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A fé vem pelo ouvir

Celebração – 29/03/2026 | Ákilla Nascimento | IBNU

Celebração – 29/03/2026 | Ákilla Nascimento | IBNU

Celebração – 29/03/2026 | Ákilla Nascimento | IBNU

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Legendas automáticas:

[música]
Ensinável.
Salmo capítulo 32.
Tem um conselho que parece um tanto
quanto [música] engraçado. Há muito
humor ali. Não sejam como um cavalo ou
como a mula que não [música] tem
entendimento e que precisa de rédia e de
freio para poder obedecer. O sucesso na
[música] vida está relacionado com
atitude de poder aprender, de [música]
escutar, de ouvir, de ser humilde
suficiente para dizer: "Eu não sei
[música] preciso de apoio de quem
aprendeu e sabe mais do que eu mesmo."
Portanto, se você quer ter uma caminhada
[música] de sabedoria, de bênção e de
sucesso, escute o conselho [música] do
salmo e seja ensinável. Do contrário,
alguém vai chamar você de como é que é
mesmo?
[música]
Bem-vindo. Estamos prontos para mais uma
celebração da IBNW. E você é meu
convidado especial. Eu espero que você
agora nesse momento possa aproveitar as
músicas que nós vamos cantar, que
[música] você cante, louve a Deus junto
conosco, que nós possamos aprender
juntos da palavra, ouvindo aquilo
[música] que a Bíblia nos ensina para
transformar as nossas vidas. E eu
convido você também a nesse momento a
seguir o nosso canal, se você ainda não
[música]
sei. Senhor, [música] tu és bom. Tua
misericórdia para sempre. [música]
Senhor, tu és bom. Tua [canto]
misericórdia para sempre.
Todos [música] os povos te exaltarão.
[canto]
De geração [música]
em geração te adorarei.
[música]
Aleluia. [canto]
Aleluia. Eu te adorarei
[música] por tudo que é.
[música] Te adorarei. [canto]
Aleluia. [música]
Aleluia. Te adorarei
[música] por tudo o que é. [canto]
Deus [música] é bom.
>> [música]
[música]
>> Senhor, tu és bom, tua misericórdia para
sempre. [música][canto]
Senhor, tu és bom, tua misericórdia para
sempre. [música]
Todos os povos te exaltarão.
[música][canto]
De geração
em geração te adorarei.
Aleluia. [canto][música]
Aleluia. Te adorarei
[música] por tudo que és.
Te adorarei. [música]
Aleluia. [canto]
Aleluia! [música]
Te adorarei
por tudo que és. [música]
Deus é bom o tempo [música] todo. O
tempo todo. Deus é bom. Deus é bom. O
tempo todo. O tempo todo. Deus é
[música] bom. Deus é bom. O tempo todo.
O tempo todo. Deus [música] é bom. Deus
é bom. O tempo todo. O tempo todo. Deus
é bom.
Todos os povos te [música] exaltarão.
Em geração,
em geração [música] te adorarei.
[música] Aleluia.
[canto] Aleluia. Adorarei
por tudo [música] que és.
[sino]
Te adorarei. [música][canto]
Aleluia.
Aleluia. Te [música] adorarei
por tudo que és.
Deus [música] é bom.
>> [música]
>> Deus é bom.
Deus é tão bom.
[canto]
Deus [música] é bom. [canto]
[música]
>> Olá. Neste momento de gratidão, eu
gostaria de trazer você a uma [música]
reflexão que eu acho que é fundamental
para nós que somos cristãos.
Para você parar um momento [música] e
pensar em tudo o que Deus já fez na sua
vida, desde quando você conheceu o
Senhor verdadeiramente até hoje. Quando
eu paro para pensar [música]
em todas as coisas que o Senhor fez, são
muitas.
>> [música]
>> são muitas e traz muita emoção quando eu
revivo na minha cabeça determinados
momentos que eu lembro de [música]
situações que foram muito difíceis,
situações que foram muito complicadas e
[música] eu senti a mão firme do Senhor
cuidando de tudo através de pessoas, da
maneira como eu me senti em paz em meio
a uma situação tão complicada.
>> [roncando]
>> situações que eu não eu parecia não ter
fim, mas que eu consegui vencer todo
esse processo [música] de turbilhão
diante do Senhor. E quando eu faço isso,
eu sempre tenho esse hábito para que eu
possa sempre lembrar que Deus ele
continua sendo bom, que ele continua
[música] sendo Deus e que ele continua
cuidando de cada dia da minha vida.
Isso é essencial [música] para que a
gente não caia naquele erro de
ou tá sempre reclamando ou tá naquela
situação em [música] que a gente não
está vendo saída de repente numa
situação aparentemente impossível e
difícil. Então, é nesses momentos que a
gente tem que lembrar que o mesmo Deus
[música] que cuidou da gente
sempre, desde quando a gente nasceu,
cada momento da nossa vida, ele continua
sendo esse mesmo Deus hoje [música] na
nossa vida. E eu acho que isso é muito
fundamental para que a gente traga isso
sempre à nossa mente num momento de
gratidão.
>> Juntounto [canto][música]
a ti,
teu amor [canto] me envolve.
>> [música]
>> Atrai
[canto]
para o teu lado [música]
estar.
Espero
[música]
em ti [canto]
e subo como águia
nas asas do espírito. Contigo [canto]
voarei
no poder do teu amor.
[canto]
[música]
Senhor, eis-me aqui.
Vem [canto] transformar.
meu ser
no [música][canto] fluir da graça
que encontrei [música]
[canto]
em ti.
[música]
Senhor, [canto] descobri
que as fraquezas [canto][música] que há
em mim
podem ser vencidas [canto]
[música] no poder do teu amor.
[música][canto]
a ti [canto]
meu amor me envolve [música]
[canto]
atraim [música]
[canto]
para o teu lado estar [música]
[canto]
espero
em ti [música]
e subo Como [canto]
[música]
nas asas [canto] do espírito, contigo
voarei
no poder do teu amor. Oh.
[música]
[música] Face a face.
Quero [canto][música] ver-te, meu
Senhor,
e conhecer [canto][música]
o amor
que a minha vida
em ti.
[música]
[canto] Louvar
minha mente em teu [canto]
querer.
Meus [música] dias viverei
no poder do [canto] teu amor. [música]
A [canto] ti, Sen junto
[música] a ti, [canto]
teu amor me ouvir [música]
me achar [música]
em [canto] mim
para o teu lado [música]
está.
Espero [música]
em ti
e subo comoha [canto]
[música]
nas casas do espírito.
>> [música]
>> O poder do teu amor.
[música]
>> [música]
>> Junto
a ti
teu amor [canto]
me envolve.
[música]
Atra
mim
para o teu lado [canto]
está.
[música]
Espero
[música]
em ti
e como [música]
palha
nas asas [música][canto] do espírito.
Te louvarei
no poder [música] do teu amor.
[música]
Lá na Bíblia tem um trecho em que Jó,
depois de ter passado por todas aquelas
dificuldades, vira [música] para Deus e
fala: "Ó Senhor, sei que tu podes fazer
todas as coisas. Nenhum dos seus planos
podem ser frustrados. Tu perguntastes:
"Quem é esse que obscurece o meu
conselho sem sabedoria?"
