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A fé vem pelo ouvir

Documentário: As marcas do Dilúvio na geologia da Terra | Ep. 5 | ORIGENS

Documentário: As marcas do Dilúvio na geologia da Terra | Ep. 5 | ORIGENS

Documentário: As marcas do Dilúvio na geologia da Terra | Ep. 5 | ORIGENS

Quais são os sinais deixados pela água no planeta? Neste episódio, analisamos as formações geológicas que sugerem a ação de grandes fluxos de água, conectando evidências científicas ao relato do dilúvio.

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

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Legendas automáticas:

Terra, um pequeno planeta azul moldado
por forças que nem sempre podemos ver,
mas que estão gravadas em cada rocha. A
geologia é a ciência que lê essas
páginas de pedra, revelando histórias de
fogo, pressão e sobretudo de água.
Porque a água, essa força aparentemente
[música] suave, tem poder para esculpir
vales, transportar montes inteiros
[música] em forma de sedimento e
registrar sua passagem nas camadas que
cobrem o planeta.
Mas como água e sedimentos interagem? No
episódio de hoje, vamos explorar como
rocha e água, tão diferentes um do
outro, se unem para escrever [música] a
história da Terra.
na
[música]
Antes de nos perguntarmos o que foi o
dilúvio, é importante voltarmos o olhar
para aquilo [música] que ele
supostamente teria deixado para trás. Se
foi um evento real, de [música] escala
global e catastrófica, as suas marcas
não estariam apenas nos relatos antigos
ou na memória das [música] culturas, mas
gravadas profundamente nas páginas
pétrias da Terra.
Cada camada de sedimento, cada dobra nas
montanhas, [música] cada fóssil
preservado no silêncio das rochas, pode
ser um testemunho silencioso de [música]
águas que cobriram o mundo. Por isso,
antes de formularmos teorias ou
aceitarmos explicações prontas,
precisamos aprender a ouvir o que as
[música] rochas dizem. Ignorá-las seria
como tentar compreender um livro sem
jamais abrir suas [música] páginas. E
assim voltamos ao início da nossa busca.
Se as rochas guardam segredos do
dilúvio, é nelas que [música] devemos
mergulhar nosso estudo, nosso tempo e
nossa atenção. Mas ao fazê-lo, surge uma
pergunta inevitável. O que é a geologia
e por estudar as [música] rochas?
>> A palavra vem do grego
geo é terra e logia.
é o raciocínio e a organização dos
pensamentos em torno do estudo da Terra.
Portanto, a geologia é uma disciplina
que tenta entender nosso planeta e os
processos que ocorrem em sua superfície,
mas também em seu interior.
A geologia é fascinante. A geologia é o
estudo da Terra,
dos materiais de que é feita, dos
processos que fazem com que a Terra seja
assim.
é feito de rochas. As rochas são
compostas de minerais. Portanto, é o
estudo dessas rochas e minerais, como
elas interagem, como se formaram, como
se movem e quais são os processos que os
formam.
Nós temos muitos ramos da geologia,
então eu estudei sedimentologia e
geomorfologia,
mas há também vulcanologia,
paleontologia focada em geologia,
a geologia das rochas duras, como as
tectônicas de placas,
é um campo grande.
Fácil passar a vida inteira focado
somente em uma pequena área.
[música]
A geologia é importante por razões
práticas, para entender eventos
catastróficos,
como terremotos e vulcões. [música]
Esse é um estudo importante em geologia.
É importante também para os recursos
naturais quando falamos em petróleo e
gás.
É importante para entender catástrofes
como inundações
[música] e também é muito útil para a
compreensão das águas subterrâneas,
como a água subterrânea se move e como
pode ser usada com mais eficiência.
E também porque vivemos na Terra. Quanto
mais entendemos os processos [música]
que estão acontecendo ao nosso redor,
mas podemos agir para mitigar processos
perigosos [música]
e arriscados e, por outro lado,
aproveitar os recursos que a Terra nos
dá.
A geologia se expandiu mais recentemente
também para a geologia planetária. A
geologia planetária é o estudo dos
processos, não apenas na [música] Terra,
mas também em outros planetas. Assim, o
planeta Terra se torna o modelo para
compreender que tipo de processos estão
acontecendo em outros mundos.
>> A primeira vista, rochas e águas parecem
inimigas naturais. [música]
A rocha é firme, sólida e mutável. A
água é fluída, móvel, inquieta. No
entanto, quando mergulhamos no estudo da
geologia, percebemos [música] que essa
oposição é apenas aparente. A história
das rochas não pode ser contada sem a
presença da [música] água. Ela esculpe
vales, transporta sedimentos, desgasta
montanhas, preenche cavernas, cimenta
minerais. Assim, o [música] estudo das
rochas é inevitavelmente o estudo da
água. Elas se entrelaçam na história
[música] do planeta como dois
protagonistas inseparáveis.
A água está presente em praticamente
todos os processos geológicos.
As pessoas costumam pensar nela em
relação às rochas sedimentares, [música]
às inundações.
De fato, a água pode erudir material em
algum lugar.
transportar e depois [música] depositar
em outro, formando rochas sedimentares.
Mas esse não é o único papel importante
da água. Ela também é fundamental em
processos ígneos, na formação do magma,
nos processos [música] vulcânicos,
porque o magma também contém água
e isso afeta muito mais do que erosão,
transporte e deposição.
A quantidade de água influencia [música]
a forma como o magma flui.
Se ele tem mais água, ele escoa com mais
facilidade.
água também altera as taxas de difusão
[música] e muitas vezes
acelera os processos geológicos,
[música] ou seja, quanto mais água você
tem, mais rápido várias coisas podem
acontecer na geologia. E às vezes isso
pode ser catastrófico. [música]
Hoje vemos enchentes,
sejam causadas por tornados, furacões,
[música]
grandes movimentos de água no oceano,
tsunamis.
Tudo isso mostra como a água pode ter
efeitos devastadores.
Em resumo, a água realmente [música]
muda a velocidade e a intensidade de
muitos processos geológicos.
Acho que eu estava provavelmente na
terceira ou quarta série.
A gente morava numa rua, numa esquina, e
uma das ruas tinha alguns quarteirões e
era um [música] pouco ínge.
Nós morávamos numa região desértica e
numa noite caiu uma chuva muito forte.
Nós saímos para brincar na chuva e a
água estava mais ou menos assim de
altura. descendo pela rua.
A gente ficava em pé dentro da água
tentando não cair, porque ela corria bem
rápido.
No dia [música] seguinte, quando
acordamos, vimos que aquela rua
simplesmente tinha se esvaziado no
deserto
e lá estava um canyon com uns 3 m de
profundidade e uns 5 m de largura.
[música]
Um canon novo aberto no deserto em
poucas horas depois de apenas uma chuva.
O mundo é moldado por rochas. Elas
sustentam [música] vales e pavimentam o
solo por onde caminhamos todos os dias.
Mas essas pedras [música] não são apenas
matéria inerte, elas são testemunhas
silenciosas de uma história [música]
muito maior.
A geologia classifica as rochas da Terra
[música] em três grandes grupos. As
ígnias nascem do fogo, formadas [música]
pelo resfriamento do magma ou da lava.
As metamórficas são rochas
transformadas, moldadas pela pressão e
calor [música] em profundezas onde a
terra pulsa. E por fim, as sedimentares
[música]
formadas pela deposição e compactação de
sedimentos como areia, argila e matéria
[música] orgânica, acumuladas em leitos
de rios, lagos e oceanos.
E é justamente nessas camadas
sedimentares que muitas vezes [música]
repousam pistas de um mundo moldado pela
água. Fósseis marinhos longe do mar,
depósitos vastos [música] cobrindo
continentes inteiros. Se as rochas são
páginas [música] de um livro antigo, que
história afinal elas estão tentando nos
[música] contar?
Essa é uma boa questão.
Acho difícil [música] olhar para uma
única coisa,
uma rocha, um afloramento
e tentar criar uma história sobre o
mundo inteiro só a partir dela.
Mas quando você olha para todas as
rochas sedimentares,
para todos os fósseis, para toda a
erosão que aconteceu em tantos lugares
diferentes pelo mundo, e junto tudo
isso,
eu diria que definitivamente parece que
houve uma grande catástrofe global.
Bem, uma das perguntas que todos nós
temos sobre o mundo é: o que aconteceu
no passado? Se você pensar sobre isso,
você quer saber que tipos de processos
estavam atuando na Terra no passado. É,
e essa é realmente uma pergunta difícil
de responder, porque você não estava lá,
então só pode fazer suposições. Mas se
você tem evidências concretas, isso é
algo positivo. Alguns anos atrás,
percebemos que nas rochas existem
evidências que mostram em que direção a
água estava se movendo no momento em que
elas foram depositadas. Essas direções
são chamadas paleocorrentes. Pá, que
significa no passado, correntes, o fluxo
da água.
Em outras [música] palavras, quando
olhamos para as rochas sedimentares,
e nós veremos isso mais tarde no
laboratório,
mas quando analisamos essas rochas,
muitas vezes conseguimos identificar a
direção da corrente pelas estruturas
presentes nelas. Eu tenho um amigo que
junto com seus alunos coletou mais de
[música] 1 milhão de pontos de dados e
depois reuniu tudo em um programa de
computador.
E o que se percebe é que tanto em rochas
muito antigas quanto em rochas modernas
você não vê padrões globais.
Mas em tudo que vai desde as rochas do
cambriano, que ficam próximas da base do
Gran Canon, até algumas rochas do
senozóico que estão mais perto do topo
da coluna geológica,
todas essas camadas [música] apresentam
direções de paloporrentes organizadas.
Ah, a pergunta que fizemos foi: existe
alguma direção consistente no fluxo da
água sobre a superfície da Terra? E se
sim, que isso nos diz?
Começamos a estudar isso há muitos anos
e ao longo do tempo acumulamos um banco
de dados enorme,
mais de 1 milhão de pontos de informação
coletados em várias partes do mundo e ao
longo de toda a coluna geológica,
mostrando para onde as correntes estavam
fluindo na superfície da Terra.
Publicamos esses resultados na Nature,
que é a principal revista científica do
mundo, na sessão dedicada a dados
científicos. Temos examinado isso
cuidadosamente por muitos anos e o que
vemos é que o fluxo das correntes é
consistente em [música] escala global.
Eh, por exemplo, na América do Norte, o
fluxo é, em geral do Nordeste para o
sudoeste. Na América do Sul, ele segue,
em geral do Sudeste para o noroeste. Já
no paleozóico, quando entramos no
mesozóico na América do Norte, ele muda
de direção e começa a ir de volta para o
leste. Na América do Sul, no mesozóico,
também começa a ir em direção ao leste.
Bem, isso mostra que estão acontecendo
coisas em uma escala maior do que a
continental, que podem ser mapeadas e
estudadas. Podemos reposicionar os
continentes, reconstruindo como eles
estariam antes da separação e ver como
esses fluxos se encaixam. E o que
observamos é que o movimento da água
aparece como uma atividade estrutural
muito consistente que acontece em uma
escala maior que a dos continentes.
Ninguém havia previsto isso. Ninguém
teria esperado esse resultado dentro do
modelo convencional. Mas nós não apenas
previmos, como também esperávamos esse
padrão, com base na ideia de um dilúvio
global. E foi exatamente isso que
encontramos.
Bem, para começar isso nos mostra que os
processos que estavam acontecendo,
os processos de deposição, os sedimentos
que estavam sendo levados para cima dos
continentes, provavelmente eram
carregados por correntes direcionais.
Então, eventos como tsunamis poderiam
ter atingido as áreas de terra e
transportado sedimentos por grandes
distâncias, milhares de quilômetros, se
tudo estivesse debaixo d'água. Nós
acreditamos que esse tipo de processo
deve ter acontecido durante o dilúvio. E
por isso não apenas esperávamos, como
também encontramos essas correntes em
grande escala na América do Norte, na
América do Sul, na África do Sul, na
Índia, na Ásia, em qualquer lugar que
olhássemos.
>> O Dr. Flemen nos abriu as portas
[música] do seu laboratório para uma
visita especial. Entre bancadas,
instrumentos e modelos cuidadosamente
preparados, ele nos convida a observar
[música]
um dos processos mais fascinantes da
geologia, a interação entre sedimentos e
água.
Então, eu construí esse minial
artificial aqui no laboratório
e eu construí de modo que eu pudesse
controlar vários parâmetros.
Posso controlar quanto de água entra,
quanto sedimento entra,
posso controlar o nível de água. E ao
variar [música] esses fatores de
maneiras diferentes, você obtém
diferentes estruturas sedimentares.
Isso é uma forma muito prática [música]
de ver a geologia em ação,
porque normalmente vamos a campo,
encontramos as estruturas sedimentares e
depois precisamos imaginar quais forças
as formaram.
Agora, no laboratório, podemos criar
algumas [música] dessas mesmas
estruturas e ver o processo acontecendo
em tempo real.
>> O Dr. Fleming me contou que construiu
essa estrutura em poucas semanas.
Durante a pandemia, seu objetivo era
criar um instrumento lúdico e didático
para suas aulas sobre rochas
sedimentares, algo que ajudasse a
visualizar de forma simples [música] e
prática processos que acontecem em
escala natural. Nos primeiros minutos do
experimento, vemos o Dr. Flemen
concentrado, [música] ajustando válvulas
e preparando cada detalhe para dar
início à demonstração. O funcionamento é
simples na essência, mas fascinante de
observar. Em um mini canal artificial,
[música] ele coloca sedimentos e água
para que possamos ver diante dos nossos
olhos como eles interagem. O sedimento
utilizado é a areia. Para tornar essa
interação mais visível, ele libera a
cada minuto uma fina camada preta de
[música] sedimento. Essa marcação de
tempo permite perceber com clareza as
estruturas [música] que a água vai
formando à medida que flui, revelando
padrões e camadas semelhantes aos
encontrados nas rochas sedimentares ao
redor do mundo. Só depois que o
experimento já está funcionando é que
ele para um pouquinho para conversar com
a gente.
>> Eu estou tentando recriar as estruturas
que vemos em campo. [música] Estamos
apenas tentando entender, por exemplo, o
que acontece quando há muito sedimento
disponível.
O que acontece quando há muita água e
quando há pouca água? O que acontece
quando o [música] tamanho dos grãos de
sedimento é maior?
questões desse tipo.
E então depois vamos a campo e
perguntamos: "É, que tipo de condição
[música] poderia ter formado essa
estrutura aqui."
Quando essas linhas escuras se formaram,
havia muita turbulência
e também muito sedimento.
Então, é algo bem leve, depositado aqui
de forma muito muito rápida.
Já esta parte conseguiu se acomodar
melhor na superfície
e agora estamos vendo ambulações
preservadas.
E como o nível da água está subindo,
isso está fazendo com que o sedimento se
acumule na superfície.
Chamamos isso de estratificação cruzada,
porque aqui está a camada
e essas outras estruturas estão cruzando
a camada aqui.
Então, existe muita estratificação
cruzada no registro fóssil e não temos
modelos muito bons para explicar a
estratificação cruzada.
Todos os modelos apresentam problemas e
mesmo dentro de um modelo de dilúvio, os
nossos modelos ainda têm limitações. E
eu gostaria de esclarecer isso melhor,
entender o que a estratificação cruzada
pode nos dizer sobre o dilúvio.
Aqui estamos vendo um bom depósito se
formar.
Veja como as ondulações estão se movendo
um pouquinho nessa direção a cada
minuto.
Dá para perceber que a ondulação saiu
daqui e foi até ali em 1 2 3 4 minutos.
Ou seja, as ondulações estão se
deslocando bem devagar nessa direção e
subindo.
>> É muito interessante porque essas
camadas são bem maiores do que estas
[música] aqui e mesmo assim o intervalo
de tempo entre elas é o mesmo.
Se você olhasse aqui, por exemplo, se
usasse [música] um microscópico ou até
mesmo a olho nu, daria para ver que
essas camadas ainda estão separadas por
um minuto. do mesmo jeito que aquelas
alunas.
>> Quando o experimento termina, pergunta
ao Dr. Flemen que tipo de respostas esse
experimento traz para ele. Curiosamente,
ele me diz que por [música] vezes um
experimento traz mais perguntas do que
respostas.
Às vezes, quando fazemos experimentos,
acontece de encontrarmos o que chamamos
de pistas falsas, caminhos [música] que
nos levam em várias direções diferentes.
[música]
Mas uma coisa em que eu realmente tenho
tentado manter o foco é na questão da
estratificação cruzada.
>> [música]
>> Isso porque vemos a estratificação
cruzada com muita frequência no registro
geológico e ela apresenta
características muito interessantes
quando observamos em campo.
[música]
Seria muito bom poder mostrar de forma
experimental como essas características
poderiam ter se formado.
[música] Acho que isso nos ajudaria a
compreender melhor o ambiente durante o
dilúvio.
Este experimento não tem a pretensão de
responder a todas as perguntas [música]
ou comprovar por si só a veracidade do
dilúvio. O mundo é vasto demais e as
formações rochosas que encontramos
[música] em diferentes continentes
resultam de processos complexos,
variados e muitas vezes grandiosos
demais para serem reproduzidos
integralmente [música]
em um único modelo de laboratório.
Ainda assim, essa demonstração tem um
valor especial. [música]
Ela nos permite ver de forma clara e
acelerada como sedimentos e [música]
água interagem. Em poucos minutos, é
possível observar o que na natureza pode
ocorrer em grande [música] escala. A
água transportando partículas,
depositando camadas, moldando
superfícies. É um lembrete de que mesmo
[música] sem reproduzir todo o planeta,
podemos compreender em miniatura a
[música] impressionante força da água e
o papel fundamental que ela desempenha
na formação e transformação das
paisagens [música] terrestres.
>> [música]

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