Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Davar Live – 13/03

Davar Live – 13/03

Davar Live – 13/03

– Canal Davar
twitter – @rolnei
instagram – rolneibt

Legendas automáticas:

Olá, pessoal. Bem-vindos aí mais uma,
uma live, mais uma transmissão. Como que
vocês estão? Tudo bem? Passamos aí mais
uma semana e muita correria para caramba
assim. Eh,
foi por pouco que eu não cancelei essa
live também, porque eu precisava
descansar. Mas vai ser bom. A gente
senta um pouco, conversa um pouco. Eh,
vai ser bacana. Como que vocês estão? Tá
tudo tranquilo? Aí, quem tiver aí já, se
alguém já puder dar aquele aquele
feedback do do áudio, do som, eh, a
gente continua aqui. Eu queria começar
essa live de um jeito um pouco diferente
do que a gente costuma começar.
Eu vou dar uma olhada em alguns
comentários que foram feitos em alguns
vídeos. Eu acho que é um jeito bom da
gente começar lives, né? começar com
comentários,
eh, comentários que que as pessoas
fizeram nos vídeos, porque aí o pessoal
vai chegando enquanto isso, a gente vai
comentando aqui. E é isso, né? Eh, eu
tava vendo que tem pessoas aqui que
tão vendo agora que eu tô fazendo lives,
né? Tô, eu tenho feito lives desde
quando foi, gente, que eu comecei a
fazer live? Foi, acho que em novembro,
né? Desde novembro agora do ano passado
de 2025. Eu tô fazendo lives todas as
sexta-feiras,
sextas-feiras
às
20:30, para quem tá vendo essa live
gravada. Eh, toda sexta às 20:30. Eu vou
tentar ver se eu coloco nos cortes
também quando eu finalmente soltar os
cortes. É uma chamadinha no final
falando sobre as lives quando são em
algum lugar coloco as a a o horário das
lives.
Eh, aí eu queria ver aqui o Alibal,
ele coloca aqui, meu camarada, como é
bom vê-lo. Sou aquele cara que sempre me
enche o saco no Twitter pedindo para
você fazer um estudo sobre o livro de
Abacuk. Eh, tem uma pessoa lá que sempre
me fala mesmo e eu tô devendo porque eu
disse que ia fazer. Um dia a gente faz
esse estudo igual a gente fez aqui do
livro de Lamentações, o livro de Abacu,
que é um livro bem legal também pra
gente pegar. É um livro que fala também
sobre o sofrimento, assim como Jó, assim
como Lamentações, mas ele tem algumas
outras coisinhas lá que são
interessantes da gente falar. Vale a
pena. Fica aí para um momento a gente
fazer essa
esse estudo sobre o livro de Abacuk.
Aí uma pessoa até comentou aqui, a gente
tinha comentado
uns tempos atrás sobre fazer o ano
bíblico, faz se fazer o ano bíblico é
uma coisa boa e tal. Eh, eu comentei que
eu costumo ler a Bíblia
numa passada só, em vez de fazer ano
bíblico,
começar de primeiro, dia primeiro de
janeiro e terminar dia 31 de dezembro,
eu normalmente vou lendo, eu saio lendo,
né, e consigo ler em menos de um ano.
Aqui a pessoa comentou o Biblos
Metanoia, falou: "Meu ano bíblico demora
bem mais de um ano porque gosto de me
aprofundar bem". É um jeito legal
também. Tem várias maneiras, né? Quando
você vai lendo assim devagar, se
aprofundando no verso, você descobre
algumas coisas, mas por outro lado, você
também perde algumas coisas, né? Quando
você vai lendo versos por versos, vendo
comentários,
eh, é diferente que quando você dá uma
passada rápida no livro, você tem uma
ideia do todo, sabe? Essa visão mais
mais afastada para você entender um
livro como uma unidade literária,
entende?
Essa é uma coisa que de vez em quando eu
comento aqui no canal. A gente
a gente tendeu a fazer uma teologia que
a gente fragmenta muito o texto bíblico,
eh, com a divisão que tem de verso e de
capítulo e tal, a gente ficou muito
preso nos versos, que é uma divisão que
foi feita depois do texto, né? a pessoa
que escreveu a a o livro, a porção da
Bíblia, ela escreveu pensando numa
unidade. Paulo quando escreve uma carta,
ele escreve com alguns temas em mente,
ele desenvolve aqueles temas.
Eh, então
perdeu-se um pouco a ideia do todo.
Hoje em dia é difícil a a você conversar
com pessoas que gostam de do texto
bíblico, que tem essa ideia do todo,
conseguem perceber o tema central de um
livro inteiro, porque ele leu aquele
livro numa sentada só, pegou Isaías e
leu em dois dias o livro de Isaías
inteiro para entender os temas que são
passados. É claro, você não se aprofunda
em detalhes, mas essa ideia do todo
também é um jeito de se aprofundar no
texto bíblico, entende? Então tem esses
vários aspectos. Sempre tem um jeito de
você estudar, que você vai se aprofundar
em uma perspectiva, em um aspecto, mas
por outro lado você vai deixar outro
aspecto, outra perspectiva um pouco de
lado. Então sempre é um jogo jogo de
ganha perde, entende?
Eh, aqui mais uma pessoa, o Cadu falou
aqui comentando sobre na live passada
falando: "Putz, você voltou a ativa e eu
não sabia". Algumas pessoas, eu não sei
como funciona o YouTube nesse sentido,
ele deixa de entregar e ele deixa de dar
notificação, de entregar. Então, gente
que me segue, o canal tem aí 50.000
views, né? 50.000 1 inscritos
e a gente, os últimos vídeos são muito
baixos, não tem sido entregue para todas
essas pessoas que estão em inscritas no
canal, né, por algum motivo.
Eh, a Susana, de vez em quando ela
comenta aqui, acompanho todo o vídeo
falando sobre a live passada, é
excelente, aprendi muito e outras tantas
coisas foram simplesmente consolidadas
em meu entendimento, especialmente sobre
a genealogia de Jesus, no particular no
aspecto de Moabe, que foi um
aprendizado. Muito obrigado que a gente
comentou na live passada, né, sobre
na genealogia de Jesus as mulheres que
tem e sobre o caso de Rute ser uma
moabita e os moabitas não podiam nas
suas gerações fazer parte com o povo de
Israel. E a gente tem aí o neto da de
uma moabita sendo o rei de Israel. E
nessa genealogia vem Jesus, aquele que
não deveria nem estar lá porque ele não,
os moabitas são excluídos, né, da
genealogia de Israel.
Eh, e outras pessoas aqui, eh,
elogiando, né, a Cristina falando: "Olá,
Davara, amo seus vídeos".
Eh,
a pessoal comentando aqui que gostou da
ideia do react, né? O Lucia Faria fala:
"Fezo sentido, eu amo os parênteses
abertos. Impossível falar sobre a Bíblia
sem abrir vários parênteses. É muito
complexo e completo. A única, a uma
única visão jamais abarcaria o
necessário. Aprendo demais com seus
vídeos. Eh, interessante, né? Sobre lá
outra live lá da outra semana, né? que
realmente
esse aspecto que a gente falou agora dos
textos a gente dividir em versículos e
tal, quando você tem essa visão sobre o
todo, você tem que abrir os parênteses
sobre temas dos versículos. E quando
você tá falando dos versículos, você tem
que abrir o parênteses sobre o tema do
todo também. Então, eh,
eu gosto de fazer lives e fazer vídeos
porque o esforço de organizar o
pensamento para você passar ele de uma
forma coerente para outra pessoa e
pressupondo que essa pessoa não sabe,
muitos de vocês sabem muitas coisas que
eu tô falando aqui, mas eu tento fazer
um conteúdo que seja fácil,
de fácil acesso. Então, quem não entende
muito do texto também consiga entender
os vídeos, né? Então, esse esforço de
organizar o pensamento para passar é
interessante, porque ao organizar meu
pensamento, algumas coisas que eu já
sabia se conectam de uma forma
diferente, entendeu?
