Davar Live – 13/02
14/02/2026
– Canal Davar
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Fonte: Davar – Religião e Opinião
Legendas automáticas:
Fala pessoal, tudo bom? Boa noite para vocês. Estamos aí ao vivo. Eu já começo pedindo aquele feedback de som e áudio, né? Eh, porque eu não sou assim um cara que sabe mexer muito bem nessas coisas, sempre fica alguma questão, mas acho que tá tá OK, né? Eh, como vocês estão hoje? Eu até achei que não ia ter ninguém porque a gente tá aí num feriadão, nesse feriado de carnaval, né? E mas bom ver que vocês estão aí. Tô vendo aqui que o Oziel já respondeu: "Boa noite". Imagem, som. OK. Legal. Então, boa noite, Oziel. Eh, eu até achei que não ia ter live porque agora a pouco tava caindo o mundo aqui. Eh, tá, começou a vir uma tempestade para cá, mas acho que ela já meio que se desfez, então tá tudo certo. O Carlos, né? O Carlos Muniz. E aí, Ronate? Shalom. Som funcionando. Legal. Talvez o som esteja baixo, mas tô no fone 100%. Tá. É, o meu som aqui ele tá no total e eu nem porque aquele negócio, né? Como eu falei para vocês na outra live, eu não tô no meu computador de casa que eu uso normalmente, então as coisas mudam um pouco, tá 100% o som aqui, mas eu não sei se tá do jeito que tava para vocês antes, né, nas outras lives. Mas beleza. Eh, vamos lá, então. Como que vocês estão? Tá tudo tranquilo? Vocês têm alguma coisa que vocês gostariam de conversar? A gente tinha conversado na última live que o que a gente ia falar sobre alguns quadros, né? Eh, umas obras de arte, mas esse é o tipo de assunto que eu não consegui ver isso essa semana e não dá para ser assim só no improviso, né? Eu sei que eu fico adiando as coisas, mas vocês sabem que uma hora ou outra eu falo sobre elas, né? Então, eh, é isso. Então, hoje não será isso. Eu tava pensando em falar uma outra coisa. Eh, aqui o Ozeel falando, tu tá fazendo ano bíblico esse ano ou tu segue outro plano? Ah, legal. Já vou começar falando sobre essa questão aqui. Ano bíblico. Esse ano eu não tô fazendo ano bíblico, embora eu acho que ano bíblico é uma coisa bem legal de se fazer. Eu acho que todo mundo que é religioso, que que se propõe a seguir a Bíblia, deveria ler uma vez na vida a Bíblia inteira. Eu sei que muitas vezes a gente acaba lendo a Bíblia inteira, mas não assim de uma vez só, né? Uma vez você estuda um livro, outra vez você estuda outro e tal, e você acaba no final do do de tudo, ah, já li a Bíblia inteira. Mas eu acho que vale a pena a experiência de você ler a Bíblia em uma passada só. você lê tudo, né? Eu fiz isso algumas vezes na minha vida, sempre foi bom. E eu nunca fiz ano bíblico assim, seguindo o pessoal tem aqueles calendáriozinhos de ano bíblico, né? Normalmente eu faço assim, eu eu tento fazer dentro do do ciclo do ano mesmo, mas eu começo em Gênesis e vou lendo o máximo possível e tento terminar o quanto antes. Se você consegue ler todos os dias ali uma meia horinha, eu leio devagar, principalmente na Bíblia, porque às vezes eu eu vejo um verso que achei interessante, eu vou abro o Google, já dou uma pesquisada, já tento leio um comentário bíblico, vejo se tem alguma questão ali. Então eu leio devagar. Então, ler meia hora por dia para mim é pouca coisa. Eu tentava ler como que era 10 capítulos. 10 capítulos por dia da dependendo do livro que você tá lendo, né? Tem capítulos e capítulos, mas 10 capítulos não, era 10 folhas, 10 páginas. Dá para ler isso em meia hora, 40 minutos. Se você se dedicar, se você for disciplinado para ler todos os dias, você consegue ler assim em menos de seis meses. E eu gosto de ser assim, porque você lê com as coisas frescas na mente. Então, você tá lendo dos prof lendo lá os profetas, ainda tá fresco na sua memória as ideias, as histórias que eles falaram lá na no nos livros dos, né, no nos livros históricos e tal. Eh, você tá um pouco mais para frente no Novo Testamento, você ainda tá na fresco na sua cabeça a a literatura profética, os salmos e tal. Então, eu gosto de ler rápido a Bíblia, tentar ler rápido. Para mim, seis meses é meio rápido, tá? Mas assim, ler numa passada só, vale muito a pena. Eu acho que é o tipo de coisa que vale a pena fazer. É, eh, então, apesar de eu não estar fazendo ano bíblico, eu não comecei, mas talvez seja uma boa eu tentar ler a Bíblia esse ano. É sempre bom. Toda vez que você lê, você tem sites diferentes. O quem é você quando você tá lendo o texto é sempre uma pessoa diferente, entende? Então você tem, você se relaciona com o texto de forma diferente. Textos que você eh não chamavam atenção passam a ser muito interessantes. Textos que você sempre gostou, às vezes eles não estão chamando muita atenção naquela vez que você tá lendo, né? E principalmente isso que é o mais impressionante. Você sempre vai se deparar com algum texto, falar: "Caraca, como que eu nunca vi esse texto antes, né? Eu já li a Bíblia mais de uma vez. Eu não lembrava dessa história, eu não lembrava dessa ideia, não lembrava desse verso. Eh, a gente sempre se surpreende lendo a Bíblia assim nessa passada toda. Então, eu acho que é uma coisa que vale a pena, tá bom? Eu tô vendo que a minha energia tá oscilando aqui, então talvez a internet caia. Se cair, eu tenho que esperar o roteador reiniciar, mas eu volto, tá bom, gente? Eh, mas fica aí a dica. É legal fazer ano bíblico, se não for ano bíblico mesmo fechadinho, porque eu também não gosto de ser tão rígido assim. Eu gosto de um dia que eu quero ler mais, eu leio mais. O dia que eu tô sem tempo, eu leio menos. Eu eu eu gosto de de estar uma mais livre assim. Mas fica a dica. Vale a pena você ler a Bíblia como um todo. Se você é religioso, você deveria fazer isso pelo menos uma vez na vida, pelo menos umas três vezes na vida, vai. Mas uma vez só, eh, vale muito a pena. Vale muito a pena. Então, eh, tu acha que perde muito iniciar pelo Novo Testamento ou perde muita referência? O Zé, olha, Ozel, eu gosto de começar por Gênesis, eh, porque o Novo Testamento ele tá pressupondo várias coisas. Se você leu aqueles textos que eles que o Novo Testamento tá pressupondo e você leu há pouco tempo e aquilo ainda tá na sua mente, isso ajuda na leitura do Novo Testamento, né? Tem uma coisa meio de atmosfera, sabe? Sabe quando você lê um livro, ele tem uma atmosfera, ele tem um jeitão assim, tem quase um cheiro aquele aquele ambiente que aquele livro traz. Eh, eu eu gosto dessa dessa passada de passar pelo Antigo Testamento e chegar no Novo, porque quando você chega no Novo, ele ele dá um ele dá uma cor diferente para pro tipo de coisa que você tava lendo, porque é um tipo de literatura diferente, né? O Novo Testamento, eu acho que até o fato de ser escrito em outra língua também ajuda a linguagem ser de um jeito diferente. Eu eu gosto de ler sempre na nas versões Ferreira de Almeida, porque elas são traduções mais literais, né? Então dá para perceber mais essa mudança, porque ela tenta ser menos adaptativa do texto. Coisas que o texto é estranho, essas versões de Ferreira de Aumento costumam deixar o texto estranho mesmo, né? Então, eu gosto disso. Então, eu acho que não é que perde muito iniciar pelo Novo Testamento, mas essa experiência você não tem. Eu gosto de ter ela, eu gosto de repetir ela. Uma vez eu li a Bíblia, não foi numa Ferreira de Almeida, eu fui numa NVI, Nova versão Internacional, que é a Bíblia em ordem cronológica. Deve est aqui atrás. Eh, onde estão minhas Bíblias? desse lado, não, desse aqui. Deve estar em algum lugar aqui. As minhas Bíblias em a minha Bíblia em ordem cronológica. Eh, é legal porque é um é uma Bíblia que eles fizeram, o texto tá todo fragmentado, todo quebrado, né? Então, é uma experiência diferente, mas, por exemplo, quando você passa pelo pela pelos textos de eh Reis e Crônicas, você tá lendo aqueles eh anais da da da do da corte israelita e tal, esse texto é interpolado pelos textos dos profetas e pelos salmos, né? Eh, não só Reis e Crônicas, mas Samuel também, né? Principalmente, né? que tem bastante coisa de Davi. Então você vai lendo, você lê a história e você lê o o profeta que viveu naquela época e você lê o salmo tudo junto assim, né? Fica um pouco também maçante que parece que nunca passa aquela época. Você fica ali, tipo, parece que você fica 15 anos ali no no na parte de Reis e Crônicas, né? Eh, Samuel, Reis e Crônicas. Mas é interessante a a a experiência também. Eh, é um é uma leitura diferente, ela mais fragmentada, você não consegue ter aquela imersão tão grande no livro, nesse nesse nessa atmosfera do livro que eu tava falando, mas você consegue fazer relações eh outros tipos de relaçõ outro tipos, outros tipos de relações que você não consegue fazer lendo o livro fechado, entende? Eh, é interessante também. A Nova Almeida Atualizada está ótima. eh, atual sem deixar de ser uma Almeida. É, então eu gosto dessa nova Almeida atualizada também, né? Eu eu gosto hoje acho que é a versão que eu que eu prefiro ler, apesar de eu não ter uma em casa, mas quando eu leio online, que eu que eu uso essa essa versão. Mas é isso, sobre leitura da Bíblia, eu acho, eu acho isso daí, eu gosto de fazer desse jeito, né? Aí o Carlos Munizu estava estudando os significados do texto hebraico em Êxodo 25 verso 8. Êxodo 258 é quando ele tá falando da construção do santuário, não é isso? Eh eh, Carlos? É o o é o oito que é me farão o santuário e habitarei no meio deles. Que que insite você tem aí pra gente começar uma uma conversa? Eh, mas eu eu quando eu faço no bíblico assim, tem coisas, por exemplo, eu lembro de ter tido uma sensação muito esquisita sobre a segunda carta aos Coríntios. Eu lembro de ter lido Segundo Coríntios e e ter ficado, caramba, essa carta ela ela ela tem umas passagens meio estranhas, meio misteriosas. É, o que que que quer dizer isso? o que que tá passando na cabeça de Paulo, né? Por que que ele escreveu desse jeito? Então, assim, tem livros que saltam aos olhos. Às vezes eu lembro também que tem algumas histórias que quando você tá lendo, eh, são histórias que você fala: "Cara, por que não tem um monte de sermão sobre essa história?" Isso é uma coisa, né? Acontece muito em arte. Eh, eu lembro uma vez eu viajei, cheguei aí lá no no museu no Luvre, né? E quando você tá andando no Luvre, você vai vendo, ele é dividido pelas sessões e tal, e tem as sessões dos quadros da tem por período histórico e tal. E quando você tá ali na época do da 20 e tal, tem vários quadros super interessantes. Você tá lá tipo achando uma maravilha. Aí você olha e tem aquela sala blindada, aquela sala com 30 seguranças lotada de gente. O que que tá acontecendo aqui? Ah, é a Monalisa. Tá lá no fundo da sala. Então, a Monalisa virou um negócio assim muito muito hype. Eu acho que essa palavra é boa para def. É um hype muito grande. Não que a Monalisa é um quadro ruim, é um quadro bom, mas eu não sei por ela é tão famosa, é tão pop assim, sendo que existem outros quadros do próprio da Vin que são muito legais também. Eh, alguns me chamam pessoalmente mais atenção e tal. Eu até entendo a a Monalisa ser bem famosa, porque é um quadro muito bom, mas a questão é justamente por ela f ela absorveu toda a atenção. Então você tá passando nas salas do lado e tipo, ninguém tá vendo aqueles quadros, mas ali tem gente que parece que comprou o ingresso, entrou no Luvre, foi só para ver a Monal, né? Hoje em dia ainda com Instagram na época não, eu não sou tão novo assim. Na época não tinha esse negócio de Instagram, então as pessoas não iam para tirar foto para colocar na internet, elas iam para ir ver mesmo, né? Hoje deve ser muito pior, deve ser muito pior, porque todo mundo quer tirar uma foto da da Monalisa, aí fica a pessoa tirando uma selfie e a Monalisa lá no final da sala lá atrás pequenininha, né? Então o o que eu quero dizer com esse grande parênteses da Monalisa é: existem coisas que ficam famosas e absorvem toda a atenção e não sobra nada para outras coisas que são tão interessantes quanto ou até mais. Então existem passagens na Bíblia que são hiper famosas, super famosas. Existem outras que quando eu leio assim, leio, prestando atenção, falo: "Cara, por que isso não é famoso?" Porque o Salmo 23 é o salmo que as pessoas decoram quando são crianças, sabem de cor e tal? Eu lembro uma vez que teve um batismo na minha igreja quando eu era criança ainda em que eh não era o pessoal chamava do batismo da primavera, que era o batismo do juvenis da igreja e tal. E aí as pessoas sempre perguntavam: "Qual é o teu salmo favorito? E aí, ah, 90% fala: "Ah, Salmo 23, falava assim no automático, gente, até que você olhava, falava: "Cara, essa pessoa nunca leu o livro dos Salmos, com certeza, mas tá, Salmo 23 é o". E a mesma coisa, não que o Salmo 23 seja ruim, mas o Salmo 23 é interessante ainda porque ele é circundado por dois salmos que são assim absurdamente fantásticos, interessantes, importantes, que é o Salmo 22 e o Salmo 24. O Salmo 22 é o salmo que Jesus fala na cruz, né? Senhor, e Deus meu, Deus meu, por me desamparaste, né? Então, é um salmo, é um salmo messiânico, é um salmo profético, é um salmo que tem um conteúdo teológico importante e é um salmo de quem tá angustiado. É um salmo que que expressa a o desespero e a angústia de um jeito muito bonito, muito poético. E o Salmo 24, eu não sei, esse salmo me pega demais. Eu gosto muito do Salmo 24, né? Levantai os seus batentes, ó portais eternos, para que entre o rei da glória, o rei glorioso, né? O meleakvod, o rei, o rei da glória. Quem é esse rei da glória? Yahé todo poderoso. Ele é o rei da glória. Então essa ideia dos portais eternos, os portais eternos levantando as suas batentes para que eles tenham tamanho suficiente para entrar aquele que é o Senhor, o o o Rei da Glória e tal, né? Eu eu acho muito bacana. Eu gosto desse, desse salmo demais. Não que eu não goste do 23, mas voltando pra questão, né? Quando você lê a Bíblia por inteiro, você não se furta de ler textos menos conhecidos. E sempre vem a dúvida, porque esse texto que não é conhecido é tão menos conhecido, ele não é conhecido enquanto outro texto que todo mundo fala, se repete, conta sempre a mesma história e tal. É tipo, é legal, mas tem tantas outras coisas, né? Se eu fosse colocar até c, se eu fosse decidir quais salmos iam ser os mais famosos, ia ser bem diferente da da lista que tem hoje. Não, talvez não bem diferente. Tem alguns muito famosos que eu gosto bastante, mas só para citar um exemplo, né? Então, a experiência de você ler o texto bíblico é sempre boa, porque você sempre acaba caindo num lugar, você fala: "Cara, onde eu vim parar? Que lugar é esse? O que que tá acontecendo? Olha que coisa interessante e tal". Eh, tem um salmo, um salmo que eh um salmo não, desculpa, uma história que é a história dos leprosos, acho que são quatro leprosos, é mais ou menos na na acontece na época de Isaías ali, que Jerusalém tá sitiado, os leprosos estão fora da cidade, só que Jerusalém sitiado, as pessoas estão morrendo de fome e tal. Aí o profeta, acho que é o próprio Isaías, é o próprio Isaías que fala, não, olha uma profecia aqui é quando o galo cantar no pô do sol, não lembro que quando acontecer um evento aqui de de mudança de tempo, vocês vão estar assim fartos de comida e tal, tod ah isso é impossível, a gente tá citeado, os inimigos estão em volta, a gente tá sem comer, tá todo mundo morrendo, não tem como isso acontecer, né? E os leprosos que estavam fora da cidade morrendo de fome lá, vamos lá no acampamento inimigo, a gente já vai morrer mesmo, né? Se de repente eles têm a compaixão da gente e jogam pedaço de pão velho, alguma coisa. Quando eles chegam lá, o acampamento inimigo tinha sido abandonado. Eh, aconteceu alguma coisa, não lembro se é algum milagre, não lembro o que que aconteceu. Sei que os os eh eu não lembro quem era também. Você tá vendo que eu tô contando uma história que eu não lembro de nada da história, né? Mas eu não lembro se eram os egípcios, se eram os assírios, se eram os Não era Babilônia, era um desses povos inimigos de Israel. E de repente o acampamento tá vazio, vazio e a dispensa cheia de comida e os leprosos comendo, se fartando. E aí começa a bater na consciência deles, falou: "Cara, a gente tá aqui se fartando e as pessoas lá dentro da cidade estão morrendo de fome, a gente vai ter que avisar, ir lá avisar as pessoas e aí eles vão, avisam, as pessoas vêm e tal, comem e tal". Então é uma uma história cheia de de coisas antagônicas, tipo os que são excluídos, que ficam fora da cidade, são os leprosos que que são os na hierarquia da da da população, são os mais desgraçados. Eles naquela situação eram os mais abonados. Tava todo mundo morrendo de fome, eles se fartando naquele banquete. E os caras que são excluídos da cidade, eles não podem entrar. Eles falam: "Não, a gente vai ter que ir lá entrar, bater na porta deles que nos excluem, porque a gente tem que salvar eles, né? Eles não querem que a gente bata na porta deles, mas a gente vai lá para salvar a vida deles, para dar uma notícia que vai salvar a vida deles." Então, tem tantas camadas de leitura, tem tantas ideias interessantes numa historinha boba que aparece ali, isso é cheio, na Bíblia é cheio disso daí. Então, eh, façam o ano bíblico, vale muito a pena. Ah, já o pessoal já comentou aqui, já fiquei para trás. Eh, eh, a nova Almeida atualizada e tal. O Carlos Muniz falando aqui de Êxodo 25 verso 8. É isso. V Suli, Mikdash, V Sharti, Betorhei, né? E vão e vão fazer para mim um santuário, eu vou habitar no meio deles, né? Eh, e aí o o Carlos falando, né, traduzido ao pé da letra, o verso diz: "Me farão um santuário para que eu possa fixar minha residência dentro deles". Então, é bem legal isso daí, né? Para quem não tá entendendo aqui, eh, Êxodo, capítulo 25, a gente tem o o livro de Êxodo, começa, né? começa com o povo de Israel indo pro Egito, né? Quer dizer, o povo de Israel já foi pro Egito, né, no final do livro de Gênesis, mas ainda era um só um um pouquinho de gente. O livro de Êxodo começa com o povo de Israel crescendo no Egito, se torna uma grande nação, aí são escravizados. Aí tem toda a história do êxodo, né, que a gente conhece e tal, sai. Isso vai culminar ali no capítulo 20. Então, o capítulo 15 é o cântico de Moisés. Capítulo 20 são os 10 mandamentos, é o Sinai, quando o povo finalmente é liberto e agora eles se tornam uma nação e recebem um código de leis para eles agora não são só um bando de escravo andando no meio do deserto. Agora eles são uma nação com uma lei, né? Eh, e depois dos 10 mandamentos, você tem uma série de outros mandamentos que o pessoal vai chamar de código da aliança. E acabando essa essa sessão, começa ali no capítulo 25 a ideia de santuário que vai até o final do livro de Êxodo. Então, no capítulo 25, ele começa introduzindo a ideia do santuário, falou: "Ó, vocês vão se reunir, vocês vão trazer uma oferta, é uma oferta de ouro, de de de prata, bronze, linho, púrpura, não sei o quê, e falando um monte de coisas que era para trazer de oferta todo mundo que quisesse." Era uma oferta espontânea e quem tiver vontade traga essa oferta para quê? E aí no verso 25 verso 8, capítulo 25 verso 8 que é o que o Carlos está falando, ele vai falar para para que que essa que que serve essa oferta? Vocês vão trazer essa oferta e vocês vão fazer para mim um santuário. Eles vão fazer para mim um santuário para que eu possa habitar no meio deles, que é normalmente a a tradução que a gente tem, né? Eles farão para mim um santuário para que eu possa habitar no meio deles, né? Va, eh, como que era eh vulikes vão fazer para mim um santuário. Vantihan, né? Sham é o é o verso de é o é o verbo de habitação mesmo. É, tem é o verbo de habitação. Quando fala que Abraão habitou na cidade de Ur, porque não sei quem habitou. Então, é essa esse verbo de se assentar em um lugar e morar ali, né? Então, eu vou morar. E aí tem esse Betohan, que não é só entre eles, eh, no meio deles, mas pode ser no meio deles, no sentido de dentro deles. Eu vou habitar neles, né? O que traz uma leitura interessante. Isso daqui é uma coisa interessante, porque de novo texto bíblico, essa é uma ideia que eu que eu trago aqui de vez em quando. A questão das traduções é que quando você traduz, você põe um cadeado no texto e fala: "Bom, aqui está o significado. Pronto, tranquei". Esse é o significado do texto. Mas muitas vezes o texto é dúbio. Muitas vezes o texto ele ele não é claro. Ele tem mais de um jeito de entender e tal. Isso não é uma fraqueza do texto, isso é uma força do texto. Porque habitarei no meio deles é o que contextualmente parece que o texto tá querendo dizer. Porque Deus vai habitar no meio do povo de Israel. literalmente o santuário ficava no meio do povo, porque o acampamento saelita se fazia em volta ali do santuário e tal, começando pela tribo de Levi, não sei, etc e tal. Mas essa outra leitura possível do texto traz uma outra ideia. Eu, vocês vão construir o santuário, mas eu vou morar não santuário, vou morar neles. Então, o santuário permita que eu more dentro dos israelitas, porque através do santuário eu faço uma expiação dos pecados e aí eu consigo morar dentro de um povo que é pecador. Eu acho interessante imaginar que essa segunda leitura estava na cabeça de Paulo, por exemplo, quando ele fala lá em em na na primeira carta aos Coríntios, agora eu não lembro qual é o capítulo, o versículo, mas que ele fala, ó, não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo que habita em vós? Fala isso duas vezes, né? Ele fala: "Esse templo do Espírito Santo que habita em vós". Eh, é, ele tá falando num capítulo, mas dois capítulos antes. Vosso corpo é o templo de Deus, né? Então, a ideia do corpo ser um um santuário e Deus mora dentro dele, eh, aparece explicitamente no Novo Testamento, mas já é uma leitura possível de um texto do Antigo Testamento, tá vendo? Então, provavelmente alguém lendo esse texto, Êxodo 25 verso 8, teve essa segunda leitura, teve essa essa outra forma de interpretar, falou: "Ó, dá para ler assim também, tá vendo que interessante?" E isso acabou se consolidando no Novo Testamento, né? Texto bíblico faz essas coisas. Às vezes uma um texto no Novo Testamento, uma ideia do Novo Testamento que parece ser uma ideia nova, é só uma leitura alternativa de um texto antigo. E é uma leitura alternativa que às vezes já tava rolando faz muito tempo antes do Novo Testamento, registrar isso ali eh eh no como um texto, né? Mas eu vou a a graça de ler o texto bíblico é essa, é você ler aberto a possíveis interpretações. Em português, isso às vezes leva o erro. Às vezes você tem uma outra interpretação, olha, dá para ler o texto desse jeito, mas que no texto original não daria. É, é, é a tradução que permitiu o jeito que as palavras combinam, que permitiu que você conseguisse ler desse jeito, mas não é isso que o texto quer dizer originalmente. E ao mesmo tempo você perde outras possíveis maneiras de interpretar o texto. Essa isso, por isso que é legal entender um pouco as línguas originais. Eu ainda tenho que aprender sobre o Novo Testamento, né? Porque eu sei que tem muita coisa legal, muita coisa interessante, mas língua é assim, né? língua eh, é o jeito da gente expressar o que a gente pensa através de símbolos. E esses símbolos às vezes se conectam de um jeito engraçado, de um jeito não convencional. E é isso que torna a linguagem mais rica, mais interessante. Aí a Lucil fala: "Eu gosto de ler com o autor, né, o texto bíblico. Eh, o autor tá sempre ali, né? Eh, o Osel fala: "Tu já viu algum rótico?" Dizem que ao vivo é outra coisa. Não, não, nunca vi. Nunca vi. Você eu li rótico agora eu lembrei do Avatar linda de Eng. Tinha um dobrador do do fogo que acho que era rótico o nome dele, né? Que é o que veio antes do Eng. Bom, viajando aqui. Por qual por qual motivo o Salmo 23 é tão famoso? Então, Ozel, eu não sei exatamente como essas coisas acontecem, como um texto bíblico fica famoso. O salmo é muito bonito essa passagem. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo, Tavar e meu cajado me consolam, tal. A ideia do salmo todo ser construído com a figura de um de um pastor e tal, o salmo é muito legal. O salmo é muito legal. Eh, ele merece ser famoso, né? O que eu acho que ele não, eu acho que ele não merece ser famoso sozinho e mais do que outros que também mereciam, né? Mas eu não sei, essa é uma coisa curiosa, eu não sei dizer como que como que essas coisas acontecem. Talvez alguém que é importante, um líder de uma comunidade começa a falar: "Ah, eu adoro esse salmo, ele é muito bom e tal, eu gosto muito dele e tal". E aí as outras pessoas acabam sendo influenciadas e acaba se formando uma cultura religiosa em que aquele salmo acaba se tornando mais importante ou aquela passagem bíblica. Eh, e isso não é só com salmo, né? A gente tem parábolas que às vezes ninguém nunca ouviu falar, que são tão interessantes, mas a gente sempre ouve só do filho pródigo. Tem vi 700 bilhões de sermões sobre a parábula parábola do filho pródigo, que também é muito interessante. Tem também muitas camadas de leitura interessantes, mas tem outras coisas, né? Dá para buscar outras coisas. Eh, o 22, o Messias sofredor. 24, Messias. Aí, olha só, Carlos, eu não tinha pensado nisso não. Bem legal. O o Messias sofredor 22 23, o Messias pastor, vamos dizer assim, o Messias que cuida e o Messias entronizado. No Salmo 24, Messias. Aí bem legal. Tinha um C do um CD do Sérgio Azevedo, receitão do Salmo 24, que era muito bom. É, o Zel, eu sei que na liturgia judaica, eh, eu não lembro agora se é de Rocha Chanal, de Yonkipur mesmo, normalmente se recita o Salmo 24 em forma de de cântico, né? Eh, tem uma música bonita que fala que fizeram desse desse salmo e que tá dentro de uma das liturgias judaicas, eu não lembro qual, e que me faz impregnar mais ainda na cabeça esse salmo e as ideias que circundam ele na minha cabeça, né? Os assírios pensaram que os hebreus tinham chamado o exército egípcio. Ah, o Carlos falando da história dos quatro dos quatro leprosos, né? Eh, Coríntios 3 16 17, falando da ideia do do santuário, né? Me ensinaram que o Antigo Testamento é sombra no do Novo. Eh, a Lucilene falando aqui, me disseram que o Antigo Testamento é sombra do Novo Testamento. Então, [risadas] eh, como que eu consigo organizar essas ideias? Existe um motivo para falarem isso. A ideia de sombra é uma ideia importante no Novo Testamento. Eh, mas ele, quando o Novo Testamento fala disso, ele não tá se referindo ao Antigo Testamento como um conjunto de escritos como um todo, entende? Eh, não é que todos os livros do Antigo Testamento são a sombra do Novo Testamento. O Novo Testamento quando faz essa essa metáfora de sombra, é Colossenses que vai fazer mais abertamente e tal, vai falar com sábados, essas coisas, são todas sombras, o mais o corpo é de Cristo. Eh, esse é o é o salmo, esse é o salmo, tô com salmo na cabeça. Esse é é a passagem do Novo Testamento que é mais conhecida, mas também tem outras referências à ideia de sombra. eh, que é a sombra é a forma de algo, mas ele não é esse algo. Então, a sombra é um prenúncio de alguma coisa. A sombra é um é o que foi projetado de alguma coisa, mas não é a coisa em si. Eh, quando o Novo Testamento usa essa imagem e fala do Antigo Testamento, ele não tá falando do livro do Antigo Testamento como conjunto de escritos, como eu tava falando, mas do Antigo Testamento como um sistema sacrificial. Então, o Novo Testamento vai fazer essa ideia. O, todo o sistema sacrificial é sombra, é sombra do que representa Jesus, né, Cristo, o Messias, eh, e, e o ministério de Jesus. né? O ministério sacrificial de Jesus que tá lá em Hebreus. Então, o que que isso quer dizer? Qu basicamente aquela história que a gente conhece melhor, né? quando o antigo israelita ia lá oferecer um sacrifício e tal, aquele sacrifício não era ele em si que perdoava os pecados, mas o que realmente perdoava os pecados do israelita que tava lá no antigo Israel era o sacrifício que viria séculos depois, que é o sacrifício de Jesus. Então, aqueles outros sacrifícios eram um prúncio, era uma um uma projeção, era uma sombra desse sacrifício de Jesus. O sacrifício de Jesus é o sacrifício real. Os outros só os outros são só sombras, né? Essa ideia das sombras é uma ideia platônica, inclusive, né? Tem lá do mito da caverna. Então, as sombras, eh, você corre o risco de viver uma realidade de sombras e você acha que as sombras é que são o mundo real, mas o mundo real tá lá fora da caverna. Dentro da caverna você tá vendo só as sombras das coisas, né? Aquilo é sua realidade, mas lá não é a realidade última. Então, é meio que nessa ideia que o sistema sacrificial é uma sombra do que que é o sacrifício de Cristo, né, que é o real, o real sacrifício perdoador, espiador de pecados, né? O o livro de Hebreus, ele chega a falar que nunca os sacrifícios de bodes e cordeiros nunca teve poder nenhum para perdoar pecados. Imagina se tivesse, tipo, você mata um bicho, o seu pecado é perdoado, nem sentido faz, né? Mas aquilo é um prenúncio, é um, é uma eh é que essas são ideias tão profundas e complexas que é difícil achar palavras, né? Mas aquilo é um é uma atuação, é uma os antigos poses faziam isso. Quando eles queriam rememorar um evento, eles atuavam aquele evento. Então, ah, sei lá, hoje é o dia da independência. Então, o que que a gente faz? A gente faz uma peça de independência na escola. Aí vem lá alguém com aquela barba estranha lá do Dom Pedro I e tal, dá o grito da independência. Então vocês estão fazendo uma atuação. Aquela atuação é uma celebração de um evento que aconteceu, né? Eh, os os povos antigos faziam isso, mas com uma uma camada religiosa. Então, quando eles quando eles eh encenavam aquele ato, eles estavam fazendo aquele ato continuar vivo do ponto de vista espiritual, do ponto de vista do sagrado, entende? Então, eh, essas esses sacrifícios antigos eram como se fosse encenações, eles são só celebrações do real sacrifício, que é o sacrifício de Jesus. Então, é uma ideia bem interessante isso daí, na verdade, né? Eh, principalmente quando a gente faz essa ponte com o platonismo e como Platão explora a ideia de sombra e tal, lá na república, no mito da caverna. Então você você consegue entender que é um conceito teológico bem profundo, bem complexo, eh bem sofisticado, né? Eh, então é é nesse sentido. A, o Antigo Testamento é sombra do Novo Testamento em relação ao que que o sistema sacrificial do Antigo Testamento representava em relação ao perdão de pecados e o que o sacrifício de Cristo representa em relação ao perdão de pecados. Então, é mais nesse sentido, entende? Eh, o Carlos Muniz fala nos dois, Rocha, Shaná e Yonkipur, que é o Salmo 24, né? Tem outros, acho que o 23 também, né? Eh, Salmo 23 é famoso porque ajuda as pessoas a se verem como ovelhas do filho de Davi, que é o nosso pastor. Ninguém quer se ver na cruz do Salmo 22. É, é verdade, Lucilene. Mas sabe que eu acho que isso é um é uma coisa que falta, sabe? Assim, a gente já falou aqui sobre o livro de Lamentações. A angústia é parte da vida das pessoas e por ser parte da vida das pessoas, é parte da vida religiosa das pessoas também. Eh, então faz sentido ter um salmo que explora isso artisticamente de um ponto de vista religioso. Então, você buscar por segurança, você buscar por segurança como uma ovelha busca o pastor, faz todo sentido ter um salmo sobre isso. E é bonito, eu gosto desse salmo, mas você também sentir desesperado, você sentir que ninguém tá te olhando, nem Deus, até Deus te abandonou. Esse sentimento, ele também é interessante de ser explorado artisticamente e espiritualmente, os dois ao mesmo tempo, se é que existe uma real diferença entre os dois, né? Eh, então a gente sempre abre a Bíblia buscando a consolação. Ah, eu eu tô triste, eu quero ler a Bíblia para ficar feliz. Ah, eu tô perdido, eu quero ler a Bíblia para me encontrar. Ah, eu tô eh eu tô desesperado. Eu quero ler a Bíblia para para sentir conforto. Mas às vezes o texto bíblico ele só tá dando voz ao que você tá sentindo. Às vezes você ouve, você gosta de de ouvir uma música triste, que é uma música triste também, mas porque você se identifica com ela. E quando você ouve aquela música, ela dá dá voz a você e você se conecta com ela e você sente que o que tá passando na sua cabeça não é só na sua cabeça. Isso faz parte de uma humanidade que você pertence e tal. Tem todas essas ideias interessantes. E a mesma coisa no texto bíblico. Ninguém gosta de passar por um momento ruim, mas os momentos ruins acontecem. E ter um um e ter um salmo só falando: "Olha, é o seguinte, eu me sinto abandonado, eu não aguento mais. Nem Deus olha para mim, né? Tô eu tô sendo cercado como um leão que tá me rasgando em pedaços. né, e tal. Eh, às vezes você precisa ler isso para você descarregar um pouco o sentimento de indignação, de abandono que você tem. E é por isso também que Jesus pronuncia esse salmo na cruz. Então, não é só por uma questão teológica, ele olhou no relógio e falou: "Ah, está na hora de eu pronunciar aquele salmo para cumprir ele profeticamente". Não, mas é porque ele realmente estava desesperado, tava se sentindo abandonado e ele falou o que que ele tava sentindo, né? Então, falta um pouco da gente ter uma uma leitura da Bíblia nesse sentido, por identificação, não necessariamente para por superação, superação da tristeza, superação do abandono, mas por identificação. Aquelas pessoas, esses grandes heróis da Bíblia que andaram com Deus, que falaram com Deus, que viram Deus, eles sentiam o mesmo que eu sinto. passavam pelas mesmas dúvidas, desesperos que eu também e as mesmas alegrias também, mas eles só queriam dançar. Eh, não que eu sou uma pessoa, não que eu seja uma pessoa muito dançante, mas é uma coisa que conecta as pessoas, né? E isso, ler o texto bíblico por conexão é uma coisa, uma experiência bacana também. Então, voltando à ideia da de ler o texto bíblico, daqui a pouco a gente termina aqui a nossa live, mas às vezes é o que você busca no texto também, que faz você ver coisas que você não via antes. Às vezes você não quer uma resposta, você só quer ecuar sua dúvida, você só quer que a sua dúvida seja legitimada. Você só quer ver a sua dúvida na boca de outra pessoa. É isso que você precisa. Você não precisa que alguém venha e te responda, entende? Às vezes você tá triste, você sabe que vai passar, mas é o momento de estar triste. Aconteceu uma coisa ruim e o certo naquele momento é estar triste. Você não quer ser consolado, você quer dar vazão à sua tristeza. A Bíblia tá lá para isso também às vezes, né? Então, eh, essa esse jeito de ler o texto bíblico, ele também é também é valioso, sabe? Até porque ele te dá insites que a outra maneira, que é essa leitura do texto, buscando por respostas, por consolo, buscando superação e tal, eh essa outra maneira ela ela se limita também, é limitada e nem sempre é a intenção do autor do texto, não vou escrever aqui para as pessoas se sentirem consoladas. Não, ele só tá feliz, tá? Só tá falando o que que ele tá sentindo, né? Então, essa conexão com o sentimento do das de pessoas que viveram milhares de anos antes de você e que tão de alguma forma conectadas a você pela mesma tradição religiosa é uma coisa assim extraordinária. Isso é muito legal. O texto bíblico é muito valioso nesse nesse ponto de vista, entende? Eh, mas é isso. É isso. Bom, gente, falei bastante aqui. Eu até ia falar de uma outra coisa também, mas eu não vou começar um outro assunto agora, mas ficar para os próximos aí. Como eu falei, eu tô esses dias eu tô com assim com muito trabalho, tanto trabalho. E essa noite eu fui dormir meio tarde, meio tarde não, meio cedo, né? Fui dormir de madrugada tentando resolver uma coisa de trabalho e acordei cedo e não parei, sabe? E eu não tô conseguindo parar para dar uma estudada naqueles aquelas obras de arte que a gente falou, para tirar uns insites bacanas, religiosos dela. Eh, como eu falei aqui no começo da live, eh, el esse tipo de de assunto é legal dar uma estudada na obra antes e tal. A não ser que você já tenha isso na cabeça, você já tenha feito isso. Tem algumas coisas que eu tenho na cabeça para falar sobre algumas artes, mas preciso dar uma estudada. Então, enquanto eu não tiver um tempo para parar e estudar elas, a gente vai falando de outras coisas que acho que é bacana também. É sempre legal trocar umas ideias aqui, tá bom? Então gente, bom carnaval para vocês. Se divirtam, juízo. Eh, bom descanso aí para quem vai descansar como eu. E a gente, de repente, você vê semana que vem, né? Se der tudo certo, a gente se encontra aqui semana que vem e troca mais uma ideia. Eu espero que um um pouco menos desorganizado de pensamentos, eh, porque eu vou, eu falo sobre um assunto e às vezes o assunto emenda em outro e tem um delay entre o que eu tô falando e o e as mensagens que aparecem, até porque para vocês, vocês estão ouvindo, vocês querem ouvir uma coisa, pensa sobre elas e depois vocês escrevem. Então, às vezes eu tô falando uma coisa, aí eu vejo uma mensagem, tá? Vou mudar de assunto. Mudo de assunto. Aí chega uma mensagem sobre o assunto anterior. Então me perdoem ser assim. Parece um caledoscópio. Fica tudo tudo esquisito. Mas é é legal assim também, porque às vezes uma ideia que não veio antes vem depois, vem no tranco. Mas tá bom. Boa noite, bom descanso e até o próximo, gente. Valeu,