Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

🔴AULIVE: EXISTE FILOSOFIA NA AMÉRICA LATINA? [VALEU BAD BUNNY]

🔴AULIVE: EXISTE FILOSOFIA NA AMÉRICA LATINA? [VALEU BAD BUNNY]

🔴AULIVE: EXISTE FILOSOFIA NA AMÉRICA LATINA? [VALEU BAD BUNNY]

Pix: bruno@reikdal.net

🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5073270231924736

Legendas automáticas:

pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade. Uma utopia
livres do rio ao mar. Um sonho pelo dia
da paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa voz.
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho,
ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a
boa nova. Todo dia útil até a vitória
final.
Filosofia,
economia, sociedade e religião.
Praticamos
diplomada, fazemos propaganda e
agitação. Fé, ciência do mundo, luves,
testemunho, ser da terra, o sal.
Seguimos trazendo a boa nova, todo dia
útil até a vitória final.
Seguimos trazendo a boa nova, todo dia
útil até a vitória final.
Pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade, uma utopia.
Livres do rio ao mar, um sonho pelo dia
da paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa voz.
O pressuposto de toda a existência
humana e, portanto, de toda a história é
que pessoas têm que estar em condições e
viver para fazer história.
Ciência do mundo, luz. Testemunos ser da
terra o sal. Seguimos trazendo a boa
nova, todo dia útil até a vitória final.
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho da
terra, o sal. Seguimos trazendo a boa
nova, todo dia útil até a vitória final.
Seguimos trazendo a boa nova todo dia
útil até a vitória final.
Ciência do mundo, luz desenhecer da
terra, o sal.
Seguimos trazendo a boa nova todo dia
útil
até a vitória final.
Bom dia.
Tudo bem?
Desejo que Bom dia, minha gente querida.
Hoje tem papo bom, muito bom, papo
diferente, papo interessante
e dentro daquilo que eu gosto, quero
agradecer aí, primeiramente ao Bad Punny
por tornar aparentemente relevante você
ter sido formado no pensamento
latino-americano. Até então não tinha
muito valor, mas agora que o Super Ball
apareceu, parece que conhecer a América
Latina e pensar América Latina se tornou
importante.
Bom dia, minha gente. Bom dia, Jéssica.
Tudo bem com você? Espero desejo que
sim. O som tá bom? Deixa eu já perguntar
que é importante isso, né? O sonho tá
bacana, o som tá legal.
Tá chegando bonito. Bom dia, Bordona,
querido. Como é que você tá? Espero
desejo que bem. Espero desejo que esteja
tudo em paz por aí e sobreviveremos, não
é?
Pera aí, deixa eu ajeitar um pouquinho
alta a música de fundo. Deixa eu baixar
um pouquinho.
Pronto. Acho que assim vai ficar melhor.
Bom dia.
O som tá bom?
Opa,
tá meio desconfigurado aqui que ontem eu
fiz uma outra atividade
e aí desconfigurou um pouco as minhas
coisas aqui.
Atividade online.
Víctoras
gente América Latina pueblo América
Latina la gente a toda la gente
bom dia, me querido. Que bom que você
está com a gente. Da terra do fogo até o
Canadá, papá. Sim, peguei a referência.
Peguei a referência.
Cre.
Pegamos a referência
da Terra do Fogo até o Canadá. Aqui a
gente tem, eu só não sei se a gente tem
gente da Terra do Fogo, mas em situação
de Canadá a gente tem passando um frio
lascado. Nós temos pessoas em situação
de Canadá aqui.
América não é solo USA, papá. No US no
é.
Ah, hoje a gente vai conversar um
pouquinho sobre isso. Vai ser legal, pô.
Tô tô animadinho. Falei, cara, que
bacana. parece que finalmente ter me
formado pensando América Latina e dentro
da pensamento latino-americano talvez
tenha alguma utilidade graças à cultura
pop. Quer dizer, porque na prática da
academia não, né? Pouca gente tá
interessada no pensamento
latino-americano.
Pode você ler o texto da Laura Sabino no
Brasil de fato? Achei interessante texto
sobre organização e tal. Cara, não li
Jess. Na verdade, eu tô recentemente
numa correria de trabalho que tá me
impedindo
ler coisas extras. Eu preciso melhorar
aí. Eu tô selecionando bastante o que
que eu vou encarar ou não, mas eu gosto
muito do que a Laura produz, então terei
que ver, né? Serei obrigado a ver. A
Laura manda bem demais.
Ui, pera aí que
aí, desculpa se eu tô meio
com voz estranha e com cara de
destruído. Tive uma crise de gastrite
essa noite, foi poderosa, fez mal. Ainda
tô com com ressaque dessa crise aqui.
Por isso que hoje não terá café, vou
tomar chazinho. Perdão. Pecado. O texto
é esse. Laura Sabino. É necessário
construir estratégia concreta para criar
novos veículos digitais.
Título interessantíssimo. Não. E se
tiver na linha das últimas coisas que a
Laura comentou a respeito, né, de
de trabalho de militância na internet,
essa coisa, eu tô bem naquela linha ali,
viu? Tem que ficar bem ligeiro. Gosto
bastante. Vou ler, vou ler. Lerei,
lerei.
Quem sabe a gente traz aí para próximos
papos.
Bom dia a todos baristas e não baristas
da América Latina. Bom dia a toda a
América Latina. Que se que se você gusta
café. A mim me gusta café. A ti te gusta
café. Você toma café. Cara, café é um
negócio que a gente gosta mesmo, né? Meu
pai amado. Aí hoje eu tomei um cafezinho
de manhã, apesar da gastrite, porque eu
não ia conseguir passar o dia se eu não
tomasse um golinho de café. Mas agora eu
vou de de chá de chazinho. Foi mal aí.
Perdão.
Ai ai.
Parismo é o mormonismo reverso. É pecado
não tomar o café. Exatamente. É
obrigatório tomar café. Mas aqui nós
respeitamos também as pessoas que não
são baristas e que não tomam café por n
fatores, seja de saúde, seja de crença,
seja do que for, a gente não respeita,
tá tudo certo. São bem-vindos baristas e
não baristas.
Ai, ai, cara. E tem, é engraçado que o,
cara, essa, esses rolê da América Latina
a gente vai sacando como realmente temos
culturas muito comuns, né? Entre elas tá
o o consumo considerável de café.
E aí a gente começa perceber as
diferenças de café que nos são
ofertadas. Nos são ofertadas.
Aqui no Brasil nós temos um agronegócio
tão canalha e um jeito tão babaca de
organizar o mercado,
que os cafés que a gente tem de
prateleira de mercado são muito de baixa
qualidade. E quando você compara com os
cafés de mercado de outros países, você
vai lá aqui na América Latina, outros
países, toma um café, fala: "Cara, que
café gostoso assim, né? Não, não queima
minha garganta, ele é vermelhinho, ele
tem tem aquele aroma agradável que
preenche o ar da casa". E os que a gente
toma aqui, eles estão de péssima
qualidade. E aí a gente pega os melhores
grãos que a gente tem, as melhores
torras, os melhores negócios e vende
para fora. Aí o café brasileiro é
excelente na exportação, porque pro
mercado interno só dá bagaceira pra
gente.
Pô, aí não é legal. Aí não é legal. Aí
não é legal.
Falo isso especialmente por idas aí para
alguns cantos que vendem bastante café e
era bem gostoso. Saudade aí do Kitsal.
Café maravilhoso da Costa Rica. Bom
demais. Café de mercado, feito por uma
cooperativa, inclusive. Muito bom. Mas é
isso. Viva de café. Antes da gente
começar o nosso papo, não esqueça aqui
de curtir esse vídeo e comentar para
achar se é a primeira vez que você tá
chegando. É nesse clima mesmo. A gente
vai papeando no início, trocando algumas
ideias com chat muito saudável, gentil e
educado. E posteriormente a gente vai
encaminhando a nossa conversa pro tema
central aqui da live, né? que na live a
gente gosta de discutir bastante temas a
respeito de religião e política aqui no
nosso país e no continente
latino-americano, filosofia, economia
política. Dada a minha formação, porque
é bastante eclética, mas eu sou doutor
em economia política mundial, mestre em
filosofia, graduado em filosofia,
formado em teologia e atuo, né, na área
da educação há muito tempo, assim como
na educação popular, né, como
militância. efetivamente sou professor
numa licenciatura em educação do campo e
também coordenador de um curso de
pós-graduação. Então tô satisfeito nesse
exato momento porque em pouco tempo
alterou aí algumas atividades laborais
sem perder a militância, o que me agrada
muito essa possibilidade. E aqui no
nosso canalzinho que a gente pode trocar
algumas ideias, compartilhar conteúdo
qualificado, com leve humor quebrado e
também você pode considerar ser membro,
membra membre, membresia aqui do canal,
porque nós temos conteúdos exclusivos
para você, para você e para todas as
outras pessoas que também são membros,
membras, membres, membrizin aqui do
canal, porque são cursos como
evangélicos e política no Brasil, Marx e
Religião, como fazer o seu projeto de
pesquisa, filosofia na América Latina.
Nós já temos o curso ali de ética da
libertação, discutindo o tema do
Henrique Dúciel. Vou, tô bolando o o
volume dois discurso, vai ficar bem
legal.
É, e mais coisas. Ex, cara, tem muita
hora de conteúdo aqui para você
acompanhar. É exclusivo para membresia.
E o que sustenta esse canal, porque ele
é pequenininho, é a membresia. Vocês já
percebeam disso. A gente tem um canal
pequenininho, não tem tanta
visualização, mas graças ao grupo de
membros, de membras, de membres,
membresia aqui do canal, a gente
consegue pagar umas contas de luz aí vez
por outra e também quando dá o stream. E
a gente segue aqui numa quase
autossustentabilidade dessa brincadeira.
Então, se você quiser dar uma força,
considere aí ser membro, membro a
membresia, que é muito mais barato que
um café expresso. Bem-vindos à primeira
igreja barista do YouTube. E se você
vira membro, membro, membro e membrinha
do canal, você pode também participar da
nossa primeira igreja barista do
WhatsApp. Então você entrar no nosso
grupo do Zap, caso você queira, que a
gente tem trocas bem bacanas, seja de
vídeos, livros, textos, debates muito
saudáveis, debates bem qualificados,
assim, vou dizer que tá muito bacana,
assim, a gente tem um grupinho lá bala,
viu? Tá saindo uns papos muito bom. Eu
tenho tenho me animado bastante. Então,
se você está convidado, convidada,
convidado aí a participar do nosso
grupo. Fechou? Eram isso os avisos de
início de live. Bom dia, bom dia, buenos
dias. América Latina.
Tum tum.
E na América Latina, ao todo, não
compreendemos de fato a história e as
ditaduras que tiveram. Exato. Exato. Vou
dizer que alguns países mais, outros
menos, né? Porque tivemos alguns
processos interessantes aí de
como é que é fala?
Repara. Não é reparação. A palavra
certa.
uma melhor lidou melhor com o passado de
violência de e de ditadura, outros
menos, né? Outros simplesmente como eu
assisti agora, agora a pouco tomando
café uma entrevista do Cléb Mendonça e
do Wagner Moura pra CNN, não sei se eu
posso mostrar aqui porque tá com a CN
CNN gringa e aí eu não sei se CNN gringa
desmonetiza canal que reproduz, né? Tá
Brasil e a gringa. Brasil libera é
gringa, não sei. Mas uma entrevista que
eles deram pra CNN gringa, a Brasil
repostou, né, legendado.
E eles falam sobre isso, né, sobre o
maltrato com a memória e a questão da
anistia aqui no Brasil. Tá muito boa a
entrevista dos dois, bem bacana. Gostei,
gostei bastante. Curtinha, muito boa.
Quem sabe se eu conseguir descobrir se
se desmonetiza ou não, a gente consegue
assistir ela aqui, conversar, porque ela
é bem curtinha, mas muito boa. E fala um
pouquinho sobre esse trato com o
passado. Ditadura. É bem bem bom.
Café bom no BR você vai pagar caro e não
vai achar em mercado. É, você pode até
achar alguns que são gostosos no
mercado, né? Mas é mais difícil. Bem
mais difícil. Sai caro mesmo,
infelizmente.
Uma tristeza. Ai que tristeza.
Bom dia, Alexandre. Como é que você tá,
meu querido Alexander, perdão. Bom dia,
Alexander. Como é que você tá? Gente,
hoje eu vou comentar uma série de
equívocos, porque eu estou com leve
sono. Eu dormi muito mal essa noite, mas
muito mal. Eu dormi 4 horas foi muito e
picado, bem picado. A criança acordou,
eu tive crise de gastrite, eu tava
acelerado porque eu fiz uma atividade
ontem à noite, então eu demoro para
baixar adrenalina. É, foi horrível.
Então, estamos meio destroçados aqui
nesse exato momento, mas já
recuperaremos. Perdão aí caso esteja
muito errando os bagulhos aí. Bom dia,
Alexander.
Bom dia, Kevin. Como é que você está,
meu querido? Que bom você estar aqui
mais uma vez conosco. Kevin também é
membro membre membrrez ali da nossa
comunidade e tá no nosso zap zap. A
gente troca uma ideia massa. N borduna
que isso continua qualificadíssimo.
Continuamos ali, ó, alto nível,
qualificadíssimos com esse papo.
Wagner Moura foi muito [ __ ] entrevista.
Foi mesmo, foi mesmo. Ele mandou muito
bem. Ele e o Cléber. Eu achei muito
sensível também da parte do Cléber. Às
vezes eu acho ele meio sem expressão.
Não sei se vocês já tiram bastante
entrevista do Cléber Mendonça filho, mas
eu gosto de acompanhar esse diretor e
ator, eu gosto muito de entrevista de
diretor e de ator, papo de roteirista.
Eu gosto para caramba de ver essas
paradas. É uma parada que me interessa
assim desde sempre. Tinha esses
documentário aleatório na TV que falava
conversando com alguém assim, eu
assistia. Ninguém tava nem aí para isso.
Eu assistia, falei: "Não, quero
assistir, quero acompanhar as
entrevistas desses caras". Que por
alguma razão cinema sempre me chama
atenção, teatro sempre me chamou
atenção. Então eu gosto de acompanhar
essas paradas, gosto de ouvir
eh nem é tipo podcast de ator assim, né?
Seja ator de teatro, ator de série B,
ator que a gente não conhece. Gosto de
ouvir para ver como os caras se
preparam, como eles eles conversam sobre
o atua o trabalho, né, de interpretar.
Gosto para caramba. E aí eu sempre
assistia as entrevistas do Cléber, nossa
filha e achava: "Meu cara, parece que eu
tô com conversão com a tábua, né? Ele
não tem expressão, ele fica, eu acho que
eh nessa entrevista em específico, ele
foi muito sensível, assim, ele conseguiu
expressar uma sensibilidade muito da
hora, que é ainda dentro do tom, né, do
tomaba de passar, mas ele tinha um
entrevisto, uma sensibilidade muito
legal, falou umas coisas muito
interessantes assim, ele fazendo
reflexões sobre o título do agente
secreto, porque se chama agente secreto,
foi bem legal, gostei. Eu tenho a
impressão de que ele não goste da
entrevista, mas aí é opnologia da minha
parte. Não faço ideia. Mas essa
entrevista é boa, boa pr caramba.
Café bom mesmo. Você acha no mercado
central de BH? Acha mesmo. Adoro Mercado
Central de BH. BH. Estou indo para aí em
abril. Espero poder passar no Mercado
Central. Faz tempo que eu não vou aí. E
trazer uns trem, uns trem aqui para
casa, né? trazer uns trem aqui para
casa, porque quando dar uma corrida aí
para para
Minas, eu sempre tenho que trazer um
queijinho, né? Um queijo Minas bom,
trazer um um doce de leite,
uma goiabadinha Cascão e se eu encontrar
a massa de de pão de queijo fresco assim
que dá para fazer, aí eu pego. Senão
não, mas também tem tá num preço
acessível, né? Saudade BH.
Estaremos aí em breve.
Teve um uma vez
até para conectar esse tema essa
história com o tema da live de hoje.
Teve uma vez que a gente foi paraa BH,
eu e um determinado grupo de pessoas que
eu não vou me referir quem são, mas um
grupo aí de pessoas de uma determinada
revista e coletivo
cristão radicalizado à esquerda.
Por acaso nós estávamos, né, fomos para
uma atividade em Minas, passamos o fim
de semana em Ribeirão das Neves,
que é grande BH, né? Grande BH em
Ribeirão das Neves. E aí a volta e a
gente não conseguiu passar na cidade de
BH mesmo. E a gente tinha que voltar
rápido porque cara segunda-feira a gente
tinha que trampar. A gente chegou lá na
sexta à noite, vou uma correria lascada,
pegamos um trânsito da bexiga. Aí tinha
que voltar no outro dia, tinha que
trampar de manhã já todo mundo naquela
correria. Então a gente voltou daquele
jeito, não conseguiu passar na na cidade
lá no em BH mesmo, para poder passar no
mercado e comprar algum bagulho para
nós. E todo mundo queria levar um queijo
em Minas.
A gente falou, cara, na estrada a gente
encontrando
um um local onde tem queijo Minas, a
gente para, não importa onde. Então, a
gente ficou andando atento na estrada
para ver se tinha uma placa Queijo
Minas. Então, vamos lá.
Aí
a gente passou por uma, ih, queijo min.
Ih, já foi. Falei, caraca, tava ali. Ih,
já foi. Umas duas, três vezes aconteceu
lá pelas tantas depois de seguir reto
toda a vida.
Gente, eu olhei, falei, ali tem um
negócio de queijo Minas caseiro ali de
fornalenha, tal, era um botequinho, um
quadradinho improvisado para vender
coisa na estrada. A gente tava, acho que
uma contravenção foi cometida. Eu estou
aqui confessando que alguém cometeu uma
contravenção. Eu não estava no volante,
então estou isento desse momento. Apenas
participei com emoção. Falei, ali tem um
queijo Minas. Nunca eu falei, ali tem o
queijo Minas. O motorista de então falou
aonde e viu e tipo deve ter passado aqui
na rabeira dele, né? Sei lá. Ele falou
ali, cara, ele virou o carro de uma vez,
a gente entrou pela saída do local do
estabelecimento.
A gente, mas quase todo mundo capota o
raio do carro porque a gente estava tão
desesperado por um queijinho minas que
crimes poderiam ser cometidos. Então eu
gostaria de avisar o pessoal que vende
queijo Minas na estrada, avisa com
antecedência, não põe a placa em cima do
seu estabelecimento, avisa um pouquinho
antes, porque a gente que tá
desesperado, a gente pode se preparar,
né, adequadamente para ir pra pista mais
à direita, para pegar o acesso correto,
entrar pela entrada e não pela saída.
Então fica a dica aí, avisa com
antecedência. Se você coloca a placa em
cima do seu estabelecimento, não dá
tempo da gente chegar.
Aí pode causar acidentes porque todo
mundo sabe que a prioridade entre vida e
queijo Minas, a gente quer queijo Minas,
óbvio.
Fica essa consideração.
Tem uma galera aí. Tem tem uma galera
aí. Tem uma galera aí. Bom dia, Gabriel.
Como é que você tá, meu bom? Bem-vindo a
mais uma live conosco, Gabriel também,
que, cara, sempre traz reflexões
fundamentais do nosso grupo do Zap, já
que a gente comentou lá. qualificando
ainda mais os nossos debates. Totalmente
excelente. Totalmente excelente. Diga-se
de passagem.
Bom dia. Bom dia, querido William. Como
é que você tá? Espero desejo que bem.
Que bom que você tá aqui com a gente de
novo. Vamos seguir o nosso papo hoje.
Papear sobre filosofia latino-americana.
Será que existe uma filosofia
latino-americana?
Ohó, que dúvida cruel.
Isso é um papo que uma vez aconteceu
numa determinada faculdade. Aliás, eu
vou começar a história com isso. Vamos
direto pro nosso tema que tem muito
teminha, muito conteúdo legal pra gente
falar,
contar um pouco sobre a história da
filosofia latino-americana.
Mas dito isso, né, o Pap só tá aqui
graças ao Bad Bunny. Então, obrigado aí,
Bad Bunny, né, porque tornou relevante
aparentemente quem pensa América Latina.
Talvez algum outro brasileiro agora se
sinta mais latino-americano
esses dias depois do Super Ball, né?
Andando na rua. Foi ontem. Ontem fui
buscar criança na escola. Ontem fui
buscar criança na escola. E aí a
tava humano na humano aqui na na região.
Não sei onde ele tava porque eu só vi
ele cantando. Deb tiar fotos de quando
tu. Eu falei aí ó, tá chegando e tudo
cant canto o bagulho. Que bom. Estamos
no sentido latino-americanos,
finalmente. Que até onde eu sei, um
monte de gente acha que a gente não é
latino-americano, não. Brasileiro não é
latino-americano
não. Não é não. É eslavo.
[ __ ]
chega aí. Estou no trabalho. Cléber
Lauer, aproveite o trabalho, mas
continua com a gente. Tamo junto.
Obrigado aí pelo carinho. Bom dia,
Cléber. Como é que você tá, mano? Espero
desejo que bem, cara. Eu não vou mentir.
Nunca li um autor latino-americano fora
brasileiros na faculdade, porque ninguém
estuda, ninguém tá nem aí com a gente.
Eu vou mostrar isso na prática hoje.
Vocês verão na prática que ninguém tá
nem aí pro pensamento latino-americano,
nem sabe que existe filosofia
latino-americana. Infelizmente.
Infelizmente, o que é completamente
triste. Eh, se eu falo aqui, fala aí.
Eh, é aquilo, né? Pô, você gosta da
América Latina? Sim. Gosta de pensamento
latino-americano? Sim. Fala três álbum
aí do do Dúciel.
Fala três álbums que ele que ele lançou.
Três músicas famosa.
Três músicas famosas aí do Salazar. Bom
dia. N conheço nada.
Bom dia, Bruno Ursal. Bom dia, Juan
Gabriel. Excelente dia para esse
trocadilho, não é mesmo? Bom dia, meu
querido. Que bom que você tá aqui com a
gente mais uma vez.
Bom dia. Bom dia.
Ai ai. Conta aí para nós qual que é o
quanto quais álbuns o tu sen lançou, né?
Hum. Ah, já que entramos nesse assunto,
querido Gabriel, pô, não vou mentir,
nunca li latino-americano, fora
brasileiros na faculdade. Pura verdade.
E brasileiros, a gente também não tem
acesso a tudo, né?
Sim, é bem seleto o tipo de conteúdo de
brasileiros que a gente tem acesso.
Vamos combinar, vamos combinar que ele é
bem restrito, né?
Mas cara, oxe, que aconteceu aqui? Ih,
minuto. Problema na bateria de novo do
computador. Ô, Jeová. minuto.
Hum.
Aí eu não rejei ainda.
Que que tá acontecendo,
cara? Não tá carregando esse trem.
Minutinho. Última tentativa de solução
aqui.
Aí
acho que foi bom, mais ou menos, né?
Espero que funcione, cara. Mas esse
lance, né, da gente nunca ler
latino-americano que não seja
brasileiro, ainda assim, ainda assim o
conteúdo que a gente tem, ele é bem
restrito, né, de brasileiros,
brasileiras e tal,
mas cara, contar um negócio para vocês,
viu? Estou me preparando para estudar
África esse ano, mesmo não sabendo na
dica de Latinoamérica. Não tem problema,
cara. Eu eu acho o seguinte, a gente não
tem que conhecer tudo e nem estudar na
América Latina. Ah, porque somos
latino-americanos. Não, também acho que
não é por aí. Eu acho que a gente tem
que experimentar aquilo que a gente
gosta, né? Tem aquelas nossas
preferências e predileções.
Que pode enriquecer é, por exemplo,
dentro de uma determinada temática, você
buscar referenciais de diferentes
lugares, diferentes territórios. Vou até
justificar teoricamente isso já. Mas
assim, ah, que nem eu tava discutindo
marx marxismo e religião. Opa, pera aí,
foco tá ruim. tava discutindo marxismo e
religião.
Eh, aí eu começo por onde mais o pessoal
estuda isso no Ocidente, que é na
América Latina por causa da teologia da
libertação e os movimentos de esquerda
que surgiram por aqui. O pessoal tem um
um hiper foco nisso. E aí, Michel Lovi e
a galera da teologia da libertação e não
sei quê.
Só que aí eu entrei em contato com um
cara, ele é francês libanês,
que chama
Maliktahar Shaur,
que veio pra América Latina, tal, e
também acho que ele dá aula hoje em dia
na América Latina.
E aí eu falei: "Caramba, talvez tenha um
papo que não seja só aqui no Ocidente,
talvez não tenha um papo aí que de
outros territórios também discutem
marxismo e religião. Não faz sentido só
pensar quem aí, óbvio, tem a tradição
ocidental europeia, tem a América Latina
e aí eu fui conhecer discussões sobre
marxismo e religião no mundo islâmico
e tem e é muito interessante, muito
interessante. Não me aprofundei, eu não
sou um cara que manjo ah, então fala aí
pra gente três álbuns lançados pelo
Rodinson. Eu não sei, só fui conhecer
alguns aspectos, até contato com, tá
ligado? E aí depois eu fui falou: "Pô,
legal, cara. Mas será que tem uma
discussão, por exemplo, no Vietnã sobre
isso?
porque lá teve uma revolução e fui e
encontrei uma pesquisadora
que estudava o papel desempenhado pela
religiosidade
de tradição budista milenarista que
tinha entre os camponeses, vários grupos
e tal, os camponeses vietnamitas e que
incentivava e animava os caras pra
revolução. E ela começou a discutir esse
papel do milenarismo, desse dessa
religiosidade popular camponesa
articulado com os movimentos de de
independência que surgiram no Vietnã e
que depois, perdão, vão tomando o
aspecto revolucionário no sentido
marxista do termo
da hora para caraca. Mas não é porque eu
fui estudar o pensamento oriental, sei
nada disso, mas é dentro desse tema,
dessa coisa que me chamava atenção, pô,
faltou tendo contato com o que que no
mundo estão falando sobre isso. E é
lógico que para isso a gente acaba tendo
que mexer com línguas estrangeiras,
especialmente o inglês, né, que aí
contraditoriamente desempenha esse papel
importante de facilitar o nosso acesso
entre diferentes povos dentro das
relações de dominação, colonização e
imposição de uma língua. Mas cara, aí a
gente tem que saber surfar na realidade,
né?
E aí depois o Roland Bower, né, que eu
tive contato com Roland Bower, que é um
australiano que estuda marxismo,
religião, presbiteriano, calvinista,
que mora na China e estuda China. E por
meio dele eu fui encontrando outros
autores e autoras que aí falavam sobre
China, sobre a Coreia Popular e de como
a religião desempenhava determinados
papéis dentro desses espaços. Então, pô,
fui ampliando meu leque, manjo tudo, não
conheço a América Latina, mas a gente
vai dando essas
É legal, é legal. Então, né, d uma
observada
só passando para dar um like querido,
fazer o ót que ia ser o que fazer que
faremos. Bom dia, meu querido, como é
que você tá? Tudo bem? Espero desejo que
sim. Ah, salve, mano. E em breve a gente
troca essa ideia.
Buenos dias, carapa. Bom dia. Bom dia,
carapa. Como é que você tá, meu querido?
Que bom que tá comigo com a gente mais
uma vez. Carapa também sempre
contribuindo com os nossos papos no zap
do grupo da membresia aqui do canal.
Estranho que eu nunca tinha ouvido falar
no Bad Bunny antes da repercussão toda
do Super Ball. Inclusive fui procurar
músicas dele para ouvir e não achei. Ah,
meu amigo, agora Spotify Bad Bunny
começa aí com o o Deb como é de ti fotos
quando tu. Cara, primeira vez que eu que
eu ouvi falar do Bad Bunny.
Foi numa manifestação que teve no acho
que foi em Porto Rico da Independência
de Porto Rico. E o Bad Bunny Bad Bunny
tem que trar com esse sotaque Bad Bunny.
Bad Bunny ele
ele tava participando da manifestação.
Eu não lembro em que ano foi, mas era
ele e tava o Renê Roglar, que é o
Residente, né? Que era um dos dos
cantantes, um dos dos uma um da dupla é
a dupla, né? do K3, CAD3, que talvez
vocês já tenham ouvido falar, senão
vocês estão vivendo errado. Depois vocês
vão procurar Latinoamérica K3.
Eu vou colocar aqui no chat. Se vocês
não chorarem, vocês estão mortos por
dentro, né? Assim, primeira vez que eu
vi essa música, eu estava na faculdade,
no mestrado.
Foi no mesmo, foi próximo de quando eu
conheci o Bad Bunny.
E um amigo meu falou: "Pô, você conhece
C3"? Eu: "Então, poxa, você vai curtir
muito essa música." Aí ele me botou no
foninho aqui e deu o celular com um
clipezinho passando no YouTube. Eu
comecei a chorar,
chorar, chorava. Falei: "Caraca, velho,
não tava esperando por tomei um um uma
trauletada do nada, que momento
emotivo." Então fica aí a dica. Mas aí
tava o Renê Roglar e o o Bad Bunny numa
manifestação pela independência do de
Porto Rico. Aí tá o René Roglar de boné
regata com mão levantada pá e o Bad
Bunny do lado vestido de coelho. Oxe,
muito da hora.
Falei: "Caraca mano, que foto massa!
Achei muito massa." Aí eu não sabia que
era o BadB. Sabia quem era o Ren Roglar,
mas não sabia que era o Bad Bunny. Aí eu
conheci o Bad Bunny. Mas foi um tempo já
foi numa manifestação. Aí os caras que
mandaram essa foto aí eram os manos
desses contatos que a gente tem da
pessoal da América Latina que já
apresenta algumas organizações das quais
eu faço parte, eu tenho conexões e os
caras mandaram falam: "Ô, os caras do
regaton é muito mais revolucionário que
vocês". Eu falei: "Tem um ponto". Ele
tem um ponto. Lá vestido de coelho numa
manifestação. Maravilhoso.
Tem muito brasileiro que só tem livro em
espanhol também devido à ditadura. É
verdade. A galera do Céso, né, do Centro
de Estudos Sociais lá do Chile, que
braço fundamental da teoria marxista da
dependência, né, como Vânia Bambirra,
Teotônio dos Santos, Rui Mauro Marinho e
praticamente publicou em espanhol tudo.
Depois, quem sabe aparece os textos
traduzido, né, mas tem muita coisa que
não foi.
Tem muita gente que reg o Reinaldo
Capanholo também produziu uma penca de
coisa só em espanhol, português, nada.
Eu quando, a minha produção, a minha
produção pessoal teórica, ela circula
muito mais em espanhol e entre redes
espanoablantes do que no Brasil.
Tanto que o as atividades acadêmicas que
eu fiz, que eu faço, as formações, até
agora começar o meu trampo numa
instituição brasileira no ano passado,
eu praticamente trabalhava para
instituições da América Latina, outra
toda a espanoablante, né? Aqui no Brasil
ninguém tá nem pensamento
latino-americano. Que é uma tristeza.
Tristeza. Então vocês vão ver. Esse
cenário parece do coordenador da pós que
eu comecei. Caraca, você começou uma
pós. Que legal, carapa. Parabéns. O
cenário você diz o meu.
Impressionante a coincidência. Eu estou
impressionado
de regaton mesmo. Não achei. Eu curto o
gênero musical, hein. Ô regaton,
cara, tem uma que eu quero achar essa
raio dessa música e não acho nenhum
lugar. Eu no ano retrasado, eu fiz
algumas viagens aí por alguns países
latino-americanos a trabalho
e tocava esse raio dessa música em tudo
canto é canto. E eu não acho o raio da
música. E eu agora o nome não tá vindo
na minha cabeça, mas eu não acho. E era
uma música muito da hora. Tocava todo
lugar.
Coloca o nome dele no chat. Ah, deve ser
do Talik, né?
Talik Mar
Talic Maharur.
Aqui
tem um pezinho no islamismo, uma boia
inteirada em hinduísmo. Caraca, aí sim.
Bruno, você acha que a bruçal um dia
será realizada?
Acho difícil,
mas eu continuo sonhando. Acho agradável
o sonho. Acho agradável o sonho. É, quem
sabe, né? A gente a gente pode ser
sempre surpreendido novamente. A gente
não é só só surpreendido com desgraça,
com coisa boa também.
Sou um pouco anti Mark Fisher e
depressão total.
Bom dia. Bom dia, Giseli. Como é que
você tá, Gisel? Obrigado pelo carinho de
estar aqui com a gente de novo. Muito
obrigado pelo carinho de estar com a
gente aqui de novo de manhã.
Primeira vez que eu vi falar em Badb e
Residente foi por indicação da Sabrina
Fernandes. Ah, que da hora, pô. A
Sabrina tinha umas paradas muito massa
também, né? Ela é muito conectada com a
galera da América Latina. Gosto. Me
gusta.
Eu lembro dessa música K3. Ah, da
Latino-América. Pô, começa com um
peruano falando rápido para caramba. D.
Nossa, é muito da hora. Não cons um
programa de rádio, né?
Aí o o Ren R começa a cantar. Cara, essa
música é muito poderosa, mano. [ __ ] que
música boa. Não se pode comprar elito,
não se pode comprar sol. Cara, essa
música é boa pr caramba. Minha esposa
apresentou. Pô, é da hora. Eu não lembro
quem que é que canta. A brasileira que
canta é a
que tem um no refrão tem uma versão, tem
um uma das das frases no refrão é
cantado em português. Traduz, não se
pode comprar o vento, não se pode
comprar. Quem é que canta essa parte?
Vocês lembram? Pô, esqueci, mano. Essa
música é boa demais.
Eu também lembro a hora que eu ouvi pela
primeira vez que é de trulada,
trauletada. Nossa, não, eu ouvi essa
Latinoamérica, comecei a chorar que nem
uma criança no na no meio da no meio da
da sala da faculdade assim chorar. Aí os
cara olhando assim, eu com o fonezinho
lá, o mano só aguardando eu terminar de
usar o celular dele, que me passou no
celular dele o vídeo e eu chorando.
Cheguei em casa, fui procurar tudo do da
do K3, tem a discografia inteira e agora
do Resident, né? O o René Roglar que tem
uma carreira solo, inclusive tem um um
álbum maravilhoso chamado Residente, que
é o primeiro que ele lança da carreira
solo, que é o melhor até agora. Bom,
hein? Boa. E os clipes são pedrada
também.
Mas o Crist tem uma música também que eu
gosto muito que é calma que esto
lo que dicen lo digo porque lo que lo
pienso porque yo soy como tu e tu eres
como papá. Cara, essa música é muito da
hora também. Essa música é muito massa
do álbum multiviral. Bom pr caramba.
Muito bom. Irei pesquisar. Pesquisa,
pesquisa que é bom. É bom.
Os baristas terão que ir vestidos de
grão de café no protesto. Então,
concordo. Ou com xícara. Vai de xícara
de café ou vai de tarifinho. Ó, a gente
pode desenrolar uma uma fantasia de
tarifinho para ir no protesto de
tarifinho, que é aqui o nosso mascote do
barismo.
O primeiro mascote.
Nosso mundo é completamente aleatório,
né? É uma igreja barista cujo mascote é
uma caixa de laranja que segura um taco.
Vai entender? Bom dia.
Dia de estudar as notas da aula de ontem
da faculdade. Milton Santos, Mirafab,
caraca. Frei e Mark Fisher. Aí Mark
Fisher aparece em todo canto hoje em
dia. Impressionante. Esse homem tá em
todo lugar. Tá em tudo ao mesmo tempo.
Em todo lugar.
Mark Fisher. Quando eu li aquele livro
Chorei Babessa, parece ser um livro de
uma banda emo
cara. Não. E é importante ler para
caramba. Assim, ele dá um choque de
realidade muito importante. O problema é
você cair na armadilha do loop infinito
da desespero, da depressão e do poço
profundo sem saídas, né? Que é
exatamente o que um uma leitura de de a
dor no causa também. Se você não tome
cuidado, você fica com a dor no cérebro
pro resto da vida e no coração também,
né? A dor no coração constante. Você que
que aquela galera que não consegue ver
sonho, né? Não tem mais horizonte de
utopias.
Já volto. Um minutinho. Trago esse tema.
Maria Rita. Isso, Borduna. Obrigada. É
Maria Rita que canta voz poderosa da
bexiga. Bom dia, Felipe. Felipe,
primeira pessoa santificada em vida,
beatificada em vida aqui na igreja
barista. Muito bom ter você com a gente
mais uma vez, meu querido. Bom dia.
Conheci Residente por this is not
America. Sim, essa música é da hora. Eu
a resposta resposta não, né? a troca
entre o bambino, né, e o o Gambino, né,
Gambino e o Renê Roglar. O Gambino fez o
Dis America e aí o o Renê Roglar faz o
Dis nota América. Tem umas referências
da hora nesse clipe, hein? [ __ ] essa
música é boa.
Certamente depois desse holofote todo é
perigoso ele estourar ainda mais. Ah, é
o músico mais ouvido no mundo, né? Hoje
em dia não tem como.
A galera tá sem esperanças totalmente e
sem motivo de estar sem esperança. Essa
é a parte que me deixa mais encanado.
Assim, não tem muito motivo para não ter
esperança, mas por outro lado, a gente
não tá no posto do desespero que nem tá
os europeu. Essa parte eu fico, gente.
Pera aí, ó.
Bota o pé onde você tá, mano.
É uma parada que eu fico meio, ué.
Seria Badban Bani, membro da igreja
barista de Porto Rico? Provavelmente
cantando o hino por lá manhã na café por
lá.
Eu vou, eu vou. Caraca, agora você me
deu a ideia. Vou fazer a versão espanhol
das nossas músicas barísticas.
Agora já era. [ __ ] vai ter o álbum, como
é que é? A gente tem aqui, você, você,
você não é membro, membra, membro, você
não sabe, mas a gente tem um um hábito
de criar músicas divertidinhas de e a
gente fez a versão de músicas para
churrascos hipotéticos, músicas de verão
para para churrascos hipotéticos. E eu
vou fazer isso com esse álbum versão
latina americana espanablante.
Vai ficar na hora.
Agora já era. Tem uma missão doideira
que vi no Instag.
Pergunta rapidão, rapidão. Aqui é uma
questão porque eu sempre ouvi Super Ball
e pensei que era Super Ball com bola,
uma super bola com todas as contradições
e duplos contextos que isso pode ter.
Mas depois eu fui ver a grafia e era
Super Ball com esse aqui que é de
combuca.
É uma super cumbuca.
Bom, eu não entendi. Eu não entendi. A
super combuca.
Que nome merda de evento é esse? Eu não
entendi. É um evento que também não faz
sentido nenhum, porque não é esporte
aquilo lá, né?
Todo o jogo só 6% é jogado. O resto é
nada. É um grande nada. Que que as
pessoas fazem? Essas super cumbuca,
velho. Faz sentido nenhum. Que nome
bosta de de evento, mas tudo bem.
Ler Mark Fisher, né? Para entender o
pessimismo da razão, procurar as
leituras para alimentar o otimismo e a
vontade. Ah, sem dúvida. Aquela
combinação abelística, né, de
mente fria, coração quentinho. A gente
conseguir combinar as duas coisas. Só
que hoje em dia o Abel é só mente fria,
coração de pedra, né? Não tem nada
quente naquele homem, a não ser a,
aliás, talvez a cabeça dele esteja
quente. Tá sempre irritado, pessoa
desagradável.
Tempério down do Mike Fisher com a
denúncia dour de esperança do Viji pra
chat. É uma boa mistura. Dá um blend
legal pro seu café da manhã.
Você tem a música do do Weber? Tem uma
tem que ter uma dous agora. Verdade, tem
música do Weber, tem que ter dud. Ah,
tem uma do Hinkelam que é bem bem boa.
Modestigelão.
Tigelão também. Ah, é um nome ruim
demais. Cum bucão. Cum bucão ia ser da
hora. Parece até nome de estádio de de
série C.
Estamos aqui com Vila Horizontina e
Nova Luxemburgo para jogar no Cubucão.
O time de Guará contra o time de
Bitutela vai ser um jogaço aqui no
Cumbucão às 11:15 do domingo de manhã.
Ai ai com patrocínio supermercados
Zezão. Supermercado Zezão. Obrigado aí
pelo patrocínio aqui do nosso jogo.
Nova intro do canal vai ser regaton e
dumba. Ó, agora tenho mais uma meta.
Botar um regatonzinho aqui. Super
combuca aqui no BR. Exato.
Eu acho que e isso ligação com
juventude, Bruno, sem perspectiva de
melhorias. A galera não tem essa
perspectiva do que já foi. Pode ser,
pode ser. Mas assim, qual galera, né?
Também acho um ponto importante. Qual
galera, que o adolescente ele tá no
processo de formação também. A gente tem
que pensar aí um pouquinho. Vamos ver.
Eu eu tenho um bagulho que eu não posso
esquecer. Ainda bem que você trouxe de
novo isso aqui. Eu não posso esquecer.
Começar o nosso papo. Combocão. Combocão
é o nome de estádio. Nome de estádio.
Talvez tenha a ver com o formato do
estádio.
Será?
Não sei. Não faço ideia.
Trump ficou portinho com a apresentação
do B. Ah, ele fica com qualquer coisa,
né, pessoa? qualquer coisinha tá
o maior mimimi da história.
Inclusive no início do show aparece o
Benito.
Apresenta el espetáculo del medio del
superon
só.
Talvez a falta de esperança seja
semelhante à questão do PT que viveu na
a luta do PT. Vê todos os ganhos. OK.
Quem vêu a luta do PT vê todos os
crianços. Verdade. Com clareza para o
público jovem que só viu o PT mais
político e não tem essa visão. Verdade.
Também tem razão. Mas eu acho que isso
tem muito a ver não com a juventude ali
só experimentando o mundo. A gente nunca
vê o mundo a secas. A gente não observa
a realidade, ela se aparece e a gente já
sai interpretando ela. A gente observa o
mundo a partir dos recursos que nos são
fornecidos no nosso processo de
formação. E num primeiro momento, o
nosso processo de formação tá mediado
pela relação com as outras pessoas.
os mais velhos e e a gente vai
assimilando recursos para interpretar o
mundo. E aí depois a gente pode, quem
sabe num processo, criar maior, cada vez
maior autonomia para também construir o
ajustar os nossos mecanismos de
interpretação do mundo.
A minha crítica vai aqui a quem nos
formou. E eu penso assim, quando eu era
mais jovem, eu era muito mais
rebeldinho, sem causa,
porque eu fui formado com conteúdos e
com estruturas de interpretação de mundo
que me deixava cético diante de qualquer
coisa, de perceber que o mundo tá sempre
uma desgraça, que tudo tá ruim.
E enquanto eu tô vendo que tá tudo ruim
e eu olho e na realidade, se eu observar
o que aconteceu na história de verdade,
a gente teve grandes avanços nesse país
com todas as críticas que a gente pode
construir, que deve dentro das
estruturas vigentes aí e tal.
Mas enquanto a gente estava tendo
melhoras e ganhos nunca vistos na
história, a gente estava sendo formado
com recursos de inter de interpretação
da realidade que não viam esses aspecto.
Só vê o aspecto negativo, só vê o
aspecto da falta e não da complexidade
da realidade dentro das contradições de
ganhos e perdas, de avanços, efeitos
intencionais e não intencionais,
positivos e negativos. A gente aprendeu
a só olhar o mundo com tá tudo acabando,
é uma porcaria.
E isso é horrível.
Isso dá um rebelde sem causa, um acaba
com tudo que tá aí.
Então tem a responsabilidade muito
grande quem é professor, professora,
formador de opinião,
a mídia, né, que a gente tem um papel
muito importante, cara. A gente às vezes
esquece esse ponto.
Fica aí um apontamento.
A final da Copa Pantanal do Cumbucão é o
oferecimento de três irmãos
lanchoneteira.
Exatamente.
Boteco e copiadora, né? Manicure e
copiadora
e
locadora de de DVD.
Ai Jesus Cristo.
Jovem universitário, terceiro ano, jovem
adulto, [ __ ] chegando no mercado de
trabalho. Exatamente. Concordo
completamente. É, estamos junto.
A parte quem nos formou também é uma
questão de PT. PT PT PT aí não, gente, a
gente tem que tirar um pouco a obsessão,
né? A hora que a gente fica obsecado com
algumas coisas aí a precisa tratar.
Ai ai. O que não significa que é uma
grande defesa. Obviamente que não, pelo
amor de Deus, todo mundo aqui sabe. Mas
ó, vou falar um bagulho aqui.
Eu tava
tava uma vez
num evento que a gente foi para falar da
filosofia latino-americana.
É exatamente essas obsessões aí. Tava
num num evento de filosofia que era de
filosofia, não era de filosofia
latino-americana, perdão, um evento de
filosofia. Eu nem queria muito
participar dele, sendo muito sincero,
mas mestrado precisa produzir, precisa
participar de evento. A galera tava
animada, a gente era um grupo de quatro
amigos e aí excelente nome de de posto.
E aí o três queria ir, eu era o único do
contra, mas eu falei: "Por que não você
aqui o traíra do grupo? Fomos junto. E
foi legal. Fomos juntos, né? Apesar de
juntos, porém separados, porque cada um
foi num momento, dividimos em duplas.
Mas era um evento numa cidade interior
de São Paulo, vou falar logo, na
Universidade Federal de São Carlos.
A gente foi aí, tal, chegamos lá,
evento de filosofia, mais tradicional,
mais quadrado, aquela coisa toda. Não,
não gosto muito de certas estruturas de
formalidade, mas estamos junto.
E aí a mesa que eu tava era uma mesa bem
particular, assim, era quase os
trabalhos que sobraram, sabe? Assim, ah,
a gente não sabe onde pôr esses
trabalhos aqui, põe nessa mesa. Então,
era umas saladinhas sem tema.
E eu estudo, sempre estudei filosofia
latino-americana,
então tava lá para apresentar filosofia
latino-americana. Só que eu fiz um
esforço danado para não ir. Tanto que o
tema da minha exposição, do trabalho que
eu queria apresentar foi um um
trocadinho jocoso, uma piada
desagradável.
Eu peguei a um texto do Heidegger, que
é, na verdade é uma palestra que se
tornou livreto chamado O que é isto? A
filosofia bem tradicional de Martin
Heidegger.
E nessa palestra, Heinegger diz que
filosofia só dá para fazer em grego e
alemão.
Eu já ouvi isso em aula, tá?
Aí tem gente que diz: "Não, isso é uma
brincadeira". Ele tava fazendo uma,
tirando uma onda. Aham.
Tá bom. Mas ele esqueceu de avisar
porque o pessoal continua reproduzindo
isso. Bom, aí eu
tem que ter uma claque perto, né? Na
hora que ele falar assim, filosofia
fazem grego alemão. Aí toda hora que
você lê isso tem que ver uma voz, o
pessoal rindo, tem que tá claro, o
pessoal rindo junto com você. Mas tudo
bem.
Aí o o
eu fiz o texto, o que é isto? A
filosofia latino-americana. E aí eu
peguei essa texto, essa frase do
Heidegger para em cima dela começar a
construir uma crítica ao eurocentrismo.
E a essa ideia de que só se faz
filosofia em grego alemão, né? Espanhol.
Espanhol, a língua não se produce
filosofia. Português, então esquece, nem
tem filosofia brasileira, não existe
isso. Tem essa discussão até hoje. Ai
que tristeza. Mas tudo bem.
E aí eu apresentei o trabalho, a gente
fez umas discussões, alguns temas que a
gente vai trazer aqui hoje. Vou trazer
algum algumas temáticas e referências,
citações e tal. E foi muito legal. A
galera se animou, assim, se empolgou
muito. Eu peguei um livro do Leopoldo
Sea, escrever o nome dele aqui,
o Leopoldo sea
tem um texto chamado filosofia
latino-americana como filosofia,
vírgula, sem más, né? Então, filosofia
latino-americana como filosofia sem
mais, né? Não precisa de de adjetivo,
né? Filosofia latino-americana como
filosofia. Leopoldo zero. E aí acho e
traduziram isso, né? Traduziram esse
texto pro português, perdão, é um dos
poucos textos do Luseia que foram
traduzidos pro português. E inclusive a
tradução é bem ruim, assim, também, com
todo respeito aos tradutores, eu
agradeço que vocês traduziram, mas a
tradução é bem ruim. Mas os caras também
não tinha responsabilidade de traduzir
bem, não foram filósofos preocupados com
o pensamento latino-americano que
escreveram, foram engenheiros que
traduziram o texto do Zé.
Então, tem uns problemas conceituais de
precisão ali consideráveis, mas o texto
ficou traduzido como filosofia
latinoamericana como filosofia
simplesmente. Então você pode acabar
encontrando esse texto espalhado por aí
em português das poucas traduções do Zé.
E eu peguei esse texto do Zé para poder
brincar, né, do de que filosofia a gente
não faz só em em grega e alemão, né?
Filosofia você faz tal. Filosofia você
faz filosofia. Ponto.
E eu peguei nesse texto do Zé
eh, alguns elementos que ele critica e
um outro que ele que ele discute num
outro livrinho chamado livrinho não,
esse é um pouco maior chamado,
caraca, eu esqueci o título. O meu sono
realmente tá forte hoje. Tá complicado.
Eh, discurso desde la marginação e la
barbaria, né? o discurso a partir da
marginalização e da barbárie ou a partir
do marginalizado e da barbárie.
E ele começa a discutir a produção de
uma filosofia a partir da periferia, a
partir daqueles que não são considerados
como capazes de produzir filosofia, né?
Não são os os povos iluminados pelo
espírito. E aí o Zé discute nesse texto
eh
uma parada muito massa que ele fala
assim, ele pega a referência de
Shakespeare, né? Já que é para fazer uma
crítica aí sofisticada ao pensamento
ocidental, ele pega o texto Shakespeare,
que tem dois personagens, né? O próspero
e o Calibã. Calibã é o escravo, próspero
dono do escravo.
E ele pega uma cena em que Calibã fala
na língua de próspero, né? Na língua do
seu do povo que o domina, né? na língua
daquele que o tem como dominador.
E ele fala, fala e tenta falar bem,
tenta articular com bom sotaque, né,
essa coisa toda. E o próspero diz pro
Calibã:
"Você nunca vai falar a nossa língua
como nós, porque você é um bárbaro. Você
jamais será capaz de falar a nossa
língua. Você fala como um bárbaro, você
fala como um escravizado.
E a palavra bárbaro, a palavra aquele
que é o bárbaro é aquele que não fala
grego, é aquele que não fala a língua
oficial, né? O grego ou o latim. No caso
da tradução clássica grega, é aquele que
não fala grego é o bárbaro. Você é o
bárbaro, é aquele que não fala a nossa
língua. E no caso não fala a língua.
para quem gosta de filosofia e do logos,
aquele que não tem logos, não tem a
palavra que corresponda adequadamente
com a realidade, que exprima a verdade,
né? Que expresse, compreenda
racionalmente o mundo, expresse
racionalmente o mundo. Então, o bárbaro
é esse que não tem logos, não tem a
palavra, essa palavra ativa de conexão
com o mundo e tal. E o Zé pega essa
sacada brilhante e faz: "Ó, a gente
barbariza a mesma língua de vocês. Você
não vai ser reconhecido filosofia na
nossa língua enquanto a língua é
bárbara". a gente barbariza o grego, a
gente barbariza o alemão, a gente vai
então produzir filosofia utilizando a
linguagem, a estrutura do dominador, do
colonizador para pensar os nossos
problemas, para buscar aí a partir da
marginalização e da barbárie, porque a
gente não é barba, porque a gente quis,
né?
Decidiram que nós somos aqueles que a
referência é a língua falada, a gente
não fala aí, né? nos colocaram aqui
nessa situação historicamente dominado.
Então é daqui que a gente vai falar.
O que me conecta inclusive ao a música
do a famosa expressão do Racionais, né,
que o na inversão, né,
o pobre preto de periferia fala gíria e
aí o menino branco da de classe média
quer falar a gíria.
E aí ele fala: "Ah, a nossa música
chegou no seu rádio, aí subiu, tal, não
sei o que lá". como se tivesse
conversando com a mãe do menino. E aí o
o o
mano Brau canta nessa parte assim, né?
Gira não fala fala giri não. Dialeto.
Essa ideia do dialeto nessa usando aqui
a metáfora é aquilo que o Zé tá
indicando como a barbarização da língua
formal, da língua regular, da língua
correta, da língua culta. É dialeto, meu
amigo. E aí os caras começam a falar gi
querer imitar. nós já é inversão desse
negócio. Então, barbarizar aí a língua
dominadora, né? Utilizará nossos fins
e isso dá um pontapé inicial
interessante para conversar e pensar
sobre filosofia latino-americana. E eu
discuti isso nesse dia, foi muito legal,
muito legal. Galera curtiu o mano que
tava como mediador da mesa, ele era da
universidade em questão, né? E ele tava
aqui assim, ó, o papo inteiro, ele
assim, ó.
era um arquétipo, né, de universitário
da filosofia, cabelos longos, óculos
magos, sim, mais formal e que tão aí
acabou, acabou, a gente saiu da sala,
nos encontramos com o pessoal que tava
nos outros GTS, né, final de evento,
assim, final de dia de evento, ah,
depois dá um rolê, vai no bar, vai dar
um rolê, tal, eu que tinha que voltar
para casa porque ia chegar muito tarde e
aí, mas aí fez aquela roda assim com o
pessoal de outras mesas, tal, e o cara
que tava mediando a nossa mesa saiu
trocando ideia comigo. a gente parou na
roda e aí ele virou para um outro humano
que parecia ser uma referência da
Matilha.
E aí ele virou falou: "Cara, a gente
tava num papo ali na na na
mesa, o cara falando sobre filosofia no
Brasil, na América Latina, muito da
hora". Aí o o macho Alfa de dessa
matilha filosófica virou e falou assim:
"Juro para vocês, eu se eu desse, eu
ficava de pé e mostrava para vocês como
faz, botou a mão para trás assim, olhou
para cima.
E por acaso nós somos capazes de fazer
filosofia?
Não é nem tipo,
ah, será que tem filosofia? O maluco
meteu um, será que somos capazes de
fazer filosofia? E eu ouvi isso, eu
fiquei marcado na minha cabeça para
sempre, porque eu ouvi isso, eu fiquei
atônito, eu falei: "Você faz, estuda
filosofia para quê, animal?" Tipo,
sério assim,
qual é o seu objetivo aqui? Você é um
leitor, tipo, você sabe ler, parabéns,
você foi alfabetizado.
Que que você tá fazendo aqui? Não quer
produzir filosofia, doido, sabe?
Mas isso é o grau. Isso aqui para mim é
um uma situação casual, mas assim é o
grau de
colonização mental desse bagulho. Eu nem
gosto da palavra mental, mas é isso. Eu
fiquei abismado assim, falei: "Não, o
cara perguntou se a gente é capaz
e tipo, ele se incluiu no bagulho. Será
que nós somos capazes de fazer?" Meu
irmão, o que você que tá fazendo aqui?
Vai vender bala? vai fazer alguma coisa
mais produtiva.
Sério, isso não é para fazer isso. Tá
querendo estudar filosofia para quê,
doido? Mas isso expressa muito do tipo
de relação que a gente tem na
universidade com o pensamento
latino-americano, com o pensamento
crítico a partir daqui e tal.
Então,
tem que falar sobre filosofia
latino-americana e a gente não conhece.
A gente não conhece,
não conhece mesmo
anticolonial isso aí. E é e tem que ser.
Por isso que eu não gostei muito do como
deu o tom desses papos. Ah, que também a
gente comentou um dia lá, fizemos um
papo sobre, mas não vamos voltar mais
nesse bagulho. Ai, o decolonial no
colonial.
discute esse bagulho em abstrato, sem
pegar conteúdo, sem ir lá discutir os
termos específicos, o que que tá
acontecendo,
né? Fica nas debates formais e a gente
não consegue fazer uma análise mais
sofisticada e adequada.
Aí tudo bem. Ah, bicho, é complicado.
Que leitada filosófica
de leitura. É,
é,
é [ __ ] Tem gente que encara no
estereótipo. É, tem. Eu zoava o pessoal
porque eu muito, eu sou muito amigo da
galera que é do tem até amigos, né?
Zoeira, foi mal
por causa do pensamento
latino-americano, as discussões eh a
partir da crítica da da colonização, da
colonialidade dessa parada toda, eu
acabo me aproximando muito da galera da
teoria crítica e a gente anda junto,
troca muito, discute bastante e eu
sempre zoei os caras da teoria crítica,
que eu achava eles muito fácil em
qualquer universidade, né? Foi qualquer
universidade eu acho vocês car assim um
grupo de preto andando no canto, né?
Provavelmente com o bigodinho aqui e um
óculos redondo e com ar meio de
preocupado e triste. Aí ficou
e de preto. É a galera da teoria
crítica. Eu achava eles muito fácil.
Foi mal. Isso. Podem usar depois. Tô no
passado. B é o formato do estádio mesmo.
Prefiro la Bomboneira. Bem mais legal.
Bom dia. Excelente, excelente
comentários. Excelente comentário.
Prefiro Labão Boneira. Amém. Bom dia,
meu querido.
É, mano. É perfeito, perfeito.
Eh, tá bom. Deixa eu pegar um texto
porque hoje tem react de texto. Vocês
acharam que não ia ter? Não tem react de
texto. Tem leitura comentada pra gente
poder falar sobre filosofia
latino-americana.
E modéstia parte será um texto meu
publicado em um dos livros lançados após
o encontro da ANPOF de
2018.
ANPOF conhecido como Associação Nacional
de Pós-Graduação em Filosofia, né?
Da hora. A galera da filosofia latina
quando encontra tá como, Bruno? Tá
perdida, né? Completamente perdida.
isolada, triste, não consegue
financiamento para nada, todo perrapado.
A gente tem que se unir com outras
escolas, né, outros grupos para poder
minimamente sobreviver. Então, nunca dá
para você estudar só a filosofia
latino-americana. você tem que começar a
caçar conexões com com outros times para
você poder se juntar, porque senão na
universidade você não sobrevive, né? No
nos ambientes acadêmicos você não tem
nem espaço para produzir, para discutir.
Então o que por um outro lado eu acho
bom, tá? Assim, agora o efeito negativo
positivo, né? efeito não intencional
positivo,
que
o
eu tive que estudar filosofia
latino-americana, não para ser um
catedrático de filosofia
latino-americana, tipo recitar dúciel,
tá ligado? Apesar de que modestia parte
manjo bastante, mas o que eu tive que
fazer, procurar temas em que dentro
desses temas eu consigo inserir
filosofia latino-americana.
Então o tem uma foto que eu já mandei lá
no grupo nosso do Zap deu no debate com
Gustavo Machado na Federal de Minas
Gerais, né? O Gustavo era o meu arguidor
num evento que sempre tinha de encontro,
não sei se ainda tem os encontros de
filosofia de pós-graduação da UFMG,
muito bons. Eles tinham um formato muito
legal. Eles eram tanto rigorosos com os
textos selecionados pro trabalho, mas
eles faziam um esquema que era assim,
eram dois, duas mesa com duas pessoas
apresentando e dois debatedores.
Então, dois debatedores escolhidos pela
universidade, seja local, né, da UFMG ou
alguém que veio pro para apresentar um
trabalho e eles confiavam como
debatedor. Falo isso porque uma vez eu
fui apresentar um trabalho e eles
perguntaram depois que eu fui aceito na
inscrição se eu poderia ser debatedor de
uma outra mesa que é discutir eh
filosofia do Emanuel Leviná. E eu
estudei Levinar, tal, os caras tinham, a
gente tinha alguma conexão, falei: "Pô,
bora, bora, bora". Isso é legal. Foi
muito massa. E aí então era um evento
com apresentação de trabalho e debate.
Isso enriquecia muito, tá ligado? Porque
não era só se eu ouvir quatro pessoas
falando, você fica lá.
Ah, trabalho legal. Não, o cara
apresentou, o outro faz o debate, faz
ali uma arguição, tem um pequeno debate
entre os dois, depois o outro apresenta,
tem um debate e depois abre pra galera
participar. Eu achava esse formato
sensacional, assim, era muito legal,
muito gostoso de de participar assim.
E aí eu fui no no FMG, a gente teve
debate, eu apliquei o meu trabalho paraa
filosofia política e marxismo.
E aí eu, pô, só que a minha discussão
era de filosofia latino-americana, então
isso também achei bom, porque eu não
fico um tipo um cantiano. O que que a
gente faz? A gente discute Kant, a fica
lendo os texto do Kant. É importante,
mas não dá. Dentro da filosofia
latino-americana, você tem que aprender
a discutir temas que você consiga trazer
a filosofia latino-americana para
discutir esse tema. Aí vira realmente um
um uma caixinha de ferramentas, né? Você
vai sacando como ferramenta e não como
catedrático naquele autor, naquela
autora. Isso é legal. Então, foi bem bem
massa assim, bem massa. Eh, e aí a gente
se encontra, a gente fica meio perdido,
tem se encontrado menos, tem se
encontrado menos. Eu também me na
filosofia, especificamente, e eu por
causa do doutorado, eu dei uma afastada,
né? Eu tô tentando voltar à filosofia.
Eu perdi até os tics de falar
filosoficamente, assim, perdi mesmo. Por
um lado também foi bom perder esses
ticks, viu? Eu escrevia é muito difícil.
Eu melhorei bem a minha escrita depois
que eu mudei de área. Vou dizer para
vocês.
Na minha, a teoria crítica é francesa e
era o mainstream, ó. Aí, ó. Já ouvi que
ateísmo e filosofia burguesa é
positivista.
As saladas em cima das saladas, os
problemas de lá que trazem para cá.
Texto próprio, denúncia. Deputismo é
texo próprio.
O Machado é encarnação do Logos. Não,
cara, não. O Machado, o Machado manja
muito, velho. Ele tava lá no debate
porque ele ele lê Dusel, né, Henrique
Dussell como marxólogo, né, como alguém
que estuda o pensamento de Marx, porque
o Dussell tem uma fase bem marxóloga no
pensamento dele. E aí tem alguns textos
que são muito interessantes. O
comentário dele aos Grundres é muito bom
e foi um dos primeiros que a gente tem
comentado linha a linha. nos grundes.
Isso é um livro muito bom. A produção
teórica de Marques foi publicado em
português pela
Expressão Popular.
Dá para baixar o o PDF no site do seu
inclusive. Bem bom o livro. Muito bom.
Sim, muito bom. E aí é um comentário,
pô, muito massa para entender Max e tal.
É legal, bem legal. E o o Gustavo Manja.
Por isso que a gente tava nessa mesma
mesa de debates. Mas o que acontece
quando a gente tem a filosofia
série B, como é o caso da filosofia
latino-americana
pra universidade brasileira, vai
entender por, né?
A gente tem que se juntar com os outros
grupinhos, a gente tem que se juntar com
com
criar alianças, né? Tem que criar
alianças.
E aí, no ano da graça de 2018,
a gente fez o primeiro GT 2018. Então,
quero reforçar. No ano da graça de 2018,
teve o primeiro GT de filosofia
latino-americana,
primeiro
em 2018,
ou seja, foi ontem o primeiro.
E o primeiro GT em filosofia
latino-americana, que não podia ser
filosofia latino-americana, só era
filosofia latino-americana, pensamento,
filosofia latino-americana, filosofia
africana, filosofia da libertação e
tinha mais algum. A gente juntou uns
quatro grupo para conseguir criar um GT,
um GT, juntar a galera toda, tal, um GT
e botamos o GT para rodar.
Pronto, fizemos o primeiro GT e foi um
sucesso, foi muito legal. Eu achei que
ia ser um GT mais como era a primeira
vez, mais morto. O pessoal não vai
querer se interessar muito, não conhecia
muito a gente, né, as figuras lá. E eu
falo a gente porque eu tava na
organização, né, na coordenação do GT.
E então ninguém vai estar muito aqui. A
gente me lançou um minicurso, dois
minicursos a gente fez, cara. A sala não
cabia a gente e a gente tava numa
salinha, né? Tinha uma galera que tava
tipo, sei lá, o GT de Kant. Brasil tem a
maior associação de cantianos do mundo.
Então o GT de Kante já reserva auditório
pros cara, tava vazio.
As atividades do minicurso não não tava
enchendo. Mas a nossa lá do do GT de
filosofia com um monte de gente, meu
amigo, não cabia a gente na sala, gente
sentada no chão, a gente lotou o bagulho
para acompanhar as nossas atividades. Aí
a gente fazia os nossos encontros de
debates apresentando os nossos
trabalhos. a galera colava e não era a
galera que tinha mandado trabalho para
não, a galera foi mesmo, participou
ativa, foi caraca, que legal. A gente
acabou conhecendo várias pessoas do de
vários cantos do país que queriam
conhecer a filosofia latino-americana,
discutir temas que não estavam ali na
caixinha da tradução. Foi, pô, [ __ ] Mas
isso em 2018, ou seja, recentemente. E
aí a gente tentou publicar alguns
trabalhos, né, que a gente discutiu na
porque a ANPOF, depois a Associação
Nacional de Filosofia de de
Pós-Graduação em Filosofia, ANPOF, ela
publica livretinhos, né, depois dos
encontros de GT. E a gente queria
publicar alguns trabalhinhos, não todos,
mas alguns.
E aí um dos meus, um dos trabalhinhos
que eu apresentei foi publicado e eu
escolhi o trabalhinho de introdução à
filosofia, a filosofia latino-americana.
E eu vou querer mostrar para vocês, só
que vocês vão ver a ginástica que foi
para conseguir colocar esse trabalho
para rodar.
Enquanto isso, no em 2000 e
16, isso, em 2016,
eu consegui a a eu apliquei para
apresentar um trabalho na a no encontro
internacional de filosofia mexicana no
México.
Fui aprovado, nunca fui aprovado, pedi a
bolsa pra faculdade para custear a
passagem. Fomos lá para para Chiapas,
né, para o encontro internacional de
filosofia mexicana. Gente do mundo
inteiro discutindo
diferentes dos mais tradicionais, dos
menos, mas o grupo de filosofia da
libertação, de filosofia
latino-americana, meu amigo, bombando, a
galera colando lá com a gente,
discutindo tal, não sei o que lá. Aí o
Dussel estava conosco
discutindo, assistiu todas as palestras,
todas as apresentações de trabalho,
todos os negócios e ainda deu palestra e
aula e lotou o auditório lá da
universidade, não tinha lugar pra gente
sentar, pô. Aí eu falei, cara, que da
hora, né? O pessoal discutindo que
filosofia latino-americana, filosofia da
libertação, filosofia não sei que lá nós
ainda não tinha nenhum GT. Aí 2018
chegou o GT. Vamos lá, de pouquinho em
pouquinho, chegaremos lá.
Tem que se juntar para fazer a
Sul-Americana da Séries B. Exatamente.
A gente ainda não tem o nosso campeonato
da Libertadores. Ainda não. Infelizmente
só o pessoal aqui não tem nem a
Libertadores e nem a Champions League,
que queria jogar Champions League, mas
não é aceito porque é é time brasileiro
filosófico e na Libertadores não quer
entrar, então fica complicado.
A live vai até que horas hoje? Bom dia.
Bom dia, meu querido John. Como é que
você tá, John Miguel? Cara, a gente vai
até umas 11:30, provavelmente. Então, aí
vai vai mais um cada hoje. Tá mais
tranquilo, sem desesperos.
Deixa eu compartilhar a tela com vocês.
Tamanho de letra tá bom. Tamanho de
letra tá bom.
Deu,
tem uma figurinha legal de irro
no zap.
Ó, pra gente conseguir publicar os
nossos textos, a gente teve que juntar
gênero, psicanálise, filosofia da
América Latina, filosofia da libertação
e pensamento descolonial.
Ninguém nem sabia o que tava acontecendo
aqui. Era só para conseguir publicar o
texto.
O tanto de gente que se juntou para
conseguir fazer um livrinho.
Ai Jesus. sobrevivemos. Um grande beijo
para Daniel Panarelli, que faz essas
grandes articulações para fazer as
coisas acontecer. Foi meu orientador no
mestrado.
Aí beleza, né? A gente conseguir
publicar o livretinho aqui naf. Cadê?
Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Ah, pa pa
pá pá. Pula, pula, pula, pula, pula,
pula, pula, pula, pul. Eita. Puxa, acaba
nunca stream. Não, pá. Apresentação.
Sumário. E aí, finalmente? Eu
consegui
lançar introdução a uma filosofia
política latino-americana. Pronto, é
esse textinho que a gente vai ler. Só
que é o esforço para chegar nesse texto,
para que ele seja circulado de alguma
maneira. No GT, napof, junta com 300
pessoas para conseguir fazer um GTzinho
para com uma 30 grupos para fazer o
livrinho para poder publicar, para poder
ter um negócio. É embaçado. Ninguém
conhece filosofia latino-americana.
Felizmente,
Chiapas, viu algum caracol de
conhecimento em Chiapas? Professor, vou
contar o seguinte, pera aí, eu já volto
a compartilhar aqui. Borduna.
Cheguei lá de manhã, depois posso contar
uma história do meu primeiro café em
Chapas, que foi uma experiência única.
Primeira vez que eu me senti rico na
minha vida.
o bagulho maluco. Eu cheguei lá morrendo
de medo que ia passar perrengue e fiquei
surpreso
com algumas coisas. E aí,
cara, ser pobre é [ __ ] porque a gente
sempre acha que vai se lascar, mas
beleza. Aí a gente chegou lá,
beleza,
chegamos lá, fui pra primeiro, primeira
atividade de apresentação de trabalhos.
Primeiro dia de manhã ia começar,
demorei para encontrar o local porque
tinham vários lugares espalhados pela
cidade, cidadezinha pequenininha chamada
San Cristóbal de las Caças. Tem umas
15.000 pessoas.
Então, e aí o evento tava espalhado na
cidade. Então, até achar o lugar que eu
ia ficar lá nos eventos, demorei um
pouquinho. Aí me localizei, encontrei,
cheguei lá no mapinha assim direitinho,
começa o trabalho com um cara chamado
Gabriel.
O Gabriel, o Gabriel é um cara
fantástico. Gabriel começa o trabalho,
se apresenta, fala: "Eu sou Gabriel,
eu estudo filosofia latino-americana há
muito tempo, sou educador popular, sou
professor na universidade de não sei da
onde, não sei o quê, não sei o quê, não
sei o quê, e sou membro do exército
Zapatista de Libertação Nacional. Aí ele
puxa da mochila dele uma bandeira do do
LN assim, ó.
Foi na mesa, pá.
Começa a palestra.
Esse foi o primeiro momento de contato.
Daí paraa frente, meu amigo, é só para
trás. Te deu uma um rolê da hora, viu?
Vou contar para você. Dito isso, muito
da hora. E o Gabriel tem um livro muito
bom. Vou mandar no nosso grupo lá do do
Zap. Me lembrem disso para eu mandar lá.
O livro do Gabriel. O prefácio desse
livro, ele
eu tenho ele em PDF. O prefácio do
livro, ele conta o contato dele com o
exnula
pela primeira vez, pegou lá um um uma
carreta, foi no cu do mundo, chegou lá e
o susto que ele tomou ao chegar no
território e ver uma criança que ele
disse parecia ser uns 7 anos, 8 anos,
com uma espingarda na mão e ele ficou
assustado. E aí ele começa a contar a
experiência desse choque
de entender o que é você se organizar
para defender o seu território desde que
nasce, em que condições você tem que
fazer isso, o grau de violência e de
relações de risco e perigo que acontece
para você poder ter essa essa situação e
condição. E ele começa a reflexão a
partir daí.
Muito bom.
E com choque de realidade, tá? Aqui não
é glorificação de ficar andando armado e
nem de que vai fazer resistência armada,
nem quando tipo que a gente não é burro.
O ponto é entender.
O choque de realidade bota a gente no
lugar para parar de ficar. Agora eu
farei couro com alguns que ultimamente
tem levantado o tema, gritando sobre
guerrilha enquanto uso o WhatsApp ou tá
discutindo coisa em em aplicativos, né,
de de mensagem. Isso é bobagem. Você não
tem noção da realidade, não tem noção o
que que é que acontece na no mundo real,
né? Choque de realidade,
irresponsabilidade de quem fala para
adolescente, para jovem, pra galera,
essas paradas sem noção. Voltemos pra
realidade. Então, voltando pra realidade
aqui,
vamos voltar aqui. Os cara aqui não tem
noção mesmo.
Testinho.
Vamos lá.
Tum tum tum tum. Pá. Introdução a uma
filosofia política latino-americana.
Exatamente. Exatamente, Jéssica.
Perfeitamente. Porque é triste assim,
tem que encher tomar cuidado, mano. Tem
que ter noção da responsabilidade, né?
Tem que ser responsável. Pessoal precisa
ter filho para entender o a preocupação
que tem que ter. Sério mesmo?
Vamos lá.
Leitura comentada. Testinho de Bruno
Hrique da Lima. Na época
ainda doutorando, doutorando em economia
política mundial. Era meu primeiro ano
no doutorado.
Vamos lá.
Ã,
é filho ou sobrinho, pode crítar. Pode
ser sobrinho também. Alguma criança que
você tem que estar responsável por ela.
Aí você começa a ter mais senso de
noção. Pô, essa pessoa aqui eu tenho que
ficar responsável por ela, né? É, é. Tem
que pensa um pouquinho antes de falar
grosélia,
pensa um pouquinho antes de de ter
sonhos estranhos.
Ai,
durante a primeira metade do século XX,
deixa eu mudar a musiquinha aqui, que
essa musiquinha já tá irritando
levemente. Perdão, cheg incomoda. Botar
uma outra musiquinha.
Pronto.
Durante a primeira metade do século XX,
em decorrência dos grandes movimentos de
independência nacional, urge um período
de inventividade política e
efervescência cultural latino-americana,
que se manifesta na literatura, nas
artes plásticas, ciências e musicais e
também na eh cênicas e musicais, perdão,
artes plásticas, cênicas e musicais e
também na produção de conteúdo nas
ciências humanas e sociais,
antropologia, economia, sociologia, por
exemplo,
que Que acontece durante o século XIX? A
gente tem as lutas de e libertação, né,
nacional aqui na América Latina, a
formação dos Estados nacionais, as lutas
de libertação, essa parada toda. E aí
consegue uma certa liberdade política ou
de estruturação formal do Estado que
coloca os países em outro tipo de
relação com os povos estrangeiros ou
mesmo com os antigos colonizadores, né?
Há uma inserção de estados modernos no
novo mercado mundial. E essas lutas de
independência, elas reverberam, né?
reverberam
eh entre muita gente, assim, o pessoal
fica animado e tal e só que o pessoal
que tá animado e popularmente participou
da luta ou se inflamou com ela,
vê os limites dela e quer continuar a
expansão dessa luta, quer continuar uma
independência que seja efetiva, uma
autonomia maior
e por isso vai começar no início do
século XX, finalzinho. do 19, pós luta
de independência e início do século XX,
um sentimento de que não foi completa a
nossa independência, ao mesmo tempo que
tá empolgado e querendo a independência
verdadeira não foi completa. Por que não
foi completa? Seja porque economicamente
é dependente, o que vai aparecer mais
claro mais paraa frente, seja porque
segue-se reproduzindo as ideias
estrangeiras, né, simplesmente por
reprodução e não por reflexão crítica.
Seja porque as músicas escutadas na
cultura, né, na na no ambiente culto,
formal, hegemônico, não tem nada a ver
com o continente, que não há um trato
maior com a cultura local e uma reflexão
sobre quem nós somos. OK, somos
independentes, não somos mais colônia,
mas quem nós somos? E essa dúvida, essa
questão, ela vai se espalhar e se
apresentar de diversas maneiras em toda
a América Latina. são os movimentos
modernistas lá em Cuba. Em Cuba tem o
Rossé Marti, grande exemplo de poeta e
de crítico do pensamento
latino-americano, modernista, que que é
uma independência afetiva, seja aqui no
Brasil os movimentos do de modernismo,
né, a famosa eh famosa semana da arte
moderna. E cada país vai ter o seu
movimento de modernização e em cada
âmbito do pensamento e da produção
humana também, né?
Então, na literatura, essa coisa vai
surgindo gente animada querendo avançar
nesse processo, criar cultura nacional,
formar, forjar as culturas nacionais.
Aqui no Brasil é muito claro, a gente vê
isso no início do século XX, o Guarani,
eh, Casagrande Senzala, reflexões sobre
a realidade, né? A Semana de Arte
Moderna, o pessoal tentando retratar
quem é o nosso país, como é o nosso
país, desenvolver o projeto de futuro,
né? na no transição da primeira paraa
segunda metade do século XX. Darc
Ribeiro, Cels Furtado,
eh Vernex Odré,
que mais?
Uh, essa galera toda tá pensando o país,
tá pensando o projeto, tá pensando quem
somos, tá herdeiro desse movimento de
independência. Onde faltou um pensamento
crítico e reflexivo sobre isso? na
filosofia
tardou muito para chegar a uma discussão
sobre uma filosofia que se pense como
latino-americana.
Isso é um ponto importante. E aqui eu
acabei de mostrar, né, primeiro GT sobre
isso no Brasil em 2018, na disciplina
filosófica. Entretanto, poderia colocar
só na filosofia, né, mas é, eu escrevia
mal. Apenas na segunda metade do século,
às portas da década de 70, que se tomará
a cargo a questão sobre uma produção
filosófica latino-americana,
será o peruano Salazar Bondi em 1968,
que lançará a questão. Existe uma
filosofia em Nérica
inclusive é o livro dele, Salazar Bondi,
né? Esse é um nome bom para guardar
também.
O Leopoldo Zé, que eu já comentei, ele
produz o pensamento dele, a filosofia
dele
para responder o Salazar Bondi. Porque o
Salazar Bondi,
ele pergunta, gente, tem a filosofia
latino-americana? Existe uma filosofia
na nossa América? E aí, Bad Bunny? A
nossa América, no extra América e não
USA.
a nossa América toda, com tudos os nomes
que ele falou, pode até incluir os
países que ele esqueceu. Tem crise não.
Eh, mas algo pra gente pensar, né? Tem
uma filosofia na nossa América e o Bond
lança essa pergunta no final dos anos
60.
E essa questão ela vai gerar debates e
questõ e e apontamentos. Em resposta ao
bom dia vai surgir Leopoldo Zé. Eu vou
ler mais um trechinho aqui e depois eu
vou fazer algumas citações do Bondi, tá?
pra gente entender o que ele tá falando,
pra gente realmente conhecer o
pensamento latino-americano. Então,
depois desse processo de independência,
depois dos do dos movimentos
modernistas, da produção de uma arte que
tenta pensar a América Latina, de toda
uma construção teórica própria,
específica, não sei o quê, a filosofia
vai finalmente chegar, como diria na
tradição ocidental Hegel, como a coruja
de Minerva, que sempre tá atrasada,
coitada, né? sempre tá com pouso mais
lento, sempre chega depois. Filosofia
novamente cumpriu essa meta de chegar
atrasada, de tentar produzir alguma
coisa aqui na América Latina atrasado.
No final da década de 60, o Salazar Bond
fala: "Mas tem filosofia nossa, pelo
amor de Deus, que que a gente tá
discutindo aqui? Qual que é o nosso
trabalho enquanto filósofos e, né?"
E aí ele ele lança a questão e começa um
despertar aí latino-americano dentro do
âmbito eh da filosofia propriamente
dito. Se podemos ou não dizer que existe
uma filosofia na América Latina.
A resposta do bom dia é negativa, tá?
Não existe,
mas já já a gente vai entender a
resposta negativa de Bondi ao
questionamento para o qual se lança,
notando que enquanto estivermos sobre
uma relação cultural de colonização ou
de domínio, não haverá possibilidade de
uma filosofia em nossa América. desperta
o mexicano Leopoldo Sea, que em resposta
procurando a afirmação de uma filosofia
latino-americana, publica em 1969
sua la filosofia latino-americana como
filosofia más. que é o que eu comentei
para vocês que tem a tradução em
português, a filosofia latino-americana
como filosofia simplesmente que é uma
tradução levemente problemática, mas é
muito boa, assim, é o que tem na mão.
Para quem não tiver encarando em
espanhol, encara esse aí, destacando que
há solo fértil para a filosofia
latino-americana, sendo a colonização e
projetos de libertação, os materiais
específicos de nosso trabalho. E aí eu
vou fazer algumas explicações mais
cuidadosas sobre Leopoldo Sea e Salazar
Bondi. Deixa eu deixar marcado aqui pra
gente poder
então tá aqui nomes pra gente ir
conhecendo. Salazar Bondi, Leopoldo Sea,
né?
Conhecendo o nome novo. Sempre
conhecemos os filósofos conhecidos.
Exatamente. A gente sempre fica no mesmo
círculo, né? Como disse Kant, como disse
Hegan, como disse Marx.
Como disse Rousseau, como disse
Espinoza, como disse Decart e não sei
quê. E sempre tá nos mesmos cara, a
gente nunca conhece a galera que tá para
além do do rolê. Vamos apresentar a
galera fora. Já foi o Leopoldo Zé, já
foi o Salazar Bondi. Vou fazer uma
citação aqui do Salazar Bondi para
explicar um pouquinho a ideia dele. Que
que ele que que ele disse? Ele pegou ali
o problema da filosofia latino-americana
e ele fala: "Ó, existe uma filosofia na
nossa América". E ele começa a fazer uma
discussão se existe, se não existe,
quais são as condições e não sei quê,
não sei o quê, não sei o quê, não sei o
quê, não sei o quê. E aí ele faz um
apontamento importante, quer dizer, ó,
não tem não, tá? Filosofia
latino-americana não existe. Aí dá
aquele choque, né? Porque o cara quer
discutir o tema e já diz que não existe.
Pô, você não tava propondo o bagulho aí?
Tá propondo o bagulho e agora abandonou
o rol. canalha traidor.
Mas o que ele tá dizendo é que o
não existe, porque a gente primeiro tem
que lidar com o problema das relações de
dominação.
Simples assim. A gente foi colonizado e
a colonização persiste. Ah, conseguimos
a independência, mas você não faz da
noite pro dia a superação de relações de
dominação herdeiras dessas estruturas
que foram sustentadas por séculos. O que
pra gente hoje é óbvio. Mas, pô, ninguém
tinha percebido isso? Não. Eu falo:
"Então, não dá para fazer uma filosofia
autêntica se eu ainda tô sob relações de
dominação que eu não quero discutir
elas, de colonização que eu não quero
discutir elas. Eu tenho que ver as
relações eh existentes e vigentes para
poder discutir o trazer o papo, tá
ligado? Então,
eh vamos lá. O que que o Salaar Bondi
diz?
Sem respaldo em sua própria história, a
filosofia latino-americana, sem respaldo
em sua própria história, a meditação da
filosofia latino-americana tem caráter
essencialmente imitativo, né? Porque ela
não quer olhar pro passado, porque ela
não quer olhar para as relações de
dominação, de colonização. Ela tem um
caráter imitativo. É uma filosofia que
você trabalha aqui que fica imitando o
que os caras estão falando lá. Fica
reproduzindo o que se discute na Europa,
nos centros.
Então, se surge uma ideia progressista e
liberal nos centros, importa-se ela como
se fosse uma grande vanguarda humanista.
E ela pode ser, só que uma ideia não tá
fora do lugar e das relações vigentes
num determinado território. Isso é muito
importante considerar. Eu gosto muito do
exemplo e eu já trouxe ele várias vezes
aqui
do
da peça da clássica grega de Aristófones
As nuvens.
Um pai proíbe um filho de ir ter aula
com Sócrates. Mas mais porém todavia
contudo, o filho adolescente rebelde faz
o quê?
faz o quê? Vai lá ter aula com Sócrates.
No que ele vai ter aula com Sócrates?
Desobedecendo o pai, fica um tempo fora,
o pai percebe que o menino não tá ali.
Quando ele volta, fala: "Onde é que você
tava?" E o menino aprendeu com Sócrates
que não pode mentir, tem que falar a
verdade. Ele fala: "Pai, eu estava tendo
aula com Sócrates." E aí o pai tinha
proibido, ele tem aula com Sócrates.
Então o pai vai lá e faz algo que você,
responsável por uma criança, não deve
fazer. Isso é errado. Estamos falando
aqui de uma peça clássica, cômica e
errada.
O, o pai vai lá e dá uma surra no menino
com castigo. Aí o menino pergunta pro
pai: "Pai, por que você me bateu?"
E o pai diz: "Porque eu te amo". E o
menino olha para o pai e diz: "Pode
deixar que quando eu crescer eu vou te
amar muito também".
Esta cena trágica e cômica, né? que tá
sendo bizarra, mas cômica com todas as
contradições possíveis,
faz com que a gente entenda que a
palavra amor ela não tem sentido em si
mesma, ela tem sentido a partir das
relações existentes e de uma na
realidade. Então, na ali na no caso ali
nessa relação agressiva e de paternidade
violenta,
o menino identifica amor à relação de
agressão e ele fala: "Pai, pode deixar
quando eu crescer, eu vou te amar muito
também."
Essa cena cômica e essa essa esse
momento nos auxilia a entender que eu
falo sobre liberdade e direitos humanos
e individuais
numa luta liberal, burguesa, eh, contra
a monarquia na Europa.
essa ideia chega aqui para uma importada
para uma classe média, para uma elite
intelectual, para um grupo que tem algum
privilégio que não seja ser escravizado
e super explorado em relações de
dominação,
como se fosse uma grande vanguarda de
liberdade, individualidade, mas ela
chega para compor um um tipo de
estrutura que não é uma luta contra a
monarquia,
é uma relação de escravização.
E aqui o sentido das palavras vai ter
outro significado e outro conteúdo. E os
problemas vão ter que ser enfrentados de
outra maneira.
Essas contradições aparecem, por
exemplo, aqui no pensamento brasileiro,
no livro Ideias foras do fora do lugar
do Roberto Sarks, por exemplo. Ele é bem
rebuscado, todo sofisticado, que
inclusive as contradições mais
interessantes. O livro As ideias fora do
lugar para discutir as ideias que chega
no Brasil
sem sentido com a relação do que tá
acontecendo, né? desconectada com a
realidade local, as 10 importadas, ele
escreve em francês e publica em francês,
né, a primeira edição.
Eu adoro as contradições da história.
Então,
todo esse processo, o que o Salazar Bond
tá dizendo é que não adianta você ser
imitativo, né? Por que que a gente vai
discutir um esse problema? Ah, porque é
moda,
é o tal do identitarismo. Aí tudo
identitário, gente. Isso nunca esteve em
pauta nos debates, por exemplo, do
movimento negro brasileiro e daquilo que
foi constituído sobre as discussões
sobre raça, sobre gênero e tal, não sei
o que lá, mas produziu na desgraça da
Universidade gringa a palavra
identidade. Identitarismo, é ideia de
identitarismo se produziu nos debates de
lá. A galera importou para cá e falou:
"É, é isso aí. sem nenhuma crítica, sem
nenhum cuidado, é porque tá na moda, né?
Então você vai discutir temas que estão
na moda, mas você não tem que olhar pela
moda, você tem que olhar pelo problema
que tá acontecendo na tua rua, tem que
olhar pra história que você tá vivendo.
É o bagulho que a gente tava comentando,
dando uma volta aqui da perda de de
horizontes, né?
A Europa tá em decadência,
decadência desde o início do século
passado. Então, os autores europeus
todos são depressivos, todos não vem
futuro de civilização, estão tudo
morrendo,
só viu desgraça,
passou por um monte de trauma, os
bagulho, só consegue, não tem
expectativa nenhuma.
Por outro lado, na América Latina e em
outros territórios desse planeta, era a
onda de crescimento, de melhora, de
transformação, os bagulhos e tal. Aí
você tem a queda ali nos anos 60, nos 80
ditadura, não sei o que lá. vitória
popular de mobilização, superação das
ditaduras dentro das contradições
existentes de globalização e
neoliberalismo.
Anos 2000 é momento de onda rosa, de
animação, de gente para cima, tal, não
sei o quê. Na realidade. Só que toda a
estrutura teórica reproduziu os caras da
década de 20, daí a França, da Alemanha,
do não sei o que, que tá pensando em
depressão, em desespero, em fim do
mundo, em nada.
e reproduz acriticamente.
E aí o descompasso bizarro em que você
tá vendo coisas acontecendo que são
novas na história, mas ao invés de, pô,
cara, o que que tá acontecendo aqui?
Vamos analisar essa realidade. Essa é
reprodução de dialética negativa
infinita,
que incapaz de enxergar projetos
alternativos de possibilidade de avanço,
de transformação na realidade. Esses
descompassos, gente, é porque fica
importando o que tá acontecendo lá fora,
fica importando ideia que tá vendo
problemas que estão conectados com a
nossa vida em certo sentido, mas a
realidade tem que ser o arco primeiro e
não o que o autor, a autora disse lá
fora. Pô, a Ângela Davis teve que vir no
Brasil para dizer que tem que leléia
Gonzales. Aí o pessoal, nossa, como
assim um estadunidense lá brasileira,
Léelia Gonzáes?
Saca?
Tipo, você fala inglês é sofisticado, tá
ligado? Mas você fala português. É,
a gente vai por moda, a gente imita, a
gente quer fazer igual, né? Faz igual,
só não copia.
E aí é [ __ ]
Dá like aí, galera. Dá like. Eu sempre
esqueço de pedir essas coisas.
Tipo a implantação na marra da imitação
e cópia direta de Foucault no Brasil nos
anos 70. sem adaptação, sem pensamento
crítico, tipo isso, tipo isso, tipo,
cara, a gente pode aprender para caramba
com Fou e tem que aprender. Fou é um
instrumento necessário, necessário para
discutir uma série de temáticas da
realidade contemporânea, de problemas do
capitalismo, de relações de dominação e
tudo mais, questões de gênero,
fundamental, fundamental.
Mas se você abstrai e só joga para
geral, você fica com, como diz a Suzi
Pisa, uma querida amiga minha, você fica
com medo até de catraca. Você olha pra
catraca no metrô e olha fala disciplina,
dominação, perigo.
Como assim?
Qualquer coisa que você vai olhar, você
vai ficar com medo, né? Qualquer coisa
que tem o mínimo de de estrutura, de de
organização social e comunitária, esse
aí é o problema. tá me dominando porque
não tá desconect tá descompassado, tá
desconectado. Você não tá entendendo o
que tá acontecendo.
Olha, calma, calma, Nico. Calma, calma,
calma, filho. Tá, tá de boa, tá de boa.
Calma, calma, pô. Então,
a gente tem que tomar esse cuidado. É
imitação, né? Então, cada hora tem um
autor de moda. Agora, agora não, mas
esses tempo aí era o,
eu não consigo falar o nome dele.
Boang, como é que fala? Eu não consigo
falar o nome dele. Buunang. Ah, caraca.
Humano da sociedade cansaço lá.
Buuan. Buan. Buunan. Eu tenho
dificuldade de falar o nome dele.
Para mim, Radun Chang é muito mais
fácil, mas Bun Chung Hang ele é, ele
virou moda. Então você começa a estudar
o cara porque que virou moda moda lá
fora, aí você importa porque ele é um
sulcoreano, mas ele tem proeminência
porque ele dá aula na Alemanha e é um hi
haidegeriano de ponta, né? Filosofia
muito boa, por sinal. Não tô discutindo
o mérito da qualidade, tô discutindo de
qual o motivo da gente ler,
qual o motivo de se tornar uma
prioridade, começar a surgir trabalhos
atrás de trabalhos e a porrada de coisa
produzindo em torno do cara.
É mercado editorial,
é reprodução, imitação do que acontece
lá fora ou é a gente tentando resolver
os nossos problemas?
Tipo
Darc Ribeiro, Celso Furtado, a galera
conectada com a com a luta popular
efetivamente, né, e projetos de
desenvolvimento dos anos 50, 60, 70. é
uma galera que, tipo, tá querendo
discutir os problemas da ordem do dia,
não tá importando. Tanto que inventam
teoria, a teoria da dependência é uma
criação da América Latina
que antecipa problemas que vão ser
estudados no mundo inteiro.
A gente não tem noção ainda do que é um
céus furtado, gente.
Tipo, de verdade, céus furtado assim, a
gente não tem noção do tamanho desse
homem pra história da economia.
Um bagulho
é transcendental o bagulho. Só que é
isso. A gente não escrever inglês, né?
Eh, nordestino. É,
fala, fala fala. É, a gente não tem
noção, cara. E aquilo não é uma parada
dizendo assim: "Ah, porque ser
regionalista? Qual o problema que você
vai resolver, pô? Que que você tá
tentando resolver? Qual as coisas que
quer fazer, né?
É embaçado.
Professora Suzi, linda, maravilhosa,
criou a discussão de duas horas sobre
como o tema da neurodivergência cria
interpretação binária dos indivíduos e
por isso replica modos sociais. Ne
bem-vinda a vida com a Suzi.
É, cara, é da hora, pô. A gente tem uns
debates, a gente tem um um projeto de
livro, tá guardadinho, que a gente ainda
não conseguiu levar adiante, mas é para
discutir a razão decolonial.
polêmico.
Essa é legal pilas são
instrumentalização do poder. É tipo
isso. Adaptazão completamente fora de
lugar, né? Tô tô terminando de entender
isso faz dois quadros. É. Aí vamos ficar
pro resto da vida refletindo nesses
trem. A gente tinha uns debates legal. A
sua é uma querida amiga.
Por que Fou é tão importante? Acho muito
abstrato. Já li algumas coisas estranh.
Não, cara, o FCO é muito importante
porque ele realmente tem um impacto
fundamental na estrutura acadêmica para
discutir questões de gênero, questões de
método de filosofia, né? O método do
Foucault é sensacional. O modo como ele
mobiliza conceitos, a própria história,
pô, sensacional. Paculha muito bom. Só
que é por moda, né? Por que que a gente
vai ler? Qual o problema a gente quer
resolver? É isso é importante.
Só me explicando para o sit. Ah, o
Daniel não entrar na live e me refutar.
Foucault realmente é a ótima ferramenta,
pô. É exatamente. É uma, assim como
outras, é uma ferramenta que você pode
utilizar, mas o que importa não é a
ferramenta, é o problema que você quer
resolver. Porque tem ferramentas que não
são boas para resolver determinados
problemas, né? Assim, você precisar, se
você precisa serrar uma madeira, não
utilize um martelo,
não, não vai te ajudar. Você cerrar uma
madeira, o martelo não funciona. Fica a
dica.
uma faca de cozinha é mais adequada, mas
ela também não é efetiva nem eficiente.
Então, o problema que você quer resolver
determina a melhor ferramenta que você
vai utilizar. Eu, em aula de metodologia
científica, eu sempre discuto isso. Por
que que a gente acha que a metodologia
vem antes? Primeiro você acha o problema
que você quer debater, o objeto que você
vai pesquisar e o problema e o objeto te
dão qual caminho você vai tentar
resolver aquilo ali, qual que é o mais
adequado para solucionar esse bagulho?
Não é o contrário. Só que a gente acha
que é o contrário. Não entendo isso. Ah,
não é que eu vou pegar o fulano de tal
para discutir esse problema aqui. Mas
talvez ele seja uma péssima pessoa para
discutir esse problema.
Quais são os efeitos que você espera,
né? Quais são os resultados que vocês
esperam resolver nesse problema? E mesmo
em ciências humanas, eu gosto desse tipo
de discussão. A gente tem um curso aqui
de como fazer o seu projeto de pesquisa
comprar membreia do canal. Toma essa
esse merch. Tome essa autopúbl.
Então, vamos lá.
Exato. Foucos estudos do poder e das
instituições de forma crítica após os
estruturalistas. Perfeito. Perfeito.
Luta antimanicamia poder saber de jeitos
humanos. Exato. Exato. O problema é o fã
clube. É. O clube ser problema em
qualquer lugar,
mas saca, é só a gente ter esse cuidado
com o caráter imitativo do pensamento.
Ah, vou ler o falando de tal porque tá
na moda, né? A editora brasileira vai
trazer autora, autora, não é pela pelo
poder que ela tem de resolver algum
problema que ele tem de resolver algum
problema,
é porque vende, é porque é moda lá fora.
Livro traduzido, inclusive vende mais do
que em língua nacional.
Então vamos lá. Eh, a meditação tem
essencialmente o caráter limitativo. Sua
evolução pode ser reduzida dessa forma a
sucessivas influências estrangeiras, né?
Que é isso. Tem influência de fora,
influência de fora, influência de fora.
A gente vai mudando o a moda, vai
mudando a roupa, mas o problema a gente
não resolve.
Se queremos ser verdadeiros com nós
mesmos, é preciso reconhecermo-nos como
dependentes e dominados. por descoberto
o sistema de nossa dependência e nossa
dominação e proceder por sobre essa base
desta premissa real. Eu acho isso
fantástico,
cara. Eu não consigo botar esse texto na
tela. Perdão, esse que eu tô citando eu
não consigo botar na tela por motivos de
que eu separei as citações que eu ia
utilizar especificamente. Então, eu já
boto o meu outro texto na tela. Perdão,
mas se a gente quer ser verdadeiro com a
gente mesmo, a gente tem que reconhecer
as relações de dependência e dominação.
Tipo isso. Por quê? Porque a galera fica
ficava numa discussão quando falava,
existe uma filosofia na América Latina
ou existe uma cultura latino-americana
que que muitos modernistas fizeram? um
ufanismo de dizer tem, que é importante,
e lançam aí uma algo original, arriscam
uma originalidade e uma inovação.
Excelente. E aí o bond de fala: "Muito
bom, muito bom que a gente tá tentando
isso aí. Mas pera, porque eu não posso
ser só aqui declaratório, né? Anunciando
a nossa brasilidade. Vamos reconhecer a
nossa brasilidade. Povo relação de
dominação, escravização de 300 anos,
relação, tá? Olha pro bagulho de
dependência, dominação, o nosso lugar no
mundo, viu? Agora vamos construir. Cadê
a nossa brasilidade? Cadê a filosofia
que pensa Brasil? Cadê a nossa
latino-americanidade? Filosofia que
pensa da América Latina a partir de
assumir a realidade como um todo, com
todas as contradições que ela tem.
Porque isso não vira ufanismo, né? É o
somos no Brasil, no caso, somos a
democracia racial, a união dos três
povos. Eu gostaria muito, mas não somos.
Podemos ser, queremos construir, mas não
somos.
Aí vem uma um ajuste de uma observação
crítica da realidade e uma construção
crítica de um projeto.
Na América Latina, o pessoal falava
sobre independência. Somos livres
independentes, fortes, autônomos, não
sei o quê, bl lá.
Queremos, mas não somos.
ou muitos filósofos acabavam fazendo o
que hoje em dia tá na moda também de
pegar algum pensamento originário, né,
de um povo originário e falar: "Essa é a
nossa originalidade".
E soltam o valor de um pensamento
tradicional, originário.
Aí o o
bom dia olha e fala: "Uê, pera aí, pera
aí, pera aí".
Mas quais são as relações existentes
hoje de dominação, de exploração, de
exclusão, de luta, inclusive eh contra
povos originários que fazem com que
fazem com que esse valor tenha sentido?
Ele é só declaratório? Pera aí, vamos
entender o que tá acontecendo. Olha as
relações existentes e vigentes.
E é massa. E isso o bondi tá seguindo a
linha ali de um do que Mariateg já
intuia. Ui. E que depois também vai
aparecer no próprio pensamento do
anibalhano, tá? Então são coisas pra
gente pensar e considerar aí que eu acho
legais, que vão sofisticando a nossa
percepção da realidade e discutir a
filosofia na América Latina.
Boa. O Zizek tem alguma relevância? Sim,
sim, sim, sim, sim. Eu ele me
influenciou bastante, mas eu tive
contato com ele não pela relevância
intelectual dele, mas pelo papel
desempenhado dentro da própria estrutura
de mídia, né, de editora, tal, publica
para caceta. O cara o cara participa de
300.000 1 coisas ao mesmo tempo. Ah, eu
tive contato com os que e me interessei.
Mas talvez eu não utilizasse como uma
ferramenta para resolver problemas. Hoje
não utilizo quase nada. Gostei muito de
de ler. Pô, fiz uns exercícios mentais
incríveis. Não uso para nada hoje em
dia,
para absolutamente nada.
Eu
até comecei um tempo atrás ler o reler o
o paraláxo e o meta paralx lá dele,
visão em paralx dele para poder discutir
dialética, que eu queria fazer uma
discussão crítica sobre a dialética.
tive que parar o projeto, né, por motivo
de eu tenho que sobreviver, não vivo de
de discutir filosofia nem de livro, mas
hoje já não utilizaria assim,
criticaria bastante.
As duas posições dos filósofos, tanto do
Zé quanto do Bondi, tá? Crescem. Ah, é,
o Zé vai dizer o contrário, porque eu
esqueci de falar do Zé. O Zé vai dizer o
quê? que não, cara, a gente tem que
aceitar a colonização, mas a gente tem
que que apelar para um projeto de
libertação. A nossa filosofia, ela ela
não se produz só no reconhecimento
negativo de que não tem filosofia. Esse
reconhecimento implica também de você
perceber que você precisa de uma, então
ela implica num projeto de libertação,
de tentar inovar. Então o Zé vai tentar
meio que falar: "Cara, a gente precisa
de uma de uma filosofia da libertação, a
gente precisa anunciar o negócio aí e ir
para cima. vai ser nessa tensão que vai
surgir, tá? E eu vou vou
indicar inclusive isso, porque eu já eu
não vou citar o Zé porque eu já falei
sobre o Zé antes, tá? Então eu fiz
aqueles aquela longa descrição do Zé. Eu
não vou estar nesse momento
os eh
as duas posições
do dos filósofos crescem encendem o
debate pelo continente. Até que em 1973,
num encontro em São Miguel, Argentina,
Zea profere a conferência La filosofia
latino-americana como filosofia de la
liberação. Então, ó, que da hora. Tem um
encontro em São Miguel, na Argentina.
para debater filosofia latino-americana.
E aí tá o Zeia e o Bondi apresentando o
trabalho. Eles estão no debate mesmo,
assim, não é só um debate abstrato, eles
vão se encontrar para debater.
O Zé apresenta o trabalho filosofia
latino-americana como filosofia da
libertação. E o Bom Dia apresenta o
trabalho filosofia da dominação e
filosofia da libertação.
E aí a gente vai encontrando uma síntese
que os dois mesmos já estão apresentando
nas suas discussões. O Zé anunciando uma
projeção de filosofia ou filosofia
latino-americana é uma filosofia de
libertação.
E o bom Dia indicando, olha, é uma
filosofia de libertação, porque você tem
que reconhecer as relações de dominação.
Pô, isso é genial. Eles já estão ali
encontrando aspectos dessa síntese. Eu
utilizo como metáfora o seguinte, a
metáfora que eu gosto para falar sobre
Leopoldo Zé Lazar Bondi é de como se
fosse um rio entre canions.
A gente tá aqui
eh
produzindo e andando pelo percurso da
filosofia latino-americana entre duas
dois paredões de pedra. Um é o paredão
da dominação, no qual a gente não pode
se chocar com ele, porque senão você
fica preso aqui, cara. Você não pode
bater nele. E o outro é o paredão da
libertação. Você também não pode bater.
Teu barco também vai quebrar aqui se
você não andar entre os dois. A gente
navega na tensão entre esses dois
paredões
de pedra. A gente navega na tensão entre
esses dois canions. Aí você produz uma
filosofia latino-americana. É na tensão
entre esses dois. Essa metáfora eu gosto
dela. Essa imagem eu acho ela bonita e
eu só tive ideia dessa imagem na ida
para Chiapas, tá?
lá no México quando a gente foi e que
contei para vocês lá do do bagulho da da
do encontro internacional,
um tem um um rolê que você pode
desenrolar lá que chama para ir para
Palenque,
que é um você pega um barquito, não vai,
um barquinho, vai para um rio entre os
canion e chega numas numa lugar lá que
você pega uma trilhazinha e chega numa
numas ruínas
astecas.
da hora para caraca, tá ligado? Tipo,
muito louco. E aí com essa ideia do
canon, eu falei: "Pô, é isso, cara. É
isso, é isso que a gente faz. Eu não
posso ficar preso na dominação e nem na
libertação. É entre esses dois, entre
esses caminhos que a gente criticamente
vai navegando para uma produção
filosófica. Eu anuncio um projeto que eu
porque eu vejo o problema de dominação,
então eu quero me libertar dele, mas eu
quero me libertar de algo. Esse algo
também tem que estar como referência de
quais são as relações de dominação
específicas das quais eu quero me
libertar.
Porque senão a gente começa a discutir
em abstrato e vai rolar esse negócio de
ficar importando coisas que não tem nada
a ver com os nossos problemas.
Nada a ver com os nossos problemas. A
gente tem outros problemas para
resolver,
tá ligado? Nesse momento, tal ferramenta
não é útil, tipo isso. Então, acho
interessante aí pra gente como metáfora
para falar um pouquinho sobre filosofia
latino-americana. Espero que vocês
estejam gostando, tá? Porque eu gosto
desse tema, ele me me anima.
É raro poder falar sobre isso.
Estavam postos os campos comuns que
conduziriam os primeiros passos de uma
filosofia latino-americana que coloca si
mesma como problema. Dominação e
libertação.
Várias notas de rodapé, porque eu tenho
mania de usar nota de rodapé.
Desse modo, opa, perdão, desse modo,
tendo como marco o debate entre Zéa e
Bondi, em consonância com os estudos
emergentes da teoria da dependência, que
estão na mesma época produzindo pela
teologia da libertação latino-americana,
surgindo no mesmo período, ou seja, as
condições históricas estão dando esse
espaço, né?
e junto aos movimentos de militância
contra as ditaduras que se impunham em
toda a América Latina, com influência e
e até regência estrangeira. Em
diferentes áreas da disciplina surgem
filósofos
que se engajam em pensar desde o
continente ameríndio. Ai que frase
horrível. É a partir do continente
ameríndia, mas esse desde aí vem por
excesso de leitura em espanhol e não
fica legal. Eu falo que eu escrevia mal.
Ah, melhorei.
Fruto destes acontecimentos, trocas e
discussões despontam produções como as
de Raul Fornet Betancur. Já guarda os
nome aí, Raul Fornet Betancur tem um
livro interessantíssimo, um dos
primeiros e mais completos sobre
marxismo na América Latina. É dos anos
70 ou 80. Bom para caramba. Bom para
caramba. Raul e Raul Fornet Betancur.
Bom demais. Ele é o pai da filosofia
intercultural aqui na América Latina.
Bom demais, cara. Bom demais.
Pablo Guadarama de Cuba, né? Tanto o
Fórum do Petancurbo quanto Pablo
Guadarama são cubanos. Franzin Kelamt no
Chile e posteriormente na Costa Rica.
Joseph Esterman no Peru. O porto
riquinho Ramon Grossfogen. O uruguaio e
Amandu a Costa. Ramon Grossofogo é o
mais recente, o boliviano Juan Rossé
Bautista também mais recente, assim como
as argentinas
Dina Picot e Adriana Arpini e a
venezuelana Carmen Borrorques, entre
outros e outros. Eu gosto muito de ler
hoje em dia. Ah,
Kate Colmenares, por exemplo. P trabalho
maravilhoso, muito bom. Deixa eu ver se
tem alguma nota aqui que eu botei algum
bagulho a respeito.
Hum. Não, não, nada muito interessante,
mas é é bom. Então aqui são alguns nomes
de gente que você pode conhecer, ter
acesso aí produções que pensam a partir
da América Latina e que querem pensar a
filosofia latino-americana. Tá bom?
Para o recorte de nosso tema, no caso
era filosofia política, né? É
fundamental destacar desse despertar de
uma filosofia latino-americana o
trabalho de argentinos como Juan Carlos
Scanone,
Rodolfo Kush, Osvaldo Ardiles, Andrés
Roik e em especial Henrique Dusel,
que juntamente com outros intelectuais
latino-americanos fundam
núcleo chamado da teologia da
libertação. É a partir dessa escola e de
seu maior expoente, o Henrique Dúciel,
que desenvolveremos o nosso trabalho,
que é de apresentar aí uma introdução a
filosofia latino-americana.
Dito isso, o pessoal fundosofia,
vai ter outros caras também, inclusive
outros depois que vão ficar críticos da
filosofia latino-americana e da
libertação, como o, como é que era o
nome dele, mano?
Ai, eu tô esquecendo o nome dele que
escreve criticamente. Eh, já vem o nome
dele. Opa, mas é a escola de Mendonça,
Argentina. É onde vai surgir um grupo de
dos primeiros caras que tentam pensar
filosofia latino-americana como
filosofia da libertação. Grupo de
Mendonça na Argentina, escola de
Mendonça, os Mendoncinos.
Tá bom? Mas já vou parar aqui. Essa é
uma intro sobre essa história da
filosofia latino-americana. alguns nomes
pra gente conhecer. Eles fala: "Mas o
que que a filosofia latino-americana
faz? Qual que é o tema dela?" O tema
dela, os problemas quer aparecer na
América Latina, assim como uma filosofia
eh,
como é que fala?
Europeia, vai pensar os problemas dela.
Simples assim.
Assim como cada um pensa a partir do
lugar que pensa, né? Então não tem como
você como você pensar fora do cantinho
que você vive, que você mora, onde é que
você não tem como. Não tem como. Você
pensa, você pensa em algum lugar,
ninguém pensa partido além, né? Você
pensa a partir daqui, não tem como. Não
tem como. Queria até achar. Deixa eu ver
se eu coloquei essa citação aqui. A
citação do Du,
eu nem lembro onde tá isso.
Eu acho que tá no no livro dele.
Hum. Eu acho que tá nesse livrinho aqui.
Deixa eu abrir aqui. Ó, já vou até
falar. mostrar aqui para vocês. V, eh,
já estamos aqui nas aulas mesmo,
ó. Vocês vão fazer o seguinte, vocês vão
entrar na interneta, minha avó fala
interneta, tá? Vai entrar na internet
com e dá enter.
Vai abrir esse site aqui, ó.
Henrique Dúciel, vida e obra.
Henriqueddúciel.com. Só entrar nesse
site aqui. Se você não entrar, você tá
em pecado.
Entrou nesse site aqui. Pera aí.
E você vai vir aqui no obra
obra de Henrique Dúcio. Livros.
Quando você for enriquedocom
obra, Libros,
obviamente
trânsito tá grande hoje aqui.
Aleluia.
Vai chegar aqui livros e ó o que que vai
ter aqui. Todos os livros do nosso
querido,
absolutamente
todos.
Tá bom? E aqui você vai procurar o livro
que mais lhe aprover, mais lhe
interessar.
T filosofia da libertação em português.
Não gosto da tradução, mas não tem
problema. É o que a gente tem. Vamos a
eh filosofia de la liberação,
que é onde ele apresenta a estrutura.
Cadê? Só falta não achar o bagulho aqui.
Esse aqui é o que eu comentei da
publicado pela Expressão Popular, A
produção teórica de Marx. Um comentário
aos Grundres. Bom para caramba, viu?
Bom, bom. Eu queria o Materiales. Cadê o
Materiales?
Mas aqui aqui é a fase marxóloga do do
Dúciel, né? Eh, a produção teórica de
Marx. Na produção teórica de Marx, cadê
o Marx decido, né? Não tem que tem tá em
italiano, né? O Marx esconocito. Siuto,
esconociuto. Não tem que aprender a
falar essa palavra história. L'último
Marx, o último Marx. Assim, é um Marx
desconhecido. Marx desconhecido. Mas eu
quero materiais. Cadê o materiales?
1994, 1992, livro famoso do Dúcio. Cadê
o materiales? Ô Jeová,
20 tes de política. Bom, esse livrinho
aqui também, viu? 20 tes de política.
Pode baixar, gente. Vale a pena.
Publicado pela Claxo e a expressão
popular. Dito isso, vou terminar aqui um
capítulo de livro nos próximos dias que
vai sair pela Claxo no livro de
Homenagem ao Dúcio, se nada der errado
no final desse ano. Tô feliz para
caramba.
Pô, materiales não tá aqui.
Hum.
Sacanagem. Mas eu sei onde tem. Mas pr
pelo menos apresentei o site do Dúciel
para vocês. Vocês baixem o livro do os
livros do Dúcielo. Lê tudo. Tudo que der
para ler vocês vão ler lá. Vai ler.
Leia. O cara escreveu, como é que é o Cl
de Moura lá? O
o cara escreveu:
"Você só tem que ler essa merda". É isso
que você vai fazer. Você vai ler esse
negócio do Dúci aqui.
O cara escreveu. Você só tem que ler
essa merda. É isso que você vai fazer.
Eu adoro a voz dele, mano. Bom demais.
Você
só tem que, né?
Não é possível que eu não vou entender
esse negócio, esta merda.
Ai, não é possível. É possível. Não é
possível. Não é possível. Você não vai
entender is?
Você tem bri? Então, se você tem bril,
você vai ler isso aqui.
De eu encontrar aqui o trecho que me
interessa.
Pô, é legal esse negocinho aqui. Pera
aí, eu vou achar uma citação que é bem
boa pra gente fazer uma reflexão aqui.
Aqui,
cara. Modest parte, mano. Eu li para
[ __ ] isso aqui, viu? Meu Deus do céu,
eu lembro, eu lembro o livro que tá o
bagulho. Meu Deus do céu.
Vocês acreditariam? Vocês podem duvidar
se vocês quiserem, não tem problema. Eu
li toda a obra do Duselia
tem um pouco de transtorno obsessivo
compulsível.
Eu li, mano,
eu li os livros que ninguém lê,
inclusive, tipo filosofia de la
produçon. Li, ninguém tá nem aí para
esse livro. Eu achei ele bem
interessante, me ajudou muito no meu
mestrado. Eu li o bagulho tolo,
doente. Para não dizer que eu não li,
que eu li tudo. Eu acho que eu não li os
mais recentes dele, que ele publicou 14
éticas, 14 teses de ética. Não li
o volume três da política. Eu também não
li, só li um outro capítulo que é não é
só dele, é uma conjunção de artigos de
um monte de gente. Eu falei: "Ah, não
vou conseguir dar conta disso não. Eu só
li a parte dele, não li o livro todo
não." Mas vamos lá.
Tá aqui
react de texto agora com Henrique
Dúcielo. Eu gosto muito desse texto
aqui. Esse aqui é um texto que não tá no
site do Dúcio, não sei porquê,
mas chama Materialis Materiais para uma
eh filosofia política de la liberação.
Materiales para una filosofia política
de la liberação, que é uma série de
aulas e palestras que ele deu no Peru,
não lembro em que ano, e transformou em
livro, que era num momento que ele tava
preparando os textos que iam formar o
primeiro volume e o segundo volume da
política de la liberação, a política da
libertação do dúcio,
que inclusive livraços, hein? Bom, bom
para caceta. E aí nesses materiais ele
ia dando aula, preparando e trazendo
tal. Ele foi isso meio que é um dos
elementos de rascunho paraa produção
desse livro. Acho estranho que não tá lá
no no naquela
coletânia de obras dele, não sei por,
mas eu tenho ela aqui. Quem diria. Então
vamos lá.
Aqui a filosofia, ô car, a filosofia da
libertação diante do eurocentrismo e da
globalidade.
Tratemos por último, ô caraca,
tratemos por último o papel da filosofia
no mundo atual.
Quer dizer,
adicionemos agora os aspectos ganhados
na reflexão ou ganhos, né, na reflexão
do pensamento de Mariategala
Sar Bondi. Destaque, por que que o
Dúciel tá falando de Mariá e Sala Sar
Bondi? Porque o curso é no Peru.
Então o cara tá discutindo ali filosofia
política peruana também. Então ele
conecta você Carlos Mariágu e e Augusto
Salaar Bondi, né? Augusto Salaar Bondi.
E aí coloca os dois aqui, né? ele vai
recuperar elementos importantes do
debate que os dois fazem ou das das
discussões que os dois trazem pra
filosofia.
A filosofia da libertação se inscreve
estritamente na tradição de ambos, né,
tanto da filosofia do Mariata quanto do
Salazar Bondi. Isso é importante indicar
porque o Dúcio, naquela, naquele debate
que eu disse para vocês do Leopold e do
Salaar Bondi, o Dúciel disse que ele
está mais próximo da perspectiva do
Salaar Bondi.
Ele tá mais próximo da observação
constante das relações de dominação que
constituíram a gente para depois
anunciar o projeto de libertação. Ele
anuncia uma filosofia da libertação, mas
que tem como critério primeiro olhar as
relações de dominação para daí alinhar o
projeto. Então,
ponto metodológico interessante de se
destacar, o Dúciel se diz próximo do
Salmondi,
por sua definição de pensamento ou
filosofia crítica, por seu sentido da
militância como lugar de arranque da
filosofia ou de início, né, de arrancada
da filosofia, pelo uso das ciências
sociais críticas como sua mediação
necessária, pela exigência de usar os
melhores recursos filosóficos existentes
por seu compromisso com os explorados,
os oprimidos, os excluídos, os pobres de
nosso continente.
A parte que me interessa aqui.
Aprofundemos agora a diferença da nova
filosofia na particularidade com as
filosofias latino-americanas
e a da universalidade com as filosofias
eh euronorte-americanas ou as
latino-americanas que apenas as
interpretam, expõe, comentam ou
desenvolvem em aspectos fragmentários.
Vamos então discutir a filosofia, a
diferença da filosofia, que é a
filosofia, entre aspas, particular, de
particularidade,
que é a latino-americana, né? Porque o
universal é só o gringo, a gente é
particular, né? O universal é o alemão
ou o grego, o latino-americano é
particular. A filosofia alemã ela vale
para todo mundo. A filosofia
latino-americana é regionalista, né? É
coisa de região. É tipo que aqui no
Brasil faz com Sudeste e Nordeste, né?
Sudeste é Brasil. Aí quando vai falar
sobre cultura nordestina, cultura nista,
tal, aí vira regionalista. Aí é
regionalismo, né? Ah, tomar no bom.
Beleza. Então, uma coisa é a
particularidade, né? Essa filosofia de
particularidade e a da universalidade, a
particularidade latino-americana e a da
universalidade. A lista do dúciel dessa
filosofia que se acha pretensamente, né,
o válida para tudo em relação aos
particulares
é a euronorte-americana, né? Euro
norte-americana europeia. estadunidense
ou as latino-americanas que apenas
interpretam, expõem, comentam e
desenvolvem em aspectos fragmentários.
É tipo, tá? Tá, tá, tá. Vou bater em
todo mundo aqui que é repetidor de
gringo, papagaio de cant, papagaio de
russ
e sua pretensão de mundialidade, né,
como discurso filosófico nascido do
nosso solo latino-americano. E eu gosto
muito dessa expressão do Dúcielo, a
pretensão. O Dúciel fala assim, aqui ele
tá falando pretensão de mundialidade. Na
ética da libertação, ele fala: "Eu estou
produzindo um critério ético com
pretensão universal".
Isso metodologicamente é muito
importante,
não é que ele tá buscando qual é o cara
a a característica da realidade que é
universal e válida para todos.
Não, a produção do conhecimento humano,
ela é limitada necessariamente por
obviedade. Então, eu tenho uma pretensão
de universalidade. Eu coloco no jogo das
ideias, no jogo do discurso, no jogo dos
da resolução de problemas, pretendendo
ser universal, o que não significa que é
uma identificação com a realidade, o
cérebro como espelho da natureza, que só
reproduz o que tá lá e quem espelhou
melhor consegue dizer o que é o vale
para todo mundo. Não, pera aí.
Metodologicamente aqui, vamos organizar
a brincadeira, eu produzo um conteúdo
resolvendo problemas a partir da América
Latina e eu apresento pras outras
pessoas para quem não tá resolvendo
esses problemas com pretensão de
universalidade. Ô, vê se é útil para
você também, vê se te ajuda.
Muito mais interessante. Sério mesmo? Eu
acho muito mais.
Eh, ao a ao aos finais de uma descrição
da posição, desejamos propor o esquema
um para esclarecer ou tornar mais nítido
conceitualmente a complexa situação.
Esse esquema aqui, não vou explicar ele
agora. Deus nos ajude, porque não deixa
mais claro, não. Tem uns que deixam, mas
tem outros que não deixam.
Eu quero só citar um trecho aqui.
Se A ou B são um ponto de partida, vamos
lá. A ou B aqui, tá? se A ou B são ponto
de partida,
como as situações concretas, históricas
dadas no mundo da vida cotidiana. E aí o
Dussel, ele tem mania de usar os termos
em gringez, tá? Para quê? Para dizer que
ele manja. Eu gosto disso também. Do
cara que fala, mano, vocês acham que eu
não sei falar alemão, eu falo alemão
também. Falo alemão, falo português,
falo espanhol, falo francês, falo, falo
que vocês quiser falar, mas fala. O
Dúcia só não falava língua dos anjos
porque não era pentecostal. Ele não deu
tempo, senão ele aprend aprendia.
Mas o bicho falava trocentas línguas.
Falei, eu falo isso aí que você fala
também. Eu falo essa língua aí também.
Então eu sei os conceitos que você tá
utilizando. E aí ele gastava, gastava,
mas ele gastava metodologicamente, não
era só pelos requint. É porque ele ia
debater nos centros. O mano do 100
também ia debater com os caras aqui na
América Latina que tudo pagu de gringo e
papagaio de de cant. Eu entendo isso aí
também, doido. Aqui ó. Aí essa a ideia,
entendeu? Ele gastava, o bicho era
bravo. Dadas na vida cotidiana em
alemão. Lebenvelt, né? Na vida
cotidiana, na vida do dia a dia.
Lebensvelt,
o ponto de partida são as situações
concretas, históricas, dado um mundo da
vida cotidiana. Lebensvelt, mundo de
vida cotidiana.
Vel é mundo, né? né? Lebens, vida
de um sábio de Memphis
é egípcio. O sábio de Memphis é egípcio.
Esse sábio de Memphis tá sem nome porque
é o que Platão cita e Aristóteles acho
que também no em seus textos quando fala
eh e mesmo acho que Pitágoras também,
né? Utiliza essa referência de um dos
sábios egípcios, do sábio de Memphis. A
matemática que nós utilizamos aqui, ela
veio de Memphis, no Egito. Ah, essa
ideia que nós temos não sei o que lá,
ela é egípcia. Aí o o o sábio sem nome,
né? Então copia, mas não faz igual. Só
esqueceu de citar a fonte. O sábio de
Memphis no Egito, egípcio.
Aí vem os nomes, as teclas que eu não
sei falar, né? Nes
nes nesarot
nes
nesarot,
que nome impossível
de Texcoco mexicano, né? que é um sábio
asteca.
O Heráclito de Éfeso,
até Aristóteles grego, a Vicena, árabe,
Tomás de Aquino, latino, Hegel, alemão,
Perste-americano,
Witgenstein, austríaco, Salazar Bondi,
latino-americano, etc.
Toda a filosofia se origina desta
particularidade
de modo necessário e inevitável.
Pode parecer
óbvio,
mas não é.
Kant tá resolvendo os problemas dele em
Consberg.
Em Conberg, pelos problemas que tá
surgindo lá,
não é do além. Ele não começou pensando
do além, começou da particularidade.
E aí o Dúfer vai citando os filósofos
aqui para dizer: "Ó, cada um partiu de
sua particularidade, meu amigo. A gente
parte da nossa. Qual o problema? O que
caracteriza a filosofia latino-americana
não é porque ela fica voltada só pra
gente.
O que caracteriza a filosofia
latino-americana é que ela pensa a
resolução de problemas a partir da
realidade da América Latina.
Pronto. Tal qual um alemão pensa
resolvendo os problemas da Alemanha.
É isso. Ah, existe filosofia
latino-americana? Sim, porque ela é
feita aqui. E se ela se volta para
resolver os problemas daqui, ela é
latino-americana. Agora, se ela é feita
aqui, mas quer discutir os problemas
aqui, não é daqui, aí ela não tá
ajudando.
Aí ela tá querendo ser de Memphis, ela
tá querendo ser de de de Conisberg, ela
tá querendo ser de Tumbingan, ela tá
querendo ser de
Edinburg, sei lá mais de onde ela quer
ser. E tudo bem, vai para lá, pega o
passaporte,
vai lá, campeão, tem problema.
Tá suave. Mas tá ligado qual o problema
da gente tentar resolver os nossos BO
latino-americanos e aí pensar partir da
América Latina e produzir soluções a
partir dos nossos problemas? Pô, é isso
que a gente quer fazer.
Ai [ __ ] Mas tudo bem, tal qual os caras
todo mundo faz, né? Então do seu fala
isso é necessário e inevitável, né?
Ninguém partiu do universal pro
universal. os seres celestes.
dessa situação, eh, se eleva ao pensar
filosófico, a uma estrutura complexa de
recursos que vão sendo criados, vão se
sendo acumulados, sistematizados
metodológica, temática, historicamente,
através dos séculos, ao menos desde os
30 séculos antes de Cristo no Egito, com
eh os quais eh
ah com os quais conta aquele que
pretende participar na antiga tradição
metódica ou metodológica da comunidade
filosof Mundial. Então, claro que eu vou
utilizar o recurso do sábio de Memphis
lá. Claro que eu vou utilizar Platão.
Claro que eu vou utilizar Aristóteles.
Claro que eu vou utilizar quem tiver
disponível para utilizar como recurso,
como bagagem, como tradição, como
sistema, como metodologia, mas são
ferramentas. O meu referencial não é
reproduzir o teórico pelo teórico, dizer
o que Platão disse. É o que Platão
disse: "Rolve o meu problema". Em que
circunstância? Quais são os efeitos
esperados? Quando eu aplico resolve meu
problema? Não, não resolve. Não adianta
você ficar insistindo,
não adianta você tentar serrar madeira
com martelo, vai dar errado.
Então, deu errado, para de usar, muda,
muda. E não é abandona, ah, isso não
serve para nada, né? O problema é tua
referência, não é o autor. Porque a
gente virou grande comentador. Quem
estuda filosofia sabe disso. Virou um
grande comentador de de filósofo do
passado. O que significa o termo
errendong
em Trole?
Aí fica 35 anos
estudando
para entender o que é Errindung.
Legal. Parabéns.
Nossa, não ajudou um puto de problema na
resolução de questões que a gente tem
que ter na nossa realidade
latino-americana.
Aí não dá para reclamar depois que aí
ninguém conta universidade, acho que a
gente não produz nada. Não produz, mano.
Com todo respeito, não tem utilidade
prática na nossa resolução de problemas.
Desculpa, mas é velho, esse é um, esse é
um tipo de pesquisa secundária que você
vai utilizar enquanto você tá resolvendo
outros problemas, pô.
Passa 35 anos que eu entro que é rindung
em reg.
[ __ ] velho.
Não vou julgar. Julguei mesmo.
Esses recursos sources.
Eu gosto dessas frescuras do dúel. V ai.
São denominados frequentemente
universais.
Ninguém nunca
acedeu a universalidade a partir da
universalidade. Ninguém nunca subiu pro
céu desde o céu. Você tava no céu e foi
mais pro céu ainda. Você tava na
universalidade, foi para mais pra
universalidade ainda. Ninguém. Se você
chega do céu saindo do chão.
Se você já tá no céu, a tua única saída
é cair de cara no chão. O contrário é
mais saudável, né? Então, ninguém vai
sair da universalidade, chega na
universalidade pela universalidade. Isso
é parte dos seus problemas cotidiano.
E na filosofia latino-americana é a
mesma coisa. Quais são os problemas que
a gente tem que resolver? Quais são os
nossos BO?
Acede-se, né, à universalidade a partir
da realidade particular,
ainda que não seja mais do que pela
vocação concreta a filosofia do próprio
filósofo, que a elege por alguma razão
que nunca poôde ser filosófica, já que
por definição era uma razão para entrar
nessa comunidade e por isso não estava
dentro dela ainda. Então, tipo, ele tá
até dando dando canja pros caras que só
quer entrar na comunidade filosófica.
Não, ele nem quer resolver um problema
mesmo. Ele só queria fazer parte do
time, queria sentar na mesa junto com o
pessoal da filosofia lá, do os cinco
acadêmicos da filosofia. Ele queria
estar junto com o pessoal lá, queria lá
sentar junto, tomar um café, comer um
bagulho e tal. Eh, seja essa sua
motivação, não importa. Ela sai da
realidade, da cotidianidade, de questões
que você não tá no universal pro
universal, entendeu? Então isso é muito
importante da gente considerar e começar
a botar o pezinho no chão. Onde é que a
gente tá? Quais são os problemas que a
gente quer resolver? Quais são os
recursos que a gente quer resolver?
E nisso nisso, por exemplo, me parece
muito mais interessante conhecer e
reconhecer a tradição da da América
Latina, porque ela pensa as questões de
desenvolvimento, de escravização, de
colonização que nos afetam até hoje.
Então, a gente reconhece hoje com
facilidade que um dos grandes problemas
do país Brasil é que nós temos 300 anos
de escravização.
300 anos de escravização que fundaram
esse país.
Mais até bem mais.
300 anos de escravização que fundaram
esse país. A gente reconhece isso. Aí na
hora de resolver os problema, a gente
vai pegar um autor que não faz ideia do
que seja a escravização, enquanto a
gente tem um monte de gente que tá aqui
produzindo diferentes campos do
conhecimento os problemas da
escravização.
E não só no Brasil, na América Latina
todas as questões de colonização. Vai
ter um monte de gente refletindo,
discutindo, criticando, entendendo,
compreendendo. Aí a gente vai pegar o
quê? algum autor gringo do século X7 que
não faz ideia do que seja escravização.
Inclusive ele participou de processos de
apoio da escravização. Abraç Lock. Sabe
e qual problema você quer resolver?
Ah, eu quero participar aqui da
realidade do meu país. Quero trazer no
show de bola. Quero ser um militante
engajado ou um intelectual engajado,
orgânico. Show de bola.
Que que você acha que é um recurso que
faz mais sentido para você ter para
resolver os problemas que você tá
reconhecendo na realidade? É um
critério.
Você vai lá ler o Mark Fisher, como que
a gente já falou, importante, tal.
Legal, pô. Legal. Aí você põe ele ali no
cantinho. Agora vamos ler uns negócios
aqui que pensando os nossos problemas na
América Latina. Importante,
pô. Muito bom, muito bom. Vou guardar
ele aqui um pouquinho. Deixa eu pegar
uns bagulhos aqui que é importante,
sabe? Isso é fundamental. Deixa eu deixa
eu ver aqui o que tá acontecendo na
realidade brasileira, né? Tá acontecendo
na realidade do sul global, né? Nessa
onda. E a gente, se você não não se
conecta com isso, você não percebe a
importância de conhecer um pensamento
latino-americano criticamente.
Inclusive, hoje eu tenho, nossa, eu
tenho muitos problemas com aquilo que
foi produzido por um tempo,
especialmente mais recente, né? Nos
últimos 10 anos. aquilo que eu faço
parte da associação de filosofia e
libertação,
eh, Brasil e e Mundial. Eu tenho vários
problemas com um monte de coisa que foi
produzido lá dentro, assim, que eu falo:
"Não, cara, isso aqui não dá, isso aqui
não faz sentido nenhum, isso aqui, p
viajou, perdeu a linha, perdeu o chão,
várias críticas, várias questões, mas
ainda é recurso que tá tentando se
desdobrar sobre problemas que, pô, tá
tentando resolver as nossas coisas,
nossos BO é analisar criticamente,
discutir criticamente, botar o bagulho
no chão, botar bola no chão. Importante.
Importante para caramba.
Tá bom, foi legal. Gostaram aí do papo
de América Latina? Bemvida, companheiros
a América Latina. Latinoamérica.
Buenos dias Latinoamérica.
Adoro ouvir a live enquanto faço
academia, mas o corpo e o cérebro. É. E
o corpo tá dentro. O cérebro está dentro
do seu corpo. O cérebro é seu corpo. Que
coisa. Não.
Muito bom. Que bom, que bom.
Então, quer dizer que a matemática vio
do Egito, hora a hora.
Eu adoro essa a piada que eu faço sobre
isso, Jéssica. A matemática veio do
Egito, hora a hora. Eu falei: "E sim,
porque tem uma galera que fala que não,
né, que a matemática ela é grega".
Falei: "Sim, a matemática ela só surgiu
na Grécia". Eles construíram as
pirâmides do Egito por experimentação.
Eles iam botando bloco, fal encaixou?
Acho que sim. E encaixou? Não sei, caiu
várias vezes e era por experimentação.
Depois de muita experimentação, sem
nenhuma teoria, sem nenhum cálculo, sem
nenhuma medição, as pirâmides se
construíram ali. Mas foi foram testes
atrás de testes, pessoas esmagadas atrás
de pessoas esmagadas, pedras e pedras
desperdiçadas porque estavam do tamanho
equivocado, porque não tinham o cálculo
adequado.
Foi experimentação. E ali
tentando um desespero da nada. Mas aí
quando surgiram os gregos e sua
iluminação filosófica e matemática, aí
os egípcios, oh, é assim que faz
pirâmides, perdemos tanto tempo, é assim
que se calcula, não é? Incrível. Toma.
Aqui aqui na na na América Latina a
mesma coisa. Os maios, as tecas, fazia
tudo por experimentação. Não tinha
matemática, não tinha.
Ai meu Deus, que raiva que eu tenho. Aí
alguém faz um corte bagulho e deixa fora
de contexto.
É filosofia só na Grécia. Antes disso o
pessoal ficava aí moscando no mundo. Ai
que raiva.
Nes é o nosso par. É, eu também não sei
falar aquele nome lá. Não, não sei falar
aquele nome.
Mas é melhor falar que com o Brasil não
temos nada a ver com a América Latina.
Exato. É, aí vai o maluco, vai dizer:
"Não, mas Brasil não tem nada a ver com
a América Latina. De onde a pessoa tira?
Falta elhe viajar pela América Latina.
Falta lhe conhecer na América Latina.
Ai, meu pai amado. Vai aprender
espanhol.
O crítica aqui também. Eu não me lembro
de ter um programa de filosofia que
considere língua espanhola como língua
estrangeira. Pessoal acha que fala
espanhol metendo portanhol aí.
Feio, muito feio. Los tornablia
não, não fala.
Quando eu fui para pro México, essa foi
a minha primeira viagem para fora com a
universidade, né? A universidade a
primeira vez que eu viajei para fora,
animado, ansioso, não sabia como é que
ia ser, como é que viaja para fora, como
é que esse bagulho e tal. E eu nunca
tive aula de espanhol.
Assim, eu tive o contato com oi, buenos
dias, né? Buenos dias, como está? me
nbre ex Bruno e pronto, era o máximo que
chegava, mais que isso não tinha. E aí
eu fui aprendendo espanhol enquanto eu
tava me preparando para fazer o
mestrado, para para aplicar pro
mestrado. E eu fui lendo muito texto,
ouvindo muita coisa, ouvindo música, não
sei lá. E aí entrei no mestrado e
continuei só trabalhando com pensamento
latino-americano. Então era texto em
espanhol, texto espanhol, texto
espanhol, áudio em espanhol, ouvi as
aulas do Dúciel, tem a porrada de aula
do Del no YouTube. Tem um curso inteiro
de ética do Dúciel no YouTube.
Bom para caramba.
Recomendo. Vou ver se eu acho aqui e
mando para vocês. É bom. Curso inteiro
de de ética da libertação do Dúcio. Vale
a pena. Bota no ouvido e vai ouvindo o
velho falar. Fala muito bem. Sotaque
dele é bom. É legal. Dá para dá para
entender bem. E aí foi nisso aí. Aí eu
entrei em 2015. Aí 2016 rolou esse
bagulho da viagem. Aí fui pro México.
Nunca tava me organizando para ir.
Acidentalmente eu peguei uma carona uma
vez para voltar para pro metrô para
poder ir para casa.
com o
com uma professora da da lá da da
universidade e o carro tava cheio assim,
tava eu, a professora, mais dois alunos,
sabe? Todo mundo apertado lá dentro,
tal, não sei o que lá. E tinha um outro
professor e aí o outro professor tava lá
e a gente descobriu que e acidentalmente
ele falou: "Ah, tô indo encontrar flal
porque a gente vai para Chiapas no
Congresso". E o fã de tal era um gringo
austríaco, acho. E aí eu fiquei tipo só
ouvindo. Eu falei: "Rapidão, tu tá indo
para para Chiapas?" É, é. Eu pro
encontro da filosofia da Associação de
Filosofia Mexicana. Ele: "É". Falei:
"Pô, tô indo também". Aí ele: "Ah, é".
Falei: "É". Aí eu falei: "Pô". Aí meu
coraçãozinho já aliviou, que eu falei:
"Pô, vai ter alguém para trocar ideia
com nós, vai ter alguém ali para me
salvar na viagem internacional".
Falei: "Pô, vamos combinar então da
gente ir junto, da gente, né, se
organizar e tal e da gente dividir
quarto lá. A gente, pô, diminui os
custos para todo mundo. Todo mundo vai
ficar feliz.
Aí ele, pô, boa ideia, a gente divide o
quarto, a gente faz o negócio, pá, show
de bola, pá. Beleza, foi fícil.
Fomos
aí, tirando que eu fui parado três vezes
na alfâ na cidade do México.
Três vezes abriram minha mala duas vezes
para três vezes. Eu devo ter uma cara de
traficante. Eu tava passando,
aí o cara mandou parar, aí passou
naquele negocinho do do o cara mandou
parar, aí abriu minha mala. Aí eu tô
saindo, a outra moça me levou na salinha
lá, abriu minha mala. Aí pá, eu não
tinha nada obviamente. Aí no cantô para
sair foi finalmente. E aí o cara tava me
esperando lá na frente já, né? O o
professor falou: "Pô, mano, o que que tá
acontecendo com esse menino? Já
preocupado, desesperado, que o menino
vai ficar preso aí o menino vai sair. Aí
eu tô saindo no que eu tô saindo o
policial, tipo, cara, juro por cena meio
de filme assim, o cara grandão assim, eu
não tinha visto que ele tava ali, ele
tava do lado do corredor assim, eu
saindo só focando no professor, tipo, a
finalmente vou encontrar o cara. Tô
chegando lá, o cara dá um passo pro
lado, metara no peito do policial.
Eita, poxa. Aí ele,
que que você tá fazendo aqui? Eita, vou
ter que enrolar meu espanhol aqui. Não,
eu fui nervoso para caramba. Aí eu
troquei ideia com ele, né? Mas ainda sem
segurança. Falei: "Pô, não vai dar muito
certo". Mas eu troquei ideia com ele.
Falou: "Não, eu tô indo para um
congresso de filosofia, tal". Ele: "Você
tem como comprovar?" Eu abri, peguei a,
eu tava com a carta, convite do evento
na mão aqui e tal. Tô indo para cá. Ele
olhou, fingiu que leu, né? Claramente
ele não leu e me devolveu. Falou: "Tá
bom, vai". Aí, p, passei. Pronto, fomos,
pegamos o rolê lá, descemos no na cidade
do México, pegamos outro avião, fomos
para Tucosla Gutierrez, que é a capital
de Chapas, pegamos um buzão lá para
poder ir para São Cristóbal das Casas.
Chegamos em São Cristóbal das Casas,
falei: "Uhuitório trabalhador." Eu só
fui seguindo os cara, só vou atrás do do
mano aqui, professor. Chegamos lá, no
que chegamos a gente começou a procurar
o lugarzinho lá que a gente ia dividir o
quarto, que era um hotelzinho
pequenininho lá, a cidade toda é
pequena, né?
E a gente não achava o raio do lugar.
San Marino, um bagulho assim, San
Martim, sei lá. E a gente não achava o
raio do lugar. Procura, procura e não
acha o lugar. Não acha lugar, não acha o
lugar. Aí o o professor falou assim:
"Ah, não. Aí eu falei pro professor:
"Pô, a gente podia pedir informação aí,
né?" Aí ele: "Tá, não vou pedir."
Aí aí tinha um restaurantezinho do lado
do outro assim. Aí ele foi no cara,
falou:
"Olá,
eh, bueno, dias,
eh,
Jô, Jo, J soi, aí eu falei, deixa que eu
falo,
deixa que eu falo. Não, mas a gente vai
ficar aqui até amanhã. Esse cara, não
sei se ele vai ajudar nós. Aí eu puxei o
papo com o maluco e eu me senti muito
orgulhoso, mano, que eu cheguei, puxei o
papo com Alejandro, era o nome dele, era
o garçom. som do do do restaurantezinho.
Cheguei, pô, não vou esquecer nunca,
mano, porque cheguei falei, olha, buenos
dias, perdão, nosotras somos brasileiro
e não encontro
no hotel
e São Martim, algo assim, não sei qu Ah,
São Martim, não sei também. Aí começou,
aí gritou pro cara que era o o o o o
garçom que tava do lado que gritou pro
outro, que gritou pro outro, acharam o
hotel. O cara é aqui e tal, aí ele, ah,
é lá, ó. Tá aí foi isso que dizia. Era
uma ruazinha, né? Aí eu falei: "Ah,
muito obrigado, tal". N. Aí ele parou
para mim e falou: "Teu sotaque é
diferente,
você é uruguaio, você é chileno". Aí eu
tipo, mano, [ __ ] é a primeira vez
que eu tô trocando ideia em espanhol,
valendo aqui. E o cara achou que eu não
sou brasileiro. Vitória do trabalho
as aulas de espanhol, por conta própria,
foram muito úteis. Autoaprendizagem de
espanhol foi excelente. Fique orgulhoso
para [ __ ] Histórias aí.
Fiquei muito orgulhoso aí. Aí dali pra
frente eu destravei. Fal agora também
faz espanhol para lá, para cima e para
baixo. Mas eu preciso ainda da do tirar
o como é que fala?
Tem um nome lá, um bagulho que você tira
para dizer que você fala espanhol. Eu
não lembro nome. Não lembro nome. Tem.
Eu sei o instituto, acho que é Miguel de
Cervantes. Você tira o bagulho lá e o
cara e mostra que você fala espanhol,
né, num papel porque não adianta só
falar, você tem que ter um papel que diz
que você fala. Eu preciso achar esse
papel, fazer a prova desse papel, mas eu
fiquei orgulhosão. Aí vai para cá e a
gente vai treinando o espanhol e
arriscando espanhol. É uma viagem que eu
recomendo ir para San Cristóbal de las
CAS. Tudo bem que eu fui com a
universidade pagando, né? Então não dói
no bolso isso. Pagando o trajeto,
obviamente, estadia e alimentação. Aí é
outros problemas.
Curso de espanhol.
Manda no grupo depois o curso do Dúciel.
Ah, vou pegar agora. Pera aí, eu vou
mandar aqui. Vou mandar no grupo também.
Isso. Proeficiência, perdão. É isso aí,
Thago. Proeficiência. Thaago.
Proeficiência. Eu tenho uma que eu fiz
pro doutorado, pra prova de doutorado,
que no doutorado em economia política o
espanhol era considerado domingo
estrangeiro. Fiz a prova, mas
ela não vale, né? Tipo assim, não é em
qualquer lugar, vale paraa universidade,
não para outros lugares.
E aliás, tem uma história boa dessa
prova também.
Deixa eu pegar aqui que eu tava
procurando contar a história da prova.
Foi, fomos fazer a prova. A prova de
espanhol tava impossível, tava muito
difícil. Ela eliminou, tipo, quase todo
mundo que tava prestando espanhol caiu
fora. Tanto que a gente tinha nove
vagas. A prova de profeficiência de
língua estrangeira era a penúltima
prova. Aí a última era entrevista.
penúltima etapa do processo seletivo. A
última era entrevista, a gente tinha
nove vagas, nós éramos em
era umas 60 pessoas, assim, era um
número bizarro de gente candidatando
ali. Aí
na hora que passou pela por eficiência
estrangeira, o inglês, praticamente todo
mundo passou.
No espanhol,
nós passamos para a fase final
cravado em seis pessoas
para nove vagas. O espanhol eliminou a
galera.
A prova tava impossível.
Eu fiz essa prova suando. Falou: "Meu
irmão, quem fez essa prova?" Eu tinha
uns bagulhos muito específico. Eu,
caraca, mano, que prova, meu pai amado.
Aí, beleza, fizemos essa prova aí. Nunca
a gente fez essa prova impossível de ser
realizada, né? Um monte de gente caiu
fora achando que ia ser, ah, o portonhol
aí nós nós se vira, se lascaram. Aí eu
fui aplicar pro pr porque eu consegui a
bolsa, né? Modestia parte, passei em
primeiro lugar no doutorado. Aí eu
peguei a bolsa. Aí,
como contrapartida da bolsa do
financiamento da pesquisa, eu tinha que
dar que dar aula ou trabalhar como
estagiário, né, na universidade de algum
professor. E eu entrei num programa de
estágios que tinha na universidade, que
era um programa bem legal, eh, apoio à
docência, acho que é isso, apoio ensino,
apoio e ensino, programa de apoio e
ensino, pai.
E aí eu fui lá no E aí eu dividi, acabei
de dividir disciplina com um professor
tal. era um professor estrangeiro de
outro país latino-americano.
A gente trocando ideia aí no nosso
primeiro encontro trocando ideia,
falando sobre a disciplina, como ia ser,
qual que é ser meu papel lá nessa
estrutura de estágio, as aulas que eu
poderia dar, eh as atividades que a
gente ia acabar desenvolvendo juntos,
planejamento, cara muito bacana, tal. Aí
ele falou: "Você mora onde?" Falei: "Pô,
mano, moro no Capão não sei o que lá.
Ah, posso dar uma carona até algum
lugar?" Onde você pode ser? Onde pode
ser? Falh para algum metrô. falou: "Ah,
tem um lugar que eu vou lá para passo
perto de um metrô, tá bom para você?" Eu
falei: "Qualquer coisa tá bom para mim".
Aí fomos no caminho, tá na carna a gente
tá conversando, ele fala assim: "O que
que ele solta essa?"
A prova de espanhol tava muito difícil
na proeficiência.
Aí eu,
ô que prova difícil, mano. Impossível
aquele bagulho. Negó, cara, eliminou um
monte de gente. Eu fiz essa prova
suando. Que foi o maluco que fez uma
prova dessa e os caras perderam a mão.
Esse cara não era do programa de da
posse que eu tava, tá? Era de outro
programa e a gente ia dar aula junto. Os
caras perderam a mão, velho. Que
loucura. Prova difícil para caramba. Ele
vira e fala assim: "É, fui eu que
preparei". caiu, mas tava muito
interessante. Rigoroso, acho importante
o rigor
pro programa. Importante o rigor também,
a gente manter o nível lá em cima, né?
Com fui eu que fiz. E agora a gente vai
ter que conviver os próximos 4 meses
juntos aqui
a partir desta situação.
É. vida, né?
Ai, meu Deus do céu. Eu me meto em cada
uma que eu não mereço. Buenos dias,
William em situação de Canadá. Canadá
que está emestro América e o William que
está em situação de Canadá. Bom dia, meu
querido. Tudo bem? Espero desejo que
sim.
Ai, ai, cada coisa nessa vida aqui, ó.
Vou botar aqui quem tiver no chat, vou
mandar lá no nosso grupo com mais calma
também.
Isso aqui é a playlist com o curso
de filosofia da liberta de ética da
libertação do Henrique Dúciel. Tá aqui
que é isso, Joseli, tem um excelente uma
excelente semana, restinho de semana,
tá? Tamos junto, tamos junto, tamos
junto. Ó, aqui tá o curso do Dúcio, tá
na no chat para quem tiver aqui e depois
eu mando lá no nosso grupo do WhatsApp
para as pessoas que são membros,
membras, membres do nosso canalzinho, tá
bom?
Mas é isso, é isso, é isso.
Findamos.
Excelente. Que quarta-feira bacana.
Começamos bem o dia. Vocês estão bem? Eu
espero que sim. Curtiram o papo?
Não esqueçam de ouvir muito Bad Bunny,
né? Mandar umas músicas legal lá no
nosso grupo.
Quarta-feira,
estamos aqui num papo totalmente
excelente de filosofia latino-americana,
graças a Bad Bunny. Bad Bunny nesse
sotaque, Bad Bunny. E não se esqueça que
você deve tirar mais fotos,
especialmente quando você teve aquelas
pessoas queridas com você. Deviste tirar
fotos.
Debi tirar fotos de quando tu.
Aproveitem esse clima latinoamericano.
Espalhem a palavra por aí. Não esquece
de curtir esse vídeo, comentar para
ganhar, soltar por uns cantos, discutir
e conversar com as pessoas sobre pensar
os nossos problemas da América Latina e
quem sabe a gente desenvolver cada vez
mais um pensamento crítico, engajado com
a nossa realidade, pensando projetos a
partir daqui. Tá bom? Espero que
possamos desfrutar da melhor maneira
possível. Fiquem bem. Quarta-feira,
quase quase cestou. Nós estamos aí quase
no fim de semana. Então aquele momento é
de você se preparar e o fim de semana de
carnaval.
Desfrute da melhor maneira possível.
Aproveite aí as delícias da vida e do
mundo com responsabilidade,
com preocupação com a pessoa alheia, com
outro, a outra com quem você estará em
determinados momentos ou situações,
circunstâncias, para que a gente possa
sair todo mundo bem, saudado, com
responsabilidade efetiva, tá bom?
Deus abençoe, fique em paz e a gente
segue por aqui.
Todo dia útil até a vitória final.
Seguimos trazendo boa nova todo dia útil
>> até vitória final. Vitória.
>> Fiquem bem, se cuidem. Até mais. Valeu.
Falou. Excelente almoço para ele.
Vitória do trabalhador.
Fim de semana. Volte a live até o
início.

Tags: