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A fé vem pelo ouvir

A Vida do Plantador de Igrejas (PodCast com Felipe Pessoa e Antonio Neto)

A Vida do Plantador de Igrejas (PodCast com Felipe Pessoa e Antonio Neto)

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Legendas automáticas:

Beleza, estou aqui com o Felipe. Felipe
>> Pessoa,
>> Felipe Pessoa. Felipe, muito obrigado,
Felipe, por estar aqui no podcast da
Escola Teológica Charles Espugion, no
Expion Podcast. E a gente tá começando a
nossa jornada, né, de gravações, de
podcast para servir o povo de Deus aqui
no nosso país. E é uma honra poder
contar contigo aqui no nosso, no início
da nossa jornada. Obrigado por ter
aceitado meu convite de tá aqui. E eu
queria pedir que você começasse falando
um pouco de você. Fala aí a igreja que
você pastoreia, onde é que você mora,
teu endereço, quem te quem quiser te
sequestrar, para onde é que vai. Talvez
essa não seja uma boa ideia que eu tô de
mudança, né? Mas vamos lá. Bom, acho que
a primeira curiosidade, né, que tem é o
meu nome. Meu nome é Paulo Felipe
Henrique Romanos Pereira Pessoa.
>> Eita. Tu é o que do Dom Pedro,
>> rapaz. É mente fest do meu pai e da
minha mãe mesmo, né?
>> Certo.
>> Mas desde o ensino médio, Felipe Pessoa
ficou por conta de colégio, de nome ali
de aluno. E bom, enfim. Eh, tô no
Ministério Pastoral desde 2011, então já
se vão aí mais de uma década, né? não
sei, 14 anos aí no ministério pastoral.
Eh, comecei a minha trajetória numa numa
na convenção batista, igreja batista.
Meus pais são batistas, tem um tem um
avô que é um pastor batista jubilado. E
desde 2016 eu estou na Igreja Cristã
Evangélica do Brasil, uma denominação
que este ano completa 125 anos. Então,
ah, muitos anos, muito tempo e com a
graça de Deus a gente tá aqui no Paraná,
em Curitiba, especificamente, com o
desafio de plantar uma igreja. Em
novembro do ano passado de 2024, nós
completamos 4 anos de plantação
>> e estamos aqui servindo a Deus, buscando
ao Senhor, eh, glorificar a ele sempre.
>> E como é o nome da da Igreja? Igreja
Cristã Evangélica de Curitiba. Certo. Aí
normalmente, não é sempre, mas
normalmente a a Igreja Cristã
Evangélica, ela leva o nome ali da sua
cidade. Enfim, agora você já tem mais de
uma, aí começam aqueles nomes criativos,
né? Acho que é bem típico nosso aí.
>> Certo. Aham. Entendi. Entendi. Então
você tá lá 4 anos já.
>> 4 anos começamos assim, né? Não sei como
é que tá no script aí, mas olha só, a
gente começou,
né? A nossa chegada minha, da minha
esposa. Eu sou casado com a Fernanda,
sou pai do Daniel e da Mariana. E
chegamos em Curitiba em julho de 2019.
Então vamos completar aí 6 anos que nós
estamos no Paraná. Então nós
começaríamos depois de se meses que eu
pedi, né, aquela aquele combinado, né,
com a denominação, olha, não me cobre
nada durante os próximos seis meses,
deixa eu chegar, deixa eu tomar pé da
situação. E e aí veio 2020, a gente
começa o ano então de 2020 depois desses
cinco primeiros meses aqui na cidade. E
agora a gente vai eh começar, vamos eh
começar assim, vamos testar, vamos
buscar por um por um espaço, por um
local. Antes disso, nós nos reuníamos,
eu e minha família, mais um casal eh de
amigos, eh o pastor Estevão, que
inclusive já saudoso, já em memória,
pastor Estevão, a Glória e mais a
Nicole, uma moça do Tocantins. Então,
assim, era sete pessoas orando na sala
da do apartamento onde eu moro hoje. E e
agora, ah, depois daquele tempo,
daqueles meses, 5 meses aproximadamente,
eh, fomos para agora vamos buscar um
espaço. E aí depois que a gente já tinha
locado um um espaço, sabe aqueles um
café e aí tem ali um espaço meio social
ali e a gente locou aquele espaço,
>> aí pandemia no lockdown. Isso duas
semanas antes de nós começarmos,
lançarmos, né, o primeiro culto público.
Daí a gente fica entre abril até
novembro de 2020, é apenas nos reunindo,
não é nem reunindo, assim, é uma online
com estudando marcas de uma igreja
saudável, ah, orando uns pelos outros. E
no domingo pela manhã a gente fazia uma
transmissão de um, digamos assim, um
simulacro do que seria um um culto, né?
Sem obviamente o aspecto eclesiológico
do que significa culto, né? Então isso
aí, cara. Interessante isso. Você falou
porque você disse que vocês começaram em
um café.
>> Íamos começar em um café, essa era a
ideia. Mas aí a gente foi jogado para
esse ambiente aqui, né? esse ambiente de
da internet, do, enfim, do áudio, do
vídeo. E
>> é claro,
>> nós, a nossa pretensão, né, nunca foi de
culto online.
>> Sim,
>> porque eu eh eu eu escutei isso, o
pastor Acácio, pastor plantador de
igreja também, e tenho o privilégio de
chamá-lo de tio. E ele uma vez me falou
assim: "Olha, o plantador de igreja, ele
se torna uma máquina de tomar decisões."
E é claro que você estuda, tem a
literatura, você ouve, eh, lê outras
pessoas, fal assim, realmente, você tem
que tomar muitas decisões. É um projeto,
é um projeto como outro qualquer, um
projeto. Então, você tem que tomar
decisões, mas quando você tá vivendo
aquilo ou nem tinha começado, digamos
assim, eu já tinha que tomar uma decisão
e agora vamos colocar alguma coisa
online, né? alguém tá ali com uma TV e
participando ou a gente espera eh pra
gente poder realmente se reunir
presencialmente para para
começarmos. Então a gente toma essa
decisão, vamos
>> vamos fazer algo online,
>> mas com muito receio, com muito com
muito cuidado para não sermos mal
interpretados. aquela ideia de como que
você vai começar esse projeto daqui, sei
lá, bodas de ouro da Igreja Cristã
Evangélica de Curitiba. E eu espero, nem
sei onde é que eu vou estar, mas enfim,
>> espero que com o Senhor.
>> Mas que que a gente vai fazer? Que
história que a gente vai contar? Não,
essa igreja começou durante 7, 8 meses
de forma online. Tá, mas o que que isso
significa, né? Então,
>> sim, mas o que eu tinha pensado, que eu
fiquei curioso, foi mais na questão da
>> da escolha de um café, né? Porque
geralmente um das decisões que o
plantador de igreja tem que tomar é onde
ele vai se reunir. E aí eu eu sei que
tem muita gente que encontra nisso um
certo entrave, porque eles pensam que
para se reunir talvez tenha que ser num
em um algum tipo de salão, numa sala
comercial. Então, muita gente faz isso,
né, de procurar uma sala comercial que
tenha um salão. Eh, o aqui algo que seja
o mais próximo possível daquilo que a
gente imagina ser um prédio de uma
igreja,
>> certo?
>> Só que aí no no teu caso, vocês
decidiram no início se reunir numa
cafeteria e eu sei hoje que vocês se
reúnem num hotel, não é?
>> Exato.
>> Então, então me fala sobre isso, cara.
Assim, por uma cafeteria, porque um
hotel, quais as vantagens? vantagens.
>> Uhum.
Bom, como eu falei, ah, tudo é um
projeto.
A gente vai ter aqui o o Spugion
Podcast, é um projeto. Você vai casar,
você tem um projeto. Eu eu gosto muito
dessa da linguagem de projeto, porque
ela te facilita você visualizar algumas
fases daquilo que você está fazendo, de
forma que você consiga mensurar algo. E
é claro que isso dentro do nosso, sei
lá, me deu, nosso evangelicalismo,
da nossa tendência enquanto cristãos de
hiperespiritualizar as coisas, sobretudo
nessa leitura pós-moderna da do assunto,
né? Tudo é o tudo é o é o diabo ou tudo
é Deus ou enfim, eu gosto de eu gosto de
pensar que nós precisamos ser
organizados, uma cultura de excelência.
>> Então, por que que eu disse isso para
responder tua pergunta? Porque quando a
gente vem para cá ou quando qualquer
plantador que se disponha a ir plantar
uma igreja, ele precisa ter muita
clareza sobre vários assuntos. E ainda
que isso pareça ser quase que um eh um
oxímoro, né? Aquelas coisas que se
anulam um não, pera aí. Como ser um
plantador e ter muita clareza sobre
alguma coisa, parece uma coisa que se
anula, mas não.
>> Eu posso eu posso definir. Bom, eu vou
para uma determinada cidade. Eu eu sou
de Brasília.
>> Uhum. Morei 2 anos e meio no sul do
Pará, numa cidade chamada Xinguara,
cidade que à época tinha menos de 40.000
habitantes. Quando eu decido eh vir para
Curitiba, foi uma decisão assim, nossa,
Deus falou contigo? Aí eu falei assim:
"Bom, de certa forma sim". Por quê?
Porque eu percebi que a denominação da
qual eu sou parte queria plantar igrejas
em cidades, polos e capitais
eventualmente. Eu entendi e percebi que
eu tinha junto com a minha esposa uma
tendência. Nós fomos criados dentro de
uma cultura cosmopolita, de um grande
centro, de um grande público.
>> Entendi que Deus me levou para um tempo
de maturação ministerial numa cidade
onde eu entenderia o que que era o
pastoreio. Ao mesmo tempo, vim para
Curitiba, vim para um Paraná cinco vezes
antes de me mudar para cá. Ou seja, eu
tinha um projeto, tinha e algumas coisas
foram respondendo, né? foram sendo ali
essa voz de Deus para nós, para
confirmando aquilo que nós estávamos
fazendo. Então, por que um local como um
café? Primeiro, a gente sempre quis e
entendeu que a Bíblia eh é a Bíblia é um
livro que nos mostra um Deus
extremamente relacional, Neto.
