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A fé vem pelo ouvir

O Fruto de Espírito – BTCast 632

O Fruto de Espírito – BTCast 632

O Fruto de Espírito – BTCast 632

Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Rodrigo Bibo, Luiz Henrique, Cacau Marques e Erlan Tostes se reúnem para conversar sobre o fruto do Espírito. A partir de Gálatas 5, a conversa passeia pelo sentido bíblico do “fruto” no singular, pela obra do Espírito na formação do caráter cristão e pela diferença entre dons que impressionam e virtudes que amadurecem. O que significa falar de amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio como partes de uma mesma realidade? Por que o fruto do Espírito não é performance espiritual, mas vida transformada no tempo certo? E como essa “mexerica” nos ajuda a pensar a espiritualidade cristã de forma mais orgânica, encarnada e honesta? Essas e outras perguntas aparecem neste BTCast — com teologia bíblica, bom humor e cheiro de fruta fresca.

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– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
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– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9

Legendas automáticas:

que nenhum desses aspectos ele pode ser
cumprido o seu próximo. Nenhum deles. Se
eu não tenho a outra pessoa, eu não
consigo cumprir nenhum desses aspectos.
Eu não consigo cumprir o amor porque não
tem como eu amar se não tiver a pessoa
para ser amada. Eu não consigo cumprir a
a alegria. Eu já falei isso no BTC ao
vivo lá em Montemore.
>> Eu não consigo cumprir a alegria porque
a palavra de Deus manda eu rir com os
que rim, eu me alegrar com quem se
alegra. Eu não consigo cumprir a
longanimidade porque eu tenho que ter
paciência com o outro, né? Exato.
>> Tem que tentar direirar-se com outro.
Então eu preciso da comunidade. O fala
que é esse argumento que ele usa quando
as pessoas falam: "Eu posso ser cristão
distante da igreja?" Ele fala: "Onde
você vai viver essas relações?" E é
lógico, tem relações terríveis que a
gente vive na igreja também, certo? Tem
muitos problemas, mas aquele negócio das
as feridas da comunidade se cura em
comunidade e tal, essas coisas todas,
né? Mas e o e o Cris fala também, onde
eu vou eh como eu vou levantar a
bandeira do cristianismo?
>> Uhum. Se não pertencendo a uma
comunidade.
>> Começa agora o BTC.
Teologia é nosso esporte.
>> Muito bem, muito bem, muito bem. Começa
mais um BTC de número
>> 632.
>> Eu sou o Rodrigo Bibi. Estou alegre.
Porque estás alegre? Estou alegre.
Canta-me porque
>> só eu não sei essa
>> três palavrinhas. Já aprendi três
palavrinhas.
Pode contar mim.
>> Exato. É sobre isso.
>> É nós.
>> Eu sou o Cacau Marques e o fruto do
espírito pede uma comunidade do
espírito.
>> Caramba, muito bom.
>> Eu sou Erlando Torches e o fruto do
espírito é doce e saudável.
>> Hum.
Será, mano? É, né? No fundo é,
>> é sim, tem que ser.
>> É, tem que ser, né? É, né? É que é
difícil.
>> Eu sou o Luís Henrique e o fruto do
espírito é uma mxirica. Pronto.
>> Nossa, é um cacho de uva, né, mano? Não
vai mudar. Os seus sinais chegam longe.
Mxirique, sabe? Com pé de mxirque, você
sente o cheiro longe, né? Não, não. Eu
eu tenho a teoria de que é uma romã.
>> É uma romã porque o fruto do espírito é
um só que é o amor, que é a romã. E
dentro quando você abre tá cheio de
alegria, paz, longabilidade, benidade.
Espírito coco. Tom,
>> tomar e comer. Esse é o da Eva.
>> Esse é da Eva. Essa é o fruto proibido é
o coco ou abacaxi, né? É o coco ou
abacaxi. Abacaxi acho que era muito
difícil,
>> difícil tomar na época, né? Mas enfim,
mas o coco com certeza cabe aqui.
>> O fruto espírito pode ser o abacate,
pode ser doce e salgado.
>> Exato.
>> Nossa, verdade.
>> É, mas qual que é o fruto? A uva, gente.
Não vamos mexer na uva.
É, geralmente todo o livro que fala de
fruto do espírito, t é a igreja. Então,
nesse tou é espírito sobre o pão, sobre
o corpo.
>> Meu Deus, esse podcast chega até você
graças aos mantenedores e mantenedoras,
pessoas reais que nos ajudam aqui
mensalmente. E a partir de R$ 25 você
pode ser um mantenedor, uma mantenedora,
tem uma comunidade no WhatsApp vibrante.
>> Exatamente.
>> Clube de leitura.
>> E o que você tem direito, Bibo? Podcasts
exclusivos.
>> Tem direito. Uma vez por mês. Tem o
Cantina Teológica. grupo do WhatsApp,
clube de leitura e fica sabendo de
algumas coisas com antecedência,
entendeu? Bastidores e tá eu, o Luiz lá,
que a Cal não tá num vez em quando
pintam um ebook.
>> De vez em quando pintam o ebook,
exatamente. Sorteio de livros, sorteio
de livros 15
e tem o clube do livro. Tem o clube do
livro agora. Então, galera, a partir de
R$ 25 mensais, você pode ser mantenedor.
Outra coisa também, comprando na Amazon
pelo nosso link, bibotal.com/amazon.
Tudo que você comprar de PlayStation a
uma vassoura, a gente ganha uma
pequeninha comissão e de pouquinho em
pouquinho a gente paga esse estúdio
legal que você tá vendo aqui. A gente
gravou. Abre, abre a câmera, Andrezão.
Olha aqui. Olha aqui. Coisa bonita.
Entendeu? Aqui, ó. Aí nós nessa mesa
legal. Um Sabe o que é legal você vir no
estúdio? É que o cara tem um cara aqui,
ó, mexendo, cuidando, centralizando,
entendeu? O Andrezão.
Andrezão. Andrezão. É o Andrezão.
>> Inclusive, olha pelo André. Olha, eu
quero que vocês olh pelo André, tá?
André do estúdio voz. Olha aí, olha,
olhe pelo André. Então é isso, é
sensacional. E graças a vocês
mantenedores, né? Vocês mantenedoras,
vocês que compram na Amazon pelo nosso
link e é claro também alunos da EBT, da
Escola Bibotal de Teologia. Muito
obrigado a todo mundo que é nosso aluno,
que é nossa aluna. Vamos lá galera, o
tema hoje é fruto do espírito. Gente que
compra o teologia para todos.
>> O gente que compra meus livros, é claro
que meus livros. Muito obrigadão.
>> Várias formas de você abençoar esse
ministério. Tem, né? Comprando os meus
livros é sensacional. Tá bom. Novo livro
agora. Como se tornar um cristão inútil,
tá aí, tá bom? Muito obrigado a todo
mundo que já comprou livro infantil
saindo em outubro, hein, galera. Quero
ajudar.
>> Igreja sob medida.
>> Livro infantil. Como se tornar uma
criança inútil? Não, brincadeira.
>> Olha,
você é um pouco no calma, calma, calma.
É que o quando o meu sorvete cai é uma
adaptação para o público infantil do
Deus que destrói sonhos. Com certeza eu
farei uma adaptação infantil do como se
tornar um cristão inútil. Talvez eu não
coloque esse título porque criança é um
pouco mais delicado e tal, mas com
certeza alguma coisa sentido.
>> Como se tornar uma criança
>> inútil? Comoar uma criança inútil.
>> A caramba criança
>> é asterisco. Nota de rodapé inútil. É
carta aos pais.
>> Galera, a alegria é uma parte do fruto
do espírito em nós. E eu tenho alegria
de anunciar para vocês coisa boa. Assim,
se a gente anuncia aqui é porque é coisa
boa. E você sabe do que eu vou falar,
né? Vou falar da Insider, por quê? São
camisetas que te dão muita versatilidade
no dia a dia. Você tá aqui com essa
roupa que eu tô aqui, eu consigo ir para
uma reunião, eu tô bem vestido para
andar na rua, daqui eu posso ir pra
academia. É essa versatilidade da
Insider que me encanta e eu já tô com
ela tem uns dois anos. Lembrando que eu
era cliente da Insider antes mesmo dela
patrocinar qualquer coisa aqui nesse
canal. Porque, cara, sério, eh, eu tô
gravando esse, eu tô fazendo essa p aqui
agora e você tá vendo esse podcast, eu
tô de vestido de Insider na gravação
deste podcast e eu não sabia que nesse
episódio eu iria fazer uma públ da
Insider. Isso quer dizer o quê? Que eu
só uso o mesmo Insider pela praticidade,
porque eu tenho camisetas que me deixam
bem vestidos para qualquer coisa, para
uma reunião de negócios, como também
paraa academia. Sério, é uma
versatilidade incrível. as calças da
Insider da mesma forma, entende? E todas
elas tm o quê? Tem tecnologia, elas têm
regulação térmica, elas tm o qu elas são
o quê? Antiodor, elas desamassam no
corpo, elas não desbotam. Gente, é uma
imensidão de vantagens você ter a sua
insider. Mas agora que tá voltando à
vida, voltando à rotina, então tem
roupas pra academia, para homens e
mulheres, gente, as cuecas e calcinhas
da Insider, né? os tops, os suams.
Galera, tecnologia antiodor, gente,
vocês tm noção como é bom ter essa
tecnologia pra roupa íntima? Por
exemplo, aquele suor na virilha que às
vezes dá aquele cheirinho, pode ser a
cueca mais confortável de algodão que
você tiver, vai dar um cheirinho,
entendeu? Por não tem a tecnologia
antiodor que tem nas peças da Insider.
Então, sério, aproveite para adquirir a
sua Insider. E olha só, se você nunca
comprou na Insider, sua oportunidade é
agora, porque o meu cupom Bibotalk vai
te dar 20% de desconto na sua primeira
compra, o primeiro cadastro, né? Se você
já comprou, às vezes a sua esposa não
comprou ainda, faz o cadastro lá no nome
dela, por CPF novo no site da Insider,
20% de desconto na sua compra. Já
comprou, tem 10%, tá bom? de desconto.
Mas olha só, você tá vendo esse episódio
no dia 14 de fevereiro, hoje, dia 14 de
fevereiro, se você tá vendo no dia 14,
porque se pessó ele saiu no dia 10, mas
você tá vendo no dia 14, dia 14 tem
frete grátis na Insider e alguns dias
pagou no Pix desconto que se somam com
outros descontos que estão rolando no
site da Insider. Fica de olho, lê
direitinho o que tá acontecendo no site
para você não perder nenhuma promoção. E
sério, tá aqui o QR code que você entra
no site da Insider com o meu cupom
Bibotalk, o meu cupom Bibotalk, o link
também tá aqui na descrição desse vídeo,
desse podcast no YouTube e também
bibotalk.com, tá bom? Sério, adquira sua
Insider e sempre que você adquirir a sua
Insider usando o cupom Bibotalk, você
ajuda esse canal aqui também, tá bom?
Garanta, sério, vale muito a pena. É, é,
é frouxo. Camiseta para mais de 5 anos,
calça para mais de 5 anos.
Sério? Vai por mim. Gente, olha só como
o tema hoje é fruto do espírito e é
claro queria aproveitar o cacau nessa
agenda aqui porque o cacau tem um
módulo, gente, maravilhoso sobre fruto
do espírito na escola Bibotal de
Teologia. Se você quiser, ó, mas p eu
amo cacau.
>> Foi a única vez que eu cumpri prazo. Eu
entreguei esse módulo no prazo. A única
vez na minha vida porque eu me lembro
muito bem, porque quando eu entreguei o
B falou: "Sério?"
>> Mas já, rapaz, mas já não. Mas ó, abre a
câmera aqui. Ô André, gente, é muito
legal. E se você quiser, ah, eu não
tenho dinheiro, eu queria tanto ver
essas aulas do Cacau, você compra a EBT
mensal e você assiste só as aulas do
Cacau. E se você quiser cancelar, você
cancela o seu dinheiro é devolvido.
>> Mas é na no módulo de pneumatologia que
tem aula com Guilherme Nunes e com B.
Tem como perder,
>> ex. É um módulo do Espírito Santo tem
aula comigo, Guilherme Nunes e Cacau.
Então, e tem uma participação do
Gutierrez. Sensacional. Então, que é o
próprio espírito. Não, cadê nosso é o
melhor amigo do Espírito Santo. Exato. É
o pentecostal. Aliás, você sabi mais
entende o espírito? Vocês sabiam que de
uma brincadeira no podcast vai nascer o
novo livro do Gutierre? Sim, só
>> não é o que eu falei.
>> Qual? Boa noite, Espírito Santo. Não.
Ah,
>> cara. Não, a gente não, a gente tava lá
na conferência Thomas Nelson Brasil
>> e aí a gente brincando, aí alguém fez
uma piada com aquele devocional famoso
lá e tal
>> e aí ele fez uma brincadeira e tal. Daí
nisso a não sei que aconteceu que entrou
nesse assunto do Benim e e o o Benim ele
é lançado, né? O Bom Dia Espírito Santo
é lançado por
>> todos os livros com temática matutina,
né? Bom dia Espírito Santo. Exato. Foi
nessa, foi nessa pegada. Isso foi
exatamente esse o gancho, Cacau. Foi
exatamente isso o gancho. E cara, e aí
eu fiz a piada, olha, precisamos, eu sei
que quem publica aqui, o Benim é a nossa
editora. Mas olha, Gutes, tu precisaria
escrever um boa noite Espírito Santo,
cara, uma refutação ao bom dia, Espírito
Santo. E não é que ele falou, cara, a
galera riu e o pessoal bia e nasceu o
boa noite Espírito Santo. Já muito bom.
Paulo que se juntar e lançar e os homens
falaram a língua de Deus. Alia
>> esse aí não. Esse aí tem que ter. Esse
aí tem que ter.
>> Haveria concordância. Se não tiver
também é o bibotal, né? Então
>> exato. Mas olha o Paulo 11 se de repente
línguas foi pentecostal.
>> Não sei se fala em línguas, mas ele foi
a gente
>> enfim, né? Enfim gente é isso. Então ó.
Paulo não vai embora mais cedo, cara.
Ac. É exato. E a sua camiseta branca ia
ficar muito legal nesse cenário, a
propósito, né? Mas enfim, gente. Então,
muito obrigado todo mundo que compra os
livros, os produtos, as coisas e é isso,
tá bom? Vamos lá, galera. Ó, o tema hoje
é fruto do espírito. Queria trazer pra
mesa o que que vem, qual o personagem eh
eh aí da arte, da cultura, que na
opinião de vocês eh testemunha, né,
mostra um fruto do espírito,
>> um aspecto do fruto do espírito.
>> Um aspecto do fruto do espírito.
>> Uma semente da Romã.
Mexirica.
dacá,
>> cara. Mxirica já tá com dois dois
pontos, hein?
>> Dois pontos
>> que é ter vários gomos e chegar longe o
seu odor. O
>> seu odor a mexirica.
>> Tanto que bergamota é um dos óleos
essenciais aíem vários perfumes mais
frescos. Ó do espírito. O óleo do
espírito. Um apoio da do terra. Essa
garotinha,
>> meu Deus.
>> Tá ok. Quem quem vai começar? Eu posso
começar?
>> Vai começar. Eu quero começar e eu vou
falar aqui sobre o aspecto da Oi.
>> Vai começar de novo.
>> Meu Deus, Jixa
>> o pessoal sem contex prova não, ele tem
contexto porque já foi um outro
episódio. Episódio passado, né? Ele
>> não tava, ele não tava.
>> Ele não tava. É episódio passado.
Procura lá.
>> Então vamos lá.
>> Vamos. Vá. É o negócio é fruto do
espírito, não da carne. Vai.
>> Exatamente. Então eu vou falar sobre
longaminidade.
Que significa o quê? Paciência, né?
Paciência. Vamos pegar a ára.
>> Vamos valorizar a nossa arinha.
>> Cara, o que que chama presiteriano,
cara? O
>> Paulo G já mandou embora. Bastante.
>> O Paulo já mandou embora.
>> Daqui a pouco eu tô indo embora também.
Mas é um personagem, uma personagem,
segundo a língua portuguesa, é que eu
gosto bastante.
>> Mano, tu tem o alvará todo. Vai,
continua,
>> vai, fala, fala. Não, não, não vai
continua. Uma personagem.
>> Tá, OK. Eh, é o Dr. Hu.
>> Quem? Doctor quem? Dr. Hul
Hul. E acho que tem a o 12º eh doutor,
porque são vários doutores, né, que
passam pelas suas encarnações, né, suas
ah que que vão mudando os autores e tudo
mais, né? Esse é o autor, esse é o o
qual o doutor esse é o inimigo da
Jéssica Jones, aquele cara é o Matthw. É
o Smith. É o Smith.
>> É, é. Ele é o inimigo da Jéssica Jones,
né? Faz o o cara lá, né?
>> É aquele cara lá. Isso não é
reencarnação, o contrato acaba e
contrata um novo
>> exatamente porque eu acho que é um
grande numa pessoa só.
>> É
>> num personagem só
>> e sem hospital. É sem hospital.
>> Mas tem doctor.
>> É, mas tem doutor.
>> Tem doutor. Tem doutor. Espáos, né? Meu
Deus.
>> Gente, é o seguinte, a gente acabou de
comer só assim. Tá com a barriga cheia.
Pizza de piada. Tá tudo fermentando
aqui. A gente comeu uma pizza e só teve
papo pesado. Não teve uma piada. É, não
teve uma piada.
>> Eu nunca vi sentar com esses caras e
ficar um clima tão pesado.
>> Mas eu dei risada da do risada. Não foi
risada que do teu pai,
>> ó que tem.
>> Vai logo.
>> Voltando aqui, voltando aqui, né? Eh,
tem um episódio específico da temporada
em que esse 12º eh doutor ele está
vivendo e ao qual ele tem que se
submeter a sentar em uma cadeira durante
4 bilhões de anos.
>> Caramba. 4 bilhões deos
universo, né? 4 bilhões. Então,
exatamente, porque ele ia resetar o
universo e voltar pro mesmo tempo para
poder salvar.
>> Spoiler.
>> É exato. Ah, mas aí gente, ninguém
assiste Dr. Ho, cara. Só que não tem
spoiler porque assim, ninguém vai ver
tudo.
>> Exatamente.
>> E segundo que assim, o que você acha,
ah, isso aqui é o final, não é o começo,
tipo assim, é tudo.
>> É, então assim, e aí ele espera 4
bilhões de anos
>> sentado em uma cadeira para poder
aparecer 5 minutos depois para nós no
tempo corrido, eh, para salvar a a sua
companheira, né? É muito bom, muito bom
mesmo. Então, foi paciente.
>> Foi paciente. 4 bilhões. 4 bilhões.
>> Como Jacó.
>> Exato.
>> OK. Só esperou 14.
>> Você não consegue ficar sentado aí muito
tempo, né? Já saiu tô com síndrome da
perna inquieta.
>> Vamos lá, Erlan, o seu personagem que
manifesta um o quê?
>> Um aspecto fruto.
>> Um aspecto do fruto.
Eu eu vou citar dois ao mesmo tempo.
>> Olha só.
>> É porque eu sou eu sou desse. Sim.
>> Olha lá. É um personagem é um personagem
bipolar. Vamos lá.
>> Ele não tem paciência.
>> É porque é uma, é um personagem que é
uma releitura de um personagem
antiquíssimo. Olha
>> no filme de 98.
Amor além da vida. Hum. Robin Williams.
Robin Williams.
Um médico que após o spoiler falecimento
da esposa, ele vai ao inferno buscá-la,
porque ele chega no céu, ela não tá lá,
cadê ela? Tá no inferno. Vou lá.
>> Caramba. E ele não vai por meio de obras
de arte assim, não é uma parada meio
viagem assim?
>> Uma parada meio viagem. Nossa, é muito
estranho esse filme.
>> E esse filme ele reconta o mito de
Orfeuits, que ele vai até o Ades e
resgata ela. Isso é sensacional. E para
mim isso é uma das maiores provas de
amor.
>> Legal. Olha que legal.
>> Qual que qual que é o aspecto mesmo do
amor? Ah, então tá bom.
>> Amor. Caramba, mano. Então aí, ó. Vale
até reencarnação para amar, hein?
>> No caso. É. Não, mas é o que Jesus fez.
Vinner falou que ele levou o inferno
sobre si.
>> Exato.
>> Caramba, sensacional, hein? Todo mundo
tá salvo. Eu
>> ainda não pensei isso.
>> É, não pensou. Vamos lá, então. O
personagem Não, claro que não, gente. Eu
não, eu não sou universalista, ainda que
gostaria que todo mundo fosse salvo, mas
sabemos que, infelizmente, você ainda
você que me julgou,
>> gente. É tudo brincadeira. Vamos lá. Eh,
meu personagem é o Forst Gump. Ó,
>> bondade, bondade, bondade. Ele é um cara
bom. Ele é um cara assim que e ele ele
até inocente demais em vários aspectos,
mas a bondade e e todo o amor que ele
tem pela Jane, acho que daria para botar
até a questão da Jane, né?
>> Exato. Jane 1, Jane 2, Jenny 3, Jenny 3,
Jenny a Jenny Ven
>> considera a Jenny Vilan do filme?
>> Nossa, que pergunta, mano. Ela, você
acha que ela é vilão, tem comportamentos
vilanescos?
>> Ela do início ao fim. Assim,
>> ela é uma vilão onde os passados dela
explicam o comportamento.
>> Ela é uma vítima, mano. Ela é uma
vítima. Ela é uma vítima, mano.
>> Ela é uma vítima,
>> mas ela tem oportunidades de também
defender ele. Ela briga com o namorado
panter
>> Exato. Ela acolhe, ele proporciona a
primeira noite dele em algum aspecto.
>> Cara, é isso? Pode ser vilado, no caso é
um
caso ele tá no Luimt incapaz ali.
>> Eu sei, mas é que não, eu digo assim, eu
sei que pareceu uma piada, mas é que ela
acolhe ele naquele dia de chuva e tal,
foi até nesse momento assim, ela acolhe
ele e tudo e tal. E ele é um cara muito
bom, entendeu? Tanto que ele ele
persevera no amor que ele tem por ela,
ele cuida dela no final, entendeu? Então
assim, ele é um cara muito bom, né? Ele
faz o bem Exato. Ele faz o bem na
guerra, entende? Ele é um cara muito
bom. Ele cumpre a promessa que ele faz
ao Buba, né? Assim, cuida da mãe e tal,
aquela coisa toda. É o Porsche, ele é
representação perfeita mesmo.
>> É, ele é um ele é um cara muito bondoso,
assim, ele é um cara muito bondoso. Acho
que ele representa bem esse aspecto. Ele
é um cara muito bondoso.
>> Forge gum.
>> Muito bom.
>> Tem o personagem daquela série que tem
tudo isso que vocês falaram aí, aquela
série The Chosen.
>> The Chosen.
>> Então
>> é Judas, né?
>> É o Judas. É.
>> É. Não sei, cara. Tô
>> que personagem. Vai lá. Dicade aqui,
cara.
>> Dificuldade. Caramba. Não, no outro
podcast o cacau tá cheio de ideia. Agora
esse aqui me deu uma Tu assisti um monte
de série da Apple TV? Não tem nenhum
personagem assim.
>> Eu não assisti um monte de série da
Apple TV. Assisti da Apple TV.
>> Não sei. É sério. Tu assisti um monte de
série. Vai lá, Cacau. Todo mundo
pensando ajudando o Caca agora. Você
abre a câmera aqui.
O Rafa só coloca um monte de poster de
tanto de série. É que ele fala, mas que
o Bibo, né? O Bibo que é.
>> É, eu sou mais Apple PV Lovers. É você
aí, ó. qual personagem da cultura, seja
de livro, seja de peça de teatro
musical, cinema,
>> sabe que o o
>> Jean Valjan?
>> Que que é esse Valjan? Verdade.
>> Miseráveis. Nunca assisti. Tu acredita?
Nunca nem li. É, qual é o nome do autor?
Víor Hugo, né? Nunca li. O
>> padre, né? Também.
>> Agora tem também o o meu personagem
preferido de Star Wars é o Yoda, né?
>> Sim.
>> Olha,
>> olha. E o e uma das únicas coisas que a
galera gosta
>> de dele assim.
>> Ah, é a correspondência com a altura. É
isso
>> que a galera é eu me vejo nele que a
galera mais gosta no nos filmes e na na
ou
>> nos três
>> ai você deve ser.
>> É não,
nos três filmes. Como é que a gente
chama? Episódio 1, do e três. Ol, é
trilogia
>> Prol.
>> É ele lutando com espada, né?
>> Ah, é o ataque dos clones.
>> Mas que é uma coisa que é uma coisa que
na história é muito ruim. Sim, mas
>> é porque é tudo sigar, né?
>> Nossa, como ele é muito bom.
>> Só que ele passa o tempo todo quietinho.
Ele quase nunca usa disso tudo. Come
quieto.
>> Mansidão.
>> Porque o manso não é o cara que não tem
capacidade de reagir. Tá falando sobre
isso agora, não é? O cara que controla a
sua agressividade, mano.
>> E ele é
>> ele é manso e humilde.
>> Ele é manso e humilde. É. E ele
envelhece muito em pouco tempo, né?
>> Envelhece bem.
É porque no episódio quatro ele já tá
caquético.
>> É, já tá caquético.
>> Tadinho,
>> já tá nível.
>> Não, mas é que você não deu um sabe de
juo na mão dele. Se der, você vai ver o
est
>> Não, não.
>> Ele virou uma mochila.
Ele
>> Skywalker não
>> ai meu
>> ele tá no círculo de solé num filme e
virou uma mochila da Dora Aventureira no
outro.
>> Verdade. É verdade. Um espaço do que de
>> Fiquei chateado da minha da minha
>> Desculpa.
No cacau tá marumbeiro não se compara.
Ele é o ioda do do episódio 1 2 3. Ó,
mano, viu? Pret subiu não, cara. Ninguém
sab
>> Mas chegou até a faixa preta.
>> Pô, tu fazia os catar tudo. Qatar.
Qatar. Qatar é o país.
>> Qatar é o país. Exato.
>> Eu sou faixa laranja.
>> Companhia aérea, né?
>> Ó, a faixa bibotal.
>> Olha, olha aí.
>> Olha aí. Tá vendo?
>> Eu só tomo remédio de faixa preta.
Meu Deus.
Ai meu Deus, gente. Ó a câmera minha
aqui, Andrezão. Galera, é o seguinte, ó.
É isso. Diga aí nos comentários qual é o
seu personagem. Já falei isso. Vamos lá,
então. Fruto do espírito, gente. Vamos
ler a passagem bíblica. Gálatas. Dá uma
introdução antes, Cacau, sobre o fruto
do espírito. Acho que talvez é legal,
né? Porque Paulo tá trazendo isso?
>> Não, não. Você é o convidado aqui que
você é o cara que mais tem e aspectos do
fruto do espírito.
>> Ah, até parece. Eu acho aqui que o nosso
especialista em Paulo aqui é o é o Luiz,
né?
>> Não, Luiz é, né? É Luiz. Mas, por favor,
não seja tímido. Não seja tímido. Vamos
lá, Erlan, você que deu um módulo de
Novo Testamento para capítulo C. Bom,
Eran, isso eu gosto de um cara com
atitude. Vamos lá atitude.
>> Isso. Capítulo 5 da epístola de Gálatas
fala de liberdade.
>> Liberdade para dentro
>> da cabeça,
do coração também. Meu Deus do céu, esse
episódio.
Capítulo 5, tá falando de liberdade. O
apóstolo Paulo tá falando o seguinte:
existe algo que aprisiona.
>> Existe algo que te põe em grilhões, que
te deixa preso e te arrasta contra a sua
vontade, a ao passo de que aquilo se
torna a sua vontade. A ação maligna faz
a sua vontade. E essa liberdade precisa
ser imposta, porque o que nos aprisiona
é o pecado.
>> Tem algo em nós. E Paulo ele chama de
carne, o a habitação desse algo, essa
sarx, essa palavra que se põe a a ao
espírito, obviamente, mas lá quando ele
vai falar sobre corpo, ele não ele finge
algo, ele faz falar algo mais neutro ou
positivo quando ele fala sobre soma,
corpo, mas quando fala sobre carne, sarx
grego, é a casa do pecado. E ela habita
em nós. Habita em nós porque na
temporalidade, na corporeidade, aqui
estamos. Estamos porque estamos em
quando e onde? Uhum.
>> dentro do tempo e habitamos e no tempo
em um corpo e aqui estamos nós. Eh, e o
pecado habita nessa carne que tá nessa
temporalidade do corpo humano.
>> Mas como habitar no tempo? Não tô
brincando. Esse é outro livro.
>> JK Smith tem um livrág.
>> Temos um BTC sobre esse tema.
>> Temos um BTC sobre esse tema do JK
Smith.
>> Nunca mais foi traduzido, né? Nunca mais
foi traduzido.
>> Não, mas esse é o último livro dele.
>> É o último livro como habitar no tempo.
É o último, né?
Não. Ah, então tá bem.
>> Ele tá sendo traduzido até o último.
>> Então tá bom, tá bom, tá bom.
>> Dito isso, Paulo fala que a gente tem
que ser livre e quem nos liberta é
Cristo através de elementos. Obviamente
tem toda a história da salvação, mas tem
elementos que nos alcançam como seres
humanos para abandono de práticas. Uhum.
>> Ele não fala só sobre algo que nos leva
pro inferno ou que nos dá salvação ou
que entristece Deus ou agrada a Deus,
mas coisas da nossa relação com a
sociedade.
>> Então, ações práticas que a gente faz
>> pro mal, como ele chama de obras da
carne, e pro bem, que é o que o espírito
planta em nós e nós agimos aqui na
sociedade. E ele chama isso de obras da
carne e fruto do espírito. Isso é um
ponto muito bom de se destacar, porque
as pessoas fazem, né, acampamento
temático, fruto do espírito, mas se você
não tem a contraparte das obras da carne
para entender essa relação,
>> fica faltando entender do que ele tá
falando, né?
>> Pode virar um legalismo,
>> pode. E tem esse aspecto também, que um
é obra e o outro é fruto, né?
>> Exato.
>> Então, um é o que o espírito produz, o
outro é que a gente faz com a nossa
carne, sabe?
>> Um é performance, o outro é graça. E aí
onde você tem essa diferença, uma
performance, outra é graça.
>> É. E aí a gente faz essa divisão, porque
Paulo, ele vai contrastar esses dois
tipos, principalmente porque ele tá
falando para públicos que lidam com
bastante performance, mesmo esse termo
sendo bastante anacrônico pra época. Nós
estamos falando de um de sociedades ali
no império romano que muitas vezes estão
embbidas de obrigatoriedades religiosas
para obter determinados favores em prol
das suas próprias necessidades.
>> Uhum. Quando você tem na linguagem
paulina a ideia de obras, o fruto do
espírito, eh ele não está falando sobre
o desempenho para obter algo, mas algo
que é dado, implantado em nós, que pode
florescer e implodir aquela sociedade
vigente. Então, quando Paulo ele
contrasta essa a mentalidade da carne, a
mentalidade do do espírito, até mesmo às
vezes trazendo uma substituição
da lei pelo próprio espírito, da lei que
que evidencia a a carne, a a
pecaminosidade da carne, pelo espírito
que dinamiza a vida e a nova vida
cristã, eh, em Cristo Jesus, você tem
ele dinamitando diversos aspectos da
sociedade, diversos pensamentos
específicos que podem eh gerar
esperança. E uma das coisas que o fruto
do espírito ele vai ah em toda, pelo
menos em Gálatas, né, é esperança para
combater o maior problema dos Gálatas,
que qual é a desarmonia, a desunião que
existe entre esses irmãos por conta de
questões de circuncisão e e de não
circuncidad e circuncidados.
>> Era uma comunidade mista, então a galera
de Gálatas, é isso.
>> Aham. era uma comunidade mista. Só que a
a o grande problema está ali nessa
nesses judaaizantes que muitas vezes
estão trazendo para para essa
comunidade, que muitas vezes não, né,
estão trazendo naquele contexto a o a
questão da obrigatoriedade de seguir a
lei e no sentido judaico, né, através de
>> até porque Gálatas é uma carta bem eh
bem recente, não, bem antiga, por assim,
bem antiga, uma das primeiras,
>> talvez a primeira, enfim. Primeira
é uma carta que Paulo tá escrevendo para
uma comunidade muito nova, assim, tipo,
eh, poucas décadas depois da morte e
ressurreição de Jesus Cristo. Isso.
>> Então, assim, então,
>> o próprio encontro de Paulo com Jesus no
caminho de Damasco.
>> Aham.
>> E do início do ministério dele, fica um
tempão até, né? Então,
>> cara, é muita coisa nova para lidar, né?
Então por isso que assim a gente olha
esses embates, né, de judí, então tinha
essa ideia dessa uma galera que às vezes
ia, né, fazia a mesma rota de Paulo
pregando outras coisas, né?
>> Exato.
>> E tem uma questão aí nisso aí também que
você tá falando dessa carta
>> que é um detalhe que eu acho que não sei
se encaixa muito, mas eu sempre gosto de
destacar,
>> mas a gente vai gostar também.
>> Como o Paulo tá bravo nessa carta, né?
>> É porque mexe com o evangelho, né, cara?
>> Ele tá muito bravo, cara. Eu acho que é
a carta mais brava dele. Pessoal
primeiro Corintios ele tá muito bravo.
>> Quem vos enfeitiçou
insensatos?
>> Ele usa a palavra anátema, né?
É
>> porque a galera tá distorcendo aquilo
que é central, aquilo que é tipo, se aos
Coríntios ele fala, né, eu prego Cristo,
né, e esse crucificado,
>> os Coríntios ele fala que eles for, eles
têm todos os dons.
>> Exato.
>> E os galos falam muito me admira que
vocês rapidamente abandonaram o
evangelho por outro que você quer o
evangelho.
>> A ausência até mesmo de uma apresentação
ali no início da carta mostra a urgência
da questão e a raiva também, né? Ele não
ele não elogia o cara. A única igreja
que ele não elogia, em segundo
Coríntios, ele não elogia também, mas
ele elogia em primeiro Coríntios. É uma
série de comunicação, né? Faz parte de
uma comunicação mais extensa.
>> Agora, eh, então, e nessa, nessa questão
aí é importante a gente ver essa questão
da performance da graça e a divisão que
isso traz. Paulo sempre destaca isso.
Ele tem essa essa visão de que
ele faz um paralelo entre confiar nas
obras da lei e aí a gente precisa
classificar o que são obras da lei, né?
que é um tema aí bem complicado, mas
exatamente muito importante isso que o
que o Luiz trouxe sobre a divisão,
porque as obras lei eram aquelas que
eram relacionadas exatamente nesse
ponto, no ponto da divisão, aquelas
obras que traziam distinção entre judeus
e gentios, né?
>> E ele diz que os que confiam nas obras
ali estão confiando na própria carne. O
que que a carne faz?
>> A carne faz essas coisas todas. É por
isso que depois ele vai falar: "De Deus
não se zomba". Quem confia na carne, na
carne colherá a destruição. A galera
fala: "De Deus não se zomba". como se
fosse alguém, né? Ah, olha lá o Titanic,
nem fund dos fundos, porta dos fundos.
Não tem nada a ver com isso. Ele falou
para crentes
>> que zombavam de Deus porque confiavam na
carne. Ele confiavam nas suas próprias
obras, esvaziando a obra de Cristo na
cruz. Era ess tem até um contexto de
zombado dos mestres que ensinavam o
evangelho também, né?
E aí ele ele pega essa questão e fala:
"Então, quem confia na carne, na carne
vai colher destruição, por quê? Porque
ela não pode salvar e quem confia no
espírito vai colher vida".
>> E aí, eh, então assim, esse é um é um
>> um contexto que a gente precisa dar
nessa carta para não cair no legalismo,
no moralismo ou qualquer outra coisa do
tipo, né?
>> Que é um risco muito grande, né, mano?
Porque a gente já começa a falar aqui,
né, dos aspectos do fruto,
>> a gente começa a citar os aspectos,
mano, me falta isso aí. Aí é como se já
vem em mim um dever, cara, eu preciso
correr atrás disso, entende?
>> Sim, mas a gente tem uma solução para
isso também.
>> Vamos ter
>> logo depois dos nossos comerciais. Não,
porque assim, a abertura do Erlan, ela é
exatamente isso. E essa é sempre a
perspectiva que eu pego aqui. Eu já
preguei série de mensagens nos frutos
espírito, cada domingo um aspecto.
>> Boa.
>> E aí,
>> a segunda vez
>> que eu preguei,
uma série maior e que incluía o fruto do
espírito,
eh, já fazia anos que eu tinha pregado.
É a mesma igreja. Eu sou pastor da mesma
igreja desde sempre, né? Então, assim, é
a mesma igreja. Eu poderia
tranquilamente repetir a mesma série,
mas aí eu já tinha percebido que a
apesar da gente sempre falar o fruto é
um só com vários aspectos, tal, a gente
tratar ele separadinho tem suas
vantagens, porque são palavras
diferentes que falam de virtudes
diferentes, mas pode correr o risco da
gente nunca falar da unidade deles.
>> E a unidade deles tá exatamente nisso
que o Erlan falou. A, o amor produz tudo
isso aqui do fruto do espírito. Se Paulo
acabasse, o fruto do espírito é o amor,
ele tinha falado tudo que ele disse.
>> Então, o que que ele faz? Ele qualifica
que amor é esse com as outras
características. Que tipo de amor é
esse? Então, ele qualifica. O amor é
assim. E quando é que ele faz isso? Da
mesma maneira. Primeira Coríntios 13,
ele faz exatamente a mesma coisa e
qualifica aquele amor. O amor é tal, o
amor é tal. E se você fazer uma
comparação entre os dois, tem um aspecto
que tem que dar uma forçadinha para
casar, que acho que é mansidão, se eu
não me engano, eu não sei. Tem um
aspecto ali, mas todos os outros você
encontra em Primeira Coríntios 13,
>> você encontra o fruto do espírito
inteiro com Paulo falando. É o amor que
faz isso.
>> Sim.
>> Então essa ideia que Paulo usa direto.
Colossenses, né? Eu que
>> que defendo a autoria paulina de todas
as cartas.
>> Colossenses, ele fala: "Acima de tudo,
guardai o amor". Quando ele tá falando
do quê? De se revestir de Cristo, de
boas obras. Acima de tudo, guardar o
amor, que é o vínculo da perfeição, que
é o perfeito. Então, eh, o, o amor é
esse que que outro dia eu falei isso lá
no betpapo, que que é? É o, o
>> o amor
>> hub do não era hub. Aí ele foi me
corrigir para outra coisa. Eu falei hub
e ele falou outra coisa.
>> Ai, mano, eu lembro disso.
>> Ele é o combo, né? Não foi, mas foi
outra palavra que vocêou, ele é o combo
do agregador assim.
>> É, ele é o combo das virtudes cristãs,
entendeu? Ele é o combo, ele realiza
tudo. E é por isso que aqui no capítulo
5 mesmo de Gálatas ele fala que quem ama
cumpre a lei, né?
>> Que se você amar, você tá cumprindo a
lei. Então
>> é isso aí. Tem um texto aqui, é no verso
15 do capítulo 5, que eu acho
sensacional a forma como ele escolheu
essa metáfora para representar as brigas
que existiam na comunidade. Ele falam:
"Mas se vocês se mordem e devoram uns
aos outros, cuidado para não se
destruírem mutuamente." Veja, ele
escolheu usar essa metáfora de morder e
devorar uns aos outros. Lá pra frente
ele vai falar: "Vocês querem se morder?
se mordam sendo o fruto. Uhum.
>> Ofereçam o fruto um pro outro para que o
outro possa se alimentar de você.
>> E quando que a paciência que eu
desenvolvo em mim, ela é útil? Quando
alguém que tá sendo um saco na minha
vida exige que eu uso a paciência para
alimentar ela, para que eu possa me
relacionar com alguém, eu manifesto um
um aspecto do fruto do espírito para
abençoar essa pessoa com longaminidade,
com benignidade, com temperança,
mansidão, domínio próprio. Eu me seguro
para não acabar com com o outro, para
não morder o outro.
>> Permito com que o outro se alimente de
Cristo em mim.
>> Sim.
>> Na manifestação do amor.
>> É o resumo de Gálatas 6:2, né? Levai as
cargas un dos outros e assim cumprireis
a lei de Cristo.
>> Não. E o que tá antes aqui no 14, você
falou do 15, né? 14. Pois toda lei se
cumpre um só mandamento, seu próximo
mesmo.
>> Exato. E e nessa entrega que nós vemos
realmente a plenitude do espírito agindo
na comunidade. E aí explica realmente de
fato a a abertura do cacau aqui de que o
fruto e ele é manifestado nessa
comunidade que entrega-se mutualmente,
né? E é muito legal pensar nele. Eu tô
agora tentando pensar no que o Cacau
falou, porque de fato a gente,
>> a nossa, geralmente a gente quer pensar
tudo particionado, né? Vamos lá. Qual
fruto? Esse eu tenho,
>> esse eu não tenho.
Glata tem dois problemas, tá? Um
problema é você
>> partilhar as coisas. Por exemplo, se
você for uma pessoa longânima, mas você
não foi,
>> você gostou, né?
>> Eu gostei do bingo do Galatas.
>> Meu Deus. Vamos fazer. Se você, se você
é uma pessoa longânima e você não é uma
pessoa bondosa,
>> você vai ser uma pessoa condescendente.
Uhum.
>> Você vai ser uma pessoa que sempre vai
ter um ar de superioridade, entendeu? É
sou long, né? Ai não, como é que você
vai fazer? Você vai ter quear outra vez
>> uma pessoa alegre sem alegre. Exato.
>> E esse é um problema. Então assim, se
você se você falar, eu consigo cumprir
um sem cumprir o outro, você tá falhando
de cumprir o primeiro, porque o primeiro
engloba essas coisas todas. Então isso é
um ponto problemático. O outro ponto
problemático é que a gente às vezes
espera que essas virtudes todas sejam
completadas em cada indivíduo.
Então assim, eh elas não serão
completadas em cada indivíduo por causa
da necessidade que nós temos de um
completar o outro também.
>> Exato.
>> Então tem aspectos que são mais fáceis
para um e mais difíceis para outro.
>> Uhum. E a gente vai se organizando
nisso, inclusive carregando cargas do
outro também nesse sentido, se
edificando mutuamente.
>> Então, eh, é porque o processo da nova
humanidade, ela não é uma fábrica de
bicicleta, a qual você tem o mesmo a
colocando no mesmo tempo a roda,
colocando o parafuso, etc. Não, para
cada pessoa existe uma curva de
aprendizado. E essa curva de eh de
aprendizado é também
por isso que nós temos longaminidade e
eu gosto muito de desse aspecto do
fruto. Essa curva de aprendizado para
cada pessoa e indivíduo faz com que a
comunidade também tenda a ser paciente
com o processo do outro. E e eu acho que
o que nós eh mais uma vez, o checklist
ele só faz sentido se nós temos uma
leitura muito individualizada a respeito
do fruto do espírito, porque o fruto do
espírito ainda assim é algo que vem de
cima para baixo e explode. E aí a gente
cai na performance total, porque se eu
posso evoluir no fruto do espírito, eu
vou evoluir. E se você não, então você
>> precisa melhorar, mas eu tô eu tô
melhorando, entendeu? E, e aí a gente
cai na performance e aí tem o terceiro
problema que eu falei que eram dois, mas
tem o terceiro. O terceiro é que nenhum
desses aspectos ele pode ser cumprido
seu próximo. Nenhum deles. Se eu não
tenho a outra pessoa, eu não consigo
cumprir nenhum desses aspectos. Eu não
consigo cumprir o amor porque não tem
como eu amar se não tiver outra a pessoa
para ser amada. Eu não consigo cumprir a
a alegria. Eu já falei isso no BTC ao
vivo lá em Montemore.
>> Eu não consigo cumprir alegria porque a
palavra de Deus manda eu rir com os que
rim, eu me alegrar com quem se alegra.
Eu não consigo cumprir a longanimidade
porque eu tenho que ter paciência com o
outro, né? Ten que ter tardia irar-se
com o outro. Então eu preciso da
comunidade. O Enri fala que é esse
argumento que ele usa quando as pessoas
falam: "Eu posso ser cristão distante da
igreja?" Ele fala: "Onde você vai viver
essas relações?" E é lógico, tem
relações terríveis que a gente vive na
igreja também, certo? Tem muitos
problemas, mas aquele negócio das as
feridas da comunidade se cura em
comunidade e tal, essas coisas todas,
né? Mas e e o e o CC Liv fala também,
onde eu vou eh eh como eu vou levantar a
bandeira do cristianismo?
>> Uhum.
>> Se não pertencendo a uma comunidade,
entendeu? E ele nem gostava de ir na
igreja. Exato. Exato. Ele ia.
>> Então essas questões elas mostram e aí e
eh não é mais uma questão de
performance.
>> Uhum.
>> Porque no momento em que eu posso ser
bondoso para alguém, aquilo não é honra
nenhuma para mim. Entendeu? Porque a
bondade ela exige sacrifício, certo?
Certo.
>> Tem tem sacrifícios mais difíceis ou
menos difíceis. Às vezes é muito bom ser
bom. Por exemplo, quem gosta de dar
presente, fica muito feliz de dar
presente, quase se sente tão
recompensada quanto a pessoa que foi
presenteada. Ainda assim ela teve que
gastar dinheiro, ainda teve uma entrega.
Beleza? Toda bondade envolve algum tipo
de sacrifício de alguma maneira.
>> Uhum.
Se você tá em Cristo, essa bondade que
você faz na direção do outro, ela é
aquilo que Paulo chama os sacrifícios
que ele sofreu na carne, que são as
oportunidades de sofrer com Cristo.
>> Uhum.
>> Tá certo que nem toda bondade é um
sofrimento, mas é um sacrifício. E esse
sacrifício é uma oportunidade que Cristo
dá. E isso é muito mais delicioso. É a
mesma maneira que Paulo vai falar da
bondade dos Coríntios em abençoar a
igreja de Jerusalém. Ele fala: "Olha, o
fruto que vocês recebem dessa semeadura
não é que você vai ter mais dinheiro. Se
for para ter mais dinheiro, é para
semear mais. O que você tem de fruto é o
louvor que você semeou lá. Porque da
maneira como você foi bondoso, eles
estão agora louvando a Deus porque
receberam ajuda de vocês e Deus tá sendo
glorificado.
>> Se você coloca isso, então a relação em
que se manifesta cada aspecto desse do
fruto do espírito é uma oportunidade de
ter uma experiência com o espírito de
Deus.
>> Não é o checklist, é um ecossistema.
Perfeito. Pronto. Aí, ó.
>> Eu acho que tá
>> aquele quer tipo Michael Scott. Eu me
senti o Michael Scott agora. O André, o
André fez o o sound effect aqui, ó.
Senti o Michael Scot agora. Quero
parpar, quero participar.
>> E aí fica um beijo pra nossa bióloga
Paulina Cíntia.
>> Eistema e Paulo na mesma praça. É
inspiração da Cíntia. Você está presente
entre nós de alguma maneira. Exato. Ex.
>> Tá galera, muito legal. Acho que
poderia, se a gente finalizasse o
programa agora, seria realmente
incrível, mas
>> então vamos finalizar
>> então. Cala, então cala a boca. IG
aquele episódio de simpos tarde,
>> igual o episódio de simpos que o que o
pastor fala lá, né?
>> É
>> terminando aí o Romer, uhu. Ele fala
mais antes. Ele
>> tá aí um desenho que eu preciso voltar a
ver, cara. Acho que eu ia amar.
>> Precisa não. Precisa, não
>> precisa, precisa. Você assiste até hoje?
>> Muito melhor que esses animes que vocês
veem aí. Nossa, mano.
>> Mas enfim, eu voltei a ver,
>> não fui bondoso, né? Isso foi a obra da
carne, né? Vamos lá agora. Vamos lá. Eu
eu acho maravilhoso.
>> Mordendo uns aos outros aqui.
>> Mordendo uns aos outros. Exato. Mas
assim, eu penso que muitos ouvintes
estão se perguntando agora, tá, galera,
entendi que não é checklist, eu entendi
que não é performance, é um ecossistema,
é a graça. Mas o que que eu faço com
tudo isso?
>> É,
>> é a pergunta que alguns estão se
fazendo, porque ou a gente até aquele,
cara, é bonito isso aí, tá? Mas e aí?
Aí, o que que eu faço? Eu ajoelho e oro.
Eu Deus derrama sobre mim, joga sapocã
aí. Como é que entendeu? Tipo, em termos
de efeitos, tá? É uma realidade que eu
vou viver automaticamente na minha vida
estando em Cristo, na vida em
comunidade, o que que eu Mas eu parece
que sem me dar alguma coisa para eu
fazer, porque eu preciso, entendeu? Tá.
Give me, give me
>> Então, eu acho que a gente tem que pegar
essa esse contexto todo de Gálatas que
que o Luís e o Erlan deram e olhar para
esse tema da liberdade que o Erlan
trouxe, porque é o tema da liberdade que
vai eh guiar, especialmente esse
capítulo, na verdade, guia a carta toda,
né, de alguma maneira, mas esse capítulo
especialmente, porque antes desse
capítulo ele vai falar de algumas
escravidões. Escravidões, tá certo? Hum.
Correto. É algumas escravidões que esse
a galera estava. E ele vai falar da
escravidão da lei, que ele vai falar da
maturidade, que agora você não é mais
escravo da lei, então que você agora
seja maduro. Eu acredito e eu sei que
essa interpretação varia de pessoa para
pessoa, mas eu acho que quando ele fala,
quando vocês eh eh outrora vocês serviam
a deuses que de fato não são, ele não
está falando da lei, porque acho que
dificilmente ele ia falar de quem estava
cumprindo a lei como judeu, servindo a
um Deus que não é Deus, ainda mais ele
sendo judeu. Então acho que ali ele já
está se voltando. Ele fala primeiro dos
judeus, aí ele se volta paraos gentios e
fala: "E vocês serviam a Deus que não
são".
>> A idolatria, certo? E aí que que eles
faziam? A mesma coisa.
>> Eles também se submetiam a rudimentos do
mundo. Os dois se submetam a rudimentos
do mundo. Mas num caso a lei é guia, ela
é aia, né? Ela é ela ela caminha. No
outro ela é só enganação. De qualquer
forma tá todo mundo submetido a uma
escravidão.
>> Aí ele entra no capítulo cinco, ele fala
assim: "Olha,
>> mas não usa da liberdade para dar lugar
à sensualidade ou a carnalidade.
>> Por que não?
>> Porque ela também é uma prisão, certo?
Então
a lei é uma escravidão de uma certa
forma, a idolatria é uma escravidão, mas
a libertinagem também é uma escravidão."
>> Então, qual que é a solução? Aí ele
fala: "Sejam escravos uns dos outros".
>> Certo? Sirvam uns dos outros em amor. A
gente pega e pega o o verbo de dulos lá
e traz do para para servir, né? Para não
ficar tão pesado ser escravos uns aos
outros, né? Tempos aí de contextos
tóxicos e tal, né? E não escravizem-se.
>> Não escravizem, não escravizem-se entre
vocês. Sej um escravo.
>> O pecado é escala 7 por Z0, né?
>> É
perfeito. E aí, que que acontece?
Mas aí que que acontece se você fizer
isso? É assim que você vai viver a
liberdade.
>> Exato.
>> Mas como que eu vou viver a liberdade? O
Tin Keller fala no
fé na era do ceticismo que toda
liberdade envolve uma perda de
liberdade.
>> Então ele diz: "Eu quero ter a liberdade
de tocar guitarra, fazer um baita solo
igual o Erlan que toca guitarra. Quero
tocar que fazer um solo do Fala um solo
difícil aí.
Switch mine,
>> switch mine. Tá, eu quero fazer o solo
lá do Switch Mine. E aí eu
>> difícil mesmo.
>> A segunda parte é um pouquinho.
>> Então eu quero fazer o solo do S. De
qualquer forma é bonito, né? Eu acho
lindo. O pessoal tem tem preconceito com
Slash.
>> Se fosse aquela introdução e aquele solo
feito pelo Joano, o pessoal adorava. Mas
foi o Slash.
>> Aí para eu ter essa liberdade de tocar
aquele solo, eu preciso perder a
liberdade de estudar a guitarra em
vários momentos em que os outros estão
fazendo outras coisas, entendeu? Toda
liberdade envolve uma perda de
liberdade.
>> Custo de oportunidade.
>> Isso. E aí que que o Tin Kerner fala? O
amor é a perda de liberdade mais
libertadora que existe.
>> Porque o amor nos coloca em relações que
elas, na verdade, nos dá totalmente novo
sentido pra vida. Ao mesmo tempo que em
tudo eu tô preso a outra pessoa, porque
agora a minha vida tá com ela de alguma
maneira, entendeu? Os nossos
relacionamentos eles nos fazem com que a
outra pessoa faça parte da gente de
alguma maneira. Eu também tô livre para
tudo em amor. É a questão lá do do Santo
Agostinho, né? Ame e faça qualquer
coisa. Tipo assim, é absolutamente fica
livre se você ama. Então, quando Paulo
fala isso, ele reduz tudo isso ao amor e
diz isso. Aí você cumpre a lei
>> e a partir daí você tá absolutamente
livre se você tiver esse esse
compromisso. Aí
>> então voltar o coração para isso
dependerá de uma última coisinha que eu
vou falar.
Se você entende que o amor é
performance,
não vai dar certo,
>> vai ter problema de novo.
>> Se você entende que o amor é porque você
teve o amor de graça antes, aí sim você
tem a transformação posterior.
>> Aí sim o amor não vai ser uma uma
performance, uma coisa atrás da qual
você corre, mas um compartilhar do que
você já recebeu.
>> E aí que o João fala, né, na parede da
nossa igreja tá escrito isso. Você viu
lá, né? Tá escrito lá, nós amamos porque
ele nos amou primeiro. Ele nos amou
primeiro e por isso a gente ama. E ele
nos amou quanto? Como é que quanto que
eu posso amarl para não ficar sem amor
aqui que Deus me deu? Não tem como. Ele
deu um amor que eu nunca vou conseguir
pagar. Então eu amo e com liberdade,
entendeu? Muito bom.
>> Na prática, pro ouvinte que tá querendo,
poxa, eu quero fazer alguma coisa. Eh,
por mais que não seja checklist, se
tivesse um checklist, eu gostaria de de
cumprir, porque eu tô com o coração
aberto para isso. A primeira coisa é a
autoconsciência de que eu fui perdoado.
Você, ouvinte, você foi perdoado.
>> Exato.
>> Você foi amado. Alguém se sacrificou por
você e esse alguém era infinito, ele é
eterno. É o próprio Deus encarnado.
Sacrificou por você, ele te ama. Agora
responde esse amor perdoando o seu
próximo, perdoando seu vizinho, amando,
cuidando, servindo, se oferecendo,
dando tempo. A gente, a gente fala muito
sobre sobre generosidade, solidariedade
na hora de falar de oferta pra pessoa
tirar dinheiro do bolso e entregar para
contribuir oferta missionária que seja.
Mas tem um outro recurso que é tão
escasso quanto o dinheiro, que é tempo.
>> As pessoas podem dedicar o seu tempo
para ouvir as pessoas, para, enfim, para
cuidar de pessoas, visitar pessoas,
sabe? eh interação, eventualmente as
circunstâncias vão aparecer porque eu tô
me dispondo a essas circunstâncias a
correrem na minha vida.
>> Então eu tô me relacionando, tô dispondo
tempo, oportunidade, amando pessoas de
fato, olhando no olho, conversando, tudo
bem, como é que você tá, posso te
ajudar? Que que aconteceu? E as as
circunstâncias vão aparecer e você vai
manifestar nos relacionamentos o fruto.
>> Exato. Na vida, em comunidade sempre
haverão pessoas caídas pelo caminho,
entendeu? Para você,
>> você viu como é que o capítulo termina?
Paulo fala no último verso, nós não
devemos ser orgulhosos, nem provocar
ninguém, nem ter inveja uns dos outros.
Depois a gente fala sobre tudo sobre
teologia,
>> explicar todo o contexto da escravidão,
da lei, escravidão do pecado, escravidão
da das obras da carne, falar do da
solução dos frutos do espírito,
teologizou tudo, né, gente? Parem de ter
inveja,
>> parem de ser orgulhosos. Chega,
>> vamos amar, vamos cuidar. E se você
volta lá antes, quando ele fala do das
obras da carne, eh, ele fala um
pouquinho antes ali no 18, né? Eh, não,
desculpa, não é no 18, não, no 16. Por
isso digo: "Vivam pelo espírito e de
modo nenhum satisfarão os desejos da
carne". Certo? Isso.
>> Uhum.
>> Aí, se a gente entende que o fruto do
espírito é o amor manifestado e eh
qualificado dessas formas,
ó, a pizza e o H2O. E aí quando você
chega nas obras da carne, você percebe
que todas essas obras da carne são de
alguma maneira uma um um uma prejuízo
pro outro, né? Uma defraudação do outro
de alguma forma, entendeu?
>> E a as as obras da carne sempre está,
assim como o fruto do espírito, tem
responsabilidade mútua.
>> E aí as obras da carne seriam a a
irresponsabilidade múa.
>> Perfeito. Irresponsabilidade mútuas.
>> Cara, isso é muito legal esse
contraponto, hein? Foi boa.
>> Esse é muito legal. Esse contraponto.
>> É, se você andar no espírito
>> não tem neutralidade.
>> É, não tem neutralidade. Ou você é
responsado pelo outro ou você
irresponsável.
>> É tipo assim, você não tem uma você não
tem uma parte neutra onde você não afeta
ninguém.
>> A tua vida afeta pessoas.
>> Ex. É. E exatamente isso.
>> É o o
>> é no capítulo seis, o próprio apóstolo
Paulo lá no versículo eh 10. Portanto,
enquanto temos oportunidade, façamos o
bem a todos, especialmente aos da
família da fé. Aí ele evoca a questão da
família da fé como um lugar qualitativo
para começar a fazer.
>> Exato. Exatamente isso. Eh, a gente
falou uma vez no PT para você como é que
é. Não é prioridade.
>> Não é o prioritário, é o inicial.
>> Não é o prioritário. Não é assim, tem
duas pessoas quem escolhe. Escolhe o
crente, não. É o inicial porque é o que
tá ali. Então assim, tem fome no mundo
inteiro, mas na minha igreja não tem
ninguém passando fome, entendeu? Porque
se eu resolver a fome do mundo inteiro
antes da minha igreja, eu vou resolver
de ninguém. Então na minha igreja
ninguém tá passando fome e os outros, os
outros a gente vai matar fome também até
onde a gente puder.
>> Onde a gente conseguir exata,
>> como diz o Paulo Borges, né, o Júnior, o
justo não mendigar o pão porque são
muitos irmãos. Exato. Exato. É lindo,
lindo demais. Mas é a consciência de que
nós estamos inseridos em uma comunidade
na nossa microesfera de atuação, porque
aí onde tensiona muito dessa questão de
performance, né? Eu quero resolver em
aspectos maiores. Não comece justamente
pela sua pelo seu vizinho. Quem é o seu
próximo, quem tá na tua frente, o que os
seus olhos alcançam,
>> né? Eu sou milp, eu não consigo
alcançar, então amo poucas pessoas. Não,
mas a a grande questão é que a o o
espírito de Deus é derramado para que
você na sua presença fielonde você está
plantado, faça.
>> Pior que a tradução em inglês é ame seu
vizinho mesmo, né?
>> É neigor.
>> Amo seu vizinho.
>> Eu adoro aquela tirada do Chesterton,
né? que a Bíblia manda amar o inimigo e
o vizinho, porque geralmente são a mesma
pessoa.
Muito bom. Muito bom. Seu inimigo, seu
vizinho.
>> O Cacau falou da impossibilidade da
manifestação do dos frutos do fruto do
espírito. Se você tiver sozinho, se você
não tiver em comunidade, você vai se
alegar com quem? Amar a quem. Mas ve
o que que ocorre ao contrário quando
você tem a comunidade, mas não tem fruto
do espírito. Se você não tem paciência
para lidar com o outro, se você não ama
o outro, você não se alegra com o outro,
se você tem uma comunidade, mas não tem
aqui as cada um das das dos brotinhos da
Romã lá, dos aspectos do fruto do
espírito, que que sobra? sobra
inimizade, briga, cira, acesso de raiva,
ambição egoísta, desunião, divisões,
invejas, eh, e outras coisas parecidas
com essa.
>> E talvez e talvez nessa lista algumas
pessoas podem se identificar a própria
igreja.
E aí é onde dói. E aí é onde dói a
importância de nós voltarmos realmente
para buscar os frutos do espírito nesse
sentido. O fruto do espírito nesse é
nessa época aí de polarização política,
o pessoal brigando por conta de
candidato e tal. A gente vai vendo o que
que mais sobressai, o fruto do espírito,
a obra da carne, né, na comunidade
assim,
>> a ideologia se sobressai.
>> É tudo que é carnal, né? E para Paulo,
>> não o filósofo
>> é não,
>> o Leandro fica
>> é o Leandro, não é o Leandro, mas o que
que acontece em termos de carnalidade?
Paulo ele entende o espírito como uma
força aglutinadora mesmo, entendeu?
>> E isso é uma questão assim, bom, eu
posso estar errado que eu não pesquisei
isso, mas eu vou eu vou dizer
>> não, o espírito é o vínculo da paz.
>> Não, não, mas eu vou dizer uma impressão
que eu tenho.
>> HP,
>> a ideia do espírito de Deus na igreja é
como o espírito do homem no homem,
entendeu? Assim como o espírito do homem
é individual no homem, assim como ele
fala, ninguém conhece a Deus se não o
espírito de Deus, ninguém conhece o
homem senão espírito do homem, certo?
Então eu não tô dizendo que ele tá
defendendo algum tipo de visão
antropológica. Eu tô só dizendo que da
mesma maneira que entende-se um espírito
numa pessoa em termos de
individualidade,
>> o espírito de Deus é a característica da
individualidade da igreja como uma
coletividade que forma o indivíduo,
>> que é o corpo de Cristo, certo? o
organismo, corpo de Cristo. E nesse
sentido, é por isso que ele vai dizer
que o problema dos coríntios é a
carnalidade que gera divisão. Ele vai
dizer pros Gálatas que as obras da carne
são essas que geram divisão, enquanto
sempre vai haver unidade por causa do
espírito.
>> Se sempre vai haver unidade por causa do
espírito, se a gente, opa, se a gente se
concentra em qualquer aspecto que não
vem do espírito, isso é carnalidade e
trará divisão.
>> Sim. aos Gálatas é o problema da
submissão aos rudimentos do mundo, que
são esses aspectos materiais da lei ou
de dias, essas coisas todas, que é o que
fazia distinção entre o judeu e o
gentil. Pros coríntios era os próprios
líderes ou outros tantos assuntos que
causavam divisão lá, a questão dos dons,
a questão do que que a mulher faz na
igreja, um monte de briga que eles
tinham. Todos esses aspectos foram
absolutamente carnais, porque eles estão
partindo desse mundo para entender quem
a igreja é. Então, política é um
assunto, mas não é só esse. Quando a
gente cria caso, por exemplo, sobre a o
estilo da igreja acima da mensagem da
igreja, acima da da da mensagem, não,
desculpa,
>> da do evangelho que a igreja prega,
porque não é a mensagem da igreja,
mensagem do evangelho, né? quando a
gente toma eh a a o projeto da igreja
antes de qualquer outra coisa ou mesmo
quando a gente toma a marca da igreja
como qualquer outra coisa, isso tudo são
carnalidades que nos causam divisão.
Quando a gente pensa a igreja como
recorte social,
>> igreja não tem target, gente, não tem
target. Agora, claro que pode ser e
acontece de conjunturas culturais e
sociais deixar igrejas bastante
perfiladas. Agora, se isso se torna uma
espécie de estratégia, uma espécie de
problema, eu desconfio que a gente tá
sendo carnal nesse ponto, porque a gente
não tá valorizando o espírito. Deixa o
espírito agir,
>> porque a gente vai acabar criando
condições muito problemáticas
>> a partir de de outras eh de outras
vertentes que são muito carnais, né?
>> Uhum.
>> Sensacional. É isso, galera.
>> Foi uma boa introdução, né? Uma boa
introdução. Gostei. Vocês são fera
demais. Que que honra estar aqui,
>> galera. A câmera em mim, Andrezão.
Gente, é o seguinte, vamos ficando por
aqui em mais um BTC que nós gravamos
aqui num estúdio maravilhoso. Muito
obrigado, tá bom? A você que nos
acompanha aqui no YouTube, você que tá
ouvindo no Spotify, poxa, vem aqui
prestigia o próximo aqui no YouTube, tá
bom? Você que tá aí no Spotify, porque
dá aquele like, se inscreve no canal.
Aliás, se você está ouvindo no Spotify,
talvez agora já esteja até com imagem no
Spotify.
>> Imagens,
>> imagens. Abilton, dá uma classificação
pra gente aí no Spotify. Sério, tem lá,
você consegue classificar, consegue
comentar. Isso também ajuda o Spotify,
>> Spotifica. É, você Sputnick, você ajuda
aí a difundir o nosso conteúdo aqui
também dentro da plataforma do Spotify.
Se você ouve no Dieser, não sei como é
que funciona na Dieser, se dá para dar
estrelinha ou não, não sabe, não sabe,
>> acha encontre e dê a nota maior n.
>> Exato. É, acho, se você assim, se você
gosta, gosta da gente,
>> faz isso. Não ajuda. Isso ajuda a gente
a crescer, a alcançar. Se você tiver os
ouvindo no site,
>> nossa, que tem alguém, se você gosta de
alguém aqui dessa mesa, vai lá no
YouTube.
>> Não, pera, talvez tenha gente que esteja
ouvindo alguma coisa no site, porque a
gente perdeu no Spotify e outros
agregadores os primeiros 150 episódios,
mais ou menos. Então eles não estão mais
no Spotify, nenhum lugar, a pessoa só
consegue ouvir no site por enquanto. Mas
esse episódio que a gente tá falando
isso agora, se vocês estão ouvindo no
site, você é muito das antigas. Você é
uma pessoa Sim,
>> peculiar, peculiar. Mas a gente honra
sua vida. a gente respeita você, a gente
tem paciência com você, por isso que até
hoje publicamos o site por sua causa, tá
bom? Mas é isso. Olha só, se você quiser
ser aluno da Escola Bibotal de Teologia,
vem estudar com a gente. O link também
está aqui na descrição deste podcast em
bibotalco.com, no nosso site. Também no
canal do YouTube tem o link para você
ser o nosso aluno e aprender muito mais
coisas com a gente na nossa escola, tá
bom? Abre a câmera, Andrezão. Vamos
ficando por aqui, gente. Muito obrigado,
Cacau. Obrigado, Erlan, obrigado, Luiz.
Estamos together. Valeu, Andrezão por
operar esse dia com a gente aí. Tamos
junto. Ó o Andrezão. Aparece o Andrezão
lá. Tu consegue botar uma câmera em ti?
Não, né?
>> Aqui. Cadê um joia aí? Ó, ó. Essa
é um ser humano, tá bom, gente? É um ser
humano.
>> Não é uma inteligência artificial. Não é
uma inteligência artificial. É o
Andrezão tá aqui com a gente, passou o
dia com a gente ouvindo muitas coisas
interessantes, outras não publicáveis.
Mas é isso. Voltamos a semana que vem,
se Deus quiser, sem permitir. Fiquem
todos na paz do Senhor Jesus. Yeah.

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