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A fé vem pelo ouvir

A graça suficiente do Senhor em nossas fraquezas – Culto Matutino – AO VIVO | 08/03/26 | 9h | PIPG

A graça suficiente do Senhor em nossas fraquezas – Culto Matutino – AO VIVO | 08/03/26 | 9h | PIPG

A graça suficiente do Senhor em nossas fraquezas – Culto Matutino – AO VIVO | 08/03/26 | 9h | PIPG

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Matutino da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

[música]
2
>> [música]
[música]
>> Vai
>> [música]
[música]
>> Irmãos,
A graça e paz do nosso Senhor Jesus
Cristo. Em atitude de oração, ouçamos o
prelúdio?
>> [música]
[música]
>> Convido a igreja,
convido a igreja para abrir as nossas
Bíblias no livro de Primeira Pedro,
capítulo 1, versos 3 a 8.
Primeira Pedro, capítulo 1, versículos 3
a 8. Faremos a leitura de forma
responsiva. Lerei os versos ímpares, os
irmãos versos pares e assim
sucessivamente.
A palavra de Deus diz assim: Bendito
Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
que segundo a sua muita misericórdia nos
regenerou para uma viva esperança
mediante a ressurreição de Jesus Cristo
dentre os mortos.
mais sensível resada céus para vós todos
>> que sois guardados pelo poder de Deus
mediante a fé para a salvação preparada
para revelar-se no último tempo.
Gente,
se necessário,
para que uma vez confirmado o valor da
vossa fé, muito mais preciosa do que o
ouro perecível, mesmo apurado por fogo,
redunde em louvor, glória e honra na
revelação de Jesus Cristo.
Cristo
qualora
nascendo e exais com alegria
cheia de glória.
>> O verso sete nos diz assim: "Para que
uma vez confirmado o valor da vossa fé,
muito mais preciosa do que o ouro
perecível, mesmo apurado por fogo,
redunde em louvor, glória e honra na
revelação de Jesus Cristo. E confiado na
obra eterna de Cristo Jesus que nos foi
nos revelada através da sua palavra,
oremos ao nosso Deus pedindo que ele nos
abençoe, que ele dirija todos os atos
deste culto. Senhor nosso Deus, nós
agradecemos ao Senhor pelo privilégio de
estarmos reunidos, ó Pai, na tua casa,
em Teu nome. Te agradecemos, ó Pai,
porque Cristo Jesus se revelou a nós
através da tua palavra. Te agradecemos,
ó Pai, porque o Senhor nos chamou das
trevas para tua maravilhosa luz. E nos
rendemos, ó Pai, aos teus pés. Que teu
Espírito Santo, ó Deus, possa incomodar
o nosso coração todos os dias para que
possamos, ó Pai, dedicar as nossas
vidas, ó Pai, ao teu serviço, a tua
obra. E que a tua obra seja, ó Pai, nos
revelada todos os dias através da tua
palavra. Te pedimos, ó Pai, que o Senhor
abençoe todos os atos deste culto, ó
Pai, que o Senhor abençoe e nos ajude, ó
Pai, a a termos o nosso coração contrito
diante do Senhor, para que possamos, ó
Pai, de fato, honrar e glorificar o Teu
santo nome. Tudo isso, ó Pai, nós te
pedimos e agradecemos confiados em
Cristo Jesus, nosso único Senhor e
Salvador. Amém.
Irmãos, sobre orientação da regência,
entãoemos o hino número 47, Louvor e
Glória. E na oportunidade, os irmãos que
vieram preparados poderão entregar os
seus dízimos e ofertas e aqueles que nos
assistem pela internet poderão fazê-lo
através de uma das contas da PPG.
>> Vamos nos
vamos nos levantar.
>> [música]
[música]
>> Louvamos-te,
ó Deus, pelo dom de Jesus,
que por nós pecadores [música]
morfriu sobre a cruz.
Aleluia! Toda a glória [música] te
rendemos, Senhor.
Aleluia. Tua graça [música] imploramos.
Amém.
Louvamos-te,
ó Deus, pois nos mandas a luz [música]
e brilhando nas trampas a Cristo com
luz. [música]
Aleluia. Toca glória te recebo, Senhor.
[música] Aleluia. Tua graça imploramos.
Amém.
Louvamos, [música]
ó Deus, por teu filho Jesus, [música]
que foi morto, mas vive no reino da luz.
[música] Aleluia. Toda a glória te
rendemos, Senhor.
Aleluia. [música] Tua graça imploramos.
Amém. [música]
Louvamos,
ó Deus, [música] e rogamos, Senhor,
dá-nos sempre sentir teu [música] poder,
teu amor.
Aleluia. [música]
Toda a glória te rememos, Senhor.
Aleluia. Tua [música] graça imploramos.
Amém.
Podemos assentar.
Façamos a leitura no livro de Primeira
Pedro, capítulo 1, versos 13 a 16.
Primeira Pedro 1,
versos 13 a 16.
Assim diz a palavra do Senhor: "Por
isso, cingindo vosso entendimento, sede
sóbrios e esperar inteiramente na graça
que vos está sendo trazida na revelação
de Jesus Cristo. Como filhos da
obediência, não vos amoldeis as paixões
que tinha anteriormente na vossa
ignorância. Pelo contrário, segundo é
santo aquele que vos chamou, tornai-vos
santos também vós mesmos em todo vosso
procedimento, porque escrito está: "Sede
santos, porque eu sou santo". Irmãos,
neste momento nós temos a oportunidade
de elevarmos a nossa vida em atitude de
oração ao Senhor, pedindo a ele que nos
perdoe pelas nossas multidões de pecados
que temos cometido contra ele. E
gastemos alguns minutos em oração
silenciosa, pedindo que Deus, através de
Cristo Jesus, possa nos perdoar os
nossos pecados. E dentro de alguns
instantes, eu convido o nosso irmão
Israel para que nos dirija a Deus em uma
oração de confissão. Oremos, irmãos.
>> [música]
[música]
>> Santíssimo Deus e eterno Pai que estás
nos céus, nós louvamos o teu nome, ó
Deus. Louvamos o teu nome porque o seu
Senhor é o Deus de toda honra, de toda
glória, ó Pai. E nós agradecemos pelo
privilégio, oportunidade de estarmos na
tua casa neste dia, de estarmos
congregados, reunidos, compartilhando
desse momento de culto, ó Pai. E nesse
momento, ó Pai, em especial, nos
colocamos diante do Senhor como igreja,
ó Deus, para pedir ao Senhor que o
Senhor perdoe os nossos pecados, ó Pai.
os pecados que temos cometido, ó Pai, as
faltas que temos cometido, tudo aquilo
que temos feito que tem desagrado,
senhor em palavras, em atos, em omissão,
ó Pai, tudo, ó Pai, que o nosso coração
deseja, que vai contra a tua vontade,
que vai contra a tua palavra, tudo que
nós fazemos, ó Deus, que não condiz, ó
Deus, com que o Senhor tem nos
orientado, ó Deus, e nos mostrado que o
Senhor requer de nós, ó Pai, enquanto
teu povo na tua palavra, Pai de amor,
tem misericórdia. de nós. Ó Pai, tem
misericórdia da nossa vida enquanto
indivíduos. Tem misericórdia, ó Pai, da
nossa nossa vida, ó Pai, enquanto irmãos
uns com os outros, ó Pai, enquanto
igreja, ó Deus, e nos ajuda, ó Pai, a
buscarmos o sempre andarmos nos teus
caminhos, ó Pai, sempre andarmos em
retidão, ó Deus. Tem misericórdia, ó
Pai, da nossa vida, ó Pai, e nos ajuda
naquilo que nós temos errado, naquilo
que nós temos pecado contra o Senhor. Ó
Pai, fica conosco, ó Pai, e abençoa-nos
neste dia que é o dia do Senhor.
Obrigado porque o Senhor nos trouxe até
a tua casa. Ser com aqueles, ó Deus, que
não puderam estar aqui, ó Pai. Que a tua
boa mão esteja sobre eles também, assim
como tem estado com a tua igreja aqui, ó
Pai, reunida. É a oração que nós fazemos
agradecidos no nome de Jesus. Amém.
Senhor Deus.
>> [música]
[música]
>> เ Eu vou [música] para a cruz.
[música] Para a cruz eu vou.
[música]
Seu sofrer participar.
Sua [música] obra cantar.
Meu Salvador [música]
tu [música] mostrou.
O amor do Pai, [música]
pois nosso [música] Deus
pela cruz [música]
me chamou
gentilmente
para [música] traíme eu sem palavras
Aproximo,
[música]
o seu amor
pela cruz
me chamou [música]
gentilmente
atraí-me eu sem palavras. [música]
quebrantado
[música] o seu amor.
[música]
Graças recei
sua [música]
cruz
[música] a morte me livrou.
Noite minha vida [música]
ele estava condenado,
[música]
mas agora pela cruz.
>> [música]
>> Eu auxiliado
[música]
pela cruz
me chamou [música]
me atraído e eu sem [música] palavras
me aproximo,
[música] cantado
por seu amor.
pela cruz
me chamou [música]
para trairme [música]
eu sem palavras
me aproximoado
o [música] seu amor. Oh.
>> [música]
[música]
>> Jesus voltará
para me buscar. [música]
O meu coração
anseia [música]
nesse encontro tão especial.
[música] Toda lá de mar ele vai chugar.
[música]
A minha está
[música]
daí
tão leal.
Eu
amo [música]
por seu clamo.
Para nada. [música]
Vem, Senhor Jesus.
[música]
Para nada.
Vem, Senhor Jesus.
A tua [música] igreja,
a tua igreja. [música]
Sim, vem Jesus.
Paraná [música]
é o da igreja. Para
[música] dividar para nada despertar do
Santo. É a [música]
esperança
vida. Paraná que é o da igreja. Paraná
[música]
que é o de vida.
até o descarto
é a [música] esperança.
[música]
[música] Por isso eu clamo,
por e seus clam. [música]
Paraná é o da igreja. Paraná [música]
é uma forma de vida. Para nada é o
despertar do solo. [música] É a
esperança da
[música]
é o livro da igreja. Paraná é uma forma
[música] dividida.
É o desertor do [música] é a esperança,
a vida
e ele [música] vem
paraar.
[música]
Jesus vem
para Natal. [música]
Ele vem
para a [música] casa.
Jesus
[música]
para Natal.
[música]
>> Som.
Som. Irmãos. É, a pedido da junta de
Oanal, gostaria de pedir para que os
irmãos pudessem se assentar mais ao
centro dos bancos. Ainda temos muitos
irmãos lá atrás aguardando o lugar.
Aqueles que puderem, por gentileza.
Equipe de louvor.
>> Bom dia, igreja. Vamos nos colocar de
pé. Como é bom vermos as nossas crianças
adorando ao nosso Deus. E agora nós como
igreja vamos continuar cantando a ele
juntos, a nosso Jesus, nosso Salvador.
As palmas. [música]
[música] És tu a única razão da minha
adoração, [música]
ó Jesus. És
tu única esperança que anelo teu. Ó
Jesus,
confiei em ti, fui ajudado. [música]
Tua salvação tem alegrado.
Hoje a gozo [música]
em meu coração, no meu canto te
louvarei.
[música]
Eu te louvarei,
te glorificarei.
Te louvarei [música]
em nome Jesus.
Eu [música] te louvarei,
te glorificarei,
eu te louvarei, [música]
meu bom Jesus.
início.
És [música]
a única razão da minha adoração,
[música] ó Jesus,
és tu única esperança que apelo
Jesus. [música]
Quem ti fui ajudado,
tua salvação vem alegrado. [música]
Hoje a gozo em meu coração
meu canto te [música] louvarei.
Senhor,
>> eu te louvarei,
[música]
te glorificarei.
[música] Eu te louvarei,
meu bom Jesus. Eu
[música]
te louvarei,
te glorificarei, [música]
te louvarei, [música] meu bom Jesus.
Em todo tempo, em [música]
todo tempo te louvarei,
porque
todo tempo te [música] adorarei.
Em todo o tempo te louvarei. [música]
Todo [música] tempo te adorarei.
Eu te louvarei, [música]
te glorificarei.
Eu te louvarei,
meu bom Jesus.
Eu
[música]
te louvarei,
te glorificarei. [música]
Eu te louvarei,
meu amor Jesus.
[música]
Nós temos muita, muitas razões para
agradecer ao nosso Senhor, mas a
principal delas é porque ele se entregou
na cruz por nós, porque ele morreu à
nossa morte para que pudéssemos viver a
sua vida. Vamos agradecer ao Senhor
dessa forma.
>> [música]
[música]
>> por tudo o que tens feito, [música]
por tudo o que vais fazer,
por tuas promessas tudo que és. Eu
[música] quero te agradecer
com todo o meu ser.
>> Por tudo, por tudo [música]
o que tens feito,
por tudo o que vais fazer, [música]
>> por tuas promessas e tudo que és. Eu
quero [música]
te agradecer
por todo o meu ser.
Os homens. Te agradeço, [música]
meu Senhor. Senhor. Agradeço,
[música] meu se
>> te agradeço,
meu Senhor. [música] Te agradeço,
meu Senhor. [música]
>> Te agradeço por me libertar e salvar,
por ter morrido [música]
em meu lugar. Te agradeço,
[música]
Jesus. Eu te agradeço.
[música]
Eu te agradeço.
>> [música]
>> Agradeço.
[música]
Início
por tudo [música]
que tens feito,
por tudo que [música] vais fazer.
Por tuas promessas e tudo que és, eu
quero te agradecer [música]
com todo o meu ser.
Cante a ele. Te agradeço, [música]
meu Senhor.
Eu se [música] agradeço,
meu Senhor. Te agradeço,
[música]
meu Senhor.
>> Te agradeço por me libertar e salvar
[música]
por ter morrido
em meu lugar. Te agradeço,
[música] Jesus. Te agradeço.
Eu te agradeço.
[música]
Te agradeço.
[música] Mais uma vez te agradeço por me
libertar e salvar, [música] por ter
morrido em meu lugar. Te agradeço,
[música]
Jesus. Eu te agradeço.
Eu [música] te agradeço.
Te agradeço. [música]
Te agradeço.
[música]
Te agradeço.
[música]
Os irmãos podem se sentar.
Meus irmãos, graça e paz a todos.
Abramos juntos a palavra do Senhor na
segunda carta de Paulo aos Coríntios, no
capítulo 12. Eu lerei os versículos de 7
até o 10.
Segunda carta de Paulo aos Coríntios,
capítulo 12,
versículos de 7 a 10.
Diz assim a palavra do Senhor:
"E para que não me ensoberbecesse
com a grandeza das revelações,
foi- me posto um espinho na carne,
mensageiro de Satanás, para me
esbofetear, a fim de que não me exalte.
Por causa disto, três vezes, pedi ao
Senhor que o afastasse de mim. Então ele
me diz: "A minha graça te basta, porque
o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De
boa vontade, pois, mais me gloriarei nas
fraquezas, para que sobre mim repouse o
poder de Cristo. Pelo que sinto prazer
nas fraquezas, nas injúrias, nas
necessidades, nas perseguições, nas
angústias, por amor de Cristo. Porque
quando sou fraco, então é que sou forte.
Vamos orar. Senhor Deus, nós estamos
diante da tua palavra e carecemos, Pai,
da instrução que vem do Senhor para
nossa vida. Rogamos, ó Deus, a ação do
teu Santo Espírito, que ele venha
iluminar a nossa mente, preparar o nosso
coração para receber a tua palavra,
possamos, ó Deus, compreender aquilo que
vem do Senhor para nossa vida e assim,
Pai, colocar em prática a vontade do
Senhor, a fim de vivermos para tua santa
e bendita glória. É no nome de Cristo,
Pai, que nós oramos e pedimos. Amém.
Você tem alguma fraqueza? você consegue
reconhecê-la e falar sobre ela. Nós
vivemos numa cultura que exalta muito
mais a força, o sucesso e a
autossuficiência.
Nós somos incentivados por essa cultura
a permanecermos fortes e destemidos a
esconder as nossas fraquezas, a fim de
sermos admirados por elas. Há inclusive
um provérbio popular que diz que dos
fracos não reza a história. E esse
provérbio sugere que na história é muito
mais o forte que é lembrado do que o
fraco. O grande problema é que a nossa
realidade é muito mais rodeada por
fraquezas do que força. Existem
fraquezas morais, fraquezas espirituais
e também fraquezas físicas. A nossa
realidade é muito mais, na nossa
realidade, há muito mais a presença
dessas fraquezas do que mesmo a força. E
para nós cristãos, submetidos ao ensino
bíblico, admitir a nossa fraqueza é uma
atitude indispensável. O desafio bíblico
para nós, inclusive, é o de não nos
gloriarmos nas nossas forças, mas sim
reconhecer humildemente a nossa própria
fraqueza e consequentemente a nossa
dependência do Senhor. Uma prova disso é
o texto que nós temos diante de nós. É a
mensagem do texto que temos diante de
nós. Estamos diante da segunda carta de
Paulo aos Coríntios, daquele que entre
os autores do Novo Testamento talvez
tenha sido o que mais precisou lidar
intensamente com a realidade de suas
fraquezas. E é justamente nessa carta
que o apóstolo Paulo abre o seu coração.
Ele expõe de maneira muito clara,
apaixonada a sua fraqueza. Paulo dedicou
uma boa parte do seu ministério a
ensinar os cristãos de Corinto. Talvez
seja a igreja que mais deu trabalho para
o ministério, para o trabalho pastoral
de Paulo. Porém, mesmo fazendo isso,
esses cristãos passaram a valorizar mais
outros mestres do que Paulo. O problema
é que esses outros mestres eram falsos
mestres, que estavam trazendo distorções
para o evangelho de Cristo, que estavam
trazendo problemas para a igreja,
heresias para a igreja, mas lá estavam
os irmãos de Corinto gostando e amando
muito mais esses falsos mestres. Eram
homens que menosprezavam Paulo e os seus
ensinos. E de acordo com o capítulo 10
dessa carta, lá no versículo 10, Paulo
era chamado por eles de fraco. Ele tinha
a sua pessoa uma forma muito fraca e ele
era alguém que tinha a palavra
desprezível. Assim, os falsos mestres
então caracterizavam o apóstolo Paulo. É
interessante que mesmo diante de tudo
isso, Paulo não tem dificuldade em
reconhecer a sua fraqueza. Talvez o que
nós esperássemos do apóstolo Paulo é que
ele pudesse revidar os seus oponentes e
dizer: "Pelo contrário, eu não sou
fraco, como vocês estão dizendo. Eu já
tive inúmeras experiências com Deus. Eu
sou um apóstolo chamado por Cristo. Eu
sou alguém que conhece a cultura, tanto
a cultura romana, a filosofia, o Antigo
Testamento. Paulo poderia se
engrandecer, mas ele não faz isso. Paulo
não tem dificuldades em reconhecer a sua
fraqueza. Ele entendeu que Deus estava
usando toda a sua fraqueza para levá-lo
a depender cada vez mais da graça
suficiente e do poder do Senhor. Meus
irmãos, é isso que nós veremos e
aprenderemos nessa manhã. Deus pode
utilizar as nossas fraquezas como
cenário para nos manter humildes, para
evidenciar a sua suficiente graça e para
repousar sobre nós o poder de Cristo. Em
resumo, é isso que nós iremos ver e
considerar nessa manhã. Primeiro, no
versículo 7, nós veremos que o Senhor
utiliza nossas fraquezas para nos manter
humildes. Olha o que o apóstolo Paulo
nos diz no versículo 7. E para que não
me ensoberbecesse, com a grandeza das
revelações, foi- me posto um espinho na
carne, mensageiro de Satanás, para me
esbofetear.
Paulo fala aqui de um espinho em sua
carne. Ele diz que esse espinho era um
mensageiro de Satanás e que era para
esbofeteá-lo.
Muito já foi especulado e dito sobre o
que poderia ser o espinho na carne de
Paulo. Talvez você conhece, já ouviu
falar das várias possibilidades de
explicação sobre o espinho. Alguns
teólogos entendem que o espinho na carne
é uma referência de Paulo de forma
metafórica aos próprios oponentes,
aqueles que são inclusive apresentados
nessa carta. A carta fala muito desses
falsos mestres, daqueles que levantavam
oposição e perseguição contra o apóstolo
Paulo, difama o apóstolo Paulo. E alguns
teólogos vem e dizem: "Olha,
provavelmente o espinho é uma referência
para esses". Já outros teólogos entendem
que a declaração espinho na carne faz
referência a um mal físico como uma
enfermidade que o apóstolo Paulo passou
a ter. A especificação espinho na carne
tem muito peso para esse entendimento,
porque fala de algo que estava na carne
do apóstolo Paulo, que causava muita
dor, muito desconforto, algo que era
humilhante para o apóstolo Paulo. Bom,
se for este último entendimento correto,
naturalmente vai surgir a pergunta: que
enfermidade foi essa? Se é uma
referência a alguma enfermidade, sobre
qual enfermidade Paulo então está se
referindo? E aí, meus irmãos, existem
outras várias sugestões e muitas
especulações sobre isso. Há quem diz que
Paulo se refere a um problema que ele
tinha no olho. Ele tinha um problema de
visão. E muitos vão dizer que isso era
decorrente daquela visão que ele teve de
Cristo quando ele estava na estrada para
Damasco. Ali os seus olhos foram
preenchidos de escamas. E aí depois lá
na frente Deus tem que ver um profeta
para que pudesse orar por ele para que
as escamas caíssem. E aí tem teólogos
que vão dizer que ficou o resquício
daquilo. E Paulo então tinha problema de
visão. E por isso ele está dizendo:
"Olha, eu foi me colocado esse espinho
na carne". Outros vão dizer que não era,
na verdade uma depressão que o apóstolo
Paulo tinha juntamente com uma
ansiedade. Outros vão dizer que não, que
era malária o que o apóstolo Paulo tinha
e outros vão dizer que era epilepsia,
que inclusive na época do apóstolo Paulo
era considerada como uma enfermidade que
vinha do submundo. Por isso, quando
Paulo diz que o espinho era um
mensageiro de Satanás, era como se ele
estivesse se referindo a esse problema.
E muitas outras enfermidades são
colocadas e apontadas sobre esse
espinho. Eu gosto do comentário do J
Carson, o grande estudioso do Novo
Testamento, comentando esse texto. Ele
destaca que o espinho de Paulo era
muito, era algo muito doloroso ou
causava grande vergonha e talvez se
refere às duas coisas, algo doloroso e
algo que lhe causava vergonha. E ele
chama a nossa atenção para o fato de que
nós não podemos saber ao certo que
espinho era esse. E mais, irmãos, nós
não precisamos saber. O que nós
precisamos entender é qual é o propósito
desse espinho ter sido colocado no
apóstolo Paulo. É por isso que no início
do verso 7, o próprio apóstolo Paulo se
encarrega de deixar claro para nós que o
foco não é no seu espinho, mas no
propósito desse espinho está na sua
carne. O espinho acometeu o apóstolo
logo após e em consequência da grandeza
das revelações. O começo do versículo 12
até o versículo 6, versículo 1 até o
versículo 6, Paulo fala de um
arrebatamento. Ele fala que foi levado
ao terceiro céu. Ele foi exposto nesse
terceiro céu ao paraíso. E ele ouviu
palavras inefáveis que ele diz que não é
lícito nem ao homem referir sobre essas
palavras. Foram visões maravilhosas,
revelações maravilhosas que o apóstolo
Paulo recebeu. O problema é que tais
revelações, tais experiências e
privilégio poderiam colocar o apóstolo
Paulo em um perigo. E o perigo era do
orgulho, o perigo da soberba. Por isso
que ele começa o versículo 7 dizendo:
"Olha, e para que não me ensoberbecesse,
olha o propósito, foi-me então colocado
um espinho na carne. No final ele diz:
"Mensageiro de Satanás para me
esbofetear, a fim de que não me
exaltasse."
Meus irmãos, isso nos ajuda a entender
que esse espinho não era algo que já
existia antes do apóstolo Paulo ter
recebido essas revelações que tinha
acontecido 14 anos antes da sua escrita
dessa dessa carta, mas foi algo que o
acometeu depois. Ainda mais importante é
o fato de Paulo ver esse espinho
simultaneamente como obra de Satanás e
obra de Deus. As duas realidades estão
aqui postas. E o apóstolo Paulo, ele não
tem problema em reconhecer que há essas
duas realidades, Satanás e o próprio
Deus. É claro que Satanás está sendo
aqui usado pelo próprio Deus. Ele é um
instrumento nas mãos de Deus para que o
espinho fosse então colocado na carne do
apóstolo Paulo. Veja como isso é
apresentado. Paulo diz que o espinho é
um mensageiro de Satanás para
esbofeteá-la. Porém, ele sabia que o
espinho também procedia de Deus. E a
prova disso é o o propósito do espinho,
que foi o quê? Impedir Paulo de se
exaltar, impedir Paulo de ter um orgulho
por causa das suas revelações. É claro
que se fosse só satanás nessa história
aqui, Satanás não teria esse objetivo
para Paulo. Pelo contrário, se fosse
somente Satanás aqui colocando o espinho
na carne de Paulo, Satanás iria preferir
que Paulo não ficasse orgulhoso ou
orgulhoso?
Paulo, Satanás iria preferir que Paulo
ficasse terrivelmente soberbo,
terrivelmente orgulhoso. Mas Paulo
reconhece que havia um propósito e o
propósito era bom por trás do seu
espinho. Por isso ele está falando então
da simultaneade. Olha, Satanás é o
instrumento de Deus para colocar esse
espinho na minha cara. É preciso,
irmãos, fique fique claro para nós que o
propósito de evitar a soberba de Paulo
por meio do espinho e assim fazê-lo
humilde, certamente era um propósito de
Deus. Certamente nos fala da providência
divina. O espinho, na verdade, era um
símbolo para o apóstolo Paulo, para
lembrá-lo de que ele era fraco.
Ele precisava se ver nessa condição. Ele
teve revelações, ele teve experiências
com Deus. Ele era um homem que foi
chamado para um ministério importante
para ir pregar o evangelho, ser um
apóstolo de Cristo. Mas em tudo isso ele
precisava se ver como alguém fraco, como
alguém que depende do Senhor, como
alguém que precisa ser sustentado pelo
Senhor. Se ele quisesse se exaltar, o
espinho estava lá na sua carne para
dizer: "Paulo, você não é tudo isso que
você tem achado de si. Paulo, você é
fraco. Paulo, você depende da minha
graça. Você depende de mim. Você depende
da minha força. O espinho era uma
lembrança da fraqueza do apóstolo Paulo.
E aqui, meus irmãos, nós temos algo
maravilhoso. O espinho na carne desse
homem não fugiu do controle de Deus.
Assim como nada neste mundo e muito
menos os nossos espinhos na carne não
foge do controle de Deus. Assim como o
espinho na carne de Paulo foi colocado
para evitar a sua exaltação,
Deus também pode graciosamente nos
livrar de nós mesmos, colocando um
espinho na nossa carne, para nos manter
humilde
ou para obter outros propósitos. Deus
pode nos colocar um espinho na carne
para que nós continuemos humildes.
Talvez você pode virar para mim e dizer:
"Pastor, mas eu não tenho problema com a
humildade. Eu sou humilde. Certa vez eu
ouvi alguém dizer que humildade é uma
daquelas virtudes que se você acha que
tem, já é um bom sinal que você não tem.
Então tome cuidado antes de dizer:
"Olha, pastor, eu sou humilde, eu não
preciso desse espinho na minha carne".
Mas por que que Deus então permite um
espinho na carne de um apóstolo? Alguém
que era bênção para plantações de
igreja, para a expansão do evangelho.
Por que que Deus faz isso para mantê-lo
humilde? Meus irmãos, o que é compatível
com um cristão não é a soberba, mas é a
humildade.
A humildade é uma virtude compatível com
o cristão. Porque quando nós somos
humildes, quando nós somos mantidos
humildes, nós então somos mais parecidos
com quem? Com Jesus.
Ele é por excelência aquele que pisou
sobre essa terra e que tinha essa
virtude de maneira perfeita. Ele era
humilde. É por isso que lá em
Filipenses, no capítulo 2, versículos de
5 a 8, depois de Paulo nos versículos
anterior anterior inclusive falar sobre
a necessidade de humildade, ele vem e
apresenta um exemplos por excelência de
humildade. E ele apresenta Cristo e ele
diz: "Olha, tende em vós o mesmo
sentimento que também houve em Cristo
Jesus, pois ele, subsistindo em forma de
Deus, não julgou como usurpação o ser
igual a Deus. Antes a si mesmo se
esvaziou, assumindo a forma de servo,
tornando-se em semelhança de homens e
reconhecida em figura humana, a si mesmo
se humilhou, tornando-se obediente até a
morte e morte de cruz.
Nosso Senhor Jesus é humilde por
excelência. E é isso que é compatível
com um cristão. Se Paulo se entregasse à
soberba, se Paulo se entregasse à
autoexaltação,
Paulo não daria um testemunho de Cristo.
Ele pregaria algo, ele anunciaria algo,
mas a sua vida indicaria outra
realidade. E o que Deus vem então e faz?
Deus soberanamente, providencialmente
envia um espinho para ser colocado na
carne do apóstolo Paulo, para que ele
pudesse ser humilhado, para que ele
pudesse então se manter humilde. Meus
queridos, isso nos ensina que nem todas
as nossas dores são punição,
mas por vezes elas são proteção de Deus
para nós. As nossas dores nem sempre são
punição, mas são proteção de Deus para
nós. Esse espinho e toda a fraqueza que
ele simbolizava e causava no apóstolo.
Não era um mal de Deus para o seu
apóstolo. Na verdade, era uma bênção de
Deus para o seu apóstolo. Causava muita
dor. Certamente sim, irmãos. Ele diz que
é algo que foi colocado na sua carne.
Você já teve a experiência de ter um
espinho na ponta do dedo e o quanto
desconforto ele causa? Quanto incômodo
ele causa? Imagina um espinho na carne.
A ideia aqui é de uma estaca na carne. É
claro que não é literal, mas é a
referência de algo que dói muito, que
causa muito desconforto. Era muito
doloroso para o apóstolo. Era
desconfortável, sim, mas era uma forma
de Deus proteger o seu apóstolo da
soberba. Deus pode agir assim na vida do
apóstolo Paulo e ele pode agir assim
também na nossa vida. O próprio apóstolo
Paulo teve que ser contido por Deus para
permanecer humilde. E se Paulo, que era
um apóstolo de Cristo, teve que ser
contido para isso, o que dizer de nós,
irmãos?
O que dizer de nós se Paulo teve que ser
contido,
o que dizer de nós? Deus, ele nos
esvazia, ainda que isso seja doloroso,
para que nós possamos nos relacionar com
ele de maneira correta, em humildade,
independência, reconhecendo a nossa
pequenez diante dele, o quanto limitado
nós somos, o quanto finito nós somos e o
quanto nós carecemos
do sustento que vem dele paraa nossa
vida. Então, Deus nos esvazia para que
nós possamos nos relacionar bem com ele,
mas Deus também nos esvazia para que nós
possamos testemunhar Cristo de maneira
correta. Não só no falar, mas no viver.
Não só falar da humildade de Cristo, mas
viver a humildade de Cristo. Segundo
versículos de 8 a 9 até a parte A do
versículo 9, nós vamos ver que o Senhor
utiliza nossas fraquezas para evidenciar
a suficiência da sua graça. No verso 8,
primeiro nós temos a ação de Paulo. Ele
diz: "Por causa disto, três vezes pedi
ao Senhor que o afastasse de mim. Veja,
em oração por três vezes, o apóstolo
pediu que o Senhor removesse aquele
espinho. Se não causasse dor, se não
fosse incômodo, ele não precisaria
pedir. Mas lá está o apóstolo Paulo
dizendo: "Olha, depois que esse espinho
foi colocado na minha carne, eu orei. Eu
orei, eu orei ao Senhor pedindo, retira
de mim esse espinho." Ele pediu ao
Senhor porque ele sabia que era o Senhor
que estava no controle e não o Satanás.
Por mais que o espinho fosse um
mensageiro de Satanás, quem estava no
controle era Deus. Quem poderia tirar ou
não era Deus. E ele diz: "Eu orei ao
Senhor." E aqui, meus irmãos, está tudo
certo, pois Paulo era um homem de
oração. Lá na sua primeira carta aos
Tessalonicenses, no capítulo 5,
versículo 17, esse mesmo apóstolo nos
exorta a orar sem cessar. Ele orou
fielmente e ele orou especificamente ao
Senhor. Pai, tira de mim esse espinho.
Mas qual foi a resposta de Deus? A
partir a do verso 9, nós temos a
resposta. Então ele me disse: "A minha
graça te basta". O Senhor respondeu à
oração de Paulo,
respondeu à oração do apóstolo, mas foi
removendo o espinho na carne,
foi mantendo o espinho na carne. Mas
Deus apenas manteve o espinho na carne?
Não, irmãos. Deus virou para Paulo e
diz: "Olha, Paulo, você precisa de algo
muito melhor do que a retirada do
espinho. Você precisa de graça
suficiente
para você ser sustentado, para que você
se mantenha fraco,
para que você viva dessa maneira, com
humildade diante de mim. Você precisa
ter o espinho mantido na sua carne e
você precisa da minha graça para
suportar." Receber a graça suficiente
de Deus era algo muito melhor para Paulo
do que ter o espinho retirado. Meus
queridos, isso nos ajuda a entender que
quando Deus não responde às nossas
orações como pedimos, não significa que
ele esteja deixando de ser bom ou
gracioso para conosco.
Não se esqueça que os nossos pedidos a
Deus em oração podem estar, por vezes,
presos a uma visão limitada daquilo que
nós consideramos como algo bom para nós.
Já a resposta de Deus a esses pedidos
sempre estará fundamentada na visão
total e perfeita do que Deus tem de
realmente bom para nós. Não é de acordo
com a nossa visão do que é bom, mas é de
acordo com a visão de Deus do que
perfeitamente é bom para nós. A melhor
resposta de Deus para Paulo não é:
Paulo, tudo bem, eu vou retirar o seu
espinho, mas é essa, Paulo, o espinho
vai ser mantido, mas eu vou te dar graça
para suportar o espinho. Eu vou te dar
graça para suportar essa dor, para
suportar essa fraqueza. O que você mais
precisa é de graça. Nós sempre, irmãos,
precisamos mais da graça de Deus do que
as retiradas de espinho na nossa vida.
Deus pode retirar, pode. Ele é soberano
e ele está no controle das nossas dores
e fraquezas. Mas mais do que a retirada
desses espinhos, nós precisamos da graça
de Deus. Nós não podemos nos esquecer
que a graça de Deus é melhor do que a
própria vida.
Se a graça sobre nós, ela é melhor do
que a própria vida com ou sem um
espinho. A graça de Deus é melhor. O
salmista no Salmo 63, versículo 3,
declara isso. A graça de Deus é melhor.
Pela graça de Deus, Paulo lá em Primeira
Coríntios, capítulo 15, versículo 10,
diz: "Olha, pela graça de Deus, eu sou o
que sou. Ele era o que era por causa da
graça de Deus. É pela graça de Deus que
nós somos o que somos, que nós podemos
suportar
aquilo que Deus coloca diante de nós.
Não é pela retirada de espinhos, irmãos,
que nós somos o que somos. É pela graça
de Deus que nós somos o que somos. E
Paulo teve que aprender isso com a
resposta de Deus à sua oração. Por fim,
o Senhor utiliza nossas fraquezas para
que repouse sobre nós o poder de Cristo.
Versículos 9, parte B, e versículo 10.
A resposta de Deus foi: "A minha graça
te basta." E vem a parte B. Porque o
poder se aperfeiçoa na fraqueza de boa
vontade, pois me gloriarei nas fraquezas
para que sobre mim repouse o poder de
Cristo. Pelo que sinto prazer nas
fraquezas, nas injúrias, nas
necessidades, nas perseguições, nas
angústias, por amor de Cristo. Porque
quando sou fraco, então é que sou forte.
O sofrimento com o espinho na carne do
apóstolo deixou claro a sua fraqueza,
deixou claro o propósito de Deus para
ele, mas também serviu para revelar a
suficiente graça de Deus. A fraqueza,
então, não foi um obstáculo, ela foi o
ambiente onde Cristo manifestava o seu
poder. Mas aconteceu algo a mais. Paulo,
na continuidade do versículo 9, ele diz
que de boa vontade,
de prontidão,
ele passou a se alegrar na própria
fraqueza, sabendo que o poder de Cristo
repousava sobre ele. Ele entendeu, olha,
se quando eu sou fraco, a graça de Deus
é suficiente sobre a minha vida e o
poder de Deus fica claro sobre a minha
vida, por que que eu vou me entristecer
então com a realidade do espinho? Se tem
graça e poder de Deus sobre a minha
vida? Ele diz: "Eu vou então me alegrar.
Eu vou me alegrar com as minhas
fraquezas". O apóstolo não ficou
chateado com Deus, meus irmãos, porque o
espinho foi mantido. Ele entendeu que em
suas fraquezas Deus estava operando
poderosamente, assim como ele opera nas
nossas fraquezas. E a prova disso está
no verso 10, onde Paulo expressa o seu
prazer nas fraquezas. Ele vai além nas
injúrias. Ele diz: "Olha, eu não vou ter
prazer agora só nas fraquezas, não.
Quando eu for injuriado, eu também vou
ter prazer. E quando você tiver
necessidade, Paulo, eu também vou sentir
prazer nas necessidades, nas
perseguições também, nas angústias
também. Por quê, Paulo? Por amor de
Cristo. Eu vou passar por tudo isso
sentindo prazer, porque eu sei que Deus
tem graça sobre a minha vida. Deus tem
manifestado o seu poder sobre a minha
vida. Paulo não está dizendo, meus
irmãos, que o sofrimento é bom.
Paulo não é um masoquista. Ele não está
dizendo isso. O que ele sentia prazer em
ter sofrimento.
Paulo não orava a Deus pedindo: "Coloque
mais espinhos em mim". Ele não era doido
de fazer isso. Ele orou pedindo o
contrário. Retire de mim o espinho. Mas
se o Senhor não vai retirar o espinho e
vai me dar graça e manifestar o seu
poder,
eu tenho que me alegrar. Então eu tenho
que sentir prazer. O prazer dele aqui é
no Senhor. Ainda que ele passe por
dificuldade, ainda que ele seja
perseguido, ainda que ele venha
encontrar necessidades, ele continua
sentindo o seu prazer no Senhor, na
manifestação da graça do Senhor e do
poder do Senhor. Há uma sequência lógica
aqui nas declarações de Paulo. A
sequência é: o fraco depende de Deus. O
que depende se torna ciente da graça
suficiente, experimenta o poder de Deus.
E o poder de Deus produz verdadeira
força. A verdadeira força do cristão
nasce da dependência de Deus, não da
autuficiência.
Essa é a sequência lógica do texto que
nós vimos aqui. Como é bom, irmãos,
saber que Deus é poderoso para usar a
adversidade na nossa vida para que o seu
poder fique mais evidente, para que a
gente entenda a suficiência da sua graça
sobre nós. Joh Macarto diz que não
existe alguém tão fraco que Deus não
possa tornar forte.
Mas existem muitos que, achando-se
fortes,
continuarão fracos. Esse o paradoxo que
é colocado diante de nós. Diante de
Deus, o fraco é feito forte. E diante de
Deus, aqueles que se acham fortes são
fracos. Em qual condição que nós nos
encontramos nessa manhã? De fortes ou de
fracos que são feitos fortes pela graça
de Deus e pelo poder de Cristo? Em qual
condição nós nos encontramos nessa
manhã?
Eu concluo, irmãos, dizendo que para
Paulo a acusação dos seus oponentes de
que ele era fraco não era uma ofensa,
enquanto eles estavam achando que
estavam ofendendo Paulo e dizendo:
"Olha, pessoalmente, a sua presença
pessoal é fraca, a sua palavra é
desprezível. Talvez eles achassem que
Paulo iria vir com um monte de coisas,
dizer: "Não, eu sou bom, eu sou isso, eu
sou aquilo". como se Paulo ficasse
ofendido com isso e ele diz: "Olha, eu
sou fraco mesmo. Se é isso que vocês
querem dizer, eu sou fraco. Eu vou
expressar minha fraqueza, vou dar
detalhes sobre ela para vocês." Ele
entendia, meus irmãos, que tal condição
era uma bênção de Deus para levá-lo à
alegria, pois a graça suficiente, o
poder de Deus estavam sobre ele de
maneira visíveis. De outra forma, ele
não conseguiria ter essa clareza da
graça suficiente e do poder de Cristo
sobre ele. Aplicações práticas de tudo
que nós vimos aqui, queridos. A nossa
primeira resposta diante de um espinho
na carne deve ser oração.
A nossa primeira resposta diante de uma
fraqueza deve ser a oração, mas não uma
oração que exija do Senhor uma resposta
de acordo com o que nós pedimos. O comum
e o certo a fazer é pedir: "Senhor, se
possível, tira de mim esse espinho. Se
possível, tire de mim essa fraqueza.
Tire de mim essa enfermidade, tire de
mim essa dor. Isso tem me humilhado,
isso tem me maltratado, isso tem trazido
muito desconforto." A gente deve orar
pedindo ao Senhor, mas a gente não pode
exigir que o Senhor nos dê a resposta
como nós pedimos. Não é errado pedir ao
Senhor para retirar nossas dores e
fraquezas, irmãos. Mas é errado não
continuar confiando no Senhor quando as
nossas dores e fraquezas são mantidas
por Deus como proteção para nós. Deus
está te protegendo, irmãos. Ele pode
estar me protegendo com espinho na
carne. Segundo, se o desconforto do seu
espinho na carne, da sua fraqueza
estiver muito grande,
você está aí dizendo, mas tá muito
grande, pastor. O espinho que foi
colocado em mim é de uma maneira que eu
já não consigo mais aguentar. Eu quero
dar uma aplicação pastoral para você.
Busque força no Senhor. Lembre-se que
ele não é indiferente à nossa dor. Tem
um livro do Tineller, Caminhando com
Deus em meio ao sofrimento. E o Tinker
costuma, ele ele destaca várias vezes,
Deus não é indiferente à nossa dor. Por
vezes a gente quer resposta do por
coisas ruins nos acontecem, mas a gente
precisa ficar em paz sabendo que Deus
não é indiferente à nossa dor. Meus
irmãos, o nosso Senhor entende muito bem
sobre espinhos.
Paulo não é o primeiro no Novo
Testamento a ser apresentado como
espinhos na carne. Espinho na carne.
Vocês sabem de outro no Novo Testamento
que é apresentado como com espinhos no
plural na carne, que não foi colocado
nele apenas um, dois, três, mas foi
colocado sobre ele uma coroa de
espinhos. Você sabe de alguém? Estou
falando do nosso redentor, irmãos. Eu
estou falando do nosso Senhor Jesus
Cristo, o Salvador dessa igreja, o nosso
Salvador.
Ele foi, recebeu, irmãos, uma coroa de
espinhos sobre a sua cabeça. Aquilo o
feriu. Humanamente falando, aquela coroa
de espinhos foi um instrumento de
tortura, zombaria e humilhação. Ele foi
humilhado.
Soldados colocaram dizendo: "Você não
diz que é o rei dos judeus? Toma aqui a
sua coroa.
Mas deram para ele uma coroa de
espinhos.
Enfincaram os espinhos a sua cabeça. Mas
debaixo do controle de Deus, meus
irmãos, aquela coroa de espinhos estava
sob o perfeito plano de Deus de nos
salvar por meio do seu filho, que foi
humilhado, que foi crucificado em nosso
lugar. Mas diferente de nós, Jesus
merecia espinhos para se tornar humilde.
Filipenses já diz que na sua encarnação
ele se humilhou já.
Mas ali ele foi humilhado, irmãos, em
nosso lugar.
Os espinhos ali indicavam a sua
humilhação. O nosso redentor entende bem
de espinhos e a humilhação que eles
trazem, a dor que espinhos podem trazer.
Por isso, clame aquele que não é
indiferente à sua dor. Jesus sabe muito
bem a dor que você está sentindo. Jesus
sabe muito bem o espinho que você tem na
carne. Jesus entende do que é sofrer,
porque ele também sofreu. Ele entende do
que é ser humilhado.
Ele também foi humilhado, mas ele o fez
na dependência do Pai. lá no Jem. Ele
orou ao pai pedindo, olha, se possível,
retire de mim esse cálice. E ali ele
falava de toda a via dolorosa que ele
teria que enfrentar e da sua
crucificação, inclusive os espinhos.
Mas ele se submeteu à vontade do pai. O
pai não retirou o cálice
e ele foi para a via dolorosa.
Meus irmãos, busque força naquele que
não é indiferente a sua dor. E ele é
Cristo Jesus. É ele quem nos fortalece.
É ele quem mostra para nós o quanto a
sua graça é suficiente e o quanto o seu
poder é maravilhoso sobre a nossa vida.
Que Deus nos ajude a viver dessa forma.
Vamos orar. nos colocar de pé, fazer
nossa oração.
Senhor Deus, nós te louvamos por essa
manhã, pelo privilégio que foi nos dado
para estarmos aqui em culto, em adoração
ao Senhor. Cantamos, lemos a tua
palavra, oramos, fizemos a nossa oração
de confissão e agora o Senhor falou
conosco por meio da tua palavra, Pai.
Que tudo aquilo que veio do Senhor seja
aplicado em nosso coração, Pai. Que nós
possamos viver de acordo com aquilo que
foi nos ensinado nessa manhã. O Senhor é
poderoso, é soberano, é o Deus de
providência para agir atrás através das
nossas fraquezas, para nos manter
humildes, para mostrar a suficiência da
sua graça e para que fique claro o poder
de Cristo sobre a nossa vida. Tenha
misericórdia de nós, ó Deus, e nos
fortaleça. Nos ajude a testemunharmos
Cristo, não só no falar, mas também no
viver. Ainda que para que isso seja
necessário espinhos na nossa carne.
Tenha misericórdia de nós, abençoe a tua
igreja e a fortaleça. É no nome de
Cristo que nós oramos. Amém. Meus
irmãos, que a maravilhosa graça do nosso
Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor
de Deus Pai, a comunhão e a consolação
do Espírito Santo estejam com todos
aqui, com toda a igreja de Cristo
espalhada pela face da terra. Não só
hoje, mas para todo sempre. Amém. Pode
assentar. Amos o nosso póslúdio
>> [música]
[música]
>> Encerramos o nosso culto público de
adoração ao Senhor. Mas antes nós iremos
continuar indo para as nossas salas da
EBD. Mas antes eu quero dar alguns
avisos. Quero primeiro dar uma saudação
aos visitantes. Aqueles que nos visitam
pela primeira vez, se puderem ficar de
pé para que nós possamos conhecê-los. Se
não for constrangimento, temos aqui mais
alguém nos visita aqui?
Mais alguém?
Irmãos, vocês são muito bem-vindos. Deus
abençoe a vida de vocês. Sempre uma
alegria tê-los conosco para adoração ao
Senhor. Nós temos uma sala de
fundamentos da fé. Aqueles que querem
conhecer mais da nossa doutrina,
conhecerem mais sobre o governo
presbiteriano de igreja, nós temos a
sala bem aqui ao lado na capela. Meus
irmãos, quem ainda não fez a matrícula
na EBD, por favor, procure um dos
secretários para melhor organização.
Eles ficam ali na entrada do IP centro.
Nós temos também um aviso sobre o retiro
dos heróis da fé últimos dias para
garantir a sua vaga. Será no Sesc Caldas
Nova. E certamente será uma programação
abençoada, uma atividade abenço
abençoada. Queridos, no próximo sábado
nós temos o churrasco dos homens.
Portanto, faça sua inscrição, será em
Trindade, na congregação do bairro
Samara. Se você ainda não fez a sua
inscrição e quiser participar, é o nosso
convidado, por favor, faça a sua
inscrição. Qualquer dúvida pode procurar
o presbítero Cleber, o senor Abel, pode
procurar o presbítero Hugo e outros
irmãos aí que te ajudarão sobre isso, tá
bom? Vamos juntos caminhar agora para
nossas salas. nós possamos ter uma manhã
de estudos abençoado.
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