Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Davar Live – 05/12

Davar Live – 05/12

Davar Live – 05/12

– Canal Davar
twitter – @rolnei
instagram – rolneibt

Legendas automáticas:

Fala, pessoal. Boa noite. Bem-vindos aí
mais uma live.
Eh, deixa eu só abrir uma coisinha aqui,
porque às vezes às vezes o o YouTube
dá uma faz uma pegadinha aqui, eu não
consigo acompanhar os comentários na
minha página de transmissão. Aí eu tenho
que abrir abrir uma
uma transmissão ao mesmo tempo, abrir no
meu canal ver a transmissão acontecendo,
sabe? Então, só um segundinho que eu já
vou interagir com vocês aqui, porque eu
tenho que achar no meu canal a
transmissão
aqui. Pronto,
agora sim. Fala, gente, como é que vocês
estão? Tudo bom?
Eh, o João tá aí, né? Já tá falando boa
noite. Qual o tema hoje? Então, João,
eh, eu tenho uma outra coisa que eu vou
que eu queria comentar, mas eu não tenho
ass um tema
um tema fechado.
Ó, o Oziel já tá falando, o áudio tá
picotando.
Então, vamos para aquela
aquele segundinho
eh de Me dá um segundinho aí para eu
consertar o áudio. Pera aí.
Bom, vamos ver.
Pessoal já tá falando aqui que não não
tava picotando, mas de qualquer forma,
bom, se tiver bom agora, tá bom.
Voltou a transmissão. Deixa eu ver aqui,
só um segundinho.
Acho que voltou, né?
Agora meu mouse aqui perdeu.
Pronto, voltamos. Estamos, estamos
funcionando. Estamos funcionando.
É, gente, eh,
mexer com computador, essas coisas é
assim, né? trabalho com computador o dia
todo e sempre tem esse tipo de coisa,
né? Bom, boa noite para vocês.
Boa noite aí pro pro João que já tava
ali no comecinho, pro Oziel, pro Caio,
Caio Machado, pra Lucilene, o Carlos
Muniz,
eh, Elia,
Elia Barbosa e o José Lima. Boa noite,
gente. Obrigado aí por acompanharem mais
essa live,
né? Vamos lá então. Som OK. Aqui o o
José Lima diz. Então tá bom. Vê aí o Zel
se não é você que tá tá dando algum
problema aí.
Gente, eu eu pensei em algumas coisinhas
aqui pra gente comentar hoje.
Não é muita coisa não, mas a gente pode
ir conversando, né? E eu pensei que a
gente podia começar até com uma questão
que o
que o próprio Oziel deixou no canal essa
semana.
Eh, deixa eu só encontrar aqui. Eu tava
separadinho aqui, mas sumiu.
Eh,
se qualquer coisa que vocês colocarem,
gente, de comentários, eu vejo. Eu não
respondo sempre,
eh, mas eu vejo os comentários, né?
Então, se vocês querem
eh sugerir alguma coisa, tem alguma
ideia que vocês querem querem que
comente, às vezes é só uma pergunta, às
vezes é só sugestão de um tema, joga lá
no comentário de qualquer vídeo. Eh, o
comentário não aqui no no chat do ao
vivo, sabe? O chat do ao vivo, eu nem
sei como acessa ele depois e ele não
aparece para mim na minha página normal,
né? Então, se você comentar um vídeo,
mesmo que seja essa própria live, mas
depois comentar como comentário mesmo,
eu dou uma olhada e aí a gente pode
conversar no no próxima live, tá bom?
Aí o o Oziel
colocou o seguinte: "Roney, se puder
falar da origem da fórmula eterna, nosso
pai e nosso rei, eh o início de uma
oração, por favor." Oel deve ter
comentado isso porque
é uma fórmula de oração que eh algum
tempo atrás tinha um pessoal que falava
bastante, né, começava oração desse
jeito, né, o Edson Nunes, eu também e
tal.
E é interessante essa ideia da das
fórmulas de orações, né?
Essa fórmula específica, ela de uma
oração chamada avino malqueno, que
significa literalmente nosso pai, nosso
rei. É uma oração de Yonkipur e é uma
uma oração muito bonita, né? Eh, Avino
Marqueno, nosso pai, nosso rei,
responde-nos e age conosco com graça,
ainda que não haja boas obras em nós.
Eh, faça conosco
justiça, misericórdia e salva-nos. É uma
oração que sempre é recitada, faz parte
da liturgia de Yonquipur, do dia da
expiação pros judeus.
Eh, e esse início é muito bonito. Avino
Malqueno, nosso pai, nosso rei, que é se
referia a Deus em duas dimensões, né? Na
dimensão da realeza. Ele é o teu pai e
eh é o teu rei, né? Ele é muito maior
que você, né? Mas ao mesmo tempo ele é o
teu pai. Essa ideia dessa duplicidade ao
se referir a Deus,
eu gosto de chamado transcendente e
imanente,
ela também aparece numa outra fórmula de
oração que todo mundo conhece, que é o
Pai Nosso que estás nos céus, né? Eh,
que ele é nosso pai, também a mesma
ideia, ou seja, ele é próximo, mas ao
mesmo tempo ele tá nos céus.
Curiosamente, o Pai Nosso, ele também
tem esse início de oração que também é
baseado em uma fórmula de oração da
tradição judaica, que é o avino
e pai nosso que estás nos céus. Existem
outras orações da tradição judaica que
também usam essa fórmula: "Pai nosso que
estás nos céus", né? Provavelmente Jesus
quando ensinou a gente a orar,
ele fez isso provavelmente não, com
certeza, ele fez isso dentro de um
contexto de uma eh
do judaísmo do primeiro século.
E nesse contexto existia essa fórmula de
oração, né? A vino Shaba. Nosso eh Pai
nosso que estás nos céus.
Essas fórmulas judaicas elas são
bacanas. Eh, são maneiras de você
iniciar a oração, maneiras de você se
referir a Deus, né? Eh, a tem um uma uma
coisa que é muito comum da tradição
judaica, que é você fazer bênçãos paraas
coisas. Então, tem uma fórmula de
bênção, tem a fórmula de bênção para
você comer, para você comer pão, para
você beber o vinho, para iniciar o o o
Shabat, para terminar o Shabat. Tem uma
tem sempre tem uma fórmula de uma
bênção, né?
E dentro do pensamento judaico, dentro
da tradição judaica, você tem essas
bênçãos todas começando da mesma forma,
né, que é baradonaio
melulan. E aí a forma, a oração varia
para qualquer pra coisa que vai seguir
depois, né? Então, Baru Rat Adonai
Elohela é: "Bendito sejas tu, Senhor,
nosso Deus, Rei do universo." Então,
bendito sejas tu, Senhor, nosso Deus,
rei do universo, que
eh que fazes brotar o pão da terra, que
é criador do fruto da vid, né? que que
nos conservasse em vida, nos mantiveste,
nos fizesse chegar esse tempo, que é uma
é uma essa é uma bção que eu gosto
muito, que é a bênção que os judeus
fazem para datas comemorativas, né? Baru
ratadonai, lorena, raulão, sherreiano,
vequemano, verrigiano, lasmano, raze,
né? nos conservaste em vida, nos
mantiveste, nos fizeste chegar a esse
tempo. Então, no judaísmo tem várias
fórmulas de orações
que são formas de você se referir a Deus
para você iniciar uma oração, né? E eu
queria terminar esse tema com a que eu
acho mais bonita, na verdade, né? Tem
outras, como exemplo, como por exemplo
Adom Ol, que é o senhor do mundo, o
senhor do universo, né? ou mestre do
universo,
que também é uma fórmula comum de uma
oração que é é mais famosa, tem músicas
sobre o Adom Lolan, mas a que eu mais
gosto é a Yedidnefes,
que é uma forma muito bonita de se
referir a Deus, que significa o amado
das almas, aquele aquele o qual as almas
amam, né? Iedid, o querido das almas,
né? Muito bonita essa fórmula de oração.
E aí a gente tem essas várias fórmulas,
né? E nós cristãos, como sendo uma uma
religião que se derivou do judaísmo,
também tem aí a sua própria fórmula, o
Pai Nosso que estás nos céus, né?
Aí o o Ozeão o o Oziel coloca aqui, né?
Eh, o nome de Deus é eterno.
O Carlos até vai comentar já aqui na
tradução judaica usa eterno. A a cristã
usa senhora e basicamente tem o mesmo
sentido. É isso mesmo, né? Eh, eterno é
uma tradução para Adonai que também pode
ser traduzido como senhor. Exato, né? O
o Aí, Ozel, presta a sua pergunta aqui,
né? O nome de Deus é eterno?
É, o que acontece é que o nome de Deus
mesmo eh, é o é o a palavra Yahvé ou
Yahué, né? Os judeus eles não costumam
tentar pronunciar essa palavra porque
eles consideram que é sagrada demais
para ser pronunciada. Eu não sigo essa
tradição, né? Não, não sou judeu, não
sigo a tradição judaica e ao mesmo tempo
também porque eu vejo que dentro do
contexto bíblico não se tinha essa
parece que não se tinha essa essa ideia
de que por ser sagrado demais, então é
melhor não pronunciar, porque a gente vê
as pessoas pronunciando o tempo todo
isso no no jeito que a Bíblia registra
as pessoas falando, falando sobre Deus,
falando com Deus. Então, parece que é
uma palavra que era bem comum. Então,
esse seria o nome de Deus. Essa palavra
é o que normalmente nas versões Ferreira
de Almeida, que são as mais comuns aí, é
o que se traduz como senhor.
Como eh essa palavra não tem assim uma
pronúncia muito certa, por se considerar
uma palavra sagrada demais, os judeus
pararam de pronunciar e se perdeu a
pronúncia dessa palavra, né? Eu não sei
se eu tô chovendo ou no molhado, porque
muita gente fala sobre isso na internet,
né? Mas só para
contextualizar aqui, né?
Então, a palavra Yahé foi substituída.
O, esse seria o tetragrama, né? Então, o
tetragrama não tem exatamente como saber
como pronunciar, né? tem muitas
possibilidades de de pronúncia, mas ela
foi substituída
porque dentro do hebraico,
ó, já vai começando a ficar complexo o
assunto, né? Dentro do hebraico,
a língua escrita, né, a a forma escrita
do hebraico, ela não registra as vogais,
ela só registra consoantes.
Tenta imaginar que é meio parecido com
essas linguagens de WhatsApp que o
pessoal coloca, né? Eh, TD. Bem, eh,
como está VC, né? Então, a gente resume
algumas palavras nessa linguagem rápida
de WhatsApp, mas é mais ou menos a ideia
do hebraico. Ele só coloca as
consoantes, ele não coloca as vogais.
Então, imagina que essa palavra você,
que é VC em português,
eh, alguém encontre essa esse VC escrito
daqui a 2000 anos e fale: "Nossa, como
se pronunciava isso? O que que é esse
VC? é vc, é você, é vaca, é vco, é vu,
que que quer dizer esse VC, né? Como se
pronuncia essa palavra? Então, é mais ou
menos essa a ideia. Se perdeu a
pronúncia desse nome de Deus.
E aí o que aconteceu? Como se perdeu
essa pronúncia e os judeus já t essa
tradição de não tentar se pronunciar,
essa palavra foi substituída por algumas
palavras, pela palavra senhor, né, ou
pela palavra hashem. Hashem significa o
nome.
E aí o que que se fez? onde se tinha a
as quatro letras do do nome divino, né,
Yod, hei, Vav, hei, se colocou as vogais
de Hashem e aí acabou virando Yahvé, né?
E alguns colocaram a a as vogais de
Adonai
e aí acaba vindo daí essa palavra que a
gente conhece como Jeová. são as vogais
de outras palavras para se referir a
Deus, colocados nessas letras que é o
nome de Deus e vocalizadas pro latim,
até porque o esse fonema, J não tem no
no hebraico. Então, eh, a gente adaptou
para pro latino e acabou virando Jeová.
Então, Jeová seria o nome de Deus, né,
de uma forma que uma um formato
latinizado, modificado do nome de Deus.
Mas é mais ou menos isso. Entenderam?
Então,
eu vi que o pessoal já tá comentando
aqui, né? O o eterno é uma tradução para
Adonai que também pode ser traduzido
como senhor. Isso. Adonai literalmente
seria senhor. Inclusive essa palavra
aparece na Bíblia não como substituição
do nome de Deus, mas em outros
contextos. Por exemplo, tem o o Salmo é
o 110
que começa assim: "Disse o Senhor ao meu
Senhor".
E essa esse início do Salmo 110 é
confuso, porque é disse
e Yahé, que é o nome de Deus, ao meu
Adonai, Adon, né, no caso, né? Então,
no português fica confuso porque a gente
substitui o nome de Deus por Senhor e a
gente manteve a palavra Senhor. Disse o
Senhor ao meu Senhor? É, disse Jeová ao
meu Senhor. Seria alguma coisa assim,
entende? Então, é um pouco confuso essas
coisas de língua, porque a gente tem que
entender ao que tá se referindo algumas
palavras que foram substituídas, né? Mas
basicamente
é isso daí, né? O
Carlos coloca até aqui: "Adom é senhor,
Adonai é o meu senhor." Isso mesmo, né?
Eh, obrigado aí, Carlos.
E aí Lucilene coloca, a verdade é que os
judeus não aceitavam a ideia de Deus ser
pai porque não pode ter filho. Eh, é uma
pergunta, né? É verdade que os judeus
não aceitavam a ideia de Deus ser pai
porque não pode ter filho?
Não, Lucilene, a ideia de Deus como um
pai, ainda que seja uma metáfora para
Deus como pai, ainda que Deus não seja
literalmente o seu pai carnal, a ideia
de Deus da do pai sendo uma metáfora,
né, para Deus, ela já aparece no próprio
texto bíblico, mas também é uma é uma
ideia bem comum no judaísmo.
Por isso essas essas várias orações que
chamam eh
Deus de pai, né? AV, avino, nosso pai,
né? Então essa ideia já tinha já no
judaísmo há muito tempo a ideia de Deus
ser pai, né? Talvez você tenha visto em
algum lugar que alguém tenha comentado
que é uma metáfora, né? Não que é
literalmente, mas eu acho que isso daí é
já tá pressuposto, né? [risadas]
Aí o José Lima coloca aqui: "Jesus
criticou as vãs repetições. Sendo assim,
o Pai Nosso não seria apenas um sentido
de oração e não necessariamente que
venhamos a repetir a a essas palavras do
Pai Nosso". Olha, boa questão, José. Boa
questão.
Eh, a ideia das van repetições, eu já
ouvi mais de uma explicação. Eu não
tenho certeza, eu teria que dar uma
pesquisada, mas pelo que eh eu entendi,
é porque existia,
quando você fala de repetição, você pode
estar se referindo a mais de uma coisa,
né? Repetição pode ser um a um uma
oração específica que você repete ela de
vez em quando, como por exemplo Pai
Nosso. Às vezes a gente ora juntos o Pai
Nosso na igreja, em casa, você pode orar
o Pai Nosso de vez em quando. Então é
uma repetição. E outra ideia de
repetição pode ser você ficar sentado e
repetir 30 vezes o Pai Nosso. Você ficar
orando, repetindo a mesma coisa 30 vezes
seguidas, né? que também era uma forma
das pessoas, principalmente nos cultos
pagãos, que Jesus fala: "Ah, os gentios
fazem assim e tal", que é quase como um
fórmula mágica, um ritual, um amuleto em
forma de de um de um de uma performance
falada, né? Eh, e aí Jesus me parece que
tá condenando isso. Não tem uma oração
que você possa dizer de vez em quando,
até porque eh
uma oração que é tradicional e que você
ora a mesma oração de vez em quando, é
uma coisa que é muito comum na tradição
judaica, né? E não me parece que era em
relação a isso que Jesus estava falando.
Acho que é mais esse outro sentido de
você ficar repetindo diversas vezes
seguidas a mesma coisa, sabe? fazia
parte de algumas manifestações
religiosas na época de Jesus e faz parte
de algumas manifestações religiosas
cristãs hoje em dia, que é esse êxtase
onde você fica repetindo a mesma palavra
várias vezes, né? A mesma oração, a
mesma palavra, a mesma fórmula.
Eu acho que é isso, José. Não tenho
certeza.
Aí a Lucilene coloca aqui, isso é
interessante, né? Por que os fariseus
acusavam Jesus de blasfêmia quando se
identificava como filho de Deus?
É interessante essa pergunta porque ela
toca em várias coisas, viu, Lucilene?
Como que acontece? Eh,
eu vou começar pela ideia de Messias. A
ideia de Messias no texto bíblico, ela
não tá sistematizada em nenhum lugar do
Antigo Testamento, né? O que que eu
quero dizer com isso?
que a ideia de Messias é uma construção
que a gente tem pegando vários textos
diferentes do Antigo Testamento.
Então, você tem alguns textos em Isaías,
você tem alguns textos em outros
profetas, tem lá em Daniel também fala e
da ideia de Messias. E a gente vai
juntando tudo isso e a gente fala:
"Então, o Messias é isso, tem essas
funções, acontece desse jeito." Eh, e
quando eu falo a gente, eu tô falando
nós cristãos, que aí fica muito mais
fácil. Depois que Jesus já veio, a gente
atribuir esses textos a ele já
montadinho ali, né? Agora imagina você
lê o Antigo Testamento e tentar prever o
que seria esse Messias, pegando esse
monte de texto que tá aleatório jogado
no Antigo Testamento. Então, a ideia de
que o Messias viria, mas as pessoas
discutiam o que que exatamente era esse
Messias, é uma ideia que é bastante
assim compreensível olhando pro texto
bíblico, né? Porque é confuso mesmo,
porque você olha, nem sempre os textos
que a gente considera messiânicos t a
palavra Messias. Então, por exemplo, o o
servo de Isaías 53, que é um texto bem
importante,
só que não tem a palavra Messias, ali,
tem a palavra servo. Esse servo é o
Messias ou é outra figura? Eh, o lá em
Gênesis 3:15, né, o que Jesus eh que
Deus fala, né, para pra serpente, né,
porém inimizade entre ti e a mulher,
entre o seu descendente e o descendente
dela. Este lhe ferirá a cabeça e tu lhe
ferirás o calcanhar.
Isso é uma profecia messiânica. Onde tá
a palavra messias? Aí não tá. Então tá
se referindo a qual figura? Então fica
confuso quando a gente pega e percebe
que vários textos estão apontando para
uma figura que viria no futuro, uma
figura que viria trazer redenção, uma
figura que tá ligada a vários a vários
personagens e ideias bíblicas, tá ligado
a Davi. Muitas vezes dos salmos eles
repetem a ideia de Davi para se referir
a ao Messias. Eles ele se refere a Judá,
o leão da da tribo de Judá. Ele se
refere a várias figuras. São o próprio
Jacó lá em lá nos textos de Isaías que
falam dos servos. Então você vê o o a
ideia de Messias já era uma ideia
difícil de se entender.
Então existiam discussões sobre qual era
exatamente a função do Messias.
A ideia de um Messias que é divino ainda
fica um pouco mais confuso. Tanto é que
dentro do cristianismo mesmo, depois de
Jesus e dos evangelhos, houve discussão
em relação a isso, né? Eu sou de um
cristianismo mais tradicional que
entende Jesus como uma figura divina
mesmo, mas a gente olhando pra história,
houveram discussões, né? Existem textos
bíblicos que eu acho difíceis de refutar
em relação à divindade de Jesus, mas eu
entendo que possa haver uma uma forma
diferente de de você interpretar esses
textos e tal e sistematizar isso de um
jeito diferente, né? Não, não é o que eu
que eu acredito. Eu acho que faz muito,
é muito mais coerente com o texto pensar
num Messias divino, em Jesus sendo
divino, mas existe essa discussão.
Então, na época de Jesus, a ideia de um
homem, ainda que fosse o Messias, se
identificar como divino,
era uma ideia muito polêmica.
Começa por aí, né? Então, quando você
fala que você é filho de Deus, eh, não é
simplesmente a ideia de todos nós somos
filhos de Deus, então eu sou filho de
Deus também. É uma ideia que é mais
comum hoje em dia.
Na época de Jesus, essa expressão filho
de Deus não tava muito relacionado assim
a qualquer pessoa, entende? eh tinha uma
conotação de divindade nessa nessa
expressão. Inclusive, tem duas
expressões que são curiosas
que elas se conectam em relação à figura
do Messias, que é a ideia de filho de
Deus.
O o filho de Deus tá mais ligado ao
salmo dois, que é um salmo de coroação e
tal. Tu és meu filho e tal, que é o que
tá escrito no salmo.
E tem uma outra ideia que é o filho do
homem. Filho do homem. é uma expressão
mais comum para se referir à humanidade
no texto bíblico, mas ela também pode
ser usada em contextos específicos para
se referir a uma figura messiânica.
Por exemplo, lá em Daniel capítulo 7,
que Daniel diz que tá que no meio da
visão dele, ele vê um como o filho do
homem vindo nas nuvens dos céus,
trazendo um reino eterno, um reino de
justiça que nunca mais ia passar.
Então, a expressão filho do homem e a
expressão filho de Deus são duas
expressões que em um contexto específico
podem se referir à figura messiânica.
Mas o que é curioso é que o filho de
Deus,
ele pode estar se referindo a uma ideia
messiânica humana, não necessariamente
divina. E a expressão filho do homem
pode estar se referindo a uma ideia
divina e não apenas humana.
entende? Porque é o filho, é o filho do
homem que vem nas nuvens do céu trazer o
reino de Deus. Então tudo tem toda uma
ideia complexa em relação a essas
expressões, né? O fato é que o que fez
os fariseus realmente ficarem ofendidos
eh quando Jesus usa algumas expressões
como egoaimi, né? que a expressão grega
que é relativa ao hebraico eh irrié, a
xerrié, eu sou o que sou.
Então, Jesus usa essa expressão para se
referir a si mesmo. E quando ele fala
isso, os fariseus abaixam para pegar
pedras para apedrejar ele na hora. Eh,
outras expressões como antes de que
Abraão,
antes que Abraão houvesse, eu sou. Antes
que Abraão existisse, eu sou. Ou seja,
Jesus fala que ele existe antes de
Abraão, que é o patriarca e tal, né?
Então, além dele ser divino, ele ainda
tá se colocando numa numa situação assim
superior a Abraão e tal. Então, essas
expressões é que faziam os fariseus
ficarem ofendidos quando Jesus assumia
sua messianidade e ao mesmo tempo
assumiam uma ideia de divindade
associado à messianidade. Porque a ideia
de Messias em si é uma coisa que era
comum naquela época.
A época de Jesus foi uma das épocas que
teve mais pseu do Messias na história de
Israel. Então,
então acontece eh o a ideia de Messias
assim não necessariamente é uma uma
ideia eh é alguém atribui uma divindade
à outra pessoa, porque no contexto lá as
pessoas pensavam muito num Messias
humano, o Messias que era um grande
general, né? O Messias que era aquele
que ia restaurar o reino de Israel, né?
Na época de Jesus, Israel não era mais
um reino, era uma província romana, né?
Desde que voltaram do exílio, não houve
mais um reino de Israel e todas essas
questões. Então, é basicamente isso,
Lucilene, né? O que faziam o os fariseus
acusarem Jesus de blasfêmia
é não especificamente a expressão filho
de Deus, mas é outras expressões que
Jesus usava para atribuir divindade a si
mesmo, né? como antes que Abraão
houvesse e essas coisas, como a gente
comentou.
E aí o pessoal falando, né? Eh,
Caio Messias, boa noite. Boa noite a
todos. Por que a Bíblia apresenta duas
genealogias distintas para Jesus? Ó, já
é difícil essa pergunta aí, viu, Caio?
Porque eu sei que existem teorias.
Tem perguntas que eu posso falar algumas
teorias, mas eu não sei exatamente o que
eu penso ainda. Esse é o caso da
genealogia de Jesus.
A genealogia de Jesus, eu conheço duas
teorias.
Uma delas é que eh a gente tem a a
genealogia de Lucas e a genealogia de
Mateus. Deixa eu até abrir aqui para eu
saber a qual eu estou me referindo
para para eu não confundir aqui na minha
explicação. Então, deixa eu abrir aqui
Mateus e Lucas.
Mateus tá logo lá no no início, no
capítulo um. Lucas, eu acho que é um
pouquinho mais paraa frente, né? Ele
Lucas começa
contando a história de Jesus e a
genealogia vai aonde tá? Tá no capítulo
1, dois.
Tá, a genealogia de Lucas tá lá no
capítulo 3,
tá? Então vamos lá, né? Eh,
a gente tem a genealogia de Mateus.
É engraçado que as duas vão ao
contrário, né? Eh, a de Mateus, ela
começa
com Abraão e vai indo mais pra frente. E
a de Lucas começa com José, o pai de
Jesus, e vai indo para trás.
A teoria, uma das teorias é que a
diferença é que a de Mateus estaria se
referindo a uma genealogia de Maria
e não de José.
Isso é porque ali no verso 16
diz: "E Jacó gerou a José, marido de
Maria, da qual nasceu Jesus, que se
chama o Cristo." Essa palavra Maria é
essa palavra Maria, essa palavra, essa
palavra marido, marido de Maria, de
acordo com o que eu ouvi falar, também
poderia ser eh interpretada, poderia ser
traduzida como o pai de Maria, né? o
Senhor de Maria, o pai de Maria ou o
marido de Maria.
Então, de acordo com essa teoria, esse
José aqui de Mateus não é o José marido
de Maria, mas é o José pai de Maria,
porque o pai de Maria também se chamaria
José. Então, seria uma a genealogia de
Maria por parte do pai dela. Essa é uma
teoria que eu já ouvi. Eu não sei se me
convenço muito dessa, né? Eh,
eu gosto mais de uma outra teoria
que para mim faz mais sentido. E por que
isso, né? Porque aqui logo aqui no no no
livro de Lucas, capítulo 3, aqui no
verso 23,
quando ele vai falar de José, ele já
chama o pai de José de Eli. já não é
Jacó, já é Eli, já é um outro nome.
Então, por isso seriam dois Josés
diferentes.
Eh,
a outra teoria é que o que difere essas
duas genealogias seria a lei do
levirato.
Então, o que acontece, né? Na lei do
Levirato funciona assim: se você tem um
irmão que é casado e esse irmão morre
sem deixar filhos, você deve se casar
com a mulher do seu irmão,
né? E aí quando você casa com a mulher
do seu irmão, você faz isso para
suscitar uma descendência ao seu irmão
que já morreu. Então essa era uma
tradição do do povo israelita. O que
acontece é que às vezes esse filho era
considerado filho de um irmão ou às
vezes é filho considerado de outro
irmão. Então pode acontecer variações de
genealogia baseado nisso. Então já ouvi,
já li também que essa é uma possível
explicação para variações de
genealogias,
porque aí você vai para casos
diferentes, aí um irmão pode ser
inclusive irmão filho de um pai e o
outro irmão filho de outro pai, né? se o
pai morreu. Então, a as genologias já
começam a variar, dependendo de como
você entende que deve ser citado
a na genealogia alguém que é filho de
alguém da baseado na lei do levirato,
entende? Então, essas são as duas
teorias que eu conheço.
Eu não sei se tem mais alguma e eu não
sei em qual eu confio mais ou se eu
confio em alguma delas, né? Mas olhando,
só sei que tem duas genealogias que já
são diferentes ali logo na geração,
primeira geração, né? O pai de José já
tem nomes diferentes nas duas
genealogias.
Mas é isso.
Vamos lá.
Ah, antes tinha uma outra pergunta aqui,
né?
Eh, Jesus pode ter tido o DNA de José,
já que a descendência era paterna. Deus
estabelece sua aliança com Davi por meio
da semente de Davi. Paulo diz em Romanos
13 que Jesus era descendente pela carne.
Então, e eu não tenho como responder
qual seria o DNA de Jesus. O que eu
posso dizer é que um filho adotivo
dentro da cultura israelita, ele é um
filho considerado na genealogia.
Então, independente da
da
do DNA de Jesus, José reconheceu Jesus
como seu filho. Então, Jesus faz parte
da genealogia de José e carrega toda a
genealogia com ele, inclusive e a
descendência de Judá e assim por diante,
né? Então isso independe. Quando um pai
assume um filho, ele é reconhecido como
filho.
Mas o DNA de Jesus é difícil dizer, né?
Aí o Ozeel pergunta: "Seria incorreto
dizer, generalizar que a religião
judaica ainda espera o Messias?" Seria
correto, Oziel, os judeus ainda esperam
o Messias, né? E os judeus, inclusive, o
pessoal faz uma confusão, né? Porque o
pessoal fala: "Não, para os judeus Jesus
é só um profeta e tal, mas não é o filho
de Deus. Não.
Para o judaísmo, Jesus
assim, eh, nem todos os judeus vão falar
dessa forma, mas para ser bem direto,
seria um falso Messias. Jesus não é o
Messias e o Messias ainda vai chegar.
Quem considera Jesus um profeta é o Islã
e não o judaísmo. No judaísmo, Jesus não
é um profeta. Jesus não é eh o Messias.
Jesus não é um rabino importante da
tradução judaica. Então, Jesus não é
reconhecido na tradução judaica como
nenhuma figura de autoridade. Pelo
contrário, o judaísmo até por oposição
ao cristianismo, porque teve muita briga
na história e e a culpa não é só dos
judeus. Os cristãos perseguiram muito os
judeus e também causaram essa eh
ajudaram a alimentar essa essa essa essa
disputa, essa briga que teve na
história. Então, por oposição ao
cristianismo, inclusive o judaísmo vai
rejeitar completamente a figura de
Jesus. Inclusive tem tradições judaicas
que vão falar de um tal Yeshua, que era
um nome bem comum na época, é verdade,
mas eles vão falar de um Yeshua, filho
de uma Maria que essa que era um filho
bastardo, né? Essa Maria engravidou de
um de um oficial romano chamado Pantera
e tal. Então tem histórias na tradição
judaica falando sobre isso. Tem outras
histórias que falam de um Jesus que
falou blasfêmias e foi enforcado e tal.
Jesus era um nome muito comum. Josef
fala de diversos Jesus, Jesuses. Qual é
o plural de Jesus? Não sei, mas era um
nome muito comum. Essas esses Jesus da
tradição judaica estão se referindo ao
Jesus da tradição cristã, ao Jesus que a
gente conhece ou outras pessoas com o
mesmo nome? Não sei dizer, mas eu aceito
a ideia de que pode ser sim se referindo
ao nosso Jesus, mas por uma oposição,
por uma por uma guerra que houve na
história, é uma sempre uma menção
negativa, né? Então os judeus de fato
não reconhecem Jesus como Messias e os
judeus de fato ainda esperam o Messias.
Inclusive essa é uma das 13 crenças
fundamentais do judaísmo. São 13, se eu
não me engano, do rabino baimôides, né?
Eu espero a vinda do Messias e que ele
venha ainda na minha geração. E existem
várias tradições que se referem a vinda
do Messias, né? Eh, algumas tradições
dizem que se todos os judeus realmente
guardassem as leis, porque eles já não
guardam mais as leis, mas se eles
guardassem, todos os judeus guardassem
pelo menos um sábado, o Messias ia vir
na hora, né?
Tem tradições que falam que,
bom, que o que o que quando o Messias
vier, ele vai reconstruir o templo e
tal, tod aquelas ideias. A gente falou
um pouco sobre isso quando a gente falou
do
Messias, filho de Davi, o filho de José.
Eu vi que alguém comentou aí dessas
dessa ideia, né, logo aqui embaixo, né,
o o Carlos Muniz coloca eh então essa o
filho de Davi e o filho de de José são
parte da tradição judaica dentro dessa
perspectiva da espera de um Messias que
ainda vai vir. Existem inclusive grupos
assim bem
eh,
por exemplo, a questão sionista, que é
uma questão que hoje pega fogo por causa
das coisas que acontecem hoje em Israel
e Gaza e tal. Existem judeus que não são
sionistas, são antissionistas.
A gente tem vários desses judeus que são
judeus bem ortodoxos. Tem muitos deles
inclusive no Irã. E o governo do Irã
adora eles, né? Eh, porque eh eles são
antissionistas, porque eles acreditam
que Jerusalém eh que Israel não pode ser
fundada por nenhuma outra figura que não
seja o próprio Messias. Então, é o
Messias quem vai restabelecer
eh a Jerusalém
e e Israel e não pode ser nenhum outro
líder. Então eles são lá, se não foi o
Messias que que estabeleceu esse Israel
moderno, a gente não reconhece. A gente
não acha que tem que ter um movimento
secular,
político, né? Tem que ser o Messias, né?
Alguns já aguardam a vinda do Messias
para reconstrução do terceiro templo e
tal. Então, a ideia de Messias, vocês
veem, é uma ideia importante e ela mexe
com várias perspectivas aí que o
judaísmo tem, mexe até com questões
políticas hoje que envolvem o judaísmo.
Para vocês verem como a essa essa
expectativa da vinda do Messias é uma
coisa importante no judaísmo. Várias
questões ficam levantadas aí em relação
a isso, né?
Então, o Messias,
o Masia Ben David e o Masia Ben Yosef,
eu acho que o Carlos tá perguntando aqui
em relação ao que a gente tá falando do
filho de Deus e filho do homem. Eu acho
que não tem exatamente a ver com isso
não, viu, Carlos? Eh, são ideias
diferentes, né? O o filho de Deus e o
filho do homem são títulos messiânicos,
mas que se referem à mesma figura.
Jesus faz uma referência a esses dois
títulos, inclusive quando ele tá falando
com Natanael,
que Natanael, né, fala,
como que é que a fala de Natanael mesmo?
Eh, ele vê Jesus e ele fala: "Ah, esse
aqui é o filho de Deus". E Jesus fala:
"Você acha que eu sou o filho de Deus?"
Você vai ver muito mais que isso. Você
vai ver o filho do homem e os anjos
descendo e subindo sobre ele. Então
Jesus faz uma um trocadilho aqui com
esses dois dois títulos messiânicos, né?
Como se filho de Deus ainda fosse fraco
perto da ideia de filho do homem. Porque
o filho de Deus que aparece lá no Salmo
2 é um rei coroado. Mas o filho do homem
lá de Daniel 7 é um ser divino que desce
nas nuvens do céu trazendo o reino de
Deus. Então Jesus fala: "Você tá, você
acha que é bacana ser o filho de Deus,
que é um título atribuído para Davi,
para pr pra monarquia israelita? Eu sou
mais do que isso ainda. Eu sou filho do
homem, ou seja, eu não sou só o o rei
descendente de Davi, mas eu vou trazer o
reino de Deus e vou estabelecer uma nova
ordem na terra". É meio que isso que
Jesus tá dizendo, só brincando com esses
dois títulos, filho de Deus e filho do
homem, né? Bem interessante isso daí,
né?
Aí o Caio pergunta: "Que coleção de
livros negros é aquele lá atrás?" Hony,
são esses,
são esses 13 volumes aqui do The
Expositors Bible Commentary. É um
comentário bíblico o Expositors. Se você
for para alguém que assim que estuda
teologia falar do Expositors, é esse
daqui. Esse é o expositors, né? É um
comentário bíblico verso a verso da
Bíblia inteira. Então, ah, o que que
significa aqui essa expressão que
aparece, sei lá, em no em Obadias,
né, em Ageu, capítulo 2, verso 3, você
vai ver lá, ele vai comentar verso por
verso e vai trazer o que que as pessoas
têm comentado na história em relação a
esses versos, as polêmicas que tem e as
questões de tradução e tal.
É legal ter um comentário bíblico, eh,
para,
se você quiser se aprofundar aí na
Bíblia e tal. Então eu tenho esse, eu
gosto desse porque ele transita muito
bem entre ir para um para uma abordagem
mais crítica, histórica e para uma mais
religiosa. Então ele não ignora
absolutamente a questão crítica, mas ele
é religioso. Então eu gosto dessa
mistura que esse comentário faz, eh, que
eh que é exige muito bom senso para
saber casar essas coisas.
Aí o Tony coloca: "Existem judeus que
acreditam que o Messias já veio, por
exemplo, um grupo de judeus que
acreditam que o Reb de Lubavit é o
Messias". Mas de modo geral, o judaísmo
espera a vinda do Messias. Então, Tony,
ex, isso daí é uma polêmica dentro do
judaísmo,
porque
o
o movimento Lubavit, eles vão falar que
o Reb era o Messias, mas ao mesmo tempo
não era,
porque eles ainda têm uma expectativa
messiânica mesmo o o Rabad, né, o o
movimento lá dos seguidores do Lubavic.
Eh, até onde eu sei, eu não sei se tem
alguém que conhece mais do assunto aqui,
que quando o Lubavic morre, esse rabino,
eh, ele morre, então, bom, se ele
morreu, ele não é o Messias porque não
estabeleceu o reino de Deus e a paz.
Inclusive, esse é o grande argumento dos
judeus em relação a Jesus, né? O Messias
tem que trazer o reino de paz. Cadê a
paz? Cadê o reino de paz? Então, quando
o Reb morre, eles que tinham essa
expectativa em relação ao Moab vão
falar: "Não, ele era um receptáculo de
Messias. Isso significa que ele era o
Messias dessa geração, que se essa
geração cumprisse a lei de Deus,
o Lubavit, ele ia assumir essa função de
Messias, mas essa geração não estava
pronta." Então ele era um receptáculo
que não assumiu a função de Messias.