>> Deus é um Deus que se relaciona. Ele se
relaciona entre si como Pai, Filho e
Espírito Santo. Então, eh, ele, o povo
dele é um povo que se relaciona e que
deve se relacionar com ele. Gênesis
mostra que no fim do dia os Adão andava
com Deus. E a nossa, talvez, a nossa
criatividade, por mais criativos que a
gente tente ser, e eu não sou desse, né?
Mas talvez você seja.
>> Eh, eu não sei o que que significava
exatamente isso, sabe? De andar com
Deus. Lógico, eu posso desenhar hoje eu
andando com os meus filhos de mão dadas
ali num numa pracinha, num parque, mas o
que que era realmente? Eu sei que era
relacionamento.
>> Sim. Então a gente quis manter essa
conexão com a cidade, inclusive isso tá
no nosso tripé, né, do nosso DNA
enquanto igreja local, conectada com a
cidade de Curitiba. A gente queria estar
conectado. Então essa é uma primeira
parte da uma primeira resposta, né, para
essa pergunta. A segunda é custo
benefício. Você não tem eh a gente não
tinha um prédio, não tinha pessoas para
poder bancar esse prédio. Gente, aluguel
existe, comprar um prédio é caro. Então,
eh, bom, que que a gente faz? Então, a
gente foi pra questão do custo
benefício. Lógico, isso é uma prática
que eu inventei? Claro que não, né? Tem
boas literaturas sobre isso, bons
exemplos, né? pessoas. Isso na América é
muito comum, em alguns lugares da
Europa, da Ásia, muitas igrejas,
plantações de igreja na Ásia, que é um
ambiente um pouquinho mais complexo, né,
de termos de de liberdade pro
cristianismo. E onde é que eles se
reúnem? Salões de hotel. Então, eu tenho
amigos que plantaram igreja que estão
dentro de escolas.
>> Sim.
>> Outros dentro de teatro, outros em Pode
ter certeza que em algum momento teve
ali um custo de benefício, porque via de
regra, esses lugares já têm cadeiras.
>> Uhum. tem energia, água, segurança,
limpeza e no começo você não tem mão de
obra e nem recursos financeiros para
poder plantar isso.
>> É,
>> então começar essa plantação,
>> certo? É interessante. Eu quando eu eu
trabalhava no Rio Grande do Sul, né, e
eu fiz parte de uma plantação que era em
um em um café, um café que ficava bem em
frente à universidade.
>> Uhum.
>> A Universidade do Vale dos Sinos.
E então assim, a gente sempre ia lá e
normalmente vinham estudantes, pessoas
ali daquela comunidade, universitários
que chegavam nos estudos bíblicos e
também nos cultos, né? E e de certa
forma esse ambiente mais informal,
digamos assim, ajudava o pessoal a
chegar, né? É interessante, eu gosto de
pensar sempre e que nós estamos
comunicando para uma geração totalmente
diferente daquela que talvez tenha nos
evangelizado.
>> Uhum.
>> Então, temos que eh considerar que se
somos pastores desta geração ou para
esta geração, temos que responder
perguntas que de fato estão sendo
feitas.
Antigamente, e aqui já denunciando um
pouco da minha idade, né? Eh, eu tenho
38 anos. Uhum.
>> Mas antigamente, se você falava de uma
da fame gerada famosa EBF, as escolas
bíblicas de férias, e você falava para
aquela comunidade, para aquele bairro
que ia ter um pula-pula, um algodão doce
e uma uma e uma história, que que ia
acontecer com aquela com aquele
ambiente?
>> E encher de criança.
>> E encher de criança. E eventualmente o
que que aconteceria no domingo
subsequente? O pai e a mãe dela estaria
lá. Hoje já não é mais assim.
>> Uhum.
>> Não é que eu não veja e não verifique
que há sim a possibilidade de Deus e do
Espírito de Deus fazer aquilo que ele
bem quiser através da EB. E eu citei EBF
aqui como exemplo totalmente aleatório,
tá?
>> Mas eh não é que eu não veja essa
possibilidade, mas é porque não comunica
mais. E qual é o esforço que você está
fazendo para poder comunicar algo que
vai ter um retorno que já não era como
antes. O alcance que nós temos, por
exemplo, através desse ambiente virtual
é muito maior.
>> Uhum.
>> Com e tem um esforço igualmente
significativo, né? É, dá trabalho uma
boa câmera, um bom áudio, é a o a
pós-produção, enfim, tudo isso é
complexo. Agora, a gente precisa pensar
em um aspecto de que é o próprio aspecto
do Deus criador, do Deus criador, que
sim está redimindo para ele todas as
coisas, inclusive conceitos substanciais
como igreja.
>> Uhum.
>> Quantas vezes a gente não ouve ou até
não falou: "Ah, eu vou pra igreja".
Poxa, eu entendo o que você quer dizer,
mas isso comunica de fato o evangelho
para uma geração extremamente
questionadora, extremamente politizada,
polarizada. Será que realmente comunica
isso para eles? Uhum.
>> Porque essa geração, geração Z, até um
pouquinho de alfa e f é tanta tanta, né?
Tem que saber grego, né? Para para poder
definir as gerações aí.
>> Eh, aí procura o Neto que ele resolve o
negócio aí, viu?
Ah,
tem uma uma um você tem que ter um senso
do pertencimento.
>> Uhum. Você tá envolvido com o quê? Qual
é a causa que você tá defend? Não basta
simplesmente você estar ali, você tem
que defender aquela aquela coisa e
vestir a camisa e até um certo ponto
você tem que ser um ativista, porque se
você não fizer isso, que vida medíocre é
essa que você tá que você tá vivendo.
>> Uhum.
>> Então, nesse sentido, eu gosto de
resgatar alguns conceitos. Então, se
você perguntar pra minha filha que tem 6
anos, ela, se ela, você perguntar para
ela o que que é a igreja, ela vai
responder que são pessoas.
>> Sim.
>> É o jeito que eu tô tentando ali
doutrinar ela, discipular ela para ela
entender que igrejas são pessoas. É
claro, o Jonath Lima vai dizer que a
igreja é uma embaixada do reino de Deus
aqui na terra, onde pessoas que
professam a mesma fé, reunidas como um
grande polo daquilo que um dia será de
fato o reino de Deus. Então, só que eu
não vou conseguir explicar isso para uma
menina de 6 anos de idade, né? A não ser
que a gente leva ela na embaixada,
mostre que aquele território ali não
pertence àquele país onde a embaixada
tá, mas é de outro lugar. Mas assim, eu
vou usar isso para comunicar uma verdade
muito maior,
>> sim,
>> de que a igreja não é um prédio.
>> E talvez, talvez, talvez aqui é bem
respeitoso, né? Uhum.
>> Aqueles que nos evangelizaram, que nos
pastorearam, aqueles que vieram antes de
nós, eh, focaram muito nisso.
A ideia do pastor ou do plantador de
igreja é aquele que tá em cima de uma
escada trocando a telha porque tem um
vazamento. E aí ele também é o mesmo que
pintou para poder economizar, porque o
caixa da igreja já não tem tantos
recursos para poder, né, cuidar ali da
manutenção. Ele é macineiro, pedreiro,
ele é que mais? Esse monte de coisa que
talvez você já tá pensando. E
>> e aí talvez,
e aqui talvez agora é só eh respeito.
Ah, ato 6 passou bem longe, sabe?
>> Sim. a dedicação ali na no estudo e na
oração eh passou longe. Não sou
obviamente defensor, né, só para já me
estendi aqui na resposta, mas assim, não
sou defensor do só do do pastor com
cheiro de gabinete, né, para usar um um
termo antigo aqui de de seminário,
mas eu entendo que essa é a primária
função do daquele que é tem uma vocação
pro ministério pastoral.
>> Não, sem dúvidas, sem dúvidas. E logo
antes você falou, por exemplo, que na
tua plantação, na igreja que você tem
trabalhado, vocês têm um tripé.
>> Uhum.
>> É um, acho que talvez um uma espécie de
tripé teológico que sust que que forma
>> a filosofia ou teologia, melhor dizendo,
da plantação, né?
>> Uhum. Eh, fala pra gente esse tripéum
>> e também
>> eh do por que vocês decidiram, né,
estabelecer isso, né, esse esse chamado
tripé teológico, digamos assim.
É, ah, os nossos irmãos
norte-americanos, eles têm muito a nos
ensinar sobre essa ideia de ter a
clareza da visão, da missão, daquilo que
você está empreendendo. E e empreendendo
é uma palavra que eu uso mesmo, eh,
lógico, eu sei que muitas vezes talvez
possa ser mal interpretada porque parece
com aquela linguajar meio corporativo,
né?
>> Mas nós estamos empreendendo um negócio
do reino,
>> sim. onde o lucro não é dinheiro, mas
vidas. E não é para nós, mas é paraa
glória de Deus. Então, quando eu a a eu
penso e começo a desenhar um projeto de
uma de uma igreja que glorifica a Deus,
de uma igreja centrada no evangelho e de
uma igreja conectada com a cidade, aí tá
o
>> tá o monstro tripé,
>> é porque a gente resgata uma
simplicidade que muitas vezes é perdida
porque a gente quer inventar a roda,
>> porque a gente quer muita coisa e a
gente confunde as coisas muito fácil. a
gente confunde sucesso com número e a
gente deixa de entender que sucesso com
Deus é fidelidade a ele. Então, nessa
nessa caminhada, a gente vai observando
que quanto mais simples e mais clara
essa esse esses números, né, por mais,
de novo, é tão complicado transitar
nesse nesse nesse caminho, né, porque
assim, você é muito facilmente
confundido com alguém pragmático.
>> Uhum.
>> Por quê? Porque é o que vende, é
vendável. É, é, é, é mercadológico.
25 passos pro não sei o quê, 32 chaves
bíblicas para não sei das quantas, 48
passos em 1 qu4to para você alcançar sua
bênção.
>> Poxa, é, é difícil você não ser
confundido. Porém, nós usamos uma
métrica, um tripé, aí não sei, a pessoa
pode chamar do que quiser, né? A gente
usa isso para quê? para que a gente
possa mostrar para aquela pessoa ou para
que ela possa visualizar aquilo todas as
vezes que ela estiver ali. Não, nós
estamos aqui porque nós temos uma missão
e a missão não é nossa, mas a missão é
glorificar a Deus. Opa, nós estamos aqui
porque nós somos uma igreja centrada no
evangelho. E o que que isso quer dizer?
quer dizer que não tem culto à
personalidade, quer dizer que a foto do
pastor, que nem ela, essas coisas, né,
não vai estar impressa no outdoor lá
fora. De novo, eu sei que muitas pessoas
valorizam isso, mas não é o nosso caso.
E, aliás, nós fugimos de toda e qualquer
aparência de coisa que vai eh assim
aparentar que essa igreja é centrada no
pastor. Aliás, que é uma só para
ilustrar aqui, né, como eu gosto quando
eu tô no meu tempo de descanso ali ou,
né, sair um recesso ou cumprindo algum
compromisso, alguma agenda no domingo
que eu olho e vejo as fotos e que tem
mais gente no dia que eu não tô do que
no dia que eu estou.
>> Uhum.
>> Isso quer dizer o quê? Que não é por
minha causa. Pensa num homem que fica
feliz.
>> Sim.
>> Porque não tem a ver comigo. Só que isso
precisa ser o quê? Lembrado.
Lembra? E o Antigo Testamento é
permeado, né, dessa dessa ideia de
lembrar o povo sobre quem é Deus. Tudo
bem, o povo é a gente parece muito com
eles, né? Mas assim, com muita
facilidade a gente esquece quem Deus é.
Com uma extrema capacidade pecaminosa,
nós deixamos
ou tendemos, né, a colocar Deus de lado,
né? A gente cria ídolos. E ídolo não é,
né, Calvino já explica isso bem, né? Não
é necessariamente uma coisa ruim. Uhum.
>> Mas é tudo aquilo que tira o lugar de
Deus e o nosso coração é uma fábrica
deles. Então a gente precisa, a gente
precisa tomar cuidado disso e conectada
com a cidade, porque essa é a nossa
missão, a ideia de de Mateus 28, de
Marcos 16, de nós estarmos servindo a
cidade. Não, de novo, cuidado com isso,
né? Mais um aspecto que você precisa ser
redimido numa igreja de implantação, não
apenas no apelo social.
Sim,
>> porque social
qualquer um faz, né? Talvez você tenha
alguém, um amigo, um colega espírita e é
bem possível que ele ganhe de você
assim, mas de goleada
no quesito boas obras. É claro que o o
que ele está buscando, o que ele está
querendo, é diferente daquilo porquê,
né? A motivação do porquemos. Mas a
igreja não é simplesmente
assistencialista. Ela não pode ser. O
conceito de igreja, a ideia substancial
do conceito de igreja nos faz servir a
cidade
a partir do evangelho. Sim.
>> E não a despeito dele ou não, ah, deixa
eu fazer isso aqui, mas eu vou agregar
isso. Não. O evangelho é o ponto de
partida.
>> Então, tripé seria primeiro
>> glorificar a Deus.
>> Glorificar a Deus. Exatamente. Está
centrada no evangelho
>> e conectada com a cidade.
>> Conectada com a cidade.
>> É, é um, acho que é um é diferente do do
daquele livro Igreja Centrada do Keller,
né? Ou não?
>> Vamos lá. Eu eu gosto do igreja centrada
do Keller. Aliás, se você não gosta, né?
Você pode não gostar de, né, de de tudo
que tá lá. Mas assim, a ideia central do
do texto é perfeita. E
talvez o que a gente difira da seja, né,
ali, eu não vou dizer contrastante
porque não é, mas o o Keller ele planta
uma igreja numa cidade extremamente
cosmopolita e e o que ele faz lá para
mim hoje é inalcançável assim.
Eh, ah, o Keller é fenomenal naquilo que
ele que ele que ele explica, naquilo que
ele faz, a forma como ele consegue
contextualizar com a cidade. Mas tem um
movimento no final do ministério dele
que me chama atenção. E aí, eu talvez
seja aí me eu quero que você me até me
fale onde esteja diferente exatamente,
né? Porque
>> ele se torna uma mega church, porém no
fim do ministério ele já não já não mais
acredita naquela ideia. Não vou nem sei
se ele dizer se acredita ou não, né?
Difícil falar assim, exatamente, mas ele
entende agora eh plantações de várias
igrejas em vários lugares que estão
conectadas com diferentes grupos daquela
cidade.
>> Sim.
>> Então, nesse sentido, eu gosto de pensar
sobre uma igreja que é conectada com com
a cidade. Eh, desse ponto de vista de
nós pregarmos o evangelho para todas as
pessoas,
>> Uhum.
>> É claro que nós não iremos alcançar
todas. É claro que tem aspectos de de
igreja e tipos e DNA de igreja que vão
vai comunicar mais e melhor com
determinado grupo de pessoas. Não sei se
é esse sentido que você tava,
>> não é isso mesmo. É que
a aquele livro lá, o Igreja Centrada,
ele é como se
>> assim, por um tempo, eu escutava muito
isso, de que ela é uma espécie de a
Bíblia do plantador, né? Uhum.
>> A segunda Bíblia do plantador, porque
ela tem aquele tripé do evangelho, da
cidade movimento, né?
>> Uhum.
>> Só que depois de um tempo, a igreja que
o Keller plantou lá em na ilha de
Manhattan, se eu não me engano, né, em
Nova York,
>> Uhum.
>> Ah, acabou saindo alguns vídeos que
geraram muita polêmica, que, por
exemplo, no momento de distribuição da
ceia, eles fizeram um balé, né? Então,
tinha uma apresentação de balé enquanto
a CEI era distribuída ou eh eles
contratavam bandas de pessoas que não
eram crentes mesmo, contratavam bandas
para conduzir o culto ou algum conduzir
o louvor do culto, né, eh, em algum
momento. Então assim, isso acabou
gerando, pelo menos aqui no Brasil e
certamente nos Estados Unidos, esse
conceito de ligado à cidade ou de
conectado à cidade,
de ter essa ideia assim de nós
precisamos fazer uma espécie de pesquisa
>> Uhum.
>> e saber quais são os elementos
culturais, qual é a linguagem que as
pessoas falam aqui nessa cidade e
adaptar a mensagem do evangelho a a essa
linguagem, né?
>> Uhum. Então, é daí que surgem as paredes
pretas das igrejas, é daí que surgem eh
as igrejas com nome inglês, as churches,
né, o o festas de juninas, tipo o eh o
São Joel, não São Joel não é o enfim, as
as adaptações das festas culturais pra
igreja, para o evangelho, né? Então, o
que eu queria saber de ti é se é se essa
é a sua forma assim de quando você
quando você fala de uma igreja conectada
com a cidade, é conectada em que
sentido, né?
>> Acho bem interessante tua colocação e e
eu gostaria de falar assim: "Bom, no
Brasil em relação a ao Kelleren, eh
talvez o que mais se aproxime daquilo
que ele fez lá em em Nova York seja São
Paulo. Acho que isso é um ponto, né,
assim, tentar assim uma coisa mais
similar. Porém, em grandes centros e
capitais, igual Curitiba, a gente tem
uma uma amostra, né, bem pequena desses
vários grupos, digamos, no mercado aí,
né, no digital, são seus nichos, né,
vários nichos aí que você poderia
alcançar.
>> Eh, no nosso presbitério da Igreja
Cristã Evangélica de Curitiba, a gente
usa um termo que não é nosso, mas a
gente se se apropria dele, que são eh
conceitos que estão na mão fechada e na
mão aberta.
Tem algumas coisas que a gente pode
negociar, tem algumas coisas que a gente
vai conversar sobre elas e vai
eventualmente até discordar sobre elas.
Por exemplo, a cor da parede. Sim,
>> eu não tenho nenhum problema com a cor
da parede ser preta.
Esteticamente eu gosto não, mas eu não
tenho nenhum problema se alguém chegar
lá e não, bora pintar de preto. Beleza.
Por quê? Porque isso não fere aquilo que
eu acredito como sendo o evangelho de
Jesus Cristo. É óbvio que eu vou
comunicar alguma coisa com aquilo. Por
quê? Porque existe também um aspecto ou
um apelo estético.
>> Uhum.
>> Então nossa, de novo, nossa geração, a
vida por tantas coisas, sobretudo dessa
questão estética, né, da forma, do
jeito, ela vai comunicar. Isso vai
comunicar.
>> Sim. Agora, se eu se eu não orientar
essas questões que estão na mão aberta,
você falou de church, o nome, isso aí eu
acho mesmo, é, acho meio é pobreza
mesmo, né, assim de vamos inglês,
colocar em inglês, né, nosso departids,
né, a igreja vai ser church, que mais o
grupo de jovem vai ser,
>> o louvor é o worship, que mais? Então
assim, os adolescentes é teams e tipo, a
gente fica, eu eu não sei se existe essa
palavra, né, mas eu inglesizando a coisa
assim, cara, há quem gosta de fazer,
beleza, você pode fazer de novo. Isso
para mim é uma questão de mão aberta. O
que que tá na mão fechada? na mão
fechada, tá? Aqueles nosso DNA,
naquele nos nossos princípios, valores,
né, que que nos definem enquanto igreja
de estarmos centrados no evangelho. Nós
entre os nossos valores, a gente usa eh
eh as nove marcas, né, do do
>> pra gente poder treinar a nossa
liderança, treinar o nosso presbitério,
a membresia da nossa igreja, todos
obrigatoriamente passam por uma classe
eh com nove marcas. Então, a pregação
expositiva, a a teologia bíblica, o
correto entendimento da conversão,
disciplina,
>> Uhum.
>> assuntos assim, não tem como negociar
com isso. Não dá para simplesmente
chegar alguém, né, no teu ambiente ali
da tua comunidade de fé. Aí fala assim,
tivesse talvez ali uma aquele gato
pingado, será que todo mundo entende
gato pingado, né? aqueles pouquinho de
gente ali assim: "Não, vamos conversar,
vamos começar porque onde tiverem dois
ou três reunidos ali, o senhor está."
Poxa, o texto não tá ensinando sobre
isso, não é mão aberta.
>> Sim,
>> isso tá aqui na mão fechada. É
innegociável um correto entendimento das
escrituras, de você se aproximar dela
com boa ferramenta para você ter uma boa
interpretação, se dedicar à exposição do
texto, isso não tá, isso não pode ser
negociado. Então, esse é o nosso jeito
de ser igreja. E é por isso, e aqui é
desconfiança minha, né, que o o Kell
junto com os outros, quem escreve o o
programa deles do de treinamento de de
plantação, né, de igreja, o Cirit Siri,
do qual eu sou parte também.
>> Eh, eles focam nessa centralidade mesmo
do evangelho, só que obviamente fazendo
uma leitura da tua cidade, você vai
alcançar todo mundo da sua cidade.
>> É, sem dúvidas que não, né?
>> É, é uma pretensão assim, né? meio que
fora da realidade, não vou alcançar toda
a cidade, não. Então assim, onde você
está? Então, qual que é a você faz a
leitura do seu bairro?
Opa, beleza. Quer dizer que você não,
você vai pode te plantar uma igreja numa
numa área socialmente alta e só que você
não vai aceitar o pobre, não é isso?
>> Aham.
>> E o inverso também não, né? você tá ali
numa área socialmente mais, inclusive
tem até um programa, né, da da Atos 29,
que é o Plantando Igrejas em lugares
Difíceis, o Mes Mccon, né, que ele é o n
que escreveu o livro. Eh,
não, não vou aceitar rico aqui.
Isso fere totalmente um princípio do
evangelho. Nós não somos uma sociedade
que ninguém pode entrar ou só entra um
grupo de pessoas que não tem defeitos ou
que só tem uma um prolabor e tal. Não,
agora você tem que entender que você
está comunicando. Se chegar lá alguém
com um mestrado e um doutorado falando
cheio do da, sei lá, vernáculo
linguístico para alguém que tem ali um
ensino fundamental, o que que você não
vai fazer?
você não vai estabelecer comunicação.
Se você não comunicou aquela ideia, né,
do receptor, interlocutor e mensagem, se
você não conectou isso, se é não tem um
ouvinte,
não tem mensagem, não tem comunicação. E
se não tem comunicação, também não tem
fé. Uhum.
>> Porque se você está pregando o
evangelho, mas não tem quem está
entendendo aquilo e a fé vem pelo ouvir,
então não tem como agradar a Deus. É,
>> você tá entendendo que não é uma não é
uma coisa, lógico, só que isso falando
aqui é tranquilo, né? Ensinando isso é
que é um pouquinho mais.
>> Mais
>> não. E o o livro do Keller, o Igreja
Centrada, ele faz muito bem no fato dele
começar falando do evangelho, né?
>> Uhum.
>> E porque o que é que acontece, cara? Se
se a pessoa tem uma igreja centrada no
evangelho e o evangelho permeia as
atividades da igreja, ela tem um fator
que unifica, né, ricos e pobres. Então,
>> na mesa do Senhor Jesus Cristo não
existe branco, negro, homem, mulher.
Nascer do Senhor, não importa a conta, a
sua conta bancária, quanto dinheiro tem.
A gente come do mesmo pão, toma do mesmo
cálice, compartilha do mesmo espírito,
do mesmo Deus, do mesmo Senhor Jesus,
né? Só que aí o que que acontece, cara?
Quando a as igrejas quando igrejas se
tornam igrejas que são voltadas para a
cidade, digamos assim, né? e elas
esquecem o evangelho,
geralmente elas acabam elas acabam é
alcançando um determinado grupo
específico. Por exemplo, o o a família
jovem entre 25 e 45 anos de classe
média, classe média alta, tá entendendo?
Digamos assim. Então, acaba que que é
muitas igrejas estão na ânsia de falar a
linguagem das pessoas e elas acabam é
falando a linguagem do mercado, né?
>> Uhum. e oferecendo
na igreja não o evangelho na linguagem
do povo, mas alguma espécie de produto
que atrai, né,
>> Neto, eu o que eu vejo eh hoje de novo,
isso é tão importante, isso tem tanta
estima eh para nós, pro presbitério ali
da Igreja Cristã Evangélica de Curitiba
e para tantos outros, eh essa fato do
centrado no evangelho, assim, essa de
entender sua vida mesmo ali no
evangelho. Porque Paulo quando escreve
para Corinto, ele tá mostrando para
aquela igreja nova, 3, 4 anos
por aí, ele tá mostrando para ela que
ela já deveria ter em alguma medida
amadurecido
e ela não amadureceu.
Ou seja, não é só aquele ímpeto de você
estar conectado com a cidade, mas é de
você permanecer em Cristo e desenvolver
a tua salvação, usando também o texto
bíblico, desenvolver ela, a o teu
processo de santificação, para que você
seja levado à estatura, né, à
varonilidade perfeita.
>> Isso é maturidade cristã, isso é uma
consciência cristã. E o que que uma
maturidade cristã provoca
>> naquele que é salvo em Cristo Jesus?
Bom, eu vou sentar à mesa, mas eu não
vou me deixar escarnecer.
Aliás, a ideia da ceia e nós a o nosso a
as exposições bíblicas da igreja, elas
eh versículo por versículo, enfim, a
gente tá finalizando Marcos. A gente tá
um ano e dois meses expondo Marcos.
A gente tá chegando no final e a gente e
no último domingo foi o o capítulo,
iniciamos o capítulo 14, que é extenso,
mais de 70 versos e e ali no momento da
ceia é interessante porque aparentemente
tá tudo bem. Mesmo que Jesus saiba o que
vai acontecer, os discípulos eles não
estão perceberam o que que parece que
não estão percebendo o que que vai
acontecer. Até quando Jesus fala, até
quando Jesus fala para eles que naquele
momento, enquanto ele tá partindo o pão,
que um deles haveria de trair.
>> Sim.
>> E gera aquele climão, sabe? Aquela festa
de família, aquela, aquele climão que tá
acontecendo.
>> Quem é que tava lá presente? O que ia o
trair. Jesus alcançou as pessoas. Ele
fazia com que as pessoas estivessem
junto dele. Agora, significa que ele era
igual a todas as pessoas ou que ele se
dobrou aos saduceus, aos escribas, aos
elotes, aos fariseus, seja lá quem vou.
Não, pelo contrário. Tudo bem, nós não
somos Jesus, mas somos discípulos dele e
nós precisamos desenvolver essa
maturidade cristã para que nós não nos
deixemos ser levado por essa coisa
mercadológica,
por essa coisa pragmática. Então, como é
que eu respondo? a esse apelo de uma
igreja crescente que talvez de fato eh
se tornou aquela aquele modelo
franqueável, né, de franquia de igreja.
Como é que eu respondo isso? Como
evangelho.
>> Por quê? Porque se eu tenho ali um grupo
de 10 presbíteros, pastores dentro de
uma igreja
e eu não os coloco de alguma maneira
para servir, o que que eu tô gerando
para mim?
Possivelmente um problema. É verdade,
>> porque o cristão que não serve dá
trabalho.
>> Uhum.
>> Essa frase eu escutei lá na conferência
29. Crente que não tá servindo, ele tá
dando trabalho.
>> Eu gosto de dizer que crente que não
serve não serve para ser crente.
[risadas]
>> Melhor ainda. Essa ficou mais ficou
mais, sabe, ilustrativa para nós aqui.
Por quê? E aí, ah, agora eu consigo
então orientar, lembra da da da ideia de
projeto, eu consigo orientar essa igreja
para ser uma igreja que planta outras
igrejas.
>> Sim. Então, eu estou vendo de repente
aquele grupo de pessoas, eu tenho dois
filhos pequenos, um, um de 11, uma de
seis.
Naturalmente, quem a gente vai atrair?
Porque os meus filhos t os amigos deles.
Você vai no parque, vai brincar
naturalmente. Isso é isso é natural.
Você vai atrair aquele grupo de pessoas.
Deus hoje nos deu a graça de ter várias
faixas etárias, então assim, de bebês
até mais velhos. Bênção. Isso é, né? Foi
com uns anos que isso aconteceu, mas no
começo era inevitável, pelo menos
inevitável no ponto de vista humano.
Agora, significa que eu vou ficar só com
esse grupo de pessoas? Não, não pode
ser. Eu preciso me preocupar com as
outras pessoas. Porém, eu observei ou
aqui é uma ilustração ou uma um exemplo,
né? Exemplificando, eu observei que num
determinado local, bairro da cidade, tem
um grupo de pessoas que está se
deslocando dali para poder por que não
plantar uma igreja? Por que que todo
mundo tem que se reunir aqui?
>> Sim.
>> Então essa essa ideia de E não é multite
não também, viu? Não não não curto muito
o conceito de de multisite, né? de
multilugares ali, uma igreja, vários
locais, não vai lá um plantador, talvez
tirando o o teu melhor obreiro,
teu melhor músico, talvez aquela pessoa
mais generosa, talvez o mais
hospitaleiro, os mais, sabe? E você pega
eles e colocam eles ali para plantar uma
nova igreja, claro, tudo conversado,
organizado, uma nova igreja, uma nova
comunidade de fé centrada em Jesus.
>> Uhum.
>> Né? O o Dver fala que a igreja não é um
acessório e aquilo para mim é nossa,
aquilo para mim é é incrível, né? Aquele
emojizinho lá do a cabecinha lá, né? O o
cérebro explodindo. F assim: "Quando eu
li aquilo, falei assim:
>> "Wow, né? Porque não é uma coisa que
você pode ter ou não. Sim, é ali, é o
povo de Deus reunido em nome de Jesus em
um determinado local. Pode ser um
prédio, mas pode ser não. Pode ser que
não. Pode ser um, sei lá, um uma cabana,
um uma oca, um sei lá, um sei lá o quê,
aonde for, mas é o povo de Deus reunido.
E isso não é uma uma coisa acessória.
>> Sim,
>> isso é isso é incrível.
>> É sublime, né?
>> É.
>> E Felipe, é o seguinte, cara. Eh, tu tá
na plantação ali já há 4 anos.
>> Isso,
>> né? Então, deixa eu eu deixa eu saber de
ti o seguinte. Imagina pessoal que tá
nos assistindo, imagina que tem alguém
que que tá querendo ser um plantador,
né? Ah, o que que você diria assim em
termos quais são os Quais são assim as
os highlights, as os as principais
conselhos que você daria para
>> para o cara que quer ser um plantador de
igreja, né? Uhum.
>> Eh, o qual o que é que ele pode esperar
de jornada?
>> Hum.
Neto, obrigado pela pergunta. Excelente
essa pergunta.
É bem possível, Neto, que essa talvez
seja a pergunta que eu mais tenho
respondido no nos últimos eh 6 anos, né,
desde 2018 para cá, quando eu começo a
estudar sobre a plantação e plantações
de igreja e revitalização.
Primeiro, eu lembrei de um livro eh do
Paul Trip chamado Vocação Perigosa.
>> Sim,
>> imagino que você conheça e talvez quem
esteja aí no, né, nos assistindo conheça
também. Se você não conhece, comece por
isso,
>> certo?
>> Vocação perigosa. Por quê?
Porque a vocação pelo ministério
pastoral é uma coisa
e eu não sei como é que foi a tua
invocação ou a convicção do teu chamado.
>> Uhum.
>> A minha se deu de madrugada num outro
país, lendo um livro que eu não vou
falar aqui agora, né?
um livro aleatório,
teologicamente questionável, mas aquele
momento para assim, o ministério é para
mim,
esse isso é para mim, isso é comigo, não
tem como não ser.
E aquele momento ou a partir daquele
momento eu fui desenvolvendo essa que a
gente chama de filosofia ministerial e
e eu ouvi e li isso repetidas vezes de
que se o ministério for uma coisa que
você pode evitar, o ministério não é
para você.
Então essa convicção ela precisa estar
muito muito vívida. Ela precisa estar
assim enfervescente na sua mente, no seu
coração. Essa é a primeira a convicção
do ministério, do chamado ministerial.
>> Uhum.
>> É claro que antes disso tem a sua
convicção de um salvo em Cristo Jesus,
né? A ideia dizer assim: "Não, eu eu sou
um cristão. Se eu for pastor ou se eu
não for pastor, eu estarei comprometido
com a igreja local.
Estarei sendo eh fiel e constante com as
minhas contribuições, a ideia da
generosidade. Eu irei servir as pessoas
que estão ao meu redor. Eu serei uma
pessoa não benquista, não elogiável, não
porque eu quero, não, mas porque o
evangelho me leva a isso, a servir, né,
a as pessoas que estão próximas a mim.
Então isso tem que tá tá claro, mas de
de assim de modo mais prático, né? A
questão da da plantação de igreja.
Ah, a mesma convicção que você precisa
ter de salvação em Cristo Jesus, de
vocação pelo ministério pastoral, é da
plantação de igreja. Em que em que
sentido?
>> Se você não tá abrindo uma igreja, você
tá fechando uma.
>> Uhum. Eu ouço muito, muito seminaristas
dizendo aí o pessoal, né, da escola aí,
ó, char explosion aí, ó, veja só, eu
muito fim, não, eu não, eu, eu não tenho
perfil de plantador.
Eu até entendo o que que essa pessoa tá
querendo dizer, mas eu tenho quase
convicção de que ela não, ela não
entende o que que ela quer dizer.
>> Uhum.
>> Por quê? Porque se eu não estou
plantando uma igreja, e aí é a frase não
é minha, né, mas é uma é uma citação
aqui de que a a plantar uma igreja é a
melhor forma de você evangelizar alguém.
Plante uma igreja. Quer evangelizar
alguém, vai plantar uma igreja. Aliás,
eu recomendo, viu? Esse aqui, ó, fica
para você.
Envolva-se, comprometa-se em algum
momento da sua vida. Fala, sabe aquela
oração mesmo assim? Fala, olha, eu quero
participar da plantação de uma igreja
durante lá x tempo aí. Então eu vou para
lá porque assim, sabe aquelas
murmuração, nossa, o pastor não não me
cumprimentou não. Lá ele vai te
cumprimentar, só vai ter você.
>> Aham.
você passa a olhar para o corpo de
Cristo e você chegar num dia igual eu já
cheguei de tá lá assim, eu, minha
esposa, os filhos, mais três pessoas,
duas pessoas ali e você ter preparado
aquele sermão de horas de preparação
durante a semana e você pregar com a
mesma
ênfase, a mesma ilustração, a mesma
garra, a mesma vontade, como se você
tivesse pregando para, sei lá, um sem
número de pessoas. Uhum. Tá? Então isso
é importante. Então se você não tá
plantando uma igreja, e aqui obviamente
eh entendam a a a fala, né, aqui um
pouco figurada, você tá fechando uma. Se
você não tá contribuindo paraa
edificação do reino de Deus por meio da
plantação de uma igreja, você tá você tá
contribuindo pro contrário. Então o
plantador de igreja, ele precisa sim ter
essa convicção, tá? Mas de que maneira?
Olha o meu caso, meu é o meu exemplo,
tá? É, é, é a minha história. Isso não é
doutrinário.
>> Uhum.
>> Eu sou de Brasília e venho para Curitiba
para poder plantar uma igreja. Não
conhecia ninguém. É o plantador
Kamikazi.
Recomendo para alguém? Não. Aliás, eu
até brinco, né? Se algum seminarista
chegar para mim e falar assim: "Pastor,
Deus tá me chamando para poder ir para
um lugar assim que eu não conheço
ninguém. Acima de 150.000 habitantes já
é o meu meu corte ali,
meu irmão, foi Deus mesmo que falou
contigo? Não foi anjo não, né? Não foi
assim, não foi nenhum representante, não
foi Deus mesmo. Aí tudo bem aí eu não
vou questionar essa pessoa não.
Agora, se fosse só um sonho,
um dislumbre, uma assim uma ideia,
eu eu não recomendo.
>> Então quando tu chegou aqui, só tinha tu
e tua família. Princialmente a gente
conhecia algumas pessoas assim, sabia
que as pessoas existiam, porque como nós
somos uma denominação nacional, ah, o
pastor Felipe tá indo, então fala com
ele. Certo?
[risadas]
Quando nós fomos começar, né?
Eh, engraçado, né?
Sete pessoas orando na sala de uma casa.
Aí chega mais duas, daqui a pouco a
gente tem 13 pessoas,
aí vem a pandemia. Aí nesse meio tempo a
internet, né, ajudou bastante. Quantas
vezes a gente chegou, né, pro para o
culto público,
como é que você chegou aqui? Não é
porque eu vi na internet, tinha uma
transmissão lá, tinha uma uma rede
social ativa, alguma organização ali.
Beleza? Então, as pessoas foram foram
chegando muitas vezes desse jeito.
Se a gente não entende nesses momentos
de dificuldade e não volta lá naquele
momento da tua convicção,
você para.
>> Uhum.
>> Agora, tão importante quanto isso, né?
Ent, eu diria que é você ter um bom
projeto.
Por quê? Porque tem vezes que você não
vai saber o que você vai, você tem que
fazer
nesses momentos. você tem que voltar lá
no teu projeto e você falar assim: "Por
que que eu estou fazendo isso que eu
disse que eu iria fazer?"
Clareza de de entendimento. Então, junte
com alguém. Acho que talvez seria um
conselho, né? Se eu puder dar um eh
esteja com alguém eh experimentado
nisso,
converse com essas pessoas, dedique-se
com essas esteja com em conferências que
tratam do assunto, porque isso vai eh
criar em você eh esse vai criar para
você essa esse teu embasamento, essa tua
fundamentação, essa tua convicção. que
talvez você possa chegar num lugar, numa
conferência, na literatura com exemplos
de pessoas próximos, né, que tem
mentores, né, de novo, uma palavra que
tá meio deturpada aí, mas é bom você ter
pessoas para te mentorear, né? E é bom
ter pessoas, é obrigatório ter pessoas
para te pastorear, né? Não existe, né?
Não existe essas, esses lobos
solitários, né? Isso não, não combina
com o evangelho.
>> Uhum.
Porque quando você está em contato com
essas pessoas, você passa de fato a
enxergar coisas que estão no teu ponto
cego.
Por exemplo, ouvir pessoas, não, eu sou
vacacionado, quero ter um ministério
pastoral e vou ser plantador de igreja.
Quem tá te enviando? Não, eu eu vou por
mim mesmo. Pronto, para mim já tá
errado. Não existe autoenvio na Bíblia.
Só o fato de ser autoenviado já é
antibíblico. Então assim, para mim já
não já tá fodado ao fracasso. E pode ser
um fracasso de 20.000 pessoas, pode ser
um fracasso de 50.000 pessoas, não
importa de um ministério, sei lá,
ministério, né? Não sei quantos anos,
quantas igrejas plantadas, mas isso
glorificou a Deus?
Será que realmente Deus está sendo
glorificado? era só uma alguém bem
organizado,
alguém que tinha ali uma, sei lá,
recurso financeiro e conseguiu
organizar. Fala bem, né? Porque a gente
imagina você colocar alguém que bem
disciplinado
>> Uhum.
>> que tem uma boa linguagem, um bom
comunicador
com um acesso, né, um financeiro que te
proporcione um bom prédio com uma parede
preta e um telão de LED com projeção
mapeada.
e uma boa música, né? E aí você cria
todo aquele ambiente.
Qual que é a probabilidade esse negócio
dar certo?
É, os olhos do mercado
>> sucesso. Sucesso. Não tem como. Sucesso.
Mas assim, diante de Deus. É, essa é
essa para mim é a é a grande questão.
Tem muito mais a ver com isso. Óbvio, se
alguém não de novo, não está plantando,
talvez essa pessoa esteja fechando.
Então, por mais meio que que sei lá,
frasezinha de efeito que isso possa
aparecer, mas eu tentei aqui trazer um
pouquinho dos desdobramentos do que que
isso significa.
>> É, cara, que o plantador carreira solo é
um perigo, né? Geralmente o,
>> sem dúvida
>> é geralmente o plantador carreira solo,
ele ele não tá plantando uma igreja, ele
tá colocando, tá abrindo um negócio,
alguma coisa do tipo, né? Porque a a
Bíblia, cara, é muito clara sobre a
importância de você não andar sozinho,
né? No caso, Jesus não chamou um
apóstolo, ele chamou 12 apóstolos. Eh, a
Bíblia sempre se refere à liderança da
igreja com presbíteros, né?
Então, na tua igreja, na igreja que você
tem implantado, eh, como é que é a parte
da liderança hoje, cara? Vocês, tu tem
uma equipe, ah, sei lá, de presbíteros,
de talvez diáconos, eh, e o assim, o que
é que você tem feito assim para para
como foi como como na verdade assim,
como que foi esse processo, né? Porque
como você disse, você chegou aqui
>> meio que não tinha muita gente, então
naturalmente você levou um certo tempo
para montar uma equipe.
>> Uhum.
>> E aí me fala como foi esse processo e
como é que tá sendo hoje, né? O que é
que vocês têm lá de liderança na igreja?
>> Netto uma orientação que a gente tem
como igreja, isso é uma filosofia de
ministério que foi levada para essa
igreja que tá sendo gestada aí ao longo
desses 4 anos, né? E enfim, tá sendo
plantada.
é que nós queremos ser uma igreja que
planta outras igrejas.
E um dos grandes gargalos que a gente
encontra aí nessas transições pastorais
de igrejas plantadas para igrejas que
chegam até um determinado momento, mas
elas por algum motivo ou outro elas não
eh não nascem, né, digamos assim, usando
usando o termo nascimento para aquele
momento de emancipação da igreja.
>> Uhum. É porque falta exatamente essa
coisa da da do treinamento e da
capacitação do que nós Igreja Cristã
Evangélica, chamamos de oficiais da
igreja.
>> Sim.
>> Presbíteros e diáconos.
>> Sim. Então nós entendemos, nós somos uma
denominação eh com modo de governo
democrático representativo,
>> congregacional,
>> basicamente. Aí inclusive, né, a igreja
do Evangélico Congregacional junto com a
Igreja Cristã Evangélica do Brasil era
uma só até até o final até 1979, se eu
não me engano,
>> né? salvo engano aí, depois a gente
coloca aí nos, enfim. E então existe um
presbitério, tem um presbitério e ele
toma algumas decisões e apresenta porque
a assembleia da igreja ela vai tomar
aquela decisão. Mas assim, não é não é
tudo que é levado para pra assembleia,
>> a não ser casos bem específicos, né? Aí
a ser é levado para pr pra igreja, mas o
presbitério é quem pastoreia, quem
lidera essa igreja. Quando eu cheguei
aqui, poucos meses antes, chegou também
um amigo meu, um Leonardo, hoje é um
amigo meu, né? É, mas na época era
alguém que eu não conhecia, mas que
falaram dele para mim e falaram de mim
para ele por conta dessas conexões de
uma conferência de plantação de igreja,
>> certo?
>> Veja aí de novo, né, a importância de
você estar eh junto, né, com essas redes
globais de de plantação de igreja. E aí
o pastor, o J Balman, que hoje inclusive
ele é o pastor do campus brasileiro da
Primeira Batista de Orlando.
>> Sim.
>> Ele tava plantando uma igreja no Rio de
Janeiro, a Redeemer, a a Redentor.
Aliás, tem umas ondas, né, de de nome de
igreja no no Brasil, né? Há um tempo
atrás, toda igreja era igreja com
propósito, agora toda igreja é do
redentor,
>> né?
E aí ele tava plantando essa igreja e
esse, né, esse meu amigo Leonardo
presbítero que o o J, né, formou, ele
mudou para Curitiba e a gente foi se
encontrar um tempo depois aqui e
começamos a conversar. Então assim, é
alguém assim muito bem informado, assim,
não só por a ser amigo hoje, mas alguém
muito capaz, né? No então isso foi muito
importante. Foi a primeira pessoa assim
que e cara, Deus falou assim: "Não,
deixa eu ter misericórdia daquele menino
lá que ele tá meio sozinho, deixa eu,
deixa eu mandar alguém para estar junto
com ele." Então, quando você fala, Neto,
que fundamental isso, viu? Eh, o
evangelho não é singular.
>> Uhum.
>> O evangelho é plural.
>> Sim. O evangelho é nós. O evangelho
nunca pode ser eu. O evangelho é sempre
corpo, é juntos, é unidade. Sim, tem tem
rusgas, né? Tem questões ali, mas no
poder do espírito, por meio do
evangelho, nós vamos nos ajustando.
E o Léo é isso, né? eh um grande amigo e
nós já tivemos, obviamente, ao longo
desses anos, eh, discordâncias e
questões que a gente precisou ir
acertando e isso é a beleza, né? Isso dá
a beleza do evangelho. Eh, há dois anos
também chegou o Paulo. O Paulo é um
pastor formado no nosso seminário, o
CTSB, eh, que fica em Anápolis.
>> Uhum. ele é formado lá e ele tá, ele
também queria estar num ambiente de
plantação de igreja no modelo que nós
estávamos fazendo em Curitiba.
>> Sim.
>> A ideia de ah uma igreja saudável é é
outro slogan, né? Que hoje toda igreja é
tem que ser saudável, porque se ela não
colocar isso em algum lugar nem tá
desconfia.
>> Mas a ideia da igreja saudável um
pouquinho lá, né, do Nove Marcas, do
Mark dever, Jonathan Lima e companhia. e
ele queria estar dentro de um ambiente
como esse e ele veio para cá, né, eh,
para poder participar dessa dessa
construção. Então, há dois anos ele está
aqui também. Além disso, temos um um
outro presbítero, eh, que é o Ricardo.
Só que o Ricardo, ele ele optou por
estar como um conselheiro,
>> sim,
>> digamos assim, não alguém que está
exercendo o presbiterato naquele
momento, né? Ou seja, você é igual a
ordenação, né? ordenado ao ministério.
Vai com isso, meu irmão, até o dia do
Senhor, né?
>> Mas ele não tá ali na aquela ideia do do
eleito, né? ele naquele nesse período
de mandato, digamos assim,
>> mas ele está sempre conosco também como,
né, alguém mais experiente, mais velho
mesmo e de de de trazer orientação e dá
o equilíbrio, né, o peso também nessa
nessa nessa questão de idade, né, de
etária, que é tão tão importante também.
Então é isso. Então vieram pessoas, né,
bem formadas em alguns lugares. O que
que a gente fez aí é o nosso processo ou
que que a gente faz hoje, né? Primeiro
respondi de onde eles vieram, né? Agora,
que que a gente fez? a gente criou um
modelo ali de reuniões mensais e de para
gente poder discutir sobre alguma coisa,
de compartilhar sobre algum livro, algum
texto, mostrando o que que é importante
a gente estar eh lendo, participando e
como que a gente vai pastorear. E de
novo vem aqueles, né, os nossos
princípios, nosso nosso nossos valores
em enquanto igreja. Então, eh,
basicamente é isso. E agora a gente tá
formando, né, mais dois possíveis
oficiais da igreja,
>> né? Então, esse essa reunião que são
esses quatro, a gente agregou mais dois
para que eles possam ir sendo treinados.
>> Sim.
>> Como é que a gente pastoreia a igreja?
Eles vão ver isso. Como é que a gente
discute sobre um assunto
músicas do do louvor? Eles vão verificar
como isso acontece.
>> Sim,
>> né? E é, e é uma igreja pequena, Neto. É
uma igreja pequena, é uma igreja com
pouco mais de 40 membros, né? A nossa
classe de membresia agora tem nove
pessoas. Então, assim, a gente tá a
gente tá a gente é pequeno e assim e não
vemos problema nisso. Uhum.
>> Né? A gente veria problema se a gente
não estivesse crescendo.
>> Sim.
>> E óbvio, nem sempre você vai crescer.
Tem momentos que vai ser ali de uma
certa estagnação. E é preciso saber ter
essa leitura, né? Por que isso? E aí,
qual que é a resposta? E por que que eu
citei isso? Porque
não poucas vezes isso tem a ver com a
tua capacidade de liderar as pessoas que
estão chegando.
>> Sim. Por que que Deus enviaria pessoas
para um local onde elas não seriam
pastoreadas? Então, se os presbíteros
são os pastores da igreja, nós
precisamos minimamente estar formando e
amadurecendo esses homens para que eles
possam pastorear essas ovelhas que são
do Senhor.
>> Certo? Então, no caso aí vocês são uma
equipe de quatro.
>> Isso.
>> E e aí você é o responsável, o o
principal, digamos assim, titular.
>> Titular.
>> Aí você prega sempre.
>> Ah, tem uma tem uma escala, né? Por
exemplo, a gente sempre tenta colocar
ali o semestre. Então, por exemplo, o
semestre de 2025 já está pronto,
inclusive com as séries, com os textos,
com as escalas que vão ser pregadas.
Normalmente eu fico responsável ali
entre, se tem quatro domingos, eu prego
em dois, eventualmente três.
>> E sempre o os demais pregam também,
>> certo? E e é uma bção, né, cara? É muito
melhor quando você tem uma,
>> sem dúvida,
>> uma equipe e de pessoas também, de certa
forma já experimentadas.
Porque aí você vai preparando outros,
né?
>> Você não sabe tudo, né, Neto, para
começar, tipo, você não você tem um
jeito de pregar que o outro tem um outro
jeito. Embora obviamente eu não vou me
aventurar aqui, né, em falar em sobre
pregação expositiva agora, né, não tem
como, né? Mas assim, até dentro da
pregação expositiva, nós temos um jeito
de um de um de um orador comunicar e o
outro de uma outra forma, embora você
mantenha ali a sua o seu esqueleto, a
sua base, mas ah um jeito, uma forma,
até a voz, tom, tonalidade, enfim, isso
é uma coisa. Ah, o jeito como pastorear,
um talvez seja mais próximo, outro
menos. Um gosta de mais livros, outro,
enfim.
E essa diversidade,
né, essa diversidade desses presbíteros
da igreja é fundamental. É fundamental
porque aí você cada quem tá chegando,
quem tá se aproximando, aquele que tá
almejando talvez, né, ali um um a
ser um ou epíscopos, ele deve opa, não,
eu achei isso interessante. Talvez ele
pegue algo bom, que seja algo bom do
Neto com algo bom do Felipe, faça ali
um, né, um assim, poxa, olha só, e vem
ali um obreiro aprovado, alguém que
maneja bem a palavra, dado obviamente a
oração.
>> E isso é a beleza do do evangelho.
>> Legal, cara. E na no caso os quatro
presbíteros são sustentados pela igreja
ou não? Não, não. Aliás, esse talvez,
né, a gente pudesse aí dar um voltar aí
um pouquinho lá na questão da do projeto
e da da figura do plantador e da
plantação de igreja, a parte
orçamentária talvez seja uma das mais
desafiadoras.
>> Sim,
>> sem dúvida. Uma das mais desafiadoras.
Por quê? Porque a gente não escolhe ir
para um hotel, para uma escola, porque
assim, nossa, que legal, não é? E a
gente também não escolhe assim, nossa,
eu vou passar alguma privação aqui. Eu
tô falando, não falando de passar fome,
né? Tô falando assim: "Ah, não consigo
fazer tirar férias, né?
eh por por opção, é por uma questão de
de orçamento. Então, hoje, por sermos
partes da Igreja Cristã Evangélica do
Brasil, desculpa,
então hoje, por sermos parte da Igreja
Cristã Evangélica do Brasil,
a gente tem um um mais uma vez, né, um
outro tripé aí que é a nossa igreja mãe,
embora seja um termo que a gente não vê
na Bíblia, mas assim, aquela igreja
enviadora que dá suporte espiritual
também financeiro.
>> Sim. a região que nós somos parte e é a
nacional. Então a gente vem aí um um o
sustento vem de de todos esses esses
lados e compõe ali, né, um né, como se
fosse, né, uma
>> um consórcio para que isso possa ser eh
para que essa plantação possa ser viável
também do ponto de vista financeiro. É
claro que hoje a igreja local também já
participa com com o sustento, né? é uma
ajuda de custo ainda, não é uma uma
prebenda, uma cóndrua, né? Não sei como
é que é o termo aí que você talvez possa
entender, o salário ali, o sustento
pastoral.
>> Sim.
>> Então isso vem de de vários lugares. E a
ideia que que a gente tem quanto não só
denominação, mas também isso faz parte
da nosso entendimento de igreja, é que a
emancipação da igreja ou essa maturidade
da igreja de fato se dará também com
essa independência financeira.
>> Sim. e eh a plantação de uma nova
igreja, que inclui, obviamente, o
sustento, pelo menos parcial, do do seu
pastor.
>> Sim.
>> Nisso tudo, Neto, acho que eu queria
deixar mais, acho que eu já dei um
conselho, acho que eu vou dar o segundo.
Eh, sejam organizados, sejam
organizados, sabe? Quem tá plantando uma
igreja, quem tá ali numa revitalização
de igreja, talvez você acho que isso
seja legal até para dar uma
revitalização. Poxa, quanto quanto de
dinheiro precisa?
Não, não é pecado falar sobre dinheiro.
>> Uhum.
Não é errado falar sobre dinheiro.
Aliás, nós pecamos
por omissão, por não ensinar o povo que
é de Deus, o povo de Deus, a entender a
bênção que é participar generosamente,
financeiramente com a plantação de
igreja, seja no sustento pastoral, seja
na locação, na compra, em alguma coisa.
E a gente por medo de a gente que eu
falo eh aqueles de teologia reformada,
né? Sei que é aqui é
multidenominacional.
Então, muitas vezes a por medo, né?
Aqueles que da fé reformada, da teologia
reformada, por medo de falar de
dinheiro, peca pela omissão.
>> Uhum.
>> E aí nós não redimos
um aspecto tão importante da igreja que
é que são as finanças. Então, hoje no
nosso caso, nós temos os presbíteros,
eles são eh são funcionários, inclusive
são funcionários públicos, um aposentado
já tem o seu trabalho, ou seja, é um
tempo parcial de dedicação.
Eu tenho a, né, a a questão do digital,
empreendo no digital, né, o pastor Paulo
também a mesma coisa. Eventualmente vai,
sabe, faz o faz os corre, né, né? Vai
ali buscando ali alternativas e tal. Eu
não sei se a gente tem tempo para isso
hoje, nem sabe um dia aí, mas assim,
essa é uma tendência hoje. é o ideal, é
o é o bom, é o real, como, né, o
sustento pastoral de uma igreja hoje,
né? Só deixa, desculpa te interromper e
já interrompendo aqui,
>> ah, inclusive esse vai ser o assunto do
nosso podcast que a gente vai gravar,
que o, ah, com o o pastor Ari, que é
pastor da Igreja Batista Calvário, e ele
ah já é pastor há muitos anos e também é
diretor de escola, né? Certo?
>> Então, ah, uma coisa que a gente tem
percebido são as grandes vantagens que
existem no pastor, que tem uma renda
extra, uma renda além da igreja,
>> eh, e o quanto isso é útil paraa
plantação de igreja, porque, como você
disse, o grande desafio de uma plantação
de igreja, um dos grandes desafios é a
questão orçamentária, a questão
financeira, né?
>> Sem dúvida. E a não ser que você tenha
uma grande instituição por trás
financiando, que você seja um
missionário, digamos assim, sustentado
por uma missão, por uma agência, por um
ou uma igreja já bem-sucedida,
estabelecida,
eh
como é que o plantador vai ter o seu
sustento, entende? E tem mais, a gente
conversou aqui que não era, não é o
quadro ideal que haja só um plantador,
que ele faça parte de uma equipe.
>> É,
>> então se sustentar um já é difícil,
>> avalie dois ou três, OK?
>> Do ponto de vista é eh apenas numérico é
impossível.
>> Impossível, né?
>> É impossível. Assim, pensando em igreja
local é impossível, ainda mais dentro de
um grande centro.
A conta não, a conta não vai fechar.
Você locar um prédio, nós estamos de
mudança, né? Não sei quando é que você
tá assistindo isso, mas a gente tá aqui
no meados de fevereiro de 2025 e nós
estamos de mudança. Vou deixar até o
registro aí, né, para o o Felipe do
Futuro, né, ouvir isso aqui e saber como
lembrar de como é que estava. Tem até
tem até o meme do momento, né, Neto? Eu,
como é que é? Primeiro você começa,
depois você melhora. Então, eu hoje já
visitei um prédio e assim, o valor de
locação tá muito além daquilo que nós
podemos podemos arcar, mas não dá para
ser menos do que aquilo.
>> Uhum.
>> Aí o que que você faz?
>> Duas opções.
>> Você senta e chora ou você ajoelha e
ora.
>> Uhum. Porque você tem que colocar na na
conta do milagre para daqui uns uns anos
na hora de lembra do livro da gente
escrever o livro assim, olha, quando a
gente foi ter a nossa primeira sede, foi
assim, tal e Deus milagrosamente
abençoou, porque é assim que acontece.
>> Uhum. E a e muitas vezes de novo, nós,
né, de de confissão reformada, eh, a
gente tenta, a gente meio que tende a
limitar a ação do espírito, né, de, sei
lá, de alguma maneira ter um medo de
falar assim: "Meus irmãos, se não for no
poder do espírito, nós não vamos fazer
nada. Não tem como. Você pode ser o
melhor expositor, você pode ter a melhor
compreensão eclesiológica, você pode ter
os melhores exemplos e mentores de
plantação e revitalização de igreja. Se
não for no poder do espírito, não
podemos fazer nada.
>> Uhum.
>> E isso precisa ficar também muito claro
no aspecto financeiro. Então, hoje é um
desafio nosso, é um desafio. Precisamos
de um novo prédio. Os pastores precisam
e eh condições, né? Você você falou aí,
né? Táí bem interessante assim, férias.
Sim, 13º,
um FGTM, né, que seria o equivalente do
FGTS aí pro tempo de serviço, é o tempo
de ministério. Coisas que são normais
dentro da dentro da da minha
denominação.
O que que é isso,
né? Imagina um um alguém, um funcionário
de uma empresa fala: "Não, a gente não
vai te não vai te pagar férias".
>> Uhum.
>> Não vai te dar 10 com tercero? Talvez aí
os empresários entendam o que que
signifique, né? Porque empresário não
tem férias. sem remuneradas, não, ele
vai ter férias. Se ele fez um bom
planejamento orçamentário, aí sim ele
vai conseguir gozar das suas férias, mas
de resto não. Bom, é isso, é desafiador.
É sempre um grande desafio.
>> Uhum. É, cara. Então, ah, então assim,
já pensando em todos esses desafios,
vamos, deixa eu te fazer uma última
pergunta pra gente encerrar aqui nossa
conversa. Claro.
>> Eh, o que é que você deixaria de
recomendação no sentido de quais são as
suas influências?
>> Uhum.
>> Ou se você quiser falar de autores ou se
você preferir falar de de obras
>> Uhum. ou recomendar instituições, algum
um seminário, alguma coisa que você eh
entenda que é focado na questão do
plantador de igreja, para que pessoal
que tá nos assistindo e que deseja
servir a Deus no ministério de plantação
de igreja possa terminar aqui e ter um
um norte onde ele pode crescer mais,
aprender mais, estudar mais e quem sabe
até eh uma preparação teológica mais eh
extensa, né? Uhum. Não, então vou
começar. Obrigado pela por esse
privilégio, né, de de compartilhar sobre
isso. Eu vou começar por Pedro e Paulo,
os da Bíblia. Sim. Pedro era um
pescador,
alguém ali de pouco estudo.
Paulo era tido como alguém que poderia
ser o chefe do judaísmo.
>> Sim.
Muito estudo. Qual que foi a importância
dos dois? Eu não sei dizer.
A gente pode elencar alguns algumas
coisas boas que cada um fez, mas dizer
exatamente qual foi a importância de
cada um é difícil. Mas uma coisa movia
os dois, óbvio, depois de convertidos,
né? O próprio espírito de Deus era um
corajoso.
Mas onde Pedro prega?
Onde Pedro desenvolve o ministério dele?
Numa cidade específico, num local. Sim,
limitado.
E Paulo, Paulo é bem mais abrangente.
Talvez a terra conhecida daquele momento
é onde Paulo pode ir, pode pregar.
O que que isso me ensina sobre essa
capacitação? Então, primeiro,
capacite-se.
>> Uhum.
>> Poxa, a gente tá aqui, né, no no podcast
da da escola Charles Espon. Poxa, tá
aqui. É uma opção. Capacite-se. Talvez.
Ah, algum por algum motivo, poxa, ah, eu
quero, eu não consigo o online, vai pro
presencial.
>> Sim.
>> As pessoas não mudam de cidade por conta
de emprego.
>> Uhum.
>> As pessoas não mudam de cidade por conta
de faculdade. Se, né, jovens mudam de
cidade, o pai paga, paga pensionato,
paga eh que mais? alimentação,
a para pro filho poder estudar. Poxa,
coloque isso como prioridade.
Tenha isso como prioridade. Talvez pai,
mãe, né, para o seu filho. Se ele
realmente deseja isso,
vá lá. É claro, tô colocando aqui de uma
maneira, eu sei que tem os outros
aspectos, tem os aspectos financeiros,
tem os tem, eu sei que tem isso, mas
dedique-se para isso, para estudar.
Então, eu gostaria de começar com com
esses dois exemplos, né, da Bíblia, né,
de Pedro. de Paulo e da abrangência
ministerial deles. Não estão nem falando
de de importância, é de abrangência. O
que que eles onde o ministério que Deus
deu para ele chegou? Isso é muito
importante.
>> Uhum.
>> Ah, eu tenho pessoas que me
influenciaram bastante.
Ah,
sem dúvida, meu pai, o cara que me
ensinou a ler a Bíblia.
>> Uhum.
>> Ler a Bíblia, me ensinou a ler na
Bíblia. E isso foi bem bem legal, muito
importante. E obviamente minha mãe que
me ensinou a orar.
>> Uhum. E sem oração e leitura da palavra
não não tem como. Então eu sou muito
grato a Deus pela vida deles.
Agora, dessas referências um pouquinho
mais distantes, né, essas longas, tem um
que marcou muito o ministério. Em 2013,
eu tava meio perdido,
casado há pouco tempo, um filho pequeno.
E o Michel Augusto foi um cara que me
abraçou, me levou para perto dele,
>> me deu porrada. Não literal, tá? Mas
assim, até porque se ele me desse para
pôr o tamanho que ele tem, o meu
tamanho, eu tava não tava aqui para para
contar história. Mas ele foi uma bção na
minha vida, alguém que me eh pastoreou,
que cuidou de mim, que soube eh entender
o momento ministerial que eu vivia e que
me apontou para uma para uma direção. E
do ponto de vista da plantação de
igreja, aquilo foi muito importante para
mim. Uhum. Claro, ainda muito
embrionário naquele momento. Aquilo era
2013, só em 2018 que de fato aquilo, né,
tornou assim vivo, né, assim, não é isso
mesmo que eu que eu quero, meu o
ministério que Deus tem me confiado vai
se desenvolver através disso. São
pessoas mais pessoas mais ainda perto,
mas hoje tá tá tá distante. E tem
autores, né, eu já citei alguns aqui,
obviamente o Keller é leitura
obrigatória, né? Eh, realmente a gente
precisa ler não só igreja centrada, né?
Tem tem vários outros aí que que são
importantíssimos, né? Eu recomendo
oração.
Oração do Keller é um livro assim
impressionante, né? Junto com Baldes,
que Baldskreveu bastante sobre oração,
mas 90, 2000, era muito famoso, mas
agora o Keller vem e traz isso também.
Tem o Jonathan Limman também, muito
importante para quem gosta, né, de
números aí, para quem gosta aí da da
matemática, da coisa. Tem o Ed Steter,
que também eh escreve sobre o assunto.
>> Ah, isso vale a pena também. Por quê?
Porque você vai formando realmente um um
compêndio mesmo de matérias teológicas,
bíblicas que você precisa para você
poder estar ali, né? Li bastante também
isso. Já nem li literatura eh
necessariamente é cristã, né?
Evangélica, é cristã católica. Li
bastante sobre comunicação social,
né? de alguns padres aí que se quer
Paulinas tenha muita publicação sobre
sobre essa questão da comunicação
social, das redes sociais. Isso é muito
importante também. Por quê? Porque você,
eu, todos nós estamos comunicando para
um público que está onde?
>> Conectado, tá aqui, o público tá aqui.
Então, a gente precisa saber como
comunicar com esse público e, claro,
fazer com que eles estejam
presencialmente, né? fazer essa
transição. Agora, se eu não entendo como
eles estão lá e por que eles estão lá e
como eles estão lá, como é que eu vou
fazer com que eles estejam presentes?
>> Isso vale vale a pena essas leituras.
Mark dever eu acho que é é
interessante. Eu gosto da filosofia de
ministério dele, a forma como eles
plantam igreja, lógico, tem que guardar
as devidas proporções, né? Se você
quiser fazer o que o Keller e o Dev
fizeram nos Estados Unidos, aqui no
Brasil, você não vira a esquina e você
já tá tá frustrado, né?
Ah, tem mais, tem, tem,
tem outros, acho que Mas eu a Polrip,
né?
>> Prip é é uma bção paraa minha vida, né?
Aquele irmão é uma bção. Aliás, foi uma
conferência que ele esteve no Brasil em
2000 e
quando ele e o Keller estiveram aqui,
não sei se você lembra disso, estiveram
em São Paulo e estiveram no Rio de
Janeiro. Foi 2000
19.
2019
lá. Foi impressionante como como eu pude
ter, né, a clareza do que eu estava
fazendo, ouvindo aqueles dois irmãos
expondo o evangelho e com uma um amor,
paixão e já assim experientes, né,
experimentados e ainda com aquela aquela
vontade. Então foi foi são homens
importantes aí.
>> Que beleza. Que beleza. Legal. Ah,
Felipe, muito obrigado, cara. Muito
obrigado por esse esse papo. Agradeço
mais uma vez você ter aceitado o
convite, né? Tirado um tempinho para
estar aqui com comigo nessa conversa.
>> Obrigado, Net.
>> Eh, eu rogo a Deus que que te fortaleça,
que te abençoe no teu ministério, ah, na
Igreja Cristã Evangélica de Curitiba,
não é isso? Vocês se reúnem em que
bairro? Qual o endereço lá?
>> Nós estamos em Curitiba, o bairro é o
Batel. Nós nos reunimos no Hotel
Mercury, na Avenida 7 de Setembro 5368.
Todos os domingos, a partir das 9 horas,
a gente toma um café junto. Todo
domingo, todo domingo a gente toma um
café junto e o culto público inicia às
10,
>> certo?
>> Então se você quem puder tá convid, tá
feito o convite, né, para para estar com
a gente, eh, serão serão muito
bem-vindos.
>> Beleza. Será que é o hotel que o
Corinthians fica hospedar quando
>> é? Não, não é não. Graças a Deus não é.
Eu sei que você é corintiano, gente.
Aqui um corintiano e um palmeirense. Viu
só o que que o evangelho faz? O
evangelho é uma bção. Tu é tu é
palmeirense,
>> graças a Deus. Frequentador do Alians
Park. Graças a Deus. Ia dizer que
[risadas] quando o Corinthians vi jogar
aqui, eu vou visitar tua igreja.
>> Sabe onde é que ele sabe? Sabe onde é
que ele sabe onde? Eu acho que eles
ficam no ou é no Borbom ou é no Radson.
>> É no Borbom.
>> É no Borbom. É, normalmente as
delegações ficam lá no Borbom para zoar
contigo. [risadas] No Borbom.
>> Isso aí. Beleza, Felipe, cara. Deus te
abençoe. Certo? Eu espero
>> ter uma oportunidade de conhecer lá a
tua igreja há algum tempo
>> e e ter você aqui outras vezes aqui no
nosso podcast, conversando e trocando
experiências. Beleza?
>> Deus te abençoe, cara. E para vocês aí
que nos assistem,
>> fiquem ligados, né? Nós estamos apenas
começando os nossos trabalhos aqui no
podcast da escola Charles Espjon.
Compartilha com alguém. Compartilha aí
com seus amigos. Eh, também você pode
ouvir esse conteúdo pelo Spotify, pelas
outras mídias de áudio, né? Pelas
outras, como é que a gente chama isso,
pastor? Spotify, dieser, a gente chama
de quê?
>> Eu não sei não.
>> De aplicativo de áudio.
>> É isso aí.
>> Pronto.
>> Então você vai poder escutar por lá
também.
Ah, então nos ajude aí a divulgar o
nosso trabalho e caso você deseja
estudar conosco aqui na Escola Charles
Expujon, aqui tá o site
escolachales.com.br.
Lá você conhece os nossos cursos,
conhece as nossas opções e considere
diante de Deus e diante da sua igreja a
possibilidade de vir desenvolver as suas
habilidades
ministeriais conosco, tá bom? Deus
abençoe. Valeu, Felipe.
>> Prazer, Neto. Obrigado.
>> Que a graça do Senhor Jesus Cristo
esteja contigo, meu irmão.
>> Amém.

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