Histórias da Consciência Cristã (PodCast com Euder Faber, Antonio Neto e David Abreu)
27/11/2025
Histórias da Consciência Cristã (PodCast com Euder Faber, Antonio Neto e David Abreu)
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Fonte: Escola Charles Spurgeon
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Fala, povo querido. Professor Antônio Neto aqui para mais uma edição do nosso podcast, podcast da Escola Teológica Charles Espugon. Esse podcast tem a intenção de abençoar a sua vida, de produzir um conteúdo que pode encorajar, que pode eh inspirar você na no serviço da obra de Deus, nos seus estudos teológicos. E hoje eu tenho aqui mais uma vez a presença do meu querido amigo, pastor David Abreu. Então, como é que tá seu dia, pastor David? >> Olá, meus irmãos. Que alegria poder estar aqui mais uma vez nessa parceria maravilhosa com pastor Antônio Neto e entrevistando pessoas maravilhosas, né, qual temos o privilégio de conhecê-los aqui por meio também deste deste podcast. E é uma alegria estar sempre com vocês aqui. Espero que todos estejam bem, que a graça de Deus nos abençoe durante este dia e nós tenhamos um momento maravilhoso aqui com o pastor Elder. >> Amém. Isso mesmo. Então, hoje nós temos o que a nós temos aqui a alegria, o privilégio de entrevistar o nosso querido irmão Elder. Então, vou permitir que ele então fale de si mesmo, né? Eh, eu se apresente aí. Eu tenho certo conhecido, mas eh fale aí o que o senhor quer falar a respeito de si mesmo, que o senhor acha que vale a pena apresentar para o pessoal. Olá, um prazer estar aqui com vocês, né, nessa transmissão. Para mim uma alegria muito grande. Meu nome é Defaber, né? Eu resido e também sou oriundo de Campina Grande, na Paraíba, né? E sou casado com Janeir Andrade. Tenho duas filhas maravilhosas, a Rebeca e a Júlia. E agora já sou vovô do Daniel. e da aurora, né? E pela graça de Deus, né, tenho estado trabalhando nesse projeto já há quase três décadas, né? Tempo voa, o tempo passa, que é a consciência cristã, né? e tenho tido essa alegria, esse prazer de de alguma maneira poder estar contribuindo, né, para que o reino de Deus possa se ser fortalecido, expandido, né, em terras nordestinas. E por que também não dizer, com uma certa até influência no Brasil. >> Isso mesmo. Então, só é nascido e crescido em Campina Grande, a verdadeira capital da Paraíba. Não diga isso aí perto do nosso pastor David Abril. Campina Grande é a segunda cidade da Paraíba, né? Eh, e é mais conhecida, né? Infelizmente pela festa junina. >> Uhum. >> Não gostaria que fosse assim, mas tem sido. Mas assim, no período do carnaval, né? De certa forma tem se notabilizado, né? no Brasil, correndo na contramão daquilo que tem acontecido no resto do país, por meio da consciência cristã. Isso tem, de certa forma notabilizado, né, de forma inusitada, vamos dizer assim, improvável, Campina Grande nesse período para todo o Nordeste, também para o Brasil. Olha, e é interessante isso porque de fato Campina Grande é uma cidade nacionalmente conhecida pelo São João, né? São João de Campina Grande. Eu acho que compete ali com Olinda, né, como os maiores festas, as maiores festas juninas que tem, especialmente no Nordeste. Só que quando chega no carnaval, a cidade ela praticamente para o evento da consciência cristã, não é? Então, como é que o senhor chamaria isso? O senhor chamaria isso de milagre? >> É, com certeza é ação divina, né? Porque eh Campina Grande na eh no início da década de 90, ela criou um carnaval fora de época que já nem existe mais. período, o período áurio dos carnavais de Campina Grande era na década de 60 com os carnavais de baile em clubes, essa coisa toda, né? Mas depois as pessoas a partir da década de 80 e tal começaram a a a a descobrir aí o as belas praias paraibanas, né, ali em João Pessoa, no litoral sul, litoral norte e tal. E a cidade a partir desse período ficava totalmente esvaziada. Uhum. >> Né? E tinha-se um carnaval fora de época, no mês de abril, mas no período do carnaval mesmo não se tinha nada, né? Daí na época o prefeito aqui teve a ideia de criar um movimento, né, que não era evangélico, um movimento macroecumênico e macro esotérico. E daí começou-se esse processo em Campina Grande, né? E depois, de um certo tempo, eh, os evangélicos também sentiram a necessidade na cidade de ter o seu espaço, já que eles não comungavam, vamos dizer assim, com a visão, eh, doutrinária e filosófica daquele movimento que a prefeitura tinha começado. E daí surgiu a consciência cristã. Nós não tínhamos ideia, né, do que esse evento iria se transformar. Nunca nunca eu mesmo não tenho formação na área, não sou um marqueteiro, nem um nem alguma nem não tem formação na área de realização de projetos e eventos. é um simples pastor, não é, que Deus de alguma forma tem usado junto com outros, evidentemente, que isso é uma obra de muitas mãos, para que esse trabalho eh surgisse e hoje, não é, tomasse esse vulto, vamos dizer assim, que tomou, né, chamando atenção não só da Paraíba, não só do Nordeste, mas o Brasil é muito grande também até do Brasil, né, de certa forma, né, eh correndo na contramão, né, daquilo que acontece acontece no resto do Brasil. Inclusive em Campina Grande oficialmente não tem carnaval, né? Existe um pré-carnaval que é no período de janeiro e no durante esses dias de consciência cristã não se tem em Campina Grande manifestações carnavalescas, né? As pessoas que vêm para cá, vem em busca de espiritualidade, né? Vem em busca de ouvir uma palavra, de adorar a Deus, de serem fortalecidas. E é isso que tem acontecido. Já passou-se 27 edições e agora, se Deus permitir, no mês de fevereiro, vamos estar realizando a 28ª edição da Consciência Cristã. >> Mas essa esse fato de não ter carnaval eh em Campina Grande eh se deve à consciência cristã? a consciência. Então, eh, existe alguma espécie de de lei municipal que foi estabelecida nesse sentido por causa da consciência ou não? Eu diria que sim, que é por causa da consciência cristã, porque por mais que o carnaval fora de época que que eu falei para vocês que fora lançado no início da década de 90 acabado, mas ainda ficaram aqueles resilientes, vamos dizer, aqueles aqueles resistentes que faziam o carnaval de troças aqui de de de carnavalescas aqui em Campina Grande, né, até o ano de 2019, 2020, antes da pandemia, porque pandemia aconteceu logo após o carnaval, né, 2020. >> Uhum. >> Esse movimento, né, isso acordado entre eles ficou acertado deles fazerem o movimento deles na semana anterior, a semana da consciência cristã. Então, de certa forma, né, sim, é por causa da consciência cristã que não se tem manifestações carnavalescas em Campina Grande durante o período do carnaval. Não há uma lei, mas há um acordo, né, entre a própria associação carnavalesca, né, aqui da cidade, e a consciência cristã e outros eventos, né, porque acontece outros eventos de outros de outros segmentos religiosos durante esse período do carnaval. >> Ah, sim. aqui em Campina Grande são eventos, evidentemente menores, né, em nível local, né, mas a consciência cristã é que de fato, por acontecer na no na principal praça de eventos da cidade, que é o Parque do Povo, né, onde acontece o São João, onde é montada uma super estrutura ali e atrai, tem atraído e os hotéis ficam movimentados, os restaurantes, a cidade fica pulsando durante o período do carnaval. nem lembra, né, que estamos num feriadão de carnaval aqui em Campina Grande por causa, evidentemente, grande parte, grande parte, eu diria aí 80% ou mais por causa da consciência cristiana. >> Aham. >> Na verdade é é interessante, neta, é porque a em Campina Grande fica como que se a gente tivesse num grande retiro, né? Um retiro de quatro dias ali com muitas igrejas, muitos irmãos, muita gente reunida. E uma das coisas mais belas que eu que eu que eu vejo na consciência cristã sempre que eu vou é que naquelas fileiras ali todo mundo sentado, você tá ao lado, aqui na sua esquerda tem um assembleando, aqui na sua direita tem um um congregacional e ali tem um presbiteriano e todo mundo cantando e orando junto e dando as mãos em oração. E isso é um momento muito, muito magnífico e muito glorioso da consciência cristã. >> Eh, sem dúvidas. E e nesse nesse tempo, eh, o Welder, agora indo paraa 28ª edição, né? Eh, durante esse, esse caminho, ah, houve uma aproximação com a teologia reformada, né? Então, como que foi ah, como que como que se deu essa aproximação da consciência cristã com a teologia reformada? Isso começou com com o senhor ou foi algo que o senhor pensou? mais para o evento mesmo. Explica pra gente como foi esse processo. >> Olha, eu sou de uma igreja pentecostal, né? As pessoas até não entendem muito isso, né? Sou da igreja o Brasil para Cristo, né? Minha igreja é pentecost minha a denominação é pentecostal, muito embora a minha igreja local não seja. É meio que as pessoas há uma tolerância, né? Dentro do Hoje é difícil você ter uma linha única nas denominações, né? Você vai ver dentro da igreja prestana, você tem de tudo, né, também, né? Você tem neopentecostal, liberal, neopolitano, né? Enfim, e guerras batistas acontecem a mesma coisa. Ess parece que alguns já dizem que já vivemos um período pósdenominacional, né? Mas assim, eh, a a consciência cristã, ela não se eh posiciona como um evento reformado, >> sim, >> né? muito embora a esmagadora maioria dos participantes, dos pré-eleitores sejam reformados, né? Eh, a gente procura transitar e de certa forma, né, nos manter apegados à aquilo que é central na fé cristã. >> Uhum. E eu acredito que isso tenha sido uma eh tenha tenha sido uma das formas que que tem congregado, como você falou aí, né? tem o crente pentecostal ali, o crente reformado. Evidentemente que, né, eh, até recebemos um, de certa forma, uma certa crítica, né, porque a maioria, 90 ou mais por dos predetores são reformados, né, porque o próprio, eu sou de uma igreja pentecostal e sei das dificuldades, né, de se encontrar eh pregadores que estejam dispostos a se deter ao texto, né, explicar o texto e aplicar o texto para as pessoas, né, há a há uma distorção muito grande, infelizmente, né? Meu desejo era que é que as a as as denominações pentecostais voltem paraa palavra, né? A gente sabe que há >> aí a a a algumas questões aí que que nos nos diferenciam, né? Que é mais naquilo que é central, né? Acho que é possível trabalhar, mas isso, o evento quando iniciou na década de de no final da década de 90, né, no início dos anos 2000, eh eu diria que ele tinha uma pegada muito mais pentecostal, né, >> mas sempre teve uma pegada apologética, né, >> eh, a gente tava mais muito mais preocupado a fazer um enfrentamento de falsos ensinos, de falsas doutrinas, devido ao movimento esotérico e macroecumento que existia em Campina Grande no início da década de de 90, né? >> Mas quando esse movimento esotérico macroecumênico, ele foi arifecendo, foi perdendo força, né? Aí tem aquele ditade que diz, né? Ninguém chuta cachorro morto, né? >> Sim. >> Então a gente disse agora o que é que vamos, o que é que vamos fazer, né? E quer queira, quer não, quem quem tem se destacado no esmeiro, na pregação, na exposição e na explicação da palavra e na aplicação, são pré-eletores de linha reformada, né? >> Aham. >> Eh, o primeiro preleitor reformado, né, que trouxemos aqui hoje, infelizmente, ele enveredou, né? Não sei se nem se eu devo dizer, né? Mas, mas >> fale >> hoje, né? >> Fale, pode falar, >> pode falar. Fale. >> Pastor Antônio Carlos Costa, né? >> Sim. >> Que foi eu talvez um dos maiores pregadores do Brasil. Infelizmente ele abraçou, né? Eh, eh, esse viés mais, eu diria hoje, progressista e tal, né? se distanciou de certa forma, né, da da daquela daquela missão que ele tinha no início, né, e abraçou e de repente acha que o importante é é eh eh eh é é transformar o mundo, né? Eu acho que esse mundo aqui >> eh ele tá condenado, né? Acho que pessoas podem ser alcançadas e transformadas, mas o sistema aqui ele só vai eh ter cabo quando Jesus Cristo rasgar esses céus, né? Mas começou com ele, né? Depois veio o Hernandes, né? E outros até que já faleceram. Eu lembro do pastor Paulo Solonca, né? Da igreja, eu acho que primeira Batista lá de Florianópolis. >> Florianópolis. Isso mesmo. >> Uma figura extraordinária, né? que que andou por aqui também e já partiu e outro o Dr. Russo Ched, né? Como esqueci >> do Dr. Russel Ched começou a vir e outros tantos, né? E a a o evento começou a ter essa cara. E eu acho que isso foi uma direção que aconteceu não por causa da minha formação, algo de caso pensado e tudo mais, mas que foi acontecendo segundo a Deus guiando todo esse processo, né? >> Aham. o próprio reverendo Augusto Nicodemos, que eu acho que começou a vir aqui no final da dos anos 2009, 2010 por ali, começou a a frequentar eh o Franklin Ferreira, eu acho que um pouquinho antes, o Renato Vages, um pouquinho antes, né? Essa turma começou a frequentar, a vir para o evento e assim tem se dado, né? Eu não sou, eu não, eu, eu não sou contra e nem me obstaculo a trazer um pastor pentecostal, muito pelo contrário, se vier, né, mas que venha, né, com aquela visão nossa aqui de pregar o texto, né, expor o texto, né, aplicar o texto e abençoar o povo de Deus, né, e não aquele pregação de três pontos, né, que o cara lê o texto, sai do texto, nunca mais vota no texto, né? Aí, aí aí não dá. né? A consciência cristã de certa forma tem se notabilizado, né, por esse cuidado. >> Sim, >> ser tipo meio que um oasis, vamos dizer assim, né? E como eu me alegro com isso também, né? Porque os evangélicos são tão criticados por ser por ser um povo tão dividido. >> Aham. A unidade, a Igreja Católica se aora de de ser única, né? De ter essa unidade e tal e tudo mais. A gente sabe que não é bem assim lá dentro, né? Mas é possível, né? Aqui você tem a Assembleia de Deus de Campina Grande participando do evento. Talvez seja o único lugar em que eles participem. >> Aham. >> Efetivamente, né? A gente tem uma