Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Histórias da Consciência Cristã (PodCast com Euder Faber, Antonio Neto e David Abreu)

Histórias da Consciência Cristã (PodCast com Euder Faber, Antonio Neto e David Abreu)

Histórias da Consciência Cristã (PodCast com Euder Faber, Antonio Neto e David Abreu)

Pregações em Áudio, Vídeo e Texto + CURSO de TEOLOGIA ONLINE:

Principal


www.spurgeonline.com.br
​(WhatsApp 85-8658-8274)

Legendas automáticas:

Fala, povo querido. Professor Antônio
Neto aqui para mais uma edição do nosso
podcast, podcast da Escola Teológica
Charles Espugon. Esse podcast tem a
intenção de abençoar a sua vida, de
produzir um conteúdo que pode encorajar,
que pode eh inspirar você na no serviço
da obra de Deus, nos seus estudos
teológicos. E hoje eu tenho aqui mais
uma vez a presença do meu querido amigo,
pastor David Abreu. Então, como é que tá
seu dia, pastor David?
>> Olá, meus irmãos. Que alegria poder
estar aqui mais uma vez nessa parceria
maravilhosa com pastor Antônio Neto e
entrevistando pessoas maravilhosas, né,
qual temos o privilégio de conhecê-los
aqui por meio também deste deste
podcast. E é uma alegria estar sempre
com vocês aqui. Espero que todos estejam
bem, que a graça de Deus nos abençoe
durante este dia e nós tenhamos um
momento maravilhoso aqui com o pastor
Elder.
>> Amém. Isso mesmo. Então, hoje nós temos
o que a nós temos aqui a alegria, o
privilégio de entrevistar o nosso
querido irmão Elder. Então, vou permitir
que ele então fale de si mesmo, né? Eh,
eu se apresente aí. Eu tenho certo
conhecido, mas eh fale aí o que o senhor
quer falar a respeito de si mesmo, que o
senhor acha que vale a pena apresentar
para o pessoal. Olá,
um prazer estar aqui com vocês, né,
nessa transmissão. Para mim uma alegria
muito grande. Meu nome é Defaber, né? Eu
resido e também sou oriundo de Campina
Grande, na Paraíba, né? E sou casado com
Janeir Andrade. Tenho duas filhas
maravilhosas,
a Rebeca e a Júlia. E agora já sou vovô
do Daniel.
e da aurora, né? E pela graça de Deus,
né, tenho estado trabalhando nesse
projeto já há quase três décadas, né?
Tempo voa, o tempo passa, que é a
consciência
cristã, né? e tenho tido essa alegria,
esse prazer de de alguma maneira poder
estar contribuindo, né, para que o reino
de Deus possa se ser fortalecido,
expandido, né, em terras nordestinas. E
por que também não dizer, com uma certa
até influência no Brasil.
>> Isso mesmo. Então, só é nascido e
crescido em Campina Grande, a verdadeira
capital da Paraíba.
Não diga isso aí perto do nosso pastor
David Abril.
Campina Grande é a segunda cidade da
Paraíba, né? Eh, e é mais conhecida, né?
Infelizmente pela festa junina.
>> Uhum.
>> Não gostaria que fosse assim, mas tem
sido. Mas assim, no período do carnaval,
né? De certa forma tem se notabilizado,
né? no Brasil, correndo na contramão
daquilo que tem acontecido no resto do
país, por meio da consciência cristã.
Isso tem, de certa forma notabilizado,
né, de forma inusitada, vamos dizer
assim, improvável,
Campina Grande nesse período para todo o
Nordeste, também para o Brasil. Olha, e
é interessante isso porque de fato
Campina Grande é uma cidade
nacionalmente conhecida pelo São João,
né? São João de Campina Grande. Eu acho
que compete ali com Olinda, né, como os
maiores festas, as maiores festas
juninas que tem, especialmente no
Nordeste. Só que quando chega no
carnaval,
a cidade ela praticamente para o evento
da consciência cristã, não é? Então,
como é que o senhor chamaria isso? O
senhor chamaria isso de milagre?
>> É, com certeza é ação divina, né? Porque
eh Campina Grande na eh no início da
década de 90,
ela criou um carnaval fora de época que
já nem existe mais.
período, o período áurio dos carnavais
de Campina Grande era na década de 60
com os carnavais de baile em clubes,
essa coisa toda, né? Mas depois as
pessoas a partir da década de 80 e tal
começaram a a a a descobrir aí o as
belas praias paraibanas, né, ali em João
Pessoa, no litoral sul, litoral norte e
tal. E a cidade a partir desse período
ficava totalmente esvaziada. Uhum.
>> Né? E tinha-se um carnaval fora de
época, no mês de abril, mas no período
do carnaval mesmo não se tinha nada, né?
Daí
na época o prefeito aqui teve a ideia de
criar um movimento, né, que não era
evangélico,
um movimento macroecumênico e macro
esotérico.
E daí começou-se esse processo em
Campina Grande, né? E depois, de um
certo tempo, eh, os evangélicos também
sentiram a necessidade na cidade de ter
o seu espaço, já que eles não
comungavam, vamos dizer assim, com a
visão, eh, doutrinária e filosófica
daquele movimento que a prefeitura tinha
começado. E daí surgiu a consciência
cristã. Nós não tínhamos ideia, né, do
que esse evento iria se transformar.
Nunca nunca eu mesmo não tenho formação
na área, não sou um marqueteiro, nem um
nem alguma nem não tem formação na área
de realização de projetos e eventos. é
um simples pastor, não é, que Deus de
alguma forma tem usado junto com outros,
evidentemente, que isso é uma obra de
muitas mãos, para que esse trabalho eh
surgisse e hoje, não é, tomasse esse
vulto, vamos dizer assim, que tomou, né,
chamando atenção não só da Paraíba, não
só do Nordeste, mas o Brasil é muito
grande também até do Brasil, né, de
certa forma, né, eh correndo na
contramão, né, daquilo que acontece
acontece no resto do Brasil. Inclusive
em Campina Grande oficialmente não tem
carnaval, né? Existe um pré-carnaval
que é no período de janeiro e
no durante esses dias de consciência
cristã não se tem em Campina Grande
manifestações carnavalescas, né? As
pessoas que vêm para cá, vem em busca de
espiritualidade, né? Vem em busca de
ouvir uma palavra, de adorar a Deus, de
serem fortalecidas. E é isso que tem
acontecido. Já passou-se 27 edições e
agora, se Deus permitir, no mês de
fevereiro, vamos estar realizando a 28ª
edição da Consciência Cristã.
>> Mas essa esse fato de não ter carnaval
eh em Campina Grande eh se deve à
consciência cristã? a consciência.
Então, eh, existe alguma espécie de de
lei municipal que foi estabelecida nesse
sentido por causa da consciência ou não?
Eu diria que sim, que é por causa da
consciência cristã, porque por mais que
o carnaval fora de época que que eu
falei para vocês que fora lançado no
início da década de 90 acabado, mas
ainda ficaram aqueles resilientes, vamos
dizer, aqueles aqueles resistentes que
faziam o carnaval de troças aqui de de
de carnavalescas aqui em Campina Grande,
né, até o ano de 2019,
2020, antes da pandemia, porque pandemia
aconteceu logo após o carnaval, né,
2020.
>> Uhum.
>> Esse movimento, né, isso acordado entre
eles ficou acertado deles fazerem o
movimento deles na semana anterior,
a semana da consciência cristã. Então,
de certa forma, né, sim, é por causa da
consciência cristã que não se tem
manifestações carnavalescas
em Campina Grande durante o período do
carnaval. Não há uma lei, mas há um
acordo, né, entre a própria associação
carnavalesca, né, aqui da cidade,
e a consciência cristã e outros eventos,
né, porque acontece outros eventos de
outros de outros segmentos religiosos
durante esse período do carnaval.
>> Ah, sim. aqui em Campina Grande são
eventos, evidentemente menores, né, em
nível local, né, mas a consciência
cristã é que de fato, por acontecer
na no na principal praça de eventos da
cidade, que é o Parque do Povo, né, onde
acontece o São João, onde é montada uma
super estrutura ali e atrai, tem atraído
e os hotéis ficam movimentados, os
restaurantes, a cidade fica pulsando
durante o período do carnaval. nem
lembra, né, que estamos num feriadão de
carnaval aqui em Campina Grande por
causa, evidentemente, grande parte,
grande parte, eu diria aí 80% ou mais
por causa da consciência cristiana.
>> Aham.
>> Na verdade é é interessante, neta, é
porque a em Campina Grande fica como que
se a gente tivesse num grande retiro,
né? Um retiro de quatro dias ali com
muitas igrejas, muitos irmãos, muita
gente reunida. E uma das coisas mais
belas que eu que eu que eu vejo na
consciência cristã sempre que eu vou é
que naquelas fileiras ali todo mundo
sentado, você tá ao lado, aqui na sua
esquerda tem um assembleando, aqui na
sua direita tem um um congregacional e
ali tem um presbiteriano e todo mundo
cantando e orando junto e dando as mãos
em oração. E isso é um momento muito,
muito magnífico e muito glorioso da
consciência cristã.
>> Eh, sem dúvidas. E e nesse nesse tempo,
eh, o Welder, agora indo paraa 28ª
edição, né? Eh, durante esse, esse
caminho, ah, houve uma aproximação com a
teologia reformada, né? Então, como que
foi ah, como que como que se deu essa
aproximação da consciência cristã com a
teologia reformada? Isso começou com com
o senhor ou foi algo que o senhor
pensou? mais para o evento mesmo.
Explica pra gente como foi esse
processo.
>> Olha, eu sou de uma igreja pentecostal,
né? As pessoas até não
entendem muito isso, né? Sou da igreja o
Brasil para Cristo, né? Minha igreja é
pentecost minha a denominação é
pentecostal, muito embora a minha igreja
local não seja. É meio que as pessoas há
uma tolerância, né? Dentro do Hoje é
difícil você ter uma linha única nas
denominações, né? Você vai ver dentro da
igreja prestana, você tem de tudo, né,
também, né? Você tem neopentecostal,
liberal, neopolitano,
né? Enfim, e guerras batistas acontecem
a mesma coisa. Ess parece que alguns já
dizem que já vivemos um período
pósdenominacional, né? Mas assim,
eh, a a consciência cristã, ela não se
eh posiciona como um evento reformado,
>> sim,
>> né? muito embora a esmagadora maioria
dos participantes, dos pré-eleitores
sejam reformados, né? Eh, a gente
procura transitar e de certa forma, né,
nos manter apegados à aquilo que é
central na fé cristã.
>> Uhum. E eu acredito que isso tenha sido
uma eh tenha tenha sido uma das formas
que que tem congregado, como você falou
aí, né? tem o crente pentecostal ali, o
crente reformado. Evidentemente que, né,
eh, até recebemos um, de certa forma,
uma certa crítica, né, porque a maioria,
90 ou mais por dos predetores são
reformados, né, porque o próprio, eu sou
de uma igreja pentecostal e sei das
dificuldades,
né, de se encontrar eh pregadores que
estejam dispostos a se deter ao texto,
né, explicar o texto e aplicar o texto
para as pessoas, né, há a há uma
distorção muito grande, infelizmente,
né? Meu desejo era que é que as a as as
denominações pentecostais voltem paraa
palavra, né? A gente sabe que há
>> aí a a a algumas questões aí que que nos
nos diferenciam, né? Que é mais naquilo
que é central, né? Acho que é possível
trabalhar,
mas isso, o evento quando iniciou na
década de de no final da década de 90,
né, no início dos anos 2000, eh eu diria
que ele tinha uma pegada muito mais
pentecostal, né,
>> mas sempre teve uma pegada apologética,
né,
>> eh, a gente tava mais muito mais
preocupado a fazer um enfrentamento
de falsos ensinos, de falsas doutrinas,
devido ao movimento esotérico e
macroecumento que existia em Campina
Grande no início da década de de 90, né?
>> Mas quando esse movimento esotérico
macroecumênico, ele foi arifecendo, foi
perdendo força, né? Aí tem aquele ditade
que diz, né? Ninguém chuta cachorro
morto, né?
>> Sim.
>> Então a gente disse agora o que é que
vamos, o que é que vamos fazer, né? E
quer queira, quer não, quem quem tem se
destacado no esmeiro, na pregação, na
exposição e na explicação da palavra e
na aplicação, são pré-eletores de linha
reformada, né?
>> Aham.
>> Eh, o primeiro preleitor reformado, né,
que trouxemos aqui hoje, infelizmente,
ele enveredou, né? Não sei se nem se eu
devo dizer, né?
Mas, mas
>> fale
>> hoje, né?
>> Fale, pode falar,
>> pode falar. Fale.
>> Pastor Antônio Carlos Costa, né?
>> Sim.
>> Que foi eu talvez um dos maiores
pregadores
do Brasil. Infelizmente ele abraçou, né?
Eh, eh, esse viés mais, eu diria hoje,
progressista e tal, né? se distanciou
de certa forma, né, da da daquela
daquela missão que ele tinha no início,
né, e abraçou e de repente acha que o
importante é é eh eh eh é é transformar
o mundo, né? Eu acho que esse mundo aqui
>> eh ele tá condenado, né? Acho que
pessoas podem ser alcançadas e
transformadas, mas o sistema aqui ele só
vai eh ter cabo quando Jesus Cristo
rasgar esses céus, né? Mas começou com
ele, né? Depois veio o Hernandes, né? E
outros até que já faleceram. Eu lembro
do pastor Paulo Solonca, né? Da igreja,
eu acho que primeira Batista lá de
Florianópolis.
>> Florianópolis. Isso mesmo.
>> Uma figura extraordinária, né? que que
andou por aqui também e já partiu e
outro o Dr. Russo Ched, né? Como esqueci
>> do Dr. Russel Ched começou a vir e
outros tantos, né? E a a o evento
começou a ter essa cara. E eu acho que
isso foi uma direção que aconteceu não
por causa da minha formação, algo de
caso pensado e tudo mais, mas que foi
acontecendo segundo a Deus guiando todo
esse processo, né?
>> Aham. o próprio reverendo Augusto
Nicodemos, que eu acho que começou a vir
aqui no final da dos anos 2009, 2010
por ali, começou a a frequentar eh o
Franklin Ferreira, eu acho que um
pouquinho antes, o Renato Vages, um
pouquinho antes, né? Essa turma começou
a frequentar, a vir para o evento e
assim tem se dado, né? Eu não sou, eu
não, eu, eu não sou contra e nem me
obstaculo a trazer um pastor
pentecostal, muito pelo contrário, se
vier, né, mas que venha, né, com aquela
visão nossa aqui de pregar o texto, né,
expor o texto, né, aplicar o texto e
abençoar o povo de Deus, né, e não
aquele pregação de três pontos, né, que
o cara lê o texto, sai do texto, nunca
mais vota no texto, né? Aí, aí aí não
dá. né? A consciência cristã de certa
forma tem se notabilizado, né, por esse
cuidado.
>> Sim,
>> ser tipo meio que um oasis, vamos dizer
assim, né? E como eu me alegro com isso
também, né? Porque os evangélicos são
tão criticados por ser por ser um povo
tão dividido.
>> Aham. A unidade, a Igreja Católica se
aora de de ser única, né? De ter essa
unidade e tal e tudo mais. A gente sabe
que não é bem assim lá dentro, né? Mas é
possível, né? Aqui você tem a Assembleia
de Deus de Campina Grande participando
do evento. Talvez seja o único lugar em
que eles participem.
>> Aham.
