Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

HOJE TEM DICA PRA FACULDADE DE TEOLOGIA E COMO EVANGELIZAR NA RUA

HOJE TEM DICA PRA FACULDADE DE TEOLOGIA E COMO EVANGELIZAR NA RUA

HOJE TEM DICA PRA FACULDADE DE TEOLOGIA E COMO EVANGELIZAR NA RUA

Compre o livro Fogo no parquinho:
https://amzn.to/3K76FpY

ESTUDE CONOSCO!

– TODOS OS CURSOS (60% off): https://institutoschaeffer.com/cursos/
– ESCOLA DE TEOLOGIA: https://institutoschaeffer.com/edt
– SIMPLIFICANDO O GREGO BÍBLICO: https://institutoschaeffer.com/sgb
– TEOLOGIA DESCOMPLICADA: https://institutoschaeffer.com/td
– ACADEMIA DE MISSIONÁRIOS: https://institutoschaeffer.com/am

Seja membro e mande perguntas para os vídeos: https://www.youtube.com/channel/UCzGwyAyWLB2Si6VDFpq8rjw/join


NOSSAS REDES
– Twitter: https://twitter.com/doisdedosdeteo
– Facebook: https://www.facebook.com/doisdedosdeteologia/
– Instagram: https://www.instagram.com/doisdedosdeteologia/

PROGRAMAS DO CANAL
– DOIS DEDOS DE TEOLOGIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8Qkipu-tZcL-LBe516QbiUM
– DE OLHO NO TEXTO: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SElIzT9AnnbzqSyoP6cUrY
– PERGUNTE AO PASTOR: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8RiYOvgtthDIqG_74kNNBOy
– MUNDO CÓPIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8QMOQrmpdZ8PemDcEt99N4p
– PODCAST: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SdjEdBT40Ij_ZcosEF565H

Legendas automáticas:

Pastor, tiveram várias perguntas aqui,
tem o pessoal aí querendo fazer
duologia, porque tem várias perguntas
que vão pro mesmo caminho, né? Tem gente
querendo saber qual foi o curso de
teologia que você fez, se tem diferença
de seminário para para curso de
teologia, e o que que é do MEC, o que
que é curso livre, eh, se você indica
algum algum curso de teologia que seja
online e também tem uma com relação a
isso também, tô tentando fazer tudo numa
só, você manda ver aí tem deve ter
alguém que tá fazendo o curso lá para já
pro final lá pro TCC da vida e tá quer
te perguntar se você tem algum assunto
que tá te chamando atenção agora, que
seja novo, relevante, que vale a pena
estudar. É um, é aquela dica do, do
orientador, né? Faz, fala sobre isso
aqui, querido.
>> Aquele de orientador é bom. Vamos lá,
cara. Vou começar no final porque
geralmente digo assim, ó, procura um
tema que teu orientador quer pesquisar e
não tem tempo, porque você vai ter a
melhor orientação da sua vida. Melhor
macete aqui. Você quer ser bem
orientado, chega no seu orientador e
pergunta: "Macho, o que é que tu queria
muito pesquisar sobre, mas tá na fila
que tu não consegue." [ __ ] queria
tanto fazer uma pesquisa sobre tal
coisa, cara. Ele já tem os autores, ele
já tem os livros, ele já tem os
fichamentos do Vidá, ele já tem tudo.
Ele tem o TCC pronto na cabeça dele,
entendeu? Então assim, você você tem um
trabalho de bobjada ali para você
trabalhar em cima e vai ter o cara que
vai trabalhar junto contigo, vai te
ajudar, vai te orientar de uma forma que
vai realmente fazer diferença. Então a
maior dica que eu posso dar é essa. Por
quê? Porque o TCC não é o lugar para
você brilhar. O TCC serve para você
provar para uma banca que você consegue
fazer uma pesquisa. É só isso, entendeu?
Eu vi dessa deita, vou fazer aqui um TCC
e vai ser o a maluco. Não se preocupe.
Se você for para um mestrado, você vai
escrever um TCC por disciplina. Normal.
Se você for para um doutorado, você vai
escrever um TCC por semana. Pode ficar
em paz. Então, o seu TCCzinho é só para
você provar para uma banca que você sabe
fazer uma pesquisa acadêmica. É só isso.
Então, não tenta revolucionar o mundo,
não tenta reventar a roda, chega no
orientador, vê onde é que você pode
entrar e uma pesquisa que é dele, porque
isso vai te dar uma orientação muito
boa, um caminho das pedras muito bem
estabelecido e um caminho de copação
muito boa, porque aí o cara vira qual
toru, tu publica já um paper já saindo
da da do bacharel, é bom demais,
entendeu? Então, segue a dica do tio. É,
o caminho das pedras é esse sempre muito
bom. Ah, já fiz isso alguma vez? Nunca.
Mas hoje hoje se alguém tivesse me dado
essa dica, eu teria feito. Minha vida
teria sido mais fácil, né? Bebida
acadêmica, tinha sido mais fácil. Vamos
lá. Dicas gerais sobre seminário. Ah, se
você puder fazer um presinário
presencial, faça, porque é muito
superior, na minha opinião, ao seminário
online. A experiência de sala de aula,
de estar na sala de aula com os
professores, para mim as melhores coisas
do seminário foram as conversas antes
das aulas, as conversas entre as aulas e
depois das aulas. As aulas foram ótimas,
mas aí aquele aquela conversa com os
alunos e com os professores, aquele
interesse, cara, o ambiente presencial
para quem tá interessado realmente em
aprender, cara, é maravilhoso. É
maravilhoso. Se você pode fazer
presencial, faça. Não tem como. Bom, é
melhor fazer online do que não fazer,
então faça online também. Você tem uma
possibilidade de aproveitamento muito
alta. Você vai perder um pouco, né? Vai
perder um pouco disso. Mas enfim, melhor
do que nada. Tô fazendo meu meu meu
primeiro ano da do meu doutorado online,
porque graças à incrível sabedoria do
governo americano, o meu vídeo estudante
foi negado. E aí eu não pude ir, eu ia
presencial fazer meu doutorado na
Califórnia. Meu vídeo est ajudante foi
negado por causa de toda essas maluquí
política lá dos Estados Unidos. Ah, só
que aí negaram o visto estudante de
quase todos os alunos do PHD externos. E
aí eles permitiram que a gente fizesse
online primeiro ano mesmo sem ter, nem
tinha, né? Tô adorando fazer o PHD em
casa. É bom demais, né? Na minha casinha
até muito mais barato, porque a
Califórnia é uma loucura, até mais
barato, tá excelente na minha casa,
vendo minha vida, show de bola. Mas eu
tô perdendo alguma coisa. Tem uma série
de de conversas de tempo em sala de
aula, alguns professores de sabe de
corredor e tá lá falando inglês o tempo
inteiro, entendeu? O pessoal é era uma
outra parada. Eu tô perdendo alguma
coisa por tá aqui, mas é mais fácil, mas
é melhor eu fazer aqui do que não fazer,
né? Então tô fazendo. Ah, então você
pode fazer presencial, faça. Se não der,
vai para online que é melhor do que
nada. Cursos aprovados pelo MEC tem a
vantagem de te dar uma certificação real
como graduação. Hoje nós não existe mais
covalidação. Então ou o curso é aprovado
pelo MEC ou ele é um curso que não vai
valer de nada. Então você vai fazer às
vezes uma graduação, um seminário
teológico de 3, 4, 5 anos e vai valer
para o governo tanto quanto a escola
bíblica dominical. Vai valer de nada. Se
você quiser ser um graduado, tem que
fazer outra graduação em alguma outra
coisa, não é? Então se para você, se
você tem um interesse acadêmico, vá para
uma graduação que seja aprovado pelo
médicago, mas é melhor ou é pior? Na
maior parte das vezes tanto faz. Se se
você tá numa graduação que tenha uma boa
um bom renome acadêmico, com bons
professores, trabalhando direitinho, ser
aprovado pelo pelo MEC, não é nenhuma
desvantagem, nenhuma vantagem no sentido
técnico. Eu recomendaria procurar uma um
bacharel aprovado pelo Mac. Se você não
encontrar, é melhor fazer um bacharel
livre do que não fazer, que só que não
vai ter o nome de bacharel. Hoje em dia
não pode mais, que o Ministério Público
fica brigando lá, né? Vai ter agora, sei
lá, curso avançado de teologia, sei lá,
alguma coisa assim. Pastor, eu não
queria ser, eu não quero ser pastor, eu
não quero ser teólogo, eu quero só
aprender mais da palavra de Deus. Eu
digo, não faço um bacharel, não faço uma
graduação. Ah, pastor, mas eu queria
tanto só aprender mais. Aí eu digo
assim, ó, imagina alguém chegar para mim
e dizer, eu não quero ser médico, não.
Queria só entender mais do corpo humano,
vou fazer o bacharel de medicina. Mas tá
meio doido, né? Tá meio meio, não, não
quero ser advogado, não, mas vou fazer
um curso de direito inteiro só porque eu
queria conhecer mais sobre as leis.
Cara, é uma graduação, entendeu? É um
bacharel, é difícil, vai aprender a ler
pelo menos duas línguas mortas,
entendeu? Até quem quer ser pastor às
vezes não se forma porque não dá conta,
porque é difícil, é pesado. Eu não
conheço uma única unidade de pessoa.
Claro, tá? Aí vai ter um aqui, vai
levantar a mão e eu feliz, né? Quando
conheço uma única unidade de pessoa que
foi para o seminário sem querer ser um
teólogo profissional ou um pastor ou
missionário que conseguiu terminar o
curso inteiro. Vai ter um aqui, né? Quem
foi? Quem foi que fez o bacharel inteiro
sem querer? Tem um, tem dois. É, tem
dois, né? Mas a a esmagadora maioria,
cara, não consegue terminar a graduação
porque é uma graduação, entendeu? Não é
um negócio, um curso de férias, né? É um
negócio pesado. Qual é a dica que
geralmente eu dou? procura um curso
online, uma formação continuada online.
Se você já tem uma graduação, tem
algumas pós-graduações em estudos
bíblicos que são muito boas também, são
cursos de dois anos, de 1 ano e meio,
que te dá uma uma visão um pouco maior.
Procura uma mentoria online, tem muitos
cursos online de mentoria teológica.
Você pega o Invisible College do Pedro
Dult, que é o pastor preseriano, é
excelente, muito bom. Tem o Escola
Doutrina e Devoção da Escola
Convergência, que é um curso de 2 anos,
que também é muito bom da galera mais
pentecostal. Você tem o Instituto
Chefeif de Teologia e Cultura para
escola de teologia, né? Você quiser,
você estuda comigo, né? Também tá lá, ó.
Mas vai ser meus amigos fazem um
trabalho muito melhor do que o meu, né?
Você pode ir lá se você quiser. E você
tem muitos caminhos para você poder
fazer um curso ali para você aprender um
pouco mais, ter ali uma ajuda e tal. Mas
vou dizer o seguinte, não despreze o
poder da Escola Bíblica Dominical e de
uma mentoria do seu pastor. Não
despreze, porque você consegue muita
coisa prestando atenção nas aulas da sua
igreja e pedindo dica de leitura e de
material paraos seus pastores. Cara, tem
muito conteúdo que você consegue sem
precisar de uma sala de aula. seja de
coisa online, meu irmão, hoje se você
conseguir catar direito, você acha um
bacharel inteiro no YouTube, pô, de
teologia com qualidade. Você ouve ali os
podcast do Bibotal, você assiste ali o
2D teologia, tem, eu vou dizer com
tranquilidade, tá? Eu falo sem nenhuma
soberba sobre isso. Tem material no 2D
de teologia que é melhor do que coisa do
que a aula que eu tive no mestrado. Tem
vídeo ali sobre pneumatologia, sobre
bibliologia, que se eu fosse dar aula de
mestrado, eu ia baixar o nível comparado
com o que eu coloquei no YouTube,
entendeu? Tem aulas do Marcelo Bert de
Cristologia no YouTube que é muito
melhor do que eu fiz no meu bacharel e
tá lá no YouTube e é filmagem da EBD da
igreja dele, por exemplo, entendeu?
Então se você vai assim no que você tem
já na internet, tem muita coisa boa na
internet e vale a pena sair atrás de
teólogos, eruditos e pastores que estão
colocando muita coisa de graça aí. Vale
muito a pena. Se tinha mais perguntas aí
sobre seminário, eu já esqueci tudo.
Então
>> é basicamente isso. E qual foi o que
você fez, né?
>> Ah, eu fiz o CBIMA, seminário e
Instituto Bíblico Maranata. E aí depois
que eu fiz o seminário que não era
aprovado pelo MEC, na época ainda havia
covalidação. Então eu covalidei para que
eu fosse graduado em teologia pela
Faculdade Teológica Sul-Americana de
Londrina. Então eu fiz 4 anos de CBIMA e
um ano de Londrina para poder ter a
formação do CBIMA e o o diploma pelo MEC
via Londrina. Aí eu fiz pós-graduação em
economia política pelo Centro
Universitário Ítalo Brasileiro em São
Paulo. Fiz pós-graduação em neurociência
e psicologia aplicada pelo Mackenze
apesar do professor Mackenz. Fiz
mestrado em teologia sistemática pelo
Instituto Albre Clark lá em Fortaleza e
aí agora tô no doutorado no falon. Essa
é a jornada, eu não aguento mais.
>> Eu digo não aguento mais. Aí eu vou
fazendo coisa, entendeu? Eu terminei o
bacharel, eu disse: "Nunca mais vou
estudar". Aí eu me formei no na quinta e
na sexta estava na sala do da após. Aí
eu terminei, eu comecei a após no no
meio da após comecei o mestrado, fui o
mestrado e após ao mesmo tempo. Quando
eu terminei após e tava no meio do
mestrado, fui do mendigo. Aí quando eu
terminei o mestrado, digo, nunca mais
quero fazer, nunca mais quero estudar na
minha vida. Aí deu a pandemia, fiquei me
bem tediado, eu comecei a após, outra
apoio. Aí eu terminei a após aí deu um
tempo assim, eu disse, rapaz, o
doutorado tava na hora já, né? O
doutoradozinho e tal, aí
>> de leve, né?
>> Até o faniquito, dá dá um negócio assim,
dá um um tremelique assim, aí eu
preciso, sabe? Dá um negóci de tudo
orientador, né? Que é alguém que
publica, né?
>> É, tem um problema, ten um problema.
Orem por mim, vi em casa v minha vida
normal, entendeu? De boa. Eu f
doutorado. Pr qu? Para qu? Para que que
eu quero um doutorado, mano? Pr nada. Só
para ser maluco da minha cabeça mesmo.
Tô lá, tô adorando. Ai, meu Deus. Como é
que minha mulher me aguenta? Não sei
não.
>> Posso, posso emendar então uma pergunta
sobre isso, doutorado?
>> Pode. Comecei agora, viu? Não tenho
muito conselho para dar não.
>> Porque tem gente aqui já fazendo
pergunta sobre o doutorado, perguntando
se vai ter uma máfia dos mendicos dois.
>> Não, não, não.
>> A, o retorno
>> ou ou algum livro que aborde teologia e
e dessa dessa parte pública voltada pro
Brasil?
>> Sim. No máfia dos mendigos, na
introdução, eu digo: "Nunca mais, né?
Nunca mais na minha vida eu quero uma
coisa extrema dessa, né? Tanto quando eu
fui lá paraos Estados Unidos,
>> acho, mas quem fez a pergunta deve amar
você, viu? Quando eu tanto tanto quando
eu fui paraos Estados Unidos pesquisar a
pobreza lá também, eu não investii de
mendigo não, nem nada assim. Pensei até,
deu, me deu um, aquele faniquitozinho e
poxa, eu podia tentar entrar nos
abrigos, né, e ver como é que é os
abrigos aqui e tal. Só que eu disse:
"Ah, meu irmão, não vou chegar como
imigrante, os caras vão me mandar de
volta pro Brasil, né? Vão me deportar.
Se eu chegar do nada mendigo num num
negócio falando um inglês horrível, aí
vamos me colocar num caminão do Trump aí
e me mandar de volta pro pro negócio."
Mas o eu eu fiquei na rua conversando
com os mendigos. Só não investi de
mendigo não. Eu vou continuar
pesquisando pobreza no doutorado. É, é a
ideia, não é? perspectiva mais acadêmica
e tal. Vai virar o MAF dos mendigos
dois? Não necessariamente vai virar
alguma outra coisa, mas virar minha
minha dissertação, minha minha tese de
doutorado, ah, que vai ser voltado pro
mesmo assunto, mas com uma pegada
completamente distinta. Eu não tenho
nenhum interesse mais na minha vida de
fazer a etnografia. Foi o que eu fiz,
ainda mais uma autoetnografia, né, que
tá metido no negócio. Eu quero, eu vou
ficar lendo minhas coisinhas e
escrevendo de casa mesmo. Deus me livre,
durma você na rua. Vá lá, vá com Deus,
faça o dois, né? Porque eu não dou conta
mais não. Tenho filho, cara. Eu tenho
dois meninos já. Quando eu fui fazer o
maf dos mendigos, eu disse para Isa,
Isa, eu só tenho coragem de ir enquanto
não temos filhos, porque eu consigo
deixar uma viúva, deixar um é uma paia,
né? Aí eu eu não queria e aí eu tenho
coragem mais não, desculpa aí, perdão,
decepcionar todos aí que não tenho
talento nem saúde para isso.
>> Como um relacionamento à distância pode
refletir santidade?
>> É até mais fácil, né?
É do mesmo jeito que um relacionamento
presencial. A diferença é que vocês
estão longe, então é mais fácil.
Esquitou muito não, só amor, só amor,
porque é fácil, é mais fácil. Distância
é mais fácil. Negócio é quando você se
encontra aí que aí tem que tomar cuidado
que aí aquele negócio é expectativa, né?
Às vezes é complicado aquele negócio e
foi contrado, o contrário. Tinha uma
jovem no seminário que claramente
namorava um cara, claramente era um caba
safado. Claramente, claramente. E só ela
não percebia, mas claramente era um caba
safado. Aí eles eram a distância e se
encontrar pela primeira vez. Aí eu sabia
que era um capa safado. E aí eu disse:
"Faz um teste com ele, combina de que
vocês não vão, não vão se beijar, não
vão não vai ter nada. Vamos se conhecer
pessoalmente." Pastor, pelo amor de
Deus, vai lá, vai lá. Quando ela falou
isso para ele, meu irmão, o cara falou
ficar louco, queria me matar. Não, que o
pastor aconselhou que a gente só
primeiro se conhecesse, tal, não sei o
quê. Não, mas eu quero muito, não sei o
quê, tal, tal, tal. Foi lá, beijou lá,
sei lá, o que mais fez lá com lá, sei
lá, n minha ovelha da luna no seminário,
não deu, um tempinho tava terminado,
cara, tava com outra já, não sei o quê,
entendeu? Às vezes a gente nesse namoro
a distância é mais fácil enquanto tá
distante, mas há uma série de
expectativas que às vezes vão sendo
alimentadas no coração quando encontra
presencial que às vezes você não tá
preparado, você não tem às vezes o
repertório para resolver. Então você
namora presencial, você começa a
construir um repertório de proteção
contraentações. Então não é é bom a
gente não fazer isso, é bom a gente
tomar cuidado com isso aqui, é bom a
gente não se colocar nesses ambientes
porque você tá presencial. Quando você
namora online e aí você passa às vezes
muito tempo sem se ver, se às vezes não,
se você não tiver uma consciência clara
do que você não vai fazer, do que você
não quer fazer, de onde você vai se
colocar, você às vezes vai altamente
sujeito a a ser se deixar guiar pelo
próprio coração lacivo, que aí sobra é
pecado, nada mais.
>> Essa pergunta tivemos algumas eh
escritas de forma diferente, né? Então,
peguei uma aqui, tá escrito o seguinte:
"Sobre a questão da salvação. Algumas
pessoas que, por exemplo, vivem isoladas
do resto do mundo, nunca ouviram falar
de Deus ou Jesus. O que aconteceria com
elas?"
>> As pessoas só são salvas por meio de
Jesus. A salvação só se dá por meio da
obra de Cristo Jesus. Existe evangelho
chegando no mundo inteiro, em muitos
lugares do mundo. Ah, mas não em todos.
Pessoas que não receberam da mensagem de
Jesus não tem o caminho de salvação. Por
isso que a obra missionária é tão
importante. Muitas vezes a gente acha
que o homem que nunca ouviu falar de
Jesus é uma pessoa que não tem culpa de
nada, é uma pessoa boazinha. Mas a gente
caiu na mentira antropológica do bom
selvagem. O Romanos capítulo 1 vai
deixar claro que há uma revelação de
Deus que é dada a todos os homens
externamente e internamente. Existe uma
revelação externa de um Deus que se
revela na natureza e é uma revelação
interna de uma lei que é inscrita nos
corações. O que é que Paulo diz em
Romanos 1 de que os homens quebram a lei
interna? Então, existe uma revelação de
Deus dada a toda a humanidade que os
homens quebram eternamente pela própria
maldade. E existe uma lei externa que é
ignorada com os homens adorando objetos
e criaturas ao invés do criador. Então,
a linguagem bíblica é que os povos
isolados possuem revelação o bastante e
ignoram essa revelação e pecam contra
essa revelação. A linguagem de que não
há nenhum bom, nenhum sequer é uma
linguagem sobre toda a humanidade. Todos
nós somos merecedores do inferno. Como é
que essas pessoas podem ser salvas com a
obra do evangelho chegando até elas? Por
isso existe pregação do evangelho, por
isso existe obra missionária. Mas
ninguém vai pro céu sem ninguém vai pro
inferno sem merecer. Ninguém vai pro
inferno sem merecer. Outro fator que a
gente pode considerar é a justiça e a
bondade de Deus, né? A Bíblia tem uma
linguagem muito clara sobre graus de
afastamento e graus de punição. Existe
graus de recompensa, chama isso de
galardões, né? Mas a a linguagem bíblica
também é uma linguagem de diferentes
quantidades de sofrimento quando a gente
fala de condenação. Então, pessoas que
têm menos revelação, menos compreensão
das coisas são pessoas que recebem um
afastamento de Deus diferente, um grau
de punição diferente de pessoas que têm
a revelação, t conhecimento do evangelho
e que se entregam a maldades ah mais
claras ou menos claras assim, né? Mais
interiores. Então, um, a gente, essas
pessoas não são indesculpáveis. Dois,
elas quebram conscientemente a lei de
Deus, tanto escrita no coração quanto a
revelação de Deus na natureza. Três,
Deus tem misericórdia. E tendo
misericórdia, ele fornece graus
diferentes de punição, de afastamento
eterno para as pessoas em decorrência
também do quanto de revelação elas
possuem. Jesus diz isso, né? Vocês têm
aqui quem é maior do que Moisés, vocês
não não ouvem. Vocês têm aqui quem é
maior do que Jonas e não ouve, tá? Tem
mais punição para vocês do que para
aqueles, não é? Porque quando você tem
mais revelação, mais compreensão, você é
mais indesculpável, né? Então você tem
um caminho maior de punição do que
aqueles que são menos indesculpável.
Pastor, sou líder de células jovem na
minha igreja e cada dia mais a minha
célula tem adotado o neopetcostalismo.
Ao mesmo tempo que vejo, quero me me ver
saindo desse contexto, né, desse
ambiente, eu sinto que eu tenho
responsabilidade em abrir a mente da da
minha célula, né? Que conselho você
daria para essa pessoa que tá vivendo
isso?
>> Eu tenho pouca informação contextual,
porque eu penso assim, ó, minha célula
tá indo para neopcostalismo, eu sou
líder da célula. Quem que tá levando
neopcostalismo para essa célula? Se você
é o líder, né, não é você. Se não é
você, que tipo de líder é esse que a
galera tem, domina a célula, toma a
célula? Não sei. Então imagino que haja
ali uma participação muito grande das
pessoas, trazendo talvez ali uma falando
mais, se envolvendo mais e o líder acaba
sendo alguém que não tem tanta voz,
talvez. Não sei. O que eu diria é: a sua
igreja é neopentecostal? Se a sua igreja
não é neopentecostal, peça auxílio dos
pastores. Olha, a célula tá indo para um
caminão errado aqui. Olha as coisas que
esse pessoal tá trazendo. E os pastores
te ajudam a resolver isso. Você só um
líder de células, você não é um pastor
da igreja. Alguém pode lhe ajudar na
liderança. Sua igreja é neopentecostal,
eu não tenho o que fazer, meu filho.
Passa embora, entendeu? Passa se embora.
Se tu líder de célula não consegue
resolver, entendeu? A liderança sendo,
né, pentecostal, tem o que fazer, né? Eu
sempre digo isso. Eu sou pastor da minha
igreja, tem coisas que eu não consigo
mudar na minha igreja. Eu sou pastor da
minha igreja, tem coisas que eu não
concordo, quero mudar e não consigo. Aí
o membro vai conseguir mudar. É muito
difícil. Claro, tem pequenos rumos da
comunidade ali, se na assembleia, fala,
volta, mas toda uma visão de igreja,
neopentecostalismo, tomando conta da
igreja, se a liderança não é
neopentecostal, a liderança resolve. Se
a liderança é ne pentecostal, você não
resolve. Então, procura uma comunidade
mais saudável.
>> Como cristão pode lidar com sentimentos
que entram em conflito com a sua fé? Por
exemplo, quando ele não encontra
conforto na palavra, apesar de saber que
Deus é fiel.
>> Nós somos guiados por convicções, não
por emoções. Nós somos guiados pelo que
cremos, não pelo que sentimos. Porque os
seus sentimentos são ondas do mar. Os
seus sentimentos não são um um alicerce
sólido para nada, porque os seus
sentimentos são influenciados pela tua
criação, são influenciados pela tua
dieta. Teus sentimentos são
influenciados pela tua rotina, pelo teu
salário, se tua mulher te tratou bem ou
te tratou mal de manhã. Os teus
sentimentos são influenciados por uma
série de fatores. Existem experiências
envolvendo ratos em que eles conseguiram
passar traumas de forma genética pros
filhos, em que eles davam choques em
certos ratos, em certos ambientes lá. E
aí os filhos desses ratos que nunca
foram submetidos à mesma coisa, quando
colocados naquele ambiente ficavam com
medo. Ou seja, você tem trauma sendo
passado geneticamente de uma geração
para outra. E aí o cara tem um um uma
dor, um sofrimento que ele não sabe nem
de onde é que vem e vem de um lugar que
não tem nada a ver com ele, vem de um
outro lugar. É maldição hereditária, não
é? Ah, mas nossos sentimentos, irmão,
eles são evento do mar. Mas a gente tá
muito peso pro sentimento. Ah, tô
sentindo uma coisa aqui. Ah, não, mas
isso aqui não. Não me sinto bem com isso
aqui. Você tem que aprender a controlar
seus sentimentos, não ser controlado por
eles. O que descreve você ser um adulto,
uma pessoa responsável, uma pessoa
madura, é o quanto você consegue
controlar suas emoções, seus
sentimentos. É o quanto você tem
vontades instintos e você o segura. Há
um neuropsiquiatra austríaco chamado
Victor Franco. Ele é um judeu que foi
preso em Alchevitz. Ele quando saiu dos
campos de concentração, ele desenvolveu
uma psicologia chamado logoterapia, que
é uma psicologia a partir da
autotranscendência e da espiritualidade.
Ele tem uma frase que eu adoro. Ele diz:
"O homem tem sentimentos". Os
sentimentos não podem ter o homem. Às
vezes a gente quer que os sentimentos
nos tenham. A gente acha que os
sentimentos nos têm. A gente usa até
linguagem psicologizada, né? Não,
pastor, mas é, eu eu faço isso porque eu
sou assim, eu faço isso porque eu sou
assado. Faço isso com meus pais, faço
isso por causa da minha criação, eu sou
assim. E às vezes a gente ao invés de
usar diagnósticos psiquiátricos ou
psicológicos como instrumento de
autoconhecimento para melhorar e para
encontrar ferramentais para vencer as
dificuldades, a gente quer usar como
desculpa para se deixar levar por
qualquer coisa. Ah, na verdade a gente
deveria era olhar para os nossos
sentimentos, olhar pro modo como a gente
se sente e controlar esses sentimentos e
forçar esses sentimentos em direção às
nossas convicções. Então, eu não consigo
sentir prazer na palavra. Eu vou
continuar lendo a palavra, tendo prazer
ou não, e vou orar para Deus me dar
prazer. E se ele nunca me der prazer na
leitura, eu vou continuar lendo sem
prazer, porque minha vida não é
maximizar o prazer. E o prazer quê?
Netflix, pô. Lemb minha mulher, a gente
tava começando a tentar melhorar a vida
fitness. Antes de começar mesmo assim, a
vida fitness de verdade, a gente tem
várias participações intermitentes na
academia do bairro, né? Um dia a Isino
funcional qualquer lá e aí chegou o dono
da academia, que era o nosso amigo, ele
disse: "Aí, você tá gostando do treino?"
Eu não. Aí ele tomou um susto, coitado,
né? Ah, mas como é que eu posso fazer e
tal? Não, não, não, não, não é pessoal
não. É que eu gosto de ficar em casa
assistindo TV, entendeu? Tô aqui porque
eu preciso, eu odeio isso aqui. Você
prar, mas eu preciso tá aqui, tô aqui. E
às vezes a vida é isso, pô. Acho que eu
gosto de correr eu só preciso perder
peso aí correr, entendeu? Eu gosto de
pra academia, eu não gosto. Tem gente
que acha que eu gosto de ler. O I, como
é que eu faço para gostar de ler que nem
tu? Maluco, eu nunca gostei de ler na
minha vida. Eu gosto do que ler me dá.
Eu gosto do conhecimento, eu gosto da
informação. Se eu pudesse soltar um tubo
aqui na minha na minha espinha e
aprender igual um Nildo Matrix, ô meu
irmão, nunca mais abri um livro na minha
vida, entendeu? eu pudesse aprender por
e botar o livro na cabeça assim e
começar a passar por osmose é excelente,
né? De Bluetooth. Ah, é maravilhoso.
Agora pegar ali o papel, abrir, ficar
sentado aí, ler as palavras, não sei o
quê. É sacal. Se eu pudesse aprender
jogando videogame, adoraria. Eu gosto de
seriado e de Netflix, mas eu gosto
daquilo que lê me dá. Assim como você
deveria gostar daquilo que a oração te
dá, que é comunhão com Jesus. Assim como
você deveria gostar daquilo que a
leitura bíblica te dá, que é
conhecimento da palavra de Deus. É assim
como você deveria gostar daquilo que a
igreja te dá, que é comunhão com os
santos, é força na luta contra o pecado.
Eu sou uma pessoa extremamente
extremamente introspectiva. Para mim
esse momento aqui, eu tô ali fora, a
gente tivesse saindo umas 40 minutos
tirando foto com vocês ali. E para mim
não é uma coisa natural. Eu tenho um br,
eu tenho gente, eu tenho um amigo, meu
irmão, que é da galera e junto, para mim
é sempre um esforço muito consciente. Eu
sei que o pessoal, eu tô na casa das
pessoas, estão me assistindo no YouTube,
entendeu? Tem gente com testemunhos
maravilhosos de como nosso ministério
abençoou. Pô, o mínimo que eu posso
fazer na minha vida é olhar nos olhos,
ser simpática, tirar uma foto, entendeu?
Pelo amor de Deus, tipo de jumenta son
de não conseguir ter um relacionamento
humano, mas para mim é um esforço, não é
uma coisa para mim é agradável. Não tô
morto de alegre e tô aqui tirando foto
com pessoal, adoro tirar foto com o
pessoal, né? Para mim é é um esforço,
mas é um esforço muito pequeno diante do
que esforço significa. E pô, meu irmão,
o pessoal que veu sabe Deus da onde,
duas horas dirigindo, chegou aqui, tal,
pagou o ingresso, nem sei se tem
ingresso, mas pagou o ingresso, tá aqui
no negócio, veio, pegou uma fila ali,
vai tirar uma foto comigo, pô, eu não
vale nada, o cara quer tirar foto comigo
que eu tô na casa dele.
>> Camarada de Japeri aqui, gente.
>> Japeri é longe. Eu não sei, eu não sei o
que is significa. Tua mulher tá grávida?
É a mulher grávida. É, vem, vem grávida
de API. São Gonçalo, chinelo.
>> É longe. É porque para mim é a
experiência mais agradável possível. É
claro que não é. Eu queria estar
trancado num quarto escuro, entendeu?
Para mim é a experiência mais agradável
no momento era estar trancado no quarto
escuro, mas eu não posso ser guiado por
aquilo que é mais agradável no momento.
Eu tenho que ser guiado por aquilo que é
o certo, aquilo que faz bem, aquilo que
vai gerar o maior valor. E aí quando
Deus olha para Caim, ele diz: "O teu
pecado tá batendo a porta aí. Cabe a ti
dominá-lo. Cabe a ti dominá-lo. O seu
pecado não é uma força maior do que você
que você não pode dominar. O teu
sentimento de apatia diante da palavra
de Deus não é uma coisa que pode te
dominar. A tua às vezes introspecção e
aí você não quer ir pro culto domingo
que tá cheio de gente que vai falar
contigo e às vezes você tem uma
personalidade mais ali retraída que você
fica meio tímido na igreja. Isso não é
uma coisa, não é uma coisa que pode te
dominar. A gente tem que dominar essas
coisas. dominar a introspecção, dominar
a timidez, dominar a preguiça, dominar a
apatia, dominar os dos os maus desejos,
porque no fim das contas é o que separa
os humanos dos animais. O que é um
animal, senão um ser que é puro instinto
e simplesmente responde aos instintos
que tem. Ora, nós não somos animais,
somos pessoas capazes de dominar nossas
próprias vontades e sentimentos através
do que o Victor Franco chama de
autotranscendência, esse exercício de de
vontade, porque somos seres humanos.
Então, ah, você não tá conseguindo
sentir prazer na palavra, OK? Continue
na palavra, continue na palavra. Tá
conseguindo sentir prazer no culto?
Continue no culto. Não consegue sentir
prazer em ofertar, continue ofertando. E
aí você ora, Deus me faz dar com
alegria. Deus me faz gostar de ler a
palavra. Deus me faz querer estar na
igreja. E se essas coisas não se
expressam de forma muito pente, só
continua. Porque no fim das contas, o
que que a gente gosta? É da dopam mina
fácil do do do Rios? É do seriado, é da
comida hiper processada, é do da
preguiça, é de tá na praia, de perna
para cima. Bom, é isso, né? O resto, o
resto a gente faz porque a gente tem que
fazer, porque a gente precisa. E quando
Deus nos dá a graça de gostar, de ser
prazeroso, aí é melhor ainda. Aí é bção
demais. Mas não dependa disso para fazer
o que você tem que fazer, não. Tua fé
depende disso. Eu não, eu eu tenho um
amigo que tem câncer, ele não gosta da
quimerapia, mas ele não perde uma
sessão, né? Porque ele sabe que é a
única coisa que pode salvá-lo. Então
tudo depende de como a gente enxerga a
vida da fé. Joe Piper falava isso. Jo
Piper dizia: "Se você interpretar a
igreja como navio cruzeiro, você vai
reclamar do do da falta de serviço de
quarto. Se você interpretar a igreja
como navio de guerra, rapaz, as ondas do
mar não vão te fazer reclamar, não."
Então, como é que a gente tá vivendo
nossa vida? A gente acha que a vida
cristão é um cruzeiro? Pô, se eu pago
caro no Cruzeiro, eu quero ser mimado.
Eu quero, eu quero comidinha no meu
quarto, eu quero, se tiver sem sal, eu
vou reclamar lá na recepção. Gastei uma
fortuna aqui no Cruzeiro. Agora se eu tô
numa guerra, no navio de guerra, o porta
guerra de portando avião, no
porta-aviões e bala para todo lado. Ah,
eu tô feliz de estar vivo. Se eu voltar
para casa, amém, né? Então, depende
muito do modo como a gente enxerga o que
é a vida da fé.
>> No evangelismo de rua, como começar a
interação sem parecer incômodo? Gostaria
de ser mais assertiva? Tem um jeito para
isso sem chegar e pedir um minuto de
atenção? Acho que não. Acho que vai ser
incômodo. Não tem muito o que fazer. Com
licença. Tudo bem. Eu queria um
minutinho para poder falar um pouco do
evangelho. Você você teria a
disponibilidade de me ouvir um pouco? E
é isso e vai. Não tem muito o que fazer.
Tem muito, não tem mágica, não é?
Geralmente assim, tem algumas vantagens,
tem muitos ambientes que são mais
abertos a isso. Você pode pensar num
capelania hospitalar, todo mundo quer
uma oração hospital, você pode pensar na
capelania prisional, não é? Todo preso é
excrente. Todo assassino, todo
traficante é excrente. Sabe todos os
versículos. Tem uma mãe que ora por ele.
>> Tem uma mãe que ora por ele, tem uma vó
que agora tem uma tia que ora por ele,
não é? Ah, na rua. Meu irmão, os não tem
ninguém que saiba mais hino do que
morador de rua. Uma galera muito aberta
a ouvir evangelho, ouvir oração. Você
quer juntar uma igreja inteira ao seu
redor numa praça? Diga que vai orar pelo
pessoal. Negada, eu vou fazer uma oração
aqui. Que que é que que é uma oração? Me
irmão, os mendigam aí tudo junto
correndo doido pela oração, né? Ela quer
oração. Agora você tá na rua, geralmente
as pessoas estão andando, estão
caminhando uma coisa assim, tem um
ambiente ali um pouco mais insalubre
para esse tipo de de abordagem. Mas se é
o que você vai fazer, cara? Chega e pede
tranquilamente. Ah, mas vai parecer um
pouco invasivo. Vai, tudo bem, tem
problema nenhum ser invasivo. Você só
ser educado. A pessoa dizer que não,
você respeita e vai embora. Só isso. Tem
muito o que fazer. Não ser diferente que
isso não. Agora você dá para você ser
esperto, né? Dá para você ser
inteligente, achar os lugares, os
ambientes em que a pregação funciona
melhor, né? Sem sem ser exageradamente
desconfortável com as pessoas.
>> É, talvez participar de algum grupo que
já tem essa experiência também ajuda,
né?
>> Sim. Sim.
Eu fazia muito evangelismo de porta em
porta. Nada mais irritante, né? Chegar
na porta do povo, batia a palma, vou de
casa. Aí chegava a senhorinha lá que
tava fazendo o almoço. Olha, a gente tá
aqui falando da palavra de Jesus aqui
pro pessoal, falando do evangelho aqui.
Só teria um minutinho. Ninguém nunca
tinha, né? Aí disse: "Não, mas a gente
também tá oferecendo estudo bíblico. A
gente vem aqui na sua casa, traz um
estudo bíblico, vem eu e uma outra
senhora, vem eu e minha esposa aqui, a
gente apresenta o evangelho, estuda a
Bíblia junto, ora por você se tiver
alguma questão, alguma demanda, você
quer alguma oração?" A pessoa, opa,
falou de oração, galera já ador uma
oração. Ah, eu tenho um tio que tá
doente, sei que tal, tal, tal. começa a
puxar o assunto ali, deixava um
cartãozinho com número para marcar um
estudo bíblico e assim ia, né? Eh, a
gente só tem que às vezes achar um um
ferramental, um jeito de encontrar as
pessoas que seja seja útil e válido.
>> Não tem muito uma receita de bolo, mas
tem sempre as coisas que a gente pode
fazer para facilitar. No meio desse ano,
a gente que é da cru, cadê a cru?
>> A gente foi pra Brasília.
>> A gente foi pra Brasília porque teve um
congresso lá. E aí no segundo dia foi o
dia de evangelismo. E aí no meu caso,
por exemplo, eu fiquei num grupo com
seis pessoas contando comigo, dois
meninos e quatro meninas. A gente fez
dois trios e aí cada trio ficou com um
homem. Eu abordei os homens no
evangelismo, ela abordaram as meninas e
assim a gente foi fazendo. Mas, por
exemplo, tinhaam pessoas que eu abordei,
eu perguntei: "Você tem um minutinho
para ouvir de Deus?" Pesso falou: "Tem.
Você quer conversar?" "Não, eu embora.
Não tinha muito o que fazer, mas de um
jeito ou de outro a abertura sempre
vem." E às vezes só da pessoa saber que
alguém queria falar sobre Deus com ela,
às vezes pode fazer uma diferença que a
gente nem sabe.
>> Às vezes depende da nossa capacidade
também assim de de conseguir abordar de
forma muito mais humana as pessoas,
sabe? De Eu lembro vez eu tava
evangelizando um garia assim na rua e eu
disse: "Ei, meu querido, como é que vai
e tal, trabalho? Aquele cquezinho ali do
começo, né? E rapaz, pegou que horas
hoje? Começou cedo hoje trabalhando há
muito tempo? Não, pego tá hora, daqui a
pouco vou largar e tal. Tu fica aqui até
à noite? Ele: "Não, não, de noite tem
outra galera aí, rapaz. Noite deve ser
perigoso aqui, né?" Aí o cara, rapaz, de
noite é é pior mesmo. Porque meu irmão
aqui pessoal aqui a maldade aqui, a
criminalidade é pesada, né? Ser humano,
o mundo tá muito mal querendo pegar, né,
o caminho falar do pecado, né? É um
mundo muito mal, né? Aí o cara olhou
assim e disse: "Não, não, não é o mundo
que tá mal não. Quem tá mal são os
homens." Dis: "Meu filho, você
evangeliza logo aí direto". É, pois
pregue logo aí o evangelho para si
mesmo, né? Eu disse: "É isso mesmo, meu
querido. O homem tá mal, sabe que só tem
um jeito para resolver? É se a gente
procurar Jesus e tal". E aí, e vira uma
conversa um pouco mais natural ali. Às
vezes, só que isso é uma coisa que você
só aprende fazendo. Não tem curso de
evangelismo criativo que te transforme
no evangelista. É, vá lá, evangelize
mal, bem muito, evangelize mal feito,
passe vergonha, entendeu? Mas vai te
desenvolvendo que com o tempo você
aprende. Eu lembro, eu sempre lembro
dessa história. Um amigo meu me dizia:
"Vinicius Mã Pimentel, Iago, se você se
você for esperar pregar igual o
Nicodemos para começar a pregar, você
nunca vai pregar." Porque quando o
Nicodemos começou a pregar, ele não
pregava igual o Nicodemos. Então, se
você vai começar a ser um um excelente
evangelista, vou esperar ser um
excelente evangelista para começar a
evangelizar, você nunca vai evangelizar.
Porque quem é um excelente evangelista
não começou ser um excelente
evangelista, começou a saber falar nada.
Eu era, vê só, hoje, hoje eu ganho a
vida falando, eu pago as minhas contas
por meio do discurso, mas quando eu pela
primeira vez falei pr os amiguinhos da
escola do ensino médio, o primeiro
ensino que eu queria ser pastor, lembro
uma moça, lembro até hoje o nome dela,
não vou dizer nome porque tá aqui na
internet, ela é do Aracati, perto lá de
Candô quebrada no Ceará. Ela olhou pra
mim na hora de uma aula assim, disse:
"Ei, Iago, é verdade que tu quer ser
pastor?" Sei lá, ela falou de um jeito
assim que foi tão, sei lá, um interesse
tão genuíno. Aí me deu um quentinho no
coração. Eu disse: "É, Iago, mas tu não
sabe nem falar, como é que tu vai
pregar?"
>> Tipo bom, né?
>> É. E assim, e hoje eu vivo minha vida
disso, entendeu? Dois anos depois eu
tava viajando no Brasil pregando. Por
quê? Porque eu comecei mal, não sabia
nem falar, eu não conseguia fazer
apresentação de geografia com a
Carculina na escola. Mas eu queria tanto
fazer isso, eu fui tentando e fui
falando e fui pregando mal e pregando
muito mal e fazendo cada vez pior e e
com o tempo foi pra frente, foi
melhorando. Tem poucas coisas na vida
que você não vá fazer bem se você não se
dedicar para fazer, entendeu? Então vou
fazer. Você quer evangelizar, quer
pregar o evangelho? Prega o evangelho. E
mais, a maravilha é saber que Deus usa
as piores pregações, os pregador mais
sem futuro, os caras que não tem
capacidade retórica, que não tem às
vezes habilidade apologética, nunca
estudou direito. Às vezes, sabe quantos
de nós não fomos salvos pela pregação de
uma pessoa sem uma gota de instrução,
gente que não tinha seminário teológico,
que não sabia o que era calvinismo,
herminianismo, entendeu? e foi salvo.
Tinha um cara lá da igreja, um
evangelista lá da igreja, um cara
crente, pregava o evangelho para um
monte de gente. Chegou um jovenzinho de
internet lá na Manaí, ei, esta igreja é
reformada?
Ele disse: "Rapaz, faz uns dois anos que
a gente trocou o telhado, né?
>> Até botar na terceira parede, né?"
>> Pois é. Daí assim, na cabeça dele, o
cara não sabia nem o que era isso,
entendeu? O cara não sabia se calvinis
era de comer ou de botar no pão, sabe?
De de tá, mas é um homem de Deus que
pregava o evangelho, que ensinava o nome
de Jesus, sabe? E às vezes a gente às
vezes tem esse esse negócio, ah não, mas
melhor abordagem, qual a melhor forma
aprender, cara? Vai fazendo, vai fazendo
que Deus vai usar. Deus vai usar. É mais
fácil Deus usar o truísmo, muito óbvio,
mas é mais fácil Deus usar o incapaz que
tá tentando fazer alguma coisa do que o
capaz que tá parado sem fazer nada, né?
Deus usou um desviado para pregar para
mim. Quantos eruditos estavam calados em
casa? Quantos crentes estavam isolados
em casa? Mas foi um desviado que pregou
o evangelho para mim, porque ele foi lá
e falou e Deus usou a boca dele. Deus
falou por meio de uma jumenta, não vai
falar para dar gente, né? Quer ver reio
jumenta também? Mas Deus usa nós, pô.
Deus usa nós. Vamos lá.
>> Mas eu queria que você desse uma palavra
para quem hoje tá em escola, faculdade
ou até ambiente de trabalho também. Como
que o um jovem crente ele pode ter
sabedoria, amor para lidar em meio uma
sociedade super eh polarizada, né?
politicamente falando, socialmente
falando, que que tem alguns valores que
vão contra aquilo que o cristão prega e
vive, né? Que tipo de de ajuda assim
você pode dar para de vivência para um
jovem saber lidar com isso? Como se
posicionar, né?
>> Lembra das bem-aventuranças? Qual é o
nosso sal e qual é a nossa luz? Qual é o
nosso sabor e qual é a nossa
luminescência? São as bem-aventuranças.
é sermos pacificadores,
é termos fome e sede de justiça, é
sermos misericordiosos, é ali que a
gente vai expressar um sabor que o mundo
não pode ignorar e uma luz que o mundo
não pode fechar os olhos para ela.
Então, muitas vezes a gente acha que em
um mundo que nos odeia, em queem o mundo
que muitas vezes marcha nessa longa
marcha da vaca para o brejo, como diz o
filósofo, a gente acha que o que vai
fazer para resolver é uma oposição
direta, é a guerra cultural, é destronar
os poderes e brigar com o professor da
escola e não sei o que e tal. E claro,
existe um espaço pro embate. Quem sou eu
para dizer que não, né? Há um espaço pro
embate, mas esse embate tem que ser
muito bem caracterizado
pelas bem-aventuranças, pelo espírito do
sermão do monte, por pela obra do Cristo
que é manso e humilde de coração, por
uma capacidade de expressar o amor de
Deus mesmo na oposição. Uma coisa que eu
tenho percebido muito é que se tornou
muito contracultural e um ótimo
testemunho do evangelho, quando a gente
consegue ao mesmo tempo criticar as
ideias do mundo amando os indivíduos do
mundo. Porque geralmente isso aí só
encontra uma das duas coisas. Quem tá aí
na guerra cultural tentando destronar as
ideias dos esquerdistas, dos do das
feministas, dos aborteiros, do pessoal
da tal, geralmente é gente odiosa,
odiosa, que usa a guerra cultural como
desculpa para ser jumento, cavalo, todo
mundo, tratar mal mesmo, humilhar, ser
bossal. Por outro lado, quem geralmente
tá falando do amor de Deus, da
paciência, de receber o diferente, de
sentar na mesa, construir pontes, é uma
galera que ficou altamente liberal na
teologia, que não tem profundidade
teórica, que que trata a palavra de Deus
como se fosse nada, que acha que não
existe verdade absoluta, sabe? Que é
como se fosse um grande gelé de latina,
vive no teu pecado, tá tudo bem,
entende? Quando a gente consegue fazer
as duas coisas, eu respeito o indivíduo,
eu amo o indivíduo, eu vou tratar você
com todo o respeito que eu puder. Eu
respeito você, mas eu não respeito a sua
ideia. Eu respeito você, mas eu não
respeito esse tipo de vida que você
escolheu viver. E eu discordo de eu
discordo do que está dizendo. Você está
dizendo, tá errado. Mas eu posso sentar
numa mesa com você, comer com você,
abraçar você, orar por você, chorar com
você e ser empático, sabendo que você tá
errado e que você tem que mudar e que
você tem que ir para outro caminho e
fazer isso de uma forma que expresse
amor. Muitas das oportunidades que eu
tenho recebido de pregação do evangelho,
de cuidar do do de corações de pessoas
que nunca ouviram falar de Jesus, vem de
eu tá conseguindo, como teólogo público,
ocupar esse espaço de condenar o pecado
enquanto eu sento na mesa com o pecador.
E aí eu ofendo certos grupos
extremistas, né? A galera que tá lá
dando tiro para cima, achando que tem
que destruir os inimigos da esquerda,
ficam indignados que eu tenho um amigo
Ateu, que eu sento na mesa com ateu, que
eu so para conversar com o esquerdista.
E a galera lá da esquerda da turma do
amor me odeia, porque eu tô dizendo que
algumas coisas são pecado, de que não
pode normalizar alguns comportamentos,
de que isso aqui não é o caminho que que
Deus escolheu pra gente e que isso que
leva pro inferno e que o caminho de
salvação é esse aqui. E enquanto os
extremos ficam lá todoeriçados, há um
caminho de representação do evangelho
que é possível a todos nós. Então, você
tá no ambiente hostil,
na escola, na faculdade, no mercado de
trabalho, tenha uma postura que
representa Cristo. Tenha uma pregação
que representa Cristo. Condene o que tá
errado, ame as pessoas erradas e você
vai ver que vai haver um caminho para
alcançar muito mais gente do que a gente
tá geralmente acostumado a encontrar.
>> Isso aí, né?
>> É isso aí. É o poder. É isso aí.
>> É que só não é Batista, né?
>> É. Minha igreja não tem, a galera não
grita muito não. Na minha igreja, né?
Ah, maní nunca tradicional e tal. E aí a
manera era bem mais tradicionalzão,
assim, tinha um estilo mais
tradicionalzão. Aí eu tava evangé
conversando com uma amiga minha da que é
da igreja, a mãe dela era de uma
assembleia de Deus. Aí eu falei: "Ah,
vai lá visitar a mana se você quiser".
Ela falou: "Não posso ir porque na hora
que eu tiver pregando lá eu gritar um um
glória a Deus, vai todo mundo olhar para
mim". Aí eu falei: "Eu falte: "Quando
você for, cada glória a Deus que você
der, é um aleluia que eu dou". Aí ela
olhou assim, disse:
>> Aleluia, aleluia. Aí ela disse assim:
"Poi, beleza, pô, vou lá". Aí domingo
seguinte ela tava lá, ó. Eu disse:
"Vixe, agora?
Agora vou ter que dar uns aleluia, vou
ter que, né?" Eu tava tinha chegado a
man fazendo nem um ano e meio, pronto, o
pessoal vai achar que o pastor é é
avivado. Aí ela não deu nenhum glória a
Deus alto. Aí eu não dei nenhum aleluia
também. Aí escapamos ali. Mas mas não
tenho nada contra não. É só porque o
pessoal lá não é acostumado não. Mas não
tô nada contra não. Levanta a mão no
louvor assim. Sim. Eu só sou meio meio
meio preguiçoso, eu acho.
Eu era de uma igreja muito mais
tradicional do que a minha. Aqui quando
eu fui pro seminário, só colocava música
clássica, era piano e violino, aquele
negócio todo. Bateria era bateria era o
próprio Satanás, assim, cor de dúvida.
>> E aí um dia no culto foi um um irmão
desavisado, aparentemente, aí no meio de
um do da pregação lá, ele deu glória a
Deus. Meu irmão parecia que tinha sido
um atentado terrorista na igreja assim,
pessoal olhando e volta, se cutucando,
não sei o que, um negócio assim. E eu
vindo da Assembleia de Deus, né, para
mim a coisa mais normal do mundo.
>> E aí terminou o culto ali, eu ali por
trás conversando e tal, eu foi que
papelão, né? O pessoal fazendo e tal. Aí
chegou o líder de louvor, ele chegou e
tu ouviu a mulher que gritou Satanás
reina no meio do culto? Aí eu parei
assim: "Não, cara, não foi isso que ela
falou, não. Ela falou: "Glória a Deus".
Ele olhou assim: "E por que é que o
pessoal se comportou como se ela tivesse
gritado?"
Eu disse: "Eita". Não é
>> que a mulher gritou glória a Deus numa
igreja o pessoal ficouado ela gritou
Satanás reina por acaso assim Satanás
pessoal é realmente aí você fica
preocupado, né? Glorificou a Deus pô
sofrendo por causa disso. É só isso. A
história nada a ver completamente sem
sentido. A da pessoa queou glória a Deus
deve estar constrangida por minha culpa
se duvidar ainda, né? Mas porque eu sou
um idiota. me perdoe.

Tags: