfim. Nós temos aqui uma lista da
Rafaela. A Rafaela entre nós aqui. Onde
está você, Rafaela?
Ah, está ali. Seja
bem-vinda.
Ah, temos também a Julie, tá junto aí.
Ah, tá ali a Rafaela, a Julie, a Lorena.
É o é o banco inteirinho aí. A Lorena.
Não, esse não. José Cícero, esse já é
outro,
né? Então, sejam bem-vindas, tá? Eu
pedir paraa Bianca cumprimentar aqui
todas elas aqui em meu nome. Sejam
bem-vindas.
A a Fernanda também tá nesse grupo. Ah,
e a Carol
também também. Então é o banco aí.
Obrigado,
Bianca. E também tem o José Cícero com a
esposa Evanilsa. Onde estão vocês entre
nós aqui? José Cícero. Ah, estão lá
atrás. Sejam
bem-vindos. Recebo os cumprimentos aí do
diácono Alex.
é conhecido dos
seus. Corta o cabelo de
quem? Seu Ah, então ele que é o culpado,
né? Ah, no condomínio. Sejam bem-vindos.
Ah, Deus abençoe a vida de vocês. José
Cícero. Tá? Eh, irmãos, alguns avisos
hoje pela manhã. Eu eu esqueci de
avisar, não sei se o pessoal está lá com
a a imagem do do Jear. O Jear vai pregar
aqui no domingo que vem pela manhã, tá?
E a razão porque ele virá pregar é
porque ele lançou um livro. Tem aí isso?
Ele lançou um livro e esse livro é uma
série de pregações que ele pregou aqui
em Santo Amaro ano passado. Então ele
virá no domingo que vem pela manhã. e
ele trará bastante desses livros e
estará disponível ali atrás para quem
quiser adquirir e vai ter o direito de
pegar o autógrafo, mas tirar uma selfie
com Jeimar ainda, tá bom? Então,
prepare-se eh para poder adquirir o
livro, né, do reverendo Jeimar. Ele
estará aqui no domingo pela manhã, tá
bom? Então, nós vamos colocar isso na no
nosso WhatsApp da igreja para que os
irmãos se lembrem.
Obrigado. Então vamos botar no primeiro
aviso lá que eu
eu é da UCP, né, da o PPA. Então o PPA
terá o acampa dentro, certo? No dia 13
de junho, começando às 18 horas. Isso
vai ser uma sexta-feira. Então, pais,
preparem-se, eh, organizem aí para que,
eh, essa programação inclua o seu filho,
tá bom?
A a SAF também anuncia, né, a plenário
no dia 14 de junho, é às 15 horas, é uma
convocação para as irmãs da
SAF. E o jantar, nós já falamos sobre
isso de manhã, né, mas só lembrando que
ainda há vagas, irmão, tá bom? Eh, R$
160, mas não deixe de vir por causa do
valor, tá? Se você quiser, procure ao
Junqueira, o pastor Gabriel, a o pastor
Guilherme, e lá atrás vai ter uma
mesinha para inscrever-se. Então, ah,
não deixe de vir por causa disso. Já é
sábado agora, tá bom? Então, se você
quiser participar, inscreva-se, venha.
Ah, nós fomos informados pela manhã que
tem eles contrataram um bifetizado em
comida italiana para que esse jantar
seja ah perfeito em todos os sentidos,
tá
bom? E essa é uma lembrança, né, do
nosso encontro de casais. vai acontecer
em agosto, mas você tem que se preparar
para isso, eh,
financeiramente. Ah, mais uma vez, se
você se o valor é algo que te restringe
de participar de um encontro como esse,
eh, fale conosco, a gente pode ajudar em
alguma medida, tá certo? Mas a gente tem
que saber quem quer. Ah, do contrário,
não tem como nós ajudarmos. Quem já foi
sabe que isso aqui não é um acampamento.
Você não vai dormir com quatro homens
junto de você, não. Isso aqui é um
encontro de casa. é só você e a sua
esposa, o seu cônjuge em cada quarto, em
um hotel em Serra Negra. Então, é um é
um evento bastante ah importante, é uma
experiência fantástica para casais de
todas as idades, né? Então, não é só
para casais eh jovens ou casais eh mais
velhos.
E a mocidade, né, lembrando aí da ação
social, né, dia 15/06 eles vão levar
isso lá para eh a casa de repouso, né,
que nesse dia vai ter o almoço e daí
eles vão levar as ofertas para lá.
Então, aproveite e faça essa doação.
Essa imagem está veiculada no nosso
WhatsApp, então você pode fazer uso dela
para fazer as doações. Junqueira, tem um
aviso?
Boa noite,
irmãos. Eh, hoje pela manhã nós já
falamos a respeito desse assunto e eu
gostaria só de
reforçá-lo, mas o eu tô aqui em nome do
conselho da nossa igreja e nós estamos
aqui para informar que no próximo dia 24
de
agosto, ah, nós vamos reunir a igreja em
assembleia.
E o objetivo dessa assembleia é a
eleição de pastor titular para o próximo
período no mandato, né, de 2026, ano que
vem até 2030.
Então, eh, eu mencionei hoje pela manhã,
que o tempo passa muito rápido, né? Mas
o reverendo Daniel Santos, que é o atual
pastor titular, ele foi eleito em 2021
para um mandato de 4 anos e esse ano é o
último ano do mandato para o qual ele
foi eleito. Então passa assim voando. E
aí o conselho então eh conversou com o
reverendo Daniel
e e ele considerando essa questão, né,
da sucessão pastoral, nós consultamos o
reverendo Daniel e ele aceitou eh
participar desse processo, né? Ele
aceitou o convite que o conselho fez
para participar do processo de eleição.
Então, diante desse aceite, o conselho
está indicando o nome do reverendo
Daniel Santos como candidato a um novo
mandato e agora com duração de 5 anos.
Então, pela constituição da IPB, eh, o
mandato máximo é de 5 anos. Então, nós
vamos indicá-lo para um mandato de 5
anos. E o que nós queremos com esse
aviso hoje é pedir que os irmãos estejam
orando, não é? Eh, é um momento bastante
importante, não é? Essa decisão que a
gente toma e a gente precisa realmente
estar em oração, pedindo que Deus nos
oriente. Então, orem a respeito desse
assunto, não é? se preparem paraa
assembleia geral extraordinária que vai
ocorrer então no dia 24 de agosto. Muito
obrigado, irmãos. Tenham uma boa
noite. Ah, nós temos,
irmãos, uma um chocolate quente com um
pão de mel ali. É para os visitantes. Se
sobrar, os irmãos podem também. Tô vendo
aqui o Serginho tá ali, né?
Ele tá aqui. Então dê dê preferência ao
Serginho, deixa ele comer primeiro para
depois os adolescentes, né? Então, eh é
uma oportunidade, falando sério, para
que nós conheçamos vocês que estão nos
visitando aí, essa fileira aí de moças
aí. Então, participe, dê-nos a
oportunidade de conhecê-los um pouco
mais e assim nós teremos encerrado o
nosso
culto. Eh, a Junqueira tá falando aqui
do Feliciano e e a Edna foram membros da
igreja. Emiliano, Emiliano e Edna é, já
foram membros da igreja, né? Ah, foi
presbítero já. Então, sejam bem-vindos.
Tá? Deus abençoe. Obrigado pela visita e
que Deus guarde a vida de cada um de
vocês. Irmãos, tenham todos uma boa
semana e o proprietário desse carro aqui
comparecer no
estacionamento, tá?

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