Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

COMO SABER SE VOCÊ É UM LEGALISTA

COMO SABER SE VOCÊ É UM LEGALISTA

COMO SABER SE VOCÊ É UM LEGALISTA

Cristianismo Leve: https://amzn.to/4t9Ids4

Seja membro e mande perguntas para os vídeos – https://www.youtube.com/channel/UCzGwyAyWLB2Si6VDFpq8rjw/join


+ NOSSAS REDES
– Twitter: https://twitter.com/doisdedosdeteo
– Facebook: https://www.facebook.com/doisdedosdeteologia/
– Instagram: https://www.instagram.com/doisdedosdeteologia/

+ PLAYLISTS DO CANAL
– DOIS DEDOS DE TEOLOGIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8Qkipu-tZcL-LBe516QbiUM
– PERGUNTE AO PASTOR: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8RiYOvgtthDIqG_74kNNBOy
– PODCAST: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SdjEdBT40Ij_ZcosEF565H
– POR TEMAS: https://www.youtube.com/user/doisdedosdeteologia/playlists?shelf_id=13&view=50&sort=dd

Legendas automáticas:

Deus odeia o legalismo tanto quanto
odeia o alcoolismo. Vejo 10 milhões de
pessoas a mais no inferno por causa do
legalismo do que por causa do
alcoolismo. O legalismo é uma doença
mais perigosa que o alcoolismo, porque
não se parece com uma. Alcólotras não se
sentem bem-vindos na igreja. Legalistas
adoram ouvir sua moralidade exaltada na
igreja. Deus odeia o legalismo tanto
quanto odeia o alcoolismo. E vejo 10
milhões de pessoas a mais do inferno por
causa do legalismo do que por causa do
alcoolismo. Esta frase que está aqui no
início desse livro não é minha. Ela é
uma frase dita por John Piper durante
uma de suas pregações na sua igreja. E
eu quero contar essa história para você
e começar esse vídeo com essa história,
porque ela é uma das histórias mais
incríveis que eu conheço a respeito da
luta contra o legalismo. Essa história
se dá em 1982,
quando John Piper tinha apenas 2 anos
como pastor da sua igreja, da Bethlehem
Baps Church, lá em Minneápolis. E o que
aconteceu foi o seguinte. Na igreja do
John Piper havia um documento, uma
espécie de regimento interno. Acredito
que ainda há, né? Mas naquela época esse
regimento interno tinha algumas
cláusulas. E entre essas cláusulas que
regia a membresia da igreja, inclusive
proibia os membros de fazer certas
coisas, estava uma cláusula sobre a
bebida alcoólica. E a cláusula dizia o
seguinte: "Nós nos comprometemos a
abster-nos da venda e do uso de bebidas
alcoólicas como bebida." Ou seja, na
igreja do John Piper, o membro era
proibido de consumir qualquer tipo de
bebida alcoólica. O que o John Piper faz
então, preocupado com essa cláusula e
entendendo que ela não é bíblica, que
essa não é uma exigência que a Bíblia
faz sobre os crentes, afinal de contas,
Jesus transformou água em vinho. O vinho
da ceia era uma bebida, né, fermentada e
alcoólica, tanto que as pessoas estavam
tomando em exagero e se embriagando,
segundo Paulo, esse era um dos problemas
da igreja de Corinto. E havia ali,
inclusive textos bíblicos, né, não
havia, né, mas e a gente lembra até de
textos bíblicos que recomendam o uso do
vinho. Enfim, Piper tinha essa
consciência de que a exigência da igreja
não estava em pé de igualdade com a
exigência bíblica. Ou seja, havia uma
cláusula que proibia daquela igreja
aceitar o membro ou considerar alguém
digno de chamar membresia da igreja por
algo que a Bíblia não restringia. E o
Pipe então em 1982 vai ao púlpito pregar
sobre isso. Inclusive, se você tá
achando essa história aqui estranha ou
vai achar, essa pregação está registrada
no site de Ziring God. Lá tem várias
pregações, vários sermões do Piper. E
ela está lá, tá aqui o link. Tuler pode
colocar inclusive aqui o print da tela
para você ler essa pregação inteira se
você quiser. Agora, voltando aqui ao
ponto que eu quero focar, Pipe então vai
ao púlpito e ele discorda e ele prega
para ensinar à igreja que aquela
cláusula não é uma boa cláusula e que
ele gostaria de fazer uma mudança nela.
E é nesse contexto que ele diz essas
frases, que aquela cláusula tinha o seu
que de legalismo, uma proibição imposta
a todos os crentes daquela igreja que
proibia os crentes de algo que a Bíblia
não proíbe. Pior que restringir a
membresia da igreja a algo que a Bíblia
nunca restringiu. Por isso que o Pipe
diz que o legalismo pode ser pior do que
o alcoolismo. Porque o alcoolismo ele já
é identificado como algo ruim na igreja,
mas o legalismo muitas vezes vem
fantasiado ou embalado de santidade e
por isso causa grande destruição. Agora,
algo que chama a minha atenção nessa
história é o próprio John Piper é um
abstêmio por opção pessoal. Ou seja, o
próprio Piper afirma que a melhor opção
para ele é não consumir nenhum tipo de
bebida alcoólica. Inclusive, ele diz que
é isso que ele ensina pros filhos dele.
É isso que ele recomenda pros discípulos
que ele faz, pros alunos dele, abstenção
total de bebida alcoólica. Essa é uma
opinião pessoal do Piper, ou seja, ele
pessoalmente, individualmente, ele
estaria de acordo no sentido da vida
dele, estaria, né, em acordo com aquela
cláusula, mas a sua consciência não
está, porque ele sabe que a Bíblia não
exige isso de todos, mesmo sendo a
posição pessoal dele. Então, está
pregando, né, sobre algo que ele
discorda porque a Bíblia não exige e é
algo que ele vive. E ele podia
aproveitar disso e dizer: "Tá vendo? A
minha opção aqui está na cláusula da
igreja, está registrada como restrinção
para todos. Todos deviam ser iguais a
mim. Ou você não é membro da nossa
igreja. Você não é aceito aqui se você
não seguir essa cláusula que inclusive
eu sigo." Ele podia bater no peito e
dizer isso, mas não. O Piper foi lá e
ele propôs uma mudança. E eu quero te
mostrar a cláusula que o Piper propôs
para colocar no lugar dessa cláusula
legalista. E você vai perceber que essa
cláusula é muito mais abrangente,
profunda e madura do que a cláusula
inicial. A cláusula que o Pipe propôs,
então, foi: "Nós nos comprometemos a
buscar a ajuda de Deus para nos
abstermos de todas as drogas, alimentos,
bebidas e práticas que tragam dano
injustificado ao corpo ou coloquem em
risco a nossa própria fé ou a fé de
outros. Você consegue perceber a
diferença dessas duas cláusulas? Na
primeira, nós temos uma proibição e uma
restrição não bíblica, extremamente
rasa, pontual, que não leva a reflexão
nenhuma. Tá proibido e pronto. Você não
é membro aqui e pronto. Talvez você não
seja nem crente se você vai contra essa
cláusula e pronto. Mas a cláusula do
Piper, ela é mais profunda, ela é
bíblica e ela é bem mais abrangente.
Agora, não são mais só as bebidas, mas
as drogas, os alimentos, bebidas ou
qualquer prática que traga dano para a
igreja ou coloque em risco a nossa fé, a
minha fé e a fé do outro. Agora sim, nós
temos um princípio bíblico, não uma
restrição do não pode pronto, mas se for
causar dano, se for causar dano na nossa
fé, a igreja, aí sim nós vamos refletir
sobre isso. Então nós vamos usar da
nossa liberdade para abrir mão da
própria liberdade que nós temos por amor
à igreja e por amor ao próximo. Isso é
Bíblia, isso é profundidade, isso não é
legalismo, isso, ó, é cristianismo leve
na medida certa, na medida bíblica.
Então, eu amo essa história do John
Piper, porque ele como Abstam foi e
pregou sobre isso. É por isso que eu
coloquei essa frase do Piper aqui na
primeira página do livro para você já
começar cristianismo leve sabendo disso.
Deus odeio o legalismo tanto quanto eu
dei o alcoolismo. E eu vejo 10 milhões
de pessoas a mais do inferno por causa
do legalismo do que por causa do
alcoolismo. É aquilo que eu venho
dizendo já há um bom tempo nas minhas
redes sociais, nas pregações, nesse
livro, de que existe um grande perigo no
legalismo das nossas igrejas, porque ele
não se parece um perigo, ele se parece
uma solução. Para muita gente, o
legalismo é algo bonito e muitos
evangélicos brasileiros vivem tanto numa
cultura legalista que eles nem sabem
mais perceber que aquilo é legalismo,
que eles nem sabem mais perceber que
aquilo tá destruindo a igreja em vez de
edificando a igreja, que aquilo tá
oprimindo, sobrecarregando a alma deles,
em vez de trazendo paz, liberdade,
evangelho. Nós temos vivido numa cultura
que está muito presa ao legalismo e acha
que isso é bom, esqueceu que isso é
pecado. Eu tenho usado muito uma
pergunta que vem de uma frase que eu
costumo ouvir, eu costumava ouvir, que é
a seguinte: "Eu vou fazer essa pergunta
para você. É melhor errar pelo excesso
de zelo ou pela falta de zelo?" O que
você escolheria? Sabe qual é a resposta
certa? Eu sei que aqui tem uma
pegadinha, uma caça de banana. O melhor
é não errar. O melhor é ser bíblico,
porque a falta de zelo é pecaminosa. A
gente chamaria isso de libertinagem, mas
o excesso de zelo também é pecaminoso.
Nós chamamos isso de legalismo. Ou seja,
você quer ser mais zeloso do que Deus.
Você acha que você consegue ser mais
zeloso do que Deus? No fundo, no fundo,
todo legalista quer fazer o trabalho que
ele acha que Deus não está fazendo
direito. Todo legalista quer criar um
padrão moral melhor que o padrão moral
que o próprio Deus criou nas Escrituras.
E quando isso começa a percorrer a
igreja, os membros, a liderança, quando
nós estamos cegos para esse pecado e
para esse grande problema, nós começamos
a cultivar culturas legalistas nas
nossas igrejas. E eu quero ir aqui a um
dos capítulos desse livro e tentar
descrever para você como essas culturas
se parecem. E depois a gente vai fazer
um teste de legalismo para ver o quão
legalista você é ou quão perigoso está
sendo o seu caminho para o legalismo.
Então esse vídeo aqui é um teste pras
nossas culturas e é um teste para nós
mesmos. Aqui no capítulo dois do livro
chamado Legalismo estrutural, quando o
fardo se torna cultural, eu trato sobre
esse problema do legalismo se tornar a
cultura vigente de uma igreja. Está tão
enraizado que faz começa a fazer parte
daquilo que a igreja é e de todas as
atividades e maneira de pensar de uma
igreja. Eu escrevi o seguinte: "A
cultura legalista é um dos piores tipos
de doença de que uma igreja pode
sofrer." E aqui defino cultura legalista
como aquela em cujos ensino, liturgia,
relacionamentos, costumes e engajamento
cultural. Está encruçado o legalismo. Ou
seja, nessas áreas aqui que eu resumi,
as áreas mais importantes da igreja,
ensino, liturgia, relacionamentos,
costumes e engajamento cultural, o
legalismo está permeando todas essas
coisas. está definindo muito dessas
coisas. A cultura legalista constrói
regras não bíblicas para dirigir essas
esferas da igreja e julgará como dignos
de pertencer a essa comunidade apenas o
que se submeterem a tais normas. Então,
quando o legalismo está incrustado
nessas esferas aqui da igreja que eu
citei, nós temos o desenvolvimento de
uma cultura legalista. Portanto, é muito
importante nós olharmos e fazermos essa
avaliação o tempo todo do nosso ensino,
da nossa liturgia, ou seja, da maneira
como nós cultuamos, a nossa forma de
culto, nossa ordem de culto, como nós
nos relacionamos entre os irmãos, os
costumes da igreja, a moral da igreja e
como ela se engaja culturalmente, como
ela lida com a cultura e com os vários
elementos da cultura. Nós precisamos
começar a perceber se nós estamos sendo
bíblicos ou se nós estamos escolhendo
outros padrões não bíblicos e chamando
de bíblicos, inclusindo julgando os
outros a partir de padrões que Deus
nunca nos deu para julgar ninguém. Sim,
a igreja tem as suas normas, a igreja
tem as suas formas de culto, a igreja
tem a sua forma de ensino, a igreja tem
o seu conteúdo, a igreja tem um padrão,
ele tá nas escrituras. É a isso que nós
devemos nos manter fiéis. Eu relacionei
aqui algumas alguns danos da cultura
legalista, danos barra marcas de uma
cultura legalista pra gente ir avaliando
os nossos ambientes eclesiásticos. Mas
não só eles, para nós nos avaliarmos. E
daqui a pouco tem o teste para você se
avaliar como legalista, porque culturas
são formadas por pessoas e não só
líderes, não só pastores. Deixa eu dizer
isso para você aqui antes de entrar
nesses pontos. A culpa de uma igreja ter
em algum nível atividades legalistas,
pensamentos legalistas, não é só do
pastor, porque mesmo que ele tem a sua
culpa, o pastor é um produto da sua
própria igreja. Muitas vezes ele é um
membro da igreja que fez seminário e se
tornou pastor da igreja. Ou ele foi um
pastor chamado de fora e contratado a
gosto da própria igreja, selecionado
pela própria igreja. E muitas vezes,
gente, o pastor é influenciado pela sua
própria igreja, pressionado pela sua
própria igreja. Então, uma cultura, ela
é formada por todos, pastores e ovelhas,
líderes liderados. Nós temos que ter
muito cuidado com isso, tá? Mas vamos
lá, alguns danos e marcas aqui de uma
cultura legalista. Primeiro, o legalismo
ele leva à transgressão da lei. Por que
eu tô dizendo isso? Porque ele já é uma
transgressão da lei e ele pode levar a
mais transgressões da lei. Mateus, por
exemplo, capítulo 15, verso 3, Jesus
responde aos os homens ali que estavam
tentando argumentar com ele, alguns
fariseus, perguntando por que os
discípulos de Jesus transgrediam a
tradição dos anciãos de não lavar as
mãos, né, e tal. E Jesus diz: "Por que
vocês, com as suas tradições desobedecem
ao mandamento de Deus? Pois Deus
ordenou: "Honre seu pai e sua mãe e quem
insultar o seu pai ou a sua mãe será
executado". Em vez disso, vocês ensinam
que se alguém disser a seu pai: "Sinto
muito, mas não posso ajudá-lo, jurei
entregar como oferta a Deus aquilo que
eu teria dado a vocês, não precisará
mais honrar os seus pais. Com isso,
vocês anulam a palavra de Deus em favor
da sua própria tradição. O que tava
acontecendo aqui nesse texto em Mateus
15 é que os judeus tinham uma tradição
de poder oferecer aquele valor que eles
ajudariam os pais e ou honrariam os
pais, né? Eles dedicariam agora a Deus.
Uma tradição que é meramente humana.
Jesus está dizendo: "Com uma tradição de
vocês, vocês anulam a lei de Deus. Com
uma lei humana vocês transgridem a lei
de Deus. lei que vocês criaram. Então,
muitas das leis que nós criamos podem
ser usadas para transgredir a própria
lei de Deus. Isso é muito perigoso.
Jesus estava dizendo que esses fariseus
estão fazendo exatamente isso. O
legalismo, ele é pecado e ele pode levar
a mais pecado. Inclusive, enquanto você
tá achando que tá cumprindo a lei de
Deus, você pode estar transgredindo a
lei de Deus por causa do legalismo. Uma
segunda consequência, um segundo dano ou
uma marca do legalismo é que o legalismo
ele fecha a porta do evangelho. Isso
aqui talvez seja a marca e o dano mais
óbvio possível, né? Mateus 23 fala sobre
isso. Jesus está acusando aqueles
fariseus literalmente de fechar o reino
dos céus para os homens e para eles
próprios. E aqui, gente, nós a gente
pode usar no sentido figurado e no
sentido até literal. Quanto mais
legalismo você prega, quanto mais
salvação pelas obras, ou quanto mais
padrões de julgamento não bíblicos você
coloca sobre o povo, mais você afasta o
povo do evangelho, porque o povo vai
começar a pensar que eles têm mérito na
salvação e que a salvação é por meio
daqueles padrões que eles estão vivendo.
Ou se eles estão obedecendo a você ou
aquele padrão A ou B, aqueles pontos ali
focais do padrão A ou B, eles estão bem
com Deus, eles estão salvos, é porque
eles não fazem isso, é porque eles fazem
aquilo. Isso distancia o povo do
evangelho. Paulo disse isso aos Gálatas.
Se um anjo pregar isso, seja natáema.
Não confie. Isso é um outro evangelho, é
uma outra mensagem. Aliás, nem boa nova
é uma má notícia para você. Se depende
de você, é uma péssima notícia para
você. Então, o legalismo afasta as
pessoas de Jesus. E eu coloco aqui que
ele faz isso de três maneiras. Ou seja,
a primeira é você confiar numa lista de
faça ou não faça, como se aquilo ali
fosse a tua redenção. A segunda é quando
a cultura legalista fecha a porta do
evangelho, meio que literalmente, você
não deixa pessoas diferentes entrarem na
igreja. Você não deixa pessoas
diferentes de você, do seu padrão,
daquilo que você acha que deve ser o
modo de viver. Você não deixa essas
pessoas achegarem até a igreja, você
passa a julgá-las demais, a atacá-las
demais, a odiá-las demais, a fechar a
porta da igreja. A o cara que vai de
Bermuda na igreja é mal recebida,
homossexual. Então, se ele for de algum,
tiver algum três jeito, algum jeito, for
com uma roupa diferente, nem entrar na
igreja, ele pode, talvez nem participar
do culto, ele pode. Se um jovem usar um
brinco, você tem que mandar ele tirar
para participar do culto, alguma coisa,
você vai fechando as portas do
evangelho. Você vai fechando as portas
do evangelho pra gente que nem conheceu
Jesus ainda, que você já quer que aquela
pessoa viva segundo o seu padrão, né?
Nem o padrão bíblico, é o seu padrão.
Então, isso é muito perigoso. A gente a
gente expulsa as pessoas da igreja sem
dar as chances muitas vezes delas
ouvirem o próprio evangelho para
transformar a vida delas. E a terceira
maneira é quando o legalismo esfria o
impulso missionário da igreja. Isso
acontece demais, gente. Isso acontece
demais. O legalismo, ele esfria o
impulso missionário. Você tá tão
preocupado com uso e costumes, com impor
os teus padrões bíblicos e você acha que
fazer discípulos é isso, é pegar os teus
padrões morais e impor sobre as pessoas.
E quando elas estiverem vivendo igual a
você, aí você fez discípulos e não tem
nada a ver com o ídio de Jesus, isso
daqui, mas você acha que é, você esquece
do verdadeiro? Você esquece de pregar o
evangelho a toda criatura. A grande
comissão do legalista é assim: "Ide e
pregai o evangelho a toda pessoa
parecida contigo." Mas o nosso vídeo é
ide por todo mundo, pregar o evangelho a
todas as pessoas, a toda criatura, não
só as criaturas que parecem com você,
que são iguais a você. Uma terceira
característica desse legalismo, dessa
cultura legalista, é que essa cultura
atrapalha o crescimento espiritual.
Colossenses 2 verso 20, ali entre 20 e
30 mais ou menos, disse: "Olha, vocês
morreram como Cristo Paulo diz e ele os
libertou dos princípios espirituais
deste mundo. Então, por que continuar a
seguir as regras deste mundo que dizem:
"Não mexa, não toque, não prove. Essas
regras não passam de ensinamentos
humanos sobre coisas que se deterioram
com o uso. Podem até parecer sábias,
pois exigem devoção, abnegação,
disciplina, mas em nada contribuem para
vencer os desejos da natureza
pecaminosa. Tem muita regra por aí, tem
muito faça ou não faça, tem muito
padrãozinho que a gente inventa que não
é bíblico e que não serve de nada pro
crescimento espiritual, não serve de
nada na luta contra o pecado. Tem alguns
que servem, é verdade. E eles são bons
se você entender que são bons para você
e que você não pode impor sobre todos.
Várias cercas que a gente levanta, mas
tem muitos aí que são inúteis. Paulo tá
dizendo aqui, olha, tem aí umas regras
deste mundo que vocês estão seguindo que
Deus deu liberdade para vocês fazerem e
vocês estão deixando de fazer, se
enganando com esse tipo de mensagem e
tratando isso como algo importante
quando isso aí é inutilidade. Então,
muita igreja não cresce espiritualmente
porque não gasta tempo discipulando, na
verdade, não gasta tempo aconselhando,
não gasta tempo, né, ensinando a nós
sermos sábios, não gasta tempo ensinando
como se relacionar com a cultura, porque
tudo é uma questão de proíbe, não deixa,
não faz. Coloca uma cláusula no
regimento que crente aqui não pode fazer
isso, quando nós deveríamos estar, né,
ensinando as pessoas melhor sobre a vida
cristã. Ah, muito ligado a isso,
legalismo incentiva a preguiça
ministerial. Isso é verdade, gente. O
que é mais fácil quando um jovem chega
até mim e eu recebo uma indagação dele
do tipo: "Pastor, eu poderia ir a esse
show de música? Pastor, eu poderia fazer
isso com os meus amigos? Pastor, o que o
senhor acha? Como a igreja deveria
interagir com esse tipo de cultura, com
esse pensamento político? O que seria
mais fácil eu dizer como: "Pastor, você
não deve se merecer com isso aí, não. Tá
proibido, não faça isso daí, não. Não vá
para isso, não faça isso, não, não fale
sobre isso, não se misture com esse tipo
de cultura. Não, não, não, não, não, não
tá proibido, senão você vai ser
disciplinado, vai ser expulso da igreja.
Ou eu parar, sentar, discipular, ensinar
na palavra de Deus como ele se relaciona
com essas coisas que não são pecaminosas
e como ele pode fazer diferença no meio
dessas coisas onde existe liberdade. Dá
muito mais trabalho essa segunda opção.
O legalismo, ele é fruto e ele incentiva
uma preguiça ministerial. Muitos
pastores não querem perder tempo
ensinando. Portanto, proibir é a maneira
mais rápida e fácil de resolver a
situação. Muitos líderes também. O
legalismo, eu continuo escrevendo aqui,
ele causa divisão. O legalismo atrapalha
o desenvolvimento intelectual da igreja.
É aquilo que eu disse numa pregação
recente minha sobre esse tema, quando eu
falei que quem nasceu na minha geração,
década de 90, cresceu ali na década de
90, dos anos 2000, até antes disso um
pouco, nós, as crianças e adolescentes
da igreja, o nosso discipulado, o nosso
ensino, as coisas que mais preocupavam
as nossas lideranças, às vezes os nossos
pais, eram aquelas pautas do tem
mensagem subliminar na Disney. Não pode
jogar Pokémon, Harry Potter é do diabo,
você não pode fazer isso, você não pode
isso. Tem o alô diabo na Coca-Cola, o CD
da Xuxa ao contrário, uma mensagem
demoníaco. Você não pode consumir isso.
A Globo é do diabo, a internet agora é
do diabo e não pode isso, não pode
aquilo. A gente foi criado nessa
cultura, gente. E muito do conteúdo pra
nossa idade, pra nossa geração, era
isso. Isso era o auge. E a gente
atrofeou intelectualmente por causa
disso. Nós poderíamos estar sendo
discipulados em coisas muito mais
importantes, muito mais valiosas paraa
nossa vida cristã. E muitas vezes é isso
que acontece até hoje. Igrejas,
lideranças, cristãos que em vez de estar
estudando a Bíblia para saber como se
relacionam com o mundo, estão estudando
a Bíblia para encontrar regras de fácil
não fácil e se submetendo a elas e
deixando a mente e o coração rasos em
Deus. O legalismo, ele também machuca os
corações. Preciso explicar muito sobre
isso. E o legalismo sobrecarrega a alma.
Tem muitos textos bíblicos citados nesse
capítulo. Eu faço inclusive uma
comparação aqui e tiro algumas lições do
filme Fotos nesse capítulo, onde tem
muito sobre legalismo nesse filme. E eu
acho a versão original com Kevin Bacon
muito boa. Gosto também da nova, mas a
antiga toca melhor nesses pontos
religiosos legalistas. Então eu falo
sobre esse filme na versão, na primeira
versão, na versão original. Bom, agora
eu quero encerrar esse vídeo com um
teste. É um teste que também está aqui
no capítulo onde eu defino o legalismo.
No primeiro capítulo, eu gostaria que
você pensasse nesse teste em você em
primeiro lugar, não na sua igreja, não
em nenhum líder, não em nenhum pastor,
não no seu irmão, enfim, se você
pensasse em você. Eu vou pedir pro TER
ir colocando as afirmações desse teste
aqui, sei lá, de alguma forma que ele
que ele pensar aí melhor para você ir
lendo junto comigo e para você ir
mentalmente marcando ou até se você
quiser escrever e marcar, depois você
faz uma nota aí quantos você marcou, né?
Parece aqueles testes de, sei lá,
revista Capricho do Buzz Feed, enfim, é
tipo isso mesmo. Vai fazendo esse teste
aí na sua vida, olhando para si mesmo.
Então aqui na página, deixa eu ver qual
é a página que eu coloco isso, na página
51 eu começo com esse teste. Esse teste
ele é inspirado num livro chamado
Legalismo, num livreto do Lupolo, que eu
acho muito bom. E aí eu fui, né,
parafraseando algumas coisas, algumas
coisas eu citei diretamente dele,
adicionei aqui pelo menos um ponto meu.
E esse teste é o seguinte, eu vou fazer
algumas afirmações e você vai ver se
você é assim, se você é assim em algum
nível e seja sincero. Então, eu escrevi
o seguinte: pense em que afirmações se
aplicam a você e com que frequência se
manifestam em sua vida. Vamos lá. A
primeira para você ir se antenando.
Quando alguém possui opiniões diferentes
das minhas sobre algo que não está claro
nas escrituras, eu as julgo sempre como
erradas imaturas ou não espirituais.
Será que você é assim? Você é assim em
algum nível? Quando alguém possui
opiniões diferentes das minhas em algo
que não está claro na Bíblia, eu logo
julgo como erradas, imaturas e não
espirituais. Você é assim? Vamos pra
segunda. Quando um cristão discorda de
mim em uma questão doutrinária que
permite diferentes interpretações, tenho
dificuldade de manter a comunhão com
ele. E aí, quando avalio o próximo, meu
erro tende mais para o juízo que para a
misericórdia. Essas duas coisas precisam
estar sempre em equilíbrio, juízo e
misericórdia. Mas o perfil legalista,
ele tá sempre mais tendencioso pro
juízo, pro juízo, pro juízo. Falta
misericórdia. Quarto, estabeleço para
mim padrões altos acima mesmo dos
padrões das Escrituras e me incomodo com
outros cristãos que não seguem esses
padrões. Quinto, julgo o comportamento
de alguém como certo ou errado, preto no
branco, sem abrir espaços para áreas
cinzentas ou para analisar cada caso.
Sabe aquela pessoa que mesmo em casos
onde a Bíblia não é muito clara, em
casos que a Bíblia nem trata
diretamente, em casos complexos, em
casos que você precisa analisar o
contexto da da situação da pessoa, essa
pessoa não entende isso. Essa pessoa
assim, ou tá certo ou tá errado, ou é
preto no branco, não tem meu termo, não
tem análise, não tem complexidade, ou tá
certo ou tá errado. Tem muito, tem muita
ocasião que a Bíblia diz que tá certa,
tá errada mesmo e é bem claro, mas tem
muitas também não, que a gente precisa
avaliar, ter uma sabedoria, ver os
princípios bíblicos, mas para essa
pessoa não. Essa pessoa é preto no
branco, não tem, não tem complexidade
nenhuma, sempre tá certo, sempre tá
errado. E ponto final. Creio que o amor
de Deus por mim é maior à medida que
mais lhe obedeço. E não é assim não,
pastor. Não, meu irmão, não é assim. Não
é assim. Se o amor de Deus aumentasse ou
diminuísse de acordo com as nossas obras
de obediência, nós já teríamos perdido
esse amor aí há muito tempo. Mas Romanos
capítulo 8 diz que nada, nada pode nos
afastar do amor de Deus que está em
Cristo Jesus. Não é assim, tá bom?
Cristo e Deus lhe amam
incondicionalmente. Nós nos arrependemos
e cremos e desfrutamos desse amor e
somos guardados nesse amor. A obediência
não é uma obediência por barganhar o
amor de Deus. É uma resposta ao amor de
Deus. É uma honra esse amor, uma
gratidão. Penso sempre em Deus mais como
juiz do que como um pai amoroso. De novo
aqui aquela ideia isso aqui sempre tá em
equilíbrio. Ele é um juiz, mas ao mesmo
tempo ele é um pai amoroso. Mas o
legalista ele só pensa no juiz. No juiz.
Deus é um juiz. Deus é sempre o juiz.
Deus é sempre o carrasco. Para evitar
desobedecer as leis de Deus, acrescento
minhas mini leis. Quando alguém não
segue as mesmas regras em casos
semelhantes, não só tenho dificuldade de
entender como acabo tecendo críticas.
Então é aquela ideia, cara, você tem os
seus pecados, as suas fraquezas e você,
de maneira, eu diria, sábia, nesse
primeiro passo, você eleva algumas
cercas para lhe proteger. Então você
sabe que naquele ambiente ali você vai
pecar, então você não vai mais. você
sabe talvez que ah, sei lá, se eu beber
aqui um pouquinho, eu vou me embriagar,
não vou ter controle, se eu frequentar
esse lugar, se eu tiver acesso à
internet nessa ocasião, você vai fazendo
as suas cercas. Isso é bom, isso é
óbvio, faça isso. Mas cuidado para você
não achar que essas cercas que você
construiu para você devem ser impostas a
todos os crentes como padrão bíblico e
como padrão de julgamento de quem é
crente, quem não é. Aí é que mora o
problema, meu amigo. Aí é que você passa
a ter o perfil legalista. Esse aqui é
bom demais, gente. Esse aqui, esse aqui
fala muito comigo. Esse aqui eu acho que
fala muito com quem estuda teologia,
muito com o meu grupo assim reformado.
Esse aqui nós precisamos ter muito
cuidado. Estou mais preocupado com as
imprecisões teológicas dos outros que
com as minhas próprias tendências
pecaminosas. Tô mais preocupado com as
imprecisões teológicas dos outros do que
com as minhas próprias tendências
pecaminosas. Às vezes você tá procurando
o cisco da teologia do outro que tem uma
trave de pecado no teu olho. Às vezes tu
tá procurando o mosquito teológico do
outro e tem um camelo de pecado na tua
vida e tu tá lá criticando e julgando o
outro. Cuidado. Isso é um perfil
legalista. Costumo dizer as pessoas com
muita convicção e inflexibilidade o que
podem ou devem fazer em áreas que nem
tratadas pela Bíblia são, de maneira
clara ou de maneira direta. E você tá
lá, ó, de maneira inflexível, dizendo:
"Tá errado, tá errado, tá errado.
Cuidado. Costumo ser intolerante e tenho
dificuldade de conviver com cristãos que
já cometeram alguns tipos de pecado que
eu considero horríveis. Isso aqui também
acontece muito, pode acontecer muito. O
cara se arrependeu, o cara se converteu,
o cara tá na igreja, mas você não admite
ele, você não tem comunhão com ele, você
exclui ele ou julga ele, porque no
passado ele cometeu um pecado que você
acha horrível demais. Tem pecados não
são fácil de lidar mesmo. Mas às vezes
nem são esses grandes pecados, são
pecados só que você acha que não deveria
ter cometido. E aí você tem extrema
dificuldade de achar que ele se
converteu por causa de um pecado que ele
cometeu lá atrás. Legalista muitas vezes
ele duvida do poder da graça de Deus.
Você se parece com esse perfil aqui?
Quantas você marcou aqui que apareceram?
Quantas? Quantas você deu check aqui? Dá
uma nota para você aí. Se ela for alta
demais, sei lá, se cada um desses pontos
aqui tiver um ponto, valeu um ponto, né?
Deixa eu ver quanto você tem. 1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11. 11. Já podia ser 10 ou
12, né? Fiz 11. Olha aí. Então, se
chegar perto de 11 pontos, meu irmão,
porque tu tá vacilando no legalismo e
contribuindo para uma cultura de
legalismo na tua vida, na tua casa, na
tua igreja. Muito cuidado com isso.
Cristianismo leve foi um livro escrito
para chamar a nossa atenção para esses
problemas, sabermos identificar uma
pessoa legalista, coração legalista, uma
cultura legalista, os seus danos, né, o
perigo que nós corremos quando isso está
acontecendo conosco. Mas também nos
outros capítulos aqui vem a solução, né?
Por exemplo, o capítulo trê se chama
legalismo derrotado, a mensagem e o
exemplo do herói da leveza. Quem é o
herói da leveza? Jesus Cristo. E aí eu
vou mostrando como Jesus contradiz com
suas falas e ações cada aspecto negativo
da cultura legalista por meio do
ministério dele. A leveza estrutural,
quando o evangelho se torna cultura. Não
mais legalismo. Agora, como a igreja
constrói uma uma cultura no evangelho?
Quais são as marcas e as bênçãos de uma
cultura do evangelho, do real evangelho
de Jesus nas igrejas? E eu tenho esse, e
o quinto capítulo é um capítulo que é
essencial, crucial para mim, que fala
sobre a perigosa ditadura dos mais
fracos. E aí os mais fracos está
arriscado e tem legalistas. Se nós
queremos combater o legalismo, nós
precisamos fazer uma distinção entre o
cristão fraco de Romanos capítulo 14 e
do cristão legalista. Quem são eles?
Como eles se comportam? E como nós
lidamos com os cristãos mais fracos,
mesmos que podem sofrer aquele dano
espiritual que o John Piper falou lá na
sua cláusula que ele propôs para
substituir a cláusula legalista. Como
nós avaliamos tudo isso? Quando é
realmente que nós abrimos mão da nossa
liberdade por amor, por cuidar dos mais
fracos? Ou quando essas coisas são
levantadas apenas por legalistas que
discordam de nós e dizem que estão
escandalizados quando não estão? Esse é
um capítulo que fala sobre isso. Talvez
eu traga, né, esse capítulo aqui em
algum momento, não sei. O capítulo seis
fala sobre pressões conjugais. E eu
tratei desses últimos dois capítulos,
dois temas que são fardos muito pesados,
que são sobrecargas que roubam a leveza
e a medida certa do cristianismo nas
nossas vidas. E um deles são as pressões
conjugais para casar e para ter filhos.
Então, eu tratei sobre a bênção de ser
solteiro, de estar solteiro, falei sobre
a questão dos filhos e como isso deve
ser tratado com leveza e não como peso
no nosso meio, e que isso sim pode se
transformar num tipo de legalismo bem
perigoso. E o último capítulo aqui antes
da palavra final é a guerra cultural, o
fardo de permanecer em suas trincheiras.
Existe um fardo e uma sobrecarga muito
grande também quando nós estamos falando
de política e guerra cultural no nosso
ambiente evangélico. Isso tem se tornado
legalismo em muitos contextos, muitos.
Ah, esse esse é um capítulo
importantíssimo para esse ano em 2026.
Inclusive, esse livro sai em 2025, ele
atrasou, saiu em 2026. E para mim isso
foi muito simbólico, porque ele sai
justamente no ano da eleição, de uma
eleição extremamente polarizada como ter
sido as últimas, onde muitos tem se
falar de política e muitos t se falado
de política como peso, como carga, como
julgamento, como legalismo nas igrejas.
E aqui aqui eu sou bem, eu digo qual é o
lado do espectro que eu tô e quem me
conhece sabe eu vou eu teo várias coisas
aqui com muita leveza, com muita
naturalidade como a política deve ser
nas nossas vidas, certo? Na medida certa
e aprendendo da Bíblia, da Bíblia e
fazendo julgamentos bíblicos e não
outros tipos de julgamentos legalistas,
tá bom? Então eu quero falar mais sobre
esse livro aqui, talvez pelo menos mais
um vídeo, mas aqui fica o alerta, né,
para perfil legalista, cultura
legalista. E esse livro, eu espero que
seja justamente aquilo que o subtítulo
dele diz, o antídoto bíblico contra uma
cultura de legalismo. O Iago gravou um
vídeo, já você pode, o Tud vai colocar
aqui na tela, né? O Iago já gravou um
vídeo sobre esse livro, explicando a
estrutura, o índice, fazendo aqui as
primeiras impressões, trazendo as
definições básicas que eu coloco no
livro. Ficou muito bom. Acho que ele
falou do livro melhor do que eu falaria.
Mas enfim, espero que esse vídeo tenha
servido para você identificar o problema
em você e você começar a perceber,
principalmente você pastor, líder na sua
igreja, quais são as marcas que você
precisa mudar, quais são as coisas que
você precisa fazer, tá bom? E eu não
falo aqui de de maneira nenhuma como o
mestre dos mestres falando para os
encaltos das igrejas. Não, nunca foi a
minha posição, nunca vai ser. Aqui tem
alguém que tem refletido sobre os seus
próprios postores legalistas também. Eu
eu conto um pouco da minha história aqui
de como eu era um um legalista ou como
eu era um semilegalista, como eu digo
aqui. Enfim, você vai ver que o livro
ele tem uma linguagem ah bem bacana.
Nada de julgamento, nada de eita, tá
tudo errado e vive agora do jeito que eu
quero. Não, nada disso. Até por isso,
até porque isso seria legalismo da minha
parte e peso sobre você. Eu escrevi esse
livro para ele ser uma leitura leve e
para ele ser uma reflexão leve também
sobre essas coisas. O link vai estar na
descrição, no primeiro comentário deste
vídeo. E se você assistiu aqui até o
final, deixa aí nos comentários se você
gostaria que eu falasse desse capítulo
sobre política ou sobre as pressões
conjugais. Eu vou tentar dar uma lida
nesses comentários para ver qual desses
capítulos eu trago aqui para vocês com
mais detalhes sobre ele, porque são dois
temas importantíssimos, tá bom? Então
comenta aí, não se esquece de se
inscrever neste canal e de dar o like aí
no vídeo. Sou péssimo para pedir isso,
mas dá o like aí, fala, vou fazer que
nem os cara das transmissão, dá o like,
não custa nada e ajuda muito aqui a
gente. Enfim, deixa tua tua contribuição
aí, manda esse vídeo para alguém, manda
esse vídeo aí pra galera, a pros teus
amigos, pra galera da igreja, enfim, né?
Espero que ajude em alguma coisa e dá
uma lida aqui no cristianismo leve, OK?
Espero que seja uma bção para a sua vida
e para a vida da sua igreja. Valeu,
gente. Vou ficando por aqui. Até a minha
próxima aparição no Dois Dedes de
Teologia. Que Deus abençoe vocês.

Tags: