Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Documentário: A ciência explica o dilúvio? | Ep. 2 | ORIGENS

Documentário: A ciência explica o dilúvio? | Ep. 2 | ORIGENS

Documentário: A ciência explica o dilúvio? | Ep. 2 | ORIGENS

Será que a ciência pode ser verdadeiramente neutra ao investigar exemplos antigos como o Dilúvio? Neste episódio, investigamos os pressupostos que influenciam a interpretação de dados científicos e como diferentes paradigmas moldam nossa compreensão da história da Terra.

Que aprender mais sobre esses e outros assuntos?
👉 Estudo gratuito: http://www.novotempo.com/origem

🔔 Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/@OrigensNT

🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

#NeutralidadeCientífica #FilosofiaDaCiência #ParadigmasCientíficos #CiênciaeFé #Criacionismo #ORIGENSNT #EstudoCientífico

Legendas automáticas:

Fé e ciência. Duas palavras que por
vezes parecem caminhar em direções
opostas. Mas talvez isso aconteça não
porque sejam de fato [música] rivais e
sem porque esquecemos o que cada uma
realmente representa.
Durante muito tempo nos disseram que era
preciso escolher entre uma e outra, que
crer em Deus seria abandonar a razão e
seguir a razão seria fechar os olhos
para o divino. Mas não seria isso uma má
[música] escolha? Afinal, fé e ciência
não se excluem, mas se completam.
A ciência nos ensina a observar o mundo,
a fazer perguntas, a buscar respostas
[música]
com método, humildade e paciência. É um
caminho de descobertas. Já a fé é o que
nos permite ver além do que os olhos
alcançam. É a [música] confiança de que
há sentido, mesmo quando não há
explicação. É o que move o coração
quando os cálculos cessam e as certezas
nos escapam.
Já dizia Santo Agostinho que a razão
humana por si só tem limites [música] e
não consegue alcançar a plenitude da
verdade. Isso só é possível pela fé. A
razão nos leva longe, mas a fé nos leva
além. Seria então contradição explorar o
universo e crer no Criador? Será
possível que mesmo dentro da ciência
exista fé?
Ne. Ah.
[música]
>> [música]
>> Como você enxerga a ideia de um dilúvio
global? Para alguns, isso não passa de
um absurdo, um mito antigo, incompatível
com o conhecimento científico atual.
Para outros, no entanto, se trata de um
evento histórico e real. Curiosamente,
os dados observados por ambos os grupos,
os que creem e os que não creem na
narrativa de Gênesis, são os mesmos.
[música]
Camadas espessas de sedimentos cobrindo
continentes inteiros, fósseis,
estruturas geológicas que sugerem
eventos de imensa magnitude, [música]
entre tantos outros. Seria possível,
portanto, que a diferença não esteja nos
dados? Mas nas lentes daqueles que os
observam, [música]
toda a ciência nasce de uma curiosidade.
[música]
Porque o mundo é como é. Essa é a força
de ignição de qualquer [música]
pesquisa. No entanto, o que leva o
pesquisador a se questionar, muitas
vezes [música] pode estar ligado a um
aspecto sutil e invisível que permeia
desde a escolha do objeto de estudo
[música] até a interpretação dos dados.
Essa influência subjetiva nem sempre é
consciente. O pesquisador pode carregar
consigo [música] pressupostos,
experiências pessoais e crenças que
afetam a forma como enxerga o fenômeno
investigado, mesmo sem perceber.
Reconhecer essa dimensão subjetiva
[música] não compromete o rigor
científico, mas amplia a compreensão
[música]
de que toda construção de conhecimento
envolve também uma escolha [música]
sobre como ver.
A a ciência ela não é algo fechado,
[música] né? Porque muitas vezes as
pessoas têm essa concepção errada de que
ah, a ciência diz isso, a ciência diz
aquilo, mas não é necessariamente assim.
Na realidade, a ciência ela é uma
ferramenta. Nós utilizamos métodos
científicos, utilizamos o processo
científico para tentar chegar algumas
conclusões ou encontrar algum tipo de
dado. Mas como que você vai interpretar
esse dado? O que que ele representa? Ou
que tipo de pesquisa você vai fazer com
que tipo de análise e tudo mais? Tudo
isso é afetado pela interpretação
humana, [música] também conhecida como
cosmovisão. E cosmovisão todos nós
temos. é é innegável e não tem como
fugir. Isso é uma uma característica
humana. Apesar dos cientistas eh
utilizarem métodos e tentarem de várias
maneiras ser o mais neutro possível,
mais honesto [música] em relação a a
evitar as muitas vezes colocar a sua
opinião e sua interpretação eh [música]
sobre os dados ali, eh de uma maneira ou
de outra não tem como fugir.
>> Todos nós temos uma cosmovisão. Todos
nós temos uma forma de abordar a
realidade. A cosmovisão é a forma da
gente [música] enxergar o mundo e
funciona como como óculos. Eh, [música]
e a partir desses óculos, eu vou
enxergar toda a realidade ao meu redor.
Então, esses óculos, eles são formados
de quê? Ora, dos princípios, da forma
como eu fui criada, da cultura, do que
eu aprendi, do que eu gosto, do que eu
desgosto. Então, é a partir desses
óculos que eu vou começar a olhar paraa
realidade e interpretar essa realidade.
Então, nós temos dois óculos,
basicamente, os óculos das lentes da
palavra de Deus, onde a palavra de Deus
é autoridade sobre tudo que fala, porque
ele é Deus, ele é o nosso criador. E nós
temos também a lente da palavra do
homem, onde o homem que é falho, que é
temporal, que é finito, tá dando as suas
questões. Então, a gente precisa
escolher [música] qual óculos nós vamos
utilizar.
Então, as minhas conclusões sobre aquilo
que eu tô olhando vão depender daquilo
que eu acredito, daquilo que eu penso.
[música]
Então, um cientista A pode olhar para um
fóssil e chegar a uma conclusão e o
cientista B olhar pro mesmo fóssil e
chegar a uma conclusão diferente. Por
quê? Eles estão partindo de duas visões
diferentes. E aí que muitas vezes a
gente tem grandes divergências [música]
entre cientistas. Por isso é difícil
falar a ciência diz isso ou a ciência
diz aquilo. Não, é um cientista que
interpretou alguns dados e chegou a essa
conclusão, mas outros podem chegar a uma
conclusão diferente.
Mais do que uma opinião ou ideia
isolada, [música] a cosmovisão funciona
como um mapa interno que orienta o
pensamento, [música] dá sentido à
realidade e molda a maneira como vemos a
natureza, a ciência, a história, o ser
humano e o divino. É o que torna o
humano de fato inumano. A cosmovisão
atua como uma matriz. Ela estabelece os
limites do plausível, do legítimo, do
que vale a pena investigar e do que pode
ser ignorado. E quando essa matriz
filosófica se projeta sobre a prática
científica, [música]
ela molda o paradigma sobre o qual o
conhecimento é produzido. Paradigmas são
estruturas de pensamento que moldam a
ciência. Eles [música] definem o que é
problema, o que é método, o que é dado e
o que é explicação aceitável. [música]
Eles influenciam as perguntas que são
feitas e muitas vezes as que sequer são
consideradas.
Quando um geólogo está fazendo uma
pesquisa, ele tem em mente um certo
paradigma que aprendeu e usará esse
paradigma para interpretar as rochas.
Ah, vou dar um exemplo de uma formação
rochosa que um colega, Arthur [música]
Chedwick e eu estudamos em Utá. É um
calcário cambriano que está na parte
inferior da coluna geológica. O método
padrão de datação diria que esse
calcário se acumulou a poucos milímetros
por ano, ao longo de milhões de anos. E
nós estudamos isso muito cuidadosamente.
Encontramos características que
simplesmente não podem ser explicadas
dessa maneira. Então, por que outras
pessoas não vem isso? é porque o
paradigma deles diz como interpretar
isso. E encontramos em três níveis
diferentes neste calcário
características que são muito
abrangentes,
como se pudéssemos rastreá-las por mais
de 100 km² ou mais. [música]
E há três características diferentes,
uma acima da outra, a cerca de 30 a 40 m
de distância.
Elas são muito incomuns. Uma das camadas
tem coisas que parecem com
estromatólitos, mas [música] são muito
alongadas, com cerca de 8 m de [música]
comprimento.
E você os encontra em aglomerados, todos
orientados da mesma forma, na mesma
direção das falhas, na cadeia
montanhosa.
E nós estudamos essa área porque um
grupo de geólogos por cerca de 40 anos
ou mais fez um estudo muito detalhado
dessa formação rochosa. E eles têm
artigos que relatam todos os detalhes
que encontraram. São geólogos muito
cuidadosos. [música] Isso deu uma base
para o nosso trabalho. Sabíamos quais
eram as evidências deles, como
interpretaram e podemos olhar, ver se
chegávamos à mesma conclusão. Bem, não
conseguimos. As evidências realmente não
se encaixam no que eles descreveram. E
essas características estranhas em suas
publicações muito cuidadosas,
publicações geológicas. Eles nunca
[música] mencionaram essas coisas. Na
maioria das vezes, quando procuravam a
resposta, encontrava ainda mais
perguntas. Mas nos casos em que
realmente investigamos a fundo e
dedicamos anos de pesquisa [música]
a um problema em geologia ou em
paleontologia, sempre encontramos uma
explicação [música]
que era consistente com a nossa
compreensão da história da Terra. E a
razão de termos encontrado essas
respostas e outros não, é porque o nosso
modelo da história da Terra é diferente
do modelo padrão, que é baseado em
milhões de anos e evolução. Nosso modelo
sugere que essas coisas aconteceram de
forma muito rápida e alguns milhares de
anos atrás, [música] ter esse modelo em
mentos permitiu ver coisas que outras
pessoas deixaram passar e conseguimos
ter sucesso em praticamente
todos os projetos que realizamos.
E então o seu paradigma vai determinar o
que você verá e se isso parecerá
importante para você. Nós vemos coisas
que eles não viram porque não faziam
sentido para a compreensão deles sobre
geologia.
A Terra guarda registros
impressionantes,
camadas espessas de rochas, fósseis
soterrados abruptamente, estruturas
geológicas que cruzam continentes
inteiros. Mas o que esses vestígios
realmente nos contam?
A ciência moderna, em sua maioria, adota
a perspectiva uniformitarista,
a ideia de que processos naturais do
presente, como erosão e sedimentação,
sempre atuaram da mesma forma ao longo
de bilhões de anos. Já a abordagem
criacionista parte do registro bíblico
como base interpretativa. Nessa ótica,
muitas formações geológicas e padrões
fósseis fazem mais sentido como
resultado de uma catástrofe hídrica de
grande escala. [música]
A diferença entre essas duas visões não
são os dados em si, mas os pressupostos
usados para interpretá-los.
A lente uniformitarista vê milhões de
anos. Além de criacionista, vê pouco
tempo de destruição e transformação
global. Ambas constróem modelo e
oferecem explicações. E no fundo, o
debate vai além apenas da relevância do
tempo e alcança os patamares da
curiosidade sobre as nossas origens.
Todo mundo está fazendo perguntas, todo
mundo está olhando para as evidências no
presente.
Mas a única diferença entre um
evolucionista e um criacionista
é que o evolucionista rejeita a Bíblia
como o testemunho ocular de Deus
e o criacionista acredita na Bíblia.
Fora isso, eles estão fazendo exatamente
a mesma coisa. O método científico para
nós criacionistas é algo que nós nós
usamos porque nós vamos observar algo,
nós vamos criar uma hipótese, [música]
nós vamos eh realizar experimentos e
vamos ter testar alguns desses
experimentos e vamos criar uma formar
uma conclusão diante daquilo.
Nós seguimos um processo lógico, nós
seguimos um processo que deve [música]
ser ah consistente, um processo que não
é arbitrário e um processo que dá
condições de conhecimento, chamado, por
exemplo, dentro da filosofia [música] de
pré-condições de inteligidade. Tudo isso
tá dentro do nosso do da da lente que
nós enxergamos as coisas. Quando eu
estive nas 15 viagens pelo rio Colorado
através do Grand Canyon,
com dois geólogos com doutorado que
fizeram pesquisas no Grand Canyon,
eles olhavam para as rochas da mesma
forma que os evolucionistas,
mas eles faziam perguntas diferentes
e exploravam
coisas que os evolucionistas ignoram.
como alguém que se intitula cristão,
que acredita que a escritura é inspirada
e que a palavra de Deus é verdadeira,
mas também como alguém que é cientista,
que gosta de sair a campo, investigar,
fazer descobertas, encontrar coisas e
contar histórias sobre as rochas e tudo
mais,
eu preciso tentar unir essas duas
dimensões da minha vida.
No início da minha jornada como
cientista, eu lutei com isso. Eu me
perguntava
como é que a gente concilia a verdade da
escritura com a compreensão científica
do mundo.
Mas com o tempo percebi algo muito
importante. Ser cientista é algo
divertido e profundamente gratificante.
Tenho o privilégio de sair a campo para
estudar, olhar para dados,
encontrar novas evidências, fazer
descobertas
e contar histórias sobre aquilo que
observei.
Só que ao contar essas histórias,
eu quero ter certeza de que elas estão
em harmonia com a palavra de Deus.
Eu não quero inventar uma narrativa que
contradiga aquilo que a Bíblia me
ensina.
Por isso, como cientista cristão, meu
esforço constante é esse,
tomar a palavra de Deus como verdade e,
ao mesmo tempo, observar as rochas à luz
dessa verdade.
Ainda consideramos todas as outras
explicações que outros paleontólogos e
geólogos também consideram.
Além disso, temos algumas opções que
eles não considerariam, baseadas em
nossa compreensão da história bíblica.
Então, temos a vantagem de mais
possibilidades do que os outros. E às
vezes essas possibilidades se encaixam
onde os outros modelos não conseguem.
Por isso, considero uma grande vantagem
em nosso trabalho científico. Ainda
assim, precisamos fazer uma boa ciência,
publicar nossos dados em periódicos
respeitados e cumprir todas as etapas do
processo científico. Mas nossas
respostas têm se mostrado
consistentemente compatíveis com o
modelo bíblico.
A ciência não se constrói apenas com
respostas prontas. Ela floresce nas
perguntas persistentes.
É no terreno da dúvida honesta e da
busca incansável pela verdade que o
conhecimento [música]
se edifica. E mesmo quando se escolhe
olhar o mundo por uma lente diferente da
[música] dominante, o compromisso com o
rigor, a observação cuidadosa e a
coerência lógica permanecem.
Dentro do paradigma criacionista, as
perguntas difíceis não são ignoradas,
mas são enfrentadas. Elas não são
varridas [música] para debaixo do tapete
da conveniência teológica, mas lançadas
com coragem sobre a mesa da
investigação. No modelo criacionista,
[música] há espaço para o assombro e
para o exame, para a revelação e para a
pesquisa. A narrativa bíblica do
dilúvio, por exemplo, não é defendida
como um dogma cego, mas investigada como
uma hipótese que pode e deve ser
confrontada com os registros geológicos,
paleontológicos e históricos, camadas de
sedimentos fósseis abruptamente
soterrados, estruturas de escala
continental. Tudo isso se torna parte de
um mosaico que ainda está [música] sendo
montado. E à medida que mais dados são
reunidos, que novos modelos são
propostos, que dúvidas são expostas,
respostas começam a emergir. Afinal,
[música] a verdadeira ciência não se
resume a um consenso momentâneo. Ela é
uma jornada contínua e a honestidade de
quem caminha importa tanto quanto o
caminho [música] trilhado.
Bem, ambos os paradigmas, ambas as
visões de mundo, tem muitas coisas que
não sabe como explicar. Eu me lembro de
quando comecei a dar aulas nos anos
1970,
havia muitas perguntas que nós fazíamos.
Quando teremos respostas para isso na
biologia e na geologia?
Bem, o tempo passou, já se passaram o
quê? 50, 60 anos desde então e se
aprendeu muito, as coisas meio que se
inverteram.
Agora nos perguntamos como eles vão
responder a todos os desafios que
existem para o paradigma deles.
Nós temos muitas respostas que não
tínhamos antes. Ainda há mais que
gostaríamos de ter e talvez um dia
teremos, mas avançamos tanto na
compreensão que há muito mais informação
que nos leva a confiar no que Deus nos
disse em Gênesis.
Essa é a única resposta realmente segura
para essas questões.
Há algo profundamente humano em
perguntar de onde viemos. [música] Essa
é talvez uma das questões mais antigas
da humanidade.
Desde tempos imemoriais, olhamos para o
céu estrelado, para os fósseis na terra
e para as marcas nas rochas, buscando
pistas [música]
sobre o começo de tudo. Porque saber de
onde viemos não é apenas curiosidade
intelectual, é também desejo de
pertencimento. [música] É tentar
entender quem somos, por estamos aqui e
qual é o nosso lugar na história do
universo. Por isso, a discussão sobre as
origens nunca é [música] fria. Ela
aquece, toca em nervos profundos, fala
de ciência, sim, [música] mas também da
fé, da identidade, da verdade. E quando
essas dimensões se cruzam, o diálogo
pode se tornar intenso, até acalorado.
Não discutimos apenas por dados, mas
defendemos visões de mundo. Por trás de
cada argumento, muitas vezes há um
coração que quer saber se a vida tem
sentido. O fascínio pelas origens nos
une, mas também nos desafia a dialogar
com respeito, [música] humildade e
coragem. Afinal, buscar respostas para o
começo [música] de tudo é, no fundo, uma
forma de buscar a nós mesmos.
Na área de estudos sobre as origens,
quando tentamos entender a história da
Terra, [música]
muitas vezes as pessoas têm ideias
diferentes sobre o assunto
e, infelizmente às vezes, essas
divergências acabam se tornando pessoais
e podem ser bastante desagradáveis.
Eu me [música] sinto muito
desconfortável com esse tipo de
abordagem.
Ao lidar com essas questões,
eu interajo com pessoas que vem de
muitas perspectivas diferentes. [música]
E ao fazer isso, procuro encontrar
maneiras de me conectar com diversos
tipos de pessoas, construindo pontes, ao
invés de deixar que as discussões sobre
origens criem muros entre nós. Uma vez
que temos toda essa evidência que mostra
que a Bíblia está certa, o que fazemos
com isso?
>> [música]
>> Como abordamos alguém que não aceita
isso? Devemos bater na cabeça deles e
argumentar ou não?
Anos atrás, um estudante de geologia me
perguntou quais são os melhores
argumentos para ganhar uma discussão
sobre a criação. Eu disse a ele:
"Nenhum. Você está indo pelo caminho
errado. Você precisa, em primeiro lugar,
se tornar amigo dessa pessoa. E quando
ela estiver pronta para fazer perguntas,
esteja pronto para dar respostas
reflexivas. Entrar em uma discussão pode
parecer satisfatório, mas provavelmente
perderemos um amigo e a oportunidade de
ter uma influência. Eu posso dar muitas
experiências como essa, onde quando
somos amigos gentis com as pessoas
tratamos elas com paciência e
compreensão e não as afastamos. Podemos
ter a oportunidade de influenciá-las e
incentivá-las a pensar mais seriamente
sobre a Bíblia. Eu acho que como cristão
é muito importante para mim não sentir
que preciso provar uma visão de mundo
específica.
O mais [música] importante é encontrar
maneiras de atrair as pessoas, mostrando
a imagem de um Deus bom e poderoso,
que é capaz de criar o mundo,
sustentá-lo e também fazer a diferença
na minha própria vida.
>> [música]
>> É mais importante ganhar as pessoas do
que ganhar discussões.
>> [música]
[música]

Tags: