Makários | Melhores Momentos | Por que Deus conta tantas histórias? Livros Históricos | Jônatas
25/02/2026
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เฮ เ Seja muito bem-vindo a mais uma aula do nosso curso Macários, módulo dois. Se você está ouvindo isso e não sabia que estamos no módulo dois, saiba, temos o módulo um, que já está disponível na nossa plataforma, também está disponível lá no nosso canal do YouTube. Sejam muito bem-vindos mais uma vez. Já estou vendo que algumas pessoas que já são do nosso grupo aqui já colocaram o lugar de onde estão nos acompanhando. É um prazer e uma alegria estar com vocês aqui. Ah, eu estou recebendo um sinal de que a minha conexão está razoavelmente boa, o que não é bom, porque ela deveria estar excelente, mas vamos ver até onde esse sistema nos mantém no ar. Eu acho que não vai dar problema nenhum. Bom, tem gente aqui assistindo de Cacoal, Rondônia. Gente, é longe, hein? Eh, tem mais da onde? Três Pontas, Minas Gerais, BH. Olha que pessoal aqui acompanhando o nosso curso. É uma alegria receber cada um de vocês. Hoje nós vamos dar eh início a Olha, Santa Maria. Santa Maria, perto de onde eu nasci, hein? Sou de Panambi, quem não sabe. Eh, só que eu só nasci lá, tá? Desculpa, não conheço a cidade não. Eh, tem um pessoal aqui, GB, Grande Bretanha, eu tô imaginando, né, Adri? Eh, a gente vai entrar introduzir o tema da dos livros históricos, certo? A gente vai falar hoje sobre os livros históricos do Antigo Testamento. E talvez você não saiba, mas se tem uma coisa que a Bíblia gosta de fazer é contar história. E é através das histórias que o texto vai sendo entregue, vai sendo trabalhado, não é? Vai sendo, Pal. Desculpa aí que eu tô saindo de uma gripe e aí eu tô tomando tudo que eu posso para sair dessa gripe aqui. Então o texto vai sendo trabalhado e vai sendo entregue ao povo. Quando a gente estuda o Pentateuco, que é, vamos dizer assim, um livro também histórico, a gente vai entender isso já já, eh, mas o Pentateu ele tem um lugar especial na relação do povo de Israel com Deus, porque é o livro ou o é o conjunto de livros que apresenta esse Deus. Ele não vai apresentar na sua plenitude e totalidade, mas é o conjunto de livros que apresenta Deus para Israel e em especial para o seu patriarca principal ou maior, né, que é Abraão. E através de Abraão, você vai ter ali o você vai ter o desenvolvimento da família, né, de do próprio Abraão, Isaque, depois Jacó, através de Jacó as 12 tribos. que na verdade são 13, mas nós não vamos entrar nessa celema hoje. E ah, depois das 12 tribos, vamos entrar nesse momento da história. Por quê? Eu tô dando essa digressão aqui pra gente entrar já no tema sem sem estar meio perdido. Nós estivemos acompanhando, vocês viram a questão do Levítico na última aula, por que é importante a questão dos sacrifícios das leis, tudo que foi passado e tudo que Deus queria de acordo com a sua própria palavra, de acordo com aquilo que ele mesmo falava nos seus textos, na na sua relação com o povo, era um relacionamento. Ele falou isso para Moisés várias vezes, né? Ele quer ser o Deus do povo de Israel. Ele quer que o povo de Israel o sirva. E a história do do Pentateuco vai nos mostrar como esse povo era difícil, como esse povo batia muito a cabeça uns com os outros e com o próprio Deus, né? ao ponto de chegar um momento da história em que eles vão falar: "Vamos levantar um novo líder", ou seja, ignorando o líder que Deus tinha colocado diante deles para tirá-los dali da terra da escravidão, que era o Egito. Vamos levantar um novo líder e vamos nos vai nos levar novamente para o reino, para a terra da escravidão. Então, era um povo muito difícil. Agora vai ser narrada a história desse povo. E aqui eu preciso que vocês acompanhem bem o que eu vou falar. Por quê? A história que vai ser narrada agora é de um povo que vai receber a terra que lhe foi prometida por herança. Porém, havia uma cláusula que era a cláusula de infidelidade ao Senhor. Ele não consegue conquistar toda a terra. Depois ele se envolve com as práticas dos povos que estão ao seu redor, vira uma babúrdia, uma balbúrdia, é uma bagunça. A gente chega ao ponto, né, inclusive tem uma mensagem minha que tá rodando essa semana, ao ponto do de uma pessoa sacrificar a própria filha, a única filha, como uma promessa ao Deus que não aceita sacrifícios humanos. A história de Jefté. E aí chega ao ponto em que o povo se vê numa encruzilhada, vamos dizer assim, numa sinuca de bico e eles olham para os líderes propostos diante deles, que é a a a descendência de Eli, que morre tragicamente numa batalha. Depois a descendência de de Samuel. E eles olham para eles e falam assim: "Não, não, não, não. Esses caras aqui, esse modelo não tá funcionando". Nós precisamos de um modelo novo de administração. Nós queremos um rei. Aliás, é o tema principal do livro dos juízes. O tema principal do livro dos juízes é uma apologia ao livro dos reis. A ideia é de que o livro de Samuel, o rolo de Samuel, é um rolo de uma estrutura de conexão. E o livro escrito com nome Juízes era para mostrar como Israel havia se perdido moral e teologicamente, estava completamente perdido. E aí Deus permite, é uma permissividade de Deus, Deus permite, ah, que o povo tenha ali um rei sem antes relembrar, ou seja, sem antes deixar de relembrar tudo aquilo que ele falou que aconteceria se Israel adotasse a monarquia. E isso vai ser vai ser mencionado tanto na lei, a Torá vai mencionar isso em Deuteronômio. E depois Samuel vai relembrar as palavras de Moisés. a respeito da monarquia. E aí isso vai acontecer, obviamente, vai acontecer no reino depois de Salomão. Ah, vamos lá. Vamos vamos acelerar, senão a gente não termina a nossa aula hoje. Então, o que que nós temos aqui? Qual é o escopo dos livros históricos? Primeiro, nós temos o canon desses livros divididos aí em três períodos, né? o período da conquista e do assentamento que vai envolver José, Josué, Josuíes e Rute. Esses três livros contam o período que o povo entrou na terra, se assentou na Terra e errou, vamos dizer assim, não conquistou tudo porque é uma conquista parcial. E depois disso, nós temos o período que nós chamamos de período monárquico, que vai iniciar, e muita gente esquece desse nome, mas vai iniciar em Saul e vai até o último rei de Judá, que é o rei Zedequias. Então você tem todo esse período, por isso que eu queria que vocês prestassem a atenção, porque é um período muito extenso. Só a gente vai ver uma linha cronológica daqui a pouco, eu não quero entrar nisso tão rápido, mas vocês vão perceber que é um período extremamente extenso. E você vai ter ainda um um um livros período do período que a gente chama de pós exílico, onde não há mais monarquia em Israel. Há, na verdade uma um um um um uma sublocação, ou seja, uma posição de subserviência do reino de Judá, que vai ser o reino que sobra. Inclusive, eu queria que vocês lembrassem essas três palavras, né? você lembrar do povo hebreu, depois você lembrar do povo israelita e depois você lembrar do povo judeu. São, na verdade, as pessoas acham que isso aqui define a nação. Ah, um período eles eram a nação hebreia, depois eles viraram a nação israelita e depois eles viraram a nação judia, judaica ou judia, sei lá que nome vocês podem dar aqui. Mas na verdade os nomes estão diretamente conectados aos períodos históricos. O período hebreu é o período até Jacó. Enquanto não chegamos em Jacó, você tem o período dos hebreus. Abraão é um hebreu. Esse período dos hebreus, vocês vão ouvir uma cachorra latim, mas não se assustem. Esse período dos hebreus, viu? Só um momento. Esse período dos Ela está nervosa, que eu não citei ela na aula ainda. Esse período dos Hebreus é o período que compreende o povo chegando na terra. Vai de Abraão até o povo chegando na terra. Ah, mas Jacó já não tinha morrido quando o povo chegou na terra? É, mas eles não eram conhecidos ainda como israelitas. Eles vão ser conhecidos como israelitas a apenas depois. Os israelitas eles vão ser chamados assim lá no período da mudança de juízes para reino. E aí e tem a depois dos israelitas você vai ter o que é chamado de povo judeu. Por que que é chamado de povo judeu? Jesus não vai falar isso. A salvação vem dos judeus. Paulo também vai mencionar isso. Por que que eles são chamados de judeus? Porque na volta do período exílico, o único reino que sobra é o reino de Judá. Não tem nada a ver com a religião judaica. Ah, o judeu é quem é seguidor do judaísmo. Não, judeu é de quem é pertencente ao reino de Judá. E quando eles voltam lá da do exílio babilônico, o reino do norte, que é o reino de Israel, não existe mais. Virou o reino da Samaria. E lá no norte, depois vai ser conquistado pelos gregos, vai receber o nome de Galileia. Então vai ter Galileia, Samaria e Judeia. Então o judeu é esse último período da história do povo ali, certo? E quais são as características distintivas de cada um desses períodos? Prim de do do que nós encontramos, perdão, nesse conjunto de livros. Primeiro, é uma narrativa histórico-teológica, não é mera cronologia, ela vai mostrar também as ações de Deus ao longo dessa história desse povo. Tem um propósito extremamente didático ensinar sobre a revelação de Deus ao seu povo. É isso que esse trecho vai mostrar. Inclusive, nós vamos ver, porque nós não vamos entrar nessa literatura, mas eles vão aparecer no meio dos livros históricos, né? Os profetas. Em vários momentos da história, eh, os profetas vão aparecer e vão intervir amando de Deus, vão vão vão trazer oráculos, mensagens. E é essa relação, essa revelação, eh, que ensina a relação de Deus com o seu povo. Tem uma seletividade temática, ou seja, são eventos escolhidos por revelância teológica. Em alguns momentos, você vai conhecer eventos extrabíblicos que não vão estar citados no texto. E existe essa interpretação da história sobre essa perspectiva da aliança abraâmica. E isso é muito importante porque nós vamos falar aqui rapidamente sobre alguns elementos extrabíblicos que, vamos dizer que parecem contradizer o texto bíblico, mas na verdade o que a arqueologia conseguiu encontrar é que eles trazem uma nova perspectiva de temas que a Bíblia tratou a porque não era o foco dela. Qual é a relação que nós vamos encontrar entre a história? E eu acho que inclusive essa já foi uma pergunta que apareceu aqui, mas a gente vai chegar nas perguntas depois. Entre história versus historiografia bíblica. A história moderna ela busca objetividade e neutralidade, coisas que o texto não está preocupado. O texto bíblico não é neutro. Ele conta a história da revelação de Deus apesar da ciência, apesar das ferramentas de pesquisa histórica. Então vai acontecer elementos dentro do texto bíblico, como por exemplo o profeta dizer que não vai chover por 3 anos e não chover por 3 anos e a ciência vai ficar querendo procurar os eventos que encont que que ela consiga encontrar. A proposta bíblica, a preocupação bíblica não é provar cientificamente seus efeitos, ela é simplesmente narrar a história, como diz ali, ó, interpretar os eventos sobre uma ótica teológica. OK? Isso é muito importante para a gente entender eh complementaridade, ou seja, evidências arqueológicas que corroboram com a base bíblica. Obviamente há muita coisa na Bíblia que nós não temos nenhum registro histórico. Eu cito primeiro para vocês, Abraão. Não há nenhum registro histórico da pessoa de Abraão, a não ser a narrativa de Gênesis. Não há nada. OK? Mas, mas isso não significa que ele não existiu. Outro que não há, Moché, o nosso querido Moisés, não há nada sobre Moisés, não significa que ele não existiu. Simplesmente não foi encontrado nenhum objeto, nenhuma, nenhum elemento extrabíblico, que nós chamamos assim, que não está no texto bíblico, que aponte para Moisés. Seguimos a nossa vida. E qual é o propósito? Não apenas o que aconteceu, mas o que isso significa? Qual é o significado dos eventos? OK, vamos em frente. Então, nós temos aqui os, eu inventei de botar esse negócio deitado aqui, os tipos de literatura nos livros históricos. Primeiro nós vamos encontrar a narrativa histórico-teológica. Histórica, ou seja, são relatos de eventos com propósito didático religioso. Desculpa. Por exemplo, conquista de Jericó por Josué, capítulo 6 do seu livro. O chamado de Samuel é um relato de um evento que é extremamente didático religioso. Deus falando com aquele que será o seu servo. Segundo prop, ou seja, qual o propósito disso? Demonstrar a ação de Deus na história de Israel. 2.2. Biografias e retratos de líderes. Quais são as características desse tipo de de literatura? Foco na vida e no caráter das personagens centrais. Por exemplo, nós temos a trajetória de Davi, o perfil de Salomão e o perfil de alguns reis reformadores, como o próprio Josias. Josias é muito interessante a história dele, conta várias, vários pedaços da história dele. Tá lá em segundo Crônicas, capítulo 23 e 24 ou 24 e 25, acho que é 23, 24, 25, tá ali, segundo Crônicas, tá? E é qual é a função? trazer, prestem bastante atenção, isso que é o genial, genial do texto bíblico, trazer modelos positivos e negativos de liderança. A narrativa histórica tem como prerrogativa mostrar o que Deus aprova o que Deus desaprova. Isso é muito importante. Então, quando nós vemos o perfil de Salomão, Salomão era um cara tão inteligente, tão inteligente, que tão inteligente, sumiu o que eu ia falar, lembrei. Salomão era um cara tão inteligente que os outros reinos mandavam os seus sábios virem consultá-lo. mandavam seus líderes vão lá aprender com o rei Salomão. E Salomão termina a sua trajetória adorando aos deuses estrangeiros pelas mulheres com quem ele tinha se envolvido. Isso é exposto no texto bíblico. Não podia ficar no bonito? Salomão é o nosso grande sábio, respeitado em todas as partes do mundo e ele morreu feliz para sempre. Não, vamos mostrar e vamos botar o dedo na ferida. Acontece isso com o nosso querido Davi também. Davi comete dois pecados muito graves. Tem um terceiro que eu considero de segunda escala. Qual é o terceiro que eu considero de segunda escala? O adultério. Que é isso, professor? Como assim o adultério é de terceira, de segunda escala? Porque muito pior que o adultério é ele corroborar para matar o marido da mulher que ele adulterou. é um assassinato muito pior do que isso. Ele vai e corrobora com corrobora não, ele ele ele confabula uma estratégia para matar o marido da mulher com quem ele traiu a o cara, né? Porque ele já tinha mais uma esposa. Então assim, isso é um absurdo dentro de Israel. Como que você vai intentar contra a vida do seu próprio irmão, aquele que tá lá te servindo? E aí tem um segundo que eu acho muito grave, que é o bendito do recenciamento. E ele percebe no recenciamento. No adultério não. No adultério ele vai precisar de um profeta que vai botar o dedinho no nariz dele assim, falou: "Olha, esse cara é você". Se você não conhece essa história, eu não vou contar. Ela é maravilhosa. Vai lá e dá uma lida, porque é muito, muito interessante. Tá bom? E aí, já falei sobre esse aqui. Quais são os outros modelos? Que beleza. A fonte deu uma mudada aqui de uma hora para outra. Ficou cansada, tadinha. Eh, não, que que eu tô fazendo? Achei. Tcharã. Quebrei tudo. Pera aí, só um momento. Não vai dar certo. E agora vai? Agora vai. Pronto. Ã, os anais e as crônicas reais. Registro sistemático de reinados com fórmulas padronizadas. Qual é a estrutura típica? Você vai ver isso principalmente no livro dos Reis, das Crônicas. Qual era a idade que ele assumiu o trono? A duração do seu reinado, a sua avaliação moral. Ou seja, isso é muito importante. Não se está preocupado, não está tão preocupado assim com a a o que ele fez, o que ele deixou de fazer, mas principalmente se ele foi aprovado ou reprovado por Deus, certo? tem ali as principais realizações, morte e sucessão. E aí esses livros existem eh alguns livros inclusive que nós perdemos, não estão mais, não estão nem no cano e ninguém sabe onde eles estão. Existem vários casos no livro dos reis que diz assim: "Porventura, os feitos do rei Nicanor, inventei aqui um rei". Terceiro, não estão escritos no livro das crônicas dos reis de Israel. Alguns queriam associar a crônicas, mas crônicas é uma outra perspectiva e tem um outro momento da história. Não é a mesma coisa. Então você tem esse livro dos anis dos reis de Israel de Judá e listas de funcionários reais que aparecem ali na narrativa do texto bíblico. E você também vai ter ciclos narrativos. Que que são esses ciclos narrativos? Um padrão repetitivo de eventos com estrutura circular. E o melhor caso é o livro dos juízes. Israel faz o quê? Faz mal aos olhos. Faz o que é mal aos olhos do Senhor. Deus entrega o povo à mão dos opressores. Essa é a história de Jefttec tá no nosso canal. E Deus entrega aí, Israel, clama, chora ao Senhor. Deus levanta um libertador e esse libertador que é o caso de Jefté, tá muito fresco na minha memória, Jefté, né? Vamos citar ele de novo. Como Jefté não é o padrão nesse esperado, Jefté vai cometer um absurdo que eu te eu mencionei de sacrificar a própria filha. E aí o que que acontece? A terra vai ter descanso depois disso. Lá diz que Jefté reinou por 7 anos. 6 anos, perdão, 7 anos. 6 anos. 7 anos. Agora sumiu. Tá tão fresco na minha memória. Eh, reinou por 7 anos em Israel. Mirian, Mirian, perdão. Eh, Débora vai reinar, vai, vai, vai, vai ser levantada como libertadora. Serão 40 anos. Gideão vão ser 40 anos. Então, Jefté, ele é tão torto que nem os 40 anos ele conseguiu ficar. Mas o que que acontece depois desses 40 anos? O texto bíblico vai falar mesmo assim, ó. Mais uma vez o povo fez o que o Senhor reprova. Esse ciclo se repete 12 vezes no livro dos juízes. Por isso que nós consideramos que são 12 juízes. 12 vezes esse ciclo se repete no livro dos juízes. E tem outros ciclos, como a narrativa de Elias e Eliseu, que são muito parecidas, não é? e os ciclos também de reforma religiosa que vai acontecer, por exemplo, com Ezequias, depois vai acontecer com o próprio Josias e você vai ter outros reis que também vão entrar nesse ciclo. Então essa narrativa repetitiva também ocorre aqui na estrutura, eh, nas literaturas que nós vamos encontrar. O que que nós temos mais? Material genealógico e listas. Ou seja, você tem, qual é a função desse material? Legitimação de direitos e preservação da memória tribal, principalmente da memória de Coat. Porque Coate, a tribo dos coatitas, que é um dos três filhos de Levi. Então você tem eh Merari, Coate e Gerson, os três filhos de Levi. E os coatitas são os pais de Moisés e Arão. Moisés e Arão são da descendência de Coate. E os aaronitas são o sumo sacerdócio. Então precisava-se sim manter essa genealogia muito preservada para que você não perdesse a linhagem sacerdotal. principal. Então isso é muito importante. É claro que vai aparecer aí nas outros nos outros sensos, nos outros movimentos, as outras tribos também apresentando as suas genealogias. Mas o principal, ou seja, o foco é tem que se manter o tronco central do trono de Davi, ponto número um, tribo de Judá, e da liagem dos coatitas, principalmente da descendência do do sumo sacerdote, certo? Então você tem genealogias lineares, descendência direta, ou seja, como primeiro crônicas de 1 a 9, listas geográficas, ou seja, divisão da tribal da terra, ou seja, Josué 3 a 21 só trata disso, dos territórios que cada tribo vai ocupar, da administração real, segundo Samuel de 816 a 18, é uma lista de funcionários, ou seja, eh, que vai ter lá em em no livro de Samuel. E você tem dois sensos populares, um em Esdras e um em Neemias, que são aqueles que retornam lá do exílio, certo? E aí você vai ter discursos e orações cujo propósito é uma síntese teológica, a interpretação dos eventos. Então, nós temos esses exemplos principais aqui. Ah, nós temos discurso de despedida de Josué, por exemplo, oração de dedicação do 31º Reis 8, uma oração linda que Salomão vai fazer, que é a mesma oração de Salomão em segundo Crônicas também, muito próxima as duas orações, o o tema. E a oração de Primeiro Reis 8, ela é interessante porque vai ter uma característica muito importante nessa oração. Ao final da oração, quando quando eh Salomão faz a oração e termina sua oração dedicando o templo, o texto bíblico vai dizer que a glória do Senhor, a chequiná do Senhor desce e ocupa todas as áreas do templo. Uma fumaça ocupa tudo isso. Ou seja, consagrando o espaço do templo como o lugar onde Deus colocou o seu nome. E aí depois nós vamos ter uma reconstrução desse templo que será destruído por Nabuco Donzor II no ano 586. E em 516, Esdras, capítulo 9 do seu livro vai oferecer o templo novamente ao Senhor. Qual é a grande diferença? Essa chequiná não ocupa o espaço do templo. Ou seja, aquilo que Ezequiel avisou, que ele trouxe como oráculo do Senhor, que a glória do Senhor se afastou do templo, se afastou de Jerusalém, se afastou da terra de Israel e foi para o oriente e ela só voltaria no dia do Senhor, ou seja, no dia escolhido pelo Senhor. Alguns estudiosos vão apontar e dizer que essa glória só volta com Jesus na entrada triunfal quando ele entra lá no jumentinho pela porta principal, porta dourada. Eh, essa glória se afasta em Esdras, ela não aparece novamente. E pelo fato dela não aparecer, o povo chora, porque alguns estavam conheciam a a a suntuosidade do templo de Salomão e conheciam as histórias, conheciam tudo isso, certo? Então assim, é bem interessante a gente analisar esses essas perspectivas temporais dentro dos livros históricos também, tá? E por final, documentos oficiais, preservação de textos legais administrativos com linguagem formal. Você tem um édito de Ciro completo no livro de Esdras, no no nos primeiros capítulos de Esdras ali, cartas oficiais como correspondência com autoridades listas de contribuições como são feitas asquelas ofertas para o templo, tanto em Primeiro Reis capítulo 6 e também em outros lugares, com também tem pactos e tratados que estão ali preservados e narrativas de milagres, demonstração, qual a função? É demonstração do poder divino e confirmação profética. A travessia do Jordão é uma narrativa de milagre que acontece a mesma forma que com Moisés, a gente chama isso de transferência de eh transferência de de autoridade. A autoridade mosaica que fez o povo atravessar a pé seco pelo mar vermelho, Mar morto, ó, pelo Mar Vermelho. Agora estava sobre Josué, que atravessa o rio Jordão a pé seco. Então é uma transferência de autoridade ali, de governança mais exato para Josué. Você tem as quedas do muro de Jericó, que é milagrosa. Sete dias circulando uma vez o muro, no oitavo, no no seis dias, perdão, no sétimo dia dá sete voltas, toca a trombeta, grita e o muro vem ao chão. Ou o muro era feito por engenheiros, aquela da César Naia lá, como é que é? da esqueci daquele prédio que caiu lá no Rio de Janeiro. Eh, ou é um milagre do Senhor. Você tem a multiplicação do azeite quando acontece com Eliseu. Você tem a ressurreição da da pelo profeta Eliseu também. Então, você tem esses elementos aí repetitivos, repetos apontando a a grandeza e o poder de Deus na narrativa eh dos livros da da dos livros históricos, tá? E aí eu vou ter que sair da imagem. Eu vou para onde? Para cá. Eu vou para cá. Análise cronológica dos períodos históricos. Eu falei para vocês que nós tínhamos uma questão cronológica muito importante. Período da conquista e do assentamento. Olha só, começa por volta de 100 e vai a 12.00. Isso aqui é bastante discutido, tá? Inclusive, uma informação muito importante, a sequência dos nossos livros lá no texto bíblico é Josué, Juízes e Rute. Rute ocorre no meio do livro de juízes. O livro de Juízes, isso é uma outra informação extremamente importante para vocês, não está cronologicamente ordenado, organizado. Ele não é cronológico. Ele tem as histórias dos juízes, mas muitas dessas histórias estão acontecendo ao mesmo tempo. Então você pode ter um juiz que está eh julgando Israel no norte e um juiz que está no sul ao mesmo tempo. Então é uma é um período histórico meio confuso e de difícil datação cronológica, tá? Então que quais são os eventos principais desse período? Você tem a conquista de Canaã sobre a liderança de Josué, distribuição tribal na terra prometida, período descentralizado dos juízes e os ciclos de apostasia e libertação, como nós já mencionamos. Quais evidências arqueológicas apontam para esse período? Você tem as destruições das cidades cananéias, como Ratsour e Laquis, que são mencionadas no livro de Josué. Aliás, ratsouro é muito interessante porque o texto bíblico vai dizer que Josué vai fazer uma campanha para o norte e quando ele conquista Razor, ele incendeia Razor. e pelos registros históricos extrabíblicos também, bíblicos e extrabíblicos, eh que os judeus e os israelenses, os modernos, né, os do Israel moderno, possuíam, eles conseguiram encontrar a região de Razor e chegaram em Razor, começaram a fazer uma escavação, uma escavação muito longa, já vai, já são décadas escavando Razor. Inclusive, para quem não conhece, não sabe, né, o o arqueólogo brasileiro Rodrigo Silva já esteve nessa escavação. Ele já contou pra gente inclusive como é que foi essa escavação lá. E qual é a grande questão? Quando eles começam a escavar a cidade, o texto bíblico diz que Josué incendiou a cidade e eles não encontraram nenhuma marca. Porque quando você encontra registros históricos de incêndio, as paredes que são de barro ficam queimadas, elas ficam cozidas por conta do fogo e não se encontrou nada disso, nada. Então eles começaram a levantar a questão, ó, talvez o registro bíblico não seja assim tão verossímio. Talvez haja ali muita questão literária envolvida, ou seja, muita história que vai ser criada para poder contar um ponto e tudo mais. O que que aconteceu, meus caros queridos irmãos e irmãs? Eles simplesmente começaram a escavar o centro histórico da cidade. E quando eles escavam o centro histórico da cidade, eles percebem que há marcas de paredes queimadas no centro da cidade. O que que qual é a lógica? A lógica é que o centro não há não há, vamos dizer assim, prefeitura e igreja. Vou botar aqui com o nosso padrão brasileiro. Você tem a prefeitura e a igreja católica. Não tem prefeitura e igreja católica. Normalmente a religiosidade e a administração estão conjuntas. Elas estão juntas. Os sacerdotes dos deuses pagãos estão envolvidos na política da cidade. Então, onde está o centro administrativo, também está o centro religioso. E quando Israel está conquistando essas cidades, ele está eliminando as práticas cúlticas desse povo, desses povos também. Então ele vai lá e incendeia justamente o centro de culto de adoração daquela cidade. As casas em volta não necessariamente. Algumas podem até ter pego fogo, mas o centro é que era o importante. E aí eles corroboram, confirmam que realmente o texto bíblico pode sim estar relatando com veracidade aquilo que aconteceu na história. E nós estamos falando do século XI antes de Cristo. 1200 e bolinha, certo? É muito tempo lá para trás. Nós temos os assentamentos israelitas nas montanhas da Judeia e da Samaria, a ausência de carne suína nos sítios arqueológicos justamente dessa distinção cultural, ou seja, não tem carne suína nessas cidades. Cerâmica característica do período do ferro primeiro. Você tem correlações extrabíblicas, por exemplo, com a Estela de Mernepá. Isso aqui eu acho que dê uma eh Agora sim. Quais são as correlações extrabíblicas? Você tem a Estela de Merneptará, que é a primeira menção extrabíblica de Israel do datada do ano 1207, que ela conta a história de um faraó que vem na terra de Canaã e conquista a cidade de Canaã. E numa das linhas está escrito: "Eliminei a raiz de Israel". Tá lá na Estela de Mereptá. Essa estela eu tive o prazer de ver com os meus próprios olhos no Museu do Cairo no Egito. E ela é fenomenal para historiografia bíblica, certo? E você tem registros etitas e egípcios do declínio, mostrando o declínio do poder cananeu, ou seja, as cidades sendo conquistadas. Ah, aqui, desculpa, eu pulei um que é o mais, talvez um dos mais importantes, que são eh os registros da ah da da da da da da pera aí. Os registros das dos arquivos de Amarna são pequenas estelas, pequenos a gente chama, não são estelas porque não são ostracons. Existe uma diferença. Eh, são pequenos textinhos assim escritos em barro, cartas dos reis cananeus falando que uns tal, um tal de rapiro, o povo tal de rapiro está conquistando as cidades na região de Canaã. E eles pedem ajuda ao faraó do Egito. Desculpa, eles pedem ajuda militar ao faraó do Egito. E quem são esses rapiro? É o justamente o Ivrit. A forma de falar, eles, os arqueólogos entendem, os os linguistas entendem que houve uma corruptela no nome rapiro. Então, na verdade, rapiro eh são os hebreus. E esses hebreus estão ali conquistando o território dos cananeus. O segundo período que a gente vai ver aqui é período da monarquia unida, que é de Davi, que vai de 10.01 mais ou menos até 970. Se você perceber são 40. Eh, desculpa, vai ter do Renato da Bíblia vai ter de Salomão também, né? Vai até 970. Eu acho que isso aqui tá errado. Pera aí. Ah, não, tá certo. Tá. é Davi, depois Salomão. O de Davi é de de 110 a 970. Essa história vai ser narrada em Primeiro Crônicas, em Reis 1 e 2 e também em Samuel. Quais são os eventos principais? A conquista de Jerusalém, o estabelecimento da capital em Jerusalém. Você tem uma expansão territorial significativa. Lembra que eu falei que em Josué eles não conquistam quase nada todo o território? Com Davi vai faltar muito pouco a conquistar. ele vai conseguir descobrir uma nova tecnologia de guerra e vai trazer essa tecnologia para Israel no período em que ele está eh fugindo dos do da perseguição de Saul e vai se estabelecer lá com os filisteus. Ele vai aprender a a forma de produzir armas que os filisteus tinham e essa forma vai favorecê-lo nas batalhas, levando ele a ser vitorioso. E aí ele vai ter o estabelecimento dessa dinastia davídica e a organização administrativa do reino. Inclusive tem o texto lá de de segundo Samuel dizendo que Davi organiza as famílias sacerdotais o período que cada uma deveria eh estar servindo. E ela é tão importante essa organização que o reflexo disso vai ser visto lá em Lucas, capítulo 1, quando vai falar que eh Zacarias está lá. Zacarias pertence a uma dessas famílias e está no seu período de serviço no templo. Isso vai refletir lá na frente tão importante é essa essa organização. Quais são as evidências? Nós temos uma estela em Teldan que foi encontrada no século X antes de Cristo, século perdão, 9. de. Cristo por volta do ano 860, 870. E na Estela de Teldan está a inscrição Bait David, ou seja, aqui inclusive no hebraico que vocês podem ver está errado é David Bait. Tá escrito aqui. Tem que trocar essas duas palavras, depois eu troco. Mas essa estela eu tenho toque, eu não vou conseguir trocar depois. Cadê essa estela? Ela apresenta ali. Ah, que beleza. Fiz uma bagaça aqui. Vai dar errado. Depois a gente resolve esse negócio, tá? Ã, que é essa casa de David? Ah, agora eu consegui. Aê, Bait David. Agora tá certo. E aí, gente? Eh, o que vou explicar agora que deu deu uma de uma viajada aqui. Bait David, o que que significa isso? foi encontrada uma pedra que narra a história de Jeú, certo? E a história de Jeú, ela é importante porque ele vai ser quem vai eliminar a dinastia de Acabe, aquele rei terrível. E o que que diz essa pedra que é essa estela e estela de Estela de Teudã? Ela foi eh criada por um rei assírio ou por um general assírio, um governante assírio. E ele vai dizer que ele eliminou a casa de Jeú, perdão, a casa de Acabe e a casa de Davi, porque a casa de Acabe era a dinastia da época e a casa de Davi se referia ao reino do sul. Ele dominou o reino do sul também. Isso era o que ele falava. E na verdade o que o texto bíblico vai vai deixar claro não é que ele eliminou a casa de Davi, ele conseguiu transformar o rei do sul em um vassalo que vai começar a pagar tributo para esse rei. Então essa inscrição numa pedra encontrada enterrada de 900 antes de Cristo, 870 anes de. Cristo comprova que nesse momento da história já havia uma dinastia davídica. Então, é uma comprovação muito fiel de que a o relato bíblico é real, ou seja, apresenta Davi aí como eh uma um personagem real que existiu mesmo. Isso vai acontecer também na inscrição de Mesa numa pedra moabita que se refere à casa de Davi também. E aí existe uma uma casa, um palácio de inverno que na região sul de Jerusalém, chamado Hirbet keiafa, como tá escrito aí, e acharam ostracon. Que que é um ostracon? Tudo que é caco de cerâmica, de seja um vaso, uma caneca, um vaso de barro, ah, um vaso de alabastro, ah, um, como é que eu posso dizer? uma estela, um pequeno pequeno escrito. Tudo que é encontrado em ruínas, quebrado, despedaçado, mas possui inscrição, possui algo escrito nele. Então, às vezes o que que acontecia? Eu precisava escrever uma lista que o rei pediu para comprar, tá? Precisa comprar mais azeite, precisa comprar mais uvas e tal. Aí eu vou lá e escrevo na na no pedacinho de barro com uma tinta e aquilo ali eu consigo depois lembrar o que que eu preciso comprar. Então o nome dessa peça encontrada é Ostracon, certo? E foi encontrado em Kirbet kefa umracon justamente com uma lista dessas e era uma lista de elementos a serem comprados que demonstra uma evidência de uma administração da vítica, porque é muito antigo esse castelo, esse esse palácio lá de Kirbet Keia, certo? Então, quais são as correlações arqueológicas? Sistema de forticações de Jericó, famoso Milo, que é um muro de fortificação. Isso é narrado no período salomôico, certo? no período de Davi para Salomão, expansão urbana documentada no período cerâmica real com inscrições administrativas, arquitetura monumental emergente, vários pedaços de colunas gigantescos foram encontrados naquela região de Jerusalém, demonstrando que ali realmente havia sim um palácio, o choso famoso palácio de Davi, que inclusive em segunda Samuel eh capítulo 6 eh Davi vai ficar chateado porque ele quer construir um templo ao Senhor, porque ele Ele mora num palácio e a arca tá numa tenda e Deus vai falar para ele: "Você não, você tem sangue em suas mãos. Quem vai construir vai ser o seu filho". E qual é o significado dessa Estela de Teodã? Como a gente já mencionou, a primeira confirmação extra bíblica da existência histórica de Davi, que é datada aproximadamente 150 anos depois da sua morte. Olha lá como eu falei, tá vendo? Então é bem bem bem para frente, OK? E aí nós temos a monarquia unida no reinado de Salomão. Primeiro, os livros que trata é Primeiro Reis de 3 a 11 e segundo Crônicas de 1 a 9. Eventos bíblicos principais, a construção do templo de Jerusalém, período de prosperidade econômica excepcional, período mais rico do povo de Israel, relações diplomáticas e comerciais internacionais e o desenvolvimento, ou seja, ampliação, não é que não existisse, mas já amplia muito no período do Salomão a literatura sapiencial, que é a literatura, nós não vamos tratar aqui, mas estamos falando de salmos, nós estamos falando de principalmente de provérbios, eclesiastes, cantares, alguns vão dizer que nesse canon aí é incluído o livro de Jó, mas o livro de Jó é datado de uma forma meio aleatória para não usar uma outra palavra. É mais complicado a gente saber qual é o período de Jó, certo? E ah, e aí nós temos esses elementos aí. Quais evidências arqueológicas nós temos nesse período? portões de seis câmeras em Ratsor, em Meguido e em Guer, que são citados eh no Primeiro Reis 9:15, reformas que Salomão faz nessas cidades. São portões da mesma época, com a mesma estrutura arqueológica, certo? Eh, cidades armazém salomônicas, complexo industrial, perdão, com arquitetura padronizada. Meguido vai ter armazém, os cílios de armazém de de cereais, principalmente porque Megido está ali no Vale de Gesreel. E é um vale que tem muita produção agrícola. Então você vai ter esses armazenamentos, esses estoques espalhados pelo seu governo. As minas de cobra intímina, que são minas muito antigas, mas que foram utilizadas por Salomão na produção de carros de guerra e na produção também de elementos de construção, estábulos de Meguido, infraestrutura militar avançado, seja onde seus cavalos ficavam lá eh no espada eles lá. Tá bom? Quais são as correlações extrabíblicas? Nós temos os registros egípcios de intensificação do comércio levantino, ou seja, lá no Egito são encontradas estelas, eh eh inscrições e até hieroglifos falando do aumento do comércio com essa região nesse período. inscrições fenícias vão falar da tecnologia construtiva do templo, ou seja, aquilo que é narrado no texto bíblico, eh, que é narrado no texto bíblico a respeito de Salomão, construindo o templo e outras construções, vai ter sua correlação lá na Fenícia, certo? Eh, porque vai falar lá do grande amigo de eh Jorão, né, amigo de Davi, que vai se tornar amigo de Saul também. Que que nós temos mais? Temos alguma uma ostra cá administrativa. Eh, ostracá, na verdade, é o plural, né? Ostracá administrativos é o sistema tributário complexo de Salomão, que vai ser um problema inclusive para o seu filho depois. Nós temos os paralelos literários sapienciais que apontam para a veracidade ou para a a a o real, a existência real desse tipo de literatura nessa época, certo? Então o que que nós temos? Essa arquitetura salomânica como um padrão uniforme dos portões de seis câmaras das três cidades diferentes, demonstra um sistema administrativo centralizado e sofisticado. Não era um negócio da da da cavernas, né? E depois nós vamos entrar no período que é o reino dividido, Israel, reino do norte, que vai ser narrado em primeiro Reis de 12 a 22 e vai até segundo Reis de 1 a 17. Você vai ter ali a dinastia honrida, que o principal postulante é Acab Jezabel, que faz um sincretismo religioso terrível com Baal. Jezabel, inclusive, é, ela é filha do sacerdote de Baal. Você vai ter muitos conflitos entre os arameus e os e na região de Damasco, né? Lembrar que Padã, Arã é a terra onde os parentes de de Abraão vai estar, né? Eh, quando Terá sai de Urdos Caldeus, ele se estabelece em Arã, então ele tá lá naquela região. Você vai ter uma prosperidade econômica e poderio militar também. E vai começar a surgir os profetas. Os profetas vão começar a ter ali um embate maior com as realezas, certo? Então, o que que nós temos como evidências extrabíblicas? A Estela de Mesa novamente em 840 anes. Cristo H, rei de Israel, falando do da dinastia honrida, né? o obelisco negro de Salanazar que mostra Jeú, filho de Hri pagando tributo a Salmanazar, certo? Você tem várias escritos assírios, anais assírios, que são múltiplas referências aos reis israelitas, inscrições aramaicas falando dos conflitos em em Damasco e a queda do reino em 722. Vai ter os anais de Sargão I, rei da Assíria, falando que conquistou Samaria e deportou 27.000 pessoas. Você vai ter vários relevos assírios espalhados em várias cidades assírias com vários relatando cercos detalhados das histórias das cidades israelitas. Inclusive um desses relevos. O relevo é o que que é? É uma parede cheia de de desenhos, né? E esse relevo tem um desse que foi extraído de uma cidade na região sul de Israel, do reino de Israel, e hoje está no museu de Israel, museu de Jerusalém. Dá pra gente visitar lá e você ver o que que os assírios faziam, como é que eles, como é que tá sendo contada a história da conquista dessas cidades, né? Eh, uma administração, a Ostra Camaria fala de uma administração pré-conquista, seja apontando para realmente um modelo administrativo real. E as escavações revelam arquitetura monumental honrida e os famosos marfins decorativos mencionados como casa de marfim de Acabe, Primeiro Reis 22:39. E aí o reino do sul, que vai ser o período que vai de 930, que é o final do reino de Salomão. Aí vai ficar com Roboão. Roboão vai romper o o o a aliança com o reino do norte, com o povo do norte, e vai até 586 anos da destruição do templo de Jerusalém. Então, quais são os períodos que nós vamos ver? Tá em primeiro reis. Segundo Reis e Crônicas, não é? Eh, você vai ter alguns períodos muito importantes, como a reforma de Ezequias, que vai ser depois que o reino do norte cai. O reino do norte cai em 722, muitos refugiados vão se abrigar em Jerusalém, na região de Jerusalém, e Ezequias vai realizar uma grande reforma na cidade para abarcar esse povo. E o que que nós vamos ter ali? Resistência heróica ao império assírio, reforma religiosa e centralização cultual. Construção do túnel do tanque de Siloé, o tanque de Siloé que nós conhecemos em Jerusalém hoje, que inclusive foi encontrado há umas duas décadas atrás e agora tá sendo escavado por completo, eh era abastecido por essa desvisão, essa esse desvio de água que Ezequias fez. Ezequias, perdão. E essa aliança do com o Egito contra a Assíria para poder proteger. Você vai ter evidências do cerco de Senaqueribe, como o prisma de Senaqueribe, ele vai escrever: "Ezequias do judeu, eu o encurralei em Jerusalém como pássaro e uma gaiola. Ele passa do anos e não consegue entrar na cidade. A cidade estava fechada e ele vai ser morto pelos seus próprios filhos quando ele volta para o seu território. Os relevos de Laqui, cerco assírio, detalhadamente documentado, uma inscrição do túnel de Siloé, que é a obra de engenharia de de Ezequias. Isso foi isso foi encontrado essa inscrição e hoje está no museu lá de Istambul, próximo lá à Santa Sofia. Você vai ter a queda de Jerusalém como cerco babilônico final sobre Nabuco Donozor, destruição do templo e deportação, fim da monarquia davídica independente. Qual documentação nós temos isso? Data exata, 16 de março, eh, de de 1597 eles declaram invasão, mas pelos registros históricos, isso em 586. Então, isso tá nas crônicas babilônicas. Você tem os tabletes de Joaquim, rei judeu do exílio babilônico, e astra cadilaquis também falando das últimas comunicações antes da queda. E depois, por final, o período pós-es exílico que começa em 539, vai até mais ou menos o ano 400. Ah, mas não era 516. Em 516 é datada a reconstrução, reinauguração do templo. Por isso que fala desses 70 anos de exílio, certo? Mas as primeiras turmas de de exilados, de de retornantes à Terra vem muito antes. Elas vêm bem antes do 516. Ela vem 539, 538. Então você tem o decreto de Ciro em 538 que permite o retorno, reconstrução do segundo templo, reformas religiosas de Esdras e Neemias, reorganização da comunidade judaica. Quais são as evidências fundamentais? Você tem esse cilindro de Ciro que declara que essa política oficial de repatriação dos povos exilados não foi só com o povo de Israel. Isso é muito importante. O povo de Israel foi beneficiado de uma política completa do reino. Então eles mandaram de volta aqueles que estavam lá exilados e mandaram com líderes, vamos dizer assim, que administrassem as regiões garantindo o pagamento dos tributos. Então, ou seja, não simplesmente eles devolveram cada um pro seu povo, eles devolveram, vão lá, reconstrua suas cidades, produzam e paguem o tributo e tá tudo certo e segue a vida. Não é? É assim que os peças conseguiram acalmar, apaziguar e não ter revoltas internas. Por isso, eles se tornaram dos impérios mais extensos de todo aquele período, certo? Você vai ter os arquivos de Muracho, que são judeus estabelecidos na Babilônia, os papiros de Elefantina, que é são interessantíssimos. é uma comunidade judaica militar no meio do rio Nilo, lá no Egito, falando sobre esse período do exílio. E você tem os selos que estão na província Pérsia da Judeia, que na verdade era o nome, né? O Yrud era o nome da província Persia da Judeia, dizendo que eles realmente eh criaram essa província ali como uma das das satrápias que eles tinham, né? Então, quais são as correlações arqueológicas que nós costumos encontrar? Moedas peças encontradas em Jerusalém, muralha de Neemias, as evidências dessa reconstrução, pedaços da muralha de Jerusalém antiga que foram reconstruídas, as impressões de selos que mostram o sistema administrativo persa. E essa política persa que fala do cilindro aí, o co de Ciro que confirma a política imperial de restauração dos cultos locais, contextualizando perfeitamente o decreto bíblico de retorno dos judeus, principalmente no período de Esdras e Neemias. OK? Ah, agora eu volto para cá para baixo. Quadro cronológico integrado. Correlações principais. Estela de Meneptá em 1720, 1270. Eh, vamos pular esse quadro aqui, senão a gente não vai terminar hoje. Eh, faltam 7 minutos. Meu Deus do céu. Qual é a síntese da literatura e da teologia dos livros históricos? Quais são esses grandes temas teológicos nós encontramos ali? Primeiro, aliança e fidelidade. Relação pactual entre Deus e Israel como chave interpretativa da história. Você tem aí como literatura os discursos de renovação da aliança e fórmulas litúrgicas. Depois, terra prometida, o dom divino condicionado à obediência, à perda e depois a restauração dessa terra. São as narrativas de conquista, as listas geográficas e os lamentos de exílio. Jeremias principalmente, né? Você tem essa liderança ungida, juízes, reis e reformadores, no caso do de Esdras e Neemias, como instrumentos da vontade divina. Quais literaturas falam sobre isso? As biografias, as narrativas de chamado e essas sucessões dinásticas. Que mais nós encontramos? Eh, culto e templo, centralização cultual e pureza religiosa como ideais, não como a realidade, tá? Na verdade, a realidade é uma bagunça, mas a gente vai, vocês vão ver isso mais para frente na próxima aula. Relatos de construção, reformas religiosas e crítica profética constante, julgamento e restauração, ciclos de apostasia, punição divina e possibilidade de redenção. Aliás, esse é o grande chamariz mensagens proféticas, né, que é uma mensagem que é para punir, para eh trazer a atenção do povo, mas nunca é uma mensagem sem um desfecho. Ela sempre traz a esperança da misericórdia do Senhor se renovando sobre o povo. Então, nós temos os ciclos narrativos, os oráculos proféticos e as narrativas de retorno. Metodologia hermenêutica dos livros históricos. Então, quais são as abordagens dos autores bíblicos? Primeiro, ela é uma abordagem seletiv de seletividade temática, não exaustividade cronológica. Ou seja, eles não vão narrar tudo que aconteceu no tempo deles. Eles vão selecionar aquilo que faz sentido para a narrativa que eles estão criando. Ah, então quer dizer que a Bíblia é uma narrativa? Sim. É a narrativa do Senhor dos céus para mostrar para você e para mim que somos caras pálidas que ele mandou seu filho para morrer em nosso lugar. É uma narrativa, mas não existe exaustividade cronológica e histórica no texto bíblico. Há muitos acontecimentos que não estão lá. Eu dou um exemplo muito claro para vocês. Nós estamos aqui com o reino monarquia de Israel. Cadê a citação dos das dinastias chinesas? Ming, ting ping. Quem que a gente não vê nada disso na Bíblia? Os chineses não existiam nessa época. Que que Deus tava fazendo? Não queria saber deles? Não. Porque o contexto da história bíblica é, ela tem um foco muito específico. É tratar de explicar para aquele povo que eles eram portadores da maior mensagem de todos os tempos, que é a mensagem de salvação. E eles ainda assim não empreenderam isso. Mas a gente também demora para aprender para caramba. Mas enfim. Outra coisa, interpretação teológica, porque é mais importante que quando vários acontecimentos talvez não estejam tão bem situados cronologicamente, mas são colocados lá, principalmente no livro dos juízes, tá? Mas são colocados lá para mostrar o que se pode e o que não se pode fazer. Nós tratamos normalmente, eu trato, nós não, eu trato normalmente, quando eu dou aula sobre isso, você tem que lembrar de para você tem dois paradigmas. Primeiro paradigma, primeiro modelo paragmático é o modelo dos juízes no período histórico, tá? O segundo modelo paragmático é o modelo dos reis. Nenhum dos dois é perfeito. Nenhum dos dois é perfeito. Porém, aprove um suplantasse o outro. Então, o modelo dos juízes demonstra o que Deus não queria do povo. Porque os juízes, que é o modelo principal, aponta para uma teocracia. Ou seja, os juízes, que são aqueles que são levantados, eles não deveriam existir. Eles só existiram porque os líderes de Israel e os líderes religiosos de Israel deixaram de cumprir o seu papel. Prestem bastante atenção no que eu tô falando aqui. O que que deveria acontecer com Israel? Israel deveria conquistar a terra. Israel deveria conquistar o território. Josué vai morrer. Josué narra que até aquele momento ele lutou, brigou para que eles escolhessem servir ao Senhor de todo coração. Inclusive, ele vai falar isso no final da sua vida. Ele vai dizer: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor". E qual é a grande questão aqui? A grande questão é que esse povo, esses líderes e os líderes religiosos deveriam estar de mãos dadas em todos os momentos da trajetória de Israel. Quando Israel fosse conquistar um novo povo, uma nova terra, deveriam consultar o Senhor. Senhor, quem vai lutar? Senhor, o Senhor estará conosco, Senhor, devemos ir lutar agora. Mas não, eles preferiram ir tendo um relacionamento de amistosidade. Essa é uma palavra nova que eu acabei de inventar, com os povos circunvizinhos. e começou a perceber que algumas práticas desses povos não eram tão assim, pô, Deus estava meio nervoso naquele dia, não precisava matar essa galera aqui. Olha só, a gente tá precisando produzir. Será que eu não posso confiar plenamente no meu Deus para que a terra produza e me dê mantimento? Será que o Deus dele não pode me ajudar um pouquinho aqui? E o culto dele é legal. Olá, tem umas mulher que ficam dançando ali com metade da roupa de fora, metade da barriga de fora. Elas estão dizendo ali que se eu me envolver com elas, o rei deles lá, o deus deles vai ficar feliz comigo. E aí o povo de Israel se envolve nessas práticas cúdicas, algo que Deus já havia dito que não não era para eles fazerem. E outra, que os líderes de Israel deveriam combater, principalmente a liderança religiosa. Deveria vir e falar: "Não façam isso, é contra os decretos do Senhor. Parem de se envolver com os cultos". Como isso não aconteceu e esse modelo faliu, Deus deu a permissão de que eles tivessem reis. E aí você tem o paradigma real suplantando o paradigma teocrático, certo? Inclusive essa é a fala de Deus para Samuel. Samuel, fica calmo. Você tá chateadinho porque eles querem um rei, não estão aceitando você como seu líder. Eles não estão rejeitando você, Samuel. Eles estão rejeitando a mim. Sou eu que tô sendo rejeitado. E aí vai acontecer tudo aquilo. E aí depois no livro de Samuel você tem o paradigma dos dois reis. Você tem dois paradigmas. Eu falei o primeiro do juiz para o rei. E agora você tem dois paradigmas novos. Você tem o paradigma do rei que Deus aceita e do rei do rei que Deus rejeita. Primeiro vem o que ele rejeita. E o Deus que rei que que o rei que Deus rejeita é o rei que é escolhido baseado na aparência. Inclusive, essa é a, vamos dizer assim, Deus tá dando uma lição no povo ali. Vocês acham que o rei de vocês tem que ser um cara bonitão, um cara forte. O texto bíblico vai falar que Saul, quando ele estava do lado dos seus conterrâneos, os caras mais altos do povo dele batia no ombro de Saul. Saul era um cara bonito, de porte físico, avantajado. E ele tava lá e Saul não respeitou os mandamentos de Deus. Então foi removido dele o espírito, porque ele era o rei que não se inclinava para o Senhor, não dobrava o seu pescoço. Já ouviu falar dura serviz? Colar cervical que você usa aqui. Povo de dura serviza a cabeça para se curvar diante do Deus criador. E esse era Saul, era um representante desse povo. Vem Davi, que é o paradigma do Deus que é do rei que Deus aceita. E Davi vai ser exatamente aquele rei que é narrado em vári falado em vários momentos. Davi era um rei segundo o coração de Deus, porque constantemente ele se voltava ao Senhor para corrigir as suas falhas, para buscar acertar. Então ele se torna esse modelo de rei. Então esses dois paradigmas estão aqui. Por isso que a gente volta na interpretação teológica. O porquê é mais importante que o quando, certo? Utiliza referências e como os anais e as crônicas perdidas. E tem uma redação posterior, inclusive perspectiva pós-esílica em muitos textos, ou seja, uma revisão textual posterior. OK? Quais outras metodologias? Lá vamos nós sair desse canto aqui. Vamos para cá. Ihu. Gêneros literários como ferramentas hermenêuticas. Ou seja, você tem uma narrativa teológica que combina factualidade histórica com a interpretação do significado divino dos eventos. Biografia exemplar, líderes apresentados como modelos positivos e negativos, que acabamos de falar isso de fidelidade, certo? E uma cronística avaliativa, ou seja, cada reinado avaliado segundo critérios, critérios deuteronômicos específicos, ou seja, de acordo com aquilo que Moisés havia falado, eles são avaliados. OK? Critérios de avaliação deuteronômica: Fidelidade ao culto a Yahvé, Yod, rei, Vavrei, ou seja, YH WH. que é o monoteísmo. Monotismo, monoteísmo. Só acho que faltou uma letra aqui. Eu tenho toque, desculpe. Monoteísmo prático, centralização cultual, ou seja, Jerusalém como único santuário. Isso foi estabelecido também. Justiça social, cuidado com órfão, viúvas, estrangeiros e o pobre. Faltou o pobre aqui, mas ele tá incluído também. e obediência à Torá conforme eh a conformidade com a lei mosaica. Tudo isso faz parte dos critérios de avaliação desses reis do período deuterocanônico, tá? Aí, contribuições para a teologia bíblica. Você tem o desenvolvimento da teologia da história, Deus como Senhor da história, soberania divina sobre as nações, história com propósito, ou seja, uma teleologia redentiva, aquilo que aponta para o final que vai trazer essa redenção. Responsabilidade humana, livre arbítrio dentro dessa soberania. Ou seja, não é apenas tudo que Deus não é não é um um uma narrativa fatalista. como tem outras narrativas fatalistas religiosas no mundo e consequências morais. Ações geram resultados históricos. Inclusive hoje um amigo postou no grupo que eu faço parte o texto de Ezequiel. Ezequiel capítulo ai meu Deus. Ezequiel capítulo 14. E Deus falando assim para o povo, olha só que interessante. Ah, quando qualquer israelita erguer ídolos no coração e puser um tropeço ímpio diante do rosto e depois for consultar um profeta, eu, o Senhor, responderei a ele segundo a sua idolatria. É muito interessante porque a gente vai ver que Deus não vai deixar o desvio moral sem punição. Se for um desvio moral por ignorância, o texto bíblico vai dizer que ele perdoa a ignorância. Agora, se for volitivo, vai receber a punição. Sim. Então, essas questões morais que geram resultados históricos estão presentes aqui no texto. O caso mais claro disso é Acab e Jezabel, né? Que por conta deles o reino do norte vai ser vai acabar rapidamente. Você tem uma tipologia messiânica também. Você tem figuras tipológicas que apontam para o Messias. Josué como líder que introduz o povo na terra prometida. Josué, Yoshua e Yesua só muda uma palavra no hebraico, não é? Uma letra, na verdade, uma uma vogal. Você sai de Yosuá para Yeshuá e aí você tem ali uma correlação direta entre Josué e Jesus. Davi, que é o rei segundo o coração de Deus, o pastor de Israel. Salomão, rei de sabedoria e paz, que constrói o templo. E você tem depois os reformadores, restauradores da verdadeira adoração. OK? E aí nós vamos chegando, mas finalizando. Eh, deu ruim aqui. Opa. Ah, deu, deixa eu dar ruim. Você tem uma eclesiologia nascente, ou seja, o povo de Deus como uma comunidade pactual definida. Culto centralizado, a importância da adoração comunitária, liderança espiritual, profecias, sacerdotes e reis ungidos e santidade comunitária, separação do mundo e pureza ritual. Isso dentro dessa eclesiologia, desse movimento eh do templo, né, daquilo que acontecia lá. E também uma escatologia vai aparecer aqui, promessas davicas do reino eterno e da dinastia permanente, restauração futura, ou seja, do retorno do exílio como prefiguração do retorno também até a a ao reino de Deus. Isso é que tá aqui em Jeremias. Julgamento universal, tá? Isso em vários profetas. Deus julga todas as nações, mas vai aparecer também no texto bíblico, no texto dos dos históricos, certo? E essa nova Jerusalém como centro escatológico da adoração, como nós vamos ver no final das coisas. Gente, a gente conseguiu chegar no final, hein? Olha que legal. Desafios interpretativos contemporâneos. Primeiro, historiidade versus teologia. Como equilibrar a crítica religiosa, histórica e fé religiosa? Ou seja, aqueles que afirmam que várias narrativas ali são inventadas e tudo mais. Eh, como que a fé a gente se coloca nessa posição? Qual o papel da arqueologia na interpretação bíblica? Realmente é favorecer o entendimento desse período, desse desses textos, né? Quais são os limites da verificação histórica das narrativas sagradas? Vai ter coisas que a gente não vai conseguir provar, não é? Por exemplo, diz lá que Eliseu estava paraa no Rio, caiu o machado, Eliseu mandou o machado flutuar. Prove que ele fez isso. Ah, meu irmão, aí tá difícil, né? Mas vamos paraa frente. Eh, violência e guerra santa, ou seja, interpretação das narrativas de conquista chamada de Herem, né? Genocídio comandado por Deus, que são questões éticas. Como que isso a gente interpreta hoje em dia? E a gente não vai, não vou falar sobre isso hoje, só para vocês entenderem que existem essas questões. Aplicação contemporânea de textos militaristas. Como que a gente vai defender a paz? Jesus diz que nos dá a paz e nós queremos defender que Deus mandou matar todos aqueles povos lá atrás, não é? Eh, cronologia e arqueologia. Divergência entre cronologia bíblica e arqueologia acontece também, até porque muitos dos relatos bíblicos vão ter números que a gente pode tá interpretando errado erroneamente. A gente não sabe o que que aquele número significa. Debate sobre a cronologia baixa, a cronologia alta, ou seja, a ideia de quando começa a conquista, quando começa a entrada do povo em Israel e também todos os outros fatos. Mas existem elementos históricos que apontam datas muito específicas, né, que batem exatamente com aquilo que tá sendo narrado naquele período. Ausência de evidências para alguns eventos narrados, claro, como a gente já mencionou, nem tudo vai estar pronto, né? metade, as abordagens atuais são a crítica das formas, que é a identificação de gêneros literários, crítica da redação, história da composição textual, ou seja, uma composição textual posterior, essa arqueologia bíblica, correlação texto cultural e material, análise narrativa, foco na estrutura e técnicas literárias e uma hermenêutica canônica, ou seja, leitura no contexto do canon completo. Você vai interpretar os elementos lá baseado na história como um todo, né, e não apenas naquele ciclo que está sendo contado. Quais são as conclusões? Os livros históricos empregam múltiplos gêneros literários para transmitir uma mensagem teológica. Evidências arqueológicas corroboram substancialmente com os eventos narrados. Você tem aí uma história interpretada sob a ótica da aliança divina e fundamento narrativo para toda a teologia bíblica posterior. Quais são as contribuições metodológicas? Necessidade de combinar análise literária e pesquisa arqueológica com integração interdisciplinar. importância do background do antigo Oriente próximo para você entender o que que tá acontecendo nesse texto. Reconhecimento dos gêneros como chaves interpretativas, ou seja, os gêneros literários. Tô falando de outra coisa aqui, tá? e perspectiva canônica, leitura dos textos no contexto da revelação progressiva de Deus ao seu povo. Em outras palavras, os livros históricos do Antigo Testamento representam uma síntese única entre factualidade histórica e interpretação teológica, oferecendo não apenas um registro do passado, mas uma teologia da história que continua relevante para a compreensão da ação divina no mundo. Amém. Aleluia. E que Deus os abençoe, OK? Ei, perguntas. Já vi algumas por aqui. Professor, o que são parábolas? Novo Testamento. A gente chegando lá, a gente vai falar sobre isso. Eh, ã, boa pergunta aqui. Olha aqui, ó. A teologia se submete à história? Não. E sim. Não. Em que sentido? Não é porque, como eu mencionei rapidamente e posso mencionar novamente, vai haver elementos bíblicos, teológicos que historicamente nós não temos como comprovar. Então, por exemplo, quando nós falamos, eu falei aqui rapidamente sobre a chequiná, a Shequiná se afastou, não é, da do A chequiná se afastou do, como é que chama? Meu Deus do céu, do templo, né? Como que a gente comprova isso historicamente? Isso é, isso é uma afirmação estritamente teológica. Então a gente não consegue dizer que ela ah, então já que como eu não comprovo historicamente, então não pode ter acontecido também não, porque a teologia ela é superior à história, eh, no sentido de que ela trata não apenas de elementos temporais, mas trata de elementos atemporais. E aí a gente entraria numa outra discussão muito interessante, sim, mas muito longa para nós tratarmos sobre a questão do do da dos tempos, né, da da dos elementos compositores do universo e além. Isso que Aristótelees já tentou explicar de várias formas, inclusive ele chegou ao ponto de falar sobre o motor original, né, o o a o motor que não é movido por ninguém. E aí ele, essa é uma tentativa aí de explicar como que funciona toda essa história eh do mundo e do universo e por que essa história existe. Ou seja, por que nós temos eh relatos, nós temos uma história cronológica, vamos dizer, de onde surge isso, não é? E quando a gente vai entrar no nesse tipo de assunto, a gente não sai daqui hoje, né? Então, só pra gente entender que quando a gente fala de teologia, nós temos elementos temporais e atemporais. Os elementos temporais, inclusive, nós vivenciamos eles. Mas existem elementos que são quando é que vai Jesus vai voltar? Desde quando Jesus existe, quando Deus iniciou, Deus tem início, não tem início. Quando que é lá no princípio era o verbo e verbo estava com Deus, verbo era Deus. Então são elementos que a gente não consegue provar historicamente, tá? Ah, para multifuncional, né? Pessoal tava batendo um papo legal aqui. Eu gosto disso. Pergunta: Josué 19, seria aquele momento da guerra civil de Israel? Josué 19. Perguntas específicas carecem eu abrir a Bíblia, tá? Então você me dá um tempinho aqui. Josué 19. Guerra civil de Israel. Qual guerra civil de Israel? Você não tá falando de juízes 19? Acho que você tá falando de juízes 19, não é? Sim. Levita é morte da concubina. Juí 19. Tá. É juízo 19. Sim. É a guerra civil de Israel. Inclusive comprovadamente literária e textualmente esse texto, ah, desculpa, você escreveu aqui, opa, juízes, perdão, eu que não vi, tá? Desculpa. Eh, comprovadamente, esse texto está fora de ordem, porque a o massacre da tribo de Benjamim ocorre logo após a morte de Josué, muito próximo da morte de Josué, certo? Só para vocês entenderem isso aí a gente sabe, a a teologia conhece essa questão e aí começa a se perceber que o ciclo dos juízes não é um ciclo cronológico e então você fica mais até tranquilo porque você consegue ter uma elasticidade aí no período dos juízes maior ou menor. Teve um pastor que colocou todos os todas essas datações em cronologia e aí ele conseguiu a encontrar qual seriam as datas corretas. Mas depois dessa dessa descoberta literária e também arqueológica, ficou mais tranquilo de saber que não, não pode ser um um juiz depois do outro. Tem coisa aí que que que vai entrar no vai entrar um em cima, vamosão ser concomitantes e tudo mais, tá? Ah, sim. Juiz seria já respondi, desculpa. Hã, se esse primeiro livro de juízo sai sangue. Ah, sai. Mas não é só de juízes não, tá? Você quer saber onde é que sai sangue? Ó, isso aqui é uma mensagem Adrias. Você quer saber onde é que sai muito sangue? Na consagração do templo. Vai lá ler Primeiro Reis, capítulo 6, vê quantos bois foram mortos. Cada tribo mandava 10.000 bois. Se eu não tô enganado, posso estar errando o número. 120.000 foram mortos na consagração do templo. Esse sangue ficou em algum lugar. Ali saiu o sangue. Ai meu Deus do céu, engasguei. Desculpa. Ai o reino de Benjamim não sobreviveu. Essa sua fala ela me me leva a uma outra questão que eu vou falar agora. Não havia reinos, mas havia reinos. Uma das discussões mais interessantes a respeito desse período é se essa unidade tribal ela era uma unidade de fato, se realmente havia essa unidade do povo. Para muitos estudiosos era uma unidade muito tênuo e talvez até um acordo assim escrito no no num guardanapo. Se batesse uma chuva sumia. E por que que eles falam isso? por conta da da da mudança tão radical que ocorre com Roboão. Ou seja, as tribos do norte são são taxativas que temos nós com a família de Davi. Essa é a fala. Então, demonstra que não há ali uma um sentimento de pertencimento pertencimento real ao ao a um povo, né? Parece realmente que são reinos, mas ele sobrevive de acordo com o próprio texto de Juízes. Vai ter um estratagema lá para os homens de de Benjamim, porque todos juraram que não dariam as suas filhas em casamento. E o juramento é uma coisa muito séria nesse momento. Jefté, eh, ele mata a sua filha por um juramento. Ele faz um juramento impensado, sem conhecer a doutrina do Deus que ele tava servindo. E ele diz que o primeiro que saísse da sua casa ao seu encontro, se ele voltasse vitorioso, seria do Senhor. Ele oferecia em sacrifício ao Senhor e quem sai a sua filha. E aí Jefté vai lá e mata a sua filha pelo texto bíblico. Não há nenhuma indicação de que ele não tenha feito isso. E aí o que que acontece? O povo que lutou contra Benjamim fala: "Nós não daremos nenhuma das nossas filhas em casamento aos homens de Benjamim e aí Benjamim vai morrer". Justamente isso aqui vai acabar. Só que eles fazem uma estratégia, falam assim: "Olha, vai ter um festival, as nossas filhas vão estar dançando, se vocês pegarem, levarem, é de vocês. Nós não vamos dar, mas se vocês levarem, é de vocês." E aí os homens de Benjamim vão lá e sequestram as mulheres que vão se tornar depois as mulheres de Benjamim. OK? Ah, pergunta: Não se se conta o rei de Samaria, o último rei do sul, rei Oséias? Não é do norte, né? Samaria é norte e eles, ele o último rei do norte é 722. E aí no reino do sul, que vai ser eh o último rei do sul, que eu vou pegar aqui para não errar, não é? Ô, peguei o livro errado. O último rei do sul, eu falei que tinha sido Zedequias, né? É o rei Joaquim, rei de Judá. Certo. Na verdade, eu estava certo. Desculpa. Zedequias é o rei que é preso em Jerusalém. Joaquim já é já já é rei no cativeiro, certo? Zedequias é o rei que é preso e os olhos são furados. Exatamente isso aqui. Tá? Então não não é que não se conta. É, eu não sei de exatamente em que momento da minha fala você perguntou isso aqui, mas o último rei considerado é o rei de Israel, o rei de Judá, perdão. OK. Ah, só contabilizando o reino do norte, o reino de Judá, pois o futuro re de Judá, quem era interessante de Jesus, certo? Na verdade, não, não tem nada a ver com genealogia de Jesus. Isso aqui, eh, a sua pergunta é muito boa, mas assim, a ideia da genealogia de Jesus vem pela tribo de Judá, não importa onde eles estivessem, certo? eh, e era da genealogia davídica. Então, no caso, ele permanece como reino do sul, como reino de Judá e Judeia, né, e Rud, né, porque no reino do norte já havia essa divisão feita pelos assírios. Então, quando o Sírio libera, ele não muda o nome do reino do norte que vem com Samaria. Por isso que são chamados de samaritanos depois na época de Jesus, porque eles nascem da região de Samaria, certo? Muito boa. Há registro arqueológico da peregrinação do deserto, ó. Zerinho, zerinho. Essa é a grande crítica sobre o texto da peregrinação. E aí eu tenho uma motivo muito claro para explicar para vocês. Claro que todo mundo aqui, ou a maioria, não posso generalizar, já deve ter andado na areia do mar. Quando você anda na areia do mar, de um dia pro outro, pode ser que a sua marca continue lá, mas de um ano pro outro, dificilmente ela vai continuar lá onde você andou, na areia do mar, certo? Que que eu quero dizer com isso? Dificilmente vai se preservar alguma coisa no deserto, porque é muita areia que se movimenta, vento trazendo terra para cá, terra para lá, o próprio choque da dos ventos com as rochas, né, levando poeira e tudo mais, descascando rocha. Então, até se tivesse alguma marcação, alguma coisa, poderia ter se apagado. Nós estamos falando de hoje, no caso, nós estamos falando de quase 4.000 anos, né? 3.200, 3.300 anos de de distância, né? Se nós formos colocar aí a data mais próxima. Então, dificilmente vai se encontrar alguma coisa, a não ser em cidades construídas, mas é, o povo de Israel não construiu cidades no deserto. Ele só construiu cidades quando eles conquistaram a terra, certo? Ah, muito boa pergunta também aqui, ó. Nem nos papiros faraônicos nada. Não há nenhum registro moisaico lá. Por quê? Porque Moisés era chato e ninguém gostava dele. Porque Moisés saiu e nunca mais mandou carta paraa sua mãe postiça. Que que aconteceu? A grande questão aqui é a seguinte. Muito provavelmente Moisés era contado entre o secto, entre o grupo real, mas era um grupo de segunda classe. Ele era um cidadão de segunda classe dentro dessa categoria, porque o faraó era divino e somente quem tinha sangue faraônico poderia ser faraó. Entenderam bem? Então o que que acontece? Vai haver, obviamente algumas quebras dessa linhagem, porque vai haver usurpação de trono, entendeu? vai ter um rei ou outro ali, tio que matou sobrinho, sobrinho que matou tio, coisa assim para tomar o trono. Isso acontece na história dos faraós. Mas normalmente, pelo fato do faraó ter sangue divino, só o seu filho pode assumir, que é o o grave, a a grande pancada que o faraó vai tomar na 10ma praga. Ou seja, o Deus desse povo aí matou o meu sucessor. Então, ó, eu não quero mais me meter com esse Deus. Pode mandar esse povo ir embora. Então, não tem nenhum registro lá, tá? Perfeitamente. A inteligência de Salomão, com certeza é menos eficaz do que qualquer coração quebrantado. Não precisa ser só o de Davi, não. O meu e o seu também. Não adianta nada você ter conhecimento se o seu coração não estiver realmente voltado para cumprir o o chamado aquilo que Deus tem para você. Então, com certeza, o a inteligência dele não adiantou nada no final da vida dele. Ã, o próprio Manassés queimou seu próprio filho vivo. Acontece, gente, acontece. Eh, e o sacerdote Melquizedec, minha querida Carla, eu não sei porque você está perguntando isso. Ah, eu acho que eu sei. Foi quando eu falei da dinastia de de Coate, né? Então, tudo, tudo o que está envolvido com o culto levítico se encerra em Cristo. O culto, tudo que está envolvido com o cúico, culto levítico se encerra em Jesus. Jesus é o sacrifício perfeito. Hebreus vai nos falar sobre isso várias e várias vezes, tá bom? Por isso que ele é da ordem de Melquizedec. Ele não é da ordem de Levi, da ordem de Arão, no caso lá, que é que o texto citado, né? E por que Arão? Porque Arão é o primeiro sumo sacerdote. É Arão que é ungido como sumo sacerdote. Ele é o primeiro e depois toda a linhagem vem a partir dele. Então Levi não é citado como sumo sacerdote, mas ele é da linhagem levítica. Então assim, o sacerdote Melquizedec nem dinastia, nem genealogia tem. O texto lá não fala nem de quem eram os seus pais, qual era a sua família, só fala que ele era sacerdote do Deus Altíssimo. Então Jesus vem dessa linhagem, tá? Mas só pra gente entender que realmente tudo que tá envolvido templo e culto se encerra em Jesus. Os sacrifícios, tudo aquilo, tudo que acontecia lá era justamente porque as pessoas precisavam estar, vamos dizer assim, alinhadas com Deus. E a partir de Cristo, isso é direto, não precisa mais de de intermediários, né? Ah, conversa tá boa aqui. E toda ação de Deus redent. Lindo demais isso aqui. Pergunta do milhão. Vamos ver. Por que o povo pediu um rei, já que tinha o próprio Deus no comando do povo. Seria uma apostasia do povo na época dos juízes que ficaram ao deusará? Eu não sei se eu já expliquei naquela questão dos paradigmas, mas basicamente é isso. O povo copia os povos que estão em volta. Claro, faraó é um rei, os ititas tinham um rei, os ititas que estão ao norte. Ah, o povo de Damasco, povo da região da Síria, tem rei. Nós não temos rei. Canaã não tem rei. Então, como e aí aqui tem uma questão histórica muito muito importante, tá, pessoal? Como que Israel, diante de tão de potências tão grandes, Israel é um povo pequeno. Nós estamos falando aí de uma população de no máximo, no máximo nessa época aí 1 milhão de pessoas. Não mais do que isso. Faraó, o Egito tem muito mais gente, exércitos muito mais poderosos. A Assíria vai chegar e vai fazer o que quer, faz de gato de sapato o reino do norte. Vai chegando, vai conquistando tudo, tipo, ah, é meu, é meu, é meu, é meu e acabou, sabe? Então, por que que Israel conseguiu prosperar tanto nesse período da história? justamente porque esses reinos estavam em crise. O reino faraônico estava em crise, os editas sucumbem para os assírios. Na verdade, existe uma história de que os povos do há uma migração dos povos europeus indoeuropeus para a região da península da Natória, porque há uma seca muito grande na Europa durante algum período muito longo e aí a produção alimentícia cai. Então o povo começa a migrar, começa a pressionar os ititas para si para dentro dos assírios e os assírios não querem ser dominados e acabam eliminando o império etita. Isso ocorre por volta do ano 1000 antes de Cristo, 1100 antes de Cristo. Olha, aquela aquele século ali. E aí, nesse momento é que Davi tá surgindo. Davi surge justamente nesse momento. Os povos externos ao redor de Israel estão fraquejando e Davi começa a surgir com o seu império, com o seu reino. Vamos dizer assim, que não é um império, é um reino. E aí ele unifica a nação e conquista todos os territórios que lhe foram prometidos, chegando até quase a Damasco. E aí Salomão vai vir, vai conseguir fazer várias alianças com uma sabedoria dada por Deus e aí todo mundo vai olhar para eles. Então Israel consegue prosperar por conta disso. Aí a pergunta é: por que que o povo pediu um rei? Por conta do pandemônio que foi juízes. Juízes era uma loucura. Tanto que o nosso grande líder GFT mata a própria filha. Eu gosto de citar ele porque ele, é claro, para mim é o caso extremo, mas tem vários outros casos, gente. Levítico 19. Levítico 19. Levítico 18. Dei um branco agora aqui geral. Levítico 18. Eu gosto de dar muito essa aula aqui que eu gosto de desenhar no quadro, mas eu não vou fazer isso agora. Lá fala para você não deitar. Não deite-se. Ou seja, não tenha relação sexual. É isso que tá dizendo lá. Com quem? Aí vem uma lista. Com seu vizinho, com a sua tia, com a mulher do seu filho, blá blá blá blá blá blá. fala para não deitar com ninguém que não seja a sua esposa. Falando pros homens, obviamente, né? E aí passa essa lista inteira. Aí chega, vem, ó, versículo, o não começa no seis. Ninguém pode se apresentar, se se aproximar de uma parenta próxima para se envolver sexualmente com ela. Eu sou o Senhor. Começa aí, verso 6 até o verso ã 20. 6 a 20. Tudo tá dizendo não deite. No verso 20, inclusive termina, não deite com a mulher do seu próximo contaminando-se com ela. Tipo assim, não é seu irmão, é simplesmente seu vizinho. Não adultere. É isso que tá falando esse versículo, verso 20. Você pode ter mais de uma esposa aqui nessa história, nessa época, tá? Só pra gente deixar isso claro. E aí vem o verso 21 dizendo o seguinte, ó, do verso 6 ao verso 20, não deite-se. Tem várias relações sexuais faladas ali. Verso 21, não entregue os seus filhos para serem sacrificados a Moloque. Por que que isso tá aqui? Ah, não, porque é uma quebra e agora vai vir uma nova lista. A lista primeira era proibida, a segunda não é proibida. que eu já vi essa tese por conta do pessoal aí que quer defender algumas práticas sexuais que também não são permitidas, porque aí vai ter o quê? No 21, 22, perdão, não deite homem com homem, como que se deita com a mulher, não tem relações sexax animal, mulher nenhuma se porar diante de um animal, não se contamine com outras coisas e aí vai em diante, né? Então quando tem essa quebra no meio, qual é a quebra aqui, pessoal? As duas, as relações que vem do 6 até o 20, qual é o resultado? possível, não necessariamente real. Mas qual é o resultado possível dessas relações sexuais? É proliferação. É um, é gerar uma vida, porque é um homem e uma mulher. As duas posteriores é homem com homem, mulher com animal. Isso não gera vida. Isso não tem uma vida sendo gerada. Então, por isso que ela está separada. Então, quando termina a lista de de ações que geram vida, verso 21, vem o o o Moisés aqui e escreve com todas as letras letras garrafais. Não entregue essa vida que vocês geraram de forma imprópria do pecado que vocês cometeram, pegando aí a mulher do próximo, dormindo com a mulher do seu filho, lá lá lá. Não peguem essa criança e cometam o segundo pecado, que é matar ela a Moloque. Não façam isso. Isso é abominável. Não profanem o nome do Senhor, o seu Deus. E é isso que tá escrito aqui. Então, o que que acontece? Essa era a realidade de Israel. Israel tava nessa bagunça. E aí o povo fala assim: "Não quero que continue com esses orelha seca que não fazem nada, esses líderes que deveriam nos aproximar de Deus, mas nos aproximam de nada. Queremos um rei." Então, parece que é até teológico. E não digo que não seja, mas também existe uma coisa assim. Nós não queremos que fique essa desorganização que tá aqui. Nós somos dominados toda hora. O livro de juízo vai falar isso. Toda hora vem um cara de fora e domina a gente. Nós queremos uma organização aqui para não deixar as pessoas virem e tomarem o nosso lugar. É isso. Então é por isso que eles pedem um rei. E aí é óbvio que Deus vai deixar claro. Olha o que que vai acontecer com o rei. Ele vai pedir impostos muito altos. Ele vai pegar os seus filhos como membros do seu exército. Vai pegar suas filhas como servas no seu palácio e vai falar tudo isso. Onde que vai acontecer isso? em Salomão e em Roboão. Isso vai acontecer claramente. Em Roboão é o exagero do do suprassumo. Tanto que o povo se rebela e fala: "Não queremos mais roboão como nosso rei. Vamos escolher um outro rei pra gente. Escolhem Jeroboão e fazem o reino do norte". Certo? Ai muito obrigado. Sua aula é muito especial didática. Deus abençoe. Daí botaram aqui Thiago 127. A a Fernanda colocou aqui. Eu não sei o que que você tava querendo dizer, mas eu acredito. Deus perdoa por ignorância. Sim, eu quero dizer isso tá escrito até em em em primeira em Romanos, né? No passado, Deus não utilizou o o Deus Deus não levou em conta o período da sua ignorância. É isso que eu quis dizer, né? Não é que eh a pessoa que era idólatra, é porque assim, quando a gente fala de ignorância, pode ser, por exemplo, uma criança que foi criada no meio idólatra, não é? E aí ela não teve essa revelação com Deus. E aí tudo que ela passa a fazer após a revelação é problemático, mas até a revelação não. Então é isso que eu quis dizer, certo? Não pode conversar, viu? Aqui não tem problema não. A gente se vira aqui para achar as perguntas. pergunta: "Nesse período, ah, desculpa, nesse período, a paz para os judeus era nome de ausência de guerra?" Com certeza. Com certeza. Eles já tinham muita briga interna, né? Mas assim, quando se fala em paz, eh, fala que não havia ataques externos. É causa de Davi, por exemplo. Eh, segunda Samuel, eu falei segunda Samuel 6, na verdade é Segunda Samuel 7, tá, pessoal? Agora que me deu um um um brilho nos olhares aqui, ó. O início fala assim: "Ó, o rei Davi já morava no seu palácio e o Senhor lhe dera descanso de todos os seus inimigos ao redor. Isso significa que tá em paz, tá? Ou seja, não tem nenhum inimigo externo atacando. E aí eles estão tranquilos, tá? Só pra gente alinhar isso aqui. O Evânio pergunta: "Como a gente correlaciona temporalmente a história hebraica e a história da China, por exemplo, que datas próximas?" Entendo que Gênesis registrou apenas o que interessava naquele momento. Gênesis não registra história, tá pessoal? A gente falou isso na, eu falei na verdade na do Pentateuco, né? Eh, a intenção do texto de Gênesis de 1 a 11 não é um registro histórico de caso de 12 em diante, sim, mas não temos uma temporalidade muito definida ali. O grande problema da China, meu caro Evânia, é que os caras vão longe demais. A China tem dinastia de 3.000 anes de. Crist, certo? Tem registros lá, escritos de 3.000 anes de. Crist. A escrita foi inventada no ano 5000 anes de. Crist, na região ali da, pelo menos é o que se sabe, né? Na região ali da Mesopotâmia, pelos acadianos sumérios, não é? Antes deles. Alguém inventou esse bendito dessa escrita. Quando se inventa a escrita, começa o registro da história. E os e os registros chineses são muito anteriores aos registros bíblicos. Só pra gente deixar isso claro, tá bom? Eh, agora assim, você saber quando a gente vai falar de Bíblia, a China já tem pelo menos 2000 anos de dinastias, mais ou menos 1.000 anos pelo menos pó de 2000, acho que eu exagerei um pouquinho, mas 1000 a 1500 anos de dinastia já tem na China, que é uma outra coisa muito interessante. Eu dou essa aula, inclusive, tá, pessoal? Se vocês quiserem se inscrever num outro curso aí, depois a gente pode negociar. Ah, quando Abraão, quando é mencionado que Abraão vai ao Egito com a sua esposa Sara, que ele diz que é sua irmã, naquela época no Egito já existem registros arqueológicos. Como assim, professor? Você quer dizer que a gente encontrou hoje? Não. Na época em que Abraão está visitando o Egito, está indo ao Egito, ah, já havia arqueólogos estudando as pirâmides de 1000 anos antes. A primeira dinastia egípcia é de 4.000 a de. Crist. Abraão, colocamos ele entre 2100 a 100 antes de Cristo, talvez até 2300 antes de Cristo. Um pouco mais para trás. Quando Abraão vai lá, já tinha gente estudando coisa de 1000 anos antes. Olha o tempo que nós estamos falando. Olha o lapso temporal que nós estamos falando. O Brasil tem 500 anos. Eu tenho 42. 41. Vou fazer 42. Sou um jovem neófito. Entenderam? Então essa é a quando a gente fala desses tempos, o negócio estende muito, muito, muito. Tá bom? Ah, a história da redenção faz mais sentido para nós que sabemos que Jesus veio a este mundo e voltou para o céu e esperamos por ele. Por ele se sim, por essa sua pergunta, um livrinho para você ler, Fator Melquizedec do Dom Richardson. É uma pergunta excelente e na minha interpretação, o que nós entendemos é que a a o conhecimento da revelação de Jesus Cristo transforma a nossa vida atual. Mas pelo que é descrito no fatorizedec, aquilo que Paulo vai falar em Atos capítulo 17 e também aquilo que tá em Romanos capítulo 1, eu tenho a eu tendo a compreender que há uma revelação geral na história que inclusive é citada em Romanos 1. Aquilo que de Deus pode conhecer, o seu poder e a sua divindade estão expressos na criação de forma que nenhum homem se torne desculpável. Aí os calvinistas vão ter uma interpretação um pouco mais, ah, isso significa que todos ali foram condenados naquela revelação. Eu não acho que seja isso, justamente pelo que o fator Mecosedec vai relatar. Eh, eu deixo para vocês lerem, tá? Mas assim, a grande questão é que quando você conhece Cristo, a sua atitude nessa vida, nesse nesse ambiente que você vive, ela é transformada justamente porque você agora tem a informação privilegiada, a informação privilegiada de que esse Deus te ama de tal forma que entregou o seu próprio filho para morrer no seu lugar, né? Algumas revelações chegaram, alguns povos chegaram à revelação de que tende a haver um Deus criador que é perfeito, porque a criação ela é muito perfeita. Quem torna a criação imperfeita é o ser humano. E eles chegaram isso sem o conhecimento de Cristo. Existem vários relatos de vários povos na história, que é o que o livro Fatômico Zedec vai falar, tá? Então, é essa que é a minha postura com relação a isso. Chequiná, acho que tá. Perguntaram aqui, sabe dizer se a palavra chequiná é bíblica? Está no Tanar. A gente pesquisa agora. Aliás, não, desculpa que eu tô errado. Eh, fala da glória do Senhor em Êxodo 40, né? 40, 34 e 35. Rapidinho, pessoal. Êxodo 40 versos 34 e 35. Deixa eu abrir no hebraico aqui, ver o que que tá falando. Ah, então a nuvem, cadê você? Codec Leningrado. Achei. Ah, 34. Calma aí que eu tô procurando, pessoal. Vai dar certo, vai dar certo, vai dar certo. Ó, aqui no léxico que eu tenho acesso, a palavra é reanã. Rean significa a nuvem do Orel, que é o tabernáculo Orel Moed, né, que é o tabernáculo do encontro. E aí fala do cavodo que é a glória, né? O cavodo que vem de eh a palavra chequiná realmente se é é o ela é uma palavra do uma palavra do Talmud, ela não é uma palavra do texto bíblico, não, tá? Só para deixar claro aqui. Ai ai ai ai ai. Gente, assistam várias vezes. Ó, essa aqui, Judite, muito boa sua pergunta. O texto não deixa nenhum mínimo registro de que ele não tenha feito aquilo. E ali é uma questão cultural também. Isso é importante. A gente já passou 10 minutos da nossa aula. Eu peço perdão, meus queridos irmãos, mas é muito importante porque culturalmente quando você dá sua palavra, você não dá sua palavra sozinho no seu quarto com a porta fechada. Quando ele faz aquele voto, ele faz o voto diante de todos os líderes do seu povo. Ele tá diante daquele povo que pediu que ele fosse o líder. E Jefté chega lá e diz: "É esse o voto que eu faço diante do Senhor". E ele faz em Mispá, que é um lugar de culto naquele momento da história. Então, quando acontece aquilo lá, ele não tem como voltar atrás, a não ser que ele, na minha opinião, ele poderia voltar atrás, se tornaria um paro social, mas não mataria a filha. Eu que tive uma filha agora há 5 ou se anos, faria isso com todo o prazer do mundo. Se eu tivesse prometido matar alguém, saí minha filha, falei: "Não vou matar não, pode me jogar lá na sargent, me matem, mas eu não vou matar minha filha". Mas o texto não deixa nenhuma menção de que ele não tenha feito aquilo, certo? Essa que é a história pesarosa. E aí que é o bonito, vamos dizer assim, não é o é o bonito, mas é o impressionante do texto bíblico. O texto bíblico não vai negar as falhas morais dos seus heróis, nem de Davi, nem de Moisés, que quando chega para lá levar o povo já tinha um assassinato nas costas, não é? Abraão com as suas mentiras. Então assim, nenhuma falha moral. Jacó, né, vou nem falar de Jacó, que Jacó o pessoal já sabe que é mesmo. Então, enfim, a gente tem essa essa relação com o texto bíblico e por isso que é um texto que está aí há mais de 2300 anos rodando vários lugares. Há 2300 anos exagerei, né? Porque o texto mais antigo que a gente tem é de 200 anticristo. É, 2300 anos. Vamos deixar assim. Ah. Ahã. Deus permitiu várias esposas ou foi escolha do ser humano? Permitiu. Não era escolha de Deus. Senão Deus tinha feito Adão e Evas, né? O modelo básico é Adão e Eva, tá? E aí o que que acontece? Você tem uma situação em que a por conta do pecado, né, obviamente a a vida se torna muito complicada. não é? A vida se torna extremamente difícil, complicada e aí você precisa perseverar ou ou trazer ali, como é que a gente diz? Eh, não é perseverar, é você precisa fazer com que a dinastia dure, perdurar, perdurar. E aí a melhor forma de fazer isso é com procriação. Isso é uma questão que Deus permite e se torna o modelo daquela região e daquela época. Então, ou seja, você ter prolis com grande número é importante. Alguns estudiosos, inclusive, vão apontar isso sobre Abraão, porque como que Abraão chega a 318 guerreiros valentes na sua casa, sabe? Eh, podem ser pessoas que se ajuntaram a ele na sua na sua caminhada ou alguns inclusive suspeitam de que Abraão tinha mais de uma esposa. Eh, e aí talvez não fosse o esposo, esposo especificamente, porque o caso de Tam de de Agar é muito explícito, né? A mulher vai lá e pega, pega minha serva Agara aqui, tenho um filho com ela, porque vai ser nossa descendência. E então assim, existem essas discussões só para vocês entenderem, tá bom? Mas não é uma não era o modelo de Deus. Aliás, o modelo divino é o modelo de homens com uma mulher só, né? Isso vai acontecer com José, isso vai acontecer com eh o próprio Josué, isso vai acontecer com Moisés. Então, você tem essa esse modelo aí sendo tratado como modelo ideal. Davi vai pagar depois pelo que ele fez, né? A pesquisa sobre a possibilidade dos israelitas terem peregrinado na Arábia Saudita após a libertação do Egito. Perfeitamente. Você tá falando de de Paulo, né? Muito boa sua pergunta, Osmar. A grande discussão hoje, inclusive nós estamos planejando visitar a Arábia Saudita, que abriu finalmente, depois de décadas, quase um século, abriu suas portas para turismo. Turismo. Antes só possuía turismo religioso ou business. Você só podia entrar em em em na Arábia se você fosse fazer turismo religioso, seja muçulmano em Meca, Medina e nesses outras cidades sagradas. ou se você fosse fazer algum negócio lá, você não podia entrar lá para conhecer o país. Há pouco tempo eles abriram e a gente vai tentar ir lá em janeiro, eh, para justamente ver essa região que é a região norte, noroeste da Arábia Saudita, muito próximo à Jordânia, que é considerada a região de Midian. E aí, se Moisés estava pastoreando os as ovelhas de Getro em Midiã, e aí em Midiã ele leva essas ovelhas pro outro lado da região de Midian, esse outro lado já foi considerado a península do Sinai atual ou eh a região norte ali. Então são são ess existe essa pesquisa sim, não há nada conclusivo ainda, tá? Até porque a arqueologia ali é muito complicado ainda, tá? de Israel tava fazendo negociações de paz com a Arábia. A Arábia Saudita não tem uma tradição arqueológica assim tão grande. A Turquia muito mais do que a Arábia Saudita, vamos deixar assim, tá? Os turcos que são muçulmanos também tem uma tradição arqueológica agora já alguns algumas décadas estão tão evoluindo bastante. Ah, obrigado. Obrigado. Ovelhaudaidade. Vixe, foi mal, gente. Ai, pois é, meus queridos, eu acho que acabou aqui. Gostei das conversas, tá muito divertido. Acabamos a nossa aula com alguns minutos de atraso, alguns muitos minutos de atraso. Peço perdão, mas eh foi um prazer muito muito grande. Eh conhece um historiador que foi, vou pegar a última pergunta aqui, ó, que fala sobre a Arábia, que esse deserto eram os rios que cercavam o jardim do Éden. Bom, aí temos um problema, porque ele fala do tigre e do Eufrates, que nasce nos Montes Rurais, que é no leste da Turquia. Então assim, seria um eh seria um problema para colocar esses rios outros na Arábia, né, que tá bem longe. Eh, alguns pessoas já falaram que eles eram rios que corriam para o norte, porque os como o Tigres Eufrates corre para o Sul ou Sudeste, no caso, eh, lá eles correriam para o outro lado, mas também ninguém sabe. Já tentaram procurar lá. Agora tá um quebra-apa danado lá entre os curdos, os turcos, os georgianos. Ninguém consegue me encostar naquela região ali. Tá bom, meu pessoal? Muito obrigado. Se você ainda não tá inscrito no nosso canal, caiu de para-quedas aqui, se inscreve no nosso canal, ativa o sininho, dá um joinha no vídeo também que ajuda bastante. E não se esqueçam, nós temos a nossa plataforma, que é a plataforma ensino.com.br, onde lá já tem o primeiro módulo do Macarios completo. Nós estamos agora no segundo módulo e você pode voltar e assistir depois pode fazer o Macarios 2 agora, o módulo dois, sem nenhum problema, tá bom? Porque o módulo agora é focado mais em Bíblia, o primeiro é focado mais em teologia sistemática. Dá para você fazer depois você complementar, tá OK? E também seja nosso parceiro aí divulgando, compartilhando esse conteúdo para todo mundo. Foi um prazer enorme estar com vocês. Vocês fazem perguntas muito boas, continuem assim. Vamos ter lá na plataforma, por exemplo, um questionáozinho depois pra gente falar sobre essa aula e também uma literatura aí de apoio pra gente aprender sobre esse conteúdo, tá bom? Deus os abençoe e até a nossa próxima aula, o nosso próximo encontro aqui. Um forte a B r a o para vocês. Um abraço.