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A fé vem pelo ouvir

Lição 12 | Quando Deus desaparece | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

Lição 12 | Quando Deus desaparece | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

Lição 12 | Quando Deus desaparece | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

Como se perde Deus? Pode parecer uma pergunta estranha, mas para os israelitas, foi uma preocupação real. Quando Moisés subiu ao Monte Sinai e demorou a voltar, o povo entrou em pânico, achando que não só Moisés, mas também Deus estava “perdido”.

Mesmo após testemunharem milagres grandiosos, a travessia do Mar Vermelho, o maná, a água no deserto , a rotina e a demora abalaram sua confiança. Eles começaram a duvidar e a sentir-se sozinhos.
E nós? O que fazemos quando não sentimos a presença de Deus? Todos passamos por momentos de silêncio e incerteza, em que a glória divina parece distante e a rotina pesa sobre a fé.

Neste vídeo, refletimos sobre a importância da paciência, da confiança e de não esquecermos que Deus continua presente, mesmo quando parece estar em silêncio.

Perguntas para fazer para sua turma:
Como você lida com a demora e a decepção?
Como você se sentiria se tivesse feito tanto pelos israelitas, apenas para ser totalmente rejeitado em um momento de demora e decepção?
Como podemos evitar o desespero durante períodos de incertezas?
Por quais pessoas à sua volta você precisa interceder mais fervorosamente?
Quando foi a última vez que você enfrentou atrasos na vida? Eles ajudaram ou prejudicaram sua determinação?
Sinceramente: você já duvidou da volta de Jesus?
Se alguém te perguntasse o porquê você ainda espera Jesus voltar, o que você diria?

#fé #confiança #esperança #Deus #paciência

Legendas automáticas:

Seja bem-vindo ao Código Aberto, seu
resumo semanal da lição de jovens. A
gente já tá chegando na reta final desse
trimestre sobre o livro de Êxodo, mas
tem muito conteúdo ainda essa semana,
quando Deus desaparece. Vem comigo
estudar a lição, porque essa lição tá
demais.
[Música]
Muito bem, mais uma semana estamos
juntos para estudar a lição da Escola
Sabatina. E como sempre a gente começa
aí com a parte de sábado da nossa
tirinha da semana. Qual são, quais são
as suas impressões aí, hein, dessa
tirinha da semana? A parte de domingo, o
título é longe dos olhos, longe do
coração. Como é que se perde Deus, hein,
gente? Pode parecer uma pergunta
estranha. Mas pros israelitas foi uma
preocupação real. Quando Moisés subiu ao
monte Sinai e desapareceu, o povo entrou
em pânico, achando que não só Moisés,
mas Deus também estava perdido, né? No
deserto eles começaram a se sentir
sozinhos e pouco antes haviam vivido
grandes milagres. Atravessaram o mar,
receberam água, maná, derrotaram
inimigos, sentiram a presença de Deus de
maneira poderosa. Mas com o tempo esses
milagres passaram a se tornar parte da
rotina. E quando Moisés demorou a
voltar, os israelitas começaram a
duvidar. E nós, né, o que que a gente
vai fazer agora que a gente não sente a
presença de Deus? Às vezes, como os
israelitas, a gente perde as esperanças
tão rápido, né? Todos nós passamos por
momentos em que a glória de Deus parece
distante. E a monotonia do dia a dia nos
faz questionar. A história dos
israelitas nos ensina a ter paciência e
confiar em Deus, mesmo quando não
sentimos a sua presença imediatamente.
Quando Moisés demorou 40 dias para
voltar, o povo perdeu a fé, esquecendo a
paciência e a misericórdia de Deus, né?
Triste isso. E a lição vai avançando
falando mais sobre esse lance do povo
esquecer ou perder a presença de Deus. E
na segunda-feira, o título é atraso e
decepção. A lição de segunda-feira traz
aquela cena de que quando Moisés subiu
pro Monte Sinai para receber as tábuas
dos 10 mandamentos, Arão e Ur ficaram
responsáveis lá embaixo no acampamento.
Porém, a demora de 40 dias causou muita
frustração no povo, que começou a pedir
por um Deus inspirado nos ídolos do
Egito. Arão, pressionado, acabou cedendo
e fez um bezerro de ouro com as joias
que havia recebido dos egípcios. O maior
erro de Arão foi declarar que aquele
bezerro era uma festa ao Senhor. Tem
esse detalhe no texto, tá? tentando
misturar a adoração ao Deus verdadeiro
com um ídolo. O povo não apenas fez
ofertas como se tivesse adorando a Deus,
mas também se entregaram à diversão, a
imoralidade. Esse sincretismo religioso
foi uma grande ofensa à santidade de
Deus. Então, Deus decidiu agir para
evitar que a idolatria se espalhasse
ainda mais. Como é que você lida com
demora e decepção? Às vezes, será que a
gente não tá sendo igual ao povo de
Israel, que quando demora a gente quer
resolver as coisas do nosso próprio
jeito? Mas vamos ver que que aconteceu
com eles a parte de terça-feira. O
título é intercessor. E aí continua essa
história e é uma das histórias mais
poderosas sobre intercessão no Antigo
Testamento. E aconteceu quando Moisés
intercedeu pelo povo de Israel, que
estava prestes a ser destruído por conta
da sua idolatria. Deus havia ameaçado
aniquilar os israelitas, mas Moisés,
confiando no amor e na misericórdia de
Deus, intercedeu com fervor, pedindo que
o povo fosse poupado. Deus deu então a
Moisés uma ordem clara: "Vai lá e
desça". sinalizando que ele devia agir e
interceder. Mas em vez de descer
imediatamente, Moisés continuou a
conversar com Deus, lembrando-se da sua
própria promessa aos patriarcas e do
risco da sua reputação perante os
egípcios. Ele argumentou que se Deus
destruísse Israel, quebraria as suas
promessas ou as promessas feitas a
Abraão, Isaque e Jacó. Isso Moisés é
audacioso, né? E quando Moisés desceu e
viu o povo em idolatria, ele ficou
furioso, simbolizando o desprezo por
Deus ao destruir o bezerro de ouro e
obrigar os idólatras a beber o seu pó.
Aqueles que se arrependeram foram
poupados, mas os que insistiram na
rebeldia foram executados. E aí no dia
seguinte Moisés intensificou a
intercessão pelo povo, dizendo para
Deus: "Senhor, poupa o povo, senão eu te
peço que risca o meu nome do teu livro".
Ele estava disposto a sacrificar sua
própria vida para salvar o povo. Uma
atitude que apontava para Cristo, que de
fato morreria em nosso lugar. Graças à
intercessão de Moisés, o povo foi
poupado e a aliança de Deus com Israel
foi preservada. Se Moisés não tivesse
intercedido com sucesso, a história de
Israel poderia ter terminado ali com a
destruição total do povo, quebrando as
promessas feitas a Abraão e
comprometendo o plano de Deus paraa
redenção. A intercessão de Moisés não só
salvou uma nação, mas também prefigurou
o grande intercessor que é Cristo Jesus.
Aí a gente avança aqui na lição também.
Parte de quarta-feira a gente tem o
momento do hipertexto e a parte de
quinta-feira o cordeiro de Deus. Deus
disse a Moisés que ele não poderia
morrer pelos pecados do povo. Mas essa
não é uma realidade com Jesus. Desde o
começo, o propósito de Cristo foi morrer
pelos nossos pecados. João Batista,
lembra quando viu Jesus, declarou o quê?
Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado
do mundo. Os sacrifícios diários no
santuário era uma imagem do sacrifício
de Jesus que veio com o único propósito,
morrer por nós. Isso era necessário
porque Jesus veio como resposta ao
engano da serpente no Éden, onde Eva foi
convencida a não confiar em Deus. Esse
pecado de desconfiança se repetiu quando
os israelitas no Sinai perderam a fé em
Deus. Então, restaurar a confiança
quebrada é muito difícil. E o plano da
salvação já planejado desde a criação do
mundo, foi exatamente a solução de Deus
para restaurar o vínculo com a
humanidade. Por isso, a identidade de
Cristo é central. A pergunta que todos
nós precisamos responder é: Quem vocês
dizem que eu sou? Jesus perguntou pros
discípulos, mas é uma pergunta para nós,
né? Porque Jesus veio refutar as
acusações contra o caráter de Deus, como
as de críticos modernos que dizem que
Deus é injusto, que Deus é cruel. A
mentira no Éden que Deus não tinha os
melhores interesses pra humanidade.
Jesus veio mostrar que, ao contrário
disso, Deus é um Deus de amor altruísta.
Apesar de ficar angustiado diante do
sacrifício, ainda assim Jesus estava
disposto a dar sua vida, inclusive por
aqueles que estavam crucificando.
Semelhante a Moisés, que até pediu para
ter seu nome apagado do livro da vida em
favor do povo. Mas o detalhe é que
apenas Jesus poderia pagar esse preço. A
sua morte foi única e ele experimentou a
morte em lugar de todos nós, mostrando
de forma definitiva que Deus não pode
imaginar a eternidade sem cada um de
nós. E aí, como que a vida de Jesus
responde às acusações contra o caráter
de Deus? Jesus demonstrou, ao dar a sua
própria vida, que Deus é um Deus de
amor, disposto a sacrificar tudo para
garantir que possamos estar com ele para
sempre. Lindo demais. E aí a gente vai
finalizando a parte de sexta-feira. Que
que diz a parte de sexta-feira? Mais
forte que a morte. Diz que Moisés teve
uma visão profunda do sofrimento de
Jesus, vendo a rejeição do povo à lei e
ao próprio Cristo. Ele testemunhou a dor
de Jesus no Monte Oliveiras e a agonia
da cruz quando Jesus clamou ao Pai
carregando o peso do pecado da
humanidade. A escuridão que cobriu a
terra simbolizou o sofrimento
indescritível do Salvador. E assim nós
terminamos a lição, mais uma semana com
essa mensagem poderosa e essa relação do
êxodo com Jesus Cristo. Muito bem, que
bom que você ficou comigo até o final
dessa lição, lição número 12, se foi,
mas semana que vem a gente tem a nossa
última lição. Eu te espero lá. Que Deus
te abençoe.
[Música]
Ja.
[Música]
Oh.

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