DEVORADORES DE ESTRELAS É UM FILME CRISTÃO?
24/03/2026
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
fizeram um filme da minha ficção científica favorita, Devoradores de Estrelas. Project Hil Mary finalmente está no cinema. E geralmente quem ama livros odeiam adaptações, né? A gente geralmente odeia a adaptação dos livros que a gente gosta. Mas se eu disser que ficou uma belezura, eu vi até com a minha camiseta aqui do Not Flat with Check. Cara, que negócio emocionante, que alegria, que coisa boa, meu Deus, que coisa boa. Quantas vezes você já ouviu aquelas teorias por aí de que o sol vai diminuir e que consequentemente isso vai trazer um tipo de resfriamento gradual da Terra? Ah, vamos perder as colheitas, os animais vão morrer, vai ter um desequilíbrio ambiental, vai provocar a extinção da raça humana. É, é, é o plote mais padrão de filme de catástrofe global. e devoradores de estrelas segue o mesmo padrão. Assim, vai ter spoiler, não tem como ter, não tem como fazer essa resenha sem algum nível de spoiler. Eu não queria que você tivesse uma experiência estragada pelos spoilers. Então, se você não assistiu o filme, confia em mim, saia desse vídeo e vá assistir. Porque você assistiu o filme ou ler o livro, aí você volta aqui. Eu avisei, vai ter spoilers. Mas neste filme, certo, no Devoradores de Estrelas, o que tá causando esse problema são partículas que consomem estrelas, como se fosse um tipo de vírus, né? O vírus das estrelas são os astrofágios, ou seja, os devoradores de astro. Eu acho que é melhor traduzir por astrófago. Acho que astrófago seria uma melhor tradução, mas já é a implicância minha já. Qual é a solução aí do problema? Um grupo de astronautas, astronautas, você vai entender. Você entende. Se você viu o vídeo, você sabe. Astronautas precisa investigar uma única estrela há 11 anos luz de distância que não foi afetada pelos astrofágios enquanto todas as outras foram. Por que que essa estrela não foi afetada? O que é que há lá que pode salvar, não é, a nossa estrela e e poupar a vida na Terra? Só tem um detalhe, essa viagem é uma viagem só de ida. Não existe combustível bastante para ir e voltar. Então, quem estaria disposto a se sacrificar pela humanidade? Esse é o plot de devoradores de estrelas, publicado originalmente como projeto Ave Maria. Heio Mary full of Grace. Ave Maria cheia de graça. Cheia de graça. E Grace, graça. Grace é o cara. O Grace é o cara aqui, entendeu? Bom demais. É o filme baseado no livro do Andy We, melhor ficção científica que eu já li na minha vida. O livro que me fez chorar por causa de uma pedra. Chorei por causa de uma pedra. A porcaria desse livro. E no filme é estrelado por Ryan Goslin e comentado a partir de agora aqui no Mundo cópia, o seu programa de resenhas cristãs, de filmes, séries, tudo aquilo que tá pipocando aí na cultura pop. Se você gosta desse tipo de vídeo, não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. 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Mas lendo o livro e depois vendo o filme, cara, eu eu pessoalmente sobrou nada para o Betinha, né? Brutal. Mas eu tava lá, ó, com o olho cheio d'água. A sensação que o filme causa é muito parecido com a sensação que o livro causa. Bom, no nesse vídeo vai ser meio a meio, tá? Eu tô falando aqui informaçõezinhas, mas são poucas. Então, na primeira parte vou fazer comentários mais gerais, sem spoiler, para você que ainda não viu o filme e na segunda parte vou comentar com spoilers para você que já assistiu ou para você que não se importa com spoilers. Vamos lá, vamos comentar o filme primeiro, sem spoilers, tá? Em inglês o nome do filme, Project Hey Mary, que é literalmente Projeto Ave Maria. É um filme católico, pastor. É um livro católico. He Mary, né? Ave Maria, é uma expressão muito conhecida pelos americanos como um tipo de momento desesperado, não é? É muito comum no futebol americano, por exemplo, o time tá perdendo por, sei lá, menos de seis pontos. O seu ataque tá longe ali da da linha de chegada da ind zone, área que quando você cruza, não é, marca um touchd que vale seis pontos e tal, que ele gostou do futebol americano. Sua única jogada possível é colocar em seu ataque quase todo mundo que é especializado em receber jogadas longas para eles receberem a bola lá no fim das contas para poder fazer o ponto no final. Só que claro, o time adversário sabe que essa é sua única jogada, então ele vai focar em atacar com tudo ali o quarterback, que é quem tem que jogar a bola e colocar um monte de gente lá no final para impedir. Então assim, anjo, é muito desvantagem, entendeu? Tu tá no, você tá nesse momento, é, é o fim do, é o fim do negócio, é difícil demais de ganhar. E aí eles falam que tem o rei Mary. Isso aí é um rei Mary. É, é o Ave Maria. Só, só vai agora se o santo ajudar. É quando tá no, no fim da linha. Eu já ouvi várias vezes em filmes americanos, né? Eu nunca tinha entendido na época, quando alguém tá fazendo uma coisa assim, ah, mas não tem mais jeito, não tem mais chance, vai acabar, cara. Isso aí é um rei Mary, isso aí é um Ave Maria, entendeu? É, é uma expressão comum do ditado americano, né? Mas irmão, agora só vai agora é só é só se Deus ajudar, só vai dar certo se vier do céu. Aí se a rainha do céu resolver, né? Esse tipo de coisa. O nome do livro não é Project Hil Mary, que dá nome à nave espacial, a Hay Mary, conta já sobre qual é a situação da humanidade. Aqui é o é o tudo ou nada. O relógio tá zerado, é o sinal dos tempos. Não adianta correr, é a última chance. O tempo acabou, não tem mais nada para fazer. É o reio Mary da humanidade. Acho maravilhoso que dentro da nave Mary tem o Grace, não é? Full of Grace. O nome do cara é Grace. É, cara, eu acho, é uma besteira. Eu acho tão mar, ai meu Deus do céu. Eu acho é uma besteira tão maravilhosa. A primeira coisa que a gente pensa quando a gente vê esses filmes de catástrofes globais é uma realidade muito inescapável, né? De que um dia todos nós vamos morrer. O chamado catastrofismo não é só potencializa isso e dá um senso de urgência maior. A questão sempre é como é que a gente vive, né, diante da certeza da morte. A gente vai aceitar o nosso destino, a gente vai comer e beber porque amanhã morreremos, né? Como diz a citação bíblica. A gente vai lutar pelo que há de bom no mundo, a gente vai negar tudo. O que que a gente faz, não é? Diante da perspectiva do fim. Eu lembro daquele filme Não Olhe para cima, aquela sátira política, onde tem um meteoro vindo em direção à Terra e ela tá, ele tá cada vez maior, cada vez mais perto e cada um vive de uma forma diferente, né? Alguns fazem urgias, outros vão comer uma refeição com seus familiares. A forma como lidamos com a nossa finitude é consequência daquilo que a gente crê sobre o mundo, sobre o que é ser um humano e sobre aspectos transcendentais, não é? Se é que você crê em algo para além do ser humano. Espero que creia. Quanto de esforço vale a pena ter, né, enquanto o fim inevitável não chega? Qual é o valor que a gente dá a nós mesmos, né, aos outros, as coisas com as quais a gente se depara? Todos esses filmes de catástrofe tem que nos lembrar de que a vida é temporária, de que esta existência é breve e que a gente tem que agir diante da perspectiva do fim. Seja porque o sol tá diminuindo, seja porque o meteoro tá vindo dos céus. No fim das contas, a revelação do apocalipse é de que este mundo é temporário. Um dia ele será consumido pelo fogo. Como é que a gente vive então diante disso? E isso nos leva a um segundo ponto de reflexão. Qual é a nossa missão de vida enquanto o fim inevitável não chega? Como cristãos, a gente repete Primeiro Coríntios 10:31, como morte da vida, né? Quer comais, quer bebais, façamos tudo para a glória de Deus. Mas o que aqui significa na prática? Não é uma resposta muito fácil de responder se você pensar bem, né? O que é que significa glorificar Deus? É, é ter dois filhos ou quatro? É adotar? É suportar um trabalho ruim ou procurar um que você vai se sentir mais feliz? É fazer faculdade de administração ou de direito? É ir direto pro empreendedorismo. No filme, os astronutos tinham uma missão. Era: "Vá e morra. Vá e morra para salvar todos nóss". Seria uma uma morte bem desagradável. Inclusive, eles estariam sozinhos no espaço. A chamada ao discipulado é muito parecida com essa, né? Vá e morra. É tomar uma cruz em renúncia. É negar a si mesmo. A missão daqueles astronautas era uma missão que que encarna a vida do evangelho. É morrer para si mesmo em vários aspectos que nos são caros. Tomar a cruz é renunciar e morrer para vários aspectos da vida que são importantes pra gente. Mas também é uma mudança de mente para descobrir novas alegrias e novas formas de encarar a vida. A missão que Deus nos chama é uma missão de ir e morrer, que se fundamenta na missão de outro que veio e morreu, que é justamente o sacrifício de Cristo Jesus por nós. Jesus tomou uma cruz que nós não poderíamos suportar e leva os nossos pecados para que nós não estejamos mais debaixo da ira de Deus, mas que agora possamos ser parte da sua vida de amor e vivermos paraa sua glória. Devoradores de estrela nos lembra da grandeza do sacrifício, do sacrifício de um pelos outros, de entregar a nossa própria vida para salvar a vida de outras pessoas. Muitos são os filmes, né, que falam sobre isso. Eu lembro de um filme antigo chamado Núcleo Viagem ao Centro da Terra. Esse é o título mesmo do filme. Deixa eu lemb, deixa eu lembrar se isso mesmo. Núcleo viagem ao centro da Terra. Esse é o nome do filme mesmo, não é? Núcleo o Núcleo. Missão ao centro da Terra. Tá aqui o é de quando se eu vi era moleque. O filme de 2003. Ó, o o Iago adolescente adorou esse filme, viu? Não vou assistir de novo para poder manter a boa memória da minha cabeça. Mas eu lembro de um de um diálogo que tá na minha cabeça. Não sei se é verdadeiro, vou nem conferir, mas na minha cabeça era muito bom. O cara perguntava: "Ah, você está fazendo isso para salvar a humanidade?" Aí o cara responde: "Eu tô fazendo isso para salvar três pessoas". Uma coisa assim: "Tô fazendo isso para salvar minha família." Ele não queria salvar a humanidade, ele queria salvar a família dele. Existia uma ida, né, de sacrifício pessoal que tinha como objetivo salvar aqueles que ele amava. Nós temos um Cristo que se entrega, não é, para salvar aqueles que ele amava, para salvar o seu povo, para salvar os seus filhos. Um Cristo que nos comissiona ao mesmo amor, ao mesmo sacrifício, a mesma entrega de morrermos para salvar aqueles que devem ser alvos, não é, do amor de Deus. Vários são os filmes de catástrofe mundial que mostram, não é, esse sacrifício individual em nome daqueles que se ama, o que é, como sempre, uma ótima e maravilhosa ilustração do poder do evangelho, da mensagem de Cristo Jesus e daquilo que a gente deve fazer como cristãos. É por isso que, em terceiro lugar, Devoradores de Estrelas nos faz pensar muito sobre o nosso propósito na vida, sobre o sentido da vida e porque que a gente vive. Tem uma frase atribuída a Niet, né, popularizada pelo Víctor Franco, que diz que quem tem um porquê suporta qualquer como. Ou seja, quem tem um propósito claro para dar um sentido à sua vida, tem a capacidade, ou pelo menos a potencialidade de suportar qualquer forma de como isso vai ser realizado, mesmo que seja por meio de muitos sofrimentos. Nossas crises existenciais não surgem por causa das dificuldades. As nossas crises existenciais surgem por causa da falta de um propósito claro, forte e suficiente de vida. Um propósito que muitas vezes pode ser ignorado enquanto só vivemos nossa vida desfrutando dos prazeres, só curtindo. Mas quando as adversidades e os sofrimentos surgem, a gente tem que firmar nossa mente na rocha das convicções e não nas areias dos prazeres. É interessante ver como Grace, o personagem de Ryan Gosl, encontra esse propósito ao longo do filme ao se firmar na rocha. Viajei, viajei, viajei, viajei. Eu sei que eu viajei, eu viajei, mas desculpa aí viajada, desculpa aí, mas só viajei. Tem nada a ver, não. Nada a ver. Mas, mas é muito bonito, cara, perceber esse processo nesse crescimento na vida do Grace, à medida que as coisas vão vão acontecendo. Quando nossa única ação é um tudo ou nada, esses três pontos são fundamentais pra gente saber somente o que fazer com a nossa vida, mas por fazer, não é, as coisas com a nossa vida. É um filme bonito, é um roteiro emocionante, é lindo, é uma fotografia linda, é engraçado, é tocante, você vai rir, você vai chorar e e é agora que você pausa esse filme, vai comprar os teus ingressos, vai se vestir e vai assistir ao filme logo, que a partir de agora vou te dar spoilers. Tech te tec te te. Saíram já, saíram já da parte aí. Então, então vamos, então vamos pros spoilers que eu avisei que tinha spoiler, tá? Eu vou dizer, eu nunca imaginei na minha vida que eu ia me emocionar com a pedra, mas o Rock, o Rock é encantador. Ele era encantador no livro, é encantador no filme. A relação que ele constrói com Grace é engraçada, é singela, é bonita e se constrói entre eles uma amizade de seres que passaram por um longo período de isolamento e que enfrentaram a solidão. Ambos tinham a missão de salvar o seu planeta, de salvar os seus, porque os astrofágios estavam consumindo seus sóis. Ambos perderam os companheiros de missão e agora precisam achar uma forma de estabelecerem um tipo de diálogo. O filme não tem somente um He Mary, tem vários. O primeiro era encontrar uma solução. Grace e Rocky teriam perdido a jogada individualmente, mas ao se encontrarem conseguiram achar a resposta. Além disso, Grace conseguiria voltar para casa, porque Rock lhe daria uma parte do seu combustível o suficiente para Grace voltar pra Terra, mas que atrasaria em 6 anos a volta de Rock. O segundo reio Mary seria obter os predadores. Grace era somente um cientista, mas teve que atuar como piloto e Rock como construtor das cápsulas que guardariam os predadores e aquele responsável por isar Grace de volta. Eles conseguem aquilo que salvaria seus planetas, mas a nave entra em rotação acelerada. Rock tem que sair de sua cápsula protetora para salvar Grace. Se ficasse na cápsula, a nave geraria até se destruir. Ele, Grace e todos os habitantes, seus planetas morreriam. Com a solução em mãos, ele precisava de mais um Hey Mary. Ele não tinha garantia de que Grace estaria vivo e que conseguiria voltar. O Rock tinha que arriscar tudo por causa do sacrifício de Rock. Grace sobrevive, mas Rock colapsa. É um momento muito emocionante do filme. É estabelecido ali que os herídios velam o sono uns dos outros porque ficam completamente vulneráveis. A questão é: vamos saber se um ser que é uma pedra, né, estaria vivo? Pô, é uma pedra com perna, não dá. Só resta, só resta esperar. Por quanto tempo? Grace não sabe, a gente também não, mas ele esperou. E a cada momento a gente vai torcendo, né, por uma reação do Rock. Sabe, é uma mistura entre torcer para dar certo, imaginar que ele poderia ter morrido. Normalmente filmes não não escolhem pedras para comunicar alguma coisa poderosa, mas o filme consegue fazer você ter simpatia por uma pedra, tá ligado? E com Grace a gente torce, com Grace a gente vibra quando o Rock se mexe. Sim, uma pedra com patinhas, emocionando o ser humano, um homem adulto. Porque no fim das contas amizade é isso, né? Amizade é esperar pelo amigo, é se empenhar no que puder pelo bem dele, é estar junto no seu sofrimento e torcer para que ele esteja bem. A mesma sensação que a gente tem ao ver o Rock prostrado é a sensação do Rock ao ver Grace desmaiado anteriormente. Nenhum sabia como o outro estava, porque não eram experts em seres alienígenas. Eles só podiam arriscar e confiar que daria certo. É um filme com muitos reies, são muitos atos desesperados, é muito sofrimento, é muita expectativa. É igual o outro reio Mary praticado pelo Grace. Ele descobre que os predadores dos astrofágios conseguem atravessar os recipientes criados pelo Rock. Ele consegue isolá-los, mas então percebe algo terrível, que a nave do Rock era do mesmo material dos recipientes. Os predadores então atravessariam suas paredes e devorariam os astrofágios que serviram de combustível, o que faria com que o Rock ficasse à deriva sozinho, eventualmente ficando sem alimento e morreria lenta e solitariamente. Se Grace voltasse para casa, estaria tudo bem para ele ir pra Terra, mas Rock não. Grace poderia voltar para casa, mas ele abdica disso para salvar o Rock, mesmo sem ter certeza de que o encontraria ainda vivo. E olha, demoraria para interceptar a nave do rock. 5600 dias, se não me falha a memória. Ou seja, aproximadamente 15 anos e 4 meses. Ele envia as cápsulas com os predadores astrofais da Terra e vai em busca do amigo. Ele abre mão de voltar para casa somente com a confiança de que seu amigo rochoso ainda estivesse vivo, mas sem a certeza. Felizmente, ele consegue interceptar a nave do amigo e salvá-lo. E juntos eles rumam a Eridani, o planeta de Rock. Quando eles se reencontram, tinha muita gente, já tinha galera, ó, galerinha chorando na sala. Não, eu eu nunca vou assumir. Mas já tinha gente chorando na sala do cinema, tá? Grace não tinha certeza de que o Rock estaria vivo ou que ele não teria se matado ou que ele não teria morrido na inniição. O Rock não tinha como saber que Grey iria desistir de voltar pro seu planeta para salvá-lo. 15 anos e 4 meses de incerteza e sobrevivência. A Terra é salva. Eridani é salva. Certamente não sem muitas perdas pelo caminho. E depois de uma espera incerta e depois de vários imprevistos que poderiam por tudo a perder. Tanto os humanos quanto os herídios nada mais poderiam fazer. só esperar e torcer por uma salvação vinda dos céus. E ela veio. Gracy e Rocky cumprem suas missões e salvam seus planetas. Gracy nem se lembrava como ele tinha ido par e assim que sai do como induzido, ele vê dois companheiros mortos. Conforme o filme passa, vemos que o cientista principal morreu em um acidente quanto a equipe fazia experimentos e Grace foi forçado. Aí Eva, a cientista chefe, é quem dopa e envia Grace na nave. Muito legal que o nome dela, né, o nome da mulher pelo qual o pecado entrou no mundo, que garantia ela teria que ele sabendo que nunca mais voltaria pra Terra não se mataria? Nenhuma. Ela confiou que ele daria um jeito. O que gera uma pergunta algumas pessoas, né, como é que os outros tripulantes ali da nave morreram, né? Eles também sabiam que não tinha como voltar pra Terra e em uma cena eles planejam morrer juntos. Ele acorda e vê os seus parceiros de missão mortos, sem nenhuma explicação, sem memórias, não é? É somente quando ele encontra o Rock que ele encontra o seu propósito. É da amizade improvável que ambos passam a estarem dispostos ao sacrifício. É apenas quando encontram esse propósito que eles se mostram fortes e bravos para cumpri-lo. Outra coisa bastante interessante é que o predador natural dos devoradores de estrelas é uma outra espécie de vida. É um tanto quanto poético, não é? É como se Andy Wire dissesse para nós: "A vida importa". Da mais rudimentar como os protozoários e as amebas até as mais complexas como seres humanos. A vida importa e vale a pena lutar por ela. É um filme que mostra a importância de sobrevivermos, de esperança. Fica tão, é tão famosinho, né, na internet essa cultura meio, meio depressiva, meio existencialista. Ah, porque a vida não importa, porque não sei o quê. Cara, a vida importa para todos nós e vale a pena lutar pela existência humana, vale a pena lutar pela vida, dos menores aos maiores, dos mais fracos, aos mais poderosos. Toda, toda vida vale e vale a pena ser vivida. É por isso que, por mais que toda essa essa mensagem do filme, né, seja uma mensagem profundamente, na minha opinião, profundamente cristã, uma mensagem de sacrifício, de amizade, de esperança. Existem muitas simbologias religiosas, né, que que são soltas ali no filme e no livro, que não tá só na mensagem principal, mas também ali nos signos, né, que o autor quis colocar. O personagem principal que salva a humanidade é o é o Grace, né, o Graça. Nome dele é Graça. A cientista que o envia é a Eva. A salvação vem dos céus. Há um elemento de incapacidade e confiança daqueles que ficam na terra. Existe um diálogo ali entre Eva e Grace, onde toda a história, não é, é muito bem amarrada. Quando o Grace pergunta se ela acredita em Deus, não é, e ela afirma que é melhor crer em Deus do que não crer, o que é uma uma mensagem muito poderosa, né? É melhor crer do que não, é melhor do que alternativa. A esperança era aquilo que movia o mundo pra frente. Se eles perdessem a esperança, qualquer chance de salvação havia sido perdida. O que é que sobrou pra humanidade se não confiar na graça, confiar no grace? A sensação que fica ao fim do filme é a mesma sensação que fica ao fim do livro. É uma sensação boa. É aquele quentinho no coração de quantas coisas dão certo. Apesar dos perigos serem reais, não é? Foram superados. A situação da cala foi revertida. Isso é bom. Nós precisamos de filmes que tragam esperança, filmes que nos emocionem, que nos mostrem que quando temos um propósito, a gente pode suportar as várias adversidades da vida. Embora a gente saiba que um dia morreremos, nós não caminharemos sem esperança, mas bravamente, dando tudo de nós mesmos enquanto estivermos vivos. É curioso que um filme de ficção científica em que a ciência é tão avançada, tão poderosa e importante, no livro é muito mais hard science do que no filme. O filme é mais palatável, o livro tem muita ciência. É maravilhoso que a história se baseia no elemento que ela não pode quantificar nem prever a fé. A missão foi feita com base em fé. Rock e Grace capturam os predadores pela fé. Rock salva Grace pela fé. Grace envia a salvação pra Terra e parte pro resgate de Rock pela fé. A salvação acontece unicamente por meio de um de uma confiança. A Bíblia nos dá a certeza de que a graça de Deus é poderosa para salvar todos os que creem. Embora estejamos em uma situação de calamidade por causa do pecado, a vida é capaz de vencer a morte quando a graça atua sobre ela. O jogo estava contra nós. Nós perderíamos, com certeza. Mas Deus fez a jogada que reverte tudo e nos salva da perdição. Ele envia o seu filho para se sacrificar, para que sejamos salvos. E um dia ele voltará e a salvação virá dos céus. Até lá nós esperamos. pela fé, confiando na graça, crendo que a graça vai ser o bastante para nos dar a vida, sabendo que vai valer a pena esperar, porque não buscamos alguém que está aparentemente morto, mas alguém que ressuscitou e que virá nos buscar. O Senhor devorou a morte para que tenhamos vida eterna. Aleluia! E Maranata! Vem, Senhor Jesus. Eu não sou católico, eu não falo reio Mary, eu não vou soltar um Ave Maria, mas certamente há uma glória a ser dada a Deus, que ele ele é cheio de graça. O trocadilo fica muito mais legal para os católicos. Eu eu sei, né? Se mandar um Ave Maria cheia de graça, o trocadilho fica melhor. Mas a graça e graça abundante vinda dos céus para salvar aqueles que crêem. E você assistiu Devoradores de Estrelas? Qual foi seus sentimentos assistindo? Quais são as lições que você tira? Qual o qu é que você interpreta da mensagem do filme? comenta aqui embaixo pra gente continuar conversando sobre isso. Não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Vai usar o cupom Jesus na Grove ou se inscrever dos nossos cursos que estão com desconto até o fim do mês. Vai tá tudo aí na descrição e no comentário fixado. Um cheiro no seu cangote e até a próxima. M.