>> Efetivamente, né? A gente tem uma
relação muito boa
>> com a Igreja Assembleia de Deus aqui em
Campina Grande. Aí você vai ter o
presbiteriano, você vai ter o
Congregacional, você vai ter o Batista,
né? Você vai ter ali o Metodista, enfim,
participando debaixo da mesma tenda ali,
né? abrindo mão, de certa forma, ali
dessas questões que eu acredito que são
secundárias e por algum momento, por
algum instante, se concentrando naquilo
que é primordial, que é essencial à fé
cristã.
>> É, é innegável que hoje Campina Grande é
a é a nossa genebra, né? É a genebra
brasileira.
Mas eu eu me lembro me lembro ainda do
do Silas Malafaia
eh no no programa dele chamando a
consciência cristã de consciência
calvinista, né? Eh, não sei se o senhor
lembra disso, né? E criticando muito e
encorajando as pessoas a não irem paraa
consciência cristã, porque era uma
consciência calvinista. E aí tá
explicado, né, que que na verdade o foco
nunca foi
promover o calvinismo ou a teologia
formada, mas a pregação, a exposição da
palavra de Deus, né?
E aí eu queria aproveitar isso que eu
mencionei do do Silas Malafaia e falar
um pouco dos dos desafios, que
obviamente a consciência cristã do
tamanho que ela tomou hoje, ela também
tem enfrentado muita oposição, né? ela
tem muitas críticas e tudo. Então, eu
queria saber se o senhor poderia
compartilhar conosco
eh quais são os grandes desafios, né,
suas grandes dificuldades.
>> Ah, pode falar, David, fica à vontade.
Até você falando isso aí me veio a
memória quando eu estudei sobre esse
assunto e estive uma vez com o pastor
Jorge Noda, quando ele veio para uma
conferência aqui na nossa igreja, ele me
falou de um pastor que deu muito
trabalho a vocês, um pastor que era
metido com os ecumênicos, que se
envolvia muito com os ecumênicos e ele
deu muito trabalho a vocês ali no início
da consciência cristã, perseguiu demais
a consciência cristã.
Eh, se não me fal memória, acho que ele
era ele era até presbiteriano, era
presbiteriano independente, eu não não
lembro bem se era do Brasil ou
independente. E vem exatamente a calhar
com essa pergunta do do pastor Neto.
>> Eh, esse pastor aí, né? Inclusive ele
foi um grande expoente na década de 70,
talvez o Caio Fábio da década de 70, né,
que era o Nemias Marien,
era um pastor presbiteriano, né, e
depois ele abraçou o liberalismo
teológico, né, e foi ser pastor da
Igreja Presbiteriana Unida, eu acho que
lá no Rio de Janeiro. Esse cara todos os
anos vinha para Campina Grande junto com
o bispo católico. Eles abriam o evento
que chamava-se Nova Consciência.
Inclusive o nosso nome consciência
cristã de certa forma derivou, né, eh do
nome do evento esotério, porque nós
queríamos fazer um resgate, né? Nós
sabíamos que aquela nova consciência não
tinha não tinha nada de novo, né? Era
travestido de novo. E nós queríamos
trazer ao povo a uma consciência cristã.
Por isso que esse trocadilho, nova
consciência é consciência cristã. Tanto
que quem tem mais de 40 anos em Campina
Grande, ele vai chegar para mim e vai
fazer um um mix dos dois eventos. Ah,
esse aí é o pastor Elder, é o pastor da
nova consciência cristã.
Mas quem tem menos de 40 anos, 30 anos,
aí não, aí não vai mais lembrar desse
movimento da década de 90, né? Aí vai
chamar de consciência cristã mesmo,
porque é o único evento hoje que restou
e que ficou eh eh graças a Deus. Agora,
o em relação ao Malafaia, né? Malafia
inclusive você vê, né, a ironia do
destino. Eu tentei, estive com Malafia
algumas vezes, né?
Eh, talvez não vá lembrar disso, né?
Porque o evento tava dando seus
primeiros passos. Porque o Malafia da
década de 90, quando ele tinha bigode, é
diferente do Malafia de hoje, sem
bigode, né? Porque
>> Malafaia ele ele ele abraçou tudo aquilo
que ele condenava no passado, né? Tudo
aquilo que ele criticava, movimento G12,
teologia da prosperidade, você vem, você
vai ver vídeos dele aí no passado, né?
Eu locava fitas cassete, né, para ouvir
as mensagens de Malafa, né? Eh, na
locadura tinha um uma prateleira só das
mensagens de Malafia. Você vê a
influência que esse cara tinha na década
de 90 e depois se perdeu eh infelizmente
completamente, né? Eh, no campo
teológico, né? Ele pode ter até alguma
contribuição no campo ético, não sei,
campo moral, um campo político, talvez,
né? Com a com a voz que ele tem hoje e
tal, né? Muito embora seja muito
estridente, né?
Mas eh ele ele ele e foi era do
interesse nosso, né? Depois, né? Ele
mandou recados, né? Até eh meio que
entre aspas. Ele talvez se ele for
assistir isso aí, ele vai negar, né? Eu
não vou expor o nome do pastor, né? Que
é aqui até de da Paraíba, né? Que tentou
fazer um link comigo, né? Mas aí já não,
já era tarde demais paraa participação
dele, porque ele já havia dado as costas
aquilo que ele de certa forma pregava no
passado, né? Mas eh eu procurei na época
nem respondê-lo, né? Porque acho que não
valia a pena, né? Vamos continuar nosso
trabalho aqui, né? Eh, nem a própria
Assembleia de Deus aqui local da cidade
vê com bons olhos, né? A postura dele,
né?
do do do próprio Malafa. Esse aí foi um
um dos
>> dos poucos desafios que, vamos dizer
assim, enfrentamos nessa área, né? Mas
já enfrentamos, né? Talvez o maior
desafio hoje da consciência cristã, né?
É manter eh manter a sua o seu o seu
foco, a sua linha, né? Porque a
tendência com o passar dos anos é você
se perder pelo meio do caminho, né? A
gente, inclusive, agora nós criamos um
conselho teológico filosófico, inclusive
o pastor Jorge Noda é o presidente.
Pastor Jorge Noda foi o primeiro
preleitor da consciência cristã, né? Uma
uma uma mente brilhante que é que é que
é o pastor Jorge Noda, né? Tem mais dois
membros
>> desse Conselho teológico. Nós vamos
aprovar agora uma uma declaração de
princípios e valores no final desse mês.
Nós vamos estar lançando na consciência
cristã e vai ser meio que um norteador,
né? quando convidarmos um palestrante,
ó, vocês dá para subscrever isso aqui,
né? E também para internamente servir de
de de balizador. A gente não pode
caminhar por aqui, nem por ali. A gente
tem que seguir aqui, né? Eu tô aqui
hoje, né? Não sei quanto tempo Deus vai
me permitir estar. Meu desejo é que esse
evento ele
continue, né, ao longo dos anos, né,
seja comigo aqui à frente, com outra
pessoa, né? Eu me sinto como um soldado
apenas. O meu desejo é que tudo isso que
foi trabalhado ao longo dessas décadas
não se perca, porque a tendência e
lamentavelmente às vezes é essa. Quando
vem uma outra geração, né, não ter esses
marcos. Eu acho que a gente tem que
fincar esses marcos para que esse evento
continue dando
>> essa contribuição que tem dado, né? E
hoje e assim hoje eh o evento, como eu
falei, né, ele começou na década, no
final da década de 90 como uma um um um
momento de contraponto a um evento que
havia em Campina Grande, um evento
macroecumento e macroesotérico. Esse
evento macroecumênico e macro esotérico
era gratuito porque era realizado pela
prefeitura, era bancado pela prefeitura
>> e o nosso nunca foi bancado pela
prefeitura. recebe hoje ainda uma ajuda
pontual financeira. E é importante, não
quero de de de se considerar aqui, mas o
evento sempre foi bancado pelo povo de
Deus, né, na sua esmagadora eh maioria.
E a nossa visão sempre foi mantê-lo
gratuito. Ninguém paga nada para
participar da conciência cristã. Mas
como manter essa gratuidade? Se você
monta uma estrutura só de pavilhões ali,
nós temos em torno de em torno de 11.000
m² de pavilhão contados. Isso num
período crítico, é o período de
carnaval, onde João Pessoa tem evento,
Olindo tem evento, Recife tem evento,
Natal tem evento, o interior todo tem
evento aí de carnaval e tudo demanda
estrutura.
>> Sim.
>> Como é que você faz para administrar e
para concorrer? Porque carnaval é pago,
os caras pagam o dobro do valor que eu
pago aqui. Às vezes o fornecedor ele
monta para mim aqui cobrando a metade do
valor, porque ele não se identifica, não
gosta de carnaval e quer fazer. E é, na
verdade, é Deus que toca no coração
dessas pessoas. Então, o grande desafio
hoje o recurso humano. Eu já tô ficando
velho, né? daqui algum tempo não vou
estar mais em condições de estar à
frente desse trabalho. E a minha oração
é que levante pessoas para pegar o
bastão, né, eu passar e
>> e ele prosseguir,
>> né? E hoje nós estamos com o projeto
de adquirir essas estruturas todas.
Nós recebemos uma doação de um terreno,
também queremos construir um complexo
onde
inclusive até para servir de de de
depósito para essas estruturas que nós
queremos adquirir, porque hoje nós temos
um gargalo, né, que é fornecedor e de
certa forma patrocínio privado ou
público.
>> Sim. Hoje a gente ainda depende muito
desse patrocínio privado e público. A
gente quer diminuir essa dependência,
porque no dia que não chegar mais, mais
com esse ambiente cultural controverso
que a gente vive hoje, né? Pode se
querer colocar uma faca no nosso
pescoço. Olha, a gente só vai dar apoio
se agora abraçar essa pauta. Eu vou
dizer, não, não dá para abraçar essa
pauta,
>> né? Então, eh, a gente tem esse gargalo
de patrocínio, de estrutura, porque o
fornecedor também, agora mesmo, para
você ver aquela pavilhão principal, né,
que você conhece ali, aquela tenda
maior, o eu trabalho com uns 10
fornecedores distintos,
>> mas o principal fornecedor é aquela
tenda e ele disse que só vai montar para
mim até 2026.
>> 202 já não monta mais. Então, tô com
esse desafio agora de 2026 comprar
aquela estrutura.
>> Sim.
>> Aquele aquele pavilhão, né? para sair
dessa dependência, né? Estamos
trabalhando e orando. Vamos ver o que é
que Deus vai fazer.
Certo? Eu eu quero perguntar mais para
frente ainda sobre alguns planos
futuros, né, paraa consciência cristã,
mas eu queria eh insistir um pouco
nessas questões dos desafios que que o
senhor e o evento têm enfrentado, né?
Eh, agora recentemente aconteceu a
situação lá com o o Douglas Wilson. Não
sei se o senhor se sente à vontade para
>> Sim, sobre essa situação, né?
>> E eu tô perguntando porque eu acho que é
um uma curiosidade de muita gente, né?
eh eh de ouvir do senhor a sua visão do
que aconteceu eh e o que acabou findando
eh na no cancelamento da vinda dele, né?
Ele acabou não indo na consciência
cristã palestrar.
Então, o senhor pode contar pra gente
essa história assim de alguém que teve
no epicentro, né, da da situação?
Pois é, aqueles dias foram muito
difíceis
para mim, né, e para o evento em em
particular, né, porque eles usaram de
uma estratégia, né, porque que nos
deixou meio que
eh
meio que muita dificuldade para para
responder, porque criou-se uma
narrativa, né, onde se tá Show o
palestrante de um escravagista que nós
estaríamos trazendo aqui, um racista
para participar
da consciência cristã. E a mídia vive
dessas narrativas. A turma que abraça,
né, eh eh essa visão vive de narrativas.
Eu digo: "Meu Deus, e agora
como administrar isso, né? Porque a
pressão veio de veio de todos os lados.
E e infelizmente, né, eu digo, eu digo
isso com tristeza, muitos dos nossos, de
alguns irmãos nossos, né, fomentaram
isso, né, e de certa forma
>> as pessoas que estavam lá fora, né, e
aquele cara, eu acho que o o jornalista
do The Intercept,
>> que foi quem fez a matéria, né,
>> isso
>> Glen Green, né,
>> mas não foi o o G o Green, foi um desses
caras aí, esqueci o nome do jornalista
que que fez a matéria e jogou em nível
nacional, né? Isso repercutiu,
né, em todo o Brasil, Folha de São
Paulo, Wall, enfim, e tudo quanto foi
meio de de comunicação. E, infelizmente,
né, eh ficou inviável, né, porque o
nosso povo, né, em geral, ele ele ele
ele não ele é avesso a esse tipo de
embate, né, de de de confronto, né? E eu
fiquei pensando, eu faço um evento em
praça pública,
esses caras não têm o que perder, eles
são capazes de tudo. Você vê o Charles
Kirk, que mataram agora nos Estados
Unidos,
>> os caras partem para as vias de fato,
né? E nós começamos, né, a receber muito
tipo de ameaças
em relação à integridade física, né? Eu
tenho esses prints todos, né? eh eh com
relação à vida, a a a à vida do pastor.
Então, seria assim, eu acho que
temerário da nossa parte. Eu sei que
teve gente aí que nem nem compreendeu
direito, né? Achou que nós somos frouxos
e tal. Digo, não, acho que a gente
poupou primeiro pré-eletor, né? E
segundo poupou o evento, porque seria
uma guerra. Essas pessoas viriam para
dentro do evento, né? Dispostas a tudo.
>> Aham.
poderíamos sofrer algum tipo de
sabotagem, alguma coisa. Então, daí,
infelizmente, nós tivemos que tomar essa
posição, mas eles assim, eles não
gostaram porque eles queriam que nós eh
vamos dizer de certa forma avalizássemos
a narrativa deles.
>> Sim,
>> né?
>> Eh, jogasse o Douglas o Wilson às feras,
né? Não, talvez dissesse tal, nós não
sabíamos quem era esse cara, né? fomos
mal, não de maneira alguma, né? E até
recebi conselhos para isso. Eu digo que
é isso, né? Isso vai, isso aí é é ser
desonesto. Eu vou dizer o que está
acontecendo. Temos sofrido ameaças,
>> né? Eh, infelizmente nós não temos como
garantir a sua integridade física, né?
Nem dele, nem dos participantes. E por
isso, devido a essas ameaças, a essas
pessoas intolerantes, né? Ele não é um
um um xenófobo, um racista, um um
escravo. Isso é tudo narrativa,
isso aí é distorção da realidade. Mas,
lamentavelmente nós não temos como como
como trazê-lo. Infelizmente tivemos que
eh eh ele entendeu, né? Nós enviamos uma
carta para ele,
>> né? Ele muito ele dá até entrevistas
falando eh eh eh sobre isso, né?
Mas assim, a narrativa que foi criada
nos dificultou muito, né, essa defesa,
porque depois que o cara
eh pegou, né,
>> colocou a peixa, eu tô o evento
>> se alinhou com um racista e um
escravista. Eu digo isso, as pessoas,
isso mexe com com com essas pessoas de
tal maneira que elas eh eu eu não me
admirava se ele sofresse um atentado em
Campina Grande, se nós tivéssemos
insistido com a vinda dele ao evento,
não só a ele, mas também ao próprio
evento, né? Lá, eu lembro, eu lembro na
época que que
até movimentação para ir no aeroporto,
né, para ir recebê-lo no aeroporto com
protestos e tudo. Eu não sei se chegou
até o senhor esses print.
>> Ah, muita coisa, né? Seria uma seria uma
guerra. Seria uma guerra.
>> E eu digo, nós até boicote, né? Eu não,
eu não,
assim, se, se, se o viés tivesse sido,
porque os caras sabiam, né? Porque tem
certas, tem certas narrativas que elas
nos
fragiliza, né, como cor. Infelizmente o
nosso povo e infelizmente falta muita
maturidade para isso, né? Mas tem outras
que nos unem. Se fosse uma acusação do
campo teológico, né?
eh eh de alguma um posicionamento dele
bíblico, teológico. Isso,
até o próprio Frankle Ferreira no bojo
disso tudo recebeu uma certa crítica,
né?
Mas como a narrativa que eles usaram, é
é triste dizer isso, né? É lamentável
dizer isso. Mas pastor, o senhor foi
levado para uma narrativa? Bom, eu não,
né? As pessoas foram levadas
>> sim e e e estavam dispostos a tudo, né?
para impedir a vinda e a participação
desse cara aqui. Digo, como é que eu vou
administrar isso? Eu vou eh contratar um
um exército para ficar ali de de armas
em punho, de de de escudos na mão, de de
cacetetes na mão. Vai virar uma guerra
isso aqui. Vai
>> é
>> vai dar. É verdade.
>> E uma coisa interessante em relação a
essa, o que ocorreu com Douglas Wills,
pastor, foi para para mim, ao meu ver,
foi o fato de que essa narrativa ela,
ela já existia de certo modo, mas entre
certos influenceres cristãos do YouTube,
>> de certa relevação, nasceu, nasceu lá,
na verdade, já estava lá. Aí quando
quando surgiu a vinda do Douglas Wilson
para cá, isso vazou para para setores da
imprensa que jamais saberia disso se não
fosse por parte desse povo.
>> Exatamente. Você você tá você tá tocando
no ponto nefrágico aí.
>> Eles jamais teriam abraçado essa
narrativa e criado essa narrativa se não
já tivesse sido trabalhada,
infelizmente, por pessoas dentro do
nosso meio,
né? É, é, é lamentável. É muito triste
isso, né? Felizmente, né? Não, não foi
possível desta vez trazê-lo. Quem sabe
no futuro um pregador misterioso, eu não
vou anunciar, quem sabe dele ele chegar
e cair de para-quedas aqui em Campina
Grande e dar a palestra dele quando
quando caçarem, como diz o nordestino
aqui, caçarem a terra nos pés já tem
acontecido.
>> Agora é seria seria uma estratégia, né?
Inclusive, né, com no mesmo período, né,
eu tava trazendo o Granconato,
>> primeiro, a primeira edição
>> foi também naquele mesmo ano. E o
Granconato tem algumas falas deles, dele
que a turma
deu uma uma trabalhada, uma distorcida e
criou uma narrativa em cima. Eu não, eu
quando, quando eu tirei o Douglas
Wilson, eu também tirei o Gran Conato,
só que eu tirei o Gran Conat da da nossa
da nossa mídia,
>> das nossas publicações,
>> né? E por quê? Porque eu digo, olha,
eles pegaram a questão do Douglas Wills
e vão pegar agora a questão do Gran
Conato, que o Gran Conato deu entrevista
lá atrás dizendo que a razão porque não
havia igrejas reformadas em favelas e
tal.
Iniso criaram uma uma narrativa em cima
dele que ele era contra os favelados e
tal.
>> Tu imagina,
>> eu me lembro que a Vincu isso, né? Ela
na época, né? Eu eu assim a minha
estratégia foi de tirá-lo. Eu digo: "Ó,
pastor, tô nesse fogo cruzado aqui, eu
vou tirar, mas o senhor vai continuar na
na na na programação." E foi uma um
maior frenesia, porque ele pregava no
domingo à noite e eu não anunciei o
pregador do segundo horário do domingo à
noite e ficou dito que seria um pastor
misterioso.
E na hora lá eu as pessoas vibraram, né?
Porque eu apresentei o Granc Conato como
esse pastor misterioso dentro desse
contexto aí, infelizmente da não vinda
do Douglas Wilson. Mas aí ele já veio
duas vezes, três vezes, né? E e enfim, a
o o a a o tiroteio em cima de Bolsonaro
não é igual ao tiroteio em cima de
Douglas Wilson, né?
>> Sim. É. E o pastor Marcos é um excelente
expositor da palavra de Deus, né? E
agora voltando um pouco, ô Elder, eh
assim, agora eu vou vou pedir para você
me corrigir. Eu sei que o deve ter
havido um um um aquele evento, aquele
ano da consciência cristã, que foi o ano
que, vamos falar assim, explodiu, né?
que deixou de ser um evento um pouco
mais local ali e passou passou a ser um
evento mais nacional. A a impressão que
eu tenho é que foi no ano do Norman
Geisler, quando quando o Norman Geisler
veio ou não ou já foi antes disso,
senhor? Lembra qual foi assim? O Norman
Gasler, por mais que
seja um baita de um teólogo, de um
filósofo, né, saudoso, né, já partiu,
mas ele assim, ele era conhecido mais no
meio acadêmico.
>> Aham.
>> O povão mesmo não conhecia o o o Norman.
quem era mais eh eh eh eh dado a leitura
e também nos meios acadêmicos, conhecia
quem era Norman Gáis, mas eu diria que
não foi com a vinda do Gisler, mas com a
vinda do Waser em 2014,
>> porque o Waser com aquela com advento da
rede social no YouTube, aquela mensagem
dele, aquela mensagem impactante, eu
acho que o título é esse, né? Pregação
chocante.
>> Ele ficou
>> pregação chocante, não é isso?
>> Aham. Ele ficou muito conhecido até
pelos pentecostais,
né?
>> Sim.
>> Aquele estilo dele bem bem incisivo, né?
Bem combativo, né? E a vinda dele em
2014,
eh, eu acho que de certa forma deu esse
impulso. O evento vem paulatinamente,
eh, crescendo,
eh, paulatinamente a cada ano, né? E e a
vinda dele foi foi foi uma, né, a vinda
do do John Piper em 2019, né, eu acho
que também deu esse esse esse caráter,
vamos dizer assim, né? E hoje, assim, eu
fico feliz porque hoje cada vez mais a
marca do evento tem de certa forma eh eh
prevalecido
detentimento
do time de pré-eleitores que que
>> sim, que
>> temos trazido. As pessoas confiam muito,
né?
A gente sabe que a dificuldade, né, que
por mais que o Brasil seja uma nação
continental e se diga que tem cerca de
60 milhões de de evangélicos, mas nós
não temos tantos bons pregadores assim,
né? Era para ter, né? Minha oração é que
Deus levanta. Às vezes até tem muitos a
gente à vezes a gente até não conhece,
né? Não tem não não teve a visibilidade
ainda, né?
>> Sim.
>> N. fico a caça de bons preleitores aí,
de bons pregadores
para de certa forma tá trazendo aqui,
né, e tá dando oxigenada, né, no evento,
né, eh, pr internacionais, você
>> humal, vocês tiveram tiveram eh o
interesse de trazer John Macarto alguma
vez, como foi? Se se tiveram algum
contato, saudoso João,
nunca tivemos. até pela idade dele, a
gente sabia que ele não viajava mais,
né? E também assim, eu tinha muita
cautela, né? Porque como a gente
transita entre os pentecostais também,
né? Ele tem um evento lá, tinha, não sei
se ainda tem, né? Chamado fogo estranho,
né? Ele batia muito no no no inclusive o
o o Steve Lawson que participou, eu até
tive pensando em trazê-lo, né, em alguma
ocasião, mas eh eh também me foi dito
que existia um certo eh eh
um um fundamentalismo muito exacerbado e
tal, né? E eu fiquei meio receoso,
né, de de trazer. Terminei não trazendo
o L. Infelizmente aconteceu o que
aconteceu, né? E e e ele e ele não veio.
Mas o Macarto seria, né, sensacional,
né, grande pregador, expositor das
escrituras sagradas, né? E é
interessante porque ele tem ele tem
livros livros lançados pela CPAD, né?
>> É,
>> tem vários livros lançados pela CPAD. é
dispensacionalista, né, se eu não me
engano, né?
>> É, é
>> de Macarto, né? E e quem tava certo, né?
Foi confirmado, não veio por causa da
pandemia, foi o Vod Balkan. Felizmente
nunca pregou no Brasil, nunca esteve no
Brasil, né? Viria também agora, eu acho
que em 2024, no evento de Paulo Júnior
lá em São Paulo, mas aconteceu aquele
problema todo com o Paulo Júnior,
terminou que ele foi cancelado o evento
lá.
Ele não veio e perdemos aí, né? Outro
grande pregador, né?
>> É, outro que foi anunciado e acabou não
vindo foi o Willan Len Craig, né?
>> O Craig.
>> Isso,
>> sim. Exatamente. Eu acho que foi no
período da pandemia.
>> Isso, exatamente. Foi,
>> eu acho que foi no período da pandemia
também que terminou que, né? de bom,
alguns posicionamentos aí, né,
teológicos recentes do CEG, que também
não talvez não tivesse muito alinhado
com com a consciência cristã mais, né?
Por exemplo, o grande Ravi Zacarias, né?
>> Aham.
>> Tava confirmado em 2013, 12 dias antes
do evento, ele mandou uma carta com
problemas de saúde e tal. Depois que o
cara morre, explode uma série de
problemas também, confusões e tudo mais.
Eu digo: "Meu Deus, Deus tem cuidado
desse evento aqui, tem dado, tem nos
dado muitos livramentos de tudo quanto é
jeito, de tudo quanto é lado, né?
>> Acontece uma, quando acontece uma coisa
assim, eu digo: "Rapaz,
>> isso deve ser um livramento, viu? Alguma
coisa vai vir depois".
Felizmente tem acontecido isso.
>> E já houve algum momento, eu de que o
senhor pensou assim: "Olha, eu acho que
é melhor a gente parar, é melhor a gente
não continuar o evento?
Quiser compartilhar essa experiência, o
senhor já teve esse momento, né? Aí,
>> rapaz, eu já pedi muitas vezes
a Deus para,
né, se ele não que, se ele não deseja
que esse evento
aconteça mais, porque eu vejo a
consciência cristã não como um fim em si
mesmo. Eu acho que nenhuma organização e
nemhuma igreja local tem que ser um fim
em si mesmo, né? Nem uma denominação,
vamos dizer assim, né?
>> Sim. é um meio
pelo qual Deus usa para alcançar pessoas
e fazer a sua vontade. Então assim, eu
eu sou bem tranquilo, né, com relação a
isso aí. Que eu só não quero que esse
evento, esse movimento acabe aqui
porque se desviou do seu alvo, do seu
foco, que é Cristo, ou porque se
envolveu num escândalo, eh, seja lá da
liderança ou um escândalo financeiro,
seja lá o que for. Tenho sempre orado a
Deus que nos preserve no dia que ele não
quiser mais, ele nos dê uma saída
honrosa, né, que é não manchar o nome
dele.
>> Uhum.
>> É, é, é só isso. A gente já enfrentou
muitos problemas,
meu Deus, né? Eu ainda ter cabelo e eu
não pinto cabelo não, viu? É calibre
mesmo, viu? Eu ainda t não ter cabelo
branco e não no e e ainda ter cabelo já
porque eu já passou por muitas
dificuldades esse evento, mas muitas
seríssimas financeiras
assim coisas muito difíceis de
administrar. E eu, Senhor, me dá uma
saída.
Se tu não quer mais, deixa eu ir cuidar,
porque eu eu nunca desejei estar nessa
cadeira que eu estou hoje.
>> Sim,
>> né? Eh, sair dela para mim não. Eu eu
sempre peço a Deus para que a minha
alegria seja aquela que Jesus disse aos
seus discípulos, né? Ter o meu nome
escrito no livro da vida. Isso aí já me
basta, né? Eu sei que eh eh o ser
humano, todo ele tem uma certa dose de
vaidade, né? Mas eu peço a Deus para que
venha mortificar isso cada vez mais no
meu coração, né?
E, e, e essa obra, se tiver de
continuar, que seja no centro da vontade
de Deus, né? A gente tem muitos sonhos,
né? Agora a gente já passou 27 edições,
a gente já olhando para trás, né?
Eh, eh, a gente já vê o o a mão de Deus,
o quanto Deus já agiu ao longo dessas
décadas e tudo mais. Isso não é obra de
de homem, de força de braço, de
capacidade, de inteligência, de não, de
mobilização, de articulação. É a graça
de Deus, né? É um evento improvável
por ser do período do carnaval em
Campina Grande, no interior de um estado
pobre como a Paraíba, né? Eh, e também
de certa forma coordenado por um líder
improvável, que sou eu, né?
e teria gente muito mais capaz e
habilitado para estar à frente eh eh
desse trabalho. E a minha oração é que,
se Deus quer que esse evento continue no
futuro, ele levante essas pessoas.
>> Sim.
E enquanto o senhor falava, me lembrei
de uma, eu não sei se foi uma situação,
mas eh a houve um momento que que se
pensou em chamar o o Bolsonaro na
conferência, na consciência, né, ou não?
>> Não. Bom, eh
eu eu votei já em Bolsonaro, né?
>> É,
>> eh, não fiz campanha porque não me
compete, né?
Eh, me alinho com algumas de suas
bandeiras.
Eu acho que o evangelho tá acima de
ideologia política, mas tudo aquilo que
se aproxima mais do evangelho, de
valores, eu acho que a gente tem que
apoiar,
>> não é? Infelizmente, eh, a a ideologia
de esquerda, assim, nos seus nos seus
fundamentos filosóficos, ele ele é ele é
contra o cristianismo. Eh, é difícil. Eu
não acredito que a pessoa possa ser
cristã e possa ser eh marxista ao mesmo
tempo. Você tem que ser uma coisa ou tem
que ser ou tem que ser outra.
>> Uhum.
>> E na época, né, eu nunca quis. Você vê,
a gente recebe apoio aqui do poder
público estadual e municipal.
o poder público estadual por muitos por
muitos anos, né? E ainda hoje o partido
que comanda aqui a Paraíba é de é de
linha de é um partido socialista.
>> Sim.
>> Durante 8 anos de 2014 até
eu acho que 2022,
acho que foram oito edições. Eu não
tivemos apoio do governo estadual. Eu
também eu acho que o evento tem que ser
mantido pelo povo de Deus. Não vou
atacar, não vou.
>> Você foi na época do
>> Se vier o apoio, se vier o apoio vem
época do na época do Coutinho, né? Era
>> do Coutinho.
>> Não, isso
>> é exatamente. E assim, tudo bem. Ele
ainda apoiou dois anos o Coutinho, 2013
e 14. No segundo mandato ele não apoiou
e no segundo e depois o substituto dele
no primeiro mandato não apoiou e depois
agora nos últimos 3 anos vem apoiando.
>> E a gente não abriu mão da nossa linha
teológica, filosófica e tudo mais.
Mas na época de Bolsonaro, veio aqui na
época até um deputado que tinha sido
eleito com os votos de Bolsonaro na
Paraíba, veio no meu meu escritório
perguntar se eu não queria trazê-lo
para o evento. Eu digo: "Não,
eu não quero trazer".
>> Ah, certo.
>> Segundo se eu queria o apoio financeiro,
eu digo,
porque eu já tô querendo sair de
governo. Você a você já quer botar mais
governo, né? Eu nunca recebi dinheiro,
né? Nunca quis receber dinheiro do
governo federal,
>> né? Nem na época de Lula e nem tampouco
quis na época de Bolsonaro, porque iam
dizer: "Ó, ele agora tá recebendo apoio
do governo federal porque tá alinhado
com a pauta dele e tal coisa. Eu não
quis criar essa associação na
consciência cristã e passamos
>> maus bucados em 2019, em 2020, né?
Fechamos das 27 edições, para você ter
uma ideia, só cinco edições nós fechamos
no azul,
22 nós fechamos no vermelho devendo,
né?
>> Às vezes deixava a conta velha,
>> pagava a conta velha e deixava a nova
ficar velha,
passava de um ano para outro fornecedor
para poder pagar. Evidentemente tudo
conversado e administrado. Então, nunca
quis, né? Eu acho que foi uma acertada,
né? Eh, porque se eu tivesse agora,
imagina, né? E agora recentemente, né?
Eu recebi contatos também para ver se
queria apoio e tal de de parlamentares.
Eu digo, "Não, deixa sem.
>> Sim,
>> vamos
>> orar aqui, pedir a Deus que levante os
meios. Não é fácil fazer um evento que
hoje custa quase em torno de R$ 2
milhões deais você levantar isso no
interior da Paraíba, né? a gente sabe da
realidade aqui. É diferente aí de onde
você tá aí eh, no a renda per cápta, o
mundo aí é outro. Aham.
>> Diferente do mundo aqui do Nordeste,
principalmente do interior.
>> É, eu fiz essa pergunta a respeito do
Bolsonaro,
eh, justamente para dar oportunidade
para o senhor falar um pouco sobre isso,
né? Porque eh existe sim, como o senhor
bem mencionou, uma certa ajuda do poder
público. Inclusive no último evento da
consciência cristã, que eu tive a
oportunidade de participar, quando eu
morava em João Pessoa,
o próprio prefeito de Campina Grande
tava lá participando do evento, né, o o
Bruno, o Bruno Cunha Lima, né? E e muito
embora então haja uma certa uma certa
associação de apoio,
eh não existe uma certa associação de
apoio aos políticos, né? Os políticos
apoiam a consciência,
mas a consciência não apoia políticos
especificamente, né? Eu impressionado
disso que quando
>> o prefeito esteve lá, prefeito Bruno
Cunha Lima, ele não foi chamado no
palco, ah, vamos orar por ele aqui e
tal. Não, não. Ele ficou, chegou, sentou
e participou do evento como um
participante, né? Ele não foi feito
nenhum tipo de apoio a ele, né?
É, eu procuro, a gente, nós temos aqui
um apoio institucional que não é dado
apenas à consciência cristã, porque
lembre-se, Campina Grande durante o
período do carnaval tem outros eventos
acontecendo religiosos, né? tem o
católico, tem o espírita, tem a turma
adventista,
eh, neopentecostal, tem outros eventos a
acontecendo na cidade. E esses eventos,
eles recebem aporte, apoio
>> para realizar.
>> Sim.
>> Mas eh eh isso é algo que é cultural em
Campina Grande,
desses eventos a receberem, né? Mas não
há nisso um elo político partidário.
Ainá que não se imiscui nessa questão
política, né? Não se envolve, não se
expõe. E eles sabem disso, né? Eles
sabem disso. Já passei por muitas
situações e já foram dados dadas provas
que a Vinak não tem esse esse viés, esse
esse alinhamento político. É tanto que
eles nem me procuram. Eu não tenho esse
>> esse tipo de de de problema. O que é um
apoio institucional do CNPJ,
Prefeitura Municipal de Campina Grande e
do CNPJ, governo do estado da Paraíba.
>> Certo?
>> Mas o inquilino que está lá ocupando o
cargo de plantão, a gente tem respeito,
né? ora por eles, mas aí não tem esse
essa esse alinhamento, esse essa esse
envolvimento político partidário, que
seria muito nocivo
para um evento como a consciência
cristã. E se se já tivesse tido o evento
já tinha já tinha se já tinha
desmoronado há muito tempo.
>> Sim,
>> mas já houve já houve eu de casos de
políticos que pediram para dar uma
palavra para ir lá na frente.
>> No passado, né? A gente eh eh na
abertura do evento até o ano de 2010, eu
acho, 2009,
nós formávamos uma mesa com as
autoridades no dia da abertura. e
facultávamos uma saudação ao poder, ao
prefeito na época e também ao
governador. Mas isso aí depois a gente
resolveu tirar.
>> Sim.
>> Tava muito cansativo
esse essa abertura tava muito
politizada.
Então a gente resolveu tirar, né? O que
há é um agradecimento ao institucional,
né? Ao poder público que que tem
apoiado, né? tem disponibilizado. Eu
sonho um dia não depender desses
recursos, né, e realizar o evento
unicamente é um sonho nosso,
com
>> Aham.
>> os nossos recursos próprios da
consciência cristã. Nós temos orado e
temos trabalhado para isso. Quem sabe,
né? Um dia Deus Deus não nos dá, né?
Deus já usou, né? E governos, né? Você
vai ver Esdras e Neemias, eles vieram de
certa forma com apoio financeiro lá do
império medo persa, com apoio logístico
também e tal para reconstruir as
muralhas. Eu sei que é uma exceção, né?
Uma coisa pontual. Você vai ver isso. Eu
sei que a obra de Deus tem que ser feito
pela igreja, né? Pelo povo de Deus, né?
>> Sim. não é pelo poder público. Isso aí
uma uma uma questão pontual que Deus tem
permitido aqui, mas que a gente tem
lidado com muito cuidado, com muita
cautela para não nos perdermos aí no
meio do caminho.
>> Sim. E a gente tá caminhando aqui para o
fim. Eu não sei se você tem alguma
pergunta, David, alguma coisa. Eu tenho
uma pergunta em termos mais de
curiosidade, mas queria te dar
oportunidade aí. Não sei se você também
tem.
É a minha pergunta, eu acho que ela tá
mais agora relacionada ao coração do
pastor Elder do que qualquer outro
aspecto. É em relação à morte, né, do o
falecimento do pastor Valberto Cruz, o
impacto que isso trouxe pro senhor e
para todos os os membros da consciência,
né? Porque ele era uma figura
maravilhosa ali, uma figura de frente,
né? Não, não tinha como não ter aquele
carinho especial por ele ali no trabalho
junto com vocês. E como que isso
impactou
vocês nesses últimos nesses últimos
tempos, né, nesses últimos dias?
>> Ainda tá caindo a ficha, né? Porque
Valberto vinha comigo desde o desde a
fundação,
né, da da consciência cristã. um cara
relativamente jovem, né? Tinha 56 anos
de idade e era um um braço direito, não
é? Um um uma pessoa que eu a gente tem
poucos amigos, né?
E Valberto era talvez o meu único amigo
assim,
tirando a minha esposa, né?
que eu podia ligar todo dia, conversar e
a gente trocar confid e isso é isso é
uma coisa que se constrói ao longo da
vida, né?
>> Não é algo assim que surge do dia paraa
noite.
>> E eu eu particularmente tenho sentido
sentido muito a partida dele, né? Ainda
fico pensando, né? É suporte que porque
ele me completava de certa forma, né?
Ele era mais pacificador assim, mais
diplomata, né? Às vezes eu me falta essa
habilidade
e quando tinha que lidar com algum
pastor mais parecido comigo, aí eu
botava ele para conversar. Eu digo: "Vai
lá, Valberto, trata lá."
E
ele sempre conversava e e terminava
resolvendo o caso, né? Eu eu sinto falta
dessa pessoa agora. Digo: "Meu Deus, eu
vou ter que
ser mais parecido com Valberto,
né, em determinadas áreas eh da minha
vida. E vai deixar uma lacuna muito
grande, né? O ano que vem a gente vai
sentir muita falta dele ali na na na
Mas é isso, né? Infelizmente eh Deus tem
seus planos, né? com cada um de nós.
Chegou o dia que o seu servo tinha que
ser recolhido e ele foi recolhido e
agora nos resta seguir adiante até
enquanto Deus nos permitir.
>> Amém.
>> Tá certo?
>> E a minha minha pergunta em termos de
curiosidade minha, né, pessoal, seria
qual que foi o seu evento predileto até
hoje? Se o senhor tem assim aquela
edição que o senhor diria assim:
"Essa foi a que eu mais gostei, a que eu
mais em termos pessoal mesmo, não em
termos de de resultado, porque Deus tem
abençoado e cada ano tem tem sido uma
bênção." Mas eh na sua preferência, qual
foi aquela edição que para o senhor foi
a mais inesquecível? Sim,
>> eh, tem difícil essa sua pergunta de
responder, né?
Mas assim, o evento de 2007 foi muito
difícil,
né? Nós estávamos ali há
4 anos no Parque do Povo, né?
E não tínhamos essa estrutura que nós
temos hoje. Hoje nós temos a feira do
livro.
Nossa feira do livro hoje, ela
corresponde a em torno de 30% dos custos
do evento sai da feira do livro. Meu
maior patrocinador hoje é a feira do
livro,
>> certo?
>> Maior que governo de estado e prefeitura
juntos.
É maior patrocinador hoje a feira. Eu
não tinha a feira do livro, né? Eu não
tinha os os mecanismos de financiamento
que se tem hoje. E aquele ano, né,
foi um ano muito desafiador,
muito desafiador.
Eh,
mas na última noite, né, Deus deu uma
prova assim muito grande
de que ele estava
e tem estado com esse projeto, né? Ah,
>> porque do montante que faltava ser
levantado ainda,
não sei se você pegou esse período no
evento, né? Mas a gente sempre
compartilha os custos do evento e
compartilha com o povo.
>> Sim.
>> O montante que faltava
ser levantado, na última noite, nós
chegamos nós chegamos faltando 70%,
tínhamos levantado só 30%.
E naquela noite, naquela terça-feira,
né, o tabernáculo, aquela estrutura que
nós temos hoje, não era daquela forma,
não tinha o parque do povo ainda era
paralepípedo. O piso, não era um piso de
concreto. A drenagem ali era muito
precária.
>> Aham. começou a chover de 5 horas da
noite da tarde.
Chuva que nunca caiu em Campina Grande
e foi até
9 da noite a chuva.
5 da tarde a 9 da noite. Na época a
gente tinha público aí de umas 5.000
pessoas sentadas.
Ainda apareceu 2.000 heróis.
>> Hã,
>> ali era aqueles aqueles lá
de Gideão, né? Aham. Ficou os 300
valentes,
>> os valentes, os 2000 valentes, vamos
dizer, porque começou a chover de 5 da
tarde a 9 da noite, chuva torrencial,
o cara ficar debaixo de uma tenda sem
calha, que não tinha calha na época
e faltava 70%. Eu digo: "Meu Deus,
amanhã eu vou correr de Campina Grande,
eu vou fugir,
porque eu não tenho como pagar essa
conta".
Faltava 70%. Mas Deus me deu uma paz
assim
e eu comecei a tirar essa oferta, viu?
Eu mudei muito o meu estilo, viu? Era
mais pentecostal. Hoje tô mais
reformado, né?
Do estilo de pedir de pedir. Eu era mais
pentecostal, né? E eu, essa oferta
começou de 9 da noite, terminou de
10:40.
E dos 70%
que faltava,
nós conseguimos levantar 65%
do valor.
>> Aham.
>> Eu não tinha levantado em 5 dias. 5 dias
eu tinha levantado 30%.
E numa noite dessa,
só os valentes ali, nós levantamos 65%.
E no final do culto, inclusive, foi
Antônio Carlos que pregou, pregou até
meia-noite,
ficou lá o povo
e chegou um irmão no final e disse:
"Pastor, os 5% que tava faltando eu vou
dar".
>> Hum. E aquele foi um um marco assim,
assim, eu digo: "Meu Deus, foi um
milagre
que tu fizesse aqui naquele evento de
2007, assim, em termos de de de mar de
de um evento marcante que eu não jamais
posso esquecer aquilo."
>> Aham.
>> O que Deus fez naquela noite,
>> né? E me fez chegar até aqui, porque o
evento podia ter morrido em 2007, né? E
ter acabado com um escândalo financeiro,
né? O pastor contratou, né?
e não pagou.
>> Aham.
>> E Deus não permitiu isso. Era o nome
dele que tava ali, né? Não era o meu. E
já se passou tantas edições, quase 20
anos. E nós estamos aqui pela graça de
Deus.
>> Amém.
Pois eu de muito obrigado pelo por ter
nos disponibilizado do do seu tempo. Eh,
eu posso dizer que já tinha bastante
respeito e admiração pelo senhor, pelo
seu ministério, com esses toques
pessoais, com esses toques da sua visão,
do que de como o senhor tem lidado com
todos os desafios.
Eh, eu eu quero aqui agradecer a Deus
pela sua vida, pela coragem
que o o Senhor tem demonstrado que Deus
tem dado para o senhor de lidar com esse
evento, que se não for hoje o principal
evento evangélico da América Latina, ele
certamente está entre os principais
eventos evangélicos da América Latina,
né? Então, eu nunca esqueço de
de receber um uma vez recebi um e-mail
de um grupo de pastores de uma igreja
bem bem eh separatista que existe, né?
E eles dizendo que que as igrejas
precisam se unir, porque os irmãos das
suas igrejas estavam
eh todo o carnaval faziam caravana para
ir paraa consciência cristã e estavam
voltando da consciência cristã
com pensamento
errado e tudo. E e quando eles falavam
qual eram os pensamentos errados, era a
pregação expositiva,
era
a
>> salvação pela
>> pela graça mediante a fé e
>> e o culto com bateria, né?
Mas
eu agradeço, louvo a Deus, ô ô Elder,
pela pelo seu ministério da nossa parte
da escola Charles Espugon. Eu quero
aproveitar a presença do Senhor aqui
para
reconhecer a bênção que a consciência
cristã tem sido paraa igreja, para o
corpo de Cristo aqui no Brasil, tá? Eu
sei que que
o senhor deve receber muitas muitos
encorajamentos, muitos agradecimentos,
mas eu quero deixar registrado aqui eh o
agradecimento oficial da escola Charles
Espugian. Eu falo aqui inclusive em nome
do pastor Cleiton Gadelha, né, que é seu
amigo,
>> gente de primeira qualidade.
>> Então,
eh, ele ele certamente, eu certamente
falo em nome dele aqui e em nome da
nossa escola de que nós somos realmente
muito gratos a Deus pelo seu ministério,
pela sua vida e nós oramos para que Deus
lhe dê vida longa, certo? do senhor. Eu
não sei qual a idade do senhor, mas o
senhor parece muito conservado.
E
>> tô com 53 anos.
>> Então o paraibano vive muito. Então que
Deus lhe abençoe, lhe dê vida longa. Que
dê vida longa paraa consciência cristã.
Tá bom meu irmão.
>> Obrigado, Antônio Neto. Obrigado, pastor
Davi Abreu, né? Eu louvo a Deus pela
vida de vocês, pela escola Charles
Espja, pelo querido pastor Cleiton, né?
que, né, inclusive tem estado aqui todos
os anos conosco, né, e eu faço questão
de você não pode deixar de estar aqui
conosco, Cito. Você aqui nos dá ânimo,
né, de de enfrentar essa batalha que é
de realizar esse trabalho aqui todos os
anos, né? Isso é e o trabalho de vocês é
fundamental, né, de formar nossos
líderes, de capacitá-los, de
ferramentá-los, né, para que tenhamos
uma liderança sadia, né, pastores
segundo o coração de Deus. aqui na nossa
nação, né? Consciência cristã é um
ponto, né? É um momento, é, e é alguma
coisa que que de certa forma contribui,
mas esse trabalho que vocês fazem aí de
formação de de líderes, de pastores, é
fundamental. Deus abençoe vocês.
>> Amém. Então, Deus abençoe. Vou então
aqui também me despedir de você que nos
assiste. Se você tem interesse de
estudar conosco, uma preparação para o
seu ministério, eh, considere a escola
Charles Espújo. Entre lá no nosso site,
veja as nossas opções. Pastor David,
obrigado também, meu amigo, por ter
estado aqui. Eh,
>> amém, meu irmão.
>> Então, agradeço a a você, Elder,
agradeço a você, David. e a vocês então
que estão aqui, que que vão nos
acompanhar através das das nossas
mídias, através dos nossos canais de
conteúdo, tá bom? Então, que Deus
abençoe.

Tags: