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A fé vem pelo ouvir

Lição 10 | Lugar de refúgio | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

Lição 10 | Lugar de refúgio | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

Lição 10 | Lugar de refúgio | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

As cidades de refúgio não eram apenas um abrigo contra a vingança, elas apontavam para algo muito maior: o plano da salvação.
Neste vídeo, descubra como Deus preparou um lugar seguro até para os acusados, revelando justiça, misericórdia e um convite eterno: corra para Cristo, o nosso verdadeiro refúgio.
“Deus é o nosso abrigo e a nossa força, socorro bem presente na angústia” (Sl 46:1)

Perguntas para fazer para sua turma na Escola Sabatina:
Por que a justiça é tão essencial para a vida em comunidade?
Como superar os obstáculos que estão te impedindo de estar mais perto de Deus?
O que tem te fortalecido a continuar perto de Deus neste momento?
Por que Depender de Deus é tão importante para a pregação do Evangelho?
Como superar a inveja mesmo em um ambiente cristão?
Vergonha, dúvida ou medo? O que tem te feito parar de correr aos braços de Cristo?

Legendas automáticas:

Seja muito bem-vindo ao Código Aberto, o
seu resumo semanal da lição de jovens.
Estamos já na lição número 10, gente.
Como que o tempo passa rápido, lugar de
refúgio. Vem comigo. A lição dessa
semana como sempre tá demais.
Que bom ter você comigo aqui mais uma
semana pra gente estudar essa lição,
esse resumão direto ao ponto com imagens
que te ajudam a fixar o conteúdo. E a
gente sempre coloca aqui, ó, 10
perguntas. Como é que você usa essas
perguntas? Se você é professor da classe
de jovens, você pode usar elas e
dividir. Eu, por exemplo, quando eu vou
passar a lição, eu gosto de dividir a
classe em duplas ou trios. dá essas
perguntas, dou um tempo para eles
discutirem, depois eles trazem as
respostas, torna o estudo um pouco mais
dinâmico e participativo. Então, tá aí
uma sugestão para você, tá bom? A parte
de sábado, a gente tem a nossa tirinha
da semana, dá uma olhada e você pode
colocar aí as impressões da tirinha aqui
nos comentários. Já a parte de domingo,
o título é um julgamento justo. E que
que fala a lição de domingo? Um resumão
para você. Diz assim, ó. Um abrigo é um
lugar para se proteger quando a vida
está em risco, certo? Em zonas de
conflitos, segundos podem salvar vidas e
por isso é vital conhecer o caminho até
esses locais seguros. Em alguns lugares,
até escolas são feitas em abrigos para
proteger as crianças. No Antigo
Testamento, Josué separou seis cidades
de refúgio para quem fosse acusado de um
homicídio involuntário. Nessa cidades, a
pessoa ficava protegida até um
julgamento justo para evitar vinganças
precipitadas. Se fosse acidente, a pena
era branda. Se fosse intencional, era
pena de morte. Isso mostra o valor que
Deus dá à vida. Ele exige justiça para
assassinatos, pois o ser humano é feito
à sua imagem, mas também protege os
inocentes. As cidades de refúgio ficavam
espalhadas pelo território, acessíveis a
todos, e as pessoas acusadas precisavam
correr até lá para se salvar. Veja só,
tudo isso era em uma teocracia, onde
Deus, o justo, juiz, tinha condições de
dar essas penas para os acusados e não
nós darmos essa sentença humanamente
falando. A proteção durava até a morte
do sumo sacerdote, simbolizando que só
Jesus oferece abrigo eterno. Essas
cidades apontam para o plano maior da
salvação, onde nós podemos encontrar em
Jesus o nosso verdadeiro refúgio e a
nossa verdadeira segurança. Legal, né?
Vamos avançando aqui parte de
segunda-feira.
Protegendo a justiça. O que que diz a
parte de segunda? Diz assim, ó, que
chegar a uma cidade refúgio não garantia
liberdade automática. A pessoa acusada
de matar alguém precisava ser julgada
por juízes que investigavam os fatos e
as intenções por trás do ato. Eram
necessários pelo menos duas testemunhas
para condenar alguém. Se comprovado que
foi um acidente, o acusado podia viver
seguro na cidade de refúgio, protegida
do vingador de sangue. A justiça buscava
entender o coração, não apenas as
aparências. A justiça é fundamental para
qualquer sociedade prosperar. As leis
dadas por Deus protegiam essa justiça
proibindo suborno e favorecimento e
garantindo que falsas acusações fossem
punidas. Assim, o sistema judicial em
Canaã precisava ser justo e equilibrado,
unindo justiça e misericórdia.
Importante, né? Por que que será que a
justiça é tão importante pra vida em
comunidade? Você já parou para pensar?
Precisa haver justiça para uma
comunidade prosperar. A gente avança
terça-feira. O tema é salvos da
condenação. As cidades de refúgio não
eram para as pessoas perfeitas, mas para
alguém que cometia erros. Ali quem
causasse morte acidental podia se
proteger da vingança até o julgamento e
a morte do sumo sacerdote, garantindo a
sua liberdade. Assim, ele poderia voltar
paraa sua terra de possessão, como diz a
Bíblia. Na Bíblia, Deus é visto como
refúgio contra culpa e condenação. Davi,
por exemplo, depois de cometer adultério
e assassinato, correu arrependido para
Deus. Ele disse assim, ó: "Cria em mim,
ó Deus, um coração puro". Tá lá em Salmo
51. Ele reconheceu o pecado, buscou o
perdão e foi perdoado. O arrependimento
verdadeiro, guiado pelo Espírito Santo,
é essencial para experimentar a salvação
que Jesus Cristo oferece. É mais que
tristeza pelas consequências, é mudar o
caminho e aceitar o perdão e a liberdade
que só Cristo pode dar. Portanto, Jesus
convida todos a correrem para ele e
encontrar abrigo. Ele não obriga, mas
está sempre pronto para acolher e
libertar. E aí, que que tá impedindo
você de buscar esse refúgio? Como
superar esse obstáculo, né? Uma pergunta
pra gente refletir, pensar e aplicar na
nossa própria vida. Eu sempre gosto de
dizer que a lição não é só um conteúdo
eh teológico, um conteúdo para ficar
aqui no cognitivo, mas pra gente aplicar
na nossa vida. Quarta-feira,
rede semântica, tem a parte do de
comparar os textos. Dá uma pausa aí no
vídeo, pega sua Bíblia, vai lá, lê os
versículos, lê as histórias para você se
contextualizar. E a parte de
quinta-feira, o título é Jesus, a nossa
cidade de refúgio. Porque a lição ela
sempre vai, você já reparou, ela sempre
vai trazendo isso pra gente. O texto
bíblico, estamos estudando o livro de
Josué durante esse trimestre e no final
sempre uma aplicação para os nossos dias
e sempre apontando para Jesus. E Jesus é
a nossa cidade de refúgio. Porque as
cidades de refúgio, no tempo de Israel,
é o que diz a lição de quinta-feira,
simbolizam o plano de salvação. Assim
como ofereciam proteção a quem
precisava, Jesus convida todos a
encontrarem descanso nele. Essas cidades
recebiam israelitas e estrangeiros. E
Jesus recebe qualquer pessoa também que
se aproxima a ele. Ele diz lá em João
6:37: "Quem vem a mim de modo algum
lançarei fora." As cidades ficavam
espalhadas para fácil acesso. E com
Jesus é assim também. Ele tá sempre
perto, pronto para acolher quando
reconhecemos a nossa necessidade. As
cidades protegiam o acusado do vingador
de sangue, assim como Jesus nos protege
da culpa, do medo, das acusações de
Satanás. Vivemos um mundo onde nós temos
muitas lutas espirituais, mas a Bíblia
garante o seguinte: torre forte é o nome
do Senhor. O justo corre para ela e ele
está seguro. Sozinhos nós não
resistimos, mas em Cristo estamos
protegidos. Não basta passar perto, é
preciso entrar, permanecer. Jesus disse
assim: "Eu sou a videira. Quem permanece
em mim dá muito fruto, porque sem mim
nada podeis fazer. Permanecer nele é
confiar e descansar mesmo nas
dificuldades. Lembra? O próprio Davi
afirmou: "Tu és o meu refúgio, a minha
fortaleza, o meu Deus, em quem eu
confio? Jesus é a nossa verdadeira
cidade de refúgio." Vem daí essa
linguagem do salmo, proteção, exatamente
contra os inimigos espirituais e físicos
também. O que que tem ajudado você a
permanecer em Jesus? Você tem feito dele
a sua cidade de refúgio? E aí a parte
final, sexta-feira, pra gente fazer o
resumo do resumo. E o título é recurso
de misericórdia. Veja, seis cidades
foram designadas para servir como
refúgio para quem tivesse matado alguém
sem querer. Nessas cidades, a pessoa
poderia se proteger da vingança
imediata, pois na época o costume era
que os parentes da vítima matassem o
culpado sem esperar julgamento e sem
saber os motivos. E essas cidades
ficavam estrategicamente espalhadas para
que qualquer pessoa pudesse alcançá-las
e até um meio-dia de viagem com placas
claras indicando o caminho, garantindo
segurança aos inocentes, inclusive
estrangeiros e peregrinos. Ou seja, todo
mundo sabia onde eram essas cidades, mas
ao mesmo tempo quem tivesse matado
intencionalmente não escaparia da
punição. O refúgio valia somente para os
que agiram sem intenção e eles deveriam
permanecer dentro dos limites da cidade
para se protegerem. Só depois da morte
do sumo sacerdote é que eles poderiam
voltar para casa com segurança. Essas
cidades apontavam pro verdadeiro refúgio
que temos em Jesus Cristo. Assim como
aqueles refúgios protegiam a vida, Jesus
oferece um abrigo eterno para todos que
buscam perdão, onde ninguém pode nos
tirar das suas mãos. Que bção, né? É um
refúgio eterno ao lado do nosso Senhor
Jesus. Que Deus abençoe você. Obrigado
por ter ficado comigo aqui até o final.
Não se esqueça de compartilhar o link. E
eu já disse, né, aqui na parte de
sexta-feira a gente tem um QR code lá no
finalzinho, no cantinho da página que
traz para esse nosso vídeo. Você pode
divulgar isso na sua classe de jovens no
próximo sábado. E também um Qcode para
você fazer o quiz com a esperança. São
perguntas bem legais para ajudar a fixar
o conteúdo lá na sua classe de jovens.
Que Deus te abençoe e a gente se vê na
semana que vem. Até lá.
Ja.
Oh.

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