Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

POR QUE OS EVANGÉLICOS TEM RECEIO DE ESTUDAR OS PAIS DA IGREJA? – WILLY ROBERT

POR QUE OS EVANGÉLICOS TEM RECEIO DE ESTUDAR OS PAIS DA IGREJA? – WILLY ROBERT

POR QUE OS EVANGÉLICOS TEM RECEIO DE ESTUDAR OS PAIS DA IGREJA? – WILLY ROBERT

A Reforma Protestante não foi o evento que deu início à Igreja de Cristo. Embora tenha sido fundamental para a saúde da Igreja, ela não foi o único acontecimento importante na história do povo de Deus. Neste vídeo, Willy Robert explica por que alguns cristãos evangélicos têm receio de estudar os Pais da Igreja, apesar do papel fundamental que eles desempenharam.

Adquira o livro: https://bit.ly/47IIGZA

#HistóriaDaIgreja #Patrística #PaisDaIgreja #BryanLitfin #Podcast #edicoesvidanova
____________________________________________________________________________________
EDIÇÕES VIDA NOVA

Edições Vida Nova: https://www.vidanova.com.br/

Versão Bíblica Almeida Século 21: https://bibliaalmeida21.com.br/

Teologia Brasileira: http://www.teologiabrasileira.com.br/

Cruciforme: https://cruciforme.com.br/

Instagram: https://instagram.com/edicoesvidanova/

Facebook: https://www.facebook.com/vidanovaedicoes/

Twitter: https://twitter.com/edicoesvidanova

Telegram: https://t.me/edicoesvidanova

Legendas automáticas:

Agora eu quero fazer aquele retorno ao
subtítulo, como eu tinha falado, que
aqui o livro é Conhecendo os pais da
igreja, mas o subtítulo faz questão de
destacar uma introdução evangélica, né?
E aí vem uma pergunta que a gente pode
embutir nesse aspecto, que é: por tantos
evangélicos têm receio ou desinteresse
de se estudar sobre os pais da igreja ou
sobre eh esse período da história? Isso
é coisa de católico? Como é que nós
podemos ter uma introdução evangélica a
esses homens?
>> Interessante, né?
Eh, tem muito tem muito evangelho, tem
muito protestante
que ele pensa que a igreja eh de Atos
dos Apóstolos ali, ela dá um salto para
a reforma protestante, né? [risadas]
E e não é, né? Eh, obviamente não é, né?
>> Uhum. Eh, eu eu acho que existe um um
preconceito e aqui bem no sentido
literal desse termo, né, dessa palavra
preconceito,
exatamente porque as pessoas têm isso em
mente. No geral, as pessoas têm isso em
mente. Isso é coisa de católico, né?
Principalmente quando vão estudar alguns
alguns pais da igreja ou ou melhor
dizendo, quando vão estudar até mesmo os
credos iniciais ali da igreja que
mencionam Igreja Católica, né? Ô, fazer
um parênteses aqui, Will, desculpa te
cortar. Aqui na igreja nós temos uma
liturgia bem estruturada, né? Uma ordem
de culto estruturada. E um desses
momentos a gente tem a recitação, a
declaração de algum símbolo de fé, algo
que tem a ver com a nossa fé. Hoje, por
exemplo, a gente tem seguido com o
Catecismo Batista de 1693,
mas houve uma época que a gente passou
um bom tempo, assim, vários domingos
seguidos, repetindo o credo apostólico,
até por uma ideia do pessoal memorizar,
mas eu lembro que muitas pessoas que
foram chegando aqui na igreja, que
vieram de outros contextos, ao ouvir o
credo apostólico ser recitado no meio do
culto, tiveram aquela impressão: "Meu
Deus, eu tô numa igreja católica aqui, o
que é que tá acontecendo?" [risadas]
E aquele susto, né? Porque tem a ver com
isso que você tá falando aí, desse dessa
falta de percepção do que é que
significa católico apostólico romano e
católico no sentido universal, né?
>> Exatamente. Exatamente. Eh, e assim eh é
é um termo que eh ele como ele tá muito
marcado, né? Ele gera essas reações
mesmo, né? Ele gera essas reações
estranhas na mente das pessoas. Mas é é
um pouco disso que a gente tem. A gente
tem esse preconceito, esse
desconhecimento histórico, né? Eh, há
também, vamos pensar assim, uma falta de
formação histórica no sentido de que a a
as igrejas não entram muito nessa
questão. Então, quando você fala, por
exemplo, que a sua igreja, ela tem esse
esse costume de recitar esses credos
antigos e principalmente preocupado com
essa questão de memorização e tal, o que
é algo extremamente necessário e
saudável pra igreja, pra gente ver que
eh eh a nossa origem não é em Martim
Lutero, né? A nossa origem ela não é
simplesmente na reforma, ela vem lá de
trás, né? Então, enfim, é necessário
fazer isso. Coisas que geralmente a
gente não vê acontecendo nas igrejas,
né? Essa essa preocupação, então, com
olhar lá para trás e falar: "Irmãos, nós
cremos na trindade". Um exemplo
de eh eh como foi a sistematização
dessa doutrina? Uma vez que nós não
temos esse termo na Escritura Sagrada,
como que foi esse trabalho de pegar esse
tema, enxergar esse tema em toda a
Bíblia, estruturar ele, os termos que
foram usados e tal, como que isso
aconteceu? As pessoas não têm essa
preocupação, né? A gente fala de dupla
natureza de Cristo. A Jesus é, as
pessoas repetem, né? 100% homem, 100%
Deus. Mas, mas isso sempre foi consenso.
Será que eh eh houve algum ponto, algum
momento que algumas pessoas pensaram
diferente? Se sim, como que reagiram a
isso, né? E isso eh eh nos pais da
igreja, ao estudar os pais da igreja,
estudar a patrística, a gente a gente
aprende que Lutero, Calvino e outros
reformadores citam por diversas vezes
esses homens porque entenderam, beberam
dessa fonte, entenderam que isso está
diretamente ligado ao que a gente crê
hoje, ao que a gente segue, né? Então,
não é uma coisa de católico de forma
alguma. Eh, penso eu, pelo pelo pouco
que conheço os pais da igreja, mas penso
eu que se os pais da igreja eh tivesse a
oportunidade de ver hoje algumas coisas
que o catolicismo romano faz, eles sabe,
eles falam: "Ó, a gente não tem nada a
ver com isso, a gente nunca ensinou
isso, não foi isso que a gente tava
falando, né, com toda certeza. E é algo
que a gente precisa. a a o fundamento da
nossa da nossa fé é a palavra de Deus,
mas eh esse começou-se a se construir, a
se edificar sobre esse fundamento e esse
começo se deu com a obra desses homens,
né? Então assim, é muito importante pra
gente piedade, vida piedosa. Os pais da
igreja escreveram sobre culto até eh até
mesmo o contexto de perseguição em que
viveram. Tem muita coisa ali que nos
inspira muito. A a no livro aqui o autor
cita, né, o caso de de perpétua, né, que
foi martirizada e tal, e é uma história,
enfim, é é é é chocante, né, e
emocionante e tal. Então, assim, tem
muita coisa ali que é preciso garimpar,
que é necessário então tirar esse
preconceito, né? Não é de forma alguma
coisa somente de católico, muito pelo
contrário, é coisa de cristão, né?

Tags: