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A fé vem pelo ouvir

# 26 Orando do modo certo (Mateus 6.5-8) | Rev Allison Kayter

# 26 Orando do modo certo (Mateus 6.5-8) | Rev Allison Kayter

# 26 Orando do modo certo (Mateus 6.5-8) | Rev Allison Kayter

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Matutino da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Legendas automáticas:

Meus queridos irmãos, graça e paz. Abra
a sua Bíblia, por favor, no Evangelho de
Mateus, no capítulo de número seis.
Os nossos versos dessa noite serão do
verso de número cinco até o versículo de
número oito.
Evangelho de Mateus, no capítulo de
número seis dos versos são os versos de
número 5 até o versículo de número oito.
Nós estamos caminhando no Evangelho de
Mateus, vendo a respeito do rei entre
nós, do quanto que Cristo é de fato
aquele que foi prometido desde o Antigo
Testamento e que cumpre com perfeição
tudo aquilo que foi dito sobre ele. Nós
estamos caminhando agora no sermão do
monte, onde o Senhor fala a respeito dos
seus servos, de como são a de como é a
vida dos seus servos, como é o caráter
dos seus servos, como eles devem se
portar em sociedade. E mais
especificamente no nosso texto, há
algumas correções sobre o que que é o
exercer justiça. Existia uma concepção
errada sobre o senso de justiça e o
nosso específico hoje vai ser sobre a
oração. Mateus no capítulo de número 6
no versículo de número 5 diz assim a
palavra do Senhor: "E quando orardes,
não sereis como os hipócritas? Porque
gostam de orar em pé nas sinagogas e nos
cantos das praças para serem vistos dos
homens? Em verdade vos digo que eles já
receberam a recompensa. Tu, porém,
quando orares, entra no teu quarto e
fechada a porta, orarás a teu pai em
secreto, que vê em secreto, e te e ele
te recompensará. E orando, não useis de
vãs repetições, como os gentios, porque
presumem que pelo seu muito falar serão
ouvidos. Não vos assemelheis pois a
eles, porque Deus, o vosso pai, sabe o
de que tendes necessidade antes que lhe
o peçais. Obrigado, Senhor. Obrigado
pelos louvores. Obrigado pela liturgia,
por tudo o que foi feito, Senhor Deus,
ao teu nome até este momento. Agora,
como teu povo, nós nos assentamos e
pedimos que o Senhor use da tua palavra
como instrumento de transformação sobre
nossas vidas. Pai, nos ajude a não
sermos apenas ouvintes, mas também
praticantes. Que a tua palavra venha e
faça morada. Venha, Senhor Deus, e nos
conforme a sua santa imagem. Nós
precisamos de ti, Senhor. Precisamos ser
ensinados pelo Senhor e nos submetemos
em nome de Jesus à tua santa palavra.
fale conosco, me use como exemplo, me
use como instrumento em tuas mãos para
que a tua igreja, Senhor Deus, veja
Cristo sendo exaltado, Cristo Jesus
sendo glorificado por meio da tua santa
palavra. É assim, Senhor Deus, que nós
te rogamos no nome de Jesus. Amém. Meus
irmãos, até a década de 70, uma das
classes mais descredibilizadas que nós
tínhamos era dos atores. Era dos atores.
Não se acreditava muito na fala deles
fora do ambiente de de atuação. E a
lógica era simples. Eles interpretavam
para viver. Eles interpretavam. Se eles
interpretam para viver, significa que
quem escreveu o roteiro, quem está
pagando, quem dar o maior cachê, terá o
ator e a fala do ator em suas mãos.
Então, a palavra deles não era muito
confiável, não. O ator, a atriz, eles
usam máscaras no sentido de atuação.
Quando ele chora em uma peça, não é
real, é encenação, é para o público, é
parte da apresentação. Eis aí,
inclusive, a raiz da palavra hipócrita.
Hipócrita é uma palavra grega para
expressar os atores. Era a aquela
máscara e eu já tive oportunidade de
falar pros irmãos, aquela máscara do
teatro, sabe? Aquela máscara sorrindo e
triste e ali está o hipócrita, alguém
que usa máscara que representa um papel.
Daí vem o pensamento e a dificuldade com
a credibilidade dessas das da fala de
alguma dessas pessoas. Como nós podemos
confiar na palavra de quem vive de
encenação? Como atualmente até saiu um
vídeo que talvez ilustre bem aquilo que
eu estou dizendo. Uma pessoa fez um
vídeo de atores se contradizendo e em um
momento a pessoa fala, né? Tem uma
entrevista de uma atriz em que ela fala
que aquela era a melhor carne do Brasil
e que a sua família não ficava sem. Aí
mostra no mesmo vídeo um corte dessa
mesma atriz dizendo: "Lá em casa não
entra carne". lá em casa não, nós não
comemos isso e aquilo outro. Aí numa
entrevista, uma outra diz que sua saúde
é tão boa hoje, porque ela colhe frutos
do passado, ela nunca fumou, ela nunca
bebeu e etc. Aí corta para um mesmo
momento em que a mesma atriz, em uma
outra entrevista diz assim que ela fez
aquilo que ela quis, tudo isso e mais um
pouco. Você percebe o problema quanto à
confiança? Será que você percebe?
Entenda. Eu não estou de maneira alguma
aqui menosprezando quem tem essa
vocação. É uma vocação. De vocação para
vocação, a minha também não inspira
confiança em muitas pessoas, tá? O que
eu quero é que fique bem claro aqui para
nós é que pessoas que vivem encenando
algo que não são, em busca de
recompensa, sejam elas quais forem, vão
ter dificuldade de passar credibilidade.
Será que comem daquela linguiça da
propaganda mesmo? Não sei. Será que
acreditam que realmente, né, crem? Será
que realmente creem que o governo eh eh
que acreditam realmente no governo, como
dizem? Será que creem que a o segredo
para combater a desigualdade social é
fazer isso, aquilo? Não sei.
Sinceramente, eu não sei. Estão
ensenando ou estão falando a verdade?
estão emitindo a sua própria opinião ou
estão porque alguém escreveu aquilo no
roteiro e eles estão sendo pagos? Faz
parte do roteiro ou é vida real? Suas
vocações não inspiram muita confiança,
ou pelo menos não inspirava hoje,
qualquer influência de alguns 1000
seguidores na internet parece que fala
em nome da de toda uma população. Esse é
o hipócrita por vocação? Não sei. Eu
fiquei pensando em qual termo usar. Se é
o hipócrita por vocação. Não sei. Mas
você sabia, não é sobre ele que eu quero
falar. Você sabia que existe agora o
hipócrita espiritual? Se existe um que é
por vocação, se existe um que é social,
existe um hipócrita espiritual. O
hipócrita espiritual é aquele que tem
até mesmo ar de piedade. Ele se
apresenta como, mas não é.
É encenação.
É encenação. Nós estamos no sermão da
montanha e Jesus está aqui, como eu
disse pros irmãos, corrigindo um
conceito equivocado do que que era
exercer a justiça. Eu disse no sermão
passado que o judeu, para ser
considerado de fato piedoso, fazia parte
ali da sua lei, ele precisava fazer três
coisas. Ele precisava dar esmolas, ou
seja, exercer caridade. Ele precisava
orar e ele precisava jejuar. aquilo
fazia parte da sua lei. A questão é que
aquilo que era para ser usado como um
meio de glorificar a Deus, afinal todas
essas coisas são boas em si, acabou se
tornando um meio de autoglorificação, um
meio de se autopromover, de glorificar a
si mesmo. Na última pregação, inclusive,
eu falei sobre aqueles que dão esmola,
ou seja, sobre aqueles que exercem
caridade, mas o propósito é de
reconhecimento. É aquele tipo de pessoa
que ela, se ela ajudar, ela vai contar
para alguém. Ela conta quem ajudou, com
quanto ajudou. E muit das vezes não é
nem inocente, não é numa busca de
autopromoção. Não entenda que todo mundo
que vai chegar para você para falar
sobre uma coisa do passado tá tentando
se autopromover, mas Deus conhece o
coração. E muit das vezes isso pode
acontecer. Pessoa que exerce sim
caridade, mas ela não faz isso com
objetivo santo. Ela faz isso porque é
hipócrita. E esse hipócrita, se ele faz
dessa maneira, se é um hipócrita no
caso, eles já receberam uma recompensa.
O foco de hoje é oração. A correção está
sobre a oração, mas não apenas o ato de
orar em si, mas, irmãos, o coração. Como
se encontra o coração no momento da
oração, porque esse estava sendo um
problema. Só para você ter noção daquilo
que Jesus tá tratando, há uma informação
histórica que é importantíssima pra
gente entender esse nosso texto. A
oração, ela era uma parte, ela era uma
parte regulamentada na vida judaica.
Havia, irmãos, horários definidos para
oração. Hoje quem tem muito isso é do
islã. Então existe horários definidos
para oração. Então você tem as suas
vigílias ali, os seus momentos, os
chemás 18 bênçãos que que eram
descritas. E se você estivesse na rua
quando o relógio do templo soasse, você
deveria parar e você deveria orar. Ok?
Então vai ser uma informação importante
pra gente entender aqui no nosso texto.
A questão, irmãos, é que esses
hipócritas espirituais, a quem Jesus se
refere aqui, eles planejavam, olha o que
eles faziam. Eles planejavam a sua
rotina para que o momento da oração, o
momento em que soasse o alarme, eles
estivessem em locais estratégicos, eles
estivessem em locais nas esquinas, que a
presença deles estivesse nas esquinas
mais movimentadas, nos lugares de maior
destaque. Aí, Luciano, vem o versículo
de número cinco. E quando orardes, não
sereis como os hipócritas, porque gostam
de orar em pé nas sinagogas e nos cantos
da da das praças para serem vistos dos
homens. Em verdade vos digo que eles já
receberam a recompensa. O erro do
hipócrita aqui, irmãos, Jesus não está
fazendo uma crítica sobre o lugar em que
eles estão orando. Orar nas sinagogas
não é definitivamente não é o problema,
não é muito menos a postura, certo? Eles
estão de pé orando, mas não existiam
pessoas. Orar em pé era comum. Esse não
é o problema. Qual que é o problema,
pastor? O erro era um motivo. Eles
faziam o que faziam com uma motivação
para serem vistos pelos demais, para
serem vistos pelos homens. E aqui,
irmãos, há algo que merece toda a nossa
atenção. Existe uma dopamina espiritual
perigosa. Quando as pessoas, irmãos, nos
elogiam quanto à nossa espiritualidade.
Existe uma dopamina perigosa
quando as pessoas nos elogiam quanto à
nossa ao exercício da nossa
espiritualidade. O que que é dopamina?
dopamina é um neurotransmissor do prazer
e da recompensa.
É aquilo que dá recompensa. O nosso
cérebro libera dopamina quando nós, por
exemplo, recebemos uma validação social,
OK? Por exemplo, você vai lá e faz uma
postagem nas redes sociais, você emitiu
uma opinião boba. Sua opinião não é
válida, mas alguém foi lá e curtiu
aquilo. Vem, você recebe validação
pessoal, você ganha curtidas e você diz:
"Hum, então tem gente que gostou do que
eu postei". Que ótimo, aquilo ah, vem
sobre você como dopamina, como dopamina
sobre sobre a sua mente e você se sente
autorizado até continuar muit das vezes
a fazer, porque você recebeu validação
pessoal. Você cantou no coral, por
exemplo, e alguém te deu um tapinha nas
costas. Olha, parabéns, viu? Foi muito
lindo.
Você pregou, alguém elogiou, você
cantou, você serviu no acampamento, você
serviu na na UCP, você fez lá no seu
trabalho, independente de ser contexto
de igreja, lá no seu trabalho você
recebeu um elogio, porque você é crente
aqui no ambiente de trabalho, descarga
de prazer, dopamina espiritual, tá,
pastor? Mas tem problema em receber os
elogios em si? Definitivamente não tem.
Não tem problema em receber elogios. Mas
pode ser que que seja um problema. Pode
ser que seja um problema. Quando, por
exemplo, eu recebo o elogio porque eu me
expressei bem durante o louvor, corre o
risco, irmãos, de que a minha mente
interprete que para eu ser validado
socialmente mais uma vez, eu precise na
próxima vez fazer igual ou então até
fazer mais. Sabe o que vai acontecer no
próximo culto, irmãos? Só entenda, tá?
Porque é uma ilustração, zero problema
você levantar sua mão em adoração. Mas
no próximo culto, como alguém te
elogiou, no próximo culto, a sua mão é a
mais alta da igreja. Será que estão me
vendo? Hé, a sua voz precisa ser a de
maior destaque no coral, porque te
elogiaram da última vez. E aí agora você
que se acostuma a receber prazer através
da admiração alheia pela sua fé, você
para de buscar a Deus e você passa a
buscar a sensação que a imagem da sua fé
causa nos outros. Ó, toda vez que eu
canto, as pessoas me elogiam. Você não
canta mais para o Senhor, você canta
para provação.
Você canta para provação. Eu preciso
levantar as minhas mãos porque eu quero
adorar. Não, porque eu preciso que vejam
que eu sou espiritual.
Eu quero, eu, eu preciso fazer uma
oração bonita para que Deus seja
adorado. Não, para que vejam que eu
saiba, que eu sei orar. Que eu sei orar.
Você tá entendendo? No fim das contas,
irmãos, no fim das contas é sobre você.
>> Não é mais sobre Deus, é sobre você. Não
é culto ao Senhor, é culto à
performance.
Não é piedade, é autopromoção. É quem
tem a melhor expressão de
espiritualidade.
Não é sobre quem é, é sobre quem parece.
Se parece, tá bom. Eu vou te dar um
exemplo que vai ficar ainda mais claro.
Eu gostaria que você abrisse comigo em
Lucas, no capítulo de número 18, no
versículo de número 9. Esse texto vai
tirar todas as dúvidas do seu coração
sobre essa expressão, essa falsidade,
essa encenação quanto à espiritualidade.
É uma espiritualidade frágil, uma
espiritualidade hipócrita. Lucas, no
capítulo de número 18, no versículo de
número 4ro, nossa leitura será do
versículo 4
ao 14. Olha o que está diante de nós.
Lucas 18, versículo de número quatro.
Nós temos a parábola do fariseu e
publicano. Certamente você conhece bem,
mas para nossa compreensão, propôs
também essa parábola alguns que
confiavam em si mesmos por se
considerarem justos e desprezavam os
outros. Olha a parábola. Dois homens
subiram ao templo com o propósito de
orar. um fariseu e o outro publicano.
Você já sabe que a gente tá falando do
oposto na visão da sociedade. O fariseu
era a classe mais rígida, que mais se
apoiava nas escrituras, que que estava
ali sempre em discussões teológicas,
enquanto publicano, era realmente a o
resto, era o resto, era o pior tipo de
pessoa. Publicano era o cobrador de
impostos. E ainda para piorar o cobrador
de impostos judeu para piorar a
situação. Ou seja, era gente do povo que
se unia contra Roma para poder pegar
dinheiro do próprio povo. Isso aqui,
beleza, os dois sobem para orar, um
fariseu e o outro publicano. O fariseu,
posto em pé, orava de si para si mesmo
desta forma. Ó Deus, graças eu te dou
porque eu não sou como os demais homens,
roubadores, injustos, adúlteros, nem
ainda como esse publicano.
Ju duas vezes por semana. Dou o dízimo
de tudo quanto ganho. O publicando,
estando em pé, longe, não ousava nem
ainda levantar os olhos ao céu, mas
batia no peito, dizendo: "Ó Deus, ser
propício a mim, pecador. Digo-vos que
este desceu justificado para sua casa e
não aquele, porque todo o que se exalta
será humilhado, mas o que se humilha
será exaltado." Qual que é o foco do
fariseu aqui, irmãos? Qual que é o foco
do fariseu?
A pergunta é: a quem ele ora?
A quem ele ora? É uma oração a si mesmo.
É uma oração, irmãos, que se exalta.
O que ele faz é se exaltar. O que ele
faz é se comparar. E perceba, irmãos,
que essa dopamina espiritual chega até a
criar a falsa sensação nesse homem de
que ele tem maturidade, de que ele tem
maturidade espiritual. Como as pessoas
estão ao redor elogiando o o os
fariseus, né? Estão elogiando a sua
performance, suas suas palavras bonitas
na oração, sua dedicação visível. Aí ele
tá lá achando que ele tem a aprovação do
Senhor. E aqui mora um problema para nós
também. Nós também podemos acreditar,
irmãos, que o aplauso humano é o eco do
aplauso de Deus.
A ideia é sem perceber, a gente cai em
uma armadilha de que você pode estar
espiritualmente morto, mas como tem
gente te validando, você acha que você
tá vivo. Por dentro, por fora, por fora,
ok, mas por dentro você tá morto. Mas
como tem gente aplaudindo, você acha que
está vivo. Elogio dos homens não
significa elogio do Senhor. Não é porque
estão falando bem de você, que o céu
também esteja.
podem estar vendo em você uma casca, um
hipócrita, mas não de fato conhecem a
sua intimidade com o Senhor. Cuidado. Se
você está fazendo o que faz para chamar
atenção para você e não para Jesus, olha
a continuação do texto. Em verdade vos
digo que eles já receberam a recompensa.
E aqui, irmãos, essa frase talvez não
tenha tanto impacto para nós. Nós não
pensamos muito nisso. Por exemplo, essa
palavra no gre é é uma das mais tristes
da Bíblia. No grego, a pchou assim era
um termo comercial. Isso daqui de já
recebeu a recompensa. Era um termo
comercial que significava que o
pagamento foi integral. Então, por
exemplo, você comprou a sua TV em 12
prestações, pronto, tá aqui a sua, o seu
comprovante de que você não me deve mais
nada. Isso era a recompensa. Isso é
apechou-se. Pronto, tá pago. Eu não te
devo mais nada. E no sentido espiritual,
onde isso entra? Se você orou para que
os homens te vissem e eles viram, a
transação terminou. Você recebeu a
recompensa. Pastor, qual a recompensa?
Você recebeu admiração humana. Olha,
veja, veja como ele ora bem. Veja quanto
tempo ele diz que ora. Uau! o aplauso, o
reconhecimento. Mas essa recompensa,
irmãos, termina no elogio, porque Deus
não deve nada mais a quem foi pago pelos
homens. Se essa foi a motivação do seu
coração, se você tocou para ser visto,
pregou para ser visto, serviu para ser
visto, ótimo que os homens reconheçam o
seu trabalho. Mas é só isso. Dos homens
tudo, de Deus nada. Irmão, a gente fala
de oração e e pense no nosso tempo. Há
pessoas, irmãos, que mudam o tom de voz
em público quando vão orar. Falam desse
jeito, mas quando vão orar, ó Senhor,
graças nós te damos. Usam palavras que
não usam em conversa comum. Sabe o que
que fica perecendo, irmãos? Parece que
eles estão, principalmente quando às
vezes tá em congregação, parece que tá
mais falando com a congregação do que tá
falando com o Senhor. Você acha que é
isso que Deus quer? Você acha que Deus
quer uma coisa de nós assim? Quando
fores falar comigo, mude o seu tom de
voz. Quando fores falar comigo, pegue um
dicionário, melhore o seu vocabulário,
porque eu eu quero palav,
irmãos,
é aí que a oração vira discurso, a
oração vira uma exaltação e não uma
adoração ao Senhor. Versículo de número
seis. Tu, porém, OK, nós somos
apresentados a como os ímpios são. Tu,
porém, quando orares, entra no teu
quarto e fechada a porta orarás a teu
pai. Olha aqui a distinção entre o
hipócrita e o servo fiel. Esse quarto
aqui que o Senhor tá falando era um
aposento interno da casa, muita das
vezes sem janela. E não é propriamente o
quarto do casal, não é propriamente, não
se tratava do ambiente onde se guardava,
né, a palavra etamie e se referia a uma
dispensa, um depósito secreto para você
guardar ali os seus bens, o seu tesouro,
os seus mantimentos. Normalmente,
irmãos, naquele contexto ali de Jesus,
era o único cômodo da casa em que se
tinha porta. Era o único cômodo da casa
em que se tinha uma tranca naquela
porta, um cadeado, alguma coisa. Por
quê? Porque era lá que estavam os seus
bens. Jesus usa de uma palavra para todo
que todo mundo entendia muito bem para
poder falar sobre um lugar reservado. É
isso. Jesus tá falando sobre um lugar
reservado. A ideia aqui, irmãos, não é
de proibir oração pública. Ao invés de
você orar publicamente, você ora no seu
quarto. Não, não é sobre isso. A oração
pública, ela tem o seu lugar. Nós
estamos publicamente reunida em nome de
Jesus e nós vamos orar neste lugar.
Então, o problema não é o local. O que
Jesus está enfatizando aqui, irmãos, é
intimidade. O que Jesus tá falando é de
devoção íntima. É um chamado a orar a
Deus e não ao povo. Você você conhece
alguém? Ou então você já teve um momento
assim que os seus únicos momentos de
oração na semana foi na igreja, foi no
momento em que outra pessoa tava orando,
foi para que os outros ouvissem? Aqui o
Senhor tá enfatizando, irmãos, uma
oração que é a Deus e não ao povo.
Entend entenda esse quarto, esse fechar
a porta, irmãos, mais do que apenas uma
questão de lugar físico, mas sobre algo
íntimo. É sobre você e Deus. E ponto
final. E guarde o que eu vou te dizer,
porque isso é importante para nós. É no
quarto secreto que nós descobrimos,
irmãos, para quem nós realmente oramos.
É lá no quarto secreto que a gente
descobre para quem nós oramos. Eu faço
até essa pergunta pros irmãos. Quando
ninguém está lá vendo, quando ninguém
sabendo, quando ninguém elogia, quando
não tem ninguém para comentar, quando
ninguém compartilha, você ora?
Não tem ninguém para te aplaudir ou te
dar curtida? Você ora? Não tem ninguém
para ver o seu post, não tem ninguém
para falar o quanto que você ora bonito,
você ainda ora. espiritualidade
saudável, ela nasce, irmãos, no
anonimato, não é em público. Não é em
público. Aliás, você nunca será, né,
verdadeiramente, né, a sua vida com Deus
em pública, em público nunca será maior
do que a sua vida com Deus em
particular.
Nunca será. Você pode fazer a oração do
que for, irmãos, mas a gente acaba
percebendo. É casca. Por quê? Porque
isso não é quem você é no seu íntimo.
Isso não é quem você é no seu quarto.
Isso não é de uma vida regado a uma vida
de oração.
Irmãos,
agora no acampamento, que coisa
maravilhosa. E e eu louvo ao Senhor para
por poder falar isso aqui no púlpito. Os
jovens estavam reunidos, irmãos, e
falando sobre ora, sobre pregações que
marcaram o coração deles. Irmãos, foi
unânime. Eu falei isso com Alipinho. A
pregação do do do presbíbito Alípio o
ano passado. Morrer para mim é lucro.
Viver para mim é Cristo. Irmãos, e é o
quê?
É palavra regada. Há uma vida de oração.
É oração que realmente marca, não é da
boca para fora. Nós vemos, nós
percebemos, irmãos, porque o hipócrita
ele pode se avutar até certo tempo,
irmãos, mas máscaras caem. Deus faz cair
nas máscaras. A hipocrisia vem à tona. E
nós percebemos quem de fato são.
Mas aquele que busca o Senhor, irmãos,
no secreto, esse não é envergonhado. Ele
não é envergonhado. Espiritualidade
saudável não nasce no meio do público.
Ela nasce no anonimato. Mais uma vez, e
quando aquilo que eu disse no sermão
passado e falarei nos próximos, Deus ama
o secreto. Deus ama o privado. Aquilo,
irmãos, que nós fazemos só pros seus
olhos, aquilo que nós fazemos só paraa
sua glória. Ninguém tá vendo, mas o
Senhor está,
ninguém contemplou, ninguém viu você de
madrugada, ninguém viu, mas o Senhor
estava lá. E lá o Senhor fala assim:
"Olha, para isso daqui tem recompensa.
Para isso daqui tem recompensa". Até uma
promessa para nós, né? Teu pai que vê em
secreto te recompensará. Pastor, qual
que é a recompensa? A maior recompensa,
nós podemos falar sobre o galardão, mas
a maior recompensa, irmãos, que Deus
pode nos dar é ele mesmo. E nós não
queremos nada mais. O Senhor nos basta.
No versículo de número cinco, Jesus
confronta a oração teatral. Então, ele
tá confrontando homens, irmãos, que
esperava 3 2 1, corriam até as beiradas
das praças, dos lugares. Pensa lá nos
cruzamentos, no lugar de maior
movimento, eles queriam estar lá. que no
momento em que soasse a oração, ele
estava lá central, no lugar onde todo
mundo passava. OK? Jesus confronta a
oração teatral no versículo 5, mas no
versículo 7 tem um problema também
quanto à oração, que é uma oração vazia.
Olha o que que o texto nos diz.
Versículo 7. E orando, não useis de vãs
repetições, como os gentios, porque
presumem que pelo seu muito falar serão
ouvidos. Pastor, o que que é essa essas
vãs repetições aqui? Para entender a
palavra grega, ela vai dar uma um um ela
fala um pouquinho para nós batalogue. E
é uma palavra, irmãos, que ela sugere
uma espécie de mantra sem sentido.
O que que é essa vas repetições? Mantra
sem sentido. Palavreado oco, repetições
vazias. É isso que diz o nosso
dicionário quanto a isso, repetições
vazias. E é bem típico de algumas
religiões, você sabe, rezas, rezas,
rezas, orações que não se compreende,
repete palavras, balbucia palavras que
não sabe. Os pagãos, irmãos, eles
acreditavam que eles precisavam repetir
os nomes das divindades. Eles precisavam
repetir fórmulas, encantamentos para
eles poderem persuadir a a aos seus
deuses. Primeira Reis 18, por exemplo,
quando há aquela batalha entre Elias e
os outros profetas, eles clamavam,
irmão, os profetas de de Baal clamavam
desde a manhã até à tarde, dizendo: "Ó
Baal, responde-nos. Ó Baal,
responde-nos. Ó Baal, por quê? Porque
quanto mais a gente falar, ele vai ficar
enjoado da gente e aí ele vai responder,
né? Gritavam, se cortavam, insistiam
como se pudessem manipular a divindade,
como se pelo muito falar, irmãos, eles
fossem ser atendidos, tá? Mas não é
sobre isso. Jesus diz: "Não sejam como
os gentios". Oração, irmãos, não é
mantra. Oração não é código secreto. Ó,
vem, eu vou te apresentar um código
secreto da oração. Oração não é
barganha.
E aí alguém diz assim para mim: "É
verdade, pastor, eu conheço alguns, os
ímpios são desse jeito". Sim, eles são.
Mas cuidado, tá? Cuidado, porque a gente
lembra que é o seguinte, que eu e você
nós corremos o risco de fazer igual.
Lembre-se que o sermão da montanha Jesus
está falando sim com a multidão. Então,
tem discrentes lá, mas a primeira
fileira era de quem? Dos seus
discípulos. Lá estavam seus discípulos.
O que significa, irmãos, que crentes
também podem fazer orações que são
verdadeiro, blá blá blá.
Falou aquela oração, irmãos, quando você
termina se pedir para poder falar assim,
resume a sua oração, você nem lembra do
que você falou. Você nem lembra do que
você falou. Orou,
orou para cumprir tabela. Você gastou
palavras, palavras saíram da sua boca,
mas assim, sem qualquer tipo de
profundidade. Você não aplicou o seu
coração ao que falou. Você acha que é o
tipo de oração que agrada ao Senhor?
Você acha que isso não é uma oração
vazia? É possível, amados, nós
decorarmos orações. É possível nós
repetirmos diariamente e nunca refletir
sobre aquilo que tá sendo dito. Reza,
mantra, repete, repete, repete. Nunca
pensa sobre, nunca é de fato a aplicação
do seu coração. Jesus diz que os gentios
é quem fazem esses tipos de orações. São
aqueles irmãos que acham que, por
exemplo, a espiritualidade tá no tempo.
Tá em quanto tempo? Eu eu eu oro é 5
horas por dia. Amém. Glória a Deus por
isso. Pergunta, é uma oração sincera? É
uma oração aplicada? Porque pode ser uma
oração de 24 horas, irmãos. Mas se for
palavras repetidas de maneira vã, um
grande blá blá blá, adiantou de quê? Não
é sobre tempo, é sobre sinceridade, é
sobre a sinceridade do desse nosso
coração. Espurão tem uma frase
interessantíssima sobre isso. Ele diz,
irmãos, que muitas das nossas orações,
das muitas das orações mais
prevalescentes foram tão curtas quanto
fortes. Não é sobre isso. Oração só é
oração se passar de uma hora. Onde você
leu isso? Quem te falou isso? Quem disse
isso? Oração é oração, irmãos, quando
ela é feita de todo coração. E para isso
podem sim ser segundos, podem ser
minutos, podem ser horas, desde que o
nosso coração esteja realmente no que
nós estamos fazendo, elevando a Deus a
nossa oração. Versículo de número oito
conclui dizendo: "Não vos assemelheis
pois a eles, porque Deus, o vosso pai,
sabe de que tendes necessidade antes que
peçais". Então eles ficam repetindo,
repetindo, repetindo e fala: "Mantras,
mantras, não, não sejam como eles. Deus,
o vosso pai sabe que tendes necessidades
antes que lhe o peçais". Irmãos, aqui tá
o coração desse texto. Aqui tá o coração
desse texto. Jesus não tá apenas,
irmãos, corrigindo o método. Olha,
quando Não, não, não é só apenas a
correção do método. Ele tá revelando,
irmãos, identidade. Ele revela
identidade para nós. Deus é pai. Deus é
pai. No Antigo Testamento, Deus era pai,
é chamado de pai, mas ele é o ele é o
pai de Israel. Raramente você via
descrição a Deus de forma íntima, mas
Jesus, irmãos, traz uma proximidade que
é revolucionária. Ele nos ensina a orar.
Pai nosso. Isso diz respeito ao quê? A
intimidade. E ele vai dizer: "O vosso
pai sabe. O vosso pai sabe." E aí pode
surgir a pergunta, né? como como já tive
por aqui. Uai, pastor, mas se Deus já
sabe, então por que orar? Não precisa
orar. Se Deus já sabe, irmãos, é a
pergunta de quem não entendeu o que que
é oração. E oração, irmãos, não é
informação.
Deus não tá precisando assim: "Olha, nó!
Eu me e ocupei com a com a vida do do
João aqui e esqueci da vida do fulano,
da vida do outro. Eh, me informa aí o
que que tá acontecendo. Oração, irmãos,
não é para informar. Oração é para se
relacionar.
Oração é sobre relacionamento. Ou você
não leu aqui junto comigo Salmo 139,
versículo de número 4ro, junto com o
presbítero Hernan, em que antes que a
palavra chegue a nossa boca, o Senhor já
conhece. O Senhor sabe das nossas
necessidades. Deus conhece todas elas.
Ele já sabe de todas elas. A oração não
é para informar, a oração é para se
relacionar. É para se relacionar. Craig
Kinner um comentar, no seu comentário
histórico cultural da Bíblia, ele diz,
irmãos, que os pagãos na época de Jesus,
eles costumavam orar lembrando aos seus
deuses os sacrifícios e obras que eles
tinham realizado paraos seus deuses.
Então eles iam lá, sacrificava, fazia
isso, aquilo, outro. Olha, Deus fulano
de tal, lembra que eu fiz isso, lembra
que eu fiz isso? Era como se fosse um
contrato comercial. Você faz isso para
mim, eu te dou esse sacrifício, você me
dá aquilo que eu peço. Mas isso, irmãos,
passa longe de ser a oração que Deus
quer. Ele conhece tudo o que precisamos.
Então, não precisa falar: "Ah, pastor,
como é que não deve?" O Senhor quer
ouvir os nossos lábios. Nosso Deus quer,
irmãos, que nós nos ele e enquanto
adoremos, falemos das nossas
necessidades para que tenhamos comunhão
com ele. É aquela oração que você conta
para Deus, sabe? Aquela oração que você
conta para Deus, que se passa no seu
coração com o objetivo de ser consolado,
com o objetivo de ter mais do Senhor,
que você para que você demonstre mais a
sua confiança, para que você crê que ele
tem poder para mudar aquilo e você fala:
"Pai, eu sei que o Senhor sabe, mas
deixa eu te contar". E você abre o seu
coração, você adora o Senhor. Não é
informativa,
mas é para que o nosso relacionamento
com Deus seja fortalecido. A minha
pergunta para você é: como é que você
tem orado? Como você tem orado? Como tem
sido as suas orações? Será que você tem
orado ao Senhor como os pagãos que oram
como como se fizessem um pedido na
feira? Começam orando dizendo: Deus, eu
quero isso. Eu quero isso e mais aquilo
outro. Que não seja assim, irmãos,
porque ele sabe do que nós necessitamos.
Seja humilde enquanto você ore, mas ore
ao Senhor, porque é um filho conversando
com o seu pai. Permita-me concluir
Mateus 6 5 a 8. Nossa períope, nosso
texto nessa noite, ele expõe algo,
irmãos, que, vamos ser sincero, é
desconfortável.
É desconfortável. No fim das contas, o
que Jesus tá falando, irmãos, é que até
a nossa vida espiritual pode ser
corrompida pelo pecado.
Até a nossa vida espiritual pode ser
corrompida pelo pecado. Olha só o que
que tá sendo dito, irmãos. Nós podemos
orar, é o que tá sendo dito, para sermos
vistos.
Podemos orar para parecer espirituais.
Podemos orar de forma vazia. Isso
significa, irmãos, que até as nossas
orações precisam de redenção.
Até as nossas orações, irmãos, precisa
da ação do Espírito Santo, que a gente
não sabe como orar.
Ou seja, até quando a gente acha, né,
dobrei o meu joelho para orar, ah, se
não é o espírito para de fato levar a
Deus Pai a nossa oração como deve ser
apresentada. Até nisso nós falhamos, mas
aí entra aquilo que é o coração do
evangelho. Amados, Cristo não morreu
apenas pelos nossos pecados grandes.
Cristo morreu também pela hipocrisia do
nosso coração religioso.
Ele já pensava em nós. Ele já pensava na
cruz ali Jesus levou, irmãos. E ele
pensava na nossa vaidade espiritual. E
graças a Deus por isso. Ele pensava na
nossa religiosidade falsa, na nossa
busca por aplausos, nas nossas orações
vazias. Lá na cruz Cristo não nos
redimiu apenas da nossa bebedice, da
nossa goludice, da nossa vida promíscua
antes de conhecê-lo. Ele nos redimiu
também de quando nós dobraríamos o nosso
joelho, mas não seria tão sincero assim.
O nosso Senhor, o nosso Senhor, ele já
sabia e ele morreu na cruz. também por
esses pecados. É por isso, queridos, é
por isso que se você tá me ouvindo e
você se percebeu pecando nessa área, se
você percebeu que as suas orações estão
superficiais,
se arrependa em nome de Jesus. se
arrependa, mas também creia que o Senhor
Jesus Cristo perdoa todos aqueles que
confessam com sinceridade.
O Senhor, de fato, já teve esses pecados
cravados sobre si. Corra para para
Jesus, corra pra cruz. Jesus não apenas,
irmãos, nos ensinou como orar. Ele orou
em secreto. Ele orou em secreto. Ele
orou em secreto. Jesus é o homem que que
nós não somos. Ele é o Deus perfeito.
Ele é o homem perfeito. O homem Deus
perfeito. Onde nós falhamos, ele nunca
falhou. Onde nós caímos, onde nós
caímos, irmãos, ele jamais caiu. Onde
nós pecamos, ele nunca pecou. Você não
pode confiar nem nas suas orações, nem
nos seus momentos de demonstração, de
espiritualidade,
mas você pode confiar no Senhor, mas
você pode confiar em Jesus Cristo,
porque de fato Ele é o nosso redentor. E
se você crê nisso, por favor, fique de
pé. Eu quero orar com você.
เ

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