relação muito boa >> com a Igreja Assembleia de Deus aqui em Campina Grande. Aí você vai ter o presbiteriano, você vai ter o Congregacional, você vai ter o Batista, né? Você vai ter ali o Metodista, enfim, participando debaixo da mesma tenda ali, né? abrindo mão, de certa forma, ali dessas questões que eu acredito que são secundárias e por algum momento, por algum instante, se concentrando naquilo que é primordial, que é essencial à fé cristã. >> É, é innegável que hoje Campina Grande é a é a nossa genebra, né? É a genebra brasileira. Mas eu eu me lembro me lembro ainda do do Silas Malafaia eh no no programa dele chamando a consciência cristã de consciência calvinista, né? Eh, não sei se o senhor lembra disso, né? E criticando muito e encorajando as pessoas a não irem paraa consciência cristã, porque era uma consciência calvinista. E aí tá explicado, né, que que na verdade o foco nunca foi promover o calvinismo ou a teologia formada, mas a pregação, a exposição da palavra de Deus, né? E aí eu queria aproveitar isso que eu mencionei do do Silas Malafaia e falar um pouco dos dos desafios, que obviamente a consciência cristã do tamanho que ela tomou hoje, ela também tem enfrentado muita oposição, né? ela tem muitas críticas e tudo. Então, eu queria saber se o senhor poderia compartilhar conosco eh quais são os grandes desafios, né, suas grandes dificuldades. >> Ah, pode falar, David, fica à vontade. Até você falando isso aí me veio a memória quando eu estudei sobre esse assunto e estive uma vez com o pastor Jorge Noda, quando ele veio para uma conferência aqui na nossa igreja, ele me falou de um pastor que deu muito trabalho a vocês, um pastor que era metido com os ecumênicos, que se envolvia muito com os ecumênicos e ele deu muito trabalho a vocês ali no início da consciência cristã, perseguiu demais a consciência cristã. Eh, se não me fal memória, acho que ele era ele era até presbiteriano, era presbiteriano independente, eu não não lembro bem se era do Brasil ou independente. E vem exatamente a calhar com essa pergunta do do pastor Neto. >> Eh, esse pastor aí, né? Inclusive ele foi um grande expoente na década de 70, talvez o Caio Fábio da década de 70, né, que era o Nemias Marien, era um pastor presbiteriano, né, e depois ele abraçou o liberalismo teológico, né, e foi ser pastor da Igreja Presbiteriana Unida, eu acho que lá no Rio de Janeiro. Esse cara todos os anos vinha para Campina Grande junto com o bispo católico. Eles abriam o evento que chamava-se Nova Consciência. Inclusive o nosso nome consciência cristã de certa forma derivou, né, eh do nome do evento esotério, porque nós queríamos fazer um resgate, né? Nós sabíamos que aquela nova consciência não tinha não tinha nada de novo, né? Era travestido de novo. E nós queríamos trazer ao povo a uma consciência cristã. Por isso que esse trocadilho, nova consciência é consciência cristã. Tanto que quem tem mais de 40 anos em Campina Grande, ele vai chegar para mim e vai fazer um um mix dos dois eventos. Ah, esse aí é o pastor Elder, é o pastor da nova consciência cristã. Mas quem tem menos de 40 anos, 30 anos, aí não, aí não vai mais lembrar desse movimento da década de 90, né? Aí vai chamar de consciência cristã mesmo, porque é o único evento hoje que restou e que ficou eh eh graças a Deus. Agora, o em relação ao Malafaia, né? Malafia inclusive você vê, né, a ironia do destino. Eu tentei, estive com Malafia algumas vezes, né? Eh, talvez não vá lembrar disso, né? Porque o evento tava dando seus primeiros passos. Porque o Malafia da década de 90, quando ele tinha bigode, é diferente do Malafia de hoje, sem bigode, né? Porque >> Malafaia ele ele ele abraçou tudo aquilo que ele condenava no passado, né? Tudo aquilo que ele criticava, movimento G12, teologia da prosperidade, você vem, você vai ver vídeos dele aí no passado, né? Eu locava fitas cassete, né, para ouvir as mensagens de Malafa, né? Eh, na locadura tinha um uma prateleira só das mensagens de Malafia. Você vê a influência que esse cara tinha na década de 90 e depois se perdeu eh infelizmente completamente, né? Eh, no campo teológico, né? Ele pode ter até alguma contribuição no campo ético, não sei, campo moral, um campo político, talvez, né? Com a com a voz que ele tem hoje e tal, né? Muito embora seja muito estridente, né? Mas eh ele ele ele e foi era do interesse nosso, né? Depois, né? Ele mandou recados, né? Até eh meio que entre aspas. Ele talvez se ele for assistir isso aí, ele vai negar, né? Eu não vou expor o nome do pastor, né? Que é aqui até de da Paraíba, né? Que tentou fazer um link comigo, né? Mas aí já não, já era tarde demais paraa participação dele, porque ele já havia dado as costas aquilo que ele de certa forma pregava no passado, né? Mas eh eu procurei na época nem respondê-lo, né? Porque acho que não valia a pena, né? Vamos continuar nosso trabalho aqui, né? Eh, nem a própria Assembleia de Deus aqui local da cidade vê com bons olhos, né? A postura dele, né? do do do próprio Malafa. Esse aí foi um um dos >> dos poucos desafios que, vamos dizer assim, enfrentamos nessa área, né? Mas já enfrentamos, né? Talvez o maior desafio hoje da consciência cristã, né? É manter eh manter a sua o seu o seu foco, a sua linha, né? Porque a tendência com o passar dos anos é você se perder pelo meio do caminho, né? A gente, inclusive, agora nós criamos um conselho teológico filosófico, inclusive o pastor Jorge Noda é o presidente. Pastor Jorge Noda foi o primeiro preleitor da consciência cristã, né? Uma uma uma mente brilhante que é que é que é o pastor Jorge Noda, né? Tem mais dois membros >> desse Conselho teológico. Nós vamos aprovar agora uma uma declaração de princípios e valores no final desse mês. Nós vamos estar lançando na consciência cristã e vai ser meio que um norteador, né? quando convidarmos um palestrante, ó, vocês dá para subscrever isso aqui, né? E também para internamente servir de de de balizador. A gente não pode caminhar por aqui, nem por ali. A gente tem que seguir aqui, né? Eu tô aqui hoje, né? Não sei quanto tempo Deus vai me permitir estar. Meu desejo é que esse evento ele continue, né, ao longo dos anos, né, seja comigo aqui à frente, com outra pessoa, né? Eu me sinto como um soldado apenas. O meu desejo é que tudo isso que foi trabalhado ao longo dessas décadas não se perca, porque a tendência e lamentavelmente às vezes é essa. Quando vem uma outra geração, né, não ter esses marcos. Eu acho que a gente tem que fincar esses marcos para que esse evento continue dando >> essa contribuição que tem dado, né? E hoje e assim hoje eh o evento, como eu falei, né, ele começou na década, no final da década de 90 como uma um um um momento de contraponto a um evento que havia em Campina Grande, um evento macroecumento e macroesotérico. Esse evento macroecumênico e macro esotérico era gratuito porque era realizado pela prefeitura, era bancado pela prefeitura >> e o nosso nunca foi bancado pela prefeitura. recebe hoje ainda uma ajuda pontual financeira. E é importante, não quero de de de se considerar aqui, mas o evento sempre foi bancado pelo povo de Deus, né, na sua esmagadora eh maioria. E a nossa visão sempre foi mantê-lo gratuito. Ninguém paga nada para participar da conciência cristã. Mas como manter essa gratuidade? Se você monta uma estrutura só de pavilhões ali, nós temos em torno de em torno de 11.000 m² de pavilhão contados. Isso num período crítico, é o período de carnaval, onde João Pessoa tem evento, Olindo tem evento, Recife tem evento, Natal tem evento, o interior todo tem evento aí de carnaval e tudo demanda estrutura. >> Sim. >> Como é que você faz para administrar e para concorrer? Porque carnaval é pago, os caras pagam o dobro do valor que eu pago aqui. Às vezes o fornecedor ele monta para mim aqui cobrando a metade do valor, porque ele não se identifica, não gosta de carnaval e quer fazer. E é, na verdade, é Deus que toca no coração dessas pessoas. Então, o grande desafio hoje o recurso humano. Eu já tô ficando velho, né? daqui algum tempo não vou estar mais em condições de estar à frente desse trabalho. E a minha oração é que levante pessoas para pegar o bastão, né, eu passar e >> e ele prosseguir, >> né? E hoje nós estamos com o projeto de adquirir essas estruturas todas. Nós recebemos uma doação de um terreno, também queremos construir um complexo onde inclusive até para servir de de de depósito para essas estruturas que nós queremos adquirir, porque hoje nós temos um gargalo, né, que é fornecedor e de certa forma patrocínio privado ou público. >> Sim. Hoje a gente ainda depende muito desse patrocínio privado e público. A gente quer diminuir essa dependência, porque no dia que não chegar mais, mais com esse ambiente cultural controverso que a gente vive hoje, né? Pode se querer colocar uma faca no nosso pescoço. Olha, a gente só vai dar apoio se agora abraçar essa pauta. Eu vou dizer, não, não dá para abraçar essa pauta, >> né? Então, eh, a gente tem esse gargalo de patrocínio, de estrutura, porque o fornecedor também, agora mesmo, para você ver aquela pavilhão principal, né, que você conhece ali, aquela tenda maior, o eu trabalho com uns 10 fornecedores distintos, >> mas o principal fornecedor é aquela tenda e ele disse que só vai montar para mim até 2026. >> 202 já não monta mais. Então, tô com esse desafio agora de 2026 comprar aquela estrutura. >> Sim. >> Aquele aquele pavilhão, né? para sair dessa dependência, né? Estamos trabalhando e orando. Vamos ver o que é que Deus vai fazer. Certo? Eu eu quero perguntar mais para frente ainda sobre alguns planos futuros, né, paraa consciência cristã, mas eu queria eh insistir um pouco nessas questões dos desafios que que o senhor e o evento têm enfrentado, né? Eh, agora recentemente aconteceu a situação lá com o o Douglas Wilson. Não sei se o senhor se sente à vontade para >> Sim, sobre essa situação, né? >> E eu tô perguntando porque eu acho que é um uma curiosidade de muita gente, né? eh eh de ouvir do senhor a sua visão do que aconteceu eh e o que acabou findando eh na no cancelamento da vinda dele, né? Ele acabou não indo na consciência cristã palestrar. Então, o senhor pode contar pra gente essa história assim de alguém que teve no epicentro, né, da da situação? Pois é, aqueles dias foram muito difíceis para mim, né, e para o evento em em particular, né, porque eles usaram de uma estratégia, né, porque que nos deixou meio que eh meio que muita dificuldade para para responder, porque criou-se uma narrativa, né, onde se tá Show o palestrante de um escravagista que nós estaríamos trazendo aqui, um racista para participar da consciência cristã. E a mídia vive dessas narrativas. A turma que abraça, né, eh eh essa visão vive de narrativas. Eu digo: "Meu Deus, e agora como administrar isso, né? Porque a pressão veio de veio de todos os lados. E e infelizmente, né, eu digo, eu digo isso com tristeza, muitos dos nossos, de alguns irmãos nossos, né, fomentaram isso, né, e de certa forma >> as pessoas que estavam lá fora, né, e aquele cara, eu acho que o o jornalista do The Intercept, >> que foi quem fez a matéria, né, >> isso >> Glen Green, né, >> mas não foi o o G o Green, foi um desses caras aí, esqueci o nome do jornalista que que fez a matéria e jogou em nível nacional, né? Isso repercutiu, né, em todo o Brasil, Folha de São Paulo, Wall, enfim, e tudo quanto foi meio de de comunicação. E, infelizmente, né, eh ficou inviável, né, porque o nosso povo, né, em geral, ele ele ele ele não ele é avesso a esse tipo de embate, né, de de de confronto, né? E eu fiquei pensando, eu faço um evento em praça pública, esses caras não têm o que perder, eles são capazes de tudo. Você vê o Charles Kirk, que mataram agora nos Estados Unidos, >> os caras partem para as vias de fato, né? E nós começamos, né, a receber muito tipo de ameaças em relação à integridade física, né? Eu tenho esses prints todos, né? eh eh com relação à vida, a a a à vida do pastor. Então, seria assim, eu acho que temerário da nossa parte. Eu sei que teve gente aí que nem nem compreendeu direito, né? Achou que nós somos frouxos e tal. Digo, não, acho que a gente poupou primeiro pré-eletor, né? E segundo poupou o evento, porque seria uma guerra. Essas pessoas viriam para dentro do evento, né? Dispostas a tudo. >> Aham. poderíamos sofrer algum tipo de sabotagem, alguma coisa. Então, daí, infelizmente, nós tivemos que tomar essa posição, mas eles assim, eles não gostaram porque eles queriam que nós eh vamos dizer de certa forma avalizássemos a narrativa deles. >> Sim, >> né? >> Eh, jogasse o Douglas o Wilson às feras, né? Não, talvez dissesse tal, nós não sabíamos quem era esse cara, né? fomos mal, não de maneira alguma, né? E até recebi conselhos para isso. Eu digo que é isso, né? Isso vai, isso aí é é ser desonesto. Eu vou dizer o que está acontecendo. Temos sofrido ameaças, >> né? Eh, infelizmente nós não temos como garantir a sua integridade física, né? Nem dele, nem dos participantes. E por isso, devido a essas ameaças, a essas pessoas intolerantes, né? Ele não é um um um xenófobo, um racista, um um escravo. Isso é tudo narrativa, isso aí é distorção da realidade. Mas, lamentavelmente nós não temos como como como trazê-lo. Infelizmente tivemos que eh eh ele entendeu, né? Nós enviamos uma carta para ele, >> né? Ele muito ele dá até entrevistas falando eh eh eh sobre isso, né? Mas assim, a narrativa que foi criada nos dificultou muito, né, essa defesa, porque depois que o cara eh pegou, né, >> colocou a peixa, eu tô o evento >> se alinhou com um racista e um escravista. Eu digo isso, as pessoas, isso mexe com com com essas pessoas de tal maneira que elas eh eu eu não me admirava se ele sofresse um atentado em Campina Grande, se nós tivéssemos insistido com a vinda dele ao evento, não só a ele, mas também ao próprio evento, né? Lá, eu lembro, eu lembro na época que que até movimentação para ir no aeroporto, né, para ir recebê-lo no aeroporto com protestos e tudo. Eu não sei se chegou até o senhor esses print. >> Ah, muita coisa, né? Seria uma seria uma guerra. Seria uma guerra. >> E eu digo, nós até boicote, né? Eu não, eu não, assim, se, se, se o viés tivesse sido, porque os caras sabiam, né? Porque tem certas, tem certas narrativas que elas nos fragiliza, né, como cor. Infelizmente o nosso povo e infelizmente falta muita maturidade para isso, né? Mas tem outras que nos unem. Se fosse uma acusação do campo teológico, né? eh eh de alguma um posicionamento dele bíblico, teológico. Isso, até o próprio Frankle Ferreira no bojo disso tudo recebeu uma certa crítica, né? Mas como a narrativa que eles usaram, é é triste dizer isso, né? É lamentável dizer isso. Mas pastor, o senhor foi levado para uma narrativa? Bom, eu não, né? As pessoas foram levadas >> sim e e e estavam dispostos a tudo, né? para impedir a vinda e a participação desse cara aqui. Digo, como é que eu vou administrar isso? Eu vou eh contratar um um exército para ficar ali de de armas em punho, de de de escudos na mão, de de cacetetes na mão. Vai virar uma guerra isso aqui. Vai >> é >> vai dar. É verdade. >> E uma coisa interessante em relação a essa, o que ocorreu com Douglas Wills, pastor, foi para para mim, ao meu ver, foi o fato de que essa narrativa ela, ela já existia de certo modo, mas entre certos influenceres cristãos do YouTube, >> de certa relevação, nasceu, nasceu lá, na verdade, já estava lá. Aí quando quando surgiu a vinda do Douglas Wilson para cá, isso vazou para para setores da imprensa que jamais saberia disso se não fosse por parte desse povo. >> Exatamente. Você você tá você tá tocando no ponto nefrágico aí. >> Eles jamais teriam abraçado essa narrativa e criado essa narrativa se não já tivesse sido trabalhada, infelizmente, por pessoas dentro do nosso meio, né? É, é, é lamentável. É muito triste isso, né? Felizmente, né? Não, não foi possível desta vez trazê-lo. Quem sabe no futuro um pregador misterioso, eu não vou anunciar, quem sabe dele ele chegar e cair de para-quedas aqui em Campina Grande e dar a palestra dele quando quando caçarem, como diz o nordestino aqui, caçarem a terra nos pés já tem acontecido. >> Agora é seria seria uma estratégia, né? Inclusive, né, com no mesmo período, né, eu tava trazendo o Granconato, >> primeiro, a primeira edição >> foi também naquele mesmo ano. E o Granconato tem algumas falas deles, dele que a turma deu uma uma trabalhada, uma distorcida e criou uma narrativa em cima. Eu não, eu quando, quando eu tirei o Douglas Wilson, eu também tirei o Gran Conato, só que eu tirei o Gran Conat da da nossa da nossa mídia, >> das nossas publicações, >> né? E por quê? Porque eu digo, olha, eles pegaram a questão do Douglas Wills e vão pegar agora a questão do Gran Conato, que o Gran Conato deu entrevista lá atrás dizendo que a razão porque não havia igrejas reformadas em favelas e tal. Iniso criaram uma uma narrativa em cima dele que ele era contra os favelados e tal. >> Tu imagina, >> eu me lembro que a Vincu isso, né? Ela na época, né? Eu eu assim a minha estratégia foi de tirá-lo. Eu digo: "Ó, pastor, tô nesse fogo cruzado aqui, eu vou tirar, mas o senhor vai continuar na na na na programação." E foi uma um maior frenesia, porque ele pregava no domingo à noite e eu não anunciei o pregador do segundo horário do domingo à noite e ficou dito que seria um pastor misterioso. E na hora lá eu as pessoas vibraram, né? Porque eu apresentei o Granc Conato como esse pastor misterioso dentro desse contexto aí, infelizmente da não vinda do Douglas Wilson. Mas aí ele já veio duas vezes, três vezes, né? E e enfim, a o o a a o tiroteio em cima de Bolsonaro não é igual ao tiroteio em cima de Douglas Wilson, né? >> Sim. É. E o pastor Marcos é um excelente expositor da palavra de Deus, né? E agora voltando um pouco, ô Elder, eh assim, agora eu vou vou pedir para você me corrigir. Eu sei que o deve ter havido um um um aquele evento, aquele ano da consciência cristã, que foi o ano que, vamos falar assim, explodiu, né? que deixou de ser um evento um pouco mais local ali e passou passou a ser um evento mais nacional. A a impressão que eu tenho é que foi no ano do Norman Geisler, quando quando o Norman Geisler veio ou não ou já foi antes disso, senhor? Lembra qual foi assim? O Norman Gasler, por mais que seja um baita de um teólogo, de um filósofo, né, saudoso, né, já partiu, mas ele assim, ele era conhecido mais no meio acadêmico. >> Aham. >> O povão mesmo não conhecia o o o Norman. quem era mais eh eh eh eh dado a leitura e também nos meios acadêmicos, conhecia quem era Norman Gáis, mas eu diria que não foi com a vinda do Gisler, mas com a vinda do Waser em 2014, >> porque o Waser com aquela com advento da rede social no YouTube, aquela mensagem dele, aquela mensagem impactante, eu acho que o título é esse, né? Pregação chocante. >> Ele ficou >> pregação chocante, não é isso? >> Aham. Ele ficou muito conhecido até pelos pentecostais, né? >> Sim. >> Aquele estilo dele bem bem incisivo, né? Bem combativo, né? E a vinda dele em 2014, eh, eu acho que de certa forma deu esse impulso. O evento vem paulatinamente, eh, crescendo, eh, paulatinamente a cada ano, né? E e a vinda dele foi foi foi uma, né, a vinda do do John Piper em 2019, né, eu acho que também deu esse esse esse caráter, vamos dizer assim, né? E hoje, assim, eu fico feliz porque hoje cada vez mais a marca do evento tem de certa forma eh eh prevalecido detentimento do time de pré-eleitores que que >> sim, que >> temos trazido. As pessoas confiam muito, né? A gente sabe que a dificuldade, né, que por mais que o Brasil seja uma nação continental e se diga que tem cerca de 60 milhões de de evangélicos, mas nós não temos tantos bons pregadores assim, né? Era para ter, né? Minha oração é que Deus levanta. Às vezes até tem muitos a gente à vezes a gente até não conhece, né? Não tem não não teve a visibilidade ainda, né? >> Sim. >> N. fico a caça de bons preleitores aí, de bons pregadores para de certa forma tá trazendo aqui, né, e tá dando oxigenada, né, no evento, né, eh, pr internacionais, você >> humal, vocês tiveram tiveram eh o interesse de trazer John Macarto alguma vez, como foi? Se se tiveram algum contato, saudoso João, nunca tivemos. até pela idade dele, a gente sabia que ele não viajava mais, né? E também assim, eu tinha muita cautela, né? Porque como a gente transita entre os pentecostais também, né? Ele tem um evento lá, tinha, não sei se ainda tem, né? Chamado fogo estranho, né? Ele batia muito no no no inclusive o o o Steve Lawson que participou, eu até tive pensando em trazê-lo, né, em alguma ocasião, mas eh eh também me foi dito que existia um certo eh eh um um fundamentalismo muito exacerbado e tal, né? E eu fiquei meio receoso, né, de de trazer. Terminei não trazendo o L. Infelizmente aconteceu o que aconteceu, né? E e e ele e ele não veio. Mas o Macarto seria, né, sensacional, né, grande pregador, expositor das escrituras sagradas, né? E é interessante porque ele tem ele tem livros livros lançados pela CPAD, né? >> É, >> tem vários livros lançados pela CPAD. é dispensacionalista, né, se eu não me engano, né? >> É, é >> de Macarto, né? E e quem tava certo, né? Foi confirmado, não veio por causa da pandemia, foi o Vod Balkan. Felizmente nunca pregou no Brasil, nunca esteve no Brasil, né? Viria também agora, eu acho que em 2024, no evento de Paulo Júnior lá em São Paulo, mas aconteceu aquele problema todo com o Paulo Júnior, terminou que ele foi cancelado o evento lá. Ele não veio e perdemos aí, né? Outro grande pregador, né? >> É, outro que foi anunciado e acabou não vindo foi o Willan Len Craig, né? >> O Craig. >> Isso, >> sim. Exatamente. Eu acho que foi no período da pandemia. >> Isso, exatamente. Foi, >> eu acho que foi no período da pandemia também que terminou que, né? de bom, alguns posicionamentos aí, né, teológicos recentes do CEG, que também não talvez não tivesse muito alinhado com com a consciência cristã mais, né? Por exemplo, o grande Ravi Zacarias, né? >> Aham. >> Tava confirmado em 2013, 12 dias antes do evento, ele mandou uma carta com problemas de saúde e tal. Depois que o cara morre, explode uma série de problemas também, confusões e tudo mais. Eu digo: "Meu Deus, Deus tem cuidado desse evento aqui, tem dado, tem nos dado muitos livramentos de tudo quanto é jeito, de tudo quanto é lado, né? >> Acontece uma, quando acontece uma coisa assim, eu digo: "Rapaz, >> isso deve ser um livramento, viu? Alguma coisa vai vir depois". Felizmente tem acontecido isso. >> E já houve algum momento, eu de que o senhor pensou assim: "Olha, eu acho que é melhor a gente parar, é melhor a gente não continuar o evento? Quiser compartilhar essa experiência, o senhor já teve esse momento, né? Aí, >> rapaz, eu já pedi muitas vezes a Deus para, né, se ele não que, se ele não deseja que esse evento aconteça mais, porque eu vejo a consciência cristã não como um fim em si mesmo. Eu acho que nenhuma organização e nemhuma igreja local tem que ser um fim em si mesmo, né? Nem uma denominação, vamos dizer assim, né? >> Sim. é um meio pelo qual Deus usa para alcançar pessoas e fazer a sua vontade. Então assim, eu eu sou bem tranquilo, né, com relação a isso aí. Que eu só não quero que esse evento, esse movimento acabe aqui porque se desviou do seu alvo, do seu foco, que é Cristo, ou porque se envolveu num escândalo, eh, seja lá da liderança ou um escândalo financeiro, seja lá o que for. Tenho sempre orado a Deus que nos preserve no dia que ele não quiser mais, ele nos dê uma saída honrosa, né, que é não manchar o nome dele. >> Uhum. >> É, é, é só isso. A gente já enfrentou muitos problemas, meu Deus, né? Eu ainda ter cabelo e eu não pinto cabelo não, viu? É calibre mesmo, viu? Eu ainda t não ter cabelo branco e não no e e ainda ter cabelo já porque eu já passou por muitas dificuldades esse evento, mas muitas seríssimas financeiras assim coisas muito difíceis de administrar. E eu, Senhor, me dá uma saída. Se tu não quer mais, deixa eu ir cuidar, porque eu eu nunca desejei estar nessa cadeira que eu estou hoje. >> Sim, >> né? Eh, sair dela para mim não. Eu eu sempre peço a Deus para que a minha alegria seja aquela que Jesus disse aos seus discípulos, né? Ter o meu nome escrito no livro da vida. Isso aí já me basta, né? Eu sei que eh eh o ser humano, todo ele tem uma certa dose de vaidade, né? Mas eu peço a Deus para que venha mortificar isso cada vez mais no meu coração, né? E, e, e essa obra, se tiver de continuar, que seja no centro da vontade de Deus, né? A gente tem muitos sonhos, né? Agora a gente já passou 27 edições, a gente já olhando para trás, né? Eh, eh, a gente já vê o o a mão de Deus, o quanto Deus já agiu ao longo dessas décadas e tudo mais. Isso não é obra de de homem, de força de braço, de capacidade, de inteligência, de não, de mobilização, de articulação. É a graça de Deus, né? É um evento improvável por ser do período do carnaval em Campina Grande, no interior de um estado pobre como a Paraíba, né? Eh, e também de certa forma coordenado por um líder improvável, que sou eu, né? e teria gente muito mais capaz e habilitado para estar à frente eh eh desse trabalho. E a minha oração é que, se Deus quer que esse evento continue no futuro, ele levante essas pessoas. >> Sim. E enquanto o senhor falava, me lembrei de uma, eu não sei se foi uma situação, mas eh a houve um momento que que se pensou em chamar o o Bolsonaro na conferência, na consciência, né, ou não? >> Não. Bom, eh eu eu votei já em Bolsonaro, né? >> É, >> eh, não fiz campanha porque não me compete, né? Eh, me alinho com algumas de suas bandeiras. Eu acho que o evangelho tá acima de ideologia política, mas tudo aquilo que se aproxima mais do evangelho, de valores, eu acho que a gente tem que apoiar, >> não é? Infelizmente, eh, a a ideologia de esquerda, assim, nos seus nos seus fundamentos filosóficos, ele ele é ele é contra o cristianismo. Eh, é difícil. Eu não acredito que a pessoa possa ser cristã e possa ser eh marxista ao mesmo tempo. Você tem que ser uma coisa ou tem que ser ou tem que ser outra. >> Uhum. >> E na época, né, eu nunca quis. Você vê, a gente recebe apoio aqui do poder público estadual e municipal. o poder público estadual por muitos por muitos anos, né? E ainda hoje o partido que comanda aqui a Paraíba é de é de linha de é um partido socialista. >> Sim. >> Durante 8 anos de 2014 até eu acho que 2022, acho que foram oito edições. Eu não tivemos apoio do governo estadual. Eu também eu acho que o evento tem que ser mantido pelo povo de Deus. Não vou atacar, não vou. >> Você foi na época do >> Se vier o apoio, se vier o apoio vem época do na época do Coutinho, né? Era >> do Coutinho. >> Não, isso >> é exatamente. E assim, tudo bem. Ele ainda apoiou dois anos o Coutinho, 2013 e 14. No segundo mandato ele não apoiou e no segundo e depois o substituto dele no primeiro mandato não apoiou e depois agora nos últimos 3 anos vem apoiando. >> E a gente não abriu mão da nossa linha teológica, filosófica e tudo mais. Mas na época de Bolsonaro, veio aqui na época até um deputado que tinha sido eleito com os votos de Bolsonaro na Paraíba, veio no meu meu escritório perguntar se eu não queria trazê-lo para o evento. Eu digo: "Não, eu não quero trazer". >> Ah, certo. >> Segundo se eu queria o apoio financeiro, eu digo, porque eu já tô querendo sair de governo. Você a você já quer botar mais governo, né? Eu nunca recebi dinheiro, né? Nunca quis receber dinheiro do governo federal, >> né? Nem na época de Lula e nem tampouco quis na época de Bolsonaro, porque iam dizer: "Ó, ele agora tá recebendo apoio do governo federal porque tá alinhado com a pauta dele e tal coisa. Eu não quis criar essa associação na consciência cristã e passamos >> maus bucados em 2019, em 2020, né? Fechamos das 27 edições, para você ter uma ideia, só cinco edições nós fechamos no azul, 22 nós fechamos no vermelho devendo, né? >> Às vezes deixava a conta velha, >> pagava a conta velha e deixava a nova ficar velha, passava de um ano para outro fornecedor para poder pagar. Evidentemente tudo conversado e administrado. Então, nunca quis, né? Eu acho que foi uma acertada, né? Eh, porque se eu tivesse agora, imagina, né? E agora recentemente, né? Eu recebi contatos também para ver se queria apoio e tal de de parlamentares. Eu digo, "Não, deixa sem. >> Sim, >> vamos >> orar aqui, pedir a Deus que levante os meios. Não é fácil fazer um evento que hoje custa quase em torno de R$ 2 milhões deais você levantar isso no interior da Paraíba, né? a gente sabe da realidade aqui. É diferente aí de onde você tá aí eh, no a renda per cápta, o mundo aí é outro. Aham. >> Diferente do mundo aqui do Nordeste, principalmente do interior. >> É, eu fiz essa pergunta a respeito do Bolsonaro, eh, justamente para dar oportunidade para o senhor falar um pouco sobre isso, né? Porque eh existe sim, como o senhor bem mencionou, uma certa ajuda do poder público. Inclusive no último evento da consciência cristã, que eu tive a oportunidade de participar, quando eu morava em João Pessoa, o próprio prefeito de Campina Grande tava lá participando do evento, né, o o Bruno, o Bruno Cunha Lima, né? E e muito embora então haja uma certa uma certa associação de apoio, eh não existe uma certa associação de apoio aos políticos, né? Os políticos apoiam a consciência, mas a consciência não apoia políticos especificamente, né? Eu impressionado disso que quando >> o prefeito esteve lá, prefeito Bruno Cunha Lima, ele não foi chamado no palco, ah, vamos orar por ele aqui e tal. Não, não. Ele ficou, chegou, sentou e participou do evento como um participante, né? Ele não foi feito nenhum tipo de apoio a ele, né? É, eu procuro, a gente, nós temos aqui um apoio institucional que não é dado apenas à consciência cristã, porque lembre-se, Campina Grande durante o período do carnaval tem outros eventos acontecendo religiosos, né? tem o católico, tem o espírita, tem a turma adventista, eh, neopentecostal, tem outros eventos a acontecendo na cidade. E esses eventos, eles recebem aporte, apoio >> para realizar. >> Sim. >> Mas eh eh isso é algo que é cultural em Campina Grande, desses eventos a receberem, né? Mas não há nisso um elo político partidário. Ainá que não se imiscui nessa questão política, né? Não se envolve, não se expõe. E eles sabem disso, né? Eles sabem disso. Já passei por muitas situações e já foram dados dadas provas que a Vinak não tem esse esse viés, esse esse alinhamento político. É tanto que eles nem me procuram. Eu não tenho esse >> esse tipo de de de problema. O que é um apoio institucional do CNPJ, Prefeitura Municipal de Campina Grande e do CNPJ, governo do estado da Paraíba. >> Certo? >> Mas o inquilino que está lá ocupando o cargo de plantão, a gente tem respeito, né? ora por eles, mas aí não tem esse essa esse alinhamento, esse essa esse envolvimento político partidário, que seria muito nocivo para um evento como a consciência cristã. E se se já tivesse tido o evento já tinha já tinha se já tinha desmoronado há muito tempo. >> Sim, >> mas já houve já houve eu de casos de políticos que pediram para dar uma palavra para ir lá na frente. >> No passado, né? A gente eh eh na abertura do evento até o ano de 2010, eu acho, 2009, nós formávamos uma mesa com as autoridades no dia da abertura. e facultávamos uma saudação ao poder, ao prefeito na época e também ao governador. Mas isso aí depois a gente resolveu tirar. >> Sim. >> Tava muito cansativo esse essa abertura tava muito politizada. Então a gente resolveu tirar, né? O que há é um agradecimento ao institucional, né? Ao poder público que que tem apoiado, né? tem disponibilizado. Eu sonho um dia não depender desses recursos, né, e realizar o evento unicamente é um sonho nosso, com >> Aham. >> os nossos recursos próprios da consciência cristã. Nós temos orado e temos trabalhado para isso. Quem sabe, né? Um dia Deus Deus não nos dá, né? Deus já usou, né? E governos, né? Você vai ver Esdras e Neemias, eles vieram de certa forma com apoio financeiro lá do império medo persa, com apoio logístico também e tal para reconstruir as muralhas. Eu sei que é uma exceção, né? Uma coisa pontual. Você vai ver isso. Eu sei que a obra de Deus tem que ser feito pela igreja, né? Pelo povo de Deus, né? >> Sim. não é pelo poder público. Isso aí uma uma uma questão pontual que Deus tem permitido aqui, mas que a gente tem lidado com muito cuidado, com muita cautela para não nos perdermos aí no meio do caminho. >> Sim. E a gente tá caminhando aqui para o fim. Eu não sei se você tem alguma pergunta, David, alguma coisa. Eu tenho uma pergunta em termos mais de curiosidade, mas queria te dar oportunidade aí. Não sei se você também tem. É a minha pergunta, eu acho que ela tá mais agora relacionada ao coração do pastor Elder do que qualquer outro aspecto. É em relação à morte, né, do o falecimento do pastor Valberto Cruz, o impacto que isso trouxe pro senhor e para todos os os membros da consciência, né? Porque ele era uma figura maravilhosa ali, uma figura de frente, né? Não, não tinha como não ter aquele carinho especial por ele ali no trabalho junto com vocês. E como que isso impactou vocês nesses últimos nesses últimos tempos, né, nesses últimos dias? >> Ainda tá caindo a ficha, né? Porque Valberto vinha comigo desde o desde a fundação, né, da da consciência cristã. um cara relativamente jovem, né? Tinha 56 anos de idade e era um um braço direito, não é? Um um uma pessoa que eu a gente tem poucos amigos, né? E Valberto era talvez o meu único amigo assim, tirando a minha esposa, né? que eu podia ligar todo dia, conversar e a gente trocar confid e isso é isso é uma coisa que se constrói ao longo da vida, né? >> Não é algo assim que surge do dia paraa noite. >> E eu eu particularmente tenho sentido sentido muito a partida dele, né? Ainda fico pensando, né? É suporte que porque ele me completava de certa forma, né? Ele era mais pacificador assim, mais diplomata, né? Às vezes eu me falta essa habilidade e quando tinha que lidar com algum pastor mais parecido comigo, aí eu botava ele para conversar. Eu digo: "Vai lá, Valberto, trata lá." E ele sempre conversava e e terminava resolvendo o caso, né? Eu eu sinto falta dessa pessoa agora. Digo: "Meu Deus, eu vou ter que ser mais parecido com Valberto, né, em determinadas áreas eh da minha vida. E vai deixar uma lacuna muito grande, né? O ano que vem a gente vai sentir muita falta dele ali na na na Mas é isso, né? Infelizmente eh Deus tem seus planos, né? com cada um de nós. Chegou o dia que o seu servo tinha que ser recolhido e ele foi recolhido e agora nos resta seguir adiante até enquanto Deus nos permitir. >> Amém. >> Tá certo? >> E a minha minha pergunta em termos de curiosidade minha, né, pessoal, seria qual que foi o seu evento predileto até hoje? Se o senhor tem assim aquela edição que o senhor diria assim: "Essa foi a que eu mais gostei, a que eu mais em termos pessoal mesmo, não em termos de de resultado, porque Deus tem abençoado e cada ano tem tem sido uma bênção." Mas eh na sua preferência, qual foi aquela edição que para o senhor foi a mais inesquecível? Sim, >> eh, tem difícil essa sua pergunta de responder, né? Mas assim, o evento de 2007 foi muito difícil, né? Nós estávamos ali há 4 anos no Parque do Povo, né? E não tínhamos essa estrutura que nós temos hoje. Hoje nós temos a feira do livro. Nossa feira do livro hoje, ela corresponde a em torno de 30% dos custos do evento sai da feira do livro. Meu maior patrocinador hoje é a feira do livro, >> certo? >> Maior que governo de estado e prefeitura juntos. É maior patrocinador hoje a feira. Eu não tinha a feira do livro, né? Eu não tinha os os mecanismos de financiamento que se tem hoje. E aquele ano, né, foi um ano muito desafiador, muito desafiador. Eh, mas na última noite, né, Deus deu uma prova assim muito grande de que ele estava e tem estado com esse projeto, né? Ah, >> porque do montante que faltava ser levantado ainda, não sei se você pegou esse período no evento, né? Mas a gente sempre compartilha os custos do evento e compartilha com o povo. >> Sim. >> O montante que faltava ser levantado, na última noite, nós chegamos nós chegamos faltando 70%, tínhamos levantado só 30%. E naquela noite, naquela terça-feira, né, o tabernáculo, aquela estrutura que nós temos hoje, não era daquela forma, não tinha o parque do povo ainda era paralepípedo. O piso, não era um piso de concreto. A drenagem ali era muito precária. >> Aham. começou a chover de 5 horas da noite da tarde. Chuva que nunca caiu em Campina Grande e foi até 9 da noite a chuva. 5 da tarde a 9 da noite. Na época a gente tinha público aí de umas 5.000 pessoas sentadas. Ainda apareceu 2.000 heróis. >> Hã, >> ali era aqueles aqueles lá de Gideão, né? Aham. Ficou os 300 valentes, >> os valentes, os 2000 valentes, vamos dizer, porque começou a chover de 5 da tarde a 9 da noite, chuva torrencial, o cara ficar debaixo de uma tenda sem calha, que não tinha calha na época e faltava 70%. Eu digo: "Meu Deus, amanhã eu vou correr de Campina Grande, eu vou fugir, porque eu não tenho como pagar essa conta". Faltava 70%. Mas Deus me deu uma paz assim e eu comecei a tirar essa oferta, viu? Eu mudei muito o meu estilo, viu? Era mais pentecostal. Hoje tô mais reformado, né? Do estilo de pedir de pedir. Eu era mais pentecostal, né? E eu, essa oferta começou de 9 da noite, terminou de 10:40. E dos 70% que faltava, nós conseguimos levantar 65% do valor. >> Aham. >> Eu não tinha levantado em 5 dias. 5 dias eu tinha levantado 30%. E numa noite dessa, só os valentes ali, nós levantamos 65%. E no final do culto, inclusive, foi Antônio Carlos que pregou, pregou até meia-noite, ficou lá o povo e chegou um irmão no final e disse: "Pastor, os 5% que tava faltando eu vou dar". >> Hum. E aquele foi um um marco assim, assim, eu digo: "Meu Deus, foi um milagre que tu fizesse aqui naquele evento de 2007, assim, em termos de de de mar de de um evento marcante que eu não jamais posso esquecer aquilo." >> Aham. >> O que Deus fez naquela noite, >> né? E me fez chegar até aqui, porque o evento podia ter morrido em 2007, né? E ter acabado com um escândalo financeiro, né? O pastor contratou, né? e não pagou. >> Aham. >> E Deus não permitiu isso. Era o nome dele que tava ali, né? Não era o meu. E já se passou tantas edições, quase 20 anos. E nós estamos aqui pela graça de Deus. >> Amém. Pois eu de muito obrigado pelo por ter nos disponibilizado do do seu tempo. Eh, eu posso dizer que já tinha bastante respeito e admiração pelo senhor, pelo seu ministério, com esses toques pessoais, com esses toques da sua visão, do que de como o senhor tem lidado com todos os desafios. Eh, eu eu quero aqui agradecer a Deus pela sua vida, pela coragem que o o Senhor tem demonstrado que Deus tem dado para o senhor de lidar com esse evento, que se não for hoje o principal evento evangélico da América Latina, ele certamente está entre os principais eventos evangélicos da América Latina, né? Então, eu nunca esqueço de de receber um uma vez recebi um e-mail de um grupo de pastores de uma igreja bem bem eh separatista que existe, né? E eles dizendo que que as igrejas precisam se unir, porque os irmãos das suas igrejas estavam eh todo o carnaval faziam caravana para ir paraa consciência cristã e estavam voltando da consciência cristã com pensamento errado e tudo. E e quando eles falavam qual eram os pensamentos errados, era a pregação expositiva, era a >> salvação pela >> pela graça mediante a fé e >> e o culto com bateria, né? Mas eu agradeço, louvo a Deus, ô ô Elder, pela pelo seu ministério da nossa parte da escola Charles Espugon. Eu quero aproveitar a presença do Senhor aqui para reconhecer a bênção que a consciência cristã tem sido paraa igreja, para o corpo de Cristo aqui no Brasil, tá? Eu sei que que o senhor deve receber muitas muitos encorajamentos, muitos agradecimentos, mas eu quero deixar registrado aqui eh o agradecimento oficial da escola Charles Espugian. Eu falo aqui inclusive em nome do pastor Cleiton Gadelha, né, que é seu amigo, >> gente de primeira qualidade. >> Então, eh, ele ele certamente, eu certamente falo em nome dele aqui e em nome da nossa escola de que nós somos realmente muito gratos a Deus pelo seu ministério, pela sua vida e nós oramos para que Deus lhe dê vida longa, certo? do senhor. Eu não sei qual a idade do senhor, mas o senhor parece muito conservado. E >> tô com 53 anos. >> Então o paraibano vive muito. Então que Deus lhe abençoe, lhe dê vida longa. Que dê vida longa paraa consciência cristã. Tá bom meu irmão. >> Obrigado, Antônio Neto. Obrigado, pastor Davi Abreu, né? Eu louvo a Deus pela vida de vocês, pela escola Charles Espja, pelo querido pastor Cleiton, né? que, né, inclusive tem estado aqui todos os anos conosco, né, e eu faço questão de você não pode deixar de estar aqui conosco, Cito. Você aqui nos dá ânimo, né, de de enfrentar essa batalha que é de realizar esse trabalho aqui todos os anos, né? Isso é e o trabalho de vocês é fundamental, né, de formar nossos líderes, de capacitá-los, de ferramentá-los, né, para que tenhamos uma liderança sadia, né, pastores segundo o coração de Deus. aqui na nossa nação, né? Consciência cristã é um ponto, né? É um momento, é, e é alguma coisa que que de certa forma contribui, mas esse trabalho que vocês fazem aí de formação de de líderes, de pastores, é fundamental. Deus abençoe vocês. >> Amém. Então, Deus abençoe. Vou então aqui também me despedir de você que nos assiste. Se você tem interesse de estudar conosco, uma preparação para o seu ministério, eh, considere a escola Charles Espújo. Entre lá no nosso site, veja as nossas opções. Pastor David, obrigado também, meu amigo, por ter estado aqui. Eh, >> amém, meu irmão. >> Então, agradeço a a você, Elder, agradeço a você, David. e a vocês então que estão aqui, que que vão nos acompanhar através das das nossas mídias, através dos nossos canais de conteúdo, tá bom? Então, que Deus abençoe.