Então, por isso que normalmente um
professor de uma área, ele vai saber
muito bem o assunto, porque ele não só
estudou aquele assunto como outras
pessoas, mas ele revisita esse assunto
de tempos em tempos. E ele não só
revisita, mas ele revisita para ele
explicar para outras pessoas que não
sabem, para ele explicar de de formas
diferentes para pessoas diferentes.
Então,
a ideia de você explicar algo para
alguém é uma ideia boa. Ela ajuda a
organizar o pensamento, ela ajuda a você
conectar ideias suas, a manter fresco na
mente algumas coisas, né? Então, eh,
isso é uma coisa bacana, né? Por isso
que tem esses parênteses que a gente
abre aqui também nas nossas lives,
porque
um assunto tá dentro do outro, né,
gente? Eh, é mais uma forma de organizar
o pensamento. E é isso, gente. Tô vendo
aqui que tem um pessoal.
Ixi, agora que eu fui ver os
comentários, o pessoal tá falando de um
ruído aqui na
no áudio. Só um segundinho, gente. Eu
vou desconectar e conectar o
o microfone. Vamos ver se melhora, tá
bom?
É, gente,
aqui
Pronto, voltou.
Tá bom, gente. Então, eh, é isso. Que
bom. Tô vendo o pessoal falando que o
áudio melhorou também.
Eh,
tem um barulho de ventilador, na verdade
é um um outro computador que eu tenho
aqui que é cheio de puller. Ele tá
renderizando uma coisa aqui, coisa de
trabalho que eu deixei renderizando à
tarde e não terminou ainda. Vai, vai até
mais tarde aqui o esse computador aqui
fazendo as coisas dele, né? Eh, então,
gente, para quem chegou depois, o que
que eu tô fazendo? E é uma coisa que eu
vou tentar fazer nas lives. Eu vou
começar as lives
porque às vezes quando eu entro na live
eh, o pessoal ainda não entrou. Então,
para já ir esquentando, eu vou entrar
nas lives já comentando de de falando
sobre comentários que o pessoal deixou
aí durante a semana, né, comentando
sobre a live passada, sobre algum outro
vídeo do canal. Então, só um esquenta
assim que é legal porque aí a gente já
chega eh quem cai na live, eu não tô
aqui perdido tentando saber o que falar,
não sei quanta gente tá olhando e tal, a
gente já chega já eh no no em alguma
coisa funcionando aqui. Então, boa noite
para vocês que estão aí, boa noite pro
João, pro Carlos,
pessoal que tá chegando aí, o Osel
sempre tá sempre tá aí com a gente
também, a Lilian.
Eh,
aí
Taísa Vieira falou aqui: "Boa noite, o
que acha da Suma Teológica de Tomás de
Aquino? Estuda esses livros também?"
Não, não conheço muito de Tomás dequino,
muito pouco. Eh,
eh, eu
queria entrar nesses assuntos, nessa
nessas leituras também, mas eu não sei
direito como entrar nesse tipo de
leitura, entende? Eh, é um tipo de
leitura que é bom ter alguém junto de
você te eh te aconselhando, ajudando
você a a a
como você entender, qual livro é melhor
começar e tal. Eu não tenho ninguém
muito próximo de mim que manja bastante
Tomás de Aquino, gostaria, mas não
tenho, né?
Eh, aí o, mas se alguma hora eu entrar,
eu eu queria, eu tenho vontade, tenho
interesse em aprender sobre Tomás de
Aquino, sobre outros pensadores
cristãos, né? O Mateus Dornelas diz:
"Boa noite". Eu não tenho exatamente uma
dúvida, mas hoje me chamou atenção saber
que a torre de Babel e Babilônia, além
de ser o mesmo nome no original, foram
construídas no mesmo lugar. É, Mateus,
elas
não é nem que são foram construídas no
mesmo lugar e tem o mesmo nome, é a
mesma coisa, entendeu? Babilônia é
Babel.
Babilônia e Babel é a mesma coisa.
Então, Babilônia, Babel é um nome antigo
eh da Babilônia. A gente chama
Babilônia, mas em hebraico é bavela, os
dois. Então é interessante, tem umas
relações simbólicas aí importantes
também da ideia de que
na em Babel as pessoas queriam subir
uma na torre alta, né? Fazer uma torre
alta que chegasse no céu, subir e tomar
o lugar de Deus. Eh, essa ideia também
aparece lá em Isaías 14, a partir do
verso 12, que fala sobre o rei da
Babilônia, uma profecia sobre o rei da
Babilônia, que ele também queria subir,
se tornar semelhão ao autismo e foi
derrubado. Daí vem a palavra Lúcifer,
que é o estrela da manhã e tal. Então, é
uma comparação, é um texto que
tradicionalmente se associa à figura de
Satanás e tal, mas o mais importante é
que Babilônia se torna um símbolo na
Bíblia. Babilônia Babel, um símbolo
daquele do homem querendo tomar o lugar
de Deus, querendo a adoração para ele
mesmo e
oprimindo aqueles que são fiéis a Deus,
né? Então, Babilônia se torna um símbolo
que se opõe a Jerusalém dentro do texto
bíblico. Isso é bem interessante, né? A
gente já se aprofundou aqui uma vez ou
outra nisso e a gente pode de vez em
quando voltar nesse assunto. Ele é
interessante, né?
Eh,
bom, pessoal falando aqui que melhorou.
Assim que você leu os comentários e
mexeu, melhorou, né? Eh,
hoje eu tô mais escuro aqui também. Eu
eu fiz um setting diferente aqui para eh
Sei, acho que fica bom também.
Aí o Daniel Algol Verde Camargo
pergunta: "Quem é a atual Babilônia?"
Babilônia hoje não existe a Babilônia,
não existe uma continuidade desse povo
diretamente como um país assim, não, a
Babilônia é tal país, não tem o que
seria Babilônia fica hoje no Iraque.
Eh, mas o país Iraque, o povo iraquiano,
é descendente também dos babilônicos e
de outras coisas. Aconteceu muita coisa
de lá para cá. Então, não tem uma
continuidade direta mantendo uma
identidade cultural da Babilônia,
entende? Então, hoje estaria no Iraque,
mas o o Iraque, o país Iraque, o povo
iraquiano, é já um um uma construção já
que de muitas outras coisas que
aconteceram depois ali da Babilônia.
Eh, aí o Carlos coloca aqui Babel
Deus, né? Babel, a porta de Deus, os
portões de Deus, que é uma ideia
interessante. De vez em quando eu falo
aqui sobre isso, né, gente? Eh, a gente
normalmente falar Babel, Babilônia é
confusão, né? Babilônia significa
confusão. Babel é uma grande confusão.
Meu cachorro aqui passeando pela casa.
Eh, Babel, uma grande confusão. No texto
bíblico, não é esse o significado. É uma
é um jogo de palavras que
que o texto lá de Gênesis 11 faz com a
ideia de Babel e Balel. Balel é
confusão. Babel é como Carlos colocou
aqui, as os portões de Deus. Então fala:
"Ah, é Babel". Eh, e Deus fazia uma
confusão em Babel, né? Porque é balela,
porque é confusão.
A ideia é que você chega, faz essa essa
torre, chega até os céus, domina os
portões de Deus, porque você quer tomar
o lugar de Deus, né? Você quer tomar o
lugar do Altíssimo. Tem a ver com uma
estratégia de guerra antiga, que é você
domina os portões da cidade. Imagina uma
cidade murada,
não existe míssil, não, você não tem o
que fazer. O como você vai dominar uma
cidade murada? Você domina os portões.
Dominando os portões, você domina a
cidade. Por isso, as pessoas morriam de
fome na guerra, porque você sitiava a
cidade, dominava os portões e aí as
pessoas não podiam entrar nem sair. E aí
quando elas estavam morrendo de fome,
elas se rendam e você dominava a cidade,
né? Essa era a estratégia aí para você
dominar uma cidade. Então, a ideia de
dos portões
e chegar até Deus, chegar até os portões
de Deus, essa ideia de querer dominar
Deus, de querer tomar o lugar de Deus,
né, que é a ideia de Balel, eh, de
Balel, não, de Bavel, que é Babel, que é
Babilônia.
Pretende trazer algum convidado pras
lives? Eu gosto dos seus vídeos com
convidados aqui. A Lília, olha, tem
convidados que eu queria trazer com
tempo, sim. Eu só preciso me organizar
para conversar com essas pessoas e fazer
aí. Não sei se eu faria uma live ou se a
gente faria gravado. Não sei como
funcionaria agora que a gente tá fazendo
lives, né?
Mas essa eu gosto também de fazer
conversando com pessoas, tem pessoas que
eu conhe,
né?
Nem esse Israel é o Israel da Bíblia.
Imagina a Babilônia diz aqui a Lilian
Guedes. É o o Israel da Bíblia.
Os judeus hoje são descendentes dos
israelitas. É verdade.
Mas a Israel moderno é uma reconstrução
de uma ideia de que tinha no passado não
é a mesma coisa, né? Eh, você
tanto que a gente faz essa separação
entre israelense, israelita e judeu,
né, e hebreu, que também é um e é é um
pouco mais confuso, né? Hebreu não é um
termo que se usa tanto hoje. Hebreu ou
hebraico, hoje se utiliza mais em
relação à língua, mas hebreu seria o
povo hebreu,
seria a a os descendentes de Abraão.
A palavra hebreu não vem de Abraão, mas
tem uma discussão aí sobre se ele vem de
Éber, que é um dos descendentes de
Abraão, ou se vem do termo que significa
de vir do além da terra que vai além do
do rio que cortava a região. Eh, então
hebreu antigamente se referia ali aos
descendentes de Abraão, mas é um termo
que não deixa, deixou de ser utilizado.
Quando a gente fala do povo antigo, do
Antigo Testamento, normalmente a gente
fala dos israelitas. Então, os
israelitas são os descendentes de
Abraão. É o povo que saiu do Egito, é o
povo eh que que que fez ali aquele reino
lá na época de Davi, Saul
e Salomão. Eh, então esses são os
israelitas.
Depois do exílio,
eh, a gente tem um pouco antes do exílio
a destruição dos 10 reinos de Israel. E
aí
quando a Babilônia vem e invade
Jerusalém, destrói tudo, a gente tem uma
reconstrução agora só daquela parte,
daquele resto que voltou, né, do rechit,
dos remanescentes do povo que voltaram,
reconstruíram. Então, esses
remanescentes são chamados de judeus,
porque eles são descendentes da tribo de
Judá.
E aquela região acaba se tornando
chamando de Judá, né? Eh, e não é mais o
reino de Israel se torna uma província
de Judá no início, uma província eh
persa,
porque tá sob domínio persa e depois vai
se tornar uma província grega, vai se
tornar uma província romana, mas nunca
mais se torna um reino independente.
Então a gente chama a partir daí esse
povo do povo judeu, a partir do retorno
do exílio.
que a gente chama de israelense agora,
quem nasce nesse país moderno de Israel
que foi fundado ali em 1948.
Então tem esses termos, né? O o
israelense,
muitos israelenses são judeus, mas nem
todo israelense é judeu. Tem israelense
que é palestino, tem israelense que é
que é que é cristão. Então você nasceu
no país de Israel, você tem um
passaporte israelense, você é
israelense, né? Independente da sua
religião, independente da sua etnia.
Judeu é uma identidade um pouco mais
complicada de se definir. Eh, se você é
filho de ou de mãe judia, você é judeu,
mas o judaísmo se refere também a uma
religião. Então, em tese, existem judeus
que são ateus, existem judeus que são
cristãos, existem judeus que seguem
outras religiões que não são o judaísmo.
Eh, então é uma etnia, ao mesmo tempo é
uma religião, é uma identidade um pouco
mais confusa. israelense, né, quer
dizer, israelita é aqueles que viveram
no antigo Israel, no antigo, fazem parte
do antigo povo de Israel, descendente de
Abraão, até o período do exílio.
Entende? Então, tem todas essas palavras
que se referem a povos que estão
conectados, têm uma descendência, tem
uma, mas não é exatamente a mesma coisa,
entende? Por isso que tem termos
diferentes para se referir a esses a
esses conceitos diferentes
aí pra gente fazer essa diferença entre
o Israel moderno, Israel antigo, entre
eh o povo que vivia antes do exílio, o
povo que viveu depois do exílio e assim
por diante, né?
A a localidade do Israel da Bíblia
equivale a do estado atual ou era em
outro lugar? Então, Oel equivale, mas
quando você fala do Israel da Bíblia,
você tá falando de que época, entende?
Porque as fronteiras de Israel elas são
diferentes dependendo da época. Então,
por exemplo, na época de Abraão não
tinha de Israel.
O máximo que você tem é a região de
Maquelá, onde Maquela ou Maquelá, onde
Abraão compra um pedacinho de terra para
enterrar ali a sua esposa e tal. Ele é
enterrado lá. Então tem uma região que
inclusive eu nem tenho, eu acho que hoje
nem faz parte de Israel, tá? nas
Jordânia, se eu não me engano. Eh,
aí depois quando o povo vem do depois do
êxodo e eles chegam e começam a a a
entrar na terra e eles vão dominando.
Então, as fronteiras vão se modificando
conforme eles vão dominando. Tem aquele
período da Bíblia imenso que você tem
guerra com os filisteus, então você
expande, mas ao mesmo tempo você perde
território. Aí tem um território que
você não sabe que é e saíel.
Mas o o rei de Israel fez um um fez um
um uma estátua lá para um outro deus. E
aí eu tenho uma mistura. Então a ideia
de fronteira
que a gente conhece hoje, que é aquela
fronteira bem certinha definida no mapa,
é uma ideia moderna. Os povos antigos,
eles tinham fronteiras, mas era um pouco
mais complexo do que é hoje. Às vezes as
fronteiras eram uma coisa física. Ah,
naquele a partir daquele rio para lá é
você. daquele rio para cá é é a gente.
Então, as fronteiras Israel vão mudando
com o tempo, eles vão dominando, vão
perdendo território e tal. Davi chega a
dominar desde o do do
rio do Egito, né? Desde o Egito até o
rio Eufrates, toda aquela porção de
terra eh que Deus tinha prometido para
Abraão, chega a fazer parte de Israel na
época de Davi, né? Davi consegue dominar
essa região toda, mas depois dali também
o o reino começa a se perder de novo.
Depois tem a divisão entre reino do
norte, reino do sul. Então, é mais ou
menos na localidade do Israel moderno.
Mas, por exemplo, eh, o Israel moderno,
eh, tem uma região que a gente chama de
Jordana, que é uma região em disputa,
eh, que é o que seria o estado da
Palestina,
mas é um estado que não é reconhecido
ainda por outros países. E é um, e é
difícil porque você tem na C Jordânia,
você tem um grupo que é o, o, a
autoridade palestina que domina,
enquanto você tem em Gaza o Ramá, né?
Então você tem governos diferentes para
diferentes partes. Então é difícil você
ter essa coesão de Estado moderno hoje
paraa Palestina, né? Eh, mas, por
exemplo, eh, Belém, que é onde Jesus
nasceu, onde Davi nasceu também, que é
até uma cidade importante pra história
judaica e pra história cristã,
a cidade de Belém, ela não fica dentro
do território do de Israel moderno, ela
fica nessa Jordânia, onde seria a
Palestina, nesse território em disputa.
É, então,
grande parte do Israel moderno fica onde
grande parte antigamente era o antigo
Israel, né? Mas tem pedaços que
pertencem a outros outras outros povos
antigamente. Pedaços eh do Israel antigo
hoje não é parte do do Israel moderno.
Então tem ali uma fronteira mais ou
menos parecida, mas não exatamente
igual. E até as fronteiras do Israel
moderno também estão em disputa, né? O
pessoal faz assentamento nasce Jordano
para tentar expandir e tal. Então é um
assunto complicado,
mas a rigor não é exatamente o mesmo
lugar ali, Oziel, eh, do Israel moderno
e do Israel na época da Bíblia. Se a
gente considerar, principalmente na
época de Davi, que desde do Egito até o
rio Eufrates, toda aquela parte ali
beando o Mediterrâneo, eh, não, o reino
de Davi era muito maior do que o Israel
moderno.
Eh, mas Israel moderno também hoje
abrange umas regiões que em determinados
períodos bíblicos não eram de Israel.
Então, tem toda essa questão, né? Eh,
aí o Daniel coloca aqui, Israel continua
sendo a nação escolhida de Deus. Esse é
um assunto controverso,
eh, porque é difícil, a Bíblia fala de
Israel,
eh, mas quando você tem uma nação
moderna e escolhe esse mesmo nove,
automaticamente tudo vale para ele
também na Bíblia, entende? Eh, é só uma
questão de você usar o nome que estava
sendo usado na Bíblia, que tudo na
Bíblia se referindo à aquilo vale para
você também, entende? Eh, se a gente
criasse aqui no Brasil, eu sei quem é,
eu tô eu tô pegando a ideia e tô
expandido ela ao absurdo, né? Mas se a
gente criasse uma cidade aqui no Brasil
chamada Israel, as pessoas não iam poder
falar: "Não, Israel é aqui". Igual
Belém, né? Belém do Pará. Eh, não é
Belém da Bíblia. Belém é frata, de onde
viria o Salvador. Não é a cidade onde
Jesus e onde Davi nasceu, né? Muita
gente discorda,
eh, o pessoal lá do de Belém do Pará,
né? Tem muita gente que fala: "Não,
Jesus nasceu aqui, né? N, Deus é
brasileiro."
Mas você entende o que eu quero dizer
com esse exemplo?
A nação de hoje é uma é um é um estado
moderno, que é um outro tipo de
organização, não é a mesma coisa que o
povo de Israel antigo, que usou o mesmo
nome e fez ali mais ou menos na mesma
região.
Muita gente é descendente daquele povo,
mas nem todos são.
Eh, o governo israelense moderno é
laico, mas ao mesmo tempo tem muita
influência religiosa, mas não é a mesma
coisa que o antigo Israel, entende? Eh,
então assim, é muito complexo, espinhoso
esse assunto, né? Eu particularmente
eu não acho que eh o país de Israel hoje
ele é a mesma coisa com o Israel
bíblico. Eh, a minha percepção, a minha
visão, a minha leitura que eu tenho na
Bíblia é que o nome Israel na Bíblia se
refere ao povo de Deus em todas as
épocas.
Paulo vai falar isso lá em Romanos do
capítulo 9 até o capítulo 11. Você
aceita Deus, você é enxertado na
oliveira de Israel. Você passa a fazer
parte de Israel. você se torna Israel.
Então, Israel é o nome do povo de Deus.
Lá na época de Abraão, quem era Israel?
Era aquela aquele aqueles descendentes
de Jacó e tal. Eh, hoje, quem é Israel?
Muita gente no mundo inteiro que aceita
esse Deus e passa a fazer parte dessa
nação, né? Então, é assim que eu penso
particularmente,
não é uma uma substituição do do do povo
israelita lá, mas é uma expansão, uma
continuação desse povo, né? Somos ramos
enxertados. Nós que não somos
descendentes diretos de Abraão, somos
ramos enxertados no Oliveira de Israel.
É assim que que Paulo fala ali pros
romanos, né? A gente pode um dia também
falar sobre isso, o capítulo 9 até o
capítulo 11 de Romanos.
fala sobre isso daí.
Eh,
deixa eu me achar aqui.
Eh, aí a Lilian coloca estranho, né? Os
judeus de hoje em dia são todos brancos,
parecendo europeu. É exato. L porque é
que tá
um povo é uma continuidade, mas um tempo
não é, entende? É muito difícil. Eu vou
usar um exemplo aqui clássico que o
pessoal usa para filosofia para outras
coisas, mas vale muito para isso também.
É uma corda.
Então, quando você pega uma corda, o
começo da corda é igual ao final da
corda, mas a corda é feita de várias
fibras. E as fibras que estão no final
da corda não são as mesmas que estão no
começo da corda, entende? Então você
entende como uma continuidade, você
entende como o mesmo objeto, mas a ponta
da corda é diferente do começo da corda,
né? Então isso vale para qualquer povo,
não só pros judeus modernos, né? Os
judeus têm uma história
de mistura com outros povos. Eh, assim,
muita gente eh se misturou com judeus em
diversas épocas. O próprio Israel na
época bíblica já era uma mistura com
outros povos, né? Então, o o os
descendentes lá de José que cresceram no
Egito e se tornaram uma grande nação,
eles precisam tornar uma grande nação
sendo uma família fechada e só casando
entre eles, né? Provavelmente casaram
com egípcios também, com outros povos,
né? Tinha um servo que veio lá de outro
lugar do mundo, aí ele casa com a filha
de não sei quem. Então
a ideia de de povo não é uma ideia
totalmente fechada, né?
E quando a gente pega isso e vê essa
história extrapola desde a época de de
Abraão, de de José até hoje, aí muito
mais, né? Então você fala judeu como uma
etnia e de fato é uma etnia, mas não é
uma etnia como voltando o exemplo da
corda, é uma etnia formada de vários e
vários eh vários fragmentos de lugares
diferentes e que a gente tem que definir
uma uma uma
um limite que é arbitrário sobre o que
é, o que não é, entende? Então, por
exemplo, existem judeus yemenitas. Você
olha esses judeus yemenitas, eles
parecem pessoas do Yemen. Existem judeus
asquenazitas. Quem são os judeus
asquenazas? São os judeus que viviam
ali, principalmente no leste europeu,
né? No na na Europa e no leste europeu.
São judeus loiros de olho azul. São aí,
sei lá, Steven Spielberg para eu que eu
sou que sou mais velho e é o judeu mais
famoso lá na época, que é um cara
branco, loiro, do olho azul, né? Eh,
existem judeus asquenazitas e
cefaraditas. Os judeus cefaraditas eram
judeus ali mais da região da Espanha.
Tem uma influência árabe e moura, porque
os Mouros dominaram a a região. Então,
eles costumam ter eh até feições mais eh
eh mais escuras e tal. Então, assim,
você a gente também pensa em judeu
pensando num estereótipo específico,
né? Caio até colocou aqui, agora eu
tenho judeus negros, etípes, né? Exato.
Então assim, eh, o judaísmo é um um
povo, é uma etnia, mas ao mesmo tempo
ele também é composto de várias etnias
diferentes, né? A gente no Brasil não tá
muito, a gente não tem muito essa ideia
de de um povo sendo uma etnia e tal, tão
firmada na nossa mente, porque o
brasileiro não tem rosto, né? O pessoal
fala, tem brasileiro que tem cara de
japonês, tem brasileiro que tem cara de
de alemão, tem brasileiro que tem cara
de africano, de um país da África, né,
de angolano, de de gente que vem da
Serra Leoa, de outros lugares da África.
Então a gente não tem tanto, nós
brasileiros, essa ideia de essa é a
nossa etnia, mas muitos países europeus
até hoje, e é claro que isso aí vai ter
um um vai
ter uma interseção com a ideia também de
racismo e de supremacia de uma raça
específica, de etnia específica. Não é à
toa que essa ideia surgiu e foi tão
forte na Alemanha nos anos 30, na região
da Europa, porque tem muitos países
europeus que são um povo que tem uma
etnia, mas mesmo eles, mesmo quando você
é um povo que você olha pra cara deles,
ah, esse cara é dessa região, você olha,
sei lá, para um irlandês, ele tem cara
de irlandês, né? Eh, tem alguns povos
que têm características muito muito
fortes, mas até mesmo essas pessoas
elas são um povo, uma etnia que durante
a história teve várias misturas também.
Não existe a ideia de um de um povo que
se manteve sozinho, excluído e e foi se
reproduzindo entre si mesmo e se tornou
o povo de hoje. Não, a ideia de etnia,
ela é sempre uma borda muito eh não
muito bem definida, que a gente tem que
ter um um limite arbitrário pra gente
poder falar. É beleza. Quando eu olho
para um keniano, eu sei que ele não faz
parte da etnia dos maguiares da da
Hungria. São duas pessoas com aspectos
muito absurdamente diferentes. Mas um
cara ali da Finlândia,
ele tem umas uma conexão entre os
maggiares, o povo da Hungria, de muitos
anos atrás. Então já são mais parecidos.
Um povo ali do lado da Romênia, né, tem
características próprias, mas chega um
ponto ali que uma parte do país já foi
da Romênia, outra parte outra parte da
história foi da da da Hungria, teve o
império austro-húngngaro, que também
dominou toda a região. Então, sempre tem
essas nuances difíceis de você dizer o
que que é um, que que é outro, sabe? Eh,
e Israel é a mesma coisa. Israel,
judeus. Então, israelitas,
israelenses e judeus, que são os termos
que a gente tá falando, a mesma coisa. É
difícil você definir ali. Talvez o mais
fácil de definir é a israelência, porque
aí é uma questão de ter um carimbo e um
passaporte, entendeu? Você passaporte,
você tem uma, você nasceu em uma região
e aí você é chamado daquele jeito, mas
você não, sailencia não é uma etnia, né?
Você pode ter qualquer etnia ser
israelense. Você pode ser japonês e ser
israelense. De etnia japonesa lipônica,
mas nasceu em Israel é israelense.
Entendeu? Então essas coisas são vocês
vem, né? É muito complexo. Quando a
gente fala o povo de Israel na Bíblia
também era um povo. Vocês lembram quando
o povo de Israel saiu do Egito, muitos
egípcios saíram também, vieram com
Israel. Tem povos que vão se
convertendo, tem povos que vão perdem
batalhas. Aí tem leis israelenses. O que
que a gente faz israelitas, né, do
antigo Israel? O que que a gente faz com
o povo que com a pessoa que foi
aprisionada numa batalha? Ah, ele vai
servir você tantos anos. Aí depois, né,
eh, ele casa com alguém do seu povo.
Então, o próprio Israel, ele foi
entrando na região de Canaã e ele foi se
misturando com o povo,
não de uma forma eh necessariamente
ruim, porque Deus fala: "Ah, não se
misture com esses povos no sentido de
não não
eh absorvam
as a
os costumes desses povos, que eles
tinham costumes terríveis em vários
aspectos.
Mas eh não necessariamente eh essa
mistura era dessa forma. Às vezes a
mistura acontecia de um jeito mais
espontâneo, natural e dentro até do que
Deus tinha previsto ali, dentro do que
tava a lei lá que Moisés estipulou de
como que deveria ser as coisas. Então
mesmo no antigo Israel é difícil quando
você fala povo falar que é uma etnia
muito fechada específica, entende? As
coisas sempre se misturam. Lembra lá que
Salomão teve um monte de mulheres de um
monte de lugar do mundo para fazer as
alianças políticas dele. Então, na
própria eh na própria realeza israelita,
você tinha gente de tenias muito
diferentes, né? Então é isso. Vocês vem
como essas coisas são complicadas. Se
eram complicadas antigamente, onde não
era tão fácil você sair daqui e ir pro
outro lado do mundo,
imagina hoje, né? Imagina hoje. Hoje
essas fronteiras estão muito mais
difíceis de você estabelecer e esses
limites étnicos eh de identidade. São
muito mais difíceis de você colocar, né?
Eh, e é claro, vai entrar em outros,
muitas discussões, discussões sobre raça
e tal. Tem um exemplo que eu acho muito
interessante de um menino de uma igreja
que eu frequentei. Um menino e uma
menina, eles é eles são irmãos gêmeos.
O menino ele praticamente é é loiro do
olho azul e a menina seria considerada
negra, né, ou parda no Brasil. Então, eh
se essas coisas acontecem hoje, imagina
antigamente os povos se misturando, aí
nascem dois filhos que são diferentes e
tal, e aí ele, se ele sair daqui, vai
para outro lugar e falar: "Não, faz
parte daquele povo". O pessoal olha pra
cara dele: "Não, você não é parte
daquele povo". Mas é, então essas coisas
são tão complexas, são tão difíceis,
vocês veem onde vai parar esse esses
assuntos, né? Então,
o antigo Israel eh é o antigo Israel. Os
judeus modernos são descendentes do
antigo Israel, mas muita gente que não é
judeu também é descendente do antigo
Israel, por outras vias, que não seja
pela mãe, que tem a genealogia judaica.
Eh, tem muito israelita que não era eh
antigo israelita que também não era
descendente de Abraão originalmente, mas
o pai casou com a judi e tal. Tem todas
essas questões e torna tudo muito mais
complexo, muito mais difícil, né?
Eh,
igreja são galhos enxertados na oliveira
que é Israel, diz aqui o Daniel. São
galhos enxertados na oliveira que é
Israel. Daniel. Então, o que que isso
significa? Aí é daí que alguns vão
falar: "Não, Paulo tá se referindo a um
Israel espiritual, né?
Vou resumir aqui a discussão que Paulo
faz lá em Daniel do capítulo 9 até o
capítulo 11.
Ele tá se referindo à questão dos judeus
na época dele, que o que acontece? O
cristianismo começa a se expandir.