Seria algo mais ou menos assim.
dentro do judaísmo, você tem movimentos
messiânicos,
né? Talvez o mais famoso seria é o do
Bark Corba, que acontece lá nas acho que
no segundo século, né, nas guerras
judaicas, né, e 160 e alguma coisa, eh,
foi o quando os judeus estavam se
rebelando contra Roma ainda, né? Você
vocês vem e é depois da destruição do
templo, mas ainda existia um movimento
de de rebelião contra Roma. E aí tinha
esse Barkorba
que juntou muitas pessoas em torno dele
para se rebelar contra Roma, para fazer
mais um movimento insurgente. Dessa vez
a gente vai derrotar os romanos e a
gente vai estabelecer o reino de Israel.
Então, muita gente acreditou que ele era
o Messias, inclusive um rabino aquiba,
rabino, o rabino aquiba, que é um rabino
importante da tradição judaica ali
daquele período, ele achou que o Barkoba
era o Messias, mas aí quando numa
batalha ele morre, o Aquiba fala: "É
bom, não era então, né? Erramos, vamos
continuar esperando o Messias". Então
tem essa essa expectativa messiânica
continua embora ou eh tenha acontecido
movimentos messiânicos na história do
judaísmo, apontando para algumas
figuras, né? Então, em alguns casos,
tenta se conciliar a ideia dessa pessoa
ter morrido como o o Lubavic, né? Ele
era um receptáculo, ele era um Messias
potencial e tal. Em outros casos, como
no caso do Barkorba, o Akiba fala: "É,
não, ele não era mesmo, é, a gente
errou". Então vamos continuar esperando.
Mas esses movimentos vão ter o tempo
todo, né? Faz parte da história do
judaísmo a expectativa messiânica e
esses movimentos messiânicos. Tanto que
no judaísmo, na tradição, acaba se
tornando, eh, assim, a ideia de apontar
para uma figura messiânica ou apontar a
data da vinda do Messias acaba se
tornando proibido dentro da tradição
judaica. Você não pode apontar datas,
né? Porque a gente não sabe, né? Tinha
uma expectativa muito grande na época de
Jesus em relação à vinda do Messias, por
causa da interpretação ali,
principalmente Daniel capítulo 9.
Então você teve vários movimentos
messiânicos, talvez seja a época da da
história de Israel, como eu comentei
antes, que tenha mais movimentos
messiânicos, mais pessoas falando que
que era um Messias e tal e que depois se
frustrando. E na própria Bíblia se
registra isso lá no livro de Atos, eu
acho que é no capítulo 6, é no capítulo
4, capítulo 6, que vão perguntar para
Gamaliel o que fazer com os cristãos que
estavam surgindo. Gamale falou: "Olha,
gente, é o seguinte, isso daí não é a
primeira vez que a gente vê, já tiveram
vários aí". Aí ele começa a falar, né?
Acho que era Judas Galileu e já não sei
mais quem. Então ele começa a falar de
movimentos que são registrados na
história, de movimentos messiânicos que
realmente aconteceram, pessoas que
apareceram no povo de Israel, pessoas
que eram líderes e que se juntou em
torno deles uma expectativa de que eles
fossem o Messias, né? E que depois eles
morrem e o movimento se dissipa. Então o
Gamale falou: "Olha, já tiveram tantos
pseudo Messias aí ultimamente, então
se se isso daí não é de Deus, vai
desaparecer. E se for de Deus, a gente
não tem não tem o que fazer, né? Então,
eh vocês vem no Novo Testamento se
comenta dessa expectativa sobre a vinda
do Messias, né? Interessante.
Eh, aí
muitos se rejeitam Jesus como filho de
Davi, porque a linhagem paterna por José
era adotiva. Esquecem que judeu tem que
ser filho de judia. Tem isso também,
Lucile.
É, vai, vai ter vai ter
vão ter controversas, né? Vão ter
controversas mesmo, né? Maria era
descendente de Davi pelo filho Natã, se
cumprindo a profecia da semente da
mulher, diz a Lucilene. Eh, vamos ter
controversias porque o que vão falar em
relação a isso, Lucilene, é que a linha,
você pode falar que o a a judaicidade
vem pela mãe na tradução judaica
moderna, né? A gente não tem um registro
bíblico dessa trado, mas mesmo que a
gente extrapole isso pra época bíblica,
beleza, a judacidade vem pela mãe. Então
Jesus era judeu porque ele era filho de
Maria. Maria era judia. Agora, a herança
do trono vem pelo pai
dentro da tradição judaica, né? Isso é
bem estabelecido no texto bíblico. Por
isso que eu desconfio dessa ideia da da
genealogia se referir a genealogia de
Maria lá no livro de Mateus. Eh, que
isso não é uma tradição muito comum, né?
Seria uma coisa bem incomum, né? Talvez
me convençam ainda dessa dessa história,
mas eu não sei, não sei.
A Tonx fala: "Fiz essa pergunta, porque
na tradição judaica o Messias tem que
ter o DNA de Davi por parte do pai. Ele
tem que ser descendente de Davi. É que a
palavra DNA específica
é uma é um conceito moderno, né?
Ele tem que ser descendente de Davi. Aí
vai ter controvérsias, pode ser um filho
adotivo, tem que ser filho natural e
tal, que que é considerado pai. Isso
pode pode ter uma discussão, entende?
Aí o Tonx pergunta: "Patrística
contradiz o novo testamento?" Não, até
onde eu sei não, Tony X. Até porque a
Patrística vem depois do Novo
Testamento, né? Para quem não não sabe
do que a gente tá falando aqui,
Patrística, é os registros que a gente
tem ali dos primeiros cristãos da igreja
ainda se organizando ali num período
ainda primitivo e tal.
Eh, e depois do Novo Testamento, né?
Então são assim as gerações que vieram
depois do Novo Testamento. A gente tem
um registro disso é interessante, né?
Então, aliás, eu deveria estudar mais
Patrística, que isso é uma coisa
interessante, mas ela acaba não
contradizendo justamente porque o Novo
Testamento já era considerado um coleção
de escritos sagrados, né?
A ideia de canon fechado pode ser
posterior, mas aqueles escritos já eram
respeitados na época. Tanto que a
Patrística se refere a esses escritos,
refere aos escritos do Novo Testamento,
né?
Então, até onde isso aí não se contradiz
justamente por isso, porque eles já
estão se baseando nesses escritos, né,
para afirmar as coisas que eles afirmam.
A Roselie pergunta: "O que é o reino de
Deus e a sua justiça?"
Roseli, essa é uma excelente pergunta.
Essa é uma pergunta
muito mais profunda do que ela parece
ser.
Vamos ver se eu consigo responder ela
bem.
O reino de Deus, o reino
é um dos principais temas da pregação de
Jesus.
Jesus quando ele vem, ele vem pregando
sobre esse tal desse reino.
Tinha essa expectativa, como a gente
estava falando agora, de de quando o
Messias viesse, ele ia estabelecer o
reino. O reino é o reino de Israel
dentro do pensamento tradicional da
época. Ou seja, Israel deixou de ser um
reino, era só uma província romana. Eh,
antes era uma província grega, antes era
uma província persa, né? Desde ali da do
retorno do exílio, eles não voltaram a
ser um reino, né? Eles, a, a região foi
chamada de Judeia. Por isso que a partir
do retorno do exílio, eles são chamados
de judeus, porque eles são da Judeia,
né? Não são mais israelitas, porque
Israel como um reino já não existe mais.
Então, existe uma expectativa do
estabelecimento do reino junto do
Messias.
Quando Jesus vem, Jesus vem falar desse
reino, mas Jesus fala de um reino um
pouco diferente do que se esperava.
Por exemplo, quando a gente pega a
introdução do sermão do monte, a
bem-aventurado,
eh, bem-aventurados os mansos, porque
verão a Deus, porque deles é o reino dos
céus, os pacificadores e tal, Jesus está
falando: "Olha, esse reino que vocês
estão esperando é diferente do que esse
reino é de fato. O reino não é um reino
de guerreiros que vai se estabelecer
através da força. É um reino de
humildes, é um reino de pacificadores,
de gente que tem fome e sede de justiça.
Então, a ideia de reino que Jesus vai
trazendo é diferente da expectativa que
se tem e acaba sendo assim mais poderosa
porque permanece até hoje essa ideia.
Porque o que Jesus vai falar é que o
reino de do do o reino de Deus ele não
vem com a aparência externa.
O reino de Deus tá dentro de vocês.
O reino já tá acontecendo agora. Isso
aqui, ó, esse movimento das pessoas se
amando, buscando a Deus, se
arrependendo, isso é o reino de Deus já.
Então, a ideia de reino para Jesus é uma
ideia muito profunda, né? Eu não vou
conseguir explicar essa ideia em todas
as perspectivas aqui nessa resposta
facilmente, mas o reino de Deus da do
ponto de vista de Jesus é muito mais uma
perspectiva sobre a sobre tudo do que um
reino mesmo, literalmente de um rei com
um monte de guarda e tal.
Então, para Jesus, quando você aceita as
boas novas do evangelho, você tá
entrando, você tá fazendo parte desse
reino agora, você se torna o embaixador
desse reino, como Paulo vai falar
depois.
Então, o reino
é uma realidade que você escolhe fazer
parte dela.
Então, por isso que se você buscar o
reino de Deus e a sua justiça, a justiça
do reino de Deus, essa justiça que eu tô
te falando agora, que não é uma justiça
de de
baseado na na espada, na força, mas é
uma justiça baseada no amor, na
compreensão, em exaltar os que são
humilhados.
essa subversão de toda a expectativa
humana de de de ideia de reino.
Eh, se você busca Deus
e a sua justiça, toda essa ideia, essas
coisas vão ser acrescentadas a você. Ou
seja, eh, você não tem que se preocupar
comer ou beber, você tem que se
preocupar com o reino de Deus. Ele é
mais importante, ele é mais real, ele
nutre mais a vida do que comida e
bebida. Essa expectativa, essa fome sede
por justiça, sabe? Essa vontade de ser
mais pacificador
do que
trazer o que é certo, assim, aqui tem
quem tem que pagar quem fez errado e
tal. É esse novo jeito de ver as coisas
é buscar o reino de Deus.
no que eu entendo de tudo que eu que eu
compreendo sobre o a mensagem de Jesus.
Essa é a minha resposta, Josele.
Roseline, eu não sei se
tá aí dentro do que você tava esperando,
né? Mas é uma resposta mais difícil,
mais complexa, mais profunda do que
parece, entende?
Aí o Carlos Muniz coloca aqui, eu acho
que ele tá falando do Rab de Lubavit,
inclusive depois dele não nomearam o
novo Reb desde a sua morte em 94, né?
O Caio Machado vai falar essa questão do
terceiro templo tem na Bíblia?
Não diretamente, Caio, porque o segundo
templo foi destruído depois da Bíblia
ter sido escrita.
Então,
a gente tem profecia sobre a destruição
do segundo templo, mas eu acho que para
muita gente ela não era muito clara
ainda não. As pessoas achavam que o
templo lá que foi construído lá no na
volta do exílio, o templo de Zorobabel,
já acreditavam que esse reino ia ser um
reino para sempre. Esse esse reino, esse
templo construído por Zorobabel, eles
acreditavam que esse templo ia ser um um
templo que ia durar para sempre e tal.
Eh, muita gente deve ter ficado
espantada quando muita gente deve ter
ficado assim chocada quando viu os
romanos invadindo, destruindo lá o o
santuário, né, o segundo templo.
A gente chama de segundo, né, porque a
gente normalmente se considera o templo
do deserto lá de de Moisés como o
tabernáculo, né, porque ele não era uma
construção. Aí você tem o primeiro
templo, o templo de Salomão, e o segundo
templo, esse templo do retorno do
exílio. Inclusive, esse período dentro
do estudo da eh de um de um estudo mais
historiográfico,
quando você fala da época de Jesus, você
tá falando do período do segundo templo.
Normalmente se refere desse jeito, que é
o período o período onde você tinha
desde o retorno do exílio até a
destruição ali pelos romanos, né? Então
o reino, o retorno do exílio, eh
457,
alguma coisa assim, eu não vou lembrar
agora.
E os romanos antes de Cristo e os
romanos vão destruir
o o santuário lá no ano 70, né? 457.
Acho que é só o o decreto lá do do rei
Persa para eles voltarem, mas o
santuário vai ser construído depois.
Então,
eh,
o livro de Daniel fala sobre a
reconstrução do santuário e sobre a
destruição
do santuário,
do santuário que tá sendo construído,
que era uma coisa que as pessoas ficavam
meio espantadas, né? Ah, aliás, isso é
no Novo Testamento, isso fica claro, né?
O o
os discípulos de Jesus estão falando:
"Olha, olha que construção maravilhosa."
Olha isso daqui lá no capítulo 24 de
Mateus.
Quando eu não sei se essa parte tá no 23
ainda ou se já é no 24, que o 24 é o é o
é o sermão profético de Jesus. Jesus
falando sobre o que vai acontecer no
final dos tempos e no período que o
templo ia ser destruído. Porque eles
estão falando: "Olhe só que templo
bonito, olha só que construção
maravilhosa". E Jesus fala: "Ah, vocês
estão vendo isso daí? Não vai sobrar
nada disso daí. Vai sobrar nem pedra
sobre pedra aqui." E aí, nossa, como
assim, né? Explica pra gente do que que
você tá falando, né? Qual, qual é o
sinal dessas coisas e do final do mundo,
da sua vinda? Então, os discípulos
perguntam dois eventos que são
separados, mas na cabeça deles são a
mesma coisa. E Jesus responde esses dois
eventos conectados, a destruição do
templo e o final dos tempos.
Eh, porque existe inclusive uma ligação
temática, digamos assim, com a
destruição do templo e o final dos
tempos.
quando na ocasião do da volta de Jesus,
né, vamos chamar assim.
Então tem essa essa questão, essa
relação.
E
então a
muitos pensavam que o segundo templo ia
durar até o final do mundo.
Considerando que o segundo templo não
durou até o final do mundo, já foi
destruído uns aí quase 2000 anos atrás,
o alguns textos bíblicos vão ser lidos
então na perspectiva do terceiro templo.
Alguns textos de Ezequiel que falam
sobre o templo e dentro do templo tem a
aquela aquela trono de Deus cheio de
rodas e tal, aquela visão de Ezequiel
toda malucona lá e tal, diferente e tal.
fantástica.
Então, hoje ela compreendida no judaísmo
como a visão do terceiro templo. Esse
vai ser o terceiro templo. Eh, mas o
período do segundo templo eles não
achavam que ia ser outro templo, né?
Então, a ideia de terceiro templo
não tem na Bíblia assim falando que é o
terceiro, mas alguns textos bíblicos
foram reinterpretados como se referindo
ao terceiro templo depois que o segundo
templo foi destruído, entendeu? Pouco
confuso, né? Mas é isso aí.
Aí o Osel pergunta: "A justiça no reino
de Deus não pode acabar descambando em
condescendência?
Pode, Oziel, pode.
Mas é difícil dizer qual que é o limite
de uma coisa e outra.
Você poderia dizer que também que Deus
perdoar o pecado de todo mundo que
aceita o sacrifício de Jesus é uma
enorme de uma condescendência. Entende o
que eu quero dizer?
A ideia de Jesus falando: "Eu não vim
julgar o mundo, eu vim salvar o mundo,
né? Eh, pode ser compreendido como
condescendência também. Então,
eh, não que nunca se deva haver punição
para ninguém em ocasião nenhuma, que eu
acho que na minha cabeça eu faço uma
separação entre o estabelecimento de uma
ordem política civil
e
uma perspectiva religiosa das coisas,
entende? Na perspectiva religiosa,
quando um sujeito matou 70 pessoas,
escondeu os corpos, fez um um monte de
atrocidade, quando ele fala: "Olha, eu
tô arrependido e eu peço perdão com base
no sangue de Cristo", para mim, aquela
pessoa tá perdoada em relação a Deus,
que é o mais importante.
Ao mesmo tempo,
como a gente não sabe o que vai no
coração do homem, a gente não sabe
também se essa pessoa só falou do da
boca da boca para fora, né? Então, no
caso que eu falei, é considerando que a
pessoa foi sincera, mas agora pensando
numa uma de um jeito mais pragmático,
eh, eu não sei se essa pessoa tá falando
isso só para escapar de uma punição
agora terrena, para não ir pra cadeia,
sabe? E talvez ele ainda vai matar mais
gente ainda,
porque as pessoas são manipuladoras e
tal.
Então, eh, essa,
eu faço essa separação.
Quem comete crimes tem que ser preso,
independente do que que do de ele ser
salvo pra eternidade ou não,
independente de Deus ter perdoado ele ou
não. Até porque a gente não sabe quem
Deus já perdoou, quem pediu perdão para
Deus de forma honesta, sincera e vai ser
salvo. A gente não sabe isso. Então,
esse julgamento fica para Deus. Enquanto
Deus não vem julgar, a gente julga aqui
paraa gente ter um mínimo de uma ordem
social, entendeu? Então
a justiça do reino pode escambar em
condescendência. Então civilmente a
gente pune aquilo que de acordo com a
lei, mas espiritualmente eu perdoo,
entende? É difícil fazer essa separação,
mas eh é o jeito que eu que eu penso,
né? Porque para mim parece coerente com
texto bíblico pensar desse jeito.
Aí o Tonx também pergunta aqui: "Jesus
morreu pelo pecado daqueles que não vão
ser salvos?" Olha que pergunta, hein?
Eu não sei se tem um texto bíblico que
fala abertamente claramente sobre isso.
Acho que não.
Então o que eu vou falar aqui é mais
especulação minha. Pelo que eu entendo
sobre salvação na Bíblia, Jesus morreu
pelo pecado de todos, de todos,
inclusive os que não vão ser salvos. A
salvação foi oferecida a todos, está
disponível a todos.
Então, o o a morte de Jesus é a morte
que cobre todos os pecados que
existiram, todos os pecados possíveis
antes e depois da cruz da humanidade
inteira desde o início.
Mas tem alguns que aceitam esse
sacrifício, reconhecem esse sacrifício,
tem outros que não. Então, a salvação tá
mais relacionada a isso. Mas a forma que
eu me entendo, Jesus morreu pelo pecado
de todo mundo, até dos que não vão ser
salvos. É, é o jeito que entendo.
Acho que é isso, né, gente? 20 paraas 10
aqui. Não sei se tem alguma outra
pergunta que ficou
ficou que eu não respondi. Uma coisa que
eu ia fazer hoje, eu tava pensando em
falar, eu vamos deixar para uma próxima
live.
Eu tava pensando em falar um pouco sobre
algum algumas algumas outras coisas. Eh,
tem algum, eu não sei se vocês vão achar
a ideia, a ideia estranha, tem alguns
quadros que tem massacros e que
eu tinha vontade de abrir aqui o quadro,
a gente olhar para ele e fazer umas
reflexões sobre ele, sabe? Vamos fazer
isso na próxima live, eh, que eu tem tem
alguns quadros que assim tem uns
insightes maravilhosos, tem coisas
maravilhosas que dá para se pensar sobre
ele, não só em questão religiosa, até
outras questões mais pra vida, como a
gente comentou na live passada, muitas
vezes o pensamento artístico ele segue
uma lógica assim meio transcendental
que é o mesmo jeito que vai andar o
pensamento religioso, né?
Então eu acho que
pela arte a gente entende muito da
espiritualidade também.
Então a gente faz isso na próxima. Pode
ser. Eu tinha aqui separado um, mas eu
acho até que é legal a gente deixar pra
próxima, que eu dou uma revisada em
algumas coisas, uma lidinha um pouco
mais e a gente vê vê isso daí. Eu abro
aqui, divido a tela com vocês, vocês vão
ver o quadro, a gente vê uns detalhes
sobre ele, vai pensando como o cara
pensou em em pintar esse quadro,
construir ele e tal, e que ideias vão
sendo trazendo construídas ali aquela
imagem e o que que tem a ver às vezes
com temas bíblicos ou até sobre temas
mais paraa nossa vida de forma geral, tá
bom?
Aí eu queria começar com um quadro aqui
do Joseph Desire, a cena do dilúvio, uma
cena do dilúvio. A gente fala sobre
isso.
O Carlos até coloca o quadro O
sofrimento de Maria. Não conheço esse.
Mas aí, ó, essa é uma boa uma boa
questão. Se vocês quiserem depois deixa
um comentário aqui na live sobre
quadros.
né, obras de arte que vocês acham que
que a gente poderia trazer aqui pra
gente comentar um pouco, pra gente
conversar um pouco sobre elas.
Pode ser?
Então tá, a gente
semana que vem então a gente conversa
sobre esse, tá bom? A gente volta pro
tema arte e religião.
Eu acho um tema bom. Eu acho que a gente
não esgotou ele no na live passada, não.
Eu nem sei se eu depois eu vou dar uma
olhada de novo quando eu for editar, ver
se eu realmente falei um jeito que ficou
claro e se dá para trazer mais coisas e
tal. Eh, São Tomé do Caravajago,
excelente também, né?
Mas põe põe nos comentários da live, não
no bate-papo, que eu vou esquecer depois
isso que vocês estão falando. Mas põe
nos comentários aqui da do vídeo da
live. Acho que não sei se os comentários
já estão abertos ou se tem que Eu acho
que não tá aberto. É só depois que
encerrar a live, aí fecha o bate-papo,
aí fica os comentários. Vocês podem
comentar durante a semana aí ideias que
vocês acham legal a gente comentar.
Então eu vou tentar lembrar aqui desses
o sofrimento de Maria do São Tomé do
Caravajo. E esses tem dois que eu queria
comentar, esse que eu comentei agora da
cena do dilúvio e o o outro é o Nabuco
Donozor do William Blake.
William Blake, inclusive
é um é um pintor de temas religiosos que
tem uma um monte de coisa legal. Um
monte de coisa legal. E tem também, a
gente pode fazer não só de quadro,
também ele tem poesias, tem músicas
baseadas em poesias dele que a gente
pode falar sobre isso. Eh, pode ser, a
gente pode introduzir essa na live, de
vez em quando a gente fala de alguma
arte, uma música, uma poesia, um quadro,
alguma coisa que tem insites religiosos
legais.
Beleza? Então, tá bom, gente. Valeu aí
quem tava aí, quem acompanhou.
Eh, obrigado aí pela participação de
todo mundo. Ah, participação de vocês é
que faz ficar legal essa conversa aqui,
gente. A gente se fala então aí na
próxima live. Obrigado,
boa noite e até mais. Ciao. Ciao.

Tags: