# 26 Orando do modo certo (Mateus 6.5-8) | Rev Allison Kayter
10/03/2026
# 26 Orando do modo certo (Mateus 6.5-8) | Rev Allison Kayter
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Matutino da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO
SE INSCREVA NO NOSSO CANAL. CURTA OS VÍDEOS. COMPARTILHE
Website: http://www.pipg.org
Cultos e pregações: http://www.youtube.com/pipgyn
Facebook: http://www.facebook.com/pipgo
Instagram: http://www.instagram.com/pipg.oficial
Legendas automáticas:
Meus queridos irmãos, graça e paz. Abra a sua Bíblia, por favor, no Evangelho de Mateus, no capítulo de número seis. Os nossos versos dessa noite serão do verso de número cinco até o versículo de número oito. Evangelho de Mateus, no capítulo de número seis dos versos são os versos de número 5 até o versículo de número oito. Nós estamos caminhando no Evangelho de Mateus, vendo a respeito do rei entre nós, do quanto que Cristo é de fato aquele que foi prometido desde o Antigo Testamento e que cumpre com perfeição tudo aquilo que foi dito sobre ele. Nós estamos caminhando agora no sermão do monte, onde o Senhor fala a respeito dos seus servos, de como são a de como é a vida dos seus servos, como é o caráter dos seus servos, como eles devem se portar em sociedade. E mais especificamente no nosso texto, há algumas correções sobre o que que é o exercer justiça. Existia uma concepção errada sobre o senso de justiça e o nosso específico hoje vai ser sobre a oração. Mateus no capítulo de número 6 no versículo de número 5 diz assim a palavra do Senhor: "E quando orardes, não sereis como os hipócritas? Porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças para serem vistos dos homens? Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e fechada a porta, orarás a teu pai em secreto, que vê em secreto, e te e ele te recompensará. E orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis pois a eles, porque Deus, o vosso pai, sabe o de que tendes necessidade antes que lhe o peçais. Obrigado, Senhor. Obrigado pelos louvores. Obrigado pela liturgia, por tudo o que foi feito, Senhor Deus, ao teu nome até este momento. Agora, como teu povo, nós nos assentamos e pedimos que o Senhor use da tua palavra como instrumento de transformação sobre nossas vidas. Pai, nos ajude a não sermos apenas ouvintes, mas também praticantes. Que a tua palavra venha e faça morada. Venha, Senhor Deus, e nos conforme a sua santa imagem. Nós precisamos de ti, Senhor. Precisamos ser ensinados pelo Senhor e nos submetemos em nome de Jesus à tua santa palavra. fale conosco, me use como exemplo, me use como instrumento em tuas mãos para que a tua igreja, Senhor Deus, veja Cristo sendo exaltado, Cristo Jesus sendo glorificado por meio da tua santa palavra. É assim, Senhor Deus, que nós te rogamos no nome de Jesus. Amém. Meus irmãos, até a década de 70, uma das classes mais descredibilizadas que nós tínhamos era dos atores. Era dos atores. Não se acreditava muito na fala deles fora do ambiente de de atuação. E a lógica era simples. Eles interpretavam para viver. Eles interpretavam. Se eles interpretam para viver, significa que quem escreveu o roteiro, quem está pagando, quem dar o maior cachê, terá o ator e a fala do ator em suas mãos. Então, a palavra deles não era muito confiável, não. O ator, a atriz, eles usam máscaras no sentido de atuação. Quando ele chora em uma peça, não é real, é encenação, é para o público, é parte da apresentação. Eis aí, inclusive, a raiz da palavra hipócrita. Hipócrita é uma palavra grega para expressar os atores. Era a aquela máscara e eu já tive oportunidade de falar pros irmãos, aquela máscara do teatro, sabe? Aquela máscara sorrindo e triste e ali está o hipócrita, alguém que usa máscara que representa um papel. Daí vem o pensamento e a dificuldade com a credibilidade dessas das da fala de alguma dessas pessoas. Como nós podemos confiar na palavra de quem vive de encenação? Como atualmente até saiu um vídeo que talvez ilustre bem aquilo que eu estou dizendo. Uma pessoa fez um vídeo de atores se contradizendo e em um momento a pessoa fala, né? Tem uma entrevista de uma atriz em que ela fala que aquela era a melhor carne do Brasil e que a sua família não ficava sem. Aí mostra no mesmo vídeo um corte dessa mesma atriz dizendo: "Lá em casa não entra carne". lá em casa não, nós não comemos isso e aquilo outro. Aí numa entrevista, uma outra diz que sua saúde é tão boa hoje, porque ela colhe frutos do passado, ela nunca fumou, ela nunca bebeu e etc. Aí corta para um mesmo momento em que a mesma atriz, em uma outra entrevista diz assim que ela fez aquilo que ela quis, tudo isso e mais um pouco. Você percebe o problema quanto à confiança? Será que você percebe? Entenda. Eu não estou de maneira alguma aqui menosprezando quem tem essa vocação. É uma vocação. De vocação para vocação, a minha também não inspira confiança em muitas pessoas, tá? O que eu quero é que fique bem claro aqui para nós é que pessoas que vivem encenando algo que não são, em busca de recompensa, sejam elas quais forem, vão ter dificuldade de passar credibilidade. Será que comem daquela linguiça da propaganda mesmo? Não sei. Será que acreditam que realmente, né, crem? Será que realmente creem que o governo eh eh que acreditam realmente no governo, como dizem? Será que creem que a o segredo para combater a desigualdade social é fazer isso, aquilo? Não sei. Sinceramente, eu não sei. Estão ensenando ou estão falando a verdade? estão emitindo a sua própria opinião ou estão porque alguém escreveu aquilo no roteiro e eles estão sendo pagos? Faz parte do roteiro ou é vida real? Suas vocações não inspiram muita confiança, ou pelo menos não inspirava hoje, qualquer influência de alguns 1000 seguidores na internet parece que fala em nome da de toda uma população. Esse é o hipócrita por vocação? Não sei. Eu fiquei pensando em qual termo usar. Se é o hipócrita por vocação. Não sei. Mas você sabia, não é sobre ele que eu quero falar. Você sabia que existe agora o hipócrita espiritual? Se existe um que é por vocação, se existe um que é social, existe um hipócrita espiritual. O hipócrita espiritual é aquele que tem até mesmo ar de piedade. Ele se apresenta como, mas não é. É encenação. É encenação. Nós estamos no sermão da montanha e Jesus está aqui, como eu disse pros irmãos, corrigindo um conceito equivocado do que que era exercer a justiça. Eu disse no sermão passado que o judeu, para ser considerado de fato piedoso, fazia parte ali da sua lei, ele precisava fazer três coisas. Ele precisava dar esmolas, ou seja, exercer caridade. Ele precisava orar e ele precisava jejuar. aquilo fazia parte da sua lei. A questão é que aquilo que era para ser usado como um meio de glorificar a Deus, afinal todas essas coisas são boas em si, acabou se tornando um meio de autoglorificação, um meio de se autopromover, de glorificar a si mesmo. Na última pregação, inclusive, eu falei sobre aqueles que dão esmola, ou seja, sobre aqueles que exercem caridade, mas o propósito é de reconhecimento. É aquele tipo de pessoa que ela, se ela ajudar, ela vai contar para alguém. Ela conta quem ajudou, com quanto ajudou. E muit das vezes não é nem inocente, não é numa busca de autopromoção. Não entenda que todo mundo que vai chegar para você para falar sobre uma coisa do passado tá tentando se autopromover, mas Deus conhece o coração. E muit das vezes isso pode acontecer. Pessoa que exerce sim caridade, mas ela não faz isso com objetivo santo. Ela faz isso porque é hipócrita. E esse hipócrita, se ele faz dessa maneira, se é um hipócrita no caso, eles já receberam uma recompensa. O foco de hoje é oração. A correção está sobre a oração, mas não apenas o ato de orar em si, mas, irmãos, o coração. Como se encontra o coração no momento da oração, porque esse estava sendo um problema. Só para você ter noção daquilo que Jesus tá tratando, há uma informação histórica que é importantíssima pra gente entender esse nosso texto. A oração, ela era uma parte, ela era uma parte regulamentada na vida judaica. Havia, irmãos, horários definidos para oração. Hoje quem tem muito isso é do islã. Então existe horários definidos para oração. Então você tem as suas vigílias ali, os seus momentos, os chemás 18 bênçãos que que eram descritas. E se você estivesse na rua quando o relógio do templo soasse, você deveria parar e você deveria orar. Ok? Então vai ser uma informação importante pra gente entender aqui no nosso texto. A questão, irmãos, é que esses hipócritas espirituais, a quem Jesus se refere aqui, eles planejavam, olha o que eles faziam. Eles planejavam a sua rotina para que o momento da oração, o momento em que soasse o alarme, eles estivessem em locais estratégicos, eles estivessem em locais nas esquinas, que a presença deles estivesse nas esquinas mais movimentadas, nos lugares de maior destaque. Aí, Luciano, vem o versículo de número cinco. E quando orardes, não sereis como os hipócritas, porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos da da das praças para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. O erro do hipócrita aqui, irmãos, Jesus não está fazendo uma crítica sobre o lugar em que eles estão orando. Orar nas sinagogas não é definitivamente não é o problema, não é muito menos a postura, certo? Eles estão de pé orando, mas não existiam pessoas. Orar em pé era comum. Esse não é o problema. Qual que é o problema, pastor? O erro era um motivo. Eles faziam o que faziam com uma motivação para serem vistos pelos demais, para serem vistos pelos homens. E aqui, irmãos, há algo que merece toda a nossa atenção. Existe uma dopamina espiritual perigosa. Quando as pessoas, irmãos, nos elogiam quanto à nossa espiritualidade. Existe uma dopamina perigosa quando as pessoas nos elogiam quanto à nossa ao exercício da nossa espiritualidade. O que que é dopamina? dopamina é um neurotransmissor do prazer e da recompensa. É aquilo que dá recompensa. O nosso cérebro libera dopamina quando nós, por exemplo, recebemos uma validação social, OK? Por exemplo, você vai lá e faz uma postagem nas redes sociais, você emitiu uma opinião boba. Sua opinião não é válida, mas alguém foi lá e curtiu aquilo. Vem, você recebe validação pessoal, você ganha curtidas e você diz: "Hum, então tem gente que gostou do que eu postei". Que ótimo, aquilo ah, vem sobre você como dopamina, como dopamina sobre sobre a sua mente e você se sente autorizado até continuar muit das vezes a fazer, porque você recebeu validação pessoal. Você cantou no coral, por exemplo, e alguém te deu um tapinha nas costas. Olha, parabéns, viu? Foi muito lindo. Você pregou, alguém elogiou, você cantou, você serviu no acampamento, você serviu na na UCP, você fez lá no seu trabalho, independente de ser contexto de igreja, lá no seu trabalho você recebeu um elogio, porque você é crente aqui no ambiente de trabalho, descarga de prazer, dopamina espiritual, tá, pastor? Mas tem problema em receber os elogios em si? Definitivamente não tem. Não tem problema em receber elogios. Mas pode ser que que seja um problema. Pode ser que seja um problema. Quando, por exemplo, eu recebo o elogio porque eu me expressei bem durante o louvor, corre o risco, irmãos, de que a minha mente interprete que para eu ser validado socialmente mais uma vez, eu precise na próxima vez fazer igual ou então até fazer mais. Sabe o que vai acontecer no próximo culto, irmãos? Só entenda, tá? Porque é uma ilustração, zero problema você levantar sua mão em adoração. Mas no próximo culto, como alguém te elogiou, no próximo culto, a sua mão é a mais alta da igreja. Será que estão me vendo? Hé, a sua voz precisa ser a de maior destaque no coral, porque te elogiaram da última vez. E aí agora você que se acostuma a receber prazer através da admiração alheia pela sua fé, você para de buscar a Deus e você passa a buscar a sensação que a imagem da sua fé causa nos outros. Ó, toda vez que eu canto, as pessoas me elogiam. Você não canta mais para o Senhor, você canta para provação. Você canta para provação. Eu preciso levantar as minhas mãos porque eu quero adorar. Não, porque eu preciso que vejam que eu sou espiritual. Eu quero, eu, eu preciso fazer uma oração bonita para que Deus seja adorado. Não, para que vejam que eu saiba, que eu sei orar. Que eu sei orar. Você tá entendendo? No fim das contas, irmãos, no fim das contas é sobre você. >> Não é mais sobre Deus, é sobre você. Não é culto ao Senhor, é culto à performance. Não é piedade, é autopromoção. É quem tem a melhor expressão de espiritualidade. Não é sobre quem é, é sobre quem parece. Se parece, tá bom. Eu vou te dar um exemplo que vai ficar ainda mais claro. Eu gostaria que você abrisse comigo em Lucas, no capítulo de número 18, no versículo de número 9. Esse texto vai tirar todas as dúvidas do seu coração sobre essa expressão, essa falsidade, essa encenação quanto à espiritualidade. É uma espiritualidade frágil, uma espiritualidade hipócrita. Lucas, no capítulo de número 18, no versículo de número 4ro, nossa leitura será do versículo 4 ao 14. Olha o que está diante de nós. Lucas 18, versículo de número quatro. Nós temos a parábola do fariseu e publicano. Certamente você conhece bem, mas para nossa compreensão, propôs também essa parábola alguns que confiavam em si mesmos por se considerarem justos e desprezavam os outros. Olha a parábola. Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar. um fariseu e o outro publicano. Você já sabe que a gente tá falando do oposto na visão da sociedade. O fariseu era a classe mais rígida, que mais se apoiava nas escrituras, que que estava ali sempre em discussões teológicas, enquanto publicano, era realmente a o resto, era o resto, era o pior tipo de pessoa. Publicano era o cobrador de impostos. E ainda para piorar o cobrador de impostos judeu para piorar a situação. Ou seja, era gente do povo que se unia contra Roma para poder pegar dinheiro do próprio povo. Isso aqui, beleza, os dois sobem para orar, um fariseu e o outro publicano. O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo desta forma. Ó Deus, graças eu te dou porque eu não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda como esse publicano. Ju duas vezes por semana. Dou o dízimo de tudo quanto ganho. O publicando, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: "Ó Deus, ser propício a mim, pecador. Digo-vos que este desceu justificado para sua casa e não aquele, porque todo o que se exalta será humilhado, mas o que se humilha será exaltado." Qual que é o foco do fariseu aqui, irmãos? Qual que é o foco do fariseu? A pergunta é: a quem ele ora? A quem ele ora? É uma oração a si mesmo. É uma oração, irmãos, que se exalta. O que ele faz é se exaltar. O que ele faz é se comparar. E perceba, irmãos, que essa dopamina espiritual chega até a criar a falsa sensação nesse homem de que ele tem maturidade, de que ele tem maturidade espiritual. Como as pessoas estão ao redor elogiando o o os fariseus, né? Estão elogiando a sua performance, suas suas palavras bonitas na oração, sua dedicação visível. Aí ele tá lá achando que ele tem a aprovação do Senhor. E aqui mora um problema para nós também. Nós também podemos acreditar, irmãos, que o aplauso humano é o eco do aplauso de Deus. A ideia é sem perceber, a gente cai em uma armadilha de que você pode estar espiritualmente morto, mas como tem gente te validando, você acha que você tá vivo. Por dentro, por fora, por fora, ok, mas por dentro você tá morto. Mas como tem gente aplaudindo, você acha que está vivo. Elogio dos homens não significa elogio do Senhor. Não é porque estão falando bem de você, que o céu também esteja. podem estar vendo em você uma casca, um hipócrita, mas não de fato conhecem a sua intimidade com o Senhor. Cuidado. Se você está fazendo o que faz para chamar atenção para você e não para Jesus, olha a continuação do texto. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. E aqui, irmãos, essa frase talvez não tenha tanto impacto para nós. Nós não pensamos muito nisso. Por exemplo, essa palavra no gre é é uma das mais tristes da Bíblia. No grego, a pchou assim era um termo comercial. Isso daqui de já recebeu a recompensa. Era um termo comercial que significava que o pagamento foi integral. Então, por exemplo, você comprou a sua TV em 12 prestações, pronto, tá aqui a sua, o seu comprovante de que você não me deve mais nada. Isso era a recompensa. Isso é apechou-se. Pronto, tá pago. Eu não te devo mais nada. E no sentido espiritual, onde isso entra? Se você orou para que os homens te vissem e eles viram, a transação terminou. Você recebeu a recompensa. Pastor, qual a recompensa? Você recebeu admiração humana. Olha, veja, veja como ele ora bem. Veja quanto tempo ele diz que ora. Uau! o aplauso, o reconhecimento. Mas essa recompensa, irmãos, termina no elogio, porque Deus não deve nada mais a quem foi pago pelos homens. Se essa foi a motivação do seu coração, se você tocou para ser visto, pregou para ser visto, serviu para ser visto, ótimo que os homens reconheçam o seu trabalho. Mas é só isso. Dos homens tudo, de Deus nada. Irmão, a gente fala de oração e e pense no nosso tempo. Há pessoas, irmãos, que mudam o tom de voz em público quando vão orar. Falam desse jeito, mas quando vão orar, ó Senhor, graças nós te damos. Usam palavras que não usam em conversa comum. Sabe o que que fica perecendo, irmãos? Parece que eles estão, principalmente quando às vezes tá em congregação, parece que tá mais falando com a congregação do que tá falando com o Senhor. Você acha que é isso que Deus quer? Você acha que Deus quer uma coisa de nós assim? Quando fores falar comigo, mude o seu tom de voz. Quando fores falar comigo, pegue um dicionário, melhore o seu vocabulário, porque eu eu quero palav, irmãos, é aí que a oração vira discurso, a oração vira uma exaltação e não uma adoração ao Senhor. Versículo de número seis. Tu, porém, OK, nós somos apresentados a como os ímpios são. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e fechada a porta orarás a teu pai. Olha aqui a distinção entre o hipócrita e o servo fiel. Esse quarto aqui que o Senhor tá falando era um aposento interno da casa, muita das vezes sem janela. E não é propriamente o quarto do casal, não é propriamente, não se tratava do ambiente onde se guardava, né, a palavra etamie e se referia a uma dispensa, um depósito secreto para você guardar ali os seus bens, o seu tesouro, os seus mantimentos. Normalmente, irmãos, naquele contexto ali de Jesus, era o único cômodo da casa em que se tinha porta. Era o único cômodo da casa em que se tinha uma tranca naquela porta, um cadeado, alguma coisa. Por quê? Porque era lá que estavam os seus bens. Jesus usa de uma palavra para todo que todo mundo entendia muito bem para poder falar sobre um lugar reservado. É isso. Jesus tá falando sobre um lugar reservado. A ideia aqui, irmãos, não é de proibir oração pública. Ao invés de você orar publicamente, você ora no seu quarto. Não, não é sobre isso. A oração pública, ela tem o seu lugar. Nós estamos publicamente reunida em nome de Jesus e nós vamos orar neste lugar. Então, o problema não é o local. O que Jesus está enfatizando aqui, irmãos, é intimidade. O que Jesus tá falando é de devoção íntima. É um chamado a orar a Deus e não ao povo. Você você conhece alguém? Ou então você já teve um momento assim que os seus únicos momentos de oração na semana foi na igreja, foi no momento em que outra pessoa tava orando, foi para que os outros ouvissem? Aqui o Senhor tá enfatizando, irmãos, uma oração que é a Deus e não ao povo. Entend entenda esse quarto, esse fechar a porta, irmãos, mais do que apenas uma questão de lugar físico, mas sobre algo íntimo. É sobre você e Deus. E ponto final. E guarde o que eu vou te dizer, porque isso é importante para nós. É no quarto secreto que nós descobrimos, irmãos, para quem nós realmente oramos. É lá no quarto secreto que a gente descobre para quem nós oramos. Eu faço até essa pergunta pros irmãos. Quando ninguém está lá vendo, quando ninguém sabendo, quando ninguém elogia, quando não tem ninguém para comentar, quando ninguém compartilha, você ora? Não tem ninguém para te aplaudir ou te dar curtida? Você ora? Não tem ninguém para ver o seu post, não tem ninguém para falar o quanto que você ora bonito, você ainda ora. espiritualidade saudável, ela nasce, irmãos, no anonimato, não é em público. Não é em público. Aliás, você nunca será, né, verdadeiramente, né, a sua vida com Deus em pública, em público nunca será maior do que a sua vida com Deus em particular. Nunca será. Você pode fazer a oração do que for, irmãos, mas a gente acaba percebendo. É casca. Por quê? Porque isso não é quem você é no seu íntimo. Isso não é quem você é no seu quarto. Isso não é de uma vida regado a uma vida de oração. Irmãos, agora no acampamento, que coisa maravilhosa. E e eu louvo ao Senhor para por poder falar isso aqui no púlpito. Os jovens estavam reunidos, irmãos, e falando sobre ora, sobre pregações que marcaram o coração deles. Irmãos, foi unânime. Eu falei isso com Alipinho. A pregação do do do presbíbito Alípio o ano passado. Morrer para mim é lucro. Viver para mim é Cristo. Irmãos, e é o quê? É palavra regada. Há uma vida de oração. É oração que realmente marca, não é da boca para fora. Nós vemos, nós percebemos, irmãos, porque o hipócrita ele pode se avutar até certo tempo, irmãos, mas máscaras caem. Deus faz cair nas máscaras. A hipocrisia vem à tona. E nós percebemos quem de fato são. Mas aquele que busca o Senhor, irmãos, no secreto, esse não é envergonhado. Ele não é envergonhado. Espiritualidade saudável não nasce no meio do público. Ela nasce no anonimato. Mais uma vez, e quando aquilo que eu disse no sermão passado e falarei nos próximos, Deus ama o secreto. Deus ama o privado. Aquilo, irmãos, que nós fazemos só pros seus olhos, aquilo que nós fazemos só paraa sua glória. Ninguém tá vendo, mas o Senhor está, ninguém contemplou, ninguém viu você de madrugada, ninguém viu, mas o Senhor estava lá. E lá o Senhor fala assim: "Olha, para isso daqui tem recompensa. Para isso daqui tem recompensa". Até uma promessa para nós, né? Teu pai que vê em secreto te recompensará. Pastor, qual que é a recompensa? A maior recompensa, nós podemos falar sobre o galardão, mas a maior recompensa, irmãos, que Deus pode nos dar é ele mesmo. E nós não queremos nada mais. O Senhor nos basta. No versículo de número cinco, Jesus confronta a oração teatral. Então, ele tá confrontando homens, irmãos, que esperava 3 2 1, corriam até as beiradas das praças, dos lugares. Pensa lá nos cruzamentos, no lugar de maior movimento, eles queriam estar lá. que no momento em que soasse a oração, ele estava lá central, no lugar onde todo mundo passava. OK? Jesus confronta a oração teatral no versículo 5, mas no versículo 7 tem um problema também quanto à oração, que é uma oração vazia. Olha o que que o texto nos diz. Versículo 7. E orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Pastor, o que que é essa essas vãs repetições aqui? Para entender a palavra grega, ela vai dar uma um um ela fala um pouquinho para nós batalogue. E é uma palavra, irmãos, que ela sugere uma espécie de mantra sem sentido. O que que é essa vas repetições? Mantra sem sentido. Palavreado oco, repetições vazias. É isso que diz o nosso dicionário quanto a isso, repetições vazias. E é bem típico de algumas religiões, você sabe, rezas, rezas, rezas, orações que não se compreende, repete palavras, balbucia palavras que não sabe. Os pagãos, irmãos, eles acreditavam que eles precisavam repetir os nomes das divindades. Eles precisavam repetir fórmulas, encantamentos para eles poderem persuadir a a aos seus deuses. Primeira Reis 18, por exemplo, quando há aquela batalha entre Elias e os outros profetas, eles clamavam, irmão, os profetas de de Baal clamavam desde a manhã até à tarde, dizendo: "Ó Baal, responde-nos. Ó Baal, responde-nos. Ó Baal, por quê? Porque quanto mais a gente falar, ele vai ficar enjoado da gente e aí ele vai responder, né? Gritavam, se cortavam, insistiam como se pudessem manipular a divindade, como se pelo muito falar, irmãos, eles fossem ser atendidos, tá? Mas não é sobre isso. Jesus diz: "Não sejam como os gentios". Oração, irmãos, não é mantra. Oração não é código secreto. Ó, vem, eu vou te apresentar um código secreto da oração. Oração não é barganha. E aí alguém diz assim para mim: "É verdade, pastor, eu conheço alguns, os ímpios são desse jeito". Sim, eles são. Mas cuidado, tá? Cuidado, porque a gente lembra que é o seguinte, que eu e você nós corremos o risco de fazer igual. Lembre-se que o sermão da montanha Jesus está falando sim com a multidão. Então, tem discrentes lá, mas a primeira fileira era de quem? Dos seus discípulos. Lá estavam seus discípulos. O que significa, irmãos, que crentes também podem fazer orações que são verdadeiro, blá blá blá. Falou aquela oração, irmãos, quando você termina se pedir para poder falar assim, resume a sua oração, você nem lembra do que você falou. Você nem lembra do que você falou. Orou, orou para cumprir tabela. Você gastou palavras, palavras saíram da sua boca, mas assim, sem qualquer tipo de profundidade. Você não aplicou o seu coração ao que falou. Você acha que é o tipo de oração que agrada ao Senhor? Você acha que isso não é uma oração vazia? É possível, amados, nós decorarmos orações. É possível nós repetirmos diariamente e nunca refletir sobre aquilo que tá sendo dito. Reza, mantra, repete, repete, repete. Nunca pensa sobre, nunca é de fato a aplicação do seu coração. Jesus diz que os gentios é quem fazem esses tipos de orações. São aqueles irmãos que acham que, por exemplo, a espiritualidade tá no tempo. Tá em quanto tempo? Eu eu eu oro é 5 horas por dia. Amém. Glória a Deus por isso. Pergunta, é uma oração sincera? É uma oração aplicada? Porque pode ser uma oração de 24 horas, irmãos. Mas se for palavras repetidas de maneira vã, um grande blá blá blá, adiantou de quê? Não é sobre tempo, é sobre sinceridade, é sobre a sinceridade do desse nosso coração. Espurão tem uma frase interessantíssima sobre isso. Ele diz, irmãos, que muitas das nossas orações, das muitas das orações mais prevalescentes foram tão curtas quanto fortes. Não é sobre isso. Oração só é oração se passar de uma hora. Onde você leu isso? Quem te falou isso? Quem disse isso? Oração é oração, irmãos, quando ela é feita de todo coração. E para isso podem sim ser segundos, podem ser minutos, podem ser horas, desde que o nosso coração esteja realmente no que nós estamos fazendo, elevando a Deus a nossa oração. Versículo de número oito conclui dizendo: "Não vos assemelheis pois a eles, porque Deus, o vosso pai, sabe de que tendes necessidade antes que peçais". Então eles ficam repetindo, repetindo, repetindo e fala: "Mantras, mantras, não, não sejam como eles. Deus, o vosso pai sabe que tendes necessidades antes que lhe o peçais". Irmãos, aqui tá o coração desse texto. Aqui tá o coração desse texto. Jesus não tá apenas, irmãos, corrigindo o método. Olha, quando Não, não, não é só apenas a correção do método. Ele tá revelando, irmãos, identidade. Ele revela identidade para nós. Deus é pai. Deus é pai. No Antigo Testamento, Deus era pai, é chamado de pai, mas ele é o ele é o pai de Israel. Raramente você via descrição a Deus de forma íntima, mas Jesus, irmãos, traz uma proximidade que é revolucionária. Ele nos ensina a orar. Pai nosso. Isso diz respeito ao quê? A intimidade. E ele vai dizer: "O vosso pai sabe. O vosso pai sabe." E aí pode surgir a pergunta, né? como como já tive por aqui. Uai, pastor, mas se Deus já sabe, então por que orar? Não precisa orar. Se Deus já sabe, irmãos, é a pergunta de quem não entendeu o que que é oração. E oração, irmãos, não é informação. Deus não tá precisando assim: "Olha, nó! Eu me e ocupei com a com a vida do do João aqui e esqueci da vida do fulano, da vida do outro. Eh, me informa aí o que que tá acontecendo. Oração, irmãos, não é para informar. Oração é para se relacionar. Oração é sobre relacionamento. Ou você não leu aqui junto comigo Salmo 139, versículo de número 4ro, junto com o presbítero Hernan, em que antes que a palavra chegue a nossa boca, o Senhor já conhece. O Senhor sabe das nossas necessidades. Deus conhece todas elas. Ele já sabe de todas elas. A oração não é para informar, a oração é para se relacionar. É para se relacionar. Craig Kinner um comentar, no seu comentário histórico cultural da Bíblia, ele diz, irmãos, que os pagãos na época de Jesus, eles costumavam orar lembrando aos seus deuses os sacrifícios e obras que eles tinham realizado paraos seus deuses. Então eles iam lá, sacrificava, fazia isso, aquilo, outro. Olha, Deus fulano de tal, lembra que eu fiz isso, lembra que eu fiz isso? Era como se fosse um contrato comercial. Você faz isso para mim, eu te dou esse sacrifício, você me dá aquilo que eu peço. Mas isso, irmãos, passa longe de ser a oração que Deus quer. Ele conhece tudo o que precisamos. Então, não precisa falar: "Ah, pastor, como é que não deve?" O Senhor quer ouvir os nossos lábios. Nosso Deus quer, irmãos, que nós nos ele e enquanto adoremos, falemos das nossas necessidades para que tenhamos comunhão com ele. É aquela oração que você conta para Deus, sabe? Aquela oração que você conta para Deus, que se passa no seu coração com o objetivo de ser consolado, com o objetivo de ter mais do Senhor, que você para que você demonstre mais a sua confiança, para que você crê que ele tem poder para mudar aquilo e você fala: "Pai, eu sei que o Senhor sabe, mas deixa eu te contar". E você abre o seu coração, você adora o Senhor. Não é informativa, mas é para que o nosso relacionamento com Deus seja fortalecido. A minha pergunta para você é: como é que você tem orado? Como você tem orado? Como tem sido as suas orações? Será que você tem orado ao Senhor como os pagãos que oram como como se fizessem um pedido na feira? Começam orando dizendo: Deus, eu quero isso. Eu quero isso e mais aquilo outro. Que não seja assim, irmãos, porque ele sabe do que nós necessitamos. Seja humilde enquanto você ore, mas ore ao Senhor, porque é um filho conversando com o seu pai. Permita-me concluir Mateus 6 5 a 8. Nossa períope, nosso texto nessa noite, ele expõe algo, irmãos, que, vamos ser sincero, é desconfortável. É desconfortável. No fim das contas, o que Jesus tá falando, irmãos, é que até a nossa vida espiritual pode ser corrompida pelo pecado. Até a nossa vida espiritual pode ser corrompida pelo pecado. Olha só o que que tá sendo dito, irmãos. Nós podemos orar, é o que tá sendo dito, para sermos vistos. Podemos orar para parecer espirituais. Podemos orar de forma vazia. Isso significa, irmãos, que até as nossas orações precisam de redenção. Até as nossas orações, irmãos, precisa da ação do Espírito Santo, que a gente não sabe como orar. Ou seja, até quando a gente acha, né, dobrei o meu joelho para orar, ah, se não é o espírito para de fato levar a Deus Pai a nossa oração como deve ser apresentada. Até nisso nós falhamos, mas aí entra aquilo que é o coração do evangelho. Amados, Cristo não morreu apenas pelos nossos pecados grandes. Cristo morreu também pela hipocrisia do nosso coração religioso. Ele já pensava em nós. Ele já pensava na cruz ali Jesus levou, irmãos. E ele pensava na nossa vaidade espiritual. E graças a Deus por isso. Ele pensava na nossa religiosidade falsa, na nossa busca por aplausos, nas nossas orações vazias. Lá na cruz Cristo não nos redimiu apenas da nossa bebedice, da nossa goludice, da nossa vida promíscua antes de conhecê-lo. Ele nos redimiu também de quando nós dobraríamos o nosso joelho, mas não seria tão sincero assim. O nosso Senhor, o nosso Senhor, ele já sabia e ele morreu na cruz. também por esses pecados. É por isso, queridos, é por isso que se você tá me ouvindo e você se percebeu pecando nessa área, se você percebeu que as suas orações estão superficiais, se arrependa em nome de Jesus. se arrependa, mas também creia que o Senhor Jesus Cristo perdoa todos aqueles que confessam com sinceridade. O Senhor, de fato, já teve esses pecados cravados sobre si. Corra para para Jesus, corra pra cruz. Jesus não apenas, irmãos, nos ensinou como orar. Ele orou em secreto. Ele orou em secreto. Ele orou em secreto. Jesus é o homem que que nós não somos. Ele é o Deus perfeito. Ele é o homem perfeito. O homem Deus perfeito. Onde nós falhamos, ele nunca falhou. Onde nós caímos, onde nós caímos, irmãos, ele jamais caiu. Onde nós pecamos, ele nunca pecou. Você não pode confiar nem nas suas orações, nem nos seus momentos de demonstração, de espiritualidade, mas você pode confiar no Senhor, mas você pode confiar em Jesus Cristo, porque de fato Ele é o nosso redentor. E se você crê nisso, por favor, fique de pé. Eu quero orar com você. เ