Teologia e Prática das Igreja Batistas (PodCast com Judiclay Santos e Antonio Neto).
05/09/2025
Teologia e Prática das Igreja Batistas (PodCast com Judiclay Santos e Antonio Neto).
Pregações em Áudio, Vídeo e Texto + CURSO de TEOLOGIA ONLINE:
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Fonte: Escola Charles Spurgeon
Legendas automáticas:
[Música] Pois bem, pastor Judiclei, muito obrigado, pastor, pelo imenso privilégio que o senhor nos dá a nós da escola Charles Espon aqui, da gente bater esse papo, de compartilhar um pouco das suas experiências. O senhor tem sido um dos pré-eleitores nesses dias da semana magna da escola Charles Espon. >> Ah, o senhor tem trabalhado a temática de teologia e piedade. E eu então queria conversar com o senhor um pouco sobre isso, >> tá? Mas antes o senhor tá aqui em Curitiba esses dias, eu queria lhe perguntar ao senhor como um um baiano carioca. >> Sim. Como é que o senhor tá aí enfrentando o frio de 7º? Hoje fez 7º, né? Como é que estão esses dias? Passeou? Como é que o senhor tá passando esses dias aqui? >> Obrigado, professor Antônio Neto. Para mim tem sido um prazer. Eu conheço a escola Charles Espion, já tive a oportunidade de estar em outros momentos, tá em Fortaleza e agora pela primeira vez aqui em Curitiba. É sempre uma experiência encorajadora ver a influência positiva da escola no Brasil. o quanto viajando pelo país, eu vejo pessoas, olha, eu estudei na escola de espal, ti informação, viu o vídeo tal. Aham. >> Então é sempre muito encorajador. Então para mim tem sido um prazer. Eu morei em Curitiba em 1998, século passado. >> Olha só, >> recém casado. Fiquei aqui por meses por conta de um curso que minha esposa nós viemos fazer a época. E naqueles dias eu já senti o que todos comentam, né? Curitiba é a capital mais fria do Brasil. >> Aham. >> E fazia tempos que eu não voltava aqui e eu estou impressionado com o frio, né? Nós estamos no mês de agosto e tá frio abesso. Eu tô assim alhado. Eu tenho bastante tecido adiposo, isso ajuda. Mas é fria a cidade, mas ao mesmo tempo uma cidade muito agradável. Eu passei hoje um pouco lá pela 15 de novembro ali no centro histórico da cidade e eu tenho muito apreço pela cidade de Curitiba. O estado do Paraná é um estado bonito, próspero, né? Enfim, para mim é um prazer. Eu oro para que Deus nos abençoe nesse tempo aqui. É, quando eu tive lá em Balneário na conferência da Pronobs, o senhor repetiu algumas vezes lá que que o senhor tava no Brasil que deu certo e eu por dentro ficava, é porque ele não andou no Paranaí, nem Curitiba. Eh, eu eu sou cearense, né? E eu sou simplesmente apaixonado por essa região por ver que as coisas aqui parece que deram certo mesmo, assim, a estrutura da cidade e tudo. Então é realmente muito bom e é muito bom a escola Charles Espugon aqui que fica mais pertinho do Rio onde o senhor tá e aí o senhor pode >> chegar aqui mais vezes, né? >> Estaremos por aqui sempre convidados. Para mim será um prazer poder de alguma maneira contribuir. Volto a dizer, eu aprecio demais o trabalho de vocês. Eu acho que é uma ferramenta poderosa para instrução, por encorajamento. É uma escola referencial, mantém a boa teologia, uma ortodoxia e ao mesmo tempo prepara paraa vida prática, né, pro ministério pastoral, pro exercício do trabalho missionário evangelístico. Então vocês estão de parabéns, que o Senhor os abençoe nessa sublime tarefa. >> Amém. Amém. E pastor, o senhor é pastor no na Igreja Batista de Jardim Botânico. >> Qual o bairro do Rio? >> Lagoa. Rua chama-se Jardim Botânico. É uma rua extensa, né, que corta alguns bairros. Nosso CP Lagoa. O nome é a Igreja Bartida do Jardim Botânico, por conta do contexto mais amplo, nome da rua inclusive. Lá eu estou servindo desde 2017. Acho que foi a igreja que me acolheu no Rio de Janeiro, quando eu >> cheguei à cidade do Rio de Janeiro. Como você ainda há pouco disse, eu sou baiano, cresci no interior da Bahia, cidade de Jequier. >> Uhum. >> Na Primeira Igreja Batista de Jequier, onde meus familiares congregam até hoje. E quando eu cheguei ao Rio, a igreja Jardim Botânica me acolheu, me viu ao seminário. Depois eu saí para pastorear a igreja Batista Betel de Mesquita. Por lá, fiquei por quase 13 anos e voltei para o Jardim Botânico, onde eu exerço pastorado. Então, estamos lá no Rio, que é uma cidade emblemática, né? >> Uhum. >> Cidade com muitos problemas, mas ao mesmo tempo com muitos predicados e especialmente a sua beleza, riqueza cultural. Eu gosto demais do Rio de Janeiro. >> Sim. Agora, além de pastor, o senhor conduz também uma editora, né? Editora Pronobis. >> Uhum. >> Eh, já tem quanto tempo que a editora Pronobs tem de vida? A Pronobs? A sua data fundacional é 18 de março de 2020, o dia que nós lançamos a primeira obra teologia sistemática do James Boys. >> Bem na pandemia, >> exatamente um pouquinho antes. Nós não estávamos prevendo acontecer aquilo, lançamos e quando chegou eu falei: "Caramba, e agora, né?" >> Aham. >> Mas a providência tem sido generosa conosco, portanto, em menos de 6 anos, 5 anos e pouco, nós já estamos perto de chegar a 100 títulos, o que é realmente algo extraordinário da parte de Deus. a nosso favor. Então, a Pronóbise nasceu eh 2020 com objetivo de somar forças às editoras que nós já temos no Brasil, boas editoras, digit passagem, faz um trabalho já há décadas. >> Sim. >> Destaco, por exemplo, o trabalho da Edições Vida Nova, Editora Fiel, entre outras, mas nós percebíamos que havia necessidade de publicar literatura mais voltada para a tradição batista. Sim, como eu já te disse, eu sou batista e tenho muito apreço pelo povo batista. Não faço disso um ídolo, eu gosto sempre de enfatizar, mas não estou entre aqueles que desprezam a tradição batista, porque ela tem uma rica história, uma herança belíssima. >> Uhum. E embora houvesse e há, né, alguns bons títulos relacionados à herança teológica batista, há um há muita coisa para publicar. Então, começamos com a obra do Boys, que foi um gigante do século XIX, o homem que fundou o seminário Batista do Sul dos Estados Unidos, o seminário que foi a base de treinamento para muitos missionários espalhados pelo mundo, inclusive os pioneiros que aqui vieram. Zacar Cleiteiro estudou com Boys, com Benzemel Júnior, com Brods lá no século XIX. Então, lançamos essa obra não porque não houvesse teologia sistemática. Nós temos boas teologias sistemáticas no Brasil, graças a Deus, mas essa tem um grande valor simbólico, foi a primeira lá e, repito, exceu grande influência. Lançamos essa e depois começamos a publicar, publicamos Andrew Fuller, Michael Haken, El Muller, pastores Batislogos e a Esteira ampliou. temos bons livros na área de eh tradição batista, mas ampliamos nosso serviço para ajudar e abençoar a igreja como um todo. Então tem obras sobre biografias diversas, livro de aconselhamento, vida cristã, h material infanto juvenil, né, livro sobre mistério pastoral, pregação. Estamos com catálogo mais diversificados, embora sempre com esse DNA Batista, publicando obras eh tradicionais, né, clássicas. Tem muita coisa boa chegando aí. >> É, e o senhor falou agora uma palavra chave, né, Dia Batista. Isso é um um uma crítica que eu já vi de forma recorrente. >> Uhum. eh, de pessoas vindo de dentro de uma própria tradição reformada, que o Batista é alguém que não tem confessionalidade, ele não tem uma tradição específica e e que por isso isso explica porque que tem igreja batista de todo jeito, né? >> Uhum. >> E na editora Pronobes, por exemplo, tem um um obra chamado Os Fundamentos Batis. Até, inclusive, tô com um exemplar aqui, posso até mostrar para vocês. >> Sim, sim. >> Esse texto aqui. >> Então, fala, fala um pouco para, pra gente, pastor, sobre essa obra. E >> esse livro >> nós lançamos ano passado, Antônio, eh inclusive com a presença do Mark Dev aqui no Brasil, inclusive lá no Rio, ele falou no seminário Batiso Sul, do Rio de Janeiro. Ah, e essa obra é uma coletânia editada pelo Mark David, Jonathan Lima, dois pastores lá de Capital Rio lá em Washington DC. E esse livro é uma coletânia sobre eclesiologia batista raiz. Então aqui nós temos vários autores falando sobre governo de igreja, seia, batismo, pluralidade de presbítero, diaconato, enfim, a relação dos batistas com outras tradições. Então, um livro disciplina eclesiástica. Então, é, por assim dizer, uma imersão naquilo que é mais caro para nós no campo eclesiológico. >> Uhum. Porque boa parte dessa crítica que você ainda h pouco mencionou, eu acho que ela é consistente, né? De fato, a Igreja Batista hoje no Brasil, ela se tornou um grande guarda-chuva, né? É um oceano muito grande, é a maior igreja, maior denominação histórica da América Latina. Nós estamos falando de quase 15.000 pontos de pregação, igrejas e congregações espalhados norte ao sul do país. Mas por algumas razões nós perdemos muito da nossa identidade denomina nacional, da nossa herança teológica e confessional. Se você tiver cinco igrejas batistas num bairro, muito provavelmente serão cinco igrejas diferentes. >> Sim, >> isso se dá por algumas razões, né? Então o interesse em publicar esse tipo de literatura é a fim de oferecer aqueles que de fato querem ser batistas por convicção e não por conveniência circunstancial, acesso àilo que é distintivo do povo batista, entende? Então, esse é um bom livro para aqueles que desejam ter eh uma visão ampla sobre esse assunto da eclesiologia batista, né? Essa acusação de que falta essa essa identidade é um problema que nós temos aqui. Mas quando a gente olha pra tradição, pra história do povo batista, nós sempre fomos muito zelosos, né? Os batistas, inclusive, foram até perseguidos por outras tradições cristãs por suas convicções inamovíveis. por suas firmes posições, negociáveis posições, por exemplo, credo batismo, separação igreja estado, governo congregacional, etc. e tal. Então, o ponto é fazer o trabalho de resgate desse desses elementos distintivos do povo batista. O Dever tem uma expressão, eu até usei recentemente numa introdução que eu escrevi pro livro Porque Somos Batis. Um livro que tá saindo agora nesse mês de agosto, já tá na gráfica. Ah, o Dver quando chegou no sul dos Estados Unidos, ele assumiu capital riv, né? Ele olhando, fazendo uma análise da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, nós estamos só falando aí final da década de 90, ele usou a seguinte expressão: "Os Batista do Sul, tá, podem ser comparados a um homem que sofreu um acidente frontal de carro, ficou em coma e quando acordou três meses depois, só se lembrava de uma coisa: Missões." >> Uhum. Toda a teologia, toda a eclesiologia foi colapsada, esqueceu. >> Sim. >> Então, missões é um elemento bem distintivo também do povo batista. A primeira sociedade missionária, né? Hwer Carry e outros mais, 1792. Mas missões não pode ser usada como cortina de fumaça para esconder os problemas graves que nós temos entre os batistas no Brasil. Então é importante resgate nossa eclesiologia, um diálogo com a nossa tradição, com os nossos pais na fé, para que nós possamos continuar sendo uma igreja missionária, evangelística, mas sem comprometer a ortodoxia, sem comprometer a identidade batista. >> Sim. >> Que é na nossa leitura bem respaldada nas escrituras. >> Sim. E e pastor, o senhor tem sido uma uma liderança nesse sentido. Eh, eu eu vejo, por exemplo, aqui na região sul do Brasil, >> eh, no Brasil como um todo existem algumas algumas lideranças, alguns líderes batistas, ah, mais, ah, assim, que tem que tem tentado fazer esse trabalho de resgate. E o senhor tem feito isso inclusive pela editora Pronomes, né? Então, se o senhor pudesse alistar assim aquele livro da editora Pronóbis, sei lá, o seu, não, não necessariamente o seu xodó, mas aquele que >> o senhor diria o seguinte: "Olha, eu acho que todo pastor Batista tinha que ter esse livro aqui na mesa dele." Bem, eu tenho muito apreço por uma obra de dois de três autores, três gigantes doutores, né? Nós publicamos História dos Batis da Inglaterra para o mundo. Essa obra cobre 400 anos de história, quatro séculos, século X, X, 19 e X. escrito pelo Michael Haken, pelo Anton Shut e pelo Nathan Fin. Por que que se liv? Ele foi publicado em 2022, salvo engano, 22 ou 23, se não falha a memória. E naquela ocasião, até aquela ocasião, ainda não havia nenhuma obra de história dos batistas robusta. Nós tínhamos assim propúsculos, artigos, livretos, mas uma obra eh densa, né? um panorama nós não tínhamos, ou seja, uma igreja cesc centenária. >> Os batistas estão aqui já há mais de 150 anos. Então eu diria aos batistas, vocês precisam eh aprofundar conhecimento acerca da história do povo batista, porque nós temos as páginas feias, nós temos as nóduas, por exemplo, o segregacionismo, segregação racial, no Estados Unidos é uma nódua, né, muito conhecida até fora dos portões da igreja. >> Uhum. Mas os capítulos bonitos, encorajadores, são superiores muito maiores. Então, estudar a história do povo batista é encorajador. Então, não é um exercício de antiquário, não é uma peg dóra, né? Bater no peito, só os batistas estão certos, não é aquela visão landmarquista, secitária e tal. É um exercício encorajador. Eu sou professor de história no seminário Martin Buter, tenho muito apreço pela história da igreja como um todo e em particular sobre histórias batistas. Então diria, estudem esse livro, leiam esse livro, que vai ser, por assim dizer, uma espécie de portal a partir do qual você vai entrar nesse mundo batista e vai ter acesso a nomes, datas, eventos bem eh marcantes e tenho certeza será útil para promover crescimento. Agora vamos vamos falar um pouquinho só. O senhor diz que é professor de história e eu acredito que >> que existe uma questão eh muito comum a respeito da história dos batistas, certo? que que em outras tradições a gente não percebe isso com uma uma certa força, como por exemplo na igreja presbiteriana, você não vai encontrar, por exemplo, aliás, se encontra, mas não na mesma frequência como nos batistas, onde você tem eh o Batista reformado, o Batista regular, o Batista bíblico, >> o Batista carismático, né, renovado. Eh, então o que que eh assim historicamente, certo? O que que produz essa essa variedade? Então, você tem você vai encontrar em determinadas da a convenção batista brasileira e existem outras convenções batistas, batista memorial. Uhum. E aí você encontra uma igreja batista, uma um uma um segmento batista que é mais arminiano, outro é mais calvinista. >> E você encontra igrejas batistas, por exemplo, os batistas regulares no Brasil. >> Uhum. >> Eles são todos dispensacionalistas. >> OK. Eh, então, ah, o que o que que o que que se atribui toda essa essa variedade de e todo mundo se chamando batista ao mesmo tempo? Então, o que que faz com que eles todos sejam batistas? >> Uhum. >> Mas o que que faz também deles todos >> ter esses pontos de divergência? >> Isso, essas divergências. >> OK. Então, como você bem disse, isso não é exclusivo do povo batista. as outras tradições também t as suas variantes, né? Dos presbiterianos nós temos algumas alguns, digamos assim, tipos de presbiteriano, né? Presbiterianismo, né? Aqui no Brasil, por exemplo, pelo menos três grandes denominações com nome de presbiteriano ou igreja presbiteriana. Mas em relação aos batistas, há algumas curiosidades. Primeiro, porque diferente do que algumas pessoas pensam, a o primeiro movimento batista não foi de lá que surgiu um segundo movimento. Foram movimentos, por assim dizer, paralelos. Então, primeiro movimento batista nasce lá com aquele grupo que sai da >> em Jerusalém com Jesus e os apóstolos, não >> é? Essa é uma lenda lmarquista, né? Nenhum historiador sério endossa isso. Isso não tem nenhum respaldo histórico. >> Isso começa no século 19 com o pessoal lá no sul dos Estados Unidos, com James Graves e outros e outros personagens, né? Aqui no Brasil popularizado. Eu sei que é brincadeira, mas é sempre bom lembrar o pessoal porque de vez em quando eu recebo as mensagens lá. Ah, porque eh os batistas não são protestantes e tal, né? Eu fico achando, eu acho graça por vezes, porque assim, não tem nenhum respaldo histórico >> essa ideia de que houve uma linha sucessionista, ininterrupta, usando nomes e datas eh cenários diferentes. Então, mas é legal você pensar que em Atos X foi uma reunião da PIB de Jerusalém, né? >> Em alguma medida, como diria um bom de marquista, né? A, o DNA Batista tava ali, né? >> É, ali era a PIB de Jerusalém. Sim, pastor. Mas desculpa, >> brinc brincadeiras da página, mas faz parte. Essa brincadeira faz parte. O ponto, portanto, é o seguinte. O primeiro movimento surge com John com John Smith, Thomas Hills lá no tá falando de 1608, 1609, a primeira igreja batista 1612 em solo em inglês. lado, embora não fosse tão eh a as linhas demarcatórias não estavam tão claras como hoje é, né, Armeniano, Calvinist e tal, mas de fato os primeiros eles tinham uma inclinação mais armeniana até pela influência dos menonitas, né, e tal, sanabistas no século anterior. E mais à frente, duas décadas depois, é que surge dentro da igreja congregacional um movimento batista particular. A gente tá falando com John Spielber e outros RS que era um congregacional que depois aceitou o batismo, né? Lord John disz que ele foi o primeiro batista, né? Particular. Enfim. Então eu só tô dizendo isso, eu só tô a dizer isso para lembrá-los que, portanto, nós temos dois movimentos paralelos, os batistas gerais, os batistas particulares. Lá na frente, muito lá na frente até vai ter uma fusão lá na Inglaterra. Eles atravessam o oceano, né? O Atlântico se organiza na nos Estados Unidos, né? Nas colônias britânicas. 1639, já um modelo batista particular. E essas associações, essas convenções vão se consolidando e dentro dessas convenções batistas, dessas grupos associacionais, surge uma divergência aqui, uma divergência colar, por exemplo, os batistos do sétimo dia anteriores aos adventistas do sétimo dia, né? >> Aham. Então você tem aí mais à frente tem um grupo que vai ter uma experiência mais carismática, vai organizar lá um grupo mais, por assim dizer, de linha mais pentecostal, que no Brasil nós tivemos essa divisão na década de 60. Mas para mim é o seguinte, a liberdade que se a dentro da estrutura de modelo governacional batista, onde você não tem gerência de uma igreja sobre a outra, as convenções, as associações, elas existem, elas têm o seu valor, mas ela, as igrejas se associam voluntariamente. Nenhuma igreja tem gerência sobre a outra. Então, >> sim, >> se cinco, seis igrejas reunirem lá e quiserem organizar trabalho distinto daquela, eles fazem. Então, na história da igreja, a gente vai ver essas variantes, mas por que mantém o nome batista? Porque naquilo que é central, aquelas marcas distintivos, eles estão de acordo. Separação igreja estado, criador batismo, governo congregacional. Então, esses são os distintivos batistas, né? >> Sim. >> E tal. Agora na sotologia divergência sempre houve batistas arminianos, batistas calvinistas e tal. No que tange as leituras sobre a doutrina do fim, né? A escatologia. Então, nós tivemos mais à frente um movimento dispenscionalista, boa parte das igrejas regulares nessa direção, mas os batistas históricos lá nas confissões ingleses e americanas eram mais amilenistas, depois houve influências de outras tradições. Então, existe de fato essa pluralidade, essa diversidade entre o povo batista. A minha crítica atual conjuntura é que boa parte dos que se apresentam como batistas hoje não conhece sua história. >> Sim. >> Não conhece a sua herança teológica e defendem posições estranhas ao povo batista. Exemplo, >> o que tá acontecendo agora e tá muito forte no Brasil, né? que esse movimento de igreja multisite, ou seja, é uma uma rede de igrejas respondendo a um comitê central. >> Sim. >> Um CNPJ, uma logomarca única e uma denominação dentro da denominação. >> Sim, >> isso não é um modelo de igreja batista. Nós sempre tivemos uma igreja autônoma, independente, plantando novas igrejas, dando todo o suporte até que aquela igreja em formação tivesse um governo próprio, se autossustentasse e conseguir sua independência e ia multiplicando as igrejas. Então é um é uma é uma cooperação voluntária, não tem gerência uma sobre a outra. Então, hoje o problema na no Brasil é que muitas igrejas batistas não passariam no teste >> sim >> lá no checklist de eh distintivos batistas. Esse é um ponto. >> E se o senhor fosse alistar assim >> hum >> de cabeça, né? >> Hã, >> quais seriam daria um pouco um panorama desse checklist? Então vejam, >> é o credo batismo. >> Sim, esse esse d esses distintivos, mas não eh um ponto importante, né? Quando surgiu o movimento batista particular, primeira igreja batista lá 1138, 39, mais à frente já havia sete igrejas. Eles reuniram e fizeram essa associação. Essa associação de Igrejas Batis documento chamada Primeira Confissão de Fé Londrina, 1644. >> Uhum. No prebulo dessa confissão, eles dizem textualmente: "Nós batistas, que falsamente somos chamados de anabatistas, defendemos nossa posição na ortodoxia". É o que estão a dizer. Em outras palavras, como os anabatistas, essa expressão já era assim bem pejorativa e carregada, os estados, as nações tinham muita, muito preconceito em relação ao movimento na Batista, né, pelo seu aspecto mais revolucionário, não os pacifistas, mas os revolucionários. Então, qual o ponto? Eles vão defender que os batistas eles eram ortodoxos e criam nas mesmas doutrinas que os outros grupos afirmavam. Trindade, união hipostática de Cristo, plenamente divino, plenamente humano, né? Duas naturezas em uma única pessoa. Aquelas doutrinas centrais da fé cristã, eles vão afirmar, portanto, para dizer o seguinte: "Nós somos ortodoxos, tá? Agora nós temos nossos distintivos por uma questão de consciência. O Thomas Rios, que era um pastor, se tornou um pastor, é um advogado que depois tornou um pastor, ele escreve o mistério da iniquidade e se dirige ao rei da Inglaterra. É um dos tratados sobre a liberdade de consciência. Ele diz: "Olha, rei, o senhor autoridade, nós o respeitamos, mas o senhor não pode ter governo sobre a nossa consciência." >> Uhum. >> O senhor não pode arbitrar sobre a nossa consciência. Então, nossas convicções são essas. por conta de ser foi preso e morreu na cadeia, muito jovem ainda, tinha 50 anos de idade. Então, quando a gente fala assim de distintivos batistas, nós temos aqueles que são próprios do povo batista. Mas qual é a crise que nós temos hoje? É que nem na nem mesmo os elementos distintivos do cristão ortodoxo, por vezes estão pres batistas hoje, né? Trindade. Você vê pastor Batista ignorante em relação a essa doutrina magna da fé cristã e outras doutrinas mais. Então, nós temos um corpo de doutrinas comuns a todo cristão. >> Sim. >> Nós temos a nossa soterologia que pode, né, a espaço pro dentro do movimento batista, tanto para uma leitura armeniana quanto calvinista. E esses distintivos que são considerados as marcas eh essenciais do povo batista, eu reitero aqui quais são elas. o credo do batismo. Nós reconhecemos o batismo bíblico como sendo precedido necessariamente por uma pública profissão de fé. >> Sim. >> A quantidade de água é até um assunto secundário, embora hoje já tenha sido consolidado com batistas por inversão. Os primeiros batistas batizavam por aspessão. >> Ah, é? >> É. Os primeiros batistas a batizarem por imersão foram os batistas particulares. Mais à frente, né? Curioso de se notar. Essa separação igreja estado, né? até por conta de uma influência, né? Os historiadores clássicos dizem que houve uma influência na Batista, porque quem de fato faz esse movimento no século anterior são os Anabatis e por conta disso são duramente perseguidos, inclusive por reformados. >> Sim, >> né? Não, a recusa de batizar os filhos, a o respeito pela autoridade, mas dizendo: "Olha, estado é uma coisa, igreja é outra, >> né? A igreja não pode ser secretária de Estado e também a questão do governo congregacional. Então o modelo era piramidal de bispos e tal, no caso dos presbiterianos, aquele governo presbiteral. E na igreja batista a última palavra é com a congregação. Congregação é um governo. Congregação, ela elege seus pastores, seus presbíteros, mas a congregação ela se autogoverna. >> Sim. >> Então essas são esses três elementos são considerados assim as três marcas distintivas do povo batista. Eu só quero lembrar que, embora sejam essas três marcas distintivas, o povo batista tem um lastro teológico em comum fundamento ali com outras tradições, >> né? Aquelas doutrinas que a gente chama de doutrinas >> centrais do cristianismo. >> Então só lembra pra gente os três >> credo batismo, governo congregacional, separação igreja estado, >> certo? >> O que curiosamente hoje, vejam, praticamente todas as igrejas evangélicas defendem, né? Todos defendem a separação de igreja estado, mas só os batistas defendiam isso no século X7. >> Uhum. >> Né? Isso é um ponto interessante. É interessante isso que eu eu já vi aqui no Brasil, por exemplo, >> eh um um debate sobre se um Batista pode ser um dispensacionalista. E aí, se ele for um dispensacionalista, ele está traindo a tradição batista, né? que os batistas eles têm raiz pactualista do da da teologia do pacto da confissão de fé Londrina, né? >> Uhum. >> Eh, eu acho que tem um tem esse debate existe, né? Ele tem ele tem o seu lugar. Ele só não pode dividir as nossas energias e drená-las. Porque, por exemplo, >> Joh Macarto, Joh Macarto era Batista, ele governa congregacional, ele era credo batismo até a medula e >> separação e igreja estado. >> E separação de igreja estado. Tanto é que ele nesses últimos conflitos com o estado da Califórnia, ele mostrou realmente, olha aqui não, ou seja, ele levou isso até as últimas consequências. Ele não acertava o arbítrio do Estado dos Assuntos de Igreja. Então ele era um típico batista e era dispensacionalista. Concordo com essa perspectiva? Não. Mas eu vou dizer não. Macarto não é um Batista original. Por esse assunto, eu diria o seguinte, ele não é sem importância. >> Sim, >> ele só não deve ser objeto de um conflito desnecessário, por nós temos homens bons em nos aspectos diferentes, tá? Então, em alguma medida, eu sei que esse debate existe, mas eu não diria que o o Batista dispensacionalista é um traidor da herança batista e tal, embora por muito tempo a maioria, senão todos os batistas, não endossassem esse posição escatológica, entende? >> Sim. >> Então assim, minha palavra é mais de moderação >> pra gente focar naquilo que é mais importante nesse momento. >> Sim. E pastor, assim, eh, vamos falar um pouquinho agora sobre a sua experiência como um pastor batista aqui no Brasil, certo? O senhor já chegou a comentar um pouco sobre a algumas alguns problemas que existem no meio batista aqui brasileiro de pastor Batista não sabendo questões da trindade e definir isso corretamente, mas na sua experiência como um pastor batista, até mesmo na sua denominação, >> Uhum. Eh, o que que o senhor diria que seriam as grandes o trabalho que o pastor Batista mais deveria focar nesse momento? Quais são os grandes desafios que o senhor tem percebido que as igrejas batistas, que o senhor conhece, obviamente, na sua experiência, elas têm enfrentado aqui no nosso país? >> Uhum. Bem, eu diria primeiro, nós perdemos a nossa confessionionalidade. >> Uhum. Então esse para mim é o primeiro dos grandes desastres, porque perceba, um princípio que que se fortalece, né, na reforma protestante, conhecido como sola escritura, somente escritura, o princípio tem como fundamento a seguinte instrução. A palavra de Deus, ela é o padrão paraas nossas crenças, para nossas práticas. Fé e prática, doutrina e a vida, comportamento e as nossas eh doutrinas. Com o passar do tempo, muitas igrejas batistas trocaram sola escritura pelo nuda escritura. Sim. Então, não queremos confissão de fé, não precisamos de confissão de fé. A Bíblia e somente a Bíblia. Isso parece bonito, a Bíblia e somente a Bíblia. Mas qual o ponto? Os primeiros batistas, desde o seu nascimento, eles afirmaram só a escritura, a Bíblia como padrão para regular a doutrina e a prática. E as confissões de fé serviram como balizas para não permitir que se extraviasse dentro daquelas doutrinas. magnas das Escrituras. Então, as confissões são importantes. Hoje, Boa Paz dos Batis ignora suas confissões de fé. Razão pela qual muitos pastores batistas olham para aqueles documentos com desprezo ou ignoram no sentido nem conhecem ou quando conhecem desprezam como que sendo inóculo, sem valor, pregar Jesus, né? Pregar o amor. Essa conversa bem eh evasiva, né? E tal. Então diria, falta confessionalidade. E eu digo para vocês, a confissão importa. A igreja tem que saber o que ela crê. E por falta dessa confissionalidade, nós tivemos o segundo problema, que é a bagunça litúrgica, o culto. >> Sim. >> Então o culto é um outro problema, a questão de liturgia. Viajando Brasil de Norte sul, eu percebo como os cultos foram empobrecidos, não é? Então você não tem mais a o aspecto da solenidade, da transcendência. Não é? As pessoas confundem muito eh alegria com adrenalina, né? Adrenalina com alegria. >> Então a influência pentecostal nos cultos, né? A linguagem mais antropocêntrica, subjetiva demais, né? No mesmo culto cai fogo, cai água, pega no pé do anjo, tem asa do espírito. Uma linguagem muito subjetiva, não se canta mais as grandes verdades do evangelho. Então nós temos problema de confessionionalidade, um problema de liturgia, né? Ah, e nós temos por conta, eh, talvez como causa, né, um um enfraquecimento muito grande do ministério pastoral. >> Por muito tempo, a figura do pastor era um homem preparado, pregava com propriedade, pregava com segurança, com consistência. Hoje eu posso dizer para você, sem medo de errar, faltam pastores. Faltam pastores. Houve uma época em que você olhava assim o Brasil, fala assim: "Caramba, nós temos bons pregadores, bons pastores. Isso acabou. Quem tem um bom pastor, segure-o, preserve-o, proteja-o, porque não há pastores. Então, nós tivemos um sucateamento de seminários por conta da influência do libermo teológico, que muitos diziam que era uma firula, que não existia e tal, mas os danos estão aí. a influência do progressismo, né, chamado assim de progresso, mas eu acho que na verdade é uma coisa, é um atraso, que é a influência da mentalidade eh das pautas socialistas, né, transformando igrejas em ONGs, >> uma pauta diametralmente oposta à fé cristã, endossando ideologias pentagônicas a aos princípios cristãos, enfim. E a linguagem de mercado, >> sim, >> né? Você vê agora esse pessoal do chamado coach, né? a igreja church, né? Então, descaracterizando os símbolos de fé, você chega na igreja, você não sabe se você tá numa igreja, né? A própria arquitetura foi transformada, né? Você não tem mais púlpito, você tem ali uma plataforma, um pastor não não temários ritos, a liturgia cútica, tudo isso foi sendo esvaziado. O símbolo de fé. A a fé cristã ela é simbólica. Então o púlpito tá ali na frente. A figura do pastor não é só uma pessoa, é uma instituição. A maneira como o pastor abre a Bíblia, a maneira como ele prega, maneira como ele dirige as pessoas, como ele trata a pessoa mais jovem, como trata o mais idoso, o aconselhamento. Essas coisas todas vão formando a mentalidade da igreja de uma geração. E nós perdemos isso. Então diria, nós perdemos a confessionionalidade, empobrecemos a liturgia e parte desses dois primeiros problemas, falta de confissão, de fé, a e a bagunça litúrgica é por conta do empobrecimento do ministério pastoral. Isso passa pela questão dos seminários e também porque muitos pastores, conscientes ou não, de forma deliberada ou não, em primeiro modelo que é chamado de episcopado monárquico. Então, a figura do pastor como que um coronel da fé, >> sim, >> único, sem aceitar nenhum tipo de cooperação. E aí não formou modelos, não formou novos pastores, porque o pastor forma outro pastor. Então a ideia da pluralidade de presbíteros, curiosamente, a primeira controvérsia entre batistas foi sobre pluralidade de presbíteros. >> Uhum. >> Com John Smith, ele tinha um professor em Cambridge, que foi um dos puritanos separatistas, saiu da Inglaterra, foi pra Holanda. Mais à frente ele foi para lá com um grupo, ele se associou aquela igreja para servir e ele e o seu professor falou: "Aqui não, aqui é um pastor somente, eu não quero dois nem três." Tem uma uma confusão entre eles. Então, mas o modelo batista sempre foi ter mais de um pastor por igreja. Então, >> aqui no Brasil por muito tempo se configurou a figura, se configurou a ideia de um único pastor. >> Sim. >> E aí >> aqueles pastores bons foram falecendo, os seminários enfraquecidos e o resultado tá aí hoje, né? Eh, um cenário bem difícil. Eu não quero ser pessimista no sentido de falar assim, ó, nada presta, tá tudo muito ruim. Nós temos coisas boas acontecendo. >> Aham. >> Boas igrejas, recuperando sua confissão de fé, eh dialogando com a sua rica tradição. Nós temos igrejas com cultos vivos, punjantes, saudáveis, encorajadores, igrejas missionárias envolvidas no campo missionário, fazendo um trabalho lindo, pastores formando novos pastores. Isso tá acontecendo. Mas eu acho que há um longo caminho. A curva ainda é muito longa. pra gente fazer o caminho de volta para servir a essa geração e gerações subsequentes. >> É, e eu incluo a editora, né? A editora Pronobs entra também nesse nesse bojo de coisas boas que têm surgido. Eh, e eu queria então a gente tá encaminhar aqui a nossa conversa pro fim. Ah, eu queria ver com o senhor um pouco então agora do que o senhor recomenda. O senhor trouxe aqui alguns livros, né? E eu queria >> uma coisa que eu que eu já >> que eu já percebi >> é que a editora Pronobes, ela não é uma uma editora que é parte de um, e eu não falo isso julgando outras, não é parte de um projeto de lucro e enriquecimento. Isso a gente percebe >> pela própria linha editorial, que é uma não é uma linha >> comercial >> comercial, certo? é uma linha de fato voltada para necessidades específicas. Então, quem quem que hoje seria o editor chefe da editora? >> Vou responder sua pergunta, eu acho ela muito oportuna. Eu sei que esse vídeo vai circular. Eu quero dar aqui um testemunho. >> Uhum. >> Eu não preciso, eu digo isso sem nenhuma altivez, eu não preciso dos recursos da Pronobis. A Pronób nasceu com objetivo de promover lucro. O primeiro livro publicado pela Pronobs nasceu do meus próprios recursos. Eu vendi um carro para imprimir o primeiro livro, para fazer o primeiro livro e botei muito recurso e patrimônio da minha família na Pronobs. E ao longo desses anos todos eu não tenho salário na Pronobis, eu não tiro lucro da Pronobis, pelo contrário, por muito tempo botei muito recurso, agora praticamente ela se autosustenta. >> Uhum. Mas livro no Brasil, eh, publicar livro no Brasil e no caso, como você falou, né, a linha de editorial nossa, eh, é um negócio dispendioso, é custoso, mas Deus tem nos dado graça. Mas a Pronób nasceu para eh promover enriquecimento. Não que essas coisas sejam ruins, né? E ilegítimas, mas o nosso foco é eminentemente ministerial, razão pela qual agora nós estamos inclusive já dando essa face para Pronóbis, não apenas uma editora, mas um ministério, >> certo? >> Porque a distribuição de literatura é um ministério de serviço à igreja. Quanto melhor, quanto mais preparado estiver o pastor, melhor será pra igreja. >> Sim. >> As igrejas são formadas à imagem de seus pastores. >> Uhum. >> Então, qual é a ideia? É subsidiar, treinar, apoiar a igreja investindo em seus pastores. Então, nós temos feito isso e a nossa curadoria inicialmente nós mesmos fizemos, temos ouvido outros pastores, temos um conselho editorial. Sim, >> no primeiro momento eu fiz essa função de editor chefe. Hoje eu passei. Quem exerce essa função é o Teser Turaz, querido lá de São Paulo. >> Eu exerço a função aí de eh de presidência e liderando o trabalho como um todo. Ah, e nós temos publicado obras que sirvam os batistas, mas também a igreja de uma maneira mais ampla. Então nós temos publicado muito material sobre o Ministério Pastoral, pregação. Isso aqui, por exemplo, é uma de pregação expositiva. Tô Meidor Batista. >> Sim. Nós já temos três ou quatro livros dele. Inclusive, o livro mais vendido a Pronóbs hoje é o Ame a sua igreja. É um livro de Introdução e Clesiologia. Muito bom livro. Ame a sua Igreja. Oito verdades sobre a igreja cristã ou sobre a comunhão da igreja, algo assim subtítulo. Esse aqui é um livro dele sobre pregação, já tá na segunda edição. Um bom livro, né? Temos bastante material sobre pregação. Esses dois são os últimos lançamentos. Esse aqui é de um pastor batista italiano com excelente formação acadêmica, com doutorado. Ele fala muito sobre o romanismo, né? Igreja Romana Católica. E esse livro é o recente recente lançamento, tá? Pronób, ele vai estar aqui em agosto numa conferência lá em Brasília. >> Uhum. >> Né? e o Leonardo de Xirico. Boa conversa com amigo católico, como desenvolver ou apresentar o evangelho em amor. Já é o terceiro livro sobre o católico que a gente publica. Publicamos dois James White, que é um pastor Batista britânico, controvérsia católica, um livro sobre Maria. É um bom livro para porque qual o problema dos evangelhos de modo geral? Eles, o evangélico médio, tem muita dificuldade em conversar com os católicos e nós temos um país de maioria católica, ainda que seja nominal, né, muitos, porque os evangélicos, boa parte do povo evangelho não conhece o catolicismo. >> Sim, >> tem as caricaturas. Então, a gente precisa conhecer o que o catolicismo ensina para apresentar o evangelho com consistência, em amor, né? Então ele propõe isso aqui. E os outros livros que a gente escreveu também é bem interessante esse de Maria, por exemplo, né? O que se fala de Maria? O o se o católico tem mariolatria, o evangelho tem uma espé de mariofobia. >> Aham. >> Praticamente não se ouve nada sobre Maria das igrejas evangélicas. Então aquele livro do James White, ele vai mostrar a Maria de carne ossos. Não é nem uma divindade, nem também alguém que deve ser desprezado. >> Sim. >> Maria é o vaso através do qual Deus trouxe a água da vida, né? Maria é preciosa. E esse livro aqui, ele é muito interessante também. Prevenção contra queda. >> Você desbloquear essa? >> Não preciso não. Ah, voltando aqui, esse livro é um livro interessante porque fala sobre a o cuidado que o pastor deve ter. E nós sabemos da quantidade de escândalos, né, que tem acontecido no país. É uma obra do século X que foi reeditada pelo Joy Bick, editora dele nos Estados Unidos. A gente republicou prefácio do Dr. David Heik sobre conselhos bíblicos para se manter de pé no ministério. Então tem bastante coisa. Eu queria lembrá-los. Ainda h pouco falei isso desse livro. A gente tá lançando agora porque somos batistas, né? uma imersão, é, é uma série de testemunhos de gigantes como Mark Dever, Al Mler, eh, e outros mais, falando como se tornaram batistas, por continuam batistas e elencando assim algum distintivo batista, né? Um livro muito bom, 400 e poucas páginas. Então, a gente tá publicando bastante material. Entramos agora na séria da da do aconselhamento, livro sobre aconselhamento e vamos entrar agora na seara de livros acadêmicos. Estão lançando James Hamilton. tipologia. Vamos lançar uma gramática grega, a mais a gramática grega mais usada lá nos Estados Unidos nesse momento do Dr. Robert Plummer. Então tem muita coisa vindo aí. Eu quero que vocês sigam a Pronobs e vejo lá no Instagram, tem as conferências, projeto B, tem muita coisa acontecendo. >> Beleza? Então a gente percebe que Pronób tem Pronóbs tem muitos títulos, diferentemente do Vasco da Gama, né, pastor? O senhor é vascaíno? Sim, eu sou vascaíno como todo bom, como todo bom cristão. Cruz, >> comemorar, para comemorar títulos tem que colocar uma editora que é para >> só assim para o vascaíno >> comemorar algum título, né? >> Eu quero só lembrá-los que ah o Vasco da Gama foi quem tornou futebol um esporte popular. História. É história. Então, qual o ponto? No Rio de Janeiro, o Fluminense, Flamengo, não é? eram times da elite e que excluíam os pobres, os negros. O Vasco foi o primeiro clube a integrar os o a massa, inclusive a população negra. E os times da elite jogaram o Vasco para fora do campeonato, porque o Vasco não podia participar. Aí o Vasco, o que que ele fez? construiu seu próprio estádio sem um centavo público, com dinheiro dos torcedores. Primeiro estádio privado da América Latina, Vasco da Gama, lá em São Januário. Então, o Vasco da Gama é um time com história belíssima, nos últimos 25 anos tá no exílio. >> Aham. >> Tá no cativeiro. Mas dias melhores virão. >> É, eu como corintiano sei o que é ter um estádio construído com o dinheiro do povo, né? Falo bem, falo bem. >> Construído a custa de imposto. >> Pois é. >> Mas pastor Judiclei, muito obrigado. A gente tá encerrando. >> Eh, foi uma honra para mim. O senhor é muito gente boa. Não sei se já lhe disseram isso. >> Eu, se não lhe disseram, eu estou lhe dizendo. Obrigado, >> tá? Que Deus abençoe o seu ministério como pastor, conferencista >> também na na Pronops, tá? E galera aí que tá nos assistindo, você quiser estudar, fazer um curso de teologia, se preparar para o seu ministério, eu quero convidá-lo a entrar no site da Escolach Charles Spugion. >> Uhum. >> www.escolchales.com.br, conhecer as nossas opções e vir estudar conosco, tá bom? Então, Deus abençoe, pastor Jlei. >> Obrigado, Antônio. Deus abençoe a escola Charles Espon e a nossos amigos aí que acompanham seu trabalho na internet. >> Amém. Valeu, pessoal.