Você não precisa mais ser judeu para se
tornar cristão. É um assunto que de vez
em quando a gente fala aqui no canal,
né? Você não tem que se circuncidar para
aceitar Jesus, que em outras palavras é,
você não precisa se tornar judeu para se
tornar cristão. Você pode ser cristão
sem ser judeu. Eh, o que era estranho
pra época, né? Porque afinal das contas
as escrituras sagradas eram dos judeus.
Eh, o Messias era judeu, era uma ideia
judaica, o Deus de Israel era um Deus
judaico, né? Então, como é que você vai
aceitar esse Messias se você não vai
fazer parte desse povo judeu, né? Então,
é isso que foi decidido. Então, eh,
o cristianismo vai se vai crescendo, vai
se expandir se expandindo e se separando
do judaísmo. E aí Paulo lida com a
questão, fala: "E aí como é que fica?"
Porque o a nossa expectativa é depois
que Jesus veio, né? Ele se revelou como
sendo Messias. Ele morre, ressuscita e
tal e se torna esse povo que tá se
expandindo. A expectativa era de que os
judeus todos iam aceitar o Messias
judaico, que é Jesus, né? Eh, ali dentro
da expectativa dos primeiros cristãos
era essa, né?
E isso não acontece. Então, o que
acontece agora? Eles são amaldiçoados,
foram rejeitados por Deus e tal. E aí
Paulo vai falar dessa questão. Ele fala:
"Não, eles não são rejeitados por Deus,
né? Eh, acontece que agora eh, Israel é
algo muito maior do que isso." Eh, ele
vai falar: "Todos vocês aí que chegaram
agora e fazem parte desse povo, vocês
são ramos enxertados na oliveira queel.
Não achem que vocês são melhores do que
os judeus. Porque se Deus rejeitou
alguns dos ramos naturais dessa
oliveira, de alguns judeus que não foram
fiéis a ele e foram quebrados e tirados
da da oliveira, né? Imagina você que nem
é um ramo natural se você também negar
esse Deus, virar as costas para essa
para para esse esse povo que você faz
parte agora, você também vai ser tirado
da oliveira, né? Então não acha que você
é superior a esses ramos naturais. E
Paulo falou: "Eu também sou natural. Eu
sou eu sou judeu israelita. né,
descendente da tribo de Benjamim e tal.
Então, é isso que Paulo tá argumentando
lá em
Romanos do capítulo 9 até o capítulo 11,
né? Então, nesse sentido, sim, as
igrejas, todos os cristãos, cada cristão
é um galho enxertado nessa oliveira que
é Israel, né? Então, se alguns sambos
naturais são quebrados e outros são
enxertados, essa oliveira Israel não é
uma etnia judaica, entende? é o povo de
Deus. Alguns são naturais no sentido de
alguns são lá desde a época de Abraão,
descendentes de Abraão,
outros são enxertados depois, né? Então
essa a ideia que Paulo tá falando aqui
dessa oliveira de Israel, né? Então vai
além da etnia, eh, embora tenha um um
fator étnico
por causa da promessa que Deus fez para
Abraão e para sua descendência, né?
Então
Paulo vai comentar em outros lugares,
por exemplo, na carta aos gatas, falou:
"Olha, se você aceita a Cristo, eh, você
se torna também descendente de Abraão".
Agora, então, por mais que você não seja
de sangue etnicamente, você tem todos os
direitos como um filho adotivo, né, a a
fazer parte dessa família. Então, nesse
sentido, sim, as igrejas, os membros da
igreja, todos os nós ocidentais, as
pessoas que não são, não tm descendência
e judaica, são parte de Israel, desse
grande Israel, né, desse sentido de
Israel que vai para além da etnia. Essa
é a ideia aqui eh no Novo Testamento lá,
eh, que Paulo fala, principalmente em
Romanos, capítulo 9 até o capítulo 11. E
vai aparecer em alguns lugares Gálatas
falando de que são descendentes de
Abraão. A gente pode um dia falar disso
também. É um é um é um assunto legal que
a gente vai pega e vai lendo os textos e
mostrando isso na Bíblia.
Eh, um aqui Daniel, né, que tinha falado
são galhos enxertados na oliveira, que é
Israel. Israel é a esposa de Deus e a
igreja também é a noiva de Deus. Diz
aqui o Caio Machado.
Vamos lá. Eh,
a Bíblia usa diversas metáforas para se
referir a ao relacionamento entre Deus e
o povo dele, né? Esse Israel, que é o
povo dele, que não é uma etnia fechada,
mas todos são convidados a fazer parte
desse povo. Uma das metáforas é
um marido e uma esposa.
É a metáfora que aparece lá no livro de
Oséias. A metáfora que muita gente diz
que é a grande metáfora do livro de
Cantares e tal. né? Eh, tem várias
outras passagens da Bíblia que Deus se
refere a Israel como a Israel, ao seu
povo como um todo. E a mesma coisa que
mesma analogia interessante que Paulo
vai fazer entre Cristo e a igreja, que é
o marido e a e a sua esposa,
né? É o marido e a mulher. Então, eh,
nesse sentido, sim, Israel é esposa de
Deus, mas tem outras metáforas. No
próprio livro de de Eseia, se eu não me
engano, é no capítulo 11, que ele fala:
"Olha, quando Israel era menino, eu eu o
tomei pela mão, eu ensinei ele andar e
tal". Então, tem uma metáfora de pai e
filho também. Jesus vai fazer uma outra
metáfora, uma galinha que tenta reunir
seus pintinhos debaixo das asas. Então,
também é uma ideia de de um animal e seu
filhote, cuidando do seu filhote. Então,
a Bíblia vai usar várias metáforas
diferentes para se referir a essa
relação que Deus tem com o seu povo,
entendeu? Uma delas é marido e esposa.
Então, nesse sentido, sim, Deus é o
marido de Israel. Nesse sentido de
Israel que a gente tá falando, né? Não
necessariamente de uma delimitação
geográfica moderna do país Israel,
entende? Por isso que, ó, quando a gente
fala de todas essas profecias bíblicas e
a gente tá falando dessa ideia de
Israel, desse grande Israel, onde você
tem ramos enxertados e tal, não dá para
você pegar toda essa ideia e reduzir ela
a um uma delimitação política no no
mapa, entendeu? Não é o o o o país
moderno de Israel que se refere a isso,
né? Eh, muita gente na história, dentro
da própria Bíblia se tornou parte desse
povo e não nasceu naquele pedacinho de
terra específico, entendeu? Então, é por
isso que a gente vai fazendo as
conexões, vendo como o assunto é mais
complexo do que do que isso, entende?
Então, sim, é a a igreja é a noiva de
Deus, Israel é a esposa de Deus, né?
Nesse sentido, a igreja, você tá vendo,
a igreja e Israel, eles eles são
abrangidos pela mesma metáfora, né? Aí
vai ter algumas ideias antigas, que é o
supercessionismo de que, ah, então a
igreja veio para substituir Israel,
Israel acabou e tal, agora a igreja que
manda. E eu eu não vou muito para essa
linha, eu vou mais pra ideia de Israel
sendo o nome do povo de Deus em todas as
épocas, entendeu?
e que nunca foi necessariamente restrito
a só uma etnia, né? E também não vai ser
restrito a só uma igreja, né? É o povo
de Deus, todo mundo que faz parte do
povo de Deus, às vezes uma pessoa
isolada num pedaço lá do mundo que nem
sabe direito qual é a palavra que ele
vai usar para se referir a esse Deus,
mas ele cria esse relacionamento com
esse Deus. Ele tá enxertado no Oliveira
do Israel, ele faz parte desse povo
também, entende?
Então
vai ser as coisas vão vão funcionar
desse jeito, entende? Eh,
então vamos lá.
Eh,
deixa eu ver onde eu tava aqui.
Tá, Israel, esposa de Deus aqui no Caio
Machado. Lembro que em algum lugar, se
não tiver enganado, que uma das
fronteiras finais seria o mar grande
equivale ao Mediterrâneo. É, é uma das
fronteiras. Tem essas fronteiras todas,
né?
Eh,
aproveitando o assunto de etnia e Babel,
havia um aspecto de unidade cultural em
Babel, se opondo à ordem divina de se
espalharem para uma multiplicidade
cultural. É, voltando lá no assunto lá
de trás de Babel, tem uma ideia de que
esse povo acaba representando essa ideia
de de você tornar um grande nome, eh, de
se ajuntar de forma de uma forma, vamos
nos ajuntar nesse lugar e fazer um
grande nome pra gente em oposição à
ideia de Deus de não é para se espalhar,
pro pra humanidade se espalhar e tal.
Então, essas todas as ideias que são
associadas a esse nome Babel, é aquela
complexidade que a gente táa falando
agora. Não necessariamente todas as
pessoas que viviam naquele lugar
pensavam exatamente dessa forma, mas se
tornou um pensamento predominante e
marcante, simbólico daquela daquele
povo, principalmente naquele período ali
da construção da torre de Babel e mais
tarde na época em que Babilônia começa a
se expandir no sentido de Israel.
Então, acaba se tornando uma ideia
associada a esse nome, Babel Babilon.
Babilônia se torna mais uma ideia do que
um povo em si. Por exemplo, em
Apocalipse você tem a Babilônia
aparecendo várias vezes, só que naquela
época que que era Babilônia? Já não
existia, não era mais um um povo da da
mesma da mesma forma como era ali no já
não eles não têm mais uma uma relação
importante. Então quando o Apocalipse
fala de Babilônia o sentido é totalmente
simbólico. Ele já tá resgatando a ideia
de Babilônia se referindo todas essas
ideias e não mais a um povo, a um em
específico, entendeu? Não, não mais uma
cultura específica.
Eh, aí o João até coloca que nascer em
alguma etnia torna a pessoa
imediatamente um filho de Deus. Dizem
que Deus é brasileiro, né?
Não, né? Não, nem na época de Israel.
tanta gente que nasceu em Israel
e que a gente tem todos aqueles relatos
que, ah, tanta gente que se começou a se
relacionar com outros deuses, tanta
gente que abriu mão do Deus de Israel e
foi fazer não sei o quê. Aí tinha
aquelas pragas que vinham e matavam
várias pessoas. Tanta gente que nasceu
entre os israelitas, descendente de
Abraão e tal, e que decide virar as
costas para esse Deus e para e para o
que esse Deus quer ensinar.
Ele não faz parte dessa ideia de Israel.
E tem tantos outros estrangeiros que
acabam fazendo parte. Olha, a Bíblia tem
várias ideias tão interessantes,
porque a gente tem, a Bíblia conta a
história do relacionamento de Deus com a
humanidade a partir da história do
relacionamento de Deus com um povo, que
é a descendência de Abraão. Então, a
gente tem a primeira parte de Gênesis
contando a história geral da humanidade
e a parte e a segunda parte de Gênesis,
a partir do capítulo 12, a gente vai
contar do relacionamento de Deus com uma
família específica e com seus
descendentes e com esse povo que é
Israel, que é Abraão, né? os
descendentes de Abraão.
Mas a gente tem diversas vezes pessoas
que aparecem do nada e que não tem
nenhuma relação com Abraão
e que são pessoas que são tementes a
Deus. A gente tem, por exemplo, o Getro,
o o o sogro de de de Moisés, né, que era
midianita.
Ele era sacerdote de Elon, era sacerdote
de do de El Shadai, se eu não me engano,
que é o nome que é usado, né? Sacerdote
do Deus todo-pereroso. Ele é sacerdote
de de Deus. E ali não tem nada a ver ali
com os israelitas. A gente tem várias
outras exemplos, né? O próprio Melkede,
que é o sacerdote, esse é sacerdote de
Leon, né? Eh, também não tem nenhuma
relação dele. Ele, tipo, Abraão conhece
ele e Abraão reconhece o sacerdócio
dele, né? Inclusive, né? Eh, e depois
mais tarde, quando se vai falar desse
desse
sacerdote que segundo a ordem de
Melquizzec vai se evocar a figura de
Melquizedec para falar de uma figura que
vai ter um sacerdócio que não tá
relacionado diretamente com o sacerdócio
de Abraão, né? Então, Jesus é sacerdote,
mas ele não é sacerdote levita. Ele não
era levita. Ele era da tribo de Judá,
não da tribo de Levi. Então, por que que
ele é sacerdote? Porque o sacerdócio
dele é anterior ao próprio Abraão. E aí
vai se retomar a figura de Melquizedec.
Tô falando, tocando rápido aqui em
assuntos são muito profundos, daria pra
gente explicar bem também em alguma
outra ocasião, mas você vê na própria
Bíblia, você tem diversos exemplos de
pessoas que tinham um relacionamento com
Deus e que não fazia parte do povo de
Israel totalmente alheio, não tinha nada
a ver com eles, entendeu? No outro lado
do mundo ali. E eram pessoas que eram
tementes a Deus, né? Interessante isso
daí.
Eh, então não nascer, uma etnia não quer
dizer nada em relação à sua
religiosidade, né? O máximo que vai
querer dizer é que você possa crescer
tendo contato com essa cultura, tendo
consciência da existência de um Deus e
consciência de uma história desse do
relacionamento desse Deus com o povo e
tal, mas não te não quer dizer nada, não
te torna especial em nada, entende?
A terra prometida por Deus aos hebreus,
eh, é onde Israel está hoje. Então,
Daniel, como eu tinha falado ali pro
Oziel, a terra prometida é toda uma
região que vai desde o Egito até o
Eufrates.
Então,
Israel moderno tá nessa região, mas não
é exatamente essa mesma, esses mesmos
limites, entende?
Eh,
aí o João até coloca aqui, porque vos
digo que dessas mesmo dessas pedras Deus
pode suscitar filhos a Abraão, né? Uma
coisa que Jesus fala, uma fala de Jesus
que exatamente, né? Tipo, a descendência
em si não é o mais importante.
Remútil o remo, né? Tá aqui. Eh, Ron.
Você já fez exame de ancestralidade
genética? Steve em voga os influentes
mostrando o os o resultado, né? Eu nunca
fiz, o meu irmão já fez. Eu tenho uma
uma
ancestralidade com com judeus
sefaraditas, pegando esse esse exame do
meu irmão, né? Eh, eu teria, a minha mãe
tem lá um uma desconfiança muito grande,
né? Ela se considera judia porque a
família dela por parte da mãe lá tem uma
uma questão judaica. Eu não tenho tanta
certeza dessa dessa ligação, mas eu já
tive mais interessado em relação a isso.
Hoje isso já não é uma coisa que me pega
muito, já não é uma coisa que eu tenho
tanto, tanto interesse, já não acho tão
importante para mim hoje, né?
Para muita gente isso é uma coisa
importante, porque eu entendo isso, né?
Você tendo essa ancestralidade faz você
crier uma relação com essa história, com
esse povo e tal, né? Eh, eu tento seguir
mais a linha aqui que Paulo tava
falando. Você cria essa relação também
por outros laços que não só
ancestralidade
genética, digamos assim, né? Eh, você
pode ter uma relação até mais forte com
esse povo do que alguns que são
descendentes de sangue, né? Então, eu
não sei, eu não tenho certeza da minha
da minha da minha ancestralidade judaica
aí, né?
Eh, essa passagem de Gálatas é muito
forte, né, Zé? falando, Paulo usa um
versículo de Abacu para falar sobre
justificação pela fé, mas o verso em
Abacuk está falando sobre esperar em
Deus, mesmo que não entenda as suas
ações. Como conciliar?
Então, a gente vai fazer um um dia
ainda, tô devendo para essa pessoa que
eu comentei no começo aqui da live, que
é fazer um um um uma dia uma uma
explanação sobre Abacuk. Eh, é, gente,
eu já perdia. Hoje a gente ia fazer uma
coisa, uma react, acho que já não vai
dar mais, né? Eh, mas eu ia, a gente
fala um dia sobre Abacuk. A conclusão de
Abacuk tem uma relação com o que Paulo
tá falando. Não é uma relação direta,
mas isso também tem a ver o seguinte.
Muitas vezes, antigamente as pessoas
faziam citação de texto
sem considerar necessariamente
o argumento do contexto original desse
texto. Então, era uma citação para fazer
uma alusão àquele texto. Você tô pegando
aquela aqu essa frase emprestada, tô me
referindo a ele, mas eu tô falando agora
sobre outra coisa, entende? Isso é muito
comum no texto bíblico. Isso causa um
monte de confusão. Muitas vezes no texto
do novo texto, ah, tal, como tá escrito,
tal coisa, né? Sai que como você vai ver
o texto original. Não, não era sobre
isso que ele tava falando. Ele pega
aquele texto, ele ressignifica.
E isso não necessariamente é porque, ah,
ele não entendeu o texto antigo, não.
Muitas vezes a pessoa leu, entendeu e
ele vai pegar aquele texto e vai usar de
um outro sentido. Isso é uma referência
a um pensamento judaico. Na verdade,
isso e essa maneira de fazer alusões,
referências, citações do texto bíblico,
mas para chegar a conclusões totalmente
diferentes dentro de um contexto
totalmente diferente. Isso é uma coisa
que é muito comum no Talmund, por
exemplo, e tem a expressão como estava
escrito e se refere e cita um texto do
Antigo Testamento, né? Então, muitas
vezes, nas discussões rabínicas do
Talmud, os caras estão falando de uma
outra coisa, num outro contexto. E
quando ele vai falar a conclusão dele,
quando ele vai resumir a conclusão dele,
fala isso, tal coisa é assim como está
escrito. E cita um texto bíblico que
assim, eh, tem uma palavra que é igual,
mas tá se referindo a uma coisa
totalmente diferente. Então, não é que
eles estão citando errado ou distorcendo
o texto, não. Eles estão fazendo,
citando quase como um ditado aquele
texto do Antigo Testamento para se
referir a outra coisa. Agora é um jeito
de você construir o pensamento e de você
fazer alusões, que é diferente do nosso.
A gente tem essa preocupação de manter
uma uma coerência com o texto original.
Na Bíblia, não necessariamente assim,
dentro da cultura eh judaica ali do do
do segundo templo, né, do primeiro
século também não era essa forma como
você fazia. você citava uma ideia e
dentro de um contexto religioso você faz
uma referência bíblica a essa ideia, mas
não necessariamente essa referência
bíblica tem a ver diretamente com essa
ideia, entende? Isso é complicado. A
coisa complexa do jeito de pensar meio
diferente do nosso, mas é uma coisa
muito comum tanto no Talmud como no Novo
Testamento. Então eh eu nem acho que é
esse caso, porque acho que no caso aqui
do do texto de Abacuk, o justo viverá
pela fé que Paulo cita. Eu acho que ele
tem uma tem uma relação até mais forte
com Abacuk, mas tem vários outros textos
do Novo Testamento que citam textos do
antigo que não necessariamente tão
dentro do mesmo contexto, estão fazendo
parte do mesmo raciocínio que o texto
original tá fazendo, entendeu?
Eh,
aí o Daniel fala aqui, Zacarias 28
descreve Israel a menina dos olhos de
Deus. E é exato, exato. Dentro desse
contexto todo que a gente tá falando,
Israel é o povo de Deus. Eh, e se você
tem um relacionamento com Deus, você
também é parte de Israel. Se você não
tem, você não é parte de Israel,
independente da sua etnia, né? Eh, é por
isso que as pessoas vão falar de Israel
espiritual, né? Não gosto muito desse
termo porque pode levar para um outro
lado, mas Israel se torna mais do que
uma etnia, né?
Às vezes focamos muito nas placas de
igreja, etinias. E dentro de cada eh
placa de igreja e etnias tem o joio e o
trigo, mas parece que a placa dá uma
identidade e um orgulho parecido com a
Babilônia. Exato. Exato, João. É isso
mesmo. É isso mesmo.
Jetro era midianita e Midian é um dos
filhos de Abraão. Ah, diz aqui o Carlos.
Tá beleza? Descendente de Abraão. Mas
não é descendente de de Abraão pela
linhagem de eh de
Isaque, né? Um descendente de Abraão que
é descendente de Jacó. Ele não é ele não
é israelita. Ele é descendente de
Abrião, mas não israelita.
Corrigindo aí, né? Levando em considera
essa correção aqui do Carlos, Jó também
não tem nenhuma relação. É, então eu sei
que tem gente que vai ter algumas
teorias ali que Jó tem alguma relação,
mas o livro mesmo de Jó não fala
abertamente, parece um livro à parte de
toda a história do relacionamento de
Deus com Israel.
Eh, já leu o fator Melk Zedec? Diz aqui
o Luiz Fernando. Nunca li, nunca li. Jet
Kenelu, sacerdote Midian.
Eh, Josué não conquistou a terra
prometida de maneira total. Diz aqui o
Caio Machado. Não, não. A essa porção
que a gente tá falando que vai do Egito
até o Eufrates, quem vai conquistar vai
ser Davi. É só em Davi que essa promessa
vai ser vai ser
eh vai ser completada, né? Essa essa
profecia vai ser cumprida.
Eh, penso que essa ressignificação não
seria bem recebida atualmente, diz aqui
o Mateus. É, dentro do contexto
intelectual, acadêmico, não é assim que
se faz. Se você fizer isso na sua
dissertação, você vai ser reprovado,
isso vai tá errado, né? Mas aí que tá,
os povos usavam os textos de formas
diferentes em outras culturas, né? Não
necessariamente era um jeito melhor, né?
É, é só um jeito de se fazer,
né? E hoje a gente tem um outro jeito.
Então, tá bom, gente. Eu preciso ir,
preciso descansar.
Eh,
vamos deixar o react paraa nossa próxima
live, então, o que eu disse que ia fazer
para essa live, vamos deixar para outra.
Então, eh, a gente
a gente deixa para uma outra ocasião que
foi um papo legal também hoje, foi
várias questões interessantes aqui, mas
eu vou fazer isso. Eu sempre vou começar
a live não lendo os comentários, porque
quando eu começo ainda não tem
comentário. Então, para eu não ficar
aqui eh olhando, falando paraa câmera e
tal, eu eu vou começar lendo comentários
que eu que eu vi durante a semana, que
foram colocados no canal e de repente já
começa a puxar um assunto ou outro aqui,
tá bom? Então, valeu, gente.
Obrigado aí pela participação de todo
mundo. É sempre legal eh tá aí com
vocês. Várias questões interessantes
vocês levantam e a gente vai discutindo
juntos aqui,
tá bom? Então, até a semana que vem, boa
noite e falou.

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