>> [música]
>> E mais paraa frente, Jó vai e reconhece:
"Certo é que falei coisas que eu não
compreendia, coisas maravilhosas demais
que eu não poderia [música] entender."
Vamos orar nesse momento, entendendo que
às vezes a gente não entende tudo que
Deus está fazendo na nossa vida, mas ele
está caminhando ao nosso lado. Senhor
Jesus, [música][canto]
por favor, Pai, soma dos nossos
corações, examina o nosso espírito,
abençoe cada pessoa que estiver [música]
assistindo esse vídeo nesse momento,
Senhor, esse culto, que possa ser
abençoada pela sua palavra, que nossos
[música] corações sejam quebrantados,
que a cada dia nós possamos te conhecer
mais e mais. [música] Obrigada, Senhor,
por estar presente em nossas vidas.
Obrigada, Senhor, por essa palavra aqui
agora. Eu te agradeço por tudo que o
Senhor tem feito por nós e peço que
abençoe cada [música] pessoa que está
assistindo esse vídeo nesse momento. Em
nome de Jesus. Amém.
[música]
>> [música]
>> Nada [música]
[canto]
nos separará
[música]
dos laços [canto]
do teu grande amor.
[música]
De longe ouvimos o amor que chama.
[canto]
Paixão [música] profunda, bondade e
graça [canto] se derramando.
[música]
É tão profundo, tão imenso e cobre
[música] luz. É furioso, poderoso e
abraça luz. Só ele [música] pode
devolver a vida aos corações. [música]
O pai [canto] que seu filho
nos deu, [música]
o filho [canto][música] que por todos
morreu.
[música]
Nós derrama [canto] amor e graça e nos
[música] convida a sua mesa nos [música]
alcançando.
É tão [música] profundo, tão imenso e
cobre-nos.
É furioso, poderoso e abraça luz.
[canto]
Só ele pode devolver a vida [música] aos
corações.
É tão [música] profundo, tão imenso e
cobre-nos.
Éo, [música]
poderoso e abraça luz. Só ele [música]
pode devolver a vida aos corações.
[música]
A vida os corações
[música]
dos nossos corações.
Só ele pode [música] devolver
a [canto] vida aos nossos corações.
[música]
É tão profundo, tão imenso [canto] e
cobre luz. Você é furioso, [música]
poderoso e abraça a luz. Só ele pode
[música][canto] devolver a vida aos
corações.
Só ele
tão profundo, [música] tão imenso e
cobre [canto] luz. Furioso, poderoso e
abraça luz. Só ele [música] pode [canto]
devolver a vida aos corações.
[música]
É tão profundo tão imenso [música] e
cobre-nos. [canto]
Éo, poderoso e abraça-nos.
Só ele [música] pode devolver a vida os
corações.
[música]
É tão profundo, tão [música]
[canto] luz. É furioso, poderoso e
abraços.
Só ele pode devolver [música]
a vida aos corações.
[música]
O templo e o talismã. Todos nós temos
necessidade de segurança. Todos nós
temos que ter essa sensação de estar no
lugar onde podemos ter tranquilidade.
E é mais fácil entender a necessidade de
segurança pensando a respeito da
insegurança. Você já teve essa sensação
de estar em um lugar, de estar em uma
situação em que você era tomado pelo
medo porque você não tinha certeza do
que iria acontecer? você não tinha
certeza de que aquilo que você precisava
iria acontecer.
A gente tem essa sensação quando a gente
tá no meio da rua e sente e percebe que
a gente corre um risco muito elevado de
ser assaltado, de sofrer com a violência
que pode ser realizada contra nós, de
ser tomado alguma coisa que a gente
necessita muito. A gente sente essa
insegurança em muitos contextos em que
nós não temos as garantias de que as
nossas necessidades vão ser supridas. E
a segurança é uma necessidade básica do
ser humano, porque se a gente não tem
essa tranquilidade,
a gente não consegue pensar em outra
coisa que não seja fugir do perigo.
Então, por exemplo, a gente pode ter
esse senso de segurança muito associado
ao lugar em que a gente está. A gente às
vezes tá no meio da rua, tá no trabalho,
a gente chega em casa e a gente descansa
porque a gente sabe que aquele é um
lugar seguro. E muitas vezes a segurança
está diretamente relacionada com a nossa
forma e a nossa percepção de identidade.
Segurança e identidade estão muito
relacionadas. Por exemplo, você sabe
quem você é muito ligado à língua que
você fala.
Isso porque quando nós temos o domínio
do idioma, nós temos segurança de que
nós vamos conseguir nos comunicar.
Quando você não sabe a língua do lugar e
das pessoas que estão ao seu redor, você
não sabe como pedir ajuda, você não
consegue trabalhar, você não consegue se
comunicar, você sente segurança
novamente a partir da cidade onde você
nasceu, onde você cresceu, a cidade que
você conhece. Então, muito da sua
identidade está relacionada ao fato de
que você é, provavelmente a maior parte
das pessoas que me escutam brasileiro,
que você nasceu e cresceu na cidade de
São Paulo, que você nasceu e cresceu na
cidade de Recife, que você nasceu e
cresceu em Lisboa, em Portugal, você tem
a sua percepção da pessoa que você é
muito ligada ao lugar em que você está.
E o lugar em que você está lhe dá
segurança, tranquilidade. Você conhece
aquele lugar, você conhece aquela
língua, você conhece aquelas pessoas.
Isso também está relacionado à cultura.
o seu senso de identidade, todo mundo
percebe isso com mais clareza, vem a
partir da cultura em que você se
encontra, a cultura que você possui.
Porque você pode conhecer o lugar, você
pode conhecer a língua que se fala
naquele lugar, mas você desconhece a
forma como as pessoas pensam naquele
lugar. Então, muitas vezes, a nossa
tranquilidade, o nosso senso de
segurança está ligado ao fato de que
você compartilha com aquelas pessoas e
com aquele ambiente a percepção de mundo
e por isso você sente tranquilidade,
segurança. Ter certeza que você conhece,
que você está em paz é uma forma muito
próxima e muito relacionada com a
maneira como nós entendemos quem nós
somos, esse senso de identidade.
E isso faz parte não só da nossa
experiência comum, mas isso também se
aplica à forma como o texto bíblico nos
apresenta a história do povo de Deus. Na
história de Israel, segurança e
identidade estavam diretamente
relacionados. E a gente percebe isso
também no Novo Testamento. A gente
percebe isso na história de Jesus, mas a
gente só consegue compreender aquilo que
aparece no Novo Testamento, nas palavras
e nas ações de Jesus, transmitindo e
garantindo segurança para os seus
discípulos.
Se a gente entender uma história muito
anterior à pessoa de Jesus.
O templo era um símbolo central do povo
de Israel. E o templo era um símbolo
central porque, dentre outras coisas,
era o principal símbolo que definia a
identidade de Israel. Os judeus do
primeiro século, no tempo de Jesus
entendiam quem quem eles eram à luz do
templo, do seu significado e da história
que aquele templo possuía. Da mesma
forma, no Antigo Testamento,
praticamente todos os profetas falam a
respeito do templo. Por quê? Porque o
povo de Deus estava em boa medida
definido pelo significado que o templo
possuía. E o templo era uma fonte de
identidade pro povo de Israel, porque o
templo era a garantia, assim eles
entendiam, da segurança do povo de
Israel. Se o templo está de pé, Deus
está no Santo dos Santos. Se Deus está
no santos dos santos, isso significa que
nenhum povo poderá dominar completamente
sobre Israel, sobre o povo judeu, porque
Deus está do nosso lado. Deus é a nosso
favor. Ainda que exista um momento de
domínio dos outros povos, ainda que
exista a realidade da adversidade, nós
sabemos que Deus está presente no nosso
meio e ele vai nos garantir no fim dos
tempos ou no fim das contas a vitória
que nós necessitamos com essa percepção
da necessidade de segurança, da
identidade que temos por aquilo que nos
traz certeza dessa segurança e a
realidade do templo como fonte de
identidade. para o povo judeu e para o
povo judeu no tempo de Jesus. Eu
gostaria que você lesse e acompanhasse
comigo Marcos capítulo 11 do versículo
12 em diante.
Marcos capítulo 11
diz o seguinte:
"No dia seguinte, quando estavam saindo
de Betânia, Jesus teve fome. Vendo à
distância uma figueira com folhas, foi
ver se encontrar se encontraria nela
algum fruto. Aproximando-se dela, nada
encontrou. a não ser folhas, porque não
era tempo de figos.
Então lhe disse: "Ninguém mais coma de
seu fruto".
E os seus discípulos ouviram-no dizer
isso. Chegando a Jerusalém, Jesus entrou
no templo e ali começou a expulsar os
que estavam comprando e vendendo.
Derrubou as mesas dos cambistas e as
cadeiras dos que vendiam pombas e não
permitia que ninguém carregasse
mercadorias pelo templo. e os ensinava,
dizendo: "Não está escrito: "A minha
casa será chamada casa de oração para
todos os povos".
Mas vocês fizeram dela um covil de
ladrões.
Os chefes dos sacerdotes e os mestres da
lei ouviram essas palavras e começaram a
procurar uma forma de matá-lo, pois o
temiam, visto que toda a multidão estava
maravilhada com o seu ensino.
Ao cair da tarde, eles saíram da cidade.
De manhã, ao passarem, viram a figueira
seca desde as raízes. Pedro,
lembrando-se, disse a Jesus: "Mestres,
mestre, vê, a figueira que amaldiçoaste
secou". Respondeu Jesus: Tenham fé.
Tenham fé em Deus. Eu lhes asseguro que
se alguém disser a este monte levante-se
e atire-o no mar e não duvidar em seu
coração, mas crer que acontecerá o que
diz, assim lhe será feito. Portanto, eu
lhes digo, tudo o que vocês pedirem em
oração, creiam que já o receberam, e
assim lhes sucederá.
E quando estiverem orando, se tiverem
alguma coisa contra alguém, perdoe-no,
para que também o Pai Celestial lhes
perdoe, lhes perdoe os seus pecados. Mas
se vocês não perdoarem, também o seu Pai
que está nos céus não perdoará os seus
pecados.
Como a gente já apresentou, o templo era
um gigante do Antigo Testamento.
O templo era uma coisa que aparecia em
praticamente todas as profecias do
Antigo Testamento, aparecia em
praticamente todos os escritos do Antigo
Testamento a partir do momento da sua
construção, da sua conclusão, como a
gente encontra em Primeira Reis, a
dedicação do templo a partir do ato de
Salomão de consagração daquele templo
junto com o povo de Israel. E era uma
fonte de compreensão para os judeus. de
todos os eventos que aconteceram com
ele, com eles no exílio, para tudo
aquilo que aconteceu depois do retorno
do exílio da Babilônia, para tudo aquilo
que estava acontecendo durante certa
forma o exílio promovido por Roma.
Porque o povo não estava exilado da sua
terra. O povo estava na terra onde Davi
foi rei, onde Salomão reinou, onde todas
as promessas a respeito de Jerusalém, a
respeito do monte Sião, foram proferidas
ou a respeito da qual essas profecias
estavam falando. Era a respeito dessa
localidade, desse lugar. Eles estavam
ali, mas eles não tinham domínio sobre o
próprio destino do povo de Israel. Eles
não sabiam o que iria acontecer com o
povo. Por quê? Porque Roma dominava
sobre o povo judeu no primeiro século.
O templo era esse lugar muito importante
para eles compreenderem tudo que estava
acontecendo, mas porque existiam três
coisas que aconteciam ou três coisas que
davam significado para o povo de Israel
que não poderia ser esquecido por nenhum
judeu, que talvez nem era meditação
deles em boa parte do templo,
simplesmente porque isso definia a
pessoa que eles eram. Quais eram essas
três coisas? Primeiro, o templo de
Jerusalém não era simplesmente o centro
de Israel.
O templo de Jerusalém era muito mais do
que isso. Por quê? Era ali o único lugar
no universo no qual céus e terra
convergiam.
A convicção do judeu é que no Santo dos
Santos a glória de Deus habitava da
mesma forma que habitava a glória de
Deus nos altos céus, no lugar onde fato
estava o trono de Deus. A interpretação
dos judeus é que a arca da aliança
originalmente quando o templo foi
construído e quando a arca foi ali
colocada era o estrado dos pés de Deus.
Então, santos dos santos conservava esse
papel de ser o ponto de unificação entre
céus e terra, um único lugar no mundo
todo, no universo inteiro, em toda a
criação em que Deus estava presente,
conectando o lugar onde ele habitava com
toda a sua glória, os céus, e a terra,
que era o lugar onde a humanidade
habitava, havia sido criada e se
relacionava com esse Deus. Esse Deus
está presente no meio de nós e por isso
esse é o lugar mais santo de todo o
universo. Não só isso, mas esse era o
lugar de onde Deus controlava o mundo
todo. Se o mundo continuava sendo
criação divina, se o mundo estava cativo
às potestades e aos poderes, mas
continuava sendo criação e propriedade
de Deus. Se Deus continuava exercendo a
sua soberania sobre todas as coisas, ele
fazia isso a partir de um lugar. E que
lugar era esse? O templo de Jerusalém. A
partir do Santo dos Santos, que Deus
colocava em prática o governo que ele
exercia sobre toda a criação. Então,
voltando paraa nossa declaração inicial,
o templo não era o centro de Israel, não
era o centro
do lugar onde o povo judeu habitava.
O templo era o centro do mundo todo.
Destruir o templo na cabeça de um judeu,
tanto do primeiro século quanto o judeu,
que viu essa construção inicialmente
sendo feita e consagrada por Davi e
depois concluída por Salomão.
Ver esse lugar sendo destruído era como
se fosse ver o ponto no qual estava
apoiado o cosmos o mundo inteiro, sendo
abalado. O mundo estava sem o
fundamento. Por isso que o templo era
visto como o ponto central de toda a
criação. A segunda coisa é que o templo
era o local onde os sacrifícios eram
feitos. E os sacrifícios tinham um papel
muito importante e muitos significados
dentro desse mesmo sistema sacrificial
que a gente encontra descrito em
Levítico como um todo, mas em especial
em Levítico, capítulo 1 a 7. Nesses sete
primeiros capítulos do livro de
Levítico, a gente encontra os tipos de
sacrifício que deveriam ser oferecidos
no templo. Primeiro, no povo que fazia
esses sacrifícios no deserto, ou seja,
no altar que era construindo junto ao
tabernáculo e depois no altar que era
construído também dentro da ah das
instalações do templo como parte daquilo
que Deus havia exigido ao povo de
Israel. Esses sacrifícios, ele tinha a
função de promover comunhão, ele tinha a
função de promover perdão dos pecados e
purificação das impurezas. A gente
muitas vezes pensa apenas no sacrifício
animal como sendo uma parte muito
importante do sistema sacrificial, que
tinha essa função de fato de trazer
perdão dos pecados. Mas nem sempre a
gente percebe que existem vários tipos
de sacrifício e a relação do povo com
Deus era mediada por esse sacrifícios.
Então tinha muito mais coisa na relação
entre o povo de Israel e Deus do que
apenas a purificação dos pecados ou a
purificação das impurezas. Existiam
muitos sacrifícios que celebravam a
presença de Deus. Alguns sacrifícios
eles eram queimados e ninguém poderia
comer porque isso era interpretado como
espécie de alimento que era dado a Deus,
não como uma necessidade divina, mas
como uma apresentação dos frutos que
Israel dedica a Deus. E existiam outros
sacrifícios que o povo poderia
participar e comer com a como parte
daquele rito que deveria ser realizado,
porque era uma espécie de refeição e de
celebração de paz e comunhão que o povo
estava estabelecendo com Deus por meio
do sacrifício. Então, o sistema
sacrificial que acontecia no templo
também tinha a função de manutenção da
relação entre o povo e Deus, trazendo
novamente comunhão, purificação e perdão
de pecados.
Só que dentro dessa função central que
os sacrifícios tinham, havia um alerta
da parte de Deus para o povo de Israel
que eles jamais deveriam esquecer. E
isso acontece logo que o templo é
construído em Jerusalém, concluído ah
pelo rei Salomão. E esse alerta para o
povo de Israel é o que a gente encontra
em Primeira Reis, capítulo 9, versículo
1 até o 9. Quando Salomão acabou de
construir o templo do Senhor, o palácio
real e tudo mais que desejara construir,
o Senhor lhe apareceu pela segunda vez,
como lhe havia aparecido em Gibeon. O
Senhor lhe disse: "Ouvi a oração e a
súplica que você fez diante de mim.
Consagrei este templo que você construiu
para nele, para que nele habite o meu
nome para sempre. Os meus olhos e o meu
coração estarão sempre nele. E se você
andar segundo a minha vontade, com
integridade de coração e com retidão,
como fez o seu pai Davi, se fizer tudo
que eu lhe ordeno, obedecendo aos meus
decretos e as minhas ordenanças,
firmarei para sempre sobre Israel o seu
trono, conforme prometi a Davi, seu pai,
quando lhe disse: "Nunca lhe faltará
descendente para governar Israel.
Atenção para o versículo 6. Mas se você
filhos se afastarem de mim e não
obedecerem aos mandamentos e aos
decretos que lhes dei, e prestarem culto
a outros deuses e adorá-los,
desarraigarei Israel da terra que lhes
dei, e lançarei para longe da minha
presença este templo que consagrei ao
meu nome. Israel se tornará então objeto
de zombaria entre todos os povos. E
embora este templo seja agora imponente,
todos os que passarem por ele ficarão
espantados e perguntarão: "Por que o
Senhor fez uma coisa dessas a esta terra
e a este templo?" Versículo 9. E a
resposta será: Porque abandonaram o
Senhor, o seu Deus, que tirou os seus
antepassados do Egito, e se apegaram a
outros deuses, adorandoosse e
prestando-lhes culto. Por isso, o Senhor
trouxe sobre eles toda esta desgraça.
Então, o alerta que Deus faz para Israel
é: "Esse templo hoje é consagrado e eu
sempre colocarei os meus olhos sobre
esse templo.
Mas se vocês, como povo persistirem em
pecar, adorar outros deuses, oferecer
sacrifício a outras divindades, eu
afastarei vocês e o templo da minha
presença. Vocês irão para o exílio e
esse templo será destruído. Isso foi um
alerta que Deus fez no ato de
consagração do templo de Jerusalém.
Logo, o problema relacionado ao templo
era o problema relacionado ao pecado.
Resolver o problema do exílio para o
qual o povo de fato foi enviado anos e
gerações depois era resolver o problema
do pecado que o povo havia
persistentemente cometido contra Deus.
A gente então percebe o valor do templo
como o ponto onde céus e terra
convergem, o ponto onde os sacrifícios
deveria ser oferecido e um ponto muito
menos compreendido ou pelo menos
estudado na maior parte dos momentos em
que a gente tenta compreender a relação
de Jesus com o templo, é o fato de que o
templo
era tanto um símbolo político como era
um símbolo religioso. Por quê? O
governante que construía o templo, ele
era legitimado
pela construção do templo de Jerusalém.
A gente vê que o sentido geral que os
judeus compreendiam que os governantes
que passaram pelo povo judeu em vários
contextos e em várias gerações, era que
aquele que construía o templo era
legitimado como tendo a presença de Deus
ao seu lado para ter construído e aquele
templo permanecer de pé como um
aprovação de Deus para aquele
governante. Assim foi com o reinado de
Salomão. O templo não é uma construção
importante do reinado de Salomão. é um
aspecto central da prosperidade e
daquilo que acontece com o povo de
Israel durante o reinado de Salomão. Por
quê? Porque Deus estava habitando no
Santo dos Santos, no templo em
Jerusalém, no monte Sião. Da mesma
forma, a gente encontra a compreensão do
povo judeu quando esse templo, depois de
ter sido destruído e o povo ter
retornado do exílio, a reconstrução do
templo. É uma forma de dizer que
novamente o povo estava numa relação de
obediência e fidelidade com que Deus
havia exigido e consequentemente
com a presença de Deus no meio do seu
povo. Assim também acontece com a
revolta dos Macabeus. Quando eles
purificam o templo, isso dá novamente um
senso de autonomia para o povo de
Israel, de que eles estão sendo fiéis à
vontade de Deus na realização dos
sacrifícios, na construção do templo e
que Deus estaria ao lado do povo, porque
o o templo havia sido purificado pelos
Macabeus depois da revolta que a gente
vê a aproximadamente 160 anos antes de
Cristo. E também no período de Herodes.
Herodes tem toda a necessidade e vê a
urgência de promover uma grande reforma
no templo em Jerusalém. As imagens que
geralmente a gente tem do templo, no
período de Jesus, é justamente esse
templo que foi reformado por Herodes, o
grande, porque Herodes sabia que para o
povo judeu, e ele era em parte judeu,
não completamente judeu,
a interpretação do povo é o rei que
constrói o templo, é o rei que é
legitimado pelo templo, é o rei que tem
ao seu lado a presença do próprio Deus.
Ainda que isso não fosse de maneira
nenhuma aceita por todos os judeus, essa
convicção e esse significado político do
templo desempenhava um papel muito
importante na política
de Israel, tanto no período da
construção do primeiro templo, quanto do
segundo templo, quanto do templo que é
reformado por Herodes. E por isso a
gente precisa entender que aquilo que
Jesus fala e faz no templo, aquilo que
ele ensina a respeito do templo e aquilo
que a gente leu, que ele fez no templo
de Jerusalém, tem uma profunda
conotação, tem grande significado para a
política do povo judeu. Novamente, o
templo é tanto um símbolo político
quanto é um símbolo religioso. Essa
distinção não existia para o judeu do
primeiro século.
No meio de todos esses significados, é
justamente acontece a ação de Jesus que
a gente leu em Marcos capítulo 11. É no
meio desse emaranhado de sentidos e
significados do templo como o lugar em
que Deus habita, em que o cosmos todo
está apoiado e dependente. O lugar onde
o sacrifício é realizado como uma forma
de manutenção da relação do povo com
Deus, como uma forma de garantia de que
Deus estaria continuamente no meio do
povo de Israel. O templo como sendo esse
centro político que legitima o poder do
governante. Tudo isso está de alguma
forma sendo confrontado por Jesus na
ação que ele realiza no templo. Duas
coisas são fundamentais no ministério de
Jesus e que a gente precisa trazer a
memória no momento em que a gente tenta
compreender Marcos capítulo 11. A
primeira é Jesus pregava e falava como
quem acreditava que ele estava
promovendo o verdadeiro retorno do
exílio, que havia sido em primeiro lugar
determinado por Deus por conta do pecado
de Israel. O exílio nunca havia acabado
de fato, porque o problema do pecado
nunca havia sido de fato resolvido,
tratado. A doença não estava curada.
Por isso Jesus no seu ministério
acredita que ele é quem está promovendo
o verdadeiro retorno do exílio. Em
segundo lugar, Jesus acredita que nele
as profecias a respeito do retorno de
Yahvé para o meio de Israel se
cumpriram. Jesus acreditava que ele era
em pessoa aquele que estava trazendo
Yahvé novamente para Sião. Várias
profecias olhavam para esse momento.
Várias profecias esperavam por esse
tempo em que Yahé estaria novamente com
poder, habitando no monte Sião e
trazendo a realização todas as promessas
que ele revelou e manifestou por meio
dos profetas de Israel. Então Jesus
acredita que essas duas coisas acontecem
ao mesmo tempo e acontecem na própria
pessoa de Jesus. Isso tem tudo a ver com
o templo. Por quê? Se Deus vai retornar,
onde é que Deus vai habitar? É óbvio que
é no templo. No momento em que Yahvé
retornar para o meio do povo de Israel,
será o momento em que o templo será
novamente habitado pela presença
gloriosa no Santo dos Santos. Em segundo
lugar, se Deus vai voltar, então o
templo de Herodes não pode permanecer.
Se Yahé vai retornar para habitar no
meio do templo, certamente não será no
templo que Herodes, apesar de não ter
construído, reformou e que era
interpretado como símbolo da legitimação
do poder de Herodes, um rei que não
tinha direitos sobre o povo de Israel.
Então, se Yahé retornou, o templo que
Herodes reformou estava sob o julgamento
do próprio Deus. Isso nos permite
entender com muito mais clareza a ação
de Jesus no templo. Jesus ele ofereceu
em seu ministério uma forma
completamente nova e uma forma
completamente subversiva de ser Israel.
Isso não começa quando Jesus chega em
Jerusalém. Isso não fica evidente apenas
na ação de Jesus no templo. Isso está
muito presente naquilo que ele faz no
seu ministério, aquilo que ele ensina no
seu ministério na Galileia.
Mas isso parece chegar a um clímax. Isso
parece se tornar uma mensagem que não é
apenas implícita, mas explícita.
Justamente nesse ato que Jesus realiza
no templo de Jerusalém. Jesus está
apresentando uma forma nova e subversiva
de ser Israel. Ele não está negando a
história de Israel. Ele não está negando
a legitimidade do povo de Israel como um
povo que foi chamado por Deus para
trazer esperança para as nações. Mas ele
está confrontando e apresentando uma
forma completamente diferente de ser
esse povo que é fiel à vontade revelada
de Yahvé.
E isso tem tudo a ver com o templo,
porque a consequência é que tudo o que
acontecia no templo, nessa nova forma e
subversiva forma de ser Israel, passa a
acontecer em Jesus.
Tudo isso que a gente viu, que é de
significado, de ato,
de segurança que existia
para o povo de Israel no templo de
Jerusalém, passa a acontecer no corpo,
na pessoa e no significado de tudo
aquilo que Jesus fez.
Jesus está concentrando em si tudo
aquilo que era prerrogativa, tudo aquilo
que havia sido determinado por Deus, que
deveria acontecer no templo, ser
compreendido a partir do templo, o poder
que estava residindo no Santo dos Santos
do templo de Jerusalém. Jesus concentra
em si tudo aquilo que antes era a função
do templo. E Jesus realiza no templo
aquilo que é uma ação parabólica de
juízo. A gente tá acostumado a entender
o que que é parábola por meio das
histórias e das ilustrações que Jesus
conta nos Evangelhos. E essas parábolas
eram uma forma de Jesus revelar algum
aspecto do reino que não poderia ser
melhor ilustrada que não fosse por meio
de uma história. Ninguém ouve essas
parábolas e espera que essas parábolas
reflitam algo que de fato aconteceu.
Esse não é o ponto da parábola. O ponto
da parábola é o que é que essa história,
o que é que essa ilustração nos revela a
respeito do reino de Deus. O reino de
Deus é como o fermento. O reino de Deus
é como uma pequena semente menor do que
o grão de mostarda ou como um grão de
mostarda. O reino de Deus é como um
tesouro enterrado no campo. Jesus está
contando histórias para revelar o reino.
Mas nem sempre a parábola é apenas uma
história. Existem ações que são
ilustrações de como esse reino deveria
ser implementado e de como esse reino
deveria ser manifestado para todos os
povos. Existem ações concretas que
simbolizam essas coisas. Por isso que
existem tantos, tanto nos profetas de
Israel, a gente encontra isso em Isaías,
a gente encontra ações parabólicas em
Jeremias e também em Ezequiel.
Ah, existem ações parabólicas no
ministério de Jesus que nos revelam
aquilo que é o reino que não poderia ser
feito de outra forma, de outra forma que
não pelo símbolo de uma ação. Por isso,
aquilo que Jesus está fazendo no templo
é uma ação parabólica de juízo.
Muitas vezes, quando a gente olha pra
explicação do sentido e significado do
que Jesus fez ali, a explicação está
relacionada com a denúncia e com a
reprovação que Jesus está realizando
sobre o sistema sacrificial, que se
tornou uma forma de exploração econômica
para o povo judeu. O sujeito saía lá da
Galileia, vendia o seu animal perto de
casa, viajava até o templo de Jerusalém
e quando ele ia comprar um animal ali
para oferecer como sacrifício, fosse ele
rico ou pobre,
ele era explorado por isso. Ele era
cobrado três vezes mais do que o valor
que ele havia vendido esse animal na sua
terra natal, na no lugar de onde ele
veio, até o templo de Jerusalém.
Ainda que existisse essa realidade, e há
documentos que mostram muito claramente
que isso de fato estava acontecendo no
templo de Jerusalém, parece que há um
elemento ainda mais
importante e urgente que Jesus está
denunciando e que Jesus está reprovando.
Ele não só está dizendo que a
casa de oração se tornou um covil de
ladrões, porque o povo estava sendo
explorado, mas porque aqueles ladrões
estavam desviando, estavam de alguma
forma orientando um povo para um ponto
que seria a sua destruição e não a sua
redenção. Além dos ladrões, por assim
dizer, que exploravam o povo na compra e
vendam dos dos animais que acontecia no
templo, existiam muitos judeus que
estavam pregando e que estavam
conquistando grande popularidade no meio
do povo judeu,
com a proposta e a ideia de que o povo
de Israel deveria se rebelar contra
Roma, porque isso seria sinal da sua
fidelidade ao único Deus verdadeiro. E
uma vez que o templo estava de pé,
quando o povo se organizasse, se
rebelasse e fosse para a luta armada
contra Roma, eles conquistariam a
vitória. Seu templo está em Jerusalém e
nós acreditamos que Deus está abençoando
esse templo, ele está abençoando o seu
povo com a sua presença dentro daquele
templo, isso significa que nós devemos
pegar nas espadas da mesma forma que os
macabeus fizeram. Nós devemos pegar nas
armas que estão ao nosso dispor e se
levantar contra o domínio que se
estabelece contra o povo judeu. Nós
devemos lutar contra Roma. E Jesus está
dizendo que esses também são aqueles que
são ladrões e que estão desviando o povo
de perceber a resposta que Deus deu de
perdão e libertação para o povo que
estava diante deles, a própria pessoa de
Jesus. Eles estavam tão cegos com as
suas ideologias que não poderiam ser
classificadas como políticas ou
religiosas. Era era a sua fonte de
esperança. Eles acreditavam que a
fidelidade, a relação com Deus, isso que
que a gente classifica como religião, na
verdade seria alcançado por meio de uma
perspectiva política de libertação
contra Roma, de libertação contra o
cativeiro que eles ainda estavam
submetidos. E Jesus está dizendo: "Não,
a libertação de Deus chegou para vocês.
As suas respostas foram atendidas. O
perdão de Deus é dado para o povo de
Israel que se arrepende e se volta para
Deus, mas isso não virá confrontação
contra Roma." E no momento em que vocês
embarcarem nessa ideia, nessa convicção
de que é nisso que consiste a sua
libertação, vocês irão amargar grande
destruição. A casa que vocês estão
construindo é sobre a areia, não sobre a
rocha. No momento em que vocês se
levantarem contra a Roma dessa forma,
esse templo que é a fonte de segurança,
que é a fonte de identidade, que a fonte
de esperança para vocês, vai virar pó,
vai virar cinza. E aquilo que sempre foi
a resposta de Deus encarnada diante dos
seus próprios olhos, está sendo
rejeitada por vocês. figueira que não
deu fruto e que agora eu estou
amaldiçoando, haverá o tempo em que ela
estará seca e não poderá dar nenhum
fruto, porque ela sofreu as
consequências
do seu ato de recusa, o seu coração
endurecido, os seus ouvidos que se
tamparam para a verdadeira revelação de
Deus. E isso acontece em 66 depois de
Cristo, aproximadamente 30 anos, 30 e
poucos anos depois que Jesus proferiu
essas palavras que a gente vê, esse ato
que ele realiza no templo em Jerusalém,
o povo judeu entra em guerra contra
Roma. Essa revolta dura 4 anos. A cidade
de Jerusalém é destruída no ano 70 e o
templo é destruído no ano 70. E o que é
mais impressionante é que o povo judeu
entrou em um estado de tanta
turbulência, em um estado de de tanta eh
corrosão que os próprios judeus, os
próprios grupos opositores e o povo
estava profundamente dividido, foram tão
cruéis uns contra os outros que quando
Roma invadiu Jerusalém, eles disseram
que ele eles tiveram muito pouco
trabalho para dominar, para destruir
tanto a cidade quanto quanto o templo.
Porque o povo de Deus, o povo judeu,
perdão, já havia destruído a si mesmo.
Jesus está trazendo uma palavra de
condenação que, obviamente, não é
relevante apenas para esse fato. E esse
ato da guerra que acontece
entre 66 e 70. é uma palavra profética
para aquela geração de que se vocês
seguirem por esse caminho, vocês vão
amargar profunda destruição. Mas é uma
palavra que atravessa
todas as gerações a partir daquele
momento histórico, daquele ato que
aconteceu de fato da destruição de
Jerusalém, como sendo uma revelação
sobre a fonte de esperança e de
segurança que eles tinham e que nós
também precisamos responder a respeito
daquilo que nós temos.
Quando Jesus ele realiza essa parábola,
esse ato parabólico de juízo, ele está
anunciando de que se Israel não se
arrependesse, o templo seria mais uma
vez destruído pelos povos pagãos. E o
ponto central dessa passagem pra gente
compreender que de fato é isso que Jesus
está tratando é Marcos capítulo 11
versículo 17. No meio da passagem que a
gente leu, quando Jesus afirma o
seguinte,
Marcos 11, versículo 17, diz assim:
"E os ensinava dizendo: "Não está
escrito: A minha casa será chamada casa
de oração para todos os povos. Mas vocês
fizeram dela um covilio de ladrões."
Essas palavras que Jesus coloca são
citações de dois textos proféticos. O
primeiro texto que Jesus está citando
aqui é Isaías, capítulo 56 versículo 7.
E o segundo texto que ele está citando
logo na sequência é Jeremias, capítulo
7, versículo 11. Mas quando Jesus faz
isso, quando ele está de fato ah citando
esses textos, ele não está pensando uma
expressão e um versículo bíblico de
certa forma para legitimar aquilo que
ele está dizendo. Ele não está dando um
tom sagrado para aquilo que ele queria
dizer. De qualquer forma, para aqueles
judeus, para os sacerdotes que estavam
no templo, para as autoridades que o
estavam ouvindo, o que Jesus está
fazendo é reconstruir todo o contexto em
que essas profecias de Isaías e Jeremias
foram colocadas para dizer: "Tudo aquilo
que esses profetas anunciaram está se
cumprindo mais uma vez naquilo que eu
estou realizando, naquilo que eu estou
ensinando e naquilo que eu estou prestes
a fazer. E não só isso, com muita
tristeza.
E a gente sabe que era um coração triste
que Jesus tinha não apenas irado quando
ele realizou essas coisas, porque Jesus
chora sobre Jerusalém, que mais uma vez
mata e irá matar os profetas que são
enviados para ela para avisar a respeito
do juízo divino. Jesus com esse coração
triste está dizendo que essas coisas que
já aconteceram no passado vão acontecer
mais uma vez no tempo presente. Assim
como Jeremias falou sobre o templo que
seria destruído no passado e foi
destruído após a profecia de Jeremias, o
templo seria destruído agora, porque
Jesus estava retomando essas palavras e
dizendo que mais uma vez o povo estava
embarcando em um navio que estava
destinado a ser um náufrago.
Então, quando Jesus ele está
reconstruindo esse contexto, ele cita
Isaías capítulo 56. Eu vou ler
brevemente essa passagem de Isaías 56,
do versículo 6 a ao 8, que diz o
seguinte: "E os estrangeiros que se
unirem ao Senhor para servi-lo, para
amarem o nome do Senhor e prestar-lhe
culto, todos os que guardarem o sábado,
deixando de profaná-lo, e que se
apegarem à minha aliança, esses eu
trarei ao meu santo monte e lhes e lhes
darei alegria em minha
casa de oração. [roncando] Seus
holocaustos e demais sacrifícios serão
aceitos em meu altar, pois a minha casa
será chamada casa de oração para todos
os povos. Palavra do soberano do Senhor,
daquele que reúne os exilados de Israel.
Reunirei ainda outros aqueles que já
foram reunidos. Essa expressão casa de
oração que Jesus cita em Marcos capítulo
11 versículo 17 está aqui em Isaías.
capítulo 56, tanto no versículo 7 quanto
no versículo 8, mas está dentro de um
contexto em que Deus está apontando para
a reunião de outros povos em torno da
sua casa, do seu templo, para que fosse
constituído um Israel que não era feito
apenas dos judeus, mas também dos
gentios, que reconheceriam que Yahé era
o único Deus. E não apenas esse texto é
relevante, mas também o texto que a
gente encontra
em Jeremias, a capítulo 7 do versículo 3
em diante. Vou pedir para você
acompanhar. Jeremias 7:3 diz assim:
"Assim diz o Senhor dos exércitos, o
Deus de Israel: Corrijam a sua conduta e
as suas ações. Eu os farei habitar neste
lugar. Não confiem nas palavras
enganosas dos que dizem: "Este é o
templo do Senhor". O templo do Senhor. O
templo do Senhor. Mas se vocês realmente
corrigirem a sua conduta e as suas
ações, e se de fato tratarem uns aos
outros com justiça, se não oprimirem o
estrangeiro, o órfão e a viúva, e não
derramarem sangue inocente neste lugar?
E se vocês não seguirem outros deuses
para sua própria ruína, então eu os
farei habitar neste lugar, na terra que
dei aos seus antepassados desde a
antiguidade e para sempre. Mas vejam,
vocês confiam em palavras enganosas e
inúteis.
Vocês pensam que podem roubar e matar,
cometer adultério e jurar falsamente,
queimar incenso a Baal e seguir outros
deuses que vocês não conheceram. e
depois vir e permanecer perante mim
neste templo que leva o meu nome e
dizer: "Estamos seguros, seguros para
continuar com todas essas práticas
repugnantes?
Este templo que leva o meu nome
tornou-se para vocês um covil de
ladrões.
Cuidado, eu mesmo estou vendo isso
declara o Senhor. Portanto, vamos agora
a Siló, o meu lugar de adoração, onde
primeiro fiz uma habitação em honra ao
meu nome. E vejam o que eu lhe fiz por
causa da impiedade de Israel, o meu
povo. Mas agora, visto que vocês fizeram
todas essas coisas, diz o Senhor, apesar
de eu lhes ter falado repetidas vezes e
vocês não me terem dado atenção e de eu
tê-los chamado e vocês não me terem
respondido,
eu farei a este templo que leva o meu
nome, no qual vocês confiam, o lugar de
adoração que dei a vocês e aos seus
antepassados, o mesmo que fiz a Siló.
Expulsarei vocês da minha presença, como
fiz com todos os seus compatriotas, o
povo de Efraim. O que Levítico, perdão,
o que Primeira Reis capítulo 9 tinha
anunciado.
Jeremias está confirmando: "Porque o
povo confiou nas palavras inúteis e nos
enganos voluntários,
o povo será mandado para o exílio e o
templo será destruído." Veja que a
palavra que Jesus cita de Jeremias não é
purificação do templo. O contexto de
Jeremias deixa muito claro que Primeira
Reis capítulo 9 se cumpriria: "O templo
precisava ser destruído. O templo não
precisava ser purificado. O templo
precisava ser destruído porque o templo
havia sido corrompido de uma forma
irrecuperável.
Jesus não está apenas citando um
versículo, ele está recuperando toda a
profecia e todo o contexto para
compreender o que deveria acontecer com
aquele templo. O povo na época de
Jeremias escutava o templo, templo,
templo. Enquanto o templo estiver de pé,
nós teremos segurança. E Jeremias está
dizendo não, porque Deus não quer apenas
do povo que o templo permaneça de pé,
mas quer do povo misericórdia para o
necessitado. O cuidado com o órfão, com
a viúva e com o estrangeiro. Vocês acham
que vocês podem oferecer sacrifícios a
Baal, cometer adultério, mentir e
explorar para o pobre e achar que tudo
permanecerá bem? Eu farei com vocês
aquilo que prometi que faria a vocês no
momento em que vocês se voltassem para
outros deuses e pecassem
persistentemente contra mim. O povo
acreditava que porque o templo estava de
pé na época de Jeremias.
E na época de Jesus, eles tinham
esperança. O templo se tornou um
talismã.
O templo se tornou uma forma de
idolatria.
O templo tem o poder mágico de trazer
segurança, identidade e esperança pela
para aquele povo apenas por ser um
templo, um prédio, mas que Deus estava
dizendo está completamente vazio de
significado, porque está vazio da glória
de Deus. A presença de Deus já não está
mais ali.
O templo havia se tornado um talismã e a
promessa de Deus nunca foi que tudo
permaneceria bem enquanto o templo
estivesse de pé. Jesus declara declara
guerra e declara guerra contra o templo.
Mas não está declarando guerra contra o
templo como o local da habitação de
Deus. Jesus declara guerra contra o
templo que se tornou um talismã. um
objeto mágico, um objeto que pode trazer
segurança em si mesmo para o povo de
Israel. E Jesus simbolizava a chegada do
reino e consequentemente,
simultaneamente a destruição do templo.
Se Jesus acreditava que o reino de Deus
havia chegado porque Yahé havia
retornado para meio para o meio de Sião
para habitar novamente com o povo de
Deus em Jerusalém, no lugar e na terra
santa.
Se Deus estava promovendo o retorno
definitivo do exílio que o povo amargava
há tanto tempo, isso implicava que o
problema do pecado precisava ser
tratado. E se o problema do do pecado
precisava ser tratado, aquele templo, o
templo que estava em Jerusalém, na época
de Jesus, precisava ser destruído. Por
quê? Porque a fonte de segurança e
esperança, tudo aquilo que o povo de
Israel estava habituado há centenas de
anos a enxergar no templo, agora passava
a acontecer no corpo, no sacrifício, na
ressurreição e na pessoa de Jesus.
Por Jesus está em nosso meio? Porque
Yahé habita na pessoa de Jesus. Porque o
Pai se revela no Filho, nós temos
esperança.
Porque Jesus é a glória de Deus
encarnada entre nós. Nós temos
esperança.
Porque eu sei quem Cristo é e aquilo que
ele fez por nós, povo de Israel,
primeiro judeu e agora também o gentil.
Nós podemos ter certeza de quem nós
somos. Nós fomos feitos filhos porque o
filho de Deus se entregou em nosso
favor. Essa é a fonte de nossa
esperança. Essa é a fonte de nossa
segurança. Toda essa discussão não tem
relevância apenas para o povo judeu no
primeiro século. Isso tudo que a gente
tá conversando não tem a ver apenas com
o templo que estava em Jerusalém, que
foi reformado por Herodes, que caiu no
ano 70. Tudo isso não está restrito
aquele momento e aquele lugar, porque
nós hoje, obviamente, temos todas as
nossas próprias formas de idolatria.
De que maneira você consegue ter essa
completa segurança que Jesus está
dizendo que havia de oferta na sua
mensagem, na sua pessoa, no seu
sacrifício para o povo judeu naquele
contexto? De que forma você hoje
consegue ter o seu coração em paz de que
tudo o que você precisa, toda a
identidade que você necessita
pode ser alcançado? Onde é que estão
essas coisas? Para muitas pessoas isso
está em uma tradição religiosa.
Para muitas pessoas isso está quase que
um prédio que a gente continua
acreditando que é um templo. Quando você
vai no domingo, no sábado, em qualquer
outro dia da semana se reunir com o povo
de Deus, você não está indo para o
templo. O templo caiu no ano 70. Não
existe mais templo na forma que existia
no Antigo Testamento e que existia no
período do Novo Testamento.
Para muitas pessoas isso está na
segurança que se encontra no dinheiro.
Para muitas pessoas, esse senso de
identidade, de esperança e de segurança
está no fato de que ele é evangélico.
Ele tem uma religião em particular.
Isso nunca foi a promessa de Deus. Isso
nunca foi a resposta de Deus para todas
as nossas necessidades.
Evangélico em boa medida parece ter se
tornado uma categoria sociológica. É o
que você responde pro IBGE. Deus não
quer saber exatamente qual é a
denominação que você faz parte.
Assim como Deus Yahé revelou para o povo
de Israel que ele não queria
sacrifícios, mas misericórdia,
assim como Jesus está falando que a
esperança daquele povo naquele prédio,
naquele templo em Jerusalém seria a
fonte da sua ruína, assim também Jesus
mais uma vez está clamando, falando em
alta voz na cidade, falando nos pontos
altos dessa cidade como a sabedoria que
clama para aquele que é imprudente.
Escutem a minha voz, coloquem em mim
toda a esperança que vocês possuem, a
fim de que vocês recebam o pão da vida,
a fim de que vocês bebam dessa fonte que
jamais irá cessar e que fluirá do
coração de vocês como fonte de águas
vivas.
Jesus está colocando pra gente um senso
de identidade nele. Não é em um lugar,
não é em uma religião, não é em uma
fonte de segurança externa, senão na
pessoa de Jesus. É isso que define quem
nós somos. É isso que nos dá paz com
Deus. É isso que nos dá tranquilidade de
sermos quem somos, porque somos
aquilo que somos na pessoa de Jesus. Ele
nos deu o poder de sermos chamados
filhos de Deus. Por isso, não transforme
o templo em um talismã. Não transforme
qualquer elemento externo em al uma
força mágica que vai solucionar os seus
problemas. Deposite a sua segurança, a
sua fonte de identidade, a sua esperança
no Senhor Jesus e tenha o seu coração
completamente tomado por essa paz que
excede todo entendimento. Amém.
>> [música]
>> Deus tem nos abençoado de maneira
especial [música] na nossa comunidade
com pessoas dispostas a servir em
diversas áreas em São Paulo, no Brasil e
do mundo. E graças a Deus por tantas
pessoas generosas que têm sentido a
direção de [música] Deus de contribuir
para a obra do Senhor nesses contextos
todos. E olha só que coisa interessante,
a gente percebe, né, que a Bíblia mostra
pra gente que mais bem-aventurado
[música]
é mais feliz doar do que receber. Quando
alguém enxerga a necessidade do reino de
Deus, observa todos os projetos que
[música] levam graça,
perdão, vida, transformação espiritual,
[música]
social, a gente certamente celebra. Isso
é feito com os recursos que são [música]
dados de coração por pessoas movidas
pelo Espírito de Deus. que nós
agradecemos
a sua participação [música]
e solicitamos que você nos envie a sua
oferta, o seu dízimo, a sua [música]
contribuição, o seu investimento no
reino que certamente será feito com
responsabilidade [música]
e com a direção ligado àquilo que
envolve o reino de [música] Deus.
Obrigado, Senhor, por esse momento. Nós
oferecemos isso que está sendo entregue,
encaminhado, doado [música] para a
expansão do reino de Cristo Jesus, nosso
Senhor. Amém. Deus abençoe.
[música]
O próximo domingo,
no dia 5 [música] de abril, será uma
celebração especial de Páscoa, uma
mensagem online especial [música] para o
seu coração e também uma programação
especial
a partir das 16 [música]
horas na IBNU presencial, espaço IBNU,
rua Tianguá 25, pertinho do aeroporto de
Congonhas. Não teremos celebração na
parte da manhã, nem culto, nem às 9, nem
às 11 horas, somente às [música] 4 da
tarde, num momento especial de
celebração com arte teatral e também
muita música [música]
ali falando sobre a mesa da Páscoa. você
meu convidado, esteja conosco neste dia
[música] especial de comemoração da
ressurreição de Jesus.
>> Uma alegria muito grande ter você
conosco na nossa celebração [música]
IBNU. Você cantou, você ouviu uma parte
da palavra do Senhor. Espero [música]
que isso impacte o seu coração, impacte
a sua vida e transforme a forma como
você tem vivido [música] os seus dias.
Mas nós convidamos você a fazer parte da
missão, a divulgar esse conteúdo, a
entregar esse conteúdo para o maior
número de pessoas possível, para
abençoar a vida deles também. Caso você
não tenha feito a inscrição no nosso
[música] canal aqui, se inscreva, ative
o sininho para você receber todas as
notificações e também nos acompanhe nas
nossas redes sociais, Facebook e
Instagram, [música] porque lá nós
postamos vários eventos e várias
atividades que a IBNIL tem desenvolvido.
Deus o abençoe. Semana que vem estamos
aqui de novo.
Junto [canto]
a [música] ti,
teu amor me [canto] envolve.
[música]
Atrai-me
[canto]
para o teu lado [música] estar. Espero
[música]
em ti [canto]
e subo como águia
nas asas do espírito. Contigo voarei
[canto]
no poder do teu amor.
[canto]
[música]
Senhor, eis-me [canto] aqui.
Vem transformar.
>> [canto]
[música]
>> meu ser
no fluir da graça
que encontrei
em ti. [música]
[música]
Senhor, [canto]
descobri
[música]
que as fraquezas que há
em mim
podem ser vencidas
no [canto] poder do teu amor.
[música]
a [canto] ti
meu amor que [música] envolve
atrai
mim [música][canto]
para o teu lado estar.
Espero [canto]
[música]
em ti
e subo como [canto] águia
nas asas do espírito. [música]
Contig voarei
do poder do teu amor. [música][canto]
[música]
Face a face. [canto]
[música]
Quero ver-te, meu
[canto] Senhor,
[música] e conhecer o amor
que a [música] minha vida
em [música] ti.
Louvar [canto]
minha [música] mente em teu
querer. [canto]
Meus [música] dias viverei
[canto]
no poder do teu [música] amor.
[canto]
Junto a ti, Sejunto [música]
a ti,
teu amor meou.
>> [música]
>> ouvir
me achar
[música]
para o teu [canto] lado estar.
[música]
Espero
em ti [música][canto]
e subo como
[música]
nas casas do espírito.
Contigo [música]
do poder do teu amor.
[música]
A ti [canto]
teu amor me envolve
[música]
atra
[música]
mim
para o teu lado [canto] está.
Espero
[música]
em ti
e [música]
como
nas [música] asas do vestido.
Tearei [canto]
no poder do [música] teu amor. Oh.
>> [música]
[música]
>> เฮ
[música]

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